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Revista Brasüeir» de Geociências 22(4):493-499, dezembro de 1992

ESTRATIGRAFIA E SEDIMENTOLOGIA DO PROTEROZÓICO MÉDIO E SUPERIOR
DA REGIÃO SUDESTE DO CRÁTON AMAZÔNICO

CARLOS J.S. ALVARENGA* & GERSON S. SAES**

ABSTRACT STRATIGRAPHY A>TOSEDIMENTOLOGY OF THE MIDDLE AND LATE PROTEROZOIC
IN THE SOUTHEAST OF THE AMAZONIAN CRATON. The southeastern part of the Amazonian Craton is
made up of Archean and Lower Proterozoic sequences including gneiss, greenstone belts and a huge granitic suite.
During the Middle Proterozoic this craton was affected by an exteasional regime, during which fult zones of the
cratonic basement were reactivated. Basins formed during this episode were nUed byte sediments of the Aguapei,
Sunsás and Huanchaca groups. These sedimente are interpreted as the product of deposition as a platform cover, with
extensive shallow marine by-passing to deeper marine deposition ends with fluvial sediments. In the Sunsás and
Aguapef belt these middle Proterozoic sediments were affected by the Sonsas Orogeny, whereas in the Huanchaca,
Santa Barbara and Rio Branco regions, they are spared of the deformation. Late Proterozoic sediments and
metasediments are present along the trasition zone between the Amazonian Craton ande the Paraguay Belt.Three Major
Glaciomarine sediments deposited on shelf domain (Puga Formation) and slope environments (Cuiabá Group). In this
Last enviroment the glaciomarine sediments were strongly reworked by turbidites currents. The midle unit inclues
Carbonate (Araras Formation) deposited directly on top of glaciomarine sediment, which the changes laterally towards
the border of the Craton to muddy limestones (Guia Formation). The upper unit consists of siliciclastic sediments
(Raizama and Diamantino formations).
Keywords: Stratigraphy, Mid-Late Proterozok, Paraguay Belt, Aguapef Group, Mato Grosso.

RESUMO O sudeste do Cráton Amazônico é formado por seqüências do Arqueano ao Proterozóico Inferior, que
apresentam gnaisses, rochas verdes (greenstone belts) e suítes greníticas. Durante o Proterozóico Médio, a ruptura
deste cráton se deu ao longo de zonas de fraquezas preexistentes originamk) bacias rojos Ikrátes são formados por falhas
reativadas do embasamento. Essas bacias foram preenchidas petos sedimentos dos Grupos Aguapeí Sunsás e
Huanchaca. A reconstrução paleogeográfica desses sedànentos, no Brasil, foi estabelecida como uma cobertura de
plataforma iniciada por extensa sedimentação marinha rasa que passa a um anbiente marinho mais profundo, cuja
sedimentação de caráter progradacional termin com a presença de depoóito sfluviais. Essas uniades são compostas
principalmente por rochas não-metamôrficas nas regiões de Huanchaca, Santa Bárbara e Rio Branco. Nas Faixas
do Proterozóico Superior estão presentes ao longo da zona de transmição) entre o Crayon Amazônico e a Faixa Paraguai.
Três unidades litoestratigráficas principais foram individualizadas, uma unidade cuja sedimentação foi interpretada
como glácio-marinha no domínioda plataforma (Formação e Puga) e no domínio do talude foi caracterizada pelo forte
retrabalhamento de sedimentos glácio-marinhos por correntes de turbidez (Grupo Cuiabá); uma unidade carbonatada
pós-glacial, com calcários e dolomitos (Formação Araras), sobre a plataforma cratônica, que passa lateralmente para
calcários mais argilosos (Formação Guia) em direção a zona mterna da faixa; a unidade superior (Formações Raizama
e Diamantino) é formada por sedimentos siliciclásticos.
Palavras-chaves: Estratigrafia, Meso-Neoproterozóico, Faixa Paraguai, Grupo Aguapeí, Mato Grosso.

INTRODUÇÃO Neste trabalho é apresentada uma sínte- siliana (-600 Ma), individualizados em uma zona externa e
se geológica das unidades sedimentares e rnetassedirnentares outra interna, e os sedimentos suborizontalizados que se esten-
do Proterozoico Médio é Superior que afloram na parte sudeste dem para a zona de cobertura de plataforma cratônica (Fig. 1).
do Cráton Amazônico. Estas unidades têm sido descritas em Na primeira subdivisão estratigráfica para as rochas da Faixa
várias áreas com diferentes denominações. Paraguai, foram individualizadas as Ardósias (filitos) Cuiabá,
As coberturas sedimentares do Proterozoico Médio estão Calcários Araras e Arenitos Raizama (Evans 1894). Maciel
localizadas em várias sub-bacias espalhadas pelo embasamento (1959), Almeida (1964a, 1965) e Vieira (1965) estabeleceram
cratônico consolidado há 1300 Ma (Litherand et al. 1986) novas unidades estraügráficas (Formação Puga, Grupo Janga-
(Fig. 1). No Brasil, essas unidades foram denominadas de Água- da, Formação Bauxi, Formação Diamantino) cujos dados pro-
peí (Figueiredo & Olivattí 1974), enquanto em território bolivi- porcionaram algumas hipóteses de correlações estratigráncas
ano são conhecidas pelo Chupo Huanchaca (Litherland & para o conjunto da Faixa Paraguai. As mais recentes sínteses
Power 1989)naSerraHuanchaca e, na região de Santo Corazón, estratígráficas e tectônicas englobando a faixa f oram propostas
pelo Grupo Sunsás (Litherland et al. 1986). O Ciclo Oroge- por Almeida (1984) e Alvarenga (1990).
nético Sunsás (~ 1.000 Ma) é o responsável pela deformação Neste trabalho é feita uma revisão e discussão das correla-
dessas rochas em duas faixas: Faixa Sunsás, na Bolívia, e Faixa ções litoestratígráficas das unidades do Proterozoico Médio e
Aguapef, no Brasil. Fora dessas duas faixas estreitas e alon- Superior localizadas na borda sudeste do Cráton Amazônico,
gadas, suas rochas apresentam-se como coberturas de platafor- no Brasil e na Bolívia.
ma não-deformadas nas Serras Huanchaca, Santa Bárbara e
Monte Cristo, esta última na região de Rio Branco (Fig. 1). EMBASAMENTO O embasamento das coberturas sedi-
No Proterozoico Superior, a Faixa Paraguai engloba os mentares das Bacias Aguapeí-Sunsás, existentes na poção me-
sedimentos e metassedimentos deformados pela tectônica bra- ridional do Cráton Amazônico, é formado por rochas cujas

* Departamento (k Geologia Geral, Umversidade Federal de Mato Grosso, CEP 78060-900, Cuiabá, MT, Brasil, Endereço atual: Departamento De Geologia
Geral e Aplicada, Instituto de Geociências, Universidade de Brasília, CEP 70910-900, Brasília, DF, Brasil
** Departamento de Recursos Minerais, Instituto de Ciências Exatas e da Terra Universidade Federal de Mato Grosso, Cep78060-900, Cuiabá, MT, Brasil

o mesmo aconte- Arqueano estào reladonadc» o Complexo Gnáissico (Rio Ver. Os lineamentos orientados N25-35W deste emba. 1984). cendo com a orientação das deformações das Faixas Sunsás melho) e os cinturões de rochas verdes (Rio Alegre. Leite et al 1986. 1985). Essas rochas foram Alvorada (1.1992 idades vão do Arqueano ao Protezóico Médio (1. plataforma. Vale da Promissão e máficos diferenciados (Suíte Intrusivá Rio Branco) e a indivi. ras sedimentares e metassedimentares predominantemente deirinho (Saes et al.500 Ma) (Monteiro et al 1986). Araputanga e Cabaçal) (Saes et al 1984.494 Revista Brasileira de Gtocitncias.300 Ma). seguidos por um magmatismo tardi a Grosso e na Bolívia Oriental. processos quartzftícas com alternâncias de fácies heterolítícas e cortadas metamórficos e deformacionais estão registrados no Complexo por diques de rochas básicas. Volume 22. Quatro e Aguapeí. que ocorrem no Sudoeste de Mato Granítico Santa Helena. reconhecendo o desenvolvimento de uma dualização das Bacias Intracratônicas Aguapeí-Sunsás (Leite seqüência marinha transgressivo-regressiva de cobertura de et al. que apresentam deformações coaxiais da orogênese Meninas. Saes et al (1987) e Takahashi et al (1990) do- samento parecem ter exercido forte influência na estruturação cumentaram as fácies sedimentares do Grupo Aguapeí nas . Morro Cristalina. Monteiro et precedente. Ao final do posteriormente denominadas de Unidade Aguapeí por Figuei- Proterozóico Médio (1. O retrabalhamento parcial dessas unidades no Proterozóico Inferior deu origem a BACIA DO PROTEROZÓICO MÉDIO As cobertu- uma associação gnaisse-migmatftica denominada de Briga. foram pela primeira vez mencio- pós-cinemático representado pelos Granitóides Água Clara e nadas em relatório da LASA (1968).300 Ma). Ao das bacias do final do Proterozóico Médio. Leite 1987). No Proterozóico Médio. Souza & Hildred (1980) dividiram o estabilidade que propiciaram ò desenvolvimento de corpos Grupo Aguapeí nas Formações Fortuna. são alcançadas condições de redo & Olivattí (1974). al 1986.

No oriente Aguapei/Sunsás foi sedimentada após o clímax da transgressão boliviano. Essa coluna arenosa superior bipolaridade das paleocorrcntes (NW-SE). com abundantes estratificapões cruzadas maturidade elevada e o caráter exclusivamente continental (fluvial e eólico) de seus depósitos (Saes et al. onde a interestratificação de basal formada por arenitos e conglomerados ortoquartzíticos. respectivamente. Essa unidade sedimentar intermediária dos Grupos unidade basal tanto no Brasil como na Bolívia. espessando-se para SE. 2). A natureza glomerados. na região de Santo Corazón. Formação Morro Cristalina A Formação Morro Cris- mento de espessura e do conteúdo de feldspatos de noroeste talina é formada de quartzo-arenitos e mais raramente con- para sudeste em direção a Santo Corazón (Fig.Lithoestratigraphic relationships between Middle Proterozoic sediinentaiy basins on the border of the Aniazoniancn^ . os trabalhos de mapeamento regional levaram plataforma marinha rasa (Saes et al 19ÍT7). Litheriand revela deposição em sistemas fluviais entrelaçados nas áreas & Power 1989). Nas regiões de Rio Bran- detalhando e estabelecendo modelos de fades para as forma. Saes et al 1987. o que. BACIA DO PROTEROZÓ ICO SUPERIOR As uni- dades litoestratigráficas do Proterozóico Superior que se desen- Formação Vale da Promissã o A Formação Vale da volveram na borda sudeste do Cráton Amazônico se Promissâo representa uma cunha de sedimentos marinhos apresentam dentro de domínios tectono-estratigráfícos que Figura 2 . podem incorpo. progradante. coe Pontes e Lacerda. deformacional que afetou estas coberturas e a inversão do rar espessos sistemas de leques aluviais ou costeiros. a Formação Fortuna corresponde à Lower Psamitic marinha regional que marca este intervalo. ela é compôs tá por pelitos com intercala- ções propostas por Souza & Hildred (1980).1992 495 regiões de Rio Branco e Pontes e Lacerda. com notável au. sua instalação (Litheriand et al 1986. Ela corresponde à et al 1956). Em direção a Santo ao estabelecimento de uma área cratônica (Cráton Paraguá) Corazón. Saes & Leite no prelo). 1986). lobos arenosos e pelitos sugere a existência de construções A figura 2 mostra as correlações litoestratigráficas entre a deltaicas. representando uma Unit (Litheriand & Bloomfield 1981) e à Formação Arco íris progradação com alto nível do mar. deltas) e tempestitos em Pontes e Lacerda e Rio Branco. o que sugere um caráter molas- resultado da expressiva atuação de falhas sin-sedimentares. Na parte oriental ções arenosas depositadas por ação de tempestades em uma da Bolívia. reforça a hipótese de sedimentação por Corazón (Litheriand et al 1986). a Formação Vale da Promissão passa a seqüências circunscrita pelas Faixas Móveis Sunsás e Aguapeí (Litheriand turbidíticas (Litheriand et al. (Litheriand & Power 1989) sendo formada por um pacote de arenitos e conglomerados ortoquartzíticos.Revista Brasileira de Geociências. passando a plataforma apenas nos setores nâo-deformados dessas bacias. conju- marinha rasa com influência de marés. Litheriand & Power 1989. bem como sugere o preenchimento longitudinal relacionada à Formação Buena 'Vista na Serra de Huanchaca de uma bacia alongada nesta direção desde os primórdios de (Litheriand & Power 1989). A sóide para a sua sedimentação. leques costeiros (fan. Argillaceous Unit de Litheriand & Bloomfield (1981) e even- tualmente à Formação Cuatro Carpas (Litheriand & Power Formação Fortuna A Formação Fortuna é a unidade 1989) da Serra de Huanchaca. como paleodeclivê regional para NW. Volume 22.Correlações litoestratigráficas entre as bacias sedunentares do Proterozóico Médio da borda sudeste do Cráton Amazônico Figure 2 . gado ao predomínio de paleooorrentes fluindo de SE para NW. sendo duvidosamente cor- ação de marés. 1987. As parece indicar que a sua deposição ocorreu após a principal f ase áreas mais a sul. Digno de nota é o fato desta unidade ocorrer das Serras de Huanchaca e São Vicente. na região de Pontes recebe a denominação de Upper Psamitic Unit em Santo e Lacerda e Rio Branco. cujos principais atributos sedimentológicos são a areno-conglomerática.

Depósitos parcialmente contemporâneos entre as rochas inicialmente denominadas de Formação Bauxi. Alvarenga & área é parcialmente coincidente com a região considerada por Trompette 1988. fortemente metamorfizadas e dobradas. Araras. Os afloramen- rior. Estas rochas foram depositadas du- As rochas sedimentares. Mirassol d'Oeste.l).1984.1988. l e 3). espesso. espessa unidade carbonatada. uma faties mais distai é composta quase que apenas por parte das rochas do Grupo Cuiabá (zona interna da exclusivamente por filitos. Raiza. e no talude distai (Alvarenga 1988. os afloramentos da unidade causa dessa discordância.1992). formados por diferentes faties apresentam espessas intercalações de quartzitos. por exemplo. o interior da Faixa Paraguai (Almeida1984. 3). nos Ires pette 1988. Seixos e blocos de natureza diversa são encontrados de forma isolada e cortando a estratificação dos metassedimentos. espessa e dobrada. 3). são na realida- sedimentares que formam a parte inferior da cobertura de de uma faties arenosa da Formação Puga. Grupo Cuiabá formam a unidade glátio-marinha e turbidítica rozóico Superior em diferentes unidades litoestratígráficas des. ficados formam a litologia predominante da Formação Puga ma. extensa unidade glátio-marinha/turbidítica rados) foram interpretadas por Alvarenga (1985) como leques foi formada durante a ultima glaciação do Proterozóico Supe.1990): 1. situada a NW da Cidade de Poconé no núcleo da Anticlinal de que são internamente organizados em ciclos de granodecres- Bento Gomes. Ribeiro & 1988. Bauxi e da maioria do O reconhecimento da influência da última glaciação do Prote. cobertura de plataforma e das faixas dobradas. Nas porções externas do talude e em direção ao extremo Unidade Inferior A unidade inferior está representada teste da bacia. Has foram depositadas sob domínio cratônico. afetado por uma tectônica rígida de falhas isolando blocos mais incluindo as rochas formadas pela influência direta de uma ou menos elevados. domínios estruturais individualizados. com intercalações de arenitos finos e 1. ambience marinho mais distai. Eles são com- foram propostas para esta zona de transição: postos de diamictitos. As variações de faties sa região permitiu a sua correlação estratigráfica em diferentes laterais e verticais entre diamictitos. Unidade glácio-marinha-turbidítica Esta unidade Estes são provavelmente transportados por icebergs e são a foi estudada para a região entre Cuiabá-Província Serrana. in- pouco espessa e subonzontal na zona de cobertura cratônica.1992). única indicação direta da presença da glaciação. 1975. Alvarenga & Trompette 1988. com base nas unidade estratigráfica que inclui as Formações Puga e Bauxi é suas características de sedimentação turbidítica proximal. 1). quartzi. de alimentação de uma fácies turbidítica grossa. termediária e distai. denominados de "Brasilides metamórficas" dobramentos (Chupo Cuiabá) (Almeida 1964a. os filitos em quatro grandes grupos. calações de arenitos. Assim.1992) que caracterizam a zona interna da faixa. que localmente estão associadas a dolomites. 2. No domínio Na parte superior do talude (fácies proximal). Nesta unidade. Alvarenga & Trompette 1988. correlações estratigráficas foram feitas com as regiões de Corumbá e da Bolívia. Importantes inter- Figueiredo 1974. Esta te capeados por formações superficiais ou por se apresentarem unidade foi estratigrafícamente individualizada por Luz et al bastante alterados. siltitos depositados em discordância angular sobre o emba- gráficas.1992). 2. siltitos. 1965. originadas de materiais glacio- ma. argilitos. por se encontrarem quase que totalmen- Cuiabá. cência para o topo. são conhecidas nas regiões entre et al 1982. a Três grandes grupos de faties sedimentares. como é o caso do Morro de Urucum. é composta por filitos. os metassedimentos dobrados e Bauxi) e os metassedimentos da zona interna da faixa de metamorfizados. são principalmente compostos pelas Alvarenga 1985. sobre a plataforma cratônica e turbidítico no domínio do talude forma do Cráton Amazônico. incluindo ambiente glácio-marinho da Faixa Paraguai. quartzitos domínios dentro da bacia de sedimentação. a oeste. para rochas dobradas e parcialmente metamorfizadas para gênicos retrabalhados por correntes turbidíticas. podendo apresentar intercalações faixa). quartzitos con- (Alvarenga 1988. 1978. para uma batia turbidítica. rochas do Grupo Cuiabá. 1980. duas interpretações estratigráficas glátio-marinha se reúnem na Formação Puga. 1982. Alvarenga 1990). Puga e Bauxi que formam a zona externa da faixa que constitui a unidade glácio-marinha dessa zona (Alvarenga e a cobertura cratônica (Figueiredo & Olivatti 1974.5 e 7 do Grupo Cuiabá acordo com a tese de contemporaneidade entre as rochas da descritas por Luz et al. Del'Arco isolados (Formação Bauxi). esta unidade inclui o Grupo Cuiabá. entretanto. por Almeida (1984. onde as rochas da zona interna (Grupo Cuiabá). Estas intercalações (quartzitos e conglome- tos e dolomites. configuram a sedimentação no talude da passando a uma unidade litoestratigráfica um pouco mais bacia (Fig. plataforma e da zona externa da faixa (Formações Puga e Na zona interna da faixa. Bauxi e Nobres (Fig. a Paraguai apresentam controvérsias na passagem entre as zonas teste (Fig. . mais samento do Cráton Amazônico. são consideradas como Na zona externa da faixa. passam lateralmente às coberturas de plata. A maioria das unidades ütoes. Por Na zona de cobertura cratônica. Almeida 1984). (1980). que foi durante o último período glacial dp Proterozóico Superior.496 gradam lateralmente de coberturas suborizontais de platafor. 4. em território boliviano D'OESTE Esta unidade inclui todas as rochas formadas (Fig.1990. Ribeiro et al. foram reunidas Em direção às partes mais externas do talude. está incluída a dacionais de quartzitos e metassiltitos. contendo ocasionalmente seixos e blocos Schobbenhaus et al 1981. Barros et al. unidade inferior. de áreas mapeadas como subunidades 4. e conglomerados sugerem a passagem de um ambiente glácio- As diferentes colunas estratigráficas propostas para a Faixa marinho de plataforma. Os filitos desta fácies maioria das rochas grafitosas (filitos e quartzitos) do Grupo são pouco conhecidos. REGIÃO DE CORUMBÁ E DA BOLÍVIA ORIENTAL As coberturas de plataforma cratônica da região REGIÃO DE CUIABÁ-PROVÍNCIA SERRANA-MIRASSOL de Corumbá estendem-se para oeste. filitos grafitosos. de até 100 m de espessura.1974. levemente dobradas na borda externa rante um período glacial. Essas intercalações arenosas. diamictitos maciços e estrati- mais antigas que aquelas das Formações Diamantino. do Proterozóico Superior da região. dos diamictitos intercalados a conglomerados e arenitos. Alvarenga & Trom- tratigráficas se distribuí através de diferentes faties.1985). nas subunidades 1e 2 do Chupo Cuiabá. Presença de duas grandes unidades estruturais e estrati. Esta tectonizado e metamorfizado (Alvarenga 1988. dentro da zona externa da faixa. são encontra- interno da faixa.b. de caráter local e glomeráticos e metaconglomerados. unidade superior tos dessa fácies estão incluídos na área mapeada por Luz et al detrítica (Fig. (1980). situada no núcleo da Anticlinal de Bento Gomes a mais grossas formadas internamente por vários ciclos gra- noroeste de Poconé (Fig. 3. (1980) como subunidades 3 e parte da 5 do Grupo Cuiabá. estruturais interna e externa da faixa (Alvarenga 1984). 3). Almeida (1974) como pertencente ao Grupo Jangada e com as As unidades estratigráficas utilizadas neste trabalho. Luz et al. sedimentação glátio-marinha e também as formadas em próximo a Corumbá. As rochas das Formações Puga.

3). calcários e diamictitos e apresenta importantes varia. Essa unidade tem respectivamente. Na zona interna. Os 1. indicando evidências de ção de falhas sinsedimentares. sugerindo um aumento da energia do ambiente. ção que termina com o início da sedimentação detrítica da O Grupo Boqui engloba arcósios. conglomerados. 1978). Volume 22. Formação Raizama. siltitos e arcósios da Formação Diamantino. região de Corumbá. Médio da borda sudeste do Cráton Amazônico se depositaram dos cinzas e brancos. Arenitos (Formação Mandioré) deposita- mação Araras têm suas melhores exposições na zona de cober. composta de finas metassiltitos e metargilitos laminados (Alvarenga 1990). Unidade superior A unidade superior é composta por uma espessa seqüência de rochas détríticas. foi subdivi. e Formação Santa Cruz. todas as duas bá e Bolívia Oriental pelos Grupos Corumbá e Muciélago.300 m (Luz et al. 1986). Inter- proximidades de Corumbá é formada pelos Grupos Boqui e calações arenosas são também encontradas no topo da forma- Jacadigo e pela Formação Puga. 1980).Revista Brasibira d* Gêociéncias. A Unidade Superior não foi encontrada na REGIÃO DE CUIABÁ Os calcários e dolomites da For. essa fácies é composta de de arcósios e conglomerados com blocos e seixos do calcários. O seu cratonica. arenitos feldspáücos da Formação Raizama e os argilitos. mada na região de Cuiabá pela Formação Araras e em Corum. 3) (Alvarenga 1988) ou subunidade 8 (Luz dido em duas formações: Formação Urucum. Nos dolomitos da zona de cobertura em bacias moldadas por grandes falhas do embasamento.1992 497 Figura 3 . território brasileiro e no Grupo Muciélago na Bolívia. calações arenosas e reconhecida como uma fácies glacial (Maciel 1959). Um membro inferior de 200 m é formado de calcários e calcários margosos cinza-escuros. 1986) e podem ser o atingem uma espessura de até 1. intraclastos e níveis de calcarenitos com laminação rochas do Grupo Aguapeí sugerem que a sedimentação iniciou- cruzada são encontradas em direção ao topo da Formação se por uma invasão marinha rasa (Formação Fortuna).4 m na porção REGIÃO DE CORUMBÁ E BOLÍVIA ORIENTAL A uni- inferior da formação. Gastos caídos (dropstones) de granito dade carbonatada é formada pelas rochas que foram reagru- foram identificados nesta formação. mação Guia (Fig. for- O Grupo Jacadigo. arenitos. passan- . suas exposições na zona de cobertura cratonica e na zona externa da faixa. siltitos.Esquema das relações estratigráficas dá Pwterozóico Médio e Superior na borda sudeste do Cráton Amazônico (sem escala) Figure 3 . às variações na sua espessura e ao padrão de paleocorrentes das nares. alternâncias de jaspilitos é arcósios e incluindo camadas manganesíféras que localmente podem atingir 5. calcários margosos e lentes dolomíticas que passam a embasamento. equivalente boliviano da Formação Raizama. Estromatólitos colu. basal. Nessa última eles território boliviano (Litherland et al. foi descrito por Zaine (1991) um nível estratiforme e preenchimento está relacionado a período de prolongada esta- colunar de estromatólito limitado na base e no topo por cama* bilidade tectônica. esta unidade é correlacionada à parte ções laterais de fácies (Litherland et al.100 m restantes do CONCLUSÕES As rochas détríticas do Proterozóico membro superior. reunidas no Grupo Alto Paraguai (Fig. padas no Grupo Corumbá (Formações Bocaina e Tamego) em A Formação Puga é composta de diamictitos com inter. não se descartando a possibilidade de atua- das de evaporitos (pseudomorfos). superior da seqüência metassedimentar do Grupo Cuiabá. são formados por dolomitos bem cristaliza. composta et al. considerado como depositado dentro mada por uma fácies pelito-carbonatada denominada de For- de uma bacia marginal cratonica (Almeida 1984). As diferentes fácies associadas salinidade variável durante a deposição. compreendendo os Unidade carbonatada A unidade carbonatada é for. Na Sinclinal da Guia. dos sobre os calcários (Grupo Muciélago) são descritos em tura cratonica e na zona externa da faixa.Middle Proterozoic and Late Proterozoic schematic stratigraphic relationships on the border of the Amazonian craton (not to scale) A unidade inferior aflorando ao sul da Faixa Sunsás até as Araras.

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ALVARENGA.. sugere poetem explicar a extensão de diamictitos por toda a bacia da serem elas duas sub-bacias localizadas em zonas de fraquezas Formação Puga ao Grupo Cuiabá no interior da zona interna crustais do embasamento com falhas que atuaram também (Fig. 34.. CPRM. CJ. G. C. Nesse caso.. LEITE. BRÁS. POWER. porânea à glaciação do final do Proterozóico Superior que influenciou mais de perto os sedimentos glácio-marinhos da Agradecimentos Os autores agradecem o apoio finan- plataforma continental. Brazil). Goiânia. G. v. J.C. REJ. J.F. (Relatório Final). Anais. p. Província Tocantins-setor sudoeste. Cuiabá 1988..M. Ed. In: SIMP. D. DNPM/ BARROS. Rocha e J. G. CONGR. Atas. p. Os calcários escuros e quando comparadas com as colunas estratígráficas menos es. MJ>. Integrated attempt of geological aspects of east Bolivia F.. Levantamento de Recursos Naturais. C. po Cuiabá que se encontram acima da unidade carbonatada te de Poconé. 25-160. Carajás. com a presença de gerando assim um grande aporte de sedimentos para o interior arcósios e uma significativa importância de conglomerados..R.A.W. Glaciação Eo-Cambriana em Mato Grosso. FREIRE. 260. R. E. Marseille. ceiro e científico proporcionado pela UFMT.CJ. Precamb. Rio de Janeiro. Geologia. WEEB. 1985. Goiânia. FIGUEIREDO. LLANOS. p. eastern Bolivia: the legendary "tost Glacial Record . do Cráton Amazônico. SILVA. J.M. CARDOSO. DNPM/ sedimentation in the uppermost Proterozoic and lower Cambrian of the CPRM.M. In: CONGR. TANNO.. Goiânia.. 33.F. 1981...S.A. Lasa.C 1986.. PalaeoecoL. p. Palaeogeogr. Brazil). 403469/89-9 e 500647/90-9). RIVETTI. 25-192. CJ. L. SAES.S. ALVARENGA.. SOUZA. esses sedimentos do final da glaciação longo das duas faixas dobradas (Sunsás e Águapeí). Alegre. Centro Acad. Essas duas bacias (dolarenitos) que se intercalam com sedimentos detríticos are- mais profundas coincidentemente são as únicas que foram nosos.. 173 p. SOUZA. 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