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Les MORVANDIAUX, RURAUX INLASSABLES

A A A A A 1C A A A A A m W *v A A A m H A W JTWA A

B i e n que l e nom même du Morvan n'évoque pas une idée d'infertilité, s a


réputation de mauvais pays e s t profondément établie chez l e s h a b i t a n t s des
bons pays qui l ' e n v i r o n n e n t . Le m a s s i f ancien e s t presque uniquement e x p l o i -
té p a r une population de r u r a u x . Mais l e Morvan, à cause de l a nature de son
s o l , n'est pas une région a g r i c o l e importante. I l l a i s s a i t de ce côté f o r t
à désirer a u t r e f o i s . Au 18e siècle, l e s t e r r e s ne s'y l a b o u r a i e n t que tous
l e s c i n q ou s i x a n s . V o i c i ce qu'écrivait a l o r s l'abbé C a s s i e r , dans l a
Roussillonnade :

"... notre mère nourricière,


La n a t u r e , à l'ombre de s e s monts,
A v o u l u f a i r e une glacière
Aux v i n s des gourmets bourguignons.
Là, l e genêt e t l a fougère
Couvrent l e s stériles guérets,
En tous temps l a t r i s t e bergère
Y g r e l o t t e au fond des forêts.
Une récolte de navets
Y réduit l a t e r r e légère
A reposer s i x ans après".

La l e c t u r e d'une c a r t e du Morvan révèle l'importance des occupations


a g r i c o l e s p a r l a fréquence d'une toponymie spéciale :

- s o i t que l e s formes c u l t u r a l e s a i e n t s e r v i à donner l e s l i e u x - d i t s


( l a Prée, Grand Pré, Pré Coulon, l a Chaume, l e s Chaumes, l a Chaume, Chaume-
M a r t i n , l a Chaumelle, Chaume C o t e n t i n , l e s Champs, Champy, Champ Creux,
Champagne, Charap-Vé, Champ du C o u l o i r , Champ de l a Vigne, Champ Rameau,
Champ M a r t i n . . . ) ,

- s o i t que l e s t e n a n c i e r s du s o l a i e n t tenu à f i x e r l e u r s t i t r e s de
propriété en appliquant l e nom de l a f a m i l l e aux hameaux ( l e s Armands, l e s
B l a n d i n s , l e s Lamberts, l e s P a s q u e l i n s , l e s Pompons...) ou même à des écarts
p l u s p e t i t s ( l ' H u i s au Page, l ' H u i s Bréchard, l ' H u i s au F i t o , l ' H u i s Dupin,
l'Huis P i c a r d . . . ) .

L'abondance des vocables montre, chez l e peuple, l e s o u c i constant de


l'occupation du s o l , un combat opiniâtre, un l a b e u r longuement accumulé
pour f a i r e produire une t e r r e éminemment stérile.
E V O L U T I O N de 1» A G R I C U L T U R E
********** **************

Dans l'exemple des e n t r e p r i s e s morvandelles, l e c e r c l e e s t particuliè-


rement v i c i e u x . Les difficultés des e x p l o i t a t i o n s obligent l e s hommes q u i
t r a v a i l l e n t dur, qui sont t o u j o u r s a s s a i l l i s p a r l e s s o u c i s d'argent, à
chercher des p r o f i t s secondaires même e x t r a - a g r i c o l e s ; l e caractère impro-
visé, o c c a s i o n n e l , s e m i - c l a n d e s t i n de ces p r o f i t s l e s conduit à v i v r e au
j o u r l e j o u r e t l a c o n t r a d i c t i o n e s t fondamentale avec l e s besoins de l'éco-
nomie moderne q u i s e v o u d r a i t r a t i o n n e l l e , p r o s p e c t i v e . Le décalage e s t per-
manent e n t r e l e s v a l e u r s s o c i a l e s que suppose l'économie a c t u e l l e de marché
e t l e s a t t i t u d e s des Morvandiaux q u i perpétuent une v i e i l l e habitude de dé-
b r o u i l l a r d i s e ; c e u x - c i p u i s e n t l e u r s f o r c e s dans une sagesse empirique hé-
ritée d'une époque où i l s u f f i s a i t à chacun de s u i v r e son d e s t i n s i n g u l i e r .

Incapables de t r o u v e r l e s s o l u t i o n s convenables entre l e v i e i l ordre


des choses e t l e s p r e s s i o n s incohérentes du marché, i l s sont livrés aux e x -
pédients d'une course perpétuelle v e r s de n o u v e l l e s sources d'argent f r a i s .
L'insécurité permanente enlève toute possibilité de promotion s o c i a l e à
l'intérieur du système : l e salarié ne peut songer à devenir f e r m i e r en une
époque où l e c a p i t a l d ' e x p l o i t a t i o n se compte p a r d i z a i n e de m i l l i e r s de
f r a n c s . Le p e t i t e x p l o i t a n t ne peut a c h e t e r à l a f o i s l e t r a c t e u r e t l a t e r -
r e qui l u i permettraient d'agrandir son a f f a i r e . Pour t o u s , l ' a v e n i r a l a
couleur du présent. Cela e x p l i q u e - t - i l l a grande f u i t e v e r s l e s v i l l e s ?
Dans q u e l l e mesure l'exode t r a d u i t - i l l e s difficultés de l a v i e r u r a l e ?

Le SOL
****

Les conditions physiques de l a contrée y ont longtemps rendu l e t r a v a i l


peu rémunérateur. L ' a l t i t u d e , un c l i m a t rigoureux, un s o l f r o i d r e c u l e n t l e s
époques de l a végétation. L a t e r r e e s t impropre aux céréales à grand rende-
ment. En général, e l l e e s t s i l i c e u s e , légère e t peu profonde. Les arènes
dans l e %ut-i"k>rvan sont p l u s épaisses e t p l u s a r g i l e u s e s , l e s p r a i r i e s e t
l e s champs labourés p l u s nombreux.

1 - NATURE du SOL
L ' a g r i c u l t e u r du Morvan e x p l o i t e en p o l y c u l t u r e un t e r r a i n p r i m a i r e ,
l e p l u s souvent g r a n i t i q u e , mais p a r f o i s a u s s i composé de s c h i s t e ou de
g n e i s s . D'une façon générale, ces t e r r e s sont assez r i c h e s en azote t o t a l
provenant d'une matière organique p l u s ou moins évoluée ; généralement pau-
v r e s en a c i d e phosphorique ; e t d'une teneur en potasse très v a r i a b l e , a l -
l a n t de très pauvres à b i e n pourvues sans q u ' i l s o i t p o s s i b l e de l e prévoir
par des déductions basées uniquement s u r l a nature du t e r r a i n .

Deux considérations importantes conditionnent l a fertilité de ces


t e r r e s : d'une p a r t l a profondeur du s o l e t d'autre p a r t l a proportion d'é-
léments f i n s . Des s o l s venant s u r s c h i s t e , que l'on rencontre s u r t o u t dans
l e sud, sont l e s moins profonds ; de p l u s , formés d'éléments g r o s s i e r s , i l s
sont d'une fertilité médiocre. Au c o n t r a i r e , l e s s o l s venant s u r g n e i s s
sont généralement p l u s profonds, i l s contiennent en outre une p l u s grande
proportion d ' a r g i l e e t d'éléments f i n s , ce sont l e s p l u s f e r t i l e s . Mais l a
majorité du Morvan e s t composée de s o l s g r a n i t i q u e s i s s u s de roches e t d'a-
rènes p l u s ou moins décomposées. Ces t e r r a i n s donnent, dans l e s e n d r o i t s où
l a couche a r a b l e e s t suffisamment profonde, des s o l s capables de p o r t e r de
bo.mes récoltes. I l s sont particulièrement propices à l a c u l t u r e des pommes
de t e r r e .

Le c a l c a i r e à l'état n a t u r e l ne se rencontre pas dans l e Morvan. Une


habitude veut en e f f e t que là où commence l e s o l c a l c a i r e f i n i t l e Morvan.
T o u t e f o i s , l e c a l c a i r e étant u t i l e à tous l e s s o l s du Morvan p a r t o u t e s s e s
propriétés, l e s c u l t i v a t e u r s du Morvan l e répandent sous forme de chaux en
poudre s u r l e u r s t e r r e s .

Le s a b l e e s t l a base des s o l s du Morvan. L e s s o l s s i l i c e u x , soumis à


l a c u l t u r e dans l e Morvan, ont une composition très v a r i a b l e . Les c h i f f r e s
s u i v a n t s donnent une composition moyenne : s a b l e 92 fo, a r g i l e 6 e t humus
2 fi. On rencontre rarement des s o l s sableux p u r s .
c

L ' a r g i l e se rencontre a s s e z fréquemment dans l e Morvan. Quelquefois,


mais rarement, e l l e forme l e s o l . Le p l u s souvent, e l l e e x i s t e comme sous-
s o l e t là où on rencontre des marais, on peut s'attendre à t r o u v e r un sous-
s o l a r g i l e u x . Les t e r r a i n s a r g i l e u x peuvent donner des récoltes abondantes,
mais l a qualité l a i s s e à désirer. Ls ;raine des céréales e s t p e t i t e e t sou-
vent rongée par l e s champignons de l a c a r r i e e t du charbon. Les fourrages
récoltés s u r l e s t e r r a i n s a r g i l e u x sont souvent de mauvaise qualité, t r o p
aqueux. Les a r b r e s y prennent d i f f i c i l e m e n t r a c i n e .

En p l u s de ces p r i n c i p e s , tous l e s s o l s renferment de l'humus q u i e s t


l e produit de décomposition végétale ou animale. L a qualité des s o l s dépend
même, règle générale, de l a quantité d'humus q u ' i l renferme. D ns l e Morvan, a

on rencontre l'humus un peu p a r t o u t , mais s u r t o u t abondamment dans l e s s o l s


couverts d'une végétation spontanée. Malheureusement, on ne cherche pas à
l ' u t i l i s e r ou bien encore on l e brûle p a r l'écobuage. T o u t e f o i s , un moyen
d'amélioration des t e r r a i n s pauvres e s t b i e n connu des c u l t i v a t e u r s q u i en-
f o u i s s e n t p a r f o i s une récolte de trèfle ou de s a r r a s i n dans l e s o l avant de
l'ensemencer.

Les s o l s , en p l u s de l e u r n a t u r e , s u b i s s e n t l ' i n f l u e n c e de :

- l'épaisseur du s o l : on nomme s o l , l a couche supérieure meuble du


t e r r a i n jusqu'à l a profondeur où e l l e change de nature minérale. Dans l e
Morvan, c e t t e épaisseur v a r i e beaucoup : a l o r s que, pour c e r t a i n s t e r r a i n s ,
e l l e n'a que quelques millimètres, à peine de quoi c o u v r i r l a semence, dans
d'autres e l l e a un demi-mètre e t p l u s . D ns ce d e r n i e r cas, i l y a l e s o l
a

a c t i f q u i e s t soumis aux t r a v a u x de c u l t u r e e t aux i n f l u e n c e s atmosphériques


e t l e s o l i n e r t e , couche de même nature mais non soumis à ces i n f l u e n c e s .
Le s o u s - s o l e s t l a couche de t e r r e de nature différente située immédiatement
au-dessous du s o l . I l f a u d r a i t que ce s o u s - s o l a i t des propriétés opposées
à c e l l e s du s o l , mais i l n'en e s t pas t o u j o u r s a i n s i en Morvan : l e sous-
s o l manque souvent ( l e s o l repose s u r l a roche q u i l ' a formé), c ' e s t ce q u i
explique l e peu de fertilité de c e r t a i n s t e r r a i n s .

- l ' i n c l i n a i s o n du s o l , q u i a de l ' i n f l u e n c e surtout aux p o i n t s de vue


de l'humidité e t de l a température. Les t e r r a i n s du Morvan o f f r e n t presque
tous c l u s ou moins d ' i n c l i n a i s o n . Pour quelques-uns, e l l e e s t même exagérée,
a u s s i c e s t e r r a i n s s o n t - i l s presque i m p r o d u c t i f s dans l e s années de séche-
resse.

- l ' e x p o s i t i o n du s o l : en règle générale, dans l e Morvan, l ' e x p o s i -


t i o n au midi e s t préférable à l ' e x p o s i t i o n au nord.

- l a couleur du s o l : p l u s l a couleur e s t foncée, p l u s l ' a b s a p t i o n de


l a c h a l e u r e s t grande, a u s s i l e s récoltes s o n t - e l l e s plus précoces s u r l e s
t e r r a i n s de couleur foncé.

En p l u s des substances minérales i n s o l u b l e s ou peu s o l u b i e s , l e s o l


renferme des substances s a l i n e s q u i jouent un rôle considérable dans l a vé-
gétation. Dans l e s s o l s morvandiaux, p l u s i e u r s de c e l l e s - c i f o n t défaut en
totalité ou t o u t au moins en grande p a r t i e . I l en résulte que l e c u l t i v a -
t e u r n'obtient jamais de récoltes p a r f a i t e s dans l a c u l t u r e e t que s e s élè-
ves de l'espèce bovine l a i s s e n t souvent à désirer dans l e cours de l a c r o i s -
sance e t dans c e l u i de l'engraissement. L'excès de pente des t e r r a i n s , l a
facilité avec l a q u e l l e c e u x - c i perdent l'eau, font que l e s années de séche-
r e s s e , quoique r a r e s , sont beaucoup à c r a i n d r e . Les 3ols du Morvan sont,
règle générale, peu profonds, i l s ne savent emmagasiner une grande quantité
d'eau. Sur quatorze éléments dont se n o u r r i s s e n t l e s plantes, l e c u l t i v a -
t e u r n'a guère besoin de l e u r en procurer que quatre : l ' a z o t e , l ' a c i d e
phosphorique , l a potasse e t l a chaux, s o i t environ 4 à 5 % du poids de l a
récolte.

S ' i l e s t nécessaire de rendre aux s o l s f e r t i l e s l a quantité de p r i n c i -


pes minéraux q u ' i l s perdent dans l e développement de l a p l a n t e , on comprend
sans peine que l e s s o l s peu f e r t i l e s du Morvan doivent de ce côté êi;re l'ob-
j e t de SOIE s u i v i s e t q u ' i l e s t i n d i s p e n s a b l e de l e u r f o u r n i r une grande
quantité d'engrais pour l e s amener à donner de b e l l e s récoltes. En e f f e t ,
différentes a n a l y s e s effectuées s u r l e s o l du Morvan ont donné l e r ésultat
moyen s u i v a n t : pour l a teneur en acide phosphorique, en potasse e t en
chaux, dans 100 k g de t e r r e , i l a été trouvé 35 à 40 g d'acide phosphorique,
150 g de potasse, des t r a c e s à peine s e n s i b l e s pour l e s s o l s non amendés
par c e t t e base de chaux.

La r i c h e s s e réelle de l'humus en éléments f e r t i l i s a n t s e s t très minime.


L a profondeur de l a t e r r e a r d i e e s t très v a r i a b l e s u i v a n t s a s i t u a t i o n topo-
graphique : p l u s f a i b l e s u r l e s hauts, e l l e a des épaisseurs moyennes au bas
des v e r s a n t s e t des épaisseurs encore p l u s f o r t e s l e long des vallées. L a
f a i b l e épaisseur de l a couche a r a b l e , s a légèreté extrême e t , par surcroît,
l e s grandes quantités de p l u i e q u i inondent l e pays, o b l i g e n t l e c u l t i v a -
t e u r à des s o i n s spéciaux dans l e labour des t e r r e s e t à l'emploi e x c e s s i f
du boeuf comme moyen d ' a t t e l a g e .

Dans l a zone bordière e t dans l a p a r t i e o c c i d e n t a l e du Morvan, l a s i -


t u a t i o n e s t m e i l l e u r e . Les a l l u v i o n s , e n r i c h i s de débris c a l c a i r e s , y sont
p l u s f e r t i l e s , on l e s a p p e l l e "aubues" ou "herbues" dans l e p l a t pays de
S a u l i e u . Les placages f a c i l i t e n t l a tâche du laboureur. Leur fertilité se
t r a d u i t p a r l a c u l t u r e des grandes céréales de l a T e r r e - P l a i n e ou par l'éle-
vage des grands boeufs du C h a r o l a i s e t du B a z o i s .

2- Les SOLS de CULTURE


L a c u l t u r e a un rôle déterminant s u r l a v a l e u r des s o l s ; mieux e l l e
e s t pratiquée, m e i l l e u r s i l s s o n t . Le pH se c o r r i g e , l e s apports en acide
phosphorique, en potasse e t c a l c a i r e , m o d i f i e n t quelque peu l a pauvreté n a -
t u r e l l e des s o l s .

a ) V a l e u r a g r i c o l e des s o l s morvandiaux
Les s o l s morvandiaux sont en général peu épais. En Morvan, on entre
dans l e s champs quelques heures après l a dernière p l u i e , deux boeufs ont
toujours s u f f i pour l a b o u r e r ; sauf pour l e débardage, point n ' e s t besoin
de t r a c t e u r s très p u i s s a n t s . Les s o l s morvandiaux sont légers ; i l s diffè-
r e n t e s s e n t i e l l e m e n t e n t r e eux par l e pourcentage de c a i l l o u x e t d'éléments
g r o s s i e r s . Les t e x t u r e s de l a p o r t i o n f i n e des s o l s morvandiaux sont très
b i e n équilibrée» Sables, a r g i l e s e t limons y o f f r e n t une heureuse réparti-
tion.
L'acidité b i e n connue des s o l s du Morvan e x p l i q u e l'ancienne primauté
du s e i g l e s u r l e blé ; a u j o u r d ' h u i , e l l e e x c l u t l a c u l t u r e de légumineuses,
t e l l e l a l u z e r n e qu'on ne trouve que dans une ou deux e x p l o i t a t i o n s i n t e n s i -
ves ; on l u i a t t r i b u e l e s maladies du bétail -hématurie p a r exemple- liées à
des carences a l i m e n t a i r e s dues à l a mauvaise qualité de l ' h e r b e . L a c o r r e c -
t i o n de l'acidité dans l e s champs cultivés résulte du chaulage, de l'amende-
ment. S i l a carence en chaux e s t uniformément reconnue, c e l l e en potasse a
p a r f o i s été discutée. L a carence en phosphore e s t l a règle. D'une façon plus
générale, l a p e t i t e quantité d ' a r g i l e contenue dans l e s sols e t l a nature de
ces a r g i l e s e x p l i q u e n t l a f a i b l e capacité d'échange des s o l s morvandiaux.

Les carences chimiques d i c t e n t à l a mise en v a l e u r des impératifs sévè-


r e s e t on ne s a u r a i t envisager en Morvan une c u l t u r e sans apport d'engrais
complet sans cesse renouvelé.

b) Les dangers de l ' a c t i o n humaine


L'érosion reprend s e s d r o i t s dès que l e s o l e s t dénudé un c e r t a i n temps.
De nombreux f a c t e u r s l a f a v o r i s e n t en Morvan : topographie accidentée du
pays, fréquence des pentes r a p i d e s , hauteurs d'eau a n n u e l l e s dues au moins
pour un t i e r s à des a v e r s e s moyennes de 30 à 50 mm, réaction d i f f i c i l e des
sols.

L a moindre e r r e u r c u l t u r a l e r i s q u e de précipiter l e phénomène ; i l e s t


des p a r c e l l e s étroites e t allongées q u i s e trouvent précisément dans l e
sens de l a p l u s grande pente. Dans c e r t a i n s champs très en pente, i l e s t im-
p o s s i b l e de l a b o u r e r s e l o n l e s courbes de n i v e a u e t l a généralisation du
t r a c t e u r m u l t i p l i e c e t t e p r a t i q u e : avec l e s modèles conçus pour l e grand
commerce des p l a i n e s de c u l t u r e , on ne peut l a b o u r e r que dans l e sens de l a
p l u s grande pente ; c ' e s t une o b l i g a t i o n impérative q u i r i s q u e de dégrader
sérieusement l e s champs. E t l'appauvrissement en matière f i n e des hauts de
champs s'observe p a r t o u t . L e s h a i e s jouent à c e t égard un rôle déterminant,
c a r e l l e s morcèlent un v e r s a n t en autant de s e c t e u r s indépendants.

TECHNIQJES
yyyyyyyy

1 - ESSAIS d'AMELIORATION FONCIERE


Jusqu'à l a f i n du 17e siècle, l e s porcs étaient n o u r r i s dans l e s b o i s .
Seuls étaient cultivés l e s e i g l e , l ' a v o i n e , l e blé n o i r ou s a r r a s i n e t l a
pomme de t e r r e . On proposa t r o i s remèdes : imposer l e s t e r r e s s u i v a n t l e u r
revenu, améliorer l e s prés p a r l ' i r r i g a t i o n e t avec l e s fumiers d'une r a c e
p l u s fortifiée amender l e s o l . Ce programme ne f u t appliqué que 150 ans p l u s
t a r d . L a Révolution apporta une grande amélioration à c e t t e s t u a t i o n c r i t i -
que. E l l e p r e s c r i v i t l e dessèchement des étangs. Malheureusement, s u r l e
Morvan, l a p l u p a r t de c e s nappes d'eau j o u a i e n t un grand rôle dans l e f l o t t a -
ge e t l ' e x p o r t a t i o n de l a moulue était l a p l u s grande r e s s o u r c e des habitant

Jusque v e r s 1850, l a s i t u a t i o n demeura t o u t e f o i s misérable. Les t r o i s


quarts des h a b i t a n t s ne c u l t i v e n t que l e s e i g l e , l ' a v o i n e e t l e s a r r a s i n , l a
pomme de t e r r e , l e h a r i c o t e t un peu de chou comme légume. Les bêtes q u i
sont menées l e p l u s souvent en ,-êture dans l e s b o i s ne l a i s s e n t aucun fumier
Fidèle à l a mémoire du père, l e f i l s ne changeait pas. I l a f a l l u des a n -
nées e t des expériences répétées p o u r r a i n c r e c e t entêtement, l a population
ne pouvait que mourir de f a i m .

Sur un t e r r i t o i r e , où l e nombre des h e c t a r e s cultivés a t t e i g n a i t à p e i -


ne l e nombre des h a b i t a n t s , l e s famines étaient t e r r i b l e s . P l u s i e u r s f o i s ,
en 1694, 1741, 1771, l e s h a b i t a n t s , pour a s s o u v i r l e u r f a i m , mirent l e f e u
aux forêts pour g r i l l e r l e bétail qui y p a i s s a i t . Au cours du 19e siècle,
l e réseau r o u t i e r s'était développé, l e s chemins de f e r p a s s a i e n t à p r o x i m i -
té du Morvan > ces grands f a c t e u r s géographiques f i r e n t disparaître toute
possibilité de famine. I l s i n t r o d u i s i r e n t dans l e Morvan l e chaulage e t
tous l e s procédés de l'agronomie moderne.

2- SITUATION du MORVAN AUTUNOIS v e r s 1830 e t après


Les s o l ? sont d'une médiocre v a l e u r , peu épais, menacés d'érosion du
f a i t du " r e l i e f en creux" e t s u r t o u t manquent de c a l c a i r e . S i l'on met à
p a r t quelques e x p l o i t a t i o n s disséminées, ce sont tous l e s caractères d'une
a g r i c u l t u r e archaïque qui s e manifestent. Dominent l e s t e r r e s à s e i g l e à
f a i b l e rendement. L a p r a t i q u e de l a jachère, longue de h u i t à douze a n s ,
s'étend s u r l a majeure p a r t i e du t e r r o i r . L e s engrais e t amendements ( c e n -
dres de b o i s , chaux, plâtre, enfouissage des "récoltes v e r t e s " ) sont connus
mis non répandus. On n ' u t i l i s e guère que l e fumier des bovins, du r e s t e mal
préparé e t produit en trop f a i b l e s quantités parce que l e "bétail rouge"
(nom donné à l a race morvandelle prédominante) e s t médiocre, pâturant l'été
des prés uniquement n a t u r e l s e t sans t r a i t e m e n t , entassé l ' h i v e r dans des
étables basses non aérées, au s o l fangeux, mal recouvert de litière. L'ou-
t i l l a g e r e s t e rudimentaire, souvent fabriqué en b o i s comme l a herse t r i a n -
g u l a i r e e t s u r t o u t l e v i e i l a r a i r e appelé "charrue de b o i s " e t qui n'a s u b i
que des transformations de détail. L a v i e paysanne e s t d i f f i c i l e , l a n o u r r i -
t u r e fondée s u r l e pain de s e i g l e rarement dépouillé du son e t c u i t tous
l e s mois, s u r l e s b o u i l l i e s e t l e s soupes. Les " b e l l e s mains" estimées au
l / 5 de l a l o c a t i o n n'ont guère de liquidité, après a v o i r payé l e s gages a n -
nuels des domestiques e t l e s journées des manouvriers.

Autour des années 1830-1833, pèse p a r a i l l e u r s une conjoncture défavo-


r a b l e . La p r e s s i o n démographique e s t f o r t e , puisque l e taux d'accroissement
de l a population au cours des douze années q u i ont précédé 1833 a été de
12 $ environ e t c e r t a i n e s communes r u r a l e s dépassent largement c e t t e moyenne
Ces bouches supplémentaires à n o u r r i r à coup sûr ont poussé à accroître l e s
rendements. C'est dans l a même d i r e c t i o n que mène l a conjoncture économique
l e s a g r i c u l t e u r s s e p l a i g n e n t de l a concurrence i n d i r e c t e qu'exercent contre
eux l e u r s v o i s i n s de l a Nièvre e t de l a Côte-d'Or q u i déversent chaque année
davantage de froment s u r l e marché d'Autun, ce q u i l e s o b l i g e à vendre l a
p l u s grande p a r t i e de l e u r production de s e i g l e s a n 3 grand p r o f i t , c a r une
a u t r e menace plane s u r l e s grands producteurs : l a dépréciation des céréales
e t s u r t o u t du s e i g l e , p r i n c i p a l e production dans l e Morvan a u t u n o i s . Une
chute de l ' o r d r e de 25 fs en 1828-1833 a f f e c t e l e p r i x du s e i g l e s u r l e mar-
ché d'Autun où s e vendent l e s l/lO des quantités vendues en SaÔne-et-Loire.

La Société d ' A g r i c u l t u r e d'Autun c o n s e i l l e l e s a g r i c u l t e u r s t a n t pour


l e s méthodes de labour, l e s récoltes e t l ' u t i l i s a t i o n des p r o d u i t s a g r i c o -
l e s , que pour l e choix des semences, l e s e s s a i s de p l a n t e s n o u v e l l e s e t l e
développement de c e r t a i n e s c u l t u r e s . E l l e e s t responsable du renouvellement
de c e r t a i n e s techniques a g r i c o l e s : labour profond grâce à l a d i f f u s i o n de
véritables c h a r r u e s , u t i l i s a t i o n systématique de l a chaux, p u i s des engrais
chimiques, i n t r o d u c t i o n de machines a g r i c o l e s américaines ou a n g l a i s e s .

Le Morvan, dans 1'Autunois, a accompli une véritable "révolution de


l'assolement" q u i a permis de mettre en c u l t u r e d'immenses espaces laissés
à l'abandon, à l a jachère longue e t s u r t o u t de s u b s t i t u e r l e blé a u s e i g l e
(dont l e s rendements ont doublé en passant de 8 à 10 h l à l ' h e c t a r e ) . L ' a s -
solement d e v i e n t quinquennal : p l a n t e s sarclées (pommes de t e r r e s u r t o u t )
e t pâturages a r t i f i c i e l s (trèfle e t l u z e r n e ) a l t e r n e n t avec l e s céréales...
e t l'assolement s i x - h u i t p e r s i s t e pourœtablir un c e r t a i n équilibre sans
l e q u e l l a t e r r e s e s e r a i t épuisée.

A p a r t i r du m i l i e u du siècle, l a conjoncture e s t moins f a v o r a b l e p a r


l a c r i s e s o c i a l e e t p o l i t i q u e de 1848-1851. Les c r i s e s économiques vont s e
succéder : maladies de l a pomme de t e r r e , dépréciation des g r a i n s au moment
même où l e blé d e v i e n t l a p r i n c i p a l e céréale ; n o u v e l l e s dépréciations en
1857-1859 e t s u r t o u t en 1864-1865, année pendant l a q u e l l e l e p r i x des p r i n -
c i p a l e s céréales descend au n i v e a u des années 1835-1836. Pendant l e S cond e

Empire, l a main-d'oeuvre e s t chère ( l e s s a l a i r e s des o u v r i e r s a g r i c o l e s aug-


mentent de 25-30 %), p a r s u i t e des premières vagues de dépopulation.

Devant l e coût trop élevé des machines e t l a hausse du p r i x des bes-


t i a u x , l e s a g r i c u l t e u r s o r i e n t e n t l e u r s e f f o r t s v e r s l'élevage : a l i m e n t a -
t i o n du bétail ; o r g a n i s a t i o n i n t e r n e du logement pour l e s animaux ; i r r i g a -
t i o n ; technique du drainage ; p l u s de fourrages aux p r a i r i e s n a t u r e l l e s e t
a r t i f i c i e l l e s dont l a s u p e r f i c i e a augmenté dans de très grandes proportions
( c e l l e - c i a p l u s que doublé entre 1835 e t l e début du 20e siècle, a l o r s que
dans l e même temps l a s u r f a c e des t e r r e s labourables d i m i n u a i t ) . Les r a c e s
de b e s t i a u x s'améliorent p a r l ' i n t r o d u c t i o n de reproducteurs étrangers ( p a r -
ticulièrement a n g l a i s pour l e s porcs e t l e s o v i n s , quelquefois pour l e s bo-
v i n s ) , p a r l e croisement avec des espèces o r i g i n a i r e s des régions v o i s i n e s ,
comme l e s r a c e s c h a r o l a i s e e t n i v e r n a i s e pour l e s b o v i n s . L ' e f f o r t f i n a l
pour disséminer l e s r e j e t o n s des taureaux n i v e r n a i s a été payant c a r , mal-
gré l e s c r i s e s , l e p r i x des b e s t i a u x e s t devenu très rémunérateur, comme en
témoigne l e développement des f o i r e s , en p a r t i c u l i e r c e l l e s d'Autun à l a f i n
du 19e siècle. E t tout en conservant un élevage à d e s t i n a t i o n m u l t i p l e , l e s
a g r i c u l t e u r s de 1*Autunois s e sont orientés v e r s l a production de viande de
boucherie (vente accrue de "boeufs g r a s " au début du 20e siècle, élevage de
b r e b i s e t d'agneaux, commerce généralisé de porcs g r a s ) .

Sous l a 3e République, l e s a g r i c u l t e u r s sont confrontés à deux maux


profonds. L a c r i s e a g r i c o l e dure jusqu'en 1906 : l e p r i x du blé diminue,
b a i s s e compensée en p a r t i e p a r l'augmentation des s u p e r f i c i e s ensemencées,
e t sauf pour l e porc l e p r i x de l a viande n'a pas diminué ; deux remèdes s ' a -
vèrent p r o f i t a b l e s : l e r e t o u r au protectionnisme e t l a diminution des c h a r -
ges pesant s u r l a propriété foncière. Les campagnes se dépeuplent : pour
l u t t e r contre c e t t e dépopulation, on a g i t en f a v e u r de l'enseignement a g r i -
c o l e à l'école communale, e t au 20e siècle, quelques mesures sont p r i s e s pour
s o u t e n i r l a p r o f e s s i o n , comme l a création de mutuelles d'assurances contre
l a mortalité du bétail e t de r e t r a i t e s a g r i c o l e s .

P l u s on s'éloigne d'Autun, moins on a de chances de r e n c o n t r e r une ma-


chine a g r i c o l e . En pénétrant dans l e m a s s i f du Morvan, c ' e s t l e v i e u x spec-
t a c l e du labour à l a "charrue de b o i s " q u i "raye l e s e i g l e " auquel l e voya-
geur de 1900-1914 e s t souvent c o n t r a i n t d ' a s s i s t e r .

3- L a TRANSFORMATION p a r l e CHAULAGS e t l e BRABANT


Le Morvandiau e s t resté, jusqu'au m i l i e u du 19e siècle, fidèle à ses
v i e i l l e s r o u t i n e s . Le c l i m a t r i g o u r e u x , l a s t r u c t u r e zonaire du s o l , ont eu
une i n f l u e n c e r e t a r d a t r i c e s u r l e s h a b i t a n t s . Dès q u ' i l s tentèrent de v i v r e
aux dépens de l a t e r r e , c'était une e x p l o i t a t i o n à p e t i t rayon. Les paysans
se sont cantonnés chez eux. Sans r o u t e s , sans r e l a t i o n s avec l e u r s v o i s i n s ,
i l s ont été obligés de se s u f f i r e à eux-mêmes.

Les e f f o r t s agronomiques du 19e siècle modifièrent heureusement c e t t e


l o c a l i s a t i o n des e f f o r t s i n d i v i d u e l s , Mais l e s n o u v e l l e s méthodes f u r e n t
longues à pénétrer chez des populations q u i étaient demeurées assez lâches
e t paresseuses, jusqu'à ne pas se donner l a peine d'ôter une p i e r r e de
l e u r s héritages dans l e s q u e l s l a p l u p a r t l a i s s e n t gagner l e s ronces e t mé-
chants a r b u s t e s .

La chaux f u t i n t r o d u i t e en Morvan p a r l e s propriétaires v o i s i n s de


l'Autunois. Une ferme-modèle f u t fondée à Tavernay en 1841 ; c ' e s t de là
que p a r t i t l e mouvement q u i d e v a i t révolutionner l ' a g r i c u l t u r e morvandelle.
Les f o u r s à chaux s u r g i r e n t à l a l i m i t e de l a zone bordière. Au début du
siècle encore, ceux de S a i n t - B r a n c h e r , Lucenay-1'Svêque étaient en e x p l o i -
t a t i o n . L a brabant f u t i n t r o d u i t e à son t o u r . C'est une charrue plus chère,
mais s a stabilité permet des lnbours p l u s profonds e t p l u s f a c i l e s . L a c h a r -
rue en b o i s , que l e laboureur f a b r i q u a i t lui-même l ' h i v e r a u détriment de
l a forêt, f u t définitivement condamnée.

L'emploi de l a chaux a permis l ' i n t r o d u c t i o n du trèfle e t du froment,


l'amélioration du s e i g l e e t de l ' a v o i n e . L a v e s c e , l e navet, l a l u z e r n e , l a
b e t t e r a v e , l e chou cabus, l a c a r o t t e blanche, l a chicorée s e sont répandus
dans l e Morvan v e r s l e m i l i e u du siècle d e r n i e r . Ce sont s u r t o u t l e s p r a i -
r i e s q u i ont gagné en quantité. L a s u r f a c e des t e r r e s labourées a peu aug-
menté. Mais l e s moissons sont d i x f o i s p l u s rémunératrices. Les g r a i n s du
Morvan s u f f i s e n t aux h a b i t a n t s . Les labours p l u s profonds, un s o l mieux
amendé ont changé l e s c o n d i t i o n s climatériques. L'augmentation des pâtures,
l'amélioration des prés, l ' i n t r o d u c t i o n des prairies temporaires dans l ' a s -
solement ont permis l a prospérité s u r l e s communes l e s p l u s élevées du
Morvan des grands boeufs du C h a r o l a i s . Le Morvandiau n'est pas encore un
emboucheur, mais c ' e s t déjà un éleveur.

E n f i n , l e s progrès de l'agronomie ont rendu p o s s i b l e l a s u b s t i t u t i o n


du s e i g l e a u s a r r a s i n q u i s e r v a i t s u r t o u t à e n g r a i s s e r l e s porcs. Au début
du siècle, l e s e i g l e , l a pomme de t e r r e e t même l e froment, mélangés ensem-
b l e , donnaient p l u s de poids aux animaux. I l s sont exportés jusqu'en
Allemagne. Les b o i s e t l e s prés ont gagné s u r l e s t e r r e s l a b o u r a b l e s , mais
s u r t o u t a u détriment des l a n d e s . Les vignes même ont f a i t l e u r a p p a r i t i o n
dans l a commune de Jaint-Péreuse. On estime, à p a r t l e s forêts, l e s bétons
et l e s chemins, que l e s 9/l0 des t e r r a i n s du Morvan sont livrés à l a c u l t u -
r e . Le r e s t e comprend l e s chaumes a r i d e s , l e s t e r r e s r o c a i l l e u s e s e t l e s
m a r a i s . Les landes n ' e x i s t e n t p l u s que très rarement.

4- L'EMPLOI des ENGRAIS


Longtemps, l e fumier de ferme, produit p a r t o u s l e s animaux de l a ferme
qui en produisent de différentes n a t u r e s , mais qu'on mélange e n t r e eux parce
que l e s qualités des uns c o r r i g e n t l e s défauts des a u t r e s , a été un e n g r a i s
largement employé par l e s Morvandiaux e t l ' e s t encore demeuré aujourd'hui.
Mais l e fumier e s t l e r e f l e t du s o l e t ne c o n t i e n t que peu de matières f e r -
t i l i s a n t e s sous un f o r t volume.

D t a u t r e p a r t , en Morvan, l e p u r i n ou j u s de fumier s'écoule l e p l u s


souvent l e long des chemins. I l n ' e x i s t e peut-être pas un c u l t i v a t e u r s u r
d i x q u i a i t s a f o s s e à p u r i n . C'est là une manière d ' a g i r blâmable au plus
haut p o i n t , c a r l a perte du p u r i n appauvrit l e fumier de moitié e t même
quelquefois plus. Un exemple s u f f i r a pour montrer l a p e r t e que f a i t l e c u l -
t i v a t e u r q u i possède c i n q têtes de bétail ( c ' e s t l a moyenne en Morvan a u de-
but du siècle) q u i passent l a moitié de l'année à 1'étable. Après s i x mois,
ce propriétaire peut a v o i r , s i l a litière ne l u i a pas manqué, 25 000 k g de
fumier. Or, s ' i l n'a pas de f o s s e à p u r i n , s i son fumier e s t lavé par l e s
eaux, i l e s t appauvri de moitié au moins, heureux quand ce n'est pas plus.
I l a r r i v e souvent que l e s animaux couchent sans litière ou avec une litière
incomplète auand on a 30us l a main des genêts, bruyères, fougères, f e u i l l e s
qui ne coûteraient qu'à ramasser e t f o u r n i r a i e n t d ' e x c e l l e n t e s litières s u -
périeures souvent à l a p a i l l e sous l e rapport de l a r i c h e s s e en éléments
constituants.

Les s o l s du Morvan, de nature s i l i c e u s e ou s i l i c o - a r g i l e u s e , mais r a r e -


ment, demandent un fumier consommé, dégageant une c e r t a i n e quantité de cha-
l e u r . I l l e u r f a u t plutôt des fumures p l u s f o r t e s e t répétées que de gran-
des quantités d'engrais pour une s e u l e récolte, a l o r s que l e s s u i v a n t e s n'en
sont p o i n t pourvues. Dans l'emploi du fumier, i l e s t bon de s a v o i r que c e t
e n g r a i s e s t t o u j o u r s p l u s r i c h e en s o r t a n t de l'étable que l o r s q u ' i l a pas-
sé quelques temps en t a s . Or, s i l e s t e r r a i n s du Morvan réclament un fumier
consommé à cause de l e u r légèreté, i l n'est pas toujours r a t i o n n e l d'atten-
dre c e t état pour son emploi, mieux vaut répandre l e fumier en s o r t a n t de
l'étable que de l e mettre en t a s e t v o i r l e p u r i n s e perdre dans l e s cours
e t l e s chemins.

Parmi l e s nombreux amendements c a l c a i r e s e x i s t a n t , s e u l e l a chaux e s t


employée dans l e Morvan. P a r e l l e , l e froment, l ' o r g e , l ' a v o i n e donnent des
récoltes p l u s abondantes e t des g r a i n s plus p u i s s a n t s e t de m e i l l e u r e q u a l i -
té. Dans l e Morvan, on répand souvent, pour ne pas d i r e t o u j o u r s , l a chaux
s e u l e . C'est là un procédé blâmable au plus haut p o i n t . Mieux v a u d r a i t en
former des composts, attendre l a décomposition, p u i s opérer intimement l e
mélange pour e n s u i t e répandre l e t o u t s u r l e s s o l s .

Les c u l t i v a t e u r s du Morvan ont rarement recours aux engrais chimiques


pour amender l e u r s propriétés e t cependant l'emploi des phosphates donnerait
de bons résultats. T o u t e f o i s , l e s phosphates q u i sont destinés à f o u r n i r
l ' a c i d e phosphorique aux s o l s , mais q u i f o u r n i s s e n t a u s s i l a chaux, sont em-
ployés seulement depuis l e commencement du siècle lorsqu'on a remarqué l e u r
bon e f f e t s u r l e s défrichements des landes en Bretagne.

I I I - CAUSES PROFONDES du MALAISE ECONOMIQUE, des EXPLOITATIONS


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L a s u p e r f i c i e ne définit pas une e n t r e p r i s e a g r i c o l e ; l a main-d'oeuvre
d i s p o n i b l e , l e matériel, l e s possibilités d'adaptation devant l a mobilité
du marché comptent tout autant. L e système de c u l t u r e supposerait un heureux
équilibre entre dimension e t équipement de l a ferme ; o r , en Morvan, l'équi-
pement en hommes e t en matériel résulte beaucoup p l u s d'une série de con-
t r a i n t e s ou d'improvisations que d'un choix délibéré.
1 - Le POIDS des STRUCTURES FAMILIALES
L ' e x p l o i t a t i o n f a m i l i a l e l'emporte largement e t l e nombre d'heures de
t r a v a i l s u r une ferme dépend de l a s t r u c t u r e de l a f a m i l l e , de l a validité
de s e s membres e t du c l i m a t f a m i l i a l . Selon l e s c a s , l e s personnes âgées r e -
présentent une réserve de main-d'oeuvre ou une source supplémentaire de t r a -
v a i l . Non seulement l e s chefs d'entreprise sont âgés en Morvan, mais encore
l e s e x p l o i t a t i o n s hébergent des v i e i l l a r d s : une s u r t r o i s fermes a des per-
sonnes à charge. Un grand nombre d ' e x p l o i t a t i o n s sont dirigées par des gens
non mariés ; l e célibat e s t souvent l e s o r t de ceux q u i décident de r e s t e r .

2- L e s INCOHERENCES de 1'EQUIPEMENT
Le pays s'est tardivement mécanisé. En 1955, e n v i r o n 450 e x p l o i t a t i o n s
seulement possédaient un t r a c t e u r , 150 en u t i l i s a i e n t grâce à des coopéra-
t i v e s , 50 demandaient l e s s e r v i c e s d'une e n t r e p r i s e . Selon l e s départements,
89 à 95 i° des fermes n ' u t i l i s a i e n t pas ce moyen de t r a c t i o n , encore peu ré-
pandu en France e t jugé trop coûteux d'achat et d ' e n t r e t i e n . L a s u p e r f i c i e
de labours p a r t r a c t e u r a t t e i g n a i t 7 1 ha en Côte-d'Or, 157 à 206 ha dans l e s
a u t r e s départements ; l'évolution e s t plus avancée dans l e Morvan sédélo-
c i e n . En 1962, 37 % des e x p l o i t a t i o n s ne possédaient pas encore de t r a c t e u r .
L a mécanisation e s t essentiellement l e f a i t des années après 1955. L a vogue
du t r a c t e u r commence en 1955 e t se poursuit jusqu'en 1959 ; pendant ces qua-
t r e années, l e s fermes s'équipent l e s unes après l e s a u t r e s . A p a r t i r de
i 9 6 0 , l e s achats s e réduisent, l e s e x p l o i t a t i o n s l e s p l u s aisées sont nan-
t i e s ; e l l e s ne peuvent d ' a i l l e u r s pas s e permettre de renouveler un maté-
r i e l q u i s'use très rapidement en Morvan.

Le t r a c t e u r e x i s t e dans tous l e s grands domaines ( i l s en ont p a r f o i s


deux) ; l e s deux cinquièmes des e x p l o i t a t i o n s f a m i l i a l e s en possèdent ; plus
de 30 io des e x p l o i t a t i o n s d'une s u p e r f i c i e inférieure à 20 ha en a u r a i e n t
un. S i l a rentabilité du t r a c t e u r e s t liée à l a s u r f a c e cultivée, en Morvan,
des e x p l o i t a t i o n s de toutes t a i l l e s sont suréquipées pendant que d'autres
sont sous-équipées. Une t e l l e s i t u a t i o n prouve que l ' a c h a t d'un t r a c t e u r ré-
s u l t e rarement d'une analyse de g e s t i o n : imposé par l a longueur des par-
cours e t l a d i s p e r s i o n des p a r c e l l e s , conseillé par l e s v u l g a r i s a t e u r s a g r i -
c o l e s q u i font p r e s s i o n p a r f o i s s u r de p e t i t s e x p l o i t a n t s , i l r e s t e , dans
b i e n des c a s , l a dernière c a r t e que joue l e père pour r e t e n i r son f i l s à l a
ferme.

L'achat du t r a c t e u r n'implique pas l a d i s p a r i t i o n des bêtes de t r a i t .


On garde encore chevaux e t boeufs pour c e r t a i n s t r a v a u x . Soins aux pommes de
t e r r e e t débardage du b o i s p a r exemple. On l e s préfère pour l a f e n a i s o n
dans l e s prés humides des fonds. I l f a u t bien u s e r l e s h a r n a i s et l e s jougs,
l e v i e u x matériel de c u l t u r e ! L'analyse du matériel tracté dénonce beaucoup
mieux l e degré technique du c u l t i v a t e u r , mais c e t équipement onéreux, f a c i -
lité p a r l e crédit, peut répondre davantage à des s o u c i s d'économie de main-
d'oeuvre e t de temps qu'à des impératifs agronomiques. L a complexité du s y s -
tème de c u l t u r e entraîne un équipement m u l t i p l e lorsque l a ferme s e mécanise.
Cette mécanisation s'accélère obligatoirement lorsque l a main-d'oeuvre s e
f a i t r a r e , que l ' e x p l o i t a t i o n s'étend, ce q u i entraîne souvent une o r i e n t a -
t i o n v e r s une plus grande extensivité.

A u s s i l a productivité de ces équipements souvent anarchiques r e s t e -


t - e l l e f a i b l e e t garde-t-on plus d'une f o i s l e sentiment que l ' i n t r o d u c t i o n
du t r a c t e u r a rompu l ' a n c i e n équilibre entre l a s u p e r f i c i e de l ' e x p l o i t a t i o n ,
l e système de c u l t u r e e t l'équipement, sans que l e c u l t i v a t e u r réussisse à
en i n s t a u r e r un nouveau. Tout à l a j o i e de conduire une mécanique e t d'avoir
allégé un emploi du temps surchargé, i l essaye souvent d ' e f f e c t u e r des t r a -
vaux à façon chez l e v o i s i n plutôt q u ' i l ne songe à m o d i f i e r son système de
c u l t u r e . L e mirage de l'argent f r a i s q u ' i l touchera, obsession permanente
des e x p l o i t a t i o n s , l'entraîne souvent à de mauvais c a l c u l s .

L a productivité du s o l en Morvan diminue qaand augmente l a s u r f a c e des


espaces exploités ; l a productivité des c a p i t a u x r e s t e f a i b l e même s u r l e s
grands domaines ; l a productivité du t r a v a i l connaît de grandes v a r i a t i o n s .
Plutôt que du manque de t e r r e s , l e s e x p l o i t a t i o n s morvandelles ne meurent-
e l l e s pas, f a u t e de c i r c u l a t i o n f a c i l e d'argent, en un siècle où l ' a r g e n t
c i r c u l e f a c i l e m e n t ? Ceci e s t v r a i pour bon nombre d ' e x p l o i t a t i o n s paysan-
nes ; i l semble que ce s o i t particulièrement exact pour l e s e x p l o i t a t i o n s
morvandelles.

Les e x p l o i t a t i o n s a g r i c o l e s sont définies par un c e r t a i n nombre de v a -


r i a b l e s : s u p e r f i c i e , main-d'oeuvre, système de c u l t u r e , disponibilités f i -
nancières. Mn Morvan, toutes ces v a r i a b l e s manquent de mobilité e t sont au-
t a n t de données malaisées à m o d i f i e r . Malgré l ' e x t e n s i o n des f r i c h e s , i l
n'est pas f a c i l e de t r o u v e r des t e r r e s à l o u e r ou à vendre, l e f a i r e - v a l o i r
d i r e c t y joue un rôle trop prépondérant. L a composition de l a f a m i l l e déter-
mine en f a i t l e s possibilités de main-d'oeuvre. Ltélevage du C h a r o l a i s f i g e
l e système de c u l t u r e . L a d i f f i c i l e c i r c u l a t i o n d'argent l i m i t e l e s p o s s i b i -
lités d'équipement. Beaucoup de courage et d ' i n t e l l i g e n c e sont nécessaires
pour maintenir un équilibre harmonique entre c e s données qui exigent de l ' a -
g r i c u l t e u r une adaptation incessante d'autant plus délicate que l a marge
d ' i n t e r v e n t i o n e s t étroite. S i en deçà de 30 ha, l a ferme ne peut être qu'u-
ne ferme d'appoint, au-delà de c e t t e s u p e r f i c i e , s e u l e l a v a l e u r du chef
d ' e n t r e p r i s e détermine l a réussite e t l ' a v e n i r économique des e x p l o i t a t i o n s
dépend e s s e n t i e l l e m e n t des hommes q u i l e s d i r i g e n t .
I ? - L e s DIFFICULTES des HOMMES
************************

De même que l e s système de c u l t u r e semblent enfermés dans un c e r c l e v i -


c i e u x que n u l ne peut, ou ne songe à b r i s e r au p o i n t l e plus vulnérable, de
même l e s a g r i c u l t e u r s sont entraînés dans une course i n f e r n a l e : accablés de
t r a v a i l tout en manquant perpétuellement d'argent, i l s partent sans cesse
en quête de nouveaux p r o f i t s e x t r a - a g r i c o l e s ; c e u x - c i l e u r demandent encore
temps e t peine e t a l o u r d i s s e n t l e rythme de t r a v a i l q u i l e s rend déjà p r i -
sonniers .

L a campagne a gardé des habitudes de naguère, des l e n t e u r s , l e s o u c i de


v i v r e e t d ' a c c u e i l l i r ; b i e n des précautions sont nécessaires pour s a i s i r l a
vérité.

1 _
DUREE e t RYTHME du TRAVAIL
Pour l e t r a v a i l d'un homme, l ' e s t i m a t i o n v a r i e de 2 400 à 4 200 h p a r
an ; c ' e s t d i r e que l e s semaines comptent de 46 à 80 h de t r a v a i l ; l e s
journées de 7 à 13,5 h. Le t r a v a i l des femmes s'est beaucoup transfoimé :
e l l e s r e s t e n t davantage à l a maison. De s i longues journées nécessitent des
temps morts. On a c c u e i l l e v o l o n t i e r s toutes l e s d i v e r s i o n s , l e s occasions
f o r t u i t e s . Les jeunes essayent de réduire l e s temps morts. L e s l o i s i r s sont
r a r e s , mal organisés. Les vacances sont quasi-ignorées e t l e s a c r i f i c e e s t
de moins en moins accepté.

B i e n sûr, l'année a g r i c o l e connaît des périodes moins chargées ; enco-


r e f a u t - i l être présent. L'activité e s t normale au printemps e t l e s Morvan-
diaux parviennent aisément à a s s u r e r l e u r tâche ; l a b o u r s de mars e t d ' a v r i l ,
s e m a i l l e s des orges e t des a v o i n e s , s o i n s aux pâtures ne bousculent pas trop
l e c u l t i v a t e u r s i l e temps permet de s o r t i r l e troupeau assez tôt pour sup-
primer l e s heures de t r a v a i l à l'étable. On peut a t t e n d r e pour p l a n t e r l e s
pommes de t e r r e que l e s o l s o i t réchauffé e t l a f i n du mois de mai l a i s s e
quelques l o i s i r s . Dès j u i l l e t , l e t r a v a i l devient l o u r d , l e s fermes s e pas-
sent d i f f i c i l e m e n t de main-d'oeuvre complémentaire pendant l a f e n a i s o n e t l a
moisson ; e l l e s l a trouvent de moins en moins e t peu à peu on prend l ' h a b i t u -
de de t r a v a i l l e r en équipe. En dépit des battages e t des emblavures, l ' a c t i -
vité e s t déjà moindre en septembre. A l a f i n octobre, l e s r i g o l e s de d r a i n a -
ge e t d ' i r r i g a t i o n sont creusées dans l e s prés, souvent l e s troupeaux sont
rentrés à l'étable e t l ' h i v e r commence. Les p e t i t e s fermes n'hivernent pas
un grand nombre de bêtes e t l e "pansage" n'accapare pas l e s t r a v a i l l e u r s tout
l e j o u r comme dans l e s pays v o i s i n s . L e s hommes vont a l o r s aux prés e n t r e t e -

m
n i r l e s h a i e s ou aux b o i s . L»arrachage des s a p i n s de Noël en novembre-
décembre s ' i n s c r i t b i e n dans l e c a l e n d r i e r . Quand l a n e i g e , l e grand f r o i d
empêchent même l e bûcheronnage, l e s hommes r e s t e n t à l a maison. C'est l a
bonne période pour l e s t r o u v e r chez eux avant l e moment des vêlages qu'on
essaye de concentrer s u r mars.

I l f a u t considérer l e s c o n d i t i o n s de t r a v a i l s u r toute l a durée de l a


v i e . Très tôt, on commence à rendre s e r v i c e . A l ' a u t r e extrémité de l a v i e ,
on ne s'arrête guère de t r a v a i l l e r qu'avec l a p e r t e de s e s f o r c e s .

L'avidité des jeunes gens e t l e rêve des jeunes f i l l e s se comprennent


aisément. L'accélération de l a v i e moderne a gagné l e s campagnes dans un c a -
dre hérité d ' a u t r e f o i s . Un grand nombre de tâches anachroniques e t improduc-
t i v e s sont encore imposées aux Morvandiaux. L e u r surmenage ne s'explique pas
seulement par l a variété des travaux qu'exige un système de c u l t u r e complexe»
La d i s p e r s i o n de l ' h a b i t a t clairsemé e t l a vétusté de l ' a t e l i e r a g r i c o l e aux
bâtiments i n c o n f o r t a b l e s , aux t e r r e s endettées, r e s t e n t l e 3 causes fondamen-
t a l e s du rythme épuisant de t r a v a i l .

2- Les CAUSES de SURMENAGE


En Morvan, l e p e t i t nombre de fermes égayées dans l e bocage, l a f a i b l e
population des hameaux que séparent de longues d i s t a n c e s , handicapent l ' o r -
g a n i s a t i o n d'une v i e n o u v e l l e .

a ) D i s p e r s i o n e t f a i b l e densité
Le manque d'hommes e t l a d i s p e r s i o n de l ' h a b i t a t rendent d i f f i c i l e l a
v i e de r e l a t i o n . En Morvan, l a d i s p e r s i o n a t o u j o u r s été dénoncée p a r l e s
gouvernements q u i ont eu du mal a a s s e o i r l e u r autorité dans l e s écarts.
Les évoques d'Autun se p l a i g n a i e n t de mal p e r c e v o i r l a dîme des hameaux
d'Ouroux au 14e siècle ; l e Premier Empire ne pouvait répondre des maires
morvandiaux qui s e r e p l i a i e n t v o l o n t i e r s derrière l'impossibilité de j o i n -
dre l e s feux dispersés de l a montagne. L o r s de l ' o c c u p a t i o n allemande de
1940-1945, de nombreux maquis se sont installés dans l e s ftrêts e t l a d i s -
p e r s i o n a permis une a c t i v e résistance. Aujourd'hui, e l l e représente une
charge économique pour l e s e x p l o i t a t i o n s .

L a d i s p e r s i o n f r e i n e d'autant plus l'évolution v e r s l e modernisme


q u ' e l l e v a de p a i r avec une f a i b l e densité de population. Toute t e n t a t i v e
en Morvan suppose d'importants déplacements. "Ce q u i manque, c ' e s t l a chose
dont dépend vraiment l a physionomie d'un pays, c a r e l l e règle l e mode d'ha-
b i t a t i o n e t l e s r e l a t i o n s quotidiennes : l a c i r c u l a t i o n de détail. E n t r e
ces croupes, i l n'y a que des ravins ou des vallées trop étroites ; une i n -
finité de p e t i t e s sources imbibent l e s v a l l o n s e t l e s cœix, y s u i n t e n t en
v e r n i s ou marais semés d'aulnes e t de j o n c s , noient l e s p r a i r i e s , creusent
d'ornières profondes l e s chemins raboteux, m u l t i p l i e n t l e s r u i s s e a u x qu'on
ne s a v a i t j a d i s t r a v e r s e r que s u r des ponts équarris ou des p i e r r e s posées
en t r a v e r s " . Le réseau des v o i e s secondaires s ' e s t bien amélioré, mais l a
c i r c u l a t i o n de ferme à ferme p a r l e s routes r o c a i l l e u s e s souvent verglacées
en h i v e r r e s t e d i f f i c i l e . On comprend que l ' i n d i v i d u a l i s m e s e f i g e dans ces
c o n d i t i o n s . L"atonie de l a v i e de r e l a t i o n s a endormi l e Morvan dans l a
quiétude misérable d'une a g r i c u l t u r e dépassée.

b) Vétusté de l ' a t e l i e r a g r i c o l e
Les hommes ne perdent pas seulement beaucoup de temps à s e rendre d'une
ferme à l ' a u t r e , au v i l l a g e ou à l a v i l l e . Le manque de c o n f o r t des bâti-
ments a g r i c o l e s e t 1'endettement des t e r r e s cultivées l e u r en font g a s p i l -
l e r davantage. Le manque de c o n f o r t s i g n i f i e p e r t e s de temps c e r t e s , mais
a u s s i corvées pénibles, d'autant p l u s pesantes que magazines e t r a d i o , v o i -
s i n s revenus de l a v i l l e , ont rendu familière l'image d'une v i e f a c i l e .

c ) Endettement de3 t e r r e s cultivées


Dans c e t t e campagne bocagère, l'endettement des t e r r e s cultivées aggra-
ve l e chômage v i r t u e l des hommes. Un même c u l t i v a t e u r e x p l o i t e des p a r c e l -
l e s éparpillées s u r tout l e t e r r i t o i r e de l a commune, p a r f o i s s u r c e l u i des
communes v o i s i n e s .

En Morvan, l'endettement de l ' a t e l i e r a g r i c o l e connaît des formes extrê-


mes. Les p a r c e l l e s foncières gardent des dimensions r i d i c u l e s : à Dun-les-
P l a c e s , 3 000 p a r c e l l e s se répartissent l e s quelque 1 300 ha cultivés ; l a
s u p e r f i c i e moyenne d'une p a r c e l l e e s t de 43 a r e s . Des t e n t a t i v e s de groupe-
ments en b l o c s de c u l t u r e c o r r i g e n t c e t t e s i t u a t i o n d'une manière irréguliè-
r e e t i m p a r f a i t e . Souvent l e s p a r c e l l e s d ' e x p l o i t a t i o n ont une forme étirée,
une o r g a n i s a t i o n en écheveaux q u i r a p p e l l e c e l l e des campagnes d'open-field.

R i e n i c i n'évoque l e p u z z l e de c e r t a i n e s régions de bocage, pourtant


l e Morvan t c u t e n t i e r e s t un pays de h a i e s dont l e q u a d r i l l a g e s ' i n s c r i t
dans l e s clairières de l a forêt. Du c a l v a i r e de Château-^hinon, de l a Croix
de Dun-les-Places, des Hauts-de-Ménessaire, de tous l e s p o i n t s de vue où
l ' h o r i z o n s e dégage quelque peu, l e d e s s i n obsédant des h a i e s découpe l ' e s -
pace cultivé e t l e s s u r f a c e s en herbe. E l l e s donnent au Morvan s a parure,
enserrent l e s routes privées de p e r s p e c t i v e , longent l e s chemins ravinés,
bordent l e s forêts, l e s champs e t l e s prés. Ramifiées à r a s du s o l , e l l e s
sont t o u f f u e s , d'une l a r g e u r de quelques décimètres à deux mètres selon l e s
s o i n s dont e l l e s sont l ' o b j e t . Toutes l e s essences de l a forêt de f e u i l l u s
s'y r e t r o u v e n t : hêtres, frênes, chênes, érables, charmes, s a u l e s dans l e s
m o u i l l e s . Lorsque l e s arbustes dominent, e l l e s peuvent être complantées de
chênes ou d'arbres f r u i t i e r s sauvages dont on c u e i l l a i t a u t r e f o i s l e s g r i o t -
t e s , l e s p o i r e s a c i d e s , l e s prunes e t l e s pommes de moisson. Le t r e s s a g e
des souches de charme tordues e t n o i r c i e s p a r l e temps rend impossible l ' a r -
rachage des p l u s v i e i l l e s . Tantôt basses, bien élaguées, tantôt portant à
p l u s de t r o i s mètres de hauteur l e u r f r o n d a i s o n , e l l e s peuvent être ou non
doublées d'une murette de b l o c s de granité empilés à l a d i a b l e , de f i l s de
f e r barbelés.

Comparé à l a p a r c e l l e cultivée, l ' e n c l o s semble t r a p u . Les h a i e s e t l a


d i s p e r s i o n de l ' h a b i t a t n'ont pas entraîné l e groupement des champs à p r o x i -
mité de l a maison. Les champs de l ' e x p l o i t a t i o n r e s t e n t épars dans l e f i n a -
ge du hameau q u i f u t l'unité de défrichement. L a " m o b i l i s a t i o n " de l a t e r r e
e s t venue a j o u t e r à l a d i s p e r s i o n première des p a r c e l l e s p l u s éloignées
d'autres hameaux, d'autres communes, e l l e a morcelé l e s lanières p a r l e j e u
des successions e t donné l e s e x p l o i t a t i o n s en débris.

Dans un pays boisé, où i l f a u t encore s e défendre contre l e s i n c u r s i o n s


des bêtes de l a forêt ( l e s s a n g l i e r s ont complètement ravagé l e s champs de
pommes de t e r r e d'Arleuf autour des années i 9 6 0 ) , dans un m a s s i f montueux où
s e u l s de p e t i t s établissements a v a i e n t chance de réussir, i l semble n a t u r e l
que l e s formes d'établissement h a b i t u e l l e s de p l a i n e s a i e n t pu s'adapter à
ces c o n d i t i o n s particulières tout en "répétant indéfiniment s u r de v a s t e s
t e r r i t o i r e s l ' a p p l i c a t i o n d'une s e u l e e t même formule d'aménagement".

L'endettement général n ' e s t - i l pas p l u s marqué dans l e s p e t i t e s e x p l o i -


t a t i o n s ? E n t r e l e s bocages p l u s ou moins serrés, ces forêts, c e s campagnes
p l u s ou moins découvertes, l ' e x t e n s i o n généralisée des prés de fonds e t des
pâtures depuis un siècle, e s t venue compliquer l e d e s s i n en cousant ensemble
l e s morceaux dispersés.

L'émiettement des p a r c e l l e s cultivées, l e s d i s t a n c e s à p a r c o u r i r , l a


longueur des h a i e s à e n t r e t e n i r o b l i g e n t l e s a g r i c u l t e u r s à un t r a v a i l sans
rendement, augmentent l e s charges des e x p l o i t a t i o n s , e t supposent d'impor-
t a n t s t r a v a u x c o l l e c t i f s pour m o d i f i e r l a s i t u a t i o n a c t u e l l e . Tout semble
rendre p l u s u t i l e e t p l u s nécessaire l e remembrement. I l r e s t e d i f f i c i l e à
réaliser e t ne résoudra pas tous l e s problèmes.

Longtemps i l a paru i m p o s s i b l e . Chaque p a r c e l l e d o i t f a i r e l ' o b j e t d'un


jugement, d'autant p l u s d i f f i c i l e à p o r t e r que l a v a l e u r du s o l dépend en
Morvan davantage de l a manière dont i l a été cultivé, ou e s t cultivé, que
de l a v o c a t i o n n a t u r e l l e . L'anarchie du reboisement durant l e s t r e n t e der-
nières années a rendu l e remembrement plus d i f f i c i l e . L'importance des t r a -
vaux connexes en Morvan augmente l e p r i x de r e v i e n t du remembrement malgré
l e s subventions consenties p a r l ' E t a t . E n f i n , l e remembrement des proprié-
tés e s t une s o l u t i o n bâtarde dans un pays où l e f a i r e - v a l o i r d i r e c t ne l'em-
porte qu'associé à l a l o c a t i o n .

Les o b s t a c l e s au remembrement ne sont p l u s d'ordre psychologique. L e s


i n c e r t i t u d e s de méthode l e r e t a r d e n t t o u t autant e t i l ne s e r a pas réali-
se s u r l a totalité du Morvan avant que d'autres transformations ne s o i e n t
venues m o d i f i e r l'état a c t u e l .

B- Des yOUGISd'ARGENT
TH^ A A A ATU ATX A A A A

l a rétribution de l ' a g r i c u l t e u r ? C e l u i - c i possède l e matériel e t sou-


vent l a t e r r e , d i r i g e l ' e x p l o i t a t i o n e t y f o u r n i t toujours de s e s mains un
t r a v a i l considérable. Mais son revenu e s t f a i b l e , s e s difficultés de tréso-
r e r i e liées à l a mauvaise o r g a n i s a t i o n des v e n t e s , son endettement c h r o n i -
que.

1 - BESOIN PERPETUEL d'ARGENT


a ) F a i b l e productivité des hommes
Peu de fermes peuvent f a i r e f a c e à l e u r s m u l t i p l e s charges, équipement,
autofinancement e t rétribution du t r a v a i l . L e s salariés touchent des mensua-
lités dérisoires q u i f o n t f u i r ce métier d i f f i c i l e exigeant sans cesse des
i n i t i a t i v e s n o u v e l l e s . Les chefs d ' e x p l o i t a t i o n e t l e u r s f a m i l l e s ne con-
n a i s s e n t pas l a sécurité d'un s a l a i r e mensuel q u i r e s t e à l e u r s yeux un rê-
ve impossible.

b) Mauvaise o r g a n i s a t i o n des ventes


La mauvaise o r g a n i s a t i o n des ventes compromet à tout i n s t a n t l e s médio-
c r e s résultats d'une f a i b l e productivité par homme. Le Morvan connaît l e
drame de toutes l e s régions de p e t i t e s e x p l o i t a t i o n s où l a production d i s -
persée, mal adaptée aux besoins d'un marché l o i n t a i n e t exigeant, s'écoule
mal dans l e désordre i n e x t r i c a b l e d'une multitude d'opérations i n d i v i d u e l -
l e s non conjuguées. D i v e r s réseaux de vente se superposent sans qu'une f r o n -
tière très n e t t e l e s sépare j a m a i s .

Les moutons sont ramassés p a r des marchands spécialisés q u i l e s d i r i -


gent s e l o n l e s s a i s o n s e t l e u r état v e r s l e Centre ou v e r s P a r i s . Les porcs
font l ' o b j e t d'un commerce important de p a r t i c u l i e r à p a r t i c u l i e r , ou d'un
commerce spécial q u i a s e s marchands, s e s habitudes, s e s t r a d i t i o n s .

La vente des bovins s'avère plus compliquée encore : l e s châtrons e t


l e s génisses, l e s vaches maigres, l e s veaux de boucherie, l e s veaux de l a
S a i n t - M a r t i n , l e s bêtes grasses ne sont pas vendus de l a même manière. Les
ventes des bêtes maigres continuent à se f a i r e t r a d i t i o n n e l l e m e n t du Morvan
v e r s l e s p l a i n e s ; e l l e s ont l i e u souvent "d'écurie à écurie" : l e s embou-
cheurs du N i v e r n a i s viennent l e s chercher directement chez l e s éleveurs du
Morvan ; des r a b a t t e u r s f o n t l e s j e u x avant l a venue des acheteurs ; l e s
t r a n s a c t i o n s peuvent être également conclues p a r l'intermédiaire de maqui-
gnons q u i achètent tantôt comptant, tantôt à l a commission ; l e s f o i r e s g a r -
dent encore l e u r p r e s t i g e , l e s éleveurs aiment y conduire l e u r s bêtes
quand i l s disposent d'une bétaillère ; mais avec l ' o r g a n i s a t i o n de l a pro-
f e s s i o n , e l l e s se résument souvent à l a répétition d'un scénario combiné
par l e s marchands q u i confond l e s paysans a u s s i malins s o i e n t - i l s . L e s
veaux de boucherie ne r e t i e n n e n t guère l ' a t t e n t i o n des maquignons, i l s s e r -
vent s u r t o u t au r a v i t a i l l e m e n t l o c a l e t régional. Des marchands recherchent
l e s baby-berfs qu'on a p p e l l e en Morvan l e s veaux de l a S a i n t - M a r t i n .

Les f o i r e s
L ' i n d u s t r i e , localisée p a r l e défaut de communications, a de tout temps
forcé l e Morvandiau à des déplacements périodiques. I l d o i t s e rendre aux
grandes f o i r e s pour y t r o u v e r l e s o b j e t s de première nécessité e t y vendre
ses p r o d u i t s a g r i c o l e s . L e s p e t i t e s v i l l e s morvandelles ont toujours été des
c e n t r e s économiques plutôt que des centres s o c i a u x . Les f o i r e s des marges
f u r e n t d'abord l e s p l u s achalandées e t l e s plus nombreuses. A l'intérieur,
l e commerce était misérable.

Au début du 19e siècle, en dehors de l a vente des boeufs de t r a v a i l ,


i l ne s e f a i s a i t aucun a u t r e t r a f i c C'est s u r t o u t dans l e s p e t i t e s v i l l e s ,
aux f o i r e s de s a i s o n , que s e p a s s a i e n t l e s t r a n s a c t i o n s l e s p l u s f o r t e s .
Mais aucune de ces v i l l e s n ' a v a i t l a prospérité d'Autun. Aux grandes f o i r e s
de mars e t de septembre, s e f i x a i e n t l e s m e r c u r i a l e s pour toute l a région
e t toute l'année. Dès 1IJ., Autun a v a i t hérité de l'ancienne activité de
B i b r a c t e . En dehors d'un marché mar semaine e t d'une f o i r e par mois, l a v i l -
l e t e n a i t deux grandes assemblées : en mars pour l a louée de domestiques,
en septembre pour l a vente du bétail dont l a grande majorité était morvan-
d e l l e . Sa s i t u a t i o n au 18e siècle était bien établie. Les échevins s o l l i c i -
t a i e n t l ' o u v e r t u r e d'un second marché par semaine.

Au m i l i e u du 19e siècle, l'ouverture du réseau r o u t i e r f a c i l i t a aux pe-


t i t s marchanda e t aux c o l p o r t e u r s l'accès du massif a n c i e n . Les f o i r e s aug-
mentent en nombre, mais diminuent d'importance. Anost, q u i a v a i e n t sept t e -
nues, avec Cussy e t Lucenay-l'Bvêque, donne l a m e r c u r i a l e des boeufs d ' h i -
v e r . Les p e t i t e s v i l l e s deviennent de grands magasins. L a population, e n r i -
c h i e p a r l e s enfants assistés e t p a r l e s s a l a i r e s des o u v r i e r s de l a c u v e t -
t e permienne, e s t une clientèle assurée des p e t i t s marchands.

Cependant, Autun, malgré l a décroissance de s a population, r e s t e t o u -


j o u r s l a grande assemblée du Morvan. Les louées de l a S a i n t - J e a n e t de l a
S a i n t - M a r t i n f i x e n t l e p r i x des "bêtes à p a i n " , des domestiques pour toute
l a région, comme l a S a i n t - L a d r e , l e premier septembre, f i x e l e p r i x du bé-
t a i l pour l e s emboucheurs. L e s d i s t i l l a t e u r s , l e s s u c r i e r s du Word, l e s p i -
cards viennent chercher l e s boeufs de t r a v a i l que l'on e n g r a i s s e r a avec l a
pulpe des b e t t e r a v e s avant de l e s revendre s u r l e marché de P a r i s . Les pro-
priétaires du Haut-Morvan réservent l e u r s ventes pour l a S a i n t - L a d r e .
Les v o i e s ferrées q u i e n c e r c l e n t l e m a s s i f a n c i e n , l e s v o i e s économi-
ques q u i l e pénètrent, ont permis à l ' a c h e t e u r d'entrer en r e l a t i o n s p l u s
étroites encore avec l e paysan. Depuis l e s premières années du siècle,
c ' e s t à l'étable, à l'écurie, s u r l a pâture même, que se passent l e s mar-
chés. En échange du bétail q u ' i l prend, l e marchand cède au Morvandiau des
f a r i n e s , du v i n , du pétrole. Le paysan, avare de son temps e t de son argent
y trouve son avantage. Les p e t i t e s v i l l e s ne sont p l u s que des magasins, des
centres d'approvisionnement. On s'y rend s u r t o u t parce que l a v i l l e e s t un
centre a d m i n i s t r a t i f e t procédurier.

T o u t e f o i s , l e s f o i r e s demeurent e t c e r t a i n e s sont spécialisées. Parmi


l e s f o i r e s l e s p l u s importantes, en dehors de c e l l e s d'Autun, i l f a u t c i t e r
c e l l e s d ' A r l e u f , Mhère, Montsauche, Ouroux, Lormes, M o u l i n s - E n g i l b e r t ,
Château-Chinon, Rouvray, S a u l i e u , Anost, l a Grande-Verrière... Saint-Léger-
sous-Beuvray a une f o i r e aux oisons l e premier mardi de mai e t une aux mar-
rons l e d e r n i e r dimanche d•octobre. De p l u s , beaucoup de communes ont l e u r s
marchés hebdomadaires ou mensuels. Le Morvan n i v e r n a i s a neuf marchés hebdo-
madaires, dont deux à Château-Chinon.

Nos f o i r e s l o c a l e s ont perdu l e u r r a i s o n d'être depuis que l e s marchands


de b e s t i a u x viennent a c h e t e r e t enlever veaux, moutons, p o r c s , à l a ferme
avec l e u r s camions. S e u l e s , ont conservé quelque activité c e l l e s q u i se t i e n -
nent dans l e s v i l l e s situées à l a l i m i t e du B a z o i s ou de l'Auxois e t du
Morvan : Autun, S a u l i e u , M o u l i n s - E n g i l b e r t . C'est là que l e bétail maigre se
vend pour être engraissé dans l e s prés d'embouche du bas pays.

Marchands de moutons, de p o r c s , maquignons, r a b a t t e u r s e t éleveurs,


c h e v i l l a r d s , v i e i l l e o r g a n i s a t i o n des f o i r e s , dont l e c a l e n d r i e r évoque en-
core l'époque des patronymes... a u t a n t de c i r c u i t s juxtaposés q u i s o l l i c i -
t e n t t o u r à t o u r l'éleveur isolé. Ces d i v e r s réseaux peuvent à l ' o c c a s i o n
se chevaucher. L'emboucheur s o l l i c i t e des bêtes maigres au printemps, mais
i l peut embarquer dans son camion une v i e i l l e vache de réforme, des châ-
trons de 30 mois p l u s f i n s q u ' i l l i v r e r a à l a boucherie dans un délai très
b r e f . Le r a b a t t e u r t r a v a i l l e pour une "écurie", mais peut être tenté de r e n -
s e i g n e r l e s maquignons. En prenant l'habitude de chercher veaux e t bêtes
bonnes à t u e r , l e s bouchers achètent p a r f o i s des "maigres" pour l e u r propre
compte ou pour des confrères.

Face à ce l a b y r i n t h e , l e c u l t i s a t e u r n'a pas néanmoins l a possibilité


du c h o i x . Persuadé q u ' i l p e r d r a i t encore davantage dans l e cadre d'une orga-
n i s a t i o n r i g i d e , l e Morvandiau n'a pas a c c u e i l l i sans mal l e s S. I . C. A.
(société d'intérêt c o l l e c t i f a g r i c o l e ) e t l e s coopératives de vente. L'insé-
curité du commerce rend encore p l u s i n c e r t a i n e s l e s f a i b l e s possibilités de
rentrées d'argent p a r homme. Ne nous étonnons p o i n t que l e s Morvandiaux
s o i e n t endettés.
c ) Des hommes endettés
L'endettement paysan e s t chronique ; i l prend à l'heure a c t u e l l e des
caractères dramatiques.

Depuis t o u j o u r s , l e paysan a acheté de l a t e r r e ; i l s ' e s t montré un


spéculateur f o n c i e r d'autant p l u s h a r d i que l ' i n f l a t i o n e t l e s dévaluations
du f r a n c l u i ont permis d ' e f f a c e r l e s d e t t e s du passé avec bonheur dans
l'entre-deux-guerres e t dans l e s années q u i s u i v i r e n t 1945. Longtemps, l e
c a p i t a l f o n c i e r a représenté l e s 9/lû de l'équipement d'une ferme dont l e s
o u t i l s e t l e s instruments s e r e n o u v e l a i e n t peu, s ' u s a i e n t lentement e t pou-
v a i e n t être réparés par l e s a r t i s a n s du v i l l a g e . Les d e t t e s foncières rem-
boursables en argent dévalué o b l i g e a i e n t à quelques p r i v a t i o n s , mais a s s u -
r a i e n t l ' e s p o i r de l a tranquillité ; libéré des dernières redevances, l e
c u l t i v a t e u r p o u r r a i t un j o u r envisager sans inquiétude e t sans i n v e s t i s s e -
ment supplémentaire l ' e x p l o i t a t i o n d'un domaine agrandi dont i l s e r a i t l e
propriétaire incontesté.

L a mécanisation e t l e s charges a c t u e l l e s des e x p l o i t a t i o n s imposent


d'autres impératifs e t entraînent des d e t t e s d'un a u t r e o r d r e . L a révolu-
t i o n technique récente a définitivement compromis c e r t a i n e s p e t i t e s e x p l o i -
t a t i o n s q u i a u r a i e n t pu s'éteindre sans que l e u r chef connaisse l e s a f f r e s
des t r a i t e s .

Les partages f a m i l i a u x ne se règlent p l u s de l a même manière que naguè-


r e . Quand tous r e s t a i e n t au pays, on p a r t a g e a i t t e r r e s , prés e t b o i s . L o r s
des débuts de l'exode, l e s émigrants n ' e x i g e a i e n t pas l e u r p a r t ; l e b i e n
f a m i l i a l était partagé à l a n o r t du d e r n i e r ascendant ; estimé a l o r s en a r -
gent, i l était loué à bas p r i x aux héritiers q u i r e s t a i e n t au v i l l a g e ; ces
d e r n i e r s remboursaient quand i l s l e pouvaient ; l e système n'avantageait
l e s r u r a u x que dans l a mesure où l'on compte pour r i e n l a garde e t l e s o i n
des v i e i l l a r d s jusqu'à l e u r d e r n i e r j o u r . De p l u s en p l u s , l a c r i s e du loge-
ment, l e s besoins d'argent des c i t a d i n s f o n t o u b l i e r ces t r a d i t i o n s . Le p a r -
tage du b i e n f a m i l i a l a l i e u très tôt ; l e s l o t s de chaque descendant sont
a l o r s définis en nature ( t e r r e s , c h e p t e l , matériel) ; l ' e s t i m a t i o n s ' e f f e c -
tue au moment des remboursements e f f e c t i f s e t l e c u l t i v a t e u r resté au v i l l a -
ge p r o f i t e a i n s i de moins en moins de l ' i n f l a t i o n pour racheter l e p a t r i m o i -
ne f a m i l i a l .

Ces causes d i v e r s e s rendent l'endettement p l u s fréquent. Tout dépend


de l ' o r i g i n e du crédit. Le c e r c l e i n f e r n a l semble s e refermer ; une f a i b l e
productivité a s s u r e des médiocres rentrées p a r homme ; pour l'accroître, i l
f a u d r a i t étendre l e domaine e t moderniser l ' e x p l o i t a t i o n ; ce n'est conceva-
b l e qu'au p r i x d'un endettement dont l a production a c t u e l l e ne permet guère
de se libérer. A u s s i n'hésite-t-on pas à chercher des p r o f i t s e x t r a -
agricoles »
2- L a QUETE d*ARGENT FRAIS
Dans ces c o n d i t i o n s , l e Morvandiau e s t toujours en quête d'argent
f r a i s ; f a u t e de pouvoir l ' o b t e n i r dans l e système de production auquel i l
accorde pourtant tout son temps e t toutes s e s f o r c e s , i l l e demande à des
r e s s o u r c e s complémentaires p l u s ou moins o c c a s i o n n e l l e s , i n t e r d i t e s , à demi-
c l a n d e s t i n e s . E l l e s l e conduisent p a r f o i s aux marges du double métier, e l l e s
l u i donnent une confiance i l l u s o i r e a l o r s q u ' e l l e s sont l e signe même de
l'insécurité. P l u s encore que l e s revenus a g r i c o l e s , e l l e s échappent aux i n -
v e n t a i r e s précis e t e x h a u s t i f s .

a ) Ressources complémentaires à caractère a g r i c o l e


C e r t a i n e s r e s s o u r c e s complémentaires gardent un caractère a g r i c o l e .
C u l t u r e s échappant à l a r o t a t i o n e t travaux à façon sont l e s p l u s répandus.

- Les "Npè'ls" représentent pour l e s pépiniéristes, lassés d'expédi-


t i o n s détaillées à des p a r t i c u l i e r s , une vente en gros q u i a s s u r e une r e n -
trée massive d'argent. Pour l e s a g r i c u l t e u r s des e x p l o i t a t i o n s morvandelles,
l e s a p i n représente un appoint de trésorerie e n t r e l'écoulement de l a mois-
son e t l a vente des bêtes maigres en printemps ; l a c u l t u r e s ' i n t e r c a l e en-
t r e l e s moments des grands t r a v a u x ; l'arrachage se place au creux de l ' h i -
v e r ; c e r t e s , i l f a u t attendre p l u s i e u r s années avant de p e r c e v o i r l a rému-
nération du t r a v a i l ; mais l a c u l t u r e n'exige presque pas d'investissement,
e l l e e s t donc à l a portée des e x p l o i t a t i o n s sans disponibilités financières,
auxquelles l a vente apporte l ' a r g e n t f r a i s que l ' o n se permet de dépenser
p l u s f a c i l e m e n t ; l e commerce o c c a s i o n n e l ( a p p a r e i l s de télévision, a r t i c l e s
de bonneterie) s e félicite de c e t t e nouveauté, ^elon l e s années, des c e n t a i -
nes de f a m i l l e s reçoivent un appoint de l ' o r d r e de 50 000 à quelques c e n t a i -
nes de milliex'S d'anciens f r a n c s ; c'est peu à l'échelle moderne, c ' e s t
beaucoup pour l e s bufeets en déficit des e x p l o i t a t i o n s morvandelles. Tant
que l a vente des sapins de Noël représente l ' e s p o i r d'un gain supplémentai-
r e , l a c u l t u r e r i s q u e de s'étendre en Morvan, malgré l a production d i s p e r -
sée, l e s f l u c t u a t i o n s des cours e t l e désordre des c i r c u i t s commerciaux.

La vogue du "Noël" donne l'exemple de ce que peuvent déterminer l a réus-


s i t e de quelques p i o n n i e r s e t l a connaissance d'un marché non saturé. I l e s t
une autre c u l t u r e q u i p e r m e t t r a i t l ' u t i l i s a t i o n d'espaces délaissés par l a
c u l t u r e : l e s p e u p l i e r s poussent très b i e n dans l e s p r a i r i e s inondables des
bas fonds. Cependant l e s p l a n t a t i o n s sont l o i n d'avoir connu l e succès des
c u l t u r e s de s a p i n s de Noël.
- Souvent, l ' a g r i c u l t e u r n'a d'autre moyen de gagner quelque argent que
de l o u e r s e s bras aux heures creuses de son c a l e n d r i e r . S i l'on ne trouve
p l u s guère de j o u r n a l i e r s , de manoeuvriers, beaucoup de Morvandiaux vont i r -
régulièrement en journées. On rencontre encore des paysans q u i s e consacrent
au débardage e t au forestage pendant l a période f r o i d e ; i l s conduisent
l e u r s p a i r e s de boeufs q u i f o u r n i s s e n t l e m e i l l e u r type de t r a c t i o n pour c e
genre de t r a v a i l . Sans doute, l e s Morvandiaux boudent de p l u s en p l u s l e s
durs métiers de l a forêt, mais i l s s'engagent v o l o n t i e r s pour l e s p l a n t a -
t i o n s des résineux q u i s'étendent de plus en p l u s à l'heure a c t u e l l e . Les
pépiniéristes trouvent s u r p l a c e une main-d'oeuvre o c c a s i o n n e l l e au moment
de l'arrachage des sapins ; de grosses équipes se c o n s t i t u e n t dans l e s v i l -
lages ; d'année en année, on "arrache" pour l e même f o r e s t i e r ou l e même pé-
piniériste.

- D'autre p a r t , l e s e n t r e p r i s e s de battage ont besoin d'hommes pour


conduire l e s machines quelques semaines à l'automne ; quelques Morvandiaux
troquent pour un temps l e u r blouse d'éleveur contre l e b l e u de mécanicien e t
ramassent de l a s o r t e quelque argent. En outre, l a transformation de l ' a g r i -
c u l t u r e e t des usages f a i t naître une poussière de p r o f i t s occasionnels q u i
sont l o i n d'être négligeables.

La p l u p a r t de c e s activités a g r i c o l e s réclament encore t r a v a i l e t p e i -


ne. L ' e f f o r t épisodique peut coïncider avec l a période bousculée à l a ferme.
Alternativement, on envie ces "touche-à-tout" e t on s'en gausse ; ne
r i s q u e n t - i l " p e i n t de bâcler l e u r propre t r a v a i l pour un p r o f i t occasion-
n e l ? Mais tous rêvent de ressources neuves q u i a p p o r t e r a i e n t à m e i l l e u r
compte une aide s u b s t a n t i e l l e , e t toussant à l'affût d'autres possibilités,
même s i e l l e s ne sont pas s t r i c t e m e n t a g r i c o l e s .

b) .Ressources complémentaires non a g r i c o l e s


A l'habitude très ancienne d'élever des enfants assistés, l'époque mo-
derne a j o u t e l ' e s p o i r d'un tourisme mal "empaysanné".

- Les " P e t i t s P a r i s " : comme naguère, l ' e n f a n t prend s a p l a c e dans l e


système d'autoconsommation f a m i l i a l e , l a n o u r r i c e reçoit une pension mensuel-
l e q u i était de 138 P en 1963. Les enfants rendent quelques menus s e r v i c e s ,
qui étaient d ' a i l l e u r s spécifiés s u r l e s anciens c o n t r a t s ; ces d e r n i e r s
prévoyaient même des dérogations à l a fréquentation s c o l a i r e au moment des
débuts de l ' a p p l i c a t i o n des l o i s de J u l e s F e r r y . De v i e i l l e s gens élèvent
des e n f a n t s pour q u ' i l s conduisent l e u r vache au pré ; de grosses fermes
en demandent également. Ces s e r v i c e s demandés aux enfants ne semblent pas mé-
r i t e r l e terme d ' e x p l o i t a t i o n que d'aucuns ont avancé ; i l s c o n n a i s s a i e n t
mal l e pays,et l e s s o i n s , que l e s f a m i l l e s prennent des p u p i l l e s q u i l e u r
sont confiés, ne diffèrent en r i e n de ceux dont e l l e s entourent l e u r s pro-
pres e n f a n t s . C e r t a i n s sont même très gâtés.

Des menus s e r v i c e s rendus par l e s e n f a n t s , l a rentrée d'une mensualité


régulière, e x p l i q u e n t que l'on continue à élever des p u p i l l e s . Le nombre de
p l u s en p l u s réduit de f a m i l l e s morvandelles diminue chaque j o u r ces p o s s i -
bilités q u i sont de beaucoup inférieures à c e l l e s que l e Morvan peut escomp-
t e r du tourisme.

- l e Tourisme : l e s Morvandiaux ne t i r e n t encore que des revenus épiso-


diques e t très occasionnels de c e t t e arrivée des e s t i v a n t s q u i l u i rend
p l u s c u i s a n t e son absence de liberté. Même au s e i n des f a m i l l e s , l e s deux
mondes sont juxtaposés. Le développement t o u r i s t i q u e n'a pas eu de grandes
incidences s u r l e niveau de v i e a g r i c o l e .

I l s vendent encore f o r t peu directement aux t o u r i s t e s . En f a i t , l e s


meublés e t l e t r a v a i l s a i s o n n i e r r e s t e n t pour l e s paysans l e s deux sources
d'argent f r a i s lié au tourisme. Ces bénéfices r e s t e n t o c c a s i o n n e l s , inégale-
ment répartis, s e m i - c l a n d e s t i n s . Isolé dans son e n t r e p r i s e a g r i c o l e , l e
Morvandiau n'a pas compris encore l e réel p a r t i q u ' i l p o u r r a i t t i r e r du t o u -
risme. I l n'en mesure pas 1'importance c o l l e c t i v e . S i marginal s o i t - i l ,
c'est encore l e tourisme q u i m a i n t i e n t dans l e s v i l l a g e s l ' i n f r a s t r u c t u r e
sans l a q u e l l e l e paysan ne p o u r r a i t v i v r e . Sans l ' e s t i v a n t q u i l e gêne au
moment de s e s p l u s durs t r a v a u x , l e paysan p e r d r a i t son r e s e a u de g a r a g i s -
tes e t de commerçants qui acceptent l e s temps morts de l ' h i v e r en attendant
" l e u r moisson d'été". Ce réseau r e s t e en e f f e t sans mesure avec l e dévelop-
pement a g r i c o l e du pays e t l a f a i b l e densité de l a population r u r a l e .

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