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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

CONTADORES DE GÁS DE DIAFRAGMA

ET 430

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

CONTADORES DE GÁS DE DIAFRAGMA

ET 430

Revisão n.º 3 20 de Outubro de 2010

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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Revisão n.º 3

CONTADORES DE GÁS DE DIAFRAGMA

20-10-2010

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ÍNDICE

Registo das revisões

4

  • 1. Objectivo.....................................................................................................................................

5

  • 2. Âmbito

.........................................................................................................................................

5

  • 3. Referências externas

5

  • 4. Definições / Siglas ......................................................................................................................

7

  • 5. Classificação

..............................................................................................................................

8

  • 6. Características de construção

9

  • 6.1. Materiais e modo de construção

 

9

Ligações

  • 6.2. .....................................................................................................................................................

10

  • 6.3. Atravancamento

11

Totalizador

  • 6.4. ..................................................................................................................................................

11

 
  • 6.5. Elemento indicador primário e marca fixa de referência

 

12

  • 6.6. Contagem remota

13

  • 7. Características de funcionamento

 

13

  • 7.1. Estanquidade externa

.............................................................................................................................

13

  • 7.2. Condições de operação

13

  • 7.3. Erros admissíveis

.........................................................................................................................................

14

  • 7.4. Perda de pressão média

14

  • 7.5. Fidelidade dos contadores

14

Envelhecimento

  • 7.6. ........................................................................................................................................

15

  • 8. Técnica dos ensaios.................................................................................................................15

Generalidades

  • 8.1. ..........................................................................................................................................

15

  • 8.1.1. Numero de contadores a ensaiar

 

15

  • 8.1.2. Natureza dos gases de ensaio

15

  • 8.1.3. Local dos ensaios

..............................................................................................................................

15

  • 8.1.3.1. Ensaios de erro e perda de pressão

 

15

  • 8.1.3.1. Restantes ensaios

..............................................................................................................................

15

8.1.4.

Pressões de ensaio

15

8.1.4.1.

Ensaio de

estanquidade ..................................................................................................................

15

8.1.4.2.

Restantes

ensaios

16

8.1.5.

Banco de ensaios

16

  • 8.2. ...........................................................................................................................................

Curva de erros

16

8.2.1.

Condições especiais para a determinação do erro com qmín.................................................16

Elaborado:

Verificado:

Aprovado:

Carlos Correia

 

Rui Bessa

Pedro Ávila

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8.2.2.

Condições especiais para a determinação do erro com

16

  • 8.3. Perda de pressão

 

17

  • 8.4. Fidelidade

..................................................................................................................................................

17

  • 8.5. Envelhecimento acelerado

17

9.

Marcação

17

  • 9.1. Chapa de características

 

17

  • 9.2. Selagem

.....................................................................................................................................................

18

  • 9.3. Código de barras

18

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Registo das revisões

Nº da Revisão

Data

Motivo

 
  • 0 08-06-2004

Redacção inicial.

 
  • 1 30-03-2009

Revisão geral.

 
  • 2 09-09-2010

Introdução do ponto 9.3 (Código de barras).

 
  • 3 20-10-2010

Revisão do ponto 9.3 (Código de barras).

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  • 1. Objectivo

A presente Especificação Técnica de Material tem como objectivo, definir as principais características de construção e funcionamento dos contadores de gás de diafragma, bem como os requisitos e condições técnicas a respeitar com vista à aprovação do modelo.

Esta revisão da ET 430 anula e substitui a revisão anterior, de 09 de Setembro de 2010.

  • 2. Âmbito

Esta Especificação Técnica aplica-se a todos os contadores de gás de diafragma, cujo caudal máximo não exceda 65m 3 /h, susceptíveis de funcionar com pressões de serviço iguais ou inferiores a 500 mbar.

  • 3. Referências externas

Portaria n.º 500/86, de 8 de Setembro. “Aprova o Regulamento do Controle Metrológico de Contadores de Gás, Volumétricos de Paredes Deformáveis, para Uso Doméstico.”

Directiva 71/318/CEE do concelho, de 26 de Julho de 1971, com as alterações introduzidas pela Directiva 82/623/CEE da Comissão, de 1 de Julho de 1982, relativa à aproximação das legislações dos estados membros respeitantes aos contadores de volume de gás.

Posição Comum (CE) N.º 51/2003, adoptada pelo conselho em 22 de Julho de 2003, tendo em vista a adopção de uma directiva autónoma relativa aos instrumentos de medição que substitua as directivas específicas.

Decreto-Lei n.º 238/86, de 19 de Agosto. “Determina que as informações sobre a natureza, características e garantias de bens ou serviços oferecidos ao público no mercado nacional devam ser prestadas em língua portuguesa.”

Decreto-Lei n.º 42/88, de 6 de Fevereiro. “Dá nova redacção ao artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 238/86, de 19 de Agosto, que determina que as informações sobre a natureza, características e garantias de bens ou serviços oferecidos ao público no mercado nacional devam ser prestadas em língua portuguesa.”

Decreto-Lei n.º 62/88, de 27 de Fevereiro. “Determina o uso da língua portuguesa nas informações ou instruções respeitantes a características, instalação, serviço ou utilização, montagem, manutenção, armazenagem e transporte que acompanham as máquinas e outros utensílios de uso industrial ou laboratorial.”

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Rui Bessa

 

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Portaria n.º 962/90, de 9 de Outubro. “Aprova o Regulamento Geral do Controlo Metrológico”.

Decreto-Lei n.º 192/2006, de 26 de Setembro. “Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva nº 2004/22/CE, do Parlamento Europeu e do Concelho, de 31 de Março, relativa aos instrumentos de medição.

Portaria n.º 34/2007 de 08 de Janeiro. “Estabelece os requisitos essenciais aplicáveis aos contadores de gás, volumétricos de paredes deformáveis.”

NP 1812: 1984. “Contadores de gás. Terminologia e definições.”

NP 1813: 1985 “Contadores de gás, volumétricos, de paredes deformáveis, para uso doméstico. Características e ensaios de aprovação do modelo.”

NP 1814: 1984 “Contadores de gás, volumétricos, de paredes deformáveis, para uso doméstico. Primeira verificação e verificação periódica ou extraordinária.”

NP 2243: 1992 “Contadores de gás, volumétricos, de paredes deformáveis, para uso doméstico. Controle estatístico. Critério de aceitação e rejeição.”

ISO 3574: 2008 “Cold-reduced carbon steel sheet of commercial and drawing qualities.”

EN 60130-9: 2000 "Connectors for frequencies below 3 MHz. Part 9: Circular connectors for radio and associated sound equipment”.

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4. Definições / Siglas

Caudal mínimo (qmín.) Caudal limite acima do qual o erro relativo de medição é, em valor absoluto, menor ou igual ao erro máximo admissível.

Caudal máximo (qmáx.) Caudal limite abaixo do qual o erro relativo de medição é, em valor absoluto, menor ou igual ao erro máximo admissível.

Contador de gás

Instrumento concebido para medir, totalizar e indicar a quantidade de gás combustível (em volume ou em

massa) que passa através dele.

Diafragma

Elemento deformável que constitui uma das paredes das câmaras, devendo ser resistente às acções químicas,

térmicas e mecânicas dos gases a medir.

Câmaras medidoras

Câmaras de determinado volume, em que uma das paredes é deformável, por ser provida de um diafragma,

nas quais se processa a medição dos volumes de gás que passam pelo contador.

Mostrador

Elemento colocado sobre o totalizador e que contém a marca fixa de referência, podendo também conter

indicações relacionadas com a marcação.

Elemento indicador primário

Elemento do totalizador que contém a menor divisão e que, ou se desloca em relação a uma marca fixa de

referência, ou é fixo sendo a marca móvel.

Estanquidade externa

Estanquidade do corpo exterior do contador, submetido à pressão de ensaio.

Marca fixa de referência

Elemento fixo relativamente ao qual as leituras são feitas.

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Totalizador

Dispositivo integrador destinado a indicar o total dos volumes de gás, medidos pelo contador.

Perda mecânica de pressão

Pressão necessária para vencer as resistências mecânicas que se opõem ao funcionamento do contador.

Perda de pressão

Diferença entre as pressões à entrada e saída do contador, durante o escoamento do gás. Engloba a perda

mecânica de pressão.

5. Classificação

  • a) Os contadores são classificados de acordo com os caudais máximos e mínimos, expressos em m3/h. Na tabela 1 são apresentados os caudais máximos e caudais mínimos associados a cada contador.

Designação do contador de gás

qmáx. (m 3 /h)

qmín. (m 3 /h)

Volume cíclico mínimo (dm 3 )

G 4

6

 
  • 0.040 2.0

G 6

10

 
  • 0.060 3.5

G 10

16

 
  • 0.100 6.0

G 16

25

 
  • 0.160 10,0

G 25

40

 
  • 0.250 18,0

G 40

65

 
  • 0.400 30,0

Tabela 1

  • b) O caudal mínimo correspondente a um dado contador pode ser inferior ao valor indicado na tabela 1. Contudo, esse caudal tem que ser um dos valores da tabela 1 ou um seu submúltiplo decimal.

  • c) O volume cíclico correspondente a um dado contador pode ser inferior ao valor indicado na tabela 1. Neste caso, o modelo do contador deverá ser sujeito ao ensaio de envelhecimento acelerado indicado na secção 8.5

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Carlos Correia

 

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6. Características de construção

Os materiais e o modo de construção de todos os elementos constituintes dos contadores, abrangidos por esta especificação, devem respeitar a legislação e normas aplicáveis.

  • 6.1. Materiais e modo de construção

    • a) A qualidade e a espessura dos materiais utilizados na construção dos contadores devem ser tais que, estando estes instalados de acordo com as regras de arte e em condições correntes de utilização, manutenção e regulação, os materiais resistam às acções mecânicas, térmicas e químicas, eventualmente decorrentes da acção dos fluidos utilizados, incluindo a formação de goma ou condensados.

    • b) Todos os componentes do contador devem ser construídos e montados de maneira tal que as características de funcionamento do aparelho não sofram alterações importantes, em condições correntes de instalação e utilização.

    • c) Os contadores G4 e G6, devem possuir um dispositivo que impeça o funcionamento do totalizador no caso de o gás entrar no contador em sentido oposto ao indicado pelo construtor do aparelho.

    • d) O sentido da circulação de gás deve ser indicado por uma seta ou por qualquer outro meio equivalente. Este requisito pode ser dispensado se o sentido da circulação do gás for condicionado por construção.

    • e) A entrada do contador deve estar no lado esquerdo, quando se olha de frente para o mostrador.

    • f) Os materiais a utilizar na construção dos contadores são:

Caixa: alumínio fundido, ferro fundido ou aço prensado (ISO 3574).

Vedação: elastómero.

Diafragmas: material sintético resistente ao gás natural odorizado.

Hastes, alavancas e todas as partes internas metálicas: materiais sintéticos ou metais resistentes à

corrosão.

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6.2.

Ligações

Os contadores devem possuir acessórios de entrada e de saída que permitam a execução de ligações rígidas estanques. Os acessórios de entrada e saída do contador devem ser colocados na parte de cima da caixa e na posição vertical.

As suas dimensões são as apresentadas na tabela 2 infra.

   

Diâmetro Interno da

Tipo de

Ligação

 

Comprimento da

Entrada/Saída

Distância entre

Designação

Rosca

(mm)

Min (mm)

Max (mm)

Calibre/Øext. (mm)

Rosca Gás

eixos (mm)

G 4

9.5

 

19.5

  • 19 DN20/30,250

110

G 6

13

 

30.6

  • 30 DN32/43,050

250

G 10

13

 

30.6

  • 30 DN32/43,050

250

G 16

16

 

50.5

  • 50 DN50/63,100

280

G 25

16.5

 

50.5

  • 50 DN50/63,100

335

G 40

n/a

 

80.0

  • 80 Flange DN80

430

Tabela 2

Elaborado:

Verificado:

Aprovado:

 

Carlos Correia

 

Rui Bessa

 

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6.3.
Atravancamento
As dimensões dos contadores de gás devem respeitar os valores expressos na tabela 3 infra.
Tipo de
Contador
Caudal
Max.
(Nm 3 )
Caudal
min.
(Nm 3 )
Tipo de
Dimensões (mm)
Calibre
rosca
a
b 1
c 1
e 1
f 1
(mm)
G4
6 0,040
110
220
220
70
162
DN 20
30,25
G6
10
0,060
250
375
350
86
215
DN 32
43,05
G10
16
0,100
250
375
350
86
215
DN 32
43,05
G16
25
0,160
280
433
395
130
285
DN 50
63,10
G25
40
0,250
335
534
465
153
330
DN 50
63,10
G40
65
0,400
430
673
710
179
360
DN 80
PN 10 2
  • 1 Dimensões de referência

  • 2 Ligação do tipo flange PN 10

    • 6.4. Totalizador

Tabela 3

  • a) Os contadores devem ser do tipo de leitura directa. A determinação do número de metros cúbicos de gás, medido pelo contador, deve exigir apenas uma leitura dos dígitos justapostos em ordem decimal, com exclusão de qualquer adição mental.

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Carlos Correia

 

Rui Bessa

 

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  • b) O totalizador deve ser graduado em metro cúbico e conter elementos de leitura suficientes para indicar o consumo correspondente ao funcionamento durante 8000 horas no regime caudal máximo sem fazer retroceder os algarismos aos seus valores iniciais. No mostrador deve figurar o símbolo “m 3 ”.

  • c) O totalizador deve ser constituído por tambores ou rolos, de diâmetro mínimo de 16 mm, em cuja periferia estão marcados os dígitos que aparecem atrás das janelas do mostrador. O avanço de uma entidade, de qualquer ordem, deve ser completamente efectuado enquanto o tambor da ordem imediatamente inferior descreve o último 1/10 da sua rotação.

  • d) Os rolos ou tambores do totalizador destinados a indicar os submúltiplos do metro cúbico devem ser claramente separados dos outros rolos ou tambores por meio de uma vírgula.

  • e) O contador deve ser construído de modo a permitir uma fácil remoção do totalizador.

    • 6.5. Elemento indicador primário e marca fixa de referência

      • a) Os contadores devem ser concebidos e fabricados de tal forma que a sua leitura possa ser efectuada com suficiente precisão.

      • b) O totalizador deve possuir um elemento indicador primário e uma marca fixa de referência, em relação aos quais serão realizadas todas as leituras. O elemento indicador primário pode ser o último elemento do totalizador sob uma das seguintes formas:

b1) rolo ou tambor, comportando uma escala graduada com movimento contínuo, que se desloca ante uma marca fixa; b2) agulha, que se desloca ante um mostrador fixo com escala numerada; b3) disco com escala numerada, que se desloca ante uma marca fixa. As divisões desta escala devem obedecer a uma série de expressão geral 1*10 n , 2*10 n ou 5*10 n , na qual n representa um número inteiro, positivo, negativo ou nulo.

  • c) O valor das divisões mínimas e a numeração do elemento indicador primário do totalizador devem satisfazer as indicações da tabela 4.

 

Designação dos contadores

Numeração - dm 3

Divisão – dm 3

 

G 4 e G 6

1

0,2

G 10 a G 40 inclusive

10

2

 

Tabela 4

Elaborado:

Carlos Correia

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  • d) O comprimento da divisão deve ser constante em toda a escala e não inferior a um milímetro. Os troços ou marcas devem ser finos e uniformes. Quando o valor da menor divisão é da forma 1*10 n ou 2*10 n m 3 , todos os traços correspondentes a múltiplos de 5 devem ser distinguidos por um maior comprimento; quando aquele valor é da forma 5*10 n m 3 devem distinguir-se por um maior comprimento os traços correspondentes a múltiplos de 2.

  • e) A marca fixa de referência deve possuir uma extremidade suficientemente fina para permitir uma leitura segura e fácil.

  • f) O elemento indicador primário pode ter uma marca nítida e um entalhe suficientes para permitir o escape fotoeléctrico. Ela não deve cobrir a graduação; pode tomar, neste caso, o lugar do algarismo zero. Esta marca não deve prejudicar a precisão da leitura.

    • 6.6. Contagem remota

      • a) Os contadores deverão ser munidos de gerador de impulsos de baixa frequência e respectivo emissor incorporado.

      • b) A tomada de saída deste gerador de impulsos deve respeitar a norma EN 60130-9: 2000, estando munido com dois contactos de leitura de baixa frequência e um contacto de verificação de integridade do equipamento.

      • c) Os contadores do tipo G25 e G40 devem vir equipados com um cabo de ligação à tomada, com 2 metros de comprimento, que permita a ligação ao PTZ.

d)

Os contadores

do

tipo G4

a G16 inclusive devem ter a tomada de saída dos geradores de impulsos,

protegidas por um tampão ou acessório

análogo,

devendo

esta

conter

a

indicação do valor

correspondente a um impulso sob a forma: « 1 imp = …

..

m 3 ».

7. Características de funcionamento

  • 7.1. Estanquidade externa

A caixa dos contadores deve ser estanque a, pelo menos, 1,25 vezes a máxima pressão de serviço indicada

pelo fabricante.

  • 7.2. Condições de operação

Natureza do gás: gás natural ou gás manufacturado, cuja composição é dada nas condições especiais

de contrato;

Pressão máxima de operação: 0,5 bar;

 

Temperatura: entre –25ºC e + 55ºC.

 

Elaborado:

 

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  • 7.3. Erros admissíveis

    • a) Os erros admissíveis não devem exceder os limites fixados na tabela 5.

Caudal (q)

Erros máximos permitidos

qmín. q < 2 qmín.

± 3%

2 qmín.q < qmáx.

± 1.5%

Tabela 5

  • b) Dentro do campo de medida, a diferença entre os erros máximo e mínimo, em função do caudal q, não deve exceder 3% para contador.

  • c) Durante os ensaios, se os erros assinalados no contador forem todos do mesmo sinal, entre 2 qmín. e qmáx., eles não devem exceder ± 1%.

    • 7.4. Perda de pressão média

A perda de pressão média de um contador de gás, calculada ao longo de um ciclo de medida, com um fluxo

de ar de massa volúmica 1.2 kg/m3, não deve exceder os valores da tabela 6.

Designação do contador de

Perda Máxima de Pressão em Regime

Perda Máxima de Pressão em Regime

gás

qmín. q < 2 qmín.

2 qmín. q < qmáx.

G 4 a G 10 inclusive

  • 0.6 mbar

  • 2 mbar

G 16 a G 40 inclusive

  • 0.9 mbar

  • 3 mbar

Tabela 6

  • 7.5. Fidelidade dos contadores

    • a) O desvio padrão obtido numa série de pelo menos 30 medições sucessivas, não deve exceder os valores indicados na tabela 7.

 

Volume do ar a medir

 

Designação dos contadores

(n.º de Volumes cíclicos)

Desvio Padrão (dm 3 )

G 4

  • 20 0,2

 

G 6

  • 10 0,2

 

G 10 a G 40 (inclusive)

  • 10 2,0

 

Tabela 7

  • b) Os volumes de ar atrás indicados podem ser substituídos pelo volume de ar mais próximo de um número inteiro de rotações do elemento indicador primário.

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  • 7.6. Envelhecimento

Após a realização do ensaio de envelhecimento acelerado, descrito no ponto 8.5, dos 5 contadores ensaiados,

pelo menos 4 devem satisfazer às seguintes condições:

  • a) Dentro do alcance da medição a diferença entre os erros máximo e mínimo não devem exceder 4%;

  • b) Os erros não devem apresentar um desvio superior a 1,5% relativamente aos valores iniciais correspondentes, salvo a qmín. em que esta regra só se aplica às variações de erro no sentido negativo.

8. Técnica dos ensaios

  • 8.1. Generalidades

    • 8.1.1. Numero de contadores a ensaiar

Todos os ensaios devem ser efectuados em cinco contadores.

  • 8.1.2. Natureza dos gases de ensaio

Os ensaios serão executados com ar.

  • 8.1.3. Local dos ensaios

    • 8.1.3.1. Ensaios de erro e perda de pressão

      • a) Os contadores devem ser ensaiados num local exclusivamente destinado a esse fim. A sala de ensaios deve ser concebida de modo a permitir manter, no seu interior, uma temperatura praticamente constante e nunca superior a 25ºC nem inferior a 15ºC.

      • b) Antes de serem ensaiados, os contadores serão submetidos a um período de funcionamento de 10 h ao caudal máximo, seguido de um período de permanência na sala de ensaios de pelo menos 24 h para climatização. Durante os períodos de climatização e da execução dos ensaios, as temperaturas ambiente e do fluído de ensaio não devem variar para além de ± 1ºC.

        • 8.1.3.1. Restantes ensaios

Os restantes ensaios poderão ser realizados em local diferente do indicado na secção anterior.

  • 8.1.4. Pressões de ensaio

    • 8.1.4.1. Ensaio de estanquidade

Os ensaios de estanquidade devem ser realizados a uma pressão de alimentação de pelo menos 1,25 vezes a

pressão máxima de serviço indicada pelo fabricante.

Elaborado:

Verificado:

Aprovado:

 

Carlos Correia

 

Rui Bessa

 

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 430

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ET 430

 

Revisão n.º 3

CONTADORES DE GÁS DE DIAFRAGMA

20-10-2010

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  • 8.1.4.2. Restantes ensaios

Devem ser realizados a uma pressão de alimentação de valor constante, próximo de 10 mbar.

  • 8.1.5. Banco de ensaios

O banco de ensaios deve obedecer às normas e regulamentos que lhe sejam aplicáveis.

  • 8.2. Curva de erros

O traçado da curva de erros é feito determinando ponto por ponto o erro verificado a um dado caudal e

marcando num gráfico esses valores.

A curva é traçada sobre os pontos assim estabelecidos de modo a que o somatório dos desvios seja nulo.

Os pontos de verificação devem, no mínimo, abranger os seguintes caudais:

  • a) qmín. (±15%);

  • b) 2qmín. (±15%);

  • c) 0,2qmáx. (±5%);

  • d) qmáx. (±5%).

  • 8.2.1. Condições especiais para a determinação do erro com qmín.

O volume total de ar a passar no contador deve ser tal que o ensaio dure pelo menos 30 minutos, sem todavia

ser inferior a 5 vezes o seu volume cíclico.

  • 8.2.2. Condições especiais para a determinação do erro com qmáx.

O volume de ar mínimo a passar no contador é função de qmáx., de acordo com o estabelecido na tabela8.

Designação dos contadores

Volume de ar mínimo a passar no contador (dm 3 )

G 4

200

G 6

400

G 10

500

G 16

700

G 25 e G 40

1500

Tabela 8

Elaborado:

Verificado:

Aprovado:

 

Carlos Correia

 

Rui Bessa

 

Pedro Ávila

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8.3.

Perda de pressão

a)

A perda de pressão é determinada por um manómetro diferencial, de coluna de líquido, nos caudais

seguintes:

I.

qmáx.;

II.

qmín. < q 2qmín.

b)

Dos 5 contadores ensaiados, pelo menos 4 devem satisfazer os requisitos estabelecidos na secção 7.4.

8.4.

Fidelidade

a)

Cada Contador deve ser submetido a uma série de 30 medições consecutivas, utilizando em cada medição

o volume de ar indicado na tabela 6, com o caudal de 0,1qmáx.

b)

Dos 5 contadores ensaiados, pelo menos 4 devem satisfazer aos requisitos estabelecidos na secção 7.5.

8.5.

Envelhecimento acelerado

a)

Após a realização dos ensaios prescritos nas secções 8.2 a 8.4 inclusive, os contadores devem ser submetidos

a um ensaio ao caudal máximo com a seguinte duração:

a1) 1000 horas para contadores cujos volumes cíclicos sejam iguais ou superiores aos mencionados na

tabela 1. O ensaio deve ser realizado, tanto quanto possível, em regime contínuo, sem nunca exceder

60 dias;

a2) 2000 horas para contadores cujos volumes cíclicos sejam inferiores aos indicados na Tabela 1. O ensaio

será realizado de preferência em regime contínuo, sem nunca exceder 100 dias.

b)

Após a realização deste ensaio, proceder-se-á aos ensaios descritos nas secções 8.2 e 8.3, devendo verificar-

se as condições descritas no ponto 7.6.

9. Marcação

9.1.

Chapa de características

a)

Cada contador de gás deve possuir uma chapa de características na qual constem as seguintes

indicações:

a1) o símbolo, ou referência da disposição legal, da aprovação do modelo;

a2) a marca ou nome comercial do fabricante;

a3) classe do contador (de acordo com a tabela 1);

a4) número de série do contador, ano de fabrico e modelo;

a5) o caudal máximo, em m 3 /h;

a6) o caudal mínimo, em m 3 /h ou em dm 3 /h;

a7) a pressão máxima de serviço, em mbar ou Pa;

a8) o volume cíclico, em dm 3 ;

a9) temperatura máxima em ºC.

Elaborado:

Verificado:

Aprovado:

 

Carlos Correia

 

Rui Bessa

 

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  • b) Eventualmente, na chapa de características, poderá constar o nome ou logótipo da empresa proprietária do contador.

  • c) Todas as inscrições devem ser indeléveis, legíveis, facilmente visíveis nas condições de funcionamento normal do contador e estar sempre redigidas em português.

    • 9.2. Selagem

Todos os contadores devem ser providos de pontos de selagem que possam facilmente evidenciar qualquer

intervenção estranha tendente a alterar o seu funcionamento. Um desses pontos é reservado para uso exclusivo

do fabricante ou reparador.

  • 9.3. Código de barras

Todos os contadores devem ser providos de código de barras, aposto em local de fácil leitura, na mesma face

do mostrador. Este código deve ser constituído por 18 dígitos com a organização explicitada de seguida.

AAAAFF C C C C T T X X X X X X X .

AAAA – Ano de Fabrico (2010, 2011, 2012, ….);

F F – Código de fabricante (este código será definido pela EDP Gás Distribuição e fornecido ao fabricante);

CCCC – Dimensão do contador (0004 – G4; 0006 – G6; 0010 – G10; 0016 – G16; 0025 – G25; 0040 – G40; 0065 –

G65; 0100 – G100; 0160 – G160; 0250 – G250; 0400 – G400; 0650 – G650; 1000 – G1000; 1600 – G1600; 2500 – G2500;

T T – Tipo de Contador (01 – Diafragma);

XXXXXX – Número sequencial.

Elaborado:

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