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Resumão CCNA.

“Mod.1 ao 5”

# Mod.1 #
WAN: Uma rede de longa distância (WAN) é uma rede de comunicações de dados que
abrange uma grande área geográfica. As WANs têm várias características importantes
que as diferem das redes locais. A primeira lição deste módulo oferecerá uma visão
geral das tecnologias e protocolos utilizados em WANs. Explicará também as diferenças
e semelhanças entre WANs e redes locais.
Uma WAN opera na camada física e na camada de enlace do modelo de referência OSI.
Ela interconecta redes locais que, geralmente, estão separadas por grandes áreas
geográficas. As WANs propiciam o intercâmbio de pacotes de dados e quadros entre
roteadores e switches e as redes locais suportadas por eles.

Introdução aos roteadores de uma WAN: Um roteador é um tipo especial de


computador. Ele tem os mesmos componentes básicos de um PC desktop padrão. Tem
uma CPU, memória, um barramento do sistema e diversas interfaces de entrada/saída.
Entretanto, os roteadores são projetados para realizar algumas funções muito
específicas, que geralmente não são realizadas pelos computadores desktop. Por
exemplo, os roteadores conectam e permitem a comunicação entre duas redes e
determinam o melhor caminho para que os dados viajem através dessas redes
conectadas. Assim como os computadores precisam de sistemas operacionais para
executar aplicativos de software, os roteadores precisam do IOS (Internetwork
Operating System – Sistema Operacional de Interconexão de Redes) para executar as
funções definidas nos arquivos de configuração. Esses arquivos de configuração contêm
as instruções e os parâmetros que controlam o fluxo de tráfego que entra e sai dos
roteadores. Especificamente, usando protocolos de roteamento, os roteadores tomam
decisões com relação ao melhor caminho para os pacotes. O arquivo de configuração
especifica todas as informações para uma configuração e uma utilização corretas dos
protocolos roteados e de roteamento, selecionados ou ativados, no roteador.

Os principais componentes internos do roteador:


São a memória de acesso aleatório (RAM), a memória de acesso aleatório não-volátil
(NVRAM), a memória flash, a memória somente de leitura (ROM) e as interfaces

Uma interconexão de redes (internetwork) corretamente configurada oferece as


seguintes funcionalidades:

• Endereçamento fim-a-fim consistente;


• Endereços que representam topologias de rede;
• Seleção do melhor caminho;
• Roteamento dinâmico ou estático;
• Comutação.

A porta de console: é uma porta de gerenciamento usada para fornecer acesso fora de
banda (out-of-band) ao roteador. Ela é usada para a configuração inicial do roteador,
para monitoramento e para procedimentos de recuperação de desastres
Introdução aos Roteadores

# Mod. 2 #
O software Cisco IOS usa uma interface de linha de comando (CLI) como seu ambiente
de console tradicional. O IOS é uma tecnologia central que se estende por quase toda a
linha de produtos da Cisco. Seus detalhes de operação podem variar nos diferentes
dispositivos de internetworking.
O software Cisco IOS usa uma interface de linha de comando (CLI) como seu ambiente
de console tradicional. O IOS é uma tecnologia central que se estende por quase toda a
linha de produtos da Cisco. Seus detalhes de operação podem variar nos diferentes
dispositivos de internetworking.

A convenção de nomes para as diferentes versões do Cisco IOS contém três partes:

A plataforma na qual a imagem é executada;


Os recursos especiais suportados pela imagem;
Onde a imagem é executada e se ela foi zipada ou compactada

Para ver a quantidade de RAM, use o comando show version.


Para encontrar a quantidade de memória flash, use o comando show flash.

Os dispositivos que utilizam o IOS Cisco têm três ambientes ou modos


operacionais distintos:

• ROM Monitor;
• Boot ROM;
• Cisco IOS.

Um roteador é inicializado com a carga do bootstrap, do sistema operacional e de um


arquivo de configuração. Se não conseguir encontrar um arquivo de configuração, ele
entra no modo Setup. Após a conclusão do modo Setup, uma cópia de backup do
arquivo de configuração pode ser salva na memória RAM não volátil.

Por razões de segurança, o roteador tem dois níveis de acesso aos comandos:

• Modo EXEC de usuário: As tarefas típicas incluem as de verificação do status


do roteador. Neste modo, não são permitidas alterações na configuração do
roteador
• Modo EXEC privilegiado: As tarefas típicas incluem as de alteração da
configuração do roteador.

A finalidade do software Cisco IOS


Assim como um computador, um roteador ou switch não pode funcionar sem um
sistema operacional. A Cisco chama seu sistema operacional de Internetwork Operating
System (Sistema Operacional de Interconexão de Redes) ou IOS. Essa é a tecnologia de
software embutida em todos os roteadores da Cisco, sendo também o sistema
operacional dos switches da linha Catalyst. Sem um sistema operacional, o hardware
não tem qualquer funcionalidade. O Cisco IOS oferece os seguintes serviços de rede:

• Funções básicas de roteamento e comutação;


• Acesso confiável e seguro aos recursos da rede;
• Escalabilidade.

O software Cisco IOS usa uma interface de linha de comando (CLI) como seu ambiente
de console tradicional.

Siga as etapas a seguir para conectar um terminal à porta de console no roteador:

Etapa 1 Conecte o terminal usando o cabo rollover RJ-45 / RJ-45 e um adaptador RJ-45
/ DB-9 ou RJ-45 / DB-25.

Etapa 2 Configure o terminal ou o software de emulação de terminal do PC para 9600


baud, 8 bits de dados, sem paridade, 1 bit de parada, sem controle de fluxo.

Para acessar o modo EXEC privilegiado: digite enable ou a abreviação ena. Isso
pode fazer com que o roteador solicite uma senha ao usuário, caso ela tenha sido
definida.

Comandos de Atalho:
Ctrl-Z é um comando usado para sair do modo Setup, levando o usuário de volta ao
prompt do modo EXEC privilegiado.
Para fazer a rolagem para trás, pressione Ctrl-B ou a seta para a esquerda repetidamente
até atingir o início da entrada do comando. Ctrl-A leva o usuário diretamente de volta
ao início da linha.

O histórico de comandos: é ativado por padrão e o sistema registra dez linhas de


comandos em seu buffer de histórico.

O comando show version : exibe informações sobre a versão do software Cisco IOS
que está em execução no momento no roteador. Isso inclui os valores definidos do
configuration register (registrador de configuração) e do boot field (campo de
inicialização).

• Versão e informações descritivas do IOS em uso;


• Versão da Bootstrap ROM;
• Versão da Boot ROM;
• Tempo decorrido desde a inicialização do roteador;
• Método utilizado na última reinicialização do roteador;
• Arquivo da imagem do sistema em uso e sua localização;
• Plataforma de hardware do roteador;
• Valor do configuration register.

Configurando um Roteador

# Mod.3 #

O modo de configuração global, muitas vezes apelidado config global, é o principal


modo de configuração. Estes são apenas alguns dos modos em que se pode entrar a
partir do modo de configuração global: Modo de interface, Modo de linha, Modo de
roteador, Modo de subinterface, Modo de controlador

Router#configure terminal
Router(config)#

Uma das primeiras tarefas de configuração é dar um nome exclusivo ao roteador. Essa
tarefa é realizada no modo de configuração global usando os seguintes comandos:

Router(config)#hostname Tokyo
Tokyo(config)#

Os comandos a seguir são usados para definir uma senha opcional, mas recomendável,
na linha do console:

Router(config)#line console 0
Router(config-line)#password <senha>
Router(config-line)#login

A senha de ativação e o segredo de ativação são usados para restringir o acesso ao modo
EXEC privilegiado. A senha de ativação só é usada se o segredo de ativação não tiver
sido definido. É recomendável que o segredo de ativação esteja sempre ativado e seja
sempre usado, já que ele é criptografado e a senha de ativação não é. Estes são os
comandos usados para definir as senhas de ativação:

Router(config)#enable password <senha>


Router(config)#enable secret <senha>

Às vezes não é desejável que as senhas sejam mostradas em texto claro na saída dos
comandos show running-config ou show startup-config. Este comando é usado para
criptografar as senhas na saída da configuração:

Router(config)#service password-encryption

Uma interface serial pode ser configurada a partir do console ou através de uma linha de
terminal virtual. Para configurar uma interface serial, siga estas etapas:
1. Entre no modo de configuração global;
2. Entre no modo de interface;
3. Especifique o endereço da interface e a máscara de sub-rede;
4. Se houver um cabo DCE conectado, defina a taxa do clock; pule esta etapa se
houver um cabo DTE conectado;
5. Ligue a interface.

Cada interface serial conectada precisa ter um endereço IP e uma máscara de sub-rede
se for esperado que a interface roteie pacotes IP. Configure o endereço IP usando os
seguintes comandos:

Router(config)#interface serial 0/0


Router(config-if)#ip address <endereço IP> <máscara de rede>

As interfaces seriais necessitam de um sinal de clock para controlar a temporização das


comunicações. Na maioria dos ambientes, um dispositivo DCE (por exemplo, um CSU)
fornece o clock. Por padrão, os roteadores Cisco são dispositivos DTE, mas podem ser
configurados como dispositivos DCE.

O clock é ativado e a velocidade é especificada com o comando clock rate. As taxas de


clock disponíveis, em bits por segundo, são: 1200, 2400, 9600, 19200, 38400, 56000,
64000, 72000, 125000, 148000, 500000, 800000, 1000000, 1300000, 2000000 ou
4000000.

EX: Router(config)#interface serial 0/0


Router(config-if)#clock rate 56000
Router(config-if)#no shutdown

Para salvar as variáveis de configuração no arquivo de configuração de inicialização na


NVRAM, insira o seguinte comando no prompt EXEC privilegiado:

Router#copy running-config startup-config

Interfaces

Por padrão, as interfaces ficam desligadas, ou desativadas. Para ligar ou ativar uma
interface, use o comando no shutdown. Se uma interface precisar ser desativada
administrativamente para manutenção ou solução de problemas, use o comando
shutdown para desligá-la.

Um padrão é um conjunto de regras ou procedimentos que são amplamente utilizados


ou são especificados oficialmente. Sem padrões em uma organização, uma rede pode
ficar caótica caso ocorra uma interrupção do serviço.

Para gerenciar uma rede, deve haver um padrão de suporte centralizado. Configuração,
segurança, desempenho e outras questões devem ser tratados adequadamente para que a
rede funcione sem problemas. Criar padrões para a consistência da rede ajuda a reduzir
a sua complexidade, o tempo de inatividade não planejado e a exposição a incidentes
que podem ter impacto no desempenho da rede.

Uma descrição de interface deve ser usada para identificar informações importantes, tais
como um roteador distante, um número de circuito ou um segmento de rede específico.
Uma descrição de uma interface pode ajudar um usuário da rede a lembrar-se de
informações específicas sobre a interface, tais como qual rede a interface atende.

Para configurar a descrição de uma interface, entre no modo de configuração global. A


partir daí, entre no modo de configuração de interface. Use o comando description
seguido da informação.

Etapas do procedimento:

1. Entre no modo de configuração global, inserindo o comando configure


terminal.
2. Entre no modo da interface específica (por exemplo, interface Ethernet 0)
interface ethernet 0.
3. Insira a descrição do comando seguida da informação que deve ser exibida. Por
exemplo, Rede XYZ, Prédio 18.
4. Saia do modo de interface, voltando para o modo EXEC privilegiado, usando o
comando ctrl-Z.
5. Salve as alterações da configuração na NVRAM, usando o comando copy
running-config startup-config.

Um banner de login é uma mensagem que é exibida no login e que é útil para transmitir
mensagens que afetam todos os usuário da rede, tais como avisos de paradas iminentes
do sistema.

Os banners de login podem ser vistos por qualquer pessoa. Portanto, deve-se tomar
cuidado com as palavras da mensagem do banner. "Bem-vindo" é um convite para que
qualquer pessoa entre em um roteador e, provavelmente, não é uma mensagem
adequada. Um banner de login deve ser um aviso para que não se tente o login a menos
que se tenha autorização

Siga estas etapas para criar e exibir uma mensagem do dia:

1. Entre no modo de configuração global, inserindo o comando configure


terminal.
2. Insira o comando banner motd # <Aqui vai a mensagem do dia> #.
3. Salve as alterações, emitindo o comando copy running-config startup-config.

A resolução de nomes de hosts

A resolução de nomes de hosts: é o processo usado por um sistema computacional para


associar um nome de host a um endereço IP. ma tabela de hosts pode incluir todos os
dispositivos da organização de uma rede. Cada endereço IP exclusivo pode ter um nome
de host associado a ele. O software Cisco IOS mantém em cache mapeamentos entre
nomes de hosts e endereços, para serem usados pelos comandos EXEC. Essa cache
acelera o processo de conversão de nomes em endereços.

Os nomes de hosts, diferentemente dos nomes DNS, têm significado somente no


roteador no qual estão configurados. A tabela de hosts permite que o administrador da
rede digite o nome do host (por exemplo, Auckland) ou o endereço IP para fazer Telnet
para um host remoto

IPHost

Para atribuir nomes de hosts a endereços, primeiro entre no modo de configuração


global. Emita o comando ip host seguido do nome do destino e todos os endereços IP
onde o dispositivo puder ser encontrado. Isso mapeia o nome do host a cada um dos
endereços IP da sua interface.

Este é o procedimento para configurar a tabela de hosts:

1. Entre no modo de configuração global do roteador.


2. Insira o comando ip host seguido do nome do roteador e todos os endereços IP
associados às interfaces em cada roteador.
3. Continue inserindo até que todos os roteadores da rede tenham sido inseridos.
4. Salve a configuração na NVRAM.

Uma cópia atual da configuração pode ser armazenada em um servidor TFTP. O


comando copy running-config tftp, conforme mostrado na figura , pode ser usado para
armazenar a configuração atual em um servidor TFTP de rede. Para isso, realize as
seguintes tarefas:

Etapa 1 Insira o comando copy running-config tftp.

Etapa 2 Insira o endereço IP do host em que o arquivo de configuração será


armazenado.

Etapa 3 Insira o nome a ser atribuído ao arquivo de configuração.

Etapa 4 Confirme as opções, respondendo sim todas as vezes.

Devem ter sido compreendidos os importantes conceitos a seguir:

• Os padrões de configuração são elementos essenciais para o êxito na


manutenção de uma rede eficiente por qualquer organização.
• As descrições de interfaces podem conter informações importantes para ajudar
os administradores de rede a compreender e solucionar problemas em suas
redes.
• Os banners de login e as mensagens do dia oferecem informações aos usuário no
momento de efetuar login no roteador.
• A resolução de nomes de hosts converte nomes em endereços IP, que serão
utilizados pelo roteador.
• O backup e a documentação da configuração são extremamente importantes para
manter uma rede funcionando sem problemas.

Gerenciamento do software Cisco IOS

# Mod.5 #

O objetivo das rotinas de inicialização do software Cisco IOS é iniciar a operação do


roteador. O roteador deve proporcionar desempenho confiável no seu trabalho de
conectar quaisquer redes configuradas. Para isso, as rotinas de inicialização devem:

• Testar o hardware do roteador.


• Encontrar e carregar o software Cisco IOS.
• Localizar e aplicar as instruções de configuração, inclusive as que determinam
as funções dos protocolos e os endereços das interfaces.

A origem padrão para o software Cisco IOS depende da plataforma de hardware, porém
o mais comum é que o roteador verifique os comandos boot system salvos na NVRAM.

• Memória Flash – Uma imagem do sistema pode ser carregada da memória


flash. A vantagem é que essas informações armazenadas na memória flash não
são vulneráveis às falhas da rede que podem ocorrer ao carregar imagens de
sistema de servidores TFTP.
• Servidor de rede – Caso a memória flash seja corrompida, pode ser carregada
uma imagem do sistema de um servidor TFTP.
• ROM – Se a memória flash estiver corrompida e houver uma falha para carregar
a imagem do servidor de rede, a carga da imagem a partir da ROM será a opção
final de inicialização (bootstrap). No entanto, a imagem do sistema armazenada
na ROM provavelmente será um subconjunto do Cisco IOS, que não terá todos
os protocolos, recursos e configurações que podem ser encontrados no Cisco
IOS completo. Além disso, se o software tiver sido atualizado desde a aquisição
do roteador, esse roteador poderá ter uma versão mais antiga armazenada na
ROM.

O comando copy running-config startup-config salva os comandos na NVRAM. O


roteador executará os comandos do sistema de inicialização conforme necessário, na
ordem em que foram originalmente inseridos no modo configuração.

No caso do roteador não ser inicializado corretamente, várias coisas podem estar
erradas:

• Instrução boot system ausente ou incorreta no arquivo de configuração


• Valor incorreto do configuration register
• Imagem flash corrompida

Falha de hardware

OBSERVAÇÃO:
O valor do configuration register não é exibido pelos comandos show running-config
ou show startup-config.

A configuração contém as "instruções" que definem como o dispositivo irá rotear ou


Cada componente do software é armazenado na memória como um arquivo separado.
Esses arquivos também são armazenados em diferentes tipos de memória comutar. O
IOS é armazenado em uma área de memória chamada flash. A memória flash fornece
armazenamento não volátil de um IOS, que pode ser usado como sistema operacional na
inicialização. A memória flash permite que o IOS seja atualizado ou que armazene
vários arquivos IOS. Em muitas arquiteturas de roteadores, o IOS é copiado e executado
na memória de acesso aleatório (RAM). Uma cópia dos arquivos de configuração é
armazenada na RAM não volátil (NVRAM) para uso como configuração durante a
inicialização. Esta configuração é conhecida como "startup config". A startup config é
copiada na RAM durante a inicialização do roteador. Esta configuração mantida na
RAM é a usada para operar o roteador. Esta configuração é conhecida como "running
config".

A primeira parte do nome do arquivo Cisco IOS identifica a plataforma de hardware


para a qual a imagem foi criada.

A segunda parte do nome do arquivo IOS identifica os vários recursos ou


funcionalidades (features) contidos nesse arquivo. Existem diversos recursos que podem
ser escolhidos. Esses recursos são empacotados em diferentes "imagens do IOS". Cada
conjunto de recursos contém um sub-conjunto específico de todos os recursos
disponibilizados no Cisco IOS.

A terceira parte do nome do arquivo indica o seu formato. Ela especifica se o IOS está
armazenado na memória flash em formato compactado e se ele é relocável. Se a
imagem na flash estiver compactada, o IOS deverá ser expandido durante a
inicialização, à medida que for copiado na RAM. Uma imagem relocável é copiada da
memória flash na RAM para ser executada. Uma imagem não relocável é executada
diretamente na memória flash.

A quarta parte do nome do arquivo identifica a versão do IOS (release). À medida que a
Cisco desenvolve novas versões do IOS, o número da versão numérica aumenta

Em um roteador ou switch Cisco, a configuração ativa está na RAM e a localização


padrão para a configuração utilizada na inicialização (startup config) é a NVRAM.
Caso a configuração seja perdida, deverá haver uma cópia de backup dessa
configuração. Uma das cópias de backup da configuração pode ser armazenada em um
servidor TFTP. Para isso, pode-se usar o comando copy running-config tftp. As
etapas para este processo são listadas abaixo:

• Insira o comando copy running-config tftp.


• No prompt, insira o endereço IP do servidor TFTP onde será armazenado o
arquivo de configuração.
• Insira o nome a ser atribuído ao arquivo de configuração ou aceite o nome
padrão.
• Confirme a escolha digitando yes (sim) sempre que for solicitado.

A cópia do arquivo de configuração pode ser carregada de um servidor TFTP para


restaurar a configuração do roteador. As etapas abaixo delineiam este processo:

• Insira o comando copy tftp running-config.


• No prompt, selecione um arquivo de configuração de hosts ou de rede.
• No prompt do sistema, insira o endereço IP do servidor TFTP onde o arquivo
de configuração está localizado.
• No prompt do sistema, insira o nome do arquivo de configuração ou aceite o
nome padrão.

• Confirme o nome do arquivo de configuração e o endereço do servidor


fornecido pelo sistema.

Para restaurar ou atualizar o IOS a partir do servidor, use o comando copy tftp flash
como mostrado na Figura . O roteador solicitará que o usuário insira o endereço IP do
servidor TFTP. A seguir, solicitará o nome do arquivo que contém a imagem do IOS
no servidor. O roteador poderá solicitar ao usuário que a flash seja apagada. Isso
ocorre com freqüência quando não há memória suficiente para a nova imagem. À
medida que a imagem é apagada da memória flash, uma série de “e”s aparece na
console para mostrar o progresso deste processo.

À medida que cada datagrama do arquivo de imagem do IOS for transferido, será
exibido um sinal "!". A imagem do IOS tem vários megabytes; assim, esse processo
pode demorar algum tempo.

A nova imagem flash será verificada após ser descarregada. O roteador agora está
pronto para ser recarregado para usar a nova imagem do IOS.

A primeira etapa neste processo visa a identificar por que a imagem do IOS não foi
carregada a partir da memória flash. Isso pode ocorrer devido a uma imagem
corrompida ou que não exista. A memória flash deve ser examinada com o comando dir
flash:.

Se for localizada uma imagem que pareça ser válida, deve-se tentar a inicialização com
o uso dessa imagem. Isso é feito com o comando boot flash:. Por exemplo, se o nome
da imagem fosse "c2600-is-mz.121-5", o comando seria:

rommon 1>boot flash:c2600-is-mz.121-5


Se o roteador for inicializado corretamente, há alguns itens que precisam ser
examinados para determinar por que o roteador foi inicializado no ROMmon em vez de
usar o IOS da memória flash. Primeiramente, use o comando show version para
verificar o registro de configuração e garantir que a configuração esteja de acordo com a
seqüência de inicialização. Se o valor do configuration register estiver correto, use o
comando show startup-config para ver se há um comando boot system instruindo o
roteador a usar o IOS do ROM monitor.

Se o roteador não for inicializado corretamente usando a imagem ou se não houver uma
imagem disponível do IOS, um novo IOS precisará ser descarregado. O arquivo IOS
pode ser recuperado com o uso do Xmodem para restaurar a imagem através da console,
ou a imagem pode ser transferida com o uso do TFTP no modo ROMmon.

Download com o uso do Xmodem do modo ROMmon


Para restaurar o IOS através da console, o PC local precisa ter uma cópia do arquivo
IOS para restaurar e um programa de emulação de terminal como, por exemplo, o
HyperTerminal. O IOS pode ser restaurado com o uso da velocidade de console padrão
de 9600 bps. A taxa de transferência (baud rate) pode ser alterada para 115200 bps para
acelerar o download. A velocidade da console pode ser alterada no modo ROMmon com
o uso do comando confreg. Após a inserção do comando confreg, o roteador solicitará
os vários parâmetros que podem ser alterados.

Quando surgir o prompt "change console baud rate? y/n [n]:" a seleção de y acionará um
prompt para que a nova velocidade seja selecionada. Após alterar a velocidade da
console e reiniciar o roteador no modo ROMmon, a sessão do terminal (a 9600) deverá
ser encerrada e uma nova sessão, iniciada a 115200 bps para corresponder à velocidade
da console.

O comando Xmodem pode ser usado no modo ROMmon para restaurar a imagem do
software IOS no PC. O formato do comando é xmodem -c image_file_name. Por
exemplo, para restaurar um arquivo de imagem do IOS com o nome "c2600-is-mz.122-
10a.bin", digite o comando:

xmodem -c c2600-is-mz.122-10a.bin

O -c instrui o processo do Xmodem a usar a Verificação de Redundância Cíclica (Cyclic


Redundancy Check - CRC) para que seja realizada a verificação de erros durante o
download.

O roteador exibirá um prompt para que não seja iniciada a transferência e apresentará
uma mensagem de advertência. Essa mensagem informará que a bootflash será apagada
e solicitará que se confirme o prosseguimento. Quando o processo prosseguir, o
roteador exibirá um prompt para o início da transferência.

Agora, a transferência do Xmodem precisará ser iniciada no emulador de terminal. No


HyperTerminal, selecione Transfer > Send File. A seguir, na janela popup Send File,
especifique o nome/localização da imagem, selecione Xmodem como o protocolo e
inicie a transferência. Durante a transferência, a janela popup Sending File (Enviando
Arquivo) exibirá o status do processo.
Concluída a transferência, será exibida uma mensagem indicando que a memória flash
está sendo apagada. Segue-se a mensagem "Download Complete!" ("Download
Concluído!"). Antes de reinicializar o roteador, a definição da velocidade da console
deverá voltar a 9600 e o registro de configuração deverá voltar a 0x2102. Insira o
comando config-register 0x2102 no prompt EXEC privilegiado.

Enquanto o roteador estiver sendo reinicializado, a sessão do terminal a 115200 bps


deve ser encerrada e uma sessão a 9600 bps deve ser iniciada.

Se a imagem do IOS na memória flash tiver sido apagada ou corrompida, talvez o IOS
possa ser restaurado usando o modo ROM monitor (ROMmon). Em muitas das
arquiteturas de hardware Cisco, o modo ROMmon é identificado a partir do prompt
rommon 1 >.

• Identificação dos estágios da seqüência de inicialização do roteador


• Identificação de como o dispositivo Cisco localiza e carrega o Cisco IOS
• Uso do comando boot system
• Identificação dos valores do configuration register
• Solução de problemas
• Identificação dos arquivos usados pelo Cisco IOS e de suas funções
• Identificação da localização no roteador dos diferentes tipos de arquivos
• Identificação das partes que compõem o nome de um IOS
• Gerenciamento de arquivos de configuração com o uso do TFTP
• Gerenciamento de arquivos de configuração com o uso do recurso copiar e colar
• Gerenciamento de imagens do IOS com o TFTP
• Gerenciamento de imagens do IOS com o XModem
• Verificação do sistema de arquivos usando comandos show