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Estrutura Atômica

e

Ligação Interatômica

Senha: ulbra2010-2

Ciências dos Materiais

Professor: Daniel Padilha Setti

Introdução

As propriedades dos materiais sólidos dependem dos arranjos geométricos dos átomos, e das

interações entre os átomos ou moléculas.

Estrutura atômica.

Configurações eletrônicas nos átomos e a tabela periódica.

Tipos

e

de

ligações

interatômicas

primárias

secundárias.

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Estrutura Atômica

O átomo consiste de um núcleo composto por prótons e nêutrons envolvido por

elétrons em movimento.

e elétricas 1,60x10 -19 C.

Os

elétrons

prótons

possuem

cargas

Os prótons e nêutrons possuem massa de

1,67x10 -27 Kg, a massa do elétron 9,11x10 -31 Kg.

3
3

Estrutura Atômica

Cada átomo tem o seu número atômico (Z)

Os número atômicos variam de 1 a 92

A massa atômica (A) é a soma de prótons e nêutrons

Átomos iguais de massas atômicas diferentes isótopos

Mol de uma substância tem 6,023x10 23

A ≈ Z + N

4
4

Elétrons nos átomos

Modelo atômico de Bohr

Os elétrons circulam ao redor do núcleo atômico.

Salto

quântico

tanto

para

um

estado

de

energia

absorção, quanto liberação.

E E E P E E N P N P P N P N N
E
E
E
P
E
E
N
P N
P
P
N
P
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N
N
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E E E E P N N E E N N P N P N
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N P P
N
N
P
P
E
P
N
E
N
P
P
N
5
P
P
E
E
P
E
E
E
E

Números Quânticos

Cada elétron em um átomo é caracterizado por 4 parâmetros.

AZIMUTAL MAGNÉTICO SPIN • As camadas são especificadas por número quânticos principal n:
AZIMUTAL
MAGNÉTICO
SPIN
As
camadas
são
especificadas
por
número
quânticos
principal n:
6
6

Configurações Eletrônicas

Estados eletrônicos

Princípio da exclusão de Pauli

Cada estado eletrônico pode comportar no máximo 2 elétrons

Os quais devem possuir valores opostos de spin

Estado fundamental

Configuração eletrônica

Configuração Eletrônica

do átomo de sódio

1s 2 ; 2s 2 ;
1s 2 ; 2s 2 ;
2p 6 ;
2p 6 ;

3s 1

fundamental • Configuração eletrônica Configuração Eletrônica do átomo de sódio 1s 2 ; 2s 2 ;
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7
8
8
9
9
9
9

Tabela Periódica

Os

elementos

estão

em

ordem

crescente

de

número atômico, em 7 colunas

Os

possuem camada eletrônica preenchida

elementos

do

grupo

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são

os

gases

nobres,

Os elementos eletropositivos, cedem elétrons

camada de valência para tornarem íons possitivos.

Os elementos eletronegativos, recebem os elétrons na

da

camada de valência para tornarem íons negativos.

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10
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11
11
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12

Forças e Energia de Ligação

Na medida em que os átomos se aproximam

Cada um exerce forças sobre o outro, atrativa ou repulsiva

Força atrativa F A

Força repulsiva F R

Força resultante F T

Ligações primária

F T = F A + F R

ligações interatômicas fortes, as energias de ligações

são grandes.

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Forças e Energia de Ligação

Ligações iônicas

É uma ligação interatômica que existe entre dois íons de cargas opostas. Força de Coulomb (atração)

Quanto maior a diferença de eletronegatividade, maior o caráter iônico

As energias de ligação, são relativamente grandes

Temperatura de fusão elevadas NaCl 801 ºC

A ligação iônica é encontrada na maioria dos sais

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15

Forças e Energia de Ligação

Ligações covalente

É uma ligação interatômica formada através de compartilhamento de

elétrons entre os átomos vizinhos.

A ligação covalente resulta da interação de átomos que apresentam

suas órbitas de valência quase saturadas de elétrons.

Nestas condições, seus elétrons de valência passam a orbitar indiferentemente nos átomos envolvidos.

Se um par de elétrons compartilhados constitui uma ligação simples, então ligações duplas e triplas implicam no compartilhamento de dois e três pares eletrônicos, respectivamente

As ligações covalentes podem ser muito fortes

Temperatura de fusão elevada C diamante 3550 ºC

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Ligação metálica

Envolve o compartilhamento não direcional de elétrons de valência

não localizado (nuvens eletrônicas)

Os metais têm um, dois ou no máximo três elétrons de valência, estes elétrons não estão ligados a um único átomo, mas estão mais ou menos livres para se movimentar por todo o metal.

A ligação pode ser fraca ou forte: Hg 68 KJ/mol; W 850 KJ/mol

Temperatura de fusão Hg -39 ºC; W 3410 ºC

Os elétrons que não são de valência e o núcleo formam um “caroço” eletricamente positivo que é envolvido por uma “nuvem”, “mar” ou ainda “gás” de elétrons. Os elétrons da nuvem atuam como uma “cola” mantendo os caroços positivos unidos.

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Ligações secundárias

Ligações interatômicas e intermoleculares fracas energia de ligação pequenas.

As

forças

de

ligações surge de dipolos atômicos ou

moleculares

 

Ligações de dipolo induzido flutuante

Movimento constante de vibração, originando pequenos dipolos

elétricos

As temperaturas de fusão e de ebulição são baixas

de vibração, originando pequenos dipolos elétricos • As temperaturas de fusão e de ebulição são baixas
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Ligações entre moléculas polares e dipolo induzido

• Ligações entre moléculas polares e dipolo induzido • Ligações de dipolos permanentes • A ligação

Ligações de dipolos permanentes

A ligação de hidrogênio é a ligação mais forte

Nas moléculas de HF, HCl, H 2 O, NH 3

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Os materiais poliméricos apresentam ligação covalente

(forte) entre os átomos na cadeia da macromolécula e

ligação secundária (fraca) intercadeia

Os materiais metálicos, embora sempre apresentem caráter

metálico predominante, exibem um certo caráter covalente. Quanto menor o número de elétrons de valência do átomo

metálico, maior será a predominância da ligação metálica

O sódio, potássio, cobre, prata e o ouro têm caráter metálico muito forte

Eles apresentam condutividades elétrica e térmica muito altas

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Os metais de transição, que apresentam elevado número de elétrons de valência nos seus átomos

Níquel, ferro, tungstênio e vanádio, apresentam uma parcela apreciável de ligações covalentes

Isto explica as suas piores condutividades térmica e elétrica, assim como suas maiores resistências mecânicas e mais altos pontos de

fusão

Pois

nesses

casos

a

ligação

metálica

é

reforçada

pela

ligação

covalente.

Os materiais semicondutores, tais como germânio, silício e selênio apresentam caráter covalente predominante com relação ao metálico.

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