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Centro Universitário UNIVATES

Curso de Graduação em Engenharia Civil


Topografia Aplicada

Aula 1 - Introdução à Topografia


Aplicada

Professor: Rafael Rodrigo Eckhardt


Biólogo e Ms. em Sensoriamento Remoto
e-mail: rafare@univates.br

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Conteúdo Programático

 Ementa: Métodos de levantamento planimétrico. Sistema de


coordenadas. Divisão de terras. Determinação da meridiana. Locação de
curvas. Levantamento hidrográfico. Terraplenagem. Divisão de terras e
loteamentos. Locação de obras.

 Objetivos: promover a compreensão teórica e prática da topografia e


planimetria em projetos e aplicações dos cursos da Engenharia Civil, da
Engenharia Ambiental, da Arquitetura e Urbanismo e da Biologia.
 Interpretação de cartas topográficas;
 Levantamento planimétrico;
 Levantamento topográfico com GPS Diferencial;
 Interpolação e locação de curvas de nível;
 Geração de altitude da área;
 Cálculo da declividade da área;
 Integração das curvas de nível com imagens de satélite;
 levantamento hidrográfico e delimitação de APPs visando a locação de
obras, entre outros assuntos.

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Conteúdo Programático

 Aula 1 - 31/07: Apresentação da disciplina e introdução à Topografia


Aplicada;
 Aula 2 - 07/08: Sistemas de coordenadas Geodésicas e UTM;

 Aula 3 - 14/08: Sistemas de Referência Terrestres - DATUM;

 Aula 4 - 21/08: Exploração de informações topográficas para grandes


áreas – Cartas Topográficas e Missão SRTM;

 Aula 5 - 28/08: Conceitos de GPS e GPS Diferencial;

 Aula 6 - 04/09: Atividade Prática em Campo de Levantamento


Topográfico com GPS Diferencial - Parque do Imigrante;

 Aula 7 - 11/09: Pós-processamento dos dados de campo;

 Aula 8 - 18/09: Interpolação da nuvem de pontos e traçado das curvas


de nível;

 Aula 9 - 25/09: Avaliação Teórica Individual I;

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Conteúdo Programático

 Aula 10 - 02/10: Interpretação de imagem de satélite de alta resolução


espacial;

 Aula 11 - 09/10: Recursos hídricos e apps;

 Aula 12 - 23/10: Integração das curvas de nível com a imagem de


satélite;

 Aula 13 - 30/10: Geração da altitude e declividade da área;

 Aula 14 - 06/11: Avaliação Teórica Individual II;

 Aula 15 - 13/11: Preparo da planta de situação, planta topográfica e


memorial descritivo da área;

 Aula 16 - 20/11: Apresentação de seminário;

 Aula 17 - 27/11: Apresentação de seminário;

 Aula 18 - 27/11: 04/12: Aula não presencial e entrega da


atividade Trabalho Discente Efetiva;

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Conteúdo Programático

 Metodologia:
 O programa será desenvolvido através de aulas teóricas, expositivas,
atividades em campo e PRÁTICAS DE LABORATÓRIO.
 Softwares que serão utilizados:
 Google Earth;
 GPS Trackmaker;
 IDRISI Taiga;
 Ezsurv;
 Surfer;
 Autocad;
 Mapgeo.

 O envolvimento dos alunos será estimulado em trabalhos, pesquisas e


apresentação de seminários em grupo que reflitam a atuação
acadêmica e profissional nesta área do conhecimento.

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Conteúdo Programático

 AVALIAÇÃO SUBJETIVA: acompanhamento do desempenho individual


e grupal. Será considerado o envolvimento nas atividades propostas, a
qualidade da produção oral e escrita, a pontualidade na execução e
entrega das tarefas, a apresentação de dados e resultados de
atividades propostas e as contribuições dadas às apresentações e aos
debates.

 AVALIAÇÃO OBJETIVA: os instrumentos de avaliação utilizados


serão: avaliações teóricas escritas, seminários, trabalhos em grupo.
 Avaliação I: Prova Teórica Individual - 25/09 - Peso 1;
 Avaliação II: Prova Teórica Individual - 06/11 - Peso 1;
 Avaliação III: Planta de Situação, Planta Topográfica e Memorial
Descritivo (Peso 0,6) + Seminário em grupo (Peso 0,4);
 Grupo 1, 2 e 3: 20/11;
 Grupo 4, 5 e 6: 27/11;

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Conteúdo Programático

 Atividade de Trabalho Discente Efetiva


 Como "atividade de trabalho discente efetiva" os alunos irão finalizar e
proceder à entrega da planta de situação, planta topográfica e o
memorial descritivo, descrevendo os elementos planialtimétricos, os
elementos naturais, a vegetação, as áreas de preservação permanentes
e a situação de uso do local de determinada área.
 A referida atividade visa servir de base para a instalação de obras de
pavimentação de rodovias, loteamento / parcelamento do solo,
instalação de indústrias, entre outros.

 Desde o semestre 2010/A, a nota mínima para aprovação na


Univates é 6,0 e o exame final foi abolido. O aluno que atingir média
simples igual ou superior a 6,0 entre as notas N1, N2 e N3 e tiver
frequência não inferior a 75%, estará APROVADO (Conforme Regimento
Interno da UNIVATES).

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Conteúdo Programático

 Bibliografia Básica:
 CASACA, João Martins. Topografia geral. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
 LOCH, Carlos; CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea:
planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995.
 MCCOMARC, Jack. Topografia. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
 MARCHETTI, Delamar; GARCIA, Gilberto. Princípios de fotogrametria
e fotointerpretação. São Paulo: Nobel, 1977.
 Bibliografia Complementar:
 BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo: Edgard Blucher,
2008.
 BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil.
São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
 ROCHA, José Antônio M. R.. GPS: uma abordagem prática. Recife:
Bagaço, 2003.
 PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador:
UFBA, 1989.

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FOCOS DA DISCIPLINA

 LEVANTAMENTO DE DADOS: o foco da disciplina não é a coleta de


dados topográficos (planimetria e altimetria). Mas, serão realizadas
algumas atividades com esse objetivo.

 APLICABILIDADE: a disciplina visa desenvolver aplicações da


topografia plana e tridimensional em projetos de várias áreas do
conhecimento com base no uso de recursos computacionais e imagens
de satélite;

 TRANSDISCIPLINARIDADE: aproveitamento dos conceitos e práticas


por várias áreas de conhecimento.

 FORMAÇÃO DE BASE: desenvolver uma base de conhecimentos com


reduzida complexidade e com facilidade de execução.

 INTEGRAÇÃO: possibilidade de integração dos alunos dos diversos


cursos matriculados na execução de atividades e tarefas.

 APROVEITAMENTO: aproveitamento das técnicas e práticas em


projetos profissionais no mercado de trabalho.

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INTRODUÇÃO

A palavra "Topografia" deriva das palavras gregas "topos" (lugar) e


"graphen” (descrever) significando, portanto, a representação exata de
um lugar.
 Forma => Contorno + ângulos + relevo

 Dimensão => distâncias + área

 Posição relativa => norte + distância até esquina + endereço

 Porção limitada => até 80 Km de extensão máxima = plano ou superfície


topográfica.

 A limitação da aplicação da topografia sobre uma porção limitada da


superfície terrestre permite menosprezar a curvatura da Terra
sem causar distorções significativas. Isto é, em topografia se
considera a Terra plana, visando simplificar os procedimentos de
processamento dos dados levantados em campo.

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Introdução

 TERRA => SUPERFÍCIE CURVA = ajustamentos para compensar


a curvatura da Terra para mapeamento de grandes áreas.

 OS LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS PLANOS = realizados em


pequenas áreas, de modo que a curvatura da Terra pode ser
negligenciada.
 Ex.: Levantamento topográficos para fazendas, subdivisões de terras,
edificações, plantas industriais e a maioria dos trabalhos topográficos.
 Tipos de Levantamentos mais comuns:
 Levantamento de Terras => locação dos limites de propriedades.
 Levantamento Topográfico => locação de objetos e medição das
alterações tridimensionais da superfície do terreno (relevo);
 Levantamentos Municipais => projetar ruas, planejar sistemas de
esgotos, preparar mapas, etc.
 Outros;

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Topografia

 Ciência que trata da determinação das dimensões e


contornos (ou das características tridimensionais) da
superfície da Terra, através da medição de distâncias,
direções e altitudes (McCormac, 2007).
 Ainda inclui cálculo de áreas, volumes e preparação de mapas e
diagramas (McCormac, 2007).
 Método Clássico de Levantamento: informação direta do terreno, a
partir de instrumentos simples de medição como é o caso dos
teodolitos, estações totais, níveis ópticos, GPS.

 Método Fotogramétrico: informação recolhida através da análise de


fotogramas do terreno, obtidos através de fotografia aérea ou de
imagens enviadas por satélites artificiais.

 TOPOGRAFIA: Grande avanço nas últimas décadas em todas as


formas de levantamento de campo até a elaboração do produto final.
 Utilização do meio digital, ou seja, equipamentos eletrônicos, que
automatizam várias etapas ligadas ao processo topográfico.

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Divisão do Levantamento Topográfico

 Planimétrico: representação  Altimétrico: representação


bidimensional tridimensional

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Levantamentos Topográficos

 Os levantamentos topográficos podem ser efetuados com ou sem


ligação à rede geodésica nacional.

 Ligados à rede geodésica:  Não ligados à rede geodésica:


 No campo, estaciona-se o  É considerado um referencial
aparelho no Marco Geodésico arbitrário;
pretendido.  São introduzidas no aparelho
 Identifica-se a coordenada coordenadas fictícias;
da origem do levantamento  Através da bússola, direciona-se
com GPS. o norte.

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Instrumentos Topográficos Topografia Automatizada

 Estação Total;  GPS Topográfico;

 Níveis eletrônicos;

 Trenas eletrônicas;

 Entre outros.

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Principais Softwares Topográficos

 A existência de softwares topográficos facilitou para o profissional de


topografia, pois desenhar uma área, ficou mais fácil a partir da
computadorização, além da realização de cálculos instantâneos.
 TopoGraph;
 Geo Office;
 TopoEVN;
 DataGeosis.
 Surfer.

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Aplicações da Topografia PLANIMETRIA

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Aplicações da Topografia ALTIMETRIA

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Aplicações da Topografia PLANI-ALTIMETRIA

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Aplicações da Topografia

 Projetos de Loteamento:
 Planimetria e Topografia:

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Aplicações da Topografia

 Projetos de Loteamento:
 Declividade do terreno:

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Aplicações da Topografia

 Projetos de Loteamento:
 Recursos Hídricos e APPs:

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Aplicações da Topografia

 Projetos de Loteamento:
 Recursos Hídricos e APPs:

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Aplicações da Topografia

TOPOGRAFIA PARA
INSTALAÇÃO DE
PLANTAS INDUSTRIAIS

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Aplicações da Topografia

Topografia para
Projetos de
pavimentação de
estradas

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Aplicações da Topografia

Modelo Digital do Projeto de pavimentação de vias

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Aplicações da Topografia

 VIZUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL:

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Aplicações da Topografia

 VETORES DE ESCOAMENTO DE ÁGUA:

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Aplicações da Topografia

 MAPA TOPOGRÁFICO DE UM MORRO:

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Aplicações da Topografia

 MAPA TOPOGRÁFICO DE UM VALE:

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Aplicações da Topografia

 PERFIS TOPOGRÁFICOS:

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REVISÃO

 ESCALA NUMÉRICA: relação matemática constante entre o comprimento


de uma linha medida na representação cartográfica (d) e o comprimento de
sua medida homóloga no terreno (D) (Loch e Cordini, 2000). Assim:
ௗ ଵ
Escala = =ே

 Onde N indica um fator de redução entre a grandeza gráfica e sua homóloga no
terreno. De maneira geral, podemos ter os seguintes valores para 1/N.
 Múltiplos de dez: 1:100; 1:1000; 1:100000; 1:1000000;
 Múltiplos de vinte: 1:200; 1:2000; 1:200000;
 Múltiplos de cinquenta: 1:50; 1:500; 1:5000; 1:50000; 1:5000000;
 A razão da escala é adimensional já que relaciona quantidades físicas
idênticas de mesma unidade.
 UMA ESCALA 1:2000 indica que o comprimento de uma linha medida no terreno é
2000 vezes maior que sua representação em planta, OU SEJA, 1 cm no papel
representa uma linha de 2000 cm (200 metros) no terreno.
 Escala 1:2000 => escalas topográficas (GRANDE ESCALA) = denominador pequeno =>
representação gráfica detalhada;
 Escala 1:1000000 => escala cartográficas (PEQUENA ESCALA) = denominador grande =>
representação gráfica geral ou com menor detalhe;

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REVISÃO

 ESCALA GRÁFICA: É representada por uma barra graduada com


subdivisões que indicam a relação entre a dimensão do elementos no
mapa em relação ao tamanho real.

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REVISÃO

 NORTE: Norte geográfico ou  Declinação Magnética (δ): ângulo


verdadeiro (NG): é aquele indicado formado entre o Norte Geográfico e
por qualquer meridiano geográfico, o Magnético expresso em graus.
na direção da rotação da Terra.
 Convergência meridiana (γ):
 Norte Magnético (NM): é a diferença angular entre o Norte
direção do polo magnético e indicado Geográfico e o Norte da Quadrícula.
pela agulha imantada de uma
bússola.

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REVISÃO

 BÚSSOLA: A bússola é um instrumento destinado a medir ângulos


horizontais (azimutes) necessários à orientação no terreno e na carta. Suas
medidas são determinadas por uma agulha magnetizada que indica, por
princípios físicos, uma direção chamada Norte Magnético.

Cuidados no emprego da bússola:


Evite aproximar-se de campos elétricos
e centro de massa de ferro.

Distâncias mínimas de segurança:


Alta tensão - 60 metros
Veículos - 20 metros
Linhas telegráficas - 20 metros
Arame farpado - 10 metros
Transformadores - 60 metros

Cálculo da Declinação Magnética: http://www.ngdc.noaa.gov/geomagmodels/Declination.jsp

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REVISÃO

 AZIMUTE E RUMO DE UM ALINHAMENTO: Todo alinhamento em


topografia deve ser orientado, e uma das formas é em relação à direção
Norte. Esta orientação se dá através de um ângulo entre esta direção e
a do alinhamento. Para melhor entendimento do assunto devemos
estudar o Círculo topográfico.

 A diferença básica entre os círculos que é a numeração dos quadrantes,


uma no sentido horário e outra no sentido anti-horário.

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REVISÃO

 AZIMUTE DE UM ALINHAMENTO (AZ): ângulo formado entre a


direção Norte (magnética ou verdadeira) e o alinhamento, contado no
sentido horário. Este azimute, também é conhecido por Azimute à
direita. A variação angular do azimute é de 0° a 360°.

No 1º Quadrante: 0° < AZ < 90°; AZoA Є1° Quad.


No 2º Quadrante: 90° < AZ < 180°; AZoB Є 2° Quad.
No 3º Quadrante: 180° < AZ < 270°; AZoC Є 3° Quad.
No 4º Quadrante: 270° < AZ < 360°; AZoD Є 4° Quad.

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REVISÃO

 RUMO DE UM ALINHAMENTO (R): ângulo formado entre a direção


Norte-Sul (magnética ou verdadeira) e o alinhamento, partindo da
ponta Norte ou da ponta Sul, contado da que estiver mais próximo
do alinhamento. A variação angular é de 0° a 90°.
 Os rumos terão seus quadrantes
identificados pelos Pontos
Colaterais: NE, SE, SW e NW.
 No 1º Quad, R = NE;
 No 2º Quad. R = SE;
 No 3º Quad. R = SW;
 No 4º Quad. R = NW.
 O valor angular do rumo nunca
ultrapassa os 90° e a sua origem
está ou no Norte ou no Sul.

 Os rumos 0A (NE) e 0C (SW),


são no sentido horário. E os
rumos 0B (SE) e 0D (NW),
são no sentido anti-horário.

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REVISÃO

 CONVERSÃO DE AZIMUTE EM RUMO E VICE-VERSA: O círculo


topográfico é o mesmo para Azimute como para Rumo. Existe pelo
menos um azimute e um rumo para cada alinhamento.

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