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LE PRÉSIDENTIALISME

ET LA CLASSIFICATION
DES
RÉGIMES POLITIQUES
«La loi du 11 mars 1957 n'autorisant, aux termes des alinéas 2 et 3
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duction intégrale, ou partielle, faite sans le consentement de l'auteur
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l'article 40). »
« Cette représentation ou reproduction, par quelque procédé que
ce soit, constituerait une contrefaçon sanctionnée par les articles 425
et suivants du Code pénal. »

ISBN 2-275-01223-0
BIBLIOTHÈQUE CONSTITUTIONNELLE ETDESCIENCE POLITIQUE
sous la direction de

GEORGES BURDEAU
Professeur à l'Université de Droit, d'Economie et de Sciences sociales de Paris

T O M E LVIII

LE PRÉSIDENTIALISME
ET LA CLASSIFICATION
DES
RÉGIMES POLITIQUES
par

Richard MOULIN
docteur en droit, assistant à l'U.E.R. de droit et des sciences économiques
de l'Université de Rouen

Préface de Michel TROPER


professeur à l'U.E.R. de droit et des sciences économiques de l'Université de Rouen

Ouvrage honoré d'une subvention du Secrétariat d'État aux Universités


Prix du Centre Français de Droit Comparé

P A R ! S
LIBRAIRIE GENERALE DE DROIT ET DE JURISPRUDENCE
R. PICHON ET R. DURAND-AUZIAS
2 0 e t 24, r u e S o u f f l o t

1978
D a n s la m ê m e collection

T O M E I. — A M P H O U X ( J e a n ) : L e C h a n c e l i e r f é d é r a l d a n s l e r é g i m e c o n s t i t u t i o n n e l
de la République Fédérale d ' Allemagne.
TOME I I . — FERRETJANS (Jean-Pierre) : E s s a i sur la notion de p r o p r i é t é sociale.
TOME I I I . — W A G R E T ( J e a n - M i c h e l ) : H i s t o i r e e t s o c i o l o g i e p o l i t i q u e s d e l a R é p u b l i q u e
du Congo (Brazzaville). Epuisé.
TOME I V . — L E CORNEC (Jacques) : Histoire politique du Tchad de 1900 à 1962.
Epuisé.
TOME V . — B A R A L E ( J e a n ) : La Constitution de la I V e République à l'épreuve de la
guerre.
TOME V I . — A M E L L E R (Michel) : Les questions, instrument du contrôle parlementaire.
TOME V I I . — G O D E C H O T (Thierry) : L e P a r t i D é m o c r a t e - c h r é t i e n italien.
TOME V I I I . — A V R I L ( P i e r r e ) : L e r é g i m e p o l i t i q u e d e l a Ve R é p u b l i q u e , 3e é d .
TOME I X . — K H E I T M I ( M o h a m m e d Rechid) : L e s p a r t i s p o l i t i q u e s et le d r o i t p o s i t i f
français.
TOME X. — V A S A K (Karel) : L a Convention européenne des Droits de l ' H o m m e . Epuisé.
TOME X I . — M I C H E U - P U Y O U ( J e a n ) : H i s t o i r e é l e c t o r a l e d u d é p a r t e m e n t d e s B a s s e s -
P y r é n é e s sous la IIIe et la I V e République. Epuisé.
TOME X I I . — HALBECQ (Michel) : L'Etat, son Autorité, son Pouvoir (1880-1962).
Epuisé.
TOME X I I I . — B O R T O L I (Gilbert) : Sociologie d u référendum dans la F r a n c e contem-
poraine.
TOME X I V . — LUX-WURM (Pierre) : L e Péronisme. Epuisé.
TOME X V . — PRUNIERES (Bernard) : L a presse sans politique.
TOME X V I . — B O C K E L ( A l a i n ) : L a p a r t i c i p a t i o n d e s s y n d i c a t s o u v r i e r s a u x f o n c t i o n s
économiques et sociales de l'Etat. Epuisé.
TOME X V I I . — B U F F E L A N ( J e a n - P a u i ) : L e c o m p l o t d u 1 3 m a i 1 9 5 8 d a n s le S u d - O u e s t .
TOME X V I I I . — CAMUS (Geneviève) : L ' E t a t de nécessité en démocratie.
TOME X I X . — AIRIAU (Jean) : L'opposition aux Physiocrates à la fin de l'Ancien
Régime.
TOME X X . — P A L A Z Z O L I ( C l a u d e ) : L e s r é g i o n s i t a l i e n n e s . C o n t r i b u t i o n à l ' é t u d e d e
la décentralisation politique.
TOME X X I . — SOULIER (Gérard) : L'inviolabilité parlementaire en droit français.
TOME X X I I . — LEROY (Paul) : L ' o r g a n i s a t i o n constitutionnelle et les crises.
TOME X X I I I . — D E S M O T T E S ( P i e r r e ) : D e la responsabilité p é n a l e des ministres en
régime parlementaire français. Epuisé.
TOME X X I V . — RIZK (Charles) : Le régime politique libanais. Epuisé.
TOME X X V . — J O U V E ( E d m o n d ) : L e Général de Gaulle et la construction de l ' E u r o p e
(1940-1966).
TOME X X V I . — C H A N T E B O U T ( B e r n a r d ) : L ' o r g a n i s a t i o n g é n é r a l e d e la Défense
N a t i o n a l e e n F r a n c e d e p u i s la f i n d e la s e c o n d e g u e r r e m o n d i a l e .
TOME X X V I I . — TAY (Hugues) : Le régime présidentiel en France.
TOME X X V I I I . — R O H R ( J e a n ) : V i c t o r D u r u y , M i n i s t r e d e N a p o l é o n I I I , e s s a i s u r l a
politique de l'Instruction publique a u temps de l ' E m p i r e Libéral.
TOME X X I X . — L A C H A P E L L E (P. de) : L a Déclaration Universelle des D r o i t s de
l ' H o m m e e t le C a t h o l i c i s m e .
TOME X X X . — DUCLOS (Pierre) : L ' E t r e Fédéraliste.
TOME X X X I . — E L B A N N A ( M a h m o u d Atef) : L e particularisme du pouvoir d'auto-
risation budgétaire.
T O M E X X X I I . — D R A N (Michel) : L e Contrôle juridictionnel et la g a r a n t i e des libertés
publiques.
TOME X X X I I I . — G I C Q U E L ( J e a n ) : E s s a i s u r l a p r a t i q u e d e l a Ve R é p u b l i q u e . N o u v e a u
tirage a v e c m i s e à j o u r 1977.
TOME X X X I V . — GILSON (Bernard) : L a découverte du régime présidentiel.
TOME X X X V . — V A S A K ( K a r e l ) : L a C o m m i s s i o n i n t e r a m é r i c a i n e d e s d r o i t s d e l ' h o m m e .
TOME X X X V I . — B E D O U E L L E ( G u y ) : L ' E g l i s e d ' A n g l e t e r r e et l a s o c i é t é c o n t e m p o r a i n e .
TOME X X X V I I . — F E R R I E R ( J e a n - P i e r r e ) : L a p e n s é e p o l i t i q u e d e C o n s t a n t i n P e c q u e u r .
TOME X X X V I I I . — M A R I C H Y ( J e a n - P i e r r e ) . — La deuxième c h a m b r e d a n s l a vie
politique f r a n ç a i s e depuis 1875.
TOME X X X I X . — V O I S S E T ( M i c h è l e ) : L ' a r t i c l e 1 6 d e l a C o n s t i t u t i o n d u 4 o c t o b r e 1 9 5 8 .
TOME X L . — J E G O U Z O ( Y v e s ) : L'élaboration de la politique de développement dans
l'Europe communautaire.
TOME X L I . — ZILEMENOS (Constantin) : L e droit d e la p r e s s e hellénique.
TOME X L I I . — C O R M (Georges-G.) : Contribution à l'étude des sociétés multi-
confessionnelles.
TOME X L I I I . — GANZIN (M.) : L a pensée politique d ' E d m u n d Burke.
TOME X L I V . — MME E L KOSHERI MAHFOUZ : S o c i a l i s m e et p o u v o i r en E g y p t e .
TOME X L V . — C L A I S S E (Alain) : L e P r e m i e r m i n i s t r e d e l a Ve R é p u b l i q u e .
TOME X L V I . — M O R A N D ( J a c q u e l i n e ) : L e s i d é e s p o l i t i q u e s d e L o u i s - F e r d i n a n d C é l i n e .
TOME X L V I I . — V I A L L E ( P i e r r e ) : L a c o u r s u p r ê m e e t l a r e p r é s e n t a t i o n p o l i t i q u e a u x
E t a t s - Unis.
TOME X L V I I I . — T R O P E R ( M i c h e l ) : L a séparation des pouvoirs et l'histoire consti-
tutionnelle française. Epuisé.
TOME X L I X . — D E B R É ( J e a n - L o u i s ) : L e s i d é e s c o n s t i t u t i o n n e l l e s d u G é n é r a l d e G a u l l e .
TOME L . — CHIROUX (René) : L ' e x t r ê m e - d r o i t e sous la Ve R é p u b l i q u e . Epuisé.
TOME L I . — M E N Y ( Y v e s ) : C e n t r a l i s a t i o n e t d é c e n t r a l i s a t i o n d a n s le d é b a t p o l i t i q u e
français, 1945-1969.
TOME L I I . — DENQUIN (Jean-Marie) : Référendum et plébiscite.
TOME L U I . — MOUSSALLEM (Anis) : L a p r e s s e libanaise.
TOME L I V . — Z I L E M E N O S ( C o n s t a n t i n ) : N a i s s a n c e e t é v o l u t i o n d e la f o n c t i o n d e
P r e m i e r m i n i s t r e d a n s le r é g i m e p a r l e m e n t a i r e .
TOME L V . — JOURNES (Claude) : L ' e x t r ê m e - g a u c h e en G r a n d e - B r e t a g n e .
TOME L V I . — DOUIN (Claude-Sophie) : L e Fédéralisme autrichien.
TOME L V I I . — P I N T O LYRA (Rubens) : La gauche en France et la construction
européenne.
PRÉFACE -

Il est beaucoup question dans les travaux des constitutionnalistes contem-


porains de la classification et du classement des régimes politiques. Il s'agit, à
vrai dire, le plus souvent, non d'une classification des régimes politiques en
général, qui relèverait de l'anthropologie politique, mais plus modestement
d'une classification des régimes des Etats modernes et spécialement des régimes
représentatifs. Il en est ainsi pour celle qui est aujourd'hui le plus couramment
enseignée et utilisée, au point qu'elle fait partie du vocabulaire politique de base :
on fait allusion, naturellement, à la distinction des régimes ou systèmes prési-
dentiel et parlementaire.
Il arrive que les constitutionnalistes s'interrogent sur la légitimité du classe-
ment, c'est-à-dire de l'affectation du régime de tel ou tel pays à l'une ou l'autre
des deux classes de systèmes. Il arrive même, quoique plus rarement, qu'ils
mettent en doute la validité de la classification elle-même. Mais nul ne conteste
la nécessité ou l'utilité de ces opérations de classification et de classement. Il
semble aller de soi que toute science doive classer. Mais, au fond, à quoi servent
ces classifications ?
Selon une conception, heureusement moins répandue de nos jours, la fonc-
tion de la science du droit constitutionnel est de poser des normes. Dans cette
perspective, classifications et classements sont les instruments de cette fonction.
Ainsi, on peut lire parfois que la Ve République n'étant ni un régime parlemen-
taire, ni un régime présidentiel, il convient de modifier la Constitution de manière
à ce qu'elle puisse entrer dans l'une ou l'autre de ces classes ; il faut, par exemple,
ou bien réviser le mode d'élection du Chef de l'Etat, ou bien supprimer la respon-
sabilité ministérielle et créer un poste de vice-président. Ou encore — moyennant
une argumentation différente quant au fond mais semblable dans son principe —
puisque la constitution de 1958 a institué la responsabilité politique du gouver-
nement, la ye République est un régime parlementaire ; dans un tel régime, le
gouvernement doit jouir de la confiance de la Chambre, donc il est tenu, malgré
l'imprécision de l'article 49, de solliciter la confiance de l'Assemblée nationale
aussitôt après sa nomination par le Président de la République. De tels raison-
nements, utiles certes lorsqu'il s'agit de conseiller ou de justifier une prise de
position politique, ne peuvent cependant se réclamer à aucun titre de la science
ou de la connaissance du droit constitutionnel. Ils se fondent en effet toujours
sur une norme implicite, dont le contenu est à peu près le suivant : « tout régime
politique doit comporter les caractères essentiels de l'une des catégories déter-
minées par la science du droit ». Or, aucun ordre juridique positif ne comporte
évidemment de norme semblable. Celle-ci est seulement une norme métajuridique,
issue de la seule volonté des auteurs qui se rattachent à cette conception et
entendent grâce à elle, non pas décrire le droit constitutionnel positif, mais
déterminer son contenu.
On sera naturellement tenté d'objecter à cette critique que la science du
droit constitutionnel ne se propose pas d'énoncer de véritables normes, mais
seulement des normes « techniques ». Il s'agirait simplement de jugements de
réalité, exprimés sous une autre forme. Ainsi, la proposition selon laquelle « pour
porter de l'eau à ébullition, il faut la chauffer jusqu'à une température de 100° »,
n'exprime pas un devoir-être ; — on ne prescrit pas de porter l'eau à ébullition ;
on se borne à décrire le moyen par lequel cet effet peut être obtenu. On énonce,
en d'autres termes, une relation de causalité entre deux faits : l'échauffement
et l'ébullition. De même, pour les Constitutions, en affirmant qu'elles doivent
être ou bien parlementaires ou bien présidentielles, on énoncerait seulement les
conditions d'un fonctionnement régulier. Autrement dit, la science du droit
constitutionnel formulerait des jugements de réalité : les Constitutions prési-
dentielles fonctionnent de telle manière, les Constitutions parlementaires de
telle autre. La classification ne ferait qu'exprimer une relation causale entre
deux phénomènes, l'existence d'une certaine structure constitutionnelle d'une
part, un certain mode de fonctionnement d'autre part.
La prétention d'énoncer des normes techniques serait évidemment justifiée
si la science du droit constitutionnel était capable de décrire de telles relations
de causalité. Il serait alors possible d'établir deux séries de classifications : on
pourrait classer les régimes selon leurs structures et prévoir ainsi leur fonction-
nement ; ou, à l'inverse, les classer selon leur mode de fonctionnement et en
découvrir la cause dans leurs structures. Or, l'échec des classifications existantes
est éclatant dans les deux cas.
Au moins en apparence, l'opposition des régimes parlementaire et prési-
dentiel est fondée sur le critère de la séparation des pouvoirs, entendue comme
indépendance mutuelle des principaux organes. Dans le système présidentiel,
le Président et les ministres ne sont pas révocables par les Chambres, ni nommés
par elles et ils ne peuvent les dissoudre. Dans le système parlementaire, les
ministres sont, au contraire, nommés sinon par les Chambres, du moins confor-
mément à leur volonté (en tout cas, conformément à la volonté de la majorité
de l'une d'elles) et ils peuvent dissoudre ou faire dissoudre au moins l'une des
Chambres. De ces deux types de structure, peut-on espérer déduire deux modes
de fonctionnement ? Evidemment non. Si l'on entend par mode de fonctionnement
le type ou le lieu d'exercice du pouvoir, il est naturellement impossible d'inférer
de l'examen des structures le détenteur principal du pouvoir politique : dans
certains régimes parlementaires, ce sera le Parlement, dans d'autres le Gouver-
nement. Peut-on alors, plus modestement — si l'on entend par mode de fonc-
tionnement le type de relations réelles entre les autorités — affirmer au moins
que, dans le système parlementaire, la ou les Chambres ont la faculté de renverser
les ministres et qu'il est possible qu'elles en usent de temps à autre ? Peut-on, en
d'autres termes, établir une corrélation du type : dans les régimes présentant une
structure parlementaire la Chambre provoque parfois la démission des membres
du Pouvoir Exécutif ; elle ne la provoque jamais dans les régimes présidentiels ?
Ces énoncés seraient faux : il n'y a pas de crise ministérielle en Grande-Bretagne
depuis bien longtemps ; la constitution chilienne, calquée sur celles des Etats-
Unis, a fonctionné au xixe s. comme n'importe quel régime parlementaire ; et
la démission de Richard Nixon a bien été provoquée par l'hostilité des chambres.
En vérité, la recherche d'une relation entre structure et fonctionnement est
parfaitement vaine si, par structure constitutionnelle, on entend, comme le font
les juristes, non pas un fait — le système politique réel — mais un ensemble de
normes : il est logiquement impossible d'établir une relation causale entre une
norme et un comportement ; si une conduite est prescrite, il n'y a aucune nécessité
qu'elle ait lieu effectivement et la norme peut être violée. Même en dehors de
toute violation, les textes constitutionnels font l'objet d'interprétations qui
aboutissent à une recréation permanente et surtout ils contiennent principa-
lement des normes d'habilitation. Celles-ci sont respectées aussi bien lorsque
la conduite permise a lieu que lorsqu'elle n'a pas lieu. On ne peut donc connaître
le fonctionnement d'un système constitutionnel ou la vie politique qu'en l'exa-
minant directement. Le classement du régime dans l'une des deux principales
catégories ne permet pas de faire l'économie de l'observation immédiate.
On peut donc comprendre, sinon justifier, l'attitude de certains auteurs qui,
trouvant des systèmes qui ne fonctionnent pas comme ils le « devraient », les
affectent à une autre catégorie. Ainsi, on a pu lire que la Grande-Bretagne
connaissait « en réalité » un régime présidentiel (parce que le Cabinet n'y est
jamais renversé, que le Premier Ministre y occupe la position principale et qu'il
est indirectement choisi par le corps électoral et non par la Chambre des Com-
munes). Ces auteurs ne se sont pas aperçus qu'ils ont en chemin modifié l'objet
de la classification ; puisqu'ils ne pouvaient pas déduire un mode de fonction-
nement des structures constitutionnelles, ils se sont mis à classer directement
ces modes de fonctionnement.
C'est d'une démarche similaire que procède la notion de régime présiden-
tialiste. Richard Moulin le démontre de façon irréfutable : cette catégorie ne
correspond pas à un type de structure constitutionnelle ; elle regroupe tout
simplement les systèmes politiques dans lesquels, en pratique, le Chef de l'Etat
dispose ou semble disposer d'un pouvoir « très important », cette qualification
étant d'ailleurs vaguement précisée par comparaison avec la puissance du
Président des Etats-Unis.
Le vice de cette classification ne provient pas seulement de l'imprécision du
critère. A supposer qu'on parvienne à définir nettement un « Président fort »,
qu'on regroupe en une catégorie tous les régimes, quelles que soient leurs struc-
tures, dans lesquels existe un organe correspondant à la définition du « Président
. fort » et qu'on appelle ces régimes « présidentialistes », on n'aura abouti qu'à
un mot. Cette catégorie est rigoureusement inutile à la science du droit, ou du
moins elle lui est étrangère, car elle résulte de la classification non de Consti-
tutions, mais de comportements politiques.
Mais justement, dira-t-on, si la classification porte non sur les structures,
mais sur les modes de fonctionnement, non sur les Constitutions, mais sur les
comportements politiques, c'est parce qu'il s'agit d'unir le droit constitutionnel
et la science politique. On classerait en réalité, pour adopter le vocabulaire des
programmes officiels de la licence du droit, des « institutions politiques ». On se
fonderait toujours sur l'idée qu'il existe une relation entre structure et mode
de fonctionnement et on chercherait à préciser cette relation. En groupant dans
une même catégorie tous les régimes qui fonctionnent d'une manière semblable,
on pourrait rechercher s'ils présentent dans leurs structures un caractère commun,
qui pourrait être considéré comme une cause, ou au moins comme un facteur
explicatif de leur mode de fonctionnement. La démarche traditionnelle se trou-
verait inversée : au lieu de classer les structures pour découvrir leurs effets, on
classerait les effets pour découvrir les causes.
En réalité, il est à craindre que le recours à la notion de présidentialisme ne
soit pas, le plus souvent, dicté par le souci de trouver une explication structurelle
et qu'on se satisfasse d'une étiquette sans prolonger la recherche. Voudrait-on
la poursuivre d'ailleurs, qu'on ne le pourrait pas. D'une part, pour les raisons
qu'on vient de rappeler : il ne peut y avoir aucune relation de causalité entre
une Constitution conçue comme un complexe de normes et des comportements
politiques. D'autre part, quand bien même une telle relation serait-elle conce-
vable, la démarche serait aussi absurde que celle qui consisterait à classer les
maladies selon leurs symptômes : on ne peut pas postuler que, parce qu'ils sont
semblables, les phénomènes résultent des mêmes causes.
La valeur d'une classification dépend à la fois de sa qualité logique et de
son intérêt scientifique ou de son caractère opératoire. L'intérêt des classifications
traditionnelles en droit constitutionnel est nul. Quant à leurs qualités logiques,
l'ouvrage de Richard Moulin prouve amplement qu'elles sont tout aussi inexis-
tantes. La démonstration, menée avec une rigueur absolue et fondée sur une
connaissance approfondie des systèmes politiques étrangers, en particulier de
ceux d'Amérique latine, ne pourra que convaincre ceux qui la liront. Si la science
du droit est susceptible de progrès, s'il est possible à un chercheur d'établir des
propositions nouvelles que ses pairs devront ou accepter ou tenter de réfuter,
alors peut-être est-il permis d'espérer, après la publication de ce livre, qu'on ne
raisonnera plus et qu'on n'écrira plus désormais de la même manière sur le
présidentialisme et sur la classification des régimes politiques.

Michel TROPER.
INTRODUCTION GENERALE

Lorsqu'ils étudient les cadres institutionnels de l'action politique, les


juristes français, par tradition, sont portés à émettre un jugement sur leur
valeur et leur conformité à certains types idéaux prédéterminés1. Ils
assignent notamment à la constitution un rôle bien précis. Cette tendance
suppose une foi solide dans l'efficacité des dispositions juridiques, et notre
histoire constitutionnelle, longue et mouvementée, devrait inciter à plus de
relativisme. Pour M. Duverger, cependant, « l'objet d'une constitution
est de définir par avance un certain type de régime qu'on tâche ensuite
d'appliquer en pratique : ainsi, l'essence précède l'existence » 2.
Qu'un système constitutionnel ne réponde pas à ces exigences, soit
parce que le type de régime qu'il détermine ne correspond pas aux canons
établis par la doctrine, soit parce que la pratique qu'il engendre n'est pas
conforme à celle que l'on attendait, et il sera considéré avec suspicion et
dédain. Le vocabulaire de notre droit constitutionnel est riche en distinc-
tions et nuances, parfois déconcertantes pour le profane, qui ont pour but
de rendre compte de l'appréciation, souvent subtile, portée par les consti-
tutionnalistes sur les structures et le fonctionnement des institutions objet
de leur étude 3. Parmi celles-ci, le terme présidentialisme connaît, depuis la
seconde guerre mondiale, une utilisation de plus en plus courante.
Le mot, employé le plus souvent avec un sens péjoratif, évoque, non
sans imprécision, l'idée d'une altération de concepts juridiques purs, tels
que les a établis la doctrine dans une classification devenue aujourd'hui
traditionnelle. Aussi, l'étude du présidentialisme exige-t-elle que soient
exposées au préalable les circonstances dans lesquelles il est né, et, surtout,
la signification exacte que l'on entend lui attribuer : simple vocable com-
mode à l'origine, il tend à devenir une notion4 qui, tout en se situant en
marge des catégories classiques, ne peut cependant en être complètement
détachée.

1. Répondant à une question sur la transformation des institutions en régime


présidentiel, M. Giscard d'Estaing remarquait, lors de sa réunion de presse du
25 juillet 1974 « lorsque mes collègues — je ne sais pas si c'est le terme — le
chancelier d'Allemagne Fédérale ou le président des Etats-Unis tiennent une
réunion de presse, personne ne leur parle des institutions, parce qu'on considère
que les institutions allemandes ou américaines, cela va de soi ».
2. « Une République consulaire », Encyclopédie française, Tome X, Cha-
pitre 2, p. 21 et s.
3. Les hommes politiques ont d'ailleurs une tendance identique. V. G.
Lavau : « Réflexions sur le régime politique de la France », R.F.S.P., 1962,
p. 813.
4. Selon M. Eisenmann, lors de l'établissement d'une classification, les
objets classés en masses partielles correspondent « à une notion, c'est-à-dire
que les éléments ou objets qui la composent présentent les caractères ou traits
qui sont communs à tous, et qui, en outre, — si le système de classement est
satisfaisant — ne se rencontrent qu'en eux » (« Essai d'une classification théo-
rique des formes politiques », Politique, 1968, p, 5).
Section I. — La classification traditionnelle

L'exercice du pouvoir peut, à l'intérieur d'un Etat, être diversement


organisé. Lorsque les fonctions étatiques sont confiées à des organes
distincts, les rapports entre ceux-ci peuvent varier. La doctrine française
s'est beaucoup préoccupée, à partir de ces variations, d'opérer un classement
des formes de gouvernement sur lesquelles elle se penchait, dans des
catégories préalablement déterminées.
Cette démarche implique une double opération. D'abord, l'établisse-
ment de la classification, c'est-à-dire « l'ensemble des règles qui doivent
présider au classement effectif ou qui déterminent idéalement un ordre
dans les objets » (Littré). Il s'agit alors de créer des concepts adaptés à
l'objet des travaux. Ensuite, le classement proprement dit, qui consiste à
examiner chaque régime à la lumière de ces concepts, afin de le ranger
dans l'une ou l'autre des catégories ainsi obtenues. Ce travail présente un
intérêt certain, taxinomique, d'abord, et également sur le plan du droit
constitutionnel. L'utilisation d'une méthode et de catégories judicieusement
adaptées devrait, en effet, permettre de déterminer quel schéma institu-
tionnel peut fonctionner dans un Etat donné.
Dans les systèmes couramment appelés démocraties libérales, la clas-
sification a été fondée sur les types de rapports entre parlement et gouver-
nement 5. Son origine se trouve dans la différence des pratiques engendrées
par les institutions européennes (britanniques en particulier) et américaine.
De là sont nées deux grandes catégories opposées : le régime parlementaire
et le régime présidentiel6.

§ 1. — LA SÉPARATION DES POUVOIRS, ORIGINE DE LA CLASSIFICATION

A la fin du XVIII" siècle, les structures des premières constitutions


étaient assez identiques. En effet, Montesquieu, étudiant le gouvernement
de l'Angleterre dans un chapitre de « l'Esprit des Lois », en avait dégagé
un principe simple, garantie d'harmonie, selon lequel les diverses fonctions
de l'Etat (législative, exécutive et accessoirement juridictionnelle), ne doivent
pas, pour éviter le despotisme, être confiées à une même autorité. Cette
idée, connue sous le nom de séparation des pouvoirs, eut une très grande
faveur chez les premiers constituants. Tour à tour les constitutions des
anciennes colonies anglaises d'Amérique, celle des Etats-Unis, celle de

5. Comme le note avec raison, M. Léo Hamon (« Cours de droit consti-


tutionnel et d'institutions politiques », 1968-69, multigr., Paris, pp. 266-267),
cette classification n'est pas la seule possible. C'est du moins la plus couram-
ment utilisée.
6. V. par ex. M. Duverger : « Institutions politiques et droit constitution-
nel », Paris, 1971, T. I, p. 181 et s. Néanmoins, un certain nombre d'auteurs
font parfois intervenir une troisième catégorie, le régime d'assemblée, aussi
qualifié de conventionnel (v. par ex. H. Tay : « Le régime présidentiel et la
France », Paris, 1968, p. 3) ou directorial (v. par ex. A. Hauriou : « Institutions
politiques et droit constitutionnel », Paris, 1972, p. 220). Ils lui accordent toute-
fois une importance réduite, et le situent à l'écart des autres catégories, en
considérant que c'est un régime de confusion juridique des pouvoirs au profit
de l'organe législatif (v. G. Burdeau : c Traité de Science politique », 1969,
T. IV, chapitre III).
1791, en France, s'en réclamèrent et s'inspirèrent ainsi, à des degrés divers,
des institutions anglaises7.
Pourtant, malgré des analogies dans l'organisation des pouvoirs publics,
l'évolution de ces systèmes contitutionnels sera différente. La doctrine la
systématisera en dégageant les concepts de régimes parlementaire et pré-
sidentiel.
On fait naître la notion de régime parlementaire en Grande-Bretagne,
lorsque les pouvoirs du monarque commencent à décliner au profit des
chambres. Celles-ci exigent alors progressivement que la politique royale
soit conforme à leurs vues, en utilisant notamment à cette fin les procédures
du « bill of attainder » et de 1' 4 impeachement », qui leur permettent de
condamner les ministres refusant de se plier à leur volonté 8. Dans le même
temps, la possibilité pour le roi de dissoudre le parlement lui permet de
solliciter un corps électoral réduit, et facilement manœuvrable.
Néanmoins, l'utilisation de cette procédure n'empêchera pas les cham-
bres d'obtenir que le cabinet ministériel, devenu organisme autonome,
bénéficie de leur confiance, tandis que le droit de veto législatif, préroga-
tive importante dont disposait traditionnellement le roi, tombe peu à peu
en désuétude 9.
En France, l'évolution, plus tardive, sera pratiquement la même.
Amorcée par la pratique de la constitution de 1791, la responsabilité minis-
térielle va se développer sous les chartes, en dépit de controverses achar-
nées, pour atteindre son apogée sous les IIIe et IVe Républiques.
Les Etats-Unis, au contraire, n'ont pas connu ce processus. Les
ministres sont nommés librement par le président. L'approbation par le
sénat de leur nomination, exigée par la constitution, a presque toujours
été accordée. La procédure d'impeachment, prévue contre certains fonction-
naires, notamment ceux de l'exécutif, n'a pas été utilisée par les chambres
pour exiger que le président choisisse ses collaborateurs en conformité
avec la majorité. Ainsi, ne se dégagea pas, comme en Europe la notion de
cabinet ministériel, politiquement responsable devant les chambres. Le
président, élu depuis 1804 au mode de scrutin encore en vigueur aujour-
d'hui 10, qui lui assure une certaine indépendance, se trouve donc seul face
à un congrès que la constitution ne l'autorise pas à dissoudre.
Il était alors aisé d'établir un antagonisme entre les deux types de
pratique. On opposait ainsi le régime représentatif des Etats-Unis au régime
parlementaire de la Grande-Bretagne ". Puis, pour désigner le système
américain, Bagehot, en 1867, utilisa le terme régime présidentiel 12. L'ex-

7. On a pu noter la ressemblance des constitutions françaises de 1791


et de l'An III avec celle de Philadelphie (v. Esmein : « Eléments de droit
constitutionnel », 1896, Paris, p. 294).
8. C'est en 1376, selon P. Desmottes ( « D e la responsabilité pénale des
ministres en régime parlementaire français ». Paris, 1968) qu'eut lieu le premier
procès d'impeachment, suivi en 1388, de la première condamnation à mort à
la suite de cette procédure.
9. En 1788, Hamilton (<sLe Fédéraliste», éd. fr. Paris, 1902, n° LXXIII,
p. 612 et s.) remarque déjà que le roi d'Angleterre n'utilise plus son veto.
10. Le XIIe amendement, qui établissait ce mode d'élection, ne fut cependant
ratifié par tous les Etats que beaucoup plus tard, en 1868.
11. Le terme régime représentatif fut longtemps utilisé par la doctrine
latino-américaine pour désigner le système des Etats-Unis.
12. c The English Constitution », 1867, London. Prévost Paradol utilise à
propos des Etats-Unis l'expression c République présidentielle », dans son ou-
vrage de 1868 « L a France nouvelle» (Paris, 1868, p. 122).
pression connut une certaine fortune : à partir de celle-ci, la doctrine créa
un concept destiné non seulement à exposer le fonctionnement des insti-
tutions américaines, mais également à constituer un élément de sa classi-
fication des types de relations entre organes gouvernementaux. En effet, il
ne suffisait pas aux théoriciens du droit constitutionnel de constater les
divergences existant entre pratiques européennes et américaines. Il leur est
apparu qu'ils devaient les systématiser, pour dépasser la simple description,
et aboutir à la création de classes.
Pour ce faire, il leur fallait discerner le ou les éléments essentiels qui
pouvaient rendre compte des différences existantes et les justifier.
C'est à partir de l'idée de séparation des pouvoirs, et de l'interprétation
que l'on en donnait, qu'a été fondée toute l'opposition entre les deux
grandes catégories qui deviendront les pôles de la classification. On a
considéré que régimes européens et américains supposaient tous une sépa-
ration des pouvoirs, mais qu'elle était souple dans les premiers cas, et
absolue dans le second. La doctrine classique a beaucoup insisté sur ces
deux manières inverses d'obtenir une harmonie et un équilibre entre les
organes de l'Etat : la collaboration ou au contraire l'affrontement permanent
provoqué par les c checks and balances » de la constitution des Etats-
Unis 1S.
Si, de la notion de gouvernement parlementaire, dégagée plus tôt que
celle de régime présidentiel, Esmein écrivait qu' « elle suppose, tout d'abord,
la séparation juridique du pouvoir exécutif et du pouvoir législatif, qui
sont confiés à des titulaires distincts et indépendants » 14, Carré de Malberg
pouvait rectifier : ... « ce régime (...) ne se borne pas à attribuer aux
titulaires des deux pouvoirs certains moyens d'action réciproques leur
permettant de s'arrêter entre eux, selon le vœu de Montesquieu, il se
propose, en outre, comme l'un de ses objectifs essentiels, d'assurer entre
eux un rapprochement constant, une coordination étroite. Bien loin de
poursuivre leur séparation, son but précis à cet égard, et sa caractéris-
tique, c'est de fonder leur association » 13.
Pour le régime des Etats-Unis, la doctrine s'accordait à reconnaître
qu'il n'existait aucune collaboration entre les pouvoirs publics. Hauriou
écrivait ainsi : c ... Il existe entre le président investi du pouvoir exécutif,
et le congrès, investi du pouvoir législatif, une séparation des pouvoirs
rigide qui interdit, en principe, toute collaboration à la même fonction » 16.
Ces idées ont dans l'ensemble été reprises par les auteurs modernes. Ainsi,
A. Hauriou, fils du précédent, écrivait du régime présidentiel que c dans
ce système politique inauguré par la constitution américaine de 1787, la
séparation des pouvoirs est appliquée d'une façon rigide » 17.
Finalement, M. Duverger résume bien la position de la doctrine lorsqu'il
écrit : c la séparation des pouvoirs revêt deux formes principales dans les
démocraties occidentales, suivant les modes de relations entre le parlement
et le gouvernement : le régime parlementaire et le régime présidentiel. Les
auteurs classiques français qualifiaient le premier de séparation souple
ou atténuée des pouvoirs, ou encore de collaboration des pouvoirs. Ils
qualifiaient le second de séparation rigide, ou tranchée, des pouvoirs » 18.

13. Rendus célèbres par John Adams, qui en dénombrait huit.


14. c Eléments de droit constitutionnel », 7e édition, 1927, T. I, p. 158.
15. « Contribution à la théorie générale de l'Etat », Paris 1921, T. II, p. 47.
16. « Précis de droit constitutionnel », Paris, 1929, p. 199.
17. « Droit constitutionnel et institutions politiques », Paris, 1972, p. 213.
18. «Institutions politiques et droit constitutionnel », Paris, 1971, T. I,
pp. 181-182 ; v. ég. CI. Leclercq : c Institutions politiques et droit constitu-
tionnel », 1975, Paris, p. 134.
A p a r t i r de ces deux conceptions a n t i n o m i q u e s de la séparation des
pouvoirs, les théoriciens du droit constitutionnel ont, en effet, construit
des notions t o t a l e m e n t opposées.

§ 2. — LA DISTINCTION ENTRE RÉGIMES PARLEMENTAIRES ET PRÉSIDENTIELS

H i s t o r i q u e m e n t , c'est la n o t i o n de régime p a r l e m e n t a i r e qui f u t dégagée


la p r e m i è r e : les constitutionnalistes disposaient d ' a b o r d des possibilités
d'investigation q u e leur offraient les systèmes politiques européens. O n
p a r v i n t ainsi à établir d ' u n e m a n i è r e précise, en a p p a r e n c e d u moins, les
caractéristiques de la catégorie. C e p e n d a n t , des divergences subsistaient,
n o t a m m e n t q u a n t a u x sens politique et m ê m e j u r i d i q u e d u p a r l e m e n t a -
risme. Certains, tel D u g u i t , soutenaient qu' « il repose essentiellement sur
l'égalité des deux organes de l'Etat, le p a r l e m e n t et le gouvernement... » 19,
alors q u e d'autres, avec C a r r é de M a l b e r g , estimaient au c o n t r a i r e q u e ...
« si les c h a m b r e s n e sont pas l'exécutif, d u m o i n s elles le d o m i n e n t pleine-
m e n t » 2". Mais ces controverses c o n c e r n a i e n t s u r t o u t l ' i n t e r p r é t a t i o n d u
régime, et n o n les descriptions q u e l'on en d o n n a i t .
Les a u t e u r s m o d e r n e s ont a d o p t é des positions identiques et l ' o n p e u t
considérer q u e M . D u v e r g e r expose de f a ç o n satisfaisante l ' e n s e m b l e de la
c o n c e p t i o n doctrinale d u régime p a r l e m e n t a i r e lorsqu'il écrit : « on appelle
régime p a r l e m e n t a i r e u n régime d a n s lequel le g o u v e r n e m e n t est divisé en
deux éléments d o n t l ' u n — « le cabinet » ou g o u v e r n e m e n t au sens plus
étroit d u t e r m e — est responsable p o l i t i q u e m e n t d e v a n t le p a r l e m e n t et
possède le droit de dissoudre celui-ci » 21.
Il y aurait d o n c trois éléments essentiels dans le régime p a r l e m e n t a i r e .
D ' u n e p a r t u n exécutif dualiste, c o m p o s é d ' u n chef de l ' E t a t et d ' u n
cabinet ministériel. M . D u v e r g e r n o t e d'ailleurs q u e « ce dualisme est
devenu p u r e m e n t a p p a r e n t », c a r « le chef de l ' E t a t a u n rôle essentiel-
l e m e n t h o n o r i f i q u e d a n s ce régime p a r l e m e n t a i r e classique » 22. L e second
élément, d ' a u t r e part, serait constitué p a r la responsabilité politique d u
cabinet devant le p a r l e m e n t , qui se matérialise p a r l'obligation, p o u r les
ministres, de démissionner lorsque les c h a m b r e s m a n i f e s t e n t l e u r défiance,
et p a r la participation de celles-ci à l'investiture d u n o u v e a u g o u v e r n e m e n t .
Enfin, vient le droit de dissolution, d o n t M . D u v e r g e r n e fait d'ailleurs
q u ' u n é l é m e n t facultatif d u r é g i m e p a r l e m e n t a i r e .
L e régime présidentiel, d o n t la théorie fut faite plus t a r d i v e m e n t , sera
défini à la fois p a r r é f é r e n c e a u système constitutionnel des E t a t s - U n i s , et
— séparation absolue oblige — p a r opposition au r é g i m e p a r l e m e n t a i r e .
Plus q u ' u n e définition, c'est d'ailleurs le plus souvent u n relevé des diffé-
rences entre les institutions américaines et ce type de régime qui a été
établi 23. Toutefois, selon les auteurs, l'accent est mis avec plus o u m o i n s
de force sur tel é l é m e n t jugé essentiel.

19. « Traité de droit constitutionnel », T. II, Paris, 1928, p. 805.


20. « Contribution à la théorie générale de l'Etat » précité, T. II, p. 107.
21. c Institutions politiques et droit constitutionnel » précité, T. I, p. 182.
22. Ibid., p. 182.
23. Ainsi, selon M. Schwartzenberg, « cette situation fondée sur deux aspects
essentiels, la négation de la responsabilité ministérielle et l'absence de gouver-
nement de cabinet est à l'opposé du régime parlementaire d'équilibre des pouvoirs,
où un gouvernement de cabinet collabore avec la chambre, devant qui il est
responsable. On a donné à ce régime un qualificatif, celui de présidentiel »
(c Cours de droit constitutionnel et institutions politiques », multigr., 1969-70,
Aujourd'hui, la définition du régime présidentiel se réfère à deux
grandes idées. L'une, classique, est la séparation des pouvoirs, l'autre,
moderne est la prééminence politique du président.
« Le régime présidentiel est celui qui, en assurant au maximum l'in-
dépendance des pouvoirs, réalise leur séparation la plus complète », écrit
M. Burdeau24. D'où son opposition avec le régime parlementaire qui est
fondé, lui, sur la collaboration des pouvoirs.
La séparation absolue entre les organes de l'Etat, considérée comme
caractéristique du régime présidentiel, les constitutionnalistes la découvrent
à tous les niveaux du système institutionnel américain. Elle se manifeste
d'abord dans l'organisation des pouvoirs publics.
L'élection au suffrage universel presque direct confère au président,
dans le contexte politique des Etats-Unis du moins, une large autonomie
vis-à-vis des chambres, à tel point que certains auteurs ont pu y voir le
fondement même du régime présidentiel. Elle s'accompagne, de plus, d'un
aménagement de l'exécutif distinct du régime parlementaire, et, sur ce
point, les descriptions négatives se donnent libre cours, faisant appel à des
concepts propres à celui-ci pour constater qu'ils n'existent pas dans les
institutions américaines. Le chef de l'Etat est donc « conçu comme étant
l'exécutif à lui tout seul. Il est tout à la fois d'ailleurs le chef de l'Etat
et le chef du gouvernement »25. Il dispose, ainsi, de la libre nomination
et révocation de ses ministres, qui sont de simples collaborateurs : « ... c'est
que le ministère n'est pas ici un conseil d'hommes politiques, c'est un
simple comité de directeurs généraux, la tête mobile d'une bureaucratie.
Ces personnages administratifs n'ont pas affaire aux chambres, ils ne
dépendent pas d'elles, ils dépendent du président »26. Il n'existe donc
pas de cabinet ministériel, et l'accès aux chambres est interdit aux secré-
taires, comme le remarque Esmein27.
C'est une démarche analogue qui est suivie pour la description des
rapports entre organes du gouvernement. La doctrine, qui distingue habi-
tuellement indépendance organique et fonctionnelle, s'accorde pour recon-
naître que les deux sont assurées avec une grande rigueur. Ainsi, l'exécutif
ne peut être renvoyé par un vote de défiance des chambres : «... les
organes du pouvoir exécutif ne sont pas obligés de gouverner avec la
confiance du pouvoir législatif, ce qui se traduit par cette conséquence que
les secrétaires d'Etat ne sont pas politiquement responsables devant le
congrès »28. L'impeachment demeure néanmoins possible, mais si l'on
admet que c'est une procédure politique, on considère qu'elle est inappli-
cable 29, à moins que l'on en fasse « .. une procédure purement pénale... » 30.

Paris, p. 97-98). De même, M. Duverger écrit, pour définir le régime prési-


dentiel, qu' « il se distingue du régime parlementaire à trois points de vue es-
sentiels... » et fait une description totalement négative de la notion (« Institu-
tions politiques et droit constitutionnel » précité, T. I, p. 194 et s.). Ces exem-
ples sont caractéristiques de la démarche de la majeure partie des constitution-
nalistes français.
24. « Droit constitutionnel et institutions politiques », Paris, 1972, p. 157.
25. R.G. Schwartzenberg : « Cours... » précité, p. 95.
26. E. Boutmy : « Etudes de droit constitutionnel », Paris, 1888, p. 135.
27. « Eléments de droit constitutionnel », Paris, 1896, p. 294-295.
28. V. M. Hauriou : « Précis de droit constitutionnel » précité, p. 359.
29. V. par exemple L. Duguit : « Traité de droit constitutionnel », Paris,
T. IV, 1924, pp. 812-860.
30. Julien Lafferrière : « Cours de droit constitutionnel et institutions poli-
tiques », multigr. Paris, 1938-1939, p. 280.
A l'inverse, la dissolution du congrès ne peut avoir lieu, et M. Duverger
résume la situation lorsqu'il écrit que les pouvoirs publics « ... sont condam-
nés à vivre ensemble : c'est un mariage sans divorce 2, 31. En ce qui concerne
les fonctions étatiques, il existe enfin, « ... une stricte répartition des tâches,
telle que la législation est réservée aux chambres et l'exécution au pré-
sident » 32.
Il est aisé de constater combien cette description des institutions
américaines est orientée en fonction d'une opposition avec le régime
parlementaire. Cela résulte de l'antagonisme que la doctrine a cru déceler
dans les deux types de pratiques issus de l'idée de séparation des pouvoirs.
Le second élément estimé caractéristique de la notion, la prééminence
présidentielle, sera, lui, dégagé de la seule pratique des Etats-Unis. Mais
il viendra confirmer heureusement l'opposition initiale avec le régime
parlementaire, puisque dans ce type de régime le chef de l'Etat joue un
rôle effacé.
La controverse reste ouverte entre les juristes, même anglo-saxons,
afin de savoir si les constituants de Philadelphie ont entendu créer une
présidence forte ou faible. Pour certains d'entre eux, on a voulu placer le
pouvoir législatif en tête 33, alors que pour d'autres, on a taillé une prési-
dence forte, à la mesure de Washington 34. Tocqueville, en qui on a vu
un observateur avisé du système politique américain, optait pour la faiblesse
du président : ... « Dans tout ce qu'il fait d'essentiel, on le soumet direc-
tement ou indirectement à la législature ; où il est indépendant d'elle, il
ne peut presque rien. C'est donc sa faiblesse et non sa force qui lui permet
de vivre en opposition avec le pouvoir législatif » Il. La doctrine française
moderne, prisonnière du concept de séparation des pouvoirs, admet, dans
l'ensemble, qu'il existe une égalité juridique entre président et congrès 36.
La constitution, quoi qu'il en soit, a engendré des pratiques variables
selon les époques, et, alors que l'on n'avait pas encore dégagé la notion
moderne de régime présidentiel, les institutions des Etats-Unis ont pu être
qualifiées de « gouvernement congressionnel » ou, même, de « gouver-
nement des juges » 1. Depuis le début du XXe siècle, cependant, avec le
développement de l'interventionnisme et l'importance croissante des pro-
blèmes de politique extérieure, la présidence se situe en tête de la hiérarchie
des organes de l'Etat, étant bien entendu qu'il s'agit d'une prééminence

31. «Institutions politiques et droit constitutionnel », 1971, T. I, p. 195.


32. G. Burdeau : « Le Pouvoir » Encyclopédie française, T. X, p. 132.
33. V. notamment C. Friedrich : « La démocratie constitutionnelle », Paris,
1958, pp. 149-150.
34. Bryce : « La République américaine » (éd. fr. 4 vol. Paris, 1911, T. I, p. 67
et s.). M. Cunliffe : « American presidents and the presidency ». London, 1967,
p. 36 et s.
35. « De la démocratie en Amérique », 2e éd., 1835, Paris, p. 212.
36. V. notamment : M. H. Fabre : « Principes républicains de droit cons-
titutionnel », Paris, 1970, p. 83.
G. Burdeau : « Droit constitutionnel et institutions politiques », 1972, pp.
157-158.
37. W. Wilson : « Le gouvernement congressionnel », trad. fr. Paris, 1900.
38. E. Lambert : « L e gouvernement des juges», Paris, 1921.
39. Selon M. Burdeau (article précité, Encyclopédie française, T. X, chap. 3,
p. 132), « le qualificatif présidentiel ne traduit pas l'essence profonde du système,
qui est l'égalité et l'autonomie de l'exécutif et du législatif. C'est la pratique qui,
provoquant une certaine prépondérance du président, a conduit à parler de
gouvernement présidentiel pour définir la formule américaine ».
p u r e m e n t politique 39. C e t é l é m e n t a été intégré dans la définition de la
notion, à titre subsidiaire, cependant40.
C'est la c o m b i n a i s o n de la séparation des pouvoirs et de la p r é é m i n e n c e
présidentielle qui, a u j o u r d ' h u i , constitue la définition du régime prési-
dentiel la plus c o u r a m m e n t r e t e n u e p a r la doctrine française. Selon la
f o r m u l e de M. Tay, « le g o u v e r n e m e n t présidentiel est la f o r m e que p r e n d
le régime de séparation t r a n c h é e des pouvoirs lorsque l'exécutif, en la
p e r s o n n e de son chef, acquiert la prééminence, dans l'ordre politique, sur
les autres organes. Mais cette prééminence, qui tient aux tâches croissantes
auxquelles doit faire face le g o u v e r n e m e n t , n ' e m p ê c h e pas l ' i n d é p e n d a n c e
o r g a n i q u e des pouvoirs, et n o t a m m e n t leur irrévocabilité r é c i p r o q u e » "*.

Section II. — L'ambiguïté de la classification traditionnelle

Les catégories créées par la doctrine ne sont précises qu'en apparence,


et les classements qu'elles permettent d'opérer sont parfois déconcertants,
même pour le constitutionnaliste averti. Mirkine Guetzévitch, recensant
en 1932 les constitutions des nations américaines, n'y décelait pas moins de
quatre formes de régime présidentiel. D'abord un type pur, existant
évidemment aux Etats-Unis, puis le régime présidentiel avec le droit
pour les ministres d'assister aux séances du parlement, puis le régime
présidentiel avec droit pour le parlement d'infliger un vote de blâme aux
ministres, sans, toutefois, que cela implique pour eux l'obligation de démis-
sionner. Enfin, venait le régime présidentiel dans lequel le parlement peut
exprimer contre le ministère un vote de défiance qui l'oblige à démission-
ner. Pour cette dernière catégorie, l'auteur notait cependant qu'il s'agissait,
en réalité, d'une combinaison particulière du régime parlementaire avec le
régime présidentiel 42. On constate aisément l'imbrication étroite des notions
et de leurs caractères distinctifs.
Cette complexité, sinon cette confusion, de la classification, s'explique
par les conditions dans lesquelles elle a été établie. La doctrine a en effet
commis un certain nombre d'erreurs méthodologiques qui faussent l'en-
semble de sa construction.
« La question de savoir s'il y a une bonne classification n'a pas de
sens. Il n'y a pas de bonne classification. Il y a des classifications qui aident
à comprendre bon nombre de phénomènes importants et d'autres qui
n'aident à comprendre que des phénomènes moins nombreux et importants.
Ces différentes classifications sont simultanément légitimes à condition d'être
cantonnées à leur rang dans l'explication des problèmes et de ne pas être

40. Les positions adoptées par les constitutionnalistes à ce sujet sont souvent
floues. Si pour K. Loewenstein, auteur américain, « le gouvernement présidentiel
doit son nom à la prépondérance de la fonction présidentielle dans le système
des pouvoirs institués comme dans l'exemple des Etats-Unis » (« Etude de droit
comparé sur la présidence de la République », R.D.P., 1949, p. 153), M. Duverger
écrit par contre : « si le régime présidentiel aboutit à un gouvernement stable,
il n'aboutit pas nécessairement à un gouvernement fort, comme on le croit
trop souvent» («Institutions politiques et droit constitutionnel », Paris, 1971,
T. I, p. 196). Il est vrai que cet auteur affirmait au contraire que la notion de
régime présidentiel implique un exécutif fort, quelques années auparavant (« La
VIe République et le régime présidentiel », Paris, 1961, p. 19 et s.).
41. « L e régime présidentiel et la France», Paris, 1967, pp. 22-23.
42. «Les constitutions des nations américaines », Paris, 1932, p. XVI et s.
prises pour ce que les latins appelaient une « summa divisio », une division
suprême à laquelle tout le reste se ramènerait». Cette affirmation de M.
Léo Hamon43 est sans doute incontestable en ce qui concerne l'intérêt des
classifications. Elle doit, toutefois être fortement nuancée, en ce qu'elle
fait abstraction de leur logique, condition essentielle de leur valeur scien-
tifique. Car s'il n'existe pas une bonne classification, il en existe de logique-
ment valides, et d'autres qui sont au contraire incohérentes, et entraînent,
par exemple, des chevauchements entre catégories.
Toutes les opérations sur les classes doivent, en effet, respecter certaines
règles élémentaires qui seules peuvent en garantir la logique. Il en va ainsi,
en premier lieu, pour la constitution des classes elles-mêmes. L'établissement
d'une classification est donc une opération intellectuelle qui exige une
grande rigueur44.
Cet impératif laissait cependant aux constitutionnalistes le choix entre
plusieurs méthodes, présentant des degrés divers de difficulté et d'intérêt.
Une première solution aurait pu, à partir des exemples existants,
consister à tenir pour éléments caractéristiques de chaque catégorie tous
ceux qui, directement ou indirectement, sembleraient avoir un effet sur
les rapports entre les pouvoirs publics. Bien que cette démarche puisse
assurer une grande précision des résultats, force est de reconnaître qu'elle
est difficilement praticable. D'une part parce qu'il est presque impossible
de distinguer tout ce qui, dans un système politique, influe sur les rapports
entre les pouvoirs publics. D'autre part, parce qu'en admettant que cela
soit possible, la multiplicité et la diversité des éléments retenus contrain-
draient à faire de chaque régime une catégorie particulière. La classification
projetée se limiterait donc à de simples descriptions, exactes sans doute,
mais qui ne présenteraient pas d'intérêt taxinomique45.
Une méthode inverse aurait pu consister à faire œuvre de totale
abstraction, et à créer de toutes pièces une classification à partir d'éléments
« purs », détachés de tout lien avec le droit positif, qui s'opposeraient par
leurs caractères essentiels. Entre ces pôles pourraient alors être situées
les institutions existantes, selon qu'elles posséderaient à des degrés divers
les éléments caractéristiques de ces types purs. Une démarche de cette
sorte, utilisée par Kelsen pour l'établissement d'une classification des formes
politiques 46, présente un intérêt certain du point de vue de la taxinomie.
Elle exige toutefois que les pôles de la classification soient réellement
opposés, par tous leurs éléments caractéristiques, sous peine d'incohérence

43. « Cours de droit constitutionnel et institutions politiques », multigr.,


Paris, 1968-69, p. 267.
44. Selon Lewis Caroll (« Logique sans peine », Paris, p. 54), « la classi-
fication ou formation de classes est une opération intellectuelle par laquelle
nous imaginons avoir rassemblé certaines choses en un groupe ». Sur la logique
des classifications appliquée aux systèmes politiques, v. Ch. Eisenmann : « Essai
d'une classification théorique des formes politiques » précité. Sur la logique des
classes, v. G. Boole : « An investigation of the laws of thought », London,
1884. Sur les rapports de la logique et de la science, v. E. Husserl : «Logique
formelle et logique transcendantale », Paris, 1965, pp. 39 et s. notamment.
45. Les auteurs américains se sont souvent attachés à de simples descrip-
tions ponctuelles des institutions qu'ils étudiaient, sans tenter aucune systéma-
tisation. Pour une critique de cette attitude, v. Almond et Powell : « Compa-
rative politics. A developpmental approach », Boston, 1966, dont l'introduction
notamment, est significative.
46. V. Ch. Eisenmann, « Essai d'une classification théorique des formes
politiques » précité.
et de chevauchement. Quant au classement des systèmes existants, il est
extrêmement ardu.
Afin de cumuler les avantages des méthodes précédentes, tout en
écartant leurs inconvénients, la doctrine a tenté de les concilier en se
tournant vers une troisième voie, moyenne, qui consiste à créer des caté-
gories en constituant des abstractions à partir du droit positif. Ainsi, pour
M. Eisenmann, une étude du droit constitutionnel comparé permet de
dégager des types abstraits, qui sont cependant construits 4: in concreto »,
car « ces notions s'élaborent au contact des faits, et même plus, au cours
du travail sur les faits, c'est-à-dire sur le droit positif ». Cet auteur en
concluait, fixant les limites de la méthode : « Il n'y a donc pas une branche
spéciale qui aurait pour objet de les élaborer ; elles ne sont même pas le
terme de la recherche, son point culminant et d'aboutissement, il y a
seulement des problèmes et des préoccupations qu'on peut dire de droit
constitutionnel général ; mais encore une fois, ils ne sont pas transcendants.
mais immanents aux études portant sur la réalité constitutionnelle, parce
qu'ils en sont l'instrument, parce qu'ils en donnent l'armature, en même
temps d'ailleurs qu'ils en sont un p r o d u i t » 17.
La méthode, intellectuellement satisfaisante, présente l'avantage de
rester en contact étroit avec le droit positif, tout en permettant la création
de catégories commodes, au contenu plus large que celles qui résulteraient
de la simple description d'institutions particulières. Elle soulève cependant
un certain nombre de difficultés, dues surtout à son caractère de transaction
entre deux méthodes opposées. Toute sa complexité résulte en effet du
risque, difficilement évitable, d'un dosage défectueux entre abstraction et
description, que l'on tente de concilier.
L'opération d'abstraction à l'origine de la catégorie doit être effectuée
à partir d'éléments caractéristiques, existant réellement dans les régimes
auxquels on se réfère. Il s'agit donc de proscrire toute opposition artificielle,
qui ne reposerait sur aucun fondement se retrouvant dans le droit positif.
mais qui serait introduite dans le seul but de systématiser une distinction
entre catégories.
Il est également nécessaire, lors de l'établissement de l'abstraction,
d'en bannir tout élément purement descriptif d'une situation simplement
conjoncturelle, sous peine de voir les catégories ne coïncider qu'avec le
ou les régimes qui leur ont servi de modèles, ce qui les prive d'intérêt
taxologique, et, surtout, empêche de tirer d'utiles conclusions de leur
confrontation avec les autres institutions existantes.
On constate aisément le caractère ardu de ce subtil dosage. Un
manque de rigueur en ce domaine peut avoir des conséquences funestes
quant à l'intérêt scientifique des concepts élaborés. Or il semble que
dans l'établissement de sa classification, la doctrine n'ait pas toujours réussi
à éviter certaines imprécisions qui rendent le résultat de ses travaux équi-
voque sur bien des points. A plusieurs reprises, les erreurs méthodologiques
viennent ruiner la cohérence des notions dégagées comme catégories, et,
de plus, faussent les descriptions données des régimes observés. Ces
erreurs résultent pour l'essentiel de deux tendances qui consistent à opposer
systématiquement les régimes présidentiel et parlementaire, et à croire au
rôle de moteur joué par certaines dispositions constitutionnelles privi-
légiées.

47. « Cours de droit constitutionnel comparé », D.E.S. droit public, multigr.,


Paris, 1950, pp. 14-15. Sur cette méthode, v. également, A.R. Radcliffe-Brown :
préface à « Systèmes politiques africains. Etudes ethnographiques », Paris, 1964,
p. XII.
§ 1. — L'OPPOSITION SYSTÉMATIQUE ENTRE RÉGIMES PARLEMENTAIRE
ET PRÉSIDENTIEL

Le type de raisonnement fondé sur l'opposition de deux éléments est


profondément ancré dans notre système de pensée. Levi-Strauss a noté
que déjà, dans les sociétés dites primitives, les systèmes conceptuels se
définissent « en fonction d'une axiomatique implicite, pour qui tout clas-
sement procède par paire de contrastes » ". Il en est de même dans les
sociétés considérées comme plus évoluées. Finalement, « l'organisation des
concepts par couples contrastés paraît bien être une forme originelle et
permanente de pensée. Tant que l'être pensant demeurera enraciné dans
un être vivant et sentant, la bipolarité affective ne pourra manquer de
retentir sur son fonctionnement et de lui dicter les dichotomies par
opposition de contraires » 49.
On sait que c'est l'opposition entre pratiques américaines et euro-
péennes qui est à l'origine de la distinction, puis des définitions des deux
grandes catégories de régimes. Une telle démarche n'est d'ailleurs nullement
criticable. Elle a pour résultat la création d'une division en deux classes
dont les différences sont contradictoires, opération appelée dichotomie.
Mais elle suppose, du moins, que les qualités particulières à chacune des
catégories soient incompatibles avec celles de l'autre, qu'elles s'excluent
réciproquement. Les logiciens donnent le plus souvent à ces catégories la
forme de deux symboles : A et son antonyme -A. Dans le cadre de la
distinction entre régimes présidentiel et parlementaire, c'est sur la sépa-
ration des pouvoirs, absolue dans un cas et souple dans l'autre, que porte
l'opposition 5°. Par conséquent, de même qu'une classe ne peut être à la fois
A et non A, un régime présidentiel ne peut être parlementaire et vice-versa.
On comprend alors pourquoi la doctrine s'est attachée à démontrer
longuement, parfois contre l'évidence, que le système des Etats-Unis,
modèle du régime présidentiel, établissait une séparation absolue, écartant
ainsi le régime parlementaire.
Pour l'ensemble des constitutionnalistes français, ainsi, d'ailleurs que
pour certains théoriciens étrangers, les auteurs de la constitution de Phila-
delphie, bien que s'inspirant des institutions britanniques, origines du
régime parlementaire, ont établi un système différent, opposé, même.
Les positions varient quant aux raisons qui ont fait ainsi agir les
constituants américains. Pour certains, c'est fortuitement que serait né le
régime présidentiel, d'une interprétation défectueuse de la constitution
anglaise. Ainsi, pour M. R.G. Schwartzenberg, qui reprend là une idée
souvent défendue par les auteurs classiques, le système américain est une
copie, mais infidèle à l'original : on s'est inspiré des institutions existant en
Grande-Bretagne au moins cinquante ans auparavant. Les constituants
auraient été inconscients de l'évolution en faveur du parlement définiti-

48. « La pensée sauvage », Paris, 1962, p. 287.


49. R. Blanché : « Structures intellectuelles », Paris, 1966, p. 15.
50. La doctrine ne se réfère pas à la prééminence ou à l'effacement du
chef dé l'Etat pour opposer les deux types de régimes. On considère en effet
que ces situations ne sont que les conséquences des différents types de sépa-
ration des pouvoirs. M. J. Robert, pourtant semble faire de l'effacement du
président l'un des trois éléments sans lesquels il n'existe pas de régime parle-
mentaire. Mais il ne fait pas mention de la prééminence dans la définition qu'il
donne du régime présidentiel (« L a monarchie élective », Le Monde, 21-9-72).
vement engagée en 1787 51. Les Français voient dans cette erreur de jugement
l'influence de Montesquieu, les Anglais celle de Blackstone52 : tous deux
ont, dans leurs ouvrages, fait la théorie du gouvernement anglais avec un
siècle de retard sur la pratique. Quoi qu'il en soit, cette interprétation prête
bien peu de lucidité aux hommes de Philadelphie. Elle méconnaît d'ailleurs
le rôle important joué par George III, monarque autoritaire qui régnait
sur l'Angleterre au moment de la guerre d'indépendance. C'est pourquoi
d'autres auteurs, anglais surtout, pensent que le régime américain n'est
qu'une copie fidèle des institutions britanniques de l'époque de George III,
dernier sursaut de la monarchie face à la montée des forces parlemen-
taires 53.
Toutes ces thèses, quoique fondées sur des points de départ différents,
aboutissent à une conclusion commune : on a, en s'inspirant du régime
anglais, transposé dans un cadre républicain le système de monarchie
limitée situé à mi-chemin entre l'absolutisme royal et le régime parlemen-
taire. Comme l'écrit Jellinek : « le président américain a été établi sur le
modèle du roi anglais... Au moment de la constitution de l'union, le système
du gouvernement parlementaire n'était pas arrivé à une clarté parfaite,
en Angleterre, ou tout au moins, il n'était pas encore connu ; aussi est-ce
la forme de la royauté constitutionnelle, indépendante à l'égard des cham-
bres que la constitution de la présidence américaine a reproduite » M.
Esmein a combattu cette opinion dans sa préface au Fédéraliste ;
partant en guerre contre ce « lieu commun de la littérature politique », il
affirme que le régime parlementaire était déjà établi en Grande-Bretagne
au XVIIIe siècle, et connu des constituants américains. Ceux-ci se seraient
donc inspirés de façon négative des institutions anglaises, puisque leur
choix témoigne d'un refus conscient de ce type de régime, et de la volonté
d'en créer un autre, original, fondé sur la séparation absolue des pouvoirs 55.
Il est difficile, sinon impossible de déterminer, de toutes ces interpréta-
tions, laquelle est la moins contestable. Tout juste peut-on, au vu des
documents qu'ont laissés les constituants de Philadelphie, constater que
ceux-ci avaient une vision exacte de l'évolution constitutionnelle de la
Grande-Bretagne. Et même si l'on admet que les pratiques « parlemen-
taires » s'y étaient déjà introduites, on ne doit pas oublier, comme le faisait
remarquer Jellinek, que la notion de régime parlementaire est une cons-
truction théorique qui ne sera dégagée que plus tard56. On ne peut donc

51. Cet auteur déclare «< Cours de droit constitutionnel et science poli-
tique », multigr. précité, pp. 69-70) : « En 1787, par manque d'imagination, les
colons américains prennent pour modèle la monarchie limitée anglaise, ou ce
qu'ils croient être la monarchie anglaise, à travers leurs souvenirs dépassés et
la lecture de Montesquieu : car à l'époque l'Angleterre commence déjà à
s'écarter de la séparation des pouvoirs et à pratiquer le régime parlementaire ».
52. V. J. Bryce : « La République américaine », trad. fr., 4 vol., Paris,
1911, T. I.
53. H. S. Maine : « Essais sur le gouvernement populaire », trad. fr., Paris,
1887.
Ellis Stevens : « Les sources de la constitution des Etats-Unis », trad. fr.,
Paris, 1897.
54. « Allgemeine Staatslehre », p. 676 (Berlin, 1920).
55. « Le fédéraliste », éd. fr., Paris, 1902.
56. « L e système parlementaire est un système assez compliqué qui ne
serait pas venu spontanément à l'esprit. Personne ne l'a inventé. Il a même
fallu assez longtemps pour le comprendre » (R. de Lacharrière : « Cours de
droit constitutionnel et Institutions politiques », multigr., Paris, 1970-71, 1 "
partie, p. 109).
valablement examiner les intentions des auteurs de la constitution de 1787
à l'égard de questions doctrinales qu'ils ne pouvaient connaître.
D'ailleurs, le débat présente un intérêt limité, puisque, quelles que
soient les explications, l'important est la conclusion que l'on en tire, et qui,
elle, est identique pour tous les auteurs : la constitution des Etats-Unis,
contrairement au modèle parlementaire, établit une séparation absolue des
pouvoirs. Selon P. Bastid, par exemple, « le schéma de la constitution amé-
ricaine est (...) beaucoup plus rigide que celui dessiné par Montesquieu.
Il ne prévoit aucune pénétration de ces pouvoirs, placés par les textes dans
un rigoureux équilibre. Il exclut même notamment le gouvernement parle-
mentaire, dont Montesquieu, observateur des institutions britanniques de
son temps, avait, sinon certes dégagé les traits, puisqu'il ne parle pas de
la responsabilité politique des ministres, du moins entraperçu le principe
dans l'allusion qu'il fait au contrôle des assemblées » 57 .
Or, ces affirmations, rendues nécessaires par la dichotomie régime
parlementaire-régime américain, ne résistent pas à un examen, même
sommaire, des intentions des constituants et de leur œuvre.
Il suffit d'abord de lire leurs écrits pour constater que les consti-
tuants américains n'ont jamais voulu établir une séparation rigide-,. La
doctrine américaine confirme d'ailleurs cette interprétation Il. Mais c'est
surtout l'analyse du système constitutionnel qui révèle l'existence d'impor-
tantes interactions réciproques, telles la responsabilité du président et des
fonctionnaires de l'exécutif, l'accord obligatoire des chambres à certaines
décisions du président, ou le veto.
L'existence de ces « atténuations à la rigidité », comme les appelait
Hauriou60, aurait pu provoquer chez les constitutionnalistes quelques doutes
sur l'opportunité d'un recours à !a séparation absolue des pouvoirs pour
caractériser le régime des Etats-Unis. Curieusement, il n'en a rien été,
et l'on s'est appliqué à minimiser ces exceptions fâcheuses au principe que
l'on avait cru discerner dans les institutions américaines.
Ainsi, l'accord obligatoire du sénat à certaines décisions du président
a-t-il été justifié par le rôle de conseil du gouvernement que jouait, disait-on,
cette assemblée. Il ne s'agissait donc pas d'un empiètement du législatif sur
le domaine de l'exécutif 61. Le veto législatif du président fut, lui, présenté
comme une prérogative purement exécutive, exemple de cette faculté d'em-
pêcher chère à Montesquieu62, quand on n'en faisait pas tout simplement,

57. « Cours de droit constitutionnel comparé », D.E.S. 1955-56, multigr.,


Paris, p. 187.
58. « Le fédéraliste » précité expose notamment (n° LI, p. 428) qu'il faut
aménager « la structure extérieure du gouvernement de telle sorte que ses
diverses parties constituantes puissent par leur rapport réciproque, servir à
maintenir chacune des autres dans sa place légitime ».
59. Almond et Powell (<< Comparative politics. A developpmental approach »
precite, p. II) ecrivent a propos des constituants : «their primary concern was to
provide for an equilibrated system of interaction among the three principal
institutions of executive, legislative, and judiciary. To maintain this equilibrium,
they provided for a regulated system of multifunctionality (checks and balances)
a mixture of functions which, by preventing the aggrandizement of any institu-
tion at the expense of the other, maintained the balance of powers ». V. egale-
ment l'article «Distribution of powers », par J.P. Roche. «International Ency-
clopedia of the social sciences ». Vol. Ill, N.Y.. p. 305 et s.
60. « Précis de droit constitutionnel », 1929, p. 199.
61. E. Boutmy : « Etudes de droit constitutionnel » précité.
62. V. par ex. Joseph Barthelemy : « Le rôle du pouvoir exécutif dans les
Républiques modernes », Paris, 1907.
comme Mirkine Guetzevitch, « une violation de la séparation des pou-
voirs » 63.

La démarche de la doctrine est d'autant plus déconcertante qu'après


avoir démontré, avec difficultés, que la constitution des Etats-Unis est
fondée sur une séparation des pouvoirs, elle tire argument de l'existence,
dans la pratique, d'interactions entre les organes de l'Etat, pour affirmer
que ce principe est totalement inapplicable. Caractéristique est à cet égard
ce qu'écrit M. Burdeau : « l'intention des constituants d'établir une sépa-
ration et une indépendance parfaites des pouvoirs ne put prévaloir contre
les nécessités de la vie politique qui postulent l'existence dans l'Etat d'une
unité d'action » 64. On va parfois jusqu'à noter le développement, aux
Etats-Unis, d ' u n véritable « p a r l e m e n t a r i s m e d e couloirs »65.

Il y a eu sans doute, chez la doctrine classique, une part de subjecti-


visme qui l'a poussée pour des raisons politiques, à déformer, afin de le
mieux critiquer, un schéma d'organisation des pouvoirs publics auquel elle
préférait le -régime parlementaire. Mais cette démarche a surtout été ins-
pirée par le souci de systématiser, même artificiellement, l'opposition entre
régimes présidentiel et parlementaire. Le système politique des Etats-Unis
ne serait donc pas conforme à ce que l'on voudrait qu'il soit. M. Vedel
écrit ainsi que « le régime présidentiel, dans l'analyse juridique classique,
est le régime de séparation rigide des pouvoirs dans lequel l'exécutif est
confié à un président ; pourtant (...) il faut bien dire que la réalité politique
qu'il offre aux Etats-Unis, qui en est le modèle le plus parfait, et peut-être
le seul, est très différente du schéma qu'on vient de rappeler. Les institu-
tions et la vie politique ne sont que partiellement dessinées par les règles
constitutionnelles qui prétendent les régir » ". Pour un peu, on en viendrait
à reprocher au modèle de ne pas ressembler à l'image que l'on en a donnée.
Ce hiatus crée d'ailleurs des divisions au sein des constitutionnalistes.
Si M. Duverger, conformément à l'hypothèse de départ adoptée par les
théoriciens, affirme avec force l'identité du système des Etats-Unis et du
modèle présidentiel 67, M. Burdeau, plus logiquement, n'hésite pas à conclure
que celui-ci est « une formule livresque » 68.
Ainsi, la volonté de la doctrine d'établir deux classes opposées l'a
conduite à s'éloigner du droit positif. La logique de la dichotomie est
sauvegardée, mais au préjudice de l'exactitude de la description. Cela
n'entache d'ailleurs en rien la classification elle-même, en ce qu'elle est
basée sur l'opposition entre deux systèmes idéaux de séparation des
pouvoirs, l'une absolue, l'autre souple. Mais le syllogisme sur lequel est
fondée l'assimilation entre séparation des pouvoirs, régime présidentiel, et
système des Etats-Unis, s'il est formellement valide, contient des propo-

63. « Les constitutions des nations américaines » précité, p. XXXIII.


64. « Droit constitutionnel et institutions politiques », 1972, Paris, p. 157.
65. V. par exemple Carré de Malberg, « Contribution à la théorie générale
de l'Etat » précité (T. II, pp. 46-47) ; également A. Hauriou : « Droit consti-
tutionnel et institutions politiques », Paris, 1972, p. 426.
66. Article « Régime présidentiel », Encyclopœdia Universalis, T. XIII. Pour
M. Fabre, il faut même aller plus loin : la réussite constitutionnelle américaine
est due au « décalage entre la théorie de la constitution et sa pratique » (« Prin-
cipes républicains de droit constitutionnel », Paris, 1970, p. 18).
67. «Les Etats-Unis d'Amérique sont la seule démocratie occidentale qui
applique un régime présidentiel pur » (« Institutions politiques et droit consti-
tutionnel », Paris, 1971, T. I, p. 290).
68. « Traité de science politique », Paris, 1970, p. 385.
sitions fausses69. La cohérence de la classification impose donc que l'on
abandonne toute référence aux institutions nord-américaines comme modèle
du régime présidentiel. Or, la tendance à l'identification des deux notions
est très forte chez les théoriciens du droit constitutionnel, qui, plutôt que
de raisonner sur une catégorie abstraite, s'en remettent le plus souvent à
l'observation de la pratique des Etats-Unis. Ainsi, la prééminence politique
du président, élément accolé à la séparation des pouvoirs parce qu'on le
juge caractéristique du régime présidentiel, est-elle le fruit de l'expérience
américaine récente. Rien ne prouve qu'elle n'est pas simplement précaire,
et s'il faut beaucoup d'assurance pour affirmer qu'aux Etats-Unis, « parmi
les trois pouvoirs constitutionnels, la primauté revient incontestablement
au président, qui exerce véritablement le leadership, la direction de la vie
nationale » 7°, il faut en tous cas, une certaine légèreté, et peu de logique
pour étendre cette constatation à la catégorie. On en fait une notion diffici-
lement viable, juxtaposition d'un élément juridique abstrait et d'une donnée
purement conjoncturelle. En outre, c'est en fonction des effets produits
par les mécanismes constitutionnels dans le système des Etats-Unis que
l'on détermine définitivement leur rôle dans tous les autres systèmes où
ils peuvent exister.
La doctrine ne se résoud donc pas à faire abstraction du régime
américain, bien qu'elle en ait donné une description fausse. Sa démarche
aboutit à détruire la logique de l'ensemble de la construction.

§ 2. — L'IMPORTANCE EXCESSIVE ACCORDÉE A CERTAINS MÉCANISMES JURIDIQUES

La classification en régimes parlementaire et présidentiel correspond


à une division selon des modes de fonctionnement. Ces catégories ont
d'ailleurs été dégagées à partir des relations entre les pouvoirs publics.
On attend donc avant tout de chaque régime qu'il présente, comme carac-
tère essentiel, une forme particulière d'aménagement des organes de l'Etat
et d e leurs rapports 71.

On sait que le régime présidentiel est décrit essentiellement de façon


négative, par opposition au régime parlementaire. Cette méthode est dans
la logique de la dichotomie, et c'est sans doute celle qui permet d'obtenir
le plus rigoureusement deux catégories contraires. En effet, les termes
de séparation absolue et souple sont finalement peu précis, et il est néces-
saire de fixer des frontières bien définies aux classes. Comme le notait
Lewis Caroll72 : « il peut nous arriver de découvrir que les attributs que
nous avons choisis sont utilisés dans le langage courant, avec si peu de
rigueur qu'il est malaisé de déterminer l'appartenance des choses à telle
ou telle des deux classes. En pareil cas, il faudrait poser une règle arbi-
traire, fixant la limite où commence l'une des classes et où l'autre se
termine ». Et d'en conclure : « qu'il soit donc désormais entendu que

69. Il ne faut pas en effet, confondre la validité d'un raisonnement avec


la vérité des propositions qui le composent (v. R. Blanché : c Introduction à la
logique contemporaine », Paris, 1968, pp. 8 et s.).
70. R.G. Schwartzenberg (c Cours... » précité, p. 143). Cet auteur qualifie,
par contre, la thèse de W. Wilson sur le gouvernement congressionnel de c pure-
ment conjoncturelle » (op. cit., p. 139).
71. « L a raison d'être de cette typologie est essentiellement de saisir un
type de rapports déterminés entre l'exécutif et le législatif » (L. H a m o n : « Cours
de droit constitutionnel et institutions politiques », 1968-1969 précité, p. 266).
72. « Logique sans peine » précité, p. 56.
chaque fois qu'une classe de choses sera divisée en deux classes dont les
différences ont des sens contraires, chaque différence doit être considérée
comme équivalant à l'autre précédée du préfixe « non ».
Or la doctrine, d'accord sur les caractères distinctifs opposés des
régimes parlementaires et présidentiels, cherche ailleurs leurs critères,
qu'elle semble ainsi vouloir dissocier de leurs définitions. De l'observation
des systèmes de référence, on a, en effet, cru pouvoir déduire que certains
aménagements constitutionnels étaient, et eux seuls, à l'origine de l'ensemble
des rapports entre les organes de l'Etat. On en a induit qu'il devait toujours
en être ainsi.
Des mécanismes juridiques considérés comme moteurs rempliraient
donc, dans tous les cas, certaines fonctions au sein du système constitu-
tionnel, en l'orientant vers la séparation ou au contraire, la collaboration
des pouvoirs. On pourrait ainsi en faire les critères du régime parlemen-
taire ou du régime présidentiel.
Cette démarche relève dans une certaine mesure de l'analyse systé-
mique, puisque l'on considère les institutions comme un ensemble, qui
peut évoluer sous l'influence de l'un de ses éléments. Toutefois, elle
procède d'une conception très restrictive de cette méthode, puisque l'on ne
reconnaît qu'une seule structure privilégiée qui produirait des effets im-
muables, quel que soit le système, ce qui revient à nier la possibilité d'in-
teractions, clé de l'analyse systémique 73. En tous cas, telle qu'elle est
suivie par la doctrine, la démarche consistant à réduire l'opposition entre
les régimes parlementaire et présidentiel à celle des aménagements supposés
provoquer la séparation ou la collaboration des pouvoirs remet en cause
l'ensemble de la classification.

A — La responsabilité politique ministérielle, critère du régime parlementaire


Esmein écrivait déjà, en 1896 : «le gouvernement parlementaire
n'est pas autre chose que la responsabilité ministérielle poussée à ses
dernières limites » ". Pour la doctrine, en effet, le fait que les ministres
soient responsables devant le parlement de la politique de l'exécutif doit
entraîner un aménagement global des forces correspondant au régime
parlementaire. La structure de l'exécutif serait ainsi organisée de façon
particulière, le chef de l'Etat s'effaçant au profit du cabinet, véritable
moteur de l'activité gouvernementale, dont les membres sont unis par une
étroite solidarité politique. Le contrôle des chambres sur l'activité minis-
térielle prendrait la forme de procédures spécialement étudiées, telles la
motion de censure, le vote de confiance, etc. On a beaucoup discuté afin
de savoir si la dissolution, souvent considérée comme contrepartie de la
responsabilité ministérielle, constituait également un élément essentiel du
régime parlementaire75. Il semble que la doctrine moderne opte, dans
sa majorité pour le critère unique de la responsabilité politique ministérielle.
M. Duverger affirme par exemple que « la responsabilité politique du gouver-
nement devant le parlement (...) constitue l'élément essentiel du régime
parlementaire. Même si les deux autres éléments n'existent pas (par exemple,
s'il n'y a pas de dualisme de l'exécutif (...) ou pas droit de dissolution), celui-

73. Selon Easton, le système politique est « l'ensemble des interactions par
lesquelles s'effectue, dans une société, l'allocation autoritaire des valeurs » (cité
in Birnbaum et Chazel : « Sociologie politique », Paris, 1971, T. I, p. 84 et s.).
74. « Eléments de droit constitutionnel », Paris, 1896, p. 95.
75. Sur ces questions, v. P. Albertini : t Le droit de dissolution et les
systèmes constitutionnels français ». Publications de l'Université de Rouen, 1978.
ci suffit pour qu'il y ait régime parlementaire »711. Pour M. Schwartzenberg,
de même, « la responsabilité politique des ministres devant le parlement est
le critère juridique essentiel qui définit le régime parlementaire » 77.
On réduit donc finalement le régime parlementaire à la responsabilité
ministérielle. Les principes de logique élémentaire exposés précédemment
exigeraient alors que le critère du régime présidentiel soit déterminé par
référence, négative, cette fois, à cet élément. Très peu d'auteurs adoptent
expressément cette solution78. En effet, il semble à la majorité de la
doctrine que seule l'élection présidentielle au suffrage universel est à
l'origine de l'ensemble des caractères reconnus à la catégorie.

B — L'élection présidentielle au suffrage universel, critère du régime


présidentiel.
Dans un ouvrage sur l'éventuelle introduction du régime présidentiel
en France, M. Avril fonde la distinction entre régime parlementaire et
régime présidentiel sur la différence des sources d'où les pouvoirs publics
tirent leur légitimité 79. Pour cet auteur, dans un régime parlementaire,
« le pouvoir « transite » en quelque sorte par l'assemblée élue au suffrage
universel. Cette assemblée, à laquelle la souveraineté se trouve déléguée
pour un temps, joue un rôle qui pourrait être comparé à celui d'un trans-
formateur : elle dégage, par l'intermédiaire de sa majorité, une équipe
dirigeante qui gouverne grâce à la confiance de celle-ci et sous le contrôle
de l'ensemble des députés » 8°. Il est donc naturel que le gouvernement,
simple comité de l'assemblée, lui soit subordonné juridiquement et politi-
quement.
Dans le régime présidentiel, au contraire, l'exécutif jouit, dans son
domaine, d'une totale autonomie, car « les pouvoirs sont partagés dès le
départ entre deux organes procédant directement du suffrage universel ;
chacun détient ainsi, dans la limite de ses compétences, une délégation
d'autorité particulière, et doit faire appel à son interlocuteur pour les
actes qui excèdent cette compétence spécifique » 81. Dans ce cas, il n'est
pas question d'une subordination de l'un des organes à l'autre, chacun est
souverain dans l'exercice de ses attributions. Et, notamment, la responsa-
bilité de l'exécutif ne peut être mise en jeu que devant le corps électoral,
où il puise sa légitimité. Les ministres, par conséquent, dépendent du
seul président.
Selon l'auteur, il faut donc remonter au mode de désignation de
chaque organe pour trouver l'origine de la distinction entre régime parle-

76. c Institutions politiques et droit constitutionnel », 1971, T. I, p. 184.


77. c Cours de droit constitutionnel » précité, p. 388. Pour M. J. Robert,
toutefois, trois éléments sont nécessaires pour qu'il y ait régime parlementaire :
effacement du chef de l'Etat, responsabilité, dissolution. « Que l'un vienne à
manquer et il n'y a plus de régime parlementaire du tout » (« La monarchie
élective » précité).
78. V. cependant J. Buchmann : « L'Afrique noire indépendante », Paris,
1962, pp. 243-244 ; Ogg et Ray : « Le gouvernement des Etats-Unis d'Amé-
rique », trad. fr., 1958. Pour M. Léo Hamon, le régime présidentiel est celui
où chacun des pouvoirs est sans action sur la naissance et la durée du mandat
de l'autre : « à partir du moment où existe cette indépendance dans la naissance
et la durée des fonctions, on est en présence d'un régime présidentiel »
(c Cours... » précité, p. 258).
79. « Un président pour quoi faire ? », Paris, 1965.
80. Ibid., p. 30.
81. Ibid.
mentaire et régime présidentiel. Pour lui, les deux systèmes de délégation
examinés ci-dessus relèvent de deux logiques fonctionnelles bien diffé-
rentes, et ne sont pas susceptibles de se rejoindre un jour dans des pra-
tiques identiques. Chacun, en effet, détermine des mécanismes particuliers
de rapports entre les pouvoirs publics, dont l'un correspondrait au régime
présidentiel, et l'autre au régime parlementaire.
Il faut toutefois remarquer que M. Avril ne pousse pas sa démarche
jusqu'au bout, puisqu'il ne propose pas, pour le régime parlementaire, de
critère en conformité avec son raisonnement : la logique voudrait en
effet que soit parlementaire tout régime où seul le parlement est issu du
suffrage universel.
En ce qui concerne le régime présidentiel, cette position, quoique
présentée sous un jour inhabituel, n'est pas entièrement nouvelle. Depuis
longtemps déjà des constitutionnalistes considèrent que l'élection présiden-
tielle au suffrage universel est l'élément fondamental du régime présiden-
tiel. Pour M. Luchaire82, ce mode d'élection détermine à la fois le contenu de
l'action gouvernementale, et les rapports entre les pouvoirs publics. De
même, pour Prélot, qui édifiait une classification des démocraties suivant
les rapports du peuple avec le gouvernement, « l'essentiel du régime pré-
sidentiel réside (...) dans l'élection populaire du chef de l'Etat qui est en
même temps chef de gouvernement » 83.
Tous ces auteurs considèrent généralement que l'élection présidentielle
au suffrage universel, en conférant au parlement et au président une
égalité d'origine, donne à ce dernier un poids politique qui lui permet
d'avoir la prééminence au sein de l'exécutif, et même dans ses rapports
avec les chambres. En effet, le président de la République est choisi par
l'ensemble du corps électoral, alors que les parlementaires, à moins d'être
élus sur une liste nationale, ne sont désignés que dans le cadre de circons-
criptions plus ou moins vastes ; ils peuvent donc plus difficilement incarner,
aux yeux du public, la volonté nationale. Ainsi, le président, une fois élu,
pourrait prétendre réaliser son programme, plébiscité par le corps élec-
toral. D'ailleurs dans le gouvernement présidentiel, comme cela se passe
aux Etats-Unis, c le peuple attend du président qu'il a élu qu'il réalise sa
politique personnelle et non pas la politique qui pourrait avoir les préfé-
rences du congrès » m. Les rapports entre les pouvoirs publics s'agence-
raient donc en fonction de cette situation.
L'équipe ministérielle, alors, devient un simple organe d'exécution
et de conseil, au sein de laquelle le premier ministre, s'il en est prévu,
jouera le rôle d'un « administrateur en chef plutôt que d'un leader politique
de la nation » 85. Quant au contrôle du parlement sur la politique de l'exé-
cutif, il est réduit : renverser le gouvernement perd beaucoup de son sens,
puisque ce n'est plus lui qui établit la politique de la nation. Les attaques
dirigées contre le président, sont, elles, d'issue hasardeuse, puisque celui-ci

82. « Vers une nouvelle répartition des fonctions politiques. Le gouverne-


ment présidentiel », dans « Refaites une constitution », Paris, 1946, pp. 175 et s.
83. « Institutions politiques et droit constitutionnel », 1971, se éd., Paris,
p. 87 et s. ; v. également R.G. Schwartzenberg : « Cours de droit constitution-
nel et institutions politiques », lre année de licence, Multigr., Paris, 1969, p. 606 ;
v. également G. Vedel : « Les deux constitutions », Le Monde, 10-1-73.
84. J. Lafferière : e Cours de droit constitutionnel », 1938-1939, Multigr.,
Paris, p. 280.
85. M. Prélot : « La constitution de la Ve République », Encyclopédie fran-
çaise, T. X, p. 212 ; v. également A. Hauriou : « Institutions politiques et droit
constitutionnel », Paris, 1972, p. 815.
peut toujours se prévaloir du mandat reçu lors de son élection, à la diffé-
r e n c e des assemblées, s o u v e n t p e u homogènes 86.

U n m é c a n i s m e juridique essentiel, la désignation a u s u f f r a g e uni-


versel, direct o u indirect, d u c h e f de l'exécutif, a u r a i t d o n c p o u r effet
d'établir à lui seul u n t y p e particulier d e r a p p o r t s entre les o r g a n e s d e

l'Etat : le r é g i m e présidentiel. D è s lors, o n a m ê m e p u s'interroger s u r la


n a t u r e des institutions f o n c t i o n n a n t a c t u e l l e m e n t e n G r a n d e - B r e t a g n e 8 7 ,

p o u r t a n t m o d è l e s classiques d u r é g i m e p a r l e m e n t a i r e .

D e m ê m e , e n F r a n c e , l o r s q u ' e n 1962, le g é n é r a l d e G a u l l e , utilisant

u n e p r o c é d u r e c o n s t i t u t i o n n e l l e m e n t discutée, obtient q u e soit c h a n g é le


m o d e d e désignation d u p r é s i d e n t de la R é p u b l i q u e , la d o c t r i n e est u n a n i m e
à voir là u n t o u r n a n t d u r é g i m e 88. P o u r A . H a u r i o u , « la r é f o r m e consti-
tutionnelle d u 6 n o v e m b r e 1962, réalisée p a r r é f é r e n d u m , qui d é c i d e q u e

le p r é s i d e n t d e la R é p u b l i q u e sera d é s o r m a i s élu a u suffrage universel


direct m o d i f i e p r o f o n d é m e n t l'équilibre d e la constitution d e 1 9 5 8 » 81.
C e t a u t e u r explique ensuite q u e le r é g i m e s'oriente vers le présidentialisme,

application d e c o n c e p t i o n s constitutionnelles d é j à c o n t e n u e s e n g e r m e d a n s
le f a m e u x discours d e B a y e u x . S e l o n lui, c o m m e selon la m a j o r i t é d e la
d o c t r i n e d u droit constitutionnel, la n o u v e l l e p r o c é d u r e d e d é s i g n a t i o n d u

président b o u l e v e r s e les r a p p o r t s e n t r e les p o u v o i r s publics. O n introduit


e n effet, « u n é l é m e n t d e r é g i m e présidentiel d a n s le « s y s t è m e p a r l e m e n -
taire a n t é r i e u r » " , si l'on en croit M . D u v e r g e r , c a r « u n c h e f d e l'Etat

élu d i r e c t e m e n t p a r la nation, a u s u f f r a g e universel, tirera d e s o n investiture


u n e autorité telle q u ' o n n e p o u r r a plus le c o n f i n e r d a n s le rôle h o n o r i f i q u e
et décoratif des présidents de la IIIe et d e la IVe R é p u b l i q u e : il sera
n a t u r e l l e m e n t doté d e plus d e prestige a u x y e u x d u p a y s q u e le p r e m i e r
ministre, et ce d e r n i e r n e p o u r r a agir c o n t r e la v o l o n t é présidentielle » 91.

86. Des présidents élus au suffrage universel n'ont pas manqué d'utiliser leur
poids politique pour revendiquer la prééminence. En 1835, Jackson, en conflit
avec le Sénat des Etats-Unis, déclarait : « Le président est le représentant
direct du peuple américain, élu par le peuple lui-même, responsable directement
devant lui... le Sénat n'est pas directement responsable envers le peuple »... (cité
in J. Barthelémy : « Le rôle du pouvoir exécutif dans les républiques modernes »,
Paris, 1907, p. 115). Le général de Gaulle, lui aussi, a utilisé à plusieurs reprises
l'argument consistant à opposer élection du président à celle des députés (v.
par ex. l'allocution du 17 décembre 1969, où il déclare que le chef de l'Etat
procède « de la confiance profonde de la Nation », et non d ' « un arrangement
momentané entre professionnels de l'astuce » (Le Monde, 19 décembre 1965).
87. F. Marx, « L'Angleterre vit-elle sous un régime présidentiel ? », R.D.P.,
1969, p. 5. En effet, si l'on ne tient pas compte du rôle honorifique joué par
la Reine, on constate que le chef de l'exécutif est le Premier ministre, et qu'il
est pratiquement désigné au suffrage universel. La doctrine remarque que le
système électoral majoritaire à un tour, brutal, et le bipartisme, font que lors-
qu'un électeur vote, dans une circonscription, pour le candidat local d'un parti,
il vote également et surtout pour le « leader » national de ce parti. Celui-ci lors-
que son parti a obtenu la majorité des sièges à la Chambre des Communes serait
en effet assuré d'être le chef du gouvernement. En 1867, Bagehot l'avait déjà
observé, qui écrivait : « nous avons en Angleterre un premier magistrat électif,
aussi véritablement que les Américains en ont un » (« The English constitution »,
1885, 4C éd., London, p. 11).
88. V. J. Gicquel : « Essai sur la pratique de la Ve République, Paris, 1968.
89. « Droit constitutionnel et institutions politiques », 1972, Paris, p. 772 ;
v. également J.D. Bredin : « La République de Monsieur Pompidou », Paris,
1974.
90. M. Duverger : « Institutions politiques et droit constitutionnel », Paris,
1971, T. II, p. 236.
91. M. Duverger : «Institutions politiques et droit constitutionnel », Paris,
1963, p. 507.
En somme, l'élection présidentielle au suffrage universel revêt de
l'importance aux yeux de la doctrine dans la mesure où elle influe sur les
rapports entre les pouvoirs publics en déterminant un modèle de fonction-
nement particulier Elle serait donc la cause unique de l'avènement d'un
régime présidentiel, quelles que soient les autres dispositions relatives à
l'organisation constitutionnelle. D'ailleurs, en 1962, comme le fait remarquer
M. Guy Mollet... « deux articles seulement ont été modifiés, l'article 6 et
l'article 7 (...) Aucun autre article, que ce soit sur le rôle du président de
la République, sur les attributions respectives du gouvernement ou du par-
lement ou les rapports des uns et des autres n'est évoqué dans le texte
soumis au référendum » Il. Il faut donc que ce soit la désignation du
président qui joue le rôle de moteur dans la transformation du système.

C - Le défaut de cohérence de la méthode suivie par la doctrine.

Si l'on ne semble pas remettre en cause, directement, du moins, la


responsabilité des ministres comme critère du régime parlementaire, la
référence à l'élection présidentielle comme critère du régime présidentiel
est utilisée de façon si ambiguë qu'elle aboutit à détruire la logique de
toute la classification. La doctrine, en effet, semble hésiter à tirer toutes
les conséquences de la démarche qu'elle a adoptée. Il faut d'ailleurs noter
que le droit constitutionnel étranger, lorsqu'il connaît la classification tra-
ditionnelle, semble ne pas s'en tenir à l'élection présidentielle au suffrage
universel pour qualifier un régime de présidentiel.
Ainsi, lors de l'élaboration de la constitution allemande de 1919, dite
constitution de Weimar, les auteurs du projet et notamment Preusz, insis-
tant sur la souveraineté du peuple, voulaient établir un parlementarisme
authentique, et précisément grâce à l'élection du président au suffrage
universel. Le rapporteur, Ablass, déclarait : « la situation du président
du Reich, du gouvernement et du Reichstag est basée chez nous sur le
principe fondamental du parlementarisme véritable, par opposition à
l'inauthentique ». Pour lui, le régime français de la IIIe République four-
nissait un bon exemple de dégénérescence du modèle parlementaire. Il
ajoutait que « le parlementarisme véritable consiste en ce que le parlement
ne doit pas être omnipotent, qu'il doit subir un contrôle exercé à son tour
par une instance démocratique ; et cette instance démocratique, c'est chez
nous le président du Reich (...). Ces deux instances, le parlement aussi bien
que le président, ont leurs origines dans la même source, à savoir la
volonté du peuple » 93.
La doctrine latino-américaine également, lorsqu'elle entend les notions
de régime parlementaire et de régime présidentiel au sens classique, n'at-
tache qu'une importance relative au mode d'élection du président : « que
le président soit élu par le peuple directement ou indirectement, ou bien
par les chambres, c'est toujours la même chose quant au système parle-
mentaire, pourvu que les agents du président soient responsables devant le
parlement », écrivait un auteur chilien94.
Le lien entre régime présidentiel et origine populaire des pouvoirs du
président n'est donc pas évident pour tous. M. Gonidec remarque qu'en

92. «Quinze ans après... la constitution de 1958 », Paris, 1973, p. 138.


93. Cité par P. Szigeti : « Le président du Reich allemand », Paris, 1932,
pp. 6-7-8.
94. J. Benavente : « Etude critique de la constitution de la République du
Chili », Paris, 1916, p. 18.
Afrique l'adoption de l'élection du chef de l'exécutif au suffrage universel
ne semble en tous cas pas être la conséquence d'une volonté délibérée
d'établir un régime de type présidentiel, d'autant plus que les institutions
s'éloignent sur de nombreux points du modèle classique95.
Afin de cerner une réalité constitutionnelle dont la richesse s'accom-
mode mal de la rigidité des catégories classiques et de leurs critères, on a
été contraint de recourir à la constitution de classes mixtes. Celles-ci sont
utilisées afin de classer les institutions dans lesquelles existent à la fois
élection présidentielle au suffrage universel, et responsabilité politique des
ministres. Dès les débuts du régime de Weimar, on s'est, par exemple,
accordé à reconnaître que la constitution était à la fois parlementaire et pré-
sidentielle 96, et la doctrine moderne a repris cette idée 97. Puis, les caté-
gories hybrides se sont multipliées, qu'elles soient dénommées régime semi-
présidentiel, mi-parlementaire, mi-présidentiel, etc. Avec l'Allemagne de
Weimar, les exemples les plus couramment cités sont ceux de la Finlande,
de l'Autriche, régimes dans lesquels le président est élu au suffrage uni-
versel, mais où le gouvernement est également responsable devant le
parlement A ces deux exemples est venu s'ajouter celui de la France en
1962.
Déjà, en 1961, le général de Gaulle, qui semblait décidément soucieux
de déconcerter les constitutionnalistes, avait déclaré : « disons, si vous le
voulez, que notre constitution est à la fois parlementaire et présiden-
tielle » ®8. En 1962, la doctrine, pour sa plus grande part, reprendra à son
compte cette affirmation : la révision constitutionnelle, tout en bouleversant
le régime, ne le transforme pas complètement, et ne fait que superposer
des éléments présidentiels et parlementaires. Pour M. Vedel, par exemple,
deux constitutions coexisteraient actuellement, celle de 1958, parlemen-
taire, et celle de 1962, présidentielle99, ce qui le mène à la conclusion que
le régime n'est « pas si présidentiel » 100. Selon A. Hauriou, « nous sommes
en présence d'un système mi-parlementaire, mi-présidentiel » 101, opinion
reprise par M. Avril102.
On envisage donc de concilier, en une catégorie hybride, les deux
notions traditionnellement opposées. Bien que la doctrine, dans son ensem-
ble, ait négligé de s'interroger sur le bien fondé de cette méthode, et
notamment sur sa logique, certains auteurs tels Prélot et M. Eisenmann
admettent qu'elle est utilisable 103. Prélot, se référant d'ailleurs à M. Eisen-

95. « Les systèmes politiques africains », Paris, 1971, p. 267.


96. E. Vermeil : « La constitution de Weimar et le principe de la démocratie
allemande », Strasbourg, 1923, p. 351; W. Gueydan de Roussel : «L'évolution
du pouvoir exécutif en Allemagne (1919-1934) », Paris, 1935, p. 37.
97. V. par ex. M.H. Fabre : « Principes républicains de droit constitution-
nel » précité, p. 119 : « L a constitution allemande de 1919 mêlait les genres,
elle combinait le gouvernement présidentiel et le gouvernement parlementaire ».
Certains auteurs reconnaissent toutefois le caractère simplement parlementaire
du régime ; v par ex. Ch. Eisenmann : « Bonn et Weimar », N.E.D., 1950,
n° 1337.
98. Conférence de presse du 11 avril 1961.
99. « Les deux constitutions », Le Monde, 14-7-72.
100. « Un régime pas si présidentiel », Le Monde 14-7-72.
101. « Cours de droit constitutionnel et institutions politiques », multigr.,
Paris, 1964-65.
102. « Le régime politique de la Ve République » ; mise à jour de la seconde
édition, 1967, Paris, p. 409.
103. M. Prélot : « Institutions politiques et droit constitutionnel », Paris,
1972, p. 141.
Ch. Eisenmann : « Essai d'une classification théorique des formes politi-
ques » précité.
mann, faisait des types mixtes « des types de synthèse reposant sur la
combinaison, l'association dans , une certaine proportion, de principes
opposés simples » qui auraient c une existence indépendante, distincte,
tout autant que celle des types simples eux-mêmes » 104.
L'idée est séduisante, mais contestable. On peut, bien sûr, créer des
classes nouvelles constituées par les éléments communs de deux classes se
recouvrant partiellement. Pour prendre un exemple concret extérieur au
droit constitutionnel, on peut, étant donné la classe A des animaux aqua-
tiques et la classe B des vertébrés, former la classe AB, plus restreinte, des
animaux aquatiques vertébrés 105. Mais cette opération n'est possible que pour
les classes qui ne s'excluent pas mutuellement. En effet, lorsque deux caté-
gories sont opposées par certains caractères, il est impossible de concilier
ces caractères en une troisième, à moins de remettre en cause l'opposition
entre les deux premières. On ne peut logiquement constituer des catégories
mixtes regroupant les animaux qui seraient à la fois aquatiques et non
aquatiques 106, ou vertébrés et non vertébrés. Dans le cadre de l'opposition
classique entre gouvernement parlementaire et gouvernement présidentiel
c'est la dualité des critères retenus pour la classification qui crée toute
l'équivoque. Sans doute est-il possible de regrouper en une catégorie les
systèmes constitutionnels dans lesquels existent à la fois élection présiden-
tielle au suffrage universel et responsabilité ministérielle. Toutefois, on
ne peut envisager que séparation absolue, en principe impliquée par le
premier critère, et séparation souple, censée résulter du second, puissent
coexister au sein d'un même régime. Si les caractères essentiels sont vrai-
ment opposés, ils sont exclusifs l'un de l'autre, sinon, ils réconcilient dans
une même ambiguïté les notions prétendument antagonistes107.
Et les constitutionnalistes, presque inconsciemment, se plient d'ailleurs
à la logique de leur dichotomie. Lorsque l'on prend deux catégories A
et B se recouvrant partiellement, tout AB est membre à part entière des
classes A et B. Pour reprendre l'exemple précédent, tout vertébré aquatique
est, au même titre que tout animal aquatique non vertébré, membre de la
classe des animaux aquatiques, et, au même titre que tout vertébré non
aquatique, membre de la classe des vertébrés. Il devrait en aller de même
en ce qui concerne les régimes politiques. Tout régime dit mixte devrait
être à la fois présidentiel, puisque comportant l'élection présidentielle au
suffrage universel, et parlementaire, puisque comportant la responsabilité
ministérielle.
Il n'en est rien, malgré les affirmations couramment répandues selon
lesquelles la tierce catégorie est « une combinaison du régime parlementaire
et d u r é g i m e présidentiel » 108. L a seule raison d'être de cette classe dite
mixte, hybride, voire « b â t a r d e » 109, est de c o n t e n i r les r é g i m e s qui n e sont

pas jugés t o t a l e m e n t purs, et n o n c e u x qui r e g r o u p e n t tous les caractères

104. Prélot, op. cit., p. 141.


105. R. Blanché : « Introduction à la logique contemporaine », Paris, 1968,
p. 17.
106. La catégorie des animaux amphibies ne regroupe pas des sujets pos-
sédant des caractères opposés. Les animaux amphibies sont sans doute aquatiques,
mais ne sont pas « non aquatiques »...
107. Boole a démontré que si nul A n'est B, il ne peut exister de AB (« An
investigation of the laws of thought », London, 1854).
108. M. Duverger : « Garder la constitution », Le Monde 7-9-72. Egalement
M. H. Fabre, op. cit., p. 119.
109. R.G. Schwartzenberg, c Cours... » précité, p. 606.
de chacun des deux types traditionnels. D'où l'emploi fréquent à leur sujet
des termes « régime mi-parlementaire, mi-présidentiel », avec l'intention
de montrer qu'ils ne sont complètement ni l'un ni l'autre.
Cette démarche a des conséquences assez graves sur la classification.
Car si l'on admet, avec M. Schwartzenberg, qu'une constitution qui c jux-
tapose l'élément essentiel du régime présidentiel — un président élu au
suffrage universel et doté de pouvoirs propres — et l'élément essentiel du
régime parlementaire — la responsabilité du gouvernement », « reste bâ-
tarde, mi-présidentielle, mi-parlementaire »no, c'est que l'on retient, pour
chacune des deux catégories, un critère supplémentaire, que l'on ne men-
tionne pas, et qui en constitue également un élément essentiel. Ce critère
peut être aisément déterminé en observant ce qui différencie la classe
« mixte » des classes « pures ». On constate alors qu'il consiste en l'absence
du caractère considéré comme essentiel de la classe opposée. Ainsi, pour
la doctrine, est un régime présidentiel « pur » celui dans lequel existe l'élec-
tion du chef de l'Etat au suffrage universel, mais également dans lequel
il n'y a pas de responsabilité ministérielle. Inversement, est parlementaire
celui où est prévue la responsabilité ministérielle, sans élection présiden-
tielle au suffrage universel. Les systèmes superposant élection au suffrage
universel et responsabilité sont classés dans la tierce catégorie, qui, contrai-
rement à ce que l'on affirme, n'est pas réellement mixte, puisque les régimes
qu'elle regroupe ne sont pas complètement conformes au critère des
deux autres catégories.
Les régimes mi-parlementaires, mi-présidentiels ne sont, en réalité
selon l'heureuse formule de M. Robert, « ni-parlementaires, ni-présiden-
tiels 2, m, ce qui confirme, si besoin en était, l'insuffisance des prétendus
éléments essentiels pour permettre la qualification d'un régime.
L'utilisation de ces catégories dites mixtes place donc le constitution-
naliste devant un dilemne : ou bien il réussit à y concilier tous les éléments
caractéristiques des deux autres, mais par ce seul fait, il anéantit leur oppo-
sition et la dichotomie sur laquelle est fondée toute sa démarche, ou bien
sa tierce catégorie n'est pas réellement mixte, puisque ne contenant pas
tous les éléments caractéristiques des deux autres. C'est cette dernière
branche de l'alternative, seul moyen de conserver l'opposition initiale,
qu'adopte la doctrine. Mais ce choix aboutit à remettre en cause les critères
proposés pour chaque type de régime. De l'observation de certains régimes
de référence, on avait induit que l'élection présidentielle au suffrage uni-
versel provoquait le régime présidentiel, et en constituait donc le critère,
tandis que la responsabilité ministérielle était l'élément caractéristique du
régime parlementaire. Or le raisonnement par induction, s'il n'a pas de
fondement logique, est, du moins, basé sur l'observation, confirmée par
l'expérience. La démarche de la doctrine montre qu'elle n'ajoute pas foi
aux conclusions qu'elle a elle-même tirées.
Les auteurs de droit constitutionnel entrevoient les problèmes que
font naître ces erreurs méthodologiques, mais, paradoxalement, ils refusent
de mettre en cause les notions qu'ils ont élaborées, et qui semblent si soli-
dement ancrées dans la théorie.
L'adéquation de leurs critères ne leur paraît pas pouvoir être mise en
doute. Ainsi, à propos de l'élection présidentielle au suffrage universel,
qu'il juge caractéristique du régime présidentiel, Prélot écrivait : « ce critère
a été contesté en s'autorisant d'exemples dans lesquels un président élu

110. Ibid.
111. «La monarchie élective., Le Monde 21-9-72.
par le peuple, n'exerce, comme en Autriche, que les fonctions d'un chef
d'Etat parlementaire. Mais l'expérience de Louis Napoléon, du maréchal
von Hindenburg et du général de Gaulle montre que, dans un grand
pays l'incertitude constitutionnelle profite au président 112.
Il est aisé, mais peu convaincant, d'écarter un élément gênant une
démonstration en lui en opposant d'autres, jugés plus significatifs. La
classification risque alors de perdre tout caractère scientifique, puisque
fondée sur des appréciations qui peuvent se révéler subjectives. La logique
imposait à Prélot d'affirmer simplement que l'élection au suffrage universel
du président autrichien faisait du régime, en application de son critère,
un régime non parlementaire, mais présidentiel. En effet, dès lors qu'a été
fixé un critère de distinction, la cohérence de la classification veut que
l'on s'y tienne. Il ne peut notamment être question d'admettre que des
régimes entrent dans la catégorie alors qu'ils n'en contiennent pas le
c r i t è r e 113, o u q u e des r é g i m e s d a n s lesquels existe le critère n'entrent pas
d a n s la catégorie. Si Prélot a cru b o n de c o n c é d e r q u e le r é g i m e autrichien

n'était p a s présidentiel, c'est qu'il tenait c o m p t e de d o n n é e s autres q u e


celle qu'il p r é s e n t e c o m m e étant essentielle. N'ajoutait-il pas p a r ailleurs,

q u e ... c si le p e u p l e désigne d i r e c t e m e n t l'organe g o u v e r n e m e n t a l indé-


p e n d a n t des c h a m b r e s , c'est le r é g i m e présidentiel, q u e l'on qualifie aussi
d e r é g i m e de s é p a r a t i o n des p o u v o i r s » ? 114 S'il n e remettait p a s en cause
le critère qu'il avait adopté, il persistait é g a l e m e n t à c o n s e r v e r l'opposition
traditionnelle entre r é g i m e s de s é p a r a t i o n et de collaboration des pouvoirs.

Cette attitude est d'ailleurs celle de l'ensemble des auteurs qui c h e r c h e n t


le critère de la distinction d a n s l'origine des pouvoirs. Ainsi M . Pierre Avril,

qui, à partir de l'élection présidentielle a u suffrage universel, bâtit u n


m o d è l e présidentiel systématisant le r é g i m e des Etats-Unis, est-il a m e n é à

conclure115 q u e « le r é g i m e présidentiel organise j u r i d i q u e m e n t la sépa-


ration des p o u v o i r s et c o n d u i t ainsi les d e u x autorités politiques à dialoguer,

en leur retirant tout m o y e n d'action a b s o l u l'une sur l'autre ». C e qui

p r o u v e qu'il a t t e n d s u r t o u t de cette catégorie u n type d e f o n c t i o n n e m e n t

particulier l ' o p p o s a n t a u r é g i m e parlementaire.

Q u e l q u e soit le critère utilisé, l'essentiel réside d o n c d a n s la dicho-


tomie, qui d e m e u r e à la base de tous les r a i s o n n e m e n t s . Selon M . D u v e r g e r ,

p a r e x e m p l e , il est nécessaire d e d é p a s s e r les catégories traditionnelles,


qui c o n v e n a i e n t t o u t juste il y a u n siècle, afin de s'attacher surtout a u x
p r o c é d é s p a r lesquels sont choisis les gouvernants. N é a n m o i n s , les r a p p o r t s
entre ces g o u v e r n a n t s d o i v e n t t o u j o u r s être pris en considération : « à la
distinction classique d u r é g i m e p a r l e m e n t a i r e et d u r é g i m e présidentiel, il
faut substituer a u j o u r d ' h u i celle de la d é m o c r a t i e directe et de la d é m o c r a t i e
« m é d i a t i s é e » N o n q u e la p r e m i è r e n'ait plus de sens : o n la r e t r o u v e
à l'intérieur de la s e c o n d e o ù elle sert à décrire les variétés d ' u n m ê m e

112. «Institutions politiques et droit constitutionnels, 5e éd., Paris, 1972,


p. 88.
113. Ainsi apparaît logiquement critiquable la démarche de MM. Lalumière
et Demichel (« Les régimes parlementaires européens », Paris, 1966, p. 27), qui
ne trouvent pas de critère juridique entièrement satisfaisant au régime parlemen-
taire et affirment : « l'utilisation de critères juridiques pour caractériser le ré-
gime parlementaire se heurte toujours au même obstacle : quel que soit le
critère utilisé, il n'englobe pas certains régimes, qui de toute évidence sont
parlementaires ».
114. Op. cit., pp. 87-88.
115. « U n président pour quoi f a i r e ? » précité, p. 31.
système fondamental. Il y a une démocratie directe parlementaire et une
démocratie directe présidentielle » 116.
Le problème demeure donc entier, et la combinaison de deux notions
opposées, et de leurs critères qui peuvent se chevaucher, donne des résultats
incohérents. Pourtant, la constatation qu'il existe des constitutions ins-
tituant à la fois l'élection présidentielle au suffrage universel et la respon-
sabilité ministérielle ne peut faire revenir la doctrine sur sa classification. Il
lui semble plus judicieux de mettre en cause les régimes qui défient ainsi
ses constructions théoriques.
Les types mixtes, sont en réalité bâtards, et ne peuvent être viables,
pense-t-on. L'exemple de Weimar a, pour des raisons bien particulières,
semblé confirmer cette opinion, et les prévisions pessimistes quant au sort
de la Ve République, en France, s'inspirent de ce précédent.
Hormis quelques exceptions, notables toutefois 117, on craint que
seule une conjonction heureuse d'éléments favorables puisse permettre le
fonctionnement de cet amalgame. « A ne point avoir su — ou voulu —
choisir comme modèle de régime politique l'une de ces grandes formes
bien typées que la théorie juridique offre aux constituants, on risque,
effectivement, de se retrouver demain dans l'impasse » 118. L'élection pré-
sidentielle au suffrage universel n'aurait donc pas pour effet de faire
passer le régime dans la catégorie présidentielle ? On a beau minimiser
l'importance des procédures considérées comme caractéristiques du parle-
mentarisme, celles-ci n'en demeurent pas moins, et il est notamment un
point, la responsabilité politique des ministres, inscrite dans la constitution,
qui s'oppose à ce que l'on écarte totalement ce type de régime.
L'article 20 prévoit en effet la responsabilité du gouvernement devant
le parlement : les ministres doivent, pour se maintenir, bénéficier de la
confiance de l'assemblée nationale. Or, en régime présidentiel, selon la
description classique, le cabinet dépend du seul président. Comment, dès
lors, concilier au sein de cet organe les tendances parlementaires et celle
du président, si elles sont contradictoires ?
Pour la doctrine, le seul moyen d'éviter des distorsions fâcheuses
consisterait à supprimer le caractère hybride du régime en le transformant
soit en véritable régime parlementaire, soit en véritable régime présidentiel.
« Nous sommes en régime présidentiel. Alors il faut établir le régime prési-
dentiel », écrit le journaliste P. Viansson-Ponté, cultivant le paradoxe et
surtout l'incohérence 119. Les partisans du critère de l'élection présidentielle
au suffrage universel eux-mêmes réclament la disparition des dispositions
relatives à la responsabilité, car celle-ci « est peu conciliable avec les
ressorts du présidentialisme » 12°. Ce qui prouve, une fois encore, que l'on
entend, dans un régime présidentiel, exclure la responsabilité ministérielle.
Dans l'élaboration de sa clé',;sification, la doctrine a donc commis
un certain nombre d'erreurs méthodologiques qui la conduisent à des
attitudes paradoxales. En effet, po.:r respecter la logique de sa dichotomie,
tout en se référant au droit positif, elle a été amenée à donner une inter-

116. « L a VIe République et le régime présidentiel» précité, p. 41.


117. Après avoir critiqué le système constitutionnel établi depuis 1962, M.
Duverger est aujourd'hui persuadé qu'il est adapté aux constantes de la vie
politique française (v. son article : « Garder la constitution » in Le Monde
7-9-72).
118. J. Robert : «L'équivoque constitutionnelle», Le Monde 13-2-73.
119. «Etablir le régime présidentiel », Le Monde 13-2-73.
120. P. Avril : « L e régime politique de la Ve République», mise à jour
1967, précité, p. 409 et s.
prétation fausse des systèmes qu'elle étudiait, et notamment de celui des
Etats-Unis.
Privilégiant en même temps certains mécanismes juridiques, elle remet
en question la cohérence de toute sa démarche.
Ses analyses, ainsi que sa construction, semblent donc empreintes d'une
hésitation permanente entre description et abstraction, spéculation et in-
duction, et l'amalgame fâcheux de ces différentes méthodes ôte beaucoup
de leur intérêt scientifique aux concepts de régime parlementaire et prési-
dentiel ainsi qu'aux classements qu'ils fondent.
Faute de catégories adaptées, on a dû faire intervenir des notions
nouvelles qui viennent s'ajouter aux deux grands pôles de la classification
traditionnelle, et tentent de cerner les phénomènes constitutionnels dont
ceux-ci ne peuvent rendre compte.

Section III. — La notion de présidentialisme,


fruit des erreurs méthodologiques de la doctrine

Dès les origines de la notion de régime présidentiel, alors que seul


l'élément séparation des pouvoirs avait été mis en relief, les constitutionna-
listes français, attachés à des conceptions juridiques traditionnelles, et non
dépourvus d'arrière-pensées politiques, furent unanimes à affirmer que ce
système de rapports entre législatif et exécutif était délicat, sinon imprati-
cable, et ne fonctionnait aux Etats-Unis que grâce aux atténuations qu'on
y avait apportées, ainsi qu'à une suite de circonstances particulièrement
favorables. Boutmy s'émerveillait : « accoutumés comme nous le sommes
en France à concevoir une constitution comme une œuvre philosophique
où tout se déduit d'un principe, comme une œuvre d'art dont l'ordonnance
et la symétrie doivent être parfaites, comme une machine savante dont
l'épure doit être si exacte, l'acier si fin, et si résistant, que les moindres
heurts ne semblent pas possibles, nous restons confondus devant cette
ébauche où les disparates et les incorrections abondent, devant le méca-
nisme grossier et taillé au couteau, en quelque sorte, et nous nous deman-
dons par quelle opération mystérieuse tout ce qui devrait produire l'accident
perpétuel, l'arrêt, la dislocation, a pu aboutir, au contraire, à une marche
régulière, inoffensive, et même satisfaisante » 121.
Une explication commode était souvent avancée de la réussite du
système des Etats-Unis : il fonctionnait grâce à « la haute sagesse politique
de la race anglo-saxonne » 122. Ce qui bien sûr, rendait aléatoire son expor-
tation chez d'autres peuples. Le régime présidentiel était donc bien un
type d'institutions typiquement nord-américain. D'ailleurs, pouvait-il en
être autrement, dès lors que la notion avait été créée par systématisation de
la pratique des Etats-Unis ? Les conditions dans lesquelles avait été élaborée
la classification condamnaient donc la catégorie à ne comprendre qu'un
archétype, et, au gré des pratiques politiques, des structures constitution-
nelles, et de l'imagination des théoriciens, ses déformations plus ou moins
accentuées.

121. «Etudes de droit constitutionnel» précité, p. 142.


122. Esmein : « Eléments de droit constitutionnel », 1896, p. 309.
§ 1. — LA GENÈSE DE LA NOTION : L'IDÉE D'UNE DÉFORMATION
DU RÉGIME PRÉSIDENTIEL

Puisque le régime présidentiel était, une fois pour toutes, défini à partir
de ce que l'on pensait être les mécanismes constitutionnels des Etats-Unis
et de la pratique qu'ils entraînaient, on devait considérer comme défor-
mations tous les systèmes où des institutions identiques produisaient des
effets différents. A la fin du XIXe siècle et au début du XXe, le Libéria
mis à part, il n'y avait guère que les anciennes colonies espagnoles de l'Amé-
rique latine à avoir adopté des constitutions calquées sur celle de Phila-
delphie. Le moins que l'on puisse dire du fonctionnement de ces régimes
est qu'il n'était pas conforme à celui de leur modèle : les dictatures se
succédaient, au gré des coups d'Etat, entrecoupées parfois de périodes
d'anarchie parlementaire. Les constitutionnalistes avaient beau jeu de
manifester leur prévention à l'égard d'un type d'organisation constitution-
nelle qu'ils jugeaient non viable. Mêlant au droit constitutionnel des consi-
dérations relatives à la théorie des climats, au tempérament national et aux
caractères raciaux, ils attribuaient la responsabilité de cette perpétuelle
effervescence à la conjonction du régime présidentiel et de la nature parti-
culièrement volcanique des peuples latino-américains. Seul, pensait-on, un
régime parlementaire pouvait contenir leurs débordements politiques iné-
vitables. Le régime présidentiel, au contraire, par sa logique même, était
dans ces pays générateur d'instabilité 123.
Et l'on en vint, progressivement, à opposer, à la notion de régime pré-
sidentiel pur, l'idée de sa déformation pratiquement obligatoire en dictature
ailleurs qu'aux Etats-Unis. « Nous considérons le régime présidentiel, ou
plutôt la transformation inévitable de ce régime en dictature comme une des
causes principales de l'épidémie dictatoriale qui sévit en Amérique latine,
créant cette instabilité néfaste de sa vie politique... » écrivait Mirkine Guet-
zévitch 124.
Cet état d'esprit allait permettre que se dégage, peu à peu, dans la
doctrine française, la notion de présidentialisme, qui implique une défor-
mation du fonctionnement des institutions au profit du président.
Les origines du terme sont assez floues. Elles semblent être inspirées
du vocabulaire des constitutionnalistes latino-américains, qui utilisent
plus volontiers « presidencialismo » que « regimen presidencial ». Déjà, en
1901, le journal Le Temps usait, à propos du Brésil, de la formule « prési-
dentialisme à l'américaine trop absolu 125. C'est cette idée d'altération
qu'implique l'expression qui sera reprise par Mirkine Guetzévitch, étudiant
certaines constitutions de l'après-guerre. De la constitution polonaise de
1935, il écrivait ainsi : « à première vue, la nouvelle constitution polonaise
se rapproche du type classique de présidentialisme dans sa variante latino-

123. « Le Temps », 24 août 1894 : « Onze présidents sur dix-sept que


compte l'Amérique hispano-portugaise, tirent l'origine de leur grandeur de coups
d'Etat ou d'une révolution. Cette constatation prouve assez quelle erreur fonda-
mentale ce fut que de prétendre appliquer à la plupart de ces peuples le système
présidentiel, c'est-à-dire la constitution représentative des Etats-Unis, qui ne
convient à ni à leur race, ni à leur tempérament. Il faudrait à ces néo-latins,
enclins a se payer de grands mots et de formules, et dont le sang, produit de
tant de croisements divers, bouillonne sous les feux des tropiques, la soupape
de sûreté du parlementarisme ».
124. «Les constitutions des nations américaines» précité; conclusion, n°
CXLIII.
125. Le Temps, 25 août 1901.
américaine — primauté juridique et politique du pouvoir présidentiel,
omnipotence de ce président dont le rôle est décisif dans le jeu des insti-
tutions constitutionnelles, etc. — mais le type polonais, ainsi que nous l'avons
constaté, est un présidentialisme beaucoup plus accentué que celui des
Etats de l'Amérique latine, même dans sa variante la plus exotique » 126.
Le terme connut la faveur de la doctrine, et fut repris, conservant le
plus souvent une nuance péjorative : le présidentialisme évoque un désé-
quilibre au sein des pouvoirs publics, ou, en tous cas, l'application non
conforme du schéma présidentiel.
Néanmoins, et cela ne contribue pas à une simplification, il arrive que
l'on emploie également l'expression pour désigner le régime présidentiel
classique 127, de la même façon que le mot parlementarisme est utilisé
indistinctement avec l'expression régime parlementaire 128.
Le présidentialisme est une invention de la doctrine française, et les
auteurs anglo-saxons tendent, eux, à englober sous une même étiquette
(« presidential ») tous les systèmes où un président est élu au suffrage
universel. Toutefois, l'auteur de l'article « Presidential government », dans
l'Encyclopédie internationale des Sciences sociales, constate que les
politologues français distinguent entre « presidential » et « presidentialist »,
qualificatif appliqué notamment à la Ve République au temps du général de
Gaulle 129. Bien qu'il trouve cette nuance intéressante, R.E. Neustadt semble
peu soucieux de l'approfondir ; il se borne à constater qu'elle pourrait
également être étendue au régime britannique actuel, à cause de l'existence
d'une majorité de soutien au gouvernement.
En France, on lie le terme à l'idée d'un déséquilibre important au
profit du président, ce qui expliquerait dans une certaine mesure le choix
du vocable « présidentialisme ». Celui-ci est en effet associé à la notion
moderne de régime présidentiel, qui implique elle-même une prééminence
présidentielle, mais beaucoup plus modérée. M. Duverger évoque assez

126. «Les constitutions de l'Europe nouvelle », Paris, 1938, p. 46.


127. M. Duverger qui, par ailleurs, donne au terme présidentialisme un
sens péjoratif, l'utilise également dans un sens très général. V. par ex. : « La
VIe République et le régime présidentiel » précité, pp. 39-40, où il emploie ainsi
les expressions « présidentialisme américain » pour désigner le système des
Etats-Unis, « présidentialisme utopique », « présidentialisme scientifique », pour
désigner le régime présidentiel classique.
128. Joseph Barthélémy, pourtant, donne à « parlementarisme » un sens
péjoratif, lorsqu'il écrit, justement à propos des Etats-Unis : « Les Etats-Unis
ignorent le régime parlementaire, mais ils ont trop souvent connu le parle-
mentarisme, qui en présente tous les inconvénients sans en procurer les avan-
tages : c'est l'intrusion abusive des membres des chambres dans un domaine
qui devrait leur rester étranger » (« Le rôle du pouvoir exécutif dans les répu-
bliques modernes », Paris, 1907).
129. R.E. Neustadt : article «Presidential government» in «International
Encyclopedia of the Social Sciences », N.Y., 1968, vol. 12. Cependant, certains
auteurs américains, plus influencés par la doctrine française, distinguent davan-
tage entre le modèle présidentiel et ses copies plus ou moins conformes : K.
Loewenstein (« Etude de droit comparé sur la présidence de la République à
l'exclusion de celle des Etats-Unis », R.D.P., 1949, p. 153) emploie le terme
présidentialisme pour régime présidentiel, mais utilise le vocable régime néo-
présidentiel pour qualifier des institutions telles celles de Weimar, de l'Espagne
républicaine, de la Pologne, de la Chine et du Portugal : « sa technique consiste
dans la concentration des fonctions exécutive et législative aux mains de l'exé-
cutif, ce qui le distingue du présidentialisme américain. Toutefois, il ne peut se
passer entièrement du Parlement, mais dans la hiérarchie des pouvoirs, ce
dernier est strictement subordonné à l'exécutif ».
ISBN 2-275-01223-0
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