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ESTE COMPÊNDIO DIDÁTICO ENGLOBA OS SEGUINTES MATERIAIS:

9 Técnica Policial I;
9 Técnica Policial II - ABORDAGENS;
9 Técnicas de Intervenção Policial;
9 Manual do Policial Comunitário;
9 Conflitos Interpessoais e a Intervenção Policial;
9 Direitos Humanos e Aplicação da Lei;
9 Manual de Tiro Defensivo;
9 Direção Ofensiva;
9 Manual para Servir e Proteger;
9 Segurança de Dignitários;
9 Segurança da Informação;
9 Segurança Institucional;
9 Segurança das Telecomunicações;
9 3 Manuais de Primeiros Socorros;
9 3 Manuais de Prevenção e Combate a Incêndio + Norma.
PARTES DE ALGUMAS DAS
APOSTILAS PARA ANÁLISE DOS CLIENTES:

( A ordem/seqüência lógica dos assuntos, apostilas e conteúdo foi quebrada intencionalmente,


pois o que apresentaremos a seguir é apenas uma ilustração do material de estudo).

CONFLITOS INTERPESSOAIS E A NTERVENÇÃO POLICIAL

ESTRATÉGIAS PARA APROXIMAÇÃO DE COMUNIDADES RESISTENTES


Uma prevenção eficiente do crime e da desordem e um esforço de controle só podem
resultar de uma experiência direta de cooperação por parte de todos os grupos relevantes no
processo de resolução de problemas - seja através do envolvimento ativo ou da mera verbalização.
Isto facilitará a cooperação e o entendimento mútuo entre os grupos em questão.
A maneira mais eficiente de motivar as pessoas é transmitir-lhes que suas opiniões serão
valorizadas, que eles terão uma voz nas tomadas de decisão, e que serão engajados no processo
de resolução de problemas. Se esses critérios forem obedecidos, as iniciativas serão apoiadas e
perpetuadas, porque as partes que constituem os grupos relevantes possuem um investimento
pessoal no processo. A atuação dos grupos relevantes trará benefícios mútuos e aumentará o
entendimento e a cooperação entre eles.
O policial é o principal elemento no processo. Cabe-lhe utilizar os seus conhecimentos em
prol da comunidade e colher destes, suas principais aspirações para que o fator “segurança” seja
atingido...

PADRÕES OPERACIONAIS DE COMPORTAMENTO

Para desenvolver operacionalmente a polícia, vamos buscar ensinamentos no livro de


Stephan Schiffman “OS 25 ERROS MAIS COMUNS EM VENDAS E COMO EVITÁ-LOS”, para que
os nossos policiais tenham sucesso na prestação de serviços à comunidade:
Erro nº 01: Não Ser Obcecado
Dedique-se inteiramente aos resultados em cada minuto que está trabalhando; utilize todos os
ensinamentos que possui para a plena execução da polícia.
Erro nº 02: Não Escutar o Cidadão
Jamais interrompa. Obtenha os fatos principais, isole os problemas e dê o recado certo, tanto
verbal quanto não-verbalmente: “Estou aqui para ajudá-lo.”
Erro nº 03: Não ter empatia com o Cidadão
Tente enxergar a perspectiva do outro; lembre-se de que não vai ser encarado como o item mais
importante da agenda do dia. Crie respeito pelo tempo do cidadão.
Erro nº 04: Encarar o Cidadão como um Adversário
Esforce-se para que o cidadão trabalhe com você; não aborde a polícia comunitária como se fosse
uma confrontação.
Erro nº 05: Distrair-se
Concentre-se durante o diálogo; não se desoriente com comentários confusos ou negativos feitos
pelo cidadão.
Erro nº 06: Não Tomar Notas
Estabeleça o controle e reforce o desejo do cidadão em potencial de dar informações, anotando os
fatos principais num bloco.
Erro nº 07: Não Fazer o Acompanhamento...
4.1- TÉCNICAS, TÁTICAS E OPERACIONALIZAÇÃO

Para execução da segurança pessoal a primeira coisa a se fazer é executar


técnicas preventivas. Logo a segurança pessoal age em torno de técnicas
eminentemente preventivas e ostensivas; e eventualmente repressiva ou efensiva.
As técnicas preventivas englobam todas as ações desencadeadas pela equipe de
segurança, pelo dignitário e pela sua família, objetivando evitar quaisquer tipos de
hostilidades. Além dessas ações, englobas também as medidas de segurança física, as
quais tem a mesma finalidade: evitar crimes ou atentados.
Segurança física - a parte de segurança que se preocupa com as medidas físicas
destinadas a salvaguardar o pessoal e prevenir acessos não autorizados a informações,
materiais e instalações, contra a espionagem, sabotagem, danificação e roubo, tanto nos
locais de fabrico ou armazenagem como durante deslocações.
O Agente de Segurança que executa a proteção de dignitário deve ter três
qualidades: conhecimento técnico; conhecimento tático e controle emocional.
CONHECIMENTO TÉCNICO é o saber acerca das leis, normas, regulamentos e
doutrinas de segurança, funcionamento de todos os dispositivos de emergência e de
proteção (alarmes, armas letais e não letais, extintores, hidrantes, viatura, etc.)
CONHECIMENTO TÁTICO é a forma em que a pessoa empregará o seu
conhecimento técnico. Isto é: seu posicionamento, postura, agilidade, rapidez, eficácia,
observância das leis, normas, doutrinas de segurança, etc. É sua tática que definirá se o
agente vai viver ou morrer em um sinistro; se ele será absolvido ou condenado após sua
ação.
CONTROLE EMOCIONAL é o mecanismo psicológico que traz a tona a verdade ou
a mentira; o profissionalismo ou o amadorismo; a sabedoria ou a ignorância, a razão ou a
emoção; vitória ou a derrota. Como assim? Se a pessoa empregar todos os preceitos dos
conhecimentos Técnicos x Táticos evidenciará a profissionalismo, a verdade, a sabedoria,
a razão e a vitória; todavia, se for precipitado em sua ação evidenciará o amadorismo, a
ignorância, a emoção, a derrota e a vergonha do ser humano.
Os objetivos técnicos são:
9 Detectar os riscos;
9 Estabelecer os meios necessários (dispositivos, barreiras físicas e eletrônicas,
equipamentos, alterações estruturais, enfim, todos os recursos logísticos, humanos
e materiais) para tornar o ambiente seguro;
9 Elaborar manuais, normas e procedimentos de segurança preventivos e
contingenciais;
9 Elaborar: planejamento de segurança; planejamento de emergência ou contigencial;
planejamento de manutenção do nível de segurança e planos de auditoria.
Os objetivos táticos são:...

5 - ANÁLISE DE RISCOS

Em segurança, consideramos risco todo evento capaz de produzir perdas ou danos,


seja de ordem humana (vidas/integridade física) ou patrimonial (bens tangíveis e
intangíveis).
A análise de risco visa detectar todos os riscos aos quais o dignitário, sua família e
empresa estão sujeitos. Após a detecção, os riscos precisam ser classificados de acordo
com a probabilidade de acontecimento. Nesta classificação é necessário que conste o
grau de risco/gravidade e seus efeitos/conseqüências/danos humanos, materiais ou
financeiros (valor do prejuízo, transtornos e possibilidade de recuperação do patrimônio ou
de contornar a situação).
Com estes dados em mãos, adotam-se as medidas preventivas necessárias
(elaboração de normas, projetos e sistemas de segurança, plano de contingência para
cada risco, adoção de barreiras físicas e eletrônicas de segurança, equipe de vigilância,
monitoramento, etc.)...

...Para cada risco haverá duas linhas táticas:

1. TÁTICAS PREVENTIVAS – são as medidas e normas preventivas estabelecidas


neste programa, adotadas antes da concretização do risco, que devem prevalecer e
serem eficazes o suficiente para nunca ser necessário usar táticas contingenciais.

2. TÁTICAS CONTINGENCIAIS – são os procedimentos de segurança, previstos no


plano de contingência, adotados durante e após a ocorrência de um sinistro (o risco
se concretizou). Resta ao agente de segurança agir para reduzir seus efeitos e
conseqüências.

5.3.7 – APLICAÇÃO DE MÉTODOS VIA ANÉIS DE PROTEÇÃO

Tanto na segurança patrimonial como na pessoal, podemos aplicar o método de


segurança estabelecendo três anéis de proteção.

3º. Perímetro (externo)


Segurança ostensiva

2º. Perímetro (intermediário)


Segurança velada

1º. Perímetro (interno) - VIP


e escolta ou segurança
ANEL DE PROTEÇÃO VOLTADO A SEGURANÇA PATRIMONIAL

3º. Perímetro (externo – Áreas de livre acesso: Rua,


calçadas, pátio, estacionamentos livres) – Prever
segurança ostensiva por meio de muros, grades, cerca
lét i it t l tô i i ilâ i ( d ) t

2º. Perímetro (intermediário - Áreas de acesso


parcialmente liberado sob preciso controle da
portaria e vigilância: administrativo, área de vendas,
seção de exposição, atendimento ao público, etc.)
Também pode ser considerada a trajetória, ou seja,
todas as áreas perimetrais e vias de acesso em que o
agressor ou causador do dano deverá passar para
afetar e causar algum dano ao patrimônio (muros,
grades, portões, portas, terrenos, jardins, saguões,
telhado, recepção, salas, etc.)

1º. Perímetro (interno – Áreas de acesso proibido ou restrito. Podem ser consideradas
áreas restritas: gabinetes da presidência/diretoria, tesouraria, cofres, caixa forte, sala
forte, casa de força, laboratórios, produção, etc. Para chegar até essas áreas, deve existir
uma parafernália de obstáculos e barreiras de segurança, o suficiente para desestimular
a ação criminosa.
9 As vias de acesso a essas áreas devem ser monitoradas e equipadas com
dispositivos de alarmes;
9 O departamento não deve ser identificado por sinalização. Exemplo: Gabinete do
Presidente; Diretor Geral; Casa de Força. A sinalização deve se ater a placas
indicando a proibição de circulação de pessoas. Se o acesso é proibido, a pessoa
que utiliza o departamento ou sala sabe muito bem o caminho e não precisa de
sinalização;
9 Nenhuma das quatro paredes destas áreas/departamentos pode ser extremidade
do imóvel, pois a área restrita deve ser no centro da construção, ou seja: ao seu
redor devem existir outros cômodos, cujo acesso também é de considerável
controle e vigilância;
9 A segurança é executada de fora para dentro;
9 A elevação do nível da segurança de áreas restritas é diretamente proporcional à
proximidade, ou seja, quanto mais a pessoa se aproximar destas áreas, mais
obstáculos e procedimentos de segurança ela deve encontrar;
6 - PLANEJAMENTO DE CONTINGÊNCIAS

Planejamento de contingência se resume em um documento normativo que


descreve de forma clara, concisa e completa a resposta ou ação que deverá ser
desencadeada diante de adversidades ou em caso de acontecimento de um sinistro, perda
ou dano, seja ele de ordem pessoal (humana) ou patrimonial (bens tangíveis e
intangíveis).
É neste plano que o homem buscará informações para desencadear suas atitudes
diante de um sinistro. No plano, estarão pré-estabelecidas todas as táticas contingenciais
(o que deve ser feito e como será executado).
O planejamento de contingência é uma segurança reserva (uma carta na manga);
ele visa assegurar a continuidade operacional da empresa/residência reduzir ou anular as
conseqüências do sinistro e evitar que outros sinistros aconteçam em decorrência das
condições especiais...

6.5 - GERENCIAMENTO DE CRISES

6.5.1 - CONCEITO DE CRISE

Um evento ou situação crucial que exige uma resposta especial da polícia, a fim de
melhor assegurar um solução aceitável. (FBI/NA)

6.5.2 - CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS

1. Compressão de tempo ( urgência )


2. Ameaça de vida
3. Necessidade de: a) Postura organizacional não-rotineira; b) Planejamento
analítico especial e capacidade de implementação; e c) Considerações legais
especiais.

6.5.3 - OBJETIVOS

1 - Preservar Vidas
9 Reféns
9 Cidadãos
9 Policiais
9 Causadores da Crise
2 - Aplicar a lei

7 - NOÇÕES DE PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA

Um planejamento de segurança deve detectar os pontos fortes e fracos da


empresa; os riscos ou ameaças que a empresa está sujeita; a relação custo x benefício
para investimento na segurança (até que ponto compensa); a probabilidade do
acontecimento de cada ameaça, bem como seu impacto negativo e finalmente a prioridade
para fazer frente a cada ameaça apresentada.
9 O planejamento de segurança deve estar em sincronia com a política e objetivos da
organização;
9 O administrador ou o executor do planejamento de segurança deve estar inserido
na administração geral da empresa; ou ao menos ter total apoio do primeiro
escalão;
9 O administrador ou o executor do planejamento de segurança deve ter poder e
liberdade de ação

ERROS MAIS COMUNS NA GESTÃO DE SEGURANÇA PATRIMONIAL


Embora cada pessoa, física ou jurídica seja única, há problemas que só mudam de
endereço, pois, empresas e residências colecionam os mesmos problemas.
Demonstraremos abaixo as 10 principais falhas mais encontradas nas empresas e
residências durante o processo de inspeção, consultoria ou auditoria de segurança.
Certifique-se de que sua residência ou empresa não esteja enquadrada em nenhuma
destas falhas enumeradas abaixo cronologicamente:
1. Cultura de segurança antiquada, ou seja, “cultura de segurança corretiva”. Neste
caso somente após um sinistro são desencadeadas medidas de segurança para
evitar outro ou para diminuir o dano. Não existe antecipação de ações preventivas,
as quais só são incorporadas após a “porta arrombada”. Com essa cultura a
empresa sempre perde tempo e dinheiro para resolver situações simples que
deveriam ter sido antecipadas por um bom programa baseado em uma cultura de
segurança preventiva.
2. Inexistência de política de segurança. Falha que conduz os funcionários ou
familiares a agirem conforme seus preceitos ou pontos de vista, que geralmente,
diferem das ações esperadas pela empresa, família ou pelos princípios técnicos
primários de segurança.

3. Falta de apoio, colaboração e comprometimento com a segurança por parte de


todos, a começar pelo primeiro escalão ou pelos filhos. A falta de união, integração,
apoio ou comprometimento torna praticamente impossível um ambiente empresarial
ou residencial seguro. Em uma administração eficaz de segurança, este tipo de
problemas é eliminado pela raiz...

7.1 – CONCEITO

Conceito de Segurança Empresarial: Conceituar o que quer que seja é sempre


uma tarefa difícil e as discordâncias são inevitáveis. No entanto, profissionais de
Segurança de todo mundo, concordam que uma boa definição de Segurança Empresarial
pode ser a seguinte:
“Conjunto de Medidas, capazes de gerar um estado, no qual os interesses vitais de
uma empresa, estejam livres de danos, interferências e perturbações”.
O conceito acima, aparentemente simples, reveste-se, no entanto, de grande
profundidade e complexidade. Vamos analisar individualmente cada uma das designações
grifadas em negrito.
Conjunto de Medidas: A segurança só é eficiente se for sustentada sobre um
conjunto de medidas, onde umas possam influenciar outras. Assim, a segurança isolada
ou localizada geralmente não é eficiente. Não adianta ter uma boa segurança na portaria,
por exemplo, se o sistema anti-furto simplesmente não existe. Não adianta muito ter uma
vigilância de primeira qualidade se a instituição empresarial simplesmente não possui um
bom sistema de prevenção e combate a incêndios. Assim, as chamas podem queimar e
consumir toda a empresa, incluindo aí, muitas vezes, o próprio vigilante. Por isso, a
segurança só será eficiente se for organizada dentro de um conjunto de medidas inter-
relacionadas e complementares.
Estado:...

8 - SEGURANÇA CORPORATIVA ESTRATÉGICA

A palavra Corporativa está empregada no sentido de corporação, associação,


empresa, instituição, organização, etc.
Já a palavra estratégica está no sentido de geral/global, institucional. Logo:
Qualquer planejamento de segurança que vise à proteção da empresa ou
organização de forma globalizada (macro), recebe o nome de planejamento estratégico.
A segurança estratégica passa por três etapas básicas: (Antonio C. R. Brasiliano)
1. Levantamento da cultura existente na organização;
2. Elaboração de política e filosofia de segurança;
3. Definição do Departamento de Segurança Empresarial.

8.1 - SEGURANÇA DA GESTÃO DAS ÁREAS E INSTALAÇÕES

8.1.1 - PROTEÇÃO PERIMETRAL

Tipos de Cercado: De uma forma geral, são utilizados numa Proteção Perimetral
um dos seguintes materiais: Muros; Alambrados; Grades; Estrutura de madeira; Estacas
de concreto eCercas de arame farpado
Os materiais mais utilizados em Proteção Perimetral são, no entanto, o muro, a
grade e o alambrado. Vamos conhecer as vantagens e desvantagens de cada um.

MATERIAL VANTAGENS DESVANTAGENS

Muros Resistência Alto Custo - Nenhuma


Difícil Violação visibilidade interna ou externa

Resistência - Visibilidade
Grades interna e externa - Difícil Alto Custo
Violação
Alambrados Baixo Custo - Fácil Pouca Resistência
Instalação - Visibilidade Fácil Violação
interna e externa

Empresa protegida com Empresa protegida com Empresa protegida com


muro grades alambrado
Tipos de materiais que podem ser colocados no topo do cercado

CONDIÇÕES PARA UMA BOA PROTEÇÃO PERIMETRAL

9 Observação das Zonas Livres Interna e Externa


9 Terreno Plano
9 Poucas Árvores e Vegetações
9 Instalações de Alarmes e Detectores
9 Realização de inspeções e manutenções

8.1.2 - SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA...

8.1.3 - IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE INTERNO

Sistemas de Identificação

A portaria ou recepção da empresa é de vital importância para a segurança, uma


vez que é por ela que entram e saem dirigentes, funcionários, visitantes e fornecedores.
Também é por ela que tentam passar ladrões, assaltantes, seqüestradores, terroristas,
espiões e outros tipos de criminosos.
Daí a importância em treinar adequadamente os funcionários que nela trabalham.
É importante que existam funcionários da Segurança apoiando os porteiros e
recepcionistas, sempre atentos a qualquer anormalidade.
Além do apoio humano, é necessário que o local seja monitorado com câmeras de
circuito interno de TV, controladas diretamente pela central de segurança.
O pessoal da Segurança, em serviço na recepção deve estar munido de
equipamentos de comunicação, capazes de mantê-los em contato permanente com a
central de segurança.
O ingresso de qualquer pessoa, no interior da empresa, só deve ser permitido
dentro de um processo de identificação e controle de acesso eficiente.
O sistema mais prático e simples de identificação é através de crachás. Por isso,
adote um sistema específico para cada tipo de pessoa, como dirigentes, funcionários,
estagiários fornecedores, serviços terceirizados e visitantes, entre outros.
Existem no mercado diversas empresas especializadas em criar sistemas de
identificação, cabendo à empresa escolher o sistema que melhor se adapte à sua situação
particular.

Crachás:
Os funcionários de empresas de serviços terceirizados, como empreiteiras,
manutenção, jardinagem e outros, devem receber crachás para circularem apenas nas
áreas onde prestarão seus serviços, devendo ser vedado seu acesso a outras áreas.

Alguns modelos de catracas, que podem ser utilizados no controle de acesso de


funcionários, visitantes e fornecedores.

Entrada e Saída de Funcionários


Para o público interno é recomendável crachás com fotos e códigos de barras. Já
para o público externo, o recomendável é o sistema que fotografa automaticamente o
visitante, guardando a foto e seus dados em arquivo no computador.
Essas informações poderão ser úteis, posteriormente, em casos de furtos, assaltos
e seqüestros, ou mesmo para comprovar a presença ou não de determinada pessoa na
empresa, em determinado dia e horário.
Os funcionários de empresas de serviços terceirizados devem receber crachás para
circularem apenas nas áreas onde prestam seus serviços, devendo ser vedado seu
acesso a outras áreas.

Crachás com múltiplas funções são os mais indicados para o controle de acesso de
funcionários.

Entrada e Saída de Visitantes


Todo visitante deverá ser cadastrado na recepção, com os seguintes dados, que
deverão ficar arquivados:
Nome completo do visitante;
Endereço;
Número do Documento de Identidade;
Nome da pessoa ou setor que veio visitar;
Assunto ou motivo da visita; Horário de entrada; e
Horário de saída...
8.1.4 - INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS

O Risco de Incêndios em Empresas

Um incêndio na empresa pode provocar uma verdadeira catástrofe, que pode ir


desde danos materiais consideráveis, passando pela perda completa das instalações,
podendo causar ainda a perda de vidas humanas.
Por isso, a empresa deve tomar todas as medidas no sentido de evitar um incêndio
e, também, de controlá-lo, caso ele venha a ocorrer, apesar de todas as precauções.

Um incêndio na empresa pode ter conseqüências Incêndio em prédio comercial


catastróficas em Madri, em 14 de fevereiro
de 2005

Projeto de Prevenção de Incêndios

Comece providenciando um projeto de prevenção de incêndio específico para a


empresa, que deverá ser elaborado e assinado por Engenheiro de Segurança
especializado.
Existe no mercado um grande número de profissionais habilitados para a
elaboração desse tipo de Projeto. Antes de contratá-los, no entanto, procure obter
informações sobre suas qualificações técnicas e legalidade de suas atividades.

Classes de Incêndio e Agentes Extintores

Mantenha extintores de incêndio em todos os ambientes e instalações da empresa.


Todos os dirigentes e funcionários devem receber treinamento sobre como manusear
corretamente um extintor de incêndio.
Observe sempre o prazo de validade dos extintores. Providencie para que eles
sejam recarregados quando estiverem próximos do vencimento da validade.
Os incêndios são divididos em classes e para cada classe de incêndio deve ser
utilizado um agente extintor adequado. Os incêndios podem ser divididos, basicamente,
em três classes:
9 Sólidos (madeira, papelão, tecidos...)
9 Inflamáveis (gasolina, diesel, álcool...)
9 Eletro-Eletrônicos (fiações, equipamentos eletrônicos, transformadores...)
As ilustrações abaixo, mostram cada um dos agentes extintores que devem ser
aplicados em cada classe de incêndio.
O triângulo verde, o quadrado vermelho e o círculo azul, estão estampados nos
extintores, bastando verificar qual deles deve ser utilizado em determinado tipo de
incêndio.

A manutenção constante dos extintores de incêndio é de vital importância para a


segurança da empresa.

8.1.6 - ILUMINAÇÃO E ENERGIA ELÉTRICA

Importância de uma Boa Iluminação:


A empresa deve tomar todas as providências necessárias quanto à manutenção da
segurança das instalações elétricas, evitando assim acidentes e desperdícios, bem como
garantindo a iluminação e o fornecimento de energia elétrica em todos os ambientes.
Procure iluminar corretamente as áreas externas da empresa, como pátios, jardins,
calçadas, estacionamentos e outros ambientes, evitando a existência de pontos escuros.
Como já foi dito, o ideal é que não haja grande quantidade de árvores ou
vegetações nos arredores da empresa.
No entanto, se você resolver mantê-los, providencie para que esses locais estejam
bem iluminados, evitando assim que possam servir de esconderijo para criminosos.
A iluminação das vias públicas, nos arredores das instalações da empresa também
deve ser satisfatória. Em casos de deficiência, peça ajuda à companhia de energia elétrica
responsável pela área.

Uma boa iluminação nos arredores da empresa também contribui para a segurança.

Iluminação de Emergência

Instale sistemas de iluminação de emergência nos pontos sensíveis da empresa,


que possam ser acionados automaticamente, em casos de queda de energia elétrica.

Modelo de iluminação de emergência


Treinamento de Pessoal...

8.2 - SEGURANÇA DAS TELECOMUNICAÇÕES

1.2 - Princípios básicos:

Os utilizadores dos meios de comunicação, nos seus locais de trabalho, nas suas próprias
residências ou noutros locais públicos ou privados, devem proceder ao cumprimento das
medidas preconizadas nas presentes instruções, constituindo estas uma necessidade
permanente de segurança ditada pela larga experiência de análise das vulnerabilidades
dos diversos meios de telecomunicações.

1.2.1 - Finalidades:
9 Determinar a cada membro envolvido na comunicação de matérias classificadas a
necessidade de uso de meios de telecomunicações pelo menos com o mesmo grau
de classificação de segurança;
9 Instruir os membros diretamente envolvidos na comunicação de matérias
classificadas sobre os requisitos gerais de segurança de telecomunicações.

CAPÍTULO 2

2 - Meios de telecomunicação não seguros:

São os seguintes os principais meios de telecomunicação não seguros a que se


reportam as presentes instruções: I) Intercomunicador; II) Telefone; III) Radiotelefone -
telemóvel; IV) Telecópia - fax; V) Telex; VI) Teleconferência; VII) Correio eletrônico.

4 - Centro de comunicações:

4.1 - Finalidade:

É uma área onde, além dos serviços de recepção, transmissão, registro e


distribuição de documentos e textos, classificados ou não, se pretende que estejam
reunidos todos os equipamentos e meios de telecomunicações postos ao serviço de uma
determinada entidade ou organismo.

4.2 - Meios:

O centro de comunicações deverá, sempre que possível, centralizar todas as infra-


estruturas de telecomunicações (v. n.º 5) do departamento ou departamentos que serve.
No domínio dos equipamentos telefônicos, o centro de comunicações deve incluir as
centrais das redes telefônicas privadas (PPCA) e respectivos operadores, centrais
radiotelefônicas e ainda os equipamentos criptofônicos, se estes forem partilhados por
mais de uma extensão.
No domínio da telecópia e do telex, os respectivos terminais, bem como os
equipamentos cripto, se os houver, deverão ficar igualmente instalados nesta mesma área.

CAPÍTULO 6
6 - Comportamento de segurança nas telecomunicações:

6.1 - Generalidades:

Ainda como reforço dos procedimentos anteriormente indicados para garantia da


segurança das telecomunicações, poder-se-á acrescentar a utilização de sistemas de
autenticação.

6.2 - Autenticação:

A autenticação é uma medida de segurança destinada a proteger um sistema de


telecomunicações contra possíveis mistificações. Existem vários sistemas de autenticação,
que poderão ser utilizados conforme as circunstâncias o aconselhem...

2 - DOS PROCEDIMENTOS COMUNS AOS POLICIAIS MILITARES

O policial militar deve conhecer, respeitar, fazer respeitar e difundir os direitos de


cidadania para o pleno êxito do policiamento comunitário...

3.1 - DO QUE SABER QUANTO AOS LOCAIS DE PATRULHAMENTO

O conhecimento dos locais a serem patrulhados deve envolver:


a - Localização dos pontos críticos;
b - Possíveis pontos de venda de drogas e de produtos de furto e/ou roubos;
c - Praças, ruas, vielas, locais de desovas e abandono de veículos roubados;
d - Esconderijos e residências de criminosos ou pessoas ligadas ao crime;
e - Casas comerciais, repartições públicas, estações de rádios, estações de eletricidade e
outros pontos, considerados sensíveis para a vida da cidade;
f - Conhecimento das indústrias, entradas e saídas de todos os estabelecimentos
importantes;
g - Terrenos baldios, locais com falta de iluminação ou dificuldade de acesso;
h - A existência de vigias particulares, guardas noturnos e sistemas de alarmes;
i - Orientação a comerciantes e industriais procurando conhecer os horários de expediente,
problemas ocasionados nas entradas e saídas de funcionários;
j - Comércio ambulante e suas repercussões com aglomerações, receptação e
relacionamento com atividades ilícitas;
l - Forma de ação e do chamamento de proprietários ou responsáveis em caso de alarmes;
m - Preparação e cuidados nos locais de acidentes e de crimes, principalmente quanto ao
socorro às vítimas;
n - Estacionar nos locais preestabelecidos ou naqueles que entender necessário durante o
patrulhamento e, se indispensável, o deslocamento a pé, não se afastar da viatura por
mais de 50 (cinqüenta) metros; e
o - Conhecimento de todos os eventos como shows, bailes, espetáculos ao ar livre, festas
de aniversário, casamentos etc., notadamente nos finais de semana.
3.2 - DO DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE DE OBSERVAR

O sentido de observação do patrulheiro deve levar em consideração:


a - Todos os estímulos pessoais e físicos do ambiente que se correlacionam com a
atividade policial de modo genérico ou em missões específicas;
b - O comportamento das pessoas de aparência suspeita, levando em conta as
circunstâncias locais e o fato de a grande maioria das pessoas não serem criminosas, mas
cumpridoras das leis;
c - Que as pessoas presas têm direitos e que devem ser respeitadas na sua integridade
física;
d - Situações circunstanciais, como pessoas carregando sacos ou objetos pesados;
indivíduos aflitos ou nervosos sem motivo aparente; grupo de pessoas paradas em locais
ermos ou mal iluminados; alterações de comportamento em presença da polícia;
abandono de objetos na presença de policiais; pessoas sujas de sangue ou com aparência
de uso de drogas ou alcoolizadas, sem confundi-las com pessoas doentes;
e - Cuidados especiais devem ser observados com:
1 - Pessoas que, ao verem o policial militar, alteram o comportamento, disfarçando, ou
mudando de rumo, ou largando algum objeto, demonstrando de alguma forma
preocupação com a chegada do policial militar;
2 - Indivíduo cansado, suado por correr, sujo de lama ou sangue;
3 - Indivíduo parado ou veículo parado por muito tempo, próximo a estabelecimento de
ensino;
4 - Pessoas com odor característico de tóxico;
5 - Indivíduo parado por muito tempo nas proximidades de estabelecimentos comerciais ou
bancários;
6 - Indivíduo agachado, dentro ou ao lado de veículo parado ou estacionado;
7 - Pessoa ou veículo que passa várias vezes pelo mesmo local;
8 - Estabelecimento comercial com a porta entreaberta;
9 - Janelas ou portas abertas em residências ou estabelecimento comercial, especialmente
no período noturno;
10 - Ocupantes de veículo cujas aparências estão em desacordo com o tipo de veículo;
11 - Veículo que passa em alta velocidade, com ocupantes apavorados ou empunhando
arma;
12 - Carro estacionado, com motorista no volante, parado há muito tempo no mesmo local;
13 - Veículo parado, mal estacionado, luzes acesas, portas abertas, chaves no contato;
14 - Veículo em movimento que procure chamar atenção do patrulheiro através de sinais,
como luzes, buzinas, freadas, etc.;
15 - Ruídos que quebram a rotina, como gritos, explosões, disparos de arma de fogo, etc.;
16 - Veículo velho com placa nova, veículo com placa dianteira diferente da traseira,
veículo com lataria amassada ou vidros estilhaçados, veículos com marcas de balas na
lataria; e
17 - Indivíduo estranho, muito atencioso e carinhoso com crianças nas ruas.

3.7 - DO RELACIONAMENTO COM POLÍTICOS E OUTROS REPRESENTANTES DA


POPULAÇÃO

A área de patrulhamento poderá ser endereço de residência ou de circulação de


políticos locais ou regionais. O patrulheiro deverá:
a - Conhecer os vereadores, deputados e demais políticos, mantendo-se apartidário em
suas missões;
b - Reconhecer os vereadores como políticos de contato mais direto com a população local
e por isso são procurados diariamente; e
c - No relacionamento com vereadores, apresentar os problemas da comunidade que
repercutem na segurança, como iluminação pública, terrenos baldios, serviços públicos e
outros fatores ambientais.

4 - PROCEDIMENTOS NO DESEMPENHO DO PATRULHAMENTO COMUNITÁRIO

O patrulheiro comunitário deve assumir comportamento e adotar procedimentos


adequados segundo os locais de trabalho. Deve associar nessa função suas qualidades
inatas com os conteúdos desenvolvidos na instrução quanto ao relacionamento com as
pessoas na comunidade.

Nas praças públicas, obedecer aos critérios a seguir relacionados:


a - Estacionar a viatura em local de destaque, se possível e se houver condições, na parte
central, principalmente em horários de concentração de pessoas;
b - Se a praça for defronte a uma igreja, estacionar a viatura antes do início e no final das
missas;
c - Orientar os freqüentadores para a preservação do patrimônio público, como telefones,
bancos, monumentos, jardins, etc.;
d - Orientar os freqüentadores para o uso correto dos recipientes coletores de lixo;
e - Contatar, conhecer e se fazer conhecer pelos comerciantes que exercem suas
atividades no local;
f - Observar e analisar os hábitos dos freqüentadores, orientando-os em casos de
excessos;
g - Organizar o trânsito nas vias próximas com o fim de proporcionar segurança aos
transeuntes e freqüentadores do local; e
h - Controlar o uso de bicicletas por parte das crianças e adolescentes, orientando-as.

Nas áreas residenciais:


a - Contatar, conhecer e se fazer conhecer pelos moradores;
b - Orientá-los nos variados aspectos de segurança pública;
c - Procurar conhecer os empregados e pessoas que freqüentam as residências;
d - Procurar conhecer os veículos de propriedade dos moradores;
e - Ao deparar com veículos estacionados com os faróis ligados ou vidros e portas abertas,
procurar o proprietário para avisá-lo e orientá-lo;
f - Ao constatar uma porta ou portão aberto, fazer contato com o morador, orientando-o;
g - Conhecer e se fazer conhecer pelos proprietários de estabelecimentos comerciais do
setor; e
h - Identificar os indivíduos considerados criminosos e vândalos residentes no setor.

Nas áreas bancárias e comerciais...


5 - DOS PROCEDIMENTOS DURANTE O ATENDIMENTO DE OCORRÊNCIAS
POLICIAIS

Além dos procedimentos tradicionais de polícia, preceituados na legislação e nos


manuais em vigência, o policial militar deverá observar outros, de Polícia Comunitária, no
atendimento de ocorrências policiais.
Os procedimentos de Polícia Comunitária durante o atendimento de ocorrências
policiais visam esclarecer, ajudar e orientar a população em geral e os usuários em
particular...

5.1 - DAS OCORRÊNCIAS CONTRA A PESSOA

5.1.1 - DO HOMICÍDIO

Nos casos de homicídios, o policial militar deverá:


a - Procurar dar ciência do ocorrido a familiares da vítima, informando-lhes o local onde se
encontra o corpo;
b - Conhecer e orientar os familiares quanto ao procedimento para a liberação do corpo;
c - Indicar a funerária municipal e a repartição pública responsável nos casos de pessoas
humildes;
d - Respeitar a privacidade e os direitos das pessoas da família quanto à divulgação da
ocorrência; e
e - Utilizar o centro de operações para avisar familiares com dificuldade de localização.

5.1.2 - DAS LESÕES CORPORAIS

Nos casos de lesões corporais, serão observados o seguintes princípios:


a - Providenciar socorro imediato à vítima, utilizando, se for o caso, a maleta de pronto-
socorrismo da viatura;
b - Nos casos de maior gravidade, através do Centro de Operações, avisar o hospital para
que se prepare para receber adequadamente a vítima;
c - Acionar ambulância ou unidade de resgate nos casos de maior gravidade;
d - Procurar cientificar os familiares da vítima; e
e - Orientar a vítima e seus familiares quanto à importância do exame de corpo de delito
para a caracterização da lesão.

5.1.3 - DO ABANDONO DE INCAPAZ

No atendimento de ocorrências de abandono de incapaz, adotar as providências a


seguir relacionadas:
a - Procurar descobrir os responsáveis, através de informações de testemunhas no local;
b - Encaminhar o incapaz à instituição que lhe possa dar guarida provisória;
c - Se necessário, alimentá-lo e agasalhá-lo até que receba outros cuidados; e
d - Procurar divulgar o fato através dos órgãos de imprensa, objetivando sensibilizar as
pessoas para a localização dos responsáveis ou órgãos que possam acolher o incapaz

5.1.4 - DO SEQÜESTRO...
5.3 - DAS OCORRÊNCIAS CONTRA A PAZ PÚBLICA

5.3.1 - DA PERTURBAÇÃO DO SOSSEGO

No atendimento de ocorrências de perturbação do sossego, o policial militar deverá:


a - Solicitar, com a educação necessária, que cesse a perturbação, fazendo com que os
perturbadores compreendam a situação dos reclamantes;
b - Procurar o diálogo pacífico e moderado, antes das providências policiais...

CAPÍTULO 2 - Regime de segredo

- Graus de classificação de segurança

1 - Às actividades no domínio industrial, tecnológico e de investigação que se reconheça


necessitarem de medidas de segurança deve ser, pelo ministro da tutela ou pelo membro
do órgão de governo próprio das regiões autónomas responsável pelo sector, nos termos
do presente diploma, atribuído um dos quatro graus de classificação de segurança abaixo
designados:

a) Muito secreto;
b) Secreto;
c) Confidencial;
d) Reservado.

2 - A classificação de segurança é usada tendo em vista duas finalidades...

CAPÍTULO 3 - Credenciação do pessoal

Necessidade de conhecer

1 - Toda a pessoa que, por força das suas funções, tenha necessidade de conhecer e ou
de manusear matérias classificadas de grau Confidencial ou superior deve ser objecto de
um prévio inquérito de segurança, tendo em vista ajuizar, especialmente, da sua lealdade,
idoneidade e discrição, para que lhe possa ser concedido um certificado de credenciação
que a habilite a ter acesso a tais matérias.

2 - Os inquéritos de segurança têm por finalidade verificar antecipadamente a capacidade


global de cada indivíduo para manusear matérias classificadas, bem como avaliar se a
concessão da credenciação pretendida é ou não objectivamente compatível com os
interesses da segurança.

3 - A amplitude dos inquéritos de segurança deve estar de acordo com o grau de


classificação de segurança, sendo sempre particularmente rigorosa em relação a pessoas
a credenciar em Muito secreto.

4 - O referido certificado porém, que o seu titular tenha acesso a todas as matérias
classificadas do grau especificado naquele documento, mas apenas àquelas que, pela
natureza da sua tarefa, tenha necessidade absoluta de conhecer.

Acesso a matérias classificadas

1 - Ninguém está autorizado a ter acesso a matérias classificadas apenas por força da
credenciação de segurança que possua.

2 - Este princípio aplica-se também às pessoas que trabalhem nos serviços de


dactilografia, cópia, arquivo e transferência de informações classificadas.

3 - Em todo e qualquer caso, a necessidade de conhecer deve ser previamente


determinada e constantemente actualizada, não devendo ser atribuído a quem quer que
seja um grau de credenciação superior àquele que for requerido pelas matérias
classificadas a que deva ter acesso.

Graus de credenciação de segurança

1 - O grau de credenciação de segurança de cada pessoa tem de estar em conformidade


com o grau máximo de classificação das matérias classificadas que deva manusear.

2 - Só é necessária a obtenção prévia de uma credenciação de segurança para os graus


de classificação:...

CAPÍTULO 4 - Segurança física

Noções de protecção

1 - As medidas de protecção física das matérias classificadas a adoptar não podem ser
uniformes.
2 - Quando exista grande quantidade de matérias classificadas a salvaguardar, as
medidas de segurança física devem ser completas e alargadas.

3 - Quando exista apenas uma pequena quantidade de matérias com grau de classificação
elevado, podem ser guardadas em cofres ou casas-fortes ou ser vigiadas
permanentemente.

Necessidades de segurança

1 - Para decidir quais as medidas de segurança física a implementar é necessário estar


informado, principalmente, sobre o seguinte:

a) O grau de classificação de segurança e a natureza das matérias a proteger;


b) O volume e o tipo das matérias classificadas a salvaguardar;
c) O grau de credenciação de segurança das pessoas e a sua necessidade de conhecer;
d) A avaliação das ameaças por parte dos serviços de informações hostis, actividades
terroristas, prejudiciais e criminosas....

Núcleos de segurança

Os estabelecimentos, empresas, organismos ou serviços, desde que empenhados


em actividades que envolvam medidas de protecção a matérias classificadas de
Confidencial ou superior, são obrigados a constituir núcleos de segurança...

Pessoal de segurança

1 - A vigilância das entradas e saídas das áreas de segurança deve ser confiada a pessoal
devidamente credenciado e instruído, cuja missão principal é limitar o acesso unicamente
às pessoas autorizadas e assegurar a protecção física das matérias classificadas.

2 - Nenhuma forma de protecção física deve ser considerada eficiente se não for sujeita,
permanente ou periodicamente, à fiscalização por meios humanos.

Rondas

1 - Fora das horas normais de serviço, as áreas de segurança das classes 1 e 2 devem
ser inspeccionadas por um ou vários agentes de segurança, no mínimo duas vezes
durante a noite e uma vez durante o dia.
2 - Todas as inspecções devem ter a possibilidade de verificar se cada casa-forte, cada
contentor ou móvel de segurança que guardem matérias classificadas de Muito secreto
estão bem fechados.

3 - Uma inspecção em cada duas, pelo menos, deve proceder à mesma verificação em
relação às matérias com a classificação de Secreto...

Casas-fortes

As casas-fortes são compartimentos de trabalho que, no seu todo, oferecem


protecção igual à de um contentor ou móvel de segurança, de classe equivalente, pelo que
as suas paredes, soalho, tecto, portas e fechaduras devem ser construídos de modo a
conferir o grau de segurança necessário...

4 - CONDUTAS OFENSIVAS EM COMBATE OU EMERGÊNCIAS

Quando a equipe tiver certeza de sinistro iminente, deve iniciar as condutas


ofensivas imediatamente. Agora é a “lei do cão”, quem pode mais, chora menos. O
EXECUTIVO TEM QUE SER PROTEGIDO.
9 O primeiro mandamento, que jamais deve faltar ou falhar é a comunicação.
Comunicar urgentemente e manter o contato com a central de operações, dando-
lhe ciência do fato e solicitando auxílio;
9 A central de operações deve providenciar assistência imediata, seja da polícia,
empresas de segurança privada, resgate, etc;
9 Se houver possibilidade de entrar em fuga, sem confronto, é melhor, porém se o
confronto for inevitável deve-se poupar populares e inocentes de lesões;
9 Destruir o agressor sem infringir o parágrafo único do art. 21- Código Penal: O
agente que exceda culposamente os limites da legítima defesa, responde pelo fato,
se este é punível como crime culposo.

4.1 – ABALROAMENTO LATERAL

Esta manobra visa paralizar o veículo do agressor arremessando-o contra algum


obstáculo. Caso a manobra não seja feita corretamente, preferencialmente com o uso do
“elemento surpresa”, o veículo agressor pode antecipar-se a ação e colocar em risco o
veículo da segurança; seja através do mesmo tipo de manobra ofensiva ou por meio de
uso de armas de fogo.
Este tipo de manobra é realizado pela viatura escolta, nunca com a viatura que
transporta o executivo.
1 - O primeiro passo é alinhar a roda dianteira
da viatura com a ponta dianteira do veículo agressor.
Ó veículo agressor só pode abalroar o espaço entre as
duas rodas da viatura; caso ele bata nas extremidades,
é a viatura que saírá da pista.
2 - Golpeia-se o veículo agressor
decididamente, forçando-o ininterruptamente contra
determinado obstáculo.
Providenciar a redução de marchas e
velocidade de acordo com a necessidade.

3 - Força o veículo agressor até sua parada


total. Após a imobilização a viatura prossegue com a
conduta mais adequada a situação (prisão dos
criminosos ou evasão), geralmente evade-se do local e
aciona as autoridades.

4 – Caso a viatura seja projetada contra a roda traseira do veículo agressor,


forçando-o ininterruptamente, este capotará. Todavia, para esta manobra, a viatura
deverá ter pára-choque frontal reforçado para não danificar seu radiador.

4.2 – ABALROAMENTO TRASEIRO

Para realizar este tipo de abalroamento é necessário ter uma viatura com pára-
choque traseiro reforçado. O Objetivo é imobilizar o veículo agressor, danificando seu
sistema de arrefecimento.
É utilizado quando o veículo está nos perseguindo.
A viatura deve desenvolver a velocidade razoavelmente boa (80 ou 100 km/h),
depende das condições da via de circulação...

4.3 – ENTRECHOQUE LATERAL TRASEIRO

Esta manobra objetiva imobilizar o veículo agressor, fazendo com que seu condutor
perca totalmente a dirigibilidade do seu veículo. Támbém é importante que a viatura tenha
um reforço adicional na dianteira.
O primeiro passo é aproximar a frente da viatura da retaguarda do carro agressor.

Em seguida a viatura bate fortemente no canto traseiro do veículo agressor;


acelerar a viatura. Quando o veículo agressor perder o controle a viatura deve frear, para
evitar danos indesejáveis a viatura.
Se o motorista do veículo agressor (no caso da figura abaixo) virar o volante para a
esquerda o carro dele rodopiará na pista. Se ele manter o volante reto, ele vai rodar e
bater contra o acostamento. Neste caso o objetivo já foi atingido.
Caso ele tente endireitar o veículo, girando o volante para a direita, o veículo jogará
a traseira para o outro lado (pêndulo). Neste momento a viatura repete a operação, ou
seja, dá mais uma batida; mas agora do outro lado do veículo. Isso será suficiente para ele
perder o controle.

Agora a viatura deve frear para evitar outra colisão, pois o veículo agressor
começará a rodopiar. Conforme as condições do piso, ele poderá capotar.

4.4 – CHOQUE FRONTAL

Em caso de bloqueio de via, nunca se deve bater a viatura perpendicularmente em


relação ao veículo bloqueio.

O abalroamento nunca poderá acontecer entre as rodas. Mas sim nas


extremidades, ou seja, no espaço entre o pára-choque dianteiro e a roda dianteira (menos
recomendado em face ao peso do motor), ou, entre o pára-choque traseiro e a roda
traseira (porta-malas – mais recomendado por ser a parte mais leve).
No caso de bloqueio de via por dois veículos, o motorista da viatura deve analisar
se o choque não acertará as duas rodas dianteiras ou traseiras do veículo bloqueio. Como
explicado enteriormente, o choque só poderá ocorrer nas extremidades dos veículos.

SEQÜÊNCI

4.5 – EMPREGO DE SUBTERFÚRGIO

A viatura de segurança deve ter em seu interior alguns dispositivos de segurança


que possam ser utilizados para imobilizar veículos perseguidores. Estes dispositivos
bloqueadores de veículos podem ser: óleo diesel, dispositivos tipo arame farpado “de
garras longas”, armas, granadas de fumaça, luzes ou refletores de alta potência, etc. Tais
dispositivos imobilizam o veículo agressor causando efeitos variados: deslizamento do
veículo; ofuscação de visão do motorista; esvaziamento dos pneus...

2.2. Abordagem policial:

-Durante a abordagem o policial militar deve rapidamente elaborar, em sua


mente, um planejamento que atenda as prioridades de segurança e conte com algumas
opções de procedimento, para o sucesso da ação policial.
-As prioridades de segurança para uma abordagem a um infrator devem estar na
seguinte ordem: segurança do público, segurança dos policiais e a segurança do infrator.
- Antes de qualquer abordagem, os policiais devem observar o infrator e as
imediações, com vistas a:
- Volumes na cintura do infrator, possíveis comparsas que possam estar dando cobertura,
vias de fuga do infrator, abrigo para o policial, transeuntes, etc.;
- Selecionar um local que ofereça maior segurança ao público, ao policial e ao infrator.

2.3. Formas de Contenção:

-As formas de contenção sugeridas servem de referência e não tem


aplicação rígida para cada caso.
- A análise da situação, o fator segurança e o bom senso indicarão qual das
técnicas a seguir é a mais indicada para a ocorrência em concreto.
-Dependendo do grau de risco da ocorrência, da compleição física do
infrator, da ação tática do grupo policial, das condições do local e das condições
climáticas, para efetuar a detenção de um infrator, o policial pode servir-se
basicamente de três formas:

2.3.1. Em pé:

-Adequada apenas quando no local da captura há obstáculos físicos onde o


infrator possa se apoiar (muros, paredes, veículos altos etc.).
-Executada por pelo menos dois policiais sendo que um deles (o policial
negociador) deve determinar ao infrator que:
- Encoste todo o corpo de frente para uma parede.
- Mantenha as pernas unidas com os calcanhares encostados na parede.
-Permaneça olhando para o policial que está negociando a captura.
- Coloque as mãos sobre a cabeça.
-Entrelace os dedos das mãos sobre a cabeça.

-Enquanto isso, o outro policial faz a segurança atento também à


retaguarda dos patrulheiros e, após o infrator se posicionar, o policial que conduz
a conversação coloca a coloca a arma no coldre e aproxima-se para algemá-lo,
enquanto o policial que dá as ordens deve fazer a segurança; - Esse policial
coloca um dos pés junto aos calcanhares do infrator para travar-lhe os
movimentos da perna, faz uma busca preliminar nas costas e linha de cintura do
infrator com vistas a possíveis armas escondidas, efetuando a colocação das
algemas. -Conduzir o braço algemado para trás segurando entre as algemas, pois
se o infrator tentar reação contra o policial este poderá utilizar a algema para
imobilizá-lo...
2.3.2. Ajoelhado:

- Usada quando o infrator encontra-se em local aberto.


- O infrator deve ser orientado por um dos policiais para que, de frente ou de
costas para o policial, fique de joelhos, com as mãos sobre a cabeça e os
dedos entrelaçados e coloque uma perna sobre a outra.

-A seguir um policial faz a aproximação por traz do infrator, colocando seu pé sob
os pés cruzados direito do infrator.
- O policial coloca sua mão esquerda sobre as mãos do infrator, segurando-a e
forçando-a para baixo, realizando assim uma busca preliminar nas costas e na
linha da cintura.
- Logo após a realização da busca preliminar, o policial suspenderá levemente as
mãos do infrator, permitindo que a algema seja colocada sem nenhum risco de
lesão ao infrator.
- Depois de algemado o infrator sofrerá a busca pessoal minuciosa.

2.3.3. Deitado...

3. 1 Uso Tático da Viatura

Há várias maneiras de usar um veículo taticamente, considerando


a necessidade de:
a. Esperar - pode ser que o local e as circunstâncias tornem impraticável a parada
do veículo. Dessa forma, esperar pelo melhor momento para efetuar a parada e
vistoria do veículo, além da necessária coordenação de outros recursos. Não
esquecer do apoio aéreo, se necessário. Se um plano foi formulado, então a fase
de contenção pode ser posta em prática.
b. Empregar subterfúgios - podem ser usados como meios para efetuar a
parada de um veículo infrator, como simulação de acidente, obras na pista, etc. Se
a localização é conhecida, pode-se efetuar uma emboscada.
c. Contato - será usado na parada de veículos com infratores e em sua
contenção, se cabível, posiciona-se um veículo à frente do carro infrator e outro
em sua traseira, formando um ângulo que propicie a melhor cobertura possível, e
que permita também a segurança de pedestres:

1) isso pode ser feito por dois veículos com um deles tomando a
frente do carro infrator ou, como em uma emboscada, onde
o local da abordagem é previamente determinado.
2) as viaturas devem estar perto o suficiente para propiciar um
bom abrigo e longe o suficiente para atender à segurança dos policiais e propiciar
uma eventual reação às atitudes do infrator.
3) uma vez tomadas essas medidas é importante que, usando as
coberturas, uma grande atenção deve ser posta sobre o infrator de forma a dar à
Polícia o domínio físico e psicológico do cenário.
4) as ordens dadas ao infrator devem ser dadas de forma
concisa e clara, como por exemplo “ponha as mãos para fora da janela”. Não dê
ordens complicadas e observe a unidade de comando.
5) geralmente você prenderá o motorista em primeiro lugar, mas
lembre-se de ser flexível, avalie as circunstâncias e tome as decisões corretas.
6) não efetue prisões dentro ou à frente do veículo infrator. Ele
pode ainda conter um infrator. Convença o infrator a sair e planeje anteriormente
para onde ele deve ser conduzido. Uma vez controlado, o infrator fica sob a
15
custódia da Polícia e deve ser protegido como tal...

3. 4 - Posicionamento da Viatura durante a Abordagem


Posição Básica da Viatura

A viatura deve ser parada aproximadamente a cinco metros e


em ângulo de 45º (quarenta e cinco graus) em relação ao veículo a ser
abordado (Figura 8). Lembre-se que a distância e o posicionamento
podem variar para cada caso ou situação. A viatura deve estar longe o
suficiente para atender a segurança dos policiais e perto o bastante para dar
domínio visual e verbal da situação, bem como propiciar uma eventual reação
às atitudes dos infratores. Outros cuidados como tipo e condições da via
pública, a segurança do tráfego e demais veículos suspeitos, também influem
na escolha da posição.

Figura 8

3. 5 Detenção de um Infrator dentro de um Veículo por três


Policiais...

3. 8. 1 Posicionamento

A. Parada da viatura - repete-se o procedimento dos artigos


anteriores.
B. Posicionamento da guarnição -repete-se o posicionamento já
descrito.

8. 2 Negociação e ordens

A. O motorista ou quem estiver em melhor situação tática


começa a negociação com os infratores. Ex.:
20
1) “Aqui é a POLÍCIA” .
2) Comunicar o motivo da abordagem; 3)
“Motorista”. “Desligue o veículo”. 4) “Os três”.
“Coloquem as mãos para fora”.

5) “Motorista”. “Retire as chaves do veículo e coloque sobre


o teto pelo lado de fora”.
6) “Se estiver com o cinto de segurança retire com uma das
mãos e coloque a mão novamente para fora”.
7) “Motorista”. “Abra a porta pelo lado de fora e saia do
veículo com as mãos para cima” (momento crítico).
8) “Caminhe olhando para mim”.
9) “Pare” (posição “A” da Figura 19).
10) “Deite-se” (será realizada a detenção do infrator,
conforme as técnicas de contenção já descritas);
11) “Passageiro do banco de trás”. “Abra a porta pelo lado
de fora e saia do veículo com as mãos para cima”;
12) “Caminhe olhando para mim”.
13) “Pare”. “Vire-se”. “Deite-se” (posição “B” da Figura 19)...

4 Vistoria do Veículo

Geralmente, duas pessoas devem proceder a vistoria do


veículo, silenciosamente, a fim de que uma pessoa eventualmente escondida
dentro do carro não ouça onde os policiais estão ou o quê estão fazendo.
A partir da frente da viatura, cada um dos dois policiais
escolherá um lado e fará a cobertura na diagonal (nº 1 da Figura 21)ou
fechada (nº 2 da Figura 21), aproveitando a proteção da coluna do veículo
onde estava o infrator. Eles farão uma progressão lenta (no mesmo passo),
verificando o interior do veículo...

5 Técnicas Básicas de Entrada em Edificações

5. 1 - Busca em Edifícios

O desfecho ideal de uma operação policial é: nenhum tiro


disparado, o infrator que se entrega e sua eficiente prisão e condução para
21
uma área segura.
Ocorrerá uma falha técnica se, após uma operação bem
planejada e bem conduzida, com o criminoso rendido, uma morte ou

22
agressão séria venha a ocorrer . Esse tipo de problema ocorre
devido as técnicas ineficientes de prisão.
Isolar o local.
Deverá tentar-se convencer o infrator a sair da edificação,
tendo consciência de que a entrada na mesma deverá ser o último recurso,
devendo-se observar o grau de adestramento da equipe. Se for possível, o
23
grupo especializado deverá ser acionado .
Antes de se aproximar de qualquer edifício, adquira o máximo
de conhecimento possível sobre a planta, como por exemplo a localização
das escadas, quartos, banheiros, cozinha, porão, móveis, ...

5-2 Considerações sobre Buscas em Edifícios

a. Generalidades– Operações de buscas são feitas em edifícios, partindo-se


do princípio de que um infrator armado está presente. Busca-se pessoas e
não coisas, e a área deve estar segura antes que a equipe de especialistas
comece a procurar evidências. Alguns itens de interesse devem,
simplesmente, ser notados e posteriormente noticiados.
b. Aproximação – Taticamente, aproximar-se da edificação pelo caminho
mais seguro possível. Policiais armados (de rifles, se possível) devem dar
cobertura durante aproximação. Se uma aproximação direta frontal é a única
opção, então as técnicas de...

5. 3 Entradas em Cômodos

A equipe deve ser formada de no mínimo dois policiais,


sendo o primeiro o responsável pelas buscas e o segundo, responsável pelo
apoio e segurança do primeiro. Ambos estarão sempre com a arma em
punho, fazendo sua visada para onde olham.
Pontos importantes:

a. Área externa de edificações – quando a equipe


aproximar-se de:

1) Janelas:
a) quando aberta, o policial deve realizar a verificação do
interior do cômodo com cautela para depois prosseguir, mantendo um
terceiro homem no local com vistas ao interior;
b) quando fechada, o policial deve passar por baixo da
janela, mantendo um terceiro homem no apoio.

2) Portas:
a) quando aberta, o primeiro homem deve verificar o
interior do cômodo, usando as seguintes técnicas:
-tomada de ângulo - o policial deve postar-se do lado de
fora do cômodo, próximo ao batente da porta, em pé, com a arma apontada
para onde olha, deve fazer um deslocamento lateral, a fim de visualizar o
interior do cômodo, por partes (ângulos);

-uso de espelho - o policial poderá utilizar-se de um


espelho na ponta de um cabo tipo bastão, para verificar o que há no interior
do cômodo.

b) quando fechada, o primeiro homem deve transpor a


frente da porta, postando-se do lado da fechadura e o segundo homem
permanece do outro lado. Quem estiver do lado da fechadura fará a abertura
da porta. Caso ela esteja trancada deve permanecer um policial cuidando
daquela entrada, desde que não seja ela a porta escolhida como a de entrada
do grupo, até que seja vasculhado todo o local da edificação...