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COMÉRCIO ELETRONICO

Esta pesquisa, de natureza aplicada à utilização e segurança no comércio


eletrônico tem caráter exploratório e quantitativo, onde o seu conteúdo base foi
obtido através de pesquisas dos acadêmicos do quarto semestre do curso de
Administração de Empresa da UNIRONDON – Unirondon Centro Universitario,
localizada no município de Cuiabá - MT. O roteiro foi estabelecido de forma a se
constituir o grau de conhecimento dos acadêmicos em relação ao serviço de
comércio eletrônico, a importância de sua utilização para o desenvolvimento
profissional e conscientização das formas de seguranças no processo de compras
via Internet.

Com a expansão do acesso à Internet e os serviços que a mesma


disponibiliza, a sociedade passou a usufruir novas formas para realizar suas
compras, através do uso do comércio eletrônico, o qual estreita distâncias entre
comerciantes e clientes, além de proporcionar comodidade na aquisição de
produtos. Para alguns Estados do Brasil que estão afastados dos grandes centros
comerciais, essa nova forma de comércio possibilita o desenvolvimento tecnológico
e sócio-cultural da população. Favorecendo também, o crescimento profissional,
diante da compra de livros técnicos em áreas específicas, como os relacionados à
informática, dos quais o Estado possui um déficit. O serviço de comércio eletrônico
traz várias vantagens, porém manter os sistemas de computadores livres das
ameaças provenientes de hackers, spams e vírus está cada vez mais complexo, não
é apenas uma questão técnica, um mundo digital seguro, depende também de uma
regulamentação mais rígida, educação e conscientização dos usuários. Analisando
estas questões, o referido projeto de pesquisa teve por objetivo diagnosticar qual a
freqüência de utilização do comércio eletrônico, o nível de importância dada a este
serviço e quais as formas de seguranças aplicadas para prevenir-se das ameaças
virtuais. O comercio eletrônico (e-commerce) constitui um novo modelo de negócios
gerado a partir do crescimento vertiginoso da internet, no modelo tradicional, as
empresa em geral, as formas de manufaturas são de vendas diretas ao consumidor,
realizam vendas utilizando lojas, shopping centers, catálogos e venderes de porta.
Os resultados obtidos diante de uma análise criteriosa apontam que 45%
acessam a Internet de casa, 32% do trabalho, 6% da faculdade e 17% não possuem
acesso, e 30% dos usuários utilizam a Internet para compras virtuais, sendo que
10% destes usam para aquisição de livros técnicos na área de informática, e um
percentual de 70% para pesquisas acadêmicas e lazer. Constatou-se que grande
parte dos entrevistados tem consciência das ameaças do mundo virtual, pois 85%
utilizam anti-vírus, 48% anti-spam, 36% firewall, onde 86% fazem constantemente as
atualizações, e 7% desconhece qualquer uma destas. Observa-se também que a
freqüência de utilização deste serviço é de 40%, onde 89% temem em fornecer seus
dados via Internet por já terem sido vítimas ou conhecer alguém que sofreu fraude
eletrônica. Uma problemática constatada é que muitos temem utilizar o comércio
eletrônico por não conhecerem os cuidados para reconhecer o grau de segurança
de um website como: certificar-se que o website faz uso de conexão segura,
comprar apenas em empresas consideradas confiáveis, não acessar por links em
páginas de terceiros e nem por e-mails, não comprar de WEBSITES que
disponibilizam produtos com preços abaixo da tabela de mercado sem antes verificar
a procedência do mesmo, e dentre outras.

Hoje, vive-se na era da informatização, onde o comércio eletrônico é um


relacionamento comercial mantido remotamente por via digital que facilita a
comunicação entre empresas e clientes, porém como todo serviço disponível na
Internet, não está imune às ameaças virtuais, pois nos últimos anos a natureza dos
vírus e a motivação de seus criadores, têm mudado, aumentando as fraudes
eletrônicas e tornando-se um problema crescente, o que afeta diretamente no uso
do comércio eletrônico. E conforme resultados obtidos percebe-se que a freqüência
de utilização deste serviço e comprometida em virtude da falta de conhecimento, por
parte dos entrevistados, com alguns cuidados de segurança. Mas é importante
ressaltar, que as ferramentas como anti-vírus, anti-spam e ferewall são conhecidas,
há apenas uma necessidade de esclarecimento sobre as vantagens e métodos mais
seguros de acesso aos websites de comércio eletrônico. Sabe-se que no mundo
digital nada é 100% confiável e quanto maior a flexibilidade, mais vulnerável pode se
tornar um sistema computacional. Desta forma, observa-se que os acadêmicos da
área de informática, devem está atentos às vulnerabilidades e não deixarem de se
atualizar em relação às formas de segurança digital.
Palavras-chave: Comércio Eletrônico; Ameaças Virtuais; Segurança.

Anais da 58ª Reunião Anual da SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006

Bibliografia:

http://www.sbpcnet.org.br/livro/58ra/SENIOR/RESUMOS/resumo_3040.html

acesso data 22 de Agosto de 2010.