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MERITO ADVOCACIA

Cleber Eduardo Albanez


Adriana Pereira dos Santos
Advogados

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 07ª VARA DO


TRABALHO DA COMARCA DE CURITIBA – ESTADO DO PARANÁ.

Autos n.º 15900/2005.

SINTRACON - SINDICATO DOS


TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL, DE
OLARIA, DE CERÂMICA PARA CONSTRUÇÃO DE ARTEFATOS DE
CIMENTO ARMADO DE MÁRMORES E GRANITOS DE CURITIBA, já
qualificado nos autos de reclamatória trabalhista em epígrafe, movida por ELZA
SANT’ANA DE LIMA DEMBISKI, também qualificada, vem, respeitosamente à
presença de Vossa Excelência se manifestar sobre os documentos juntados pela
reclamante, bem como apresentar considerações finais, o que faz nos seguintes termos:

Os documentos juntados pela reclamante - fls 165/211 -


em nada comprovam suas alegações acerca de honorários advocatícios, o que, desde
já restam impugnados como meio de prova.

Conforme Vossa Excelência pode observar são guias de


retiradas em períodos esporádicos, e assim como restou devidamente comprovado, os
honorários assistenciais eram revertidos em prol do sindicato. A reclamante sempre
recebeu corretamente seus salários, nunca sofreu nenhum prejuízo.

Em momento algum houve discriminação, ou qualquer


ato por parte do reclamado em lesar a reclamante, seja profissional, ou
financeira, nunca deixou de pagar seus salários corretamente.

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Rua Luiz Xavier nº 68 – cjto. 1622 – Ed. Tijucas – CEP 80020904 – Fone:323-3547 - Curitiba-Paraná
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Cleber Eduardo Albanez
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O reclamado sempre cumpriu com suas obrigações


trabalhistas. O montante de processos repassados para reclamante, independentemente
da quantidade, não lhe causou prejuízos financeiros, até porque, os honorários
assistenciais sempre foram revertidos em prol do sindicato e não para o advogado da
causa, assim como restou devidamente comprovado, senão veja-se o depoimento da
testemunha Ida Mara Bruneti de Toledo “... os honorários assistenciais eram revertidos
aos cofres do sindicato reclamado...”gn.

Ainda Excelência a disparidade em suas alegações é de


fina clareza, tendo em vista que não era possível quantificar quantos acordos, ou até
mesmo quantas ações foram efetivamente recebidas durante o período em que se
perdurou o contrato de trabalho com o reclamado. Portanto, suas alegações caem no
vazio, pois totalmente desprovidas de provas.

No que diz respeito à estabilidade sindical, sempre foi


reconhecida ,e, respeitada pelo reclamado, o fato é que por comum acordo as partes
resolveram rescindir o contrato de trabalho, tanto que a própria reclamante propôs
reclamatória trabalhista com este intuito.

Cumpre ressaltar que a rescisão contratual ocorreu por


comum acordo das partes, tanto que fora celebrado acordo em 09-08-2000, muito
embora não tenha sido consolidado, mas a vontade em rescindir o contrato de trabalho
também ocorreu por vontade da reclamante. Assim sendo, não há que falar em
estabilidade sindical, pois, como devidamente comprovado, a rescisão contratual
ocorreu por vontade de ambas partes, ou seja: acordo.

Com relação à indenização por assédio e dano moral,


salienta-se que encontra-se totalmente fulminada pela prescrição, pois, assim
como demonstrado tais pedidos não fizeram parte da reclamatória trabalhista
autuada sob nº 18.605/2000.

Ainda, a alegada ação criminal – fls. 216/220 - não se


relaciona com a relação de emprego havido entre reclamante e reclamado, como
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Cleber Eduardo Albanez
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Vossa Excelência pode observar todos os atos configuram como réu JOSE ALVES DE
MORAIS, e não o reclamado. Portanto, se há alguma divergência de ordem criminal,
não é com o reclamado, mas sim com o Sr. JOSE ALVES DE MORAIS. Por este
motivo impugna-se os documentos apresentados pela reclamante.

Também Excelência, respectivamente, as testemunhas


Ida Mara e Edite foram unânimes em afirmar que “...desconhece que a reclamante
tenha sido tratada de forma desonrosa pelos membros do sindicato, inclusive depois
que a reclamante saiu do sindicato; ... - a sala que a reclamante trabalhava não foi
trancada e seu acesso não foi impedido;”, “...nunca ouviu comentários negativos a
respeito da reclamante...”gn.

Diante de todo exposto, requer digne-se Vossa Excelência


em declarar a prescrição demonstrada na defesa, bem como, requer seja acatado os
argumentos despendidos pelo reclamado e que seja julgado pela improcedência da
inicial.

Nestes termos
Pede Deferimento.

Curitiba-PR, 09 de outubro de 2006.

Cleber Eduardo Albanez Adriana Pereira dos Santos


Advogado Advogada

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