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UNIVERSIDADE PAULISTA ­ UNIP 

CICLO REGENERATIVO 
COM REAQUECIMENTO 

TRABALHO TSTC 
PROFESSOR JOSÉ LUIZ ALVES DE LIMA 
[UNIDADE BACELAR] 

ANDERSON FERRAZ DE FIGUEIREDO  RA: 077798­6  TURMA: EM8P01 


BRUNO ESCARIM  RA: 347005­9  TURMA: EM8P01 
BRUNO MENDONÇA CICARELLI  RA: 814719­1  TURMA: EM7W01 
CARLOS HENRIQUE CORREA  RA: 122690­8  TURMA: EM7X01 
ESTÊVÃO LUCIANO M. MARQUES  RA: 816302­2  TURMA: EM7W01 
JOSÉ CARLOS VIEIRA  RA: 899998­8  TURMA: EM8P01 
JOSÉ SANTOS CARVALHO JR.  RA: 892020­6  TURMA: EM8P01 
LEANDRO OLIVEIRA RIBEIRO  RA: 891324­2  TURMA: EM7X01 
NELSON TAKEO SHIRATORI  RA: 894138­6  TURMA: EM7W01 
PAULO XAVIER DOS SANTOS JR.  RA: 122951­6  TURMA: EM8Q01 
TALITA COUTINHO DE ALMEIDA  RA: 891001­4  TURMA: EM7W01 

São Paulo, 15 de setembro de 2009
SUMÁRIO 

1.  OBJETIVO ..................................................................................................................... 3 


2.  CÁLCULOS ................................................................................................................... 3 
2.1 – Esquema de um ciclo regenerativo com reaquecimento ............................ 3 
2.2 – Dados do Projeto ................................................................................................. 4 
2.3 – Cálculo da temp. da água de alimentação e Pressões de Sangria ........... 4 
2.4 – Cálculo das entalpias.......................................................................................... 6 
2.5 – Cálculo das massas Sangradas ..................................................................... 10 
2.5.1 Aquecedor de Superfícies “A”......................................................................... 10 
2.5.2 Aquecedor de Superfícies “B”......................................................................... 10 
2.5.3 Aquecedor de Mistura “C” ............................................................................... 11 
2.5.4 Aquecedor de Superfícies “D” ........................................................................ 11 
2.6 – Reunião das Massas ......................................................................................... 12 
2.7 – Cálculo do calor fornecido ao ciclo ............................................................... 12 
2.8 – Trabalho da Turbina.......................................................................................... 12 
2.9 – Trabalho Líquido................................................................................................ 13 
2.10 – Rendimento do ciclo ....................................................................................... 13 
2.11 – Fluxo de vapor para a potência projetada.................................................. 14 
2.12 – Consumo de combustível .............................................................................. 14 
2.13 – Índice da Usina ................................................................................................ 14 
2.14 – Vazão de Água ................................................................................................. 15 
2.14.1 Cálculo da temperatura de descarga da água de alimentação................. 15 
2.14.2 Cálculo da massa de água de alimentação do condensador.................... 15 
2.14.3 Vazão de água ............................................................................................... 16


1.  OBJETIVO 

O  objetivo  do  presente  memorial  é  calcular  o  rendimento  térmico  de  um  ciclo 
Rankine,  o  fluxo  de  massas  principais  e  sangradas  necessárias,  o  consumo  de 
combustível  e  a  vazão  de  água  necessária para  a  troca  de  calor  no  condensador, 
utilizando de uma turbina de alta pressão e outra de média/baixa pressão. 

2.  CÁLCULOS 

2.1 – Esquema de um ciclo regenerativo com reaquecimento 

Figura 1: Esquema genérico de um ciclo de Rankine com aquecedor de mistura (C) 
e aquecedores de superfície (A, B e D) 

O esquema acima representa um ciclo Rankine que utiliza duas turbinas, sendo a 
primeira  para  retirar  o  sistema  da  inércia  e  a  segunda  para  manter  o  eixo  que  as 
conecta na inércia, e aquecedores com o intuito de aproveitar uma parcela do fluxo 
principal  para  aquecer  o  fluxo  de  retorno,  diminuindo,  assim,  a  quantidade  de 
combustível  necessária  no  gerador  de  vapor  e,  conseqüentemente,  o  custo  de 
mantenimento  da  usina.  São  utilizados  também  um  superaquecedor  (S.)  para 
garantir que o fluxo de entrada da turbina tenha no mínimo vapor saturado seco, um

reaquecimento para reaquecer o fluxo de saída da turbina de alta e enviá­lo para a 
turbina  de  média/baixa;  e  um  economizador  (E.C.)  Para  elevar  um  pouco  a 
temperatura do fluxo de retorno da caldeira, diminuindo assim, o consumo desta. 

2.2 – Dados do Projeto 

PG .V .  = 70 ata  dtt CD = 7 º C 


P C . D .  = 0 , 05 ata  dtt AQ  = 5 º C 
t 11  = t 14  = 500 º C  ta = 20 º C 
h TAP  = 85 %  PC  = 10 . 000 kcal  kg 
h TMP / BP  = 82 %  & l = 500 MW 

h G . V .  = 75 %  c a  = 1 , 0 kcal  kg °C 

2.3 – Cálculo da temp. da água de alimentação e Pressões de Sangria 

Consideramos,  inicialmente,  os  cálculos  das  temperaturas  como  sendo  a 


diferença  térmica  da  entrada  e  da  saída  da  água  de  alimentação  no  circuito 
(representados  na  figura  1  como  azul  tracejado)  pelo  número  de  equipamentos 
capazes  de  fornecer  calor  neste  trecho  do  ciclo.  Divide­se  então,  a  diferença  das 
temperaturas  pelo  número  de  equipamentos  para  obter­se  a  variação  de 
temperatura que deverá ocorrer em cada equipamento. 

t 8  - t 1 
D t =

t 1 = f ( P CD , X  = 0 ) = 32 , 55 º C 
t 9  = f ( P GV  , X  = 0 ) = 284 , 48 º C 
Adotando fator de segurança de 50ºC na entrada do gerador, temos: 

t 7 = 284 , 48 - 50 = 234 , 48 º C 


234 , 48 - 32 , 55 
\ Dt  = = 40 , 39 º C 

No  processo  de  bombeamento,  a  variação  de  entalpia  e  de  temperatura  da 
água é praticamente nula. Consideraremos, então, essa variação desprezível.


t 1 = t 2  = 32 , 55 º C 
t 3  = t 2  + Dt  = 32 , 55 + 40 , 39 = 72 , 94 º C 
t 3 ¢ = t 3  + dtt AQ  = 72 , 94 + 5 = 77 , 94 º C 
P 13  = f ( t 3 ¢ = 77 , 94 º C , X  = 0 ) ~ 
= 0 , 45 ata ... £ P atm ! 

Para  as  massas sangradas,  a  pressão  deve  ser  no  mínimo  igual  à  pressão 
atmosférica  para  evitar  a  implosão  do  sistema.  Como  neste  caso  a  pressão 
calculada  está  abaixo  da  pressão  atmosférica  e,  considerando  as  perdas  no 
sistema,  corrigimos  o  valor  da  pressão,  acrescentando  20%  de  segurança  no 
dimensionamento. 

\ P 16 = P 3 ¢ = 1 , 2 ata 


t 3 ¢ = f ( P 3 ¢ = 1 , 2 ata ) = 104 , 25 º C 
t 3  = t 3 ¢ - dtt AQ  = 104 , 25 - 5 = 99 , 25 º C 
Como  houve  diferença  na  variação  da  temperatura  calculada,  deve­se 
recalcular o diferencial de temperatura após o primeiro aquecedor (C). 

t 8 - t 3  234 , 48 - 99 , 25 


D ¢t   = = = 33 , 81 º C 
4  4 
t 4 = t 3  + D ¢t  = 99 , 25 + 33 , 81 = 133 , 06 º C 
P 13  = P 4  = f ( t 4  = 133 , 06 º C , X 4  = 0 ) = 3 , 011 ata 

Para o segundo bombeamento, vale o mesmo princípio que no primeiro: 

t 4 = t 5  = 133 , 06 º C 


t 6  = t 5  + D ¢t  = 133 , 06 + 33 , 81 = 166 , 87 º C 
t 6 ¢ = t 6  + dtt AQ  = 166 , 87 + 5 = 171 , 87 º C 

Para  o  cálculo  da  pressão  do  ponto  13  ou  do  ponto  6’,  deve­se  levar  em 
consideração que, no aquecedor  “B”,  temos a  admissão de 2  massas sangradas à 
pressões  diferentes  e,  conseqüentemente,  a  saída  dessa  massa  se  tem  em  uma


pressão  intermediária  ou  muito  mais  próxima  da  menor  pressão.  Consideraremos, 
nesse caso, a saída na menor pressão de entrada, ou seja, no ponto 13. 
Porém,  somente  esta  consideração  não  define  o  estado  do  fluxo  de  massa 
sangrada  na  saída  desse  aquecedor.  Então,  a  segunda  consideração  será  que, 
supostamente, este aquecedor irá aproveitar toda a energia térmica desse fluxo de 
massa,  resultando,  assim,  idealmente,  em  líquido  saturado  na  saída  desse 
aquecedor. Portanto: 

P 13  = P 6 ¢ = f ( t 6 ¢ = 171 , 87 º C , X 6 ¢ = 0 ) = 8 , 4 ata 


t 7  = t 6  + D ¢t  = 166 , 87 + 33 , 81 = 200 , 68 º C 
t 7 ¢ = t 7  + dtt AQ = 200 , 68 + 5 = 205 , 68 °C 
P 12  = P 7 ¢ = f ( t 7 ¢ = 205 , 68 º C , X 7 ¢ = 0 ) ~ 
= 17 , 75 ata 
t 8  = t 7  + D ¢t  = 200 , 68 + 33 , 81 = 234 , 49 °C  OK ! 

Para  o  aquecedor  “A”,  vale  a  mesma  consideração  de  aproveitamento  de 


energia, definindo o ponto 7’ como líquido saturado. 

2.4 – Cálculo das entalpias 

Por  meio  dos  dados  fornecidos,  podemos  obter  as  entalpias  dos  estados 
representados como seguem: 

h1  = f ( P CD = 0 , 05 ata , X  = 0 ) = 32 , 57 kcal  kg 


h 2  = h 1  + w B 1 
Para  evitar  que  as  perdas  no  processo  comprometam  o  ciclo,  será 
considerado  um  fator  adicional  de  30%  da  pressão  de  sucção  para  a  primeira 
bomba,  pois  esta  está muito  longe do gerador  e para  a outra será considerado  um 
fator de 20% da pressão de sucção. 

w B1  = ( 1 , 3 ´ P 15  - P CD  ) ´ v l 1  ´ 10 4  427 


w B 1  = ( 1 , 3 ´ 3 , 011 - 0 , 05 ) ´ 0 , 0010 ´ 10 4  427  = 0 , 09 kcal  kg 


\ h2  = 32 , 57 + 0 , 09 = 32 , 66 kcal  kg 
h 3  = f ( P 4  = 3 , 011 ata , t 3  = 99 , 25 º C ) ~ 
= 99 , 25 kcal  kg 
h 3 ¢ = f ( P 16  = 1 , 2 ata , X  = 0 ) = 104 , 38 kcal  kg 
h 4  = f ( P 4  = 3 , 011 ata , X  = 0 ) = 133 , 5 kcal  kg 
h 5  = h 4  + w B 2 
w B 2 = ( 1 , 2 ´ P GV  - P 15 ) ´ v l 4  ´ 10 4  427 
w B 1  = ( 1 , 2 ´ 70 - 3 , 011 ) ´ 0 , 0011 ´ 10 4  427  = 2 , 09 kcal  kg 
\ h 5 = 133 , 5 + 2 , 09  = 135 , 59 kcal  kg 
h  = f ( P  = 70 ata , t  = 166 , 87 º C ) ~ 
6  GV  6  = 169 , 18 kcal  kg 
h 6 ¢ = f ( P 13  = 8 , 4 ata , X 6 ¢ = 0 ) = 173 , 4 kcal  kg 
h 7  = f ( P GV  = 70 ata , t 7  = 200 , 68 °C ) ~  = 204 kcal  kg 
h 7 ¢ = f ( P 12  = 17 , 75 ata , X 7 ¢ = 0 ) ~ 
= 209 , 5 kcal  kg 
h 8  = f ( P GV  = 70 ata , t 8  = 234 , 48 °C ) = 241 , 64 kcal  kg 
h 9  = f ( P GV  = 70 ata , X  = 0 ) = 301 kcal  kg 
h 10  = f ( P GV  = 70 ata , X  = 1 ) = 662 , 6 kcal  kg 
h ' 11  = f ( P GV  = 70 ata , t 11  = 500 º C ) = 814 , 7 kcal  kg 

Após  o  ponto  11,  o  fluxo  de  vapor  passa  por  duas  turbinas.  Os  dados 
fornecidos  mostram  que  existem  perdas  na  transformação  da  energia  térmica  em 
mecânica por meio destas. Então, o processo deixa de ser isoentrópico. Entretanto, 
para  o  cálculo  da  entalpia  real  na  saída  da  turbina,  será  necessário  determinar  o 
valor  entalpia  ideal  (representada  por  “entalpia  linha”).  Esse  valor  pode  ser  obtido 
através do diagrama de Mollier (h x s), como mostra a seguir: 

h12 ¢  = f ( P 12  = 17 , 75 ata , s 11  = s 12 


¢ ) = 719 kcal  kg 
h13 ¢ = f ( P 13  = 8 , 4 ata , s 11  = s 13 
¢ ) = 680 kcal  kg 

Por definição, o rendimento da turbina pode ser calculado por:


w R  h 11  - h 12 
h TAP = = ¢ ) 
Þ h 12  = h 11  - h TAP  ´ ( h 11  - h 12 
¢
w i  h 11  - h 12 
\ h12
  = 814 , 7 - 0 , 85 ´ ( 814 , 7 - 719 ) = 733 , 36 kcal  kg 
h 13  = 814 , 7 - 0 , 85 ´ ( 814 , 7 - 680 ) = 700 , 21 kcal  kg 
h14  = f ( P 13  = 8 , 4 ata , t 14  = 500 º C ) = 831 kcal  kg 
¢ =
h 15  f ( P 15  = 3 , 011 ata , s 14  = s 15 ¢ ) = 750 kcal  kg 
¢ =
h 16  ¢ ) = 697 kcal  kg 
f ( P 16  = 1 , 2 ata , s 14  = s 16 
¢ =
h 17  f ( P 17  = 0 , 05 ata , s 14  = s 17 ¢ ) = 570 kcal  kg 

Pelo mesmo princípio de rendimento para a segunda turbina, temos: 

h 15 = 831 - 0 , 82 ´ ( 831 - 750 ) = 764 , 58 kcal  kg 


h 16  = 831 - 0 , 82 ´ ( 831 - 697 ) = 721 , 12 kcal  kg 
h 17  = 831 - 0 , 82 ´ ( 831 - 570 ) = 616 , 98 kcal  kg 
X 17  > 1 ! 

Pelo  rendimento  da  turbina  de  média/baixa  pressão,  temos  ainda  vapor 
superaquecido em sua saída. A figura a seguir mostra o Diagrama de Mollier (h x s) 
com os pontos conhecidos, entalpias teóricas (ideais) e as entalpias reais:


Figura  2:  Diagrama  de  Mollier  representando  em  azul  o  processo  real  da  turbina  de  alta 
pressão  e  em  vermelho,  a  entalpia  real  da  turbina  de  média/baixa  pressão,  e  em  preto  os  pontos 
correspondentes às entalpias ideais e reais.


2.5 – Cálculo das massas Sangradas  

2.5.1 Aquecedor de Superfícies “ A”  

( h7  = h 7 ¢ ) 

Balanceamento Térmico 

1 ´ h 6 + m 12  ´ h 12  = 1 ´ h 7  + m 12  ´ h 7 ¢


169 , 18 + m 12  ´ 733 , 36 = 204 + m 12  ´ 204 
m 12  = 0 , 0658 = 6 , 58 % 

2.5.2 Aquecedor de Superfícies “ B”  

( h6  = h 6 ¢ ) 

Balanceamento Térmico 

1 ´ h5 + m 13  ´ h 13  + m 12  ´ h 7 ¢ = 1 ´ h 6  + ( m 12  + m 13 ) ´ h 6 ¢
135 , 59 + m 13  ´ 700 , 21 + 0 , 0658 ´ 204 = 169 , 18 + ( 0 , 0658 + m 13 ) ´ 169 , 18 
531 , 03 ´ m 13  = 31 , 233 
m 12  = 0 , 0589 = 5 , 89 % 

10 
2.5.3 Aquecedor de Mistura “ C”  

Balanceamento Térmico 
( m 12 + m 13 ) ´ h 6 ¢ + m 15  ´ h 15  + ( 1 - m 12  - m 13  - m 15 ) ´ h 3  = 1 ´ h 4 
( 0 , 0658 + 0 , 0589 ) ´ 169 , 18 + m 15  ´ 764 , 58 +
+ ( 1 - 0 , 0658 - 0 , 0589 - m 15 ) ´ 99 , 25 = 133 , 5 
m 15  = 0 , 0382 = 3 , 82 % 

2.5.4 Aquecedor de Superfícies “ D”  

( h3  = h 3 ¢ ) 

Balanceamento Térmico 
m16 ´ h 16  + ( 1 - m 12  - m 13  - m 15 ) ´ h 2  = m 16  ´ h 3 ¢ + ( 1 - m 11  - m 13  - m 15 ) ´ h 3 
m 16  ´ 721 , 12 + ( 1 - 0 , 0658 - 0 , 0589 - 0 , 0382 ) ´ 32 , 66 =
m 16  ´ 99 , 25 + ( 1 - 0 , 0658 - 0 , 0589 - 0 , 0382 ) ´ 99 , 25 
m 16  = 0 , 0896 = 8 , 96 % 

11 
2.6 – Reunião das Massas 

m12
  = 0 , 0658  = 6 , 58 %  1 - m 12 = 93 , 42 % 
m 13  = 0 , 0589  = 5 , 89 %  1 - m 12  - m 13  = 87 , 53 % 
m 15  = 0 , 0382  = 3 , 82 %  1 - m 12  - m 13  - m 15  = 83 , 71 % 
m 16  = 0 , 0896  = 8 , 96 %  1 - m 12  - m 13  - m 15  - m 16  = 74 , 75 % 

2.7 – Cálculo do calor fornecido ao ciclo  

q Q  = q EC . + q G . V .  + q S  + q REAQ 


q Q  = q SÉRIE  + q REAQ . 
q Q  = ( h 11  - h 7 ) + ( 1 - m 11  - m 12 ) ´ ( h 14  - h 13 ) 
q Q  = ( 814 , 7 - 204 ) + 0 , 8753 ´ ( 831 - 700 , 21 ) 
q Q  = 725 , 18 kcal  kg 

2.8 – Trabalho da Turbina 

Como  o  sistema  possui  massas  sangradas, o cálculo  do trabalho da  turbina 


pode ser dado como: 

w T  = w TAP  + w TMP / BP 


w TAP  =11 w 12 + 12 w 13 
w TAP  = 1 ´ ( h 11  - h 12 ) + ( 1 - m 12  - m 13 ) ´ ( h 12  - h 13 ) 
w TAP  = 1 ´ ( 814 , 7 - 733 , 36 ) + 0 , 9342 ´ ( 733 , 36 - 700 , 21 ) 
w TAP  = 112 , 31 kcal  kg 

12 
w TMP  / BP =14 
  w 15 +15 w 16 +16 w 17 
w TMP / BP  = ( 1 - m 12  - m 13 ) ´ ( h 14  - h 15 ) + ( 1 - m 12  - m 13  - m 15 ) ´ ( h 15  - h 16 ) +
+ ( 1 - m 12  - m 13  - m 15  - m 16 ) ´ ( h 16  - h 17 ) 
w TMP / BP  = 0 , 8753 ´ ( 831 - 764 , 58 ) + 0 , 8371 ´ ( 764 , 58 - 721 , 12 ) +
+ 0 , 7475 ´ ( 721 , 12 - 616 , 98 ) 
w TMP / BP  = 172 , 36 kcal  kg 

\ w T  = 112 , 31 + 172 , 36 


w T  = 284 , 67 kcal  kg 

2.9 – Trabalho Líquido 

O  trabalho  líquido  é  o  trabalho  recebido  útil,  ou  seja,  o  trabalho  total  ganho 
menos o total perdido, demonstrado, neste ciclo, por: 

wl  = w T  - w B 


Desprezaremos  os  trabalhos  das  bombas,  por  serem  valores  relativamente 
baixos  e,  em  uma  primeira  análise,  não  têm  grande  influência  no  cálculo  do 
rendimento do ciclo. Portanto: 

w l  = w T  = 284, 67 kcal  kg 

2.10 – Rendimento do ciclo 

O rendimento de um ciclo rankine, como previsto anteriormente, é dado por: 

wl 284 , 67 
h C  =  ´ 100 = ´ 100 
q Q  725 , 18 
h C  = 39 , 26 % 

13 
2.11 – Fluxo de vapor para a potência projetada 

Para calcular o fluxo de vapor para este processo, é necessário relacionar o 
trabalho  líquido  gerado  por  quilo  de vapor com a  potência  necessária, segundo  os 
dados do projeto. Portanto: 

& l 
w  500 . 000 kW  860 kcal  1 h 
& v  =
m  = .  . 
w l 284 , 67 kcal  kg  1 kW  ´ h  3600 s 
& v  = 419 , 59 kg  s 
\ m 

2.12 – Consumo de combustível 

Segundo a primeira lei da termodinâmica, para um gerador de vapor, temos: 

Qg  = Q d 
419 , 59 ´ 725 , 18 
& C  ´ PC ´h G .V   .  = m 

& C  =
& v  ´ q Q 

& v  ´ q Q 
Þ & C  =

10 . 000 ´ 0 , 75 
m  & C  = 40 , 57 kg  s 
\ m 
PC ´ h G . V . 

2.13 – Índice da Usina 

Por teoria, o índice da usina é a proporção de uniade de combustível utilizado 
para um fluxo de vapor de 1000 unidades. Portanto: 

& C  ® m 
m  & v 
IU  ® 1000
& ´ 1000  40 , 57 ´ 1000 

\ IU  = C  =
& v 
m  419 , 59 
IU  = 97 

14
2.14 – Vazão de Água 

2.14.1 Cálculo da temperatura de descarga da água de alimentação 

dtt CD = t 1  - td 


Em  baixas  temperaturas,  a  entalpia  da  água  tem  o  valor  numérico 
praticamente igual ao da temperatura, então: 
N
t 1  = h 1  = 32 , 55 °C 
\ t d  = 32 , 55 - 7 
t d  = 25 , 55 °C 

2.14.2 Cálculo da massa de água de alimentação do condensador  

Balanceamento Térmico 

( 1 - m 12 - m 13  - m 15  - m 16 ) ´ h 17  + m 16  ´ h 3 ¢ =


= q F   + ( 1 - m 12  - m 13  - m 15 ) ´ h 1 
0 , 7475 ´ 616 , 98 + 0 , 0896 ´ 99 , 25 = 0 , 8371 ´ 32 , 55 + q F 
q F  = 470 , 09 kcal  kg 

A primeira lei da termodinâmica aplicada à condensadores é: 

& a   ´ c a  ´ DT a  = m 


m  & v  ´ q F 
m & ´ q  419 , 59 ´ 470 , 09 
& a  = v  F  =

c a  ´ DT a  1 ´ ( 25 , 55 - 50 ) 
& a  = 35 . 540 kg  s 

15 
2.14.3 Vazão de água 

& a   ´ v H  O 
vazão  = m  2

v H  O  = f ( P ATM  ; t a ) ~ 



= 0 , 0010 m 3  kg 
\ vazão  = 35 . 540 ´ 0 , 0010 
vazão  = 35 , 54 m 3  s 

16