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DIREÇÃO ACADÊMICA

CURSO DE FILOSOFIA

PROJETO DE PESQUISA

TÍTULO:

A Divisão dos Poderes como condição para a liberdade política segundo a obra
O Espírito das Leis de Montesquieu
ÁREA DE CONHECIMENTO SUB-ÁREA DE CONHECIMENTO

7.00.00.00- 0 Ciências Humanas 7.01.00.00- 4 Filosofia


ACADÊMICO: ORIENTADOR:

Felipe Augusto Hanauer Profº Silvano João da Costa


RESUMO:

A presente pesquisa visa abordar o tema: A divisão dos poderes como condição para
a liberdade política segundo Montesquieu. Partindo do fundamento de que a
descentralização do poder atua como uma condição necessária para liberdade política,
abordar-se-á a teoria política de Montesquieu, que estuda as relações existentes entre
as leis, os tipos de governo, e como estes interagem oportunizando assim a liberdade
política. Ademais, esta divisão dos poderes que o autor faz é, na verdade, uma forma
de descentralizar o poder do Estado da mão de um só governante, e reparti-lo entre os
ministros escolhidos pelo povo. O pensador apresenta assim duas novas formas de
proceder na administração do Estado. Estas podem ser tanto moderadas, como não
moderados, também conhecidos como absolutistas. A partir desta consideração, o
autor sugere três formas de governo: a República, a Aristocracia e o Governo
Despótico. Como conseqüência da participação do povo nas decisões do Estado,
passa-se a ter uma maior liberdade para com este. Liberdade esta que só é alcançada
e assegurada pelas leis do governo moderado. Buscar-se-á com esta pesquisa
responder aos seguintes questionamentos: Os conceitos sobre as formas de governo
elaborados por Montesquieu se tornaram conceitos da ciência política moderna?
Como surgiu a teoria dos três poderes? Como esta se relaciona com as leis,
contribuindo para uma maior liberdade política? Será uma pesquisa de cunho
explorativo-bibliográfico, onde os conceitos divisão dos poderes, liberdade política e de
leis serão analisados na obra O Espírito das Leis, de Montesquieu, além de
comentadores desse autor.
PALAVRAS - CHAVE:

1. Divisão dos Poderes 2. Liberdade Política 3. Leis 4. Montesquieu


FORMULAÇÃO DO PROBLEMA:

Atualmente, percebemos em nosso meio o quanto se faz necessário o


amparo do Estado frente a certas questões, não só de segurança e soberania, mas
também no que tange a resolução de assuntos de ordem interna de uma nação.
Assim, quando o povo empenha-se por maior participação nas decisões do governo,
por uma justa representação no senado, é pelas mesmas leis que lhes garantem
subordinação a um regente, que o fazem em vista de liberdade política.
Desse modo, quando reivindicam-se ideais como os citados acima, esbarra-
se na condição de que estes só lhes serão proporcionados, se o governo for de
moderado, preferencialmente uma democracia..
Tendo em vista que a atual sociedade é constituída em sua maioria por
democracias, (que é uma ramificação do regime republicano), o presente trabalho
vem interpelar-nos sobre os seguintes aspectos: Como os conceitos sobre as formas
de governo elaborados por Montesquieu se tornaram conceitos da ciência política
moderna? Como surgiu a teoria dos três poderes? Como essa teoria se relaciona
com as leis, contribuindo para uma maior liberdade política? Pois, sabe-se que a
configuração atual dos estados democráticos sofreram influência da proposta feira
por Montesquieu tanto para a formação de seus representantes, como na
elaboração de sua constituição.

OBJETO DA PESQUISA:

A divisão dos poderes como condição para a liberdade política segundo


Montesquieu.

OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL:

Demonstrar como a divisão dos poderes oportuniza uma condição para a


liberdade política, no pensamento de Montesquieu.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Demonstrar a divisão dos poderes feita por Montesquieu.
2. Identificar a importância do papel das leis para no andamento de um
governo.
3. Compreender como as leis servem de artifícios para a construção da
liberdade política, no pensamento de Montesquieu.

INTRODUÇÃO
A evolução das civilizações mostra o quanto é necessário que em seu meio
exista um líder para coordenar o vasto pensamento no ideal de bem comum. A
princípio, nas pequenas aldeias, era melhor que apenas um governasse e fosse
incumbido de toda administração e poder. Porém, com o passar dos séculos as
pequenas aldeias se tornaram grandes civilizações, as sociedades tiveram que
passar por uma gritante reforma na forma de governar.
Montesquieu (filósofo iluminista) em sua obra O Espírito das Leis traz
conceitos e definições sobre as formas de governo e aos exercícios do uso da
autoridade e do poder que se tornaram modelo para a sociedade moderna. Nesta
obra, a qual ele levou mais de vinte anos para terminar, traz claramente o quão
melhor caminharia um Estado se fosse detentor da participação publica em suas
decisões. Lembro que a obra foi escrita com base em dados que ele mesmo colheu
em suas viagens por uma Europa que, até então, possuía somente reis absolutistas
à frente das decisões do governo.
Inspirador de constituições como a do Brasil, Montesquieu tem um
pensamento voltado para uma tripartição dos poderes, como forma melhorar a
participação do povo nas decisões de um governo. E, é justamente essa partição
dos governos que iria influenciar, futuramente, a elaboração de constituições por
todo o período moderno.
Em sua obra O Espírito das Leis, ele apresentou três espécies de governo:
republicano, monárquico e despótico, defendidos por uma referencia e a dois
conceitos base: natureza e princípio, onde a natureza era aquilo que representava o
ser tal como ele é e o princípio era aquilo que o fazia agir. Desse modo, amparados
por esses pressupostos, ele diz que na república, tudo deve convergir para um bem
comum, tendo como princípio a virtude. Já na monarquia, o poder pertence a um só
governante e, este, guia a nação sob o princípio da honra. E no governo despótico, o
governo também pertence a somente um governante, mas que não está sujeito à
ação das leis, uma vez que este governo tem a forte característica de empregar o
medo como forma de dominação.
Para uma nação que busca realmente a liberdade, esta necessita que, em
sua maneira de governar, permita que o regime seja moderado (republicano ou
monárquico) e à luz deste, como também da constituição, possam, por meio e
emprego das leis, assegurar que o povo tenha participação nas decisões do
governo, principalmente, no que tange a questões essenciais do cotidiano.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Montesquieu1 em seu pensamento político, vem ao encontro da


História, reafirmando em sua obra O Espírito das Leis o que já estava escrito nas
linhas do tempo: “O povo é admirável para escolher aqueles a quem deve confiar,
parte de sua autoridade [...], entretanto, saberá o povo dirigir um negócio, conhecer
os lugares, as ocasiões, os momentos e aproveitá-los? Não: não saberá”.2
Seu posicionamento evidencia, então, que é o povo até sabe o que é
bom para si, o que melhor lhe convém, mas não tem capacidade de organização
suficiente para consegui-lo. Isto, porque são várias as definições e opiniões que
surgem, mas nenhuma em pleno consenso com as outras. Urge então, a
necessidade de nomear alguém para tomar estas decisões pelo povo, uma vez que
este não sabe como proceder diante dos pontos referendados anteriormente 3.Mas,
1
Charles Louis de Secondat, barão de La Brède e de Montesquieu foi um importante filósofo,
político e escritor francês. Nasceu em 18 de janeiro de 1689, numa família nobre, na cidade de
Bordeaux (França). É considerado um dos grandes filósofos do iluminismo. Estudou numa escola
religiosa de oratória. Após concluir a educação básica, foi estudar na Universidade de Bordeaux e
depois em Paris. Nestas instituições teve contato com vários intelectuais franceses, principalmente,
com aqueles que criticavam a monarquia absolutista.Com a morte do pai em 1714, retornou para a
cidade de Bordeaux, tornando-se conselheiro do Parlamento da cidade. Nesta fase, viveu sob a
proteção de seu tio, o barão de Montesquieu. Com a morte do tio, Montesquieu assume o título de
barão, a fortuna e o cargo de presidente do Parlamento de Bordeaux.Em 1715, Montesquieu casou-
se com Jeanne Lartigue. Tornou-se membro da Academia de Ciências de Bordeaux e, nesta fase,
desenvolveu vários estudos sobre ciências. Porém, após alguns anos nesta vida, cansou-se, vendeu
seu título e resolveu viajar pela Europa. Nas viagens começou a observar o funcionamento da
sociedade, os costumes e as relações sociais e políticas. Entre as décadas de 1720 e 1740,
desenvolveu seus grandes trabalhos sobre política, principalmente, criticando o governo absolutista e
propondo um novo modelo de governo.Em 1729, enquanto estava em viagem pela Inglaterra, foi
eleito membro da Royal Society. Montesquieu morreu em 10 de fevereiro de 1755, na cidade
de Paris. (MONTESQUIEU, Charles Louis de Secondat, Barão de La Brède e de. O Espírito das
Leis. Tradução Fernando Henrique Cardoso e Leôncio Martins Rodrigues. 2. ed. São Paulo: Abril
Cultural, 1979.)
2
MONTESQUIEU, 1979. p. 32.
3
Cf. Ibid., p. 41.
para que isto ocorra pacificamente é importante que o candidato possua a simpatia
do povo. Esta é conquistada com a proposta de um governo popular. Governo este
que não deve conter somente um governante (no caso, um príncipe), seus ministros
e um conjunto de normas como ponto fundamental de governo. Ele deve possuir
uma força a mais, a Virtude.
Para que o governo monárquico ou despótico se mantenha
ou se sustente não é necessária muita probidade. A força da lei, no
primeiro, o braço do príncipe sempre levantado no segundo, tudo
regulamenta ou convém. Mas num Estado popular, é preciso uma
força a mais, a Virtude.4

A partir desse ponto, podemos perceber quão necessário se faz o uso da


Virtude. Porém, o seu desuso já não possibilita mais a permanência de um governo
popular. Surgem então outras espécies de governo, as quais Montesquieu chama de
República, Monarquia e Governo Despótico5.
Das três espécies de governo, o filosofo mostra que a que mais necessita do
uso da virtude é a democracia (ou governo popular). Isto porque sendo popular, a
virtude é o que encaminha o governante a tomar a decisão certa, frente a tantas
opiniões. É importante, também, porque descentraliza o poder, dividindo-o entre o
príncipe (ou o governante principal) e seus ministros.
Além da democracia, há outra forte raiz no governo republicano, que é a
aristocracia. Esta, por sua vez, tem vários nobres à frente do comando do Estado.
Para Montesquieu, “a virtude é tão necessária no governo popular quanto na
aristocracia” 6. Porém, o povo tem menos necessidade de virtude do que na
democracia. O governo aristocrático possui uma força que o democrático não
possui, que é a de unir os nobres em busca da realização de um ideal, mesmo que
seja por interesses particulares. Isto não pode ser considerado uma injustiça, pois
estão assegurados pela lei.7
Passando agora de um governo republicano para um monárquico, são
grandes e notórias as diferenças, principalmente quanto ao princípio de base, onde:

Se falta uma mola possui outra: a Honra, isto é, preconceito de cada


pessoa e de cada condição. Ocupa o lugar de virtude política [...].

4
Ibid., loc. Cit..
5
Ibid., p. 31.
6
Ibid., p. 43.
7
Cf. Ibid., p. 43.
Pode ela inspirar as mais belas ações; pode ser ligada à força das
leis, levar o governo aos seus objetivos como a própria virtude.8

Porém esta honra não surte o mesmo efeito que a virtude, pois se desejar
encontrar um bom cidadão, dificilmente este será encontrado, porque para que o
seja, é fundamental que, primeiro, este cidadão queira sê-lo.
E, diferente das formas de governo até agora expostas, o governo despótico
não necessita de nenhum dos componentes citados anteriormente, mas somente do
Medo9: “Tal como a virtude é necessária numa republica e a honra numa monarquia,
o Medo é necessário num governo despótico; nesse governo a virtude é totalmente
desnecessária e a honra perigosa”.10 Isto porque o governo está regido por um único
príncipe e este ao concentrar todo o poder em suas mãos, não com o amparo das
leis ou dos costumes de um povo, mas conforme seus desejos: “onde um só
governe segundo suas vontades e seus caprichos”.11
Seguindo as suas vontades, o poder lhe sobe a cabeça de forma que, sua
maneira de governar torna-se tão autoritária, que a única maneira de assegurá-lo no
poder é através do medo e da violência. Diferentemente do que nos governos
moderados onde o amor à virtude e o amor à pátria é o que mantém o governante,
por si mesmo, no poder. Quem fala bem disso é Maquiavel em sua obra O Príncipe:
“um príncipe sábio, amando os homens como a eles agrada e sendo por eles temido
como deseja, deve apoiar-se naquilo que é seu, e não naquilo que é dos outros;
deve apenas empenhar-se em fugir ao ódio, como já foi dito”.12
Montesquieu deixa, portanto, nas entrelinhas de sua obra O Espírito das
Leis, que a distinção entre um governo moderado e não moderado. O governo
moderado seria aquele composto pela república e pela monarquia, juntamente com
suas definições. Já o não moderado, é o governo absolutista, tendo como sua
principal raiz o despotismo.
A partir desse ponto, notamos que, onde só vigora o medo, em que o povo
vive constantemente temeroso e inseguro, o direito dos cidadãos contribuírem com
os vários assuntos de um governo é inexistente. As decisões são tomadas por um
único regente e este encontra-se acima de qualquer lei e seu efeito é inofensivo

8
Cf. Ibid., p. 44.
9
Grifo do autor.
10
Ibid., p. 45.
11
Ibid., p.41.
12
MAQUIAVEL. O Príncipe. Tradução Roberto Grassi. 4.ed. Rio de Janeiro: Difel, 2006. p. 135
sobre o mesmo. Podendo usar desse poder sem nenhuma restrição, o príncipe
acaba por fechar-se no seu palácio, a ponto de voltar-se tanto para si mesmo, que
se torna impotente para dar conta da administração dos negócios e do território a ele
confiados.
Mas, dessa maneira, não há possibilidades de haver participação política do
povo no governo. A liberdade não existe ali. A liberdade, por sua vez, só é possível
pelo uso das leis e da moderação do governo.
Montesquieu classifica as leis como sendo da seguinte forma: “As leis, no
seu sentido mais amplo, são relações que derivam da natureza das coisas”.13. Ora,
desse modo, “existe, portanto uma razão primeira, e as leis são as relações que se
encontram entre ela e os diferentes seres, e as relações entre os diversos seres
entre si.”14
A sociedade que possui um líder, um governante, mas que não delimita o
seu poder, está destinada a ruína. O ideal é, então, que o “próprio poder detenha o
poder”15, não pelo uso de um conjunto de leis arbitrárias, mas por um que seja fixa e
claramente estabelecido a cada nação. A este conjunto de leis, regras, normas,
direitos e deveres, intitulam-se o nome de constituição.
É nesta constituição que está delimitada a área e o poder dado a cada uma
das espécies básicas de um governo: O poder legislativo, no qual “o príncipe (ou o
regente) faz as leis por um certo tempo, e para sempre ab-roga as que são feitas”16;
O poder Executivo, no qual se “faz a paz ou a guerra, envia ou recebe embaixadas,
estabelece a segurança e previne as invasões”17; e o poder Judiciário que “pune os
crimes ou julga as querelas dos indivíduos.”18
Montesquieu tem, ao elaborar a teoria dos poderes, não o intuito de suprimir
qualquer desacordo, mas busca estabelecer uma relação para que cada forma de
poder delimite-se somente no que tange à sua função:

É possível compreender agora que lugar ocupa Montesquieu a


celebre teoria da divisão dos poderes; ela é nada mais do que a
forma particular desse principio, segundo a qual as diversas funções
públicas devem ser repartidas entre diferentes mãos. Se
Montesquieu dá uma tal importância a essa diferença, não é com

13
MONTESQUIEU, 1979, p. 25.
14
MONTESQUIEU, loc. Cit..
15
Ibid., p.148.
16
Ibid., p. 148 e 149.
17
Ibid., p.149.
18
MONTESQUIEU, loc. Cit..
vistas a suprimir qualquer desacordo entre os diversos poderes mas,
ao contrário, com vistas a fazê-los melhor competir entre eles, a fim
de que nenhum ser eleve a cima dos outros e reduza-os a nada.19

Vale lembrar que, das varias acepções dadas à palavra liberdade,


Montesquieu foi o único que a classificou através do meio político. Isto se deve a
que, a liberdade, não acontece em situações de repressão e, por isso, a
necessidade de leis que garantam à liberdade uma certa licitude. Só há
possibilidade de uma sociedade livre, se esta permanecer firme em sua constituição
de estado republicano ou monárquico, uma vez que só se encontra a liberdade
unicamente nos estados moderados20.
Montesquieu escreve: “num Estado, isto é, numa sociedade em que há leis,
a liberdade não pode consistir senão em poder fazer o que se deve querer e em não
ser constrangido a fazer o que não se deve desejar”.21 Ora, desse modo, para o
pensador, liberdade não consiste em se fazer àquilo que bem se entende, mas fazer
as coisas de acordo com as leis.
Ademais, é nos reflexos das experiências do passado que as leis, através da
divisão dos poderes, contribuem para a configuração da sociedade atual.

A experiência da história do mundo moderno e contemporâneo


mostrou que a liberdade e o bem estar dos cidadãos não
dependem da forma de governo, mas da participação que os
governos oferecem aos cidadãos na formação da vontade
estatal e da presteza com que estes são capazes de modificar
ou de retificar suas teorias políticas e suas técnicas
administrativas.22

METODOLOGIA

Esta pesquisa é de caráter explorativo-bibliográfico, cuja bibliografia será a


obra O Espírito das Leis, de Montesquieu. Também serão utilizados alguns
conceitos de comentadores para um maior esclarecimento. O trabalho será
subdividido em três capítulos. O primeiro deles visa demonstrar a divisão dos

19
QUIRINO, Célia Galvão; SOUSA, Maria Tereza Sadek R. de (org). O Pensamento Político
Clássico: Maquiavel, Hobbes, Locke, Montesquieu, Rousseau. São Paulo: T. A. Queiroz, 1980. p.
242.
20
MONTESQUIEU, 1979, p. 148.
21
Cf. Ibid., loc.Cit.
22
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. Tradução Alfredo Bossi. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2007. p. 567.
poderes feita por Montesquieu. O segundo capítulo visa identificar a importância do
papel das leis para no andamento de um governo. E, por fim, no terceiro capítulo,
buscar-se-á compreender como as leis servem de artifícios para a construção da
liberdade política no pensamento do autor.
A presente pesquisa não visa abordar todo o pensamento do autor sobre a
liberdade política. Apenas a sua tese segundo a qual se apóia na divisão dos
poderes nacionais.

CRONOGRAMA:

Set/10
Jul/10

Ago/10

Out/10

Nov/10
Maio/10
Mar/10

Jun/10
Fev/10

Abr/10
Etapas da pesquisa

Revisão da Literatura X X X X

Coleta dos dados X X X X X X

Análise e descrição
X X X X X
dos dados

Entrega do projeto de
X
pesquisa

Conclusão X

Formatação final do
X
trabalho

Entrega da
X
monografia

Banca de defesa X

ORÇAMENTO:

Material de Consumo Quantidade Preço Unitário TOTAL


Papel A4 (resma) 2 R$ 18,00 R$ 36,00
TOTAL R$ 36,00
Material Permanente Quantidade Preço Unitário TOTAL
Livros 3 R$ 75,00 R$ 225,00
TOTAL - - R$ 225,00

Outros serviços e encargos Quantidade Preço Unitário TOTAL


Impressão 350 R$ 0,10 R$ 35,00
Fotocópia Monocromática 120 R$ 0,10 R$ 12,00
TOTAL - - R$ 47,00

Material de Consumo - - R$ 36,00


Material Permanente - - R$ 225,00
Outros serviços e encargos - - R$ 47,00
TOTAL GERAL - - R$ 308,00

REFERÊNCIAS:
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. Tradução Alfredo Bossi. 5. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2007.

MAQUIAVEL. O Príncipe. Tradução Roberto Grassi. 4. ed. Rio de Janeiro: Difel,


2006.

MONTESQUIEU, Charles Louis de Secondat, barão de La Brède e de. O Espírito


das Leis. Tradução Fernando Henrique Cardoso e Leôncio Martins Rodrigues. 2.
ed. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

QUIRINO, Célia Galvão; SOUSA, Maria Tereza Sadek R. de (org). O Pensamento


Político Clássico: Maquiavel, Hobbes, Locke, Montesquieu, Rousseau. São Paulo:
T. A. Queiroz, 1980.