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O Caminho Missionário de Deus 1/10

CENTRO DE TREINAMENTO ECLESIÁSTICO E MISSIONÁRIO – CETREM


Extensão do SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA DO CEARÁ
Campus do Juazeiro do Norte - CE

João Bosco Rolim Esmeraldo

FICHAMENTO DO LIVRO
O CAMINHO MISSIONÁRIO DE DEUS
UMA TEOLOGIA BIBLICA DE MISSÕES
TIMÓTEO CARRIKER

Juazeiro do Norte – CE - 2008


O Caminho Missionário de Deus 2/10

João Bosco Rolim Esmeraldo

FICHAMENTO DO LIVRO
O CAMINHO MISSIONÁRIO DE DEUS
UMA TEOLOGIA BIBLICA DE MISSÕES
TIMÓTEO CARRIKER

Trabalho apresentado ao CETREM - CENTRO DE


TREINAMENTO ELESIÁSTICO E MISSIONÁRIO – para nota
da disciplina Teologia Bíblica de Missões.
Orientador: Francisco Washington de Oliveira
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Sumário

Infromações sobre o autor................................................................................ ......4


RESUMO................................................................................. ................................5
Conclusão:................................................................................................... ...........9
BIBLIOGRAFIA................................................................................ .......................10
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INFROMAÇÕES SOBRE O AUTOR

Timóteo Carriker é missionário da Presbyterian Church (EUA). Trabalha no Brasil


desde o ano de 1977. Iniciou seu trabalho em terras Brasileiras em Goiás, seguindo
depois para o Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo. Atualmente atua em
Santa Catarina, Florianópolis. Obteve a graduação em Ciências da Religião pela
Universidade Carolina do Norte, fez mestrado em Teologia pelo Seminário Teológico
Gordon – Conwell, mestrado em Missiologia e doutorado em Estudos Interculturais
do Seminário Teológico Fuller. Atualmente é consultor missiológico na Igreja
Presbiteriana Independente do Brasil e ensina em instituições de ensino.
Outras obras:
Missão Integral - Uma Teologia Bíblica, Ed. SEPAL, 1992,
Trabalho, Descanso e Dinheiro - ISBN: 8586539422 - Editora ULTIMATO, 2001
Missões E A Igreja Brasileira- A Vocação Missionária, Editora MUNDO CRISTÃO,
São Paulo, 1987 em 5 volumes.
A Visão Missionária na Bíblia - Uma história de amor, Editora Ultimato / 2005,
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RESUMO

O autor dá-nos uma visão panorâmica Bíblica tanto no Velho como no Novo
Testamento sobre missões, o propósito de Deus ter escolhido um povo peculiar
entre a famílias da terra com o propósito de realizar a Sua missão entre todas as
famílias da terra. Mostra como em muitas ocasiões Israel era negligente com o “seu
dever diante de Deus“ ou no seu “papel entre as nações” (pág. 7).
Valoriza a “Bíblia, Palavra de Deus... palavra recitada pelo povo de Deus, chamado
para uma tarefa de repercussão e significado universais” , muitas vezes ameaçadas
pela “falta de compressão de sua identidade diante de Deus e no meio das nações”
(pag. 7). Vemos que o mesmo ainda ocorre na dispensação da graça quando muitos
de nós nem sabem o seu papel na obra de Deus muito menos qual a sua verdadeira
identidade como Seu filho e dispenseiros do Seu Reino aqui na terra.
Sentimos, através desta leitura o despertamento para uma “leitura proveitosa...” que
“... envolve o corpo, a mente, o coração, todo o esforço, até mesmo nosso espírito”
(pag. 10).
“A missão do povo de Deus encontra as suas raízes mais profundas na missão de
Israel” (pág 15). Nela se reflete o plano redentor de Deus para toda a humanidade,
desde os relatos da criação.
Desde o princípio o plano de Deus é alcançar toda a humanidade. Vemos isso na
comissão dada a Adão e Eva: “Crescei e multiplicai-vos e povoai a terra... e sujeitai-
a” Essa é a nossa missão. A missão de toda a Igreja, agora vemos mais claramente
que este mesma comissão é reeditada na pessoa de Jesus para toda aquele que
nele crê: “Ide por todo o mundo,e pregai o Evangelho a toda a criatura...” (Mc 16:15)
ou “Portanto, ide e ensinai todas as nações...” (Mat 28:19).
Na criação recebemos a comissão de “dominar a criação”. Um desafio sócio-familiar
de ”multiplicar, encher e dar nomes”, a “responsabilidade econômica e ecológica de
(sujeitar, cultivar e guardar”” e o governo (dominar e governar)” (pág. 21) marcando
o início de uma série de obrigações, o mandato para a família e a comunidade, a lei
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e a ordem, a cultura e a civilização que é ampliada e aprofundada durante o


desdobrar da revelação divina.
A queda muda o curso da história em relação a raça humana. Nossos primeiros pais
foram reprovados logo no primeiro teste de lealdade. Falharam quanto a lealdade, a
obediência ao escolherem uma vida independente de Deus, optaram por escolher
conhecer tanto o bem quanto o mal e não escolheram a árvore da vida para que
vivessem o chamado inicial, como Deus esperava que o fizessem.. Vemos que o
mandato cultural não foi revogado, mesmo depois da queda. O homem continuou a
sujeitar e cultivar a terra ... mas, diferente de antes que talvez era uma tarefa
prazerosa, agora como uma disciplina dolorosa (págs. 22-23). Assim, esse mandato
foi reeditado sempre que o plano original tendia naufragar. Tanto que após o dilúvio
“o homem continuou a sujeitar e cultivar a terra e este mandato ampliado (Gn 9:1-
10). E continuou e se desenvolveu até a sua reedição no Sinai até Jesus, tendo o Si
próprio como modelo para os apóstolos que demonstram todos os padrões sociais e
instituições e seguem dentro do circuito de preocupação de Deus (pág. 23).
Encontramos os propósitos de Deus para a Sua criação como um:
1. Deus ativo;
2. Deus soberano;
3. Deus com um propósito final;
4. Deus com um propósito redentor;
5. Deus com um propósito mundial.
Basicamente o autor nos mostra de forma panorâmica “A CRIAÇÃO DO MUNDO – A
CRIAÇÃO DO HOMEM – A PROVISÃO DE VITÓRIA SOBRE O MAL” (pág. 17-19)
como forma de cumprir o propósito de Deus e Sua visão em relação à humanidade.
Quanto a natureza do homem, vemos que ele foi criado:
1. Um só;
2. Dependente de Deus;
3. Portador da imagem de Deus;
4. Capaz de pecar e carente de redenção.
Por isso o Senhor proveu um meio de salvação, através do papel central e redentor
de Jesus (24-29).
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Deus é Deus de Misericórdia e Julgamento. Embora o homem seja carente e


incapaz de se auto-redimir, Deus mandou seu Filho para vir em nosso auxílio e fazer
aquilo que era impossível para nós fazermos (Rm 1:18; 3:23; 8:20).
Embora a ira de Deus seja imutável em Seu coração, o Seu amor e Sua misericórdia
estão aptos a nos alcançar tão somente haja arrependimento genuíno, com
disposição a abandonar o pecado e dispensar Seu perdão. Isto significa que Seu
amor é incondicional, mas Sua misericórdia e seu perdão estão condicionados ao
arrependimento sincero, que implique em mudança radical de atitude.
Precisamos ter fé e obediência para quando, como Noé, Abraão e outros exemplos
Bíblicos, ouvirmos a voz de Deus não tenhamos endurecido o coração e
obedeçamos, mesmo que seja algo que contrarie os nossos projetos e sonhos,
tirando-nos da nossa zona de conforto.
Deus mostra sua graça e misericórdia ao nos eleger com o propósito de sermos
santos e irrepreensíveis diante dele em amor (Ef 1:4). O mesmo propósito que
elegeu, Adão, Noé, Abraão e Davi. Pela obediência e gratidão por estes
demonstradas Deus fez promessas notáveis a eles. A Noé, prometeu não mais
destruir a humanidade com outro dilúvio; a Abraão, prometeu uma descendência
inumerável e ainda bendizer toda a humanidade através de um dos seus
descendentes; A Davi, elegeu-o para, de sua linhagem, trazer ao mundo o nosso
redentor, o Rei dos Reis. A eleição gerou uma aliança peculiar para um povo
peculiar. Elegeu Israel para abençoá-lo e este ser bênção para os povos. Dessa
mesma forma nós os cristão também somos chamados.
As boas Novas de Jesus:
São quatro os Evangelhos – 3 sinóticos, ou com a mesma ótica (Mateus, Marcos e
Lucas), ou ainda, coincidentes e um distinto (João),
Embora muitos achassem antigamente que eram “fotografias da história de Jesus”
outros preferem dizer que são “pinturas”, pois refletem a ótica de quem o vivenciou.
Cada um dos evangelistas traçado a atividade de Jesus desde a sua origem.
Marcos desde a obra de João Batista e o batismo de Jesus... Mateus e Lucas,
desde o nascimento de Jesus de uma virgem; João desde a criação, e alem
dela (pág. 221).
Mostra a divindade e a humanidade de Cristo, o “Filho de Deus” e também o “Filho
do Homem”, sua encarnação, vida, ministério, morte e ressurreição como
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cumprimento do plano divino de restaurar o homem a Si. A grande comissão ao


enviar seus discípula a ir fazer discípulos de todas as nações (Mc 16:15; Mt 28:19-
20) com a promessa de sua cooperadora presença até o fim.
Implicações atuais:
Todo o livro nos traz à reflexão do caminho traçado por Deus para seguirmos. É um
caminho pautado basicamente em missões, pois Missões nasceram no coração de
Deus. E esta é a razão do nosso chamado.
Observemos os chamados Bíblicos e todos eles tiveram um único objetivo, embora
em situações e aspectos diferentes. Noé foi chamado para ser salvo com sua família
da destruição iminente. Salvando sua família estaria salvaguardado o projeto inicial
de Deus, dando continuidade a obra de ser abençoado e de ser bênção e exemplo
para toda a humanidade, para que a glória de Deus fosse manifesta este as nações.
Abraão é retirado da sua parentela, atendendo a um chamado específico de Deus,
com o propósito de ser uma bênção e abençoar todas as famílias da terra.
Chegamos a Davi e vemos esses mesmos propósitos de Deus em Sua vida quando
recebe do Senhor a promessa de um reino eterno, onde não faltaria quem sobre o
seu trono se sentasse. Jesus é o cumprimento dessa promessa. Ele é o Rei dos
Reis. O Senhor dos Senhores. O Messias prometido, O redentor de nossas almas.
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CONCLUSÃO:

Vemos que o propósito da missão da Igreja é a salvação (pág. 231).


Deus tem chamado a Igreja para cumprir o Seu propósito de redenção.
O Novo Testamento nos mostra o mover centrífugo da Igreja em sua ação
missionária. O Antigo Testamento, vemos o movimento centrípeto, do povo de Deus.
Em ambos o caso o propósito de Deus é o mesmo - buscar poucos, e prepará-los
para que possa alcançar toda a humanidade na face da terra (pág. 305). em ambos
os casos vemos a mesma ação do Espírito. O dois elementos, centrífugos e
centrípetos estão presente nos dois testamentos, embora com ênfases diferentes.
Precisamos levar a Sua mensagem de boas novas até o confins da terra para que
se cumpra o último sinal de Sua vinda, começando de Jerusalém (onde nós
estamos) e até aos confins da terra. Não podemos descansar enquanto esta
comissão a nós confiada não tiver sido dado cabo.
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BIBLIOGRAFIA

CARRIKER, Timóteo - O CAMINHO MISSIONÁRIO DE DEUS (Uma Teologia


Bíblica de Missões)/134p: Editora Palavra, Agosto/2005 – Brasília - DF