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E.E. Profª Maria de Lourdes C. F.

Marques
Avaliação sobre figuras de linguagem

1) Identifique, classifique e justifique:


a) O rato roeu a roupa do Rei de Roma.
b) Tremia ela muito... (Dinah Silveira Queirós)
c) Quem matou monsenhor Romero? A injustiça o matou porque ele queria justiça. O ódio o matou porque ele queria o
amor: A mentira o matou porque ele queria a verdade. (Jornal da Tarde)
d) Partiu-se meu rosto em chispas
como as estrelas num poço. (Cecília Meireles)
e) Martelava a mesa com os dedos impacientes.
f) Ah! plangentes violões, dormentes, mornos... (Cruz e Sousa)
g) Tenho problemas também...
h) Do demo? Não gloso. Senhor pergunte aos moradores. (Guimarães Rosa)
i) Até nosso céu eles espanaram.
j) ... o velho começou a ficar co aquela bonita tonalidade cadavérica. (Stanislaw Ponte Petra)
k) Brasília é uma estrela espatifada. (Clarice Lispector)
l) Você nunca leu Machado de Assis?
m) Pranto por belos olhos derramado;
incêndio em mares de água disfarçado;
rio de neve em fogo convertido... (Gregório de Matos)
n) O que não pôde Marte, pôde a Morte. (Getúlio Baia)
o) O mato, já zarolho, enrolando as folhas. (Rachel de Queiroz)
p) Ele não fez nada, de nada, de nada. (Monteiro Lobato)
q) São Paulo já está fria nessa época do ano.
r) Afonso queria mostrar-lhe os poemas. Letícia, os discos. Rogério, as taças. (Lygia Fagundes Telles)
s) Choveu gol no coletivo do campeão. (Jornal da Bahia)
t) Estou muda que nem uma lua. (Clarice Lispector)

E.E. Profª Maria de Lourdes C. F. Marques


Avaliação sobre figuras de linguagem

1) Identifique, classifique e justifique:


a) O rato roeu a roupa do Rei de Roma.
b) Tremia ela muito... (Dinah Silveira Queirós)
c) Quem matou monsenhor Romero? A injustiça o matou porque ele queria justiça. O ódio o matou porque ele queria o
amor: A mentira o matou porque ele queria a verdade. (Jornal da Tarde)
d) Partiu-se meu rosto em chispas
como as estrelas num poço. (Cecília Meireles)
e) Martelava a mesa com os dedos impacientes.
f) Ah! plangentes violões, dormentes, mornos... (Cruz e Sousa)
g) Tenho problemas também...
h) Do demo? Não gloso. Senhor pergunte aos moradores. (Guimarães Rosa)
i) Até nosso céu eles espanaram.
j) ... o velho começou a ficar co aquela bonita tonalidade cadavérica. (Stanislaw Ponte Petra)
k) Brasília é uma estrela espatifada. (Clarice Lispector)
l) Você nunca leu Machado de Assis?
m) Pranto por belos olhos derramado;
incêndio em mares de água disfarçado;
rio de neve em fogo convertido... (Gregório de Matos)
n) O que não pôde Marte, pôde a Morte. (Getúlio Baia)
o) O mato, já zarolho, enrolando as folhas. (Rachel de Queiroz)
p) Ele não fez nada, de nada, de nada. (Monteiro Lobato)
q) São Paulo já está fria nessa época do ano.
r) Afonso queria mostrar-lhe os poemas. Letícia, os discos. Rogério, as taças. (Lygia Fagundes Telles)
s) Choveu gol no coletivo do campeão. (Jornal da Bahia)
t) Estou muda que nem uma lua. (Clarice Lispector)