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ENERGIA NUCLEAR

ENERGIA NUCLEAR

O núcleo de um átomo é composto de partículas denominadas de prótons e nêutrons, que estão


ligadas fortemente. O núcleo de certos átomos podem ser divididos por um processo denominado
FISSÃO NUCLEAR, no entanto esta divisão libera energia que pode ser aproveitada para produzir
energia elétrica.

COMBUSTÍVEL PARA A FISSÃO

O urânio é hoje utilizado comercialmente para produzir eletricidade através da fissão nuclear. O
urânio encontrado na natureza é uma mistura de dois isótopos (tipos de átomos): URÂNIO-238,
que conta com aproximadamente 99,3% de urânio natural, e o URÂNIO-235 que é constituído
somente de 0,7%. Este é o raro isótopo Urânio-235 que divide o seu núcleo na reação de fissão.

A REAÇÃO EM CADEIA

A reação inicia quando o núcleo de um átomo de urânio-235 absorve um nêutron livre em


movimento, causando a instabilidade do nêutron do núcleo. Como resultado o núcleo divide-se,
provocando literalmente explosão, em duas partes principais denominados “fragmentos da
fissão”, que são aproximadamente de tamanhos iguais, e dois (às vezes três) nêutrons livres.
(fig. 1)

Fig. 1 - Fissão Nuclear

Se um dos nêutrons livres proveniente da divisão do núcleo é absorvido pelo núcleo de outro
átomo de urânio-235, causará a divisão deste átomo ejetando mais dois nêutrons, um deles ou
ambos pode causar outra fissão nuclear, e assim por diante. Este fenômeno é conhecido como
REAÇÃO EM CADEIA. Podemos controlar a REAÇÃO EM CADEIA controlando o número de
nêutrons para cada fissão que poderá causar outra reação de fissão.

Para o urânio-235 o numero médio de neutrons liberados na fissão é de 2,07. Somente um destes
nêutrons pode causar outra fissão para manter a REAÇÃO EM CADEIA. Isto é fortuito, pois
aproximadamente a metade do nêutron falha na produção de uma nova fissão. No entanto, eles
são absorvidos pelos núcleos não fissionáveis ou são perdidos para o sistema.
FORMAS DO PLUTONIO

Muitos destes neutrons não utilizados na fissão são absorvidos pelo núcleo do átomo de urânio-
235. Embora esta absorção não cause uma imediata fissão, ele tem um enorme efeito no átomo
de urânio-235; ela muda tornando-se um átomo de plutônio-239, que é fissionável. Devido a esta
capacidade de mudança o urânio-235 é conhecido como um isótopo fértil.

INCREMENTO DO COMBUSTIVEL

Ao absorver um nêutron, o recém formado plutônio-239 fissiona quase exatamente como o


urânio-235, dividindo em duas partes principais e emitindo nêutrons que pode sustentar a
REAÇÃO EM CADEIA. Conseqüentemente, uma vez formado o plutônio do urânio-238, ele é
considerado como, arte do combustível para a fissão e de fato contribui significativamente para
liberar energia nuclear

Esta formação de plutônio fissionável, que ocorre com certa freqüência nos reatores nucleares é
um importante incremento nos reatores convencionais. Alem disso ele é uma das bases para o
projeto do reator.

A GERAÇÃO DE CALOR

Em uma instalação nuclear convencional, a função principal dos neutrons liberados durante a
fissão nuclear é a de manter a REAÇÃO EM CADEIA rapidamente. Os dois fragmentos que são
também produzidos no processo de fissão têm função diferente, para produzir calor.

Quando o núcleo do urânio-235 divide, os fragmentos da fissão e os nêutrons carregam parte da


energia liberada com ele na forma de energia cinética. Como o s fragmentos da fissão colide com o
núcleo dos átomos da vizinhança, parte desta energia cinética é convertida em energia térmica.

Este é o calor que é utilizado atualmente para produzir energia. O calor que é derivado do
movimento dos fragmentos da fissão é transferido para a água para produzir vapor. O vapor que
passa pela turbina acoplada ao gerador, gera energia elétrica, como na usina térmica convencional
a carvão, petróleo, gás etc., a qual a diferença reside no método de aquecimento da água para
produzir vapor.

REATOR DE AGUA LEVE

O reator de água leve (LWR) tem quatro importantes componentes: valetas de combustível, que
contem urânio enriquecidos, contendo mais ou menos 3% de urânio-235 mais do que 0,7% do
urânio encontrado na natureza; um modelador que diminui a velocidade do neutron emitido
durante a fissão tal que ele torna-se mais facilmente absorvível por outro núcleo; valetas de
controle, o qual contem substancias que absorve nêutrons facilmente e pode diminuir a
velocidade da reação em cadeia para agarrar os neutrons livres antes deles serem absorvidos pelo
material fissionável; e o resfriador, o qual resfria ambos, a valeta de combustível e carrega seu
calor para outra parte do sistema, o qual ele é utilizado para produzir energia.
A água comum (às vezes denominado como “água leve” para diferenciar da água “pesada”
utilizada em outros tipos de reatores) serve ambos como moderador e resfriador em LWR’s (“Light
Water Reactors”). As valetas de combustíveis são arranjadas e montadas para permitir que a água
circule entre as valetas. Grupos de valetas de combustível são montados de tal maneira que o
centro do reator e a parte central sejam cobertos pela água contida no vaso do reator. As valetas
de controle que são colocados entre as valetas de combustível podem ser movidos para dentro ou
fora do centro para aumentar ou diminuir a atividade nuclear.

Existem dois importantes tipos de LWR: o reator de água pressurizada (PWR-“Pressurized Water
Reactor”) e o reator de água fervente (BWR-“ Boiling Water Reactor”. Eles diferem basicamente
em como usam o calor carregado pelo pela água fresca para direcionar a turbina a vapor.

No reator de água pressurizada (PWR), o calor gerado pelas valetas de combustível é transferido
para a água fresca, o qual circula através da montagem central a alta pressão. (ver fig. 2).

Fig. 2 – Reator de Água Pressurizada (PWR)

A alta pressão deixa a água levar uma enorme quantidade de calor sem ferver. O fluxo da água
para o vaso do reator no circuito primário que passa através do gerador de vapor, onde o calor no
circuito move através da parede do tubo d’água no gerador de vapor. Devido a pressão ser baixa,
a água no gerador de vapor ferve, e o vapor resultante flui através do circuito secundário para
uma turbina produzir eletricidade.
No BWR (“Boiling Water Reactor”-Reator de água fervente), a pressão no vaso do reator é baixa o
suficiente para a água refrigerada ferva por ele mesmo. (ver fig. 3).

Fig. 3 – Reator de Água Fervente

O vapor é então direcionado diretamente do topo do vaso do reator para a turbina a vapor, onde
ele atua como um fluido de trabalho da turbina.

Existem vantagens e desvantagens em ambos os tipos de reatores, porem esses fatores fazem o
PWR e o BWR economicamente competitivos.

POTENCIAL DA ENERGIA NUCLEAR

A energia contida no combustível nuclear é extremamente elevada, isto é, 0,45 kg de combustível


nuclear produz tanta energia quanto 1.350.000 kg de carvão. Devido a este elevado potencial de
produzir energia o uso de energia nuclear é desejável.

ENERGIA RESTANTE

Quanto maior a utilização de combustíveis fissionáveis, maiores são os fragmentos fissionados


(também conhecidos como produtos da fissão) são criados. Como o urânio-235, urânio-238 e o
plutônio-239, os produtos das fissões também absorvem neutrons, porém esta absorção não
causa instabilidade nuclear suficiente para produzir fissão. Logo o produto das fissões inicia uma
séria competição pelos neutrons livres e a reação em cadeia diminui de velocidade, isto é, torna-se
mais lenta. Um quarto a um terço do material fissionável na valeta de combustível ainda sobra,
porem ela não pode ser utilizada eficientemente mesmo na crescente presença dos produtos da
fissão, o qual pode eventualmente interromper a reação em cadeia.
RAZÕES PARA O REPROCESSAMENTO

O reprocessamento do combustível pode recuperar o urânio-235 não utilizado e formando


novamente o plutônio-239 para ser utilizado no futuro. Este reprocessamento é um importante
estágio em que é denominado CICLO DO COMBUSTIVEL NUCLEAR, que descreve o destino do
material do combustível nuclear da mineração ao descarte do lixo atômico.

Geralmente no LWR, o ciclo do combustível consiste da mineração e moinho do urânio natural,


enriquecendo-o e processando-o para ser utilizado nas valetas de combustíveis, fissionando o
combustível no reator, recuperando o restante do material fissionável, refabricando o material
para o reuso, e desfazendo-se do restante do lixo atômico.

Embora o LWR’s que existe hoje onde é designado com o reprocessamento e reuso do
combustível nuclear gasto, questão política sobre proliferação nuclear tem interrompido o
desenvolvimento na escala do reprocessamento e sistema de reciclagem, no passado.