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In s titu t Royal C o l o n ia l B e ige Koninklijk Belgisch Koloniaal Instituut

SECTION DES SCIENCES MORALES AFDEELING DER STAAT- EN ZEDEKUNDIGE


ET POLITIQUES WETENSCHAPPEN

M ém oires. — Collection in-8°. Verhandelin gen. — V erzam elin g


Tome IX , fa scic u le 1. in-8°. — T. IX , afleverin g 1.

ÉTUDES JßA KONGO

II

RELIGION ET MAGIE
PAR LE

R. P. J . V A N W I N 6 , S. J . ,
M is s io n n a ir e à K is a n tu ,
M embre associé de l ’I n s t it u t R oyal C olonial B elge
et de l ’I n s tit u t b o y a l d ’A nthbopologie de G rande-B retagne
et d ’I rlande.


BRUXELLES
Librairie Falk fils,
GEORGES VAN CAMPENHOUT, Successeur,
22, Rue des Paroissiens, 22.

1938
ETUDES BAKONGO

II

RELIGION ET MAGIE
PAR LE

R. P. J . V A N W I N G , S . J . ,

M issionnaire à K isantu,
M em bre associé de l 'institut R oyal C olonial B elge
et de l ’Institut R oyal D’A nthropologie de G rande-B retagne
et d ’Irlande.

J j “E8aG
,Q
UE

Mëm. inst. Royal Colonial belge. 1


Mém oire présenté à la s é a n c e du 21 m a r s 1938.

Unprimi potest. Imprimatur.

B ruxellis, die 9 iul. 1938. M echliniae, die 20 Julii 1938.


I. B. Janssens, S. J., t E t. Jos. C arto n de W ia r t ,
Praep. Prov. Belg. Sept. Vie. Gen.
IN T R O D U C T I O N

Le p r é s e n t o u v r a g e f a it s u ite à u n p r e m i e r v o l u m e
d ’E t u d e s B a k o n g o , c o n s a c r é à l ’H i s t o i r e et à la S o c io lo g ie ,
et p a r u en 1921 à la B i b l i o t h è q u e C o n g o . Ces é t u d e s
a v a ie n t r e ç u u n a c c u e il e x t r ê m e m e n t f l a t t e u r d a n s les
m ilieu x co lo n iau x et scien tifiq u es de B elgique et de
l ’é t r a n g e r . E lles s o n t d e p u i s l o n g t e m p s é p u is é e s . D e d iv e r s
c ôtés on e n d e m a n d e la r é i m p r e s s i o n . Si D ie u m e p r ê te
v ie e t si j ’e n ai le lo is ir , j e p r é p a r e r a i u n e n o u v e l l e é d i t i o n
d e la S o c io lo g ie , o ù t r o u v e r a p la c e l ’é t u d e d e l ’é v o l u t i o n
d e la so c ié té d e p u i s v i n g t a n s .
Le s e c o n d v o l u m e q u i p a r a i t a u j o u r d ’h u i , est c o n s a c r é
à la r e l i g i o n — N z a m b i, c u l t e des a n c ê t r e s — et au x p r i n ­
c ip a le s f o r m e s d e la m a g i e . Le « K i m p a s i » , d é j à é d i t é e n
f l a m a n d à la B i b l i o t h è q u e C o n g o , se r e t r o u v e ici, c a r c ’est
de t o u te s les p r a t i q u e s m a g i q u e s la p l u s é t e n d u e e t la p l u s
i m p o r t a n t e . D a n s ce d o u b l e d o m a i n e , r e l i g i o n e t m a g i e ,
le c h a m p d ’i n v e s t i g a t i o n re s te , c o m m e d a n s le p r e m i e r
v o l u m e , la r é g i o n s itu é e e n t r e l ’I n k i s i e t le K w a n g o , h a b i ­
t a t d e la b r a n c h e o r i e n t a l e des B a k o n g o .
Le m o d e d e r e c h e r c h e a été le m ê m e q u e p o u r la so c io ­
lo g ie : v o ir e t e n t e n d r e p a r s o i - m ê m e ; q u a n t a u x p r a t i q u e s
s e c rè te s o u d i s p a r u e s , se les fa ir e d é c r i r e t o u t a u l o n g p a r
les c h e fs et les a n c ie n s q u i e n f u r e n t les m i n i s t r e s o u , à
t o u t le m o i n s , les s p e c ta t e u r s . P o u r r e c u e i l l i r des f o r m u ­
les e x a c te s e t c o m p l è t e s , il f a u t a lo rs m e n e r son e n q u ê t e
4 ÉT U D E S BAKONGO
RELIGION ET MAGIE 5

p a te rn e lle m e n t, ne ja m a is b ru s q u e r n i fa tig u e r son in te r­


l o c u t e u r p u i s , s a n s u n s i g n e d ’i m p a t i e n c e , r e c o m m e n c e r
u n e v i n g t a i n e d e fois.
Les p h é n o m è n e s d ’o r d r e r e l i g i e u x o u m a g i q u e sont
d ’e x p l o r a t i o n p l u s d iffic ile q u e les f o r m e s et i n s t i t u t i o n s
sociales. Les n o i r s e n p a r l e n t m o i n s v o l o n t ie r s e t m o i n s
l i b r e m e n t ; ils é p r o u v e n t u n e d i f f i c u l t é p l u s g r a n d e à les
e x p l i q u e r . J e s u is e n p o s s e s s io n de f o r m u l e s d e p r i è r e s et
d ’i n c a n t a t i o n s q u e le s ty le et le v o c a b u l a i r e a r c h a ï q u e s
r e n d e n t i n i n t e l l i g i b l e s m ê m e a u x n o i r s . E n s u i t e la m a g i e
est, de sa n a t u r e , t é n é b r e u s e . Il f a u t u n e l e n t e a c c o u t u ­
m ance d es yeux avant d ’y percevoir qu elq u es p â le s
l u e u r s . . . et la l a n t e r n e f u m e u s e q u e n o u s p r ê t e n t les n o i r s
n ’é c la ir e q u e f a i b l e m e n t . A ussi, d é c e le r le sen s d ’u n e f o r ­
m u l e r e l i g i e u s e o u la p o r t é e d ’u n r ite , re s te u n e o p é r a t i o n
d é lic a te ; ces p a ï e n s o n t l e u r m o n d e à e u x , e t n o s p e n s é e s
e t n o s s e n t i m e n t s n e se m e u v e n t p a s s u r le m ê m e p l a n .
A p rè s v i n g t - c i n q a n s de c o n t a c t i n t i m e a v e c ce p e u p l e
q u i m ’e s t p r o f o n d é m e n t s y m p a t h i q u e , j e laisse s’a c c u ­
m u l e r des m a t é r i a u x de to u s g e n r e s , e n c o r e i n u t i l i s a b l e s ;
les e x p r e s s i o n s s ’y r e n c o n t r e n t n o m b r e u s e s , d o n t le s e n s
m e re s te o b s c u r . J e s u is e n a d m i r a t i o n d e v a n t l ’e t h n o g r a ­
p h e q u i , i g n o r a n t la l a n g u e d ’u n p e u p l e , e n d é c r i t les
i n s t i t u t i o n s e t les p r a t i q u e s r e lig ie u s e s . Ce q u ’il voit n ’e s t
r i e n e n c o m p a r a i s o n d e ce q u 'i l e n t e n d , et q u ’il d e v r a i t
c o m p r e n d r e . A u c u n n o i r n ’est c a p a b l e d e t r a n s p o s e r ses
f o r m u l e s r e li g i e u s e s e t m a g i q u e s d a n s la p a u v r e l i n g u a
fran ca de cet e th n o g ra p h e .
P e r s u a d é q u e le m e i l l e u r s e rv ic e à r e n d r e à l ’e t h n o l o g i e
c ’est d e lu i f o u r n i r des m a t é r i a u x s a n s a p p r ê t , j e m e su is
6 ÉTU D E S BA.KONGO

a p p l i q u é à d é c r i r e les p r i n c i p a l e s f o r m e s d e r e l i g i o n et de
m ag ie B ak o n g o sans y m ê le r u n e th éo rie q u elco n q u e ,
sans m ê m e p a r tir d 'u n e d éfin itio n a p rio ri. Sauf n é c es­
s ité, je m ’a b s t i e n s d e c o m m e n t a i r e s et d 'e x p lic a tio n s .. La
p l u p a r t d u t e m p s , ce s o n t les n o i r s e u x - m ê m e s q u i p a r l e n t
en u n f r a n ç a is e x e m p t d e p a r u r e s c i e n t i f i q u e o u l i t t é r a i r e .

J e d o is u n e r e c o n n a i s s a n c e sp é c ia le a u x B R. P P . P . M eu-
l e n y z e r et E. D e s h a y e s , p o u r l ’a id e f r a t e r n e l l e q u ’ils m ’o n t
a p p o r t é e d a n s l ’é d i t i o n île ce t o u v r a g e .

L ouvain, le 17 septem bre 1937.


ÉTUDES BAKONGO

II. RELIGION ET MAGIE

CHAPITRE I.
LES HOMMES ET LES ESPRITS.

Les hom m es. — Le corps. — L'àme. — L’âm e sensible. — Le nom. — Les


esprits. — Les ancêtres. — Les Matebo. — Les Nkita. — Les bisimbi.
— Autres esprits.

Les hommes.

L 'h o m m e et son m ilieu social fourn issen t aux B akongo


les élém ents co n stitu tifs de ce que nous appelons le
« m onde des esprits ». Ces esprits ne seraient que des h om ­
mes com m e eux, m ais d ifféren ts de corps et placés en
d ’autres sphères. P ou r com p ren d re ce m onde des esprits,
il faut donc d ’abord s’a ssim iler la conception in d igèn e du
« m onde des hom m es » C).
L ’h om m e pour les B akon go se com pose de quatre élé­
m ents : le corps ( n i t u ), le sang ( m e n g a ) qui con tien t l ’âm e
( m o y o ) et le m f u i n u k u t a , espèce de double âm e.
V en an t donner à l ’être h u m ain sa personnalité parfaite,
le n om (z i n a ) constitue l ’h om m e « com plet ».

f1) Le Kikongo ne possède pas de m ot propre pour sign ifier un être


vivant spirituel. Le P. Georges de Gheel, dans son V o ca b u laire (1632),
traduit sp iritu s par m oyo; le terme usuel qu’em ploient de nos jours les
B akongo est mpeve (traduction littérale : vent, souffle).
8 ÉTUD ES BAKONGO

Le corps.
Le m o t n i t u s i g n i f i e e x c l u s i v e m e n t le c o r p s h u m a i n ,
les a n i m a u x n ’en a v a n t p a s s u i v a n t la c o n c e p t i o n i n d i ­
gène.
C e u x q u i s o n t c o m e s t i b l e s o n t c o m m e l ’h o m m e n s u n i ,
d e la c h a i r , bi yi s i, des os, m e n g a , d u s a n g et m ê m e
m b u n d u , u n c œ u r ; m a i s ils o n t u n e s t o m a c o u l u k u t u ,
t a n d i s q u e l ’h o m m e d o i t se c o n t e n t e r d ’e n t r a i l l e s o u nd ia.
O r, les f o r m e s q u e n o u s a p p e l o n s e s p r it s , p o s s è d e n t
d ’a p r è s les B a k o n g o u n c o r p s o u n i t u . L ’h o m m e q u i t t a n t
son en v e lo p p e m o rtelle, p r e n d in s ta n ta n é m e n t u n a u tre
nitu o u corps.
N o to n s à ce s u j e t q u e l q u e s p r o v e r b e s d ’u s a g e f r é q u e n t :
Bet o b a n tu n i t u y e m b u n d u : n o u s a u t r e s , ê tre s h u m a i n s ,
n o u s s o m m e s fa its d ’u n c o r p s et d ’u n c œ u r ; Bet o b a n t u
n i t u y e m o y o : n o u s s o m m e s c o m p o s é s d e c o r p s et d ’â m e .
Ce q u i s i g n i f i e : n o u s a u t r e s h o m m e s , n o u s n e p o u v o n s
r i e n c h a n g e r à ce q u e n o u s s o m m e s , n o u s d e v o n s n o u s
p r e n d r e tels q u e n o u s a v o n s é té créés.

L’âme.

Le s a n g , r é p a n d u p a r t o u t le c o r p s , est le s iè g e de l ’â m e
o u m o y o (1). T o u t e p e r t e d e s a n g fa it s o u f f r i r l ’â m e , t a n t
e t si b i e n q u ’elle fi n i t p a r a b a n d o n n e r le c a d a v r e e x s a n g u e .
C e tte c o n c e p t i o n e x p l i q u e le r ô le d u s a n g d a n s le f é ti ­
c h i s m e i n d i g è n e . Q u e l q u ’u n a -t-il r é u s s i à s’a p p r o p r i e r
d u s a n g , il d e v i e n t p a r l à - m ê m e le m a î t r e d es fo rc e s o c c u l ­
te s q u i y s o n t e m p r i s o n n é e s . D ’o ù e n c o r e ce p o i n t d u d r o i t
c o u t u m i e r : la p l u s l é g è r e b l e s s u r e s a i g n a n t n e f û t - c e

(i) M oyo ou l'âm e vient de la m êm e racine que m oya : vivant. La


m enace habituelle est : fw a ufw a, k a u m o ya ko, tu m ourras de mort, tu
ne seras plus vivant. Le m ot m oyo est rangé dans la quatrièm e classe
des substantifs, c’est-à-dire celle des substantifs indiquant celui qui fait
l ’action. Dans son lexique, le P. Georges de Gheel traduit a n im a par
m oyo et de m êm e sp iritu s. B entley donne pour m oyo les sig n ifica tio n s
su ivan tes : vie, esprit, âm e, cœur.
RELIGION ET MAGIE 9

q u e de q u e l q u e s g o u t t e s , est p l u s g r a v e et e x ig e u n c h â t i ­
m e n t p l u s s é v è re q u e le c o u p le p l u s v i o l e n t n o n s u iv i
d ’e f f u s i o n d e s a n g .
Le s iè g e p r i n c i p a l d e l ’â m e c ’est le c œ u r , « c e n t r e v ita l
de t o u t le s a n g ». Le c œ u r (m b u n d u ) se t r o u v e p r è s d u
foie (k i m o y a ) e t ces d e u x o r g a n e s s o n t av ec le s a n g les
s o u rc e s de la v ie ; d ’o ù l e u r rô le p r i m o r d i a l d a n s la m a g i e .
J a d i s , assez s o u v e n t , l o r s q u e de p a u v r e s p r i s o n n i e r s d e
g u e r r e n ’é t a i e n t p a s r a c h e t é s , o n les l e u r e n l e v a i t à vif
p o u r les m a n g e r . D e n o s j o u r s e n c o r e le c œ u r et le foie
des a n i m a u x tu é s à la c h a s s e r e v i e n n e n t de d r o i t a u
c h e f C).
L ’â m e e s t p r i n c i p e de vie, p r i n c i p e m o t e u r . Le v e r b e
« v i v r e » p e u t se t r a d u i r e d e tro is f a ç o n s d i f f é r e n t e s :
z i n g a e m p l o y é u n i q u e m e n t p o u r l ’h o m m e et s i g n i f i a n t
stric te m e n t c o n tin u e r à viv re; m o ya em p lo y é in d iffé re m ­
m e n t p o u r t o u t ê tre v i v a n t ; e n f i n kala b u n a l i t t é r a l e m e n t
« ê t r e a i n s i » s e r v a n t à d é s i g n e r les ê tre s a n i m é s o u i n a ­

(>) Bien que le Mukongo fasse très bien la distinction entre l ’organe
qui meurt et l’âm e im m ortelle, le mot (m bu n du ou n tim a) sig n ifie in d if­
férem m ent 1’« âme » ou le « cœur ».
Le proverbe suivant en est un exem ple : si kafw a, m u diam bu vibu n du
m u n tu idila kula : il va mourir, car le cœur de l ’hom m e ne trouve son
apaisem ent q u ’au loin, c’est-à-dire, non sur cette terre m ais par delà la
tombe.
Les B akongo « veulent par le cœur, pensent dans le cœur ». « Cela est
resté dans le fond de mon cœur » sig n ifie : je l ’ai oublié. Ils « font tom ­
ber leur cœur », entendez qu’ils reprennent leur calm e. Comme dans nos
langu es européennes, les proverbes gardent leur pleine sign ification ,
qu ’il s ’agisse de l ’organe m êm e ou de la faculté.
Les fonctions du cerveau leur sont inconnues. Le cœur est seul le siège
et l ’organe des idées, de la volonté, de la m ém oire, de l’im agination, de
tous les m ouvem ents du cœur, de toutes les m anifestations de l ’âme.
Certaines expression s perm ettent de croire que le cœur est encore le
principe du bien et du m al m oral. « Il ne le voulait pas dans son cœur »
et « il le voulait dans son cœur » sign ifien t respectivem ent : « cet acte
n ’est pas réfléchi, il l’a fait sans m auvaise intention », et : « il l ’a fait
avec prém éditation, il est donc coupable ». Cependant, la form ule
« c’était la volonté de mon cœur » est em ployée parfois pour sign ifier
tout autre chose, à savoir : je me suis laissé entraîner par la passion.
10 É T U D E S BAKONGO

n i m é s . C e tte d e r n i è r e e x p r e s s i o n d é c o u le n a t u r e l l e m e n t
d e la c o n c e p t i o n i n d i g è n e des ch o se s.
C h a q u e ê tre , e n e ffet, a sa s u b s t a n c e , sa n a t u r e , s o u rc e
d e fo rc e s c o n n u e s o u o c c u lte s , f a v o r a b l e s o u h o s tile s . La
n a t u r e d ’u n o b j e t d é p e n d d e la f o r m e e x t é r i e u r e q u i le
c a r a c té r i s e . C ’est la f o r m e q u e d é s i g n e d ’a b o r d e t s u r t o u t ,
le n o m des s u b s t a n c e s c o n c r è t e s . A t o u t c h a n g e m e n t d e
f o r m e o u d 'a s p e c t e x t é r i e u r coi’r e s p o n d u n e m o d i f i c a t i o n
d e s fo rc e s i n t e r n e s ; u n e n o u v e l l e c h o s e r e m p l a ç a n t l ' a n ­
c i e n n e , le n o m d o i t d o n c n é c e s s a i r e m e n t c h a n g e r . U n e
s u b s t a n c e c o n s e r v e - t- e lle sa f o r m e o r d i n a i r e , 011 d i r a
d ’e lle k i k a l a b u n a : elle est telle. E s t-e lle t r a n s f o r m é e , f w a
o u f w i d i : elle n ’est p l u s la m ê m e .
F wa se t r a d u i t o r d i n a i r e m e n t p a r m o u r i r . C e tte i n t e r ­
p r é t a t i o n n e se v é r if ie c e p e n d a n t q u e p o u r les ê tre s
v i v a n t s . A la q u e s t i o n « T o n p è r e v it-il e n c o r e ? » le
m u k o n g o r é p o n d r a « uk al a b u n a , il est a in s i », c ’e s t-à -d ire
il vit e n c o r e , ou « f w i d i , il est m o r t ». S’a g it- il d ’o b j e t s
i n a n i m é s , d ’h a b i t s p a r e x e m p l e , les m ê m e s t e r m e s k i k o n g o
s e r o n t e m p l o y é s p o u r la r é p o n s e ; ils s i g n i f i e r o n t a lo rs :
ils s o n t e n c o r e en b o n é ta t, o u , ils s o n t usés.
L ’a r b r e d é r a c i n é c o u c h é e n t r a v e r s d u s e n t i e r fa it q u e
c e lu i- c i est f w i d i . Le to i t d e la h u t t e c è d e -t-il a u x i n t e m ­
p é r ie s , la h u t t e est f w i d i . C ela n e d o i t t r o m p e r p e r s o n n e ;
e n a u c u n e fa ç o n les n o i r s n e s ’i m a g i n e n t q u e ces o b j e t s
s o n t v i v a n t s ou s e u l e m e n t d o u é s d ’u n e s p r i t c o m m e les
h u m a i n s ; m a i s le c h e m i n , la h u t t e , d a n s les cas c ité s , o n t
p e rd u leu r fo rm e ca ra c té ristiq u e et ne ré p o n d e n t plu s à
l ’id é e q u e s’e n fa it le M u k o n g o .
A t o u t e m a n i è r e d ’ê t r e c o r r e s p o n d e n t d es p r o p r i é t é s
sp éc ia les. La m a n i è r e d ’ê t r e des p i e r r e s et d es m i n é r a u x
kal a b u n a s e r a d i f f é r e n t e de celles d es p l a n t e s , q u i c r o i s ­
s e n t (mena)-, a u t r e e n c o r e e s t celle d e l ’a n i m a l (u m o y a ),
a u t r e celle d e l ' h o m m e (u m o y a et u z i n g a ) .
C ’est g r â c e à l’â m e (m o y o ) q u e l ’h o m m e v i t sa vie
( u z i n g a ) . C e tte â m e ré s is t e v i c t o r i e u s e m e n t à la m o r t , et
RELIGION ET MAGIE

se r e t i r e k u inasa, à l ’e a u , q u e les B a k o n g o d é s i g n e n t d ’u n e
m a n i è r e très c a r a c t é r i s t i q u e : k u b a z in gi l a, c ’e s t-à -d ire
« là o ù l ’o n vit ». E lle y p r e n d u n a u t r e c o r p s (n i t u ) q u i
n ’est p l u s n o i r , m a i s b la n c .
T o u s les ê tre s d o u é s d ’u n p o u v o i r s p é c ia l, v ita l o u a u t r e ,
c o n t i n u e n t à le p o s s é d e r a u s s i l o n g t e m p s q u 'i l s g a r d e n t
la f o r m e , s iè g e d e ce p o u v o i r . A in si les b ec s d ’o is e a u x
r a p a c e s e t les o n g l e s d e l é o p a r d r e n f e r m é s d a n s le n ki si
n e s o n t p a s s e u l e m e n t des s y m b o l e s m a i s a u s s i de v ra ie s
s o u rc e s d e la fo r c e d u n k i si . Q u a n d la f o r m e est e n t i è r e ­
m e n t d é t r u i t e , a lo r s s e u l e m e n t la vie o u le p o u v o i r
n ’ex is te p l u s . C ’est d a n s c e tt e c o n c e p t i o n d es B a k o n g o
q u ’il f a u t t r o u v e r la r a is o n e t d e l e u r c r a i n t e de t o u c h e r le
c a d a v r e d ’u n e b ê te m a l f a i s a n t e , e t d e l e u r r é p u g n a n c e à
m a n g e r c r u s les l é g u m e s o u la v i a n d e .

L’âm e sensible.

M f u m u k u t u est le p r i n c i p e d e la p e r c e p t i o n s e n s ib le .
Il s ’a p p e ll e le s e i g n e u r d e l ’o re ille , c a r il est c e n s é y r é s i ­
d e r ; a u s s i le c é r u m e n s e ra le tufi tu m f u m u k u t u , les é l i ­
m i n a t i o n s d e m f u m u k u t u . C o m m e d ’a u t r e s ê tre s m y s t é ­
r ie u x , le m f u m u k u t u est c h o s e d e N z a m b i, k i m a ki
N z a m b i . L o r s q u ’il e n t r e d a n s l ’e n f a n t , il v i e n t de l o i n ;
l o r s q u ’il q u i t t e le c a d a v r e , il s’e n v a lo in , k u k a t a l u k i d i ;
ce q u ’il a fait a v a n t de v i v r e d a n s l ’h o m m e , ce q u ’il fe ra
a p r è s , p e r s o n n e n e le sait. L o r s q u ’il est c h e z l u i, c ’est-
à - d ir e d a n s l ’o re ille , il a c t i o n n e l ’o u ïe et la v u e ; e n s o n
a b s e n c e ces s e n s s o n t i n o p é r a n t s . La n u i t , il e r r e p a r les
c a m p a g n e s , a u s s i le s o m m e i l s’e m p a r e - t - i l d e l ’h o m m e ;
le j o u r s ’il s’e n v a , l ’h o m m e t o m b e é v a n o u i. S ’é v a n o u i r ,
t o m b e r e n s y n c o p e , c ’est « m o u r i r p a r s é p a r a t i o n , fum
n g a m b u ; m f u m u k u t u s’est s é p a r é d u c o r p s . Si le m a t i n
l ’o n é p r o u v e q u e l q u e p e i n e à é v e ille r q u e l q u 'u n , c 'e s t q u e
s o n m f u m u k u t u n ’est p a s r e v e n u , il s’e n est a llé t r o p
lo in . L e k a k il u o u d o r m i r , lekn n d o s i o u r ê v e r , so n t c h o s e s
12 ÉTUD ES BAKONGO

t o u t a u s si m y s t é r i e u s e s ; elles s ’e x p l i q u e n t q u e l q u e p e u pai
l ’i n t e r v e n t i o n d u m f u m u k u t u .
L o r s q u e m f u m u k u t u s’e n est allé, s o n a c ti v i t é n e se
r a l e n t i t p a s , m a i s elle est a u t r e ; il se p r o m è n e p a r t o u t , il
r e n c o n t r e ce q u e l ’o n r e n c o n t r e d a n s la n u i t o b s c u r e :
f a n t ô m e s e t s o rc ie rs c o n t r e l e s q u e ls il d o it l u t t e r ; il f a it ce
q u e l ’o n fail la n u i t : v o ls, r e l a t i o n s c o n j u g a l e s , e tc . T o u t
c e la , l ’h o m m e e n d o r m i s ’e n r e n d c o m p t e p a r f o i s : c ’est le
rê v e .
Ces e x p l i c a ti o n s m e f u r e n t f o u r n i e s a v e c les e x e m p l e s
c ités, p a r d e v i e u x c h e fs i n d i g è n e s . Ils m ’o n t a s s u r é a u s s i
q u e m f u m u k u t u é ta it l ’o r i g i n e d e l ’o m b r e q u i s u i t p a r ­
t o u t l ’h o m m e .
L es B a m b a t a , a u c o n t r a i r e , a t t r i b u e n t l ’o m b r e à l ’â m e
p r o p r e m e n t d ite m o y o , o u e n c o r e la c o n s i d è r e n t c o m m e
u n e s o r te d e sosie d e c e tte a m e (k i n i o u k i v i v i ) .
L ’o m b r e é t a n t si i n t i m e m e n t liée à l ’â m e o u a u m f u m u
k u t u , les v i e u x i n d i g è n e s n e t o l è r e n t p a s q u ’elle soit f o u ­
lée a u x p i e d s ; m f u m u k u t u s ’e n o f f e n s e r a i t, ils e n c o n t r a c ­
te ra ien t u n e m alad ie.
Les B a k o n g o s e m b le - t- il, n ’o n t p a s s u r l 'o m b r e d ’idée
b i e n a r r ê t é e . M’e f f o r ç a n t de s c r u t e r l e u r p e n s é e , j e l e u r
fis l ’o b j e c t i o n q u e les a r b r e s , les h u t t e s , les a n i m a u x
a y a n t a u s s i u n e o m b r e , d e v r a i e n t a v o i r c o m m e l ’h o m m e
u n m f u m u kutu.
« S a n s d o u t e , m e r é p o n d i r e n t - i l s , les a n i m a u x o n t l e u r
o m b r e c o m m e n o u s ; m a i s les a r b r e s et les b u t t e s n ’o n t p as
d ’o m b r e o u k i n i , ils o n t s e u l e m e n t ki os i ( l i t t é r a l e m e n t de
la f r a î c h e u r ) , ils n e p e u v e n t a v o i r de m f u m u k u t u ».
— <( Les a n i m a u x o n t d o n c é g a l e m e n t u n m f u m u k u t u ,
r e p r i s - j e , p u i s q u ’ils o n t u n e o m b r e ».
— « E n a u c u n e m a n i è r e , ils n ’o n t p a s d e m f u m u k u t u ,
c a r l e u r o m b r e (k ini ) est d i f f é r e n t e d e celle d es h o m m e s ».
— « E n q u o i d if f è r e - t- e lle d o n c » ?
— « C ela, n o s « a n c i e n s » n e n o u s l ’o n t p a s d i t ». D e r ­
n i è r e r é p o n s e d u M u k o n g o a c c u l é . ..
RELIGION ET MAGIE 13

Q u o i q u 'i n c o h é r e n t e q u e soit la c o n c e p t i o n des B a k o n g o


s u r l ’o m b r e , s u r le m f u m u k u t u o u â m e s e n s ib le e t s u r
le m o y o , o u l ’â m e s p i r i t u e l le , il est c e r t a i n q u ’u n d é d o u ­
b l e m e n t d e la p e r s o n n a l i t é h u m a i n e l e u r p a r a î t t o u t n a t u ­
re l. Ce d é d o u b l e m e n t o u d i v i s io n est r e n d u p o s s ib le p a r
le d é p a r t d e l ’â m e s e n s ib le . S u b s t a n c e m y s t é r i e u s e , c e tte
â m e p e u t a l l e r et v e n ir , c o n s t i t u a n t p e u t - ê t r e u n é l é m e n t
n u i s i b l e : k i m a k i m b i k u m n d i , c o m m e m e le d é c r iv a it u n
a n c ie n c h e f ; p a r f o i s l ’h o m m e p e u t , e n rê v e , s u i v r e ses
p é r é g r i n a t i o n s ; le p l u s s o u v e n t to u t e f o i s il n ’e n p e r c e v r a
rien .
L e m f u m u k u t u p o u r r a la n u i t d é v o r e r les h o m m e s ,
c o m m e le f e r a i t u n s o r c ie r o r d i n a i r e , s a n s q u e le m a t i n
o n s’e n r e n d e c o m p t e . C ’est ce q u i j u s t i f i e le d i c t o n s u i ­
v a n t : « Si t o n p è r e o u ta m è r e s o n t s o rc ie rs , le s a is-tu ?
P e u t - ê t r e n e le s a v e n t- ils p a s e u x - m ê m e s ».
U n a n c i e n n g a n g a q u e j ’i n t e r r o g e a i s a u s u j e t de la s o r ­
c e lle rie (k i n d o k i ) m e d o n n a l ’e x p l i c a ti o n s u i v a n t e : « Les
s o r c ie r s s o n t d es h o m m e s m a u v a i s d o u é s d ’u n m f u m u
k u t u m a l f a i s a n t . P a r u n m o y e n m a g i q u e p u i s s a n t ils p a r ­
v i e n n e n t à se m u e r e n u n a n i m a l m i n u s c u l e , ( = k i o l u ) ,
à s’i n t r o d u i r e a in s i d a n s le c o r p s d ’u n h o m m e et à le t u e r .
O r t a n d i s q u e se d é r o u l e ce d r a m e i n f e r n a l , l e u r c o r p s
h u m a i n re s te d a n s la h u t t e ; p e r s o n n e n e p e u t s o u p ç o n n e r
q u e ces p a i s i b l e s d o r m e u r s s o n t des s o rc ie rs n é f a s te s q u i
se r e p a i s s e n t d e s a n g .
Q u e d e v i e n n e n t à la m o r t de l ’h o m m e les d i v e r s é l é ­
m e n t s n o m m é s c i-d e s s u s : c o r p s , â m e s p i r i t u e l le , â m e
s e n s i b l e ? E t t o u t d ’a b o r d , c o m m e n t les B a k o n g o e x p l i ­
q u e n t - i l s c e tte t r a g i q u e m é t a m o r p h o s e ? D e t r o is m a n i è ­
res : o u b i e n la m o r t v i e n t d e N z a m b i q u i l ’a ca u sé e , soit
p a r a c c i d e n t , soit t o u t s i m p l e m e n t p a r la vieillesse et
l ’é p u i s e m e n t des fo rces; o u b i e n , elle a p o u r a u t e u r
l ’h o m m e , q u i l ’o c c a s i o n n e t a n t ô t p a r le p o i s o n , t a n t ô t p a r
u n e b l e s s u r e g r a v e ; elle p e u t e n f i n ê t r e p r o v o q u é e p a r
d e s m a n œ u v r e s d e s o rc e lle rie o u k i n d o k i . D ’a p r è s les
u É TUDES BAKONGO

B a k o n g o , ce d e r n i e r m o d e e s t le p l u s f r é q u e n t et n ’est
a u t r e q u e ce q u e n o u s a p p e l o n s m a l a d i e .
Les f é ti c h e s - e s p r it s p e u v e n t se s a is ir d ’u n h o m m e so it
s p o n t a n é m e n t , so it p a r c e q u e le n k i s i o u f é tic h e a été
a c t i o n n é p a r le f é t i c h e u r c o n t r e l u i , e n n e m i , v o l e u r ou
s o r c ie r ; t o u j o u r s ils le f r a p p e r o n t d e q u e l q u e m a l a d i e ,
c h a c u n d ’a p r è s sa v e r t u p r o p r e . Ces m a l a d i e s n e p o u r r o n t
g é n é r a l e m e n t ê t r e g u é r i e s q u e p a r le n g a n g a o u f é t i c h e u r
q u i a e n so n p o u v o i r le n k i s i a u t e u r d u m a l .
Les n d o k i , s o rc ie rs et j e t e u r s d e m a u v a i s s o rts , p e u v e n t
p a r d es m a n o e u v r e s se c rè te s d e s o rc e lle rie , c o m m e d a n s
le cas c ité p l u s h a u t , se c h a n g e r e n a n i m a u x m i n u s c u l e s ,
p é n é t r e r j u s q u ’a u c œ u r d e l e u r v i c t i m e et e n s u c e r le
s a n g . L e u r s m é f a i t s m è n e r o n t r a p i d e m e n t le m a l a d e à
l ’a g o n i e , il n ’e n t e n d r a p lu s , n e v e r r a p l u s ; b i e n t ô t il g î t
s a n s c o n n a i s s a n c e , s o n m f u m u k u t u l ’a y a n t a b a n d o n n é
p o u r s 'e n a l l e r a u lo in .
D u m o r i b o n d l ’o n d i r a q u 'i l est « m o r t q u a n t a u x o r e i l ­
les », f w i d i m a k u t u ; dès q u 'i l n e r e s p i r e p l u s : f w i d i
i n b o m b o , il est « m o r t q u a n t a u n e z ». Les n d o k i l ’o n t
sucé, som un a, c o m m e o n g o b e u n œ u f. De m ê m e q u e
la c o q u i l l e s e u le re ste , k i b u l a ki sala, d e m ê m e l ’e n v e lo p p e
h u m a i n e s eu le d e m e u r e , k i g a g a l a kisala. 11 n ’y a p l u s là
u n e p e rso n n e m ais u n m v u m b i .
Ce t e r m e n e p e u t se t r a d u i r e s t r i c t e m e n t p a r c a d a v r e ,
c a r p o u r le M u k o n g o , l ’â m e ( m o y o ) n ’a b a n d o n n e p a s le
c o r p s a u s s i l o n g t e m p s q u e le s a n g r o u g e c o u le d a n s les
v a is s e a u x . Le m v u m b i sera d o n c s é c h é à la f u m é e , e t l o r s ­
q u e les p l e u r e u r s q u i g a r d e n t c o n t i n u e l l e m e n t le d é f u n t
s’a p e r c e v r o n t q u e le l i q u i d e s ’é c h a p p a n t d u c o r p s a p r i s
u n e t e i n t e b l a n c - j a u n â t r e , t o u t le s a n g a y a n t d i s p a r u , et
l 'â m e a y a n t q u i t t é le c o r p s , a lo r s e n f i n m u n t u f w i d i kala,
l ' h o m m e s e ra d é c la r é m o r t .
Le c a d a v r e s e r a e n s u i t e e n t e r r é e t a b a n d o n n é à la
d é c o m p o s i t i o n . M f u m u k u t u est p a r t i d é f i n i t i v e m e n t , il
n ’e n sera p l u s q u e s t i o n . L ’â m e s’e n est allée et s ’est i n c a r ­
RELIGION ET MAGIE 15

n é e i m m é d i a t e m e n t d a n s u n a u t r e c o r p s ; ku m a s a ke
b ak a n it u n k a k a : elle s ’est r e n d u e a u s é j o u r des a n c ê t r e s
e t y a p r i s u n c o r p s t o u t b l a n c , p l u s p e t i t d e ta ille et à
c h e v e l u r e ro u s s e .

Le nom.

Le n o m o u z i na c o n s t i t u e la q u a t r i è m e p a r t i e i n t é g r a n t e
d e l ’h o m m e . L o r s q u e l ’e n f a n t p a r a î t , il n ’est p a s e n c o r e
u n ê t r e h u m a i n d a n s le s e n s p l é n i e r d u m o t . Il n ’est e n c o r e
q u ’u n k i m p i a t u , u n e c h r y s a l i d e . L ’e n f a n t n e sera h o m m e
p a r f a i t q u ’à l ’i m p o s i t i o n d u n o m . L o in d ’ê t r e s i m p l e m e n t
u n so n , u n p u r s i g n e e x t é r i e u r , le n o m f a it p a r t i e d e la
p e r s o n n a l i t é ; à c h a q u e t r a n s f o r m a t i o n d e celle-ci c o r r e s ­
p o n d r a u n n o m n o u v e a u . A ussi p a r e x e m p l e , si le
M u k o n g o à l ’â g e de la p u b e r t é e n t r e d a n s u n nzo l o n g o ,
s ’il se s o u m e t a u x c é r é m o n i e s d e l 'i n i t i a t i o n à la secte
s e c rè te d u K i m p a s i o u s ’a s t r e i n t a u x r ite s d e c e r t a i n s
n k i t a - n k i s i , il t r a n s f o r m e p a r le fait m ê m e sa p e r s o n n a l i t é
et, d u m ê m e c o u p , se voit i m p o s e r u n n o m n o u v e a u i n d i ­
q u a n t s o n n o u v e l état.
Le f é ti c h e l u i - m ê m e (n k i s i ) p o u r ê tre c o m p l e t et a u t h e n ­
t i q u e d o i t p o s s é d e r s o n n o m p r o p r e . Le n g a n g a o u féti-
c h e u r le lu i r a p p e l l e q u a n d p o u r le m e t t r e e n a c ti o n il
lu i p r o u v e q u ’a u c u n e d es p r e s c r i p t i o n s i n d i s p e n s a b l e s
n ’a été o m i s e ; il l ’i n t e r p e l l e : « n g e y e m u n t u y e z ina, to i
h o m m e p o s s é d a n t to n n o m ». Le n o m et la m a n i è r e d ’ê t r e
s o n t i n t i m e m e n t liés. V e u t- o n m a u d i r e q u e l q u ’u n (s i b a ),
p o u r q u e la fo r c e m a g i q u e d es p a r o le s et des r ite s i m p r é ­
c a to ir e s p é n è t r e l ’e s s e n c e m ê m e d e l ’e n n e m i , il f a u t c o n ­
n a î t r e s o n n o m . A ussi, est-ce avec r é p u g n a n c e e t c o m m e
m a l g r é lu i q u e l ’i n d i g è n e i n t e r r o g é p a r u n é t r a n g e r
l i v r e r a s o n v ra i n o m , c e lu i d u c l a n , ou e n c o r e c e lu i d e
ses p a r e n t s et a m i s . Il c r a i n t q u ’o n n ’e n fasse u n m a u v a i s
usage.
Le n o m p a r a î t ê t r e e n r e l a t i o n i n t i m e avec l ’à m e s p i r i ­
t u e lle , to u t c o m m e l ’o r n b r e av ec l 'à m e se n s ib le . En t o u t
16 ÉTUD ES BAKONGO

cas, z i n a k a d i f w a k o le 110111 n e m e u r t p as, et e n ce ci il


r e s s e m b l e à l ’â m e o u m o y o . Les v i e u x i n d i g è n e s é v i t e r o n t
d e p r o n o n c e r le n o m d e c e lu i q u ’a f f l ig e q u e l q u e p l a i e
s a i g n a n t e . « C ela p o u r r a i t l u i ê t r e n u i s i b l e » m e d is a it le
c h e f M b e m b a . D e m ê m e les v i e u x p a ï e n s n ’a p p e l l e r o n t
p as d e s o n n o m le t i r e u r d e m a l a f u g r i m p é a u s o m m e t
d ’u n p a l m i e r ; ils l ’i n t e r p e l l e r o n t a i n s i : « E k i n o n i a k u l u -
m u k a , e n ti e t i e n z a w i s a . P e t i te f o u r m i d e s c e n d s , p e t i t
p a s s e r e a u v ie n s d o n c ». — C a r il n e f a u d r a i t p a s q u e les
e s p r it s m a u v a i s , a p p r e n a n t le n o m d u g r i m p e u r e n v i e n ­
n e n t à se s a is ir d e lu i.

Les esprits.

Ce q u e n o u s a p p e l o n s « e s p r it s » c ’est p o u r les B a k o n g o
d es ê tre s h u m a i n s q u i , a p r è s l e u r m o r t , s u b s i s t e n t d a n s
d ’a u t r e s c o r p s d ’h o m m e . Il n ’y a q u e les b i s i m b i , a u s u j e t
d e la n a t u r e e t de l ’o r i g i n e d e s q u e ls il y a d é s a c c o r d . Les
u n s d i s e n t q u ’ils n ’o n t j a m a i s é té d es h o m m e s , d ’a u t r e s
p r é t e n d e n t q u e ce s o n t d es h o m m e s d e l ’e a u c o m m e n o u s
s o m m e s d e s h o m m e s d e la t e r r e .
A u s u j e t des e s p r it s il n e f a u t p a s c h e r c h e r c h e z les
N o irs d es c o n c e p t s b i e n d é f in i s . La p l u p a r t n ’e n o n t q u e
d es n o t i o n s c o n f u s e s et i n c o n c i l i a b l e s e n t r e elles.
U n p r e m i e r g r o u p e d ’e s p r i t s s’a p p e ll e B a k u l u . C e tte
c a té g o r i e se c o m p o s e d e m e m b r e s d é f u n t s d e la k a n d a
o u c l a n . Ils h a b i t e n t so us t e r r e p r è s d es b o is e t d es c o u r s
d ’e a u , et f o r m e n t d es v i l la g e s s e m b l a b l e s à c e u x d e la
bro u sse : h o m m e s et fe m m e s, chefs et su jets y v iv en t
o r g a n i s é s . G râ c e à l e u r b o n n e e n t e n t e ils m è n e n t u n e
e x is te n c e h e u r e u s e .
T o u s les m e m b r e s de la f a m i l l e n e s o n t c e p e n d a n t p as
B a k u l u a p r è s l e u r m o r t . P o u r ê t r e a d m i s a u n o m b r e des
a n c ê t r e s , 011 d o it a v o i r p r a t i q u é les lois, n e s ’ê t r e r e n d u
c o u p a b l e n i d e v o l, n i de d é b a u c h e , n ’a v o i r été n i q u e r e l ­
l e u r , n i c o lè r e , et n e p a s a v o i r t r e m p é d a n s la s o rc e lle rie .
J a m a i s les B a k u l u n ’a d m e t t e n t d a n s l e u r s v illa g e s d es
RELIGION ET MAGIE 17

b i m p u m b u l u o u m a l f a i t e u r s . P o u r d ’a u t r e s r a is o n s q u i
r e s te n t l e u r s e c ret, les a n c ê t r e s r e n i e n t p a r f o i s d ’a u t r e s
d é f u n t s d e la k a n d a.

Matebo (sing. tebo).

A ce n o m r é p o n d e n t la p l u p a r t des h o m m e s q u i , a p r è s
l e u r m o r t , n e s o n t pas r e ç u s c h e z les B a k u l u , e n t r e a u t r e s
les v a u r i e n s , les s o rc ie rs e t s o rc iè re s . Le te bo e s t g é n é r a ­
l e m e n t p e t i t d e taille* e t trè s la id . Sa p e a u est c e n d r é e , il a
u n e lo n g u e ch ev elu re rousse et ré p a n d u n e o d e u r n a u s é a ­
b o n d e . L es m a t e b o c o n s t r u i s e n t l e u r s h u t t e s d a n s les b o is
p r è s des s o u r c e s o u des r u i s s e a u x . S o u v e n t à la t o m b é e d e
la n u i t , ils q u i t t e n t l e u r r e p a i r e p o u r a lle r , p a r les v i l l a ­
g e s , v o le r p o u le s e t c h è v r e s , v o ir e des é to ffes e t d ’a u t r e s
o b j e t s . P a r f o i s ils a t t a q u e n t l ’h o m m e q u ’ils r e n c o n t r e n t
s u r u n s e n t i e r d é s e r t , le b a t t e n t d ’i m p o r t a n c e et, s ’ils le
p e u v e n t , l ’a t t i r e n t d a n s l e u r a n t r e p o u r le d é v o r e r . La
c h a i r h u m a i n e est p o u r ces ê tre s m a l f a i s a n t s ce q u e la
v i a n d e d e p o r c e s t p o u r le M u k o n g o o r d i n a i r e , le m e t de
c h o i x . Yussi d a n s les l é g e n d e s o ù i n t e r v i e n n e n t les m a t e ­
bo, a p p e l l e n t - i l s s a n s cesse les h o m m e s d u n o m de p o r c .
Q u a n d la n u i t les m a t e b o r ô d e n t a u t o u r d es v illa g e s ,
ils se r e p o s e n t de p r é f é r e n c e d a n s la b r o u s s e s u r les bigeti,
( H y m e n o c a r d i a a c id a . E u p h . ) ; n o m b r e u x s o n t les N o irs
q u i p r é t e n d e n t les y a v o i r v u s , p e r c h é s c o m m e d es s i n ­
g e s . P a ï e n s e t c h r é t i e n s les o n t r e n c o n t r é s . U n e b ê te q u i
r e m u e d a n s l ’o b s c u r i t é e t fa it b r u i r e le fe u il l a g e , q u e l q u e
t a p a g e in s o l it e q u i ré v e ille les d o r m e u r s , u n c a u c h e m a r
q u i les fa it se d r e s s e r s u r l e u r c o u c h e , t o u t cela p r e n d p o u r
e u x a l l u r e d e t ebo. Les d e s c r i p t i o n s q u ’e n d o n n e n t les p r é ­
t e n d u s v o y a n t s , r é p o n d e n t b i e n a u x t r a i t s e s q u is s é s p l u s
h a u t , à p a r t t o u te fo is la t e i n t e d es a p p a r i t i o n s p a r f o i s
n o i r e s c o m m e de la p o ix — ce q u i s’e x p l i q u e p a r l ’o b s c u ­
rité.
Les m a t e b o o n t u n r ô le à j o u e r d a n s le f é ti c h is m e . C e r ­
t a i n s n g a n g a o n t des n k i s i à l ’a id e d e s q u e ls o n p e u t v o i r
18 ÉTUD ES BAKONGO

i m p u n é m e n t d e s m a t e b o . D ’a u t r e s p o s s è d e n t d e s n k i s i
i n f l u e n c é s et h a b i t é s p a r u n e s p r i t - t e b o ; ces d e r n i e r s s e r ­
v en t g é n é ra le m e n t à a c c o m p lir q u e lq u e m au v aise beso ­
gne.
Les nkita ou bankita.

Les b a n k i t a s o n t d es h o m m e s a y a n t s u b i u n e m o r t v i o ­
le n te . Les p r i n c i p a u x d ’e n t r e e u x s o n t les « a n c ê t r e s d u
d é b u t » q u i o n t p é r i p a r la g u e r r e , l ’a s s a s s i n a t o u le s u i ­
c id e . U n v i e u x c h e f m e r a c o n t a i t q u ’o n les d iv is e e n t r o i s
classes. La p r e m i è r e et la p l u s p u i s s a n t e c o m p r e n d le s
h é r o s t o m b é s a u c o m b a t . L e u r c h e f s’a p p e ll e Na N g u t u .
À la d e u x i è m e a p p a r t i e n n e n t les f e m m e s tu é e s à c o u p s d e
c o u t e a u . Ma k ie la est à l e u r tê te . L a t r o i s i è m e classe r é u ­
n it to u s les a u t r e s , q u i f u r e n t a ss a s s in é s o u se d o n n è r e n t
la m o r t . L e u r c h e f est D i n g a n g a .
Les b a n k i t a s o n t b l a n c s et tr è s f o r ts . Les fo r ê ts v i e r g e s
et les r iv iè r e s sont l e u r d o m a i n e . Ils s ’a p p r o c h e n t s o u v e n t
des v illa g e s , s u r t o u t à la s a is o n s è c h e , et d é v o r e n t g o u l û ­
m e n t les f r u i t s m û r s q u ’ils t r o u v e n t s u r l e u r p a s s a g e :
b a n a n e s , f r u i t s d u k i l ol o ( A n n o n a s e n e g a l e n s i s ) , m a f u l a t a
( P s i d i u m G u a ïv u ) , m b u n g u m b u n g u , etc. Us a p p a r a i s s e n t
p a r f o i s so u s les a p p a r e n c e s d e c h a u v e - s o u r i s (n g e m b o ) o u
d ’h i r o n d e l l e s ( m i n d a l a - n d a t a ) . Q u a n d les v i e u x p a ï e n s
a p e r ç o i v e n t ces o is e a u x , ils se t i e n n e n t cois, c r a c h e n t p a r
t e r r e ta n t q u ’ils s o n t e n v u e et c h u c h o t e n t à p a r t e u x :
« B a y a y a b a l u t a n g a ou b a n k i t a b a l u t a n g a , ce s o n t les
e s p r it s d es a n c ê t r e s , o u b i e n les b a n k i t a q u i p a s s e n t ».
O n p e n s e a u s s i q u ’u n h o m m e a s s a ss in é v o l o n t a i r e m e n t
ou p a r i m p r u d e n c e se c h a n g e en u n k i m p i o u m w a n a -
n g e m b o s o rte d e p e t i t e c h a u v e - s o u r i s .
Les b a n k i t a j o u e n t u n r ô l e trè s i m p o r t a n t d a n s le f é t i ­
c h i s m e . Ils p e u v e n t ê t r e i n v o q u é s p a r le f é t i c h e u r a p p e l é
n g a n g a n la b a C1). Les b a n k i t a h a b i t e n t o u a n i m e n t
u n g r a n d n o m b r e d e nk is i trè s p u i s s a n t s , e n t r e a u t r e s

(!) La n la b a est une calebasse contenant le n k is i em ployé à cette fin .


RELIGION ET MAGIE 19

le n k i s i - k i m p a s i , p a r le q u e l m e u r e n t e t r e s s u s c i l e n t
les m e m b r e s d e c e tte secte se c rè te . Ils m e u r e n t de la
m o r t - n k i t a e t r e s s u s c i t e n t h o m m e - n k i t a . Il y a e n c o r e
d ’a u t r e s f é tic h e s , q u i p e u v e n t c h a n g e r q u e l q u ’u n e n
h o m m e - n k i t a e t q u ’o n a p p e ll e n k is i m i n k it a . Ce s o n t
K i v u n d a . N k w e t e , M f u m u Masa, Malavi, etc. P e u t - ê t r e
e x is te -t-il a u s s i q u e l q u e r a p p o r t e n t r e le n k i t a e t la c o n s é ­
c r a t i o n o u l ’i n s t a l l a t i o n d es c h e fs d a n s la r é g i o n de la
N sele; e n e ffe t, a v a n t d ’e x e r c e r l e u r s f o n c ti o n s , c e u x -c i
se r e t i r e n t q u e l q u e t e m p s d a n s la fo r ê t, y a c c o m p l i s s e n t
c e r t a i n s rite s e t e x é c u t e n t des d a n s e s d e v a n t les b i n k i t a
(ce n o m d é s i g n e u n e p e t i t e b o î t e c o n t e n a n t les re stes des
an cêtres).

Les bisimbi.

Le n o m d e ces e s p r its v i e n t s a n s d o u t e d u v e r b e s i m b u ,
a t t a q u e r . Ils s é j o u r n e n t a u b o r d d e l ’e a u o u e n p l e i n
c h a m p , et se lo n l e u r h a b i t a t , o n les a p p e lle b i s i m b i bi
m a s a o u b i s i m b i bi n s e k e. D e m ê m e les n k i s i q u ’ils a n i ­
m e n t o u h a b i t e n t s ’a p p e l l e n t n k is i m i niasa o u n k i s i m i
n s eke .
V oici u n e f o r m u l e d ’e x o r c i s m e q u e les a n c ie n s s’e n v o n t
p r o n o n c e r c h a q u e so ir h o r s d u v illa g e , q u a n d u n d e l e u r s
p a r e n t s est e n d a n g e r d e m o r t :

Beno lukala ku b a n d a , lukala ku n ta n d u ,


B is im b i bi m a s a , b isim b i bi nseke,
Beno b ak ulu, lu yen da ku masa,
Yonso u s im b id i m b e fo , k a y a m b u la !
V o u s q u i sé jo u rn e z su r ces riv e s, en am o n t, en a v a l,

V o u s, B is im b i d es e a u x et B is im b i d es ch a m p s,

. V o u s tou s, an cêtres erra n t su r le s riv e s d es ea u x,

Q u el q u e so it le b o u rre a u d u p a tie n t, q u ’il s’en a ille !

Le k i s i m b i des e a u x h a b i t e d e p r é f é r e n c e p r è s des s o u r ­
ces, des é t a n g s et d es r u i s s e a u x . C e r t a i n e s s o u rc e s so nt
m ê m e c o n s i d é r é e s c o m m e le d o m a i n e d ’un k i s i m b i . P e r -
“20 ÉTUD ES BAKONGO

s o n n e n e p e u t y p r e n d r e de l ’e a u o u s’en a p p r o c h e r , à p a r t
le n g a n g a ; et q u a n d ce d e r n i e r c h e r c h e d a n s le v o i s i n a g e
d es m a t é r i a u x p o u r ses n k i s i : c a il l o u x , r a c i n e s d ’a r b r e o u
fe u ille s d e p l a n t e s a q u a t i q u e s , il a s o in d e f r o is s e r e n t r e
ses d o i g t s des fe u illes de l e m b a , p o u r a p a i s e r le k i s i m b i .
Les b i s i m b i se t i e n n e n t b lo ttis s o u s les p i e r r e s et les
r a c i n e s ; les f o u l e - t- o n a u x p ie d s , ils s a is is se n t l ' i m p r u d e n t
et l ’a c c a b l e n t d e m a l a d i e s : t u m e u r s , p u s t u l e s , d o u l e u r s
i n t e r n e s , etc. Le n g a n g a N g o m b o , o u d e v i n , a d a n s ses
a t t r i b u t i o n s d ’i n d i q u e r le n k i s i q u ’il f a u d r a m e t t r e e n j e u
p o u r a p a is e r le k i s i m b i e t g u é r i r le m a l.
Les b i s i m b i et les b a n k i t a s o n t s o u v e n t c o n f o n d u s e n t r e
e u x p a r le p e u p l e . M ê m e le s v i e u x , les « s a g e s » n e s a v e n t
pas to u jo u rs tire r u n e lig n e de d é m a rc a tio n b ien n e tte
e n t r e ces d e u x s o rte s d ’e s p r it s . C ’est a in s i q u e j ’a i n o t é des
r e n s e i g n e m e n t s c o n t r a d i c t o i r e s s u r t r o i s n k i s i a p p e lé s
n k i s i m i s i m b a nsi, n k i s i q u i d é t i e n n e n t e t p o s s è d e n t la
c o n t r é e . Les tro is e s p r it s a n i m a n t ces n k i s i s o n t L e m b i
q u i h a b i t e l ’e a u , T ol u la q u i v it s u r le sol et Nz e n z i q u i lo g e
d a n s les a r b r e s . D ’a p r è s c e r t a i n s d e m e s i n f o r m a t e u r s ce
s o n t t r o i s b i s i m b i , d ’a p r è s d ’a u t r e s t r o is n k i t a . De m ê m e
il est d i t d u n k i s i K i y e n g e l e q u ’il est u n n k i s i nsi, c ’est-
à - d ir e u n n k i s i de la t e r r e . O r , il s e r a i t e n r e l a t i o n i n t i m e
a v e c le Nz adi , o u r i v i è r e I n k i s i .

Autres esprits.

Les e s p r it s cités j u s q u ’à p r é s e n t so n t les p l u s c o n n u s ;


ils o n t c h a c u n l e u r s c a r a c t é r i s t i q u e s d a n s les c r o y a n c e s
p o p u l a i r e s . Il y e n a d ’a u t r e s c e p e n d a n t d o n t o n n e c o n ­
se rv e q u e q u e lq u e s , tra c e s v a g u e s . C ’est a in s i q u ’o n p a r le
d e K i n i u m b a , de K i n k i n d i b i d i , de N k w i y a , so rte s d e r e v e ­
n a n t s d é p e i n t s p a r f o i s c o m m e des m o n s t r e s , p a r f o i s
c o m m e de s i m p le s m a t e b o o u b i s i m b i . D a n s le f é t i c h i s m e
ils n e j o u e n t a u c u n rô le , p o u r a u t a n t d u m o i n s q u e j ’aie
p u m ’e n r e n d r e c o m p t e .
HELIGION ET MAGIE 21

C h e z les B a k o n g o de L o a n g o et d e S an S a l v a d o r , o n
c r o i t à u n e s o rte de S a t a n o u d é m o n N k a d i m p e m b a .
D a p p e r e n p a r l e d é j à . « O n vo it, d a n s ces r é g i o n s , é c rit-il,
des o is e a u x s e m b l a b l e s a u x h i b o u x e t q u e les N o irs a p p e l ­
le n t kari a m p e m b a , ce q u i s i g n i f i e d ia b le . L e u r v u e , e s t
p o u r les i n d i g è n e s u n m a u v a i s p r é s a g e ». Q u e lle q u e so it
l’o r i g i n e d u m o t d i a b l e , il a p o u r D a p p e r le s e n s d e
« m é c h a n t e s p r i t ». C h e z les B a k o n g o d e la r é g i o n de
l ’I n k i s i , le n o m d e n k a d i m p e m b a n ’e x is te p a s c o m m e
d é s i g n a t i o n d ’u n h i b o u , m a i s d é s i g n e c e p e n d a n t u n ê t r e
m y s t é r i e u x , .l’ai re le v é la d e v i n e t t e : nza-, n:a, n:a y e k u na
n s e n g a ! V ie n s , v ie n s , v i e n s a u p r è s de l ’a r b r e n s e n g a ;
d o n t la r é p o n s e est : A b u n k a d i m p e m b a , c ’est n k a d i
m p e m b a . A u c u n de m e s i n t e r l o c u t e u r s n e p u t m ’e n d o n ­
n e r le s e n s e x a c t. T o u t ce q u e l ’o n sait, c ’est q u e le n s e n g a
est e n r a p p o r t s é tr o its av ec les n k i s i et les e s p r its . U n p r o ­
v e r b e d i t : Ta n k e n t o , ta n k a d i m p e m b a . R a c o n te -le à ta
f e m m e , tu le r a c o n t e s à n k a d i m p e m b a . Le s e n s e n est
c e r t a i n e m e n t : il n ’y a p a s d e m e i l l e u r m o y e n d e d i v u l ­
g u e r u n s e c r e t q u e de le c o n f i e r à sa f e m m e . I m p o s s i b l e
p o u r m o i d e t r o u v e r u n e e x p l i c a ti o n p l u s c o m p l è t e . Il v a
s a n s d i r e q u e la c r o y a n c e e n u n n k a d i m p e m b a i d e n t i q u e
a u S a t a n d e la r e l i g i o n c h r é t i e n n e n ’ex is te p a s c h e z les
Bampangu.
U n a u t r e n o m m y s t é r i e u x est c e lu i d e M b u m b a (’).
D a p p e r cite ce n o m l o r s q u ’il p a r l e des K i m b o - B o m b a d u
L o a n g o (2). D ’a p r è s le P . B i t t r e m i e u x (3), a u M a y o m b e ,
M b u m b a L o a n g o s e r a it u n e s p r it p u i s s a n t c a c h é so u s les
a p p a r e n c e s d ’u n g r a n d s e r p e n t e t v i v a n t a u b o r d d e l ’e a u .
Le n k is i d e M b u m b a L o a n g o s e m b l e b i e n ê t r e le d i b u m b a
d i m b u m b a , m y s t é r i e u x p e t i t p a q u e t « a b a n d o n n é p a r les

(!) Dans La Religion des Primitifs, M«r Leroy en parle com m e étant
le nom d ’un être suprêm e.
(2) Cfr. Nautvkeurige beschrijving der Afrikaansche Gewesten, 2e druk,
Amsterdam, 1676, pp. 176, 177.
(3) Op. cit., pp. 120-122.
22 ÉTU D E S BAKONGO

a n c i e n s », c o n t e n a n t u n sale l u b o n g o f u m é , d e c o u l e u r
b r u n e , a v e c d es é c aille s e t d e s h e r b e s d e t o u t e s s o rte s .
C h e z les B a k o n g o le M b m n b a i n t e r v i e n t d a n s b i e n des
d i c t o n s e t d es f o r m u e s r i t u e l l e s . L ’e x o r c i s m e d es n k i s i
f i n i t s o u v e n t p a r ces m o t s :

E rnpongo M b u m b a !
E nsibu d i M b u m b a !
Sa/a n k i y a ? Gonda !
0 p u issa n t M b u m b a !

0 m a lé d ictio n d e M b u m b a !

Q u e v as-tu -faire ? T u e r !

Il s e m b l e q u ’ici le n o m d e M b u m b a s e rv e d e t i t r e h o n o ­
r i f i q u e p o u r t o u s les e s p r it s q u i h a b i t e n t ces n k i si .
A v a n t d e p r e n d r e l e u r n o u r r i t u r e , les v i e u x p a ï e n s e n
j e t t e n t t r o is m o r c e a u x d a n s d i f f é r e n t e s d i r e c t i o n s p o u r
h o n o r e r les B a k u l u . Ce f a i s a n t , ils d i s e n t : E M b u m b a nsi,
d ia m u nsi, m o n o idia m u z u l u . O M b u m b a d e la te r r e ,
m a n g e so u s t e r r e , e t q u e m o i j e p u i s s e m a n g e r s o u s le
ciel!
Di a M b u m b a nsi e s t u n e f o r m u l e d e s e r m e n t . P e n d a n t
q u e le N o ir la ré c ite , il f r o tte d e la t e r r e s u r so n b r a s g a u ­
c h e av e c la m a i n d r o i t e . M o n o M b u m b a L u a n g o , idia
i m a n a . A d a g e q u i s i g n i f i e l i t t é r a l e m e n t : j e s u is M b u m b a
L u a n g o , j e m a n g e , j e n e la is s e p a s d e re ste s. Il se d i t
d ’u n e p e r s o n n e r e c e v a n t u n e d o t s a n s d o n n e r l e u r p a r t
aux au tres p aren ts.
Q u a n d u n N g a n g a a s o i g n é u n m a l a d e et r e m e t d a n s
le p e t i t sac les i n g r é d i e n t s d e so n n k is i , il d i t : n d e , j u t a
k i n g a n g a , i k a n g i l a m b u m b a ; si n g y e n d ' a m o : M a i n t e ­
n a n t p a i e - m o i m o n s a la ire , j e fice lle m b u m b a et j e m ’e n
va is. Ic i m b u m b a n e s i g n i f i e r i e n d ’a u t r e q u e le p e t i t sac
q u i e n v e l o p p e le n k i s i e t ses a c c e s s o ire s . Il f a u d r a a t t e n d r e
u n e é t u d e c o m p a r a t i v e d es g r o u p e s B a k o n g o p o u r m e t t r e
en l u m i è r e le s e n s d e ce m o t M b u m b a . Il i m p l i q u e e n t o u t
ca s l ’id é e d e m y s t è r e .
CHAPITRE II.
NZAMBI MPUNGU. — L’ETRE SUPREME (*).

Le nom. — Créateur de toute chose. — Ses interventions dans les affaires


hum aines. — Ses attributs. — Les in flu en ces m ission n aires sur le
contenu de l’idée Nzambi.

Le nom .

Le n o m e x is ta it a v a n t l ’a r r i v é e des p r e m i e r s m i s s i o n ­
n a i r e s . E n e ffe t, d ès le d é b u t d u se iz iè m e siècle, to u s les
d o c u m e n t s e n f o n t foi, les i n d i g è n e s c o m m e les m i s s i o n ­
n a i r e s e m p l o i e n t p o u r d é s i g n e r le D ie u d es c h r é t i e n s , le
s e u l v o c a b le « JSzambi » (2).
A ce n o m , les p a ï e n s d ’a u j o u r d ’h u i c o m m e c e u x d u
W I e siècle, a c c o le n t f r é q u e m m e n t l’é p i t h è t e « M p u n g u ».
.loint à des v e r b e s c o m m e c h a n t e r , p a r l e r , le m o t m p u n g u
s i g n i f i e : e x c e l l e n t c h a n t e u r , e x c e lle n t p a r l e u r . M p u n g u
est au s si le n o m g é n é r i q u e de t o u t e u n e classe s p éc ia le de
fé tic h e s a v a n t t o u t p r o t e c t e u r s et h a b i t é s , d i t - o n , p a r
l ’e s p r i t d ’u n a n c ê t r e . Il m e p a r a î t p r o b l a b l e , q u e le m o t
M p o n g o a o r i g i n a i r e m e n t le m ê m e sen s. Il s i g n i f i e f é ti ­
c h e , et est e m p l o y é p a r le f é t i c h e u r p o u r s ’a d r e s s e r à so n

(!) Cf. Etudes Bakongo, I , pp. 169 et ss.: Recherches de Science Reli­
gieuse, mai-août 1920, pp. 70 à 81.
(2) « Entre toda a naçâo de Gente que habita a Ethiopia Occidental,
e por ventura a Oriental, os m oscicongos forâo de seu principio m ais
polidos nos costum es, e m enos barbaros, e m uito sujeitos â rasâo, porque.
prim eira-m ente nunca entre elles houve idolos, nem tem plos aonde os
adorassem , ou venerassem , so-mente conheciâo a Deos, e o adoravào
como Autor de todos os bens, a quem cham âo Zambiapungo, que quer
dizer Senhor Supremo do Ceo; junta-m ente tinhâo conhecim ento do
Diabo, m as nâo o adoravào, com tudo reverenciavâo-no com o autor de
todo o m al, para que lho nâo fizesse, a quem cham avâo cariam pem ba. »
(Du Mss. n° 8080 do F. G. da Biblioteca nacional de Lisboa, cité par
Alf. De Albuquerque Feiner dans Angola-Coimbra, 1933.)
24 É TUD ES BAKONGO

fé tic h e , el p a r to u s p o u r d é s i g n e r u n f é ti c h e d é t e r m i n é .
\ u t o ta l, e n d é p i t des e f f o r ts (les B a n t o u i s te s le se n s o r i ­
g i n e l d e s d e u x m o t s , N z a m b i et M p u n g u re s te o b s c u r .

Nzambi. — Créateur de toute chose.

D ’i n n o m b r a b l e s d e v i n e t t e s e x p r i m e n t c e tte idée. D a n s
l 'é t a n g q u e N z a m b i a fa it, 011 n e se b a i g n e q u e s u r les
b o r d s . Q u ’est-ce d o n c ? Le fe u ! — D a n s le c h a m p de
N z a m b i m p u n g u , il y a d e u x g r a n d s ta s . L e s q u e ls ? Le
soleil e t la l u n e ! — Le p e t i t p a q u e t q u e N z a m b i a fic e lé n e
se d é f a it p a s . Q u ’e st-c e ? Le n o m b r i l ! — L ’a r b r e q u e
N z a m b i a p l a n t é n e laisse p a s t o m b e r u n e f e u ille . S o n
n o m ? Le k i t u n d i b i l a , q u i g a r d e m ê m e ses fe u ille s s è c h e s !
— Le c h e m i n q u e N z a m b i n e t t o i e n ’e st j a m a i s sale, q u e l
e s t-il? L a g o r g e ! — L a f o r ê t q u e N z a m b i a p l a n t é e
r e p o u s s e t o u j o u r s . N o m m e z - l à . Les c h e v e u x !
Il y a s u r t e r r e u n e f o u l e d e ch o s e s, d o n t les h o m m e s
i g n o r e n t la n a t u r e e t le b u t . T o u s les m i n é r a u x , les p l a n t e s
e t les a n i m a u x , q u i n e s e r v e n t p a s a u M u k o n g o , so n t « d es
c h o se s d e N z a m b i ». N z a m b i s a it p o u r q u o i il les a fa ite s.
Les v a g i s s e m e n t s et les p r e m i e r s b é g a i e m e n t s des e n f a n t s ,
les c r is d e s a n i m a u x , s o n t des s e c re ts d e N z a m b i, m f u n d a
m i N z a m b i ; N z a m b i les c o m p r e n d , n o u s a u t r e s h o m m e s
n o u s n e les c o m p r e n o n s p as.
C ’est N z a m b i q u i a fa it le ciel et to u s les a s tre s . Le
so leil l à - h a u t t o u r n e t o u s les j o u r s a u - d e s s u s d e n o s
tê te s et c o m p t e les t e m p s et les a n n é e s « n t a n g u m v u »,
t a n d i s q u e n o u s , les h o m m e s , n e f a is o n s q u e p a s s e r
c o m m e les j o u r s « b i l u m b u b et o b a n t u ». C e soleil d i s p e n s e
la b o n n e l u m i è r e et la b o n n e c h a l e u r q u i fo n t p r o s p é r e r
l ’h o m m e et c h a s s e n t les m a u v a i s e s p r it s « m u m w i n i ba
n d o k i b al a d i di . » C es m a u v a i s e s p r it s r e n a i s s e n t d a n s les
t é n è b r e s p r o v e n a n t d e la l u n e o b s c u r e , n g o n d a m p i m p a .
N o u s, les h o m m e s , n o u s v i v o n s et m a n g e o n s a v e c le
soleil; n o u s n e m a n g e o n s p a s av e c la l u n e . T u d i a n g a y e
RELIGION ET MAGIE 25

n t a n g u , ka t u d i a n g a y e n g u n d a . Le soleil va et v i e n t , c a u ­
s a n t les s a i s o n s ; il n e se laisse d o m i n e r n i p a r les h o m m e s
n i p a r les e s p r it s . Nsa k ad i e m w i r n i , k ad i e m a s i k a ; m u n t u
d i m o y o k a n e n a m b a n g a l a k o; l ’a n t i l o p e nsa n e s a u r a i t
a v a le r le j o u r , n e s a u r a i t a v a le r la n u i t ; l 'h o m m e , t o u t e n
a y a n t u n e â m e , n e s a u r a i t p r o d u i r e la s a is o n c h a u d e .
N z a m b i seu l p e u t a g i r d a n s ce d o m a i n e .
.le d e m a n d a i s u n j o u r a u c h e f f é t i c h e u r d e la r é g i o n , le
p l u s v i e u x e t le p l u s r é p u t é , si les n d o k i et les r e v e n a n t s
p o u v a i e n t e x e r c e r u n e a c tio n s u r les c o r p s cé le stes. Il m e
r é p o n d i t ce q u i s u i t :

« A b u d i o zulu d î n a b o b o , n a ni u g a n g a ? Ye zo m b w e -
tete y e n t a n g u y e n g o n d a ? Bio biina ka b i b a k a k a n a ko,
N z a m b i u g a n g a , m u d i a m b u y a n i k i b e n i k a n a k a k a n a ko,
ka rï i oni ka ko . Ku ba n d o k i y e m a t e b o n g a n g u zi na, y a n i
N z a m b i u g a n a zo ».
<( E n v é r i t é , ce ciel q u i est là a i n s i , q u i l ’a f a it ? E t ces
é to iles et le soleil et la l u n e ? T o u te s ces c h o s e s s o n t i n s a i ­
s issab les, d o n c N z a m b i les a fa ite s, c a r l u i - m ê m e est i n s a i ­
s issab le et in v i s ib l e . Q u a n t a u x n d o k i et m a t e b o , ils o n t
d e l ’i n t e l l i g e n c e m a i s c ’e st N z a m b i q u i la l e u r a d o n n é e ».

N z a m b i e t le s h o m m e s.

Q u e lq u e s p ro v e rb e s : N z a m b i utuganga ye nza la y e
n l e m b o = N z a m b i n o u s a faits a v e c n os o n g l e s et n o s
d o i g t s . — II n o u s a fa its n u s , avec le b e s o in d e m a n g e r :
N k o n g a N z a m b i , nzala N z a m b i , o u e n c o r e N z a m b i
M p u n g u u y i d i k a b et o m i n t i d i m o y a : N z a m b i n o u s a
faço n n és, a rb re s v iv an ts.
N z a m b i a c r é é le p r e m i e r c o u p l e h u m a i n . « Au c o m ­
m e n c e m e n t , r a c o n t e la l é g e n d e , N z a m b i a fait u n h o m m e
et u n e f e m m e . La f e m m e s’a p p e lle : q u i v io le la d é f e n s e .
L ’h o m m e s ’a p p e ll e Y a N d o s i m a u (ce n o m v a r ie d ’a p r è s
les v illa g e s ) . D e ce p r e m i e r h o m m e , la f e m m e m i t a u
26 ÉTUD ES BAKONGO

m o n d e u n e n f a n t . A lo rs N z a m b i l e u r lit u n e d é f e n s e : « Si
l ’e n f a n t v i e n t à m o u r i r , n e l ’e n t e r r e z p a s , place z-le a u
c o in de la m a i s o n et c o u v r e z - le d e b o is de c h a u f f a g e . A p rè s
tro is j o u r s il r e s s u s c i te r a ». L es h o m m e s n e le c r u r e n t p a s .
L ’e n f a n t v i n t à m o u r i r . Ils l ’e n t e r r è r e n t . A lors N z a m b i
v in t et d i t : « J e v o u s ai d i t : n ’e n t e r r e z p as l’e n f a n t ; v o u s
l ’av ez e n t e r r é . C ’est p o u r q u o i to u s vo s d e s c e n d a n t s s e r o n t
s u j e t s à la m a l a d i e , ils m o u r r o n t , à c a u s e de m a d é f e n s e
q u e v o u s avez v io lé e ». A in si d o n c , s ’ils n ’a v a i e n t p a s
e n t e r r é cet e n f a n t , les c h o s e s se p a s s e r a i e n t a u t r e m e n t ;
n o u s n e f e r i o n s q u e m o u r i r c o m m e la l u n e , e t q u a n d n o u s
s e r io n s m o r t s , n o u s r e s s u s c i t e r i o n s d e n o u v e a u .
C e tte l é g e n d e n ’est p a s u n e k i m p a , o u l é g e n d e o r d i ­
n aire , m ais u n e nkenda u bambuta, u n e h i s t o i r e d es
a n c ie n s .
T o u s les h o m m e s d e s c e n d e n t d e ce p r e m i e r c o u p l e p a r
v o ie d e g é n é r a t i o n . Mais N z a m b i i n t e r v i e n t d a n s la f o r ­
m a t i o n d e c h a q u e i n d i v i d u . « C ’e s t N z a m b i q u i f a ç o n n e le
c o r p s d u f œ t u s d a n s le s e in m a t e r n e l e t p é t r i t le s a n g ,
d a n s le q u e l ré s id e l ’â m e . Q u a n d l ’e n f a n t va p a r a î t r e , l ’â m e
m a t é r i e l l e e n t r e p a r u n e d e ses o re ille s . A lo rs il v i t v r a i ­
m e n t e t n a î t » . — « S i N z a m b i n e n o u s a v a it c o u v e r t s
d ’u n e f e u il l e (n o t r e p e a u ) n o u s n e s e r io n s j a m a is
ués ». — « Si l ’e n f a n t n a î t d i f f o r m e , c ’est q u e N z a m b i
n o u s a laissé d es m o t if s de r i r e ». L ’â m e m a térie lle
est « une chose de N z a m b i ». « E lle v ien t de lu i »
quand elle en tre dans l ’o r e il l e d e l ’e n f a n t , et q u a n d
l ’h o m m e m e u r t , m f u m u k u t u u t a l u k i d i , w el e k u N z a m b i
<( elle r e t o u r n e a u l o i n , c h e z N z a m b i ».
L ’h o m m e s u r t o u t est s o u s la d é p e n d a n c e d e N z a m b i.
Q u e lq u e s p r o v e r b e s : « N o u s s o m m e s to u s les s u j e t s de
N z a m b i. 11 n o u s a faits, c ’est à lu i q u e n o u s i r o n s a p r è s la
m o r t ». — <( N z a m b i n o u s p o s s è d e , il n o u s m a n g e ». Ce
q u i s i g n i f i e q u ’il fa it de n o u s ce q u i lu i p l a î t , c a r ils n e
s ’i m a g i n e n t p a s d u t o u t q u e N z a m b i m a n g e les h o m m e s .
RELIGION ET MAGIE 27

Q u a n d N z a m b i fail o u laisse m o u r i r u n h o m m e , il le
laisse m a n g e r p a r les s o rc ie rs .
« C ’est N z a m b i q u i p r é p a r e le p a i n de m a n i o c , n o u s
a u t r e s h o m m e s , n o u s n e p r é p a r o n s q u e les c o n d i m e n t s ».
C ’e s t - à - d i r e q u e N z a m b i j o u e le rô le p r i n c i p a l d a n s to u s
les é v é n e m e n t s , les h o m m e s n ’a y a n t q u ’u n r ô le s e c o n ­
d a ire .
N z a m b i d is p o s e d e la v ie et d e la m o r t .
U n in d iv id u v eut p la n te r u n a rb re fru itier. U n a u tre
l u i d it : (( A q u o i b o n ce t r a v a i l , n o u s m o u r r o n s t o u t d e
m ê m e , l ’a r b r e n e v o u s d o n n e r a p a s d e f r u it s ». Le p l a n ­
t e u r d e r é p o n d r e : « P e u m ’i m p o r t e , s’il n e p r o d u i t p a s
a v a n t m a m o r t . Ce q u e n o u s m a n g e o n s , est-ce n o u s q u i
l 'a v o n s p l a n t é ? Ce q u i re s te , r e s te ; m a is si N z a m b i n o u s
laisse v i v r e , n o u s m a n g e r o n s de ces f r u i t s ». C ’est u n e
l o c u t i o n c o u r a n t e . Si u n M u k o n g o é c h a p p e à u n d a n g e r ;
p a r e x e m p l e , si d é f r i c h a n t la fo r ê t, il é v ite de ju s te s s e u n
a r b r e q u i t o m b e , il s’é c rie : « N z a m b i m ’a p a r lé , s a n s
c e la , j ’é ta is m o r t » . A p rè s u n a c c i d e n t , la v i c t i m e d i r a :
« E n ce j o u r d ’a u j o u r d ’h u i , N z a m b i n e m ’a p as d o n n é d e
c h a n c e ».
U n a u t r e p r o v e r b e u s u e l : « La m o r t , o n n ’y m e t a u c u n
p r i x ; si N z a m b i la v e u t , elle v o u s p r e n d ». Q u a n d o n a
é p u i s é t o u t e s les r e s s o u r c e s des f é t i c h e u r s p o u r s a u v e r u n
m a l a d e , les p a r e n t s d i s e n t : « P e u t - ê t r e a - t- o n o f f e n s é
N z a m b i, n o u s n ’a v o n s p l u s q u ’à a t t e n d r e ce q u ’il d i r a ».
Q u a n d N z a m b i e n l è v e la v ie, il r e p r e n d ce q u i lu i a p p a r ­
t i e n t . U n e m è r e d i r a à s o n e n f a n t , p o u r l ’e n g a g e r à b i e n
g a r d e r ses p o u l e s : « G a rd e -le s b i e n , c a r q u e l q u e j o u r
N z a m b i m e r e p r e n d r a , m o i sa c h o s e ; to i t u r e s te r a s seu l
av ec m e s p o u l e s ». D a n s les c h a n t s f u n è b r e s , 011 r é p è t e
c o n s t a m m e n t : « 11 est p a r t i , c ’est l ’a f f a ir e d e N z a m b i ».
V oici u n e j o l ie s t r o p h e f u n è b r e :

L e g ra n d c h e m in , le s h o m m e s ne l’on t p as fa it;

L e c h e m in de la m o rt, c ’e st N z a m b i q u i l ’a fa it.

Il est à p en te très d ou ce.


28 ÉTUD ES BAKONGO

D a n s l e u r d é p i t e t l e u r d o u l e u r , les B a k o n g o c h a n t e n t
au s s i ce v e r s e t :

E h ! N z a m b i, sot q u e tu es,

E h ! N z a m b i, m a n g e d o n c avec m esu re,

E h ! N z a m b i, sot q u e tu es !

C ’est u n e d e s se u le s s t r o p h e s i n j u r i e u s e s p o u r N z a m b i,
q u e j 'a i e j a m a i s r e n c o n t r é e . 11 f a u t to u t e f o i s e x c e p t e r la
l i t t é r a t u r e de la s o ciété s e c r è t e d u K i m p a s i , o ù l’o n \ i o l e
s a n s v e r g o g n e t o u te s les lois d i v i n e s et h u m a i n e s , le c h e f
f é t i c h e u r s’y a r r o g e a n t les p r é r o g a t i v e s d e N z a m b i lui-
m ê m e . E n g é n é r a l , les B a k o n g o , les v i e i l la r d s s u r t o u t ,
o n t p o u r N z a m b i u n p r o f o n d r e s p e c t.
P a r f o i s , ils d o n n e n t , c o m m e r a i s o n de la m o r t a l i t é , le
fa it q u e la t e r r e a p p a r t i e n t à N z a m b i.
Le k i m p a ( c h a n t r y t h m é ) s u i v a n t e x p r i m e v i v e m e n t le
so u v erain d o m a in e de N zam bi :

L e v ie u x p re n d ce q u ’il p eu t su r terre,

L e je u n e h o m m e p re n d d e m ê m e ,

M a is su r to u tes ch oses règ n e N z a m b i-M p u n g u .

N o u s a u tres h o m m e s, si n o u s ne p éch o n s q u ’u n e fo is , c ’e st la

fa im ;

S i n o u s n e tiro n s le v in q u e d ’u n p a lm ie r, c ’est la so if.

(N os b e so in s sont n o m b re u x et in c e ssa n ts.}

N o u s a v o n s p o u r n o u s seco u rir le s m â n e s d es an cêtres, q u i

m a n g e n t a v ec n ou s,

M a is c e lle q u i n o u s m a n g e ra , la m o rt, ne v ie n t p as m a n g e r

a v e c l ’h o m m e ,

E lle erre d a n s le s v a llé e s p ro fo n d e s, d a n s le s terres lo in ta in e s

p o u r c h e rch e r l ’h o m m e (*) !

f1) Mbuta baka,


Nleke baka,
Nsunda Nzambi Mpungu.
Sula dim osi, n zala mbisi;
Ba dim osi, nzala m alafu.
Sim bi kidianga y e bantu,
Kisa, tudia, ka kidianga y e m untu ko,
Kienda kuna m atindi, m una m abangu.
RELIGION ET MAGIE “29

Ce c h a n t é n e r g i q u e d o n n e e n r a c c o u r c i t o u t e la p h i l o ­
s o p h i e des B a k o n g o . S u r t e r r e , l ’h o m m e a v e c ses b e s o i n s
t o u j o u r s r e n a i s s a n t s à s a tis fa ire . A u -d e s s u s d e l u i,
N z a m b i, le m a î t r e s o u v e r a i n i n v i s ib l e , i n a b o r d a b l e , il a
p l a c é l ’h o m m e ic i-b a s, et l ’e n l è v e r a u n j o u r p a r la m o r t
q u i le g u e t t e p a r t o u t , e t le p r e n d i n e x o r a b l e m e n t j e u n e
o u v i e u x ; c o n t r e ce N z a m b i s o u v e r a i n , p a s de r e c o u r s ; 011
n e s a u r a i t r i e n l u i p r e n d r e n i p a r fo rc e , n i p a r ru s e . Il y a
c e p e n d a n t u n e a u tre p u issan ce su p érie u re au x h o m m e s,
c e lle des m â n e s , d es a n c ê t r e s d u c l a n ; e lle e s t e n g é n é r a l
f a v o r a b le , o u d u m o i n s , p e u t le d e v e n i r g r â c e a u x s a c r i ­
fices, l i b a t i o n s e t p r i è r e s . Si les a n c ê t r e s r e s t e n t d é c i d é ­
m e n t h o s tile s , o n a les fé tic h e s q u e N z a m b i a d o n n é s a u x
h o m m e s , p o u r les r e n d r e i n o f f e n s if s . Les r ite s m a g i q u e s
d es f é t i c h e u r s o n t e n e f fe t p r i s e s u r l’h o m m e , s u r les
b ê te s , s u r les m â n e s d es a n c ê t r e s , s u r t o u t , e x c e p té s u r
N z a m b i.
Si u n M u k o n g o se c r o it lésé p a r u n e n n e m i , h o m m e o u
e s p r i t , si sa c h è v r e d i s p a r a î t , si s o n e n f a n t t o m b e s u b i t e ­
m e n t m a l a d e , il se r e n d c h e z le f é t i c h e u r q u i p o s s è d e le
f é ti c h e a d h o c . Il lu i e x p l i q u e s o n cas et t e r m i n e i n v a r i a ­
b l e m e n t s o n e x p o s é p a r la f o r m u l e s u i v a n t e : « Si c e tte
a f f a i r e v i e n t de N z a m b i, c ’est b o n , m o i a u s s i j e le v e u x
a i n s i , m a i s si elle s o r t des m a i n s d es h o m m e s , j e p o u r ­
s u is ». Le f é t i c h e u r i n s t r u i t so n f é tic h e , « l ’e n s o r c e lle ».
A c e t e ffe t, il e m p l o i e la f o r m u l e d u g e n r e q u e v o ic i :
« Q u ’il m e u r e , c e lu i q u i a t r o u v é c e tte a f f a ir e d a n s son
c œ u r ; q u e d a n s s o n c l a n , ils n e r e s t e n t p as d e u x , q u ’ils 11e
r e s te n t p a s tro is! T o i, f é tic h e , v as-y , p o u r s u i s l ’a u t e u r de
ce m é f a i t q u e l q u ’il so it, q u e ce soit m o i - m ê m e , q u e ce
soit 1111 m e m b r e d e m o n c l a n . Q u i c o n q u e a p a r t i c i p é à
c e tte a f f a i r e , va le c h e r c h e r , fé tic h e , e t q u ’il p a r t e avec
to i; q u e ce soit u n é t r a n g e r q u i t ’ait fait b o u i l l o n n e r de
r a g e , q u ’il t ’a it c h a r g é de sa v e n g e a n c e , a lo rs m ê m e q u e
t u d o is y p é r i r , et b i e n , m e u r s a v e c lu i! Mais si c e tte
a f f a i r e v i e n t d e N z a m b i, ce n ’est p l u s u n e p a l a b r e p o u r
30 ÉTUD ES BAKONGO

n o u s , c a r n o u s d e v o n s to u s p a s s e r p a r le c h e m i n q u e
N z a m b i v e u t ».
N z a m b i, q u i d i r i g e s o u v e r a i n e m e n t le c o u r s d es c h o ­
ses, v o it t o u t . C o m m e f o r m u l e d e s e r m e n t , les B a k o n g o
d i s e n t , e n l e v a n t la m a i n d r o i t e a u ciel : « N z a m b i m e
v o i t » , o u b i e n : « N z a m b i le s a i t » , o u e n c o r e : « N z a m b i
seul le sail »; « E n v é r it é , N z a m b i l ’a v u , tel q u e j e le
r a c o n t e ». E n d i s a n t c e tte f o r m u l e p l u s s o l e n n e l l e , ils
s’a c c r o u p i s s e n t , f r a p p e n t le sol d e la p a u m e d e la m a i n
e t la l è v e n t e n s u i t e v e r s le ciel. A r r i v a n t a u C o n g o e n
1548, les p r e m i e r s m i s s i o n n a i r e s J é s u i t e s n o t è r e n t f o r m u l e
et rite à p e i n e d i f f é r e n t s .
Ils o n t u n p r o v e r b e s a is is s a n t : « K a l u n g a est u n e c h a r ­
p e n t e d e m a i s o n » c ’e s t - à - d i r e q u e r i e n n ’a r r ê t e s o n
r e g a r d . K a l u n g a r e m p l a c e d a n s ce d i c t o n le m o t N z am b i.
C h ez les B a m b a t a , o n e n t e n d le p r o v e r b e : « K a l u n g a est
c o m p l e t a u ciel, il est c o m p l e t s u r t e r r e ». « K a l u n g a e st
p a r t o u t a u ciel e t s u r t e r r e . Ce p r o v e r b e s e m b l e d ’o r i g i n e
a m b u n d u - c h r é t i e n n e . D ’a u t r e p a r t , le n o m K a l u n g a p e u t
a v o i r été u n n o m B a k o n g o . C a r a u t r e f o i s les B a k o n g o ,
p o u r r é p o n d r e à u n a p p e l, a v a i e n t t r o i s f o r m u l e s é g a l e ­
m e n t p o lie s : N z a m b i, K o n g o et K a l u n g a , le n o m de
l ’Ê t r e s u p r ê m e , le n o m d e l e u r a n c ê t r e é p o n y m e , et ce
m o t m y s t é r i e u x K a l u n g a , s u r t o u t e n u s a g e c h e z les t r i b u s
a v o i s i n a n t les A m b u n d u et les B a y a k a m é r i d i o n a u x . O r
c e u x -c i e m p l o i e n t K a l u n g a c o m m e n o m d e l’Ê t r e s u p r ê ­
m e . Cet u s a g e p e u t ê t r e u n e i n d i c a t i o n p o u r les e t h n o ­
lo g u e s .
N z a m b i est l é g i s l a t e u r , il p u n i t les t r a n s g r e s s e u r s de
ses lois. J e p o s a is u n j o u r à u n e t r è s v ie ille p a ï e n n e d ’u n
v i l la g e d e l ’i n t é r i e u r — les f e m m e s s u b i s s a n t m o i n s 1 i n ­
flu e n c e d es E u r o p é e n s — la q u e s t i o n q u e v oici : « Mais
d ’oïi v i e n n e n t d o n c ces c o u t u m e s d u p a y s e t ces lois des
a n c i e n s , d o n t v o u s d ite s q u e la v i o l a t io n a m è n e t o u t e s les
m i s è r e s p r é s e n t e s ? » E lle m e r é p o n d i t s a n s h é s i t e r : « Les
c o u t u m e s d u p a y s , les v ie u x d ’a n t a n , c e u x d u c o m m e n -
RELIGION ET MAGIE 31

c e r n e n t , n o u s les o n t laissées; c ’est p o u r q u o i to u t le


m o n d e les c o n n a î t . C elu i q u i les l e u r a e n s e ig n é e s , c ’est
N z a m b i l u i - m ê m e » . A la m ê m e q u e s t i o n , le v i e u x c h e f
f é t i c h e u r , d o n t j ’ai p a r l é p l u s h a u t , r é p o n d i t : « Mais elles
v i e n n e n t d e N z a m b i, to u te s ces lois q u e n o s v i e u x n o u s
o n t laissées, les v é r i t a b l e s ; c a r c ’est p l u s t a r d q u ’o n a
a p p o r t é b e a u c o u p d e c o u t u m e s d u S ta n l e y - P o o l e t d u p a y s
d e s B a y a k a ».
Les lois q u e N z a m b i a e n s e ig n é e s s o n t s a n c t i o n n é e s p a r
l u i ; l e u r v i o l a t io n c o n s t i t u e « u n p é c h é c o n t r e N z a m b i »
et e n t r a î n e « des c h â t i m e n t s d e N z a m b i ».
T elle est la d é f e n s e « d e v i o l e r u n s e r m e n t s o l e n n e l ».
J e dis (( s e r m e n t s o l e n n e l », c a r tous les s e r m e n t s n e s o n t
p a s é g a l e m e n t sac ré s . P o u r q u e le s e r m e n t soit s o l e n n e l ,
il faut q u ’o u t r e la f o r m u l e , on e m p l o i e c e r t a i n s rite s . P a r
e x e m p l e , d a n s c e lu i a p p e l é d i a k i y a n d n , le m a r i , e n
c o l è r e c o n t r e sa f e m m e , d it : « L a n o u r r i t u r e p r é p a r é e p a r
toi, j e n e la m a n g e r a i p l u s », p u i s il s ’a c c r o u p i t , p r e n d d e
la m a i n d r o i t e u n p e u d e te r r e , se l ’é te n d s u r le s o m ­
m e t d e la tè te d o n t il t o u c h e e n s u i t e le sol e n s ’i n c l i n a n t
p r o f o n d é m e n t . La f e m m e p r o n o n c e d es p a r o le s a n a l o g u e s
et a c c o m p l i t les m ê m e s g e s te s . A p rè s q u e l q u e s j o u r s , la
v ie d o m e s t i q u e d e v i e n t i m p o s s i b l e . Il f a u t r o m p r e l ’u n i o n
o u le s e r m e n t . Si l’o n p r é f è r e la s e c o n d e s o l u t i o n , o n fa it
v e n i r u n f é t i c h e u r e x p é r i m e n t é . Il e n t e n d la p a l a b r e et
c o n d a m n e u n e p a r t i e à p a y e r à l ’a u t r e l ’a m e n d e d ’u n e
p o u l e . P u i s les d e u x p a r ti e s s’a s s o ie n t face à face à la
fa ç o n des t a i l le u r s , le f é t i c h e u r d é p o s e t r o i s p o i g n é e s d e
t e r r e s u r l e u r s j a m b e s , à p a r t i r des g e n o u x . P u i s d u d o s
de la m a i n il e n l è v e p e tit à p e tit la t e r r e et fait la le ç o n
a u x c o u p a b le s . Cela s’a p p e lle n e t t o y e r le s e r m e n t . « Si
u n e des d e u x p a r ti e s l ’a v a it r o m p u s a n s le « n e t t o y e r » a u
p r é a l a b l e , elle se s e ra it ex p o sé e a u x p lu s t e r r i b l e s c h â t i ­
m e n t s d e N z a m b i ».
D ’a u t r e p a r t , a u c u n f é t i c h e u r n e s a u r a i t p a r d o n n e r u n
p a r j u r e , n i d é l i e r d ’u n s e r m e n t i m m o r a l . O n d o it f a ir e
32 ÉTU D E S BAKONGO

a p p e l à la e h e f f e s s e r e li g i e u s e , q u i p o s s è d e ce p o u v o i r
s p é c ia l. A q u e l q u ’u n s o u p ç o n n é d e p a r j u r e , les a n c i e n s
d i s e n t : « Ah ! v o u s v o u s p a r j u r e z d e la s o rte ! U n j o u r v o tre
tête v o u s sera r e n d u e c h a u v e s u r le s o m m e t ! » c ’e s t - à - d i r e
vous m o u rre z m iséra b le m e n t.
U n e g r a n d e loi d e N z a m b i i m p o s e le r e s p e c t d es p a r e n t s .
Si u n j e u n e h o m m e l e u r m a n q u e d ’é g a r d s , le cas é t a n t
r a r e , ils r e s s e n t e n t v i v e m e n t l’o f f e n s e . B ie n p lu s , si u n
j o u r , d a n s u n ac cès d e c o lè r e , il les i n j u r i e , p e u t - ê t r e ses
p a r e n t s ré v o lté s le m a u d i r o n t - i l s . « M oi, to n p è r e , d i r a
c e lu i- c i, p a r N z a m b i M p u n g u q u i t ’a fait av ec tes o n g l e s
e t tes d o i g t s , (je te le dis) t u e r r e r a s , tu m o u r r a s ». Et la
m è r e s ’é c r i e r a : « Ali! m e u r s d o n c , q u ’o n te b r o i e c o m m e
o n b r o i e le m a n i o c , q u ’o n te t i r e d u p l o m b d a n s la tète,
q u ’o n te d é c h i q u e t t e ! » E n d i s a n t ce la , to u s d e u x se f r o t ­
t e r o n t la m a i n s u r le s o m m e t d e la tê te , p u i s ils c h a s s e ­
r o n t le m a l h e u r e u x « q u i m o u r r a m i s é r a b l e m e n t p o u r ­
s u iv i p a r la v e n g e a n c e d e N z a m b i ». Il y a u n e m a l é d i c t i o n
e n c o r e p l u s t e r r i b l e , a p p e lé e « e n s o r c e l e r le g r a n d c r i m e »,
e t e m p l o y é e p a r le N o ir c o n t r e s o n fils c o u p a b l e d ’i n j u r e
trè s g r a v e e n v e r s p è r e o u m è r e . « E h b i e n d o n c , d i r a - t- i l
a v e c le m ê m e g e s te , m o i t o n p è r e , p a r N z a m b i M p u n g u ,
j e t ’ai e n g e n d r é , m a i s va, e r r e , c a r j e te m a u d i s e t p o u r
c e la t u n e g a r d e r a s n i u n e c h è v r e , n i u n p o r c , n i u n e
p o u l e , n i u n e p iè c e d ’a r g e n t . Le s o ir t u p r e n d r a s to n
f u s il; v a à la f o r ê t, e h b i e n ! tir e , b r û l e ta p o u d r e ; t u n ’a t ­
t e i n d r a s r i e n , s i n o n les fe u ille s d es a r b r e s ; t u n e d i r a s pas
u n e p aro le q u e p o u rr a e n te n d r e u n ch ef, q u e p o u r r a
e n t e n d r e u n f é t i c h e u r » . Le fils d o i t s ’e n f u i r . « Ii sera
a b a n d o n n é de to u s , e t p o u r s u i v i p a r la v e n g e a n c e de
N z a m b i ».
C e p e n d a n t il p o u r r a d e m a n d e r p a r d o n à s o n p è r e , q u i ,
s ’il se la iss e t o u c h e r , « e n l è v e r a le g r a n d c r i m e ». Voici
c o m m e n t . Le fils s’a g e n o u i l l e d e v a n t s o n p è r e , p u i s s ’a p ­
p u i e s u r les t a l o n s ; le p è r e p r e n d d e v a n t lu i la m ê m e p o s i ­
ti o n , lu i d é p o s e s u r les g e n o u x u n e p o i g n é e de t e r r e , et
RELIGION ET MAGIE 33

a v e c le do s d es m a i n s j u x t a p o s é e s l ’e n lè v e , e n d i s a n t :
« C e q u e je d is, je le d is; ce q u e j ’e n lè v e , j e l ’e n l è v e ; j e
p a r l e d e d e s s u s la l a n g u e , j e n e p a r l e p a s d ’e n d e s so u s »,
p u i s il c r a c h e p a r t e r r e . Il r é p è t e tro is fois ce r ite . Le fils
s a lu e a lo rs r e s p e c t u e u s e m e n t , e n b a t t a n t des m a i n s . « La
v e n g e a n c e d e N z a m b i n e le p o u r s u i v r a p l u s ».
N z a m b i v e u t e n c o r e q u ’o n a i d e so n p r o c h a i n , e t d é f e n d
l 'i n j u s t i c e . C e lu i q u i r e f u s e r a i t de la is s e r b o i r e u n é t r a n ­
g e r a l t é r é s’a t t i r e r a i t c e tte m e n a c e : « V ou s ê tes p r i s d a n s
le p é c h é , u n j o u r N z a m b i v o u s p o u r s u i v r a d e sa v e n ­
g e a n c e ». L e m a l f a i t e u r i n s o u p ç o n n é , m e u r t r i e r , i n c e n ­
d i a i r e d e h u t t e s , d é v a s t a t e u r d e c h a m p s o u d e b é ta il, n ’a
p l u s d e r e p o s . S ’il est e n r o u t e p e n d a n t l ’o r a g e , il p e n s e :
la f o u d r e va m e f r a p p e r ; d a n s la fo r ê t, il se d i t : u n a r b r e
v a m ’é c r a s e r . Il n ’ose p a s d i r e , c o m m e les g e n s q u i o n t la
c o n s c ie n c e l é g è r e : « L aisse p a s s e r l ’e n f a n t d e l ’h o m m e ,
q u e d e r r i è r e lu i s 'a b a t te l ’a r b r e c h a r g é de lia n e s ». D a n s
l ’o b s c u r i t é l ’h o n n ê t e h o m m e c r a i g n a n t la m o r s u r e d ’u n
s e r p e n t , r é c i t e à l ’a d r e s s e d u c r i m i n e l : « C e lu i q u i a t u é
s o n fr è re , v o u s , visez c e lu i- là ». E n cas d ’o r a g e , il
r é c ite u n e f o r m u l e e n c o r e p l u s c a r a c t é r i s t i q u e : « F o u d r e ,
c e lu i - là q u i g u e t t e s o n p r o c h a i n , g u e t t e - le , q u e l q u ’il soit,
a i n s i il lu i c o n v i e n t , c o m m e l ’e a u c o n v i e n t à la v allée , e t
l ’o r a g e a u s o m m e t ». Les a c c i d e n t s c a u s é s p a r la f o u d r e ,
la m o r s u r e des s e r p e n t s , o u d ’a u t r e s c a u s e s , s o n t d e la
c a té g o r i e d e s c h â t i m e n t s d e N z a m b i. A u n m é c r é a n t , q u i
c h e r c h e q u e r e l l e à ses v o is in s , e n d o m m a g e les c u l t u r e s
o u le p e t i t b é t a i l , les a n c i e n s d i s e n t c o u r a m m e n t : « V o u s
n e fa ite s q u e c o m m e t t r e des p é c h é s c o n t r e N z a m b i, v o u s
n e m o u r r e z p a s b i e n ».A l ’a n n o n c e d ’u n e m o r t s u b i t e o u
d ’u n g r a v e a c c i d e n t , les v ie u x h o c h e n t la tê te , d i s a n t à
v o ix b a s s e : « N z a m b i l ’a v a it v u ».
Q u a n t à l ’i m m o r a l i t é , d e u x d e ses f o r m e s a t t i r e n t des
c h â t i m e n t s s p é c ia u x de N z a m b i. L’i n c e s te e n t r a î n e p o u r
t o u t le c l a n d es m a l a d i e s f o u d r o y a n t e s , d es sé c h e re ss e s ,
3
34 ÉTUDES BAKONGO

des f a m i n e s et la s t é r i l i té d es f e m m e s . Aussi les c o u p a b l e s


é t a i e n t- il s a u t r e f o i s b r û l é s vifs, sitôt le c r i m e d é c o u v e r t .
L 'a d u l t è r e est p u n i p a r N z a m b i d ’u n e m a l a d i e t o u t e s p é ­
ciale , a p p e lé e kesa, q u i s’a t t a q u e t a n t a u x c o u p a b l e s q u ’à
l e u r s e n f a n t s , c a u s e d es v o m i s s e m e n t s , des g o n f l e m e n t s
e t fa it d é p é r i r . C o n t r e c e tte m a l a d i e , il n ’y a q u ’u n
r e m è d e : la c o n f e s s io n p u b l i q u e . Le m a r i c o u p a b l e et sa
o u ses f e m m e s , la f e m m e c o u p a b l e et son m a r i d o i v e n t
s’y s o u m e t t r e , c h a q u e g r o u p e à p a r t . Q u a n d c h a c u n à son
to u r , a a v o u é ses i n f i d é l i t é s o u p r o t e s t é d e so n i n n o c e n c e
— ce d e r n i e r cas n ’est p a s r a r e — l ’a n c i e n q u i p r é s i d e la
c é r é m o n i e , s’é c rie : « O h , la m a l a d i e d e k e s a » ; les a s s i s t a n t s
r é p o n d e n t e n c h œ u r : « Q u elle p a ss e h o r s d e l e u r s c o r p s
c o m m e p a sse la l u n e ». L ’a n c i e n les a s p e r g e tro is fois,
p u i s s a is is s a n t u n c o q , il c r ie : « M a la d ie d o n c ! » Les a s s is ­
t a n t s r é p o n d e n t : « S o rs! » A lors il t u e le c o q q u ’il d i s t r i ­
b u e a u x p é n i t e n t s . Si u n h o m m e r e t o m b a i t d a n s sa f a u te ,
il r e c e v r a i t d es a n c i e n s ce t a v is m e n a ç a n t : « T u c o m m e t s
ces c r i m e s c o n t r e N z a m b i, e h b i e n ! l u m o u r r a s d ’u n e m o r t
m a l h e u r e u s e , et là o ù n o u s a llo n s a p r è s n o t r e m o r t , on
ne v o u d r a p a s de toi ».
N z a m b i p u n i t les t r a n s g r e s s e u r s d e ses lo is; j a m a i s les
B a k o n g o n e d i s e n t q u ’il r é c o m p e n s e ses fid è le s s u j e t s . Les
m é c r é a n t s , q u i v i o l e n t les d é f e n s e s d e N z a m b i, les lois
des a n c i e n s , o u les c o u t u m e s d u p a y s et d u c l a n , s o n t à
l e u r m o r t , e x c lu s d e la so ciété d es a n c ê t r e s . Ils s o n t c o n ­
d a m n é s à v iv r e e n r e v e n a n t s , p o u r l e u r p r o p r e m a l h e u r
e t p o u r le m a l h e u r d es h u m a i n s q u ’ils n e c e s s e n t d e t r a ­
c a s s e r. Les b o n s a u c o n t r a i r e , q u i o n t b ie n o b s e r v é t o u t e s
les lois, p a s s e n t à l e u r m o r t d a n s la s o ciété d es b o n s a n c ê ­
tres, en d es v illa g e s s itu é s so u s t e r r e , o ù il y a a b o n d a n c e
d e f e m m e s , d e g i b i e r et d e v in d e p a l m e . C e tte s é p a r a t i o n
des b o n s et des m a u v a i s n ’est n u l l e p a r t a t t r i b u é e à
N z a m b i; elle est p l u t ô t le fait d es a n c ê t r e s e u x - m ê m e s ,
q u i r e f u s e n t a u x i m p ie s l ’e n t r é e de l e u r v illa g e .
RELIGION ET MAGIE 35

Les attributs de Nzambi.

C es t r a i t s é p a r s n e c o n s t i t u e n t p a s u n e i m a g e b i e n c o n ­
c r è te de N z a m b i. C e p e n d a n t il n e f a u t p a s d e m a n d e r a u x
B a k o n g o d ’e n d i r e d a v a n t a g e . Si u n e b r i s e se lè v e s u b i t e ,
a g i t a n t le fe u il l a g e , les v i e u x s ’é c r i e n t e n d é s i g n a n t d u
d o ig t les r a m u r e s b r u i s s a n t e s : « N z a m b i a p a ssé ». L e u r
d e m a n d e - t - o n p o u r q u o i ils p a r l e n t a in s i, la r é p o n s e i n v a ­
r i a b l e sera : « Nos v i e u x d i s a i e n t c o m m e cela ». D a n s u n e
p a l a b r e , s ’il se fa it u n sile n c e m o m e n t a n é et i m p r é v u , les
v i e u x m u r m u r e n t , l ’i n d e x lev é v e r s le ciel : « N z a m b i ! »
P o u r q u o i ? « N o s v i e u x d i s a i e n t c o m m e c e l a » . Ils n e r a i ­
s o n n e n t p a s l e u r s t r a d i t i o n s , ils les r é p è t e n t f i d è l e m e n t .
Ne l e u r d e m a n d e z p a s : q u i est N z a m b i? La p l u p a r t r é p o n ­
d r o n t : « N o us n e s a v o n s p a s q u i est N z a m b i ». Les a u t r e s ,
les p l u s m a l i n s , d i r o n t : « N z a m b i, c ’est N z a m b i »; c a r les
B akongo d o iv en t encore tro u v e r le u r p re m iè re d éfin itio n
f o r m e ll e . M ettez-les s u r la v o ie e n d e m a n d a n t : « E s t-c e
u n h o m m e , u n a n c ê t r e - c h e f , le soleil, la l u n e , le ciel, u n
e s p r i t des e a u x ? » Ils h a u s s e n t les é p a u le s et r é p o n d e n t :
« N z a m b i, c ’e s t N z a m b i », o u e n c o r e : « Q u i a v u
N z a m b i? » Ils o n t d es s t a t u e t t e s fé tic h e s p a r c e n ta i n e s ,
p o u r r e p r é s e n t e r des h o m m e s , des a n i m a u x , des e s p r it s ;
m a i s a u c u n e n e r e p r é s e n t e N z a m b i.
C e u x q u i o n t p a r l é d e f é ti c h e N z a m b i c h e z n o s B a k o n g o ,
o n t rê v é o u s o n t v i c t i m e s d ’u n m a l e n t e n d u . N z a m b i n ’est
p a s d e la c a t é g o r i e des ê tre s q u ’o n r e p r é s e n t e , d o n t o n a
u n e c o n n a i s s a n c e e x p é r i m e n t a l e . 11 n ’est n i u n h o m m e ,
n i u n e f e m m e , n i u n a n c ê t r e (n k u l u ), ni u n a n c ê t r e - h é r o s
du com m encem ent (n k i t a ), ni un e s p r it d es eaux
(k i s i m b i ), ni u n a n i m a l , n i le ciel, n i la t e r r e , n i q u o i q u e
ce soit d ’a u t r e q u e N z a m b i M p u n g u . N z a m b i est u n i q u e ,
s é p a r é de t o u t le re ste , in v i s ib l e et c e p e n d a n t v i v a n t , a g i s ­
s a n t s o u v e r a i n e m e n t , i n d é p e n d a n t , in s a is is s a b le et i n a b o r ­
36 ÉTUDES BAKONGO

d a b le , et c e p e n d a n t d i r i g e a n t les h o m m e s et les c h o s e s d e
t o u t p r è s et av e c u n e a b s o lu e e f fic a c ité . « N z a m b i est v r a i ­
m e n t N z a m b i » ; av e c c e la , t o u t e s t d it.

Influences m issionnaires sur l ’idée de Nzambi.

Les B a k o n g o o r i e n t a u x , les B a m p a n g u , n ’o n t j a m a i s
été é v a n g é l i s é s s y s t é m a t i q u e m e n t . C e p e n d a n t ils o n t re ç u ,
de l e u r s v o is in s d e N s u n d i e t de M b a ta , e t p r o b a b l e m e n t
a u s s i d es c a r a v a n e s d e B a z o m b o et d e P o m b é r o s t r a v e r ­
s a n t la r é g i o n , d es m o t s , d es e x p r e s s i o n s et m ê m e des
o b j e t s , e n t r e a u t r e s d es c r o ix , q u i s o n t d ’o r i g i n e c h r é ­
t i e n n e . Il est c e r t a i n q u e l e u r m e n t a l i t é n ’a p a s été
a t t e i n t e p a r le c o u r a n t c h r é t i e n . A u c u n e id é e f o n d a m e n ­
t a le d u c h r i s t i a n i s m e n ’a été r e t r o u v é e c h e z e u x , p a r les
m i s s i o n n a i r e s d u X IX e siècle. Le m o t De s u (de D e u s ) ils
le c o n n a i s s a i e n t e t l ’e m p l o y a i e n t d a n s l e u r s f o r m u l e s de
s e r m e n t . Desu, Maria, N z a m b i u k u m b o n a . J é s u s , M arie,
N z a m b i m e v o it. M ais y a-t-il u n e r e l a t i o n e n t r e D e s u et
N z a m b i ? P e r s o n n e n e le sait. Les f o r m u l e s q u i e x p r i m e n t
l e u r s id é e s c o n c e r n a n t N z a m b i, p o r t e n t la m a r q u e a u t h e n ­
t i q u e d es B a k o n g o . L e u r c o n t e n u a -t-il été m o d i f i é o u
e n r i c h i p a r la p r é d i c a t i o n c h r é t i e n n e à S an S a l v a d o r -
S u n d i - M b a ta - M a t a r i? P e u t - ê t r e ; m a i s il est i m p o s s i b l e
p o u r le m o m e n t d e p r é c i s e r d a v a n t a g e ces a p p o r t s (*).

f1) I.e vieillard Na B ongi de Kimpako racontait que son vieu x chef
invoquait Mpeve Nzambi de cette m anière : « Nge mpeve Nzambi tuba
mbote baleke bakwenda ku vita, bavutuka lulengo ». Eh toi. Esprit
Nzambi, inspire bien m es sujets qui vont à la guerre, q u ’ils reviennent
san s blessure. — Il élevait alors trois fo is les m ains vers le ciel, s ’age­
nou illait et saluait trois fois en ram enant les m ains sur la poitrine.
P u is il prenait une poule, s ’a gen ou illait de nouveau et la poule élevée
au-dessus de sa tête, il d isait : « E mpeve Zulu Nzavibi, ta kimenga
kiaku, tudia via m a nsusu, m a m a muntu tufunda nkanu ». O Esprit
du ciel Nzambi, vois ton offrande du sang; nous disposons du san g des
poules; du sang de l ’hom m e nous ne som m es pas m aîtres. — D'autres
vieux, interrogés à ce sujet, ne con n aissaien t pas ce rite.
RELIGION ET MAGIE 37

CHAPITRE III.
L E C U L T E D E S A N C E T R E S ( ')•

Le village des ancêtres. — Les bakulu. — Le cim etière. — La corbeille


aux reliques. — Le prêtre et le culte. — Recours aux ancêtres. — La
chasse. — Pour obtenir vie et santé. — Fêtes des morts.

L e v illa g e d es a n c ê tre s.

Gat a di b a k u l u . Les d é f u n t s o n t l e u r v illa g e à l 'i n s t a r


d es v i v a n t s . Q u a n d u n f é t i c h e u r m o u r a n t laisse ses n k i s i
à son s u c c e s s e u r , (fils o u n e v e u , se lo n le cas) il lu i d i t :
n y e y e b u k a ba b az u lu , m o n o i k w e ba ba nsi, to i s o i g n e
les h a b i t a n t s d ’a u - d e s s u s , m o i je v a is t r a i t e r c e u x d ’e n
d e s s o u s . D a n s l e u r v illa g e les a n c ê t r e s o n t l e u r s m a i s o n s
e t l e u r s c h a m p s ; ils o n t de g r a n d e s r ic h e s s e s , des étoffes,
de l ’a r g e n t , d u g i b i e r , d u v i n d e p a l m e . Ce v i l la g e est
s itu é k u m a s a , d a n s l ’e a u , d u cô té d e la fo r ê t, c a r la f o r ê t se
t r o u v e p rè s d e s ri v i è r e s . C h a q u e v illa g e d e v i v a n t s a so n
v illa g e c o r r e s p o n d a n t d ’a n c ê tr e s , s itu é q u e l q u e p a r t , o n n e
sait o ù , s u r les t e r r e s d u c l a n . Les a n c ê t r e s s o n t m a î t r e s et
p r o p r i é t a i r e s de la t e r r e et de l’e a u , des fo r ê ts et de la
b r o u s s e , a v e c to u s les a n i m a u x q u i y v i v e n t , et les p a l ­
m i e r s à v in q u i y c r o is s e n t. Ils p o s s è d e n t é g a l e m e n t les
t e r r e s de c u l t u r e et elles d o n n e n t d ’a b o n d a n t e s ré c o lte s
s’ils d a i g n e n t le p e r m e t t r e . U n i n d i g è n e v e u t- il a b a t t r e et
i n c e n d i e r u n e a n t i q u e fo rê t p o u r y é t a b l i r u n c h a m p d e
m a n i o c ou d e m a ï s , il s ’a s s u r e r a a u p r é a l a b l e d es d i s p o ­
s itio n s des a n c ê t r e s p a r u n p e t i t essai a p p e lé k i f u d i k i l a .
Il va se r e n d r e e n p l e i n j o u r d a n s la fo r ê t et d é f r i c h e r u n e
trè s fa ib le é t e n d u e ; il t r a v a i l l e r a s e u l e m e n t u n e h e u r e o u

(i) J o u rn al o f the R o y a l A n t h r o p o l o g ic a l I n stitu te of Great D rita in


a n d Ir e la n d , LX, 1930 : B a k o n g o I n c a n ta tio n s a n d P r a y e r s .
38 ÉTUDES BAKONGO

d e u x , p u i s r e t o u r n e r a a u v illa g e . Si la n u i t il a des rê v e s
é t r a n g e s el le m a t i n se s e n t f a ti g u é , c ’est q u e les a n c ê t r e s
n e v e u l e n t p a s q u ’o n t o u c h e à c e tte p a r t i e d e l e u r fo rê t.
M ais s ’il a d e b o n s rê v e s e t se lè v e fra is et d is p o s , c ’est, q u e
les a n c ê t r e s s o n t f a v o r a b l e s à s o n e n t r e p r i s e .

Les habitants du village des ancêtres.

L e u r n o m est n k u l u , a u p l u r i e l b aki ilu. L ’h o m m e q u i a


v é c u h o n n ê t e m e n t s e lo n les lois e t les c o u t u m e s des
a n c ie n s , q u ’il m e u r e m a n g é p a r les n d o k i o u a p p e lé p a r
N z a m b i, d e v i e n t n k u l u . C o m m e le s e r p e n t c h a n g e de
p e a u , a i n s i lu i se d é b a r a s s e d e so n e n v e l o p p e m o r t e l l e ,
(( u k i b u n i n i k l y a g a l a » e t la laisse d a n s la t o m b e . Il va là
o ù l ’o n t p r é c é d é les a n c ê t r e s , e n d e s s o u s de la t e r r e , p r è s
d e l ’e a u , là o ù n o u s v iv o n s . Voilà la c r o y a n c e c o m m u n e ,
e x p r i m é e en f o r m u l e s u s u e lle s . Les b a k u l u , q u ’ils s o i e n t
v i e illa rd s , h o m m e s , f e m m e s o u e n f a n t s , p r e n n e n t u n
c o r p s b l a n c (1). C h a c u n c e p e n d a n t g a r d e sa p e r s o n n a l i t é ,
s o n r a n g , ses g o û t s e t ses o c c u p a t i o n s .
Ne s o n t p a s a d m i s les m a l f a i t e u r s , q u e r e l l e u r s , i m p i e s ,
d é b a u c h é s , n d o k i . .ladis, q u a n d q u e l q u ’u n c o m m e t t a i t
u n « s u m u » p é c h é , c o m m e l ’a d u l t è r e o u l ’i n j u r e trè s
g r a v e e n v e r s les p a r e n t s , les v ie u x l u i d i s a i e n t : « rujeye
bu u g o l a m a m a s u m u ; k i l u m b u k u t u k w e n d a , ka b a k u -
z ola k o » . « T o i , t u c o m m e t s ces p é c h é s ; u n j o u r , là o ù
n o u s a l l o n s o n n e te v o u d r a p a s ». Ces m a u v a i s s u j e t s
n ’é t a i e n t p a s e n t e r r é s d a n s le c i m e t i è r e c o m m u n , m a i s
e n u n e n d r o i t é c a rté . Q u a n t a u x n d o k i ils é t a i e n t b r û l é s
o u j e t é s d a n s d es b a s - f o n d s .

(!) Pour ce m otif les prem iers m ission n aires furent considérés comm e
des ancêtres ressuscités. Le fondateur de la M ission du K w ango, le P.
Van H enckxthoven, qui s ’adaptait adm irablem ent au m ilieu indigène,
était considéré com m e un ancien chef de Kisantu, et traité avec une
considération in fin ie. Un jour qu’il était seul au poste et gravem ent
m alade, hors de connaissance, le chef de K isantu vint le traiter avec ses
fétiches, pour lu i rendre la santé.
RELIGION ET MAGIE 39

Le cim etière.

Le c i m e t i è r e p r i n c i p a l esl l 'e n d r o i t q u ’h a b i t a i t l ’a n c ê -
t r e - f o n d a t e u r d u v illa g e e t o ù il f u t e n t e r r é d a n s sa p r o p r e
h u t t e . A sa m o r t le v illa g e f u t t r a n s p o r t é a i l l e u r s m a i s o n
r e v i n t e n t e r r e r les d é f u n t s a u x e n v i r o n s de la t o m b e d u
f o n d a t e u r , e t c e t e n d r o i t p r i t le n o m d e m b a n s a 0 ) .
Q u a n d il y a d is c o r d e a u v illa g e , la b r a n c h e a î n é e d e la
f a m i l l e c o n s e r v e sa m b a n s a , les a u t r e s li g n é e s se c h o i s i s ­
s e n t d ’a u t r e s lie u x d e s é p u l t u r e , e t a in s i u n v illa g e p e u t
a v o i r tro is o u q u a t r e c i m e t i è r e s ( = m a z i a m i ).
Le c a d a v r e est d e s c e n d u d a n s la t o m b e avec to u te s les
é to ffes a m a s s é e s p a r l u i o u a p p o r té e s p a r la p a r e n t é
c o m m e c o n t r i b u t i o n c o u t u m i è r e d e f u n é r a i l l e s (2). O n l u i
laisse to u s ses o b j e t s les p l u s c h e r s , s a n s c e la il r e v i e n d r a i t
les p r e n d r e . S u r le t e r t r e d o m i n a n t la t o m b e (n k a n d a )
o n r e p r o d u i t s o n b u s t e e n b ois d u r o u e n t e r r e c u i t e ; 011
y r a s s e m b l e to u s les o b j e t s m e u b l e s q u i lu i a p p a r t i e n ­
n e n t , s a u f c e u x l é g u é s e x p r e s s é m e n t à ses fils o u à ses
n e v e u x . A u tre fo is , u n e f e m m e m o r t e e m p o r t a i t t o u t e t
n e la is s a it r i e n ; b i e n p l u s , to us ses m e u b l e s é t a i e n t
d é t r u i t s d è s la m o r t de s o n m a r i . S u r la t o m b e o n d is p o s e
a u s s i la v a is s e lle : ass ie tte s , vases, b o u te ille s , v e r r e s à
b o i r e ; le t o u t é b r é c h é et p e n d u à des b r a n c h e s d ’a r b r e s
fic h é e s e n t e r r e . P é r i o d i q u e m e n t , a u x fêtes des m o r t s , o n
r e n o u v e l l e ces o b j e t s d e v a n t s e r v ir a u x r e p a s des b a k u l u .
A fin d e m o n t r e r les r e l a t i o n s u n i s s a n t le d é f u n t à ce u x

(!) Ce nom de M bansa sig n ifie m aintenant, par extension, village prin­
cipal, d ’où ville. Il a été accolé dans beaucoup d ’endroits au nom du
fondateur du village, M bansa Kongo, M bansa Vwa, etc. Habituellem ent,
les villages portent le nom du fondateur, précédé du préfixe K i.
K is a n tu = villa g e de n a Santu d i n k u lu m u k a ; tel était le nom du
fondateur de ce village.
(2) Mfuniu Kioko de Kimbemba fut enterré avec plus de 500 couver­
tures et plus de 500 pièces d'étoffe, 40 fu sils et une quantité énorm e de
pièces de 5 francs, — et, sans l ’intervention du chef de poste de lvikinga,
— il eût em m ené quatre fem m es esclaves pour le servir dans l’autre
monde.
40 ÉTUD ES BAKONGO

q u i l ’e n t e r r e n t , les s e n t i m e n t s q u i r é g n e n t o u s o n t c e n
sés r é g n e r , v o ic i q u e l q u e s d i s c o u r s ty p e s q u i se p r o n o n
c e n t à l ’o c c a s io n d es f u n é r a i l l e s :

K a n si g o g o lu lu n g id i y e b a m b u ta ye b a le k e

N le k e tu k a la y a n i k im b e fo k im b a k id i.

B u im b u k is a n k is i, k a y a n i k a b e lu k a .

B a n a n d e : n d a w e n d a k u m p ia ta .

U ta la n k isi m i b e la n le k e .

B u iy e le k u m p ia ta , b a n g a n g a b a n g u n in i, n d e :

B u k is a n k isi m i, m i b e la n le k e ,

K e ti b e lu k a k a b e lu k a ;

K a n si m b u ta , k a la y e n g a n g u ,

G o k ’u l u b u k a ko, n le k e k u k u m v w a n g e ko.

Y i m o n o iy isa k u gata.

Ib u k isa n k isi im o n a k u n a m p ia ta ,

N le k e k a y a n d i k a le k i to lo .

N k io b esi k a n d a b a v w id i m b e fo au b a n d a b a b a n d a .

T u le k a b io le , tu le k a b ita tu ,

N le k e u sen a m v u m b i.

M w a n a u le k a k u k ia n d i, u fo fu la n g a ,

N so m b o k ila k a m w e n e ,

G o k a n s o m b o k ila ko, k in s e k o .

D i ite la k in a k in g a n a , k ’ita m p a m b a ko.

M a z u z i k in a m w a n a n k en to fw id i, n zik id i,

Y u n a fw id i, w e le k w a n d i k u n a tu k w e n d a n g a .

K a n si m o n o b u ig o g a b u n a ,

Y a n d i m v u m b i k a to m a w a .

N d a g o m o n o m b u ta im v w id i, in d ia k w a n d i;

K a n si g o m u n tu n k a k a k a n d ia ,

K a m v w a n s ita zo le , n s ita tatu ,

D in a k a n d a k eti b a b u ta , k eti b a le la ?

M o n o b u n s id i m o n o m o s i, k a k a !

N g e n le k e k u n a k u u k w e n d a ,

G o N z a m b i u k u b a k id i, k a d ia m b u ko.

K a n si g o m u n tu u k u b a k id i,

Y a n d i m p i k a la n d a n g e y e !

B a zitu y e b a n za d i y o n so v w id i n d in g a , k a n d a n d ila !

V o u s êtes réu n is ic i, le s a n cien s et le s je u n e s,

A cau se d e m o n cad et, q u ’u n e m a la d ie a sa isi.


RELIGION ET MAGIE 41

Je l ’a i tr a ité avec d es fé tic h e s, m a is il n ’a p a s g u é ri.

O n m ’a d it : v a ch ez le d e v in ,

V a v o ir le s fé tic h e s d on t il est m a la d e .

Je su is a llé à la c o n s u lta tio n , le s d e v in s m ’o n t t r o m p é , ils m ’o n t

d it :

F ais tra ite r te ls fé tich e s, d o n t le cad et est m a la d e ,

P eu t-être sera-t-il g u é ri;

M a is to i, l ’a n c ie n , s o is p ru d e n t,

S i tu n ’e s p as p ru d e n t, to n cad et, ce n ’est p lu s toi q u i le

p osséd eras.

M e v o ilà re v e n u au v illa g e .

Je l ’a i fa it tr a ite r p a r le s fétic h e s, q u ’a v a it in d iq u é s le d e v in ,

M a is le cad et n ’a p as m ie u x d o rm i.

E h q u o i ! la p a re n té d u c la n , q u i p ossèd e le cad et, l ’a a sso m m é

p a r K in d o k i.

N o u s d o rm o n s d e u x jo u rs, n o u s d o rm o n s le tro isiè m e ,

L e cad et est à l ’é ta t d e ca d a v re.

U n en fa n t c o u ch é su r sa n atte, s ’il se rem u e ,

C ’est q u ’u n e p u ce l ’a m o rd u ,

S i ce n ’est p a s u n e p u ce, c ’e st u n e p u n a ise .

— p ro v erb e : il n e se re m u e p a s san s cau se —

S i je d is ce p ro v erb e, ce n ’est p a s san s m o tif.

R é ce m m e n t u n e d e m es p aren tes est m o rte, je l ’a i en terrée,

E lle est m o rte, e lle est a llé e o ù n o u s a llo n s.

M a is ce q u e je d is m ain ten an t,

Q u e la m o rte l ’é c o u te b ie n :

S i m o i son a n cie n q u i la p ossèd e, je l ’a i m a n g é e, j ’a u r a is

m a n g é m o n b ie n ;

M a is si u n au tre l ’a m an g é e,

P a rce q u ’il a co n tre m o i d e l ’e n v ie et d e l ’in im itié ,

E st-ce q u e d a n s son c la n ils en g en d rero n t en core, et élèv e ro n t

d es en fa n ts ?

A lo rs q u e m o i je reste se u l, tou t seu l !

T o i, m o n cad et, où tu vas,

S i N z a m b i t ’a p ris, il n ’y a rie n à fa ire .

M a is si u n h o m m e t ’a p ris,

Q u e ce lu i-là au ssi te s u iv e !

V o u s a u tres p a re n ts p a r a llia n c e , si q u e lq u ’u n d ’e n tre v o u s

v e u t rép o n d re, q u ’il m e su ccèd e (à l a trib u n e ) !

11 s a lu e l ’a s s e m b l é e p a r u n b a t t e m e n t d e m a i n s , et to u s
lui r e n d e n t son s a lu t. L ’a n c ie n d u c la n s’a v a n c e et à ce
4-2 ÉTUDES BAKONGO

d i s c o u r s p l e i n d ’i n s i n u a t i o n s e t d e m e n a c e s , il r é p o n d d e
la fa ç o n s u i v a n t e :

B eto b u n a u k w a te; i b u n a k w a n d i,

B eto b esi k a n d a , b a m b u ta b a tu sisa .

M u n a k a n d a b u tu tu n g a , m b u ta k u sa la , n le k e k u sa la ,

Y u n a u zo la n g a k a sa la b u k a k a ,

K a tu ze y e k w e to ko.

M v u m b i k u n a k a k w e n d a ,

M a n a tu g o g a b eto d ia n a m a k a la m a lu v u n u ...

K a n si go tu g o g a m a k ie le k a ,

B u n a b isa n g a k ase k o m u n a n itu b eto,

K a ta la k a k a b a n a b a k u v w ila n sita .

M a tu m o n a n g a , k a m â k o !

B a tu sa la y a u m u m a k a n d a ,

S a la b a s a la , k e la b a k e la ;

K a n si k a n d a di di tu sa la b eto,

B u u k w e n d a k u n sek e, n d e k u n sek e,

B u u k w e n d a k u m asa, n d e k u m asa,

B u d ia k a m w a n a y a k a la n d e : u sen a m v u m b i !

K eti m p o n g o n zo i tu b e la ?

K eti N z a m b i u tu w id i k a tu sa b o b o ?

K e ti b a n d o k i ?

K a n si m v u m b i b u n a k a fw id i

B a b a la m b a n g a b in su b i m p im p a :

B in su b ie n o lw e b a n d i.

B en o k u lu lu sa la k u n si k in k u tu k i m o n o m b u ta ,

M a n a ig o g a m o n o , b en o k u lu lu w a :

M o n o k eti g a m p a m b u ifw ila ?

Question. Réponse.

Nti w una ! Tongam a,


Di w utongim inanga ! Diambu.
T ata bu kantum a ! Marna bu kantuma,
Yandi m ona kim a ! Yuvula.
Nkasa kudia ! Bambuta,
Mbundu kusangam a ! Baleke.
Budie-budie ! Ka badia ko,
B unwe-bunw e ! Ka banw a ko.
Nika m eso ! Nsoni zikia;
N ganga ndoki n son i ! Zindidi.
Nsoni ! Ka kisalu ko.
Ma tum onanga ! Ma tutanga.
RELIGION ET MAGIE 43
Question. Réponse.

Kubela ikio ! K ufwila ikio,


Go bela ubela ! Tuna si batuna
Go fw ila u fw ila ! Disa si badisa.
Bungudi bu kiyeka. Diambu dina gana !

K a n si b u n ta n g u v i lu tu k isa m v u m b i,

T w a k u n tw a d i k u tu k w e n d a n g a !

N o u s, c o m m e tu l ’a s d it, n o u s l ’a v o n s en ten d u ,

N o u s, m e m b re s d u c la n , n os an cien s n ou s on t la is s é s .

A u c la n n o u s y h a b ito n s, n o u s v o u lo n s q u e le s v ie u x y d e m e u ­

ren t, q u e le s je u n e s y d em eu ren t.

Y a -t-il q u e lq u ’u n q u i d é sire d e m e u re r seul ? — et q u e le s

a u tres m e u re n t —

N o u s ne le sa v o n s pas.

Q u e la d éfu n te là o u e lle va,

Si ce q u e n o u s d iso n s est m e n s o n g e r ... (sou s-en ten d u : q u ’e lle

n o u s p re n n e !)

M a is si n o u s d iso n s la v é rité ,

A lo rs q u ’e lle ne v ie n n e p as n o u s tro u b le r d a n s n o tre corp s,

Q u ’e lle a it s e u le m e n t le reg a rd to u rn é v ers n os e n n e m is.

N o u s a v o n s d é jà tro p d e m isè re s !

D a n s le s c la n s q u i n o u s en to u ren t

O n v it, on se su rvit.

M a is d a n s le cla n o ù n ou s d em eu ro n s,

Q u a n d tu es en rou te p o u r la savan e, on te d it : u n accid en t est

a rriv é d a n s la sav a n n e,

Q u a n d tu es en rou te p o u r la riv iè re , on te d it : u n accid en t est

a rriv é à la riv iè re .

V o is de n o u v e a u ce je u n e h o m m e , il est à l ’é t a t d e ca d a v re !

E st-ce à cau se d ’u n m a u v a is fé tic h e q u ’u n p aren t a d ressé

con tre n o u s ?

E st-ce N z a m b i q u i n o u s p ossèd e, q u i n ou s traite a in si ?

S o n t-ce le s n d o k i ?

M a is d e v a n t ce c a d a v re q u i est là , je d is

A ce u x q u i c u ise n t d a n s le s m a rm ite s de la n u it (c’e st-à -d ire

a u x n d o k i) :

A lle z , b rise z v o s m a rm ite s.

V o u s tou s ré u n issez-v o u s sous le m a n te a u de m o i votre an cien ,

C e q u e je d is, é c o u te z -le tou s :

E st-ce q u e j ’ira i m o u rir à la cro isée d es c h e m in s (c’e s t-à -d ire

seul et m a lh e u re u x ) ?
44 É TUDES BAKONGO

E t a l o r s il c o m m e n c e u n d i a l o g u e t r a d i t i o n n e l , q u i a
p o u r effet d e m e t t r e les c œ u r s à l ’u n i s s o n .
Q uestion. Réponse.
Cet arbre-là ! Se dresse.
P ourquoi se dresse-t-il ? Il a une raison !
Son père l ’ordonne, Sa mère l ’ordonne.
L’enfant voit une chose, Il dem ande une explication.
Subir l’épreuve du poison Est l’affaire des vieux,
Faire attention à ce qui se dit Est l ’affaire des jeunes.
Manger san s attention, On le ne fait pas.
Boire san s attention, On le ne fa it pas.
Frottez-vous les yeux, La honte est partie.
Mais le féticheur ndoki, la honte L’a dévoré (il en meurt).
Pour nous la honte, Elle n ’a pas de raison d'ètre.
Ce que n ou s voyons, Nous le disons,
La m aladie, c’est un fait. La mort, c’est un fait.
Pour d’autres, s ’il y a m aladie, Ils le nient,
S ’il y a mort, Ils se m angent.
Pour n ou s le lien de la m aternité
dans le clan, C'est cela la raison !

A p rè s c e la l ’a n c i e n a c h è v e e n d i s a n t :
M a is m a in te n a n t sortez le ca d a v re,

P o rto n s-le là où n o u s a llo n s tou s !

L ’e n t e r r e m e n t se fa it se lo n les r i t e s t r a d i t i o n n e l s (l).
N o to n s s e u l e m e n t l ’u s a g e q u e v o ic i : u n p a r e n t , p o r t a n t
u n e c a le b a s s e d e v i n d e p a l m e s u r m o n t é e d e d e u x p a l m e s
d is p o s é e s e n c r o ix , se d re s s e d e v a n t la fosse o u v e r t e et
a s p e r g e les t o m b e s , d a n s les q u a t r e d i r e c t i o n s , e n
s ’é c r i a n t :
E b atata y e b a m a m a y e b a y a y a lw is a ,

lu n w a fin sa m b a .

O h ! le s p ères et le s m ères et le s aîn és ven ez,

b u v e z u n p eu d e v in d e p a lm e .

E n s u i t e le f r è r e a î n é d u d é f u n t s’a g e n o u i l l e d e v a n t la
to m b e et dit :
Y a y a , k u n a u k w e n d a ,

N d ia n a m o n o ik u v w id i, ik u d ia ,

(>) Cf. Étu d es Bako ngo , S ociologie, pp. 280-283.


RELIGION ET MAGIE 45

K a n i z ik u d in g a n i iy e tila ,

Isa n a : y u m fu ta n k a tu , ifu ta n geye,

B u n a d ia k w a k u m on o .

N g a n a k ’izey e k w a m o lu k a y a lu d ia n k o m b o ,

L u d ia n g u lu ko,

B u n a n g ey e m w e n e k w a k u .

Y o n s o u k u b a k id i tu fin a , u k u b a k id i m e n g a ,

N g e ye la n d a m u n a ,

K a b a k a d i b a b o le , k a b a k a d i b atatu ,

Kikambana.
K a n si b eto tu sa la k u n sek e,

D ia tu d ia n g a , n w a tu n w a n g a ;

T u k o ta m u n a m fin d a , tu g o n d a n k en to , tu g o n d a m b a k a la ,

M u n a n z ila tu k w e n d a , tu d ia ta k ita k iv w e tu k a .

M u k u to lo k a m p a n g a y e n lo n g o .

Ig o g a d ia m b u b a m p ati b ato n d a , b a n g a n g a b a y ik a sa d ia u .

C h e r frè re , là o ù tu vas, éco u te.

S i m o i q u i te p ossèd e, je t ’a i m an g é ,

S i m ê m e je m e su is ré c h a u ffé a u fo yer d ’a u tru i (com m e le fo n t

le s n d o k i),

O u si j ’a i d it : je n ’a i p erso n n e d ’au tre à d o n n e r en ran ço n ,

(a u x b a n d o k i) et t ’a i liv ré to i,

D a n s ce cas v ie n s m e p re n d re m o i.

M a is si j ’ig n o r e la fe u ille q u e m a n g e la ch èv re,

E t c e lle q u e m a n g e le p o rc (si j ’ig n o re tou t de la s o rc e lle rie ),

A lo rs, to i, fa is b ie n a tte n tio n .

Q u ic o n q u e t’a p ris d e l ’h u m e u r v ita le , t ’a p ris d u san g,

T o i, p o u rsu is-le ,

Q u ’ils n e resten t p as d e u x , q u ’ils ne resten t p as tro is,

S o it d it e n tre n ou s.

M a is n o u s a u tres q u i reston s d a n s la savan e.

N o u s d ev o n s m a n g e r, n o u s d ev o n s b o ire , a id e -n o u s;

Q u a n d n o u s en tro n s d a n s la fo rêt, q u e n o u s p u issio n s tu e r m â le s

et fe m e lle s ,

S u r la ro u te où n o u s a llo n s q u e n os p as s o ie n t assu rés,

Q u e sou s n os pas, le s ch a rm e s et le s tab o u s s o ie n t b risé s, san s

fo rce.

Q u e je d is e des p a ro le s q u ’a i m e n t le s ch efs, et q u ’a p p r o u v e n t

le s sages.

A p rè s ce d i s c o u r s il p r e n d u n e p o i g n é e de t e r r e e t la
46 É TUD ES BAKONGO

j e t t e d a n s la fosse. T o u s les a s s i s t a n t s f o n t d e m ê m e , p u i s
la fosse est c o m b l é e . A c h a c u n e d es d e u x e x t r é m i t é s , o n
p l a n t e u n m b o t a ( m ille tia D e w e iv e re i) a u q u e l o n s u s p e n d
des a s s ie tte s tro u é e s . E n f i n , o n r é p a n d d u v in de p a l m e
s u r le t e r t r e , et le f r è r e a î n é d ’a b o r d , to u s les p a r e n t s
e n s u i t e , v i e n n e n t t r e m p e r d a n s la b o u e les q u a t r e d o i g t s
j o i n t ifs d e c h a q u e m a i n et les p o r t e n t tro is fois à la p o i ­
t r i n e ; d e n o u v e a u ils les t r e m p e n t et les p o r t e n t t r o i s fois
a u p o i g n e t o p p o s é . T o u s a lo rs se d r e s s e n t , se s a l u e n t d ’u n
t r i p l e b a t t e m e n t d e m a i n s et s’e n v o n t . Le v i l l a g e des
a n c ê t r e s c o m p t e u n n k u l u d e p lu s .
A l ’e n t e r r e m e n t d ’u n e f e m m e , u n p r o c h e p a r e n t ,
h o m m e o u f e m m e d e la m ê m e l i g n é e , p r e n d u n e p o i g n é e
d e te r r e , se p e n c h e a u - d e s s u s d e la tê te d u c a d a v r e , e t dit :

E n g w a !

N g e b u u k w e n d a , w a n i.

Y u n a u k u d id i,

K a n k en to , k a y a k a la ,

N g e la n d a y in a n z ila .

K a n i m o n o k w a n d i ik u v w id i,

N a ik u k a n g ila m b u n d u ,

N g e y e n za b a k a k w a n d i m o n o .

K u n a u k w e n d a ,

Y u n a u k u k o te le n so k i,

N za , w is a b a k a .

N d a, N z a m b i k a k u z a y ila d ia m b u .

E h m ère !

T o i q u i p ars, écou te.

C e lu i q u i t ’a m a n g é e,

Q u e ce so it u n e fe m m e , q u e ce so it u n h o m m e ,

T o i, p o u rsu is-le .

Q u e ce s o it m o i-m ê m e q u i te p ossèd e,

S i je t ’a i fe rm é m o n cœ u r,

T o i, v ie n s m e p ren d re.

L à o ù tu vas,

Q u ic o n q u e t ’a fa it d u tort,

V ie n s, v ie n s le p ren d re.

V a , N z a m b i ne t ’e n fera p as g rie f.
RELIGION ET MAGIE 47

Q u a n d le p r e m i e r p a r e n t a a in s i p a r lé , il j e t t e u n e p o i ­
g n é e de t e r r e s u r le c a d a v r e , et c è d e la p la c e a u x a u t r e s
p a r e n t s u t é r i n s . Ils v i e n n e n t to u s a c c o m p l i r le m ê m e r ite ,
p o u r m o n t r e r q u ’ils s o n t i n n o c e n t s de sa m o r t e t q u ’ils
v e u l e n t q u e la d é f u n t e se v e n g e .
Si elle laisse des e n f a n t s e n vie, le p a r e n t u t é r i n p r i n ­
c ip a l d é p o s e a u f o n d d e la t o m b e , a u x cô tés d u c a d a v r e ,
a u t a n t de s o u c h e s de b a n a n i e r s q u ’il y a d ’e n f a n t s , e t d i t
au cadavre :

E N g w a ! a b a n a b a k u bo.

E h M ère ! v o ici tes en fan ts, c e u x -c i.

O n fa it cela p o u r q u e la m è r e n e v i e n n e p a s p r e n d r e
ses e n f a n t s .

L a c o rb e ille d es a n cê tre s.

E lle se n o m m e l u k o b i lu b a k u l u . T re ssée a v e c des


l a m e l l e s de p a l m e s e t m u n i e d ’u n c o u v e r c le , elle c o n t i e n t
des r e li q u e s de to u s les c h e f s c o u r o n n é s , des n d o n a - n k e n t o
(c h effesses r e lig ie u s e s ) et des a l b i n o s d u c la n . O n y t r o u v e
des c h e v e u x , des o n g l e s , e t u n e p h a l a n g e de d o i g t . Les
a l b i n o s y s o n t r e p r é s e n t é s p a r c e q u e ces s e i g n e u r s b l a n c s
(m f u m u zi n d u n d u ) s o n t c o n s id é r é s c o m m e d e g r a n d s
a n c ê t r e s r é i n c a r n é s . O u t r e d es r e li q u e s h u m a i n e s la c o r ­
b e ille e n c o n t i e n t d ’a n i m a l e s : g riff e s , p o ils et d e n t s de
to u s les l é o p a r d s tu é s p a r le c l a n . A u déc ès d ’u n c h a s s e u r ,
ces t r o p h é e s s o n t r e n f e r m é s d a n s la c o r b e ille p a r le
n y a n g a - b a k u l u , p r ê t r e des a n c ê tr e s , e n p r é s e n c e d e t o u t
le c l a n ; d es fe u ille s d e l e m b a - l e m b a ( B r illa n tia s ia alata)
p la c é e s h o r i z o n t a l e m e n t s é p a r e n t les a p p o r t s su ccessifs
e n c o u c h e s c h r o n o l o g i q u e m e n t s u p e r p o s é e s c o m m e les
s t r a t i f i c a t i o n s g é o l o g i q u e s ; u n e f e u ille c o u v r e le to u t .
La c o r b e i l le est fix ée s u r la f o u r c h e q u a d r u p l e d ’u n e
b r a n c h e p l a n t é e d a n s le co in d e la h u t t e d es B a k u l u C).

(!) Nzo i b a ku lu : m aison des ancêtres; chez les Bambata, Nzo nene :
la grande m aison.
48 É TUDES BAKONGO

A u m i l i e u de c e tte h u t t e , e n t r e d e u x p i e r r e s , b r û l e u n feu,
q u i n e d o i t j a m a i s s ’é t e i n d r e . U n g a r ç o n est c h a r g é de
l ’e n t r e t e n i r . Le s o ir le c h e f y p la c e q u e l q u e s b û c h e s d e
b o is d u r q u i b r û l e n t t o u t e la n u i t .

Le prêtre et le culte des ancêtres.

Le n g a n g a b a k u l u , q u i a la g a r d e de la c o r b e i l le et p r é ­
sid e t o u t e s les c é r é m o n i e s d u c u l t e social, est le c h e f c o u ­
r o n n é m f u m u m p u [litt. : le s e i g n e u r à c o u v r e - c h e f ] , A
s o n d é f a u t , l 'a n c i e n d u c la n o u s o n r e m p l a ç a n t s’a c q u i t t e
d e ces f o n c ti o n s .
Le j o u r d e la s e m a i n e c h ô m é p a r le c l a n , le n g a n g a
p o r t e u n e p e tite c a le b a s s e d e v i n de p a l m e à la h u t t e des
a n c ê t r e s et, a v e c des fe u ille s d e l e m b a - l e m b a , il e n a s p e r g e
la c o r b e i l le . P u i s il s’a g e n o u i l l e , p r e n d u n p e u de t e r r e
t r e m p é e d e v i n , e t la p o r t e tro is fois à la p o i t r i n e ; e n f i n ,
il s a lu e t r o is fois p a r u n b a t t e m e n t d e m a i n s e t se r e t i r e .
Q u a n d il y a a u v i l la g e s i m u l t a n é m e n t p l u s i e u r s m a l a ­
des o u b e a u c o u p d e p a l a b r e s , le c h e f u l e m b i k a g at a : p a c i ­
fie le v illa g e . D e v a n t to u s les h a b i t a n t s (e x c e p té les é t r a n ­
g e rs ) il a c c o m p l i t to u s les g e ste s d é c r i t s c i-d e s s u s , p u is
to u s les a s s is ta n ts e x é c u t e n t le r i t e d u K i t o b a , à s a v o i r :
t r e m p e r les q u a t r e d o i g t s j o i n t i f s des d e u x m a i n s d a n s la
b o u e fa ite a v e c d u v i n , e t les f r o t t e r tro is fois s u r la p o i ­
t r i n e . L a c é r é m o n i e t e r m i n é e , le n g a n g a va f i x e r u n e
fe u ille d e l e m b a - l e m b a à la c lo iso n d e c h a q u e h u t t e d u
v illa g e .
A u tr e f o is p o u r f i n i r , il s ’a d r e s s a i t à l ’a s s e m b l é e e n ces
term es :
Kansi ku lusidi Je vous quitte, m ais où vous res-
tez,
Kumba lubita, lugela, Tenez ferme, mûrissez,
Lutobisa nkosi, lutobisa ngo, Tuez le lion, tuez le léopard,
Lukela, lubila, lusala. Prospérez, croissez et demeurez en
vie.
Nkosi nkwim ba, ngo matona, Le lion rugit, le léopard a sa robe
tachetée,
Beno lukobola ntima Mais vous autres, m aîtrisez vos
cœurs.
RELIGION ET MAGIE 49
Luzitisa m pangi eno, Que chacun respecte son frère,
Ka luse mbundu ngenio ko; Ne laissez pas la passion envahir
vos cœurs;
Ana usa ngemo, Si quelqu’un se passionne,
Ngeye ukitwese kwaku ntinu. Il s'attire lui-même des misères.
Ku lusidi makinu lembi, Où vous habitez, modérez les dan­
ses,
tfgoma lernbi. Modérez les tambours (ngoma).
Nzimbu ye nlaku ka zizingila Ce n’est pas par de l ’argent et
bantu ko. l ’àpreté au gain que les hom­
mes vivent.
Sinsa kinkanu, La menace est défendue,
Mbele ye nkanu, Le couteau est défendu,
Lubata lu nkanu. Les coups sont défendus.
Lukota muna nsitu Mais entrez dans la forêt,
Lutana, luvula. Attaquez le gibier, dépecez-le.
Nlaku ka kima ko. Cependant, sans l ’ardeur, qui ex­
cite les querelles.
Lusala mbote, Portez-vous bien,
Lubutana, lulelana. Multipliez-vous et soyez heureux.
Gata disi gangam a, Le village vient d’être recréé,
Isi lemba, Je suis venu le pacifier,
Ilemba bakala, ilemba bakento, Je pacifie les hommes, je pacifie
les femmes,
Ilemba bazitu. Je pacifie les parents alliés,
Basala, bakela, bakubama, Qu’ils restent en vie, soient pros­
pères et en paix,
Babuta, batombola ! Qu’ils aient des enfants, faisant
ainsi revivre leurs ancêtres !
Ntondele, ntondele, e, e, e ! Cela je le veux, je le veux, oh,
oh, oh !

Il a g i t e d es a n n e a u x e n s e c o u a n t les b r a s , les m a i n s
t e n d u e s v e r s l ’a s s e m b lé e . P u i s il c o n t i n u e :

Lukw isa nkonso, Ayez de la vigueur,


Lukw isa ngolo. Ayez de la force.
Beto tufwa, Nous, nous mourrons,
Ba basidi babuta masombo babuta Mais ceux qui restent, qu’ils aient
mabundi. de beaux enfants.
Ba nkosi bafwa ba ngo bafwa. Les lions meurent, les léopards
meurent,
Kansi ba basidi babuta bole, Mais ceux qui restent, qu’ils en­
gendrent
Babuta bena matu, bena meso. Des jum eaux parfaits (qui ont des
oreilles et des yeux).
50 ÉTUDES BAKONGO

E n s u i t e il c o n t i n u e e n d i a l o g u e (b i m b i m b i ) :
Question. Réponse.

Siaina lusiama ? Tusiarna !


Etes-vous constants ? Nous le sommes !
Tana lutana ? Tutana !
Etes-vous courageux ? Nous le sommes !
Gakula lugakula ? Tugakula !
Payez-vous le tribut au chef ? Nous le payons !
KubwicLi ? Lusinga nlongo.
Qu’est-ce qui est tombé ? La liane de la défense.

11 f i n i t p a r le q u a d r u p l e s o u h a i t , e x p r i m a n t les g r a n d e s
j o ie s q u e d é s ire le m u k o n g o :
Lukula, lubita, Chassez, prenez le gibier,
Lubuta, lulela ! Ayez des enfants et soyez heureux
(de les élever).

Si la n u i t le m f u m u m p u a d e m a u v a i s rê v e s o u d e s
a p p r é h e n s i o n s , il p r e n d u n e a s s ie tte e n b o is r e m p l i e d ’e a u ,
y p l o n g e u n e j e u n e p a l m e , e t v a d a n s la m a i s o n d es a n c ê ­
t re s a s p e r g e r la c o r b e ille . Au s o r t i r d e là , il a s p e r g e la
c o u r en d isan t :
B a d ia b in d e m b i,

B a d ia b a m p o lo ,

M b a k a m u n g en g a ,

M ia n si m u n g e n g a .

M b u n d u m w a n a m w e n e m asa,

M b u n d u m w a n a m w e n e k a k e la .

B a lu ta s in sa , b a le k a bô.

B u si b a !

N to m b o k a b ito m b o k a -n to m b o k a ,

M io n g o b im io n g o -m io n g o .

N k w e n d a s w a , v u tu k a sw a ,

M u n a n z ila son go-son go.

M u n a n z ila m w a n a m w e n e k a v io k a ,

V w a n g i n g a d iy in g a .

Q u e le s je u n e s en co re fa ib le s m a n g e n t,

Q u e le s v ie u x ex tén u és m a n g e n t,

M a is san s rap in e,

M ais san s v io le n c e .
RELIGION ET MAGIE 51

Q u e le c œ u r d e l ’e n fa n t d u ch e f s o it co m m e l ’e a u (c a lm e ),

Q u e le c œ u r de l ’e n fa n t d u ch ef so it fort.

Q u e to u s éch a p p en t au d a n g er, q u ’ils d o rm e n t en p a ix ,

T o u t en p a ix !

Q u e le s ra id illo n s sou s le u rs p as d e v ie n n e n t d es p en tes d ou ces,

E t le s m on ts, d es m o n tic u le s .

Q u ’ils p arten t sa in s et sau fs, q u ’ils re v ie n n e n t sa in s et sau fs,

P a r u n c h e m in tou t d ro it.

Q u e su r la rou te l’e n fa n t d u ch ef p asse

E t q u e d errière lu i s ’a b a tte l ’a r b r e c h a rg é d e lia n e s .

Recours aux ancêtres.

Les b a k a l u d i s p o s e n t à l e u r g r é d e « m f u n u y e n g a k u »
d es u ti li t é s e t des fé c o n d ité s . T el est le r é s u m é d e t o u s les
d é s i r s t e r r e s t r e s d u m u k o n g o : f é c o n d i t é , s a n té p o u r lu i-
m ê m e e t les s ie n s , l o n g é v i t é , p r o s p é r i t é d a n s l ’é le v a g e ,
le c o m m e r c e , l ’a g r i c u l t u r e , e t s u r t o u t c h a n c e à la c h a s s e .
B a k a l u b a z i b u l a b a z i b i k a m f u n u y e n g a k u . — Les
a n c ê t r e s o u v r e n t o u f e r m e n t à v o l o n t é la c a c h e t t e a u x
t r é s o r s . La b o n n e a u b a i n e s’a p p e ll e m b a m b u . U n e ré c o lte
e x t r a o r d i n a i r e d e m a n i o c , d ’a r a c h i d e s , d e c o u r g e s , de
t a b a c , est a t t r i b u é e a u x b a k u l u , e t l ’h e u r e u x b é n é f i c i a i r e
d i r a : ce m b a m b u les b a k u l u m e l ’o n t d o n n é .
D e m ê m e q u a n d le c o m m e r c e laisse des p r o f it s a p p r é ­
c ia b le s , c ’est u n m b a m b u d es b a k u l u . Les n z i m b u zi
m b a m b u c ’e s t- à - d ir e l ’a r g e n t g a g n é e s t e m p l o y é c o m m e
f o n d s de r o u l e m e n t et n e p e u t ê t r e d é p e n s é , si l ’o n n e
v e u t p e r d r e la b o n n e f o r t u n e .
Il e n v a d e m ê m e d a n s l ’é le v a g e . U n e p o u l e , u n e c h è v r e ,
u n e t r u i e p r o l i f i q u e est u n m b a m b u . Ces b ê te s n e p e u v e n t
ê t r e v e n d u e s e t l e u r s j e u n e s f e m e lle s d o i v e n t ê t r e c o n s a ­
c r é e s à la r e p r o d u c t i o n . S ’il s’a g i t de v o la ille , les œ u f s n e
p e u v e n t ê t r e c o n s o m m é s n i v e n d u s , m a i s ils d o i v e n t ê t r e
c o u v é s . Le j o u r de r e p o s h e b d o m a d a i r e o n n e p e u t t o u ­
c h e r n i à la p o u l e n i a u x œ u f s .
A l e u r s s u j e t s p r i v i l é g i é s les b a k u lu d o n n e n t de b o n s
rê v e s . Ils l e u r s i n s p i r e n t tel p r o j e t , tel v o y a g e o u tel c o m ­
52 É T U D E S BAKONGO

m e r c e ; et ces e n t r e p r i s e s r é u s s i r o n t . O u b i e n ils les eu


d é t o u r n e n t p a r c e q u ’u n m a l h e u r les y a t t e n d .
11 a r r i v e m ê m e q u ’u n n k u l u p e n d a n t la n u i t a p p o r t e d e
l ’a r g e n t à s o n f r è r e . C e lu i- c i n e p e u t n i le d é p e n s e r , ni e n
p a r l e r à q u i q u e ce soit. S ’il n ’o b s e r v e p a s ces c o n s i g n e s ,
l ’a r g e n t d i s p a r a î t ; le n k u l u l ’a r e p r i s .
Q u a n d u n h o m m e a i n s i g r a t i f i é d ’u n m b a m b u va m o u ­
r i r , il p e u t c h o i s i r s o n f r è r e u t é r i n p o u r lu i s u c c é d e r d a n s
sa b o n n e f o r t u n e . A ce t e f f e t il lu i r e m e t u n e p e r le r o u g e
(k i n s o l a ) et u n e p a r t i e d e l ’a r g e n t m b a m b u , o u b i e n u n e
p o u l e , soit b l a n c h e , so it b l a n c h e t a c h e t é e .
S ’il n e v e u t p a s d e s u c c e s s e u r , il a v a le u n e p e r l e r o u g e ;
a i n s i sa f o r t u n e d i s p a r a î t d e la t e r r e , m a i s il la r e t r o u v e r a
o ù il va.
P o u r o b t e n i r ces b i e n f a i t s , les i n d i g è n e s v o n t a u c i m e ­
t i è r e s u r la t o m b e d ’u n f r è r e a î n é o u d ’u n o n c l e m a t e r n e l .
Ils y f o n t u n e l i b a t i o n d e v in de p a l m e e t e x p r i m e n t
e n s u i t e l e u r d é s ir . Ils a g i s s e n t île m ê m e , q u a n d ils s o n t
l ’o b j e t d ’u n e i n j u s t i c e d e la p a r t d ’u n p a r e n t ; ils d e m a n ­
d e n t a lo rs à u n n k u l u d e v e n i r p r e n d r e l ’a u t e u r de
l ’a f f r o n t o u d u d o m m a g e (*).

Les ancêtres et la chasse.

S o n t c o n s i d é r é s c o m m e p r o p r i é t é d es a n c ê t r e s to u s les
a n i m a u x e n g é n é r a l de b r o u s s e o u de fo r ê t, m a i s e n p a r ­
t i c u l i e r les q u a d r u p è d e s à s a b o t s e t à g r i f f e s . Le s u c c è s de
la c h a s s e à ce g i b i e r est u n e f a v e u r , a p p e lé e k i ana , q u ’o n
d e m a n d e f r é q u e m m e n t a u x b a k u l u . C e lu i q u i l ’a o b t e n u e ,
d o it o b s e r v e r r i g o u r e u s e m e n t to u te s les t r a d i t i o n s d es
a n c i e n s à ce s u j e t .
Si le c h e f a d é c id é u n e g r a n d e c h a s s e , a v e c p a r t i c i p a ­
t io n d e s c h i e n s , il fixe d 'a v a n c e le j o u r e t l ’h e u r e o ù l ’o n
ira a u c i m e t i è r e d e m a n d e r la c h a n c e . Les c h a s s e u r s a p p o r -

(i) Actuellement, ils cachent des billets écrits dans le mfokolo (pli du
pagne servant de poche) du défunt, et transmettent ainsi, sans se trahir,
des messages, soit au défunt, soit au x bakulu que le défunt va rejoindre.
ltELIGION ET MAGIE 53

t e n t l e u r fu s il. Los c h i e n s s o n t a m e n é s p a r l e u r s p r o p r i é ­
ta ire s p o u r q u e so u s l ’i n f l u e n c e des b a k u l u , ils s o i e n t
préservés des m o rsu re s de serpents et au tre s accidents
f â c h e u x . Le c h e f v ers e d u v in de p a l m e s u r to u te s les t o m ­
bes e t to u s les h o m m e s é t a n t a g e n o u i l l é s d e r r i è r e l u i , il
p r e n d la m ê m e a t t i t u d e , p o u r i m p l o r e r :

O h, le s p ères ! oh , le s m ères ! oh. le s aîn és !

V e n e z, v e n e z b o ire le v in sa lu ta ire ,

F a v o rise z la féco n d ité et la rich e sse h u m a in e .

L e m o tif q u i n o u s p ou sse à v o u s fa ire p résen t de ce v in ,

C ’e st q u e n o u s v o u s d e m a n d o n s d u g ib ie r à sab o ts et à g riffe s.

D a n s le s a u tres c la n s on tire d u gro s g ib ie r,

D a n s le n ôtre n o u s n ’a b atto n s q u e d u m e n u ,

M a is a u j o u r d ’h u i b u v e z et v o y e z :

N ou s a llo n s à la ch asse,

F a ite s s o rtir le g ro s g ib ie r,

N e le reten ez p as !

T o u t le m o n d e s a lu e p a r u n t r i p l e b a t t e m e n t de m a i n s
e t l ’o n p a r t p o u r la c h a s se .
Si u n a n i m a l à s a b o ts o u à g r i f f e s est t u é , c ’est le p r o ­
p r i é t a i r e d u c h i e n (n g a n g a m b w a ) a y a n t levé le g i b i e r
q u i d o it le d é p e c e r ; d a n s u n p o t s p é c ia l, a p p e lé k i n s u
ki n l o n g o , le p o t i n t e r d i t , il p r é p a r e le c œ u r , le foie et les
p o u m o n s . Ces p a r ti e s c u ite s s o n t m a n g é e s s u r p la c e . Les
c o n v iv e s s o n t o b l i g é s d e se l a v e r les m a i n s d a n s u n e
a s s ie tte e n b o is et d e les e s s u y e r s u r le d o s d u c h i e n .
Q u a n t a u k i n s u ki n l o n g o , il n e p e u t s e r v i r à u n a u t r e
u s a g e , et n e p e u t ê t r e t o u c h é q u e p a r le n g a n g a - m b w a .
Si la d é f e n s e est vio lée, ki a na k i f w i d i , la c h a n c e d i s p a r a ît .
D a n s u n e c h a s s e c o m m u n e , si u n a n i m a l à s a b o ts o u à
g r i f f e s est t u é s a n s a v o ir été levé p a r u n c h i e n , c e lu i q u i
l ’a a b a t t u d o i t le d é p e c e r . Si u n a u t r e le fait, la k i a na d u
p r e m i e r c h a s s e u r e s t p e r d u e . C e lu i-c i a d r o i t a u x c u isses,
à la tête, a u c œ u r . Ces d e u x d e r n i è r e s p a r ti e s s o n t c u ite s
d a n s u n p o t , r é s e r v é ad h o c . P e r s o n n e n e p e u t t o u c h e r n i
le p o t, n i le fo y e r, n i les os d e l ’a n i m a l . S itô t la v i a n d e
u É TUD ES BAKONGO

c u i t e , le c h a s s e u r l ’e n l è v e d u feu, p r e n d u n e c a le b a s s e
d ’e a u , a s p e r g e t r o i s fois ses m a i n s , t r o is fois le fo y e r,
c r o is e les tis o n s q u i e n r e s t e n t , s a is it e n t r e les d o i g t s u n
c h a r b o n a r d e n t et le j e t t e s u r le c h e m i n e n c r i a n t « T o ! »
Il d o i t c o n s o m m e r c e tte v i a n d e a v e c ses e n f a n t s e t sa p r e ­
m i è r e f e m m e . S ’il e n a d ’a u t r e s , celle s-ci e n p e u v e n t e n
a v o i r la m o i n d r e p a r t .
D a n s u n e c h a s s e p a r t i c u l i è r e , si u n m u k o n g o t u e d u
g r o s g i b i e r à s a b o ts , l ’h e u r e u x c h a s s e u r se r é s e r v e les p a r ­
tie s c ité e s p l u s h a u t : tê te , c œ u r , c u is s e s . T o u t le re s te d o it
ê t r e p a r t a g é e n t r e les m e m b r e s d u c l a n , q u i s o n t re lié s
e n t r e e u x p a r la bu nr /u di , la p a r e n t é q u i é t a b l i t la s o l i d a ­
r i t é d e s a f f a ir e s d e j o u r e t d e n u i t . Il f a u t m ê m e e n v o y e r ,
si p o s s ib le , l e u r p a r t a u x f e m m e s r é s i d a n t d a n s les v i l la ­
g e s d e l e u r s m a r i s . L e m o t i f : y o t nhi si k u m f i n d a ikese
k u b a k u l u , ce t a n i m a l é ta it à la f o r ê t c h e z les B a k u l u .
Si u n m e m b r e d e la l i g n é e est i n j u s t e m e n t f r u s t r é d e
sa p a r t , il p e u t l o k a (e n s o r c e le r la f o r ê t). Il va a u c i m e ­
t i è r e o u d a n s la f o r ê t, e t c r ie :

E h le s an cien s ! éco u tez !

L a forêt n o u s l ’a v e z - v o u s lé g u é e , ou i o u n o n ?

S i tou s n o u s n e la p o sséd o n s pas,

A lo rs q u ’ils m a n g e n t e u x le u r v ia n d e !

M a is si tou s n o u s la p o sséd on s,

A lo rs v o u s le s a n cien s, éco u tez-m o i :

R eten ez v o s b êtes d a n s la fo rêt.

Si la fo r ê t l é g u é e p a r les a n c ê t r e s e s t a in s i e n s o r c e lé e
w e l a d i f w i d i , c ’e n est fait d e la c h a s s e . P e r s o n n e n e s a u ­
r a i t y t i r e r d u g i b i e r . P o u r q u e la c h a s s e r e d e v i e n n e p o s ­
sib le, il fa u t d é d o m m a g e r l ’e n s o r c e l e u r , « lu i r e l e v e r le
co u » e n l u i o f f r a n t u n p r é s e n t r e s p e c t u e u x ; il r e t o u r n e r a
a lo rs a u c i m e t i è r e o u d a n s la f o r ê t e t r e t i r e r a les p a r o le s
q u ’il a d ite s e n p r i a n t les b a k u l u d e l â c h e r l e u r s b êtes.
U n h o m m e q u i a p e r d u sa ki ana, ess a ie d e la r e t r o u v e r .
RELIGION ET MAGIE 55

Il v a v e r s e r d u v i n s u r les t o m b e s d u c i m e t i è r e , p u i s
c h a r g e s o n f u s i l et « usa m b i r n h a » fa it u n essai, e n d i s a n t :

G o i m u n a k w a n i, i m u n a k w a n i,

M u n a m b isi in a ita ,

M u k ifw id id i k ia n a ,

F w a k w a k u !

G o k a m w a ko,

B u n a d ia tu k a y a tw a k u .

S i c ’est là , là m êm e,

D a n s l ’a n im a l q u e j ’ai tiré ,

Q u ’e st m o rte m a k ia n a ,

A lo rs m e u rs to i-m ê m e (l’a n i m a l q u ’il esp ère ren con trer) !

M a is si ce n ’e s t p as là ,

A lo rs (fu sil) m a n g e tes fe u ille s.

Il t i r e s u r le p r e m i e r g i b i e r q u ’il r e n c o n t r e . S ’il l ’a b a t,
k i a na k i f u t u m u k i n i , sa k i a na est r e s s u s c ité e . S’il r a te le
c o u p , il c h e r c h e u n e a u t r e c a u s e et u n a u t r e r e m è d e à son
in fo rtu n e .
Q u a n d u n h o m m e est m a l h e u r e u x à la c h a s s e o u d a n s
l ’é le v a g e il se d i t : j e d o is m e d é f a i r e d e m e s m a l c h a n c e s .
Il va a u v illa g e d e ses p è r e s se fa ir e i m p o s e r l ’a n n e a u
nsunga.
Le j o u r de r e p o s d u c l a n , q u a n d les h o m m e s d o r m e n t
l e u r p r e m i e r s o m m e i l , v e r s m i n u i t , l ’a n c i e n q u i d é t i e n t
la c o r b e i l le d e s a n c ê t r e s et l ’h o m m e q u i a d e m a n d é l ’a n ­
n e a u s o r t e n t c h a c u n de l e u r h u t t e . L ’a n c i e n p r e n d u n e
a s s ie tte e n b o is , la r e m p l i t d ’e a u e t y d é p o s e d es feu illes
d e m i n k e n i . P u i s il t o r d les folioles d ’u n e j e u n e p a l m e e t
e n n o u e les d e u x b o u t s e n g u i s e d ’a n n e a u . Il d é p o s e ce t
a n n e a u s u r l ’a s s ie tte et l ’a s p e r g e avec les fe u illes d e m i n ­
ke ni . E n s u i t e il le g lisse a u p o i g n e t d u c h a s s e u r e n d i s a n t :

E n recev a n t ce n s u n g a (an n eau s o u v e n ir)

S o u v ie n s-to i d es d éfen ses !

C a lm e to n cœ u r,

R esp ecte to n frère

A u p rè s d u q u e l te la isse n t le s an cien s.
56 É T U D E S BAKONGO

E n tre d a n s la fo rêt,

É v e n tre le lio n ,

É ve n tre le lé o p a rd ,

Q u ’ il ne reste q u e le s lim a ç o n s e t le s m ille -p a tte s !

Le c a n d i d a t - c h a s s e u r , l ’a n n e a u a u p o i g n e t , r e m e r c i e
p a r u n t r i p l e b a t t e m e n t d e m a i n s , e t si la b é n é d i c t i o n d e
ses p è r e s l u i p o r t e b o n h e u r , il l e u r r a p p o r t e r a les c u is s e s
d e sa p r e m i è r e v i c t i m e .

Pour obtenir vie et santé.

J ’ai d é c r i t t o u t a u l o n g d a n s la so c io lo g ie d es B a k o n g o
le r i t e des rnatabul a, a u q u e l le c la n est c o n v o q u é . T o u s
les p o s s e s s e u r s d e la v i c t i m e p r é s u m é e d u n d o k i , d o n c
t o u s ses p a r e n t s u t é r i n s , a c c o m p l i s s e n t c e tt e c é r é m o n i e
t a n t p o u r p r o u v e r q u ’ils s o n t i n n o c e n t s d e k i n d o k i , q u e
p o u r s u p p l i e r p e r s o n n e l l e m e n t les a n c ê t r e s d e r e n d r e
fo rce e t s a n t é a u m a l a d e .
J e m e c o i d e n t e r a i d e d o n n e r d es f o r m u l e s u s u e lle s , p a r
le s q u e lle s le p è r e d e l ’e n f a n t m a l a d e , et le k i b u t i , p a r e n t
u t é r i n p r i n c i p a l d e la m è r e s ’a b o r d e n t p o u r d é c i d e r le rite
des m a t a b u l a . T o u t e s les c r o y a n c e s f o n d a m e n t a l e s a u s u j e t
d u p o u v o i r m a g i q u e d e l o ka d es p a r e n t s u t é r i n s e n t r e e u x ,
de m ê m e q u e l e u r s r e l a t i o n s avec les a n c ê t r e s , y s o n t e x p o ­
sées si c l a i r e m e n t , q u ’u n c o m m e n t a i r e p a r a î t s u p e r f l u .
Le p è r e , o u s o n d é l é g u é , se r e n d a u v i l la g e de la m è r e ,
et a p r è s les s a l u t a t i o n s d ’u s a g e c o m m e n c e s o n d i s c o u r s
d e v a n t l ’a s s e m b l é e des a n c ie n s et des j e u n e s :

Mabela ye rnafwila ka matuya- Oui la m aladie et la mort ne nous


mbula ko. quittent pas.
Kansi diambu ngisidi, Et pourtant je suis venu pour une
affaire,
Bu ita, bu imanisa. Je vais l ’exposer, je vais la régler.
Malafu ka banw anga mu nsunga Le vin de palme, on ne le boit pas
ko. pour son arôme.
Nsusu ka badianga mu masi ko. La poule, on ne la mange pas pour
la graisse.
RELIGION ET MAGIE 57
Beno lunsompika nkento u longo, Or vous autres vous m ’avez prêté
une femme pour le mariage,
Beno luntuma : ibuta ilela. Vous m’avez commandé : Aie des
enfants et sois heureux.
Kansi mu nki diambu luyisi tela Alors pourquoi venez-vous poursui­
bana bamo ? vre mes enfants ?
Nlek’eno keti k'insompele longo N’ai-je pas épousé légitimement vo­
ko ? tre fille ?
Nzimbu ludia ye nsinga, Les perles, vous les avez eues avec
leur corde,
Mblsi ludia y e biyisi, La viande, vous l ’avez mangée
avec les os,
M alafu lunw a ye nkalu. Le vin de palme, vous l’avez bu
dans les calebasses.
Go muntu usanga nde : mono Peut-être l ’un d’entre vous dira-
k’idia mbongo ko; t-il : je n’a i pas mangé ma part
de viande,
Kilemba k ’ididi ko. Je n’ai pas eu de cadeau.
Nzila kalanda i mwini, Que celui-là vienne de jour,
Kesi ga mpimpa ko. Qu’il ne vienne pas de nuit.
Kansi bu ntangu y iy i besi kanda Mais maintenant que vous êtes au
beno-kulu lulunga, complet,
Bu ikw ela longo, go kima kisala, Je vous le demande, n’ai-je pas
payé ma dot intégralement ?
Keti nzimbu zisidi, Me reste-t-il une dette ?
Keti bilemba lunzenga, Les cadeaux de consolation ne suf-
fisent-ils pas ?
Lulomba ga m wini, Celui qui a à réclamer, qu’il parle
ouvertement,
Ku bundu, ka mu nlambu ko ! Devant l’assemblée, non en secret !
Go longo nkwelele, nkwelele kwa- Si donc j ’ai épousé ma femme lé­
mo, gitimement,
Kwenda ngyele, k’ivutuka ko. Je m ’en vais, je ne reviens pas.
Bu ntele, te keti divutuka mu nwa? Quand je le dis, est-ce que la salive
dépensée me revient à la bouche?
Bu ikwenda kuna gata, imona Je vais donc au village, voir mon
m wan’amo. enfant.
Mwan’amo kaleka bwö Si son sommeil est tranquille,
Kasikama lungungu, S ’il se réveille en plein midi,
t buna i mono ye beno nga tugoga Alors nous nous reparlerons avec
mawete. douceur.
Kansi go ibw a buna, nde : m w an’ Mais si mon enfant n ’est pas guéri,
amo kabelokele ko !
Buna kima inata nkisi, J’apporte le nkisi,
Yisi loka ye mu m asa lunwanga, J’ensorcelle l ’eau, j ’ensorcelle les
ye mu nzila ludiatanga, chemins,
Isi loka mu m aya meno ye mu J’ensorcelle les champs, j ’ensorcel­
mfinda. le la forêt.
Dina gata dina bakento, dina ba- Votre village a des femmes, il a
kala, des hommes,
58 ÉTUD ES BAKONGO

Dina matoko, dina ba ndumba, Il a des jeunes gens, il a des jeu ­


nes filles,
Kansi go muntu unkw a mbundu Mais si quelqu'un d’entre vous a
zole un cœur double
Kakala ga nitu m w an’amo, Et s’attache au corps de mon en­
fant,
Buna dina gata voka ! Votre village sera désert !
Mono buna ntele, i buna. Moi je l ’ai dit ainsi, et c ’est ainsi.
Buna ntele mbisi, buna ngogele Comme je tire le gibier, ainsi je
diambu. dis l ’affaire.
I buna kwandi. C’est ainsi.

*
* *

L ’a s s e m b l é e a é c o u té s a n s b r o n c h e r . A la fin , e lle s a lu e

d ’u n b a t t e m e n t d e m a in s . L ’a n c i e n a u n o m d e to u s ,

r é p o n d :

Beto ka tumwene zo ko, Quant à nous cette nouvelle, nous


l’ignorions,
Y i za zo ! Mais la voilà !
Beto sela sela, Nos charges nous pèsent : elles
glissent à terre,
I diâ diôdio : Nous ne faisons que les remettre
en place.
Keti iya m bingu eto ? Est-ce là notre destinée ?
Ka disidi nsi ko. Le pays n’est plus lui-jnême.
Widi, m alala leka, On disait que la mort dormait,
Malala kalele ko. Mais elle ne dort pas.
Kansi beno bakala ye bakento lu- Vous tous, hommes et femmes,
wa : écoutez :
Nzitu w isidi Notre parent par alliance est venu
Mu diambu di m wana nkento tu- A cause de la femme que nous lui
kwedisa. avons donnée en mariage.
Ntaku tudia, m alafu tunwa, Le vin de palme, nous l ’avons bu.
l ’argent, nous l ’avons pris,
Mbisi tudia. La viande, nous l’avons mangée.
Yakala ye nkento tutuma : Au mari et à la femme nous avons
commandé :
Lubuta, lulela, Ayez des enfants et soyez heureux
(d’élever des enfants),
Lusala, lukela, Vivez, survivez-vous;
Lututombola. Faites-nous revivre en vos enfants.
Beno ilutum ini : A vous tous, j ’a i ajouté :
Nzila lulanda i m wini, Suivez les chemins du jour,
Yi i mpinpa, ka yâ ko. Ceux des ténèbres ne les suivez
pas.
Go wele, gana mwini. Si vous allez visiter votre beau-
frère, allez-y de jour.
RELIGION ET MAGIE 59
Mwana nkento, go vw idi madia, Si sa femme a de la nourriture,
kakugana. elle vous en donnera.
Nzitu mpi go vwidi kakugana, Si votre beau-frère en a, il vous en
donnera aussi.
Go nkatu kwaridi, bikunia k’utangi S 'il n'en a pas, ne lui en faites pas
ko : grief :
Kivumu ka kisotuka ko. L ’homme ne perd pas son ventre.
Kilumbu kinkaka, buna ukugene U n.autre jour, il vous dédomma­
mau. gera.
Bubu nzitu bu kesele. Mais voici que votre parent est
venu.
Keti mwana nkento, keti mwana Peut-être qu’une femme, peut-être
yakala, qu’un homme,
Keti mu diambu di mbisi ka ludia N'a pas mangé de viande,
ko,
Keti nzimbu ka ludia ko, N’a pas eu sa part de la dot;
Lwa kunlombi bima. Eh bien, ce que vous voulez, récla­
mez-le lui.
Kansi nzila mpimpa ka lulandi ko, Mais les voies de la nuit, ne les
suivez pas,
Ka lukwendanga ye mbundu zole N’y allez pas avec un double cœur.
ko.
Ntete-ntete ku m wana nkento, tu- A notre fille, nous avons comman­
tuma : dé :
Nda, wenda, utubutila baleke, Va, enfante-nous des sujets.
Ba bakala ye ba bakento, ututom- Des garçons et des filles; fais-nous
bola revivre en eux.
Gata ba mbuta batusisa, Le village, les anciens nous l ’ont
laissé.
Di tubakila nsafu, ba mbuta ba- Les nsafu que nous mangeons, les
sisa. anciens nous les ont laissés.
Di tulw asila maba, ba mbuta ba- Les palmiers, qui donnent le vin,
sisa. les anciens nous les ont laissés.
Beto bu tugoga, ba mbuta batu­ Nous-mêmes, qui vous parlons, les
sisa. anciens nous ont laissés.
Beto go tufw idi, baleke bayinga ga A notre mort ici les jeunes gens
kifulu ki beto. nous remplaceront.
Beto tuyika mika mi mbwa, Nous sommes comme les poils du
chien,
Tulekila kumosi. Nous sommes couchés sur la même
couchette.
Kansi go muntu kazonza muna Mais peut-être quelqu'un d’entre
nlambu, nde : vous n’est-il pas content, et se
dit-il à part lui ;
Beto bu tukw edisanga bana ba ba­ Aux dots de notre lignée,
kento ba ba beto,
Besi kanda ba kulu tubasonga Tous les autres du clan partici­
nzila; pent,
Kansi go bau si bakwedisa, Mais aux dots de ces autres,
Beto ka balendi tusonga nzila ko. Nous ne participons pas.
60 ÉTUD ES BAKONGO

Ntondo go iyina, Si telle est la cause de ce senti­


ment,
Yi lulandilanga nzila mpimpa, Qui vous fait suivre les voies téné­
breuses,
Go i buna bu dina, bu lulungidi S 'il en est ainsi, maintenant que
beno kulu vous êtes au complet,
Lutoma kuntela, Dites tout,
Nsoni ka lufwe ko, Tout ce que vous avez sur le cœur.
Ye ba mbuta ye baleke, Jeunes et vieux.
Ye bakento ye bakala. Hommes et femmes.
Nkatu nsoni kabula ko. L’homme éhonté est impuissant.
Mono mbeni kwamo. J’ai dit.

11 s a lu e t o u t e l ’a s s e m b l é e e t to u s l u i r é p o n d e n t p a r u n
b a tte m e n t de m ain s.
L ’a n c i e n d ’u n e a u t r e l i g n é e se t o u r n e a lo rs v e rs le p è r e
d u m a l a d e o u s o n d é l é g u é , le s a lu e , s a lu e e n s u i t e l ’a s s e m ­
b lé e e t f o r m u l e so n av is :

Buna ukwa te, i buna kwandi. Comme tu l ’as dit, c ’est bien ainsi.
Mwana nkento bu tunkwedisa, Quand nous t ’avons donné la fem ­
me, notre sujet, en m ariage,
Beto kulu tulungidi ye bakento ye Nous étions tous d’accord, hommes
bakala, et femmes,
Tudidi, tuyukwete. Nous avons mangé, nous étions
rassasiés.
Mwana nkento tuntuma, Nous avons dit tous à notre pa­
rente :
Kabuta, kalela, kasala, kakela, Va, enfante, sois heureuse,
Katutombola. Fais-nous revivre en tes enfants.
Yonso kayukuta ko, Si donc l ’un de vous n’a pas été
rasassié,
Keti nzala mbisi, keti nzala nlele S ’il a « faim de viande » ou « faim
kamona, kagoga, d ’étoffes », qu’il parle,
Nsoni kafw e ko. Qu’il n ’ait pas honte de parler.
Nkatu nsoni kabuta ko. L’homme éhonté est impuissant.
Unu nzitu fongele, Aujourd’hui notre parent par a l­
liance est là,
Bi luvw idi mfunu, nga lulomba. Demandez-lui ce que vous voulez.
Ma tele ba mbuta, ma ita : Je répète ce que disent les anciens :
Yuna ulanda nzila mpimpa, Si quelqu’un est allé par les voies
de la nuit,
Ukwenda ku kuna m wana nkento S ’il est allé vers la parente et ses
ye bana bandi, enfants,
Keti m wana yakala, keti m wana Qu’il soit un homme, qu’il soit une
nkento, femme,
Kasa ntondo kumi ye zole, Si dans son cœur il a mis des hai­
nes, dix et deux,
RELIGION ET MAGIE 61
Bu ntangu y i kadia nsiki, kasika- A présent qu'il mange du nsiki,
lala qu’il se redresse (l ),
Kadia mbendi, kabela ! Qu’il mange du rongeur mbende,
qu’il se repente (2) 1
Ye beno baleke nipi, ngatu beno bu Mais vous aussi, les jeunes gens,
lusanga nde : vous vous dites peut-être :
Ba mbuta kaka baloka. Il n’y a que les vieux qui fassent
les sorciers.
Kansi nsoni m indwelo mi milwa- Cependant le proverbe est là : Seu­
langa. les les jeunes herbes « nsoni »
blessent.
Go lu ba Ndo-Ntoni, Vous qui vous glorifiez du nom de
Dontoni,
Lutona diambu. Rendez-vous compte de l ’affaire.
Go lu ba Ndo-Mbasi, Vous qui portez le nom de Dom-
basi (3),
Lubansa diambu. Réfléchissez donc à l’affaire.
Beno bu lukwenda mu nsi zinkaka, Quand vous allez dans d’autres v il­
keti bwe lumonanga ? lages, que voyez-vous ?
Mbuta go bokele baleke bandi, bà L ’ancien appelle son monde, aussi­
kulu besi iunga. tôt tous les sujets sont réunis.
Beno kulu, lukota munsi vunga di Ainsi de même tous, venez sous
mono mbuta. ma couverture.
Beto nzila mpimpa, ka tuzeye ko; Nous, nous ne connaissons pas la
kindoki;
Mafundi tudika ma mwini, Le pain de manioc que nous o f­
frons à l ’hôte est celui du jour.
Dina di mpimpa ka tudika ko. Celui de la nuit, nous ne l ’offrons
pas.
Ba mbuta batusisa, buna batusi- C’est ainsi que nous ont appris nos
sidi. anciens.
Go bakulu mpi bau bayenda, Les anciens s ’en sont allés, ils sont
bayenda ye mau; partis avec leurs affaires;
Beto tusala, tusala ye mbutu ye Nous, nous restons, avec la charge
, mbongo. d’engendrer la richesse humaine.
Go bau batombokanga balandanga Mais si les anciens remontaient de
ku kuna nkento, l’eau, s’ils venaient poursuivre
notre parente,
Baguninanga beto tusala ku nseke, S ’ils nous trompaient, nous qui
demeurons dans la savane,

(!) Kadia nsiki, kasikakala, jeu de mots. Le nsiki (morinda lucida)


est un arbre très droit. Sikalala, le verbe signifie être dressé, à l ’opposé
du ndoki qui, comme le crapaud, se penche quand il attaque sa victime.
(2) Le mbende est un rongeur tacheté et, comme tel, interdit ou tabou
pour beaucoup de classes de Bakongo. Ceux pour qui il est tabou se
repentent, s’ils en ont mangé.
(3) Proverbes, jeux de mots : Dontoni, Don Antoine; ntoni étant agent
verbal, de tona, se rendre compte. Dombasi, Don Sébastien; mbasi res­
semble à bansa, réfléchir.
62 ÉTUDES BAKONGO

Bau mpi kuna, badia nsiki, basika- Eh bien, qu’ils mangent, eux aussi,
lala, du nsiki, qu’ils se redressent,
Badia mbendi, babelanga ! Qu'ils mangent du mbende, qu’ils
s’en repentent !
Yonso ubasikam isa, mpongo iloka. Contre celui qui va les exciter, je
vais faire marcher le nkisi.
Ka mu kanda diaku muna nkwa Mais vous, parent allié, si dans
mbundu zole, votre clan il y a quelqu’un au
cœur double (qui conspire con­
tre notre parente),
Buna beto yin a mpongo tuloka, Alors le nkisi, je l ’actionne contre
iyenda kuna kanda di ngeye; votre clan;
Keti mu kisalu kiandi, lum vw ila Si vous jalousez notre parente à
nsita zole, lum vw ila nsita tatu. cause de son travail,
Buna bakulu badidi mbwa, Alors nos ancêtres ont fini de man­
ger le chien,
Batambvvele m fam fi, Us ont rejeté les débris de noix
mâchés t1).
Mpongo mbumba, Et le nkisi de Mbumba
Singi di mbumba, sala nki, gonda ! Tuera par la m alédiction de
Mbumba !
Keti ngeye yakala, kwelele nkento Mais si vous, le mari, vous vous
usanga nde : ilanda nzila nkaka, dites :
Usosa bakento bankaka, yuna use- Je cherche une autre femme, car
na ukiboba, celle-ci est décrépie,
I buna bana bandi bafw a mu kesa, Alors les enfants meurent de la
m aladie kesa (2).
Buna mpongo ivutuka muna kan­ Encore une fois le nkisi va se re­
da diaku. tourner contre votre clan.
I buna m vul’aku yina, C’est votre pluie, vous l ’avez com­
mandée,
Ikunokina, ikukiela. Elle vous m ouillera jusqu’au bout.
Beto ututele mbila; Vous nous avez convoqués;
Tutambula, Nous avons répondu à l ’appel.
Bu utudinga, go bu utusosa, Mais dans le cas susdit, si vous
nous appelez encore,
K ’utumwene ko. Vous ne nous reverrez plus.
Kuna ukwenda ye bana ye nkento, Donc, où vous allez, que la femme
et les enfants
Baleka bwô, basikam a lungungu. Y dorment en paix, qu’ils se ré­
veillent en plein midi.
Buna kiese tumona, Alors notre joie sera complète,
Ye ngeye ye beto. Et la vôtre et la nôtre.
Mono buna ntele, i buna. Je l ’ai dit ainsi, c’est ainsi.

(1) Proverbe : ils sont dégoûtés et ne s ’intéresseront plus à la richesse


humaine que la parente doit procurer.
(2) Kesa, m aladie envoyée par Nzambi pour châtier les parents cou­
pables d’adultère.
RELIGION ET MAGIE 63

O n se s a lu e d ’u n b a t t e m e n t de m a i n s . L ’a n c i e n d e la
t r o i s i è m e l i g n é e se t o u r n e v e rs l ’a s s e m b l é e et r a c o n t e à
son t o u r l ’a f f a i r e c o m m e il la c o n ç o it :

Buna ukwa te, i buna kwandi. C’est ainsi que vous l ’avez bien
dit.
Muna kanda, muna bakala, Au clan il y a des hommes,
Muna bakento; Il y a des femmes;
Kanda dina nkuna nkento Un clan qui a des « plants » de
femme
Ka dilendi fw a ko. Ne saurait mourir.
Beto ba mbuta batusisa. Ainsi parlaient nos anciens.
Kansi dio diam bu tum wenanga ga Mais cette affaire nous ne la
kanda dieto : voyons que dans notre clan :
Kuma kie, kum a yidi, Il fait clair, il fait obscur,
Kubela nioka, Il est toujours malade, le serpent
Yo kafw ila mbangala mosi ko. Qui ne sait mourir dans une sai­
son sèche (l ).
Mwana nkento bu tunkwedisa, Quand nous avons donné notre pa­
rente en mariage,
Beto kulu tuiungidi, Nous étions au complet
Ye bakala ye bakento. Hommes et femmes.
Tuntuma : kubuta, kulela, Nous lui avons dit : enfante, élève
des enfants et sois heureuse.
Kansi yuna ulanda yandi muna Celui qui la poursuit par les voies
nzila mpimpa, des ténèbres,
Keti nani ? Qui donc serait-il ?
Bubu nzitu una gana. Aujourd’hui ce parent par alliance
se dresse devant nous.
Unu lutelam a beno kulu, Aujourd’hui, vous tous dressez-
vous,
Lukubula nlele y e binkutu, Secouez vos pagnes et vos vestons,
Bakento mpi, bakubula ye biandu Que les femmes secouent leurs har-
ye mataba. des et leurs nattes (2).
Go i mono, nkubwele nlele. Quant à moi, j ’ai secoué mon pa­
gne.
Mwana nkento igeta kuna fuku. J'ai abandonné la parente sur la
place de l ’enfantement.
Kabuta, kalela, Qu’elle enfante, qu’elle soit heu­
reuse,
Kasala, kakela. Qu’elle vive, qu’elle se survive.
Nzitu kenda, kam ona nkento andi Que ce parent par alliance voie sa
ye bana bandi, femme et ses enfants,
Buna kiese kamona Qu’il soit dans la joie.

t1) Proverbe : la misère, toujours la même, revient sans cesse.


(2) Proverbe pour signifier qu’ils ne gardent pas d’engeance nuisible,
de parasites symboles et agents de kindoki.
64 ÉTUUE'i bakongo

Bana mabundu bakutasanga Les autres quand ils se réunissent,


tout le clan,
Mbisi au babakidi; C’est pour se partager du gros g i­
bier;
Mo tukutasanga beto nde, Nous, quand nous réunissons le
clan,
Si ma bantu babelanga. C’est la réunion d ’hommes m ala­
des.
Buna keti ka lum onanga kweno Dans ces conditions vous autres
nsoni ko ? n ’avez-vous pas honte ?
Mono, buna ntele, i buna. Ainsi j ’ai dit, et c’est fini.

O n p r o c è d e e n s u i t e a u r i t e des m a t a b u l a , c o m m e il est
d é c r i t a u v o l u m e I, p a g e 2 7 1, des E t u d e s B a k o n g o , Socio-
lo g ie .
La fête des morts.

Le d e v i n c o n s u l t é s u r l a c a u s e d ’u n e m a l a d i e i n d i q u e
s o u v e n t , o u t r e les n k i s i m é c o n t e n t s , u n e a u t r e c a u s e d e la
m a l a d i e : les B a k u l u , les a n c ê t r e s r é c l a m e n t d es c é r é m o ­
n ie s f u n è b r e s p l u s s o le n n e lle s .
L ’a n c i e n d u c l a n c o n v o q u e a lo r s les a u t r e s a n c i e n s et
d i s c u t e a v e c e u x la c o n d u i t e à t e n i r . S ’ils s o n t d ’a c c o r d ,
o n fix e l ’é p o q u e d e la g r a n d e fê te des B a k u l u e t to u t
d ’a b o r d le j o u r d e la p r e m i è r e e n t r e v u e a v e c e u x au c i m e ­
t iè re .
La c é r é m o n i e c o m p r e n d t r o is a c te s b i e n d i s t i n c t s :
1° L ’a v e r t i s s e m e n t d o n n é a u x B a k u l u , q u ’o n l e u r r e n d r a
les h o n n e u r s r é c l a m é s , p o u r v u q u ’ils r e n d e n t la s a n t é a u
m a l a d e e t la p r o s p é r i t é a u c la n .
2° L a p r é s e n t a t i o n des tê te s d e p e t i t b é t a i l q u ’o n i m m o ­
le ra à c e tte o c c a s io n et la d é t e r m i n a t i o n d u j o u r de la
cérém o n ie.
3° L a s o l e n n i t é e l l e - m ê m e .

I. — L ’A V E R T I S S E M E N T A U X B A K U L U .

L ’a n c i e n se r e n d a u c i m e t i è r e a v e c les g e n s d e sa
l i g n é e , y a p p o r t a n t c i n q a ss ie tte s et c i n q ca le b a s s e s de vin
t i r é d e s f l e u r s d e p a l m i e r . A rriv é d e v a n t la t o m b e d e
RELIGION ET MAGIE 65

s o n p r é d é c e s s e u r , l ’a n c i e n s 'a c c r o u p it et s ’a d r e s s e e n c e s

te r m e s à to u s le s b a k u lu :

S i lutadi, beto di twisidi kuku, Vous, les anciens, qui nous avez
laissés au clan,
Beno ba mbuta lutusisa. Regardez le motif qui nous amène
ici.
Bu lukala kim oya, bu lutelele, Quand vous étiez en vie, vous m’a­
nde : vez dit :
Ngeye usidi, ye kanda dikusadidi, Toi, tu restes au clan, et le clan
t’aidera,
Mbongo bantu toma sungama. La richesse humaine, soigne-la
bien.
Kansi bubu bu tusala beto, Mais voici qu’ici, où nous demeu­
rons,
Nsi kubela, zulu kubela. La terre est malade, le ciel est m a­
lade.
Bu lubukisa nkisi, On nous dit : traitez les nkisi ! et
nous les traitons.
Nde nkisi. Et on nous répète : d’autres nkisi
encore !
Bu lukwenda ku rnpiata, Nous allons chez le devin.
Nde : luzika ba mbuta zeno. Et celui-ci nous dit : allez, faites
l’enterrement des anciens.
Beto di tw isidi, i dio dio. Voilà le motif, pDur lequel nous
sommes venus.
Kansi bu ntangu y i i mbuta, isala Moi, l’ancien qui demeure avec le
ye kanda, clan,
Lunsisidi mbongo bantu y à kulu, Vous m ’avez laissé avec tout le tré­
sor humain,
Ye bakento y e bakala; Les femmes et les hommes;
Bana ba bakento ba bakaka beno Parm i les femmes il y en a que
kibeni lusa kwedisa vous avez données vous-mêmes
en m ariage,
Ntako beno lusa dia ! Vous-mêmes avec touché l ’argent
des dots 1
Kansi tu tusala beto, Or, dans le clan où nous demeu­
rons,
Malala leka, m alala kalele ko. La mort dormait; voici qu’elle ne
dort plus.
Baleke ba bena mu gata ibobo, Les jeunes du village s’en vont,
Beto ba mbuta mpi i bobo, Nous, les anciens, nous allons de
même,
Bana ba bakento babuta, i bà bobo. Et voilà que les femmes enfantent
et que les enfants s’en vont.
Nki nkombo i yâ yoyo ! Quel est donc ce destin ?
Bà iusisa yau makanda dibula ma- Les clans que vous avez laissés
dibula faibles
66 ÉTUD ES BAKONGO

Bubu mu yobila bena; Deviennent forts (*);


Bakulu bau bawa teka nima. Leurs bakulu leur donnent la fé­
condité.
Kansi bu luyisa beno, lutombokan- Mais vous autres, vous revenez
ga ku nseke, dans la savane,
Lusosa baleke. Vous y cherchez nos jeunes gens.
Keti beno kibeni lutombokanga ? Est-ce vous-mêmes qui rem ontez
spontanément ?
Keti bandoki bakusi lutombolan- Ou sont-ce les ndoki qui vous font
ga ? remonter ?
W idi luziku lusosanga. On nous dit que vous cherchez les
honneurs de l ’enterrement.
Nteki lusosa kuziam a kumpwena, Mais je vous le déclare : avant de
chercher les honneurs,
Ku gata lusisa baleke, Laissez en paix nos jeunes gens.
Luteka nima. Donnez-nous la fécondité.
Bubu ka tuvw idi kisalu ko, tuba­ Actuellement, nous travaillons en
kila mbongo. vain.
Mono nsakidi mpako, k’ivw idi yo Je n 'ai pas encore payé mon im ­
ko. pôt à l ’Êtat.
Bu ibaka falanka, nde : bukisa Si j ’ai un franc, on me dit : fa is
m wana nkento; soigner telle femme;
Bu ibaka m eya, nde : ilanda nzila Si j ’a i un demi-franc, on me dit :
kizitu ifw ila nleke, l’enfant d’une telle est morte;
Nzitu kingandi u fw ila mpangi andi De tel parent par alliance, le frère
yak ala ! est mort !
Buna mono isalanga, ntako kwe Où est donc le travail qui me per­
zitnka zi iluzikila ? mette de payer les frais de votre
sépulture ?
Unu m alonga matanu ilutwadidi, Aujourd’hui, je vous apporte cinq
assiettes,
Ludia matondo lutondila mbutu ye Mangez-y des Matondo, aim ez la
mbongo. procréation et le trésor hu­
main (2).
Ntutu mintanu mi nsamba ilutw a­ Je vous apporte cinq calebasses de
didi, vin généreux Nsamba (3).
Lusambila mbutu ye mbongo. Favorisez la procréation et le tré­
sor humain.

(’ ) Ceux qui pleuraient d’abord de nombreux morts ne pleurent plus,


car ils revivent; et ce sont les clans puissants qui m aintenant sont,
décimés à leur tour.
(2) Matondo : champignons, du verbe tonda, aimer. Ce cham pignon,
qui signifie amour, entre dans certains nkisi pour produire cet effet.
(3) Le vin nsamba est tiré de la fleur du palmier. Il est nécessaire
pour constituer un m ariage entre personnes libres. Sambila signifie
gémir, implorer, prier, souhaiter. Ce dicton, comme le précédent, est un
de ces jeux de mots fort goûtés des anciens.
RELIGION ET iMAGIE 67
Kingana lusisidi : Vous avez dit ce proverbe :
Nsongi muna busongi, Le tireur de vin par son métier,
Mwela muna buwela, Le chasseur par la chasse se suffi­
sent.
Kansi mono bu isala ntako, Mais moi, dès que j ’ai gagné un
peu d’argent,
NJalu ! Le voilà disparu !
Bu itw ila nsusu, J'élève des poules,
Mfwenge ibakidi ! La fouine les prend !
Bu itabula nkombo, Si je laisse courir une chèvre,
Ngo mu m finda itadidi ! Le léopard est là aux aguets !
Kansi luziku lu lusosanga ! Et vous autres, vous cherchez les
honneurs de la sépulture !
Keti kwe ibakila ? Comment donc en couvrirai-je les
frais ?
Mu mfunu ye mu ngaku, go beno La cachette aux trésors, ouvrez-la
ludia, luzibula. moi, si vous réclam ez des dépen­
ses.
Buna itomboka ku ntoni. Alors je viendrai encore à vos tom­
bes.
Baleke go bele ku mfinda, Quand les jeunes gens iront à la
forêt,
Yonso uyika ntambu kabaka mbisi Que tout qui dresse un piège pren­
inene, ne du gros gibier,
Yu ulw asa nsamba, Et que celui qui monte au x pal­
miers,
Mbasi kabaka ntoma mimiole. En descende avec deux calebasses
remplies.
Ngyadidi moko, J’étends les m ains (pour vous im­
plorer).
K iyala moko kafw a ko. Celui qui étend les mains, ne peut
mourir.
Go ka tumwene kim a ko, go ka tu- Donc si nous n ’avons pas de chan­
didi ko, go ka tunw ini ko, ce, pas de nourriture, pas de
boisson,
Buna bima bi lubakidi unu i bina Ces présents que voilà, ce sont les
kwandi. derniers.
Ka lusosi diaka m alonga ko, Ne cherchez plus d’assiettes,
Kani ntutu, kani tiya, Plus de vin de palme, plus de
poudre.
Kani kisalu go nkatu, bima kwe Ou bien voulez-vous que je les
ibakila ? vole ?
Bu iyiba, nde : nleke usisa kingan- Mais alors on dira : le sujet d’un
di, uta yiba, tel est un voleur,
Ba mbuta keti ka bansisila nzimbu Est-ce que ses anciens ne lui ont
ko rien laissé (qu’il doive voler) ?
Mbongo bantu Iuteka nima. Donnez-nous la fécondité.
Buna bakikolele bä kulu, Que nous tous, vos sujets, nous de­
meurions en vie,
Basala, bakela, Que nous soyons florissants.
68 ÉT U D E S BAKONGO

Yu ulanda nzila zi mpimpa Et si parmi nous quelqu’un allait


la nuit
Ukwendanga muna m ukwedila ba­ Au village de nos sujets féminins
na ba bakento, pour manger, par sa kindoki,
leurs enfants,
Beno go lumwene, yuna lubaka, Si vous le voyez, prenez-le,
Kesa ku luna beno. Amenez-le où vous êtes.
Beto ye beto tusala ku nseke, Nous entre nous, où nous demeu­
rons,
Tulongana beto kulu. Nous allons nous exhorter mutuel­
lement à laisser tout m auvais
désir.
Beno kulu ku masa, lukala mika Vous aussi, où vous êtes, soyez
mi mbwa, comme les poils du chien,
Lulekila kumosi. Soyez couchés sur la même cou­
chette.
I buna bu tusala nga tumona Alors, nous serons dans la joie.
kiese.
Go tumwene, nde : mfunu ye nga- Si la cachette aux trésors s’ouvre
ku mizibukidi; pour nous,
Buna kuziam a ku beno kutomene. Votre sépulture sera belle.
Kansi buna go nkatu, ka lusosi Mais dans le cas contraire, ne cher­
kuziam a ko. chez plus d ’honneurs.
Beto ku tusala, Mais là où nous demeurons,
Go lukwisi tubaka, ka diambu ko ! Venez nous prendre, peu nous im ­
porte !
Tusuka beto kulu, Quand nous serons tous exterm i­
nés,
Mwaka nga tutala, y u ulusa ma- Nous verrons alors d'où viendra
longa, keti kwe katuka ? celui qui doit honorer vos tom­
bes !
Nsafu ye maba tusisa, keti nani Et des palm iers et des safoutiers
udisa mio ? abandonnés, qui m angera les
fruits ?
Bankaka bayinga ga vwoka dina, Ce seront des étrangers, qui héri­
teront votre village.
Mono bu ntele buna, imene. Maintenant que j ’ai ainsi parlé,
j ’ai fini.

II. — P R É S E N T A T I O N AUX BAKULU DE S A N IM A U X


D E S T I N É S A LA F Ê T E .

P o u r ce s e c o n d a c te , o n c o n v o q u e les p a r e n t s p a r
a l l i a n c e et to u s les a d u l t e s n é s a u c l a n . C e tte c o n v o c a t i o n
c e p e n d a n t n ’a lie u q u e si les b a k u l u o n t r e n d u la s a n t é au
m a l a d e , e t si les a n i m a u x a c h e t é s e n v u e d e la fê te sont
bien e n form e.
RELIGION ET MAGIE 69

Au j o u r fix é , o n sc r e n d d o n c a u c i m e t i è r e ; les j e u n e s
g e n s y a m è n e n t les p o u l e s , les c h è v r e s , les p o r c s d e s t i n é s
à la fête. L ’a n c i e n d u c l a n s’a c c r o u p i t a lo rs d e v a n t la
t o m b e d e s o n p r é d é c e s s e u r et p a r l e :

Tala bi bima, ba mbuta, Vous donc les anciens,


Isi songa bi nkinsi. Regardez ces anim aux destinés à
votre fête.
Beno bu lusa, nde : beto ka tuzia- Vous avez dit : nous autres, nous
ma ko. n’avons pas de sépulture conve­
nable.
Kansi bu ntangu y iy i mana igoga Mais vous avez écouté ce que je
mono luw idi mo; vous ai dit;
Bitw isi mpi biw idi butuka, Notre élevage a prospéré,
Dana ba bakento mpi ye baleke ba- Les femmes et les enfants se por­
w idi kikodila. tent bien.
Ru ntangu yi di ngisidi, C’est pourquoi, je suis venu,
Isi songa bitwisi. Pour vous montrer ces anim aux.
Reno kulu, lutomboka, lukala mu- Remontez tous, soyez en perma­
11a bitwisi bina ! nence dans ces anim aux !
Ngo muna mfinda, Que le léopard qui sort de la forêt,
Meno inandi ngani, kalendi baka Sente ses dents acides devant cette
ko bina bitwisi ! viande !
Mfwenge muna mfinda, Que la fouine qui sort du bosquet,
Kalendi baka nsusu ko ! Ne puisse suivre ces poules !
Ndoki izeka mataba, Que le ndoki qui tord ses liardes,
Kalendi fina nkombo ko ! Ne puisse fasciner nos chèvres !
Mwifi ukenge, Que le voleur qui est au guet,
Kate sakuba. Se foule le pied dans sa course.
Ri bitw isi, bu lukala, biwidi bu­ Que tous ces anim aux soient pros­
tuka pères
Bibutana. Et se multiplient.
Buna nkinsi utomene. Alors la fête sera belle.
Reto bantu, tuvutuka ku gata Nous autres, nous retournons au
village
Ku gata twasadi, twakedi. Où nous demeurons; que nous
soyons prospères !
Ngvadidi moko; J’ai étendu mes mains vers vous;
K iyala moko kafw a ko. Celui qui étend les mains ne peut
périr.
Bitw isi bi nkisi ngisi lusonga; Je vous ai montré les anim aux dfe
la fête;
Bu ntangu y i kitw esi kima ko, Je 11e vous ai pas apporté d’autres
cadeaux,
Nsamba ilutwadidi, Sinon du vin de palme nsamba
(favorable),
Lu sam bi la mbutu ye mbongo. Afin que vous favorisiez la pro­
création et le trésor humain.
Di kasu ilutw adidi. Et ceci c’est des noix de kola que
je vous apporte.
70 ÉTUDES BAKONGO

L ’a n c i e n v e r s e a lo r s d e u x c a le b a s s e s de v i n s u r les t o m ­
bes et d i s t r i b u e é g a l e m e n t les m o r c e a u x de n o i x d e kola
à c h a c u n d es b a k u l u .
D e r e t o u r a u v illa g e , u n e p e t i t e fête s’o r g a n i s e r a p o u r
s o u h a i t e r la b i e n v e n u e a u x p a r e n t s p a r a l l i a n c e et a u x
« e n f a n t s » n é s d a n s le c l a n . Voici c o m m e n t l ’a n c i e n
s a l u e r a l ’a s s e m b l é e :
Mono ntumu ilusidi Le motif pour lequel je vous ai
convoqués,
Mu diambu di nkinsi ututuma ba C’est que je veux faire la fête or­
mbuta; donnée par les ancêtres.
Beno besi kanda bu lulungidi Nous voici m aintenant au complet,
gaga,
Bu tuna kiyeka mbote. Nous sommes dans des circonstan­
ces favorables.
Kansi bubu bu ludia nsusu, La poule que vous mangez,
Bu lunw a nsamba, Le vin de palme que vous buvez,
Mu diambu bilumbu bi nkinsi Ont pour but de vous apprendre la
luwa. date de la fête proche.
Nsona vw a, yin a ikumi, Après neuf nsona, au dixièm e,
Ngoma zikotele ku gata. Les tambours arriveront au vil­
lage.
Beno bazitu ye ba nzadi, luzibula Vous l ’entendez, ouvrez vos oreil­
m akutu : les : ’
Nkinsi go ufwene, konso nzitu kan- Ce jour-là, chaque parent par
datina ngoma mosi, alliance apportera un tambour,
Beno bana mpi lw isanga beno Tous les enfants du clan aussi re­
kulu, viendront,
Lutw ala m alonga matanu-matanu; Chacun d ’eux apportera cinq as­
siettes;
Mono batata beno izika Car je fais la sépulture de vos
pères
Ba lu buta. Qui vous ont mis au monde.
Ka luyindula ko nde : bina bima Ce n ’est pas à moi que vous don­
ku mono lugana, nez ces choses.
Bambuta batusisa balomba bio. C’est à vos ancêtres qui les de­
mandent.
Beto kulu ba mbuta batusisa, T els ils nous ont laissés,
Bu tuna ga kanda. Tels nous sommes.
Bela tubelanga, Tous nous devons être malades,
Fwa tufwanga; Tous nous devons mourir;
Ku kuyita bakulu, ku tukwendan- Où ils sont allés, là nous irons.
ga.
Buna ntelele, i buna, L ’affaire que j ’ai exposée elle est
ainsi.
Dina di dikwenda dikwendidilan- Elle est en marche, elle m archera
ga.
RELIGION ET MAGIE 74
Bubu luw idi bu igoga beno kulu, .C e que j ’ai d it,. vous l ’avez en­
tendu tous.
Go mwene tebo, kàta. Si tu vois un revenant, crie.
Go k ’ukete ko, ndinga ifw idi. Si tu ne cries pas, ta voix est per­
due (*).
Mana ntele go ka luwidi mo ko, Si vous avez des objections, par­
ludia m vinda, luvilangasa ndon- lez à temps (2).
ga.
Kima nzolele, lulungana mu nkin- Ce que je veux, c’est que tous
si, soient de la fête,
ßazitu ye ba nzadi ye bana, kiese Jeunes et vieux, parents par a l­
bamona. liance et enfants du clan, que
tous soient à la joie.
Kima lusadila nkinsi beno kulu, C’est pourquoi, que tous observent
nsiku tusidi. les lois de la fête.

A lo rs o n b o i t le v i n de p a l m e , p u i s les p a r e n t s p a r
a l l i a n c e et les e n f a n t s d u c l a n , a p r è s a v o i r r e m e r c i é e t
p r o m i s de r e v e n i r , s’e n r e t o u r n e n t c h e z e u x .

III. — L A SO LENNITE ELLE-M ÊM E.

D ès le h u i t i è m e n s on a, les p a r e n t s p a r a l l i a n c e c o m ­
m e n c e n t à a r r i v e r avec le u r s t a m b o u r s ; a u d i x i è m e nsuna,
les t a m b o u r s s o n t a u c o m p l e t . A l ’a r r i v é e d u p r e m i e r , les
d a n s e s o n t c o m m e n c é ; elles c o n t i n u e r o n t j u s q u ’a u d é p a r t
d u d e r n i e r , c ’e s t - à - d i r e d u r a n t tro is fois q u a t r e j o u r s .
L o r s q u e t o u t e la p a r e n t é e t to u s les i n v i té s s o n t r é u n i s ,
l ’a n c i e n p r o c l a m e les lois e t d é f e n s e s :

Vous êtes venus à la fête,


Hommes et femmes,
Qu’il n ’y ait parmi vous aucun querelleur !
Le mari qui a amené sa femme,
Doit passer la nuit avec elle.
Que celui qui n ’a pas de femme,
Ne prenne pas celle d’autrui.

(>) Proverbe : Le revenant te m aîtrisera, te tuera; en criant, tu le


mettras peut-être en fuite.
(s) Littéralement : Ce que j ’a i dit, si vous ne l'avez pas écouté (en
l ’approuvant), mangez du rongeur m vindu , et dérangez mon exposé par
des objections.
72 ÉTU D E S BAKONGO

Tout mon village, je l ’ai pacifié.


Que celui qui a la maîtrise des fétiches,
Les laisse dans son propre village.
Si quelqu’un veut se promener la nuit comme un ndoki,
Qu’il prenne garde, nos fétiches le feront mourir.
On dira : il a mangé de mauvais mets à la fête;
En réalité, il se sera dévoré lui-même.
Que celui qui a grand’faim,
N’enlève pas de force la nourriture,
Mais qu’il en demande, il sera rassasié.
Que celui qui veut danser,
Danse au tambour qu’il préfère.
Mais que personne ne cherche querelle.
Je vous ai tous convoqués,
Je veux que vous retourniez chez vous en paix.

La fê te se p r o l o n g e u n e h u i t a i n e d e j o u r s e n d a n s e s e t
r i p a i l l e s , e t s u r t o u t en b e u v e r i e s d e v i n d e p a l m e . T o u s
les m e m b r e s d u c l a n , p è r e s e t e n f a n t s , et p a r e n t s p a r
a l l i a n c e v i e n n e n t , p a r g r o u p e s , a p p o r t e r les c o n t r i b u t i o n s
fix ée s p a r la c o u t u m e d u c l a n . Ils r e ç o i v e n t e n r e t o u r la
v i a n d e , le v i n d e p a l m e et le p a i n d e m a n i o c . Q u a n d to u s
o n t d é f ilé , o n fait le c o m p t e d es p r o f i t s et p e r t e s , 011
a c h è t e d es ass ie tte s e t d es b o îte s d e p o u d r e , p u i s o n n e t t o i e
le c i m e t i è r e p o u r la c é r é m o n i e fin a le .
D è s le s o ir, o n c o m m e n c e à f a ir e p a r l e r la p o u d r e . O n
t i r e de n o m b r e u s e s salv es, et les t r o m p e t t e s d ’i v o ire , et
les t a m b o u r s <( m a s i k u l u » r é s o n n e n t t o u t e la n u i t . Le
m a t i n , le b r u i t r e c o m m e n c e de p l u s b e lle , t a n d i s q u e l ’a n ­
c i e n e t to u s les m e m b r e s d u c l a n se r e n d e n t a u c i m e t i è r e .
11 va v e r s e r s u r les t o m b e s d u v i n d e p a l m e n s a m b a , et.
ses c o m p a g n o n s d é p o s e n t s u r les t e r t r e s , o u b i e n a c c r o ­
c h e n t a u x b r a n c h e s d is p o s é e s t o u t a u t o u r , des a s s ie tte s et
t o u t e u n e v ais s e lle d e t r a i t e . Q u a n d ces a p p r ê t s s o n t t e r ­
m i n é s , l ’a n c ie n s ’a d r e s s e u n e d e r n i è r e fois a u x b a k u l u :

L u w e te , b e n o b a m b u ta , Écoutez, vous, nos anciens,


B a lu y e n d a Vous qui êtes partis
J.unsisa, isala gana kanda. Et m ’avez laissé avec le clan.
RELIGION ET MAGIE 73
T iya luwidi. Vous avez entendu les coups de
fusil.
Bu tuta goga. Comme ils ont crépité.
Ngoma ttumisi lutomene wa zo, Vous avez entendu les tambours,
Zinene ye zindwelo. Les grands et les petits.
Yi nsamba, ilutawdidi. Voici m aintenant le vin nsamba.
Lunw a beno kulu, ba mbuta ye Buvez-en tous, les vieux, et les mè­
bamama ye bayaya, res, et les aînés,
Lusambila mbutu ye mbongo ! Pour que vous favorisiez la pro­
création et le trésor hum ain !
Ma malonga tukunina, Voici les assiettes que nous avons
apportées,
Ludia matondo, Pour que vous m angiez les maton­
do, champignons de l ’amour,
Lututondila ! Et que vous nous aim iez !
Beno balutuma idisa nkinsi; C’est vous qui m ’avez ordonné de
faire cette fête;
Nkinsi tutele, bakento ye bakala, Nous l ’avons célébrée, nous, les
femmes et les hommes,
Ba mbuta ye baleke, tulungidi Et les vieux et les jeunes, nous
étions au complet
Ye bazitu ye ba nzadi ye bana. Avec les parents par alliance et les
enfants du clan.
Beno kulu mpi lulunga gaga, Vous aussi soyez tous présents ici,
Yonso uyenda kinkita Et si l ’un d’entre vous était en
route pour son commerce,
Longa diandi lulunda; Gardez-lui une assiette, pour sa
part;
Bu kakwisa, luntela nsangu nde : Et quand il reviendra, racontez-lui
la nouvelle
Nleke usala ku gata, Que votre sujet, qui reste dans la
savane,
Nkinsi kadisisi umpwena. Vous a fait une belle fête.
Kansi kuziam a ka kusuka ko, Cependant, le travail de la sépul­
ture n ’est pas terminé,
Beto mpi tufw a; kufw a ka kusu- Nous aussi nous mourrons; mourir
kidi ko ! n’est pas fini !
Bubu nkembo eno lumwene, Mais maintenant que vous êtes
glorifiés,
Beno baluyenda, Vous qui vous en êtes allés,
Beto bu tusala ku nseke, A nous qui demeurons dans la
savane,
Ku kuna mbongo bantu luteka Donnez-nous la fécondité !
nim a !
Nkombo tutabula, Nous élevons des chèvres,
Ngulu tutabula, Nous élevons des porcs,
Zibutana. Q u'ils se multiplient.
Mumfunu ye ngaku luzibula. La cachette des trésors, ouvrez-la
nous.
Bu tukwenda mu mfinda, Quand nous allons â la forêt,
74 ÉTUD ES BAKONGO

Tubeta nkento, Que nous abattions le gibier mâle.


Tubeta m bakala, Que nous abattions le gibier fe­
melle,
Kinia kisala mu nseke, Qu’une seule chose échappe à nos
coups,
Nkori ye ngongolo ! Les lim açons et les mille-pattes 1
Mu nseke tusala, Faites que dans la savane que
nous habitons,
Tulongana beto kulu, Il y ait bonne entente parmi, nous.
Buna bamona nsodi nsusu, Que lorsqu'on voit le bec du coq,
Y i nsusu kibeni 1 On voie le coq tout entier (*) !
Go lum wene muntu kesa mpimpa, SI donc quelqu’un d’entre nous
Kesi lutedi mbila, nde : Venait la nuit et vous appelait,
disant :
Lubaka kingandi ye kingandi, Venez prendre tel ou tel;
Buna yuna lubaka, Celui-là, saissez-le lui-même,
Luntwala ku luna ! Et emmenez-le là où vous êtes !
I bwa buna beno ye beno; De même, vous autres, exhortez-
vous les uns les autres;
Ba batombokanga ku nseke, luki- Que ceux qui remontent au v il­
longa. lage,
Ka besa diaka ko, kindoki kiau Ne viennent plus avec leur kin­
bayam bula, doki,
Beno kulu ludidi, lunwirii; Puisque tous vous avez mangé et
bu;
Luyika mika mi mbwa, lulekila Soyez comme les poils du chien,
kumosi. couchez sur la même couchette.
Ku beto luteka nima ! Et donnez-nous la fécondité !
Mono nleke isala ye kanda, lunsi- A moi, votre serviteur, donnez de
sila ngangu, l’intelligence,
Nkokila ilekidila ndosi zimbwese. Et que j ’aie de bons rêves.
Beno lu lusala, lusala kiambote ! Vous autres, où vous demeurez,
portez-vous bien !
Mono ku ngyenda, ngyele kiam ­ Moi, où je vais, que je ine porte
bote ! bien !

Il s e m b l e s u p e r f l u d e f a ir e r e m a r q u e r la b e a u t é d e la
p r o s e d es c h e f s B a k o n g o . Si les d i s c o u r s s o n t u n p e u
l o n g s , les a u d i t e u r s , h o m m e s o u e s p r it s , n e s’e n p l a i n ­
d r o n t p a s . Ils s a v o u r e n t a v e c d é lic e s c e tt e l a n g u e s o n o r e
e t c a d e n c é e , s y lla b e s m u s i c a l e s e t s a n s h e u r t , o ù les p e n ­
sées c o u l e n t l i m p i d e s e n u n p a r a l l é l i s m e s a n s r e c h e r c h e .
Les f o r m u l e s , h é r i t a g e a n c e s t r a l , s o n t s té r é o ty p é e s , m a i s
l e u r a g e n c e m e n t est l ’œ u v r e d e c h a c u n , d o c ile a u s o u ffle

(!) Proverbe : Le bec représente l ’ancien. U a tout ce clan derrière lui.


RELIGION ET MAGIE 75

de l 'i n s p i r a t i o n . Ce s o u c i e s t h é t i q u e d u b e a u l a n g a g e c r é e
des a r ti s t e s d u v e r b e , là o ù la l é g e n d e a i n v e n t é d es s a u ­
vages o u des dégénérés.
Mais ce q u ’il i m p o r t e a v a n t t o u t d e r e m a r q u e r , c ’est
l ’a t t i t u d e d e n o s g e n s d e v a n t le u r s a n c ê t r e s . S e n t i m e n t s
d e d é p e n d a n c e et d ’h u m b l e s u p p l i c a t i o n , e x p r e s s i o n s f a m i ­
lières et c o n f i a n t e s , av e c p a r - c i p a r - l à q u e l q u e s i n j o n c t i o n s
h a b i l e s , e t m ê m e d es s o m m a t i o n s q u i f r is e n t la m e n a c e —
m e n a c e d ’a i l l e u r s t o u j o u r s c o n d i t i o n n e l l e d e c e s s e r le
c u lte , si les a n c ê t r e s n ’a c c o r d e n t p a s les f a v e u r s d e m a n ­
dées, C o m p a r e z ces p r i è r e s avec les i n c a n t a t i o n s d u n k is i ,
et v o u s v e r r e z la d i f f é r e n c e e n t r e le c u l t e d es a n c ê t r e s e t
le f é t i c h i s m e .
R ie n n o n p l u s n e p e u t d o n n e r u n e id é e p l u s c l a i r e et
p l u s o b j e c t i v e d e la m o r a l e d es B a k o n g o , et d e sa b a s e
l a r g e et s a in e . O n y v o it l ’h o m m e n o n s e u l e m e n t h é r i t i e r
m a i s a u s s i c o n t i n u a t e u r de l ’œ u v r e d es a n c ê tr e s . Le d r o i t
e t le d e v o i r n ’a p p a r a i s s e n t j a m a i s s é p a ré s . Le M u k o n g o
n ’est p a s u n ê t r e falo t (pii p e n d a n t q u e l q u e t e m p s m a n g e ,
b o it, g e s t i c u l e so u s le soleil et p u i s d i s p a r a ît .
C ’est u n h o m m e q u i a r e ç u le d o n d e la vie, q u i a i m e ce
d o n p a r - d e s s u s to u s les d o n s et se s e n t l ’o b l i g a t i o n d e le
t r a n s m e t t r e à d ’a u t r e s , a u s s i n o m b r e u x q u e p o s s ib le . D a n s
ce b u t , la p e i n e n e l ’e f f r a ie p a s , c a r il a c o n s c ie n c e d ’ê t r e
u n i n d i v i d u a u s e r v ic e d u g r o u p e q u i l ’e n c a d r e , g r o u p e
v i v a n t d e la vie m ê m e d es a n c ê t r e s . O n d é c o u v r i r a c h e z
lui u n é g o ï s m e p a r f o i s é c œ u r a n t , m a i s j a m a i s l ’é g o ï s m e
de c e u x p o u r (pii le p l a i s i r p e r s o n n e l est la f i n et la m e s u r e
de t o u t e s c h o s e s . Ce q u ’il d e m a n d e a u x a n c ê t r e s c ’est la
vie, ce s o n t les m o y e n s h o n n ê t e s e t n a t u r e l s d e la c o n s e r ­
v e r et de la t r a n s m e t t r e .
CHAPITRE IV.
LA M A G IE ( J).

Notion. — Distinctions à faire. — Loka nkisi, notion du nkisi, sa mise


en œuvre. — Loka mpanda. — Loka kibuti. — La Kindoki dans le
clan. — Faits : récit d’un enfant. — Une palabre de kindoki. — La
séparation des clans. — La Kindoki proprement dite. — Le compor­
tement du ndoki. — Comment on devient ndoki. — Les hommes-
bêtes. — La Kindoki congénitale. — Kindoki et nkisi. — La Kindoki
est-elle réalité? — La m agie et la vie sociale du Bakongo.

La notion.

T o u s les p e u p l e s a p p e lé s c iv ilis é s o n t u n o u p l u s i e u r s
n o m s p o u r d é s i g n e r u n c e r t a i n n o m b r e d ’a c ti v i t é s o u
d ’o p é r a t i o n s q u ’ils o p p o s e n t a u x ac te s r e l i g i e u x d ’u n e
p a r t et a u x a c tiv ité s n a t u r e l l e s d ’a u t r e p a r t . R ie n n ’e m p ê ­
c h e d e p e n s e r q u e les a u t r e s p e u p l e s s o n t d a n s le m ê m e
cas. M ais l ’e t h n o l o g i e et la s c ie n c e d es r e l i g i o n s n ’o n t p u
r é u s s i r à e x t r a i r e des faits e t r ite s d é c r i t s , u n e d é f i n i t i o n
s a tis fa is a n t à l ’u n i v e r s a l i t é des cas. N ous d e v o n s d o n c
r e n o n c e r à la t e r m i n o l o g i e e u r o p é e n n e u s u e l l e o u s c i e n t i ­
fiq u e , a u c a d r e c o m m o d e m a i s t r o m p e u r des c o n c e p t s
e u r o p é e n s e n la m a t i è r e et la is se r les i n d i g è n e s p a r l e r l e u r
p ro p re la n g a g e , q u itte à jo in d re u n e p é rip h ra se aux te r­
m e s e s s e n tie ls .
Nos B a k o n g o , c o m m e b e a u c o u p d e B a n t u , o n t u n m o t
p o u r s i g n i f i e r ce q u ’o n a p p e l l e la m a g i e n o i r e ; ce m o t
c o n t i e n t la r a c i n e lo; le v e r b e est l oka. Ils e m p l o i e n t ce
v e r b e p o u r d é s i g n e r d ’a u t r e s o p é r a t i o n s o u d ’a u t r e s a c te s,
q u ’ils d i s t i n g u e n t f o r m e l l e m e n t et e x p r e s s é m e n t d e la
p u i s s a n c e d e m a l é f ic e o u m a g i e n o i r e . N o u s d é c r i r o n s

(!) Cfr. Revue Congo , juillet 1930 et août 1931.


RELIGION ET MAGIE 77

d a n s ce c h a p i t r e t o u s les ac te s et o p é r a t i o n s a u x q u e l s ils
a p p l i q u e n t le v o c a b le l o k a , à s a v o ir : l o k a n ki si , q u i n o u s
i n t r o d u i r a d a n s le f é t i c h i s m e ; l o ka m p a n d a , p a r l e q u e l
u n a s c e n d a n t e m p l o i e son p o u v o i r v ita l s u p é r i e u r vis-
à-v is d ’u n d e s c e n d a n t ; l o ka k i b u t i , o ù u n o n c le m a t e r n e l
o u u n p è r e e m p l o i e son p o u v o i r v ital à l ’é g a r d d 'u n n e v e u ,
d ’u n e n i è c e o u d ’u n e n f a n t ; l o k a a v e c K i n d o k i d a n s le c l a n ;
e t e n f i n la K i n d o k i p r o p r e m e n t d ite . Le f é ti c h is m e , a u q u e l
p e u v e n t s ’a p p l i q u e r t o u t e s les d é f i n i t i o n s d e la m a g i e
d o n n é e s o u essa y ées p a r les d i f f é r e n t e s scie n c e s , a u r a sa
d e s c r i p t i o n d é t a i l l é e d a n s les c h a p i t r e s s u i v a n t s . Ici il
n ’i n t e r v i e n t q u e p o u r p r e n d r e sa p la c e d a n s l'e s q u is s e des
p rin cip a le s form es q u e les B akongo a p p e lle raien t, me
p a r a î t - i l, m a g i q u e s .

Distinctions à faire.

S u r N z a m b i a u c u n l ok a n 'a p r is e . E n t r e N z a m b i et le
l oka, il y a u n e r e l a t i o n i n d i r e c te . Go N z a m b i k a t u g e n e
n k i s i k o, n g a t u f w i d i b et o k u l u , si N z a m b i n e n o u s a v a it
d o n n é des n k i s i , n o u s s e r io n s to u s m o r t s . N z a m b i é t a n t
la c a u s e p r e m i è r e d e t o u t , les n k i s i a u s s i lu i d o i v e n t l e u r
p r e m i è r e o r i g i n e . O r le l o k a s’e x e rc e s u r t o u t s u r le n k i s i
e t p a r l ’i n t e r m é d i a i r e d es n k i s i .
Q u a n t a u x a n c ê t r e s , ils p e u v e n t ê t r e d o m i n é s p a r la
m a g i e des h u m a i n s et se l i v r e r e u x - m ê m e s à des o p é r a ­
tio n s m a g i q u e s ; m a i s l e u r c u lte , p r a t i q u é a u n o m d u c l a n ,
e s t n e t t e m e n t d i s t i n c t de la m a g i e . Il n e c o m p o r t e a u c u n
r i t e c o n t r a i g n a n t . D e v a n t l’o b j e t m a t é r i e l d u c u lte , à
sav o ir la c o r b e i l le aux r e li q u e s , p r iè r e s , l i b a t io n s et
g e s te s s o n t a u t a n t d ’e x p r e s s i o n s d ’u n e h u m b l e dépen­
d a n c e , d ’u n v é r i t a b l e re s p e c t. D a n s la h u t t e q u i c o n t i e n t
la c o r b e i l le n e p e u t se t r o u v e r a u c u n o b j e t n k is i. A u t r e ­
fois le p r ê t r e d u c u l t e d es a n c ê t r e s (n g a n g a b a k u l u ) n e
p o u v ait en posséder au c u n , m êm e dans u n e a u tre h u tte .
78 ÉTUD ES BAKONGO

La s é p a r a t i o n a u m o i n s s p a tia le m a r q u a i t la d i s t i n c t i o n
des d o m ain es.
E n t r e la r e l i g i o n des a n c ê t r e s d 'u n e p a r t et la p r a t i q u e
des n k i s i p r o p r e m e n t d i t e d e l ’a u t r e , il y a u n e fo u le
d 'a c te s el de g e s te s , q u e l ’i n d i g è n e n e q u a l i f i e d ’a u c u n
v o c a b le g é n é r i q u e e n r a p p o r t av e c loka, m a i s q u e l ’E u r o ­
p é e n é p r is d e g é n é r a l i s a t i o n et d e c la s s i f i c a t io n r a n g e r a i t
s o u s les é t i q u e t t e s d e m a g i c o - p r o f a n e s , m a g i c o - r e l i g i e u x ,
s u p e r s t i t i e u x , etc.
Ne p a r l o n s p a s d es p r é s a g e s , q u i s o n t i n n o m b r a b l e s e t
q u i i n f l u e n c e n t g r a n d e m e n t la c o n d u i t e q u o t i d i e n n e d es
i n d i v i d u s . M ais é n u m é r o n s q u e l q u e s - u n e s d e ces a c ti o n s ,
n o n s p é c ifié e s d a n s le v o c a b u l a i r e i n d i g è n e , e t q u i s e m ­
b l e n t t o u c h e r à la m a g i e .
Q u a n d ils v e u l e n t b r û l e r l e u r s o d i ( = f o r ê t a b a t t u e ) ils
a l l u m e n t le fe u à p l u s i e u r s p la c e s d u c ô té face a u v e n t , e t
e n s u i t e ils s iffle n t et c h a n t e n t d ’u n e v o ix d e tê te d es p a r o ­
les q u i e x c i t e n t le f e u . . . e t a i n s i , il d é v o r e t o u t l ’a b a tis .
Q u a n d ils d r e s s e n t d es p i è g e s p o u r a t t r a p e r d es r o n ­
g e u r s , ils m a r m o t t e n t : « E h , q u e le m b e n d e (u n r o n g e u r
a p p r é c i é ) v i e n n e et m o r d e l ’a p p â t ! » et d e la m ê m e fa ç o n
ils é n u m è r e n t les e s p è c e s d é s iré e s ; e n s u i t e ils c o n t i n u e n t :
« E h , q u e le n i u n g i ( u n e e s p è ce n o n c o m e s t i b l e ) n e v i e n n e
p as ! s ’il essaie, q u e ses d e n t s l u i d e v i e n n e n t d es é p i n e s ! »
e t ils c i t e n t d e m ê m e to u s les i n d é s i r a b l e s .
A u x p a s s e r e a u x q u ’il v e u t p r e n d r e à la g l u , l ’o i s e l e u r
c h a n t e e n s i f f l a n t d o u c e m e n t : « E h , les p a s s e r e a u x , v o y e z
le t e r m i t e s (a p p â t) ! E h , j e p r e n d s en f o u le , e n fo u le ,
les p a s s e r e a u x q u i m a n g e n t m e s t e r m i t e s ! »
D a n s ses t r a v a u x de c u l t u r e , d e c h a s s e , d e p ê c h e , le
m u k o n g o e x c ite les a n i m a u x , les u n s à v e n i r , les a u t r e s à
s’é l o i g n e r . M ais d a n s t o u t c e la il n ’a a u c u n r e c o u r s e x p l i ­
c ite ou i m p l i c i t e à u n e s p r it , à u n o b j e t o u à u n e p r a t i q u e
m a g i q u e s . Il fa it cela de la m ê m e m a n i è r e q u ’il c o u p e ,
p l a n t e et ré co lte.
RELIGION ET MAGIE 79

Il p o r t e des c o llie rs , b r a c e l e t s , c o r d e l e t t e s q u e n o u s
a p p e l o n s a m u l e t t e s o u f é tic h e s e t q u e l u i - m ê m e n o m m e
nk is i . M ais il e n p o r t e a u s s i d ’a u t r e s q u e n o u s n o m m o n s
a u s s i a m u l e t t e s et fé tic h e s , m a i s q u e l u i - m ê m e n e n o m m e
p a s n k i s i ; d ’a p r è s l u i ces o b j e t s , s a n s a v o i r t o u c h é à q u e l ­
q ue o b jet m ag iq u e , o n t u n e v e rtu p o u r p ro tég e r ou p ré ­
s e r v e r . Il d i s t i n g u e t r è s b i e n les p l a n t e s o u h e r b e s m é d i ­
c in a le s , les i n f u s i o n s o u d é c o c t i o n s d e s i m p le s fe u ille s ,
é c o rc e s e t r a c i n e s , q u ’il e m p l o i e c o m m e r e m è d e s ; il n e
les c o n f o n d r a j a m a i s a v e c les m ê m e s p l a n t e s o u h e r b e s
e m p l o y é e s av e c les n k i s i .
Q u a n d l ’o r a g e a p p r o c h e , les i n d i g è n e s é t e i g n e n t to u s
les fe u x , é l o i g n e n t d e l e u r ca se t o u t ce q u i est r o u g e , p u i s
se t a i s e n t , p o u r q u e le nzazi (f o u d re ) n e s ’a p e r ç o i v e p as
de l e u r p r é s e n c e . D a n s t o u t ce la il n ’y a r i e n de m a g i q u e .
M ais il y a d es g e n s qvii o n t u n n k i s i , p o u r f a ir e t o m b e r
la f o u d r e s u r u n e n n e m i , ce la c ’e s t loka.

Loka nkisi.

Les p r a t i q u e s les p l u s u s u e lle s s o n t celles q u i se r a p p o r ­


t e n t a u x n ki s i . Ce m o t se t r a d u i t c o u r a m m e n t p a r f é tic h e .
N o u s d é c r i r o n s e n d é t a i l d a n s les c h a p i t r e s s u i v a n t s les
n k i s i et l e u r a c ti v i t é m u l t i f o r m e q u i , à c ô té d u c u l t e d es
a n c ê t r e s et à son d é t r i m e n t , d o m i n e la v ie so ciale et i n d i ­
v i d u e l l e d u B a k o n g o . P o u r la c o m p r é h e n s i o n d u p r é s e n t
c h a p i t r e , r e t e n o n s s e u l e m e n t ses t r a i t s e s se n tie ls .
Le n k i s i est u n o b j e t a r ti f i c ie l p r é t e n d u m e n t h a b i t é p a r
u n e s p r i t o u u n e â m e d e d é f u n t , et q u i se t r o u v e sous la
d é p e n d a n c e d ’u n h o m m e . Ce p e u t ê t r e a u s s i u n o b j e t
d é r i v é d ’u n n k i s i p r o p r e m e n t d i t e t q u i p a r t i c i p e d e son
p o u v o i r . C h a q u e n k i s i a u n p o u v o i r et u n e a c ti v i t é p r o ­
p r e . L u i f a ir e e x e r c e r c e tte a c tiv ité , s ’a p p e lle loka n kis i.
Q u i est c a p a b l e d e l o k a n k i s i ? T o u t q u i est p o s s e s s e u r
l é g i t i m e d ’u n n k i s i et e n c o n n a î t les lois e t i n c a n t a t i o n s ;
d o n c le p r o p r i é t a i r e (n g a n g a n k i s i ) et c e lu i q u ’il a i n i ti é .
80 ÉTUD ES BAKONGO

S u r q u i p e u l ê t r e e x e rc é e l ’a c ti o n l oka ? S u r t o u t ê tre ,
e x c e p t é s u r N z a m b i.
M ie u x q u e d es c o m m e n t a i r e s a b s t r a i t s , la l e c t u r e d es
d e u x i n c a n t a t i o n s s u i v a n t e s fe ra c o m p r e n d r e ce q u e c ’est
q u e l o k a n ki si .
V oici u n e f o r m u l e d ’i n c a n t a t i o n m a g i q u e , q u ’u n a n c i e n
r é c i t e d e v a n t ses p r o p r e s fé tic h e s . II les a r a n g é s s u r u n e
n a t t e d e v a n t la h u t t e de s o n n e v e u m a l a d e . A c c r o u p i
d e v a n t e u x il l e u r p a r l e :

t. Tala beno ba nkisi,


Di lwisidi kuku, ka mu nkasa ko, ka mu nguba ko,
Kansi mu diambu di nleke amo ubela.
Keti mu nseke bantelele, keti mu masa ?
5. Keti mwana nkento, keti mwana yakala,
Kakala m b u n d u zole, kata nleke ?
Ntondo,
Keti mu mbisi katanga ?
Keti mu ntako kasalanga
10. Muna gata nzitu kusala,
Ntekolo kusala,
Mwisi kanda kusala,
Mwana kusala,
Ka gena muntu kagengula ko.
15. Kansi di diambu,
Nleke amo di si kamwena mpasi,
Keti ku nseke dina, keti ku masa ?
Keti mwisi kanda kanta
Keti nzadi, keti nzitu, keti mwana ?
20. Mwana ngani, mwana ngani kwandi,
N sam bila k ’udie ko.
Nda go mono mbuta imvwidi,
Ikala mbundu zole.
Ilenga m p im p a m u gata,
25. Ikangila nleke amo mbundu,
Buna beno ba biteke ludia mono.
Kansi go muntu unkaka kambaka,
Buna beno mpi lubaka yandi;
RELIGION ET MAGIE

Mbisi vandi yina, ludia !


30. Mono bu isala mu kanda
Yu ufwa izika, yu ubela ibukisa;
Kansi di diambu di nkitukidi muntu mbi,
Bambakidi nleke !
Keti dina mu nkombo, keti dina mu ngulu ?
35. K’izeye dio ko.
Yuna ukumvwila miole
ükuinvwila mitatu,
Dina kanda ka dimekina nkombo,
Ka dimekina ngulu, gata voka >
40. Nga go mono mbuta itunga gata,
Ivwanga di dimbi,
Buna beno ba biteke ludia mono !
Mono buna isala go kanda,
Go kusala isala ko,
45. Ikenda nti,
Ilansuka bidimbu bisisa ba mbuta,
I buna ki kindidi nkondi ya ye biteke.
Maké ma nsusu ka nkanu ko,
E ngwa, kuna kubola gat'e !
50. Bu ludia mvumbi ludia kweno,
Kansi ku ludia ntu, ludia mbundu,
Kambaka tufina, kambaka menga.
Kani mono iyetila ziku di ngani,
Buna mpongo dia kwaku mono !
55. Nga go ka mono ko,
Yuna undidi, ilanda.
E kani bau bakûlu bayenda ku masa,
Kasa na : ngvenda ku gata kusala baleke,
Buna mpongo mpi landa kuna masa !
60. Kutomboka matomboka nkadi ko.
Nteki kasikama, muntu unsikimisi,
Kani go ngwa yuna utuka ku nseke,
Kasikamisa bakulu ye kuna bundoki bwau,
Kina kivumu keti kibokila ngulu
65. Keti kibokila nkombo !
Sala nki nkisi ya ? — Gonda !
82 ÉTUD ES BAKONGO

i. Voyez, vous autres, nkisi,


Vous n’êtes pas venus ici pour des haricots ou pour des
arachides.
Mais à cause de mon neveu, qui est malade.
Est-ce dans la savane qu’on l ’a attaqué, est-ce à l ’eau ? (*)
5. Est-ce un homme, est-ce une femme
A double cœur qui a visé mon neveu ?
La haine (qui a inspiré les maléfices) est-elle due
Au gibier que tuait mon neveu ?
A l ’argent qu’il gagnait ?
10. Au village il y a place pour les parents par alliance,
Il y a place pour les petits enfants,
Il y a place pour les membres du clan,
Il y a place pour les enfants;
Il n’est personne que nous écartions.
15. Mais cette cause-ci
Pour laquelle mon neveu souffre.
Est-elle dans la savane, est-elle dans l ’eau ?
Est-ce un membre du clan qui l ’a frappé,
Ou un parent par alliance ? Ou bien un enfant du clan ?
(Je ne sais; je sais seulement et je dis :)
20. L’enfant d’autrui, étranger à cette affaire,
Ne le mangez pas.
Mais par contre si moi l ’ancien, qui le possède,
J’ai double cœur,
Si je me promène la nuit par le village,
25. Si j’ai fermé mon cœur à mon neveu,
Alors vous les nkisi, mangez-moi.
Mais si quelqu’autre l ’a visé,
Alors appréhendez le méchant;
Qu’il soit votre gibier, mangez-le !
30. Moi, tandis que je reste dans le clan,
J’enterre les défunts, je soigne les malades;
Mais à cause de cela, je suis devenu méchant,
Parce qu’on m ’a pris mon neveu !
Cette maladie est-elle due aux chèvres, est-elle due aux
porcs ?

(i) Est-ce un vivant qui l ’a attaqué, est-ce un mort?


RELIGION ET MAGIE 83

35. Je ne le sais.
(Mais s’il en est ainsi, si mes porcs ou mes chèvres ont
endommagé les cultures d’un autre,)
Et que celui-ci me déclare débiteur de deux francs
Ou me déclare débiteur de trois francs,
(Et sans les réclamer, me poursuit de ses maléfices,)
Eh bien, dans son clan qu'il n’y bêle aucune chèvre,
Qu’il n ’y grogne aucun porc, que ce village soit désert !
40. Mais par contre, si moi l ’ancien, qui bâtis le village,
Je nourris dans mon cœur quelque mauvais dessein,
Alors, vous les nkisi, mangez-moi !
Moi, donc, quand je reste ainsi au clan,
Et vraiment j’y reste,
45. Si je coupe les arbres,
Si je dépasse les limites fixées par les anciens,
Alors que ce soit vous, les nkisi, qui me dévoriez.
Ce n ’est pas une palabre de poules, ne valant pas une sen­
tence,
Hélas ! C’est le village qui dépérit !
50. Eh bien donc, vous qui mangez les cadavres, mangez,
Mais où vous mangez la tête, mangez aussi le cœur,
(Que l ’auteur du maléfice vienne donc,)
Qu’il me prenne du pus, qu’il me prenne du sang.
Si je me chauffe seulement au foyer d’autrui,
Alors, vous nkisi, dévorez-moi !
55. Mais si ce n’est pas moi (le coupable),
Celui qui l ’a mangé, je le poursuis,
Ou encore si parmi les mânes qui sont dans l ’eau,
Il en est un qui dise : Je vais au village, où restent les
jeunes,
Eh bien, nkisi, poursuis-le déjà dans l’eau !
60. Ce n ’est pas sans motif qu’il monte au village.
S ’il est éveillé, c’est que quelqu’un l ’a éveillé,
Peut-être est-ce une femme-mère, sortant de la savane,
Qui va réveiller les mânes et leur sorcellerie.
Eh bien, dans cette lignée qu’il n’y grogne plus un porc,
65. Qu’il n ’y bêle plus une chèvre !
Que feras-tu donc, nkisi ? — Tue !
84 ÉTU D E S BAKONGO

A p rè s ces i n c a n t a t i o n s , l ’a n c i e n d é p o s e tro is p i n c é e s de
p o u d r e d e v a n t le n k i s i , y m e t le fe u , e t se f r a p p a n t la
b o u c h e d u c r e u x de la m a i n , il c r ie de t o u t e s ses fo rc e s :
« E h ! la ! la !, o h ! o h ! o h ! » Le v illa g e est d é s e rt.

Formule d’incantation.

Q u e l q u ’u n de la p a r e n t é v i e n t - i l à t o m b e r m a l a d e , le
p è r e , la m è r e , l ’o n c l e m a t e r n e l o u u n p a r e n t p o s s e s s e u r
q u e l c o n q u e p r e n d u n fé tic h e s e r v a n t à la v e n g e a n c e , o u
s ’il n ’e n a p a s , se r e n d c h e z u n n g a n g a - n k i s i ( f é t i c h e u r ) , et
se fa it i n i t i e r p a r lu i. 11 d é p o s e le n k i s i a u c a r r e f o u r d u
c h e m i n et l u i t i e n t le l a n g a g e s u i v a n t (o u 1111 d i s c o u r s
an a lo g u e ) :

1. E mbari nkisi,
Kuna ku ukwenda,
Komba, komba, sesa, sesa !
Muntu bu kata bila,
5. Yuna ndoki untele;
Uta baka, ukina, uyuluka.
Buna ukwenda, bu wenda kaka.
Mwana ngani, mwana ngani kwandi,
Nsambila k’udie ko.
10. Nde, mono mvwidi bana bamo,
Ikala kindoki, ikina, iyuluka,
Buna ngeye nkisi vutuka ku nima mono.
M u n tu n k ak a n a kavw a kikum a,
Kesi lom ba k u mono ifuta;
15. Go kalombele ko, kina kikuma kiandi.
Buna mpongo nda, dia yuna muntu !
Kakadi ntantu, kakadi mwisi kanda,
Kamvwa kesi ntima, ninga ntima,
Yuna muntu kasadi ko, lwenda kaka !
20. E ndil’andi, yaya !
E mbari nkisi, dina kanda,
Komba-komba, sesa-sesa !
Nda kadia k w a n d i bim a bi nlongo ko !
Na kadia bina bima, kafunka kaka.
25. Yuna ukana muntu, yu ukwenda kwandi.
RELIGION ET MAGIE 85

Mono buna bu mbuta tata ye marna, bu ngina kwamo.


Kima nzeye,
Go mbutidi mwan'amo, madia igana mwan'amo
Moko iyoba, nzala itenda.
30. Mono bu ikabila mwana ngani,
Ka yandi kabwangi ntu, ka yandi kazeki mbundu,
Kaleka bwô, kasikama lungungu.
Kansi, yuna utala muntu ntala zole
Na kantala kuna disu difwa,
35. Mono bana bamo nsaki isansila,
Kiosa kwamo mbisi ko,
Nda idia kabu di muntu.
Nda yuna nkwa kabu bu kalombanga,
Mono k’ifuta ko,
40. Buna na kabaka mu ngolo, buna difwene;
Nga go kidia kima ki muntu ko.
Kansi, yandi, nde : yuna muntu bu kasala yandi kaka,
Keti na ukunsamba ?
Tufita mu kabu di ngani,
45. Buna mpongo sala nki ? Gonda !
E mwana ngani, mwana ngani kwandi,
Dina kanda muna dikwenda,
Komba-komba, sesa-sesa !
Ka bakadi ba batanu, ka bakadi ba batatu,
50. Ka bakadi babole, kani yani mosi !
Landa kaka,
Ku nsi yuna uvika bisaku kuna maya mamo,
Gana kamona kabu dinkatu
Nda wenda, landa !
55. Yuna muntu k’usisi ko, mbari nkisi !
Go widi kani ku nim ’amo kakala.
Kakadi ku nsuka kanda,
Landa kaka !

1. Ah ! mon nkisi,
Où que tu ailles,
Nettoie, nettoie ! balaie, balaie !
Notre parent se meurt,
5. C’est qu’un ndoki l ’a saisi;
Le ndoki fait bon visage, danse, se retourne sans cesse,
Mais où qu’il aille, toi nksi, va avec lui.
86 É TUD ES BAKONGO

C e p e n d a n t l ’e n fa n t d ’a u tru i, é tra n g e r à cette affa ire,

N e le m a n g e pas.

10 . E t certes, si m o i q u i p ossèd e m es en fan ts,

Je fa isa is le n d o k i, d a n sa n t et m e reto u rn an t,

D a n s ce cas, ô n k is i, re v ie n s v e rs m o i.

Q u ic o n q u e à u n g rie f à m e rep ro ch e r

N ’a q u ’à v e n ir m e ré cla m e r la d ette, je la p a ie ra i;

15. M a is s ’il ne ré cla m e p as, c ’e st lu i le co u p a b le .

D a n s ce cas, n k isi, d év o re cet h o m m e !

Q u ’il s o it étra n g er o u q u ’il so it u n d es n ô tres,

Si d a n s son c œ u r il m e ja lo u se , et m é d ite co n tre m o i

q u e lq u e m a u v a is p arti,

Q u ’il n e reste p a s d e b o u t, su s à lu i !

20. F ais-en ta p âtu re, m o n ch e r !

E h , m o n n k isi, son c la n à lu i,

N e tto ie , n e tto ie -le ! b a la ie , b a la ie -le !

E t q u e lu i-m ê m e n e m a n g e p as le s m ets d é fe n d u s !

S ’il en m a n g e , q u ’il h a lè te et p erd e le s o u ffle .

25. C e lu i q u i a v isé u n h o m m e , c ’est ce lu i-là q u i d o it p artir.

M o i, tel q u e m ’o n t m is a u m o n d e m o n p ère et m a m ère, tel

je su is. (J’ig n o r e l ’a rt d e la s o rc e lle rie .)

Je sa is u n e ch o se :

L ’e n fa n t q u e j ’a i en g en d ré, je lu i d o n n e à m a n g e r

A v e c d es m a in s p ro p res, av ec d es o n g le s co u p és.

30. C ’e s t e n c o r e a in s i q u e je d o n n e à m a n g e r à l ’e n f a n t d ’a u t r u i,

S i b ie n q u ’il n e ressen t n i m a u x d e tête, n i m a u x de ven tre,

Q u ’il d ort tra n q u ille et n e se ré v e ille q u 'e n p le in m id i.

M a is c e lu i-là q u i re g a rd e u n h o m m e d ’u n d o u b le reg a rd

Il le re g a rd e d ’u n œ il h o m ic id e .

35. M o i, je re p a is m es en fa n ts d e fe u ille s de m a n io c,

Je n e rech erch e p a s la v ia n d e ;

Je n e to u ch e p a s au p la t d e v ia n d e h u m a in e .

L ’e n n e r n i, s ’il m e d e m a n d a it ce q u i lu i est d û ,

E t si je re fu sa is,

40. Il p o u rra it p re n d re son b ie n de fo rce, ce se ra it ju s tic e ;

M a is m o i je n ’ai d e d ettes en v ers p erso n n e.

Si d o n c, il se d it : « C et h o m m e -là est s e u l,

Q u i p re n d ra sa d éfen se ? »

E t si n o u s p a y o n s le s d ettes d ’a u tru i,

45. D a n s ce cas, n k isi, q u e fera s-tu ? — T u e !

L ’e n f a n t d ’a u t r u i est l ’e n fa n t d ’a u tru i,
RELIGION ET MAGIE 87

M a is d a n s le c la n de cet h o m m e -là , .

N e tto ie , n etto ie ! b a la ie , b a la ie !

Q u ’ils n ’y resten t p as cin q , q u ’ils n ’y resten t p as tro is,

50. Q u ’ils n ’y resten t p a s d e u x , q u ’il n ’y reste p a s seul !

A llo n s ! P o u rsu is

J u sq u e d a n s ses terres ce lu i q u i v ie n t jeter des m a lé fice s

d a n s m o n ch a m p ,

E t q u i m e reg a rd e c o m m e u n e p ro ie san s d éfen se,

V a s-y , su is -le !

55. C et h o m m e n e l ’é p a r g n e p as, eh ! m o n n k isi !

M ê m e s ’il é ta it de m a lig n é e

O u q u e lq u ’u n d e m es p a re n ts é lo ig n é s.

P o u rsu is-le , q u ’il d isp a ra isse !

A y a n t p r o f é r é ces i m p r é c a t i o n s , l ’a n c i e n va c h e r c h e r
d es b i k a n d u , p l a n t e s q u i o n t u n r a p p o r t d i r e c t a v e c le
f é tic h e , e t les p l a c e s u r les s e n t i e r s q u i m è n e n t a u v illa g e .
Si l 'e n n e m i v e n a i t à p a s s e r s u r ces p l a n t e s , le fé tic h e le
saisirait aussitôt.

Loka sans nkisi (m panda).

D a n s le p a r a g r a p h e p r é c é d e n t l ’h o m m e e x e rc e u n e
p u i s s a n c e s u r h u m a i n e p a r l ’i n t e r m é d i a i r e d ’u n o b j e t a r t i ­
ficie l, h a b i t a t i o n d ’u n e s p r it , q u ’il d o m i n e . M ais n os
B a k o n g o c r o i e n t q u e l ’a s c e n d a n t p o s s è d e u n e p u i s s a n c e
vitale s u p é r i e u r e p a r l a q u e l l e il p e u t d o m i n e r s o n d e s c e n ­
d a n t . P a r e n t s e t g r a n d s - p a r e n t s p e u v e n t l o ka u n e n f a n t
o u p e t i t - e n f a n t , s a n s r e c o u r i r à u n o b j e t m a g i q u e . C ette
a c t i o n s ’a p p e ll e l ok a m p a n d a .
U n fils r e f u s e d ’o b é i r à so n p è r e . C e lu i-c i r é p è t e l ’o r d r e .
Le fils r e f u s e d e n o u v e a u e n m a u g r é a n t . Le p è r e se fâ c h e ,
l ’i n j u r i e , v e u t f r a p p e r , m a i s le fils s’é t a n t e n f u i , il c o n t i ­
n u e à l ’i n j u r i e r e t à e x h a l e r d es p l a i n t e s a m è r e s . F i n a l e ­
m e n t il « f a it t o m b e r s o n c œ u r », se c a lm e . Q u e lq u e s
j o u r s a p r è s , la m ê m e s c è n e se p asse . La t r o i s i è m e fois le
p è r e c h a n g e d e t a c t i q u e et a u l i e u d ’i n j u r i e r , il s u p p l i e :
« O m o n fils, e n v é rité , m o i j e su is to n p è r e p a r N z a m b i
M p u n g u , q u i t ’a fa it a v e c tes o n g l e s et tes d o i g t s ». — « J e
88 É TUD ES BAKONGO

t ’e n s u p p l i e , m o i to n p è r e , p a r N z a m b i M p u n g u , v a d o n c
e t o b é is ».
M ais le fils a le c œ u r e n d u r c i , il r é s is te a v e c i n s o l e n c e .
U n j o u r il e x c è d e t o u t e l i m i t e e t fro is s e s o n p è r e « d a n s
l ’i n t i m e d e s o n c œ u r ». A lors c e lu i- c i u l o k a m p a n d a :

M b a ri k ie le k a ,

N d ia n u k a m o n o k o ta t’a k u !

N z a m b i M p u n g u u k u g a n g a n za la y e n le m b o ,

N g a go m o n o k w a n d i n k e d i a k u ,

N g e k eti u ta m b isi, u b o n g a ?

K e ti u sa la , u k e la ?

N g e k eti b a k en to b a k u b a m b u k ila m b u n d u ?

K e ti u g o g a d ia m b u di to n d a b a n g a n g a ?

D i to n d a b a m fu m u ?

N d a w e y u n g a n a k w a k u !

In d iv id u en v é rité ,

E h b ie n so it, m o i, je n e su is p a s to n p ère !

P a r N z a m b i M p u n g u q u i t ’a fa it a v ec tes d o ig ts et tes o n g les,

S i m o i je s u is to n p ère

T o i tu era s-tu u n e b ête, la p ren d ra s-tu ?

V iv ra s-tu et te su rv iv ra s-tu ?

L e s fe m m e s p e n se ro n t-e lle s à toi ?

D ira s-tu u n e p a ro le q u i p la is e a u x sages ?

Q u i p la is e a u x ch efs ?

V a -t’en , v a errer so lita ire !

Q u a n d il a f i n i de p r o n o n c e r c e tte m a l é d i c t i o n , il se
f r o tt e d ’u n e m a i n le s o m m e t d e la tê te . P u i s il se lie le
p a g n e e n t r e les j a m b e s e t d i t , e n f a is a n t le g e s te d ’y m e t ­
t r e q u e l q u ’u n : « V o is -tu , j e t ’ai m i s e n t r e m e s j a m b e s . »
11 f r a p p e tro is fois s u r sa c u is s e et f r a p p e e n s u i t e ses m à i n s
l ’u n e c o n t r e l ’a u t r e . T r o i s fois il e n t r e d a n s sa m a i s o n en
c l a q u a n t la p o r t e e t e n s o r t e n l ’o u v r a n t l a r g e m e n t .
Le fils « u l o k u » = o b j e t de ce l oka, s ’e n va. N l o k o unla-
m i n i . L e n l o k o s ’est c o llé à lu i. 11 n ’a p l u s d e r e p o s n i d e
bonheur.
Ses m è r e s i n t e r v i e n n e n t et l ’e x h o r t e n t à d e m a n d e r
RELIGION ET MAGIE 89

« l u g e r n b a » la l i g n e b l a n c h e d e la p a i x . U n j o u r le fils
se d é c id e e t a n n o n c e sa v is ite à s o n p è r e . Il a p p o r t e u n e
p o i d e e t u n e c a le b a s s e d e v i n d e p a l m e , s’a g e n o u i l l e
d e v a n t son p è r e et d i t : « J e s u is v e n u p o u r la p a i x , j e la
d e m a n d e . » D e b o u t le p è r e l o n g u e m e n t r e g a r d e s o n fils
i m m o b i l e , les y e u x fixés a u sol. 11 f i n i t p a r d i r e :

D i n te le . d i m v u tw e le ,

G a n ta n d u lu d im i n g o g e le ,

K ’ig o g a m u n si lu d im i ko,

N d a y en d i,

T a m b a k a la ,

T a n k en to ,

G o g a k v ra k u d i to n d a b a m fu m u ,

D i to n d a b a n g a n g a !

C e q u e j ’a i d it, je le re tire .

C ’e s t au -d essu s de la la n g u e q u e j ’a i p a rlé,

Je n e p a rla is p a s en d esso u s d e la la n g u e ( ‘ ).

A in si v a don c,

T u e le g ib ie r m â le,

T u e le g ib ie r fe m e lle ,

D is d es p a ro le s q u i p la is e n t a u x ch efs,

O u i p la is e n t a u x sages !

11 se lie de n o u v e a u le p a g n e e n t r e les ja m b e s , s a is it
s o n fils et le fa it « e n t r e r e t s o r t i r », c ’e s t-à -d ire , p a s s e r
e n t r e les j a m b e s . Il p r e n d u n fu sil et, a p r è s a v o i r v isé, le
lu i p r é s e n t e e n d i s a n t : « Va e t r e v ie n s a v e c u n e c u is s e
d ’a n t i l o p e s u r l ’é p a u le . »
L e fils s’e n v a , l i b é r é d u t e r r i b l e c a u c h e m a r ; à la p r e ­
m i è r e o c c a s io n il i r a c h a s s e r e t r a p p o r t e r a d u g i b i e r à
son p ère.
J ’ai e n t e n d u d es c e n ta i n e s d e cas d e l o k a m p a n d a
a c c o m p l i s p a r les p a r e n t s o u les g r a n d s - p a r e n t s . D a n s
t o u s les cas, le s u j e t a été p r i s p a r le n l o k o . P a r t o u t , à la
c h a s s e , a u m a r c h é , la m a l c h a n c e le p o u r s u i v a i t , j u s q u ’à

i1) J’ai parlé à la légère, je ne parlais pas sérieusement.


90 É TUD ES BAKONGO

ce q u ’il r e v î n t d e m a n d e r p a r d o n . A u t o s u g g e s t i o n .. . o u
q u o i ? M ais le fa it est là.

Loka kibuti.
Loka de la part d’un oncle m aternel à l’égard d’un neveu
ou d’une nièce.

C ’est d a n s les a f f a ir e s d u m a r i a g e q u e le cas se p r é ­


s e n te . L e m a r i a g e c ’est l ’u n i o n d e d e u x i n d i v i d u s m a i s
a u s s i d e d e u x c la n s , p o u r a t t e i n d r e le b u t e s s e n tie l : a v o ir
d e s e n f a n t s e t a i n s i m a i n t e n i r le c l a n . C e u x q u i n é g o c i e n t
c e tt e a f f a i r e c a p it a le , ce s o n t a v a n t t o u t les o n c le s m a t e r ­
n e ls d e s f u t u r s c o n j o i n t s . L a c o n c l u s i o n d u c o n t r a t e x ig e
q u e le c l a n d u f i a n c é l i v r e à la p a r e n t é d e la f i a n c é e d u
v i n d e p a l m e , d e la v i a n d e a v e c des os, et d e l ’a r g e n t . Ces
p a r e n t s s o n t p a r f o i s n o m b r e u x et d iffic ile s à c o n t e n t e r ;
p o u r t a n t il i m p o r t e g r a n d e m e n t de les s a tis f a ir e ; c a r l o r s ­
q u e la f i a n c é e se r e n d c h e z so n m a r i t o u s d o i v e n t p r o n o n ­
c e r d u f o n d d u c œ u r la f o r m u l e d e b é n é d i c t i o n :
N d a w e n d a ,

U b u ta , u le la ,

U sa la , u k e la ,

U tu to m b o la !

V a d o n c,

A ie d es en fa n ts et so is h eu reu se,

V is et su rv is-to i,

F a is-n o u s re v iv re en tes en fan ts !

Si t o u t e s les v o l o n t é s s o n t d ’a c c o r d , le m a r i a g e sera
fé c o n d . Si u n seu l d a n s s o n c œ u r s’y o p p o s e , il y a u r a des
m i s è r e s . Si q u e l q u ’u n m a u d i t (l o ka et a u s s i s iba), la f e m m e
n e g a r d e r a p a s ses e n f a n t s . C r o y a n c e s e t p r a t i q u e s s o n t
c o n n u e s , et les fa its s o n t là. J ’e n c o n n a i s d es d o u z a in e s . E n
v o ic i d e u x .
E n 1 9 17, E. B. é p o u s e M. S. Q u a t r e m o i s a p r è s , p r e m i e r
a v o r t e m e n t . E n 1 9 1 8, n a i s s a n c e d ’u n e n f a n t , m o u r a n t
u n e h e u r e a p r è s . E n 1919 e t 1920, t r o is a v o r t e m e n t s . E n
s e p t e m b r e 1921 le m a r i v i e n t m e r a c o n t e r ses m a l h e u r s
RELIGION ET MAGIE 91

e t m e p r i e d ’a r r a n g e r l ’a f f a i r e av e c l’o n c l e m a t e r n e l de
sa f e m m e . C elle-c i m e c o n f i r m e q u e son o n c le l u i est h o s ­
tile : « il n e v e u t p a s q u e j ’a ie d ’e n f a n t . »
La p a r e n t é d e s d e u x c o n j o i n t s est c o n v o q u é e . D e c h a ­
q u e c ô té o n r a c o n t e l ’h i s t o i r e d u m a r i a g e e n c a u s e , avec
to u te s les c i r c o n s t a n c e s a n t é c é d e n t e s , c o n c o m m i t a n t e s et
s u b s é q u e n t e s . P e r s o n n e n ’a v o u l u q u e le b i e n d e s é p o u x .
M ais le m a l h e u r est là. Q u i p e u t e n c o n n a î t r e la c a u s e ?
L ’o n c l e m a t e r n e l a c c u s é p a r les c o n j o i n t s n ’a p a s
b r o n c h é . J e p o s e à c h a c u n la m ê m e q u e s t i o n r i t u e l l e :
« A s -tu m a n g é ? e s - tu s a tis fa it ? » — C h a c u n à so n t o u r
r é p o n d : « J ’ai m a n g é , j e s u is s a tis fa it. J e d é s i r e u n e
s e u le c h o s e , q u e ces d e u x é p o u x a i e n t des e n f a n t s e t s o ie n t
h e u r e u x . » — Q u a n d j ’a r r i v e à l 'h o m m e v isé, j e l u i p o se
la q u e s t i o n e n le f i x a n t d a n s le b l a n c des y e u x ; il r é p o n d
a v e c c o lè r e : « J ’ai m a n g é , m a i s j e n ’ai p a s r e ç u le k i l e m b a
( — c a d e a u d e c o n s o l a t i o n ) a u q u e l j ’av a is d r o i t . »
La p a r e n t é d u m a r i n ie ce d r o i t . E n q u ê t e fa ite , le c a d e a u
l u i a v a it é té p r o m i s , m a i s j a m a i s d o n n é m a l g r é ses
d e m a n d e s r é it é r é e s . F r u s t r é , il a v a it loka. S u r le c h a m p
j ’e x i g e q u ’o n l u i p a i e la v a l e u r d u c a d e a u p r o m i s e t lui
d e m a n d e d e m e t t r e s o n c œ u r à l ’u n i s s o n av e c les a u t r e s .
Il n e f a it a u c u n e o b j e c t i o n e t d i t : « M a i n t e n a n t j e le d is
d ’e n d e s s o u s d e la l a n g u e , e t m a p a r o le v a et n e r e v i e n t
p a s ; allez d o n c , ayez des e n f a n t s , soyez h e u r e u x , e t faites
v iv re m o n n o m d an s vos d escen d an ts. »
D ix m o i s a p r è s , u n p r e m i e r e n f a n t n a q u i t ; u n
d e u x i è m e e t u n t r o i s i è m e o n t s u iv i; d e b e a u x e n f a n t s . E n
1 929 la f e m m e a e u u n a c c i d e n t . D e p u is lo rs elle n ’a p l u s
e u d ’e n f a n t .
U n d e u x i è m e cas. E n 19 14 , A. Z. é p o u s e M. T. Le p a r e n t
p r i n c i p a l d e la f e m m e s’é t a i t o p p o s é a u m a r i a g e , à c a u s e
d ’u n e v ie ille p a l a b r e e n t r e les d e u x c la n s . Mais d e v a n t les
o b j u r g a t i o n s d es j e u n e s , il a v a it cé d é et d i t : « F a ite s
c o m m e v o u s l ’e n t e n d e z , j e n e v e u x p a s d ’i n i m i t i é d a n s
m a p a r e n t é . » C ’est e n m a u g r é a n t q u ’il a v a it a c c e p té u n e
92 ÉT U D E S BAKONGO

p a r t i e d e la m o n n a i e , e t il a v a it r e f u s é la v i a n d e . — D ix
a n s se p a s s e n t . P a s d ’e n f a n t s . Le m a r i e s t « c h a n s o n n é »
c o m m e i m p u i s s a n t . U n j o u r il v i e n t m e t r o u v e r e t m e
d é c la r e e n a v o i r assez; il p l a n t e r a là sa f e m m e et i r a c h e r ­
c h e r d u t r a v a i l à L é o p o ld v ille . Sa f e m m e m e r a c o n t e p a r
le m e n u t o u te s les c i r c o n s t a n c e s d u m a r i a g e . J e c o n v o q u e
les d e u x p a r t i e s et j e p a r v i e n s à d é l i e r le f r o n t ( = c a l m e r
la c o lè r e ) d u p a r e n t p r i n c i p a l . 11 m a n g e et b o it e t p r o ­
n o n c e les p a r o le s r i t u e l l e s . U n a n a p r è s u n b e a u g a r ç o n
est n é et a vécu.
E n c o r e u n e fois, a u t o s u g g e s t i o n o u q u o i ? M ais les fa its
s o n t p a t e n t s . J ’e n c o n n a i s u n g r a n d n o m b r e , b i e n v é r i ­
fiés, o ù le l o k a d ’u n o n c l e m a t e r n e l e m p ê c h a i t a i n s i la
n iè c e d ’a v o i r d es e n f a n t s . Ne p e n s e z p a s q u ’elle u n i t sa
v o l o n t é à c e lle d e s o n o n c le . N o n , elle d é s i r e a r d e m m e n t
a v o i r d e s e n f a n t s e t fa it t o u t p o u r e n a v o ir.
Le p è r e a é g a l e m e n t le p o u v o i r v ita l s u p é r i e u r q u i lui
p e r m e t d ’e n t r a v e r la f é c o n d i t é de ses e n f a n t s , m a i s il
l ’e x e rc e b e a u c o u p p l u s r a r e m e n t .
Les p a r e n t s q u i « l o k a » l e u r s e n f a n t s , les o n c le s m a t e r ­
nels q u i a y a n t d ro it su r le u r lig n ée e m p ê c h e n t p a r
l ok a l e u r s n iè c e s d ’a v o i r d es e n f a n t s , u s e n t d e l e u r p o u ­
v o i r s u p é r i e u r se lo n le d r o i t et la c o u t u m e . Ils o n t c e p o u ­
v o i r p a r le s a n g ; e n d é p e n d a n c e d e l ’a n c ê t r e p r i m i t i f et
d es a u t r e s q u i d o m i n e n t le c l a n . Ils n e s o n t p as d es n d o k i ,
n ’e x e r c e n t p a s la k i n d o k i . M ais l e u r p o u v o i r n o u s a i d e à
c o m p r e n d r e la k i n d o k i .

La kindoki dans le clan.

Les B a k o n g o la d i s t i n g u e n t f o r m e l l e m e n t d e c e lle q ui
est é t r a n g è r e a u x l ie n s d u s a n g , d e la k i n d o k i to u t c o u r t .
L a k i n d o k i m u n a k a n d a est i n h é r e n t e à la c o m m u n a u t é
d u s a n g e n t r e les m e m b r e s d u c l a n . C e tte c o m m u n a u t é
d a n s la p a r e n t é u t é r i n e fa it q u e les m e m b r e s o n t e n t r e
e u x u n p o u v o i r v ita l les u n s s u r les a u t r e s , e t s’ils s o n t
RELIGION ET MAGIE 93

p o u s s é s p a r la h a i n e , l ’e n v i e , o u la p e r v e r s i t é , ils p e u v e n t
e x e r c e r ce p o u v o i r p o u r s ’a p p r o p r i e r (dia = m a n g e r ) le
s a n g d u c œ u r d ’u n p a r e n t et a i n s i le t u e r . R i g o u r e u s e ­
m e n t p a r l a n t , ils p e u v e n t l ’e x e r c e r d a n s la l i g n e d i r e c t e ;
m a i s e n g é n é r a l les B a k o n g o d i s e n t q u ’il n ’e st e x e rc é q u e
d a n s les l i g n e s c o lla té r a le s .
C ’est p o u r e x c lu r e d es c r i m e s d e c e tte n a t u r e , q u e l ’exo-
g a m i e e st si r i g o u r e u s e . C e tte loi a t r o i s e x p r e s s i o n s q u i
m o n t r e n t b i e n la c r o y a n c e à la k i n d o k i m i m a k a n d a :
b a n k w a m e n g a m a m o s i ka b a k w e l a n a ko, c e u x q u i o n t
le m ê m e s a n g n e p e u v e n t se m a r i e r e n t r e e u x ; m e n g a
m a m o s i ka m a z o l a n a ko, les m ê m e s s a n g s n e p e u v e n t
s ’e n t r ’a i m e r ; k u l o k a n a k u na , ka b a k w e l a n a ko, là o ù
il y a le p o u v o i r m u t u e l de loka, ils n e p e u v e n t se m a r i e r .
D e c e tte c r o y a n c e , c o m m e d ’u n e p r é m i s s e é v i d e n t e , ils
t i r e n t u n e c o n s é q u e n c e i m m é d i a t e ; à la m o r t d ’u n e n f a n t
d ’u n e f e m m e lib r e , les b i b u t i , p a r e n t s u t é r i n s , b a di di ,
l ’o n t m a n g é . Ils d o i v e n t i n d e m n i s e r le p è r e p o u r la p e r t e
d e l 'e n f a n t .
V oici d e u x fa its q u i r e n d r o n t p l u s s a is is s a b le le m o u v e ­
m e n t d e l e u r p e n s é e d a n s ce d o m a i n e o b s c u r .

Un récit d’enfant.

U n j o u r , m o n c h e f - c a t é c h i s t e v i e n t m e d i r e : « P è r e , il
f a u t e n t e n d r e Y ., p o u r u n e g r a v e a f fa ire . »
— Q u e lle a f f a ir e ?
— C elle d e sa t a n t e P e m b a .
Et L o u is m e r a c o n t e p a r le d é ta il sa p r e m i è r e e n t r e v u e
av ec c e t e n f a n t .
J e l ’i n t e r r o m p s :
— Ce n ’e s t p a s p o s s ib le . C ’e s t v o u s q u i in terp ré tez
a in s i les d i r e s de l ’e n f a n t .
— N o n , j e v o u s l ’a s s u re , j e n e v o u s r é p è t e q u e ce q u ’il
m ’a d it.
— B on , p r e n e z l ’e n f a n t a v e c u n t é m o i n , f a ite s - lu i t o u t
94 É TUD ES BAKONGO

r a c o n t e r d e n o u v e a u , e t é c riv e z e x a c t e m e n t ce q u 'i l d i r a ,
sans c h a n g e r u n e ex p ressio n , n i u n m o t. »
Y a la , c e t e n f a n t , a n e u f a n s e t d e m i . Sa c o m p a g n e ,
N s o n a , a h u i t a n s . L es a u t r e s e n f a n t s m e n t i o n n é s o n t d e
d o u z e à q u a t o r z e a n s , ce s o n t d es c o u s i n s et c o u s i n e s .
P e m b a est sa t a n t e ; elle n ’a p a s d ’e n f a n t s ; e lle e s t p o u r
l u i c o m m e u n e s e c o n d e m è r e ; il l ’a p p e ll e m a m a n . Sa
m è r e M a n g a a c i n q e n f a n t s e n vie.
Voici la t r a d u c t i o n fid è le d e s o n r é c it.

— M a m a n P e m b a n o u s e n v o y a a v e c co u sin e N so n a ch e rc h e r

d u b o is d e ch a u ffa g e . E n ro u te N so n a m e d it : C ’e st to u jo u rs

la m ê m e ch ose, q u a n d je v ie n s en v isite ch e z m a m a n P e m b a ,

je n e lu i v o is ja m a is d ’en fan ts.

M o i : M a m a n P e m b a n e sa u ra it p lu s a v o ir d ’e n fa n ts . S o n

tem p s est p assé.

N so n a a lla a u ssitô t ra p p o rter ces p a ro le s à m a m a n P e m b a

et lu i d it : M a m a n , est-ce q u e Y a la est ton en fa n t ?

M a P e m b a lu i ré p o n d it : C ertes, Y a la est m o n en fan t.

N so n a ré p liq u a : T u d is q u ’il est ton en fan t. C o m m e n t p eu t-il

a lo rs d ire d es ch o ses p a re ille s ?

M a P e m b a : Je n e sa u ra is éco u ter v o s e n fa n tilla g e s .

N so n a : Je n e m e n s p as, je n e sa u ra is m e n tir d a n s d es p a la ­

b res d e cette sorte.

N o u s re v în m e s à la m a iso n . M a m a n P e m b a m e q u e stio n n a

b ea u co u p , m o i Y a la . Je n ia i, je n ia i fo rtem en t.

M a m a n P e m b a a p p e la N so n a et lu i d it : T u m ’a s m e n ti.

Y a la n ’a p a s p ro n o n cé ces m ots.

N so n a m e d it : C o m m e n t tu n ’a s p a s p a rlé c o m m e ce la ?

C ’e s t m o i q u i m e n s ? A u j o u r d ’h u i c ’est d im a n c h e , q u e D ie u

te p re n n e !

N o u s en re stio n s là . M a is le jo u r su iv a n t m a m a n P e m b a a lla

a u c h a m p . N o u s re stio n s a u v illa g e . M a is la fa im n o u s p rit,

n o u s n o u s d isio n s : « A llo n s , su iv o n s m a m a n , p eu t-être p ré-

p a re -t-e lle d es p a in s d e m a n io c, n o u s m a n g e ro n s ». N o u s tro u ­

v io n s m a m a n P e m b a ; e lle n o u s d o n n a u n e c h ik w a n g u e . E n su ite

n o u s n o u s m îm e s à jo u e r.

M a is la m a m a n n o u s a p p e la b ie n tô t; n o u s é tio n s là to u s le s

s ix , a v ec le s a u tres co u sin s. E lle c o m m e n ç a : v o y e z v o u s au tres,


RELIGION ET MAGIE 95

q u a n d l ’a u tr e io u r j ’a i e n v o y é Y a la et N so n a et N zeza au b o is

de c h a u ffa g e, ils n ’o n t fa it q u e m e m é p ris e r.

— E h ! M a m a n , co m m e n t o n t-ils p u te m é p rise r ?

M a m a n ra co n ta d e n o u v e a u l ’h isto ire .

A lo rs le s co u sin s : E st-ce v ra i N so n a ?

N so n a : C e q u e je n ’ai p a s en ten d u , je ne s a u ra is le rép éter.

C ’e st v ra i.

L e s c o u sin s : E st-ce v ra i, Y a la ?

M o i je n ia i, je n ia i fo rtem en t.

A lo rs la m a m a n : V o y e z-v o u s, il cra in t n os y e u x . P re n e z-le

à l ’é c a r t, v o u s, ses c o u sin s, et q u e stio n n e z-le .

D ia ta m e p rit a v e c lu i et m e q u e s tio n n a . Je lu i ré p o n d is :

C e q u e j ’a i d it, n ’e st p as d e m o i.

D ia ta : M a is ce q u ’a d it N son a, n ’est-ce p as q u e tu l ’as n ié ?

M o i : E n effet je n ’a i p a s av o u é, à cau se d es au tres. J ’a v a is

h o n te a u x y e u x .

D ia ta : B o n , ce q u e tu as d it, est-ce v ra i ? L e sa is-tu ?

M o i : O u i, c ’e st v ra i, je le sa is.

D ia ta : A lo rs est-ce q u e m a m a n P e m b a 11e p eu t p lu s e n fa n te r

d u to u t ?

M o i : N o n ; je n ’ai p a s d it ce la .

D ia ta : A lo rs q u a n d est-ce q u e m a m a n p eu t a v o ir u n e n fa n t ?

M o i j ’e n su is v e n u à d ire ceci : q u a n t à m a m a n , d e u x m o is

n o u s b u v o n s d u sa n g , le tro isiè m e n o u s n e b u v o n s p a s d e san g.

A lo rs D ia ta s ’e n a lla v ite ; il a lla ra p p o rter ces p a ro le s à

m a m a n . P u is il re v in t v e rs m o i.

— T o i, Y a la , tu es u n p e tit g a rço n ; c ’est p a r e n fa n tilla g e q u e

tu d is ces ch oses.

M o i : M o i j ’e n te n d s ces ch oses; c ’ est, en an cie n , (m w kim -


buta = à la faço n d ’u n an cien , d ’u n h o m m e m û r) q u e j ’e n te n d s

cela . M ais, p e u im p o rte , m o n a în é, reg a rd e-m o i.

D ia ta : P a rle san s p eu r; si tu v e u x q u e lq u e ch ose, d em a n d e-le.

D e m a n d e -le à n o u s; n o u s te le d o n n ero n s.

M o i ; C ’e st b ie n , m o n aîn é; ces d e u x m o is je le s ai é ta b lis

(co m m e p a r u n ju g e m e n t), n o u s b u v o n s d u san g; il n ’y en a u ra

p as d ’a u tr e s ; le tro isiè m e n o u s n e b u v o n s p as d u san g.

O u i, je v e u x u n e ch ose, u n e n fa n t q u e m a m a n P e m b a

en fan te ; m o i je v e u x v o ir le s en fan ts de m a m a n P e m b a ; avec

m oi ils d em eu rero n t; le s m a m a n s sont c o m m e des d éch ets de

ca n n e s à su cre, p rès d u m a rc h é (= e lle s sont v ie ille s ).

L ’aîn é D ia ta a lla d e n o u v e a u ra p p o rter ces ch oses à m a m a n .


90 É T U D E S BAKONGO

E lle m ’a p p e la et m e d it • P re n d s un b âton n et, in e ts-le m o i

su r la p o itrin e et su r le dos. Je p ris a lo rs le b âton n et, je le lu i

m is su r la p o itrin e et su r le d o s (p ou r sig n ifie r q u e je d isa is

la v é rité ).

M a m a n : P a rto n s m a in te n a n t. M a is v o u s au tres, le s en fan ts,

(sa ch ez-le) c e s a ffa ire s n o u s n e le s m o n to n s p a s a u v illa g e . A p e r ­

son n e, en ten d ez-vo u s, v o u s n e le s d ire z, v o u s ne le s d ire z p a s

m ê m e à m o n m a ri.

P u is e lle d it à N zeza : P re n d s u n e h o u e, creu se u n tro u , n o u s

en terro n s cette a ffaire.

E t ap rès ce la n o u s so m m e s re v e n u s a u v illa g e . N o u s a v o n s

g a rd é le sile n c e . P a s u n e fo is n o u s n ’a v o n s cau sé d e cela .

M a is m a m a n P e m b a a eu ses règ les. P e n d a n t ces d eu x m o is

n o u s é tio n s à l ’a n c ie n n e m a iso n : n o u s so m m e s en trés d a n s la

n o u v e lle m aiso n ; d a n s la n o u v e lle m aiso n , m a m a n a eu en co re

ses rè g le s p o u r la tro isiè m e fo is.

M a is le tro isiè m e jo u r e lle a lla à l ’e a u et q u a n d e lle rem o n ta ,

e lle d it : E n fa n ts, a lle z, ra p p o rte r le s c h ik w a n g u e s , ch a c u n

c in q . T o u s p artiren t. M a m a n m e re tin t : E h Y a la , p ère, m o i je

su is to m b é e d a n s m e s règ les. M o i je g a rd a is le s ile n c e . E lle a lo rs

d it : V o u s au tres, su r la p la c e d u ju g e m e n t, v o u s a m en e z d es

m isè re s et en co re d es m isè re s. M a is a u j o u r d ’h u i, m o i a u ssi, je

v a is m e tu er. Je la is se la terre de v o u s au tres.

Je co u ru s a p p e le r l ’aîn é N zeza .

M a m a n , en p a rla n t a in si, p le u ra . E lle d it à N zeza : V o is ces

affaires q u e n o u s a v o n s eu es d a n s la v a llé e , q u a n d cet en fan t

d it : D e u x m o is n o u s b u v o n s d u san g, le tro isiè m e n o u s ne

b u v o n s p lu s. O r v o ici q u e je s u is v e n u e a u tro isiè m e m o is; j ’ai

d e n o u v e a u m es règ le s. M a is to i, N zeza, d e m a n d e à Y a la ,

q u e lle s p en sées il p o rte d a n s son cœ u r.

A lo rs N zeza m e q u e s tio n n a . Je g a rd a is le s ile n ce .

M a m a n se re m it à p le u re r et p rit un co u te au , p o u r se tu er.

Je lu i d is : M a m a n , n e fa is p a s ce la .

E lle s o rtit, en tra d a n s la g ra n d e m a iso n , se re v ê tit de ses b o n s

h a b its .

V o y a n t ce la , je e o u ru s a v e rtir Z ... C e lu i-c i v in t et s ’e m p a r a

d u co u te a u . M a m a n so rtit et c o u ru t v e rs l ’e a u . Je la s u iv is,

m a is e lle m e ch assa.

N o u s la su iv îm e s tou t d e m ê m e . E lle m o n ta d a n s u n arb re,

et se n o u a u n fic h u a u to u r d u co u p o u r se p e n d re . N o u s criâ m e s

et m o n tâ m e s et la fîm e s d escen d re et re v în m e s avec e lle au

v illa g e .
RELIGION ET MAGIE 97

Q u a n d l ’e n f a n t e u t f in i ce ré c i t , le c h e f c a té c h i s t e e n
c o n t r ô l a les d é ta ils e n i n t e r r o g e a n t ses c o m p a g n o n s , s u r ­
t o u t NI. le p l u s i n t e l li g e n t.
P u i s il se m i t à h a r c e l e r le p e t i t Y ala p o u r d é c o u v r i r le
f o n d d e sa p e n s é e e t l ’o r i g i n e d e la p a l a b r e .
Il f a u t a v o i r p r é s e n t à l ’e s p r i t q u e m a m a n P e m b a n ’a
p a s d ’e n f a n t s ; elle e s t d o n c m a l h e u r e u s e , m a i s son m a r i
est r i c h e .
L a m è r e d e Y ala, M a n g a , a u c o n t r a i r e , a é p o u s é u n
p a u v r e , m a i s elle a b e a u c o u p d ’e n f a n t s .
E n t r e ces d e u x soeurs les m o t i f s de se j a l o u s e r s o n t t o u ­
j o u r s à l ’a v a n t - p l a n d e l e u r c o n s c ie n c e , et les p a r o le s a m è ­
re s s o n t t o u j o u r s s u r le b o u t de la l a n g u e . Elles s o n t b i e n
B a k o n g o t o u t e s d e u x . Yala est u n e n f a n t trè s év e illé, il a
e n t e n d u b e a u c o u p de p l a i n t e s , d es s o u p ç o n s p l u s o u
m o i n s v o ilés a u s u j e t d e p r a t i q u e s m a g i q u e s , d ’e n s o r c e l ­
le m e n t p a r jalo u sie.
Voici la t r a d u c t i o n presque l i tt é r a l e de son second
récit :

U n jo u r n o u s a llio n s av ec m a m a n M a n g a au c h a m p d e c o u r­

ges. S u rv in t N a. B ., l ’o n c l e m a te rn e l, a v ec u n p e tit p aq u et en

m a in s. 11 le ten d it à m a m a n , d isa n t : « P re n d s ce la ». M a m a n

é ten d it la m a in ; N a. B . d é lia le p aq u et. Je v is u n m o rcea u de

c h a ir av ec u n e p e a u h u m a in e .

A lo rs cette v ia n d e , est-ce q u e m a m a n l ’a m a n g é e, ou ne l ’a-

t-e lle p as m a n g é e ? Je ne le sa is.

M a is N a B . re v in t, p o u r re d e m a n d e r sa v ia n d e . M a m a n ne

lu i ré p o n d it p as. T ro is fo is N a B . re v in t à la ch arge.

U n jo u r n o u s é tio n s assis so u s le n sa fo u tie r. M a m a n m e d it :

E h Y a la , la grossesse d e m a m a n P e m b a n o u s a llo n s la m a n g e r.

M o i je ré p o n d is : « Je n e v e u x p as. L es en fa n ts q u ’e lle d o it

e n fa n te r d o iven t d e m e u re r a v ec m o i ».

M a m a n ne m e ré p o n d it p a s u n m o t. L e s jo u rs su iv a n ts e lle

m e n a K ... (la sœ u r a în é e d e Y a la m o rte d ep u is) a u v illa g e d e

N ..., o ù se tro u v a it m a m a n P e m b a . E n rou te, tou t en a lla n t,

e lle m o n tra à m a sœ u r d iffé re n te s h erb es le lo n g d u c h e m in ,

et lu i d it : « V o is ces h erb es, tu le s m o n trera s à m a m a n P e m b a ;


98 ÉT U D E S BAKONGO

e lle d o it m a n g e r le s u n es, à l ’e ffe t d e p o u v o ir en fan te r; le s

au tres, e lle d o it le s cu ire et s ’e n fro tter le co rp s ».

M a m a n re v in t ch e z n o u s. K ... resta ch e z m a m a n P e m b a , et

lu i d it : « V o is m a m a n P e m b a , m a m a n M a n g a a d o n n é ta g ro s ­

sesse à l ’o n c l e m a te rn e l ». U n au tre jo u r e lle d it à m a m a n

P e m b a : « D o n n e-m o i u n co stu m e, q u e je c o m m e n c e à lu tte r

p o u r to i, a u j o u r d ’h u i je u d i ».

M a m a n P e m b a d o n n e u n co stu m e à m o n a in ée.

L e so ir, l ’aîn ée d it à m a m a n P e m b a : « A u j o u r d ’h u i je u d i,

je m e co u ch e p a r terre ».

M a m a n P e m b a : « N o n , m o n te su r le lit ». M a i s K ... n e v o u lu t

p as. E lle v o u la it lu tte r s e u le m e n t p o u r o b te n ir u n e n fa n t à

m a m a n P e m b a , et rép éta (cou ch ée p a r terre, c a r d a n s la terre

se tro u v e n t le s an cêtres q u i d o n n e n t la féco n d ité a u x fem m es) :

« D o n n e-m o i u n e grossesse p o u r m a m a n ; toi p re n d s p o u r toi

le s m a rm ite s » (o ù p a r m a g ie on m a n g e la v ia n d e h u m a in e ).

M a is m a m a n P e m b a n ’a im a p a s d u tou t q u e K ... p a rlâ t a in si;

et K ... fin it p a r n e p lu s p a rle r.

F in a le m e n t e lle d it : « M a m a n M a n g a n e v e u t a b s o lu m e n t

p as ! » (q u e tu aies u n en fan t).

A lo rs m a m a n P e m b a reto u rn a ch ez e lle , et K ... resta ch e z

n ou s; e lle se co u ch a u n e se m a in e et m o u ru t.

A lo rs je m e s u is d it : « M o i a u ssi, je v a is essa yer la lu tte ,

p o u r q u e m a m a n P e m b a a it u n en fa n t ».

J ’a lla i à M ... ch e z e lle et lu i d e m a n d a i u n co stu m e et u n e

b o îte d e v ia n d e . Je reto u rn a i à II... ch e z m a m a n M a n g a . E lle

ne v o u la it rie n en ten d re. A lo rs à m in u it, a u m ilie u d e l ’o b s c u ­

rité , j ’a lla i ch e z m a m a n M a n g a , je lu i d is : « M a m a n , p ren d s

p o u r toi la p o u le et le s m a r m ite s , m a is à m o i, d o n n e la grossesse

de m a m a n P e m b a ».

M a is m a m a n n e v o u la it rie n en ten d re.

E n v o y a n t ce la , je re to u rn a i, et j ’a r r iv a i à M ... v e rs 2 h eu res

d e la n u it (la d ista n ce en tre K ... et M ... est d e 4 h eu res). C ’e s t

a lo rs q u e j ’a i d it : « D e u x m o is n o u s b u v o n s d u san g , le tro i­

s iè m e n o u s n ’e n b u v o n s p lu s ».

Je p en sa i : « Q u a n d je p a rle ra i a in si, p eu t-être v a -t-e lle o b é ir.

M a is e lle n e v o u lu t p a s o b é ir, et e lle eu t d e n o u v e a u son flu x

d e sa n g ».

C o m m e n t cet e n f a n t e n est-il a r r i v é à tis s e r u n e h i s ­


t o ir e p a r e i l le ?
RELIGION ET MAGIE 99

C h e z m a m a n P e m b a et c h e z m a m a n M a n g a il a e n t e n d u
b i e n d es c o n v e r s a t i o n s , se r a p p o r t a n t à la s té r ilité , à la
m a g i e , à la m a u v a i s e v o l o n t é d e la p a r e n t é . D u re s te ces
t h è m e s s o n t a g i t é s f r é q u e m m e n t d a n s to u te s les p a l a b r e s .
S a m è r e e s t p l u t ô t p a u v r e ; sa t a n t e est r i c h e . E lles n e
s’a i m e n t g u è r e . C h e z sa m è r e il a d es c o rv é e s . C h e z sa
t a n t e p a s d e c o rv é e s , m a i s d es c a d e a u x , d es g â t e r i e s
m ê m e . D e là c h e z l ’e n f a n t le d é s i r d e p r o c u r e r à sa t a n t e
la g r a n d e j o i e q u elle s o u h a i t e si a r d e m m e n t ; d e là u n
s o u p ç o n contre, sa m è r e q u i s e m b l e s ’o p p o s e r à ce b o n ­
h e u r ; ce s o u p ç o n se p r é c i s e . . . , elle est n d o k i . U n e fois
a r r i v é à ce s ta d e , l ’i m a g i n a t i o n d u p e t i t g a r ç o n va à la
d é r iv e . P o u r q u o i lu i n ’a u r a i t - i l p a s u n e p u i s s a n c e a n a l o ­
g u e p o u r le b o n h e u r d e sa t a n t e ? Il se c r o i t e n p o s s e ss io n
de c e tt e p u i s s a n c e . 11 e n fait l ’essai, il l u t t e . . .
Il c r o it t r è s s é r i e u s e m e n t q u ’à m i n u i t il é t a i t c h e z sa
m è r e à K ., et d e u x h e u r e s a p r è s c h e z sa t a n t e à M ., à p l u s
d e v i n g t k i l o m è t r e s de d i s t a n c e . Un n d o k i , e n effe t, se
t r a n s p o r t e s a n s f a t i g u e d a n s l ’a ir.

Une palabre de kindoki.

Voici u n s e c o n d f a it p o u r i l l u s t r e r la k i n d o k i d a n s le
clan .
A u d é b u t d e 19 33 j ’éta is à M b a n s a -M b a ta . S u r le c o u p
d e m i d i , u n c h r é t i e n a d u l t e f r a p p e v i o l e m m e n t à la p o r t e
de m a h u t t e e t m e c r ie : « P è r e , o n v e u t m e t u e r , sau vez-
m o i.
— Q ui v eu t vous tu er?
— T o u s les g e n s d u v illa g e .
— P o u rq u o i?
— Ils p r é t e n d e n t q u e j e s u is u n n d o k i , e t q u e j ’ai
m a n g é u n e telle, q u i a été e n t e r r é e h i e r so ir.
— C ’e s t b o n , re s te z ici, n o u s a l l o n s a v is e r . »

L e s o ir to u t le v i l la g e éta it p r é s e n t à la p a l a b r e . Les
100 ÉTU D ES BAKONGO

d e u x l i g n é e s q u i c o m p o s e n t la p o p u l a t i o n se s é p a r e n t
s p o n t a n é m e n t , e t p r e n n e n t p la c e d e c h a q u e c ô té d e la
n a t t e é t e n d u e a u m i l i e u . L ’a c c u s a t e u r r e la t e les fa its d e sa
p e r s é c u t i o n . Le v i e u x c h e f r é p o n d et, r e m o n t a n t à l ’o r i ­
g i n e d u c l a n , il f i n i t p a r d é c l a r e r q u e les d e r n i è r e s a n n é e s
la m o r t f a u c h a i t d a n s sa l i g n é e , m a i s q u e t o u s ces c a d a ­
v r e s é t a i e n t la p r o i e , n o n d e la m a l a d i e , m a i s d ’u n e
k in d o k i in ex p licab le.
J e l u i d is : « V o u s av e z o u v e r t des tê te s d e c h a u v e s -
s o u r i s e t v u d e s c h o s e s c a c h é e s ; v o u s av e z le d e v o i r de
r e c h e r c h e r les a u t e u r s d e s m a l é f ic e s e t d e p r é s e r v e r vo s
su jets. »
— C ’est a i n s i , r é p l i q u e - t - i l . Q u a n d n o u s a v o n s v u q u e
c h a c u n e des d eu x lig n ées de n o tre villa g e p e r d a it à to u r
d e rô le d e s m e m b r e s j e u n e s et v i g o u r e u x , n o u s a v o n s
p l e u r é e t e n t e r r é e n s e m b l e n o s m o r t s c o m m e il c o n v i e n t ,
s a n s r ix e s n i p a l a b r e s . M ais la s e m a i n e p a s s é e , u n e f e m m e
v ig o u re u se de n o tre lig n é e est to m b é e m alad e . N ous avons
fait les m a t a b u l a ( = r i t e o ù to u s les m e m b r e s d u c la n
j u r e n t q u ’il s o n t i n n o c e n t s d e la m a l a d i e e t v e u l e n t la
g u é r i s o n ) . M ais c e lu i - là (l’a c c u s a t e u r ) n ’y é t a i t p a s . N ou s
s o m m e s a llés c h e z le d e v i n . Il n o u s a d é c l a r é q u ’u n n d o k i
d u clan était en cause. N ous av o n s d o n c p ressé cet h o m -
m e - l à d ’a b a n d o n n e r sa p r o i e . 11 n o u s a i n j u r i é s . La m a l a d e
e s t m o r t e . N o u s l ’a v o n s e n t e r r é e h i e r . L u i n ’v é t a i t p as,
e t m a i n t e n a n t il est ici n o t r e a c c u s a t e u r . Q u ’il m e u r e !
L ’a c c u s a t e u r : « J e n ’y é ta is p as, p a r c e q u e v o u s av iez
d i t q u e si j ’y v e n a is , v o u s m e tu e rie z . D u r e s te , q u a n d
v o u s êtes allés c h e z le d e v i n , p e r s o n n e d e n o t r e l i g n é e
n ’é t a i t a v e c v o u s . T o u t e c e tte a f f a i r e a é té m o n t é e c o n t r e
n o u s p a r h a in e et en v ie. »
L e c h e f : « V o u s m e n t e z . L ’a u t r e j o u r , s u r la c o l l i n e
d ’a r g il e , est-ce q u e c e u x d e v o tr e l i g n é e c o m m e de la
n ô t r e n ’o n t p a s a v o u é ? »
L ’a c c u s a t e u r : « Ils o n t a v o u é , p a r c e q u e v o u s les avez
t e r r i f i é s p a r d e t e r r i b l e s m e n a c e s . L e u r a v e u n ’a p a s de
valeur. »
RELIGION ET MAGIE 101

Le c h e f : « V o us m e n t e z . E s t-c e q u e j ’a i t e r r i f i é m ê m e
les v ô tre s ? P è r e les v o ilà . I n t e r r o g e z - l e s v o u s - m ê m e . » Et
il m e d é s i g n e d a n s s o n g r o u p e u n j e u n e h o m m e e t u n e
j e u n e fille, et d a n s le g r o u p e d ’e n face d e u x v ieille s f e m ­
m e s e t u n g a r ç o n d ’u n e d o u z a i n e d ’a n n é e s .
J e les fais v e n i r . Ils s’a c c r o u p i s s e n t p rè s d e m o i , se p o u s ­
s a n t les u n s les a u t r e s et t o u t t r e m b l a n t s .

Le s ile n c e est a b s o lu . J e p r e n d s le j e u n e h o m m e à p a r t .
— E h b i e n m o n fils, de q u o i s ’a g it- il P
— De k in d o k i, m o n père.
— E st-ce q u e tu as t u é q u e l q u ’u n ?
— J e n e sais p a s .
— M ais le c h e f d i t q u e t u as a v o u é ?
— J e n e sais p a s. Ils d i s e n t q u ’ils o n t v u d e la c h a i r
h u m a i n e d a n s m o n ass ie tte . Q u e v o u le z - v o u s q u e j e d ise?
(k e ti bu:c isa ? av e u c a c h é .)

J ’i n t e r r o g e la j e u n e fille, m a i s elle n e r é p o n d r i e n . E lle


re s te i m m o b i l e c o m m e u n e s t a t u e . J e m ’a d r e s s e a u j e u n e
garçon :
— Et to i, m o n e n f a n t , a s - tu m a n g é d u c a d a v r e ?
— O u i.
— Q u i t ’a d o n n é l ’a s s ie tte ?
— Ma t a n t e .
— L a q u e l le ?
— C e lle -c i... Il m e d é s i g n e u n e des v ie ille s f e m m e s .

A la v ie ille d é s i g n é e j e d e m a n d e :
— E st-c e q u e t u as p r é p a r é v r a i m e n t la m a r m i t e d u
c a d a v r e ? (C’est l ’e x p r e s s i o n c o n s a c r é e p o u r d é s i g n e r la
k in d o k i co n so m m é e .)
La v ie ille : « J e n e sais m o i . Ils d i s e n t q u ’ils l 'o n t v u .
P e u t - ê t r e l ’a i-je fa it. J e n e sais m o i . »
J e m e t o u r n a i s v e r s le c h e f : <( E h b i e n , q u ’av e z -v o u s
fa it av e c to u s ces n d o k i ? »
10-2 ÉTUD ES BAKONGO

L e c h e f : « N o us les a v o n s s é v è r e m e n t r é p r i m a n d é s , et
e x h o rté s à a b a n d o n n e r leu rs o p ératio n s de n u it. »
— « M ais c h e f , est-c e q u e v o u s n e vo yez p a s q u e v o u s
v o u s êtes e n g a g é s d a n s u n s e n t i e r s a n s issu e ? V o u s v o u s
êtes m o n t é la tê te , les u n s a u x a u t r e s . V o u s av ez r e m p l i
les c œ u r s d e m a u v a i s s o u p ç o n s e t d e h a i n e . N’é t a i t la
c r a i n t e d u c h e f b l a n c , v o u s serie z e n t r a i n d e v o u s e n t r e ­
tu er.
» E c o u te z t o u s . V oici la loi. V ous r e t o u r n e r e z t o u s au
v illa g e , et p e r s o n n e n e p a r l e r a p l u s d e ce q u i v i e n t d ’a r r i ­
v e r. Q u i c o n q u e a c c u s e r a u n a u t r e d e k i n d o k i , s e r a a c c u s é
le j o u r m ê m e a u c h e f m é d a i l l é . V ous s é p a r e r e z v os
h a m e a u x . D è s q u e v o u s a u r e z e u le t e m p s d e c o n v o q u e r
les p a r e n t s p a r a l l i a n c e et les a u t r e s d u c l a n , v o u s fe re z la
s é p a r a t i o n c o m p l è t e des l i g n é e s . »
J e r e n v o y a i t o u t le m o n d e , e x c e p t é le j e u n e h o m m e ,
q u e j e q u e s t i o n n a i e n s e c re t. Il m e i'a c o n ta la t e r r i b l e
s c è n e n o c t u r n e s u r la c o l l i n e d ’a r g i l e , o ù les v i e u x
l ’a v a i e n t t e l l e m e n t i m p r e s s i o n n é q u ’il a v a it f i n i p a r
a v o u e r av o ir m a n g é d u cadavre.

La séparation des clans.

La c r o y a n c e à ce k u l o k a n a , m a s s a c r e r é c i p r o q u e p a r
m a l é f ic e d a n s la k a n d a ( c la n ), est la p l u s n é f a s t e d e t o u ­
tes. A c h a q u e m a l a d i e s’é l e v a i e n t les s o u p ç o n s , s o u r c e s de
h a i n e s m e u r t r i è r e s ; e t à c h a q u e d éc ès, le d e v i n é t a i t c o n ­
s u lté . N e u f fois s u r d i x il i n d i q u a i t c o m m e c a u s e d e la
m o r t u n n d o k i , m e m b r e d u c l a n . L ’a c c u s é d e v a i t s u b i r
l ’é p r e u v e d u p o i s o n . Q u ’il e n m o u r û t o u q u ’il e n é c h a p ­
p â t , u n n o u v e l a l i m e n t é ta it f o u r n i à l 'a n i m o s i t é m u t u ­
elle. O n c o m p r e n d r a p a r cet e x e m p l e q u e là g î t la c a u s e
p r i n c i p a l e de l ’é m i e t t e m e n t e x t r ê m e d es c l a n s B a k o n g o ;
p o u r m e t t r e u n t e r m e à la t u e r i e p a r la k i n d o k i , il n ’y
a v a i t q u ’u n r e m è d e : la d i s p e r s i o n .
RELIGION ET MAGIE 103

C e tte d i s p e r s i o n s ’a p p e ll e l u g a m b a n u l a b u n g u d i (litt. :
s é p a r a t i o n d e la m a t e r n i t é ) , la b u n g u d i é t a n t le lie n d u
s a n g q u i u n i t to u s les d e s c e n d a n t s d ’u n e m è r e - s o u c h e . La
s é p a r a t i o n e s t à d e u x d e g r é s : celle d u j o u r e t celle d u
j o u r e t d e la n u i t . L a s é p a r a t i o n d u j o u r c o n s is te e n ce ci :
les d e u x b r a n c h e s d e la l i g n é e n e s o n t p l u s a s t r e i n t e s à
« m a n g e r e n s e m b l e a u g r a n d j o u r » c ’e s t-à -d ire à se p a r ­
t a g e r les d o ts e t a c c e s so ire s d es m a r i a g e s , les p r o d u i t s des
c h a s s e s e t d e s p ê c h e s , etc. C e tte s é p a r a t i o n n ’est q u ’u n
r e m è d e à d es d i s p u t e s et des i n i m i t i é s s u p e r fic ie lle s .
L a s é p a r a t i o n d u j o u r e t d e la n u i t est r a d ic a l e , c a r
o u t r e les c o n s é q u e n c e s m e n t i o n n é e s , elle s u p p r i m e la
p o s s i b il i t é d ’e x e r c e r la k i n d o k i s u r u n m e m b r e d e la b r a n ­
c h e a d v e rs e . E lle se f a it d a n s u n e a s s e m b l é e g é n é r a l e d u
c la n , avec le c o n c o u r s d e t o u s les p a r e n t s p a r a l l i a n c e et de
t o u s les e n f a n t s n é s d a n s le c la n . L ’a n c i e n q u i e n a p r i s
l ’i n i t i a t i v e s’est d o c u m e n t é a u p r è s d e t o u te s les vieilles f e m ­
m e s d e sa l i g n é e . A v a n t l ’a s s e m b l é e il r a p p e l l e l ’h i s t o i r e
d e s o n c l a n , d e p u i s s o n o r i g i n e à K o n g o d i n t o t il a ( K o n g o
d u r o i = S a n S a lv a d o r) e t s o n i m m i g r a t i o n d a n s le p a y s ,
l ’é t a b l i s s e m e n t des t r o n ç o n s n o u v e a u x d u c l a n et c e lu i de
s o n t r o n ç o n à l u i , les t r o i s l i g n é e s p r i m i t i v e s et l e u r s fa s ­
tes, t o u s les c a s d e k i n d o k i a v e c les n o m s e t la l i g n é e des
c o u p a b le s , p u i s il c o n c l u t : « A u j o u r d ’h u i , d a n s ce c la n
à nous, ô m ère , n o u s n o u s séparons. »
U n a n c i e n d e la b r a n c h e a d v e r s e r é p o n d p a r u n d i s c o u r s
s e m b l a b l e , m a i s il p r é s e n t e les é v é n e m e n t s d e son p o i n t
d e v u e e n c h a r g e a n t l ’a d v e r s a i r e . E n s u i t e les a r b i t r e s se
l è v e n t , à s a v o i r les p a r e n t s p a r a llia n c e , q u i c h e r c h e n t à
c o n c i l i e r les a d v e r s a i r e s . P o u r f i n i r , c h a q u e p a r t i se r e t i r e
e t v a d é l i b é r e r à l’é c a rt. Ces d é l i b é r a t i o n s d ’a b o r d c a lm e s
d é g é n è r e n t b i e n t ô t e n t u m u l t e a v e c c l a m e u r s ; s u r la
p l a c e d u v i l la g e o n se r é p o n d les u n s a u x a u t r e s p a r des
c h a n s o n s i r o n i q u e s p l e i n e s d ’a l l u s i o n s c r u e lle s e t f i n a l e ­
m e n t p a r d e s i n j u r e s t e r r i b l e s . O n r e v i e n t à la p la c e des
p a l a b r e s a u c r i de : « S é p a r a t i o n ! s é p a r a t i o n ! » D ès q u e le
104 ÉTUDES BAKONGO

s ile n c e e s t r é t a b l i , l ’a n c i e n d e la b r a n c h e a în é e p r o n o n c e :

M o n o n k u tu i M b u m b a L w a n g o ,

B u n a y id ia , y im a n isa .

K a to n d o ko, n z im b u la k an d a,

B u n a tw a g a m b a n a , e n g w a , g a m b a n a !

K ’ile n d i d ia ta ko k iu la k i m a sik a

K ’ ile n d i tu b a k o ta d i, d iy itu k a n son sa.

B u n a tw e k a m b ik a n k a u ,

E n g w a , k a m b ik a .

M o i en v é rité , je s u is c o m m e M b u m b a L u a n g o ,

S i je m a n g e , j ’a c h è v e .

Je n ’ai p a s d e h ain e, je v e u x le b ie n d u c la n .

A llo n s , arran g eo n s-n o u s, p a r n otre m ère, a rra n g eo n s-n o u s !

Je ju re d e n e p a s to u ch er u n c ra p a u d d e n u it,

Je ju re de ne p a s la n c e r u n c a illo u , q u i cau se d e la te rre u r (*).

A in s i d o n c n o u s m etto n s le b âton à tra v ers le ch e m in ( 2) ;

P a r n o tre m ère, c ’e s t l ’in te rd ic tio n .

11 p o s e son b â t o n d e v a n t l u i ; to u s les m e m b r e s de sa
b r a n c h e v i e n n e n t se r a n g e r à sa s u ite . L ’a n c ie n d e la
b r a n c h e a d v e r s e p a r l e d a n s le m ê m e s e n s e t p o s e son
b â t o n p a r a l l è l e m e n t a u p r e m i e r . T o u s ses g e n s v i e n n e n t
se r a n g e r d e r r i è r e l u i . A lo rs c h a c u n d es d e u x c h e f s r a n g e
d e v a n t s o n b â t o n les n k i s i les p l u s r e d o u t é s q u ’il p o s s è d e ,
cl les l o ka c o n t r e c e lu i q u i t e n t e r a i t e n c o r e d e l a n c e r
u n m a l é f i c e c o n t r e u n m e m b r e d e l ’a u t r e b r a n c h e . L a
p a l a b r e f i n i t p a r u n e e x h o r t a t i o n m u t u e l l e à la c o n c o r d e
e t à l ’a b a n d o n de t o u t e k i n d o k i .

La kindoki proprement dite.

Le p o u v o i r d e k i n d o k i q u e n o u s v e n o n s d ’e x p o s e r
d é r iv e c h e z son p o s s e s s e u r d e la c o m m u n a u t é d e s a n g .
C e tte c o n s a n g u i n i t é lu i p e r m e t d e d o m i n e r les e s p r it s
v i t a u x d ’u n p a r e n t , s a n s l ’i n t e r m é d i a i r e d ’u n o b j e t m a g i -

f1) Deux opérations attribuées aux ndoki.


(2) Signe d'interdiction.
RELIGION ET MAGIE 105

que. q u e l c o n q u e . Ce p o u v o i r est d u m ê m e o r d r e q u e ce lu i
q u i est m i s e n œ u v r e d a n s le loka m p a n d a , et d a n s le l o ka
q u i e m p ê c h e la c o n c e p t i o n e t la vie des e n f a n t s . L a k i n ­
d o k i p r o p r e m e n t d i t e est d ’u n e a u t r e n a t u r e . Si e lle est
c o n g é n i t a l e , elle n e d é r iv e p a s d u s a n g , m a i s d u m f u m u
k u t u , c e tte e s p è c e d e d o u b l e d e l ’â m e , q u e n o u s a v o n s
d é c r i t a u c h a p i t r e I. Si elle est a c q u is e , c ’est p a r l ’i n t e r ­
m é d i a i r e d ’u n n k i s i , q u ’o n l ’a o b t e n u e . Le p o u v o i r q u i
lu i est i n h é r e n t p e r m e t n o n s e u l e m e n t de d o m i n e r les
e s p r it s v i t a u x d ’u n p a r e n t , m a i s e n c o r e la v ie e t les b i e n s
de n ’i m p o r t e q u i . Il n ’est e f f i c a c e m e n t l i m i t é e t c o m b a t t u
q u e p a r u n p o u v o i r s u p é r i e u r d e m ê m e o r d r e , c ’e s t- à - d ir e
d é r i v a n t d ’u n n k i s i p l u s p u i s s a n t .
T o u t e p e r s o n n e h u m a i n e , q u i a la k i n d o k i , c o n g é n i t a l e
o u a c q u is e , est a p p e lé e n d o k i . Le n d o k i e x e rc e son p o u v o i r
m a l é f i q u e p r i n c i p a l e m e n t a u x d é p e n s d e la v ie d e son
s e m b l a b l e , p a r e n t o u é t r a n g e r . Il t u e , n o n p a r d es a r m e s
o u le p o i s o n , m a i s p a r so n p o u v o i r p r o p r e , et il est d i t
<( m a n g e r » so n p r o c h a i n .
A u tre fo is 99 % des m a l a d e s B a k o n g o é t a i e n t c e n s é s
m o u r i r v i c t i m e s d e s n d o k i . N o u s d i s o n s : u n tel est a t t e i n t
de p n e u m o n i e ; e u x d i s e n t : ils l ’o n t f r a p p é d ’u n e p n e u ­
m o n i e ( — l u b a n s i b a n te l e) . N ous d is o n s : il est m o r t d ’u n e
m o r s u r e d e s e r p e n t ; e u x d i s e n t : ils l ’o n t f r a p p é p a r u n
s e r p e n t ( = n i o k a b a n t e l e ). N ous d is o n s : il est t o m b é d ’u n
p a l m i e r ; e u x d i s e n t : ils l ’o n t f a it t o m b e r d ’u n p a l m i e r ,
o u ils l ’o n t p r i s a u p a l m i e r ( = m u ba b a m b w i s i d i , o u
m u ba b a n t e l e ) . N o us d i s o n s : il est m o r t ; e u x d i s e n t : ils
l ’o n t m a n g é (b a n d i d i ) . Ce « ils », ce s o n t les n d o k i .
M ais les n d o k i e x e r c e n t é g a l e m e n t l e u r m a l f a i s a n c e s u r
les b i e n s d ’a u t r u i . Ils f o n t d i s p a r a î t r e c h è v r e s , c o c h o n s ,
p o u le s , l e u r i n f l i g e n t d e s m a l a d i e s ou les t u e n t d i r e c t e ­
m e n t . Ils p e u v e n t fa ire v e n i r s u r l e u r p r o p r e c h a m p les
a r a c h i d e s d u c h a m p d e s v o i s i n s (J).

(!) En 1933, une mère de fam ille, originaire de Tumba Mani, et baptisée
l ’année même, est allée dans l ’Angola prendre le poison d’épreuve, pour
106 ÉTUD ES BAKONGO

Le comportement du ndoki.

Les h o m m e s se d i v i s e n t e n d e u x classes. Les b a n d o k i


e t e n s u i t e les b a s e m b i - b a n k e t e - b a m b w e s i , t r o i s n o m s p o u r
d é s i g n e r les b o n s , c e u x q u i n ’o n t p a s la k i n d o k i .
Le n d o k i n e se c o m p o r t e p a s c o m m e l ’h o m m e n o r m a l .
Sa n e r v o s i t é se r e f l è t e s u r s o n v is a g e : il a le m a s q u e
e x t r ê m e m e n t m o b i le . Il c h a n g e à t o u t i n s t a n t d e p la c e
p o u r é c h a p p e r a u x f é tic h e s d u v illa g e o u d e la m a i s o n ,
n o n s e u l e m e n t la n u i t , q u a n d il v i e n t d a n s e r d e v a n t les
h u t t e s d e ses f u t u r e s v i c t i m e s , m a i s m ê m e a u b e a u m i l i e u
d u j o u r . Il n e se t i e n t p a s t r a n q u i l l e ; il n e p e u t p a s g a r d e r
l ’i m m o b i l i t é p a r f a i t e , l ’a t t i t u d e d e t o u t re p o s q u e t a n t de
n o irs a im e n t à sav o u rer de lo n g u es h eu res d u ra n t.
Le n d o k i a le « r e g a r d d o u b l e » n t a l a zole. A u t r e f o i s o n
f a is a it d i s p a r a î t r e les e n f a n t s a u x y e u x l o u c h e s ; a c t u e l l e ­
m e n t c e tt e i n f i r m i t é c h e z les a d u l t e s e m p ê c h e a u m o i n s
les r e l a t i o n s n o r m a l e s .
Le n d o k i p e u t t u e r d ’u n se u l r e g a r d : d i s u d i f w a , il a u n
œ il h o m i c i d e . 11 p e u t d e s o n œ i l b r i l l a n t , f a s c i n e r sa v i c ­
t i m e j u s q u ’à l u i e n l e v e r t o u t e p o s s i b i l i t é de se m o u v o i r
et m ê m e t o u t e c o n s c ie n c e . 11 l u i s u f f i t d ’u n e p o t i o n m a u ­
vaise, d ’u n s i m p l e c o n t a c t , d ’u n e s i m p l e a g i t a t i o n , v o ire
d ’u n s e u l m o t p o u r t u e r so n a d v e r s a i r e . Il a « d e u x l a n ­
g u e s » c ’e s t- à - d ir e q u e sa g r a n d e a m a b i l i t é e x t é r i e u r e n e
s e r t q u ’à m i e u x v o ile r le p o is o n e t le v e n i n d o n t il est
rem p li.
L o r s q u ’il i n v i t e q u e l q u ’u n à u n r e p a s c o m m u n — e t il
e s t c o u t u m i e r d u fa it — il lu i p r é s e n t e r a les m e t s d e ses
m a i n s sales a u x o n g l e s n o n ta illé s . E t le m a l h e u r e u x
s a n s d é f ia n c e s e n t i r a b i e n t ô t la tê te lu i b r û l e r , d e v io le n ts

se laver de l ’accusation d’avoir enrichi son champ au moyen des ara­


chides du champ de sa voisine. Cette dernière, une vieille païenne, la
harcelait sans cesse du même refrain : « Tu es une ndoki, tu appauvris
mon champ d ’arachides, tu les transportes sur ton champ. Si le père
t ’avait connue, il t'aurait refusé le baptême! ».
RELIGION ET MAGIE 107

m a u x d ’e n t r a i l l e s le t o r t u r e r o n t e t il lu i se ra i m p o s s i b l e
d ’e n c o r e d o r m i r e n p a ix .
Le n d o k i a u n e n o u r r i t u r e q u i lu i est p r o p r e « il m a n g e
les h o m m e s ». Il « f r a p p e » s o u r n o i s e m e n t sa v i c t i m e et
d è s q u ’il e n a s u c é le s a n g , il a b a n d o n n e le c a d a v r e . P a r ­
fois c e p e n d a n t il y s u b s t i t u e le c o r p s d ’u n e c h è v r e q u ’il
laisse se c o r r o m p r e , et e x t r a i t d es c h a i r s e n p u t r é f a c t i o n
u n e fo r c e m a g i q u e t o u t e n o u v e l l e .
L e n d o k i c o n v o i t e e t a t t e i n t p r i n c i p a l e m e n t les j e u n e s
filles, s a n s q u e celle s-ci s’e n a p e r ç o i v e n t ; il les f r a p p e à
l ’a v a n c e d e s té r ilité . A in s i il a p a is e sa f a im , to u t c o m m e
l ’h o m m e o r d i n a i r e se n o u r r i t d e v i a n d e s e t d e l é g u m e s .
Les y e u x d u n d o k i m o u r a n t r e s t e n t g r a n d s o u v e r t s et
c ’est p e i n e p e r d u e q u e d ’e s s a y e r d e les f e r m e r . S o n c a d a ­
v r e r é p a n d u n e o d e u r c a r a c t é r i s t i q u e . Q u a n t à lu i, il
d e v i e n t u n d e ces e s p r it s m a l f a i s a n t s q u i r ô d e n t s u r la
t e r r e e t d o n t les n g a n g a p e r v e r s se s e r v i r o n t p o u r i n f l u e n ­
c e r l e u r s f é ti c h e s a u d a m d es p a u v r e s m o r t e l s . Ces n d o k i -
e s p r i t s p e u v e n t t r a v e r s e r les a irs ; a u ss i à la v u e d ’étoiles
f i l a n t e s les N o irs s’é c r i e r o n t : « Voyez les n d o k i e t les
n g a n g a - n d o k i q u i v i e n n e n t c o m m e r c e r a v e c les h o m ­
m es. »

Comment on devient ndoki.

U n a n c i e n c h e f m e r a c o n t a , à la c o n d i t i o n e x p r e s s e d e
n e p a s le r é v é l e r à ses c o n g é n è r e s , c o m m e n t o n a p p r e n d la
k in d o k i.
« C e lu i q u i v e u t d e v e n i r n d o k i , r e c h e r c h e u n v i e i l la r d
e x p é r i m e n t é q u i a c o u p é en d e u x d es tê te s d e c h a u v e s -
s o u r i s ; il l u i a p p o r t e u n e c a le b a s s e d e v i n de p a l m e et lu i
d i t : « C eci a f i n d e n o u e r a m i t i é ». Q u e lq u e s j o u r s p l u s
t a r d , il lu i a p p o r t e r a d e n o u v e a u d u v in et d ’a u t r e s p r o ­
v is i o n s e t l ’e n t r e t i e n d r a d es n o u v e l l e s d u j o u r .
» Ce n e s e r a q u ’a p r è s d e u x o u t r o is m o i s , q u a n d les
r e l a t i o n s s e r o n t d e v e n u e s t o u t à fa it i n t i m e s , q u e le v is i­
t e u r o s e r a p r o n o n c e r la f o r m u l e : « J e v e u x d e v e n i r
110 ÉTUD ES BAKONGO

d i f f é r e n t e s p a r t i e s d e s o n p r o p r e c o r p s . A u c o u r s d e c e tt e
o p é r a t i o n , ses m e m b r e s se r e c o u v r e n t d ’u n p e l a g e d e
léopard.
S o n « sosie » s ’e n r e t o u r n e a u v illa g e p o u r y r e p r e n d r e
la v ie o r d i n a i r e , se g a r d a n t to u t e f o i s de m a n g e r la c h a i r
d ’a n i m a u x à g r i f f e s ; l ’h o m m e - l é o p a r d s’e n v a d e s o n c ô té ,
c h a s s a n t , d é v o r a n t c h è v r e s e t p o r c s , p a r f o i s m ê m e des
ê tre s h u m a i n s .
L o r s q u ’à p l u s i e u r s r e p r i s e s u n l é o p a r d a e n l e v é d u p e t i t
b é t a i l d a n s la m ê m e r é g i o n , les i n d i g è n e s p l a c e n t d es
p i è g e s p o u r s’e n r e n d r e m a î t r e s . Si ces e f f o r ts s o n t i n f r u c ­
t u e u x , ils o n t r e c o u r s a u f é ti c h e M a g a b u . V oici c o m m e n t
le n g a n g a e x c ite c e lu i- c i :

E co u te b ie n , M a g a b u , v o is d o n c

Q u i en co re s ’est c h a n g é en lé o p a rd ,

N e le cra in s p as, q u o i q u ’il te d ise :

L es n k is i du n ga n g a , je le s b rise !

T o i M a g a b u , a rra ch e -lu i le s g riffe s d es p attes;

P o u rfe n d s le iio n , tra n sp erce le lé o p a rd .

L ’h o m m e q u i a v o lé n otre ch èv re,

M a g a b u , to i, tu le d é sig n e ra s ( tu m b u la ).

« L ’h o m m e - l é o p a r d se ra b i e n t ô t saisi p a r le f é ti c h e et
m o u r r a ». C o m m e n t le s a u r a - t - o n ? T o u t s i m p l e m e n t
p a r c e q u e c h è v r e s e t p o r c s n e d i s p a r a î t r o n t p l u s et q u ’a u ­
c u n e t r a c e d e l é o p a r d n e s e r a d é s o r m a i s r e le v é e d a n s les
e n v i r o n s . C h a q u e v i l la g e c o n n a î t d es h i s t o ir e s n o m b r e u ­
ses, d ’a n t a n et d ’a u j o u r d ’h u i , o ù d es p e r s o n n e s f u r e n t
tu é e s p a r ces f a u v e s - h u m a i n s . Q u 'il n o u s su ffise d e c iter
d e u x c a s , q u i f o u r n i r o n t u n s p é c i m e n d e c e tte l i t t é r a t u r e
lé g e n d a ire .
11 y a q u e l q u e s a n n é e s , u n e f e m m e d e B o k o p a s s a i t en
p i r o g u e la r i v i è r e d e l ’I n k i s i . N é g l i g e m m e n t elle la is s a it
p e n d r e le b r a s e n d e h o r s . T o u t à c o u p v e r s le m i l i e u de la
t r a v e r s é e , é m e r g e u n c r o c o d i l e q u i l u i h a p p e la m a i n .
S u r le p o i n t d ’ê t r e e n t r a î n é e , elle g a r d e son s a n g - f r o i d ,
RELIGION ET MAGIE 111

s aisit u n e h a c h e , et l u i e n a s s è n e s u r l ’é p a u l e u n c o u p si
v i o l e n t q u ’il d o i t l â c h e r p r i s e . Q u e lq u e s j o u r s a p r è s , d a n s
u n v i l la g e d e s e n v i r o n s , u n h o m m e se m o u r r a i t d ’u n e
e n t a i l l e à l ’é p a u le . C ’é t a i t à c o u p s û r le c r o c o d i l e b lessé.
U n a u t r e l é o p a r d m u l t i p l i a i t ses m é f a i ts d a n s ce tte
m ê m e r é g i o n . U n b e a u j o u r c e p e n d a n t il f u t a t t e i n t d ’u n
c o u p d e fu s il, m a i s r é u s s i t à s’é c h a p p e r ; o r , il a d v i n t q u e
le m ê m e j o u r , u n h o m m e f u t p r i s d ’a tro c e s s o u f f r a n c e s :
il p o r t a i t d e g r a v e s b le s s u r e s à la p o i t r i n e e t a u x b r a s ; il
e n m o u r u t p e u a p r è s . P o u v a i t - o n d o u t e r u n seu l i n s t a n t
q u e cet h o m m e n e f û t le l é o p a r d ?

La kindoki congénitale.

U n e d e s p iè c e s m a î t r e s s e s d e la p s y c h o l o g i e des
B a k o n g o , n o u s l ’a v o n s v u , est le m f u m u k a t a , litt, le
s e i g n e u r d e l ’o re ille . Ce q u a t r i è m e c o m p o s a n t d e
l ’h o m m e , q u i n ’est n i c o r p s n i â m e , q u i v i e n t d e lo in
q u a n d il e n t r e d a n s le n o u v e a u - n é , e t r e t o u r n e a u l o in
q u a n d l ’h o m m e m e u r t , q u i p r o v o q u e la p â m o i s o n (f w a
n g a m b u ) q u a n d il s ’é l o i g n e m o m e n t a n é m e n t , e t o c c a ­
s i o n n e c e r t a i n s rê v e s q u a n d il a c c o m p l i t ses e x p lo its n o c ­
t u r n e s , q u i est la c a u s e n o r m a l e d u s o m m e i l p a r le fa it
q u ’il s’a b s e n t e , c o m m e il est la c a u s e n o r m a l e d e l ’o u ïe
et d e la v u e p a r sa p r é s e n c e , ce m f u m u k u t u e x p l i q u e
a u s s i la p l u s m y s t é r i e u s e d e s c h o s e s , à s a v o ir la p u i s s a n c e
m a l f a i s a n t e q u i s’a p p e ll e k i n d o k i .
C a r il y a d e s e n f a n t s n d o k i e t ils n e le s a v e n t p a s eu x -
m ê m e s . U n tel n a î t n d o k i , p a r c e q u e le m f u m u k u t u q u i
a é lu d o m i c i l e e n l u i e s t m a u v a i s . « S on m f u m u k u t u
m a u v a i s l ’a r e n d u n d o k i », c o m m e m e l ’a f f i r m a i t fe u le
chef M bem ba.
Les B a k o n g o d i s t i n g u e n t d a n s l ’h o m m e u n d o u b l e é lé ­
m e n t : l ’u n e x t é r i e u r , c o r p o r e l , v is ib le ; l ’a u t r e i n t é r i e u r ,
p s y c h i q u e , i n v i s ib l e . C ’e s t l ’é l é m e n t i n v i s ib l e q u i fa it
a g i r le v is ib le . Il se c o m p o s e l u i - m ê m e de d e u x p r i n c i ­
ÉTUD ES BAKONGO

pes. L'un, le m fu m u kutu, mystérieux, va et vient, et


rend l’ h o m m e conscient ou inconscient suivant q u ’ il est
présent ou absent. Mais de plus par lui l’ h o m m e peut
entrer en communication avec l’ autre monde, vivre et
agir avec les esprits dans la sphère supérieure à l’ homme
normal. C'est par lui q u ’ un être h u m a i n pourra se méta­
morphoser, de telle sorte que, gardant dans le cadre ter­
restre ordinaire son apparence extérieure, par son prin­
cipe interne il se transforme en homme-bête.
L’autre principe psychique passe à la mort dans un
autre corps et est transplanté dans un autre milieu. Cette
nouvelle manière d ’ être n ’
est pas soumise, c o m m e on l’ est
ici-bas, aux lois ordinaires. L ’être h u m a i n en cet état peut
se transporter où il veut, prendre les formes q u ’ il veut et
exercer une puissance merveilleuse pour le bien ( c o m m e
les Bakulu) ou pour le mal ( c o m m e les n d ok i-m a tebo).

Kindoki et nkisi.

La nature intime de la kindoki, personne ne la connaît.


Acquise à l’ aide d'un nkisi unibi, un mauvais fétiche
inconnu de tous, ou innée, parce q u ’ un m f u m u kutu
u m b i, u n mauvais double de l’ â m e a pénétré dans
l’enfant, elle reste également mystérieuse. Mais le ndoki
peut être reconnu par le devin, et combattu par les nkisi
(fétiches). Personne ne nous dira jamais l’ origine du pre­
mier nkisi; mais dans la société actuelle des Bakongo
l’appareil extrêmement imposant des nkisi est dressé et
dirigé avant tout contre les ndoki. La crainte des ndoki
en a fait inventer par douzaines, qui n ’ ont d ’
autre but que
de défendre l’ h o m m e normal contre la puissance de mort
et de destruction, appelée kindoki. Jadis à chaque décès
d’ un h o m m e important, le devin était consulté, et neuf
fois sur dix il indiquait c o m m e cause de la mort un m e m ­
bre du clan agissant par kindoki du clan, ou un étran­
ger agissant par kindoki innée ou acquise. Les inculpés
RELIGION ET MAGIE 113
étaient soumis à l’ épreuve du poison nkasa. Ils s’ y sou­
mettaient du reste spontanément dans la plupart des cas,
ne voulant pas rester sous le soupçon le plus infamant de
tous. Pendant des siècles cette procédure a sévi. Elle a
exterminé des lignées et des clans entiers. A-t-elle
jamais soulevé des protestations P II ne semble pas.
Il faut bien en conclure que la croyance à la kindoki
est profondément ancrée dans l’ àine des Bantu.
Sur quoi repose cette croyance ? La kindoki est-elle
réalité ?
Leur folklore contient d ’innombrables récits, dont cer­
tains d ’ une très grande valeur littéraire, sur l'activité
multiforme des ndoki. Ils ressemblent c o m m e frères
et sœurs aux sorciers et sorcières de notre Europe.
J’ai entendu des centaines de faits, racontés par des
gens dont la bonne foi était au-dessus de tout soupçon.
J’en ai vérifié u n bon nombre. A u c u n ne résiste à la cri­
tique. Parfois il y avait une troublante coïncidence entre
l’acte du prétendu ndoki et la maladie de sa victime. E n
voici u n exemple.
U n h o m m e était venu m e trouver dans une de mes
succursales. Il m e paraissait en parfaite santé et l’â m e en
paix. Après avoir arrangé son affaire il retourna à son
village. A une croisée de chemins il s’ aperçoit trop tard
qu'il a marché sur des herbes magiques matiti ma nkisi;
il lance une exclamation entendue par les passants qui se
rendent au marché voisin. Il continue sa route. U n quart
d’ heure après il arrive chez lui et tombe mort devant sa
maison. Dans un cas pareil nos Bakongo ne voient que la
causalité d u Nkisi employé par le Ndoki. Emotion et choc
mortel sur le cœur, ils ne sauraient y penser et y voir des
causes probables de la mort.
Les faits divers colportés quotidiennement entretien­
nent la croyance à la kindoki, mais à la racine de cette
croyance se trouve la méchanceté de beaucoup d ’ hommes.
Cette méchanceté, disent-ils, dérive de l’ envie. Beto
114 ÉTUD ES BAKONGO

linkongo kimpala kieto kiele king i : nous Bakongo, notre


envie est terrible. Or, l’ envie engendre la haine et la
méchanceté. Il faudrait entendre nos gens décrire, dans
leur langage concret et pittoresque, le travail de mine
qu’ opère l’ envie dans le c œ u r et l’ esprit d ’
une f e m m e :
elle a perdu l’ un après l’ autre ses enfants, elle songe triste
et solitaire aux petits cadavres qui pourrissent dans la
brousse; et voici q u ’ elle entend les cris joyeux des enfants
de la voisine, courant au devant de leur mère qui rentre
des champs. O u encore quel est l’ état d ’
âme d’ un h o m m e
dont les chèvres et les porcs tous les soirs remontaient de
la savane et emplissaient son enclos de bruit et son cœ u r
de joie? Maintenant ils ont disparu, fauchés par la mala­
die ou m a ng és par le léopard ? Cet h o m m e le matin des­
cend à son c h a m p de manioc et voit gamb a de r la troupe
de chèvres de son voisin. B e m o n t é à sa hutte, il refuse de
m a n g e r la nourriture que lui présente sa f emme, il reste
pensif et triste infiniment, car son c œ u r est devenu m a u ­
vais.
L’ envie, disent encore les Bakongo, engendre la kin-
doki et prépare le poison. Car il y a le poison qui joue un
grand rôle. Poison mêlé aux fétiches et poison sans féti­
che. Poisons végétaux divers, mêlés à de la bile de léopard
(‘I à des mixtures de liquides obtenues par des infamies
sans n o m . Ces poisons sont contenus dans des récipients
plus petits q u ’ u n dé, enveloppés d ’ une petite loque à
I instar des amulettes que portent les indigènes. U n e
m i n i m e pincée, tenue sous l’ ongle, adroitement déposée
sur le verre, l’ assiette, l’outil, ou n ’importe quoi que tou­
chera la victime, et la mort fera son œuvre.
J’ ai dit que la croyance à la kindoki est universelle. O n
objecte que les féticheurs ne croient pas à leurs fétiches.
Parmi les féticheurs il y a beaucoup de charlatans, et les
plus grands parmi eux sont les devins. Mais il y a des
nganga qui croient fermement à leur art, parce q u ’ ils
obtiennent des résultats, soit par les drogues q u ’ ils a d m i ­
nistrent, soit par la confiance q u ’ ils inspirent aux mala-
RELIGION ET MAGIE 115

des. D u reste les féticheurs malades se font traiter par des


confrères et paient des honoraires c o m m e le c o m m u n des
mortels. E n 1926 j’ ai baptisé un chef, ex-féticheur, qui
pendant plusieurs années avait tenu tout le pays en
haleine par sa propagande en faveur de son fétiche n o u ­
veau D om b asi , u n soi-disant défenseur prodigieux con­
tre les ndoki. Ce Dombasi lui avait procuré une petite
fortune. L u i - m ê m e n ’
y croyait pas du tout, et dupait le
monde. Mais il croyait dur c o m m e fer à la kindoki et por­
tait sur lui d ’autres fétiches pour se défendre des ndoki.

La magie et la vie sociale.

La description sommaire, que nous venons d ’ esquisser


des principales formes de la magie Bakongo, appelle
c o m m e complément, non pour les expliquer logiquement,
mais pour leur assigner leur place dans l’ ensemble, un
résumé des conceptions sociales, c’ est-à-dire de la vie
sociale Bakongo. Cette vie est collective, elle a ses lois et
ses défenses héréditaires qui la maintiennent dans un
courant invariable; elle a ses organes sociaux et religieux
avec ses forces magiques qui la défendent contre les enne­
mis du dedans et du dehors.
La collectivité qui vit et fait vivre l’ individu s’appelle
kanda; c’ est le clan qui à lui seul équivaut à ce que sont
pour nous la maison paternelle, la famille, la société
civile et religieuse. Le kanda clan est l’ ensemble vivant,
organique et mystique de toutes les personnes qui sont
issues, par les f e m m e s libres, de la mère-souche du clan
et (pii en portent le n o m . Il comp re n d deux classes de
personnes : les ancêtres qui vivent sous le sol et leurs
descendants qui vivent au soleil. La tombe en terre ances­
trale est la porte de passage de la seconde à la première
classe.
Les ancêtres forment la classe prépondérante. Ils sont
les maîtres de leurs descendants, maîtres doués d ’ un pou­
voir surhumain. Ils sont les vrais propriétaires du sol,
116 ÉTU D ES BAKONGO

leurs descendants n ’ en avant que l’ usage et l'usufruit. Ils


vivent intensément, et c’ est d ’
eux que dépend la vie du
clan terrestre; c’ est grâce à eux que les f e m m e s conçoivent
et enfantent, que l’ élevage prospère, que les terres d o n ­
nent des récoltes, que les palmiers produisent du vin, que
les forêts et brousses livrent d u gibier, que ruisseaux et
étangs fournissent du poisson. Ils font vivre leurs descen­
dants et ils combattent les agents de mort, les esprits
malfaisants et les ndoki, qu'ils empêchent d ’ exercer leur
puissance destructrice. Mais ils accordent leur protection
à la condition que leurs descendants observent leurs lois
et leur rendent le culte traditionnel.
La seconde classe d u clan se compose donc des « t e r r e s ­
tres » (ba nsi ) qui vivent au soleil sur les terres ancestra­
les. Le clan occupe u n gxand n o m b r e de villages, selon le
n o m b r e de lignées qui se sont constituées dans la suite
des temps. Chaque tronçon de clan a son village, sa vie
propre et indépendante, il se divise en autant de h a m e a u x
qu’ il y a de lignées au village. La chefferiedu village appar­
tient de droit au descendant le plus direct de la f e mm e -
souche de la ligne aînée. Le chef est d ’ abord prêtre du
cidte des ancêtres (nganga bakulu) dont dépend en pre­
mier lieu la prospérité du clan et des individus. 11 a la
garde de la corbeille sacrée, qui contient des reliques de
tous les ancêtres ayant joué un rôle dans l’ histoire du
clan. Tous les quatre jours il accomplit en leur honneur
des prières et des libations. 11 est le maître et en quelque
sorte le possesseur-usufruitier de tous les m e m b r e s de sa
lignée, surtout des femmes. Il représente le village devant
les h o m m e s et devant les esprits, parce q u ’ il est sur terre
le représentant de l’ ancêtre primitif, son héritier direct.
E n cette qualité il résume en lui-même en quelque façon
tous les intérêts du clan et tous ses pouvoirs.
Le clan est établi sur la base de la parenté utérine.
L’ enfant appartient au clan de sa mère, et la m èr e appar­
tient à son oncle maternel. Vers l’ âge de dix ans les
enfants quittent la maison paternelle, vont résider au
RELIGION ET MAGIE 117

village de l’ oncle maternel, et restent à son service jus­


qu’ au mariage.
Le M u k o n g o se sait donc enfant de père et de mère, qui
engendrent le corps de l’ enfant. D'eux il tient son sang,
dans lequel réside l’ à m e et la vie. D'eu\ il se sent dépen­
dant, c o m m e l’ enfant ligoté sur le dos de sa mère. Mais
père et m è r e ne sont pas des êtres existant i ndépendam­
m e n t des autres. Toutes les sœurs et tous les frères de la
mère sont des mères (n g u d i ) pour le M u k o n g o (ngudi
nsakila ou n g u d i nkasi). Tous les frères et toutes les
sœurs du père (se) sont des pères (mase ) pour le Mukongo.
Il se sent relié à la double chaine du clan maternel et du
clan paternel. Avec le clan de sa mè re il se sent uni d ’ une
façon impossible à exprimer avec nos concepts européens;
c’est u n sentiment profond de dépendance, de solidarité
et de participation, que notre individualisme ne peut
saisir.
Cette espèce de participation sentie à la vie réelle du
clan, clan des ancêtres et clan des vivants qui ne font
qu’ un, donne à l’ individu un sentiment de force et de
sécurité, et à la fois un sentiment de faiblesse et de peur,
selon q u ’ il pense aux puissants ancêtres favorables et
aux parents bons pour lui, ou bien aux ancêtres qui peu­
vent être ndoki et aux parents peut-être jaloux, méchants
et ndoki. Tout le loka et le lokana à l’ intérieur du clan,
que nous avons décrit, se trouve intégré dans ce senti­
m e n t de supériorité de l'ascendant vis-à-vis du descen­
dant, et dans le sentiment réciproque de dépendance et
de faiblesse de l’ inférieur vis-à-vis du supérieur.
Ecoutons la formule d ’ adieu, que prononce un aîné
devant le cadavre de son cadet :

Je su is a llé ch ez le d e v in ,

Il m ’a in d iq u é le s n k isi à tra iter.

J ’a i tra ité le s n k isi q u i te n a ie n t m o n cad et,

M a is m o n cad et n e d o rm a it p a s m ie u x ;

L a cau se en est a u x p a re n ts d u cla n q u i on t a s sa illi m o n cad et.

N o u s v e illio n s d e u x jo u rs,
118 ÉTU D E S BAKONGO

L e tro isiè m e jo u r m o n cad et est m o rt !

Il est p arti là o ù n o u s a llo n s.

M ais ce q u e je d is , q u e m o n cad et l ’é c o u t e b ie n .

M oi son a în é, je le possèd e;

S i je l ’a i m a n g é p a r K in d o k i, c ’est m o n affa ire.

M a is si u n étra n g er l ’a m a n g é ,

E st-ce q u e d a n s son c la n ils e n g e n d re n t et jo u isse n t en core,

A lo rs q u e m o i je reste so lita ire ?

0 m o n cad et, o ù tu vas,

S i N z a m b i t’a p ris, ce n ’e st rie n ,

M a is si u n h o m m e t ’a p ris,

C e lu i-là , fa is q u ’il te s u iv e !

Cet aîné en appelle à son droit de domination sur son


frère; lésé dans ce droit il exhorte son cadet, maintenant
chez les ancêtres et doué d ’ u n pouvoir surhumain, à exer­
cer sa vengeance sur l’ auteur présumé de sa mort.
Recours aux nkisi, recours aux ancêtres, deux pôles de
la sphère où s’ agitent nos Bakongo. Celui qui veut en
sortir est, pensent-ils, ou fou, ou méchant; et h* méchant,
sachez-le, c’ est 1 h o m m e qui h1 cœu r enflé d ’envie et de
haine se fait ndoki, au mépris des vivants, et des ancêtres,
et de N z am bi lui-même.
Pour eux, le m o n d e où ils vivent est u n m o n d e m a g i ­
que. Ils s’y meu ve n t à l’ aise. Pensées et sentiments, paro­
les et actes, vie individuelle et vie sociale s’ v sont à la
longue agencés et harmonisés. Leur ignorance stupé­
fiante y a pris figure de science, une science où les
contradictions et les hiatus se sont estompés au point de
n’être que des parties plus ou moins obscures d ’ un vaste
système.
Ils se cantonnent dans ce système c o m m e dans la
possession tranquille et assurée de la vérité. Essayez de
les en déloger par une argumentation directe, ils vous
regarderont c o m m e un spécialiste regarde celui q u ’ il sait
incapable de comprendre.
Seule l’instruction jointe au progrès religieux et moral
pourra modifier et finalement déraciner la magie.
CHAPITRE V.
LES N K IS I.

L a n o tio n . — C la s s ific a tio n d e s n k isi. — I n s titu tio n e t m is e e n a c tiv ité


d ’u n n k is i. — E m p lo i d ’u n n k is i. — L a c la s s e d e s m p u n g u . — F é ti­
c h e s d iv e r s . — N k isi B a n k a n u . — Le n g a n g a o u fé tic h e u r . — C o n si­
d é r a t io n s g é n é ra le s .

La notion.

Dans le chapitre précédent sur la magie, je m e suis


défendu de m o n mieux, sans y réussir complètement,
contre l’ emploi de la terminologie européenne en la
matière. J’ avais pensé intituler le présent chapitre : le
fétichisme, mais j’ v renonce C1). Fétiches, charmes, a m u ­
lettes, talismans, idoles, tous ces n o m s sont employés
dans les différents dictionnaires Kikongo, et leurs auteurs
parlent également d ’ esprits, génies, dieux, diables, lutins,
etc. Le dernier en date, M. Laman , au m o t nkisi dit :
fétiche, sorcellerie, ensorcellement, force magique, sorti­
lège, charme; maladie attribuée à u n fétiche, l’ adjectif
de fétiche, magique. Et deux mots plus loin : n k ita = nkisi
des eaux, dieu des eaux, n y m p h e d ’ eau, dieu de la mer,
l'àme du défunt qui a établi sa demeure dans l’ eau, dans
les navires; vermines diverses dans l’ eau ou à la surface
de l'eau qui représentent nkita. Q u e de noms, et surtout,
que de concepts, dont les Noirs sont tout à fait dépourvus!
Cependant au vocable Nkisi u n n o m correspondrait,
dans son sens premier, à savoir le m o t fétiche, si vrai­
m e n t il dérive d u latin, par l’intermédiaire du portugais
Feitiço. Ce n o m a été appliqué par les découvreurs du

(*) D a n s la B e v u e Congo, a o rtt 1921 et d é c e m b re 1922, j ’a i p u b lié tr o is


é tu d e s i n titu lé e s : F étich ism e btj de Bakongo, d o n t l ’e s s e n tie l e st i n c o r ­
p o ré à ce c h a p itr e .
120 É TUD ES BAKONGO

X V e siècle aux statuettes et objets semblables qu'ils


voyaient aux mains des Noirs dans les huttes et aux carre­
fours, objets de certains rites qualifiés de superstitieux.
Chez les Bakongo orientaux, le Nkisi n ’ est jamais autre
chose. C ’ est un objet artificiel censément habité ou
influencé par un esprit, en tout cas doué par lui d ’un pou­
voir surhumain; et cet esprit est sous la domination d ’ un
h o m m e . Par esprit il faut entendre non une â m e désin­
carnée, c o m m e on le dit improprement, mais l’ âme d’ un
défunt qui a pris, après sa mort, un corps adapté à son
nouveau m o d e d ’ être. Pour quelques Nkisi on peut se
deman de r si l’ esprit est d ’origine humaine. Peut-être
s’agit-il d ’u n esprit indépendant. Je parle év idemment
selon la conception actuelle de nos indigènes.
Il n ’y a pas d ’arbres nkisi, plantes nkisi, sources nkisi,
etc. Tout ce q u ’ on trouve à ce sujet dans la littérature
imprimée, plantes-fétiches, arbres-fétiches, n'est que
littérature. Jamais nos indigènes n ’ accolent c o m m e appo­
sés le m o t nkisi à un p h é n o m è n e naturel. M ê m e la rivière
Nkisi, que certains indigènes n o m m e n t maintenant Nzadi
Nkisi, est inauthentique sous ce rapport. Elle n ’ était pas
n o m m é e ainsi par les vieux traditionalistes que j’ ai inter­
rogés. O n la n o m m a i t Nzadi (grande rivière) tout court,
ou pour l'opposer à d ’ autres Nzadi, le Nzadi Malewa.
Q u a n d le m o t nkisi est accolé avec ou sans préfixe d ’ ac­
cord à un substantif, il fait fonction de c o mplément
déterminatif, et il faut traduire : qui se rapporte, qui
appartient à Nkisi.
Il y a des sources qui sont censées demeurer le domaine
exclusif des bisim bi qui influencent plusieurs nkisi;
cependant ces sources ne s’ appellent pas Xio nkisi, mais
AHo in yyam bu la : source à délaisser, à ne pas utiliser. Il y
a des pierres, appelées tadi di nkita , pierre de nkita, et le
féticheur les cherche pour les mettre dans ses n kisi mi
nkita, nkisi influencés par des esprits nkita. Q u a n d elles
RELIGION ET MAGIE P21
ont été mises dans u n nkisi nkita, elles deviennent des
tadi di nkisi-nkita, pierre d ’ un fétiche nkita.
Jamais donc le m o t Nkisi ne signifie esprit, génie ou
un être analogue quelconque. 11 signifie directement
l’objet artificiel dans lequel « est » u n esprit « dominé par
u n h o m m e ». Je dis « est » car les Noirs n ’ emploient pas
d’ autre m o t que être; ils ne disent pas habiter, être incor­
poré, être contenu, etc. Il faut ajouter « domi n é par u n
h o m m e », car u n esprit peut venir et résider dans un
arbre c o m m e font les matebo, mais cet arbre n ’ est pas
nkisi; les nganga ndoki, les spécialistes en kindoki ont la
réputation de pouvoir capter des matebo de cette sorte
pour les faire entrer dans leur nkisi. D e m ê m e les esprits
nkita sont censés venir la nuit sous l’ apparence de
chauves-souris, et certains nganga sont censés pouvoir les
prendre et les mettre dans leur nkisi Kimpi. Aussi long­
temps que l’ esprit n ’
a pas été capté par u n h o m m e , et mis
dans le nkisi matériel, il ne peut être appelé, à un titre
quelconque, Nkisi.
Le P. Bittremieux écrit O : « Les Minkisi m i tsi sont
donc les Bakisi, les esprits par excellence. » Cette propo­
sition est parfaitement inintelligible pour nos Bakongo.
S’ ils s’
adressent à plusieurs nkisi, pour les actionner, ils
disent beno ba nkisi, tala, « vous les nkisi, regardez »,
jamais ils ne disent : bakisi, c o m m e si c’ étaient des per­
sonnes. Dans tous les autres cas, ils laissent de côté le
préfixe personnel. Ils disent : Nkisi m indid i. Les Nkisi
l’ont tué. N kisi m ifw idi : les nkisi ont perdu leur force.
Nkisi twa mitwa : les nkisi sont pleins de vigueur.
Nos indigènes appellent encore nkisi la partie pour le
tout par exemple un objet dérivé d ’ un nkisi. Q u a n d le
nganga traite u n malade, dans beaucoup de cas il détache
une petite partie des ingrédients du Nkisi, et renferme
celle-ci dans un sachet minuscule que le malade portera.

(') Op. cit., p . 140.


122 ÉTUDES BAKONGO

soit au cou à une ficelle, soit au bras à un anneau, soit


aux reins à une ceinture. Si le sachet est remplacé par une
corne d ’ antilope, le nkisi ainsi dérivé s’
appelle mbanxbi,
d u n o m du réceptacle. Ce dérivé a, dit-on, la m ê m e force
que le nkisi original. Son usage est purement personnel.
C’ est à ces nkisi que conviendrait le mieux le vocable
amulette, à le prendre selon son sens étymologique de
préservatif.
Le nkisi matériel ou objet artificiel c o m p r e n d habituel­
lement u n contenant et un contenu. Le contenant est,
d’ après les cas, une figurine h u m a i ne ou animale, u n sac,
u n sachet, une gousse ou autre enveloppe de fruit, une
corne, u n pot, un coquillage, etc., etc. Le contenu ce sont
des éléments empruntés aux trois règnes de la nature;
ils s’appellent m fala :i nkisi, aussi bik o n k o , ce par quoi
le nkisi est complet. L ’élément principal est une argile prise
au fond d ’ une rivière ou d ’un étang, séjour des esprits des
morts. Les autres éléments sont toujours en rapport avec
l’activité propre du nkisi; herbes qui égratignent, bles­
sent, guérissent; feuilles, écorces, racines qui guérissent
ou tuent; becs et ongles, plumes, cornes, dents, queues
et poils d ’ani m au x divers; sachets contenant des excré­
ments; parfois du sang des menstrues, parfois la vésicule
biliaire d ’
un léopard; et pour le reste des choses bizarres,
les plus hétéroclites. Très souvent aussi des poisons vio­
lents d ’origine végétale, renfermés dans des godets ou
sachets minuscules. Dans ce nkisi matériel complet est
censé résider l’ esprit qui donne son n o m au nkisi. Cet
esprit est censé avoir été tom buka, remonté de l’ eau par
un aïeul du nganga (féticheur) qui l’ a actuellement en sa
possession.
Le ng anga peut partager son nkisi et faire résider
l’
esprit avec sa force dans d ’
autres enveloppes, statuettes,
sacs, etc. Pour réaliser ce dédoublement et instituer un
nkisi nouveau il emploie les rites traditionnels ad hoc,
RELIGION ET MAGIE 1-23

et mêle une partie des anciens m fula (ingrédients) aux


nouveaux.
Il y a des nkisi pour procurer la fécondité, pour aider
la f e m m e en couches, pour favoriser les cultures, la pêche
ou la chasse.
Il y a des nkisi qui ne servent q u ’ à guérir certaines
maladies et sont inutiles pour le reste.
Il y en a qui n ’ ont de force que contre les ndoki,
auteurs de maléfices et de maladies; certains ne peuvent
qu’ empêcher les ndoki de nuire; d ’ autres les font mourir.
Enfin, il y a la classe la plus nombreuse des nkisi qui
peuvent à la fois guérir le malade et c o m m u n i q u e r la
maladie à l’ auteur du maléfice. Chacun de ces nkisi est
spécialiste pour une maladie déterminée et refuse de tra­
vailler en dehors de sa spécialité. Certains de ces nkisi
sont employés contre les voleurs et tous les ennemis dont
on veut se venger.
Le centre de tout ce « nkisiisme » est occupé par le
devin, nganga n g om bo, ou m p u tu ngom bo; c’ est lui qui
indique l’ origine des m a u x et des maladies. Il fournit la
clientèle à tous les autres nganga. Les dérivés du ngom bo,
sont liikobi lu manga, et mpiata , qui peuvent également
indiquer l’ auteur du maléfice ou le nkisi à traiter.
Les nkisi traditionnels des B a k on go sont extrêmement
nombreux, .l’ en connais plus de cent cinquante. Mais
dans ce domaine il y a toujours du nouveau. Actuellement
les nkisi des grands centres, surtout de Léopoldville ont
une vogue extraordinaire, nkisi des Sénégalais, des Ban-
gala, des Azande. Parmi eux Muyeki, dérivé de la terrible
secte de Mani, a la réputation la plus considérable. Il enri­
chit son possesseur, le rend sympathique à ses proches et
amis, invulnérable à ses ennemis. Pour l’ acquérir, le can­
didat doit livrer un de ses proches parents aux maîtres de
Mani, qui le font mourir et se repaissent de ses esprits
vitaux. A u second rang vient le lukanu, q u ’ on porte
c o m m e bracelet au biceps; il donne une force extraordi­
1-24 ÉTUDES BAKONGO

naire et permet de c o m m u n i q u e r le rhumatisme ;'i ses


ennemis. Avec Mpengo et Nsepo, on peut s’ assurer la
fidélité de sa propre f e m m e et s’ attirer i m p u n é m e n t
l'amour des f e m m e s d ’
autrui. Tous ces nkisi étrangers,
une fois introduits dans la région, y sont naturalisés, et
pour leur emploi, conservation, transmission, suivent la
tradition du pays.

Classification des nkisi.

Dans la langue ordinaire des Bakongo, les n o m s des


nkisi sont répartis en différentes classes. U n e première
dénomination vient de l’ objet qui contient le nkisi; il y a
les nkisi m i biteke et les nkisi m i mafutu : nkisi contenus
dans une statue et nkisi enfermés dans une autre enve­
loppe. Cette gaine s'appelle f u tu : c’ est généralement un
petit sac fait d'étoffe européenne ou indigène sinon de
peau de bête; certains nkisi sont pourtant enfermés dans
des coquillages, des calebasses, des bouteilles, des pots,
des cornes d ’ antilope, des corbeilles, etc .11 y a aussi des
nkisi sans gaine protectrice, c o m m e le miroir magique
qui sert à voir les matebo, et différentes herbes liées en
bottes.
Les statues elles-mêmes sont partagées en deux espèces,
les biteke et les nkond i. D'après les uns, les biteke seraient
les grandes statues et les n ko n d i les plus petites; d ’ après
d’ autres, les nkon d i contiendraient les nkisi qui font
retourner à leur propriétaire les objets volés.
Les statues représentent généralement des personnes,
h o m m e s ou f e m m e s adultes; bien rarement des enfants.
O n rencontre parfois des reproductions d ’ animaux n o t a m ­
m e n t de chiens, de léopards et de crocodiles.
Les h o m m e s sont représentés habillés ou tout à fait
nus. Quelquefois le buste ou m ê m e tout le corps est recou­
vert d ’ u n morceau d ’ étoffe retenant les ingrédients du
fétiche et tendu c o m m e sur u n gros ventre. Généralement
RELIGION ET MAGIE 125

la tête et la poitrine sont sculptées avec soin, parfois


m ê m e avec goût, tandis que les parties inférieures et les
jambes sont taillées grossièrement. Les statues plus artis­
tiques proviennent presque toutes des Bavaka et des
B a m f u n g u n u ; des premiers, elles reproduisent la belle
coiffure en forme de casque, des seconds, le tatouage
caractéristique, lignes parallèles descendant des tempes
sur les joues, ainsi que le toupet qu'ils portent au s o m m e t
de la tête.
Certaines statues m ê m e consistent en u n bâton terminé
par une boule à laquelle des entailles grossières donnent
l’apparence d ’ une tête humaine.
Les matériaux qui constituent le nkisi sont enfoncés
dans le ventre, le dos ou encore dans la tête de la sta­
tuette; le creux destiné à les recevoir est fermé au m o y e n
de charpie ou de quelque morceau de bois.
U n e autre répartition, imaginée peut être par les chré­
tiens et universellement répandue, distingue les nkisi m i
nlongo, fétiches employés dans le traitement des mala­
dies, les nkisi m i nloko, ou fétiches actionnés par des
formules de kuloka. Nlongo signifie remède et aussi
défense faite par le nganga au patient. Quoique ces féti­
ches guérisseurs ne soient pas actionnés c o m m e les
autres, le maître-féticheur emploie pour guérir la plupart
des maladies, des rites à caractère magique. A u lieu de
nkisi m i nloko on dit souvent nkisi m i bim enga. Le m o t
k im en ga (plur. bim enga ) vient de m enga : sang, et d u
préfixe ki, dont le sens est très peu défini.
Le kim en ga se fait en tuant une poule ou une chèvre.
A la poule on arrache la tête en lui tordant le cou ou en le
tranchant, et à la chèvre on ouvre la gorge. O n frotte
ensuite le nkisi avec le sang encore chaud, après quoi la
viande est c o n s o m m é e selon le désir du nkisi, soit par le
nganga seul, soit par le nganga et le patient, soit par tous
les assistants. Quelques nkisi, c o m m e le M pungu mayala,
sont des nkisi m i nloko, et cependant les indigènes n ’ ont
pas recours au kim enga pour les faire agir.
126 É TUD ES BAKONGO

Les nganga distinguent aussi les nkisi. mi nseke, nkisi


de la brousse et les nkisi m i masa, fétiches des eaux; cette
division correspond à celle des esprits B isim bi qui selon
les indigènes, habitent, les uns près des sources et des
rivières, les autres dans l’ intérieur des terres.
O n distingue encore les nkisi m i nkita, fétiches animés
par u n nkita et nkisi m isim ba nsi, les fétiches qui tien­
nent la terre. Toutefois cette distinction m e semble pure­
m e n t verbale car, d ’
après plusieurs de m e s informateurs,
certains fétiches sont en m ê m e temps misim ba nsi et m i
nkita. A m a connaissance, il n ’ y a que quatre fétiches de
cette dernière espèce. Ce sont Kiyentjele, Le m b i, Tolula
et Nzenzi.
Kiyerujele, enfermé dans un petit sac rempli de toutes
sortes de terres et de bois, est employé dans la secte
secrète d u kimpasi. L em b i réside dans une petite cruche
contenant une liane nzom fi, de la boue d ’ un ruisseau,
de l'argile blanche et des feuilles de lemba-lemba. Tolula
a choisi pour demeure un petit sac contenant de la terre
rouge, des pattes de perdrix et la queue de deux rats
d’espèces différentes : nkusu et nkiedi. Enfin, ISzenzi
habite une statue de forme masculine ou bien aussi u n
sac, m e disait u n de m e s informateurs.
U n dernier critère de classification des fétiches est le
but auquel on les destine : nkisi ennemis des ndoki, nkisi
terribles aux voleurs, nkisi protecteurs de la santé. T o u ­
tes ces divisions cependant chevauchent les unes sur les
autres et parfois n ’ ont d ’
autre effet que d ’ engendrer la
confusion.

Institu tio n et mise en activité d’un nkisi.

Prenons c o m m e exemple nkisi Kapiangu. Ce fétiche ou


pour mieux dire l’ esprit de ce fétiche, incorporé à une
statuette est universellement redouté. 11 sert à rechercher
et poursuivre voleurs et fauteurs de maléfices.
RELIGION ET MAGIE 127
Le Noir qui désire posséder un fétiche Kapiangu,
achète au marc h é ou chez un sculpteur la statuette qui le
représente, puis, ayant prévenu le féticheur propriétaire
d'un Kapiangu, il s’ a m è n e chez lui au jour convenu. C ’ est
ce nganga-nkisi ou féticheur qui fera passer la force de
Kapiangu dans sa nouvelle image. La première m a n i p u ­
lation est la pose de la statuette sous le fétiche; sa m u
n k i s i ; par là, le féticheur devient ngudi-nganga, féti­
che 11i'-mère, tandis que le possesseur de la statuette esl le
mwana-nganga, enfant-initié, le féticheur disciple.
L’ initiateur a préparé avec soin tout l’ attirail nécessaire
à l’ institution du nouveau Kapiangu. Lui-même, ainsi
que son élève se sont barbouillés le front et les joues de
terre argileuse; devant la hutte du féticheur, se dresse le
nkisi, déposé sur une natte, non loin de là, la statuette
nouvelle. La cérémonie c om mence.
L’ initiateur saisit quelques pincées de poudre, la pro­
m è n e autour du nkisi, et la fait détonner. C ’ est la manière
d’ éveiller Kapiangu. Puis du ventre du fétiche il retire
une partie des innombrables ingrédients dont on l’ a rem­
pli jadis, lors de son institution. Décrivons brièvement
les principales substances de notre Kapiangu. Les trois
règnes y sont représentés : du règne minéral on a
emprunté l’ argile blanche ou rouge. Extraite à proximité
d’ une source, d ’ un étang, voire du lit d ’ une rivière,
l’argile, avons-nous dit. est l’ élément fondamental de tout
nkisi; c’ est par elle que l'on fait monter un nkisi de l’ eau,
séjour des esprits, hi hatom bolulanga nkisi.
Plus variés et n o m b r e u x sont les composants végétaux.
La graminée, dilata, qui pique ceux qui la saisissent, indi­
que que Kapiangu piquera partout où il ira. L ’ écorce dite,
dititi de l’ arbre ntiti (Haronga paniculata , Hypericacée )
symbolise la force de Kapiangu : il fera trembler, mais
lui ne tremblera jamais; Kapiangu kazakana ko, katitisa.
Le kikalala (Sm ila x kraussiana-Smilae ) plante adhésive
marquera la constance que Kapiangu mettra à poursuivre
1“28 ÉTUD ES BAKONGO

son ennemi. Kapiangu lama kalama. La plante kitundi-


bila (A m o n u m albo-violaceum , Z in g ib ) dont le caracté­
ristique est de conserver toujours ses feuilles, entre au
m ê m e titre dans la constitution de Kapiangu, car lui no n
plus ne lâche jamais lien.
Le règne animal est représenté par des plumes et des
becs d ’ oiseaux et coqs, symboles de rapidité et de force.
Tous ces éléments essentiels extraits de l’ ancien fétiche
sont mélangés pour faire masse, à d ’ autres éléments n o u ­
veaux de m ê m e nature; le tout est ensuite introduit dans
le creux du ventre de la nouvelle statuette. La « matière »
est complète; l’ ouverture est hermétiquement close grâce
à des noix de kola mâchées et, s’ il le faut, par une bande
d’étoffe nouée autour du ventre. Divers rites vont sacrer
définitivement nkisi la statuette ainsi préparée. Groupés
autour du féticheur, ses aides aux doigts agiles martèlent
doucement de petits tambours spéciaux, s’ accompagnant
parfois d ’autres instruments de musique. L ’ initié apporte
en l’ étirant une poule noire et la présente au féticheur.
D'une mai n rapide celui-ci lui tranche le cou, et saisis­
sant la tête dont le sang dégoutte, il en frotte d ’ abord le
ventre du nkisi, puis celui de sa nouvelle image.
Les tams-tams battent en cadence. L ’ initiateur place les
deux statuettes l’ une à côté de l’
autre, les deux possesseurs
se saluent d ’ u n battement de mains et voici que les chants
commencent.
L’
initiateur entonne seul :
E K a p ia n g u ,

K im e n g a m w e n e k io ?

A n sid i sa

Z ib u la m a k u tu , w a m a m b u :

M a k u tu m a z ib u k a ,

M eso m a m o n a .

E h K a p ia n g u ,

A s-tu v u le sa n g c o u le r ?

Je v a is te p a rle r,
RELIGION ET MAGIE 129

O u v re le s o re ille s, écou te-m oi !

T e s o re ille s s o n t-e lle s o u vertes ?

T e s y e u x v o ie n t-ils ?

L’
initiateur continue :
E N k o n d i za zo le

M u n zila zi to n g a la la , y a y a .'

E b eto y e M a fw a la

D i k a n so n a , d i b u n g a n g a .

L u b o k o lu N ta ri iy e n d a n d a n g u .

E h , le s d e u x fé tic h e s,

Ils son t là , d eb o u t su r la ro u te, d is.

E t m o i et M a fw a la , (* )

S i n o u s so m m e s b a rb o u illé s, c ’e st q u e n o u s so m m e s m aîtres

fé tic h e u rs.

A u lo in , j u s q u ’a u x c o n fin s d e N ta ri, v a gu etter l ’e n n e m i.

Intervertissant les rôles, l’


initiateur a pris le nouveau
Kapiangu par les épaules, tandis que son élève a saisi
l’
ancien fétiche. La danse des fétiches co mm e nc e, tandis
qu’aux alentours, accompagnant leurs chants, les aides,
avec ensemble, entonnent la ritournelle :
E K a p ia n g u , n g u d i n k isi,

S i titila tu m o n a k w eto .

E h K a p ia n g u , fé tich e m ère,

N o u s te v o y o n s t ’a g it e r e t t r e m b le r

E h K a p ia n g u , m ère-fétich e,

P o u rq u o i t ’a g it e r et tre m b le r, n o u s le vo yo n s.

Lorsque la danse a assez duré, tous deux s’


arrêtent, et
seul, l’
initiateur reprend :
N ge, K a p ia n g u , m u n tu y e zin a ,

M p a ti a k u , m o n o ,

N g a n g ’a k u , m o n o .

(!) N om de l ’in itié .


9
É TUD ES BAKONGO

U tu k a k u n a n i ?

U tu k a k u N a L u m b a ,

N a L u m b a u k u b a k ila k u b a m b u ta ,

B a m b u ta b a k u to m b o la k u m asa.

N a L u m b a m p a ti-n g a n g a .

T e n d a k aten d a,

K w a k u la k a k w a k u la .

K a k u g a n a m u n k a s a ko.

M a v w a ig a n a ,

N su su ig a n a ,

N k o m b o ig a n a ,

N g u d i-n g a n g a u d ia b io n ta m a ;

M w a n a -n g a n g a k u m b a -k a k u m b a ,

N lo n g o n su n g im in a .

K e m b o d i n k isi n g a n g a k im o y a .

M fu m u k ib u la , n g a n g a y u n g a ;

B a k u m b a n k isi, b a k u m b a m o n o n g a n g a .

N k u m b u 'a k u : K im p a m eso.

E K a p ia n g u , m u n tu y e zin a ,

B a k u y itik a , k i m o n a n g a n g a ,

K ib a ta m a , m a k u m b w a m a b w a ,

K u m b a k u n si, k io ifw a k u n s i;

B esi n seke. b esi m asa,

B a n tu b a fw a k a b a m o n ik a m p o lo .

E n g id i-n g id i,

M a k u ta n g a , k a M b a la u m w e n e ko.

E m b a m b a k a n a , n ti b a k a n g a d in k o n d o ,

D in k o n d o n u n g u , n ti n u n g u .

M a k w a ta n sa la , m a k w a ta m b e le .

L u n w a n in a m b isi, k a lu n w a n in a n k a n d a ko.

T e m b i-te m b i, n u n g u -n u n g u !

M fu la m a la fu , e y a iy e n d i n k in d u .

K a p ia n g u , e sik a m a ,

E w a n g a n g w a !

U p ia n g u la m a sik a , u p ia n g u la m w in i.

K ite k e y a , b o n d u la !

E M b u m b a ,

E s im b i d i M b u m b a ,

•N ki s a la y a ? g o n d a !
RELIGION ET MAGIE 131
T o i, K a p ia n g u , h o m m e a v ec to n n o m , (x)

Je su is to n p ossesseu r,

Je su is to n m a ître n g a n g a .

(A ces mots, les deux h o m m e s ont touché de la baguette


la tête de leur fétiche.)
D e q u i v ie n s-tu ?

— T u v ie n s d e N a L u m b a (2) .

N a L u m b a te reçu t de ses an cien s,

S es a n cie n s t ’o n t fa it s u rg ir de l ’e a u .

N a L u m b a fu t to n p ossesseu r, to n m aître.

A u x a p p ro ch e s d e la n o u v e lle lu n e ,

Il te tra ita it, te c o n s u lta it.

Il n e te céd a p a s p o u r q u e lq u e s fèves.

P o u r to i, je lu i d o n n a i n e u f p erles,

Je lu i d o n n a i u n coq ,

Je lu i d o n n a i u n e ch èv re,

T o u te s ces ch oses, d e p u is lo n g te m p s ce n g a n g a , m o n m a ître le s

a reçu es;

E t m o i, son é lè v e et to n m a ître, je d e v in s cé lè b re .

J ’a i o b se rvé le s tab o u s q u ’il m ’a a p p ris .

L a g lo ire d u n k isi, c ’e st d ’a v o ir u n m a ître en v ie .

L e ch ef a son a u to rité , le fé tic h e u r a la s ie n n e ;

O n t ’e x a lte , toi n k is i, on m ’e x a lte m o i to n m aître.

T o n titre d e g lo ire est : ce lu i q u i fa it fe rm e r le s y e u x .

E h K a p ia n g u , h o m m e a v ec ton n o m ,

T u p ro v o q u e s la s tu p é fa c tio n , je le v o is, m oi to n m a ître ,

T o i q u i t ’in c lin e s d ev a n t la cata stro p h e p résen te :

L e p a y s re g o rg e a it d e m o n d e, et v o ici q u e le p a y s se m eu rt;

L e s h a b ita n ts de la terre et le s h a b ita n ts des ea u x,

E t le s h o m m e s q u i m o u ru re n t, to u s on t d isp a ru (et n o u s a b a n ­

d on n en t).

E h n k isi. n k isi,

C e q u e n o u s te raco n ton s, M b a la (l’in itia te u r ) n e l ’a p as v u .

O h, le tu teu r, la p erch e so u tie n t le b an an ier,

M a is q u e la b a n a n ie r to m b e, la p erch e to m b e.

O n v o le le s p lu m e s, on v o le le co u te a u (3 ) .

(!) H o m m e c o m p le t.
(2) C elui d e q u i l ’i n i t i a t e u r t ie n t lu i-m ê m e s o n fé tic h e .
(3) O n v o le l a v o la ille e t m ê m e le c o u te a u q u i s e r v ir a à la tu e r .
132 ÉTUD ES BAKONGO

M a is to i, lu tte p o u r la v ia n d e , n e lu tte p as q u e p o u r la p ea u ,

S eco u e l ’e n n e m i, s e c o u e -le ! fo u le -le a u x p ie d s, fo u le -le !

C o m m e on fo u le le sol o ù se b o it le m a la fu , c o m m e on fo u le

u n c h a m p d e b a ta ille .

K a p ia n g u , oh ! é v e ille -to i

E co u te d o n c, M ère ! (l )

T o i q u i p én ètres p a rto u t le jo u r, p a rto u t la n u it,

O n k is i a rra ch e, tu e !

O M b u m b a ,

E sp rit d e M b u m b a !

Q u e feras-tu d o n c ? T u e !

Voici le nouveau Kapiangu initié à ses fonctions, il est


constitué, intronisé; ce que le nkisi-mère pouvait et fai­
sait, lui, le nkisi-enfant, le pourra, le fera.
Mais le possesseur m a n q u e encore d ’ initiation, il n ’
est
pas encore le mpati-nganga de Kapiangu, le possesseur-
maître de son fétiche; il y m a n q u e les m a m b u ma kin-
ganga (les arrangements concernant l’ initiation au féti­
chisme).
L’ élève c o m m e n c e r a par verser au maître, le salaire du
bunganga, c’ est-à-dire de la maîtrise, par exemple une
corbeille de bananes, une poule, une chèvre, u n fusil et
vingt-cinq francs. A ce prix, on lui dévoilera les nlongo
ou tabous du fétiche Kapiangu : défense de se servir
c o m m e bois de chauffage de plantes, d ’ arbres ou arbustes
apparentés à ceux dont se compose la « matière » du féti­
che, encore moins de kisani (O ncoba W elw . Bixacée), de
ngansi (Pentaclethra macrophylla, L e g u m .) et de m p e te ,
défense de m a n g e r les oiseaux, dont plumes et becs font
parties intégrantes de Kapiangu.
Le salaire acquitté et les tabous connus, initiateur et
initié se saluent en battant des mains, et s’ en retournent
chez eux; ils emportent leurs fétiches respectifs, q u ’ ils
déposeront sur une natte, contre la paroi intérieure de
leur hutte.

(!) T itr e h o n o r if iq u e .
RELIGION ET MAGIE 133

Dorénavent Mafwala pourra employer son Kapiangu


contre les ndoki. les voleurs, n ’ importe quel ennemi, il
peut les loka (ensorceler, réduire à l'impuissance avec son
nkisi) u ba lo ka ; il peut loka Kapiangu : mettre en branle
Kapiangu contre eux.

Emploi d’un nkisi.

Pour donner une idée concrète de l’ usage d ’


u n nkisi,
et, par l'exemple d ’ u n seul, u n aperçu de tout le genre et
donc du « nkisiisme » (fétichisme) nous décrirons nkosi
(le lion) dont l’usage est antique et universel. Il est m e n ­
tionné par les auteurs du XVIIe siècle; il est répandu chez
les B ak ongo et leurs voisins de l’ Est, les Bavaka. C ’est u n
couple; le inàle est contenu dans une grande statuette, la
femelle dans u n sac. Les m fula ou composants : de l’ argile
rouge provenant d ’ un éboulement dans un bas-fonds
(yenga), de l’ argile jaune, de la poudre rouge de nkula;
des épines et de l’ écorce de Kisani (Bixacée , oncoba W elw.)
et d ’
autres arbres à épines; des tiges de kisielele (tagetes
patula, L. C o m p .); des poils et des dents de lion; une tête
et des griffes d ’ aigle; des plumes d ’ oiseaux; des queues
de fouine; une queue de chat-tigre. Chaque fois q u ’ il est
employé (kuloka ), il boit le sang d ’ une chèvre et à défaut
de chèvre, d ’une poule. Le sang est répandu sur le ventre
du mâle et sur le sac de la femelle.
Son but : tuer les voleurs et les ndoki; il les saisit et les
presse de telle façon que le sang leur sort du nez, de la
bouche et de l’ anus. Quiconque donc souffre de pareils
écoulements, doit se faire traiter par le nganga qui pos­
sède le nkosi.
Supposons u n chef qui possède un village abandonné,
où croissent de n o m b r e u x palmiers et safoutiers. Des
étrangers y viennent marauder. 11 se rend chez le Nganga
nkosi et lui d e m a n d e de défendre son bien par son nkosi.
\u ÉTU D ES BAKONGO

Si le ngan g a y consent, il fixe le jour où il viendra sur


place mettre le village sous la protection de son nkosi.
Ce jour-là, le propriétaire et ses sujets attendent le
nganga; ils ont apporté la chèvre ou la poule, les noix de
kola et tout ce que le nganga leur a imposé. Le nga ng a
arrive avec ses aides qui portent de petits tambours; lui-
m ê m e porte le nkosi. Il l’ installe sur une natte, répand
trois pincées de poudre de chasse tout autour et y met le
feu; ceci pour réveiller nkosi et chasser les ndoki, s’ il y
en avait. Il m â c h e une noix de kola et en crache les rési­
dus sur le ventre de nkosi. Les aides battent leurs petits
tambours et chantent :

N d u m b a g a ta d ia k u , n ge u d i e,

E n g w a sa m u n a n g a n g a , kesi k u m b u k ’e.

U n e je u n e fille d e to n v illa g e , tu l ’a s m a n g é e ,

O h , m ère, a p p e lle le n g a n g a , q u ’il v ie n n e la g u é rir.

Le nganga saisit la poule apportée par le chef et lui


coupe le cou; avec la tête sanglante il frotte le ventre de
nkosi, tandis q u ’
il l’
agite frénétiquement.
Les aides battent les tambours et chantent :
E N k o si k a y ik in a ko e ?

N k i iy ib a ?

E b u n g a n g a b w in g i e.

E m o n o lu tu m isa n g e

N k i iy ib a ?

E b u n g a n g a b w in g i e.

O h ! n k o si n e d a n se -t-il p a s ?

Je v o le ra is ?

L e s h o n o ra ire s s e ra ie n t tro p é le v é s.

V o u s m e fa ite s v e n ir

Je v o le ra is ?

L e s h o n o ra ire s se ra ie n t tro p é le v é s.

(Les nganga parviennent à donner aux spectateurs l’illu­


sion que le nkisi danse réellement et se me u t de lui-
m êm e .)
RELIGION ET MAGIE 135

Q u a n d nkosi a assez frétillé, le nganga le saisit des deux


mains aux hanches et lui dit avec force :

E n k o si !

K im e n g a k ia k u u m w e n e k io ,

A n sid i sa,

Z ib u la m a k u tu .

N g e n k o si m b u n g u zi m en g a ,

N g e m u n tu y e z in a ,

M p a ti a k u m o n o ,

N g a n g 'a k u m o n o .

U tu k a k u n a n i ?

U tu k a k u n a S a m b a .

N a S a m b a u k u b a k ila k u b a m b u ta zan d i,

B a m b u ta za n d i b a k u to m b u la k u m asa.

N a S a m b a m p a ti-n g a n g a ,

K a k u g a n a m u n k a sa ko.

M a v w a ig a n a ,

N su su ig a n a ,

N k o m b o ig a n a ,

N g u d i n g a n g a u d ia b io n tam a .

M w a n a n g a n g a k u m b a k a k u m b a .

N lo n g o n su n g im in a .

K e m b o di n k isi n g a n g a k im o y a .

S ik a m a , e n k o si, e w a n g a ,

N d e m w e n e :

D io v o k a d i n a L u n g w e n g o yu ;

L u z itu n k a tu ;

N k a n d i k ila la , n sa fu k ila la .

Y o n s o u k w is a y e b w ifi b w a n d i

le te n g y e n d a ,

Z e k a n sin g u ,

M u n w a m e n g a ,

M u m b o m b o m e n g a ,

M u fu n i m e n g a ,

N im a to lu la ,

E m p o n g o m b u m b a ,

E sib u di m b u m b a ,

S a la n k i, y a ?

G o n d a .
136 études bakongo

E h n k o si !

T o n sa n g tu l ’as v u et b u

Je v a is te p a rle r,

O u v re tes o re ille s.

T o i n k o si tju i r é p a n d s le san g,

T o i, h o m m e a v ec ton n o m ,

T o n p ro p rié ta ire , c ’est m o i,

T o n n g a n g a c ’e st m o i.

C a r d e q u i v ie n s -tu ?

T u v ie n s d u S e ig n e u r S a m b a .

L e S e ig n e u r S a m b a t’a eu d e ses an cien s,

S es a n cien s t ’o n t fa it m o n te r d e l ’e a u .

L e S e ig n e u r S a m b a , ton p ro p rié ta ire et m a ître

N e t ’a p as d o n n é p o u r d es h a ric o ts.

L es 9 e n fila d e s d e ca u ris, je le s ai p ayées,

L e co q je l ’ai p ayé,

L e b o u c je l ’a i p a yé ,

L u i le m a ître-m ère le s a m a n g é s d e p u is lo n g te m p s.

M o i je su is ton m a ître in itié p a r lu i, je su is reco n n u ;

Je resp ecte tes d éfen ses (lo i et tab ou s).

L a g lo ire d u n k is i, c ’est le m a ître en v ie .

R é v e ille -to i d o n c, n k o s i, éco u te.

V o ic i l ’a ffa ir e :

C et e m p la c e m e n t-c i a p p a rtie n t à L u n g u e n g o ic i p résen t;

O n n ’y resp ecte rie n ,

L e s n o ix de p a lm e d isp a ra isse n t, le s n sa fu d isp a ra isse n t.

T o u t q u i d o n c v ie n t ici a v e c la v o lo n té d e v o le r,

M ets-toi en m a rch e ,

T o rd s-lu i le cou ,

Q u e le sa n g lu i c o u le p a r la b o u ch e,

Q u e le san g lu i c o u le p a r le n ez,

Q u e le sa n g lu i co u le p a r l ’a n u s !

B ris e -lu i le s re in s,

O so u v e ra in M b u m b a ,

O m a lé d ic tio n de M b u m b a .

Q u e fera s-tu d o n c ?

— T u e !

Les aides battent, avec rage les tambours et chantent


avec frénésie. Le nganga finit par remettre son nkosi dans
son sac, et ayant reçu ses honoraires, il s’ en va. L okele
RELIGION ET MAGIE

nkosi, lokele voka : il a loka — actionné ou mis en m o u ­


vement (le fétiche) nkosi; il a loka = mis sous l’ influence
(d’u n fétiche) l’
emplacement. Ces deux expressions sont
à retenir.
La nouvelle de cette opération (magique) s’ étant répan­
due dans les environs, tout le m o n d e se gardera bien de
passer par cet endroit avec la volonté de voler.
Mais le nkisi nkosi a une autre activité à exercer. U n
h o m m e est pris de douleur dans le cou ou dans le dos, ou
bien il saigne d u nez, ou bien a des selles sanguinolentes.
Si le mal persiste quelques jours, ses proches disent : il
faut consulter le devin (nganga n g o m b o ). Ils prennent
une perle noire, la frottent sur le ventre du malade, et la
portent au devin : « Voici, disent-ils, que notre parent a
été pris d ’ une maladie, il souffre telle et telle douleur.
Nous venons voir quelle est cette maladie et quelle en est
la cause. » Et ils lui tendent la perle. Le devin la prend et
la met dans le n g o m bo : « C ’ est bien, nous dormirons
là-dessus; nos têtes ( = la mienne et celle de N g o m b o )
voient ce qui arrive dans la nuit. »
Le lendemain devant un grand feu les parents et les
aides du nganga attendent, jusqu’ à ce que le nganga
arrive portant son ngom bo. Le ng om bo est une boîte,
remplie d ’ingrédients très divers, et qui se ferme avec un
couvercle.
Il ouvre trois fois son n g o mb o, et reniflant chaque fois
très fort dans la boîte ouverte, il dit : « Ecoutez, je vous
dis ce que j’ ai vu avec m o n n g o m bo , la maladie de votre
parent est celle du nkosi. »
Les parents : « Mais d ’
où lui vient cette maladie ? Quelle
en est la cause ? »
Le devin : « Dans votre parenté, quelqu’ u n a volé dans
un endroit mis sous la protection de nkosi; nkosi a pris
votre parent. Si vous voulez q u ’
il guérisse, allez trouver
le nganga nkosi. »
138 ÉTU D E S BAKONGO

Ils paient les honoraires du devin, honoraires très éle­


vés et partent à la recherche du nganga nkosi. Ils lui
racontent la maladie de leur parent, l’ ordre du devin, et
lui remettent neuf cauris ou perles, arrhes ou acompte
anticipé des honoraires.
« C’ est bon, dit le nganga, je viendrai tel jour; mais
que la parenté soit au complet, que personne ne m anque,
et que ses parents par alliance y soient. Mais attendez, que
j’aille chez nkosi. » Il revient et remet u n « nsunga »,
une tresse d ’ herbes q u ’
il a prises dans le sac de nkosi :
« liez cette tresse au cou d u malade. »
Le jour indiqué le nganga nkosi avec une bande de
serviteurs, portant des tambourins et autres instruments
de musique se rendent auprès du malade. A l’ entrée du
village, ils attendent et jouent leurs instruments. Les
habitants viennent à leur rencontre et remettent au
nganga un coq, une ma i n de bananes et un panier d'ara­
chides.
Tous ensemble se rendent devant la maison du malade,
et là, on étend la natte où le nganga installe son nkosi.
O n sort le malade et on le fait asseoir sur une natte, le dos
appuyé contre la paroi de la hutte. D e part et d ’ autre du
malade se rangent ses parents. Les serviteurs d u nganga
ont fait du feu, et dans u n grand pot ils cuisent ce que le
maître leur remet : des feuilles de m in k e n i (costus pyllo-
cephalus), de m abunda-bunda (palisota am bigua), d ’ ana­
nas et des parcelles de m fula (composants) de nkosi lui-
m ê m e . Ils y mêlent de l’eau et un peu de vin de palme et
cuisent le tout. Entretemps le nganga a pris une tresse
d’ herbes dans le nkosi et la lie au gros orteil du patient.
Il prend ensuite une poignée de feuilles de lem ba-lem ba
(B villantaisia alata) les tord de façon à en faire découler
de la sève, les lie ensemble pour en faire u n lem boso (un
goupillon pour calmer) et asperge le malade et ses
RELIGION ET MAGIE 139

parents. Il d e m a n d e le coq, lui coupe le cou, et avec la


tête sanglante il frotte nkosi et lui dit :
E h , n k o s i, to n sa n g tu l ’as b u ,

Je te l ’a i d on n é,

T o n m aître, c ’e st m o i

T o n m aître, c ’est m o i.

Puis il donne à boire au patient une partie du sang


recueilli dans u n vase; ensuite il lui frotte sur le visage
du kaolin blanc, pris dans le vase appelé kilem bo (qui
sert à calmer).
Il saisit alors nkosi des deux mains et lui dit :
E n g ey e, n k osi m b u n g u zi m e n g a

T a la y u n a n le k e ,

N g e k u n sim b id i,

M o n o k ’i n s i m b i d i ko

K im p a k a — m p a k a u d ia m w a k a

G a n a u b io k a , k iâ y e k ià !

B iô k o iz io la m u n itu .

K a k a la n k o n so , k a k a la n g o lo ,

N g e y e u n y a m b u la ,

K a le k a b w ô

K a s ik a m a n ta n g u n lu n g u .

E h ! to i, n k o si q u i rép a n d s le san g,

R e g a rd e ce s u je t,

T o i, tu l ’as sa isi,

M o i je n e l ’a i p a s sa isi,

M ais, tu as m a n g é to n lim a ç o n d ep u is lo n g te m p s,

M a in te n a n t v o m is ; (o n om atop ée)

T e s v o m isse m e n ts je le s lu i fro tte su r le corp s,

Q u ’il so it fo rt, q u ’il so it v ig o u re u x ,

T o i la is se -le ,

Q u ’il d o rm e en p a ix ,

Q u ’il se ré v e ille q u a n d le so le il est au z é n ith !

Dans le kilem b o et dans le vase qui a servi à la cuisson,


le nganga prend divers ingrédients, en fait une mixture
et frotte vigoureusement le malade sur tout le corps. Puis
140 ÉTUD ES BAKONGO

il mélange du kaolin et de l’ huile de palme et de nouveau


en frotte le malade. Ensuite il le fait mettre au soleil près
du feu et lui impose les défenses-tabous (nlongo mi nkosi )
ne pas m a n g e r de courges, ni d ’arachides, ni de poulet, ni
de chenilles, ni d ’ animal mort sans cause apparente, etc.,
etc., enfin, ne pas voir de cadavre, ni assister à un enter­
rement.
Ayant reçu ses honoraires, le nganga part. Si le sujet
guérit il reviendra dans u n couple de mois, pour « enle­
ver » les tabous; et alors il touchera d ’ autres honoraires
plus élevés.
Si le sujet meurt, le rôle d u nganga nkosi est fini. La
raison de la mort est la violation des tabous imposés, ou
l’intervention d ’ u n ndoki. Quelle que soit l’ issue d u trai­
tement, la croyance à la puissance de nkosi reste intacte.
A u cas où le malade guérit, le n ganga revient avec ses
aides au jour fixé d ’ avance, il trouve le patient guéri, assis
sur sa natte et tous les mets indiqués, préparés à côté de
lui. Il a apporté une double latte de palme, bien nettoyée,
et arrangée en forme de croix; sur l’ extrémité de cette
croix il dispose une partie de chaque plat, la présente
deux fois au patient et la retire, puis la troisième fois la
lui met en bouche. Pour chaque défense enlevée, il faut
payer des honoraires correspondants. Q u a n d tout est fini,
le n ganga dit au patient : « Voilà je t’ ai enlevé les défenses
de nkosi, tu es libre de m a n g e r tout ce que tu veux. Va,
apporte-moi une poule. » O n lui apporte la poule. 11
enlève une plume, q u ’ on va fixer au poulailler.
« V a maintenant planter sur ce tertre (qu’ on a préparé
d'avance) d ’ u n côté une tige de manioc et u n plant de
lum ba-lum ba, de l’ autre u n bananier tiba (musa sapien-
tium ), puis un bananier dinsakala, puis un bananier tiba.
Le premier régime qui mûrira est pour moi, les autres
sont pour vous; vous les partagerez. » Il prend ses h o n o ­
raires et s’en va.
RELIGION ET MAGIE 141

La classe des Mpungu.

Ces nkisi méritent notre attention à cause m ê m e de


leur n o m : Mpungu est l’ épithète ordinaire réservée à
l’
Etre suprême, Nzambi. La raison de cette association de
mots reste encore à trouver. D e plus, M pungu remplit u n
rôle social; c’
est une sorte de patron ou protecteur du
village.
N kinda gata, « celui qui rend et garde le village pros­
père », est le n o m du M p u n g u principal; on l’ appelle aussi
le M pungu meso nkama, le M p u n g u aux cent yeux. Les
autres sont groupés sous le n o m générique de bana ba
M pungu, enfants de M p u n g u . Ce sont M pungu ntete,
M p u n g u dans une corbeille; M pungu bâsa, M p u n g u le
pourfendeur; Mpungu sokula, M p u n g u le briseur de
dents; M pungu mafula, celui des chemins, et enfin
M pungu nzieta, celui qui donne le vertige.
Le M p u n g u protecteur du village consiste en u n sac
remplit de charbon de bois et de glaise blanche. Devant
la hutte d u chef sont plantés trois pieux d ’ environ
u n mètre de hauteur réunis au s o m m e t par une liane et
entourés de lattes de palme. A côté de ces pieux se dresse
un bananier Tiba (Musa sapientium ) flanqué d ’ une bran­
che de kisani (Bixa cée, Oncoba W elw .) à trident sur lequel
siège M p u n g u . Les pieux, le bananier et le kisani repré­
sentent une sorte de trône, et c’ est la raison pour laquelle
on lui donne encore le titre de roi : M pungu mayala, le
M p u n g u qui règne.
Si élevé q u ’ il soit en grade, M p u n g u , kadia kwandi
k im en ga ko, il ne boit pas de sang, au moins lors de son
installation que nous allons décrire brièvement. Le chef
invite un de ses collègues ayant un M p u n g u dans son vil­
lage, à venir faire la cérémonie. Le premier s’ appelera
Mwana-nganga ou maître initié et le second Ngudi-
m ÉTUD ES BAKONGO

nganga, maître initiateur. U n sera le disciple, F autre le


maître.
Le maître arrive au village en plein jour; les habitants
sont réunis au grand complet. Les éléments qui vont c o m ­
poser le nouveau M p u n g u sont étendus sur une natte; ce
sont : le sac fait de fibres d ’ ananas, u n petit tas de char­
bon de bois, de la terre blanche, des pattes de poulets, un
œ u f de perdrix, quelques arachides, quelques grains de
maïs, des têtes d ’ oiseaux : n g im b i, milan, fu n g u , grand
hibou des bois, nkuya-nkuya, grand oiseau casqué,
(Lophoceros fasciatus), ngo-zulu, aigle; une corne de
chèvre, des sabots de l’ antilope n som bi (cephalophus
ingrifions) et de l'antilope des chefs K im p i t i ; cinq coquil­
lages, trois petites bottes tressées de nkaka (Sporobulus
barbigerus Gram.), de me n u e s branches de kiku n g u -
nteke (chactocarpus Africus Euph.), des tiges de ndeka-
mbwa (paspalum indutum), Lunzila-nzila ( D e s m o d i u m
Mauritianum Leg.); lundondo, ntuntu zi nsoni (imperata
cylindrica), et enfin des feuilles de Munsanga (Hymeno-
cardia Ulmoides). Telles sont les substances composant cet
a m a l g a m e compliqué. Dans certains villages, le M p u n g u
n’ en contient pas autant. Le maître m e t tous ces ingré­
dients dans le sac, y joint des matériaux tirés de son pro­
pre M p u n g u et arrose le tout de vin de palme. Après s’ être
lié le pagne entre les jambes, il court dans les quatre
directions jusqu'aux extrémités de la place publique; il y
prend u n peu de terre et la répand sur le nouveau
M p u n g u . A ce m o m e n t tous les assistants chantent en
battant la mesure avec la m a i n droite sur le poing
gauche :
E M p u n g u b a n d o k a te m b i d i m b eti ee !

E M p u n g u b a n d o k a y u n g a y u n g a aa !

E h M p u n g u , e n s o rc e lle n os e n n e m is, re n d -le s c h a n c e la n ts et

san s fo rce !

E h M p u n g u , e n s o rc e lle n os e n n e m is , q u ’ils se fo u rv o ie n t et

s ’é g a r e n t !
RELIGION ET MAGIE

Le ngan ga accomplit encore quelques danses autour


du M p u n g u , enfin il s’
accroupit pour mettre le fétiche en
action par les paroles suivantes :

N g e y e M p u n g u tu k u g e n d e ,

T u k e le m ô k o g a n a fu tu d ia k u ,

T u sà la , tu k e la .

M u n a g a ta n k in d a n k a tu

N h u m b u g a ta : le m b i-le m b i,

K a m u b w a m a m b u ko.

K a m u n d e le B u la -m a ta ri k asa, n d e :

D in a g a ta k ilu m b u fw a d ifw a ,

D ia n a k u d ie n k o m b o -m u n tu , n g u lu -m u n tu ,

B u n a y i k u m a !

N g a , a n a k asa, n d e : n d a lw e n d a ,

L u k a n g a d in a gata,

M b u n d u w o k i;

N z ila k a b a z a y a y o k w a n d i,

Y o y i g a ta d io d io ;

N d a g u b a tw a d ila m u n z ila g a ta d in k a k a .

G a ta m u n a n d im b a , m v u la m u n a lo n d i !

M a k u m b a m a b w a !

K i m o n a n g a n g a k ib w a !

0 to i, M p u n g u , n o u s t ’a v o n s é rig é su r cette p la c e ,

E t n o u s éten d o n s n o s m a in s su r toi

P o u r q u e n o u s d e m e u rio n s s ta b le s .

Il n ’y a v a it p a s de p ro tecteu r d a n s ce v illa g e .

Q u e d ès a u j o u r d ’h u i il n ’y ait p lu s d e p a la b re s

C a r la p a ix est la g lo ire d u v illa g e .

S i le B la n c d e l ’E ta t le d écid e :

C e v illa g e il m o u rra , certes,

N o u s en m a n g e ro n s tou tes le s rich e sse s.

A lo rs c ’e s t à toi d ’in te rv e n ir.

O u b ie n s ’il d it à ses g en s : « A lle z ,

L ie z le s h o m m e s d e ce v illa g e . »

B e m p lis son c œ u r d e co n fu sio n .

Q u e ses s o ld a ts n e re co n n a isse n t p a s le ch e m in .

C e lu i de n o tre v illa g e ,

C o n d u is-le s su r la ro u te d ’u n a u tre v illa g e .


144 ÉTUD ES BAKONGO

Q u e n otre v illa g e (reste en p a ix ) d a n s sa v a llé e ,

Q u e l ’o u r a g a n (s’a b a tte ) su r la m o n ta g n e.

Q u e ces m e rv e ille s se ré a lis e n t !

C e q u e le n g a n g a p ré v o it, q u e ce la a rriv e !

Après cela le n ganga retire du M p u n g u un peu de terre


blanche, et en m a r q u e l’ arcade sourcillière de tous les
assistants. Il étend sur leurs fronts et leurs tempes de la
poudre de charbon de bois mêlée de vin de palme. Il
d e m a n d e trois petits paniers d ’ arachides, un régime de
bananes et un coq, puis il dit au chef : « Nous consacrons
(tum ba ) ce coq, tue-le où on l’ a pris, mange-le avec ta
f e m m e et tes petits-enfants. N ’ en cède rien à personne.
Maintenant apporte-moi quatre-vingt-dix pièces de cui­
vre ou autant de perles et je te donne ton Nkisi. » Le
« nganga-mère » place alors successivement le nouveau
nkisi sur chacune de ses épaules, tandis que le chef à
genoux salue en battant des mains; enfin il le lui remet,
lui faisant au départ les dernières recommandations,
tabous q u ’ il faudra observer rigoureusment : « Défends
à ta f e m m e privilégiée de descendre dans la rivière où des
h o m m e s se baignent. Si elle le fait, q u ’ elle achète une
noix de kola et te paie ainsi le dégât causé au M p u n g u .
Qu’ elle ne touche pas d ’ h o m m e s mariés, car elle est ta
f e m m e privilégiée. Q u e dans sa maison n ’ entre aucun
h o m m e qui ait m a n g é des pousses de manioc. »
A la nouvelle lune, le chef donne des forces à son
M p u n g u : il lui verse du vin de palme, lui m â c h e soigneu­
sement une noix de kola et répète les formules employées
lors de l'inauguration et lui dit :

G a ta d ia m o n ta n tu kesi ko,

G a ta d ia m o n w a ta k a m o n i ko,

B u k a k a n a g ata , g a ta m u zu lu ,

M a n k o n d o m u zu lu , n su su m u zu lu .

B a n a b a m p u n g u m u zu lu ,
RELIGION ET MAGIE 145

N g e y e L u m p u n g u -m p u n g u , m u n tu u b u ta m p u n g u n k a m a ,

G a ta di m p u n g u b ota d ib o ta ,

N k en to m p u n g u k a k u m b a , k a b ita ,

M u n a v ita b a n ta n tu k a b a v w e n k o n so .

A m o n v illa g e q u e l ’é tr a n g e r n e v ie n n e pas,

M o n v illa g e q u e l ’e n n e m i n e le v o ie p as.

S ’il v eu t le d é tru ire , q u e le v illa g e s o it au cie l (en d eh o rs de

sa p ortée),

Q u e ces b a n a n ie rs so ie n t au c ie l, le s p o u le s a u c ie l,

L e s e n fa n ts d e m p u n g u a u c ie l.

O T o i, L u m p u n g u -m p u n g u , h o m m e q u i a e n g en d ré cen t

m p u n g u ,

Q u e le v illa g e de m p u n g u s o it p ro sp ère,

Q u e la fe m m e d e m p u n g u s o it cé lè b re p a r sa p ro g én itu re,

D a n s la lu tte q u e le s e n n e m is so ie n t san s force.

Chaque matin il lui apporte une bouchée de noix de


kola mâchée, q u ’ il lui crache doucement sur le s o m m e t
de la tête, en disant: dia kwaku, e m p u n g u ,d ia kw aku =
mange, o m p u n g u , mange.
Pour les grandes circonstances tous les habitants reçoi­
vent quelques raies du charbon sacré sur le front et les
tempes. Cela se fait n o t a m m e n t à l’approche d ’
u n Blanc
de l’Etat, quand le chef s’ en va pour une palabre impor­
tante, ou lorsqu’ un habitant tombe gravement malade.
Dans beaucoup de villages, on adresse au M p u n g u des
invocations solennelles et on lui donne des forces au début
des grandes chasses, avant de mettre le feu à la brousse.
Tous les chasseurs arrivent alors avec leur fusil et pré­
sentent le front pour recevoir quelques lignes de charbon
de bois et d ’ argile blanche; c’ est le gage d ’
une bonne
chasse.
Le M p u n g u :N kinda gata, au dire de m e s informateurs,
est animé par l’ esprit du fondateur du village. Les élé­
ments qui le composent sont les m ê m e s que pour les
autres fétiches; pourtant l’ installation se fait par u n temps
10

ACADÉMIE ROYALE DE BELGIQUE

e - lonn rue Ducale,]


’XELLES - BELGIQUE
140 ÉTUDES BAKONGO

clair en plein jour et, nous l’ avons dit, sans frotter du


sang frais sur le nkisi, traits qui rappellent tout à fait le
culte des ancêtres. Le nganga-M pungu ou maître du
M p u n g u est le chef, successeur de l’
ancêtre honoré dans
le M p u n g u ; les demandes sont les m ê m e s que dans la
religion des ancêtres : la protection du village et des habi­
tants, la paix et la tranquillité de tous. Néanmoins ce qui
se fait à la nouvelle lune et tous les autres rites sont de
nature purement fétichiste. O n dirait q u ’ ici fétichisme et
culte des ancêtres se recouvrent parfaitement. Si de plus,
le n o m de M p u n g u était emprunté à l’ Etre suprême,
Nzambi, c o m m e il semble bien, nous serions en présence
d’ un cas singulièrement significatif de syncrétisme reli­
gieux.
Les bana ba M pungu, ou enfants de M p u n g u sont en
rapport avec le nkisi que nous venons de décrire, le
M pungu mayala. Le m ê m e esprit, d ’ après plusieurs de
m e s informateurs un n k u lu , anime M pungu mayala et
tous les « enfants de M p u n g u » que nous allons passer
rapidement en revue.
M p un g u mafula. — Le n o m complet serait : M p un g u
mafula, mafula m a ka ka m en e ; le M p u n g u des chemins,
les chemins sont barrés. Il tient en quelques petites bottes
d’herbes nsoni et autres, placées aux abords du village et
barre la route aux ennemis et aux sorciers qui veulent y
pénétrer. Quant à la f e m m e qui le touche, elle est frappée
de stérilité.
M pung u nzieta, le M p u n g u qui donne le vertige, est
constitué par quelques tiges d ’herbes de différentes espè­
ces. Son rôle est de faire pirouetter tout ennemi c o m m e
une toupie.
M pungu sokula, le briseur de dents, M pungu basa,
« celui qui pourfend l’ ennemi » sont fabriqués de la
m ê m e façon. Ils pendent aux parois de la hutte à côté ou
au-dessus de la porte.
RELIGION ET MAGIE 147
M pungu niete. — Celui-ci est plus compliqué. Voici
ses principaux ingrédients : de la terre blanche, de la terre
prise aux trois principaux carrefours du village, de la
terre travaillée par des scarabées et prise à neuf endroits
différents du village, trois scarabées, des morceaux de
trois fleurs mâles de palmiers; le tout mélangé, réduit en
poudre, arrosé de vin de palme et versé dans une corbeille
(.ntete ) solidement tressée. Autour de cette petite corbeille
on tresse neuf petites touffes d ’ herbes nsoni, (imperata
cylindrica) et de masunga, qui rendent le nkisi attentif
à sa tâche (su n gim in a), enfin au milieu il y faut encore
mettre un coquillage. Dans certaines régions, cela ne
suffira pas, et on ajoutera les éléments qui entrent dans
les nkisi ordinaires : plumes de poules, petite corne d ’anti­
lope, etc. L ’ installation est presque identique à celle du
M p ung u mayala, on n ’ exige pas cependant la présence de
tous les habitants du village. Dans la formule d ’ invoca­
tion le nganga ajoute entre autres, ce qui suit :
N g o b a m o n a m u lu ta m b i;

N k a k a b a m o n a m u k ik o k ila ,

N k o si n k u m b a ,

N go m a to n a ,

S i n g eye, m p u n g u -n te te !

Y u n a k u n k e ta n g a m u n a gata,

K a k a d i m w a n a n k en to , k a k a d i m w a n a y a k a la ,

K a k a n g a m a m u n a m p u n g u .

O n re co n n a ît le lé o p a rd a u x e m p re in te s de ses g riffe s,

O n re co n n a ît le p a n g o lin à la trace de sa q u eu e.

L e lio n p ro v o q u e n o tre a d m ira tio n .

L e lé o p a rd a la p e a u tach etée,

T o i, tu es le M p u n g u -n te te ...

C e lu i q u i m e h ait ou m e v e u t d u m a l d a n s ce v illa g e .

Q u ’il s o it h o m m e ou q u ’i l s o it fem m e,

Q u ’ il so it lig o té p a r to i, M p u n g u .

E n disant cela, le nganga attache encore au M p u n g u


quelques herbes liées ensemble, crache sur lui une noix
148 ÉTU D ES BAKONGO

de kola, préalablement mâchée, la ficelle au m o y e n de la


liane kisakambvm koko (Modecca Lobata, P a ssch.). Puis
le féticheur retrousse son pagne et, tout en dansant, va
ramasser de la terre dans les différents carrefours d u vil­
lage et en asperge le M p u n g u , tandis qu'il crie aux assis­
tants : « D i k i m f u m u ? Qui a le pouvoir dans cette
affaire ? » Et eux de répondre : « Di nganga. C ’ est le m aî ­
tre. » Les aides jouent du tambour; le nganga prend des
feuilles de lem ba-lem ba, les dépose sur le M p u n g u et l’ at­
tache enfin à la paroi de la hutte.
Le M pungu ntete est installé, et tout c o m m e il est îui-
m è m e ligoté, il ligotera dans son panier ou ntete l’ ennemi
et le sorcier.
U u tabou c o m m u n à tous les M p u n g u et qui oblige tous
les habitants du village est le suivant : les poux seront
jetés n o n à terre mais au feu !
11 est encore d ’ autres nkisi qui ressemblent assez bien
aux M p u n g u . Ainsi, par exemple, le Mwilu, poterie
pleine de charbon de bois mêlé de terre, avec, au sommet,
de minces bottes de nsoni tressées autour du col. Tous les
jours le ngang a lui crache de la noix de kola. Ce nkisi
attaché entre trois pieux doit protéger la hutte ou le
h a m e a u contre les ndoki. M pem ba nzadi est 1111 autre
nkisi du m ê m e genre. Son 110111 signifie : argile blanche
tirée du fleuve. Son titre honorifique est K ilem b o, le paci­
ficateur. Il consiste en u n pot rempli d ’ argile blanche,
plus deux bâtons réunis par des tiges de nsoni et au
m o y e n desquels le tout est suspendu à u n pied. A son
installation les habitants du h a m e a u lui chantent :
E k ile m b o k i M p e m b a n z a d i e,

E n z a tu n iu n g in a e e !

0 p a c ific a te u r, M p e m b a n zad i,

O h , v ie n s , n o u s t ’a c c u e illo n s a v ec jo ie !

Le nganga n ’ i m m o l e pas de poule mais fait sur le nkisi


une libation de vin de palme, puis il fait goûter à tous les
RELIGION ET MAGIE 149

habitants, et m ê m e aux petits enfants, un mélange de vin


de palme et de terre glaise. Ensuite, prenant un peu de
cette argile blanche dont se compose le fétiche, il dessine
une raie sur le front, les coudes, les genoux, la poitrine
et les sourcils de chaque assistant. Dès q u ’ils ont été m a r ­
qués, tous se frottent un peu de salive sur la poitrine;
grâce à cela la paix entre dans leur cœur. Le chef du
h a m e a u ou le propriétaire de la hutte devra s’abstenir de
m a n g e r des pousses de manioc, légume indigène habi­
tuel, et d u pain de manioc fraîchement préparé. A u sur­
plus, il ne brûlera pas de noix de palme dans sa hutte.

Fétiches divers.

K iw oho ou Kiwo. — Ce n o m est porté par u n couple de


nkisi. Le nkisi masculin est enfermé dans u n petit sac
fermé par un anneau, le fétiche féminin dans une statue,
la seule, à m a connaissance, qui porte c o m m e chevelure
une tresse de cheveux humains. Leur titre est : K insiku-
nsiku, celui qui donne le hoquet. Parmi les ingrédients
qui composent le nkisi se trouvent entre autres des tètes
de serpents. Ces fétiches servent à écarter les maléfices
et à guérir les insomnies causées par les mauvais sorts.
Pour traiter u n malade le nganga tue une poule, répand
le sang sur le nkisi, en frotte la bouche, la poitrine du
patient, et ses propres lèvres. 11 tue ensuite u n crapaud,
lui enlève le c œ u r et le m et dans la bouche du malade qui
doit l’avaler. Le résultat en est u n violent hoquet. Le reste
du crapaud est enterré au pied d'un bananier. Le nganga
imite ainsi une pratique prétendue magique. Serions-nous
en présence d ’ u n cas d ’ homéopathie P Voici c o m m e n t il
s’exprime :
E k in sik u -n sik u m p a n g i u fw a ,

N s a n g u b a tu m a , n d a le k a ,

E n ze m b o , m o n o y a y a ,

K a k u tu k a n g o n d a , m v u la in o k a ,

E n ze m b o , m o n o y a y a , n d a le k a .
150 ÉTUD ES BAKONGO

O K in sik u -n sik u , n otre frère m eu rt;

L a n o u v e lle est a rriv é e , v a d o rm ir,

O ch e r N zem b o ,

L a lu n e ne p a ra ît pas, la p lu ie tom b e,

O ch e r N zem b o , v a d o rm ir.

Q u a n d le nganga excite le nkisi contre les ndoki, il


s’
adresse à lui de la manière suivante :
E M b w e te te , n s e n g e le m b e le n g a m ila n d a ,

N to to m v u m b i, lo n g a d i m v u m b i.

K i k a n in i m p a ti, k i k a n in i n g a n g a ,

N g u d i u fw a , m w a n a u y e n d a k u lo n g o ,

E m a k a m a ta m b u lu m b u lu n k u m a ta b an tu ,

L a n d a k o n so k a k w e n d a .

O é to ile s , d e v ie u x c o u te a u x v o u s s u iv e n t (la ré g io n est p le in e

de p a la b re s),

L e sol est a u x ca d a v res, to u te n o tre v a is se lle p asse d a n s le s

s é p u ltu re s (o n ne fa it rie n d ’a u tre q u ’e n te rre r des cad avres)

C e p e n d a n t ce q u e v e u t le p o ssesseu r d u n k is i, ce q u e v e u t le

n g a n g a ,

C ’est q u e là ou la m ère est m o rte, son en fa n t reste et se m arie,

(p o u r p erp étu e r la race).

C o m m e le s o ld a t lie le s h o m m e s e n u n e tro u p e, a in s i le s e n tr a în e

le so rc ie r,

P o u rsu is le so rc ie r, p a rto u t o ù il v a ...

Et le féticheur imposera le tabou suivant : interdiction


d’introduire de la viande fraîche et de brûler du bois bin-
sani ou minsanga là où séjourne Kiwo ou son patient.
Kim ana. — Ce n o m signifie destructeur, exterminateur.
Ordinairement le sens est complété c o m m e suit : kim en e
n k o m b o , kim en e n g u lu : qui détruit les chèvres et les
cochons. Ici encore nous avons à faire à u n couple de
nkisi; le mâle s’ incarne dans une statue, le fétiche femelle
dans une corne d ’ antilope. Ils sont invoqués conjointe­
m e n t ou séparément contre les voleurs qui ont emporté
d u petit bétail. A l’ installation, de m ê m e que chaque fois
RELIGION ET MAGIE 151

qu’on en l'ait usage, le sacrifice d ’ une poule est exigé.


Moyennant cette offrande le nkisi envoie des coliques au
voleur; le propriétaire ne peut plus toucher de la viande
de porc ou de chèvre; quant au voleur il doit m ê m e les
bannir de sa hutte. Ces deux nkisi, faut-il le dire, rendent
de réels services contre les malfaiteurs.

*
* *

Lubwadi. — Ce nkisi est « incarné » dans une grande


statue humaine. Les indigènes recourent à lui dans les
maladies dont la nature reste cachée et qui proviennent
certainement de l’ action d ’
u n ndoki. Le nganga extrait
u n peu des ingrédients composant le nkisi et les répand
sur une planche. 11 y ajoute un petit paquet de feuilles de
lem ba-lem ba (Brillantaisia alata) enveloppé dans u n linge,
appelé bonso; u n second paquet du m ê m e genre rempli
de morceaux de bananiers pourris se joint au premier,
ainsi qu'un troisième contenant des feuilles de ladi
(Eichornia natans ). Le tout est assaisonné de sel, de p o u ­
dre et de mitraille, puis arrosé d ’ eau et de vin de palme.
Ensuite le nganga dépose son couteau sur la planche,
excite le nkisi de la façon ordinaire, lui fait « boire le sang
d une poule » et le patient avale le mélange préparé. Trois
fois le nganga lui touche de son couteau la poitrine, la
nuque et les tempes c o m m e pour les transpercer en criant
à pleine voix : « w u nlongo, tuka, ka nzo ko, kigagala,
c’est-à-dire, ceci est u n remède de nkisi, sors donc, ce
n’ est pas là une demeure, ce n ’est q u ’
une hutte en ruine. »
Le nganga opère de la m ê m e façon avec d ’ autres nkisi.
N k u tu kibasa. — Ce n o m signifie : u n petit sac qui
fend. Le nkisi se fixe dans u n sac ou une statue; celle-ci
porte u n creux au dos qui permet d ’ y insérer les ingré­
dients : de la glaise rouge, de la semence de bwalu-mbaka
(Tephrosia Vogelii L e g a m ) qui sert à empoisonner les
étangs pour tuer les poissons, du poivre, des feuilles de
152 ÉTUD ES BAKONGO

mantata (Pseudarthria H ookerii L.), de lundondo et de


lunzila-nzila. L ’
ouverture est fermée au m o y e n d ’
argile
blanche mêlée de sel et de vin de palme, le tout étant
recouvert d ’ un morceau de peau de m b o n g i ou chat sau­
vage. A chaque utilisation du fétiche ainsi q u ’ à son instal­
lation, on l’ abreuve de sang de poule et 011 le nourrit de
noix de kola. Il écarte les sortilèges et guérit radicalement
les m a u x de gorge, à condition que le malade porte autour
d u cou un petit sac contenant les extraits d ’ ingrédients
du nkisi.
Mbwa yam ba ou grand chien, est incorporé à la statue
d’ un chien. 11 est emprunté aux Bayaka, les raies rouges
et blanches qui zèbrent la statue, trahissent de suite cette
origine. Elle porte sous le ventre une cavité dans laquelle
on met de la glaise rouge et blanche, de la poudre de noix
de kola et des têtes de serpent. A chaque cérémonie le
fétiche reçoit une libation de sang de poule ou de chèvre.
Son pouvoir s’ exerce contre les sorciers, les voleurs et les
ennemis, q u ’ il couvre de plaies sur tout le corps et dont
il déchire les entrailles. Aussi sçrt-il de remède spécifique
aux plaies et aux maladies internes.
Nkisi mvula, le nkisi de la pluie. Dans un petit sac des­
tiné à être suspendu, l’ on introduit des boules de terre
blanche, jaune, rouge et brune, de la poudre, des feuilles
de tabac sèches, enfin u n panache de plumes de coq qui
dépassant, donne au fétiche sa forme caractéristique. Ce
nkisi arrête ou attire la pluie. Dans le premier cas, le sac
est placé sur une natte au milieu d u village, le nganga
allume une pipe, en lance la fumée sur le nkisi, fait explo­
ser de la poudre autour du fétiche et danse en chantant :
(( Moi, ton maître, ikakandikila, je vous en empêche. »
Mais durant les jours où il ne veut pas de pluie le nganga
ne pourra ni se baigner, ni m ê m e approcher d ’ une
rivière.
Si pendant ces jours u n arc-en-ciel apparaît au firma­
ment, le nganga se dessine sur la poitrine trois lignes
RELIGION ET MAGIE 153

parallèles, une de terre rouge, l’ autre de terre jaune et la


troisième de terre brune, puis les yeux levés vers le ciel
il excite le nkisi. Et quand il verra fondre les couleurs de
l’arc-en-ciel, il effacera les lignes une à une.
Si au contraire, le nganga veut faire pleuvoir, il arrose
le nkisi de vin de palme et lui c o m m a n d e d ’
envoyer la
pluie. 11 doit en outre se baigner au moins une fois par
jour. Les n ganga qui « actionnent » ce nkisi connaissent
naturellement les signes de pluie et de beau temps et ne
s’adressent à leur nkisi que quand il y a chance de succès !
N gundu. — Ce n o m vient peut-être de wunda, uiun-
dula, recevoir ou fournir de la nourriture. Il y a, m ’
a-t-on
dit, deux nkisi qui portent ce n o m . Pour m a part je n ’ en
ai jamais vu q u ’ un. Il est enfermé dans une corbeille
ornée de perles rouges et bleues et piquée çà et là des
grandes plumes de la poule immolée lors de l’ inaugura­
tion. La corbeille contient u n sac renfermant de la glaise
blanche, rouge et jaune, de la poudre de nkula, de la
semence de nsenga (musanga Sm ith i .), enfin la tête et
les pattes de la poule qui a servi à l’ immolation.
Le N g u n d u est u n esprit nkita. Son nkisi guérit la
fièvre, les battements de cœur et les maladies nerveuses
appelées y e m b o di nkita N gundu. Q u a n d u n h o m m e est
atteint de ce mal, on fait venir le maître du Ngundu; il
ordonne de coucher le malade au soleil et place le nkisi à
côté de lui sur du sable fraîchement extrait de la rivière.
Tandis q u ’ il excite le nkisi, tous les habitants du village
doivent danser, se balancer et agiter des branches vertes
en chantant :
E m o n o k ile le koe,

Ile k a m a m a , k eti b w e ile k a ?

K a m o n o b a g a n g ila y e m b o d i n k ita N g u n d u .

O h ! m o i je n ’a i p as d o rm i,

C o m m e n t d o rm ira is-je , m a m ère ?

N e m ’o n t-ils p as ca u sé la m a la d ie d u n k ita N g u n d u ?
154 ÉTUD ES BAKONGO

Le nganga prend un peu de poudre hors d u nkisi, en


remplit une petite corne d ’ antilope à l’ ouverture de
laquelle il pique deux plumes de la queue d ’ oiseaux appe­
lés : n k u k a (tu r a c u s p e r s a ) et l u m b w a lu m p u m b u . Il lie
cette corne fétiche à sa propre chevelure, asperge le
malade au visage avec du jus de m i n k e n i (A m m o n u m
c i t r a t u m ) et lui prescrit le régime suivant : ne plus m a n ­
ger de viande de porc, ni de venaison, ni de termites, ni
d’ anguilles (n g o l a ) fraîches.
L e m b i di zulu. — Ce nkisi est suspendu aux parois de
la hutte; son n o m signifie pacificateur. L e m b i est le n o m
d’un esprit nkila. Ses éléments principaux sont des noix
de palme et de la poudre de nkula enveloppées dans un
linge entre des gaines de fleur de palmier.
Il procure la paix à son propriétaire et le rend invulné­
rable. Son inauguration a m è n e cet usage singulier; on
coupe un doigt de la patte d ’ u n jeune coq et on frotte le
nkisi d u sang qui coule de la blessure. Le coq ne peut plus
être touché par un m e m b r e de la famille du propriétaire,
ni être m a n g é dans le village; il peut être vendu mais
dans ce cas il doit être remplacé par un autre qui aura le
m ê m e sort. Le propriétaire est tenu de porter u n bracelet
d’ herbes nsoni (Imperata cylindrica Gr.). Ch aque mois à
l’apparition de la nouvelle lune en pleine nuit, il devra
m â c h e r une noix de kola et la cracher sur le nkisi.
Balensa. — Ce n o m vient de lensa, dévorer. « Il dévore
les voleurs et les sorciers ». C o m p o s é de terre rouge et
blanche, de têtes de serpents, de griffes d ’ animaux, etc.,
empaqueté dans un petit sac, il sert à ensorceler les ndoki
et les voleurs; chaque fois q u ’
on le traite il faudra l’
abreu­
ver de sang.
Kitambwa, est un fétiche très semblable au précédent,
sauf que, dans ses éléments, il y entre de la poudre et du
charbon de bois. 11 saisit le voleur ou le sorcier et le jette
RELIGION ET MAGIE 155

dans le feu. Cependant Kitambwa peut lui-même guérir


les brûlures du voleur à condition que celui-ci se fasse
« traiter » et restitue ce qu'il a volé.
Malunga. — Le n o m complet est : Malunga majula
nsengo, majula n k u k u Lwango, le « parfait qui forge la
houe, qui forge aussi l’ enclume de L w a n g o ». Ce nkisi se
compose d ’ une peau d ’ antilope qui renferme un c h a m p i ­
gnon, appelé lutondo, des feuilles de mantata, toutes
espèces de racines tordues, des semences de courge, île
l’argile blanche, et tout un assortiment de vieux couteaux
et de pointes de fer. 11 sert à faire prospérer la forge.
Nladi signifie, celui qui disparaît. Le m o t vient du
verbe lala : disparaître. Le nkisi habite une calebasse qui
contient de la poudre de kola, de la glaise jaune, une noix
de kola et d u sel; autour du sel se trouvent neuf petits
n œ u d s de masunga ou d ’ herbes nsoni, le goulot lui-même
est bouché au m o y e n d ’ une queue de porc-épic et d ’ une
peau du rat, m vin d u . Le porc-épic, en effet, disparaît de
suite dans un trou, quand il est poursuivi et le rat m vindu,
ne m a n g e que de nuit et se cache le jour.
Les Noirs ont fréquemment recours à ce nkisi et pour
trois fois neuf perles le nganga le prête à celui qui a perdu
u n objet. Celui-ci e m m è n e le nkisi à l’
endroit où l’ objet
a disparu, q u ’il ait été volé ou emporté par une bête, soit
en plein champ, soit dans une maison, soit sur le chemin;
et il ensorcelle le voleur c o m m e suit :
Y o n s o y ib id i

N g e y e n k isi u m w e n e ,

Y o n so n d a la u la d isa y a n i,

Q u el q u e s o it ce lu i q u i a v o lé l ’o b je t

T o i, n k is i tu l ’a s v u ;

D e n ’im p o rte q u e lle m a n iè re , fa is -le d isp a ra ître !

Après l’ensorcellement le propriétaire volé pend des


feuilles de m in k e n i (Costus phyllocep h a lus ) à l’
endroit
où l’objet a disparu.
156 ÉTUD ES BAKONGO

Lufw ad ikisi. Le n o m dérive du verbe fw adikisa et


signifie « qui épuise les forces ». Ce fétiche consiste en
un panier contenant deux petits pots remplis d ’ argile
blanche, de perles bleues et rouges, des nageoires et des
têtes de quatre anguilles ngola (clarias ).
Q u a n d les polygames ont parmi leurs f e m m e s et leurs
enfants des cas de morts fréquents, et q u ’
ils consultent le
devin nganga N gom bo sur les causes de ces décès et les
remèdes à employer, celui-ci répond infailliblement :
« Luyabisa L ufw adikisi, faites sortir le Lufw adikisi de
l’
étang ».
Le maître du Lufw adikisi, le polygame avec ses f e m m e s
et leurs parents se dirigent alors vers u n étang. Le ng anga
par deux fois fait éclater de la poudre, répand u n peu de
la poussière du nkisi dans l’ eau, puis c o m m a n d e au poly­
g a m e et à ses f e m m e s de vider une partie de l’ étang, au
préalable séparé par une digue. Entretemps, il chante
avec ses aides :

E m a k iza n k w a y a b i n k en d a ,

N ta n g u le m b id i ee !

K eti n k i g a ta ik u m a v w e la ?

N ta n g u le m b id i ee !

O éta n g , m a m ère, o ù se p êch e la cau se,

V o ic i q u e la c h a le u r se tem p ère !

D a n s q u el v illa g e ira i-je d o n c c o n s tru ire la h u tte d e m o n n k isi ?

(S u r q u i d o n c d e v ra i-je ex ercer m o n f é t i c h e ?)

V o ic i q u e la c h a le u r se tem p è re !

Q u a n d l’
eau est presque complètement puisée, les
pêcheurs doivent prendre dans la vase une anguille ngola.
Le n ga n ga est attentif à tous leurs m o u v e m e n t s car celui
qui le premier trouve l’ anguille est responsable de la
mortalité et il devra faire expiation. La ngola trouvée, le
nganga lui enlève une nageoire et en frotte l’ h o m m e et
RELIGION ET MAGIE 157

les f e m m e s au front et à la poitrine. La nageoire est ajou­


tée au nkisi et l’ anguille est rejetée dans l’étang. Rentrés
au village, le nganga tracera avec de l’ argile blanche une
ligne au-dessus des yeux des femmes, et leur fera les
recommandations suivantes : elles devront s’ abstenir de
trois sortes d ’ a ni ma u x rongeurs, à savoir du kim bw a, du
n k u m b i et d u nsunsi; elles ne peuvent plus ni toucher, ni
enjamber aucune ratière.
Les f e m m e s paient c o m m e honoraires une flèche, une
aiguille et un couteau. L ’ h o m m e , s’
il est coupable, paie
aux f e m m e s trois chèvres, au nganga trois fois
quatre-vingt-dix perles et en plus trois jeunes poulets.
Le nganga en rendra un aux f e m m e s qui, lorsqu'il aura
grandi, le mangeront en compagnie du mari.
Yamba est formé d ’
un sac contenant un fond de char­
bon de bois et u n petit panier (nyende ) fixé dans de l’ar­
gile blanche et rouge, rempli de semences de l’ arbre
nsenga (Musanga S m it h ii Artoc ) et recouvert d ’
une poi­
gnée de feuilles. Il est employé contre le ndoki. Le
patient, qui souffre d ’ une faiblesse générale causée par
celui-ci doit s’
abstenir de poissons nkam ba et des chenilles
qui s’attaquent aux arbres mbota (Miletia Deweivrei, L.).
N kutu ntetukila signifie petit sac qui s’ ouvre ou fait
éclore. Il c o m pr en d les matières suivantes collées sur une
assiette dans u n mélange de glaise blanche et de vin de
palme : des épis d ’ herbes nsoki séchés et réduits en p o u ­
dre, des fourmis mfwila, des gousses de fèves m a nku ndi,
dont les poils piquent plus fort que des orties (M ucuna
pruriens L.) , de l’ herbe appelée nlom bo, d u poivre, des
chenilles nsiangi velues.
O n recourt à lui pour guérir les démangeaisons. Le
patient est étendu au soleil sur une natte et le nganga lui
masse le corps avec u n mélange de poudre d u nkisi et de
vin de palme, en disant : « toi Nkutu ntetukila, tu t es
158 É TUD ES BAKONGO

emparé de cet h o m m e ; lâche-le, q u ’il d o r m e toute la nuit


et ne s’ éveille q u ’
en plein jour. » Ensuite, il prend une
poule, la jette en l’ air pour symboliser le départ de la
maladie (v u m u k a ) mais elle n ’est pas immolée.
Le patient doit rester étendu en pleine chaleur jusqu’ au
coucher du soleil et observer les tabous suivants : ne
m a n g e r ni pousses de manioc, ni poivre, ni rats et n ’ em­
ployer c o m m e bois de chauffage, aucune espèce de bran­
ches aux feuilles velues.
Ndunsa. — Le n o m signifie entre autres une maladie
d’enfants qui va de pair avec l’ entérite. Son titre honori­
fique est Ya Nkanka : confusion. Ce nkisi se compose
d’une assiette en bois remplie d ’ un mélange d ’argile blan­
che, de poivre, de sel, de poudre de lundondo et de feuil­
les de lunzila-nzila.
Ici n o n plus il n ’
y a pas de kim enga. Si le nganga doit
soigner un enfant malade, il dessine une croix sur le sol,
y dépose le nkisi, mêle une partie des ingrédients du nkisi
à du vin de palme et fait boire le mélange à l’ enfant, tout
en chantant :

I n g e y e N d u n sa k iv u m u ,

N d a w e n d a m u n a k iv u m u ki m w a n a m u n tu ,

K o la m in sa k a la ,

K o la m im b a n s i,

G a g e n d e le n g o lo , sa n g o lo ,

G a g e n d e le n k o n so , sa n k o n so .

R e g a rd e , N d u n sa , d a n s son ven tre

V a d o n c d a n s le v en tre d e cet en fan t.

A rra c h e ce q u i le p iq u e ,

A rra c h e ce q u i le fa it g o n fle r,

O ù il m a n q u e d es forces, d o n n e d es forces,

O ù il m a n q u e d e la v ig u e u r, d o n n e de la v ig u e u r.
RELIGION ET MAGIE 159

Ensuite il danse quelques instants et chante :


E y a n k a n k ’e,

B a k u tu m in i n g asi e,

N d a so k u n a n sen d e ee.

E h ch er N k a n k a ,

O n t ’a p re scrit de c u e illir u n e n o ix de p a lm e ,

V a , e n lè v e -lu i ses p iq u a n ts .

Les tabous imposés sont : l’ enfant ne peut m a n g e r ni


manioc cru, ni pain de manioc frais, ni ananas, ni fruits
de m agoki. — Le m agoki est le n o m générique d ’ une
quantité de fruits de plantes rampantes et de lianes.
Kodi di matamba ou écaille de Matamba. L ’
écaille c o m ­
prend u n mélange d ’ argile blanche et rouge, d ’ arachides,
de poudre, de bois de kim w in g u (Bridelia E u p h .) et des
feuilles de kigeti (H ymenocardia acida, E u p h .). Ce nkisi
n’ exige pas de kimenga-, il est le remède spécifique contre
les m a u x de dents appelés bangala ou bang ulu ng u. Le
nganga écrase des arachides en fine poudre q u ’ il mêle
avec les ingrédients du nkisi. Le patient doit se frotter la
gencive avec cette p o m m a d e , et s’
il f um e la pipe, il en
enduira le tuyau. Durant ce temps, on fait bouillir un
grand bidon d ’ eau contenant des feuilles de k im w in g u et
de kigeti. Le patient s’ agenouille, met la tête au-dessus de
l’eau bouillante et respire la vapeur; un linge est étendu
par-dessus sa tête pour retenir la chaleur et la vapeur. O n
lui donne ensuite deux excellentes prescriptions: ne fumer
qu’ à sa propre pipe et ne pas la passer à d ’ autres; ne
jamais m a n g e r avec un autre au m ê m e plat.
Mafudi. — Le n o m signifie : qui rend sain et entier ce
qui est en morceaux. Ce nkisi est contenu dans un petit
sac avec de la terre glaise blanche et noire, des pattes de
poule, des têtes d ’
oiseaux et de serpents. Ici encore pas de
loka ni de kim enga. Si quelqu’ un s’est cassé ou démis le
160 ÉTUD ES BAKONGO

bras ou la jambe, le nganga saupoudre avec de la pous­


sière d u nkisi quelques lattes de palmier, casse une patte
à un poulet, lie les lattes autour de la j a mb e ou d u bras
malade, lie de m ê m e quelques petites lattes de palmier
autour de la patte cassée du poulet et les laisse tous deux
étendus dans la m ê m e hutte. Les deux seront guéris en
m ê m e temps. Nsusu go yadidi zietuka, m untu m p i yadidi
sunguta : quand le poulet c o m m e n c e r a à marcher en boi­
tant, l’h o m m e pourra aussi faire quelques pas. Le patient
doit se priver de toute viande.
Nsasa kikento. — Le n o m signifie excrément de f e m ­
mes; rien ne gêne le nganga! Contenu dans un sac où se
trouvent les ingrédients habituels et en plus ce que le
n o m signifie, il sert à la bonne réussite du bétail et de la
basse-cour et aussi à faire grossir les personnes maigres.
L’éleveur ou le patient doivent porter u n bracelet de fibres
d’ananas qui a passé dans les éléments du nkisi; pour
l’
obtenir il devra payer : trois fois neuf perles et une pièce
de cinq francs. Il ne pourra plus m a n g e r de sauterelles ou
de graines de courge, ni prendre de nourriture debout ou
en se servant des deux mains.

Les nkisi des Bankanu.

Les B a n ka n u sont les plus orientaux de nos Bakongo.


Habitant sur la frontière méridionale de la colonie, entre
la Lwidi et le Kwango, cette population est encore peu
pénétrée par l’ idée chrétienne. La plupart des fétiches
répandus ailleurs y sont connus, mais ils ont u n nkisi en
propre, le Niangi, et utilisent avec grande assiduité deux
nkisi, moins employés ailleurs, le N g im b i et le P in d i.
Le Niangi distingue leurs villages de ceux des voisins.
Il se trouve, en effet, à l’ entrée et à la sortie du village, à
côté d u chemin principal. Il consiste en u n double tronc
d’arbre, l’ u n un Kigeti, l’ autre u n Mbota, d ’ un mètre de
haut, et dont le sommet, grossièrement taillé, figure une
RELIGION ET MAGIE 161

tête humaine. Des herbes tressées et des feuilles de


Mabunda-bunda entourent l’ extrémité. Les bases sont
barbouillées de blanc, rouge et noir. A u milieu du village
u n pieu pareil soutient u n vase, contenant de la terre
blanche et des feuilles d ’ épiphvte du Gusu, disposées
autour d ’ une pointe de fer.
Ce nkisi est u n nkisi Nkita, qui procure la chance à la
chasse. Quelqu’ un qui n ’ est pas initié au Kimpasi, Fwa
nkita, ne peut le regarder de près ni le toucher, s’ il ne
veut devenir aveugle. Le sang de tout gibier abattu, est
frotté sur les diverses parties du nkisi; avant et après les
chasses le chef crache de la noix de kola sur le nkisi
central.
Il s’
agit ici d ’ un nkisi, qui se rapproche du culte des
ancêtres.
Le N g im b i est incorporé à deux grandes statues, l’ une
mâle, l’ autre femelle. Il est originaire, dit-on, de la rive
droite de la Nsele, d u Fungunu. O n l’ appelle au secours
à l’occasion d ’ une maladie appelée L ubw aku ou Kiunç/u
et qui ressemble au beri-beri, quand le devin a prononcé :
« Votre malade a été atteint par Ngim bi. » Le traitement
dure neuf jours; outre le malade, une dizaine de person­
nes de sa proche parenté doivent entrer dans l’ enclos con-
slruit ad hoc, et y participer à tous les rites. U n des prin­
cipaux est la danse, qui se poursuit des nuits entières avec
des chansons et des obscénités indescriptibles, et cela
entre proches parents. D ’ autre part, l’
acte sexuel est sévè­
rement interdit; s’ il est commis, nkisi fw idi, le nkisi est
mort, et doit être ressuscité par le nganga. Pour le reste,
régime alimentaire, assez austère, avec de nombreuses
défenses. U n e terminologie spéciale est de rigueur pour
certains objets.
tiy a : f e u d e v i e n t nlem o,
nguba : a r a c h i d e s , binsungi,
m b e le : c o u t e a u , lukengo,
n k u su : l ’ e n c l o s , k im b u m pa n g u .
102 ÉTUD ES BAKONGO

La veille du jour de sortie, ils dansent du soir au matin,


jusqu’ à l’ivresse complète — tuntuka ba tun tu ka ; avant le
lever d u jour, un bouc est tué, le sang est frotté sur le
nkisi; la viande préparée et avalée par tous les initiés. Us
sont bariolés de vases, à l’ aide des ingrédients du n g im b i,
et reçoivent chacun en partage un sachet du nkisi. Ils
changent de n o m et s’ appellent dorénavant : Malela, Ta
ngimbi, Ngangula, Dontoni, Mamasa, etc.
Le P in d i, contenu dans une calebasse avec de n o m b r e u x
ingrédients est employé pour enrayer la mortalité infan­
tile. Le mari et la f e m m e dont les enfants se m e u re n t,
doivent se soumettre à son traitement. Celui-ci comporte,
outre des obscénités encore plus dégoûtantes que celles
du N g im bi, la confession publique de la part du mari et
de la f e m m e de tous les adultères q u ’ ils auraient c o m m i s
depuis leur jeunesse. Cette confession se fait après un
repas c o m m u n , où tous deux m a n g e n t une poule, sans en
briser u n seul os — ces os seront portés par l’ enfant, qui
doit naître, quand il pourra marcher — ensuite ils avalent
en vitesse de gros morceaux de pain de manioc. La con­
fession se fait pendant que la f e m m e pile des pierres dans
u n mortier; à chaque n o m de complice elle ajoute une
pierre dans le mortier. Si dans la suite le mari ou la
f e m m e commettent un adultère, il n ’ v a pas d ’ autre
m o y e n de sauver l’ enfant, que de faire avaler au complice
une mixture des ingrédients de P in d i avec des excréments
de chèvre.
Vraiment P in d i constitue u n exemplaire type de nkisi,
c’ est-à-dire d ’ u n curieux mélange de bizarreries et d ’ im­
moralités avec une trace à peine de sens moral.

Les Nganga ou féticheurs.

Ce n o m signifie étymologiquement : faiseur. Habituel­


lement il est accolé à un autre n o m , qui signifie la fonc­
tion. Spontanément, semble-t-il, les indigènes ont d on n é
RELIGION ET MAGIE 163

aux prêtres catholiques l’


appellation de Nganga Nzambi.
Ils connaissaient beaucoup d ’
autres nganga :
Ng a n g a bakulu : l’
ancien qui garde la corbeille des
ancêtres et est le ministre de leur culte.
Nga n ga nkisi : ternie général, habituellement spécifié
par le n o m d u nkisi, c o m m e dans :
N g a n g a n g o m b o : le devin.
N g a n g a N gi m bi : le féticheur qui possède le Ngimbi.
Tout h o m m e qui possède u n nkisi peut être appelé nganga
de ce nkisi.
Ng a n g a m v u m b i (m v u m b i : défunt non enterré) : est
le successeur du défunt et doit prendre soin de sa sépul­
ture.
N g a n g a m b w a (mbwa : chien) : le propriétaire des
chiens amenés au cimetière et montrés aux ancêtres avant
la chasse (bakela ku saku).
N g a n g a lufu : le forgeron. Le travail de la forge (lufu)
était considéré c o m m e une fonction spéciale et entouré de
nkisi et de n o m b r e u x tabous.
N ga ng a buka : le guérisseur. Tout h o m m e qui connaît
les herbes remèdes et traite les malades, sans intervention
de nkisi.
Parfois le m o t nganga est employé ironiquement,
c o m m e dans nganga nwa : braillard, nganga mpaka :
querelleur.
Mais il semble bien avoir le sens de faiseur expert.
Dans la locution ba m fu m u ye ba nganga, très c o u r a m ­
m e n t employée, on oppose les chefs aux nganga, aux
experts en choses religieuses et magiques (Serait-ce une
première distinction entre la politique et la religion ?) E n
fait, les chefs pouvaient autrefois être nganga, nganga
nkisi ou n ganga bakulu, féticheurs ou prêtres des ancê­
tres; mais pas les deux à la fois. A l’
origine, c o m m e je l’
ai
montré dans la sociologie, le vrai chef, le m fu m u m pu
était toujours nganga bakulu, et jamais nganga nkisi.
164 ÉTUD ES BAKONGO

Dans les documents historiques on voit dès le début les


nganga nkisi à l’ œuvre, et rien ne laisse supposer que le
fétichisme soit d ’ introduction récente. Cependant il y a
une tradition contraire, qui affirme que les anciens
venant de K o n g o n ’ ont pas apporté de nkisi, en dehors
de m p u n g u , et de m f u m u kibaka ou K ongo.
D’après une légende qui m ’ a été rapportée par plusieurs
anciens, ces nkisi et quelques autres auraient été donnés
par 1111 certain Nzala M p a n d a à un certain M b u m b u l u , qui
est le premier des nganga célèbres.
Voici la légende.
« Nzala M p a n d a est venu du ciel. N za m bi m p u n g u l’
en
laissa tomber (unsotw ele). Il vint de K o n g o à M p a n g u et
à Luango. E n ce village il fit beaucoup de prodiges. Il prit
un pilon et le piqua en terre; le pilon se mit à croître et
devint un m bota (Milletia Deweivrei). Le matin il planta
un bananier, à midi le régime sortit; le soir il était mûr.
11 tressa un sac avec des fibres d ’ ananas et y mit d u vin de
palme; il ne s’ en écoula pas une goutte. 11 prit u n autre
sac, et le remplit de terre; la terre devint du sel. Il tra­
versa la rivière Ngufu, et mit le pied sur un rocher (= tadi
di nkw angila ); l’ empreinte de son pied y resta. Avant de
mourir il donna à M v u m b i M b u m b u l u des Nkisi très puis­
sants. Après son décès les gens lui faisant des funérailles,
mirent le cadavre ligoté d ’ étoffes contre la paroi de la
hutte. Or voilà q u ’ u n m ba m bi (corne d ’antilope façonnée
en sifflet) se mit à siffler. Nzala M p a n d a se dresse et res­
suscite. Mais bientôt il meurt de nouveau. O n prépare la
fosse et on l’y porte; quand on veut l’ y déposer, il se dresse
et remonte au ciel. Quelque temps après, les anciens du
village regardant le ciel, y voient c o m m e u n c hemin puis
tout à coup l'un d ’ entre eux s’ élève et disparaît les bras
étendus. Nzala M p a n d a était venu le prendre. C ’ était à la
m ê m e époque q u ’ il y eut une grande éclipse de soleil; ce
RELIGION ET MAGIE 165

ce jour là il fit clair et puis aussitôt il lit nuit, et personne


ne sortit de sa maison pour aller aux champs. »
Torrend (l) a recueilli une légende pareille chez les
Batonga. This Mpande is the Son oi God. H e lives in the
air, in the rainbow. lie once took up Monze, vvhen still a
baby. H e m a d e h i m fly up and remain in the air. After-
wards he let h i m down. H e fell with a sound like po, and
said : « I bring rain », etc.
Le P. Casset à son tour a noté une variante (2) de la
m ê m e légende : « U n Monze, dit-on, a été transporté au
ciel après sa mort, laissant l’ empreinte de ses pieds sur u n
roc près de la rivière Magoye. Mais cette empreinte n ’ est
pas visible à tous. L ’ esprit de ce Monze passa à un autre,
qui hérita le pouvoir de faire pleuvoir. » Les deux légen­
des, celle des Bakongo et celle des Baionga ont des traits
essentiels si semblables, qu'il est impossible de ne pas
conclure à leur dépendance d ’ une source c o m m u n e (3).
L’ une et l’ autre attribue à certains nkisi une origine
céleste et met en avant des nganga surhumains. D ’ une
certaine façon on pourrait dire que cette légende n ’ est
qu’ une expression romancée de la pensée que m ’ ont expri­
m é e beaucoup de vieillards interrogés sur l’ origine des
nkisi: « c’est N z am b i qui a donné les nkisi à nos anciens ».
Les nkisi, q u ’
une tradition assez universelle fait r e m o n ­
ter à l’
origine de la race, sont M p u n g u , que nous avons
décrit plus haut, et le nkisi Kongo, appelé aussi M / u m u
Kibaka. Ce dernier consiste en deux N tum bu zi Maba,

(1) A com parative Grammar of the South A frican Bantu languages,


p. 288.
(2) Le sorcier de la p lu ie chez les Batonga (Écho d'A friq ue, o c to b re
1910, p . 150).
(3) N o to n s e n p a s s a n t q u e c e tte lé g e n d e s ’a jo u te à b e a u c o u p d e p r o ­
v e rb e s e t d e p iè c e s d e fo lk lo re q u e le s B a to n g a d u Z a m b è z e e t les
B a k o n g o p o s s è d e n t e n c o m m u n . C’e st u n a r g u m e n t c o n tre c e u x q u i
p r é te n d e n t q u e le s B a k o n g o , p o u r g a g n e r l e u r h a b it a t a c tu e l, s e ra ie n t
v e n u s d u N ord.
160 ÉTUD ES BAKONGO

c’est-à-dire deux parties larges filamenteuses de branches


de palmiers, repliées sur elles-mêmes et liées ensemble,
puis fixées à la paroi de la hutte (de là le n o m de M fum u
Kibaka : seigneur de la paroi). Tous les jours, si possible,
le propriétaire crache sur K o n g o une noix de kola mâchée,
et q uand il boit du malafu, il lui en verse quelques gout­
tes, et marmotte :E M fum u Kongo, tusiama, tukela. « Oh,
Seigneur Kongo, que nous soyons forts, que nous soyons
prospères. » Bien souvent les gens m ’ ont dit : « ce nVsl
pas u n nkisi, c’ est M f u m u K o n g o que nos anciens nous
ont laissé. » D e fait il ne ressemble en rien aux nkisi c o m ­
muns, avec leurs rites bizarres et excentriques. D e m ê m e
que le M p u n g u il est très près d u culte des ancêtres, dont
la pratique est uniforme, simple et sévèrement circon­
scrite par la coutume.
Dans le domaine des nkisi c o m m u n s , touchant les rites
essentiels, il y a aussi une certaine tradition, suivie par les
nganga. Cependant, c o m m e la pratique fétichiste ne con­
cerne pas la collectivité c o m m e telle, mais les individus
qui y recourent librement, les n ganga jouissaient d ’ une
large liberté; leur génie d ’ invention n ’était limité que par
la crédulité et la moralité de la clientèle. C o m m e ces deux
limites sont extrêmement élastiques, ils étaient fort à
l'aise et constamment tentés d ’ exploiter le goût du m e r ­
veilleux, de l’ étrange, du non-vu, et disons-le, les plus
viles passions de leurs clients.
Il faut noter que chez nos Bakongo il n ’ y avait pas de
corporation de nganga nkisi, solidaires entre eux et liés
par des coutumes obligatoires, spéciales à leur art. M ê m e
si autrefois la secte du Kimpasi constituait une espèce
d’école de féticheurs, elle n ’ imposait à ses m e m b r e s
aucune loi professionnelle.
E n fait tout h o m m e et m ê m e toute f e m m e pouvait et
peut encore devenir nganga, se faire initier (blinda nkisi)
chez u n maître, ou inventer (tom bula ) u n nkisi nouveau.
RELIGION ET MAGIE 167

S’il tente cet essai, le succès seul décidera de la vie du


nkisi nouveau.
La hase psychologique de tout le « nkisiisme » actuel
est la croyance invétérée et universelle à la kindoki,
c o m m e cause de presque toutes les maladies, de presque
tous les décès, et de la plupart des adversités. Cette
croyance est la cause de la position centrale q u ’ occupe
dans le domaine des nkisi le devin, le nganga ngom bo
et ses deux succédanés : le nganga mpiata et le nganga
manga. D ’ autre part, l’ activité de celui-ci entretient et
renforce la croyance d ’ une façon continue !
E n fait une adversité quelconque a trois causes possi­
bles : mécontentement des ancêtres, qui réclament des
honneurs funèbres (lu zik u ), attaque par des nkisi, qui
d’ une façon ou d ’ une autre ont été provoqués par le
malade (portant atteinte aux biens d ’ un possesseur du
nkisi) et enfin la kindoki. Nous laissons de côté les châti­
ments de Nzambi, parce que son intervention est limitée
aux offenses prévues par la tradition. Le devin ne sort
jamais des trois causes énumérées, et il prononce sa sen­
tence en indiquant une ou deux, ou les trois à la fois,
selon le cas, ou mieux, selon son caprice; et la justesse de
son verdict est incontrôlable. Presque jamais, il n ’ indique
la première cause seule. C ’ est habituellement la seconde
et la troisième q u ’il allègue. D e la sorte il fournit de la
clientèle à ses confrères, et entretient la croyance, qui lui
en procure, mais en m ê m e temps il nourrit dans les
cœurs des passions meurtrières. Q u e de fois j’ ai entendu
de vieux chefs, qui passaient la m a i n devant la bouche,
soufflaient et disaient : « N gom bo utum ene. C ’ esl le
ng om bo qui nous a tués ! »
Si le Gouvernement, fidèle à l’ esprit de la Charte Colo­
niale, appliquait des sanctions sévères aux pratiques du
devin, il supprimerait à bref délai l’ obstacle le plus formi­
dable à l’ ascension spirituelle des Noirs.
168 É TUD ES DAKONGO

Considérations générales.

L’ exposé précédent doit être joint à celui que nous


avons donné au point de vue sociologique, dans u n pre­
mier volume d ’ Etudes Bakongo; nous y avions décrit les
pratiques fétichistes qui accompagent le M u k o n g o depuis
sa naissance jusqu’ à sa mort. Les deux exposés montrent
u n fétichisme pullulant, intimement lié à la vie sociale
des Bakongo. Et cependant ce n ’ est pas lui, mais le culte
des ancêtres qui est chez eux fondamental et central.
Q u a n d u n village tout entier se faisait chrétien dans la
région de Kisantu, il n ’ y avait pas de grosse difficulté à
obtenir la destruction complète des nkisi. Mais c’ était une
affaire capitale, exigeant négociations et explications sans
fin, d ’ enterrer la corbeille des ancêtres ! ki tuzingila, « ce
par quoi nous vivons ». Le nkisi est un accessoire; le
lu k ob i lu bakulu est l’ essentiel. Q u a n d Kibangu, reconnu
sauveur de son peuple, imposa la destruction de nkisi, il
fut obéi non seulement par ses adhérents conscients mais
par des populations entières, qui n ’ avaient aucun contact
direct avec lui et les siens. Et avant lui, lors du m o u v e ­
m e n t Kyoka déclenché dans le Nord de l’ Angola vers 1872,
tous les fétiches furent brûlés (yoka ) avec enthousiasme.
Mais ni Kibangu ni u n autre m e n e u r n ’ a jamais lancé un
appel pour l’ abandon d u culte des ancêtres. A u contraire
le m o u v e m e n t Kibangiste s’appuya nettement sur le culte
des ancêtres; leurs tombes furent nettoyés, les chemins
qui y menaient arrangés, leur retour à la vie allait a me ne r
l’âge d ’ or. Ce double fait nous force à situer le culte des
m â n e s bien plus profondément dans l’ â m e religieuse
Bak on go que la pratique des nkisi de toutes espèces.
D’ autre part, si nous comparons le système religieux
des Bako n go du M a y o m b e C) à celui des Bak on g o de

t 1) La société secrète des Bakhim ba au M ayom be, p a r L . B i t t r e m ie u x ,


B ru x e lle s , 1936, p p . 131 e t ss. D es a u tr e s p e u p la d e s B a k o n g o , n o u s
n ’a v o n s j u s q u ’ic i a u c u n e d o c u m e n ta tio n s û r e e t u n p e u c o m p lè te ; a u
p o in t d e v u e r e lig ie u x , B e n tle y e t W e e k s s o n t in s u f f is a n ts .
RELIGION ET MAGIE 169

l’
Inkisi, nous voyons des différences énormes. Dans les
deux conceptions iNzambi occupe la m ê m e place, de Dieu
Créateur tout puissant et Maître absolu de toutes choses.
A u M a y o m b e le M à n i s m e est très estompé; à l’Inkisi il est
socialement prédominant et psychologiquement central.
Quant aux fétiches, la conception actuelle des Bakongo
orientaux diffère notablement de celle du M a yo m b e .
« Voulus par Dieu, écrit le P. Bittremieux, des êtres
suprahumains gouvernent le m o n d e à sa place; ce sont
principalement les nkisi, génies, fétiches... dans le sens
le plus large du mot. » Nos Bakongo n ’ ont aucune con­
naissance de ces êtres suprahumains qui gouvernent le
monde. Pour eux Nzam b i souverain intervient quand il
lui plaît, et pour le reste chaque clan ne s’ occupe que de
sa petite partie du m o n d e et des ancêtres qui y disposent
d’ u n pouvoir surhumain pour les intérêts de leurs descen­
dants; les nkisi sont employés, pour brouiller ou arranger
les affaires, selon le point de vue des individus qui y ont
recours.
C o m m e prototypes de ces esprits ( du M a y o m b e ) qui
présidaient à la bonne marche de l’ univers, il y avait les
bikinda bi tsi. Il paraît que chaque clan avait son kinda à
lui, qui était censé donner la fécondité, non seulement à
la terre, mais aussi aux hommes... plus tard, on a i m a ­
giné les bakisi banene ou bakisi ba tsi, fétiches de la terre,
du sol, de la région, et chaque fondateur de clan, par l’ in­
termédiaire d ’ u n nganga spécial avait à c œ u r d ’ inaugurer
son nkisi tsi dans le pays dont il venait de prendre posses­
sion. Le culte du nkisi tsi m e paraît être la manifestation
principale du sentiment religieux chez nos populations
Bakongo. Il règle (ou réglait) en quelque sorte toute la
vie sociale et familiale. C ’ est du nkisi tsi que les chefs
tenaient leur pouvoir (x).
Les Bako ng o orientaux ont leur « Kinda », n o m m é
m p u n g u mayala, nkisi qui est entre les mains du chef de

f1) L. B it t r e m ie u x , Op. cit., p . 136.


170 ÉTUD ES BAKONGO

village pour protéger les habitants contre les ndoki et


d’autres ennemis; ce m p u n g u est, dit-on, influencé par
l’
esprit d u fondateur du village. Quant à la fécondité de
la terre et des h o m m e s , ils l’
attendent de leurs ancêtres,
et c’est l’
objet et le motif principal, pour lequel ils les
honorent. Ce n ’ est que dans des cas exceptionnels, pour
une personne déterminée, q u ’ ils recourent à un nkisi;
dans des circonstances vraiment extraordinaires, ils ont
recours à une pratique c o m m e le Kimpasi.
A u cu n chef de clan ne possède son propre nkisi nsi.
Les nkisi nsi, ou nkisi misimba nsi, ont u n rôle très effacé
dans le « nkisiisme » et ne sont pas exclusifs à une région.
Nos chefs tiennent uniquement leur pouvoir des ancêtres
et la corbeille des ancêtres vient authentiquer aux yeux
de tous leur caractère sacré c o m m e leur pouvoir. L ’ inves­
titure du m pu, accomplie par u n autre chef couronné plus
ancien, était toujours accompagnée de l’ institution ou de
la révision de la corbeille des ancêtres.
Si l’o n laisse de côté le M p u n g u , le M f u m u Kongo, et
le Niangi des B a n k a n u on ne peut parler de culte des
nkisi chez nos Bakongo. Car qui dit culte, dit sentiment de
dépendance et sentiment de respect, au moins dans une
certaine mesure. Or s’ il y a des sentiments qui m a n q u e n t
dans la pratique fétichiste, ce sont bien ces deux-là. Le
nganga emploie le nkisi c o m m e son instrument, pour ses
fins à lui, ordonne impérieusement le travail q u ’ il attend
de lui; et le début des incantations ne sert q u ’ à démontrer
au nkisi que lui, le nganga, est son maître légitime. 11 se
peut q u ’ à l’
origine des pratiques, le K im en g a (frotter le
sang chaud sur le nkisi), lui cracher de la noix de kola sur
le ventre, et d'autres rites analogues aient été des offrandes
qui incluaient u n h o m m a g e . Mais dans la pratique
actuelle ces rites ont le m ê m e caractère que les autres et
ne servent q u ’ à rendre complet le nkisi, à lui donner de
la force en vue des besognes q u ’ on attend de lui.
RELIGION ET MAGIE 171

Il n ’ est que de comparer les rites et paroles du culte des


ancêtres avec ceux des nkisi pour voir la différence essen­
tielle.
Nos Bakongo en sont arrivés à ne plus reconnaître que
des esprits d ’ h o m m e s morts. Il n ’
y a que les Bisimbi dont
ils ne sont pas sûrs que ce soient des esprits de défunts.
N kadi-npem ba, kin iu m b a , nkuya sont des noms. Reste
Bum ba, et le serment par B u m b a n si , témoin peut-être
d’une conception, où des êtres suprahumains bien diffé­
renciés dominaient leur horizon. Mais B u m b a est déjà
identifié au fétiche dans les incantations où il semble u n
n o m de parade, et dans le serment, ils le rapprochent des
ancêtres qui dominent le sol.
E n dehors de Nzambi, tous les êtres q u ’ ils considèrent
c o m m e supérieurs en force, ils les divisent pratiquement
en deux catégories; ceux qui sont liés à eux par les liens
du sang ils en font des Bakulu q u ’ ils honorent; et tous
les autres ils tâchent de les capter dans leurs nkisi.
CHAPITRE VI.
L A S E C T E S E C R E T E D U K IM P A S I.

N om e t e x te n s io n d u K im p a s i. — C o n d itio n s d ’a d m is s io n . — O c c a sio n . —
É p o q u e . — D u ré e . — E m p la c e m e n t. — D ire c tio n . — F é tic h e s d a n s le
K im p a s i.

N o m et aire d’extension.

L’appellation courante chez les Ba ko n go qui habitent


la rive droite de l’ Inkisi est Kimpasi pour les B am p a n g u ,
Kim pasi ki n dem bo pour les Bankanu, Kipasi pour les
Bambata. L ’ origine, et le sens premier du mot, nous
échappent. Le P. Struyf indique dans un article paru dans
la revue « Onze K o n g o » (x) la signification suivante qui
cadre bien avec la réalité : lieu de souffrance; le m o t
mpasi marquant la peine, la douleur q u ’ on éprouve; le
préfixe ki indiquant très souvent le lieu. Les Bakongo
interrogés opinaient pour la m ê m e interprétation :
« endroit de violentes souffrances ». Kimpasi serait donc
tout d ’
abord u n n o m de lieu qui aurait été étendu à toute
l’
organisation elle-même. C ’ est ainsi q u ’on rencontre les
expressions : Zina diamo di Kim pasi, m o n n o m reçu au
Kimpasi, fw id i Kim pasi, il est mort de la mort d u Kim-
pasi, c’est-à-dire, il a fait partie d ’ un Kimpasi. Dans le
langage usuel les B a m p a n g u diront dans le m ê m e sens
fwa nkita, les Bambata pfwa khita, et c’ est cette dernière
expression que ceux-ci préfèrent. Les initiés emploient,
tant pour l’ emplacement que pour l’ institution, le mot
Kongo. Muna Kongo, à l’ emplacement du Kimpasi; K ongo
dieto, notre Kimpasi; fw a K ongo mourir la mort du Kim-

(>) O nze Kongo, l re a n n é e , p. 226.


RELIGION ET MAGIE 173

pasi; bafwa K ongo, indiquant les initiés eux-mêmes, ou


b a m fu m u zi K ongo, les « Messieurs » du kimpasi.
Le n o m de N dem bo employé dans le langage du k i m ­
pasi, tout c o m m e dans les dictons des anciens, signifie
presqu’ exclusivement l’ emplacement lui-même.
Le K u N dem bo eko ou E N dem bo eko des Bambata se
traduira : accès interdit des profanes, emplacement de
Kimpasi. Le proverbe Makongo malala N dem bo littérale­
m e n t : les Bakongo qui moururent dans le N d e m b o , m a r ­
que q u ’ il faut laisser régler l’ affaire par les h o m m e s qui
moururent de la mort du Kimpasi, et qui ainsi en ont
acquis l’ intelligence (l).
Sur la rive droite de l'Inkisi, le Kimpasi était en h o n ­
neur dans la région dont voici les limites (2) : au Sud, le
Kwilu, affluent du K w a ng o; à l’ Est, une ligne qui r e m o n ­
tant la Taw, tributaire du Kwilu, irait ensuite de la source
de la T a w à celle de la Nsele, descendrait cette rivière
jusqu’ à l’ e m b ou c hu re de la Lukuuga, irait par le plus
court rejoindre plus à l’ Est la Black River pour la suivre
jusqu'au Congo; au Nord, le fleuve avec le Pool.
Sur la rive gauche de l'Inkisi, le Kimpasi était connu
d u fleuve K o n g o à la frontière portugaise. Jusqu’ où s’ éten­
dait-il à l’ Ouest ? Bentley (3) décrit trop brièvement les
cérémonies qui s’ v faisaient pour nous permettre de juger
si nous nous trouvons bien devant la m ê m e institution.
E n tous cas, en 1913, le Kimpasi tenu à N k a n d u N d e m b o ,
village distant de quelques milles de Thysville, était entiè­
rement conforme aux rites que nous allons examiner, et
il paraît très probable que le Kimpasi dont parle le P. Veys
(!) L e m o t K him ba, bakhim ba e st to ta le m e n t ig n o ré , t a n t d e s B am -
p a n g u q u e d e s B a m b a ta .
(2) V o ir la c a r te p. 4.
(3) Dictionary and Grammar of the Kongo language, L o n d o n , T rü b -
n e r , 1887. B e n tle y é tu d ie d a n s c e t o u v r a g e le B a s-K ik o n g o , la n g u e p a r lé e
p a r le s B a k o n g o fix é s e n tr e la m e r e t l ’In k is i. Le P . R e n é B u ta y e , S. J.,
s ’o c c u p e d u H a u t-K ik o n g o o u la n g u e d e la r iv e d ro ite d e c e tte r iv iè r e
(D ictionnaire K ikongo-Français, Français-K ikongo, R o u le rs , De M eester,
1909).
176 ÉTUD ES BAKONGO

Dans un autre clan, les vieux sont frappés du fait que


les fausses couches se m ultiplient, que beaucoup de fem ­
mes sont stériles, que les enfants m eurent en grand nom-
lire. « Notre village se meurt ! qui sauvegardera les inté­
rêts du clan ? » Le devin consulté rendra le m êm e oracle :
« Il faut instaurer un kim pasi pour la jeunesse. » Parfois
m êm e le Kimpasi est ordonne par le féticheur, pour obte­
nir la guérison du chef malade. On m ’a égalem ent cité le
cas d’un m f u m u m p u ou chef couronné, qui en sa qualité
de prêtre des anciens, indiqua com m e seul remède à la
dénatalité, l ’organisation du Kimpasi.
La célébration du Kimpasi est donc une institution con­
sidérée com m e un remède aux maux qui frappent la col­
lectivité, tels que la dénatalité ou une mortalité anor­
male. C’est ce qui explique que dans certaines régions ou
dans certaines agglom érations, il ait pu se passer cinq,
dix, voire vingt ans entre la convocation de deux Kimpasi.
Vers les années 1910-1915 les Bampangu de Kisantu et
des environs âgé de quarante à soixante ans avaient tous
été « initiés ». Les jeunes, au contraire, ne l’étaient pas,
en partie à cause de la difficulté d’une telle réunion depuis
l ’arrivée des Blancs.
Le chef invité par le devin à réunir un Kimpasi, soumet
sa décision au groupe des hom m es libres, et s’informe
des dispositions des chefs voisins. Leur consentem ent
est-il assuré et les circonstances sont-elles favorables, il
les invitera à une fête. Il rassemble de nom breuses cale­
basses de vin de palm e, du pain de m anioc ainsi que deux
porcs, puis com m ence son discours : « Voyez, chefs de
Mpangu, nos villages se m eurent, les sorciers les oppres­
sent, nos nkisi ne peuvent plus résister. La source des
richesses en hom m es est tarie. Le devin nous a dit : que la
jeunesse s’inscrive au nkita. Qu’en pensez-vous ? » Voyant
les réponses affirm atives, il continue : « Il nous faut donc
en proclamer les lois; c ’est pour cela que ces porcs sont
R E LIG IO N ET M A G IE 177
liés là à terre, et que nous avons réuni ces calebasses. La
jeunesse de m on village et celle de chez vous se réunira
donc ici. Sains et saufs nos jeunes gens entreront au
Kimpasi, sains et saufs ils .en sortiront; com m e ils sont
venus, ainsi ils s’en retourneront. Celui donc qui cache
quelque sorcellerie dans son cœur, qu'il en reste éloigné.
Les villages sont actuellement tranquilles, ils doivent le
rester; que personne au marché bu sur la route ne cherche
noise à autrui. Le querelleur, qu’il paie une amende !
Personne, hom m e ou fem m e, ne peut être saisi pour d’an­
ciens griefs ou pour dettes, n i sur les sentiers, ni dans les
villages étrangers. Les couteaux resteront dans leurs gai­
nes et aucun fusil ne se verra sur les routes. Les délin­
quants seront brûlés. »
Après quoi, le chef fait élire le nganga organisateur du
Kimpasi; la date des premiers rites est fixée de com m un
accord; suit le banquet de paix clôturé par une partie de
danse.
Au jour dit, le nom bre de présences étant suffisant, les
cérém onies com m encent. Les retardataires <c mourront »
à leur arrivée quand ils entreront. Mais tous doivent
« ressusciter » le m êm e jour, pour apprendre ensem ble
la « vie du Nkita ». Tous enfin sortiront le m êm e jour du
Kimpasi.
La durée dépend des circonstances. Un Kimpasi ordi­
naire se poursuivait jadis, d’après mes inform ations, pen­
dant un ou deux ans, et m êm e parfois il durait trois ou
quatre années. Un tém oin me citait le cas d’une fem m e
qui y devint enceinte et dont l ’enfant fut sevré avant que
le Kimpasi se terminât. Celui-ci avait donc duré, vu le
temps d’allaitem ent dans la région, au m oins quatre
années. Mais depuis l’arrivée des Blancs, les cérém onies
durent être sérieusement écourtées; le temps normal
devint une saison des pluies (octobre-mai) ou une saison
sèche (mai-octobre).
178 ÉTUD ES BAKONGO

L’em placem ent.

Celui-ci est choisi par le maître du Kimpasi d’accord


avec le chef organisateur; il sera en tous cas situé près
d’une rivière'de façon à permettre aux candidats les nom ­
breuses ablutions prescrites et à proxim ité d ’un bois où
ils pourront fuir en cas d’alerte. Les esprits-nkita sont
d’ailleurs des habitants des eaux et des forêts. Les nom ­
breuses palmes nécessaires à l’érection de l ’enclos exigent
dans les environs de nombreux palmiers qui devront de
plus fournir le vin indispensable aux fêtes. Le fam eux
Kimpasi tenu à Kisantu, il y a plus de cinquante ans, eut
lieu dans une vallée étroite, riche en palm iers et bien
arrosée, à cinquante mètres environ de la route, et à
deux cents mètres du village. Le Kimpasi de Kongolo,
village situé près du chem in de fer, non loin de l’Inkisi,
se tint en 1913 en pleine forêt.
La m êm e année, celui de Nkandu-Ndembo était orga­
nisé dans la plaine non loin d’un ruisseau à la lisière d’un
bois. A Zulu, village Bambata, ce fut en un vallon boisé.
C’est le maître du Kimpasi en personne, aidé de quel­
ques anciens initiés, qui se charge de préparer le « lieu
d’épreuve » consistant principalem ent en une hutte entou­
rée d’une palissade. La clôture, nkusu K im p asi, est faite
de branches de palmiers fichées en terre et reliées entre
elles. Ordinairement de forme rectangulaire, le camp est
proportionné au nombre d’adhérents; deux portes y don­
nent accès, la plus grande orientée du côté du village.
Trois sentiers conduisent à celle-ci, eux-m êm es barrés à
leurs extrémités par le nsa m u ndala, c ’est-à-dire des
branches croisées en travers du chem in. L’autre porte se
trouve du côté opposé, si bien qu’en cas de danger elle
permettra aux candidats de fuir dans les bois ou les hau­
tes herbes.
R E LIG IO N ET M A G IE 179

A quelques mètres, en face de l ’entrée principale, se


dresse la m aison du Kimpasi, n:o lu fu m b a , hutte qua-
drangulaire divisée en quatre sections. Les deux côtés
latéraux sont faits de perches courbées qui se croisent au

F orÉt,

C lôture

Hutte* -.D o n T o tn s.

n n n

M aison du KiriPAiSJ »v

ln./ui IMzo-Lufumba

°<7A % 1
i
^
NX?-
VlLLAOE.

Plan d,u ‘‘'L ieu d ’C preuve.^

faite pour former le toit recouvert lui-m êm e d’herbes


sèches. Dans la paroi antérieure est pratiquée une large
ouverture, servant de porte. Si le nombre d’adhérents est
considérable, d’autres huttes ordinaires, en paille, ser­
vent de dortoirs. Chaque village, ou lignée du clan, a son
dortoir séparé.
180 ÉTUD ES BAKONGO

Des deux côtés de la porte d’entrée, se dressent des


nkisi de la taille d’un hom m e, fétiches imposants qui
m ontent la garde devant le Kimpasi. On les appelle
m p an su : i n k a n y a , ce qui signifie, ceux qui ont pouvoir
et force d’enchaîner. Armées de fusils, d’arcs et de flè­
ches, de lances et de coutelas, ces sentinelles inspirent la
terreur, tant aux adhérents du Kimpasi, qu’aux mauvais
esprits et aux sorciers qu’elles ont pour mission de lier et
de rendre inoffensifs (l).
L’emplacem ent du Kimpasi s’appelle aussi vwela, nom
ordinaire des habitations où « les hom m es entrent dans un
fétiche ». Dans la langue ordinaire du Kimpasi, nous
l'avons vu, il s’appelle Kongo, Kongo diéto : notre Kongo,
ou N dem bo , N d em b o eto : notre village \d em b o , ou
encore Gata di N g w a N d u n d u , l ata di G w a D u n d u : le
village de mère Ndundu, qui nous le verrons, est la chef-
fesse du Kimpasi; une autre expression serait : gata di ha
n k ita , vata di ga khita : le village des esprits nkita.
La (( mort » et la « résurrection » des membres du Kim­
pasi a lieu hors de cette enceinte, dans une voka, ancien
em placem ent de village où croissent les palm iers et qui
sert de cim etière aux morts de la lignée. Un espace y est
am énagé pour les rites de la secte.

La direction du Kimpasi.

Le directeur principal est le n gang a K im pasi, le maître


du nkita, car c ’est sous l’influence des esprits nkita que
se trouve toute l’institution. Les Bampangu l ’appelleront
aussi : M fw a-w asi, celui qui est « mort de la lèpre ». Cette
m aladie, wasi ou n zam b i, est d’origine surnaturelle, d’or-

(!) L ’u sa g e de ces fé tic h e s é ta it d éjà co n n u a u XVII« siè c le , com m e ou


p eu t le v o ir d a n s C avazzi. S e lo n u n e tr a d itio n , ce sera it un certain
M vum bi M bum bulu, u n m aître fé tic h e u r lé g e n d a ir e « d ’o r ig in e E uro­
p é e n n e , q u i a u ra it reçu de N zam bi d e s fé tic h e s p u issa n ts » et le p rem ier
leu r a u r a it a p p ris à m a n ie r le s a rm es con tre la race d e s sorciers.
R E LIG IO N ET M A G IE 181

dinaire elle est envoyée par Nzambi, l’Etre suprême, par­


fois par les esprits des ancêtres qui châtient ainsi les
transgresseurs de leurs lois. Celui qui a été atteint du mal
terrible, et qui en guérit, reste m aculé de tâches blanches
qui le rendent semblable aux esprits-nkita. M fw a-w asi
doit être nécessairement 1111 hom m e d'âge avancé « à dents
cariées, à cheveux blancs ». 11 doit en effet pouvoir être
considéré com m e un véritable nkita-esprit des eaux,
k is im b i n k ita masa. C’est le surnom donné jadis à un
vieux Mathusalem de ma connaissance, Kuzubula.
L’appellation de M fw a-w asi est souvent com plétée :
M fw a-w asi na N z a m b i, celui qui est « mort de la lèpre »,
le chef (?) Nzambi. Ce nom peut désigner dans le vocabu­
laire de la secte, outre l ’Etre suprême des Bakongo, un
lépreux; usité dans les deux sens, il intervient à tout
m om ent dans les dictons et les chants.
Le maître du Kimpasi peut encore s’appeler Na Kongo,
ou cliof Kongo, titre honorifique que l ’on donne d ’ailleurs
dans la vie ordinaire à tous les hom m es libres; dans la
société secrète dont nous parlons, et qui, nous l’avons vu,
peut elle-m êm e s’appeler de ce nom , Kongo prend la
signification spéciale de : Chef de la secte m ystique et
m agique Kongo.
Les aides principaux du nganga sont N sum b u, M avuzi-
M b ila , N zam b i et Mata.
Nsumbu est le bras droit du maître féticheur, en fait
c ’est lui qui dirige la plupart des exercices. Continuelle­
ment présent, le jour et souvent m êm e la nuit, il a à son
service un petit boy surnomm é Pokuta. Il est le M buta-
n g an g u , l’ancien par l’intelligence. Voici com m ent le
décrivent les chants du Kimpasi :

N sum bu lasa di m bele k abata,


K abendi zi m pindi,
K agenda zi ngangu,
Zi luzilu kinkondo nk am a.
182 ÉTUD ES BAKONGO

N sum bu frap p e de m ort au m oyen du couteau du K im pasi


Il ne d it que la vérité,
Il ne m an q u e pas d'intelligence
Il se p o u rra it q u ’il nous laisse sans n o u rritu re — m ais jam ais
il ne nous laissera m an q u er des choses d u n k ita (1).

Ce dernier verset développe l ’idée suggérée par le nom


Nsumbu. Notons que Nsumbu est aussi le nom d’un puis­
sant fétiche fém in in, l ’époux de M agabu.
Dans d ’autres organisations, c’est Mavuzi-Mbila, qui
joue le second rôle au lieu de Nsumbu. Voici ce qu’en
disent les chants :

Na M avuzi-m bila
W a m b ila nganga
N ganga lu w a n d u lue n d u n d u ,
N kita uzinga,
N ganga uzinga,
Z ingula nganga,
Dia lunketi
M ina lu ngangu.

Chef M avuzi (celui qui déracine) - M bila (l’appel)


E n ten d s l ’appel d u m aître du K im pasi,
Le m aître à cheveux blancs,
Le n k ita vit
Le nganga vit
Le m aître déroule les rites du n kita,
(Ecoute) q u ’il m ange de la force
E t avale de l’intelligence (2).

Quant à Na Nzambi et Na Mata, ils interviennent dans


certains rites fétichistes.

(!) A llu sio n à la n o u rritu re q u i, su iv a n t le s o r g a n isa tio n s, p a sse par


le s m a in s de N sum bu o u de M avuzi-M bila.
(2) D a n s l'in s titu tio n d u Nzo lo ng o, M avuzi d é sig n e u n iq u e m en t le
p r e m ie r in itié q u i a b a t le p o te a u so u te n a n t la h u tte.
R E LIG IO N ET M A G IE 183

Mais en dehors du nganga, la fem m e Ndundu est cer­


tes la personne la plus influente du Kitnpasi. Elle doit
égalem ent être d’àge mûr, aussi hideuse que possible,
avoir jadis été possédée par un esprit -n k ita , et n ’avoir eu
qu’un seul enfant m ort en bas âge. C’est de cet enfant que
le n k ita s’est servi pour prédire le rôle qu’aurait à jouer
sa mère, car le poupon dut avoir en naissant, les yeux lou­
ches et le nez de travers; bien vite le n kita l’a fait mourir.
Il était donc évident que cette femme « enfanterait » dans
ses vieux jours, de nom breux enfants, n kita, dans la
secte Kimpasi.
Ndundu m onte fidèlem ent la garde autour des candi­
dats aussi longtem ps que dure leur initiation. Son nom
N g w a -N d u n d u : mère blanche ou albinos est décrit de
cette m anière :
N gw a N dundu bw aka,
B utari b u k u ta nsasi

M ère N dundu fardée de rouge


Est la te rre où germ ent les chefs (1).

Aux candidats on apprend que :


N gw a N dundu,
N d u n d u zi lem ba,
Ka zi n d a u w u la ko, •
L u m p u n g u -lu m p u n g u tanga,
N dem ba ka n d a u w u la ko,
L em bi di n tu ta,
N kento ku n tu ta,
B akala kuzengele zonza.

(*) P lu sie u r s lig n é e s E am b ata on t, e lle s a u ssi, d e s d ic to n s se m b la ­


b le s : N k a n d a y e n d u n d u , n d u n d u b w a k a : la sou ch e du N kanda (clan)
a so n a lb in o s, l ’a lb in o s e st ro u g e. L es e n fa n ts a lb in o s so n t d e s esp r its
q u i r ev iv en t d a n s leu rs d e sc e n d a n ts. C’est p o u rq u o i u n e p h a la n g e , le s
o n g le s et le s c h e v e u x de ch a q u e a lb in o s seron t c o n se r v é s d a n s la cor­
b e ille d e s a n cêtres.
184 ÉTUD ES BAKONGO

M ère N dundu,
N d u n d u est source de paix,
E t non d ’excitation,
Com me la nym phe des eaux elle bourdonne,
Non p o u r exciter, m ais p o u r apaiser,
P ar l ’esp rit-n k ita Lem bi elle calm e celui qui frappe,
C’est aux fem m es à recevoir les coups.
C’est aux hom m es à tra n c h e r les palabres.

La fem m e Ndundu sera aidée par quatre autres mères


ou N g u d i du Kimpasi : Manzanza, Mabinda, Manzumba,
Lubondo; celles-ci cependant ne joueront qu’un rôle
secondaire.
La fem m e Manzanza doit en certaines circonstances
préparer la nourriture, c’est elle qui récolte les graines de
bananiers (Musa G ille tii ) em ployées dans les rites féti­
chistes du Kimpasi.
N gw a M anzanza
K agulw a m bangasa
Ntebenge v w a tila
Ku n tu nganga,
Go ku ntu vinga
M fw anga zi N dundu.
M ère M anzanza
N o u rrit les enfants du K im pasi,

Au p ro fit du m aître d u K im pasi,


Si elle le fait au d étrim en t des non-initiés
A lors N d undu p o u rra en to n n er le ch an t de m ort.

La fem m e Mabinda est préposée à la garde des fétiches :


N gw a M abinda
Go b in d id i nkisi ngani,
N dingi lufinsi
M una rnongo M pum bu.
M pum bu m u fw a kw an d i,
K iungila, K iungila
Mu v u m u ki m vata,
Ka bieye n k ita ko,
B ilulu bi n k ita.
R E LIG IO N ET M A G IE 485

M ère M abinda,
Elle enchaîne les fétiches d ’a u tru i,
Avec sa crécelle elles les fascine
S u r le m ont M pum bu,
M p um bu (fétiche ennem i) est m ort,
Elle envoie la fièvre,
S ’em p are du tran sg resseu r des lois du K im pasi.
Ce n ’est p as une p laisan terie du nkita,
C’est la vengeance du nkita.

Lu crécelle dont il s’agit n ’est qu’un fruit desséché,


vidé, à demi rempli de graines durcies, et fixé sur un
bâton. La dénomination M abinda se rencontre aussi pour
désigner un esprit-nkita fem elle.
N g w a M z u m b a , u zu m b a bana ba n k ita : Mère Nzu mba
apporte la joie aux enfants du Kimpasi (’).
Ngw a N zum ba ntietie-m binsa kula k an k u la
U losila m aki n k am a nsam b w ad i,
Mu ngongo, m u nzila.

Mère N zum ba fait croitre le petit passereau ntiétié (les can d i­


dats)
Elle pond sept cents œ ufs
Dans les creux et les chem ins.

Enfin la plus jeune des aides de Xdundu est Mère


Lubondo, semblable au nkisi Kongo qui fait régner la
paix dans l ’enclos : N g w a Lubondo, bondo di, Kongo. Elle
apprend aux adhérents :
Ka lub o n d i nkita,
Ka lubondi nganga.

Ne trom pe pas l ’esp rit nkila


Ne trom pe pas son m aître.

(>) K izu m b l d é sig n e a u s s i u n n k isi ap p ortan t le bon heur; il est ap p a ­


renté au m b u n g u l u - n k i t a , qui fa it p rosp érer le com m erce.
186 ÉTUD ES BAKONGO

ou ailleurs :
Ka lubondi mpiti,
Ka lubondi nganga.

Ne trompe pas l ’antilope mpiti


Ne trompe pas son maître.

L’antilope m p it i ou k i m p it i est, d’après la croyance


indigène, en relation étroite avec les esprits-nkita.
Avant de com m encer la description des cérém onies de
l ’initiation et afin d’en faciliter la lecture, rappelons briè­
vem ent les nom s et les fonctions des acteurs principaux.
Le chef du Kim pasi, est le chef même du village où est
érigé l ’enclos, et sous la protection duquel se tiennent les
séances.
Le m aître du Kim pasi, appelons-le sim plem ent le m aî­
tre, est donc le n g an g a n kita, le maître de nkita, qui
dirige toute l’organisation.
Les candidats sont les hom m es et fem m es qui se sou­
mettent aux rites et épreuves de la secte.
Les initiés du Kimpasi sont ceux qui ont subi précédem ­
m ent les épreuves d’initiation.
Les aides sont tout d’abord d’anciens initiés en particu­
lier Nsumbu, Mavuzi-Mbila, Mata et Nzambi, ensuite les
quatre fem m es initiées, qui aideront la « cheffesse »
Ndundu : Manzanza, Mabinda, Manzumba et Lubondo.

Les fétich es dans le Kimpasi.

Dans le Kimpasi on « meurt de la mort de nkita » :


b afw a nkita-, on « ressuscite à la vie de nkita » : bafutu-
m u k a nkita-, ou encore b a tu m b u k a n k it a : on « est initié
au nkita ». Que signifient ces expressions ? Mourir de la
mort de nkita, c ’est laisser son mode normal d’être, pour
prendre celui d’un nkita.
R E L IG IO N ET M A G IE 187

Cette métamorphose n ’est pas l ’œuvre directe d’un


esprit-nkita « in se » mais d’un esprit-nkita habitant
incarné dans le fétiche appelé Nsanga-nkita ou encore de
son nom de parade N dona B izan gi. C’est donc, le mot
l'indique, un fétiche fem elle.
Nsanga signifie la jeune pousse de bananier. Ce sera le
bananier biseke (Musa G ille tii ) qui ordinairement sera
em ployé dans les rites de la secte. C’est avec la tige de cette
plante que les candidats seront « assommés ». Ses graines,
nous l'avons vu, sont le composant principal du fétiche
em ployé; les autres ingrédients étant un caillou, de l’ar­
gile blanche et rouge extraite au même endroit de la
rivière, de la poudre de n k u la , des feuilles de Lusangu-
sangu, et une racine tordue d’un arbre aquatique appelé
N a K is im b i ou seigneur esprit des eaux. Tous ces éléments
sont contenus dans une lutete, calebasse vidée (Lagenaria
vu lg aris ) entourée elle-m êm e d’une étoffe de raphia.
Le caillou enferm é dans le fétiche est appelé par les
membres du Kimpasi, tadi di K alu ng a ou pierre de
K alu n g a . Je n ’ai pu découvrir la nature de cet être m ys­
térieux. Lorsque les initiés trouvent sur leur chem in un
caillou sem blable, ils s’écrient : « J’ai trouvé ma pierre
de K a lu n g a ! » La m êm e pratique est en usage chez les
féticheurs; lorsqu’ils aperçoivent près d’une source une
pierre de forme étrange : « N k ita am o baku lu bagene »,
disent-ils, ce qui sign ifie : « Les anciens m ’ont octroyé
une pierre pour le nkita ».
Au sujet de la racine, kis im b i, voici ce qu’on en rap­
porte :
G ana k atu n g a sim bi-nkita,
M im tu-nkita ga k atungana;
Gana k ifu lu kina ki ganga Nzam bi,
K agangila m asa;
M asa m a sangana sim bi-nkita,
M asa ka m alendele lala ko,
Sim bi kilem bika m pasi m u nitu nkita.
188 ÉTUDES BAKONGO

A l ’en d ro it ou h ab ite le sim b i-n kila


Là h abite T hom m e-nkita
En cet endroit que crée N zam bi,
Il y crée l ’eau.
Cette eau se m êle au sim b i-n kito ,
Cette eau ne p eu t p lu s d isp ara ître.
S im b i adoucit la douleur physique de l’hom m e-nkita.

Les esprits-nkita séjournent dans l’eau; aussi est-il


naturel que tous les ingrédients qui com posent le Nsanga-
nkitu soient extraits des eaux ou proviennent de plantes
aquatiques. Pour pouvoir être em ployé dans le Kimpasi,
le N san g a-n kita doit subir tout d’abord diverses m anipu­
lations. Le maître de la secte ou son n g u d i-n g a n g a , m aî­
tre-mère, c ’est-à-dire initiateur, fera m onter le fétiche de
l’eau, untornbula ku masa, en retirant de la rivière les
divers élém ents ( m f u la ) que nous avons cités. C’est avec
ceux-ci qu’il formera son fétiche m fu la , kaganda ou
k a y id ik a nkisi, ou plutôt la partie m atérielle, la «matière»
du nkisi. Car, pour être un véritable fétiche com plet,
habité par un esprit-nkita, il lui m anque la « forme »;
celle-ci, il l’obtiendra au contact d’un fétiche N sanga-nkita
déjà anim é (comme nous l ’avons décrit p. 127); l’ancien
et le nouveau sont en m êm e temps m is en action (saku-
m u k a ) on leur insuffle une vie nouvelle. Le kim en g a est
la décapitation d’une poule blanche dont le sang rougira
les deux nkisi, tous deux seront l’objet d’incantations
(loka) pour les exciter, les ensorceler, les amener à l ’ac­
tion. Devenu ainsi fétiche com plet, le N san g a-n kita
pourra accom plir son œuvre qui consiste essentiellem ent
à animer et transformer les candidats en nkita hum ains,
tout com m e lui est anim é et transformé en esprit-nkita.
N sang a-n kita bakotila, b a fw ila kim p asi kiau : « ils pénè­
trent dans le Nsanga-nkita et y m eurent leur kimpasi »
suivant l ’expression m êm e du vieux chef Mbemba.
Dans le Kimpasi, d’autres fétiches sont encore en usage,
principalem ent destinés à écarter des m em bres les Ndoki
R E LIG IO N ET M A G IE 189

et autres ennem is. En voici quelques-uns qu’em ploient


les Bambata.
M b ad i est un nkisi des eaux, nkisi-masa. Il habite un
coquillage rem pli d’argile blanche, de poivre et de feuilles
de plantes aquatiques. Il enlève à ceux qu’il fascine la
puissance génératrice.
Kiyengele est un nkisi u nsi, un fétiche de la terre, qui,
d ’après un de mes informateurs, serait en connexion avec
le Nzadi (la rivière Inkisi). Le sachet qui le contient est
rem pli de toutes sortes de bois et de terres argileuses.
Celui qui est traité par lui recouvre la puissance généra­
trice, à condition de s’abstenir de viande d’anim aux
tachetés.
N ia n g i, nsiki nseke ou fétiche de la brousse, dont le
nom signifie <c épilepsie » a pour nom de parade L u n g a -
m b u - n g a m b n « qui cause l’épilepsie ». Ses composants
enferm és dans un petit sac : de la cendre enlevée au foyer,
du poivre, des feuilles de m a n g y a m a -n g y a m a (R h etho -
p h y l l u m Congol. A ro id .), des graines de Mpeya (M on o -
dora Angolensis, an o n .), des noix de palme, des griffes,
et enfin des plum es de divers oiseaux.
Le fétiche se saisira des ndoki-sorciers, les jettera dans
le feu, leur causera des crises d’épilepsie. Par homéopathie
peut-être, il servira de remède spécifique à ceux qui
seraient atteints de cette maladie ou qui, au cours d’une
crise, se seraient brûlés. Voici par quel chant d’incanta­
tion le féticheur « excite » loka son nkisi :
E N iangi nian g a bi bingani,
Bi biaku nkadi ka b in ian g ak an a ko,
Yonso u tad ilan g a baleke ku disu difw a,
Y u n a u n ta la ngeye Niangi.

0 , N iangi ! b rû le, consum e les objets d ’au tru i,


M ais les objets qui t ’ap p a rtien n en t ne peuvent être brûlés;
T out qui regarde m es sujets d ’un regard hom icide,
Celui-là, regarde-le, toi Niangi.
190 ÉTUD ES BAKONGO

Les aides du maître lui répondent :


E L u n gam bu-ngam bu yoka k u n a ziku,
E N iangi ta ta geta k u n a ziku di tiya.
O toi, q u i causes les syncopes, brûle-le dan s l ’àtre,
O père N iangi, jette-le dans l ’âtre en feu !

Le patient doit s’abstenir de volaille, de poules, de sau­


terelles, de grillons, de viande de chèvre, et de jeunes
pousses de m anioc.
N lu ti-n g o n d i est représenté par une statuette de fem m e.
A l ’approche de la nouvelle lune, il est m is en action con­
tre les sorciers; il sert à donner de nouvelles forces aux
adhérents du Kimpasi.
N g u n d u Nsioga, sac-fétiche très usité, contient de I ar­
gile blanche, des cham pignons tondo (Lentibus tuber
r e g iu m ) , des feuilles de plantes aquatiques, etc. Dans plu­
sieurs Kimpasi, il est de coutum e après chaque orage que
le nganga aille dans les bas-fonds recueillir un peu d’ar­
gile et des tondo, ingrédients que certains candidats achè­
tent, pour constituer leur propre ngundu. A la cérém onie
du s a k u m u n a ou réveil du fétiche les candidats pour lui
donner une force nouvelle, entonnent le chant suivant :
Y aya ulale !
.E ! ka b w â yim w ene y ay ’e,
E ! e ! e ! N gundu Nsioga m u kum a, mu kum a,
E lelo kiadi, N gundu !
L u ku lu m azanga lutele n su d i b ikw anga,
E lelo kiadi, y ay ’e !

O chérie, tu t ’es endorm ie !


Oh, cela je ne l ’avais jam ais vu, chérie !
E, e, e ! N gundu Nsioga est çà et là, p arto u t (ne se trom pe pas)
Oh, a u jo u rd ’h u i c’est jo u r de joie, N gundu !
Le p ain de m anioc de l ’étang sen tait m auvais, (cela a lla it m al
au Kim pasi)
M ais a u jo u rd ’h u i, c ’est jo u r de joie, chérie !
R E LIG IO N ET M A G IE 191

Chez les Bampangu le fétiche Nkosi est em ployé contre


les sorciers et les ennem is, aussi contre les adhérents eux-
mêmes pour les forces à observer les lois du K im p asi. Le
nkosi est représenté, com m e m âle, dans une statue
d’hom m e, parfois en grandeur naturelle, com m e fem elle,
dans un sac aux ingrédients m ultiples. Il s’appelle « lion »
et non sans raison, car il est le m b u ta nkisi, le chef des
fétiches, et inspire la terreur. Dans certains K im p asi, on
1’ « actionne » et l ’excite chaque jour.
Voici un des passages de l ’incantation em ployée pour
le Nkosi mâle :
E Nkosi, w an g a ta ta !
Y u n a u ta lem bo di lem bo,
Z eka n singu, dia m bisi aku,
■ M bisi yi nge, m fu m u ,
Y angika, n de kafw a kula,
K im enga k iak u dia, tata.
Zi n g onda y u n a kat'ula zo ko,
W edi k u n a gata, n d a landi, zeka nsingu,
D iana k afu la kim pasi kiani.
Y una m w an a utom a kunzaya,
U nzitisa m pi,
Z w ’an i sa sau-sau,
K ’u tek ik a n singu ko,
K ab u ta b an a m u n a podingi-dingi.
N gatu yu sidi ku gata, kasa na,
K una Kongo k av u tu k a ko,
K una nzo y ina,
Ka b ak ad i bodi,
Ka b ak ad i b atatu !
M pongo, sala nki y a ? — G onda !
M akaya m ak u dia.

O Nkosi, écoute, père !


Celui q u i tra h it le secret,
T ords-lui l‘e cou, m ange sa chair,
C ar s’est ta ch a ir, chef,
R ends-le agité, q u ’il aille m o u rir au loin,
192 ÉTUDES BAKONGO

Bois son sang, père !


Si un des can d id ats n ’achevait pas ces mois,
Rends-toi à son village, suis-le, tords-lui le cou,
Q u’il ap p ren n e à achever son kim pasi.
M ais l ’en fan t qui m e reconnaît,
R.especte-le,
R em plis sa m aison de bonheur,
Ne courbe pas son échine,
Q u’il ait des enfants pleins de force.
P eut-être q u e lq u ’un ren tré au village se dira-t-il :
« Je ne re to u rn era i p lu s au K im pasi ».
D ans cette m aison
Q u’ils n ’en survivent pas deux,
Q u’ils n ’en su rvivent pas trois.
M pongo, que feras-tu donc ? — Tue-les !
M ange-les com m e extra.

Outre le fétiche Nkosi, bien d’autres nkisi sont


em ployés dans le m êm e but. Nous ne faisons qu’en citer
quelques-uns : Kinene, K isingini, Mfunsu, Nzenzi.
C H A PIT R E VII.
LES RITES DU KIMPASI.

D ern iers p rép a ra tifs. — C érém on ie d ’entrée. — M ort-Nkita. — De la


m ort à la r ésu rrectio n . — R ésu rrection . — V ie a u K im p asi. — S ortie.
— A p rès le tem p s d ’ép reu ve. — C on clu sion .

Derniers préparatifs.

Les jours qui précèdent 1 « entrée » tandis qu’ils am é­


nagent le terrain choisi pour le Kimpasi, les anciens in i­
tiés s’efforcent de créer autour des rites qui vont com m en­
cer une ambiance toute de crainte sacrée. Ils vont et
viennent, très affairés et content aux profanes, aux fem ­
mes et aux enfants surtout, les récits les plus terrifiants.
« Le maître du Kimpasi frappe m ortellem ent les candi­
dats, puis leur coupe tête, bras et jam bes, le tronc lui-
même est mis en morceaux et le tout est ensuite jeté en
pâture au chien du Kimpasi. Un bras seulem ent est pré­
cieusem ent gardé, c ’est que, lorsqu’il sera bien séché au
soleil, de lui sortira un petit enfant qui grandira rapi­
dem ent. »
Matin et soir, le maître du Kimpasi se rend lui-m êm e
sur place et met en action le nkisi appelé iNkosi, afin de
rendre l'enclos invulnérable par ses incantations. De son
côté, un de ses aides, Mavuzi-mbila ou Nsumbu
« actionne » les autres nkisi de la secte dans le m êm e but,
pour écarter sorciers et ennem is.
La date d’entrée arrivée, les candidats se rendent au
village du chef Kimpasi, accompagnés des anciens initiés.
Ils attendront là le signal du départ. Entre-temps, on
festoie, on danse et on boit jusqu’à ce que les têtes
soient bien échauffées, à m oins que, c’est le cas dans
d ’autres villages, les candidats ne soient mis à un régim e
13
194 ÉTUD ES BAKONGO

sévère; ils ne recevront journellem ent pour toute nourri­


ture qu’une seule grande banane, jusqu’à ce qu’ils aient
l’air na gegele, c’est-à-dire qu'ils soient m aigres et affai­
blis. Ainsi, disent les vieux, il leur sera plus facile de sup­
porter l’épreuve du Kimpasi. Mais dans l'un et l’autre cas,
ils sont surveillés de près, pour em pêcher toute tentative
de fuite.
A la tombée de la nuit, ils se cachent, les habitants du
village dans leur hutte propre, les étrangers dans celles
d’amis ou d’anciens initiés. Là évidem m ent, les recom
mandations ne leur sont pas m énagées. «% Le nkita va vous
tuer, mais n ’ayez crainte, vous ressusciter z à une vie
m eilleure. Vous n'avez qu’une chose à faire quand vous
serez morts, c’est de vous taire; laisez-vous lorsqu’on vous
emporte, et s’il arrive qu’en vous jetant sur le bord de la
route on vous meurtrisse, taisez-vous encore et ne bou­
gez pas, sinon il se pourrait qu’on vous tue tout de bon. »
Le chef du Kimpasi pour marquer le début d.'s rites,
envoie ses hom m es dans toutes les directions et c ’est de
tous côtés qu’éclate la poudre. A ce signal, les profanes
courent chercher un refuge dans la brousse et les esprits
hostiles s’enfuient terrifiés. Pour m ieux les y contraindre
d’ailleurs, les tireurs viendront décharger leurs fusils dans
la direction des groupes de bananiers, repaires présumés
de ces esprits-sorciers. En cas de menaces plus précises
de leur part, si par exem ple un habitant du village était
gravem ent malade, c ’est m éthodiquem ent que s’organi­
serait la chasse.
Lorsque tous les préparatifs sont bien achevés, le m aî­
tre du Kimpasi s’avance; Nsumbu, Mavuzi-mbila et ses
autres aides l’accom pagnent. Le chef du Kimpasi les
reçoit, et après avoir échangé avec eux quelques m enus
propos, et vidé la cruche de vin de palme soigneusem ent
préparée, il leur fait ses dernières recommandations.
S’adressant au maître : « Allez, dit-il, Maître Kongo, et
que nos jeunes gens soient l’objet de votre sollicitude.
R E LIG IO N ET M A G IE 195

ramenez-les nous en excellent état. » — « Ainsi ferai-je »,


répond le maître; et aussitôt ii se dirige vers l’enclos
réservé.
Dans la hutte centrale, se trouve Ndundu. Accroupie
dans un coin, elle attend, entourée de Manzanza, Mabinda,
Nsumbu et Lubondo qui déjà ont allum é le foyer du Kim­
pasi. Dès que la place réservée au nkisi est prête, que la
« natte où trône le nkisi » mayala ma nkisi est étendue,
le nganga n saku m u n a Nsang a-nkita, renouvelle les forces
du nkisi protecteur de l’institution. Tous se rendent
ensuite à l ’endroit fixé pour l’exécution des candidats.

Cérémonie d’entrée. — M ort-Nkita.

L’obscurité est com plète. Dans la nuit profonde, les


anciens initiés s’avancent, menant à la mort les candidats
terrifiés. Bientôt rangés sur une file à quelque distance
du maître du Kimpasi, ceux-ci attendent tout tremblants.
Et voici que Mavuzi-mbila en choisit un îles plus jeunes
et l’am ène au nganga. Déjà Nsumbu lui crie : « Couche-
toi ! » Le candidat s’exécute, s’étale sur le sol bras et jam ­
bes étendus. Nsumbu lui enlève ses vêtem ents, jusqu’à ses
colliers et bracelets. Le maître s’agenouille alors auprès
du patient et d’une tige de bananier frappe violem m ent
le sol tout autour de sa tête au point de la frôler. Entre­
temps les anciens chantent en chœur :
0 o n k ita didi, eye !

Le n k ita l ’a dévoré, le n k ita l ’a dévoré !

Leurs « ndala » cris suraigus éclatent, marquant leur


étonnem ent. Tous les candidats à leur tour seront « frap­
pés de mort » et déposés côte à côte sur un rang. Malheur
à qui remuerait alors, ou oserait proférer une parole ! 11
apprendrait que la distance est vite franchie de la mort
196 ÉTUD ES BAKONGO

du Kimpasi à la mort réelle. Autour des « cadavres » la


danse s’organise :

Lem bo di lem bo yaya, o, o !


Ka tu fw a n g a k ita ko ’e !
Lem bo di lem bo yaya, o, o !
Ka tu fw a n g a kita ko’e !
L um bu k ifw an a ki nkem bo, leka,
Lem bo di lem bo !
L um bu k ifw an a ki nkem bo, leka,
O vinga kanga nzo aku.
Beto k u n a Kongo kim onene, e !
Ka vinga leka lele, e
Beto k u n a Kongo m agulani, e.
O m ystère de m ystère, ô m on am i !
Et quoi, nous ne m o u rrio n s pas de la m ort du n k ita !
O m ystère de m ystère, ô m on am i !
Nous ne m ourrions pas de la m ort du n k ita !
Voici le jo u r de gloire, endors-toi d u som m eil de la m ort.
M ystère de m ystère !
Voici le jo u r de gloire, endors-toi du som m eil de la m ort.
Et vous, profanes, ferm ez bien vos dem eures,
Nous d an s le K am pasi, nous som m es entre nous !
Le p ro fane ne dort pas du som m eil de la m ort.
M ais, nous dans le K im pasi, nous exécutons nos danses.

N sum bu n k w a m ayela nganga, e êêê !


L ukam ba ka nkisi ko, lu m o n an g a êêê !
E N sum bu. n k w a m ayela, e êêê e !
O N sum bu, m aître à l ’esp rit m û r, oh, oh !
Vous profanes, dites encore q u ’il n ’y a pas de v rais nkisi,
m ain ten an t vous le voyez bien, oh, oh !
O N sum bu, m aître à l ’esp rit m û r, oh, oh !

Longtem ps, ils continuent leurs danses, leurs chants,


jusqu’à ce qu’enfin Nsumbu aille se placer devant les
morts; ses aides l ’assistent, les initiés se groupent derrière
lui. Par trois fois il s’écrie de toutes ses forces : A kwa
kita ? Serait-il vraiment mort-nkita ? Et tous de répon­
R E LIG IO N ET M A G IE 197

dre : Eye ! Bien sûr ! et ils prononcent le serment du Kim­


pasi. Ils reprennent aussitôt leurs chants :
Si tu k w en d a ku m ongo
T im ba-tim ba !
B akento tim ba,
B akala tim ba.
N ous allons à la m ontagne (Kimpasi)
Nous allons au jeu d ’am our !
Les fem m es aim ent,
Les hom m es aim en t !

A ces mots, les initiés ont couvert les cadavres de leurs


pagnes et les saisissent sous les aiselles de façon que les
corps leur pendent sur le dos. Ils les portent ainsi jusqu’à
l'enclos du Kimpasi. Chemin faisant, les aides se mettent
à chanter :
E lukolo iu tw a l’e,
E nganga,
E k u k u tu su k ila ,
E nganga.
Eh ! apportez-les
Au m aître,
Eh ! c ’est ici que nous allons m o u rir,
O m aître !

L u k u m b a e, ngudi k ita ng an g ’e
E ku Ndem bo lele
R iriri !
A dm irez donc, le m aître m ère-nkita,
11 est m ort d an s le K im pasi !
R iriri !

Lem bo di lem bo, yaya ê ê ê !


Ka tu fw a n g a n k ita ko e !
K im pasi kieto ki nkem bo, le k ’e !
M ystère de m ystère, ô m on am i !
(Ils disaient) : Nous ne m ourrons pas de la m ort du n k ita !
M ais dan s n o tre K im pasi de gloire, q u ’ils y dorm ent !
198 ÉTUD ES BAKONGO

A rriv é s près de la hutte où se trouve Ndundu, N s u m b u


s'adresse à elle :
Na N dundu yaya,
To yak u y ay ’e !
Dam e N dundu, m on am ie,
Voici la cuisse qui t ’est réservée ! (*)

Tous reprennent en chœ ur : Voici la cuisse qui t’est


réservée !
Nsumbu continue :
E I’okuta yaya,
To yak u y ay ’e.

0 P okuta, m on cher boy (2)


Voici p o u r toi une au tre cuisse.

A ces mots, la fem m e Ndundu sort de la hutte avec ses


aides. Lorsque tous les morts sont étendus sur un rang, 1ü
tête entre leurs m ains, dame Ndundu en fait le tour, en
les flairant et en murmurant : N k o m b o m aboko, n g u lu
m aboko : que sont donc ces chèvres, ces porcs reposant
sur leurs coudes ? Puis les anciens initiés font asseoir les
« cadavres » et leur balancent bras et têtes, tandis qu’un
des aides entonne :
E kina kw aku ya N d u n d u ’e
Danse, ô toi, dam e N dundu, danse !

Le chœ ur répète plusieurs fois l’invitation flatteuse :


Danse, ô toi, dame Ndundu, danse ! — Suivant le rythme
du chant, dame Ndundu s’est m ise à secouer la tête, les
yeux levés au ciel. Le chant term iné, les morts sont de
nouveau étendus sur le sol, Ndundu tour à tour les
enjam be par trois fois en signe de prise de possession.

(1) To : k ito : c u isse d ’un a n im a l. La c u isse du g ib ie r tu é en c er ta in es


c ir c o n sta n c e s est réser v ée a u chef.
(2) P ok u ta est le petit se r v ite u r de N sum bu a u K iinp asi.
R E LIG IO N ET M A G IE 199

La première cérém onie est achevée, les « morts » sont


transportés au dortoir, chacun à sa place désignée par
Nsumbu. Ils y passeront la nuit couchés sur des feuilles
de bananiers. Dame Ndundu restera près d’eux, ainsi que
Nsumbu et son boy Pokuta.

Le récit qu’on vient de lire est la traduction presque


littérale de la relation du plus intelligent de mes inform a­
teurs Bambata. Pour être com plet, j ’\ ajoute les quelques
particularités ou divergences signalées par d’autres in i­
tiés.
Un habitant de la région de Kisantu assurait que les
candidats étaient mis à mort au moyen d’une racine de
l’arbre Aisenga (l); que les anciens les portaient alors trois
fois autour de la hutte du Kimpasi, les jetaient par terre
sur le dos, et qu’alors le maître du Kimpasi posait le pied
sur le front de chacun d’eux. Il semble bien que ce témoin
ait confondu ce rite avec un autre analogue, accompli lors
de la résurrection.
Un autre affirm ait que les porteurs secouaient violem ­
ment les morts, les transportaient çà et là, les jetaient
rudement sur le sol et s’enfuyaient les abandonnant ainsi
étendus. Le mort, pour être fidèle à son rôle, devait bien
veiller à rester silencieux et im m obile; le m oindre m ou­
vem ent, le m oindre cri lui valait d’être frappé, piétiné
jusqu’à ce qu’il se tienne coi. Parfois m êm e, le fait est
certain, sa désobéissance lui coûtait la vie.
D'après un troisième tém oin de la région des Bambata,
les morts à leur entrée dans l'enclos sont obligés de danser.
Debout, ils exécutent des m ouvem ents violents de la tête
et des bras tant et si bien qu’épuisés et com m e ivres, ils
s’affaissent sur le sol.

t1) N s en g a ( M u s a n g a S m i th i i, a r t o c a r p é e ), p la n te qui jo u e u n g ran d


rôle d a n s la c o m p o sitio n de n o m b re u x fé tic h e s. L es esp rits-n k ita son t
c e n sé s en m a n g e r le s g r a in es.
200 ÉTUD ES BAKONGO

De la m ort à la résurrection.

La durée de cette période n ’est pas strictem ent fixée.


Elle se prolongeait deux m ois entiers d’après mon infor­
mateur Mumbata le plus digne de confiance, un mois
seulem ent d’après un autre, car « ils m eurent à la lune
noire (c’est-à-dire au dernier quartier) et ressuscitent à la
seconde pleine lune suivante ». Un initié de Kisantu était
d’avis que la mort ne durait que quelques jours. Le chef
Mbemba me disait que cette <c vie dans la mort » pouvait
durer ju sq u ’à trois m ois. Cette période était plus ou m oins
longue, sem ble-t-il, suivant les circonstances; elle était
prolongée par exem ple quand un grand nom bre de can­
didats venaient s’adjoindre après le jour d’entrée offi­
cielle.
Pendant cette période, l’ordre du jour rigoureusem ent
déterm iné était invariable; un premier bain le m atin,
après lequel les candidats devaient s’enduire le corps de
terre rouge, puis s’étendre au soleil. Après le repas de
m idi, ils devaient se recoucher aussitôt en plein soleil. Un
second bain terminait la journée, et les danses des morts
se prolongeaient bien tard dans la nuit. Dame Ndundu et
Nsumbu (ailleurs Mavuzi-mbila) dirigent et surveillent
ces exercices, aidés par quelques-uns des aides que nous
avons énum érés plus haut. Quant au maître du Kimpasi,
il viendra chaque jour visiter « les morts ».
Dès l’aurore de la première journée, Dame Ndundu
réveille donc les morts pour les conduire, en silence, à la
rivière. Malgré la fraîcheur matinale qui les fait frisson­
ner, ils ont à se baigner tout le corps. Rentrés dans l’en­
clos, ils s’enduisent com plètem ent de nsadi, terre rouge,
qui représente la couleur de Ndundu, car voici qu’ « ils
sont devenus ses enfants »; ce sera le seul vêtem ent qu’ils
porteront durant cette période. Cette opération achevée,
Nsumbu les groupe deux à deux, un jeune hom m e et une
R E LIG IO N ET M A G IE 201

jeune fille autant que possible, el les range devant une


jonchée de feuilles de bananiers. A son signal et à son
exem ple, tous doivent s’y laisser choir, Ndundu s’installe
d’un côté, le maître du Kimpasi de l ’autre. Les aides cou­
vrent alors chaque cadavre d’une feuille de bananier, et
ils restent ainsi, sans pouvoir bouger, sous le brûlant
soleil d’Afrique attendant qu’il arrive au zénith. Le m aî­
tre du Kimpasi proclame les premières défenses : udia
n siku m i n k ita : « il m ange les lois du nkita » : Hommes
et fem m es, vous gisez là, vous vous ignorez les uns, les
autres. Celui qui touche autrui, devra payer une amende;
celui qui ferait davantage, serait tué.
Toujours deux à deux, com m e Nsumbu les a groupés,
ils prendront leur premier repas. Mavuzi-mbila recueille
chaque jour les provisions déposées par les proches des
candidats à un endroit déterminé, non loin du lieu
d’épreuves. Manzanza est chargée de la préparation des
repas, bien sobres certes, car les candidats ne recevront
îles vivres apportés que du pain de m anioc rassis, bik-
wanga b iy u m a ; défense leur est faite de m anger de la
viande ou des légum es, de boire du vin de palme. La plu­
part des vivres sont partagés entre les initiateurs et initia­
trices. Aussi les candidats souffrent-ils de la faim , et ironi­
quem ent, ils appelleront dans la suite le Kimpasi : le repas
où l’on m ange le pain de m anioc de Mère Manzanza. C’est
que les candidats sont supposés morts, et les provisions
sont censées ne servir qu’à Dame Ndundu, occupée à
façonner des hom m es nouveaux, avec les os de leurs
cadavres.
Il est perm is durant le repas, de s’entretenir à voix
basse; com m e il convient à des « morts ». La collation ter­
m inée, les malheureux se recouchent au soleil jusque vers
cinq ou six heures, au m om ent où le « soleil boit du
sang ». Ils se rendent alors au bain, se lavent com plète­
ment pour enlever la couche de nsadi dont ils étaient
2 0 “2 ÉTUD ES BAKONGO

enduits, puis revêtent leur pagne. Dès leur retour dans


l'enclos, com m ence la danse des morts. Disposés en rond
autour de mère Ndundu, ils m euvent les épaules en
cadence de gauche à droite. Cette danse est particulière­
ment épuisante, elle affaiblit m uscles et nerfs, et leur rend
la tête vide ! c ’est qu’ils doivent redevenir baria ba masa,
des enfants nouveaux-nés... Lorsqu’ils seront à bout de
forces, alors seulem ent il leur sera permis de s’asseoir et
de reprendre haleine; n in g a baninga; ils sont là les yeux
hagards, incapables de se m ouvoir, abouliques. Ils regar­
dent stupidem ent Ndundu : « cette vieille sorcière à la
figure grim açante, aux petits yeux diaboliques, à la face
ratatinée, aux dents ébréchées qui inspire la terreur à
toute cette jeunesse » com m e me disait un ancien initié
de Kisantu. Quelqu’un est-il distrait, ou élève-t-il la voix,
ou ne suit-il pas le rythm e de la danse, aussitôt de sa voix
rauque Ndundu l ’interpelle, le menace m êm e de mort
définitive. Elle n ’adm isistre pourtant aucun châtim ent
corporel.
Quelques jours de ce régim e suffisent évidem m ent pour
épuiser les candidats. La nuit, ils font des rêves macabres,
les crises hystériques se m ultiplient; aussi beaucoup,
désespérés, songent-ils à fu ir... mais ils le savent : fuir
c ’est m ourir tout de bon ; le maître du Kimpasi les en a
avertis dès les premiers jours : il est venu actionner
devant eux le fétiche Lwango, a soufflé dans la petite
corne d ’antilope, flûte m agique, et leur a dit : vous tous
retenez bien le chant que j ’entonne :
T a t’ am o, tata M fw a-w asi
N gudi am o, n g w a N dundu,
P w a, ubila
Lw ango n d ilan ie !

M on père est père m fw a-w asi,


M a m ère est m ère N dundu,
Que je m eure m isérablem ent,
Que Lw ango me dévore (si je ne le veux ainsi).
R E LIG IO N ET M A G IE '203

Tous les m o r ts r é p è t e n t ce c h a n t. P o u r les e n c o u r a g e r


les i n i ti a t e u r s c h a n te n t a lo rs :

E nsenga y a v a ’e,
M ono m pangi ak u !
E lu k o k u lu k a,
T u fu la m b u n d u m w ana,
K una nsi m adiadi,
E nsenga y a y ’e (bis)
E m w an a ulala,
Mono m pangi aku.

O esp rit de N senga, ô bien-aim é,


Je suis ton frère !
A vertis donc — père et m ère,
Que nous reconstituons le cœ ur de leu r enfanl,
Sous les h au tes herbes (au Kim pasi),
O esp rit de Nsenga, ô bien-aim é (bis),
L ’en fan t a d isp aru (au K im pasi)
Je suis ton frère !

E n k ita n d ian i m ono,


Ik ala kw am o nganga !
E ku nlele yaya !
M ono n k ita m fw id i kinleke,
E ku nlele yaya,
Bu luzola kim bam bi,
G unu lum ona dio,
E ngw a m ono yaya.

L ’esp rit-n k ita m ’a dévoré moi aussi,


M ais m ain ten an t je suis nganga,
Je voulais les vêtem ents de gloire !
Jeune, moi je suis m ort de la m o rt nkila.
Je voulais les vêtem ents de gloire.
Vous qui désiriez les rites du K im pasi,
A u jo u rd ’h u i vous les subissez '
P ourquoi gém issez-vous ! Héias, p au v re de m oi, ô m ère !
204 ÉTUD ES BAKONGO

E e e b a y ’e !
O y ay ’e b a y ’e !
Ku Kongo baw idi tan d a,
E yaya bayaya (bis)
Ku Kongo b aw id i tan d a,
Nyoka b aw id i nyoka,
K u fw idi kilola, ka bak w isa ko,
K u Kongo b aw id i nyoka !
Oh, m es am is ! Oh !
Oh, m es chers am is I Oh !
Q u’ils ont m aig ri au K im pasi.
Oh, m es chers am is ! Oh ! (bis)
Q u’ils ont m aig ri au K im pasi,
Ils sont devenus faibles, si faibles.
Ils n ’iro n t pas où K ilola m o u ru t,
Au K im pasi ils sont devenus si faibles !

Pour les distraire et les encourager dans leur vie m ono­


tone, dame Ndundu apprend à ses enfants le grand ser­
ment de la secte. Cette form ule leur permettra plus tard
de pénétrer dans tous les Kimpasi et d’y participer, s’ils
le désirent, à toutes les réjouissances.
La voici :
Question. Réponse.

A k w a kila ? Eye !
Rst-il v r a im e n t m ort n k ita ? B ien sû r !

.Serment :
Na ta tu ifw a,
Na fw a zole,
Iziola nkisi,
N gani N zam bi,
K asakala kiekie
K ila m bendi,
K iandu kikom a nsonso
K ani k ifw id i k w an d i,
M ayeka n k am a ye tsam bu,
Lem bi ye M bum ba,
M baka ye N dundu.
R E LIG IO N ET M A G IE 205

Que je m eure trois fois,


Que je m eure deux fois,
Je g arde le nkisi
Que N zam bi m e donna.
Il fait en sorte que toujours
T out soit en bon état,
Il sait avec des clous ré p are r une natte
Si usée soit-elle,
E n p assan t p ar cent m ains, il vint à notre m aître,
Je le ju re — p a r le nkisi Lem bi et p a r M buinba,
P a r les n ain s et p a r dam e N dundu.

Question. Réponse.

A kwa kita ? Eye !


E st-il v r a im e n t m ort n k ita ? B ien sû r !
Nkaka ni mpungu-Ndundu ? Mbaka.
Par g r a n d ’m ère, la p u issa n te P a r le s n a in s.
N d un du ?
N gw am a ni N zambi-Xdundu ? Mbaka, ngw am a ni Nzambi, Ka-
kala sita, kabuta mono.
P ar m ère N zam bi-N d und u ? P a r le s n a in s, p ar m ère Nzam bi
qu i, b ien q u 'elle fû t sté rile, m ’a
d o n n é la vie.
Na lumbu Iweno keti Iwe luna ? N gw a m a ni Nzambi, lum Im lu
Nzambi kwamo.
Ta m a iso n , q u e lle e st-elle ? P ar m ère N zam bi, la m a iso n de
N zam bi, en vérité !

Il ne s’agirait pas de se tromper dans ces formules de


serment et ces réponses !
Nous nous trouvons sem ble-t-il devant une confusion
voulue entre les noms réservés à l’Etre Suprême, Nzambi
et Mpungu, et les nom s Ndundu, Na Nzambi, Na Lumbu.
11 faut noter cependant que dans un des Kimpasi de la
région de Kisantu, le maître se fit proclamer Nzambi le
véritable Etre Suprême. La formule propre du serment :
que je meure trois fo is... est si fam ilière aux initiés et ils
la prononcent si rapidement que j'ai bien dû la faire répé­
ter vingt fois avant de pouvoir la transcrire exactement.
Et ce qui est remarquable, c’est que toujours celle des
206 F .T ID E S BAKONGO

Bambata com m e celle du vieux chef Mbemba de Kisantu,


était mot pour m ot identique.
Durant cette période, le maître du Kimpasi vient de
temps à autre mettre en action ses fétiches, renouveler
leurs forces, par exem ple en cas de maladie d’un des can­
didats. Il éprouve aussi ses élèves : rampant com m e le
ferait une bête sauvage ou un non-initié désireux de sur­
prendre les secrets de la seete, il s’approche ju sq u ’aux
abords de l’enclos; com m e au m oindre bruit les m em bres
du Kimpasi doivent « faire le mort », les prend-il en
défaut sur ce point, il leur inflige une amende.

La résurrection.

Au jour fixé pour la résurrection, les aides — hom m es


et fem m es — et tous les anciens initiés des environs se
réunissent à l’heure indiquée; ce sera le soir, au crépus­
cule, à l’époque dr la nouvelle lune. Après le bain habi­
tuel, les morts se sont fardés com plètem ent de rnpemba,
argile blanche; seule une partie de la tête fait exception :
elle est enduite des cendres de feuilles lusangu-sangu. Le
maître a sorti le fétiche du Kimpasi et renouvelé ses for­
ces. Il en extrait une partie des ingrédients, de la terre
rouge et blanche, des feuilles lusangu-sangu, un mor­
ceau de la pierre-nkita, des écailles d’œ ufs, des bouts de
bois, y ajoute du sel, du poivre et de la poudre nkula; il
m élange et broie soigneusem ent le tout sur une pierre
d’abord, dans un mortier ensuite.
Les morts sont portés par les anciens près de l ’endroit
de « l’exécution » et jetés là le long des différents sentiers
qui y m ènent. Ils doivent y rester im m obiles, sur le dos.
Ap rès leur avoir couvert la figure d’un pairne de raphia,
parfois d’une feuille de bananier, les porteurs se sont
enfuis sem blant abandonner leurs « morts ». Mais bientôt
voici le maître du Kimpasi et sa suite. Il s’agenouille près
de chaque « cadavre », lui découvre la tête, prend la touffe
R E LIG IO N ET M A G IE 207

de feuilles lusanyu-sangu en feu présentée par un de ses


aides, et en frotte tout le corps du patient, du genou droit
puis du genou gauche jusqu’à la tête, ayant soin de lui
souffler la fumée aux yeux. 11 prend ensuite la mixture
m agique qu’il a préparée et en enduit les yeux du m al­
heureux; celui-ci excité par ce m élange de poivre et de
sel, oublie bientôt son rôle et se remue. C’est le signal de
menaces, voire de coups de verges. Les anciens le relè­
vent alors et le mort devra courir de toute la vitesse de ses
jam bes vers l ’enclos.
Tous les ressuscités se retrouvent bientôt près de la
hutte du Kimpasi, pleurant à chaudes larmes et se frottant
les yeux. Les maîtres les y ont suivis, le tambour donne le
signal de la danse et tous les anciens entourent les m al­
heureux ressuscités :

Toko diyobedi m alom ba.


D iam bu d ina y a n i’e !
S am ba y a y a ’e e ngw a,
D iam bu si dikw isa.

Le jeune hom m e s ’est fardé de noir,


Il a bien raison d ’en agir ainsi !
P leu re, am i, ô m ère,
Car voici le m om ent venu.

Toko d iv w ata m b ari


D iam bu dina y a n i’e.
S am ba yaya, e ngw a,
N enga kina gana.
Toko di ketam ene nd u m b a
D iam bu dina gana.

Le jeune hom m e a revêtu son pagne de ra p h ia ,


Il a bien raison d ’en agir ainsi !
P leu re, am i, ô m ère,
Cela cache quelque chose.
Le jeune hom m e est séparé de la jeune fille,
V oilà le v rai m otif.
-208 ÉTUDES BAKONGO

S am ba, sam ba y ay’e,


E ngw a diam b u d in a yau [bis)
M atoko meso bafika,
M akulu meso bazim ini.

P leure, pleure, chéri,


O m ère, quelque chose les attend [ b i s )
Les jeunes gens se couvrent les yeux,
Ils ont tous les yeux éteints.

Le maître du Kimpasi souille alors dans sa petite corne


d ’antilope. « Vous tous, écoutez, dit-il, et retenez bien ce
chant que j ’entonne » :
T a t’ am o ta ta M fw a-w asi,
N gudi am o, ngw a N dundu,
F w a m bila,
L w ango n d ilan ie !
K ilum bu ibaka toko
Toko di n g w a N dundu.

M on père est père M fw a-w asi, (le m aître du K im pasi)


M a m ère est m ère N dundu.
Que je m eure m isérablem ent
Que le nkisi Lw ango m e dévore !
Le jo u r où je m e m arierai,
Ce sera avec u n enfant de m ère N dundu.

Tous répètent le chant du maître, et puis le serm ent que


Nsumbu leur apprend : Nkoto m ania : Par la tresse de
notre mère (l).
Au signal donné par le maître avec sa corne d’antilope,
tous les morts se retournent et se couchent sur le ventre;
les anciens se placent devant le nouvel initié dont ils veu­
lent devenir ndoy ou hom onym e et prendre ainsi la
tutelle.

(*) N dundu est ra sé e co m p lètem en t, se u le u n e m èch e de lo n g s c h e v e u x


e st ép a r g n é e à la p artie a rrière de la tête. Cette tresse s ’a p p e lle Nkôtô.
R E LIG IO N ET M A G IE 209

Le m aître du Kimpasi s’avance alors jusqu au premier


adhérent et posant le pied sur son front, il s’écrie : Na
L u v u m a lu N zam bi, lu m w e r ie ? Luvuma lu Nzambi,
l ’avez-vous vu ? Tous de répondre : Non, nous ne l’avons
pas vu. — Qui donc l’a vu ? — Personne ne l’a vu. — Le
maître nom m e alors le nouvel initié du nom choisi d'ac­
cord avec le chef et les anciens, par exemple Na Mata, et
il demande : Na Mata l ’a-t-on vu ? — Et tous répondent :
Nous l avons vu. — L’ancien Na Mata prends alors son
jeu n e ndoy sur les épaules et le porte hors de l’enclos. Là,
il le couvre d’un m agnifique pagne (mbari) tout en lui
apprenant les versets qui expliquent la véritable sig n ifi­
cation de son nom . Celui qui oublierait ce nom de parade
se verrait imposer l'amende d’une chèvre (2).
Lorsque les ressuscités sont devenus « personnes com ­
plètes avec leur nom » on fait ripaille : pain de manioc,
viande de chèvre, vin de palme, etc... Suivent les danses,
les extravagances de toutes sortes et, chez les Bampangu
du m oins, les excès les plus grossiers.
Ressusciter se dit : f u t u m u k a , forme passive de fu tu -
m u n a qui est, sem ble-t-il, une forme renforcée de ju la .
Ces deux verbes sont em ployés pour désigner que le nkita
ressuscite les candidats. B afw a n k ita : ils meurent par le
nkita, et de là, ils sont morts de la mort du nkita; nkita
ubagondele : le nkita les a tués; n k ita u bafu did i ou n k ita
u b a fu tu m w e n e : le nkita l’a fait revivre.
On pourrait croire que ces mots ne sont pour les
Rakongo qu’une manière im agée de s’exprimer, ou un
langage conventionnel pour tromper les non-initiés.
Quelque ridicules et puériles que puissent nous paraître
toutes ces cérém onies du Kimpasi, elles ont pour les Noirs
une signification très réelle. Pour eux le candidat meurt
et ressuscite vraiment.
Ils savent sans doute qu’il ne meurt pas dans le Kim-

(a) V oir p lu s lo in , L es n o m s.
14
210 ÉTUD ES BAKONGO

pasi, de mort ordinaire, mais ils sont aussi profondém ent


convaincus qu’il meurt et ressuscite dans une autre
sphère, dans ce monde m agique des esprits qui leur est
fam ilier mais que nous, avec notre m entalité, nous ne
pouvons nous im aginer.

La vie du Kimpasi.

Les candidats ressuseités sont m aintenant d’autres hom ­


mes, ils sont enfants-nkita. Voici qu’ils doivent grandir,
yela si bayela, il faut qu'ils m ûrissent. Et c’est à cela que
serviront les rites qui restent à accomplir, jusqu'au jour
de leur sortie triomphale. Les principales cérém onies
sont : d ’abord, selon les circonstances, se farder de pou­
dre de nkula rouge ou blanche après le bain du m atin;
puis, apprendre les leçons que chante ou récite le maître
du Kimpasi, dame Ndundu ou Nsumbu; enfin, mettre en
œuvre les fétiches, et surtout s’adonner au chant et à la
danse. La plupart des initiés ne gardent de toute cette
formation qu’une connaissance approfondie des danses et
de la débauche qui les accom pagne.
La première besogne, le m atin, est de balayer la cour
du Kimpasi. Aussitôt après, bain réglem entaire, suivi du
suivi du badigeonnage blanc ou rouge exigé par le nkisi.
Les adhérents ont à faire eux-m êm es leur provision de
« fard », et de fibres de bananiers, leurs deux seuls vête­
ments habituels. Durant cette période le régim e redevient
ce qu'il est norm alem ent pour un Mukongo ; un repas à
m idi, un second le soir. Les vivres sont toujours fournis
par les parents et continuent à passer par les mains de
Nsumbu ou de Mavuzi-mbila. Les danses ne se font pas
à des heures strictement déterm inées. En dehors de ces
occupations imposées, les candidats ont 1111 certain temps
libre durant lequel ils pourront tirer le vin des palmiers,
cueillir des noix de palme et d’autres fruits, cultiver des
R E LIG IO N ET M A G IE

légum es, rechercher les chenilles des bois, faire la chasse


aux rongeurs et autres bêtes.
Le jour de la résurrection, lorsque les initiés ont dormi
tout leur soûl, et se sont lavés à la rivière, com m ence la
cérémonie du N iu n g u ta , une des danses du Kimpasi.
Debout, alignés sur un rang, sans mouvoir les jam bes, ils
tournent le buste de gauche à droite, aussi loin qu’ils le
peuvent, tandis que les fem m es chantent d’une voix de
tête, com m e c ’est la coutume dans le Kimpasi, les m élo­
dies suivantes :
E e e N sum bu y ay’e !
G ana gele, e e e !
Si n k ita n zin g ’e !
E e e N sum bu y a y ’e !

E h, eh, eh ! N sum bu, m on am i.


Les en fants s’en étaient allés, eh, eh, eh,
Les voici, pleins de vie p a r N kita.
Eh, eh, eh ! N sum bu, m on am i.

Lorsque celte gym nastique fatigante a duré assez lon g­


temps, le maître du Kimpasi s’approche et dispose devant
les danseurs le fétiche Nsanga-nkita; il le m et en action
(.s aku m u na ) et ensorcelle (loka) le fétiche Nkosi. Puis,
arrachant un cheveu de chaque adhérent, il les place tous
dans le Nsanga-nkita; ils sont ainsi personnellem ent sous
sa puissance : car <( il les dévorera s’ils venaient à enfrein­
dre les lois du Kimpasi », et sous sa protection spéciale
(( il les protégera contre les sorcier ».
Ils étendent alors leurs pagnes sur le sol de manière à
former deux rangées, s’y couchent, chaque frère-Kimpasi
près de sa sœur, et se frottent tout le corps de poudre de
nkula jusqu’à ce qu’ils brillent. Le maître du Kimpasi
aidé de Na Nzambi passe dans les rangs et leur trace sur
les deux jam bes deux lignes rouges. Pour la circonstance,
il a revêtu des peaux de chèvres; on sent d’ailleurs l’odeur
212 ÉTUD ES BAKONGO

des quartiers de chèvres que Manzanza prépare pour les


candidats. Le maître prom ulgue alors plusieurs lois •
1. Vous tous, gardez jalousem ent secrètes, toutes les
choses que vous voyez et entendez ici; celui qui se ris­
quera à les com m uniquer à un profane, dame Ndundu le
poursuivra; le nkisi le tuera, com m e a été abattue cette
chèvre :
T ata w am b a, etata w am ba,
Ufwa, ubila,
S u n g im in a nlongo m isât a ku nseki M pangu.
T a t’am o ta ta M fw a-w asi,
N gudi arao ng w a N d undu b w ak a,
S u n g im in a nlongo m isala ku Kongo,
T ata w a m b a m ayebele.

P ère q u i vieillis, ô père q u i vieillis,


T u m o u rra s m isérablem ent,
Si tu ne te souviens des tabous en v ig u eu r dans la p lain e de
M pangu.
Mon père, c ’est père M fw a-w asi,
Ma m ère, c ’est m ère N d u n d u la rouge,
Souviens-toi des tab o u s et lois en v ig u eu r dan s Kongo,
Père q u i vieillis et vieillis encore.

Les plaines de Mpangu indiquent la vie hors du Kim­


pasi; Kongo la vie dans le Kimpasi.
2. Ne pas s’éloigner des endroits indiqués par Nsumbu.
Ils peuvent se rendre à la rivière pour se baigner ou y
pêcher, à l'ancien em placem ent du village pour y tirer
le vin des palmiers ou y cueillir des noix de palm e, enfin
dans certaines brousses. Celui qui se rendra au village
ou rencontrera des non-initiés sera puni de mort.
3. Celui qui, pour se soustraire aux cérém onies ulté­
rieures, ira se cacher chez des parents ou des am is, sera
frappé de mort par le nkisi lui-m êm e.
4. Arrive-t-il qu’un des candidats tom be malade ou
meure durant le temps d’épreuve, on ne peut en rendre
R E LIG IO N ET M A G IE 213

un hom m e responsable : celui qui osera le faire, sera tué.


Mais le défunt sera pleuré et enterré par les m embres du
Kimpasi.
5. Toute désobéissance aux initiateurs, en particulier
à dame Ndundu ou à Nsumbu, sera punie d’amendes en
argent ou en nature : étoffes, vin de palm e, etc.
6. Entretenir des relations cordiales avec les autres
adhérents. Celui qui cherche noise ou profère des insultes
paiera l’amende imposée par Nsumbu. Dans les cas gra­
ves, la peine sera fixée par le maître lui-m êm e.
7. Observer les prescriptions du nkita-nkisi : ne jamais
se coucher sur la terre nue, s’abstenir d’un grand nombre
de fruits, de légum es, de cham pignons, de chenilles,
d’animaux rongeurs, etc. Les espèces varient suivant les
Kimpasi.
8. Arriver à temps aux exercices et s’y appliquer.
Ces lois et tabous sont répétés souvent au cours de l ’in i­
tiation, soit par Nsumbu, soit par le maître féticheur
lui-m êm e. Ce dernier term ine com m e suit ses recom m an­
dations :
T ata w a m b a m ayebele,
E ya L uvum a,
Ku Kongo tu k w en d a,
Ku nseke ka kusidi kieku ko,
E ya L uvum a,
Ku n lam b u d i m alu, e, e, e,
Ku Kongo tu k w en d a.
P ère qui vieillis, et vieillis encore,
O ch er L uvum a — observe les lois —
Nous allons à l ’in itiatio n du K im pasi,
Que rien de toi ne reste dans la plaine.
0 cher L u v u m a — observe les lois —
Là où j ’ai étendu les jam bes (l) ê, ê
Nous allons à l ’in itiatio n du K im pasi.

t1) A llu sio n à la m ort du K im p asi.


214 ÉTUD ES BAKONGO

La peine de mort pour le délinquant n ’est pas une vaine


menace. Déserteur ou traître, il est recherché et ramené
de force au Kimpasi. Ses com pagnons doivent de leurs
mains sans instrum ent aucun, creuser une fosse au m ilieu
du chem in qui donne accès à l'enclos. Lié, le malheureux
y est couché, recouvert de terre rouge nsadi, et enterré
vivant, la tête seule au-dessus du sol. Tous mes inform a­
teurs furent unanim es sur ce point. Même de longues
années après l’initiation, celui qui oserait trahir les secrets
de la secte, serait recherché par ses anciens com pagnons
et périrait de la sorte.
Quelque temps avant la sortie triom phale, venant rom ­
pre la m onotonie coutum ière, a lieu la pêche à l’anguille.
Vers neuf heures du m atin, le tambour retentit. Les
candidats restent dans la hutte groupés autour de dame
Ndundu, tandis que le maître du Kimpasi, Nsum bu, dame
Manzanza et les autres aides viennent se ranger devant
l ’entrée.
Manzanza com m ence :
Ngw a M anzanza k ’avw a n gudi ko’e !
M ère M anzanza n ’a p lu s sa m ère, eh !

Tous de répondre :
Ku kiele !
Voici le jo u r !

N dam ba. n d am b a nga lam bidi kala,


Elle n ’a pas trouvé de n o u rritu re prête., voici q u ’elle en prép are.
Réponse :
Ku kiele !
Voici le jo u r !

C’est le signal convenu : les temps sont arrivés, Man­


zanza va rechercher l’anguille ngola ('). Tous se rendent
(>) Ngola (c la r ia s), p o iss o n d é lic ie u x , sa n s é c a ille s, qui ressem b le
a ss e z b ien à l ’a n g u ille .
R E LIG IO N ET M A G IE 215

à l’étang et, y construisent une (ligue de façon à séparer


une partie qu’ils assèchent. Cette sorte de pêche (yabu )
est assez répandue. Tandis qu’ils puisent l’eau, les anciens
initiés chantent de voix de tête :
E yaya y a n g ’e ye ngol’eye yeye e.
O étang bien-aim é avec tes anguilles, eh, eh !

Si un dernier candidat se présentait alors, on l’am ène­


rait sur place et, com m e dans la cérémonie d ’entrée racon­
tée plus haut, il serait « frappé de mort » par le nkita,
transporté à l ’enclos, etc. Il recevrait le nom de Mayanga,
c’est-à-dire, « celui de l'étang ».

Wkisi x
s~ \

£otte
4t
nitnf a .

Fôi i t eu M v u lu - mvulu

La pêche finie, les ngola saisis sont placés dans une


grande cruche d’eau et on rem onte à l’enclos. Le lende­
main, les aides du maître creusent un m v u lu - m v u lu , fossé
en forme de croix, devant l’entrée de la hutte du Kimpasi.
Le centre a environ cinquante centim ètres de diamètre
et trente de profondeur. Chacun des quatre bras a cette
216 ÉTUD ES BAKONGO

même profondeur, est long d’environ un mètre, et large


de vin gt centim ètres. Aux deux extrémités latérales 011
plante une petite botte d’herbes nianga, entourée de cen­
dres de bois. Le fossé est rempli d’eau et on y lâche les
ngola un hameçon dans la gueule. Le nkisi du Kimpasi,
le N san ga-n kita, est placé à l’extrémité la plus éloignée
des candidats; le maître en retire quelques graines de
lusangu-sangu, les dépose sur les touffes de n ian ga, puis,
devant les candidats rangés par Nsumbu sur une ligne, il
élève la voix :
E m in a n tu m b u i ngola e, êêê !
0 y ay ’e y a n g ’e i n g o l’ani
O o o
Gola, gola, gola !
E h, avale l ’ham eçon du ngola, eh, eh !
Eh, le cher étang et son ngola !
Oh, oh, oh !
T ire, tire, tire !

Masamba, la jeune fille qui la prem ière est morte et


ressuscitée, s’avance près du fossé, s’agenouille près du
canal le plus rapproché, dont l ’extrém ité est restée déga­
gée, place les mains derrière le dos et tâche ainsi de saisir
des lèvres les graines de Lusangu-nsangu déposées sur les
herbes. Elle doit ensuite les lancer au centre. A-t-elle
réussi cette opération, Nsumbu lui rem plit la bouche
d’eau, et le maître y introduit la gueule d’une anguille
de sorte que l’eau jaillisse.
Alors seulem ent elle pourra cracher l ’eau, et pronon­
cera le grand serment du Kimpasi : N a tatu ifw a, que je
meure trois fois, etc., com m e nous l ’avons relaté plus
haut.
Tous subiront la m êm e épreuve. Ceux qui ont réussi
sont félicités, les autres qui par maladresse auraient cra­
ché trop court,lançant des graines dans le bras de la croix
et non au centre, sont réprimandés et doivent payer une
R E LIG IO N ET M A G IE “217

amende. Mais celui qui se tromperait dans la form ule du


serment recevrait une peine bien plus forte.
Alors tous sont rasés; sous les aisselles, les poils sont
mêm e arrachés; ils s’enduisent de terre blanche et s’en ­
roulent autour de la tête une feuille verte de bananier.
Celui qui mangerait après ces rites de la chair d’ani­
maux m ouchetés devrait au préalable se faire sur le corps
des taches rouges ou noires « afin de faire connaître sa
nature » (*).
La sortie.

La fin du Kimpasi s’exprime sim plem ent par k u tu ka


k a K im pasi : sortir du Kimpasi, ou encore k u tu k a ku
n kem b o : la sortie solennelle. La date en est fixée par le
maître et le chef protecteur du Kimpasi qui doivent au
préalable se mettre d ’accord m u lu b u la K im pasi ou mu
tukisa K im p a s i, pour dissoudre le Kimpasi.
La veille sera réservée aux nkisi, l’avant-veille au règle­
ment des palabres. Les amendes imposées aux candidats
par Nsumbu doivent être payées, ce qui ne va pas sans
difficultés. Le maître du Kimpasi devra bien souvent
intervenir pour régler les choses à l ’amiable. Tous les
adhérents devront d’ailleurs lui payer trois fois neuf per­
les ou des tiges de laiton, leurs « anciens » ayant à solder
le reste.
Les questions d’argent réglées, on danse et on festoie.
Les palabres à peine closes font évidem m ent le sujet des
chants :
Longo lu m fu n d u , e
K ’ibongo lo kw aino ko
E êêê êêê !
Ik itu k a m fw engi, e
Ibaka nsusu
E êêê êêê !

(*) Ceci m o n tre, m e d isa it u n de m es in fo r m a teu rs, q u ’ils so n t de


n a tu re se r v ile , c a r le s d e sc e n d a n ts de c h e fs n e m a n g e n t p a s la v ia n d e
d ’a n im a u x m o u c h e tés. Cette d istin ctio n est la m êm e ch ez le s esprits-
n k ita, en qui so n t m é ta m o r p h o sé s le s in itié s.
“218 ÉTUD ES BAKONGO

Un m ariage plein de palabres


Je n ’eri veux pas p o u r m a p art,
Eh, eh !
Je préfère être fouine,
Et voler des poules,
Eh, Eh !

Ils saluent la fin de l’épreuve de cette manière originale :


E kim bem bi êêê !
E kim bem bi bab an i, (bis)
N tangu in w a m enga.
Ikw e y u n g an a kw am o,
Ku m afu la m a m ponda.

O p etit épervier oh, oh !,


O petit épervier, étends tes ailes (bis)
Le soleil boit d u sang — se couche.
Je vais m ’envoler d ’ici
Vers les sentiers du lieu d ’exécution.

C’est par ces chem ins, en effet, qu’ils s’en retourneront à


leurs villages respectifs.
Le lendem ain est la journée des fétiches. Le maître du
Kimpasi et ses aides appoi’tent tous les nkisi, les rangent
sur leur natte d’honneur, les m ettent en action et les
ensorcellent. Une chèvre sera tuée à cause du m b a ta -
nkosi « le chef lion » et il sera « abreuvé » de son sang.
Les autres fétiches recevront chacun leur poule. Les petits
tas de poudre disposés autour d’eux sont allum és et tandis
que le maître et Nsumbu adjurent et ensorcellent leurs
nkisi, les aides font un bruit infernal; ils déchargent en
l’air leurs fusils, m artèlent les tambours, agitent sonnet­
tes et crécelles, etc.
Le maître excite les nkisi tour à tour contre les ennem is
qui, par m anœuvres de sorcellerie ou autrem ent, vou­
draient nuire aux initiés, et contre les initiés eux-m êm es
qui oseraient trahir les secrets de la secte. Il term ine par
le refrain de règle en la circonstance. Les candidats assis-
R E LIG IO N ET M A G IE 219

teilt en tremblant à la scène ! Tous prennent part au repas


des nkisi; les anim aux tués et les vivres en connexion
avec les fétiches sont consom m és. Le n sanga-nkita, nkisi
protecteur du Kimpasi, est traité en dernier lieu, le maître
l’actionne de la manière déjà décrite, puis le fait passer
dans tous les initiés, de la manière suivante : il frotte le
nkita de feuilles de m a tu tu (A ru nd o donax ) tandis que ses
aides frottent de m êm e les adhérents, puis extrayant une
partie de chaque élém ent du n sanga-nkita, il y ajoute des
feuilles de ladi (plante aquatique) et dans une assiette de
bois arrose le tout de vin de palme et d’eau. Chaque initié
en recevra sa part; le maître les avertit :
K u na lu k w en d a,
G ana lu ta m iole,
G ana lu ta n tatu , •
F w a lufw a,
Ka luzinga ko.
K ani sam una kielele,
Ka k u k ala k itata ko, e.
K ani sam una kielele,
Ka k u k ala kiyaya ko e.
K ani sam una kielele,
K a k u k ala kim pangi ko e.
Là où vous allez,
Si de nos secrets, vous en trahissez deux,
Si vous en trahissez trois,
Vous m ourrez de m ort,
Vous ne vivrez plus.
P o u r n ul m otif ne révèle notre secret,
E tre ton père, ne com pte pas.
P o u r n u l m otif ne révèle notre secret,
E tre ton frère, ne com pte pas.
P o u r n ul m otif ne révèle notre secret,
E tre ton p aren t, ne com pte pas.

L’idée est claire : quelqu’étroits que puissent être les


liens de parenté, ils ne t’excusent pas de trahir les secrets
de la secte. Nsumbu et ses aides reprennent alors les
220 ÉTUD ES 13AKOJNUO

refrains qui apprennent aux membres la discrétion qui


doit être la leur, par exem ple :
E N d undu e,
Nlongo lusungam a.
E k u k w e n d a ku nseke M pangu,
E nlongo lu su n g am a.
P a r M ère N dundu,
Souvenez-vous des défenses,
M ain tenant que vous allez dan s les plaines de M pangu,
Des défenses, souvenez-vous !

Tous continuent :
E n k ita n d ian i kw am o, eee !
Que le N kita m e dévore, eh, eh !

Les aides reprennent :


L u k u m b a, e n gudi n k ita nganga, e
E ku N dem bo e lele !
R especte le m aître — m ère-nkita,
C’est ici au K im pasi q u ’il m o u ru t !

Les nouveaux-initiés :
Ik ala kw am o nganga,
Ku nlele m ponda.
Di b ak o tila kim pasi, e
M u nlele m p onda !
Me voici m oi-m êm e devenu m aître,
Sous le pagne de la m ort.
C’est pourquoi l ’on entre au K im pasi,
Sous le pagne de la m ort.

Les aides :
E kim pasi ki N d u n d u ’e
K ani w e fw ila ’e
Kwe zengena !
E yaya N dundu, e
K ani w e fw ila,
K w e zengena !
R E L IG IO N ET M A G IE “2“21

Au K im pasi de M ère N dundu,


C’est là que tu es m ort,
Que tu es devenu m uet.
P a r N d u n d u la vieille,
C’est là que tu es m ort,
Que tu es devenu m uet.

Les initiés :
R iriri
N dundu, m baka,
N d u n d u kam baka,
Na N dundu kam baka nkanu
K am baka n k an u !
R iriri,
P a r N dundu, p a r les nains,
Que N d u n d u m e prenne,
Que N dundu me juge,
Q u’elle me juge !

Ce serment est prononcé très rapidement, en martelant


bien les syllabes.
Le reste de la journée se passe en fêtes et danses pro­
longées bien tard dans la nuit. Le lendem ain les initiés
s’enduisent de glaise blanche : ils sont des esprits blancs;
c ’est d ’ailleurs l ’im pression qu’ils doivent faire sur les
profanes. Vers quatre heures de l’après-midi, ils s’habil­
lent de pagnes en fibres de bananiers, puis les anciens les
portent à l’entrée du village, à un emplacement bien pro­
pre couvert de nattes tressées, que le chef du Kimpasi
leur a fait préparer. Les aides leur étendent bras et jambes
et les recouvrent d’étoffes. Les anciens sont venus avec le
chef à leur rencontre : ils agitent des palmes, et leurs cris
d ’allégresses Io, lo, lo ! annoncent aux non-initiés la
bonne nouvelle. Ceux-ci voudraient s’approcher, mais la
voix du maître s’est élevée : « Chassez-moi ces iguanes !
avec leur puanteur, ils vont gâter mes enfants. »
Les anciens chantent et dansent autour des esprits
blancs jusqu’à la tom bée de la nuit. Le nganga et dame
222 ÉTUDES BAKONGO

Ndundu célèbrent tour à tour l’œuvre du nkita, en par­


ticulier, com m ent il a augm enté la puissance génératrice
de ses enfants. Ces chants accom pagnés de gestes sont du
genre de celui-ci :
Eye, eye, a kw a nsondo ! (p u d . m u l.)
M vunguezi !
O y ay ’ e î A a a a a a a !
A kw a m ak ata [pud. v ir i)
M vunguezi;
0 y a y ’e ! A a a a a a !

Après avoir été exposés de la sorte, les esprits blancs


sont reportés à l ’enclos. Ils y passent une dernière nuit.
Le lendem ain avant le lever du soleil, ils se baigneront,
se farderont de glaise blanche, et la fête com m ence aussi­
tôt; danses et chants, beuveries et ripailles dureront ju s­
que vers trois heures de l’après-midi. Les anciens les
reporteront alors à la m êm e place que la veille. Le
nganga, dame Ndundu et tous les aides d'ailleurs se sont
cette fois barbouillés la figure : des lignes blanches leur
entourent les yeux et la bouche. Ndundu porte dans ses
bras le Nsanga-nkita, le nkisi du Kimpasi et s’arrête
devant ses enfants alignés, les aides les font asseoir puis
leur font exécuter la danse du Kimpasi. Après quelque
temps, les esprits blancs doivent se recoucher et c ’est
Ndundu qui m aintenant tourne autour d’eux, dansant et
célébrant d’une voix suraiguë la force du nkisi du Kim­
pasi. Au m om ent où le soleil disparaît à l ’horizon le maî­
tre lui demande si les organes de ses enfants sont en bon
état, et sur sa réponse affirm ative, il fait reporter les
esprits blancs à l ’enclos. Ceux-ci se hâtent de mettre leurs
bardes en sûreté, car déjà la hutte et l ’enclos sont livrés
aux flam m es. En silence chacun rejoint alors le logem ent
qui lui a été assigné au village.
Le lendem ain est le jour glorieux ! Tout luisants d ’huile
de palme et de poudre nkula, revêtus de leur plus beau
R E LIG IO N ET M A G IE 223

pagne, ils partent en rang pour le marché. Leurs corps


brillent au soleil. Ils se tiennent l’un l’autre, chacun
posant les m ains sur les épaules de celui qui le précède;
la jeune fille Masamba ouvre la marche, Mayanga vient
en queue de la file (1). Les aides et les anciens chantent
au son des tambours; la foule est accourue nombreuse au
marché; jam ais on n ’y a connu « tel vacarme, tel étouf­
fem ent ». Jeunes et vieux se dém ènent pour admirer les
nouveaux ressuscités. Ceux-ci m urm urent à voix basse,
se com m uniquant des choses mystérieuses dans une lan­
gue in in telligible aux profanes. Ils ne sem blent recon­
naître personne, ni père, ni mère. Ils sont des hom m es-
esprits, et ils le savent! Ceux qui les entourent n ’entendent
que des sons sifflants... c ’est qu’à chaque mot ils ajoutent
sina. Leurs jeux de physionom ie, leurs regards fix.es,
leurs gestes, leurs attitudes soudain figées, tout est m ys­
térieux, tout provoque l ’étonnem ent de la foule.
Ils ont le droit de s’attribuer des cadeaux, gakwasa
m akab u , chez tous les vendeurs du m arché et ils en pro­
fitent royalement. Lorsque le marché touche à sa fin, ils
se regroupent, et autour d’eux, au grand étonnem ent de
la m ultitude, com m ence la sarabande effrénée de tous les
anciens initiés des environs.

Après l’épreuve.

Le lendem ain, nouvelle réunion sur la place du v il­


lage (2). Le fétiche du Kimpasi, Nsanga-nkita, qui a servi
à l ’initiation va être renouvelé, et on lui donnera des
forces nouvelles, sakum u ka. Une partie des anciens ingré­
dients est remplacée par de nouveaux de m êm e espèce.
Puis un grand feu est allum é et l'on n ’y brûle que des

f1) Chez le s B am b ata, dam e N dundu ou vre la m arch e, M asam ba ne


v e n a n t q u ’en se c o n d lieu ; d ’au tre part, le s in itié s, a u lie u de se p ren d re
par le s ép a u les, se tien n e n t p ar le bord du p agn e.
(2) Du m o in s c h ez le s B am bata.
224 ÉTUD ES BAKONGO

arbres à sève non gluante, en particulier le K ig e ti (E u p h .


H y m e n o c a rd ia acida ), le Mbota (Leg u m . M ille tia Deivei-
v re i ), le nkelekete (L e g u m . D in li u m ) , car ce sont ces arbres
que recherchent les esprits-nkita, quand ils quittent leurs
villages. On y brûle encore du n tu n d ib ila (A m o m u m albo-
v io laceu m , R id l. Z in g ib e r ) , plante très em ployée dans le
fétichism e, et le tizo lo n g o ; la forme de son fruit est ici le
sym bole de la virilité.
Chaque nouvel initié recueille des cendres de ce foyer,
dans un petit sachet en fibres de palm ier, y m êle de l’ar­
gile rouge et blanche et d ’autres ingrédients, arrose le
tout du sang d’une poule qu’il a tuée et installe ainsi son
propre fétiche selon toutes les règles de l’art. Il empor­
tera chez lui ce nkisi qui donnera aux hom m es et aux
anim aux une fécondité extraordinaire.
Le maître du Kimpasi installe ensuite deux nkisi à
forme hum aine, l’un Nkala-nsinsi représente une fem m e
et sert à « faire trébucher les sorciers », l’autre Lutete,
hom m e « au bon ju gem ent et qui en donne pour régler
toutes choses ». Ces nkisi resteront au village du chef du
Kimpasi et devront être frottés de quelques gouttes de
sang de tout gibier tué dans la brousse par un des m em ­
bres du village. Evidem m ent la journée se term ine en
danses com m e il convient !
Les nouveaux initiés resteront quelques sem aines
encore « d’autres personnes » et pourront se permettre
d’enlever de la nourriture chez leurs parents et am is, sans
que ceux-ci s’en soucient; ils prennent patience : « Lais­
sons-les faire, diront-ils, ils ont été morts, ils sont ressus-
cités, ils ne connaissent plus nos affaires ». « Ils agissent
com m e des gens atteints de fièvre ». Ils vont par le village
et les sentiers, chantent d’une voix de tête des versets
extraits des chants du Kimpasi : « E, e, e, marna N d u n d u ,
oh ! Mère Ndundu. E, e, e, vin g a , ka tu fw a n g a ko e !
ô profanes, quoi donc, nous ne mourons pas ! E vin ga
sikam a, ku n d a n g w 'a k u ! ô profane, lève-toi, salue ta
R E LIG IO N ET M A G IE 225

mère ! » Ils regardent avec mépris, les plus jeunes qu’eux,


et les non-initiés de leur âge. Ils les rudoient bien sou­
vent. ils veulent être appelés par leur nom de Kimpasi :
il serait mal venu, celui qui leur donnerait leur ancien
nom , ils exigeraient réparation. A la moindre contradic­
tion, ils se fâchent et jurent de se venger. Le serment
qu’ils ont sans cesse à la bouche N g u ti bizeke sign ifie :
que j ’enfante com m e le bananier bizeke (Musa g ile tii).
Quoi qu’il en soit, chez les anciens initiés, ils seront tou­
jours reçus aim ablem ent.
Ap rès quelques semaines, la nouveauté a perdu son
attrait, bientôt tous les secrets et les chants appris au
Kimpasi s’estompent en leur esprit et sont vite oubliés.
Quelques individus pourtant suivent la voie qui leur a été
tracée et entretiennent leur science fétichiste; d’aucuns,
après s’être initiés com m e m wana-nganga ou nganga-
élève auprès d ’un ngudi-nganga ou nganga-m ère, devien­
dront des féticheurs renommés.
Mais tous en garderont quelque chose, c’est le nom
de parade reçu au Kimpasi avec, hélas, une forte propen­
sion aux plaisirs sexuels.

Conclusion.

Le Kimpasi est donc chose com plexe. Il est certes


d ’abord et surtout une école d’im m oralité. Tous mes infor­
mateurs étaient unanim es sur ce point : et ce vieux chef
païen qui en fit le récit à son neveu, un de mes catéchis­
tes, hom m e marié et digne de toute confiance; et les Bam-
bata; et ce vieux chef païen qui me résumait son ju ge­
ment en ces termes : « Ba m atoko m u kim pasi kio y i salu
i kiâ kina, k i bizum ba kw a n d i. Les jeunes gens dans le
Kimpasi ne connaissent qu’une chose, la fornication » (x).
En fait, le Kimpasi est devenu une société de prostitution

(i) F o rn ic a tio sim p le x , m a stu rb atio so lita ria , p a ed era stia .


15
226 ÉTUD ES HAKONGO

en com m un; ce qui sem ble bien être une déviation du but
prim itif, car une telle institution est en opposition for­
melle avec les coutum es sociales et religieuses des
Bakongo; le Gouvernement ne pourrait donc tolérer
sem blable secte qui trouble l’ordre public.
Nous nous sommes m is, en rapportant ces faits, au
point de vue strictement scientifique, nous n ’avons donc
relaté que les exercices et les chants strictem ent néces­
saires au lecteur pour juger par lui-m êm e.
Le Kimpasi est de plus une école de fétichism e. Cet
aspect est plus marqué chez les Bambata que chez les
Bampangu. Chez eux : m u n t u go k a t u m b u k a n k ita ko,
n ga ka n gang a ko : Un hom m e qui n ’est pas in itié nkita,
ne peut être féticheur. Leur principale préoccupation con­
trairement aux Bampangu, sera donc bien plus fétichiste
que sexuelle.
Le Kimpasi est encore, but premier des organisateurs,
une « m ise en action » de fétiches pour obtenir la richesse
en hom m es : mbongo bantn. 11 est un rem ède social-
m agique contre la dénatalité et la mortalité infantile. D i
g a m a n in a galeke, gakotisa kipasi, disent les Bambata :
« parce que les enfants dépérissent, c’est pour cela qu’il
faut entrer au Kimpasi ». Que ce soit le rem ède spécifique,
ils n ’en peuvent douter. Les rites em ployés pour exciter
les nkisi sont à proprement parler destinés aux nkita,
c’est-à-dire aux ancêtres prim itifs des Bakongo. Les puis­
sants anciens qui ont engendré le peuple de Kongo, sont
obligés par les rites m agiques de com m uniquer leur
fécondité à leurs descendants. C’est pour cela d’ailleurs
que le Kimpasi est appelé, représente et devient en réalité
pour eux Kongo. Kongo c’est l’endroit sacré conquis sur
les ennem is par l ’ancêtre Kongo et ses frères. C’est là
qu'ils sont morts et enterrés, et c ’est de là que leurs des­
cendants se sont répandus dans la plaine qu’ils habitent
m aintenant, la plaine de Mpangu : nseke M p an g u . Quand
ils sentent donc leur faiblesse, ils se reportent à Kongo
RELIG IO N E T MAGIE 227

par les rites du Kimpasi, ils s’enferment dans un Kongo


m agique et m ystique qui pour eux devient vraim ent le
Kongo des ancêtres, ils s’y tranform ent en esprits-nkita,
participant donc de la force génératrice des ancêtres.
Nombreux sont les chants, les rites qui indiquent que
ces incantations des nkita sont bien un des buts princi­
paux du Kimpasi et j ’incline à croire qu’ils en étaient
jadis le but unique. 11 n ’est pas difficile de s’im aginer
com m ent aux pratiques qui actionnent des nkita 011 soit
arrivé à joindre celles des autres fétiches, et com m ent peu
à peu le Kimpasi soit devenu une sorte d’école de féti-
cheurs. De la demande de la fécondité à son essai, il n ’y
avait qu’un pas. Nous rencontrons d’ailleurs le même
phénom ène dans les rites du Nzo longo (1).
Le Kimpasi a ses m ystères, il peut être appelé une secte
secrète. Pourquoi ces mystères ? Mais, certes à cause des
excès qui s’y com m ettent, aussi peut-être parce que le
nkita et les nkisi y interviennent et y sont m is en action.
Toute installation ou adjuration de nkisi n ’est pas secrète,
nous l’avons dit déjà dans un autre chapitre, mais ici une
raison spéciale intervient : le nkita-nkisi de la fécondité
est installé et actionné tout d’abord contre ndoki 011 sor­
ciers, ennem is ou gens non-initiés : « si les cérémonies
étaient publiques, ceux-ci pourraient les rendre vaines. »
Ainsi me parlait un chef païen.
Une troisièm e raison qui certes compte aussi, c’est que
le secret du Kimpasi lui donne sa vraie valeur, aux yeux
tant des profanes, que des initiés.

f1) V oir Nzo l o n g o , ou les rite s de la p u b e r t é chez les B ak on g o, d a n s


la R evue Congo, 1920, II, pp. 229-246, et 1921, I, pp. 48-59 et 365-389.
C H A PIT R E V III.

AUTOUR DU KIMPASI.

Voici ce que raconte Cavazzi, traduit par Labat 0) :


« Les nquiti com posent une secte des plus infâm es. Ils
choisissent pour les lieux de leurs assem blées les endroits
les plus écartés, les vallons les plus profonds. Les infâm es
m inistres de cette secte vont la tète levée et ne prennent
pas la peine de se cacher. On reconnaît leurs demeures,
au grand nombre de troncs d’arbres plantés en demi-
cercle devant leurs maisons; les troncs travaillés grossiè­
rement représentent leurs idoles, et sont peints avec aussi
peu d ’art, qu’ils sont taillés.
» C’est devant ces simulacres infâm es, qu’ils font pen­
dant la nuit leurs danses im pudiques, qu’ils chantent
leurs chansons abom inables et qu’ils font des actions
encore plus horribles. Mais tout cela est enveloppé d ’un
secret aussi inviolable que les matières de la confession
chez les catholiques.
» Il n ’est perm is à qui que ce soit, de mettre le pied
dans l ’enceinte de ces lieux, à m oins qu’il ne soit initié à
ces m ystères, et m êm e, afin qu’on lui porte plus de res­
pect, ils ont donné à cet enclos le nom fastueux de
« Muraille du roi de Congo ».
» Dès que le candidat paraît, accom pagné de ses par­
rains, on jette devant lui une corde préparée selon des
rites m agiques. On lui com m ande de passer et de repas­
ser plusieurs fois sur cette corde enchantée. 11 doit s’exé-

(*) C f r . C a v a z z i , Is to r ic a d e s c r i z z i o n e d e g li lre r e g n i Congo, A n g o l a et


M a t a m b a , M ilan o, 1690; L abat , R e la tio n h i s t o r iq u e d e l'E th io p ie o c c i d e n ­
tale, P a r is, 1732, 5 v o l., I, pp. 296 et ss.
RELIG IO N E T MAGIE 229

cuter; aussitôt, et par la vertu du chanvre qu’on lui a fait


absorber, il tom be par terre sans connaissance. Les nquiti
l’enlèvent et le portent dans le chim passo. Quand il a
repris ses sens, ils le contraignent de promettre d’être,
jusqu’à la m ort, un fidèle disciple de leur secte.
» Le Père Jérôme de Monte-Sarchio, s’étant une fois
introduit secrètem ent dans une de ces assemblées, pour
en découvrir les usages et les mystères, y entendit des
blasphèm es exécrables, proférés par ces m inistres et par
des apostats de notre Sainte Religion.
» On appelle ndundu ceux qui étant nés d’un père noir,
ne laissent pas d’être fort blancs, avec les cheveux blonds
et crépus. Ces ndundu tiennent le second rang parmi les
nq u iti. Les m inistres se servent des cheveux de ces m isé­
rables pour leurs sortilèges.
»Ceux qui naissent avec les pieds crochus et qu’on
appelle pour cela ndem bola, tiennent un rang considéra­
ble parmi les n q u iti aussi bien que les pygm ées ou nains,
qu’on appelle mbaka ou ngudi a mbaka.
» Il y a un m inistre, fameux enchanteur, qui se vante
de pouvoir ressusciter les morts. 11 se fait appeler nganga
matombola. »
Le titre honorifique que s’arroge Don Antonio 1er, Ne
Nlaza, roi de San Salvador, décédé en 1666, fait certaine­
ment allusion au Kimpasi : « Roi des antiques royaumes
de Kongo, d’Angola, de Matamba, Orango, Kundi, Lula,
Sonso, maître des Ambudes et des M atom bola, c'est-à-dire
des personnes qui sont mortes et ressuscitées » (1).

(!) T o m b o l a e st u n e form e verb a le q u i s ig n ifie : fa ire m onter, d o n n er


à q u elq u e c h o se sa fo rm e propre, l'en in v e stir. A in si, p ar ex em p le ,
to m b o l a m f u m u , in sta lle r u n chef; t o m b o la m w a n a , a ccep ter u n e n fa n t
en lu i im p o sa n t so n n om . Le c h e f et l ’en fa n t, l ’u n par le s r ite s e x écu tés,
l ’au tre p ar le n o m q u i lu i est d on n é, son t rée lle m en t, p h y siq u em e n t
c h a n g é s. Ils ne so n t p lu s le s m ê m e s : batom b ola; ils on t p ris u n e form e
n o u v e lle , r e ssu sc ita n t à u n e au tre m a n ière d ’être.
-230 É T U D ES BAKONGO

Antonio est probablement le premier roi qui se soit


appelé de telle façon. Quand 011 songe que son règne
coïncide avec une période d’anarchie, où trois com péti­
teurs se disputent la couronne, on peut se demander si le
Kimpasi n ’a pas joué quelque rôle dans la politique con­
golaise du temps; à m oins que le Kimpasi ne fût arrivé à
cette époque à un stade d’évolution ? Un examen appro­
fondi des docum ents dirimera peut-être un jour cette
question.
Quoi qu’il en soit, les Capucins en 1645 voyaient l'ins­
titution répandue par tout le royaume des Bakongo,
jusqu’aux provinces les plus éloignées. Nous n ’avons
trouvé aucune trace certaine de Kimpasi avant cette date.
Dapper (2) parle des Kimbo, Bomba à Loango, c’est-à-dire
des Bakhimba en l ’honneur de Mbumba, secte ayant énor­
m ém ent d’accointances avec le Kimpasi. Il parle aussi des
Beli-paro, autre organisation répandue du Sierra-Leone
jusqu’à la Côte de l’Or, et qui diffère davantage de la société
secrète qui nous occupe. Du Kimpasi lui-m êm e, il ne
souffle mot. Cependant cet argum ent du silence ne prouve
pas pérem ptoirem ent. Nous devons donc nous contenter
du tém oignage des Bampangu : « Nos anciens ont apporté
ces rites de San-Salvador ». Mais qui dira jusqu’à quel
point cette tradition est fondée ? Le serait-elle pleinem ent,
nous devrions conclure que le Kimpasi date du XIVe siè­
cle.
Les nains Mbaka qui interviennent si souvent dans le
Kimpasi, entre autres dans leur serment, étaient bien con­
nus à San-Salvador tout com m e à la cour de Loango.
Dapper les décrits en ces termes : « Devant le trône du roi,
à Loango, se trouvent quelques nains, le dos tourné au
roi; ils sont très petits de taille, mais la tête couverte d’une
petite peau de bête retenue par une bandelette liée autour

(2) N a u w keu rige beschrijving der A frikaansche G e w e sten , 2e druk,


A m sterd am , 1676, pp. 176 et 177.
RELIG IO N E T MAGIE “231

du front. Les Noirs affirm ent l ’existence d’une région


encore sauvage habitée uniquem ent par des hom m es de
cette stature, et c ’est par ces nains, disent-ils, qu’est tué le
plus grand nombre d’éléphants. Le nom ordinaire donné
à ces pygm ées est Bakke-Bakke, mais on les appelle aussi
M im o . »
Aujourd’hui encore les nains sont appelés inbaka ou
mbekele ou encore K im b ekele. Selon les traditions
léguées par les anciens, déjà les nains avaient pénétré
dans le pays lors de la conquête par leurs ancêtres des
« plaines de Mpangu ».
On rencontre encore actuellem ent quelques nains
parmi la population; les Noirs croient que ce sont là des
« enfants des esprits », s im b i-b is im b i, et ils les entourent
d ’un religieux respect. Dans la région de Kisantu, on peut
en voir un, d’une quarantaine d’années, d’un mètre vingt
de haut. La tête trop grosse, il s’avance en se dandinant
( bekila )... Son nom est M f u m u - S im b i.
Quels sont les liens qui rattachent les nains au Kimpasi?
Cette institution em ploie des nkisi-nkita pour obtenir
la fécondité antique. Or, le rôle principal en est dévolu à
Ndundu, fem m e stérile ! Les nains eux aussi sont consi­
dérés com m e impuissants et ne peuvent se marier. Ce
sera le nkita rendant Ndundu et les nains stériles, qui
accordera la fécondité à ceux qui par l’entremise de
Ndundu et des nains se seront m is sous sa protection.
On peut faire un autre rapprochement. Dapper nous
disait : « ils doivent, à l’encontre des coutumes des autres
indigènes, avoir la tête couverte d’une petite peau de
bête », or les candidats du Kimpasi en certaines cir­
constances doivent s’entourer la tête d’une feuille de
bananier.
Dennet dirait peut-être au sujet de l’origine du Kim­
pasi ce qu’il écrit des K h im b a : « J’incline à croire avec
le consul Roger Casement, que le Khimba est une société
232 ÉT U D E S BAKONGO

secrète, issue de la fusion d’une organisation indigène et


d’une institution jésuite » C1).
Ce jugem ent s’appliquerait m êm e m ieux au Kimpasi
qu’à la secte Khimba. Les Jésuites en effet dirigeaient au
début du XVIIe siècle, à San-Salvador, de florissantes con­
grégations de la Sainte Vierge; ce qu’ils ne firent pas à
Loango. De plus, ces congrégations passèrent un certain
temps pour des sociétés secrètes, où l’on conspirait contre
la sûreté de l’Etat et la vie d’Ambrosio Ier, mort en 1626.

NOMS DE KIMPASI. — DANSES ET CHANTS.


LANGUE DU KIMPASI.

Les nom s de Kimpasi.

Chez les Bakongo le nom est une partie intégrante de


la personnalité. D’après eux, tout initié au Kimpasi se
métamorphose en « esprit n k ita »; il n ’est plus la m êm e
personne. De la m êm e m anière donc qu’il a abandonné
en quelque sorte sa nature corporelle, il abandonnera son
ancien nom . Un nom nouveau doit correspondre à sa
personnalité nouvelle. Tel nom , telle personne.
Le nom doit être l’expression de la personnalité, de ce
qu’elle est, ou de ce qu’elle doit être, ou encore de ce
qu'elle veut être. Aussi l’im position du nom aux enfants
nouveau-nés est-elle chose importante. De m êm e, ce ne
sera qu’après de mûres délibérations que l’enfant nkita
recevra le nom qu’il doit porter dans la suite. Les
proverbes ou les chants exprim ent com m uném ent la
signification des noms propres. Comme ces versets ne
sont guère connus que des anciens, nous n ’avons pu
recueillir la signification de tous les nom s de Kimpasi.
Les nom s de fem m es : Nous avons indiqué précédem ­
m ent les nom s des mères du Kimpasi. Ces m êm es noms

(!) A t the B a c k of the B la ck m a n ' s m i n i , p. 132.


RELIG IO N E T MAGIE *233

sont imposés aux jeunes filles à savoir : Ndundu, Ma


nzanza, Mabinda, Nzumba, Lubondo. Masamba est le
nom de la jeune fille qui la première meurt de la mort
de nkita, parce que la première aussi elle se m et à pleurer
com m e un nouveau-né, 011 la nom m e : inbanda-samba.
N gw a M asam ba,
U sam bidi nkisi,
N ki nganga ni Nzam bi.
K u Kongo k asak ala ye ndyendya
Ye ngo ye ngo zeto,
Ye lw engo lw eto
Yo katenda m binsa
M w abi n k alu m bi,
K asak u m u n a M am bu
N kalu nsaka,
M ena ku m bom bu nsanga.

Fem m e M asam ba,


Agite en gém issant les nkisi,
Le nkisi que créa le S eigneur N zam bi,
Dans le K im pasi elle soigne les organes,
P o u r que naissent bien — les léopards, nous,
E n fan ts pourvus de placenta
E t d ’intelligence
Elle ne joue pas,
En b ab illa n t com m e u n m auvais esprit-nkita,
— m ais — elle renforce les choses
Qui sont dans la calebasse du nkisi du K im pasi.

Luvuma ou Luvuma lu Nzambi est celle qui honore


Nzambi, Miese ou Miese mi sam ini signifie : la lum ière
lunaire s’échappe d’elle, c ’est-à-dire elle rayonne le bon­
heur.
Nkembi est l'honneur de l’esprit de nkita U k e m b id ila -
n kita. Kimpa, Nlambi, Ntenda, Munsiensi, Mbeya, Nsenga,
Simbi, Nkusu, Maleka sont d’autres noms fém inins.
Les nom s d ’hom m es : En dehors de ceux de Nsumbu
et Mavuzi-mbila, deux des dirigeants du Kimpasi, on ren­
-234 É T U D ES BAKONGO

contre : Lutete, uteta m am bu, m u zonga ga kifulu. Lutete


fait exposer les palabres et les tranche au lieu fixé par
l’usage. Unwina masa m u lukaya lu lutete : Il sait boire
de l ’eau dans une feuille de courge.
Lumbu, Lumbu lu Nzambi : Nzambi possède sa
demeure, le Seigneur Lumbu possède la sienne. Mavuzi
Lembi, ulem bula nkita : Mavuzi calme les esprits nkita.
Lembula nkita ou nkisi signifie pacifier les esprits que le
maître du nkisi a « actionnés » contre quelqu’un.
Mavuzi-Bangula, bangula nsambila : Ils l ’attirent et le
maltraitent, sans raison, ni utilité.
Ndoluwalu (don Alvares) nom d ’origine portugaise
porté par huit rois de San Salvador au XVI0 et XVII“ siè­
cles 0 ).
Lum inuku ou N dom ingu ou D om iniku, ont la m êm e
origine. Ces deux nom s furent imposés à des initiés du
Kimpasi remarquables par leur intelligence et leur honnê­
teté.

Na Mata ou :
Na M ata m a N zam bi
M w ana na N zam bi
K ateta : te ngo ! te ngo !
Ye N zam bi di Y anga
K aganga nsi
K aganga n g am b w ala.

S eigneur M ata (les arm es) de N zam bi,


Est un fils de N zam bi.
Il répète : F rap p e le léopard, frappe le léopard,
E t N zam bi de l'étan g ,
Crée la terre
Crée le ciel (3).

(1) Cfr. S o c io lo g ie d e s B a k o n g o , ch ap . I et ss.


( 2) A u cu n de m es in fo r m a teu rs n e put m ’en e x p liq u e r le sen s.
RE LIG IO N E T MAGIE 235

Na N zam bi, m w an a Nzam bi


Kie singa m pati,
Kie w a n d a M bum ba,
Usa n tu m u nsi, m akolo ku zulu,
Die M abinda, die M akum una,
K u m b a nkisi,
G u dikila nganga.

Na N zam bi, en fan t de N zam bi,


Ne m au d it pas le m aître féticheur,
Il ne s ’oppose pas à M bum ba,
Qui a la tête en terre et les jam bes en l’a ir (*)
A cause de M abinda et M akum una.
Il ad m ire le nkisi,
Il écoute le m aître du nkisi.

Na Nzambî-zengi, kazenga diambu ko. Quolibet qui


signifie : Le Seigneur Nzambi, le coupeur, ne tranche
aucune affaire, c ’est un ignare; on lui applique le k im p a
suivant :
Modi, m odi, m odi, m badi ?
inga, m badi !
K ani y angalala i lau ?
inga m badi !
K ani yisam a i zowa.
inga, m badi !
M aganga N zam bi ku zulu.
inga m b ad i !

Il y en a deux, deux, deux (palabres à régler), m on am i ?


— Oui, m on am i !
Vous ju b ile z de votre chance ?
— Oui, m on am i !
Vous vous taisez, sot que vous êtes !
— Oui, m on am i !
C’est p o u rta n t N zam bi qui a tout créé dan s le ciel !
— Oui, m on am i !

(i) Cela se dit de l'arc-en -ciel.


“236 ÉT U D E S BAKONGO

Le (( coupeur », ne tranche, ni ne règle aucune affaire,


il répond à tout : « oui mon ami ! »
Mayanga : de l’étang; il est entré le dernier et meurt au
bord de l ’étang, où l ’on pêche l'anguille-ngola.

Danses et chants.

En dehors de la véritable danse du Kimpasi décrite plus


haut et nom m ée n iu n g u ta , les adhérents de la secte
apprennent aussi les autres danses en usage. C’est le tam­
bour qui indique la nature de la danse; chaque tambour
possède sa mesure et sa m éthode appropriée. Les plus usi­
tés dans le Kimpasi sont le ntandu, le ntuta et le nzoko.
Ce sont des cylindres creux faits du tronc d’un arbre
nom m é kin g e la (E u p h o r b . H icin od end ro n a fric a n u m ) et
ayaid un à deux mètres de longueur. A l’extrém ité la plus
large une peau d’antilope est tendue, on la chauffera
avant la danse. Le tambourineur porte ordinairement un
petit grelot (nsansi ) au poignet et bat la mesure des m ains.
Au son du tambour n tan du , 011 exécute uniquem ent des
m ouvem ents rythm és des épaules, m a k i n u nia m agem b o;
les danses de cette espèce sont sobres, parfois originales,
parfois m êm e esthétiques.
Les autres tambours au contraire dirigent les danses des
hanches — m a k in u m a tuketo — qui sont essentiellem ent
très m auvaises. Elles consistent pour la plupart en m ou­
vem ents rythm és des hanches, tandis que, suivant la
mesure donnée par les tambours, les danseurs frappent
les m ains l ’une dans l’autre et sautillent, avançant et recu­
lant en cadence.
Les danseurs se placent sur un rang; devant eux s’ali­
gnent les danseuses, à une distance de deux ou trois
mètres. A leur tête se trouve m v u d i-to k o , un jeune
hom m e bien fait; c ’est lui qui mènera la danse, enton­
nera les chants, et tous reprendront en chœur le refrain.
Durant la prem ière phase de la danse, les deux rangées
RELIG IO N ET MAGIE “237

restent distinctes; mais à la reprise du refrain, elles se


touchent presque..Dans la seconde phase, la mesure s’est
vivem ent accélérée, le refrain retentit plus sauvage, le?
r a n g s se disloquent et des groupes ordinairem ent formés
de deux hom m es et de deux fem m es trépignent en ron­
des frénétiques.
A la troisièm e phase, lorsque les rangs sont reformés,
tantôt les hom m es, tantôt les fem m es s’avancent à petits
pas vers celui qui m ène la danse si bien que les deux grou­
pes form ent un grand T ; chaque danseuse alors toujours
dansant, recherche son cavalier, et la partie se termine
par l’enlacem ent des couples.
Cette description m ’a été fournie par un de mes rap­
porteurs; mais dans de pareilles danses il existe évidem ­
ment de m ultiples variantes.
Il est difficile de rendre les chants qui accom pagnent
la danse. J’en glane quelques-uns parmi les nom breux
spécim ens dictés à un de mes informateurs par un ancien
chef de danse. Si j ’en omets la majeure partie, c ’est qu’ils
sont trop répugnants et ne nous apprennent rien de neuf,
ni sur le sentim ent poétique, ni sur la psychologie des
Bakongo.
Ngw a m a nd u m b a,
Bu b ab ila k u n a N dundu bw eke,
Nza tu m o n an a gaga !
Ma m p an su m pi
Kiekie m akengi kitulanga
Kiekie m pangia m bori,
M bori-m bori,
Bio sa bim onanga b am bandi.
M ère, chère jeune fille
P en d an t q u ’ils dan sen t près de fem m e N dundu, la rouge,
V iens ici, que nous nous voyions !
G râce aux n kisi du K im pasi,
S ans cesse, elle croît la toison pubienne,
Sans cesse il se prolonge le concubinage,
Avec ivresse.
C’est ce q u ’ils éprouveront, chaque jo u r, les am is.
“238 ÉTUD ES BAKONGO

M w ana w ele ye n g w ’anie,


E m iyengelele !
Ka d iu lu di bandoki ko,
N kita-m asa iniongene,
E m an a N dundu, e e e,
E sim ba ndidi, e.

L ’en fan t est p arti avec sa m ère (N dundu),


La nouvelle de notre K im pasi s ’est répandue.
L ’en fan t n ’est pas devenu la proie des ensorceleurs,
C’est le n k ita des eaux qui lui a donné la m ort
O m ère N dundu,
J ’ai goûté aux p laisirs im purs.

Voici un spécim en d’un g ran d chant. Les hom m es


entonnent :
Ngvedi ku lu m b u ,
B angene n k am a tatu,
Isum ba ng u b a tatu ,
Y in iak u n a.
T a kibidi-bidi k u m b a dilele
N singu m a n k u n d i,
U ndabisi :
M w ene bundokeni !
M vula ku m avenga !
L u k u n g a tebedi,
L u m b in d i m u kw enda
E diani yaya,
E m ba b an su k a
Ya dian i-d ian i yaya.

J ’allais au K im pasi
On m ’y offrit trois cents perles
Avec lesquelles j ’achetai trois arachides (femmes)
E t je les m angeai.
Un hom m e et une jeune fille étaient étendus.

Il me fit signe
Vois donc, l ’ivresse...
R E LIG IO N ET M A G IE “239

D u to rre n t qui coule des m onts dans la plaine.


La riv ière L ukunga a débordé,
La jeu n e fille s’en est allée.
O fem m e aim ée,
O toi, chérie
O bien-aim ée, ô fem m e chérie !

Une fem m e reprend :


E e, ngw a Kem bi
N gudi N dundu,
Y am bula m w a n ’am o,
K abuta k w ani
E n g w a K em bi,
K abuta kw ani,
E e n g w a Kem bi,
Y am b u la m w a n ’am o
K abuta kw ani.

0 , ô m ère Kembi
P a r m ère N dundu
Laisse m on enfant
Q u’il ait des enfants.
0 m ère K em bi
Q u’il ait des enfants.
0 , ô m ère Kem bi,
Laisse m on enfant,
Q u’il ait des enfants.

Une autre continue :


B iinbem bi bia biodi ku zanga :
E n g w a ka lu n sila n k u n g a ko,
Ga zanga, e n g w a lem a yaya,
E n g w a konukiya, nzeza ga zanga,
E ng w a lem a yaya.

Deux fem m es sont au bord de l ’étang (c’est-à-dire du Kim pasi)


Eh m ère ! ne m e chansonne pas (ne te m oque pas de moi)
Au bord de l ’étang, ap p a rais ô m on bien-aim é,
0 hom m es chéris, je suis faible au b o rd de l ’étang,
0 m on bien-aim é, ap p a rais !
■240 ÉTUD ES BAKONGO

Les mères du Kimpasi reprennent à leur tour .


E sam bani, m am a N dundu
Ufwa Kongo,
K im a-tungu kiefw idi, m a N dundu
E sam bani, m am a N dundu,
U fw a Kongo.

O hom m es, p a r la m ère N dundu


Vous m ourrez dans le K im pasi
La fem m e est m orte, p a r la m ère N dundu,
O hom m es, p a r la m ère N dundu,
Vous m ourrez dan s le K im pasi.

Les jeunes gens leur répondent :


E ngw a, ya N tenda
Ka m asa m a londi k ’ubaki ko,
N gw a, u lem a yaya,
Mono m fw idi ye nzala.
E n g w a y a N tenda,
K ani fum u di nzala k ’ukabi ko,
E ngw a, u lem a yaya,
Y ikala kw am o bu b u ,
E sona yaya.

O m ère N tenda
Vous ne m e donnez m êm e pas d ’eau su r ces h au teu rs.
O am ie, tu ap p arais, bien-aim ée,
Car m oi, je m eu rs ici de soif.
O m ère N tenda,
Vous ne nous donnez m êm e p as une pincée de tabac,
O am ie, ap p arais, bien-aim ée,
C ar je dois rester ici à jeûn,
Moi, u n hom m e !

Un hom m e :
M unsiensi k asu m b a m bisi ko,
M puku zi kintom bo kayondunga,
M w ene yaya, ta la undw elo,
E ngw a yaya, yi lu m i e !
E yi m eni e t
R E LIG IO N ET M A G IE

N gw a yaya yi lu m i e
M unsiensi useka m u londi
L u w a yaya yi lu m i e.

M unsiensi (la femme) n ’achète pas de viande,


E t p o u rta n t les jeunes ra ts jouent ensem ble.
Vois donc, dit-on, elle est tro p jeune
0 les fem m es ! ô m ère chérie, les hom m es !
O les hom m es !
O les fem m es ! ô m ère chérie, les hom m es !
M unsiensi est su r la h a u te u r (dans le Kim pasi)
Ecoutez, am is les hom m es.

Les fem m es :
Y una uketa mono,
T w e te yani,
E n g w a N lam bi, e
E kuyadi nzitu,
T w edi yaku,
Mono k ’ik w en d a m u nseke ko,
E m a N lam bi e,
L um bu kam w angene m enga,
E m badi nkokolo,
L um bu kam w angene m enga,
E m badi, e !
Celui qui me m éprise
T uons-le !
O m ère N lam bi,
O hom m e, bien que nous soyons parents,
A llons ensem ble.
Je ne vais pas me cacher, dans la brousse,
O m ère N lam bi !
Le jo u r où son sang bouillonne,
O hom m e !
Le jo u r où son sang bouillonne,
O hom m e !

Un hom m e :
E ngw a m a Mbeya
B ana k ’uy im b id ila ko,
E ngw a m a M budi,
242 ÉTUD ES BAKONGO

K anda k ’u y im b id ila ko
Keti bw e dina ?
E n g w a m a M budi, e
Keti kw e ngyenda ?
Kio k ibw adi-bw adi,
E n g w a m a M beya !

O m ère, fem m e M beya


Ce n ’est pas p o u r des enfants que vous chantez,
O m ère M budi
Ce n ’est pas p o u r le clan que vous chantez,
M ais pourquoi donc ?
O m ère M budi,
Vers où irai-je ?
C’est à cause de la fem m e,
O m ère M beya.

Les fem m es :
Ma N dundu,
Sa tu n iu n g in in a n k ita k u n a m asa,
Die bunganga !
E Kongo die bunganga,
Ma N dundu, e.
Sa tu n iu n g in in a n k ita k u n a m asa,
Keti bw e d in a die b u n ganga ?

M ère N dundu,
Nous irons à l ’eau nous u n ir aux esprits-nkita,
A cause de la m aîtrise !
O le rite kim pasi de la m aîtrise des nkisi,
O m ère N dundu,
Nous irons à l ’eau nous u n ir aux esprits-nkita,
Com m ent est-elle cette affaire de la m aîtrise ?

Les hom m es :
Beno lu ta m azandu
Kwe lubw enene tata-yoba-nkula ?
E ngw a m ono y a m b u l’e !
E nza k u m b o n ’e,
Beno lu ta m azandu
Kwe tu m b w en en e ndum ba-yoba-nkula ?
R E LIG IO N ET M A G IE 243

Vous au tre s, vous allez aux m archés,


Où m e voyez-vous, petit père fardé de rouge ? (nkula)
Am ie, tu m e laisses donc aller !
Viens, regarde-m oi.
Vous au tres, vous allez aux m archés,
Où rencontrons-nous la jeune fille fardée de rouge ?

Los fem m es :
E ng w a k im w ana-m w ana
K ivenda ku n tan d u ,
K iyetanga ngangu.
E ng w a ya M alum ba,
E bw e uni k una zangala !
E ngw a kim w ana-m w ana,
K ivenda ku Kongo
K iyentanga ngangu !

O m on petit enfant,
Qui m ontes au plateau (au Kim pasi)
P o u r ac q u érir de l ’esprit.
Am i, toi, l ’hom m e !
C om m ent balances-tu et tournes-tu ton corps ?
O m oi, petit enfant,
Qui vais à Kongo (Kimpasi)
P o u r ac q u érir de l ’esprit !

Les jeunes filles :


T om boka kw am o yitom boka,
E ngw a, d iala !
Ngyedi kula,
N gw a B isangi,
M u tom boka kw am o yitom boka
N gw a diala,
Ngyedi kula.
M alum ba m angubw edi,
N gw a m ania, ngyedi m ono !

Voici que je m onte, je m onte (au Kim pasi)


Oh ! l ’am i (que voilà) l ’hom m e !
J ’allais au loin,
O m on cher Bisangi (nkisi du K im pasi !)
244 ÉTUD ES DAKONGO

Oui je m onte, je m onte (au Kim pasi)


Oh ! l ’am i (que voilà) l ’hom m e !
J ’allais au loin.
L ’hom m e m ’a trom pée
O m ère chérie, j ’allais au loin.

Les jeunes gens :


E ba n d u m b a b alo k ’e !
D iani yaya, kw e didi kw e,
B alem bw a longa, k aw a ko e;
D iani yaya, kw e d id i kw e !
Ba n d u m b a baloka.
D iani yik w en d a, m a N dundu.
Oh ! les jeunes filles nous fascinent !
A m ie, où en est l ’affaire, où en est-elle ?
On l ’enseigne sans cesse, et elle n ’entend pas.
Am ie, où en est l ’affaire, où en est-elle ?
Les jeunes filles nous fascinent
C’est pourquoi je pars, m ère N dundu.

Les fem m es :
E m u Lw ango m u lengele n d ala
K adila ga n ta n d u , m u b an d a nlongo,
E m u m u ’e m ak in u !
K alendi m u k w enda, e m u m u ’e !
M u Lw ango m u lengele nd ala,
E m u m u ’e.
Ici d an s le nkisi L w ango, l ’hom m e se form e
Il doit rester su r la h a u te u r, la p laine lui est interdite.
C’est ici q u ’ont lieu les danses d u K im pasi !
Il ne peut s’en aller, car c ’est ici,
Ici d an s le nkisi L w ango, que l ’hom m e se form e,
Ici m êm e !

Tous :
M asika b u n a ndeka
N sudi b ak u lu k ’iw idi ko,
N d au n d a m bote, yaya.
Kwe didi kw e ?
Ku m asa tu k w en d a.
R E L IG IO N ET JMAGIE '245

La n u it, d u ra n t le som m eil


La m auvaise o deur des revenants je ne la perçois pas,
Nous form ons ici un groupe excellent, am is.
Où en est l ’affaire, où en est-elle ?
Voici que nous allons à l ’eau.

La langue du Kimpasi.

On peut distinguer dans la langue au Kimpasi, un lan­


gage propre et un jargon. Le langage propre se caracté­
rise surtout par un certain nombre de mots em ployés
exclusivem ent par les adhérents et qui se rencontrent
pour la plupart dans les chants.
La forme des mots et la structure de la phrase, sont
plutôt archaïques Ou tout au m oins paraissent l'être : elles
se rapprochent bien plus de la langue de Kongo (San Sal­
vador) que du Kikongo ordinaire en usage sur la rive
droite de l ’Inkisi. La différence entre ces deux dialectes
est notable. En voici un spécim en : il rapporte le début
d’une conversation entre deux adeptes; les formes et les
expressions que l’on ne rencontre pas dans le langage
ordinaire, sont mises en italiques.
Après les salutations d’usage, le visiteur com m ence :
E m f u m u Kongo, kansi bu ukwe yuvula, buna e undem-
bika laka; i nga ungwa dionso dina yam o. Ngana batanga
nde : nwa ngani ka usikulwa moso, ntulu ngani ka basi-
kula ngom a. Kadi e buna una buna una, e si tu k i ku
kiele, e umpanani bindongo-ndongo, kani igogele
mambu.
<( O seigneur Kongo, pendant que tu m ’interroges (pour
savoir les nouvelles) apaise ma soif. Ensuite tu écouteras
tout ce que je vais te dire. Les gens disent en guise de pro­
verbe : on ne siffle pas par la bouche de son voisin, on ne
tambourine pas sur la poitrine d’autrui. C’est pourquoi,
étant ce que tu es, viens donc au grand jour, et donne-
246 ÉTUD ES BAKONGO

moi quelques verres (de vin de palme) avant que je te


raconte les nouvelles. »
L’hôte lui répond : E mbu m f u m u Kongo, e mpati
nteri, e nganga usam wene. E sani na, kumba ku nsi, kio
il'vva ku nsi. Nga senga-senga tukw e bedi. Kansi ntum bu
una ngeye, si twe bwisa m b w a d i, twe lemba laka.
« Ainsi donc, seigneur Kongo, ô possesseur du nkisi,
m ’as-tu dit; ainsi ô maître de nkisi, m ’as-tu averti. O
dis-m oi, la rumeur s’est répandue par le pays, que la mort
s’est répandue par le pays. Voici que m aintenant nous
allons tous devenir malades sans exception. Mais voici la
calebasse de vin de palme devant toi, nous allons donc
calmer notre cœur, apaiser notre soif. »
Le trésor d’expressions propres au Kimpasi est peu
abondant. La liste que nous donnons, sans être tout à fait
com plète, permettra de juger du genre particulier de ce
langage :
B ila : être en pleine croissance,
bondo di Kongo : le nkisi du K im pasi.
b u n dokeni : jouissance sexuelle.
b w ak a : tom ber m alade (littéralem ent : devenir rouge).
D iala : v irilité,
d iu lu : proie.

F in sa : tenter, fasciner.

G ula : to u rm en ter, exciter,


g u lw a : n o u rrir.
K ib w ad i-bw adi : sexe fém inin.
kielele : le secret du K im pasi.
kila-m bendi : situation régulière.
k ilu lu : vengeance.
k im a-tu n gu : organes fém inins.
k im b am b i : ad h éren t non encore ressuscité.
k ito -n tu n ga can d id at qui m eu rt ou tom be m alade au K im pasi.
k o k u lu k a : avertissem ents.
kongo : em placem ent du K im pasi.
R E LIG IO N ET M A G IE 247

kunokia : virilité,
kuyadi : virilité.
L asa di m bele : couteau en usage au K im pasi.
la u w u la : exciter,
lem bo : secret.
luk u n g a-teb a : concubinage, union sexuelle.
lu m b in d i : jeu n e fille.
lu n g an g u : m alice.
lu n k eti : force.
lu w a n d u : cheveux, tête.
lu zilu : affaires de n k ita du K im pasi.
lw ango : a rt d ’actionner les nkisi.
M aboko : s’ap p u y a n t su r les coudes.
m ag u lan i : danses du K im pasi.
inalongo : verre, tasse.
m alu m b a : v irilité.
m ban g asa : élève de n kita, candidat.
m bom bu : calebasse.
m bori-m bori : jouissance vénérienne.
m iak u su : dispute.
m p an g ia-m b ari : concubinage.
m p an g u : la vie après l ’initiation au K im pasi ou hors du K im ­
pasi,
m pansu : fort, p lein de forces,
m p fw a ti : fou.
m p in d i : véracité, un hom m e aim an t la vérité,
m p o n d a : lieu de la m ort.
m p u k u ta : q u i q u itte le K im pasi avant la fin des rites,
m vata : tran sg resseu r des lois du nkisi.
m vem ba : p ain de m anioc,
m vungw ezi : poils du bas-ventre.
N ak u m an in i : non-initié,
n d ala : v irilité,
n d a u n d a : concubinage,
n d a u w u la : excitation,
nd in g i : crécelle,
nd yendya : organes fém inins,
nenga : raison, affaire,
n g am b w ala : firm am ent, ciel,
ng ulu-bola : virilité.
248 ÉTUD ES BAKONGO

n io n g an a : unio n sexuelle.
n iu n g in in a : union sexuelle.
n iu n g u ta : la danse du K im pasi p a r excellence.
nkokolo : v irilité.
n kola : faim .
n lam u : q u erelleur.
nsasi : q u alité de chef.
nseke m p an g u ou m pangu : la vie hors du K im pasi.
n si-m ad iad i : la vie au K im pasi, son em placem ent.

S akala : soigner, trav a iller,


sam bani : virilité,
silanga : chercher,
sim ba : pollution,
sona : v irilité.
T im b a : jeu de l ’am our.

V inga : non-initié.
W an d a : s’opposer, violer.

Y anga : étang,
yeba : vieillir,
yo n d u n g a : concubinage,
y u b w a la : séduire.
Z an g ala : ventre,
zengèna : rester m uet,
zum ba : rendre h eu reu x .

Le jargon consiste principalem ent dans l’em ploi de


quelques termes du Kimpasi, et dans l’adjonction du pré­
fixe na et des suffixes sina ou sini aux verbes et aux sub­
stantifs; anga se place seulem ent après un verbe. Souvent
aussi le préfixe ki est remplacé par tsi uniquem ent par
originalité, dans le but d’attirer l’attention et de se faire
admirer.
En voici quelques spécim ens :
Naganinanga nam vem ba, nankom inanga nam bisisina,
na m enga nginanga nankola nankonko. En Kikongo on
R E LIG IO N ET M A G IE “249

(lirait : Ungana luku, inkom ina m bisi, m u diam bu ngina


ye nzala, yikonkila ntu.
« D onne-m oi du pain de manioc; ajoutes-y de la viande
car j ’ai tellement faim que j’en ai le vertige. »
Un initié récemment, ressuscité voit sur le marché de
Kisantu un anim al rongeur, un ntolu par exem ple, et il
s’écrie : nakatusina tsima tsina, k’izayangasini tsima
tsina : Enlevez cette chose, je ne la connais pas. En
Kikongo ordinaire il aurait dit : Katula kima kina,
k ’izaya kio ko.
Ils m élangent aussi leur langage de gros mots et appel­
lations injurieuses ayant trait aux parties sexuelles; ils
em ploient à tout m om ent les formules de leurs serments
com m e : n g u ti bizeke : que j'engendre ou enfante comme
la plante du bizeke. l.e m b i di ntu ta : que le nkita Lembi
me frappe ! N d u n d u ye M b a k a : par Ndundu et les nains !
L w a n d u lu N d u n d u : par la tête de Ndundu !
E lasa di m bele : par le couteau du Kimpasi ! Nkoto-
m a m a : par la chevelure de mère Ndundu ! Les fem m es
emploieront surtout la formule suivante : N i T su m b u :
par le Seigneur Nsumbu; tandis que les hom m es préfére­
ront : N g w a m a N d u n d u , par mère Ndundu ! ou encore
m b u ta d je k i k y ile n d i : que j ’engendre com m e la banane
bizeke, je ne m ens pas !

COMPLEMENTS.

Cérémonies accessoires.
Excès.

On raconte les faits suivants, arrivés à un des Kimpasi


tenu à Kipasa village voisin de Kisantu. Durant l ’initia­
tion à trois ou quatre reprises, le maître du Kimpasi
donna à tout son m onde un dîner où fut servie une chè­
vre; après le repas, les danses durèrent jusque tard dans
la nuit. Puis quand les têtes furent bien échauffées et les
250 ÉTUD ES BAKONGO

passions surexcitées, le prêtre imposa le silence. « Jeunes


gens, dit-il, choisissez chacun une fem m e. Vous n ’avez
rien à craindre de personne. » Tous répondirent :« Cela
convient, père, nous le voulons bien. » Et lui de repren­
dre : « Vous le pouvez en toute sûreté car : bonso buna
N z a m b i ye nkisi mieto m p i, NcLona B izangi. » Littérale­
m ent : nos nkisi et Bizangi (nkisi fém inin du Kimpasi)
ne sont pas inférieurs à Nzambi (l’Etre suprêm e). Cela
sign ifie : Nzambi défend l’adultère néanm oins nos nkisi
et Bizangi vous le permettent pour la fin du Kimpasi.
Allez donc et que les fem m es nous donnent des enfants.
Ne craignez pas de palabres, elles retomberont sur moi. »
Les assistants entonnèrent alors, en guise de réponse, le
refrain suivant :
E Ngola e, e tom boka
Y itom boka kw am o e
M alum ba m alw edi e,
K ’izeyi ko’e.

A nguille ngola, m onte avec m oi (au Kim pasi)


J ’y m onte certes, m oi
Les instincts sexuels m ’en tra în en t,
Moi, je l ’ignore.

Ce fut alors la débauche. Elle régnait en tout Kimpasi,


mais on peut se demander si ailleurs elle était officielle­
m ent imposée. Bien extraordinaire est encore cette for­
m ule : le nkisi de notre Kimpasi est égal à Nzambi. Cela
est inouï et incom préhensible dans la bouche d’un
Mukongo en dehors des rites du Kimpasi. J’ai interrogé
d’autres initiés, Bampangu et Bambata, pour savoir si
l’on avait osé enseigner chose semblable. Ils ne s’en sou­
vinrent pas. Sans doute rencontrons-nous ici une dévia­
tion notable qui doit être im putée exclusivem ent au
maître directeur. Ce dei'nier était d ’ailleurs, selon mes
inform ateurs, un individu peu recommandable.
C’est lui aussi qui organisa le spectacle suivant dont il
gardait le m onopole : Un jour, après un long repas et des
R E LIG IO N ET M A G IE 251

danses indécentes, lorsque les candidats furent tout à fait


à fait abrutis, il fit tuer et dépecer une chèvre. Les mor­
ceaux furent apportés devant les candidats. « Voici un
hom me mort, leur dit-il, nous allons le m anger et ensuite
je le ressusciterai par la puissance de notre nkisi. » 11 dis­
tribua la viande et tous en m angèrent y ajoutant force
libations de vin de palme. Entre-temps on avait découpé
dans un m u n k o m b o une statue ressemblant à 1111 hom m e,
on l’avait couverte d’une peau de chèvre et enduite de
terre rouge. Le maître apporta son nkisi et com m ença à
l’ensorceler — loka — , il plaça la statue debout et la fit
danser, en criant : « Vous le voyez, notre hom m e est res­
suscité. » Et tous de répondre : « Nous l’avons vu découpé
en morceaux et m aintenant il est vivant. Nzambi ressus­
cite les morts; M fw a-w asi ressuscite les morts. Notre père
Mfwa-wasi est égal à Nzambi. » Et tous de chanter :
E L w a n g u ’e,
E L w an g u n dilanie !
L w angu lu n dum ba,
K ilum bu yibaka toko,
L w angu lu ndum ba,
N tu yizenga.
0 nkisi-L w ango !
0 Lw ango ! q u i m ’a dévoré,
P a r le L w ango de mon am ie,
Le jo u r où je p o u rra i saisir un hom m e,
P a r le L w ango de son am ie,
Je lui couperai la tête (pour le ressusciter p a r la puissance du
nkisi).

Ensuite continuait la ripaille agrém entée de chants et


de cris sauvages :
N zam bi eto ngw a N dundu
T a t’eto M fw a-w asi.
La m ère N dundu est notre N zam bi,
M fw a-w asi est notre père !
252 ÉTUD ES BAKONGO

Il n ’y a rien d’étonnant à ce que dans la plupart des


Kimpasi, on rencontre de sem blables déviations. 11 faut
les attribuer aux initiatives m alencontreuses des maîtres.
Dans ces organisations secrètes plus qu’ailleurs, les fan­
taisies individuelles peuvent trouver place ! Ces dévia­
tions sont extrêm em ent difficiles à dépister; à la fois
parce que n ’entrant pas dans la série des pratiques habi­
tuelles du Kimpasi, les informateurs ne songent pas à les
signaler, et parce qu’ils n ’osent en parler, retenus par une
secrète pudeur. Le fait raconté plus haut s’est passé à
Kipasa avant qu’il y ait des m issionnaires dans la région.
Il ne faudrait donc pas attribuer cette exaltation du nkisi
au-dessus de Nzambi à l ’hostilité du maître du Kimpasi
contre les m issionnaires prêchant le culte de l’Etre
Suprême.
Décès dans le Kimpasi.

Ndundu ou Manzanza vient-elle à mourir durant les


rites de l’initiation, avant la pêche à l ’anguille, les exer­
cices sont suspendus. Le corps est déposé dans une hutte
mortuaire (yemba) sans être enveloppé d’étoffe; cep en ­
dant sur la poitrine, le ventre et les jam bes sont déposées
trois feuilles de m a le m b a -le m b a et trois feuilles de
kisani (x). Ces feuilles liées ensem ble form ent des
masunga, c’est-à-dire des nœuds de nkisi, par lesquels
on rappelle aux défunts qu’ils doivent sungam a, veiller
avec une m ém oire fidèle au Kimpasi de leurs enfants. La
nouvelle Ndundu ou la nouvelle Manzanza est installée
près du cadavre, après avoir été « ensorcelée », c ’est-à-dire
que l’on expérim ente sur elle la force des nkisi, pour voir
si elle n ’est pas douée de kindoki. Quand la nouvelle
maîtresse-nkisi « sekula ntu-nkisi » est en place, on choi­
sit un candidat et on l ’am ène près du cadavre pour mou-

t 1) K isa n i : Oncoba W elw ., b ix a c é e ; Lem ba-lem ba : U rilliantiasia alata


T . A n d ., a c a n th a c é e . P l a n te s f o r t u s ité e s d a n s le s r i te s fé tic h is te s .
R E L IG IO N ET M A G IE “253

rir de la mort nkita; c ’est seulem ent ensuite que les exer­
cices du Kimpasi reprennent leur cours. Les cadavres sont
enterrés dans l’enclos m êm e du Kimpasi.
Si un candidat tombe malade, c’est aussi dans l’enclos
qu’il est soigné. Ni la fam ille, ni les parents ne peuvent
en être avertis; et si le malade vient à mourir, ses com ­
pagnons du Kimpasi le pleureront et l’enterreront eux-
mêmes sur place. Au cours de la maladie, tandis que le
maître actionne ses nkisi, les com pagnons du patient
dansent une ronde en chantant :

L an d a k an a m w ana,
K u n y ula sa kalw aka,
E, ê ê, Kongo dibila, N gw a M u m b an d ’e !
E. ê ê, y ay ’e, Kongo dib ila ku barn am ’e !
E, è ê, y a y ’e, Kongo dib ila ku b av ay ’e !
E, ê ê, y ay ’e, Kongo d ib ila ku b a ta t’e !
L an d ak an a m w ana,
N da yula k u n a Fw a-K ongo.

Suivez en ra n g l ’enfant
P o u r d em an d er q u ’il nous soit rendu; oui, il reviendra
Oui, notre n k isi est fort, m ère M um banda,
Oui, notre nkisi est fort contre les m ères,
Oui, notre nkisi est fort contre les frères,
Oui, notre n k isi est fort contre les pères.
Suivez en ra n g l ’enfant,
Allez le red em an d er au m aître du K im pasi .

Si la mort survient, le refrain change :


E w usiw a m w an a m u n a Kongo,
E n gw a vinga,
Ye w u siw a m w an a m una Kongo ko’e,
E n gw a vinga, e !

Oh, tu laisses ton enfant dans le K im pasi,


M ère, non initiée !
Hélas, tu enlèverais ton enfant,
M ère, non initiée !
254 ÉTUD ES BAKONGO

W ele y a y ’e (bis)
Na Kongo di ngola.
W ele y a y ’e (bis)
K akayanga ko !
Il est p a rti le bien-aim é ! (bis)
Le S ieu r Kongo de l ’anguille ngola.
Il est p arti,
Et ne d it p lus rien.

Lorsque le Kimpasi term iné, les parents ne voient pas


revenir leur enfant, ils vont le réclamer au maître.
Celui-ci leur répète alors trois fois la formule suivante :
Kito n tu n g a k in a k in d o m b e . Le candidat Kimpasi est
mort; littéralem ent : la cuisse (l’os) avec laquelle l ’initié
nkita devait être reconstruit est noire. 11 n ’en dit pas plus:
le clan pleurera son défunt.

R elations entre les d ifféren tes organisations.

Celui qui a pris part à un Kimpasi peut entrer libre­


ment dans n ’importe quel autre; il lui suffira de réciter
la form ule de serment : N a tatu ifw a, etc. et de faire con­
naître le nom du maître qui l’a initié. 11 peut prendre part
aux danses et aux fêtes.
Quand on lui apporte à manger, qu’il ait soin d’obser­
ver la loi en vigueur dans les Kimpasi : ne m anger qu’une
partie des mets qu’on lui présente et porter le reste dans
une corbeille à Manzanza en disant :
Longa di ngudi N dundu ka d iu m in a ko,
Na N dundu ! M baka !
L ’assiette de m ère N dundu n ’est ja m a is vide,
P a r N d undu et les n ain s !

S’il n ’observait pas exactement cette règle, Manzanza


appellerait ses aides et tous entoureraient l’étourdi en
chantant :
E yaya Y um be,
Y um ba di n g w ’ani,
Keti nki kim pasi k afw ila ?
R E LIG IO N ET M A G IE 255

E y a y ’e Y um ba,
Y um ba di n g w ’ani !
Bo kayum balele !

Oh, ce bon drôle,


Fou dès sa naissance !
D ans quel K am pasi est-il m ort ?
Oh, ce bon drôle !
Fou dès sa naissance,
Comme il regarde bêtem ent !

Après quoi, on lui fait réciter d’autres leçons apprises


au Kimpasi et d’autres lois. S’il ne s’en tire pas, il est
condamné à une amende : une poule et quelques calebas­
ses de vin de palm e en feront les frais.

Le K impasi dans le folklore.

Dans la littérature kikongo on cite à peine le Kimpasi.


A ma connaissance les m ythes et les légendes n ’en parlent
pas, si ce n ’est une allusion dans un dialogue (k im p a )
dont j ’ai rencontré dans les villages les plus distants, une
soixantaine de variantes. Le texte suivant est le plus com ­
plet et à chance de se rapprocher le plus de la rédaction
initiale.
E ten d a !
T en d a nzianga.
E n zian g a !
N zianga budika.
E b u d ik a !
B udika ngo.
E ngo !
Ngo m finda.
E m fin d a !
M finda nsi.
E nsi !
Nsi i kw enda.
E kw enda !
K w enda bidi-bidi, tu lu n g id i kw eto N sum bu.
E N sum bu !
N sum bu fw a K im pasi, fw a n k alala !
“256 ÉTUD ES BAKONGO

O sauterelle !
Je suis la sauterelle N zianga.
O N zianga !
Je suis N zianga qui replie ses ailes.
O ailes repliées !
Je m e pose ailes repliées su r le léopard.
O léopard !
Je suis le léopard de la forêt.
O forêt !
Je suis la forêt de la région.
O région !
C’est la région vers où l ’on p art.
O d é p a rt f
P a rs, vite, vite, nous venons égalem ent avec N sum bu.
O N sum bu !
N sum bu m eu rt de la m ort du K im pasi, de la m o rt défi­
nitive.

Personne, ni jeune ni vieux, n ’a pu m ’expliquer ee


k im p a . Nsumbu, nous l’avons vu, est un des chefs du
Kimpasi.
Quatre n k is i-n k ita . — Les rites qui ont pour but de
faire agir les esprits-nkita ont plusieurs traits com m uns
avec le Kimpasi. Ce pourrait bien être, et cela me paraît
très vraisem blable, une institution sœur du Kimpasi. 11
vaut la peine, me sem ble-t-il, d’en donner ici une brève
esquisse. Elle pourrait fournir de sérieuses indications
aux ethnologues désireux de connaître l’origine et l’es­
sence du Kimpasi ou des organisations sim ilaires.

N k ita -M a la ri.

Ce nkita habite un petit sac contenant entre autres une


pierre-nkita, de la terre blanche et rouge, un sachet de
sable de rivière, une tige de nzanza 0) taillée en forme de
flèche, et une tête de k im b e m b i ou épervier. Le maître
de ce nkita s’appelle N g a n g a -m a la ri; il occupe une posi­
tion des plus élevées parmi les nganga. Le n k ita -m a la ri
i 1) 'Nzanza : G ra m . E richop teryx flam m ida.
R E LIG IO N ET M A G IE 257

se rencontre exclusivem ent chez les fem m es, ordinaire­


ment vers l ’âge de 18 à 25 ans et provoque la maladie dite
malari (n so ng o-m alari ) sorte d’hystérie dont voici les
sym ptôm es : N k ita u m v u m w e n e m b u n d u ; le nkita fait
s’envoler son cœur, si bien que m b u n d u ip a m u n a n g u m b i
son cœur s’envole avec la légèreté d’une perdrix. La
fem m e court alors à la rivière, se roule sur le sol et y
m ange du sable. Cela lui paraît délicieux. Elle va de la
rivière au village et du village à la rivière, chantant et
dansant. Elle fait des gestes ridicules, parfois m alhon­
nêtes, mais personne ne s’en scandalise. Elle peut courir
aussi vite que l’antilope, disent les Noirs, et com m e le ser­
pent qui grim pe sur un arbre. Tout cela montre que le
n k it a - m a la r i s’est emparé de cette fem m e.
Le conseil des « anciens » se réunit alors et décide de
faire venir le nganga-m alari. Au jour et à l’heure fixés,
il arrive avec son nkisi-malari; deux aides portent les tam ­
bours des nkisi, deux autres portent des n k w a n g a ou
calebasses creuses et sèches remplies de semences durcies.
Ap rès les cérém onies ordinaires de l’accueil, com m ence
le traitement de la malade. Sa hutte est changée en vw ela,
on suspend tout autour à des lianes des b itu n d ib ila (*), et
devant la hutte, on m énage un espace demi-circulaire
bordé de palmes et d’autres feuillages. L’hom m e, si la
fem m e est mariée, ou bien son fiancé, ne peuvent plus
paraître à ses yeux. Une petite fille de sept à huit ans
prend la place du mari; elle s’appellera yakala d ia n d i , son
mari; cependant son nom de fam ille sera pour la circon­
stance N larn bi. Une fem m e « qui fut déjà autrefois pos­
sédée par le malari » prendra soin de la malade; on
l ’appellera N g a n g a -n g u d i, la mère-maîtresse, ou Nganga-
nsongo, la maîtresse de la maladie du malari.
Quand le vw ela est prêt, le nganga enlève ses vêtements
et s’entoure les reins d’une ceinture de tiges de b itu n d i­
bila, et dans l’enclos sous les yeux de la malade, de la

(>) B itun dibila : A m om um alboviolaceum , Zingiber.


17
258 ÉTUD ES BAKONGO

maîtresse et de la petite Nlambi, il renouvelle les forces de


son nkisi. 11 en retire ensuite un peu des ingrédients qui
composent le fétiche et les mêle à des feuilles de b itu n d i-
bila réduites en poudre. Pendant qu’avec ce m élange, on
frotte la malade sur tout le corps, il danse et chante, et
ses aides battent en cadence leurs tambours et leurs cale­
basses creuses. La petite Nlambi doit l ’im iter aussi fidèle­
m ent que possible dans tous ses m ouvem ents; quand il
court et danse, elle le suit, elle est sur ses talons (t im w a -
saka-katim w asaka ) . Il chante de voix de tête :

E m b ari K im bem bi ki baba,


M bundu keti kw e yele, ê ê ê !
E m b a ri N lam bi yaya,
M ono k in d a n d a Ngombo, ê ê ê !
E è ê bu tala yakala,
B ana b isalu babansa, ê ê ê !

0 jeune K im bem bi (la m alade) qu i balbuties,


Où est p a rti ton cœ ur ?
O chère N lam bi,
Je suis le disciple de l ’esp rit Ngom bo !
Oh, q u an d tu regardes l ’hom m e,
Les au tre s songent aux travaux.

De cette façon la malade est « initiée dans le n k it a -


m a la r i : k a tu m b ik a n k it a - m a la r i ». C’est un jour de joie
car le n k is i-m a la ri est un nkisi de gloire: nkisi u n kem b o .
Aussi ce jour-là, on festoie et on danse bien tard dans la
nuit.
La malade reste continuellem ent dans la « maison du
nkisi » avec son « hom m e » et servante à la fois, Mambi.
Celle-ci seule peut la toucher et doit lui mettre en m ains
tout ce dont elle a besoin : les alim ents, les pagnes faits
de raphia, la petite clochette de nsansi (‘), le sac du nkisi
f1) F r u i t d e l ’a r b r e nsan si (Oncoba spinosa F o rs k ), v id é et a tta c h é
à u n p e tit b â to n ; il s e r t a u s s i d e jo u e t a u x e n f a n ts . D a n s le s r i te s d e
la p u b e rté , le s c a n d i d a t s e n p o r t e n t d e s e m b la b le s s u r d e lo n g u e s
p e rch e s
R E LIG IO N ET M A G IE “259

que le nganga-m alari a com posé d’élém ents empruntés


au n kisi-m alavi. La malade elle-m êm e ne peut toucher
personne, ni rien prendre sur le sol. Tous les jours au
lever et au coucher du soleil, elle sort seule de la hutte et
va se promener sur la place du village. Quand (‘lie s’arrête,
y im a k a y im a , elle chante d’une voix de tète très élevée des
chants malari :
Yeyeye ! (six fois)
Yeyeyeye (bis)
E lu m b u kibokele w au,
B ana kiete bakiete,
Bana kiadi ye ngu n d u ,
Yeyeye ! (six fois).

Eh, eh, eh ! (à p lu sieu rs reprises)


Voici le jo u r où j ’ai invoqué le n k ita-m alari,
Les enfants se m oquent de m oi,
Les en fan ts ap p o rten t la joie et la d ouleur !

Cette vic-malari dure deux ou trois mois (l). Dans


l’entre-temps la malade est nourrie com m e jam ais ne l ’est
une fem m e Bakongo; elle reçoit des bananes, des graines
de courges, des arachides, du pain de m anioc; elle doit
cependant s’abstenir de viande.
Quand grâce à cette nourriture substantielle elle a pris
de l’em bonpoint, le maître du nkisi-m alari vient la faire
sortir de sa hutte (tukisa). Accompagné de ses aides, de la
maîtresse-mère, de la petite Nlambi, de quatre fem m es
de sa fam ille et de quatre jeunes gens, le maître em m ène
la malade jusqu’au village voisin. A son arrivée sur la

(!) Il m ’e st a r r i v é d e u x fo is d e r e n c o n t r e r u n e h y s té r iq u e d e ce g e n r e
à l ’e n tré e d ’u n v illa g e ; u n s o ir à D ib a e t u n m a tin à K im b e m b a . Q u a n d
e lle s a p e r ç u r e n t le B la n c a r r i v a n t à l ’im p ro v is te , e lle s f u r e n t te r r o r is é e s
et c o m m e n c è re n t à t r e m b le r d e to u t l e u r c o rp s. A p rè s m ’a v o ir r e g a r d é
f ix e m e n t p e n d a n t q u e lq u e s i n s t a n t s , e lle s s ’e n f u ir e n t d a n s la b ro u s s e
a v e c u n e r a p id i t é é to n n a n te . T o u te s d e u x b r illa ie n t, e n d u ite s q u ’e lle s
é ta ie n t d e p o u d r e ro u g e d e n k u la e t d ’h u ile de p a lm e . P o u r to u t v ê te ­
m e n t, e lle s p o r t a i e n t a u to u r d e s r e in s u n p a g n e e n r a p h ia lo n g d ’u n e
tr e n t a i n e d e c e n tim è tr e s e t d ’é g a le la r g e u r .
“260 ÉTUD ES BAKONGO

place, l ’hystérique com m ence à chanter à sa façon (yim a).


Les habitants savent ce que cela signifie. Le chef vient à
sa rencontre; un de ceux qui l'accom pagnent porte une
calebasse d’eau dans laquelle est plantée une palm e en
forme de croix; un autre porte une calebasse de vin de
palm e. La branche de palmier enlevée, on jette l’eau et
on la remplace par le vin, dont chacun des assistants
recevra un verre. Puis les tambours se mettent en train
et la malade chante aussi haut et aussi longtem ps qu’elle
peut. Quand elle est fatiguée, les tambours l’invitent à
danser et l’entraînent dans une ronde de plus en plus
effrénée et sauvage jusqu’à ce qu’à l’improviste elle s’en ­
fuie com m e une flèche vers l’extrém ité du village, mais
pour revenir ensuite danser encore sur la place. Dans
toutes ces évolutions, elle est suivie par Nlambi.
Quand elle revient près du groupe des assistants, tous
ceux-ci se m ettent à danser autour d’elle en évitant soi­
gneusem ent de la toucher. Le lendem ain le groupe se
rend dans un autre village et reçoit des cadeaux de toutes
sortes. Us iront ainsi dans tous les villages des environs.
La tournée achevée, ils se rendront au marché revêtus de
leurs plus beaux habits. La malade seule garde sa tenue
ordinaire : de la poudre de nkula et un pagne de raphia.
En chem in, elle chante sans cesse de sa façon originale.
Quand la foule est rassemblée sur le marché, on s’appro­
che : le n g a n g a -m a la ri tient la maîtresse par le bras,
celle-ci tient la malade de la m êm e façon et cette der­
nière la jeune fille Nlambi, son « hom m e ».
Accompagnés de leur suite, ils font ainsi trois fois le
tour de la place du marché pendant que la maîtresse-mère
chante ses plus beaux chants. Ensuite, ils vont chez tous
les marchands de com estibles et en reçoivent des dons
pour le n g a n g a -m a la ri et ses aides. Les joueurs de tam­
bour battent les premières mesures de danse, et une ronde
générale clôture la fête.
R E LIG IO N ET M A G IE 261

De retour au village, les aides détruisent le v w e la ; la


malade est conduite au ruisseau et lavée. Quand elle
revient, elle va s’asseoir sur la natte d’honneur et le
nganga lui donne un nouveau nom , un nom de gloire
com m e Mansiangi, Nlambi, Kimbembi, Ntumba (‘).
Après cela la nouvelle initiée du m a la ri se m et à chanter :
E m ono M ansiangi
T ata w ele ku m anga,
M arna kenge bunda.
E ngw a, yo n g u n d a yi n g w ’am o,
M arna yiyem ukina, ee !
E m ono M ansiangi,
Yeyeye (six fois).

M aintenant je suis M ansiangi,


M on père est allé consulter le manga-nkisi au sujet de m a
m aladie,
M a m ère, de tristesse, serrait son pagne au to u r du cœ ur.
O m ère, je so u p irais vivem ent après toi,
J ’étais priv ée de m a m ère !
M ais m ain ten an t je suis M ansiangi — une fem m e de gloire.

Et c’est bien vrai : une fem m e-m alari est grandem ent
considérée chez les Bakongo, sa condition est bien plus
en vue que celle des fem m es ordinaires. Respectée de
tous, elle intervient avec autorité dans les palabres du
village et du clan, et parfois on lui confie la charge de
chef. Même dans les affaires fétichistes, elle a grand
crédit.
Comme les initiés au Kimpasi, les fem m es-m alari ont
un langage conventionnel. A la place d’ajouter com m e
les premiers sina à chaque mot, elles em ploient com m e

(*) Nlambi est également un des noms propres au Kimpasi; Ntumba


est rarement imposé. Mansiangi vient de nsiangi, nom employé dans le
fétichism e pour indiquer les tiges de nzanza qui entrent dans la com­
position du nkisi-malari. Kibembi : épervier, une des parties constitu­
tives du même nkisi.
262 ÉTUD ES BAKONGO

suffixe : siena; K atuka, va-t-en, laisse-m oi tranquille,


devient katusiena, etc.
Leur vocabulaire est m oins riche. Voici quelques spéci­
mens : L u k u , pain de m anioc, devient rib u in a ou
kin ie n g e ; masa (eau) m i e r i ; m in k e n e (A m m o m u m citra-
t u m Z in g .) : n sakuri, etc.
Leur serment ou formule d’affirm ation est la m êm e
que celle des m em bres du Kimpasi : Nkoto marna, par la
tresse de ma mère.

M vu m b i-m asa.

M v u m b i-m a s a (ce qui signifie « feu le sieur eau »)


habite un petit sac qui contient les m êm es élém ents que
le nkisi-m alari, sauf les flèches de nzanza mais on y
trouve en plus des plantes aquatiques et des têtes de pois­
sons. Hommes et fem m es peuvent être possédés par cet
esprit, cependant le cas se présente rarement chez les
hom m es. Un signe certain que la fem m e est possédée par
le m v u m b i-m a s a , et non par un autre nkita, c ’est que la
fièvre et les convulsions l ’assaillent quand, un jour de
nsona, elle retire de l’eau le m anioc roui. La certitude est
com plète si les m anifestations se font plus violentes le
soir après l’apparition de la nouvelle lune. Le maître de
M v u m b i-m a s a viendra alors asperger la malade d’un
m élange de vin de palm e, d’eau et d’ingrédients du nkisi;
ce qui lui rendra un peu de calme. Cependant au m ilieu
de la nuit, les convulsions recom m enceront et tout à
coup la malade se dirigera en courant vers la rivière pour
y m anger du sable.
Le jour de Nsona suivant, le maître vient « la faire
entrer dans le n k is i-m v u m b i-m a s a ». Elle sort de sa butte
et se couche sur une natte. Vingt à trente personnes l’en­
tourent. Le maître donne des forces au nkisi, le frotte du
sang d’une poule, prépare un m élange de toutes sortes de
plantes aquatiques, de vin de palm e, d’eau, d’élém ents du
R E LIG IO N ET M A G IE “263

nkisi et le donne à boire à la malade. Ensuite on l’enduit


com plètem ent de terre rouge. Désormais elle doit s’abste­
nir de pain de manioc frais, de la chair d’anim aux mala­
des et ne boire que de l’eau fraîche; le jour du nsona elle
ne peut toucher de manioc roui. Sa hutte changée en
vw ela, est entourée de palmes et de branches de m in k e n i.
Le feu doit y être continuellem ent entretenu. Lors de son
installation, chaque habitant du village doit payer trois
pièces de m onnaie, et c’est à cette condition qu’il pourra
entrer et prendre du feu.
La malade continuera à être entourée de beaucoup de
soins et très bien nourrie : une fem m e initiée précédem­
m ent au M v u m b i-m a s a s’occupe d’elle et lui apprend tout
ce qui concerne le nkisi, les chants et les danses. Après
deux ou trois m ois « quand tout son corps resplendit de
santé et que la nouvelle lune brille dans le ciel, on pro­
cède à la cérém onie de la sortie ». La fête com m ence le
soir par une partie de danse au son des tambours du nkisi.
Autour d’un feu ardent qui est alim enté par trois fois neuf
fagots, on m ange et on boit à volonté. Les braises du
foyer sont ensuite balayées et on dépose la fem m e sur la
terre encore chaude. Le maître du m v u m b i-m a s a , ses
aides et les fem m es du village dansent autour d’elle .Puis
sur un signe du maître, l'initiée se lève et danse en
chantant :
E m bari ngw a N lam bi,
M pongo, e yeka, yaya,
E n k u n g a ibongila yem bo,
E n g w a N lam b i’e,
E m ono k u m asa b a tu m b a nkita,
E n g w a N lam bi, e !

Eh toi, m ère N lam bi (ce sera m on nom),


0 esp rit-n k ita, apaise-toi, m on cher,
J ’entonne le ch an t, de la m aladie (que tu m ’as com m uniquée)
O m ère N lam bi,
C ar à l ’eau, ils m ’ont incorporée au nkita,
Moi m ère N lam bi !
•264 ÉTUDES BAKONGO

La fête dure loute la nuit. Dans l’avant-m idi du lende­


main la nouvelle fem m e-nkita est conduite en grande
pompe sur la place du marché où les cérém onies se dérou­
lent com m e nous l'avons décrit pour la ie m m e - m a la r i.
Un seul point diffère. A un m om ent donné, au beau
m ilieu d’une danse, la fem m e s’enfuit le plus rapidement
possible vers un endroit fixé d’avance; le maître doit la
poursuivre. S’il la rattrape avant qu’elle soit arrivée à
destination, il a droit au salaire intégral dû pour ce genre
d’opération, entre autres une chèvre d’vin an. Ne réus­
sit-il pas, il devra se contenter des cadeaux reçus au
marché.
Les personnes qui sont entrées dans le m v u m b i-m a s a
reçoivent une partie du nkisi qui a servi à leur traitem ent
et deviennent ainsi à leur tour, nganga de m v u m b i-m a s a .
Elles parleront un langage conventionnel tout com m e les
personnes entrées dans le m a la ri et changeront ordinaire­
m ent de nom .

Nkwete.

Ce nkita occasionne, surtout chez les hom m es, des


fièvres et des convulsions. 11 est matérialisé com m e nkisi
dans un sac qui contient avec de la terre rouge et blanche
une plante aquatique (maboso-boso), des m in k e n i ( A m m o ­
n iu m c itr a tu m , Z i n g ib .) , une pousse d’ananas, etc. Le
maître de nkw ete vient le soir avant l’apparition de. la
nouvelle lune et fait rassembler neuf fagots près de la
hutte du malade, il y met le feu, et entre alors dans la
hutte en chantant :
Mon nganga Nkw ete. (bis)
L usa k u n tala, yaya lele !
Je suis le m aître de N kw ete.
Vous le verrez, le cher m alade dort.

Cependant, si au lieu de rester calm e le malade est saisi


à ce moment de violentes convulsions, le maître lui souf-
R E LIG IO N ET M A G IE 265

lie de toutes ses forces sur tout le corps jusqu’à ce qu'il


s’apaise. Entre-temps un aide fait bouillir un m élange de
inaboso-boso, de m in k e n i, de pousses d’ananas et d’autres
matières contenues dans le nkisi. Lorsque les restes du
foyer ont été enlevés, le malade est assis sur la place
encore chaude. Le maître le frotte avec le m élange chaud
qui vient d’être fabriqué et le fait transpirer « au point
que la sueur dégoutte de ses o n g les» . Puis il tue une
poule dont il frotte le sang sur le nkisi, et lui enlève le
cœur qu’il donne au malade. Celui-ci doit l ’avaler. Le
reste de la poule rôti au-dessus du feu est partagé entre
les assistants.
La hutte du malade est transformée en v w e la com m e
aux précédentes initiations-nkita et on l’y soigne pendant
un ou deux m ois. Quand il est com plètem ent guéri et
qu’il a repris toutes ses forces, il est « extrait du nkisi »
par le maître de nkwete qui l’am ène sur la place du m ar­
ché; là on festoie com m e il a été décrit plus haut. Après
la fête, on revient ensem ble au village, le v w ela est
détruit, et le nouvel initié du n kwete, tout au m oins s’il
est intelligent et montre des dispositions pour l’art d’ac­
tionner les nkisi, installera son propre n kisi-n kw ete. Le
ngudi-nganga nkwete divise les composants du nkisi et
en donne la m oitié à son élève, en observant les rites habi­
tuels en pareille occurrence. Le nouvel initié porte ensuite
à un carrefour le charbon de bois qui reste du feu de
l’installation et il y place un œ uf de poule, le premier
qu’une poule ait pondu. Parfois il change égalem ent de
nom.
Les initiés du nkwete n ’ont pas de langage propre, en
dehors de celui des nganga dont voici un spécim en. C’est
le chant qu’entonne le nganga de nkwete quand il
réclame son paiem ent :
N tam bw ala ! Ngyeta
N kudika ! Ngyeta !
L uvw a-luvw a lu N kw ete [bis)
“266 ÉTUD ES BAKONGO

N tam b w ala ! Ngyeta !


E ko, e koko.

T u entends ce que je dis, n ’est-ce pas ?


T u vas me do n n er ce que je dem ande, n ’est-ce pas ?
Les quatre-vingt-dix, les nonante perles d u N kw ete.
T u entends ce que je dis, n ’est-ce pas ?
Ici, c ’est ici q u ’il fau t le faire.

Ki vunda.

Le nkita Kivunda est contenu lui aussi dans un sac qui


com prend de la poudre de n k u la , des arachides, des
sem ences de courges et d’autres plantes, des cornes d ’anti­
lope, des têtes d’oiseaux, etc. Quand ce nkisi saisit quel­
qu'un, que ce soit un hom m e ou une fem m e, il devient
com m e enivré. Le maître de Kivunda l ’arrose du jus de
feuilles de m in k e n i, fait faire un grand feu et, dans les
cendres, enterre trois œ ufs. 11 frictionne le malade étendu
sur l’em placem ent du feu, avec un m élange d’huile de
palme, de poudre de n k u la et de feuilles de mansusu.
Le traitem ent dure un mois ou plus et est continué dans
la hutte-vwela ornée de feuilles de m in k e n i et de mansusu.
Le patient doit s’abstenir de viande de chèvre et d’anim aux
sauvages, de pousses de m anioc, de poivre, de sauterelles,
de graines de sésame, etc. Il ne peut voir ni fusil, ni chas­
seur. Après la guérison com plète, on le porte au marché
avec les cérém onies habituelles. En voici un des chants :
E yigela kisela kiam o
M u sodi di n g anga K ivunda, y a y ’e ! (bis)
E ndoki u to m b u la m pongo,
N zim bu nki k ’u to m b w ela ko’e ? E y ay ’e !
E yi y ab ak a lu tan g u ,
Itangila m am b u y ay ’e ! (bis)

Je cueille m es pousses de m anioc


S u r le cham p du m aître du K ivunda, m on bien-aim é !
O sorcier tu dressais ton nkisi p o u r m e tu e r
M ais tu n ’as pas gagné ton salaire ? Eh, m on am i !
R E LIG IO N ET M A G IE 267

(K ivunda a d é tru it tes plans,)


J ’ai gagné de l ’esprit,
P o u r tra ite r les affaires du nkisi !

Le nouvel initié de Kivunda peut en devenir nganga,


pourvu qu’il montre des dispositions et paie bien. 11 ne
change pas de nom et n ’aura pas de langage spécial.

*
* *

Ces quatre pratiques fétichistes ont avec le Kimpasi


une série de traits com m uns qui doivent, sem ble-t-il,
retenir l’attention. Résumons-les : Ces nkisi sont des
incarnations d’esprits-nkita; la durée du traitement est
relativement longue, de un à trois m ois, voire plus;
celui-ci se fait dans une hutte de nkisi vw ela, où le feu
est entretenu. Les personnes traitées sont incorporées ou
initiées à l ’esprit du nkita; elles changent de nom , sauf
dans la quatrième espèce; bien plus, dans les deux pre­
miers cas, elles m odifient leur langage. La cérém onie
accomplie sur le marché est com m une à toutes, et après
la mort m agique du patient, il ressuscite à la vie publi­
que. S’ils le désirent, les malades peuvent m êm e devenir
nganga du nkisi em ployé pour les traiter.
Dans les rites fétichistes du Kimpasi, ces traits ressor­
tent davantage, mais ne diffèrent pas essentiellem ent. Le
Kimpasi est une initiation collective dans le but d’écarter
un mal com m un, la stérilité par exem ple; tandis que les
autres initiations aux nkita visent la guérison d’une mala­
die causée par le nkita correspondant qui s’est saisi d’un
particulier. La principale différence réside donc dans le
caractère social du Kimpasi.
C H A PITRE IX.
SITUATION PRESENTE. — OBSTACLES AU PRO GRES.
FACTEURS DE L’AVENIR.

Les croyances et pratiques religieuses et m agiques,


décrites ici sont le résultat de la vie collective de n om ­
breuses générations de Bakongo, dans leur habitat actuel;
à leur arrivée, les premiers clans ont apporté un fonds de
traditions, dont les origines se ram ifient en des lointains
inaccessibles. 11 faut admettre que ces attitudes mentales
et sociales ont été influencées au cours des siècles, du
dedans par l ’initiative d’individus plus indépendants, et
du dehors par les emprunts culturels faits aux voisins.
Qui mesurera, par exem ple, les conséquences de l’ac­
tion prolongée d’un Affonso, roi pendant près de quarante
ans, légiférant contre les féticheurs et les sacrifices
hum ains, et donnant personnellem ent l ’exem ple d’une
vie vraim ent chrétienne. La m ém oire de ce chef, dont le
caractère égalait le génie, est restée vivante dans les clans
les plus reculés de l’ancien royaume Kongo.
Quant aux voisins Ambundu, Balunda, Bateke, leurs
relations avec les Bakongo ont nécessairement m odifié
sur certains points les concepts religieux et m agiques de
ce peuple. Un seul dicton le dit assez : « N kisi m i m p u m b u
tw a m it w a ; les fétiches des Bawumbu (Bateke) sont très
forts ». Les Bazombo et les Bambata (Bakongo) am enaient
au littoral par la voie du Stanley-Pool, les esclaves et
l’ivoire des peuples du Nord, tandis que les produits venus
de l ’Est s’achem inaient par les sentiers du Kwango; ces
caravanes n ’ont cessé de sillonner le pays qu’après la fon­
dation de l ’Etat Indépendant du Congo. Elles ne transpor­
taient pas seulem ent des marchandises d’exportation,
R E LIG IO N ET M A G IE 269

niais encore des objets usuels, des nouvelles et des histoi­


res, des idées et des fétiches.
Les formes religieuses et m agiques, que nous avons
exposées, appartiennent au passé; elles sont mortes ou
moribondes. Le K im pasi survit encore sous une forme
réduite, chez les Bankanu. Il en est de m êm e du 11:0 longo
(rites de la puberté) ailleurs disparu. Les nkisi individuels
ont la vie plus dure, et s’utilisent encore assez souvent
dans les m ilieux chrétiens. Le grand devin, celui du
Mputu Ngom bo, devient plus rare; mais ses succédanés
opèrent encore un peu partout, concurrencés cependant
par des Noirs évolués venus des grands centres, et dont
le bagage m agique comprend des miroirs à formes bizar­
res et m êm e des appareils de téléphone hors service. On
peut s’attendre à l’éclosion d’une m agie nouvelle dans
l ’im agination des clercs qui lisent avec avidité « Le
secret révélé », « La m agie noire » et d’autres grimoires
achetés à des prix fabuleux sur la foi de prospectus
envoyés de Lyon ou de Paris.
Le culte des ancêtres est remplacé dans les villages con­
vertis par le culte chrétien. Il disparaîtra entièrem ent
dans ses formes anciennes, car il n ’est conçu qu’en fonc­
tion du sol du clan. Or l’évolution de la coutum e attri­
bue aux parents et non plus à l ’oncle maternel, les droits
sur l’éducation des enfants. De là suit com m e corollaire
rétablissem ent des fils mariés au village paternel. La
génération actuelle vit encore partiellem ent du droit
ancien; mais la suivante devra adopter un droit foncier
nouveau, encore à créer. Elle n ’aura plus de contact
direct avec les ancêtres du clan, dont le culte est lim ité au
sol clanique.
Quant à l ’Etre Suprême, Nzambi Mpungu, ce nom dési­
gne à présent le Dieu des chrétiens, et ce concept s’enri­
chit tous les jours; lentem ent mais sûrement, le christia­
nism e élève et épure les esprits et les cœurs. Son
principal obstacle ne gît pas dans ce qu’on appelle les
“270 ÉTUD ES BAKONGO

m œurs, ni dans l ’im m oralité, mais bien dans la m entalité


im prégnée depuis des siècles par les pratiques du féti­
chism e et du m ânism e. Esquissons quelques-uns des
principaux traits de cette psychologie.

Egocentrisme.

Le Mukongo encore m w a n a -m a n ia , enfant de sa mère,


com m e il se nom m e, c’est-à-dire non évincé des seins
maternels par un autre bébé, parle déjà facilem ent; une
des expressions qu’il em ploie le plus est m bo, mbo
k w a m o : je ne veux pas, m oi. 11 résiste à sa m ère, qui
habituellem ent lui obéit. Devenu m w a n a -ta ta , enfant de
son père et l ’accom pagnant plus souvent, il sent grandir
son indépendance et il s’oppose avec orgueil à tout son
entourage.
D ’autre part, il se sent profondém ent un avec sa
fam ille. « M w an 'eto , notre enfant » dit-il de son petit
frère, pour exprimer cette unité bien sentie avec le clan
de son père. U l’appelle « n le k ’am o, m on cadet » quand
il veut affirmer son droit d’aînesse et donc sa supé­
riorité. 11 l’appelle « n le k ’eto, notre cadet », aux instants
où il se sent un avec le clan de sa mère. Ainsi il nommera
avec le possessif am o-m on, ou eio-notre, tous les m em ­
bres des deux clans, paternel ou maternel, au fur et à
mesure qu’il lui sera donné de les rencontrer. 11 se sait
membre du clan, mais il dira, encore enfant, « Mono,
m f u m u Nsako, m oi chef ou hom m e libre du clan Nsako. »
II se sait partie du clan, vivant de sa vie, et inconsciem ­
ment il égale la partie au tout. 11 ne perçoit pas ses
lim ites.
Ceux qui devraient le dom iner se font ses serviteurs;
nécessairem nt il se posera com m e le centre du m onde qui
l ’entoure. Sa mère a été à son service exclusif pendant
deux ou trois ans. Elle y restera toujours un peu jusqu’à
sa mort. Le nom le plus cher qu’elle lui donne, et auquel
R E L IG IO N ET M A G IE “271

il ne résiste guère est, « ngeye, k i t i m i ki bulu dieto : toi,


qui creuseras notre fosse. » Dans ce « notre » elle exprim e
son union avec toutes les mères, celles qu elle ira rejoin­
dre et celles qui avec son fils pour chef la feront revivre.
Le père, quoi qu’il dise ou fasse parfois, est de m êm e au
service de l’enfant et fait ses volontés. Bien plus, si son
fils lui résiste le père le suppliera : « E tata, N z a m b i
m p u n g u dodokolo, k'use m p ako ko, nda yen di, oh,
père, par Nzambi je t’en supplie, 11e fais pas d’opposition,
va donc ». Les rôles sont renversés; c’est le père qui sup­
plie hum blem ent son fils, en l ’appelant père, parce que
son propre père revit dans ce fils. Le père considérant
son fils sous cet angle, se sent inférieur. Comment le fils
alors ne se sentirait-il pas le roi et le centre de tout ? A
l ’encontre de cet égocentrism e agissaient dans une cer­
taines mesure les rites de la puberté et les services exigés
par l ’oncle maternel; de m êm e l ’autorité des anciens qui
réprimaient durement tels délits bien caractérisés. Mais
cela 11e suffisait pas pour m odifier Je point de vue person­
nel du jeune hom m e soutenu par tout le reste de l’am ­
biance sociale.
La langue parlée par son entourage et possédée par
lui presqu’à la perfection dès l’âge de quinze ans, est
extrêmement riche en formes verbales à suffixes; elle est
toute entière agencée pour exprimer des sensations con­
crètes et tout y est énoncé du point de vue personnel et
subjectif (*).
Amoralisme.

Accoutumé à penser et juger d’après ses sensations sub­


jectives, il em m agasine au jour le jour dans sa m ém oire
les événem ents notables, les affectant tous d'une colora­
tion affective personnelle, et les classant en catégories
t1) Pour le même motif il exprime les notions de temps par des mots
et des locutions qui se rapportent à l ’espace : devant lui, derrière lui, etc.
Pour signifier le concept « temps », il emploie ie même mot que pour
le soleil : tasi ou nlangu.
27-2 ÉTUD ES BAKONGO

utiles ou nuisibles, agréables ou désagréables. Ainsi il ne


se sent pas porté à juger ses actes selon une norme de
moralité objective. Il ne se critique point, il ne se donne
jamais tort. Les autres le ju gen t, lui jugera les autres et
il se condamneront m utuellem ent.
(( J’aurais dù faire cela », « je n ’aurais pas dù le faire »,
« j ’aurais pu et dû faire m ieux », voilà des pensées qui
n ’entrent jam ais com m e telles dans sa conscience. Il dira
bien : « je n ’ai pas été malin », mais s’il n ’a pas été m alin,
c ’est un sim ple fait, non une faute; c’est son intelligence
qui a été en défaut. S’il a oublié de faire ce qu’il aurait dû
faire, il ne dira pas quand on lui en fera le reproche :
« j'ai oublié la chose », mais : « la chose est restée dans
l ’oubli du cœur ». Si laissant choir un objet il l ’a brisé,
il n ’avouera pas : « j ’ai laissé tomber (n so tw ele) , j ’ai
cassé », mais « k im a kisotokele, k ib u r ik a , la chose s’est
laissée tomber, elle s’est cassée ».
Quand on lui reproche un accès de colère, il répond :
« kieleka, m bakam ene makasi, en vérité j ’ai été pris par
la colère » ou encore « ngansi im b a k id i, la fureur m ’a
pris ». Son penchant à objectiver les qualités des êtres
com m e des entités substantielles, vient très à point pour
lui éviter la honte de reconnaître sa culpabilité. Le « cou­
pable », ce n ’est pas lui, ce sont ses défauts.
Un jour un élève de rhétorique, dactylographe d ’occa­
sion, m ’apporte son chef-d’œuvre; je lui indique deux
mots qu’il avait om is; il me répond : « ils sont restés dans
la m achine ». Je lui récite alors une dizaine de formules
usuelles, par lesquelles le Mukongo décline toute respon­
sabilité et l’endosse à ses défauts et m êm e aux choses
matérielles, puis je lui demande : « Tu en es encore là ?
exactement où en sont les indigènes de la forêt P — Oui,
Père, reprend-il, quand nous ne réfléchissons pas. »
Ce- nous est tout un poèm e. C’est le nous collectif,
où l ’on se réfugie pour échapper à un reproche ou à un
R E LIG IO N ET M A G IE 273

devoir personnel. C’est aussi le nous que les Noirs bran­


dissent pour s’opposer aux Blancs, m êm e en des matières
totalem ent indépendantes de Blanc et de Noir, et qui sont
du domaine purement hum ain.
Beto bantu, nous les hom m es, est une locution usuelle,
par laquelle ils disent deux choses. Ils s’opposent d’abord
à tout ce qui n ’est pas hom m e vivant sur terre; ils affir­
ment ensuite que les hom m es agissent habituellem ent
poussés par les mêmes mobiles. C’est une explication et
une excuse. Ils ne louent jam ais quelqu’un pour le bien
qu’il a fait. Ils n ’ont du reste pas de terme générique qui
sign ifie : dire du bien de quelqu’un. Mais ils sont très
portés à soupçonner de mauvaises intentions, même chez
leurs proches parents. Fréquemment ils insinuent leurs
soupçons dans la conversation. Quand ils les expriment
ouvertem ent, ils term inent leurs calom nies par la for­
m ule : « Beto bantu, m b u n d u ye m b u n d u , nous les hom ­
mes, avons chacun notre cœ u r.» Ou encore :« Konso bantu
n g im b a ye n g im b a , chaque hom m e a son tempérament. »
De cette façon ils concilient tout et se mettent à l ’abri
d ’un reproche.
Anthropomorphisme.

L’hom m e est distinct de tous les autres êtres; cette idée


spiritualiste ne manque pas au Mukongo. Elle ne s’oppose
pas à son esprit concret, à son automatisme intellectuel,
ni à sa tendance foncière à attribuer aux autres êtres
vivants ou inaninés des activités et des passions hum aines.
Un jour pendant une dizaine de m inutes, j ’ai entendu
une fillette de sept à huit ans répéter à sa sœur aînée
pilant le manioc à vingt mètres de là : « E yaya, w a n i, c,
oh, mon aînée, écoute donc ! » et elle continuait toujours
sur le m êm e ton, sans se lasser ni s’impatienter, si bien
que finalem ent l’aînée cessa de piler pour écouter sa
cadette. De la même façon, l’oiseleur, dissim ulé par un
écran de brousse auprès d’une jonchée d’herbes à glu,
18
274 ÉTUD ES BAKONGO

appelle les oiseaux pendant des heures et des heures : « E


maseki lunswa, ee, ludia lunsu.ni ee, ibula maseki bib uka
b ib u k a ..., oh, les passereaux voyez les termites, m angez
les term ites, je prends les passereaux en foule, en
fou le... »
Au sortir du bain, les Noirs assis sur la rive se sèchent
au soleil; s’il ne fait pas assez chaud à leur gré, ils répè­
tent :
E ya m w in i, nga, tu k a la bole,
Ngeye ya kiosi n da w en d a ku m b ata M pangu.

O ch aleu r chérie restons ensem ble,


Toi, froid, m on am i, v a-t’en au som m et de M pangu.

Quand ils causent le soir auprès du feu, si un tison cré­


pite tout à coup lançant des étincelles, ils pensent qu’il est
furieux et veut brûler les gens. Ils lui crient pour l’apai­
ser : Basuka, basuka, on est mort, 011 est mort. » Le feu
est l ’im age de la vie; son extinction celle de la mort.
Aussi à leur départ, quand ils éteignent le feu, pour que
sa mort soit paisible l ’un dit : « Qui mourra le prem ier P »
et l’autre répond : « l a m agala, l’am i charbon. — Avec
quoi revêtira-t-on son cadavre ? — Avec le cœur d’un
bananier. — Quelle sera la tombe ? — L’amas de détritus
derrière la m aison. » Actuellem ent quand nos gens répè­
tent ces paroles traditionnelles, ils n ’ont plus la con­
science claire du geste qu’ils font, mais leur autom atism e
reste inspiré par l’idée prim itive.
Les fem m es à la pèche des b im fusi (espèce de grenouil­
les qu’elles croient venir du ciel) chantent doucem ent :
« E m b a ri ya toko kwe ukala ee ? Eh, mon chéri, où
restes-tu donc? » Ce doux appel enchaîne à leur suite
leurs amants les plus tim ides et elles sont persuadées que
les b im fu si aux aguets, n ’y résisteront pas davantage.
Déçues dans leur espoir, elles se diront : « Voilà donc que
m oi je l’aime, mais lui ne m ’aim e pas. »
R E LIG IO N ET M A G IE “275

Cette tendance inconsciente à traiter les autres êtres


com m e des hom m es, conduit les Bakongo à se représenter
le monde des esprits à l'im age du monde hum ain. Les
catégories dont ils le composent viennent des catégories
hum aines bien connues. Leurs m oyens d’actions sur ces
esprits leur sont suggérés par leur psychologie réaliste,
hum aine elle aussi. Ainsi apparaissent les prières, liba­
tions et offrandes faites aux bons ancêtres qu'ils honorent,
et accompagnées de suppliques et de discours profondé­
m ent touchants. Pour les nkisi, qu’ils dom inent et
em ploient com m e domestiques à tout faire, ils usent de
moyens tout différents : nourriture fortifiante, surtout
sang et noix de kola, explosions de poudre pour terrifier,
ordres répétés avec fougue et autorité, danses forcées des
fétiches pour les réduire à leur merci. Actionné par des
moyens pareils, le nkisi doit marcher. Si Nzambi Mpungu
échappe à cet anthropomorphism e niveleur, c’est que sa
place est unique au som m et de leurs idées.

Ignorance des lois physiques.

Une des causes de l ’erreur, qui les induit à placer les


autres êtres à leur niveau, c ’est leur ignorance de la nature
spécifique des choses et des lois physiques qui les régis­
sent. Cependant pour l ’observation de détail le Mukongo
a les sens très aiguisés. A l ’âge de quinze ans il connaît
chacune des bêtes et des plantes qui l ’intéressent à un titre
quelconque, il sait leur nom et leurs propriétés, il les
ju ge toutes sous l ’angle de l ’utile ou du n u isib le..., et il
en connaît ainsi des centaines. A la chasse aux petits ron­
geurs, grâce à une trace im perceptible à l’œ il européen
il voit sur une herbe si le rongeur a passé par là. En mar­
chant dans la forêt, son œ il semble uniquem ent dirigé
vers le sol où gît le danger le plus im m édiat, mais la bête
la plus m inuscule se m eut-elle dans le feuillage, il l ’a
aperçue. Ses connaissances restent toujours concrètes,
276 ÉTUD ES BAKONGO

portant sur chaque espèce et ses caractères propres : tel


poisson ou tel oiseau se laisse prendre de telle façon, le
léopard se comporte de telle m anière, le chat-tigre de telle
autre.
Le Mukongo ne synthétise pas, ne remonte pas à l’idée
générale. Il n ’a pas trouvé de nom s pour désigner les trois
règnes de la nature. Les m inéraux l ’intéressent le m oins,
et ne possèdent que quelques nom s génériques ou spéci­
fiques. Les plantes le préoccupent davantage. Il on con­
naît, avons-nous dit, quelques centaines d’espèces. Dans
ce règne il a établi quelques divisions, se basant sur le
port de la plante. Ainsi les gram inées sont des m asinda,
mais les petites sont exclues de cette catégorie. Il nom m e
n ti tous les arbres qui ont écorce, tronc, branches, brin­
dilles et feuilles; à cette classe n ’appartiennent donc pas les
palmiers, qu’il appelle maba. Inversem ent parmi les
m aba il range des plantes, qui n ’ont de com m un avec les
palmiers qu’une lointaine ressemblance toute extérieure,
par exem ple, le ba dinseke. Les anim aux sont les m ieux
connus, mais divisés en catégories très arbitraires. En
général les espèces non com estibles ne sont connues que
sous leur nom spécifique. Toutes les espèces de plantes
et d’anim aux qui n’ont pas de nom , sont des b im a bi
N z a m b i, des choses de Nzambi qui seul les connaît et sait
à quoi elles servent.
D’une façon générale le Mukongo spécifie les êtres
d ’après leur forme ou leur com portem ent visible et leur
donne un nom en conséquence. 11 s’im agine que leurs
forces et qualités intérieures correspondent à ces formes
extérieures. Il fait un em ploi constant du principe de
l’analogie, mais sans contrôle ni critère. « Des choses sem ­
blables ont donc des natures semblables, des activités et
des passions semblables », voilà un principe im plicite
dont il tire des conséquences pratiques dans tous les
dom aines, et particulièrem ent dans celui de la m agie.
R E LIG IO N ET M A G IE 277

Tous les nkisi ont des ingrédients ou composants tirés


des trois règnes de la nature. L’activité supposée de ces
ingrédients est en rapport avec l ’activité spécifique du
nkisi. Un exem ple très clair est fourni par K apiangu,
décrit page 127. Un nkisi est supposé exercer une force
singulière et anormale; c’est pour cela qu’on lui donne
des ingrédients singuliers et anormaux : cailloux et raci­
nes à formes insolites, morceaux de copal prétendus
excrém ents du chien céleste qu’est la foudre, silex taillés
dont l ’origine leur est inconnue mais dont la forme leur
paraît extraordinaire. Si le nkisi doit produire la fécon­
dité ou des effets en connexion avec elle, il contiendra
des ingrédients tels que : graines de plantes très prolifi­
ques, sang des m enstrues, parties génitales de bêtes, etc.
Dans tout ceci 011 voit sans peine des applications du
principe de l’analogie. Mais il y a une foule de pratiques,
dont on ne distingue vraim ent pas le m otif. Par exem ple,
quand on se fait couper les cheveux, il faut rassembler à
l'écart les cheveux coupés; si 011 les disperse à tout vent,
on sera atteint de maladies du cuir chevelu. De même,
quand vous vous taillez les ongles, brûlez les déchets...
sous peine de ne plus savoir qui vous injurie derrière
votre dos. En outre, quiconque marcherait sur les déchets,
concevrait de l’inim itié à votre égard. Les relations de
cause à effet que supposent ces croyances leur échappent,
car les explications qu’ils en fournissent sont très diver­
gentes.
A l ’ignorance des lois qui régissent la matière et la vie,
s’ajoutent pour dérouter leur intelligence et leur logique,
les croyances absurdes et incontrôlables mais tradition­
nelles, les histoires terrifiantes de ndoki et de revenants,
les opérations m erveilleuses réalisées par des nkisi, et tout
leur innombrable folklore dont les récits constituent
encore pour la jeunesse, m êm e dans la société chrétienne,
le passe-temps le plus agréable au cours des longues soi­
rées. Les forces m ystérieuses dont disposent les esprits
278 ÉTUD ES BAKONGO

et que des hom m es savent capter, élargissent in défini­


ment devant leur im agination le dom aine du possible. Un
cham p de courges ensorcelées envahit un village. Un
hom m e devient léopard. Un crocodile se mue en hom m e.
Mille autres récits de ce genre effacent les lim ites du pos­
sible, du réel et du nécessaire; et ces concepts qui dom i­
nent notre logique deviennent com m e étrangers au
Mukongo. En tout cas ils ne soutiennent pas sa pensée. Si
sou esprit ne chavire pas dans l’illogism e, c ’est qu’il est
soutenu par le réalisme de la vie. Il l’est aussi par « la
sagesse des nations », car si son entourage débite tant de
sornettes sur le m erveilleux m agique, il fait circuler des
centaines de proverbes dont beaucoup sont frappés au
coin d ’un bon sens solide et pratique. Ainsi, en fin de
com pte, dans la vie ordinaire le Mukongo parle et agit
d’une façon fort raisonnable.
De m êm e, m algré son anthropom orphism e, il établit
une échelle des êtres, où lui-m êm e se trouve à mi-hauteur;
en descendant il rencontre les anim aux, les plantes, puis
les choses sans vie ni m ouvem ent, en m ontant il se heurte
à la puissance supérieure des ancêtres et autres esprits
dont la nature et le com portem ent sont m oins notoires.
Enfin au som m et, une sphère à part, inaccessible,
Nzambi. Voilà ce qui est; et dans tout cela, chaque chose
et chacun a sa nature et sa place. Mais ne lui demandez
pas de distinguer nature et surnature. Mis en démeure de
faire une distinction logique, il opterait pour hum ain et
surhum ain. Car l’hom m e vivant est pour lui le centre et
la mesure com m une. Humain corresponderait à ce que
l’hom m e peut faire norm alem ent par ses propres forces
et à l'aide des êtres inférieurs à lui : m inéraux, plantes et
anim aux, qu’il s’agisse de travaux de culture ou de
métiers, de nourriture ou de m édecine. Surhum ain, qua­
lifierait tout ce qu’il fait avec le concours des ancêtres ou
des autres esprits ou de l ’être m ystérieux qu’est Mfumu
R E L IG IO N ET M A G IE “279

kutu; donc loka avec ou sans nkisi, avec ou sans kindoki.


Ce qui est fait par Nzambi ne rentre dans aucune de ces
catégories, puisque Nzambi Su n d id i, surpasse tout et n ’a
aucune mesure com m une.

Facteurs de progrès.

L’amoralisme de sa pensée et son égocentrism e ne con­


duisent pas le Mukongo aux excès d’un égoïsm e féroce,
parce que ces deux tendances foncières sont combattues
efficacem ent par la société qui l’encadre et le modèle. Elle
inculque à chacun ses droits et ses devoirs coutumiers, et
est bien armée pour réprimer les abus et les désordres :
vols et violences, meurtres et adultères. Elle apprend à
ses membres à reconnaître com m e bien suprême sur
terre, la vie, et non le plaisir. L’individu n ’est pas pour
lui-m êm e mais pour le clan. Chacun, hom m e ou fem m e,
doit promouvoir le bien du clan, et pour cela transmettre
la vie qu’il a reçue : il doit vivre et travailler pour sa pos­
térité. La mort même ne rompt pas les liens entre ceux
qui s’en vont et ceux qui restent; elle n ’est qu’un change­
ment d’état et de village, qui établit des relations d’un
autre ordre. Nous avons entendu le chef, après la céré­
m onie du culte des ancêtres, dire aux participants :
M aîtrisez vos cœ urs,
Que chacun respecte son frère...
L ’argent n ’est rien ...
La passion est m auvaise (1).

Cette morale, profondément et largem ent hum aine, a


permis à ce peuple de résister victorieusement à tous les
facteurs dissolvants de la colonisation.
Son efficacité ne tient pas seulem ent à ses liens avec le

(l ) Voir chap. III, p. 48.


280 ÉTUD ES BAKONGO

culte des ancêtres, mais à sa dépendance directe de


Nzambi :
M am bu monso m a ganga N zam bi go ka basala,
N zunzu leka ik w a ganga m pasi.
Si l ’on n ’observe pas les lois que crée N zam bi,
C ’est le p laisir charnel qui nous crée des douleurs.

Telle est la morale de plusieurs vieilles légendes. Car


n k ik u m i nsi y u ulonga m ia u n i N zam b i M p u n g u , les lois
du pays c ’est Nzambi Mpungu qui les a enseignées. Son
souvenir dom ine la vie consciente des Bakongo; non seu­
lement son nom revient constamment sur les lèvres des
païens, mais dans les grandes circonstances où l’hom m e
prend vraiment conscience de lui-m êm e et de sa place
dans le monde, en danger de mort, dans une maladie
grave, devant le cadavre d’un être aim é, la pensée du
Mukongo se trouve im périeusem ent ramenée à Nzambi
Mpungu.
Un très grand nombre de chants funèbres en tém oi­
gnent :
Il est m ort,
C’est que la terre n ’est pas à nous,
La terre est à N zam bi.
Il est m ort;
Le g ra n d chem in de la m ort, les hom m es ne l ’ont pas fait,
C’est N zam bi qui l ’a fait,
Il est bien débroussé et à pente douce.

La vie qu’ils aim ent tant, c’est Nzambi qui en est le


maître. La mort qu’ils redoutent, c’est encore Nzambi qui
en est le maître.
Par de nombreuses pratiques de m agie ils s’efforcent
vainem ent d’échapper à cette emprise souveraine :
Le vieux p ren d tout ce q u ’il peut,
Le jeu n e hom m e fait de m êm e,
M ais au-dessus de tout règne N zam bi-M pungu.
R E LIG IO N ET M A G IE 281

Q uand nous avons m angé le p ro d u it de la pêche, la faim revient,


Q uand nous avons b u le vin d ’un palm ier, la soif revient.
Les ancêtres v ien n en t m anger avec nous;
Celle qui nous m angera — la m ort — ne m ange pas avec
l ’hom m e,
Elle erre d an s les vallées profondes, dans les terres lointaines.

Au-dessus de tout est Nzambi Mpungu. Nzambi, Créa­


teur tout puissant, est le Souverain Maître et le suprême
justicier.
*
* *

Sur cette morale s’est appuyée la politique sociale des


Jésuites, appelée m éthode des fermes-chapelles, et sur la
croyance en Nzambi s’est fondé l’enseignem ent religieux
chrétien. Après quarante ans d’efforts, m algré les vices
et les faiblesses du m ilieu païen, m algré certains facteurs
nuisibles de la colonisation, m algré les ravages de la
maladie du som m eil qui a fauché les 9 /1 0 de la popula­
tion, une belle chrétienté vit et prospère. Le m énage
m onogam e chrétien est le pivot de cette réussite et sa
natalité atteint les taux les plus élevés qui soient connus
dans l'univers entier. La fidélité conjugale y est un fait.
C’est l ’honneur de très nom breux maris, qui ont passé la
seconde crise, la plus dangereuse, celle du retour île
l'âge. 20 % de la population, 95 % des enfants en âge
d’école, reçoivent un enseignem ent de plus en plus déve­
loppé. Et les filles y participent à l ’égal des garçons. Plus
de 30 % de la population scolaire des Ecoles Ménagères
congolaises, se trouvent à Kisantu; les filles qui en sor­
tent, après huit ans de formation, ne sont pas des déra­
cinées; elles deviennent des mères de fam ille modèles. La
vie religieuse proprement dite prend racine. Un clergé
indigène se développe. Un ordre nouveau a remplacé
l’ordre ancien, il atteint tous les organes de la société et
son rayonnem ent attire ce qui reste de païens.
“282 ÉTUD ES BAKONGO

ANNEXES CONCERNANT LES FETICHES.

Fétiches divers.

« N d u n d u , qui fait enfler » consiste en un sac de char­


bon de bois, m êlé de feuilles velues et urticantes. Il gué­
rit la maladie dite m afw ebo, sorte de gonflem ent de la
peau.
est celui qui apaise. La poudre qu’on en
K ile m b o ,
extrait délayée dans du vin de palm e sera donnée à boire
aux jeunes gens qui poursuivent les jeunes filles. Ce
remède les calmera ou, s’ils retombent, les foudroiera au
cours de leur méfait.
M a k o d i m alan da sont deux nkisi-coquillages qui pour­
chassent les voleurs et se cram ponnent à eux jusqu’à la
restitution. Ils sont d’un em ploi très fréquent. Après l ’in ­
cantation usuelle, le nganga ou la victim e le prend et lui
enjoint de poursuivre le voleur. Il jette le nkisi sur le sol,
tantôt dans une direction, tantôt dans une autre, ju sq u ’au
m om ent où le nkisi « se précipite de lui-m êm e vers une
hutte, 1111 village ou un hameau voisin ». Il s’arrête alors
ou disparaît dans les hautes herbes. Voilà ce que racon­
tent les Noirs, m êm e les plus sérieux.
Masaki m a m fin d a , vertiges de la forêt : nkisi-rem ède
consistant principalem ent en quelques feuilles de k im -
w in g u , destinées à guérir les vertiges.

V u n zi : fétiche fait d’un petit sac de charbon de bois, de


plum es de poules, de queues de différents anim aux; uti­
lisé pour la reproduction des chèvres.
M ako d i m a lu ta ngonda : les coquilles qui facilitent les
règles. C’est un nkisi-rem ède contenu dans une écaille,
m ixture de différentes feuilles et de têtes de poissons
n so m fi-n g o la et k aki. Aux fem m es qui perdent trop de
R E LIG IO N ET M A G IE “283

sang, on fait avaler de la poudre de nkisi additionnée


d’eau.
N k in d a n:o, ou le gardien de la maison : sac rempli
d’argile, de charbon de bois, de plumes de poules, et de
queues de souris. Il doit défendre la maison contre les
sorciers et jeteurs de mauvais sorts.
K isu n g u ki n tu : le crâne. On lui enfonce les ingré­
dients à la place du cerveau : glaise rouge mêlée de vin de
palme, pierres, pattes de poules, etc. Selon deux de mes
informateurs ce nkisi, que je possède, était inconnu des
anciens. C’est une invention de son premier propriétaire,
connu d’ailleurs com m e vaurien.
K iu n g u : petit sac contenant de l’argile rouge et sept
coquillages rem plis d’argile blanche et de feuilles de
k in w a n i. Lorsque des chasseurs viennent lui demander
la chance, le nganga leur trace sur le visage des raies rou­
ges et blanches, puis s’adressant au nkisi :
Ngeye K iungu,
Nti u n k u lu , m u n tu u n k u lu ,
M bisi kavw a nkonso, kavw a ngolo.
N sungu m u ntete,
N zim bu m u ntete.
Toi, K iungu,
A rbre ancien, hom m e ancien,
Que le g ib ier n ’ait pas de vigueur, n ’ait pas de force.
Souviens-toi dans ton panier,
L ’arg en t ab ondera dans leu r panier.

M p u n g u n e n g u m u n a : bâton entouré de m asungu, her­


bes tordues et tressées com m e des bracelets, avec feuilles
de lem b a -le m b a aspergées de sang de chèvres et de pou­
les; sert à protéger la basse-cour contre les ennem is.
Son propriétaire lui dit :
E Alpungu nengum una,
N engum una m u nsi,
N engum una m u zulu,
Nkom bo k usiam a, nsusu kusiam a.
284 ÉTUD ES BAKONGO

O M pungu qui fais rouler,


F ais ro u le r p a r terre (les voleurs et les bêtes de proie),
F ais to u rn o y er au ciel (les oiseaux de proie),
Que les chèvres soient sauves, que les poules soient sauves.

M p u n g u m a la fu : sachet qui reçoit à boire du malafu


et est dressé contre les ndoki.
N k u t u nzazi : sachet de la foudre, avec têtes de serpent,
sert pour la vengeance.
N k u t u bitewo : sachet qui fait disparaître le prurit.

K itu tu k i nsansa : petite calebasse, procure la chance


dans le com m erce.
L u k o b i lu m p u k u : boîte des rongeurs, combat la m ai­
greur.
Mpungu m b in d u s u : m u n t u go bindam ene, u k ib in -
dwasa m u M p u n g u ; un Mpungu qui délie; si un hom m e
a été lié, et ne sait plus tuer du gibier, il s’en fait délier.
M p a k a kesa : corne d’antilope contre la kesa, maladie
de langueur, frappant l’adultère.
K ile m b a k i nsaka : guérit l’asthme.

M p u n g u b iy u lu : coquillages noués d’herbes tressées,


donnent de la force aux faibles.
L u k o b i lu n g u lu : boîte qui fait prospérer l’élevage des
cochons et des chèvres.
L u k o b i lu Saku di m b w a : dirige les chiens vers le
gibier, et les préserve des morsures de serpents.
K ik o k i n tu lu : courge rem plie de beaucoup d ’ingré­
dients, guérit les affections de poitrine.
Y a m b a di m w i l u : sachet dont on tire un anneau d’her­
bes tressées, qu’on m et au bras des personnes atteintes de
plaies.
M u n k a n d a : écorces des nervures de palmes, courbées
et retenues par deux cerceaux.
R E L IG IO N ET M A G IE 285

K itu tu ki nlom be : calebasse contenant des arachides,


des graines de courges et de sésame, du charbon de bois,
des débris de fonte, une corne d’antilope renfermant de
la poudre; attire la foudre.
M w ilu , k ile m b ik a nzazi : vase avec des anneaux et du
p em b a; calme la fureur de la foudre.
Nsi m a n k a n g a : bracelet contre les dangers des voya­
ges.
K ib u d i : queues et pattes de chats sauvages, procure la
chance à la chasse.
M f u m u M p u tu : procure la fécondité.
Kodi di n la m b a : coquille avec de l’argile blanche; on y
verse un peu de vin de palme, qu’on donne ensuite à
boire à la fem m e en travail; facilite l’enfantem ent.
Bonsi di k u k u la : gobelet de lianes tressées; 011 y verse
du vin de palm e qui sera bu par l’em poisonné.
Kobi lu k a ti : filet finem ent tressé, renfermé dans un
sachet; on y verse de l’huile de palme; la personne mor­
due par un serpent lèche cette huile.
N zem ba W u m b a : sachet contenant outre les ingré­
dients ordinaires, des coquilles et une pirogue; la fem m e
sur le point d ’accoucher boit du vin de palme de chacune
des coquilles et de la pirogue; elle traversera saine et
sauve la période d’enfantem ent.
M parida-m pan d a : sachet rempli d’ingrédients divers,
sur lequel on verse du vin de palme, léché ensuite par
celui qui a fait un grand serment et veut en être délié.
K iz w a n g u : sachet em ployé contre l’insom nie.

Nsio, nkisi des Bamfunuka, passé chez les Bakongo :


Boîte en écorce de mbese (macrolobium coeruleoides),
contient une petite statuette représentant l’ancêtre du
chef propriétaire, sur laquelle ce dernier crache tous les
286 ÉTUD ES BAKONGO

jours un peu de noiv de kola m âchée; une tète de chouette


(Junga ku d ila, m w a n a kususum uka, la chouette qui
pleure éveille l ’enfant en sursaut : oiseau de mauvais
augure, accom pagne les ndoki pendant la nuit); de l'ar­
gile blanche, une graine de ngansi (Pentaclethra macro-
phylla), une dem i-graine de kyala-m o ko et une graine
triple de matete.
N d on a tokisa, la dame qui fait gonfler : statuette de
fem me em ployée contre les sorciers et les voleurs. Ceux-ci
gonfleront jusqu’à éclater. Le féticheur la met en branle
contre les ndoki, lui adressant, entre autres, les paroles
suivantes :

L u k u lu -lu k u tu — lu ngem bo, lu ngem bo :


Nki tu d ia, nki tu k ay a ?
Ku tseke kabidi ngum bi, k w a k u la !
T sansa, m b w a n k ila !
B insu ki m u n tu ku pôlo,
E nkisi teke !
D iam bu di m u n tu ku m b u n d u .
F uni m b u tik in a, nlele ubak an g a !
N ana, n an a, n a m ona tebo, k ata ndinga;
Go k ’uk atid i ko, tebo bakidi ndinga.
K iula bu kakotanga m una n k alu ,
T ekam a, kalendi singam a ko.
L utam bi tso ! m u n a m uyele b am b u ta.
Kide yaya kide !
Magogele b am b u ta m a igoganga,
Kide yaya k id e !
E M pem ba, n k u lu m u n tu m vum bi,
E kide yaya kide !

L ’estom ac, l ’estom ac de la roussette, de la roussette, (dit) :


Que m angerons-nous ? que partageons-nous ?
D ans la brousse le p erd rea u est à b av a rd er !
M ais en vérité p a r le chien à m ille queues (la foudre) !
Le reflet de l ’âm e de l ’hom m e' est su r son front,
O n k isi avec figure d ’hom m e !
R E LIG IO N ET M A G IE 287

M ais l ’affaire que l ’hom m e m édite est dans son cœ ur.


C ependant le ... pet fait explosion, le pagne se déchire !
Oui, oui, en voyant u n revenant, crie;
Si tu ne cries pas, il t ’a p ris ta voix.
Le cra p a u d p o u r en tre r dan s la calebasse,
Se courbe, il ne sau rait se dresser.
Q uant à m oi, je suis les traces de m es anciens,
Oh oui, m on cher, oh oui !
Ce q u ’ont d it les anciens, je le répète,
Oh oui, m on cher, oh oui !
O M pem ba (nom de fem m e), l ’ancien est m ort,
Oh oui, m on cher, oh oui !

Le sens de ce langage est caractéristique du genre :


La roussette, vulgairem ent vampire, très vorace ne
cherche qu’à manger, tout com m e le ndoki; le perdreau
au contraire bavarde toute la journée, insouciant com m e
les gens n ’ayant cure des ndoki. Or, un ndoki guette notre
ancien. J’ai beau épier les figures, je ne trouve nulle indi­
cation. 11 arrive parfois que quelqu’un se trahit par
inadvertance. En attendant je crie à mon nkisi, qu’il
veille et em pêche le ndoki de pénétrer dans le cœur de
l’ancien, com m e le crapaud sournois pénètre dans la
calebasse à vin de palme. Je fais ce qu’ont fait mes prédé­
cesseurs, et pour effrayer les gens je crie : l’ancien est
m ort.

Supercheries et féticheurs.

Il y a une trentaine d’années un féticheur de la région


de Makela do Zombo inventa un fétiche, baptisé par lui
T o ng am a. Contenu dans trois coquillages il avait pour
ingrédients des cendres, du tabac, des excréments d’ani­
maux et d’autres... horreurs. Les trois coquillages à leur
tour étaient renfermés dans une espèce de fusil, fabriqué
avec des nervures de feuilles de bananiers. Des fusils de
ce genre servent aux jeux des enfants du pays. Il se choi­
288 ÉTUDES BAKONGO

sit huit comparses et fit répandre partout la nouvelle qu’à


Zombo un fétiche puissant discrim inait parfaitement les
n d o ki et les bankete (qui sont indem nes de kindoki).
Bientôt la clientèle afflua, mais com m e le danger de se
trahir était plus grand s’il opérait toujours à la m êm e
place, il résolut d’aller par le pays.
Voici com m ent il opérait. A l’écart du village, près d’un
bosquet, il faisait construire au m oyen de palm es un
hangar entouré de trois enceintes et, dans un coin de
celui-ci près de l’ouverture, une petite hutte avec des
parois et un toit recouvert d’herbes. Pendant la nuit il
attachait à la toiture de cette petite hutte une fine liane
dont l’autre extrémité était liée à l ’enceinte extérieure.
Cette liane était invisible aux profanes, cachée qu’elle
était par les folioles de palmes. A portée près de l’entrée,
se tenait un comparse, avec en mains une corbeille con­
tenant un grand lézard vivant. Celui-ci appelé « mère
Mazwele » était une incarnation de l’aïeule du chef-
nganga. Une vieille fem m e faisait avaler au client des
boulettes de m anioc, avant qu’il se présente aux deux
comparses suivants, postés derrière la première cloison.
Ceux-ci, après lui avoir bandé les yeux, l’exam inaient
m inutieusem ent de la tête aux pieds, au son des tambours
et des chants résonnant dans la grande hutte. Si le pauvre
hom m e était affligé d’une difform ité quelconque ou sim ­
plem ent d’une mauvaise réputation, les deux exam ina­
teurs lui traçaient des lignes rouges aux tempes; à travers
le dédale des trois enceintes il était conduit à la petite
hutte en herbes. Au m om ent d’y entrer, pour comparaître
devant le nkisi T o n g a m a et le nganga flanqué de deux
comparses, il voyait toute la hutte trem bler... grâce à la
liane. C’était le signe indubitable qu’il était ndoki. Au
contraire, si les examinateurs ne trouvaient rien d ’anor­
mal sur le corps du client, c ’étaient des lignes blanches
qu’ils lui traçaient sur le front, et quand il entrait dans
R E LIG IO N ET M A G IE 289

la demeure du fétiche, rien ne bougeait. C était le signe


qu’il était nkete (pur de kindoki).
Mais revenons au ndoki découvert. Deux autres com ­
parses le présentent au nganga. Celui-ci lui introduit
entre les dents le canon du fusil et, feignant de le déchar­
ger, fait pénétrer dans sa bouche une partie des ingré­
dients du fétiche; le patient les crache, et un de nos drôles
s’écrie : « un os de cadavre (mangé par le ndoki) vient de
sortir ! ». Le nganga répète l’opération autant de fois qu’il
le veut. Débarassé enfin de tout vestige de sa kindoki, il
reçoit un petit coquillage fétiche, à porter au cou. Le
nganga lui impose des défenses-tabous, et après avoir
touché ses honoraires, le renvoie désormais guéri de sa
kindoki et im m unisé contre celle des autres.
Les bankete, les purs, recevaient avec la ligne blanche,
signe de leur innocence, un petit coquillage renfermant
des ingrédients du T on gam a.
Le succès de ce fétiche Tongama fut énorme : un petit
accident y m it fin. Accompagné de deux comparses, le
nganga passait l ’Inkisi en pirogue; elle chavira, on ne
sait pourquoi, et tous trois se noyèrent.
En 1934, un autre nganga inventa un fétiche à même
spécialité : la discrim ination des n do ki et des nkete. Il eut
une vogue inouïe dans toute la région des Bankanu, à la
frontière de l ’Angola. Un nkete ne payait que cinquante
centim es, mais un ndoki, la valeur d’une chèvre. Plu­
sieurs centaines de ndoki furent découverts et guéris !
L’intervention de l ’Etat vint tarir une source si abondante
de profits.
La préoccupation de se mettre à l’abri des ndoki,
tenaille les Bakongo et leur inspire des remèdes bien con­
tradictoires. Elle les fait recourir aux devins et perpétue
ainsi la race de ces exploiteurs qui entretiennent la
croyance à la kindoki. Ces devins procurent aussi de la
clientèle aux féticheurs. Parmi ceux-ci quelques-uns
inventent de temps à autre des fétiches nouveaux, plus
19
290 ÉTUD ES BAKONGO

puissants contre les ndoki. D ’autres, plus hardis encore,


com m e ceux que je viens de m entionner, inventent des
fétiches qui font double besogne : découvrir le ndoki et le
guérir de sa kindoki. Ils atteignent ainsi le com ble de
l ’art.
Par réaction la m êm e crainte des ndoki a donné nais­
sance aux m ouvem ents destructeurs de fétiches, com m e
celui déclanché par Kibangu et le Kiyoka m entionné plus
haut. 11 faut cependant ajouter que les lieutenants de
Kibangu, adm inistrant le baptême du prophète dans la
région de Kipako, procédaient égalem ent à une sélection.
Ils chassaient com m e ndoki tous ceux dont la chevelure
n ’absorbait pas l’eau; les autres seuls étaient dignes
d ’entrer dans l’Église des Élus.
IN D E X ALPHABETIQUE DES MOTS K IK O N G O
INSERES DANS LE T E X TE.

Les chiffres gras désignent les passages principaux.

B Biteke, 124.
Ba dinseke, 276. Bitundibila, 257, 158.
Bakela, 163. Biyisi, 8.
Bakisi, 121, 169 Bizeke, 187, 225, 249.
Bakke-bakke, 231. Bizangi, 250.
Bakulu, 16, 17, 37 ss., 52 ss., 64 ss., Bondo di Kongo, 246.
112, 168, 171, VIII. Bonsi di Kikula, 285.
Balensa, 154. Buka, 163.
Bambuta, 26. Bumba, 171.
Bambwesi, 106. Bunda, 166.
Bampangu, 21. Bundokeni, 246.
Bana ba masa, 202. Bunganga, 132, 175.
Bana ba Mpungu, 141, 146. Bungudi, 54, 103.
Bandoki, voir Ndoki. Bwaka, 246.
Bangala, 159. Bwalu-mbaka, 151.
Bangulungu, 159.
Bankanu, 119.
Bankete, 106, 288, 289. Desu, 36.
Bankita, voir Nkita. Dia, 93, 201.
Bansa, 61. Dia Kiyanda, 31.
Bantele, 105. Diala, 246.
Basa, 141, 146. Dibumba dimbuinba, 21.
Basembi, 106. Dinganga, 18.
Bazingila, 11 Dinsakala, 140.
Bazombo, 36. Disu, 106.
Bazuka, 274. Ditata, 127.
Bekila, 231. Dititi, 127.
Bigeti, voir Kigeti. Diulu, 246.
Bikandu, 87. Dombasi, 115.
Bikonko, 122. Dominiku, 234.
B ikwanga biyum a, 201. Dontoni, 162.
Bila, 246.
Bimfusi, 274.
Binkità, voir Nkita. Finsa, 246.
Binsani, 150. Fula, 109.
Binsungi, 161. Fungu, 142, 286.
Bisimbi, 7, 16 ss., 35, 120, 126, 171, Futu, 124.
181, 187, 231. Futumuka, 209.
-292 ÉTUD ES BAKONGO

Futumuna, 209. Kila-mbendi, 246.


Fwa, 10, 11, 14, 106, 111, 161, 172, Kilemba, 91, 284.
209. Kilembo, 139, 148, 282.
Fw adikisa, 156. Kilolo, 18.
Fwa Kongo, 174. Kilu, 11.
Fwidi, 10, 14. Kilulu, 246.
Kilumbu, 24.
G Kima, 11, 13, 276.
Kirna tungu, 246.
Gata, 37, 48, 141, 145, 180.
Kim ana, 15C.
Gegele, 194.
Kimbambi, 246.
Gula, 246.
Kimbekele, .231.
Gulwa, 246.
Kimbembi, 256, 261.
Kimbo-Bomba, 21.
I
Kiinbu-mpangu, 161.
Ingyam bula, 120. Kimbwa, 157.
Kim enga, 125, 158, 159, 170, 188.
K Kim oya, 8.
Kaganda, 188. Kimpa, 26, 28, 235, 255, 256.
Kaki, 282. Kimpasi, 3, 15, 19, 28, 161, 166, 172-
K ala buna, 9, 10. 267, 269.
Kalam a, 128. Kimpi, 18.
Kalunga, 30, 187. Kimpiatu, 15.
Kanda, 16, 17, 92, 102, 115. Kimpiti, 142, 186.
Kapiangu, 126 ss., 277, II. Kimpumbulu, 17.
Kari mpemba, 21, 23. Kim wingu, 159, 282.
Kataluka, 11. Kinda, 169.
Katumbika, 258. Kindoki, 13, 56, 76 ss., 92, 93, 99 ss.,
K ayidika, 188. 104 ss., 121, 167, 279, 288, 289, 290.
Kesa, 34, 62, 284. Kinene, 192.
Khimba, 173, 231. Kinganga, 132.
Khita, 172, 180. K ingela, 236.
Ki, 248. Kini, 12.
Kiana, 52 ss. Kinienge, 262.
Kibembi, 261. Kiniumba, 20, 171.
Kibudi, 285. Kinkindibidi, 20.
Kibula, 14. Kinsiku-nsiku, 149.
Kibuti, 56, 77, 90. Kinsola, 52.
Kibwadi-bwadi, 246. Kinsu ki nlongo, 53.
Kielele, 246. K inwani, 283.
Kiese, 175. Kiolu, 13.
Kifudikila, 37. Kiosi, 12.
K igagala, 14, 109. Kipasi, 172.
Kigeti, 17, 159, 160, 224. Kisakam bwa Koko, 148.
Kikala buna, 10. Kisani, 132, 133, 141, 252.
K ikalala, 127. Kisielele, 133.
Kikento, 160. Kisim bi, 181, 187. — Voir aussi Bi
Kiko, 284. simbi.
Kikungunteke, 142. K isingini, 192.
Kikw ani, V. Kisungu, 283, III.
R E LIG IO N ET M A G IE “293
Kitambwa, 154. Longo, 182, 224, 227, 269.
Kito, voir To. Lubansi, 105.
Kito-ntunga, 246. Lubondo, 184, 185, 186, 195, 233.
Kitoba, 48. Lubongo, 22.
Kitoko, 175. Lubwadi, 151.
Kitu, 109. Lubwaku, 161.
Kitundibila, 24, 128. Lufu, 163.
Kitutu ki nlombe, 285. Lufumba, 179.
Kitutu ki nsansa, 284. Lufw adikisi, 156.
Kiungu, 161, 283. Lugambanu, 103.
Kividi, 12. Lugemba, 89.
Kivunda, 19, 266, 267. Lukanu, 123.
Kiwana, V. Lukengo, 161.
Kiwo, 149, 150, V. Lukobi, 47, 133, 168, 284, VIII.
Kiwoko, 149. Luku, 262.
Kiyengele, 20, 126, 189. Lukunga-tela, 247.
Kizumbi, 185. Lukutu, 8.
Kizwangu, 285. Lumba-lumba, 140.
Kobi lukoti, 285. Lumbindi, 247.
Kodi, 159, 285. Lumbu, 205, 234.
Kokuluka, 246. Luminuku, 234.
Kongo, 30, 103, 164, 172, 174, 180 SS., Lundondo, 142, 152, 158.
194, 212, 226 ss., 245 ss. Lungambu-ngambu, 189.
Ku bazingila, 11. Lungangu, 247.
Kudila, 286. Lunkeli, 247.
Kuloka, 125. Lunzila-nzila, 142, 152, 158.
Kulokana, 102. Lusangu-sangu, 187, 206, 207, 216.
Ku masa, 11, 15, 37. Lutete, 187, 224, 234.
Kunokia, 247. Lutondo, 155, 191.
Kutu, voir Mfumu kutu. Luvuwa, 209, 233.
Kuyadi, 247. Luwandu, 247.
Kyala-moko. 286. Luziku, 167.
Luzilu, 247.
L Lwango, 247.
Ladi, 151, 219.
Lala, 155. M
Lasa di mbele, 247, 249. Maba, 165, 276.
Lç,uwula, 247. Mabinda, 184, 185, 186, 195, 233.
Leka kilu, 11. Maboko, 247.
Leka ndosi, 11. Maboso-boso, 264, 265.
Lemba, 20. Mabunda-bunda, 138, 161.
Lemba-lemba, 47, 48, 126, 138, 148. Mafudi, 159.
151, 252, 283. Mafula, 141, 146, 155, III.
Lembi, 20, 126, 154, 234, 249. Mafulata, 18.
Lembika, 48. Mafutu, 124.
Lembo, 247. Mafwebo, 282.
Lemboso, 138. Magabu, 110, 182, VII.
Lensa, 154. Magoki, 159.
LoUa, 54, 56, 76 SS., 104, 105, 117, Magulani, 247.
133 ss., 159, 188, 189, 211, 251, 279. Ma kiela, 18.
ÉTUD ES BAKONGO

Makinu, 175, 236. Mbangasa, 247.


Makodi-malanda, 282. Mbansa, 39 ss.
Makodi maluta ngonda, 282. Mbari, 209, 247.
Makutu, 14. Mbata, 36.
Malafu, 16, 166, 284. Mbekele, 231.
Malari, 19, 256 ss. Mbele, 161, 247, 249.
Maleka, 233. Mbende, 61, 78.
Malela, 162. Mbese. 285.
Malongo, 247. Mbeya, 233.
Malumba, 247. Mbi, 13, 112.
Malunga, 155. Mbimba, 55.
M am asa, 162. Mbomba-kitu, 109.
Mambu, 132. Mbombo, 14.
Manga, 123. Mbombu, 247.
M angyama-ngyam a, 189. Mbongi, 152.
Mankundi, 157. Mbongo, 226.
Mansiangi, 261*. Mbori-mbori, 247.
Mansusu, 266. Mbota, 46, 157, 160, 164, 224.
Mantata, 152, 155. Mbuinba, 21, 22.
Manzanza, 184, 186, 195, 201, 212 ss., Mbumbulu, 164, 180.
233, 252, 254. Mbungulu-nkita, 185.
Manzumba, 184, 186. Mbungumbungu, 18.
Maria, 36. Mbuta, 175, 181, 191, 218, 249.
Masa, 11, 15, 19, 37, 126, 181, 188, 189, Mbwa, 53, 163, 284.
202, 262. Mbwa-Yamba, 152, VI.
Masakima m finda, 282. Mena, 10.
Masamba, 216, 223, 233. Menga, 7, 8, 125.
Masikulu, 72. Mfinda, 282.
Masunga, 147, 155, 252. Mfokolo, 52.
Masungu, 283. Mfula, 122, 123, 133, 138, 188.
Mata, 181, 182, 186, 209. Mfumu kibaka, 164, 165, 166.
Matabula, 56, 64, 100. Mfumu kutu, 7, 11 ss., 105, 111, 112
Matamba, 159. 278.
Matebo, 7, 17 ss., 25, 112, 121, 124. Mfumu masa, 19.
Matete, 286. Mfumu mpu, 48, 50, 163, 176.
Matondo, 66. Mfumu mputu, 285.
Matutu, 219. Mfunda, 24.
Mavuzi Lembi, 234. Mfunsu, 192.
Mavuzi-Mbila, 181, 182, 186, 193 ss., Mfwa-wasi, 180, 181, 251.
233. Mfwila, 157.
M ayala, 125. — Voir aussi Mpungu Miakusu, 247.
m ayaia. Mieri, 262.
Mayanga, 215, 223, 236. Miese, 233.
Mayela, 175. Mimo, 231.
Maziami, 39. Mindala-ndala, 18.
Mbadi, 189. Minkene, 262.
Mbaka, 230, 231. Minkeni, 55, 138, 154, 155, 263 ss.
Mbambi, 122, 164. Minkisi, 121.
Mbambu, 51, 52. Minsanga, 150.
Mbanda-samba, 233. Moya, 8, 9.
R E LIG IO N ET M A G IE “295

Moyo, 7, 8, 10, 12 ss. Mvungwesi, 247.


Mpaka, 163, 284. Mwana kususumuka, 286.
Mpanda, 77, 87 ss., 105, 164, 285. Mwana-mama, 270.
Mpande, 165. M wana-nganga, 127, 141, 225.
Mpangia-mbaii, 247. Mwana-ngembo, 18.
Mpangu, 161, 212, 226, 231, 247, 248. Mwana-tata, 270.
Mpansu, 180, 247. Mwilu, 148, 284, 285, III.
Mpasi, 172.
Mpati-nganga, 132. N
Mpemba, 21, 23, 171, 206. Na, 248.
Mpemba nzadi, 148. Na gegele, 194.
Mpengo, 124. Na Kisimbi, 187.
Mpete, 132. Nakumanini, 247.
Mpeya, 189. Na Kongo, 181.
Mpeve, 7. Na Lumbu, 205.
Mpfwati, 247. Na Ngutu, 18.
Mpiata, 123, 167. Na Nzambi, 205, 211.
Mpimpa, 24. Ndala, 18, 178, 195, 247.
Mpindi, 247. Ndaunda, 247.
Mpiti, 186. Ndauwula, 247.
Mponda, 247. Ndeka-mbwa, 142.
Mpongo, 23. Ndembo, 172, 173, 180.
Mpu, 48, 50, 163, 170, 176. Ndia, 8.
Mpuku, 284. Ndingi, 247.
Mpukuta( 247. Ndoki, 14, 25, 38, 56, 92, 99 ss.,
Mpumbu, 154. 106 ss., 121, 133, 175, 284, 286 ss.
Mpungu, 23, 119, 125, 141 ss., 164 ss., Ndoluwalu, 234.
205, 269, 275, 280 ss., 284, III. Ndomingu, 234.
Mpungu bâsa, 141, 146. Ndona Bizangi, 187.
Mpungu m afula, 141, 146, III. Ndona nkento, 47.
Mpungu m ayala, 141, 146, 147, 169, Ndona tokisa, 286, VIII.
III. Ndosi, 11.
Mpungu ntete, 141, 147, 148, III. Ndoy, 208, 209.
Mpungu nzieta, 141, 146, III. Ndundu, 180, 183, 195 ss„ 229 ss.,
Mpungu sokula, 141, 146, III. 249, 252, 282.
Mputu, 123, 269, 285. Ndunsa, 15.8.
Munkanda, 284. Ndyendya, 247.
Munkombo, 251. Ngaku, 51.
Munsanga, 142. Ngambu, 11, 111, 189.
Munsiensi, 233. Ngambwala, 247.
Muyeki, 123. Ngandu-kitu, 109.
Mvata, 247. Nganga, 13 ss., 107, 110, 114, 119-171,
Mvemba, 247. 175, 183, 186, 195, 221, 225, 289.
Mvindu, 71, 155. Nganga Bakulu, 47, 48, 77, 116, 119,
Mvu, 24. 163.
Mvudi-toko, 236. Nganga buka, 163.
Mvula, 152, VI. Nganga kimpasi, 180.
Mvulu-mvulu, 215. Nganga lufu, 163.
Mvumbi, 14; 163, 164, 180. Nganga m alari, 256, 259, 260.
Mvumbi-masa, 262 ss. Nganga mbwa, 53, 163.
“296 ÉTUD ES BAKONGO

Nganga mpaka, 163. Nkembi, 233.


Nganga mpiata, 167. Nkembo, 175, 217, 258.
Nganga mpungu, 146. Nkenda, 26.
Nganga mvumbi, 163. Nkete, 289.
Nganga Ngombo, 20, 123, 137, 156, Nkiedi, 126.
163, 167, 175. Nkinda gata, 141, 145.
Nganga ngudi, 257. Nkinda nzo, 283.
Nganga nkisi, 79, 84, 127, 163. Nkisi, 11, 14 ss., 37, 61, 76 ss„ 104,
Nganga nlala, 18. 108, 112 ss., 119-171, 176-267, 275,
Nganga nsongo, 257. 282 ss., II ss. •
Nganga nwa, 163. Nkita, 7, 35, 119 ss., 126, 153, 154, 161,
Ngangu, 181. 172, 175-267.
Ngangula, 162. Nkita-malari, 256 ss.
Ngansi, 132, 186. Nkita-nkisi, 15, 18 ss.
Ngembo, 18. Nkokolo, 248.
Ngimbi, 142, 160, 161, 162. Nkola, 248.
Ngo-kitu, 109. Nkombo, 150, 198, 251.
Ngo-lwansi, 109. Nkondi, 124.
Ngo-zulu, 142. Nkonko, I.
Ngola, 154, 156, 214, 216, 236, 282. Nkosi, 133 ss., 191, 193, 211, 218, VIII.
'Ngombo, voir Nganga Ngombo. Nkoto, 208, 249, 262.
Ngonda, 24, 282. Nkuka, 154.
Ngondi, 190. Nkuku, 155.
Nguba, 161. Nkula, 133, 153, 154, 187, 222, 259, 266.
Ngudi, 117, 174, 184, 257. Nkulu, 35, 38, 52, 146. — Voir aussi
Ngudi nganga, 127, 141, 188, 225. Bakulu.
Ngudi nkasi, 117. Nkumbi, 157.
Ngudi nsakila, 117. Nkusu, 126, 161, 178, 233.
Ngulu, 150, 198, 284. Nkutu bitewo, 284.
Ngulu-bola, 247. Nkutu kibasa, 151.
Ngundu, 153. Nkutu ntetukila, 157.
Ngundu Nsioga, 190. Nkutu nzazi, 284.
Nguti bizeke, 225, 249. Nkuya, 171.
Ngwa, 180, 183, 185, 249. Nkuya-nkuya, 142.
Nianga, 216. Nkwanga, 257.
Niangi, 160, 189. Nkwete, 19, 264 ss.
Ninga baninga, 202. Nkwiya, 20.
Nioka, 105. Nlaba, 18.
Niongana, 248. Nladi, 155.
Nitu, 7. 8. 11. Nlamba, 285.
Niungi, 78. Nlambi, 233, 257, 258, 260.
Niunginina, 248. Nlemo, 161.
Niunguta, 211,, 236, 248. Nloko, 88, 89, 125.
Nkadi mpemba, 21. 171. Nlombo, 157.
Nkaka, 142. Nlongo, 125, 132, 140.
Nkala-nsinsi, 224. Nluti-ngondi, 190.
Nkama, 141. Nquiti, 229.
Nkamba, 157. Nsa, 24, 178.
Nkanda, 39, 183. Nsadi, 200, 201, 214.
Nkanga, 180. N sa k a , 284.
R E LIG IO N ET M A G IE 297

Nsakuri, 262. Nzadi, 20, 120, 148, 189.


Nsamba, 66, 72. Nzala mpanda, 164.
Nsanga-nkita, 187, 188, 195, 211, 216, Nzambi, 3, 11, 13, 23 ss., 62, 77, 80,
219, 222, 223. 87, 118, 141, 163 ss., 180 ss„ 205,
Nsansi, 236, 258. 209, 234, 235, 250 ss., 269 ss., 280,
Nsasa, 160. 281.
Nsasi, 248. Nzanza, 256, 261, 262.
Nseke, 19, 126, 189, 226. Nzazi, 79, 284, 285.
Nseke-Mpangu, 248. Nzemba Wumba, 285.
Nsele, 19. Nzenzi, 20, 126, 192.
Nsenga, 21, 153, 157, 199, 233. Nzieta, 141, 146, III.
Nsengo, 155. Nzimbu, 51.
Nsepo, 124. Nzo, 179, 283.
Nsi, 20, 116, 126, 171, 189. Nzo longo, 182, 224, 227, 269.
Nsi madiadi, 248. Nzomfi, 126.
Nsi m ankanga, 285. Nzumba, 233.
Nsiangi, 157, 261.
Nsiku, 201. P
Nsio, 285.
Pemba, 285.
Nsioga, 190.
Pfw a, 172.
Nsoki, 157.
Pindi, 160, 162.
Nsombi, 142.
Nsomfi-ngola, 282. Pokuta, 198, 199.
Nsona, 71. 263.
Nsongo-malari, 257. R
Nsoni, 142, 146, 147, 148, 154, 155. Ribuma, 262.
Nsumbu, 181, 182, 186, 193, 195 ss.,
233, 256, VII.
Nsundi, 36. S
Nsunga, 55, 138. Sakala, 248.
Nsuni, 8. Saku, 163, 284.
Nsunsi, 157. Sakumuka, 188, 223.
Ntala, 106. Sakumuna, 190, 211.
Ntandu, 236. Sambani, 248.
Ntangu, 24, 271. Sam bila, 66.
Ntenda, 233. Se, 117.
Ntete, 141, 146, 148, III. Siba, 15, 90.
Nti, 276. Siena, 262.
Ntima, 9. Sikalala, 61.
Ntiti, 127. Silanga, 248.
Nto, 120. Simba, 19, 20, 126, 248.
Simbi-bisimbi, 231.
Ntotila, 103.
Sina, 248, 261.
Ntu, 283.
Sini, 248.
Ntulu, 284. Sodi, 78.
Ntumba, 261. Sokula, 141, 146, III.
Ntumbu zi Maba, 165. Somuna, 14.
Ntundibila, 224. Sona, 248.
Ntuntu zi nsoni, 142. Sundidi, 279.
N yende, 157. Sungama, 252.
298 liT U D K S BAKONGO

T Vumuka, 158.
Vunzi, 282.
Tadi, 120, 1G4, 187.
Vwela, 180, 257, 261, 263, 265, 26
Ta la. 121.
Tasi, 271.
Tebo, voir Matebo. W
Tiba, 140, 141.
W anda, 248.
Timba, 248.
W azi, 180.
Tim wasaka-Katim w asaka, 258.
W ela, 54.
To, 198, 254.
Wunda, 153.
Tolula, 20, 126.
Tombola, 229.
Tombuka, 166. Y
Tom bula, 166. Yaba, 215.
Tona, 61. Yam ba, 152, 157, 284, VI.
Tonda, 66. Ya Ndosimau, 25.
Tondo, 155, 191. Yanga, 248.
Tongam a, 287, 288, 289. Ya Nkanka, 158.
Tsi, 121, 169, 248. Yeba, 248.
Tufi, 11. Yemba, 252.
Tuka, 217. Yembo, 153.
Tumba, 144. Yenga, 133.
Tuntuka-batuntuka, 162. Yim a Kayim a, 259.
Yoka, 168.
U Yondunga, 248.
Ukala buna, 10. Yubw ala, 248.
Uloku, 88.
Umoya, 10. Z
Usa, 55.
Zangala, 248.
Uzinga, 10.
Zengèna, 248.
Zina, 7, 15, 175.
V
Zinga, 9.
Va ta, 180. Zole, 106.
Vinga, 248. Zulu, 154.
Voka, 137, 180. Zumba, 248.
TABLE DES MATIERES.

P ag es.
Introduction .......................................................................................................... 3
Carte de la région.................................................................................................. 4

C h ap itre I. — L e s h o m m e s e t les e s p r its :


Les hom m es .................................................................................................. 7
Le corps .......................................................................................................... 8
L ’âm e ................................................................................................................. 8
L ’âm e sen sible................................................................................................. 11
Le n om ................................................................................................................ 15
L es esprits : les b a k u l u ............................................................................ 16
M atebo (sing, tebo) ................................................................................... 17
Les n kita ou b a n k ita ................................................................................... 18
Les b isim b i........................................................................................................ 19
A utres e s p r i t s .................................................................................................. 20

C hapitre II. — N z a m b i M p u n g u . — L 'ê tr e s u p r ê m e :


Le n om ................................................................................................................ 23
N zam bi, créateu r de toute chose............................................................. 24
N zam bi et les hom m es ............................................................................ 25
Les attrib u ts de N z a m b i............................................................................ 35
In fluences m issio n n aires sur l ’idée de N z a m b i................................ 36

C h ap itre III. — L e c u lte d es a n c ê tre s :

Le v illa g e des ancêtres ............................................................................ 37


L es hab itan ts du v illa g e des ancêtres ............................................... 38
Le cim etière .................................................................................................. 39
La corbeille des a n c ê t r e s ............................................................................ 47
Le prêtre et le culte des ancêtres............................................................ 48
R ecours a u x an cêtres................................................................................... 51
Les ancêtres et la ch asse....................................... ................................ 52
P o u r o bten ir vie et san té............................................................................ 56
La fête des m orts :
I. — L ’a vertissem en t a u x b a k u lu ..................................................... 64
II. — P résen tatio n a u x bakulu des a n im a u x destinés à la fête 68
III. — L a solen nité e lle -m ê m e ............................................................. 71
300 É T U D E S BAKONGO

C h a p i t r e IV . — L a m a g ie : P a g es.
La n o tio n ......................... 70
D istin ctio n s à fa ire . ... 77
L oka n k is i......................... 70
F o rm u le d 'in c a n ta tio n .. 84
L oka sa n s n k is i (m p an d a) 87
L oka k ib u ti, lo k a de la p a rt oncle a te rn e l à l ’é g a rd d ’i
n e v e u ou d ’u n e n ièce ... 90
La k in d o k i d a n s le cla n ... 92
Un ré c it d ’e n f a n t ................. 93
U ne p a la b re de k in d o k i ... 99
L a sé p a ra tio n des c la n s ... 102
L a k in d o k i p ro p re m e n t dite 104
Le co m p o rtem en t d u ndoki 100
C om m ent on d ev ien t ndo k i 107
Les h o m m es-b êtes................. 108
La k in d o k i co n g én ita le. ... 111
K indoki et n k is i ................. 112
La m ag ie et la vie so ciale.. 115

C h a p itr eV. — Les N k isi :


L a n o t i o n ................................ 119
C lassificatio n des n k is i ... 124
In s titu tio n et m ise en a c tiv ité d ’u n n k isi 126
E m ploi d ’u n n k is i................. 133
La classe des M p u n g u ......... 141
F é tich es d iv e rs....................... 149
Les n k is i des B a n k a n u . ... 160
Les n g a n g a ou fétic h eu rs... 162
C o n sid éra tio n s g é n é ra le s ... 168

C h a p itr e VI. — La secte secrète du K im p u si


Nom et a ir e d ’ex te n sio n ... 172
C on d itio n s re q u ise s............... 174
O ccasion, tem p s, d u ré e ... 175
L ’em p la c e m e n t........................ 178
L a d ire c tio n d u K im p asi ... 180
Les fétich e s d a n s le K im pasi 186

C h a p itr e VII. — Les rites du K im p a si :


D ern iers p ré p a ra tifs ......................... 193
C érém onie d ’en trée. M ort-N kita ... 195
R E L IG IO N E T MAGIE 301
P a g e s.
De la m o rt à la r é s u r r e c t i o n .......................................................................... ..... 200
La r é s u r r e c tio n ....................................................................................................... ..... 206
L a v ie d u K im p a s i......................................................................................................210
L a so rtie .......................................................................................................................217
A p rè s l ’é p r e u v e ....................................................................................................... .....223
C o n c lu s io n .................................................................................................................. .....225

C h a p itr e V III. — Autour du Kim pasi :


H i s t o r i q u e ...................................................................................................................... 228
L e s n o m s d e K im p a s i.......................................................................................... .....232
D a n s e s et c h a n t s .................................................................................................. .....236
L a la n g u e d u K im p a s i................................................ .................................. ' 245

C o m p lé m e n ts :
C é ré m o n ie s a c c e s s o ire s . E x c è s .................................................................... 240
D é cè s d a n s le K im p a s i.................................................................................... 252
R e la tio n s e n tre le s d iffé r e n te s o r g a n is a t io n s ................................ .... 254
L e K im p a s i d a n s le f o l k l o r e .................................................................. .... 255
N k ita -M a la ri............................................................................................................ 256
M v u m b i- m a s a ......................................................................................................262
N k w e te ....................................................................................................................... 264
K iv u n d a .....................................................................................................................266

C h a p itr e IX. — Situation présente. — Obstacles au progrès. — Fac­


teurs de l’avenir :
L a s itu a tio n ................................................................................. .......................268
E g o c e n tris m e .......................................................................................................... ....270
A m o r a lis m e ................................................................................................................ ....271
A n th r o p o m o rp h is m e .......................................................................................... ....273
I g n o ra n c e d e s lo is p h y s iq u e s ........................!................................................ ....275
F a c te u r s de p r o g r è s .......................................................................................... ....279

Annexes concernant les fétiches :


F é tic h e s d iv e r s .............................................................................................................282
S u p e r c h e r ie s et f é t ic h e u r s .....................................................................................287

INDEX ALPHABÉTIQUE DES MOTS KIKONGO INSÉRÉS DANS LE TEXTE ....291

T able des m a t iè r e s ... 299

ILLUSTRATIONS ......................... .......................................................................... I à VIII


PLANCHE I.

I n s t r u m e n t s de m u s i q u e des f ê t i c h e u r s .

E n b a s : ta m b o u rs; le s p e tits nkonko so n t o rn és de têtes.


A u m ilie u : c a le b a s s e s et g o u s s e s a v e c g r a in e s de c a n n a .
E n h a u t : sé r ie de g r e lo ts et g o u s s e a v e c g r a in e s de c a n n a .
PLANCHE II.

F é t ic h e de la f o r g e .
PL A N CH E III.

a) Mpxjngu M ayala; b) Mpungu N tete; c ) Mpungu N zieta;


d) Mpungu S o k u la ; e) Mpungu M a fu la ; f) Mpemba Nzadi.

KlSU N G U K I NTU. MW1LU.


PLANCHE IV.

F é t ic h e g r o s s iè r e m e n t s c u l p t é . F é t ic h e finem ent t r a v a il l é .
PL A N CH E V.

KlW M A. KIKWANI.
P L A N C H E VI.

N k i s i -M v u l a .
PL A N C H E VII.

T ête a r t is t iq u e . T ête de N s u m b u .

M agabu et sa compagne N s u m b u .
PL A N C H E VIII.

L u k o b i lu b a k u l u (C o rb e ille d es a n c ê tre s).


LISTE DES MÉMOIRES PUBLIES

C O L L E C T IO N IN -8 °

S EC TIO N DES SC IEN C ES M O RALES ET P O LITIQ U ES

T om e I.
Pagès, le R. P ., A u R u a n d a , su r les bords du lac K iv u ( Congo B elge). Un ro ya u m e
h a m ite au centre de l’A friq u e (703 pages, 29 p lan ch e s, 1 carte, 1933) . . fr. 125 »
Tom e II.
Laman, K.-E., D ictionnaire k iko n g o -fra n ç a is (xciv-1183 p ag es, 1 carte, 1936) . . fr. 300 »
Tom e III.
1. Plancquaert, le R. P. M., Les Jaga et les B a y a k a d u K w a n g o (184 pag es, 18 p la n ­
ches, 1 carte, 193 2 ).................................. ............................................................ fr. 45 »
2. Louwers, O., Le p roblèm e fin a n c ie r et le pro b lèm e économ ique au Congo Belge
en 1931 (69 pages, 1933) . . . ........................................ . . . . 12 »
3. M o ïto u lle , le Dr L., C ontribution à l'étu d e d u d é te rm in ism e fo n c tio n n e l de
l’in d u strie dans l’édu ca tio n de l'in d ig èn e congolais (48 pages, 16 planches, 1834) 30 »
Tom e IV.
M ertens, le R. P. J., Les Ba d zin g de la K a m tsh a :
1. P re m iè re p a rtie : E th n o g ra p h ie (381 pag es, 3 c artes, 42 fig u res, 10 p lan ch e s,
1 9 3 5 ) .......................................................................................................................................fr. 60 »
2. D euxièm e p a rtie : G ram m aire de l'Id zin g de la K a m tsh a (xxxi-388 pages, 1938) . 115 »
T om e V.
1. Van Reeth, de E. P., De Roi va n d e n m o e d e rlijk e n oom in de in la n d sc h e fa m ilie
(V erh an d elin g bekro o n d in den ja a rlijk sc h e n W ed strijd voor 1935) (35 bl., 1935). 5 »
2. Louw ers, O., Le p ro b lèm e colonial du p o in t de vu e in te rn a tio n a l (130 pages,
1936) . . . ................................................................................................................... 20 »
3. B i t t r e m i e u x , le R. P . L ., La Société secrète des B a k h im b a a u M ayom be
(327 pages, 1 ca rte , 8 p lan c h e s, 1 9 3 6 ).................................................................... , 55 »
T o m e VI.
Les gra n d es lignes des m ig ra tio n s des B a n to u s de la P ro vin ce O rien­
M o e i x e r , A .,
tale du Congo belge (578 pag es, 2 c a rtes, 6 p lan ch es, 1936).................................. 100 »
T om e VII.
1. S t r u y f , le R. P . I., Les B akongo dans leurs légendes (280 pag es, 1936) . . . 55 »
2. L o t a r , le R. P. L ., L a grande chronique de l'U bangi (99 pages, 1 fig u re , 1937) . 15 »
3. Van Caeneghem, de E. P. R., S tu d ie over de g e w o o n telijke s tr a fbepalingen tegen het
o verspel bij de B aluba en Ba L u lu a va n K asaï (V erhandeling w elke in den
J a a rlijk sc h e n W ed strijd voor 1937, den tw eeden p rijs bekom en heeft)
(56 bl„ 1 9 3 8 )................................................................................................................................ 10 ii
4. H ulstaert, le R. P . G., Les sanctions co u tu m ières contre l ’a dultère chez les
N kundô (m ém oire co u ro n n é a u concours a n n u e l de 1937) (53 pages, 1938). . 10 >i
T om e VIII.
H u lsta e r t, le R. P . G., Le m a ria g e des N ku n d ô (520 pag es, 1 carte, 1938) . . .100 »
T o m e IX.
1. Van Wing, le R. P . J.. E tudes B akongo. — II. R elig io n et M agie (301 pages,
2 fig u res, 1 ca rte , 8 p lan ch e s, 1938)............................................... ..................... 80 »

S EC TIO N DES S C IEN C ES N ATURELLES ET M ÉD ICA LES

T o m e I.

1. R o b y n s , W., La colonisation végétale des laves récentes du volcan R u m o ka


(laves de Kateruzi) (33 pages, 10 p lan ch e s, 1 carte, 1932).................................... fr. 15 »
2 D u b o i s , le D r A ., L a lèpre dans la région de W am ba-Pawa ( Vele-Nepoko)
(87 pages, 1 9 3 2 ) ................................................................................................................................... 13 »
3. I.eplae, E., La crise agricole coloniale et les phases du développement de l'agri­
culture dans le Congo central (31 pages, 1 9 3 2 ) .......................................................... 5 »
4. De Wildeman, Ë., Le port suffrutescent de certains végétaux tropicaux dépend
de facteurs de l’ambiance ! (51 pages, 2 p lan ch es, 1 9 3 3 ) ............................................ 10 »
5. A driaens, L., Castagne, E. et V l a s s o v , S., Contribution à l'étude histologique et
chimique du S te rc u lia B equaerti De W ild. (112 pages, 2 planches, 28 flg., 1933). 24 »
6. Van N itsen, le Dr R., L'hygiène des travailleurs noirs dans les camps industriels
du Haul-Katanga (248 pages, 4 p lan ch e s, carte et d iag ram m es, 1933). . . 45 »
7. S t e y a e r t , R. et V r y d a g h , J.. Etude sur une maladie grave du cotonnier provo­
quée par les pimires d'H elopeltis (55 pages. 32 figures. 1 9 3 3 ) ............................. 20 »
8. D e le v o y , G., Contribution à l'étude de la végétation forestière de la vallée de la
Lukuga (Katanga septentrional) (124 pages, 5 p lan ch e s, 2 d iag r., 1 carte, 1933). 40 »
Tome II.
1. Hauman, L ., Les L o b e lia géants des montagnes du Congo belge (52 p a g e s , 6 fig u ­
res, 7 p la n c h e s , 1 9 3 4 ) ............................................................................................................. 15 »
2. De W ildeman, Ë ., Remarques à propos de la (orêt équatoriale congolaise (120 p .,
3 c a rte s h o rs te x te , 1 9 3 4 ) .............................................................................................................. 26 »
3. H en ry, G ., Etude géologique et recherches minières dans la contrée située entre
Ponthierville et le lac K ivu (51 p a g e s, 6 fig u re s , 3 p la n c h e s , 1934)............................. 16 »
4. De W ildem an, E ., Documents pour l’ étude de l’ alimentation végétale de l'indigène
du Congo belge (264 p a g e s, 1 9 3 4 ) ............................................................................................... 35 »
5. P o lin a r d , E ., Constitution géologique de l’ Entre-Lulua-Bushim aie, du 7e au
se parallèle (74 p a g e s. 6 p la n c h e s , 2 c a rte s , 1934).......................................................... 22 u

T o m e III.
1. Lebrun, J., Les espèces congolaises du genre F ic u s L . (79 p a g e s, 4 fig u r e s , 1934). 12 s
2. S c h w e iz , le D ' J., Contribution à l’ étude endémiologique de la m alaria dans la
forêt et dans la savane du Congo oriental (45 p a g e s, 1 c a rte . 1934). . . . 8 »
3. De Wildeman, E., T r o l l i , G r é g o ir e et O r o lo v i t c h , A propos de médicaments indi­
gènes congolais (127 p a g e s, 1 9 3 5 ) ............................................................................................... 17 »
4. D e lev o y , G. et R o b e rt, M ., Le milieu physique du Centre africain méridional et
la phylogéographie (104 p a g e s, 2 c a rte s , 1935) . ................................................... 16 »
5. Leplae, E., Les plantations de café au Congo belge. — Le ur histoire (1881-19S5). —
Leur importance actuelle (248 p a g e s, 12 p la n c h e s , 1936) . . . . . . 40 »

T o m e IV.
1 Jadin, le D r J., Les groupes sanguins des Pygmées (M ém o ire c o u ro n n é a u C on ­
c o u rs a n n u e l de 1935) (26 p a g e s, 1 9 3 5 ) ............................................ .................................... 5 ii
2. Ju lien , le Dr P ., Bloedgroeponderzoek der Efé-pygmeeën en der omwonende
Negerstainmen (V e r h a n d e lin g w e lk e in den ja a r iijk s c h e n W e d s tr ijd v o o r 1935
een e e e rv o lle v e r m e ld in g v e r w ie r f) (32 b l., 1 9 3 5 ) ........................................................... 6 »
3. V la s s o v , S ., Espèces alimentaires du genre A rto c a r p u s . — 1. k 'A r t o c a r p u s in te-
g r ifo lia L . ou le J a c q u ie r (30 p a g e s, 10 p la n c h e s , 1 9 3 6 ) ............................................ 18 »
4 De Wildeman, E., Remarques à propos de formes du genre U ra g o g a L . ( Rubia-
cées). — Afrique occidentale et centrale (188 p a g e s, 1 9 3 6 )............................................ 27 »
5. De Wildeman, E., Contributions à l’ étude des espèces du genre U a p a g a B a ill.
(Euphorbiacées) (192 p a g e s, 43 fig u r e s , 5 p la n c h e s . 1936)............................................ 35 »

Tom e V.
1. De W ildem an, E., Sur la distribution des saponines dans le règne végétal
(94 p a g e s, 1 9 3 6 ) ............................................................................................................................ fr. 16 »
2. Z a h lb ru c k n e r, A . et Hauman, L ., Les lichens des hautes altitudes au Ruw enzori
(31 p a g e s, 5 p la n c h e s , 1 9 3 6 ) ....................................................................................................... 10 »
3. De W ildem an, E., A propos de plantes contre la lèpre (C rin u m sp. Amaryllidacées)
(58 p a g e s, 1 9 3 7 ) .................................................................................................................................... 10 »
4. H is s e tte , le Dr J., Onchocercose oculaire (120 p a g e s, 5 p la n c h e s . 1937) . . . 25 »
5. D uren , le Dr A ., Un essai d’étude d’ ensemble du paludisme au Congo belge
(86 p a g e s, 4 fig u r e s , 2 p la n c h e s , 1 9 3 7 ) ................................................................................. 16 »
6. S tan e r, P . et B o u tiq u e , R ., M atériaux pour les plantes médicinales indigènes du
Congo belge (228 p a g e s, 17 fig u re s , 1 9 3 7 ) ......................................................................... 40 »

T o m e V I.
1. B urg eo n , L ., Liste des Coléoptères récoltés au cours de la mission belge au
Ruw enzori (140 p a g e s, 1 9 3 7 ) ....................................................................................................... 25 »
2. Lepersonne, J.,Les terrasses du fleuve Congo au Stanley-Pool et leurs relations
avec celles d'autres régions de la cuvette congolaise (68 p a g e s, 6 fig u r e s , 1937). 12 »
3. Castagne, E., Contribution à l'étude chimique des légumineuses insecticides du
Congo belge (M ém o ire c o u ro n n é a u C o n c o u rs a n n u e l d e 1937) (102 p a g e s,
2 fig u r e s , 9 p la n c h e s , 1 9 3 8 ) .......................................................................................................45 »
4. De W ildem an, E., Sur des plantes médicinales ou utiles du Maxjumbe (Congo
belge), d’après des notes du R. P . W e lle n s f (1891-1924) (97 p a g e s , 1938) . 17 »
5. A d riaen s, L ., Le Ricin au Congo belge. — Etude chimique des graines, des huiles
et des sous-produits (206 p a g e s, 11 d ia g r a m m e s , 12 p la n c h e s , 1 c a rte , 1938) . 60 »
T o m e V II.
1. S c h w e tz , le D r J.. Recherches sur le paludisme endémique du Ras-Congo et du
Kwango (164 p a g e s, 1 c ro q u is , 1 9 3 8 ) ........................................................................................ 28 »
2. De W ildeman, E ., D io s c o re a alimentaires et toxiques (m o rp h o lo g ie et b io lo g ie)
(262 p a g e s, 1 9 3 8 )....................................................................................................................................“>5 »

T o m e V III.
1. M ic h o t, P ., Etude pétrographique et géologique du Ruw enzori septentrional
(271 p a g e s, 17 fig u r e s , 48 p la n c h e s , 2 c a rte s , 1938) ........... ........................................... 85 »
COLLECTION IN-8» (suite)
S EC TIO N OES S C IEN C ES TEC H N IQ U ES

Tom e I.

1. F on tain as, P ., L a force motrice pour les petites entreprises coloniales (188 p., 1935), 19 »
2. H e llin c k x , L ., Études sur le Copal-Congo (M ém o ire c o u ro n n é a u C o n c o u rs a n n u e l
d e 1935) (64 p a g e s , 7 fig u r e s , 1935)............................................................................................... 11 »
3. D e v r o e y , E ., L e problème de la Lu k u g a , exutoire du lac Tanganika (130 p a g e s ,
14 fig u r e s , 1 p la n c h e , 1 9 3 8 ) ...................................................................................................... 30 »

COLLECTION IN-4°
SEC TIO N DES SC IEN C ES NATURELLES ET M ED ICA LES

T o m e I.

1. R o b y n s , W ., Les espèces congolaises du genre D ig ita ria H all (52 p., 6 pl., 1931). fr. 20 »
2. V a n d e r y s t , le R . P . H., L es roches o o lith iq u es d u sy stè m e sch isto -ca lca reu x dans
le Congo occid en ta l (70 p ag es, 10 fig u res, 1 9 3 2 ) ...................................................... 20 »
3. V a n d e r y s t , le R . P. H ., In tro d u c tio n à la p h yto g éo g ra p h ie agrostologique de la
p ro vin ce Congo-Kasai. (Les fo rm a tio n s et a sso cia tio n s) (154 pages, 1932) 32 »
4. S c a ë t t a , H., Les fa m in e s p ério d iq u es dans le R uanda. — C ontribution d l'étu d e
des aspects biologiques d u p h én o m èn e (42 pages, 1 carte, 12 d iag ram m es,
10 p lan ch e s, 1932)......................................................................................................................... 26 k
5. F o n ta in a s , P . et A n s o t t e , M., P erspectives m in ières de la région com prise en tre le
Nil, le lac V ictoria et la fro n tière orientale du Congo belge (27 p., 2 cartes, 1932). 10 »
6. R o b y n s , W ., Les espèces congolaises du genre P a n ic u m L. (80 pages, 5 p la n ­
ches, 1 9 3 2 ) ................................................................................................................................ 25 #
7. V a n d e r y s t , le R . P . H., In tro d u c tio n générale à l'étu d e a g ro n o m iq u e du H aut-
Kasai. Les d o m a in es, districts, régions et sous-régions géo-agronom iques du
Vicariat a p ostolique du H aut-K asai (82 pages, 12 fig u res, 1933)........................... 25 »

T o m e II.

1. T h o re a u , J. et d u T r i e u de T e r d o n c k , R., Le gîte d 'u ra n iu m de S h in ko lo b w e-


K asolo (K ata n g a ) (70 pages, 17 p lan ch es, 1 9 33)...................................................... fr. 50 »
2. S c a ë t t a , H., Les p récip ita tio n s dans le bassin du K ivu et dans les zones lim i­
trophes d u fo ssé tectonique (A friq u e centrale équatoriale). — C om m u n ica ­
tio n p ré lim in a ire (108 pages, 28 fig u res, cartes, p la n s et croquis, 16 d ia ­
g ram m es, 10 p lan ch e s, 1 9 3 3 ).............................................................................................. 60 »
3. V a n d e r y s t , le R. P . H., L'élevage e x te n s if du gros bétail pa r les B a m p o m b o s et
Baholos du Congo po rtu g a is (50 pages, 5 fig u res, 1 9 3 3 )......................................... 14 »
4. P o l i n a r d , E., Le socle a n cien in fé rie u r à la série schisto-calcaire dii Bas-Congo.
S o n étude le long d u ch em in de fer de M atadi à L éopoldville (116 pages,
7 figures, 8 p lan ch e s, 1 carte, 1934)........................................................................................40 n

T o m e III.

S caëtta, H ., Le climat écologique de la dorsale Congo-Nil (335 p a g e s, 61 d ia g r a m m e s ,


20 p la n c h e s , 1 c a rte , 1 9 3 4 ) ............................................................................................................. 10 0 »

T o m e IV.

L a géographie physique de la région du Lubilash, de la Bushimaie


1. P o lin a r d , E.,
et de la Lu b i vers le 6e parallèle Sud (38 p a g e s, 9 fig u re s , 4 p la n c h e s , 2 c a r ­
tes, 1 9 3 5 ) ..................................................................................................................................................25 ))
2. P o lin a rd , E., Contribution â l'étude des roches éruptives et des schistes cristallins
de la région de Bondo (42 p a g e s, 1 c a rte , 2 p la n c h e s , 1935). . . . . 15 »
3. P o lin a rd , E., Constitution géologique et pétrographique des bassins de la Kotto
et du M 'B a ri, dans la région de Bria-Yalinga (Oubangui-Chari) (160 p a g e s,
21 fig u r e s , 3 c a r te s , 13 p la n c h e s , 1 9 3 5 ) ................................................................................. 60 »
Tome V.
1. R o b y n s , W ., C o n trib u tio n à l'é tu d e des fo rm a tio n s h erb eu ses d u d istric t fo re stie r
central d u C ongo belge (151 p ag es, 3 fig u res, 2 c a rte s, 13 p la n c h e s, 1936). . 60 »
2. S c a ë t t a , H ., La gen èse clim a tiq u e des sols m o n ta g n a rd s de l'A friq u e centrale. —
Les fo r m a tio n s vég éta les q u i en ca ra ctérisen t les stades de d ég ra d a tio n
(351 pag es, 10 p la n c h e s, 1 9 37)........................................................................................ ' . 115 »

Tom e VI.
1. Gvsin, M„ R echerches géologiques et p étro g ra p h iq u es dans le K a ta n g a m é r i­
d io n a l (259 p ag es, 4 fig u res, 1 carte, 4 p lan ch e s, 1937) . . . . . . . 65 »

SECTION DES SCIENCES TECHNIQUES


Tom8 I.
1. M a u r y , J., T ria n g u la tio n du K atanga (140 pag es, flg., 1930)........................... fr. 25 »
2. Anthoine, R., T ra ite m e n t des m in e ra is a u rifères d 'o rig in e filo n ie n n e a u x m in es
d ’or de K ilo-M oto (163 p ag es, 63 cro q u is, 12 p lan ch e s, 1 9 3 3 ) ........................... 60 »
3. M a u r y , J., T ria n g u la tio n du Congo o rien ta l (177 p ag es, 4 flg., 3 p lan c h e s, 1934). 60 »

T om e II.
1. r . , L 'a m a lg a m a tio n des m in e ra is à or libre à basse te n e u r de la m in e
A n t h o in e ,
d u m o n t T si (29 p ag es, 2 fig u res, 2 p la n ch e s, 1936)...................................................... 10 »
2. M o l l e , A ., O bservatio n s m a g n é tiq u e s fa ite s à E lisa b e th v ille (Congo belge) p e n ­
d a n t l'a n n é e in te rn a tio n a le polaire (120 p ag es, 16 fig u re s, 3 p la n c h e s, 193G). 45 »

S ous presse.
J. L e b r u n , R echerches m o rp h o lo g iq u e s et sy s té m a tiq u e s su r les ca féiers d u C ongo (in-8°).
S c h e b e s t a (le R. P . P . ) , Die B a m b u ti-P y g m a ë n v o m Itu r i (in-4°).
D e h a l u , M . et P a t jw e n , L ., L aboratoire de p h o to g ra m m é trie de l ’ü n iv e r s ité de Liège.
D escription, th éo rie et u sa g e des app a reils de p rises de vu es, d u stéréo p la n ig ra p h e Ca
et de V A éro m u ltip le x Zeiss (in-4°).
L e p la e , E ., Le p a lm ie r à h u ile en A friq u e et so n e x p lo ita tio n a u Congo belge et en
E xtrêm e-O rien t (in-8°).
M e r t e n s , le R. P . J., L es ch efs co u ro n n és chez les B a K oongo. E tu d e de ré g im e successoral
(in-8°).
J. B o u c k a e r t , H. C a s i e r et J. Jadin , C o n trib u tio n à l'étu d e d u m é ta b o lism e d u ca lc iu m et
d u p h o sp h o re chez les in d ig è n e s de l’A friq u e cen tra le (in-8°).
R. T o n n e a u et J. C h a r p e n t i e r , E tu d e de la récu p éra tio n de l'o r et des sables n o irs d ’u n
g ra vier a llu v io n n a ire (in-4°j.

BU LLETIN DE L’IN S T ITU T ROYAL COLONIAL BELGE

B elg iq u e. C ongo belge. U n io n p o s ta le u n iv e rs e lle .

A b o n n e m e n t a n n u e l. . . . fr. 6 0 . - fr. 70.— fr. 75. - (15 B elgas)


P r i x p a r fa sc ic u le . . . . fr. 25.— fr. 3 0 . - f r . 30.— (6 B elgas)

T om e 1 (1929-1930) 608 p ag es T om e V (1934) 738 p ag es


T om e II (1931) . 694 T om e VI (1935) 765 »
T om e III (1932) . 680 T om e VII (1936) 626 »
T om e IV (1933) . T om e V III (1937) 895 »

M. H A Y E Z , im p r im e u r de l ’A ca d ém ie r o y a le de B e lg iq u e , ru e d e L o u v a in , 112, B ru x elles.

Made In Bslglum.