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Conteúdo

CONTABILIDADE DIGITAL .............................................................................................................. 3


E.Commerce (Comércio Eletrônico) .................................................................................................. 4
Certificado Digital .............................................................................................................................. 5
Exemplos de utilização do Certificado Digital .................................................................................... 7
Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) – Demonstração em Data Show em sala de aula ............................... 8
Aplicabilidade da Contabilidade Digital ............................................................................................. 8
Criando Arquivos Digitais e Manipulando Imagem ............................................................................ 8
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CONTABILIDADE DIGITAL

Contabilidade digital é o ramo da contabilidade que se utiliza de tecnologia da informação para


tornar ágil e confiável os processos de escrituração fiscal e contábil, assinados digitalmente, além
de propiciar arquivo digital (backup digital) das diversas áreas contábeis, contribuindo, também,
com a diminuição do impacto ambiental (ISO 14000). (E.Larré, 2010).

A contabilidade digital não pode ser definida por uma nomenclatura de um sistema desenvolvido
pelo governo. Atualmente, os usuários das informações contábeis, principalmente alunos
universitários do curso de contábeis, quando escutam a palavra contabilidade digital associam ao
SPED – Sistema Público de Escrituração Digital. A contabilidade digital é o acesso e o uso das
tecnologias da informação contábil, de maneira a inserir e identificar o contador/empresa perante
os órgãos do governo e afins. Podemos definir também a contabilidade digital como uma
simplificação de tarefas contábeis do dia-a-dia.

[ Segundo o relatório Planeta Vivo, desenvolvido pela


organização WWF (organização de conservação global)
em 2010, a humanidade consumirá cerca de 30% mais
recursos naturais do que a Terra é capaz de repor
sozinha. Em 2030 a humanidade dependerá de recursos
naturais de dois planetas. ]
http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/

O objetivo deste módulo de Contabilidade Digital é demonstrar e aplicar os recursos tecnológicos


na rotina do contador seja ele no âmbito trabalhista, fiscal, tributário e financeiro, além de
contribuir com o meio ambiente.
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1. E-commerce

A história do comércio eletrônico se confunde com a própria história da internet, a "bolha.com", o


lançamento de sistemas operacionais Mac OS, Windows, etc, e a popularização dos PCs. O
termo e-commerce (eletronic commerce) começou a ser utilizado nos EUA, de onde veio a
primeira e mais popular loja virtual: a Amazon. Modelo até hoje como exemplo de loja virtual, a
Amazon começou inicialmente vendendo livros, e assim deu o ponta pé inicial para esse
promissor modelo de negócios. No Brasil, a pioneira é a Livraria Cultura, vindo logo depois a
gigante Submarino e Americanas.com.

Modalidades de comércio eletrônico

Podemos classificar as modalidades de comércio eletrônico da seguinte maneira:

B2B – Business to Business é o nome dado ao comércio eletrônico associado a operações de


compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da
utilização de redes privadas partilhadas entre parceiros de negócios;

B2C – Business-to-consumer, também business-to-customer, é o comércio efetuado diretamente


entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora de serviços e o consumidor final, através da
Internet. Exemplos: Lojas Americanas, Submarino, Walmart e etc.

C2C – Consumer to Consumer é uma referência ao comércio eletrônico que se desenvolve entre
usuários particulares da Internet. Aqui o comércio de bens ou serviços não envolve produtores e
sim consumidor final com consumidor final. Exemplos: Ebay, Mercado Livre, etc.

G2C – Government to Citizen, ou literalmente, do governo para Cidadão, é uma relação comercial
pela internet entre governo (estadual, federal ou municipal) e consumidores. Exemplos: o
pagamento via Internet de impostos, multas e tarifas públicas.

G2B – Government to Business, é a relação de negócios pela internet entre governo e empresas.
Por exemplo: as compras pelo Estado através da internet por meio de pregões e licitações,
tomada de preços, etc.

Estas modalidades de comércio eletrônico são firmadas através de uma assinatura digital, ou
seja, para acessar o sistema o usuário precisa ter uma senha que o identifique e torne a
transação legal. Da mesma forma acontece na contabilidade moderna, para a Secretaria da
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Receita Federal do Brasil, ou afins, receber uma ou várias informações através da internet há
necessidade de uma veracidade da informação enviada, e essa confirmação é concretizada
através do Certificado Digital.

2. Certificado Digital

O certificado digital é um documento eletrônico que possibilita comprovar a identidade de uma


pessoa, uma empresa, uma máquina, uma aplicação ou um site, para assegurar as transações
online e a troca eletrônica de documentos, mensagens e dados, com presunção de validade
jurídica.

O arquivo de computador gerado pelo Certificado Digital contém um conjunto de informações que
garante a autenticidade de autoria na relação existente entre uma chave de criptografia e a quem
o gerou.

Os Certificados Digitais são compostos por um par de chaves (Chave Pública e Privativa) e a
assinatura de uma terceira parte confiável - a Autoridade Certificadora – AC.

As Autoridades Certificadoras emitem, suspendem, renovam ou revogam certificados, vinculando


pares de chaves criptográficas ao respectivo titular. Essas entidades devem ser supervisionadas e
submeter-se à regulamentação e fiscalização de organismos técnicos.

No meio físico, para que uma credencial de identificação seja aceita em qualquer
estabelecimento, a mesma deverá ser emitida por um órgão habilitado pelo governo. No meio
digital ocorre o mesmo - devemos apenas aceitar Certificados Digitais que foram emitidos por
Autoridades Certificadoras de confiança.

Qual é a diferença entre certificados A1 e certificados A3?

A3 - Certificados digitais – são certificados digitais portáveis, que são armazenados em cartão
inteligente e utilizados por meio de uma leitora que permite o acesso ao certificado em vários
computadores diferentes. Apresentam nível de segurança superior.

O certificado digital A3 oferece maior segurança, pois o par de chaves é gerado em hardware
(cartão inteligente ou token) que não permite a exportação ou qualquer outro tipo de reprodução
ou cópia da chave privada. A chave pública é enviada para a Autoridade Certificadora (AC), com a
solicitação de emissão do certificado, enquanto a chave privada ficará armazenada no cartão ou
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token protegida por senha de acesso, impedindo tentativas de acesso de terceiros. Com o cartão
inteligente ou o token, você pode transportar a sua chave privada de maneira segura, podendo
utilizá-la onde você desejar.

A1 - Certificados digitais – são certificados digitais válidos por 1 (um) ano, que ficam armazenados
no próprio computador do cliente, por isso, não são portáveis. Recomenda-se que esse tipo de
certificado tenha uma cópia de segurança (backup) em disquete, ou em outra mídia portável.

Tipos de certificados digitais:

e-CPF
O e-CPF é a versão eletrônica do CPF, que garante a autenticidade e a integridade nas
transações eletrônicas de pessoas físicas.

e-CNPJ
O e-CNPJ é a versão eletrônica do CNPJ, que garante a autenticidade e a integridade nas
transações eletrônicas de pessoas jurídicas.

NF-e
O NF-e Criado especialmente para emitir notas fiscais eletrônicas (garantindo sua conformidade
na Lei) e atribuir ao funcionário responsável de sua organização a alçada necessária e restrita
para emissão e gerenciamento de NF-e.
e-CPF Simples

e-CPF Simples
O e-CPF Simples é destinado exclusivamente ao responsável titular de microempresa (ME) e
empresa de pequeno porte (EPP), optantes ou não do SIMPLES NACIONAL.

CT-e
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Certificado digital direcionado para empresas que possuem frotas para transporte de cargas.
Todos os modais devem utilizar o CT-e: aéreo, rodoviário, aquaviário, ferroviário e dutoviário.

e-Mail Seguro Pessoal


Proteje no seu dia-a-dia as informações de mensagems eletrônicas, garantindo sua integridade e
sigilo.

Certificado WinLogon
O WinLogon Certisign é um Certificado Digital que oferece às empresas autenticação eletrônica
protegida em sua rede de computadores com Windows. O sistema foi desenvolvido para eliminar
a grande vulnerabilidade gerada pela utilização do tradicional “usuário e senha”. Através do
WinLogon, as políticas de segurança centralizadas são administradas pelo supervisor da rede,
possibilitando total controle sobre o nível de permissões de acesso às informações e a
autenticidade de funcionários, prestadores de serviço e parceiros.

3. Alguns Exemplos da Utilização do Certificado Digital

SPED – Sistema Público de Escrituração Fiscal


Três subprojetos integram o SPED:
- Escrituração Contábil;
- Escrituração Fiscal;
- NF-e.

Escrituração Contábil – Livros de escrituração comercial – Diário e Razão.


Escrituração Fiscal – Registro de entradas e saídas, inventário, apuração de IPI e ICMS.

SEF – Sistema de Escrituração Fiscal

SINTEGRA – Sistema Integrado de Informações sobre Op. Interestaduais com Mercadorias e Serviços

AREVIRTUAL/SEFAZ-PE – http://efisco.sefaz.pe.gov.br/sfi_com_sca/PRMontarMenuAcesso
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PGDAS – Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional

SEFIP/GRF – Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social

4. Nota Fiscal Eletrônica


NF-e – Documenta uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida
entre as partes.

Nota: O Protocolo ICMS 42/09 objetiva escalonar a ampliação da obrigatoriedade de uso da NF-e de forma
que, até o final de 2010, estejam alcançados por esta obrigatoriedade todos os contribuintes do ICMS que
se enquadrem em pelo menos uma das seguintes situações:

* desenvolvam atividade industrial;


* desenvolvam atividade de comércio atacadista ou de distribuição;
* pratiquem saídas de mercadorias com destino a outra unidade da Federação;
* forneçam mercadorias para a Administração Pública.

A obrigatoriedade da emissão de nota fiscal eletrônica engloba empresas de todos os tamanhos, incluindo
as optantes pelo Simples Nacional.

5. Aplicabilidade da Contabilidade Digital

5.1 Escrituração – Uso do certificado digital para escrituração fiscal e contábil;

5.2 Backup digital – Informações geradas e arquivadas em dispositivos de armazenamento das


diversas áreas da contabilidade;

5.3 Meio ambiente – Contribuição. Menos utilização de recursos naturais – ISO 14000.

6. Criando arquivos digitais e Manipulando Imagens

Ao usarmos os aplicativos contábeis devemos guardar os arquivos digitais, obedecendo o prazo


de acordo com a legislação vigente.
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Seqüência de uso – No PC ou na Web:

Aplicativo contábil – Geração de arquivo – Impressão em PDF – Salvamento padronizado –


Compactação criptografada – Backup em dispositivo de armazenamento.

Seqüência de uso – Utilização de Escâner:

Digitalização, preferivelmente, com resolução de 300dpi – Manipulação da Imagem – Criação de


documento de texto com inserção da imagem digitalizada – Compactação criptografada – Backup
em dispositivo de armazenamento