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Para que possamos compreender como funciona o Ministério de Música na Igreja,


como todas as outras coisas no Reino de Deus, primeiro devemos buscar a entender como
funciona o Reino de Deus, e assim como esta em Mateus 6:33, todas as demais coisas nos
serão acrescentadas. Então se buscarmos entender o que esta no Coração de Deus,
encontraremos respostas para muitas questões que ainda não somos conhecedores. Não
somente questões referentes ao Ministério de Música, mas para toda Vida.
Em Jeremias 33:3 Diz: ͞Peça-me e te responderei coisas grandes e insondáveis que
ainda não conhecem.͟

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Antes de tudo que vamos tratar referente a Louvor e Adoração, precisamos esclarecer
que, quem trabalhar com música ou qualquer coisa relacionada a Louvor e Adoração na Igreja
não pode ser considerado um Levita.

Levita é todo aquele que é descendente direto da tribo de Levi. Segundo o Sacerdócio
de Arão. Então caso você não faça parte dessa linhagem, você não pode ser considerado um
Levita.
O Sacerdócio Levítico é fruto da primeira Aliança, hoje nós Estamos sobre o Sacerdócio
de Cristo, a antiga aliança é inferior a nova aliança em Cristo, e quanto ao aspecto sacerdotal,
podemos ler em Hebreus 7:11-12 o seguinte: "Se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico
(pois debaixo dele o povo recebeu a lei), que necessidade haveria que outro sacerdote se
levantasse segundo a ordem de Melquisedeque e não ser chamado segundo a ordem de Arão?
Pois o sacerdócio sendo mudado, também é necessária a mudança da lei".
Não somos Levitas, nós somos sacerdotes, onde o Sumo-Sacerdote é o nosso Rei, Jesus
Cristo, assim predito por Davi (Salmos 110). Em Hebreus 5 e 7 podemos entender melhor o
que é a ordem de Melquisedeque. Não podemos deixar que esse sofisma (Que o músico na
Igreja é Levita) continue enganando a Igreja de Cristo.

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Nós temos o habito de chamar o Ministério de Música, como Ministério de Louvor e


Adoração, porém isso também gera uma confusão a Igreja.
Para entendermos Melhor essa confusão, primeiramente precisamos entender melhor
o que é Louvor e o que é Adoração para a Igreja.
O Louvor é um ato movido pela Alma, com emoção, de elogiar os feitos de Deus. Pode
ser comunitário, como um ato de aprovação pelas bênçãos recebidas por Deus. É uma
expressão de Vida, que envolve as circunstâncias. Não necessita da presença de Deus.
A Adoração é um ato movido pelo Espírito, com devoção, de entregar (dar) a Deus. É
individual, como um ato de venerar o que Deus é. É um estilo de Vida, incondicional. Depende
da presença de Deus.
Então, a confusão esta na forma que nos expressamos para se referir ao Ministério de
Música. Quando chamamos o Ministério de Música da Igreja de Ministério de Louvor e
Adoração, dar-se a entender que Louvor e Adoração só acontecem quando estamos cantando.
Quando na verdade a música é apenas uma ferramenta utilizada para Louvarmos e Adorarmos
a Deus, mas que também pode ser utilizada para outros fins, e existem outras ferramentas que
podem ser utilizadas para Louvarmos e Adorarmos a Deus.
A palavra ͞ministério͟ deve ser entendida como ͞um exercício de um serviço
determinado dentro da Igreja͟. Assim sendo, ͞ministério de música͟ é o serviço musical
desenvolvido no culto por um grupo de pessoas com habilidades musicais e conhecimentos
teológicos sólidos, que permitam uma ministração de Louvor e adoração através da música na
igreja.
O principal objetivo do Ministério de Música é ajudar a Igreja a entrar na presença de
Deus para uma profunda experiênciaem Sua Presença. Portanto, o Ministério de Música é um
cooperador para levar a Igreja a presença de Deus.

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Já vimos que a música é uma ferramenta para ajudar no Louvor e Adoração da Igreja.
Partindo deste principio, as músicas a serem escolhidas para as ministrações, devem ser de
fácil compreensão musical (Letra e Melodia). Não podemos esquecer que nem todos que
fazem parte da Igreja, são músicos e não entendem a música como nós que somos músicos,
entendemos. A simplicidade é a melhor aliada do Ministério de Música. O principio da
simplicidade parte da compreensão de que todos da Igreja não têm a mesma experiência
musical que os ministros da música da Igreja têm. Lembrando que Simplicidade musical não é
sinônimo de má-execução musical.
O repertório a ser escolhido para cantar nas ministrações, tem que ser de acordo com
o tema ou objetivo da reunião, buscando sempre direcionamento de Deus. O louvor e
Adoração através da música na Igreja independem de estilo musical. Escolha o estilo em que
seja mais agradável para assimilação musical da Igreja, buscando sempre a simplicidade,
lembrando que o repertório não deve agradar a Igreja, mas sim fazer com que a Igreja agrade
a Deus, mas para isso devemos considerar que as músicas serão cantadas pela Igreja num todo
junto com o Ministério, não somente o ministério fazendo uma apresentação.

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A Sensibilidade Musical esta relacionada à forma como ouvimos e entendemos a


música, para que possamos ter uma melhor execução da mesma. A percepção sensível da
música precisa primeiramente da atenção e passividade. Ter boa percepção musical implica
em uma boa execução musical, e coopera para uma boa ministração.
A Dinâmica necessita da Sensibilidade. Sem sensibilidade não há como executarmos
uma canção envolvida com a dinâmica. A dinâmica esta inteiramente ligadaà variaçãoda
intensidade da Música. Em uma música há vários níveis de intensidade diferenciados, que
juntos contam a História da Canção. Uma música sem dinâmica, e uma música sem história,
sem brilho, sem dimensão, sem inicio, meio e fim. A dinâmica é fundamental para a Respiração
da música.
Assim como a Dinâmica, a Cinética necessita também da sensibilidade, e esta
relacionada à velocidade em que uma canção vai ser executada. Essa velocidade é conhecida
como o andamento.O andamento deve ser equilibrado de forma que todos possam
acompanhar, sem variações extremas que venham a atrapalhar e deixar a Igreja dispersa sem
saber o que fazer. Manter a cinética é como manter a pulsação da música.
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Partindo da mesma teoria da Sensibilidade musical, nós também precisamos ter


sensibilidade Espiritual para entender o que é esta acontecendo a nossa volta.
Quando ensaiamos uma canção, estamos fazendo a nossa parte, nos organizando
musicalmente para que haja entrosamento no grupo. Mas quando estamos executando uma
canção em uma ministração, não podemos simplesmente seguir a música como ela foi
organizada, sem voltarmos a nossa atenção para o que esta acontecendo a nossa volta.Há
momentos na ministração que precisamos mudar o que foi organizado no ensaio, sem
desorganizar, isso é ser espontâneo. Dar liberdade para o Espírito Santo se mover da forma
que Ele desejar, e Ele, também se move através da Canção. Precisamos estar atentos para
interpretarmos a forma que o Espírito Santo quer Fluir. Nossa organização esta sujeita ao
mover do Espírito e não o contrario.
Nestes momentos de Espontaneidade é que utilizaremos os chamados Improvisos
Técnicos. É quando devemos deixar a nossa mente aberta para criar e desenvolver a música de
forma espontânea sem perder a sensibilidade, Dinâmica e Cinética da Canção.


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Os assuntos que tratamos, são assuntos pertinentes que devem ser estudados e
reavaliados sempre, pois eles estão sujeitos a mudanças. Por que na verdade, não podemos
dizer que essa seja a única forma de olharmos para o Ministério de Música e conceituarmos
seus valores e funcionabilidades. Aqui nós estamos buscando uma forma mais adequada para
que o Ministério de Música se posicione para edificar a Igreja. Precisamos estar sempre
atentos aos Princípios Bíblicos segundo o direcionamento do Espírito Santo mediante a Palavra
de Deus. Só assim alcançaremos a Vontade do Pai, e aprimoraremos nossos dons e
ministériospara cooperarmos com o Reino de Deus, Servindo aos Santos, Testemunhando ao
Mundo e Adorando a Deus.

Graça e Paz
Victor Machado