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Integração e Desafios da Química em Minas Gerais

Acompanhamento do Índice de Qualidade da Água do Rio Formate

Fabio da Costa Aleixo 1 (IC)*, Marcio Correa Silva 1,2 (PQ), Marcela Izidro 1 (IC), Alex M. Trevelin 1 (IC).

1- Faculdades Integradas São Pedro/ FAESA. Depto de Química. Rod. Serafim Derenzi, 3115. São Pedro, Vitória, ES. 2- Universidade Federal do Espírito Santo/UFES. PROGRAD. Av. Fernando Ferrari, 514, Vitória.

aleixofabio@hotmail.com

Palavras chave: rio, análise, poluição.

Introdução
Introdução

A caracterização físico-química de determinadas regiões é primordial para traçarmos alguns parâmetros quando se trata de poluentes. Assim, através de coletas de dados pode-se analisar o Índice de Qualidade das Águas IQA, do Rio Formate, contrapondo-os à dados coletados anteriormente para que pudéssemos demonstrar o quão importante este manancial é para esta região.

O manancial em questão é o Rio Formate que faz a divisa dos municípios de Viana e Cariacica no Estado do Espírito Santo, sendo enfatizada a situação referente a população de Vila Bethânia em Viana, que no passado aproveitava a água deste rio para inúmeras atividades. Com o passar dos anos algumas empresas se alojaram às margens do rio e junto ocorreu o crescimento demográfico da região. Nesta época não havia muita preocupação com a preservação do meio ambiente, sendo os efluentes gerados pelas indústrias e pela população ribeirinha lançados ao leito do rio sem nenhum tratamento prévio.

Resultados e discussão

A qualidade da água foi analisada de acordo com a Resolução CONAMA 357/05, que regula a condição em que deve se encontrar água nos mananciais, levando em consideração a Classe 2 desta resolução. Está análise pode ser facilmente visualizada a partir do IQA, este índice foi criado considerando os principais fatores de degradação dos corpos de água.

Tabela 1 - Relação entre as faixas de qualidade de água, IQA e as classes de água Resolução CONAMA no 357/05.

IQA

Qualidade

Classe Resolução CONAMA 357/05

COR

80 100

Ótima

Classe 1

 

52

79

Boa

Classe 2 e 3

 

37

51

Aceitável

Classe 4

 

20

36

Ruim

Excede a classe 4

 

0 19

Péssima

Excede a classe 4

 
   

Fonte: (IEMA 1 , 2003, p. 8)

A posse

dos dados possibilitou a construção de

gráficos, como o

figura

1,

evidenciando a

qualidade da água no ponto médio (Pm) em que o rio corta Vila Bethânia, sendo observado ainda que no ponto inicial (Pi) a água se enquadra na classe 2 e o

ponto final (Pf) apesar de possuir níveis bem ruins ainda e possível notar alguns melhores que no Pm.

2002 1999 1998 1996 100 80 60 40 20 0 2000 2001 2000 Inicial (Pi) médio
2002
1999
1998
1996
100
80
60
40
20
0
2000
2001
2000
Inicial (Pi)
médio (Pm)
final (Pf)

Figura 1 - gráfico do IQA, Fonte: (IEMA 1 , 2003) e (SILVA 2 , 1998)

Conclusão
Conclusão

É preciso que os órgãos competentes e as prefeituras dos municípios que o Rio faz a divisa, realizem trabalho de conscientização da população ribeirinha e das indústrias, no sentido de preservar o Rio. Pode-se ainda executar obras visando a despoluição do mesmo para que possa sair da condição de poluído em que se encontra atualmente, passando a vigorar na Classe 2, possibilitando aos moradores aproveitar as suas águas para realizarem as atividades como faziam no passado.

Integração e Desafios da Química em Minas Gerais Acompanhamento do Índice de Qualidade da Água do
Integração e Desafios da Química em Minas Gerais Acompanhamento do Índice de Qualidade da Água do

Figura 2 - Rio Formate, em Vila

Figura

3

-

Rio

Formate,

Bethânia, Fonte: Aleixo, 2010

próximo

a

nascente,

Fonte:

Aleixo, 2010

 

Agradecimentos

Programa Nossa Bolsa e FAESA

________________

1 IEMA Gerência de Recursos Hídricos (GRH): Qualidade Das águas Interiores Do

Estado Do Espírito Santo 1998-2002: 2003.

2 SILVA, L. M.: Tese de Mestrado: Características Físico-Químicas e

Bacteriológicas da Água e Riqueza De Macroinvertebrados Bentônicos do Rio Formate: 1998. 3 MOTA, S.: Introdução a engenharia ambiental: 3. ed Rio de Janeiro: ABES: 2003. 4 BRAGA, B.; Et al.: Introdução à engenharia ambienta: 2. ed.: São Paulo: Pearson Prentice-Hall: 2009.