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DEDICATED TO MAKING A DIFFERENCE

Publicação | BCSD Portugal | nº 10 | Março 2007 | Trimestral | Distribuição Gratuita | www.bcsdportugal.org

Eventos
Design Sustent‡vel
22 Nov ‘06 13 Fev ‘07
Conferncia Anual BCSD Directiva Responsabilidade Um dos grandes desafios que a actividade do design
Portugal - Turismo Sustent‡vel Ambiental enfrenta Ž o desenvolvimento de processos de design
O BCSD Portugal com o patroc’nio O BCSD Portugal realizou no
da Esp’rito Santo Resources e em passado dia 13 de Fevereiro uma que permitam estar em sintonia com o contexto da
parceria com a Sair da Casca, realizou sess‹o de esclarecimento e debate
no passado dia 22 de Novembro sobre a Directiva 2004/35/CE do
natureza. Praticamente todas as fases do design, desde
a Conferncia Anual 2006, dedicada Parlamento Europeu e do Conselho, os processos de fabrico, ˆ constru‹o devem ser
ao Turismo Sustent‡vel. cujo princ’pio fundamental Ҏ o da
O evento decorreu em Lisboa no responsabiliza‹o financeira do
reequacionados. O design existe desde o primeiro
Centro de Congressos do Centro
Cultural de BelŽm (Sala Almada
operador cuja actividade tenha momento em que se pensa um novo produto,
causado danos ambientais ou
Negreiros) e contou com a presena
a ameaa iminente de tais danos,
envolvendo a estratŽgia comercial e an‡lise do mercado,
do Presidente do BCSD Portugal,
Eng.¼ Francisco S‡nchez, para alŽm a fim de induzir os operadores a identidade corporativa, os aspectos tŽcnicos da
a tomarem medidas e a desenvol-
de outras individualidades, nacionais
veram pr‡ticas de forma a reduzir
realiza‹o do produto e a comunica‹o do produtoÉ
e internacionais, que se destacam
neste sector. os riscos e danos ambientais.Ó
Mais informa›es em
www.bcsdportugal.org
Editorial

30 Jan ‘07 A sustentabilidade, o design e a educa‹o


Lanamento Estudo sobre
Relat—rios de Sustentabilidade Sustentabilidade Ž a palavra do momento. Em todas as conversas de empres‡rios e pol’ticos
em Portugal
No passado dia 30 de Janeiro teve lugar,
o assunto Ž parte do discurso. De facto mais do que um dever Ž uma obriga‹o, atender
no pequeno audit—rio da Culturgest, e implementar os seus princ’pios e para que a oportunidade que parece ainda existir se torne
a apresenta‹o dos resultados sobre realidade: a manuten‹o dos n’veis de vida, em todos os aspectos para as gera›es vindouras.
ÒProdu‹o e Publica‹o de Relat—rios
de Sustentabilidade em PortugalÓ, O design, como factor transgeracional de mudana, adequa‹o e escolha, vivido de uma forma
realizado pela KPMG em parceria com din‰mica e actuante permite desde j‡ op›es seguras e conscientes para estabelecer essas
o BCSD Portugal e a Informa D&B.
O question‡rio que serviu de base a este
correntes dominantes.
estudo foi dirigido ˆs 500 maiores Mas acima de tudo e na sua origem est‡ como para muitas outras situa›es a educa‹o.
empresas nacionais, das quais 103 Educa‹o essa que ser‡ mais uma vez determinante para que conhecimentos interdisciplinares
responderam, 48% destas membros
do BCSD Portugal.
permitam uma efectiva pol’tica global de desenvolvimento sustent‡vel. E para isso Ž necess‡rio
Este relat—rio encontra-se dispon’vel formar, continuamente, reforando o interesse empresarial e pol’tico, ao da opini‹o pœblica,
em www.bcsdportugal.org num movimento œnico e compacto, sem fundamentalismos mas com fundamentos.

Manuel Patarrana
BactŽria - Comunica‹o, Consultadoria e Design

BCSD Portugal
World Business Council for
Conselho Empresarial para o
Sustainable Development
Desenvolvimento Sustentável
Entrevista Noticias

Entrevista 12 Mar ‘07


ao Professor Sess‹o de esclarecimento sobre Relat—rios
de Sustentabilidade
e com o apoio do Banco Santander Totta. Esta
sess‹o contou com as presenas do Banco
Carlos A. Barbosa Realizou-se no passado dia 12 de Maro, mais Santander Totta, do Grupo Portucel Soporcel, do
uma Sess‹o de esclarecimento sobre Relat—rios Metropolitano de Lisboa e da Brisa. Este debate
Professor da Escola Superior de Design do IADE
Coordenador do Núcleo de Design de Sustentabilidade, evento este elaborado em serviu de partilha de experincias entre as
para a Sustentabilidade. parceria entre a Sair da Casca e o BCSD Portugal empresas associadas ao BCSD Portugal.

1 - H‡ diversos factores a ter em conta para


uma mudana dos actuais padr›es de produ‹o

Quatro novos membros


e consumo insustent‡veis. Em sua opini‹o, qual
poder‡ ser o papel do design para a implementa‹o
de novos padr›es de produ‹o e consumo mais

do BCSD Portugal
sustent‡veis?
A ac‹o do design ser‡ mais eficaz quando integrada
na estratŽgia das empresas. Assim, as op›es
relativamente aos sistemas tecnol—gicos, ˆ tipologia
de solu›es e ao marketing comunicacional, dever‹o
resultar do planeamento estratŽgico global da empresa,
tendo em considera‹o os factores exigidos para uma
gest‹o de sucesso.
Definidos os critŽrios do planeamento, o design disp›e
de ferramentas e metodologias para o desenvolvimento
de propostas - produtos ou servios - cujos par‰metros
correspondam aos imperativos da sustentabilidade
quer no que se refere ˆ utiliza‹o de tecnologias da
produ‹o amigas do ambiente quer no que diz respeito
ˆ origem e caracter’sticas das matŽrias primas.
Para serem criados paradigmas de consumo

Eficincia EnergŽtica
sustent‡veis, a interven‹o do design ter‡ em conta
os aspectos culturais e sociol—gicos que enformam os
h‡bitos de uma sociedade consumista, estimulada Workshop
pelas estratŽgias de mercado especulativas que tm
como consequncia uma oferta diversificada baseada Foi estabelecido um calend‡rio para os Workshop's a realizar no decorrer
mais em pressupostos de concorrncia e menos nas deste ano. Desta forma as datas ser‹o as seguintes:
reais necessidades dos consumidores.
No entanto a sustentabilidade nas op›es da produ‹o
e do consumidor sup›e uma mudana de mentalidades. Lisboa: 20 Abril, 24 Maio, 02 Outubro e 14 Novembro
2 - A preocupa‹o com os aspectos ambientais de Porto: 12 Abril, 17 Maio, 27 Setembro e 08 Novembro
um produto dever‡ existir em todos os est‡gios de
desenvolvimento do mesmo. Em que medida Ž que
a aplica‹o de critŽrios de design sustent‡vel poder‹o
contribuir para a redu‹o do impacte ambiental durante
todo o ciclo de vida de um produto? Workshop
ÒComo eleborar um Relat—rio
O design de produtos sustent‡veis insere-se num
processo que, sob o ponto de vista metodol—gico,
Ž idntico ao do design de produtos de caracter’sticas,

de SustentabilidadeÓ
convencionalmente, mais conotadas com
as actividades do marketing comercial.

O desenvolvimento de solu›es sustent‡veis


fundamenta-se no conceito de ciclo de vida que, A Sair da Casca em colabora‹o de Sustentabilidade. A primeira
ao considerar o princ’pio Òfrom the cradle to the graveÓ
equaciona as implica›es de car‡cter ambiental, social
com o BCSD Portugal criou sess‹o teve lugar no dia 28 de
e econ—mico subjacentes a cada op‹o - desde o Workshop ÒComo elaborar um Fevereiro, estando j‡ agendadas
a origem dos materiais, passando pelo transporte, Relat—rio de Sustentabilidade (RS)Ó novas datas para os dias 26 de
produ‹o, distribui‹o, uso e as alternativas do destino
e que consiste numa ac‹o Maro (Lisboa) e 4 de Abril (Porto).
final quando o produto terminar o ciclo de utilidade
para que foi concebido. de forma‹o, que responde ˆ Para mais informa›es por favor
Para esse efeito, existem ferramentas que permitem necessidade das organiza›es em consulte: www.bcsdportugal.org
a avalia‹o do processo conceptual, do sistema planear e produzir o seu Relat—rio ou www.sairdacasca.com
tecnol—gico e do produto final tais como o LCD (Life
Cycle Design) e a LCA (Life Cycle Analysis), que podem
ser aplicados em todas as fases e a diferentes n’veis
desse processo garantindo uma informa‹o bastante
rigorosa dos respectivos valores impactantes.
Deste modo o design pode assegurar a viabilidade
Encerramento
econ—mica das solu›es, preencher os requisitos das
normas de Qualidade, satisfazer as necessidades reais
dos consumidores e minimizar os efeitos negativos
do Projecto YMT 2006
na Natureza. No dia 22 de Fevereiro decorreu Foi tambŽm apresentada a iniciativa
No entanto, a consecu‹o destes objectivos s— a sess‹o de encerramento da 2» Alumni, que pretende estabelecer
Ž poss’vel com a utiliza‹o de matŽrias primas obtidas
a partir de recursos renov‡veis com o uso
edi‹o do Projecto YMT, nas uma rede de contactos entre
de tecnologias amigas do Ambiente que operem com instala›es da EDP, em Lisboa. os antigos participantes do Projecto.
fontes energŽticas alternativas ˆs fornecidas atravŽs Foram lanadas as publica›es
de combust’veis f—sseis e com op›es de transporte,
f i n a i s s o b re R e l a t — r i o s d e
quer dos materiais quer dos produtos, que causem
os menores impactos no que diz respeito ˆ polui‹o Sustentabilidade e Comunica‹o
atmosfŽrica. Interna e foi entregue a cada
Utopia? N‹o. Apenas os procedimentos que se imp›em participante o Diploma de
de acordo com os estudos cient’ficos que alertam para
a imperiosa necessidade de uma mudana a n’vel das
Embaixador do Desenvolvimento
actividades humanas, causa principal do estado Sustent‡vel, pelo Presidente do
de degrada‹o em que se encontra a Terra, afectando BCSD Portugal, o Eng.¼ Francisco
a biodiversidade que, em muitos casos j‡ atingiram
situa›es irrevers’veis.
S‡nchez. (Publica›es dispon’veis
e m w w w. b c s d p o r t u g a l . o rg ) .
Destaque

Design Sustent‡vel

Um dos grandes desafios que respondam ˆ procura do Òbem-socialÓ de forma consciente e pedag—gica, que
a actividade do design enfrenta Ž o e que usem o m’nimo poss’vel dos alertem e estimulem o seu pœblico-alvo
desenvolvimento de processos de design recursos ambientais, criando, quando para a sustentabilidade ambiental, pois
que permitam estar em sintonia com o poss’vel, produtos limpos e recicl‡veis, desempenham hoje um papel
contexto da natureza. Praticamente todas biocompat’veis, de baixa intensidade preponderante na mudana
as fases do design, desde os processos material ou desmaterializados. de comportamentos, na cria‹o de novas
de fabrico, ˆ constru‹o devem ser linguagens de comunica‹o e na
reequacionados. O design existe desde O Papel dos Designers intermedia‹o com a sociedade.
o primeiro momento em que se pensa
um novo produto, envolvendo a estratŽgia Os designers tm um papel vital O Caminho a seguirÉ
comercial e an‡lise do mercado, na transi‹o, configurando um novo
a identidade corporativa, os aspectos mundo e mudando padr›es de consumo O Design Sustent‡vel dever‡
tŽcnicos da realiza‹o do produto e estilos de vida para que sejam racionalmente caminhar no sentido de
e a comunica‹o do produto. coerentes com esta nova realidade. manter o n’vel dos recursos dispon’veis,
O papel dos designers Ž construir em harmonia com uma evolu‹o
O design sustent‡vel deixou, h‡ muito, cen‡rios para estimular a discuss‹o e a econ—mica, cultural e tecnol—gica.
de ser uma escolha, Ž uma necessidade. inova‹o, ajudando na regenera‹o dos O conceito requer que um sistema
Os paradigmas da sustentabilidade aspectos sociais e meio ambientais dos industrial seja analisado em conjuga‹o
j‡ romperam com os conceitos tecidos da sociedade, onde ajudar‡ com os sistemas que o rodeiam. ƒ uma
de concep‹o, projecto e desenvol- a sociedade a ajustar-se a uma nova vis‹o sistem‡tica em que se procura
vimento de produtos. Os novos rumos realidade. Eles podem contribuir com optimizar a totalidade do ciclo de vida
gerados, j‡ consolidados nos pa’ses solu›es sustent‡veis condizentes com de produtos, desde as matŽrias virgens,
desenvolvidos, reflectem-se rapidamente as fun›es ecosistŽmicas do Planeta, passando pelos materiais na sua forma
na forma produtiva mundial. ƒ atravŽs sem deixar de gerar contributos para a final, componentes, produto obsoleto,
do design que se faz a liga‹o, a ponte economia. Assistimos hoje a uma atŽ ao seu processamento em fim de
entre o sistema antigo e o novo sistema tendncia para que os designers nas vida. Esta an‡lise envolve a optimiza‹o
de produ‹o e consumo de uma futura empresas se tornem cada vez mais de recursos materiais, energia e capital.
sociedade sustent‡vel, onde o meio o elemento catalisador e coordenador Conhecer as subst‰ncias e os processos
ambiente Ž a prioridade. de todo o processo de desenvolvimento industriais que originam os produtos,
do produto, em vez de serem chamados ajuda a saber se eles podem ou n‹o ser
O conceito de desenvolvimento na fase final do seu desenvolvimento reutilizados ou reciclados, depois que
sustent‡vel tem como principal objectivo para o redesenhar da forma sobre as viram res’duos. Se os profissionais
integrar os ciclos produtivos, tecnol—gicos estruturas montadas pelos engenheiros tiverem acesso a esses conhecimentos
e biol—gicos a fim de garantir ou outros tŽcnicos. desde a sua forma‹o, ser‡ muito mais
o desenvolvimento cont’nuo de uma Com o seu conhecimento e criatividade, f‡cil promover e participar de ac›es que
sociedade eficiente e integrada ao seu eles dever‹o propor inova›es que ajudem ao meio ambiente.
ambiente. PorŽm, vivemos num per’odo aproveitem os recursos (‡gua, energia, Os Designers dever‹o procurar novas
de transi‹o entre uma cultura material, material de constru‹o) de forma mais formas de conceber os produtos
de produtos tipicamente materiais, e uma adequada ao clima, e ˆ cultura local, utilizando menos embalagem e de
cultura virtual, de produtos em interferindo de forma positiva satisfazer a procura de novos e melhores
desmaterializa‹o. Contudo, essa no ambiente. produtos sem depreciar os nossos
mudana em processo, ainda n‹o recursos naturais. Devem certificar-se
favorece o desenvolvimento de um design O trabalho do designer afecta tanto a de onde vm e como s‹o fabricados os
sustent‡vel nos pa’ses de periferia, visto produ‹o industrial como afecta as v‡rias produtos utilizados nos trabalhos, se s‹o
que n‹o conseguiram atingir o n’vel de formas de comunica‹o com perigosos ou se tm riscos para a saœde
desenvolvimento tecnol—gico, econ—mico a sociedade. Para alŽm disso, o designer e qual a melhor maneira de us‡-los. Os
e produtivo dos pa’ses de centro. Neste possui tambŽm a forma‹o necess‡ria profissionais precisam de conhecer bem
contexto, o designer deve participar no para gerir conhecimentos e redireccionar os materiais, atŽ para substitu’-los se
planeamento das ac›es produtivas, nas o estado das coisas. ƒ importante que poss’vel ou necess‡rio. Est‹o em jogo
fases de projecto, constru‹o, utiliza‹o os profissionais desta ‡rea orientem a saœde e a qualidade de vida dos
e reutiliza‹o, com o prop—sito de gerar as suas escolhas perante as empresas trabalhadores, dos clientes e da comu-
produtos e servios renov‡veis os quais e a sua atitude perante os clientes nidade, alŽm da integridade do ambiente.
Casos

Optimus - Estudo de ecodesign


e comunica‹o ambiental de embalagens
Qual a propor‹o ideal de uma embalagem? destinadas ao consumidor final e aos v‡rios Roda Ecol—gica (Eco-Wheel), Eco-Compass,
Ser grande e vis’vel para criar mancha na elementos intervenientes na totalidade da Avalia‹o de Ciclo-de-Vida - ACV (Life-cycle
montra ou reduzida ao m’nimo para cadeia do produto (concep‹o, produ‹o, Assessment -LCA), ecoindicadores e software
se reduzir custos e ser mais eco-eficiente? distribui‹o, venda e p—s-venda). espec’fico para muitos destes mŽtodos (para
informa›es consultar referncias
Para responder objectivamente a este dilema, Embora incluindo uma vertente comunica- bibliogr‡ficas no final do artigo).
a Optimus encomendou um estudo que cional/educativa e comportamental associada
contemplou a an‡lise de produto para melhoria ao bin—mio Produ‹o/Consumo Sustent‡vel,
fabrica‹o distribui‹o
das embalagens de telem—veis, ao n’vel do o estudo n‹o esgota as possibilidades do
seu (eco)design e comunica‹o/informa‹o conceito de Desenvolvimento Sustent‡vel de
matŽrias primas utiliza‹o/consumo
ambiental. Produto (Design Sustent‡vel, ou Design para
a Sustentabilidade), mais exigente que o de
Os principais objectivos inclu’ram: Ecodesign, e que implicaria uma abordagem recupera‹o e valoriza‹o
- minimiza‹o da massa e volume de materiais mais completa e complexa das dimens›es Fig.2 - fechar ciclos: representa‹o do ciclo-de-vida
colocados no mercado; sociais (figura 1). de produto que comea um segundo ciclo
- aumento do uso de materiais reciclados ou (com base em ADEME, 1999:66).
mais amigos do ambiente;
Design p/ a sustentabilidade
- disponibiliza‹o de informa‹o ambiental Este estudo foi realizado pelo Eng.¼ Rui Leal
para o consumidor sobre como dispor de Ecodesign da Faculdade de Psicologia e de Cincias da
todos elementos que comp›em o produto Design de produto Educa‹o da Universidade do Porto
colocado no mercado e outras indica›es de produ‹o economia, funcionalidade consumo (FPCEUP), a qual vem desenvolvendo nos
boas pr‡ticas ambientais, nomeadamente estŽtica, segurana œltimos anos, no ‰mbito da Licenciatura em
pistas para fomentar politica 3 R's (Reduzir, Cincias da Educa‹o, e do Centro de
+ quest›es ambientais
Reutilizar e Reciclar); e Investiga‹o e Interven‹o Educativas (CIIE-
- optimiza‹o ambiental do processo/circuito + quest›es sociais/Žticas FPCEUP), trabalho de investiga‹o e docncia
log’stico dos terminais colocados no mercado. no cruzamento do Ecodesign com a Educa‹o
Fig.1 - abrangncia dos conceitos de design e Comunica‹o Ambiental.
Este trabalho incluiu a recolha de informa›es com preocupa›es ambientais
(com base em Tischner, 2005:s/p).
atravŽs de: i) an‡lise das embalagens em Como resultado obtivemos elementos de
estudo; ii) realiza‹o de entrevistas e visitas Tm vindo a ser desenvolvidos ao longo dos grande valia nos dom’nios da ecoeficincia e
no terreno para an‡lise dos processos de œltimos anos, por diferentes institui›es de ecodesign capazes de apoiar o trabalho das
produ‹o, distribui‹o e venda; iii) an‡lise de investiga‹o em diversos pa’ses, mŽtodos e ‡reas de Gest‹o, Comunica‹o e Marketing,
documenta‹o relevante; iv) realiza‹o de um instrumentos tŽcnicos e de gest‹o para apoio Design, Produ‹o, Distribui‹o, Vendas (e
inquŽrito a clientes da Optimus. Todas estas ao desenvolvimento ambiental de produtos e p—s-vendas), e Ambiente. Nomeadamente ao
informa›es e dados foram analisados, servios. Ferramentas, das mais simples e n’vel das possbilidades de redu‹o dos custos
tratados e discutidos procurando cumprir com expeditas, ˆs mais sofisticadas e completas, de embalagem, redu‹o do fluxo e desperd’cio
os objectivos iniciais previstos, de onde para facilitar e precisar o trabalho de eco- de materiais, optimiza‹o da produ‹o,
resultaram: por um lado, propostas de projecto aos designers e ˆs empresas, numa stockagem e transporte, melhoria da imagem
melhorias ao n’vel da concep‹o - (eco)design perspectiva de ciclo-de-vida dos produtos e e da comunica‹o ambiental interna e com
- produ‹o, uso e destino final das embalagens servios (figura 2): desde o uso de Checklists, clientes.
em estudo, numa —ptica de ecogest‹o; por Ecodesign Charts, Matriz MET (Materiais,
outro lado, recomenda›es concretas ao n’vel Energia, Toxicidade), Matriz de Eco-portfolio,
da comunica‹o e informa‹o ambiental

Factos

Lanamento da vers‹o Lanamento da vers‹o Visita do BCSD Portugal


portuguesa Caminhos para 2050 portuguesa çgua - Factos ao BCSD U.S.
e Tendncias
Realizou-se no Espao Sus- No passado ms de Fevereiro, o BCSD Portugal
tentabilidade da EDP, no dia O BCSD Portugal, com fez uma visita ˆ nossa organiza‹o congŽnere
26 de Maro, o lanamento o patroc’nio da ADP lanou nos Estados Unidos. Este encontro serviu n‹o
da vers‹o portuguesa da a vers‹o portuguesa da s— para trocar experincias das nossas
publica‹o do WBCSD publica‹o çgua - Factos actividades,
ÒCaminhos para 2050Ó. Para e Tendncias, no dia 22 de mas tambŽm
alŽm da presena do Maro - Dia mundial da para aprofundar
presidente do BCSD Portu- çgua. o Projecto
gal, Francisco S‡nchez, este Simbioses
evento contar‡ com a pre- Industriais, j‡
sena de Lorenz Koch, respons‡vel pelo grupo em desenvol-
de Trabalho de Energia e Clima do WBCSD. vimento neste
pa’s.

Calend‡rio de eventos BCSD Portugal


Encontro de Delegados - 21 Junho Encontro de Presidentes - 17 Outubro

Ficha Técnica:
Edi‹o: Redac‹o Propriedade: BCSD Portugal
Design Av. de Berna, nº 11, 8º andar, 1050-036 Lisboa, Portugal

e Produ‹o: Tel +351 217 819 001 | Fax +351 217 819 126
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Coordenação: Luís Rochartre Álvares e Susana Azevedo Tiragem: 500 exemplares bacteria.lisboa@netcabo.pt E-mail: info@bcsdportugal.org | Web: www.bcsdportugal.org
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