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Assunto: [artigosMarySchultz e] JESUS CRISTO

Jesus Cristo, Rei dos reis e Senhor dos


senhores

Se existe um mistério em toda a Bíblia, que é maior e mais


impactante do que tudo que ali é a mais pura verdade, este é o
que trata da Pessoa Eterna do Senhor Jesus Cristo. No capítulo 1
de Gênesis, Ele é o responsável por toda a criação, nestas palavras
sobrenaturais: “E disse Deus” (Gênesis 1:3). Quando observamos
o valor destas três palavras faladas nove vezes no capítulo 1 de
Gênesis, temos a comprovação do que o apóstolo diz em João
1:3:

“Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que
foi feito se fez”.

Sempre que Deus fala, Ele o faz através da Pessoa do Verbo


Eterno. O pai abriu a porta ao Seu Filho Jesus Cristo, quando
disse: “Façamos o homem...” (Gênesis 1:26). Que frase
grandiosa foi esta usada pelo Pai, na Escritura Sagrada, para
preencher toda a revelação da Bíblia. Tentar remover o Filho da
revelação divina é criar uma falsa religião.

Deus Pai não poderia descer à Terra para nos redimir, tendo
em vista Sua inatingível Santidade; mas pôde enviar o Seu Filho
numa forma humana. A preparação para este sacrifício teve início
quando aconteceu o primeiro pecado do homem. Um animal foi
morto, a fim de prover uma oferta de sangue, o que significava

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uma sombra do que iria acontecer na cruz, quando o Seu Filho
seria oferecido como o Cordeiro. Nenhum resquício de esperança
para a redenção humana poderia existir, antes que o sangue
imaculado do Filho de Deus fosse derramado sobre a Cruz do
Calvário.

Em Gênesis, Cristo é o VERBO. Em Êxodo, Ele é a Água


que brota da Rocha. Em Levítico, Ele é o sacerdote do futuro. Em
Números, Ele é o sacrifício pelo pecado. Através de toda a Bíblia,
Ele nunca deixa de ser o centro de toda a Escritura. Ele é a
Palavra oculta na Palavra escrita. [Sendo a Palavra Viva (ou
Verbo), Ele se funde com a própria Palavra escrita por Deus]. Ele
resplandece constantemente em todo o Velho Testamento.
Salomão diz que Ele é a “rosa de Sarom, o lírio dos vales”
(Cantares 2:1). Isaías o viu assim: “Porque um menino nos
nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus
ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro,
Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. Ele era o
Filho que aguardava a hora de resplandecer em Sua encarnação
(João 1:14). Sua vinda à Terra colocou o mundo nos trilhos.
Mesmo quando ainda era um bebê, em Belém, um rei tentou se
livrar de Sua presença e muitos bebês inocentes foram mortos,
quando esse rei tentava exterminá-Lo. Quando Ele começou a
pregar, deixou enfurecida a plêiade de religiosos. Mas os Seus
inimigos não poderiam matá-Lo, até que chegasse a hora
estabelecida pelo Pai. Sua morte transformou a moldura de todas
as eras e tudo passou a figurar como “antes” e “depois” de Cristo.
Sua vida foi importante e Sua morte foi extraordinária. Ele não
apenas morreu, mas atravessou o vale da sombra da morte sem
entrar em corrupção, como somente um Deus poderia tê-lo feito,
tendo transformado a morte num simples suspiro. Ele não apenas
vive, como toda alma que Lhe pertence, pela redenção de Sua
morte, vive agora pelo poder de Sua ressurreição e não pode
morrer eternamente. Ele convoca os Seus escolhidos para viverem
uma nova vida de santidade e está preparando uma Noiva para a
Sua Nova Jerusalém...

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Quando o Filho Eterno regressou à presença do Pai, foi por
Ele exaltado. O que poderia significar “ser exaltado”, além da
condição de filiação divina que Ele já gozava antes da fundação
do mundo? Paulo responde em Filipenses 2:9-11: “Por isso,
também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome
que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre
todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da
terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR,
para glória de Deus Pai”.

No Livro do Apocalipse, João viu a Sua glória. Existem, de


fato, 41 palavras descrevendo a Sua glória, nos 13 versos de
Apocalipse 1. São muitas as belas palavras descrevendo- O, mas
um título que ainda Lhe será dado é “Rei dos reis e Senhor do
senhores”... Ele é o Filho unigênito do Pai, o Sumo Sacerdote de
toda a obra da redenção; o Príncipe de todos os reis da Terra; Ele
está assentado à destra do Pai, em toda a Sua glória celestial.

Esse título futuro se refere à Sua relação com a Noiva e


com os reis e sacerdotes do Reino Milenar. Este será o titulo que
nós (os escolhidos que iremos nos sentar à mesa das Bodas do
Cordeiro) iremos Lhe dar. No momento estratégico, durante a
maior celebração da história da Igreja, toda esta multidão
vitoriosa estará em completa atenção.

O apóstolo Paulo viu esse dia futuro, quando a mais alta


honra na compreensão humana será concedida a Cristo, nosso
Senhor. A língua revela que essa glória é futura e se relaciona ao
Seu governo no Reino Milenar: “A qual a seu tempo mostrará o
bem-aventurado, e único poderoso SENHOR, Rei dos reis e
Senhor dos senhores; Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e
habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu
nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno.
Amém”. Somos os Seus súditos e para nossa grande honra,
iremos declarar isto a todos os Céus e Terra, os quais se alegrarão,
sabendo que Jesus Cristo é o Rei dos reis e Senhor dos
senhores. Toda a nossa honra estará sujeita à Sua honra.

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Logo após a Ceia das Bodas do Cordeiro, e quando toda a
honra deste evento celestial tiver sido entregue, os salvos irão
receber seus galardões. Em seguida, o Eterno Ungido do Senhor
deixará a sala do banquete celestial para montar no Seu cavalo
branco. Convocando o Seu exército composto dos santos
galardoados, inclusive dos reis e dos sacerdotes, ele descerá à
Terra pela segunda vez, a fim de derrotar o exército inimigo do
Seu povo, na Batalha do Armagedom. Logo em seguida, Ele
tomará posse de Jerusalém e da Terra inteira. Em Apocalipse
19:11,15,16, João nos conta: “E vi o céu aberto, e eis um cavalo
branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e
Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. ... E da sua boca saía
uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as
regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do
vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. E no manto e
na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos
senhores”.

O julgamento da Terra, efetuado durante os sete anos da


Grande Tribulação, terá purificado o planeta para a vinda dos mil
anos de paz e prosperidade, que vão ter início.

O Rei dos reis e Senhor dos senhores reinará sobre o


Trono de Davi, em Jerusalém e os Seus escolhidos serão a alegria
de toda a Terra. Seus reis e sacerdotes governarão com justiça e
equidade e todas as honras Lhe serão prestadas. Servir a Cristo no
Milênio será uma das maiores honras para os Seus santos. Esta
honra será dada aos escolhidos pelo Pai, conforme Mateus 20:23:
“...mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não
me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem meu Pai o
tem preparado”.

Pr. Joseph Chambers - “Saints Crowning Jesus Christ King


of Kings”.

Paw Creek Ministries, USA.

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Mary Schultze, 22/12/2008.