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21/03/2011 Direito e Cultura

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Decisões Judiciais >> Imagem
A rtigos e Pareceres

A lgumas decisões sobre Direito de Imagem


Legislação

Decisões Judiciais
Pro ce sso: AMS 2001.34.00.004203-1/DF; AP ELAÇ ÃO EM MANDADO
DE SEGUR ANÇ A. R e lato r: DESEMBAR GADO R A FEDER AL SELENE MAR IA
Propriedade DE ALMEIDA. C o nvocado: JUÍZA FEDER AL MÔ NIC A NEVES AGUIAR DA
Intelectual SILVA (C O NV.). Ó rgão Julgado r: Q UINTA TUR MA.
Publica çã o:31/07/2009 e -DJF1 p.117
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A rtistas
Leis de Incentivo

Decisões
administrativas

Sites Sugeridos Data da De cisã o: 13/07/2009. De cisã o: A Turm a , por unanim idade,
ne gou provim ento ao a pelo e à re m essa oficial. Em enta: MANDADO
DE SEGUR ANÇ A. PR O C EDIMENTO ADMINISTR ATIVO . MINISTÉRIO DA
Bibliografia sugerida C ULTUR A. DIVULGAÇ ÃO DE INFO R MAÇ Õ ES NA INTER NET. VIO LAÇ ÃO
DO DIR EITO ÀIMAGEM. ATR IBUTO . SENTENÇ A C O NFIR MADA. 1. A
atitude da Adm inistra ção Pública e m divulgar no site do Ministério
Dúvidas Freqüentes
da C ultura peça s do s pro cedim entos a dm inistrativo s que envolve m
os im pe trantes, se m dispo nibilizar conjunta m ente os argum e ntos
Direito e Esporte de defe sa , viola o direito à im age m - a tributo da apela da. 2.
Apela çã o da União e rem essa oficial im providas. R e ferência:
LEG:FED LEI:009784 ANO :1999 AR T:00002
A rquivo de notícias

DANO MO R AL. O FENSA. HO NR A. IMAGEM.O auto r, recorrido, jogado r


de fute bol, inte rpôs a çã o de indenizaçã o objetivando o
ressa rcim e nto dos danos à sua honra e im age m contra em presa de
jo rnalism o que publico u, em sua re vista , m até ria refe rente a
acidente s de trâ nsito, utilizando-se do seu a pelido e de sua fo to
em ca pa de re vista de grande circula ção. A recorre nte aduz que, em
se tratando de m até ria jo rnalística (a rt. 27, VIII, da Le i n.
5.250/1967), não há que se fa lar e m dever de indeniza r. A
condena ção im posta de nota desproporção entre a m e nsuração da
ex tensão do dano e a gravidade da culpa. Afirm a que as
ex pressõ es utilizadas na m a téria já fora m valoradas pe lo Poder
Judiciário e m sede de ação crim ina l, quando se a fastou a
ofe nsividade de ssas em re laçã o ao re co rrido. Alega ainda ser
dispe nsável a auto rização para o uso da im age m do re co rrido , já
que sua utilizaçã o deu-se para ilustrar reportagem de inequívoco
interesse público . O Min. R e lato r dava parcial provim ento ao recurso
ao e ntendim ento de que a e m presa de jo rnalism o, a o em prega r a
no tória alcunha co nfe rida ao re co rrido pe la im pre nsa espo rtiva,
confe rindo-lhe cono tação am bígua no título da m atéria , e ao utilizar
im age m da que le, sem sua auto rização, em contex to dive rso e
de precia tivo pro picio u ine quivo ca m ente abalo à honra e à im age m
da que le, aca rretando-lhe, po r co nse guinte, a o brigação de re para r
os dano s causa dos. Afastado pela Justiça crim ina l o crim e do art.
22 da Le i de Im prensa (Le i n. 5.250/1967) im puta do ao a utor da
m a téria jornalística , não há qualquer ó bice para que a que le que se
considere prejudicado pela veiculaçã o da m a téria jornalística
pleite ie, pe rante a Justiça cíve l, a re para çã o civil pelo s da nos
m o rais e m a teria is dela decorre ntes. O dano à im age m de co rrente
de sua inserçã o em conte x to de precia tivo, alé m de ensejar
reparaçã o ex trapa trim onial, po derá, se de m o nstrado que a
utilização inde vida da im agem de a lguém pro picio u algum ganho,
um enriquecim e nto indevido a outrem , acarre tar a reparaçã o de
caráte r patrim o nia l. O Min. Sidnei Beneti, e m se u voto vista,
entendeu que a publicaçã o não te ve o intuito de ofe nde r a honra
do auto r. No caso já ho uve a absolviçã o crim ina l do jo rnalista,
acusado, em queix a-crim e m ovida pelo auto r, do com e tim e nto de
de lito contra a honra e tal abso lviçã o não se fundou e m falta de
pro va s (C PP , art. 386, VI), m as sim , ao co ntrário, e m não constituir
o fa to infração pe nal (C PP, a rt. 386, III). Q uer dizer: nã o se
configura ram injúria , ca lúnia o u difam a ção, isto é , ausente o intuito
de o fender. Essa ausê ncia do intuito de ofender tra nsm igra para o
julgam ento da questã o cível de ação de inde nização por dano
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julgam ento da questã o cível de ação de inde nização por dano
m o ral e , um a ve z a usente o intuito de ofender por pa rte do
pro fissio nal de im prensa responsável pela m atéria, te m -se que
ausente, tam bé m , a responsa bilidade indeniza tória da revista que
a publico u. Não há com o ex igir o sentido único de direcio nam ento
da im prensa pa ra a versão favorá ve l. Todas as figura s públicas,
nã o só ocupantes de cargos e funçõe s pública s, m a s tam bém as
pa rticula res que se tornam públicas pela ex posição da im a gem , sã o
obriga das a convive r co m o destaque da inte rpreta ção a gradável o u
de sagradáve l que seja dada ao s a tos que pratica m e aos fatos que
as envolvem . Não houve m a is que incôm o do ou desco nfo rto
pe ssoal pe la e x po siçã o de cara cterísticas pró prias já a ntes
am pla m ente divulgada s, co m fruição pe ssoal, e no tícia de fatos
efe tivam e nte oco rrido s, ou se ja, o a cidente e a condenação, a inda
que suje ita a re curso . Diante disso, a Turm a, por m aioria , de u
pro vim ento ao recurso. R Esp 1.021.688-R J, R el. originá rio Min.
Massa m i Uyeda , R el. pa ra acórdão Min. Sidne i Be neti, julga do em
23/6/2009.

R EC UR SO ESP EC IAL R ESPO NSABILIDADE C IVIL E DIR EITO


PR O C ESSUAL C IVIL. DEC LAR AÇ Õ ES O FENSIVAS R ELATIVAS A
PR EFEITA MUNIC IPAL VEIC ULADAS EM R ÁDIO LO C AL. ABUSO DO
DIR EITO DE INFO R MAR . INDENIZAÇ ÃO DEVIDA. C ONDENAÇ ÃO EM
VALO R INFER IO R AO PR ETENDIDO PELA AUTOR A. SUC UMBÊNCIA
R EC ÍP R O C A NÃO C AR AC TER IZADA. R EC UR SO ESPEC IAL NÃO
C O NHEC IDO . 1. É inco ntroverso o fato de a re corrente ter
pro gram as de rádio em que im putou à recorrida, e ntã o prefeita
m unicipal, a tos cuja repro va bilida de é m anifesta, quais sejam : furar
po ço s em proprieda des de fazendeiro s ricos e m troca de voto s e
utilizar-se de propa ganda m entirosa. Adem a is, a afirm ação de que
o Município possui Prefeita ele ita pelo povo, m a s quem go verna é o
m a rido , m o stra -se ultraja nte, alé m de patentear pre co nceito e m
relação a adm inistrado ras do sex o fem inino. 2. As pe ssoas
pública s, m algrado m ais suscetíveis a crítica s, não perde m o direito
à honra. Alguns a spe ctos da vida particula r de pessoa s notó rias
po dem ser no ticiados. No entanto , o lim ite pa ra a info rm açã o é o
da honra da pe ssoa . C om efeito , as notícia s que têm co m o o bje to
pe ssoas de no torie dade nã o podem re fletir críticas indiscrim ina das
e levianas, pois ex iste um a esfera íntim a do indivíduo, com o
pe ssoa hum ana , que não pode ser ultra passada . 3. Por outro lado,
nã o prospe ra o a rgum ento de que inex istia o a nim us de ofe nde r a
vítim a . O e x am e das decla raçõe s difundidas no s program a s de
rádio revela e vidente a vontade conscie nte de atingir a honra da
ora re corrida, m ediante im puta çã o de a tos tipifica dos co m o crim e,
com o corrupção passiva , ou de atos que sim plesm e nte a
de sm oraliza m perante a socie dade. C o m efeito , estando evidente o
abuso do direito de info rm a r, a indeniza ção por da nos m orais é
m e dida que se im põe. 4. Não é o só fa to de a auto ra ter pleiteado
indeniza ção em va lor supe rio r ao de ferido na s instância s ordiná rias
que cara cteriza sucum bê ncia recípro ca, um a ve z que o valor da
indeniza ção deduzido na inicial é m era m ente e stim ativo . (STJ –
R Esp 706.769-R N (2004/0168993-6) – R el. Min. Luis Fe lipe
Sa lom ão – julgado em 14/4/2009).

INDENIZAÇ ÃO - DANO MO R AL - MATÉR IA JO R NALÍSTIC A - FOTO -


PR IMEIR A P ÁGINA - TR ÁFIC O - C ULP A - VALO R DEVIDO -
PAR ÂMETR O S. A publicação de um a fo to, na prim eira pá gina do
jo rnal, e sta m pa ndo o autor com o se fosse um do s doze trafica ntes
pre so s, configura dano m oral passíve l de reparação , não se
ex igindo o dolo na conduta do a gente, a te or do a rt. 49, ca put, da
Le i nº. 5.250/67 (Le i de Im prensa ). Em se tratando de dano m ora l
causado po r e m presa que ex plora o m eio de inform ação o u
divulgaçã o de notícias, o arbitram ento da indenização po r da nos
m o rais de ve se pauta r, esse ncialm ente, no s parâm etro s do art. 53,
da Lei de Im pre nsa .(TJMG – Ap. C ív. n.º 1.0525.05.070065-
3/001(1)– rel. Des. Guilhe rm e Luciano Ba eta Nunes – Publ. e m
11.05.06)

R ESPO NSABILIDADE C IVIL - Dano m ate rial e m ora l - Indenização -


Descabim ento - Uso de im agem - Fo togra fia da a uto ra na pra ia -
Nã o tendo havido ex plora ção com ercial pela a pelada , pois a
intenção é a divulgação da C idade, a fotografia não foi tirada da
autora em si, m as circunsta ncia lm e nte, e em loca l público - Nã o
está ex posta em situação ve x ató ria, sequer apare ce ndo seu rosto,
tem -se que o a to da ré ape lada co nsubstanciou-se em ato lícito
nã o passíve l de gera r inde nizaçã o, nã o havendo a buso de dire ito -
C onsidera çõ es da doutrina e jurisprudência - Açã o im procedente -
R ecurso im provido. (Apelação C íve l n. 396.014-4/3-00 - Sa ntos - 3ª
C âm ara de Direito Privado - R elator: Beretta da Silveira - 30.05.06 -
V.U. - Voto n. 10.822)

MEDIDA C AUTELAR - De cisã o que dete rm inou à recorrida que se


abste nha de publicar, divulga r, im prim ir ou distribuir qua isque r
foto grafias a tine nte s a o ca sa m ento dos a utore s - Adm issibilida de -
Inviolabilida de da intim idade, da vida privada , da honra e da
im age m da s pesso as, a ssegurada a inde nização pelo dano m oral e
m a teria l deco rrente de sua viola ção - Artigo 5º, X, da C onstituição
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m a teria l deco rrente de sua viola ção - Artigo 5º, X, da C onstituição
da R epública - Hipótese que m esm o cuida ndo de co nhe cido e
fam oso a tor, não é lícito que se invada sua priva cidade sob o
argum e nto da liberda de de im prensa - R ecurso não provido.
(Agra vo de Instrum ento n. 243.037-4/6 - Sã o Pa ulo - 9ª C âm ara de
Dire ito P rivado - R ela tor: Se rgio Gom es - 18.06.02 - V.U.).

R ENATO AUFIER O MALZO NI FILHO e DANIELLA C IC AR ELLI LEMO S X


INTER NET GR OUP DO BR ASIL LTDA., O R GANIZAÇ ÕES GLO BO DE
C O MUNIC AÇ ÃO e YO UTUBE INC .Pedido de a ntecipação de se ntença
po r vio lação do direito à im agem , priva cidade, intim idade e honra
de pe ssoas fo tografadas e film a das e m posições am orosas e m
are ia e m a r e spanhóis - Tutela inibitória que se revela a dequada
pa ra fa ze r cessar a ex posição do s film es e foto grafias em web-
sites, po r ser vero ssím il a presunção de falta de co nsentim ento
pa ra a publicação [art. 273, do C PC ] - Interpreta çã o do art. 461, do
C PC e 12 e 21, do C C - P rovim e nto, co m com ina çã o de m ulta diária
de R $ 250.000,00, para inibir tra nsgressã o ao com a ndo de
abste nção. (Agravo de Instrum ento n. 472.738-4 - São Pa ulo - 4ª
C âm ara de Direito Privado - R elator: Ênio Sa ntare lli Zuliani - V.U.)

AÇ ÃO DE INDENIZAÇ ÃO - R ESPO NSABILIDADE C IVIL - DANO S


MO R AIS - DIR EITO À IMAGEM O Município responde objetiva m ente
pe los danos causa dos aos adm inistrado s, conform e preceito da C F
37, § 6º. Som ente de ix a de ser responsa biliza do se dem o nstrar
que o da no o co rreu por culpa ex clusiva da vítim a. Pela indeniza çã o
respo nde o Município e as agê ncias respo nsáve is pela utilização de
foto grafia se m autorização de m ode lo. A re produção de foto grafia,
em carta ze s (outdoors) sem a ciê ncia e a autorização da pesso a
focalizada , constitui ato ilícito , de m olde a enseja r ressarcim ento.
Na fix ação da indenizaçã o por dano s m ora is, deve-se levar e m
consideração sua gravidade objetiva , a persona lidade da vítim a,
sua situa çã o fam iliar e so cial, a gravidade da falta, e as condições
do a utor do ilícito. (TJMG – Ap. C ív. n.º 1.0079.02.003477-7/001 –
rel. Des. W a nde r Marotta – Publ. em 15.12.06)

R ESPO NSABILIDADE C IVIL - INDENIZAÇ ÃO - DANO S MO R AIS -


FO TO GR AFIA - AUSÊNC IA DE VIO LAÇ ÃO INDEVIDA À IMAGEM E À
PR IVAC IDADE DO DIR EITO DO AUTO R - P R O VA - DIR EITO A AMPLA
DEFESA. Pa ra a configura çã o da re sponsabilidade civil, fa z-se
im prescindível a com provação da ex istência de : a) ato ou om issã o
antijurídico (culpa o u dolo), b) dano e c) nex o de ca usalidade entre
ato ou om issão e da no. A captação de im a gem , por m e io de
foto grafias, para fazer pro va contrá ria à s alega ções do fo tografado,
de sde que re alizadas sem qualque r ex cesso e dentro dos e stritos
lim ite s da necessida de de rea lização de prova em processo judicia l,
m o stra m -se e ssenciais pa ra o ex e rcício do direito fundam enta l à
am pla defe sa , o qual deve pre va lecer sobre os direito s à im a gem e
intim idade do retrata do. (TJMG – Ap. C ív. n.º 1.0027.03.015201-
4/001 – rel. De s. Lucas Pe reira – P ubl. em 18.05.06)

EMENTA: AÇ ÃO DE INDENIZAÇ ÃO - DANO MO R AL - NO TÍC IA


VER ÍDIC A - AUSÊNC IA DE MÁ-FÉ - DIR EITO À IMAGEM. Estando e m

conflito direito s fundam e ntais diversos, ta is com o a libe rdade de


inform a ção e o dire ito à im a gem das pe ssoa s, deve o inté rprete
guiar-se pe la solução que m elhor resgua rde a m bo s o s valores
constituciona lm e nte prote gidos, buscando a solução m ais a dequada
ao ca so concreto . O s direitos fundam e ntais ta m bé m tê m eficá cia no
âm bito e na e sfe ra das rela ções privadas. A notícia ve rídica,
publica da e m jornal e originada em inqué rito po licia l para a
averigüa çã o de prática de crim e , na qual nã o ex iste intenção de
pre judicar o conce ito do cidadão, nã o ense ja indeniza ção po r dano
m o ral, m as a re produção de foto grafia, em jornal de a m pla
circula ção, se m a ciência e a a uto riza ção da pesso a foca lizada ,
constitui ato ilícito , de m o lde a ense jar ressarcim e nto . (TJMG – Ap.
C ív. n.º 2.0000.00.334870-3/000 – rel. Des. W ander Ma rotta –
Publ. e m 19.05.01)

DIR EITO À IMAGEM - MO DELO PR O FISSIO NAL - DIVULGAÇ ÃO DE


FO TO EM PR O DUTO NÃO AUTO R IZADA - DANO S MOR AIS E
MATER IAIS C AR AC TER IZADOS. A im agem é a projeção da própria
pe ssoa, de se us e lem ento s visíveis que a inte gram . Assim , sua
reprodução só pode ser autorizada pela pró pria pe ssoa , po r ser
direito persona líssim o . P or essa razão , é ina ce itá vel que seja
utilizada a im a gem de algué m sem a sua autorizaçã o,
principa lm e nte quando o referido uso tem objetivo s notada m ente
com e rciais. (TJMG – Ap. C ív. n.º 1.0701.03.052000-4/001 – re l.
Des. Nilo Lacerda – Publ. em 05.08.06)

R EPAR AÇ ÃO DE DANO S - DIR EITO À IMAGEM - P UBLIC AÇ ÃO DE


FO TO SEM C O NSENTIMENTO EXP R ESSO - INDENIZAÇ ÃO DEVIDA. A
im age m é um dire ito pe rso nalíssim o, só pode ndo se r e x ibida co m
a autorização ex pressa da pesso a a que pertence, sob pena de
acarre tar o dever de indenizar. A responsabilidade pelo
ressa rcim e nto surge do fa to do uso da fotografia desacom panhada
de autorizaçã o. A ofensa na sce do sim ple s de sre spe ito ao direito
ex clusivo à im agem , e x ercido ape nas por se u titular. A obriga çã o
de indenizar decorre do uso nã o auto rizado desse dire ito, sendo
de sne cessária a prova da ex istência do dano . (TJMG – Ap. C ív. n.º
2.0000.00.504875-3/000 – rel. De s. Mota e Silva – Publ. e m
www.direitoecultura.com.br/index.asp… 3/5
21/03/2011 Direito e Cultura
2.0000.00.504875-3/000 – rel. De s. Mota e Silva – Publ. e m
22.06.05)

AÇ ÃO DE INDENIZAÇ ÃO. O FENSA À IMAGEM. MATÉR IA


JO R NALÍSTIC A. DANO MO R AL. ABUSO DO DIR EITO DE INFO RMA-
Ç ÃO . DANO MATER IAL. NEC ESSIDADE DE C O MPR O VAÇ ÃO . - Não se
configura a busiva a veiculação de foto grafia captada e m
estabele cim ento co m ercia l no qual transita m várias pesso as, se
nã o houve qua lquer ofe nsa à im agem do Autor. - A sim ples
inform a ção jo rnalística, levada a cabo no intere sse da co letividade,
se m qua lquer abuso , não é pa ssível de a carreta r inde nização por
da nos m o rais, ainda m ais quando a m a téria ve iculada se re stringiu
a no ticia r fato s efe tivam e nte ocorridos, se m , e m ne nhum
m o m ento, asso ciar a im a gem do Auto r à de devedo r. - Apela çã o
pro vida. (TJMG – Ap. C ív. n.º 2.0000.00.401106-9/000(1)– re l. Des.
Pe reira da Silva – Publ. em 29.11.03)

INDENIZAÇ ÃO - DIR EITO PER SO NALÍSSIMO - IMAGEM - VIO LAÇ ÃO -


USO C O NSENTIDO - DANO MO R AL INEXISTENTE - IMPR OC EDÊNC IA -
Tra tando-se de vio lação ao direito de im agem , pode a vítim a tanto
so frer danos m o rais e /o u m ate riais. No caso do s danos m o rais,
m o dalida de de difícil abstração pa ra fins inde nizató rios, to rna-se
im perioso que a vítim a não tenha autorizado a utilizaçã o de sua
im age m , o u, se auto rizada , tenha sido utilizada de form a
pre judicial, causando-lhe aba lo na honra , na m o ral ou a o utros
be ns jurídicos indenizáve is. - Não constitui ofe nsa ao direito à
pró pria im agem a reproduçã o de fo tografia dantes conse ntida pa ra
fins jorna lísticos e reutilizada pe lo m esm o jornal, se a m atéria
ve iculada no pe riódico, além de sem e lha nte à prim eira , não troux e
o a legado dano m o ral narra do na pe ça de ingresso . V.v. - O fato de
publica r notícia jo rnalística, aproveita ndo -se de anterio r entre vista e
im age m concedida pela auto ra, em desobe diê ncia e desrespeito à
dignidade alheia , volta do a atingir a inco lum ida de m oral da pesso a,
le vando-a a o vex a m e perante a com unidade, de ve se r inde nizado.
(TJMG – Ap. C ív. n.º 2.0000.00.408439-1/000 – rel. Des. José
Am âncio – P ubl. em 05.11.03)

AP ELAÇ ÃO - DANO S MO R AIS - R EP R O DUÇ ÃO NÃO AUTO R IZADA DE


FO TO GR AFIA DE PESSOA PUBLIC AMENTE C O NHEC IDA - IMAGEM
INDEVIDAMENTE VEIC ULADA - INDENIZAÇ ÃO DEVIDA. "C uidando-se
de dire ito à im a gem , o ressarcim ento se im põe pela só co nstatação
de te r havido a utiliza çã o se m a devida auto rização. O dano está
na utilização indevida para fins lucrativos, não ca bendo a
de m onstra çã o do pre juízo m aterial o u m oral. O dano, neste ca so , é
a própria utilização para que a parte aufira lucro com a im age m nã o
autorizada de o utra pesso a". Sendo a im agem e levada à cate goria
do s dire itos constitucio nalm ente protegido s, se gundo pre screve o
art. 5º, X, da nossa C arta Política, que prevê, inclusive , inde nização
pe lo dano m ate rial ou m o ral decorre nte de sua vio lação , tenho que
a o co rrência da m esm a deve ser vee m entem e nte punida, sob pena
de incentivo às prá ticas de desrespeito ao s direitos persona líssim os
do ser hum ano . V. v. Pesso a no tória - Im age m - Uso indevido -
Inform e publicitá rio - Inex istê ncia de ofensa à im a gem - Dano
m o ral não ca racterizado. Não configura dano m ora l o uso de foto de
pe ssoa, publicam e nte conhecida ou não, para fins publicitário s, se
a m atéria em nada ofe nde a sua im age m ou reputação socia l e/ou
pro fissio nal. A utiliza çã o indevida da im age m de pe ssoa pública e
no tória sem a utoriza çã o e se m a devida re m unera çã o pode
configura r dano m a teria l, consubstanciado no uso da im age m pa ra
fins lucra tivo s sem a devida rem une ração, na da tendo a ve r co m
da nos m orais. (TJMG – Ap. C ív. n.º 2.0000.00.370079-2/000(1)–
rel. Des. Vanessa Verdolim Hudso n Andra de – Publ. em 05.04.03)

DIR EITO PER SO NALÍSSIMO - DIR EITO À PR ÓP R IA IMAGEM - DANO


MO R AL - VIO LAÇ ÃO - INO C O R R ÊNC IA - AUTO R IZAÇ ÃO TÁC ITA PAR A
DIVULGAÇ ÃO EM MATER IAL PUBLIC ITÁR IO - PR EC EDENTES DESTA
C O R TE - VO TO PAR C IALMENTE VENC IDO. Nã o constitui ofe nsa do
direito à própria im agem a reproduçã o de fo togra fia, para fins
publicitário s, havida com o co nsentim ento do intere ssado, a inda
que tácito, po dendo ser a ssim considera do ante o silêncio deste,
corrobora ndo po r indícios e circunstâ ncia s que a utorize m presum ir
sua a quiescência (R T 715/248) À parte que pleite ia indeniza çã o
com fulcro no art. 5º, X, da C F, so b ale gação de uso indevido de
sua im agem , incum be o ônus da prova. (TJMG – Ap. C ív. n.º
2.0000.00.372446-1/000 – re l. Des. Mauro Soare s de Freitas –
Publ. e m 09.11.02)

INDENIZAÇ ÃO - DIR EITO À IMAGEM - DIR EITO DE PER SO -NALIDADE


- FO TO GR AFIA - FINS PUBLIC ITÁR IOS - DANO MATER IAL -
C O NFIGUR AÇ ÃO - VO TO VENC IDO. 1 - A utiliza ção inde vida da
im age m para fins publicitá rio s enseja dano a feto a o patrim ô nio do
titular do direito , por o correr e x ploraçã o da im a gem de o utrem para
a percepçã o de vantagem e co nôm ica sem haver qualquer repo siçã o
pa trim o nia l àquele a quem cabia a fruição de quaisquer bens
de co rrentes do seu direito . 2 - Não há que se fala r em dano m ora l
quando a veiculaçã o de im age m não ca usa r prejuízo m o ral a o
indivíduo, nã o lhe im po ndo qua lquer gra va m e o u situa ção vex atória
que justifique a indenização ple itea da . 3 - O INPC refle te m ais
fie lm e nte a desvalo rização da m oeda do que o IGPM, devendo o
dé bito se r co rrigido por a que le índice . 4 - Am bos os recursos
pa rcialm ente pro vidos. (TJMG – Ap. C ív. n.º 2.0000.00.362938-
1/000 – rel. De s. Ediwal Jo sé de Mo rais – P ubl. em 26.10.02)
www.direitoecultura.com.br/index.asp… 4/5
21/03/2011 Direito e Cultura
1/000 – rel. De s. Ediwal Jo sé de Mo rais – P ubl. em 26.10.02)

EMENTA: AÇ ÃO DE INDENIZAÇ ÃO - DANO MO R AL - NO TÍC IA


VER ÍDIC A - AUSÊNC IA DE MÁ-FÉ - DIR EITO À IMAGEM. Estando e m
conflito direito s fundam e ntais diversos, ta is com o a libe rdade de
inform a ção e o dire ito à im a gem das pe ssoa s, deve o inté rprete
guiar-se pe la solução que m elhor resgua rde a m bo s o s valores
constituciona lm e nte prote gidos, buscando a solução m ais a dequada
ao ca so concreto . O s direitos fundam e ntais ta m bé m tê m eficá cia no
âm bito e na e sfe ra das rela ções privadas. A notícia ve rídica,
publica da e m jornal e originada em inqué rito po licia l para a
averigüa çã o de prática de crim e , na qual nã o ex iste intenção de
pre judicar o conce ito do cidadão, nã o ense ja indeniza ção po r dano
m o ral, m as a re produção de foto grafia, em jornal de a m pla
circula ção, se m a ciência e a a uto riza ção da pesso a foca lizada ,
constitui ato ilícito , de m o lde a ense jar ressarcim e nto . (TJMG – Ap.
C ív. n.º 2.0000.00.334870-3/000 – rel. Des. W ander Ma rotta –
Publ. e m 19.05.01)

INDENIZAÇ ÃO - O FENSA AO DIR EITO DE IMAGEM - EXIBIÇ ÃO DE


FO TO GR AFIA SEM AUTO R IZAÇ ÃO DO FO TO GR AFADO . Em se
trata ndo de foto ex ibida e publicada em jo rnal, sem a devida
autorização do cidadã o, constitui violação de direito à im age m e
acarre ta para o responsável pela ex ibiçã o o dever de indeniza r, nos
term os do art. 5º, inciso s V e X da C onstituiçã o Federal e art. 159
do C ódigo C ivil. (TJMG – Ap. C ív. n.º 2.0000.00.312964-6/000 – rel.
Des. Jarbas Ladeira – P ubl. em 05.09.00)

SÚMULA N. 403-ST J.

Independe de prova do prejuízo a indenização pela publicação não autorizada de imagem de


pessoa com fins econômicos ou comerciais. Rel. Min. Aldir Passarinho Junior, em
28/10/2009.

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