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GENERALITES SUR LES CHAINES FONCTIONNELLES

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2.2 L’énergie hydraulique

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3.1 Structure d’une chaîne d’acquisition de données.


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3.2 Capteurs analogiques
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Extrait des performances Potentiomètres multiples


Courses Electriques Utile de 25 mm
Linéarité +/-1%; Unités constituées d'engrenages de haute qualité
Valeur ohmique (RT) de 400 à 2000 Ohm/cm sans jeu pour un asservissement multitours.
Répétabilité inf. ou égale à 0,01%
Force de déplacement 0,35 N
Sorties par 3 fils
Durée de vie (typique) 100 millions de manœuvres
Gamme de température -55°C à +125°C
Vitesse de déplacement 10 m/s maxi

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3.4 Le détecteur
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La détection d’objets métalliques
Les détecteurs inductifs
Ils détectent uniquement les objets métalliques. Le détecteur se
compose d’un oscillateur, dont les bobinages constituent la face
sensible, avec émission d’un champ magnétique. Lorsqu’un objet
métallique passe dans le champ magnétique, des courants induits
constituent une charge additionnelle qui provoque l’arrêt des
oscillations. Après mise en forme, un signal de sortie est délivré.

Utilisé pour les prises d’origine des axes du Tribar et d’Ericc3

La détection de tous objets


Les détecteurs capacitifs
Ils détectent les objets de toutes natures, conducteurs ou non (métal,
minerais, bois, plastique, carton, cuir, fluides, etc.).
Le détecteur se compose d’un oscillateur dont le condensateur est
formé par 2 électrodes placées à l’avant.
Lorsqu’un objet passe devant la face sensible, il provoque une variation
du couplage capacitif, provoquant le démarrage de l’oscillateur. Après
mise en forme, un signal de sortie est délivré.

Les détecteurs à ultrasons


Ils détectent les objets de toutes natures, conducteurs ou non, en
s’affranchissant totalement de la nature du matériau détecté, de sa
couleur et de son opacité (pulvérulants, verres, liquides, etc.).
Le détecteur se compose d’un émetteur-récepteur d’ultrasons.
Lorsqu’un objet passe devant le détecteur, l’écho revient vers le
récepteur, un microprocesseur compare l’intervalle de temps entre le
signal émis et l’écho et délivre un signal de sortie.

Voir à l’avant du chariot

Les détecteurs photoélectriques


Il se compose essentiellement de :

un émetteur de lumière : c'est un composant électronique semi-


conducteur, appelé diode électroluminescente, qui émet de la lumière
lorsqu’il est traversé par un courant électrique. Cette lumière peut être
T $ & 3 visible ou invisible selon la longueur d’onde d’émission

un récepteur sensible à la quantité de lumière reçue (phototransistor).


Il y a détection quand la cible pénètre dans le faisceau lumineux émis
par le détecteur et modifie suffisamment la quantité de lumière reçue
par le récepteur pour provoquer un changement d’état de la sortie.

& 3 Voir FESTO et Vantaux

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LA PARTIE COMMANDE

4.1 Technologie câblée : le séquenceur.


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4.2 Technologie programmée : l’Automate Programmable Industriel

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Automatisation aussi bien de machines simples à quelques dizaines d’entrées/sorties que


de machines plus complexes, jusqu’à 450 ES. Pour simplifier le câblage des machines, le
TSX Micro supporte la connexion du bus AS-i.
Le TSX Micro se programme à l’aide d’un logiciel spécifique sous Windows.

Capacité
Jusqu’à 248 E/S TOR "in rack".
Fonctions de comptage rapide (500 kHz), analogique et régulation, sécurité
machine.

Communication
Uni-Telway, ASCII, Modbus, Fipway, FIPIO agent, Modbus Plus, modem RTC.

Modularité et adaptabilité
Une configuration de base TSX Micro regroupe sous une seule référence :
un rack (2 ou 3 emplacements)
une alimentation
un processeur.

Modules d’entrées/sorties échelonnés en modularité


Des modules d’entrées/sorties Tout ou Rien existent pour des raccordements par borniers
à vis ou par connecteurs en différentes tensions, formats et modularité.
Ils sont mixables au sein d’une même configuration jusqu’à 248 entrées/sorties.

Une gamme étagée de fonctions métiers


Le TSX Micro propose de nombreuses solutions telles que le comptage rapide
jusqu’à 500 kHz, de la mesure et de la régulation haut et bas niveau, entrées à
sondes, thermocouples.

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