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A linguagem: semântica e sintaxe

 5.1 A SINTAXE E A SEMÂNTICA


 Na linguagem verbal, as regras a que nos
referimos são de duas naturezas: regras de sintaxe
e de semântica.
 Quando desejamos aprender uma língua,
necessitamos antes de mais de um dicionário, pois
este dá-nos o significado das palavras; permite que
interpretemos correctamente os signos. No
dicionário encontramos o conteúdo semântico da
língua, na medida em que a semântica estuda o
significado das palavras e das frases.
 Porém, ainda que nos fosse possível conhecer
todas as palavras contidas no dicionário, ainda
assim não estaríamos aptos a dominar a língua.
Isto porque nos faltaria conhecer a forma
adequada de articular os diferentes signos, de
forma a dar um conteúdo lógico ao que
dizemos ou escrevemos. O uso da Língua não
se faz através de palavras soltas. Temos a
necessidade de organizá-las em frases.
 Neste plano precisamos de recorrer a uma
gramática. É com a gramática que aprendemos
como concatenar correcta e adequadamente as
palavras. É a gramática que nos ensina a
sintaxe da língua, pois é a ciência que estuda
as relações e funções das palavras nas frases.
 Em conclusão, podemos afirmar que quanto
maior for o domínio que tenhamos quer da
semântica, quer da sintaxe da língua, mais
adequadamente poderemos comunicar-nos
através dessa língua.
 Exemplo do texto maria toma banho.
 Exemplo sintaxe e semantica
 Homófonas heterográficas (ou homófonas) -
são as palavras iguais na pronúncia e
diferentes na escrita.
 Ex.: cela (substantivo) - sela (verbo)
 Cessão (substantivo) – sessão (substantivo)
 Cerrar (verbo fechar) - serrar (verbo cortar com
serra ou serrote)
 Homófonas homográficas (ou homônimos
perfeitos) - são as palavras
 iguais na pronúncia e na escrita.
 Ex.: cura (verbo) - cura (substantivo)
 Verão (verbo) - verão (substantivo)
 Cedo (verbo) - cedo (advérbio)
 Polissemia
 É a propriedade que uma mesma palavra tem
de apresentar vários
 significados.
 Ex.: Ele ocupa um alto posto na empresa.
 Abasteci meu carro no posto da esquina.
 Além do emissor, exige a presença activa do receptor.
 A emissão e a receção sucedem-se, mudando
sucessivamente de sentido.
 A mensagem é facilitada pela presença dos referentes
situacionais.
 Os referentes situacionais são revelados por gestos e pelas
entoações mais ou menos intensas.
 A descrição está quase ausente.
 Uso frequente de pausas e entoação.
 Texto menos extenso com frases maioritariamente
coordenadas.
 Uso de frases curtas, repetições, solecismos, anacolutos e
frases incompletas.
 Prepara com antecedência o tema, tendo em conta
o limite de tempo que tem para o expor;
 Tem em conta as características do receptor,
quando prepara o tema;
 Utiliza vocabulário simples, objectivo e variado;
 Apresenta-se bem vestido e bem penteado, não
usando decotes muito acentuados nem saias muito
curtas;
 Não coça a cabeça, o nariz ou rói as unhas;
 Controla o nervosismo com técnicas
adequadas, mas nunca masca pastilha elástica;
 Começa por apresentar o tema de forma
atraente, para captar a atenção da assistência;
 Expõe o tema mantendo sempre viva a atenção
e a curiosidade da assistência;
 Movimenta-se e gesticula de forma a captar a
atenção do ouvinte, mas não exagera para não
se tornar caricato;
 Vai rodando olhar por todos os membros da
audiência e não o fixa num só;
 Usa um tom de voz adequado, nem muito alto
nem muito baixo, diversificando a entoação
para dar mais ênfase à apresentação;
 Vai colocando perguntas para captar a
participação da audiência
 O receptor encontra-se geralmente ausente.

 Entre a emissão e a recepção da mensagem interpõem-se um


espaço mais ou menos longo.
 A ausência dos referentes situacionais obriga a que se apresentem
por descrição.
 Os referentes situacionais são apresentados pela descrição do
ambiente.

 A descrição é frequente.
 Uso dos sinais de pontuação.
 Texto mais extenso com frases majoritariamente subordinadas.
 Uso de frases mais longas com construção frásica mais elaborada e
vocabulário mais rico evitando as repetições desnecessárias.
 Sintaxe é o campo da gramática que estuda as
regras de correspondências das palavras na
oração e da oração no período.

 Hierarquia gramatical
 Morfema
 Vocábulo
 Sintagma
 Oração
 período
 Aula: Gramática tradicional

 Quando falamos em oração correta ou gramatical e dizemos


que a oração gramatical é a que está de acordo com as
normas da língua, corremos o risco de um mal entendido.
Nem sempre existe uma concordância entre o que o povo
diz e o que os gramáticos acham que deve ser dito.

 É preciso ter em mente que do ponto de vista da estrutura


lingüística não há dialetos superiores. Mesmo numa
determinada região geográfica, por menos que seja, toda a
língua apresenta variedades condicionadas socialmente.
 Toda a língua evolui continuamente, jamais
pára no tempo. O estudioso da língua procede
como se ela estivesse estática, mas na realidade
isto não acontece. É ilusório pretender que a
língua não se modifique, por exemplo, de uma
geração para outra, mas deve-se ter em mente
que a língua oral se modifica mais rapidamente
e a língua escrita tem tendência a ser mais
conservadora.
 Para a lingüística gramatical significa ser
correto do ponto de vista do que o falante
nativo realmente usa, mas daquilo que se acha
que ele deve usar.
 Um mesmo falante nativo utiliza mais de uma
variedade lingüística que se adequa as diversas
situações em que se encontra o falante.
 Língua oral
 presença do interlocutor
 mais espontâneo

 Língua escrita
 ausência do interlocutor
 mais controlada
 Esquemas Relacionais
 Os esquemas relacionais representam os tipos
possíveis de organização sintática das frases
básicas de uma língua fornecendo informações
sobre:
 O número de argumentos nucleares do
predicador
 A relação gramatical final de um deles
 A ordem linear segundo o qual ocorrem os
constituintes da frase
 Exercícios:
 A regra básica de toda análise sintática é: sujeito
=> verbo => objeto
 O João deu o livro ao Pedro ontem. => SUJ – V –
OD – OI – ADJ ADV

 Ele partilhou o almoço com o amigo => SUJ – V –


OD – OI
 Pedro adorou o teu presente => SUJ – V - OD

 Pedro achou esse livro desinteressante => SUJ – V


– OD – PRED. DO OBJETO
 A exposição agradou aos críticos => SUJ – V – OI

 O bebê está contente => SUJ – V – ADJ ADV

 Joana é parecida com o pai => SUJ – LOC. V – OI

 Ana conta com você para o jantar => SUJ – V – OI –


OI
 O primo dela emigrou => SUJ – OI – V

 Choveu hoje => V IMPESSOAL – ADJ ADV


 PREDICADOR – verbo
 ESTRUTURA NUCLEAR – argumentos do verbo

 EU PAGUEI AO GARÇON O ALMOÇO
 Os termos nucleares do verbo são o sujeito, o verbo e o objeto.
Todos esses termos se ligam ao verbo diretamente.

 Obs: na concepção de Helena Mira o termo oblíquo será usado a
critério opcional na formação estrutural da palavra.
 Esses termos podem ser chamados de termos acessórios da oração.

 Exercícios:

 Construir 2 exemplos de cada da formação estrutural apresentada.
 Construir termos ligados ao nome e termos ligados ao verbo