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As Relações Interpessoais
Conformismo e Obediência

Psicologia  12º  Ano|    Inteligência  |  Joana  Inês  Pontes  


     

1. Como é que os grupos influenciam o nosso


comportamento, as atitudes e decisões?

Condescendência: trata-se de aceder a um simples


pedido e não a uma exigência; ex. quando
acedemos a pedidos públicos porque não temos
opinião formada sobre o assunto.

Normalização: é uma pressão que reflecte as


normas particulares por um grupo e que permite
ter expectativas a respeito do comportamento
apropriado dos membros desse grupo em
determinadas situações.

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1. Como é que os grupos influenciam o nosso


comportamento, as atitudes e decisões?

As duas formas mais frequentes de exercício de


influência social são o: conformismo e a obediência.
A obediência e o conformismo correspondem a
manifestações que correspondem a modificações
comportamentais suscitadas pela pressão de
determinados agentes sociais.

Influência social: a capacidade de uma pessoa ou


grupo mudar as atitudes e comportamentos de
outras.

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2. CONFORMISMO: SOLOMON ASCH

O conformismo é uma mudança de comportamento que


visa torná-lo consistentes com as normas de um
grupo ou as expectativas dos outros actores sociais.
•  Podemos caracterizá-la como “seguir a opinião dos
outros” (crenças, convicções) em virtude da
pressão por estes exercida (real ou imaginada).
•  Frequentemente, o conformismo traduz-se em
aceitação pública do ponto de vista dos outros.

conformismo: mudança de atitude ou de


comportamento em que cedemos à pressão para
pensar e agir como os outros.
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2. CONFORMISMO: O ESTUDO DE ASCH

Experiência de Asch:
existe uma tendência
para responder
segundo a “maioria”.
Neste caso,verifica-se
a tendência do sujeito
da experiência (37%)
seguir a opinião
errada dos outros
membros.
– ver manual pp.227-228

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2. CONFORMISMO: SOLOMON ASCH

Factores que influenciam o conformismo:

1. Baixa auto-estima ou falta de autoconfiança: pessoas


com baixa auto-estima tendem a atribuir demasiada
importância ao que os outros pensam delas.

2. Sensação de isolamento (só contra todos): quanto


maior a coesão do grupo, maior será tendência para a
unanimidade e mais difícil será fugir à influência.

3. O impacto da presença dos outros (contacto visual): o


conformismo é significamente menor se não tivermos de
enfrentar o olhar dos outros.
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2. CONFORMISMO: SOLOMON ASCH

Podemos acrescentar outros factores que nos podem


conduzir ao conformismo:
i)  pertencer a um grupo composto por vários
membros cujo estatuto social é admirado.
ii)  carência de informação sobre uma assunto.
iii)  sentimento de insegurança e timidez.
iv)  O estatuto do invidíduo no grupo.
v)  O grau de dependência dos indivíduos do grupo.
vi)  Viver numa sociedade que valoriza mais o
colectivo do que o indivíduo.
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2. OBEDIÊNCIA: STANLEY MILGRAM

A obediência é necessária para que uma sociedade ou


grupo funcionem; porém, a obediência acrítica pode
conduzir a comportamentos atrozes e desumanos.
Ø  O problema da obediência é o de saber até que
ponto é legítimo obedecer: a obediência é a
influencia social na sua forma mais directa e
poderosa –experiência (texto e vídeo).

Obediência: é uma mudança de comportamento em


resposta a ordens e instruções de alguém reconhecido
como autoridade. Nesta forma de influência, as ordens
directas têm como objectivo induzir a submissão.

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2. OBEDIÊNCIA: STANLEY MILGRAM


Factores que predispõem para a obediência:

1. Identificação entre autoriadade, competência e


saber: os que exercem determinado poder e podem
legalmente dar ordens têm credibilidade suficiente para
saberem o que estão a fazer.

2. Sentimento de desresponsabilidade: os que exercem


determinado poder e podem legalmente dar ordens têm
credibilidade suficiente para saberem o que estão a
fazer.

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2. OBEDIÊNCIA: STANLEY MILGRAM

3. Obedecer é uma forma de satisfazer o desejo de ser


aceite: ao longo da nossa socialização interiorizamos a
obediência a figuras que representam autoridade (ex.
Pais), tem consequências positivas (recompensas) e é
socialmente desejável.

4. Partilha ou difusão da responsabilidade pelas


consequências de um acto: quanto a responsabilidade é
partilhada por vários indivíduos, mais forte é a
propensão para obedecer a ordens – há uma espécie de
efeito libertador.

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2. OBEDIÊNCIA: MILGRAM

O grau de obediência diminui:


i)  q u a n d o o u t ra s p e s s o a s d e s o b e d e c e m à
autoridade: ver modelos desobedientes reduz a
obediência – no experimento, alguns participantes
disseram que não sabiam que podiam desobedecer.
ii)  Quando a figura de autoridade se afasta.

No experimento de Milgram,
quando o instrutor estava ausente
da sala, o grau de obediência
diminuía 20%.
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2. OBEDIÊNCIA: MILGRAM

Alguns factores explicativos da obediência:

i)  PSICOSSOCIAIS: tendência para a interiorização


da ordem social, ou seja, estado psicológico de
receptividade do sujeito que segue as indicações
da autoridade.
ii)  CONTEXTUAIS: tendência para obedecer mais
facilmente a uma autoridade com legitimação ou
que possua menor proximidade em relação à
vítima.

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Realizado por:
Joana Inês Pontes

Consultas:

Rodrigues, Luís(2009) Psicologia B. Lisboa: Plátano Editora, pp.


230-236
Milgram, Website de Thomas Bass – http://
www.stanleymilgram.com/

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