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UNIVERSIDADE DO CONTESTADO

CAMPUS - MAFRA - SANTA CATARINA


CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

ROBERTO PETTRES

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II – ENSINO FUNDAMENTAL

MAFRA
2008
ROBERTO PETTRES

FUNÇÕES MATEMÁTICAS – ENSINO FUNDAMENTAL

Projeto apresentado como exigência para a


obtenção de nota na disciplina Estágio
supervisionado II, do Curso de Matemática,
ministrado pela Universidade do Contestado –
UnC Mafra, sob orientação do Professor
Mestre Orestes Hacke.

MAFRA
2008
RESUMO

O presente relatório de estágio tem como tema norteador o assunto


funções numéricas, estudado na oitava série na disciplina de Matemática,
sendo este, apresentado pelo próprio autor, no estabelecimento de
ensino Colégio Mafrense, da cidade de Mafra, Santa Catarina. Este
relatório de estágio apresenta o plano de docência em Matemática,
pautado no assunto funções numéricas e tem por finalidade o
desenvolvimento e a prática docente, visando estratégias que auxiliem no
processo de ensino–aprendizagem da disciplina de Matemática. No
documento constam informações relacionadas ao ensino da Matemática
na atualidade, à metodologia usada em sala de aula, aos planos de aulas,
à utilização de softwares como recursos tecnológicos e às formas de
avaliação.
Palavras chave: Matemática; Funções Numéricas; Ensino Fundamental.
SUMÁRIO

PROJETO DE ESTÁGIO

1 INTRODUÇÃO......................................................................................................................7

MANUAL DO PROFESSOR DA REDE PITÁGORAS DE ENSINO............................8

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.......................................................................................11

3 METODOLOGIA.................................................................................................................15

4 CRONOGRAMA.................................................................................................................17

Tabela de cronograma:.....................................................................................................17

REFERÊNCIAS .....................................................................................................................18

ELABORAÇÃO DO MATERIAL

ELABORAÇÃO DO MATERIAL.........................................................................................19

1 CONTEÚDO ........................................................................................................................20

2 METODOLOGIA.................................................................................................................21

3 RECURSOS ........................................................................................................................23

Recursos Humanos ...........................................................................................................23

Recursos Didáticos............................................................................................................23

Recursos Financeiros .......................................................................................................23

4 DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES .................................................................................24

CONTEÚDOS MINISTRADOS........................................................................................24

Funções numéricas .......................................................................................................25

PLANOS DE AULA............................................................................................................25

Aula por aula...................................................................................................................25

5 FORMAS DE AVALIAÇÃO ..............................................................................................47


REFERÊNCIAS .....................................................................................................................48

RELATÓRIO DE ESTÁGIO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO.................................................................................................49

RESULTADOS.......................................................................................................................50

ANEXOS .................................................................................................................................53
LISTA DE IMAGENS

Figura 01: Imagem da animação gráfica desenvolvida com o programa Flash


para os Diagramas de Venn – Euler / conjuntos.
Figura 02: Imagem da animação gráfica desenvolvida com o programa Flash
para os Diagramas de Venn – Euler / aplicação.
Figura 03: Imagem da animação gráfica desenvolvida com o programa Flash
para o Plano Cartesiano / pontos.
Figura 04: Imagem da animação gráfica desenvolvida com o programa Flash
para o Plano Cartesiano / reta.
Figura 05: Imagem da animação gráfica desenvolvida com o programa Flash
para Funções do 1º grau.
Figura 06: Imagem da animação gráfica desenvolvida com o programa Flash
para os Zeros da Função.
Figura 07: Imagem da animação gráfica desenvolvida com o programa Flash
para o Vértice da Função.
Figura 08: Imagem do programa Winplot, representando e classificando as
funções do problema 01.
Figura 09: Imagem do programa Winplot, representando a função do exercício
02.
Figura 10: Imagem da planilha de cálculos Excel, representando a solução do
problema 02.
Figura 11: Imagem gerada com o programa Winplot para as funções do
problema 04.
Figura 12: Imagem do simulador de funções do 2º grau da Editora Positivo /
lançamento.
Figura 13: Imagem do simulador de funções do 2º grau da Editora Positivo /
explosão.
Figura 14: Imagem do simulador de funções do 2º grau da Editora Saraiva /
trajetória.
Figura 15: Imagem do simulador de funções do 2º grau da Editora Saraiva /
alcance máximo.
Figura 16: Imagem da aula expositiva sobre o conteúdo Funções Numéricas.
Figura 17: Imagem da aula expositiva sobre o conteúdo Funções Numéricas.
1 INTRODUÇÃO

O presente Projeto de Estágio tem como tema, o assunto “Funções”,


estudado na oitava série do ensino fundamental (fundamental de 8 anos),
sendo este o conteúdo apresentado pelo acadêmico Roberto Pettres, do curso
de Licenciatura Plena em Matemática da Universidade o Contestado – Mafra –
Santa Catarina.
A apresentação do conteúdo sobre funções inicialmente se pauta na
observação de uma grandeza associada à outra grandeza, como o número de
quilômetros rodados com certa quantidade de combustível em um automóvel, o
valor pago em uma corrida de Táxi, o salário de um funcionário em relação às
horas trabalhadas entre outros.
Posteriormente a notação matemática “f(x) = ax + b” para função do
primeiro grau, é apresentada e são feitas as considerações necessárias quanto
à representação gráfica, os conjuntos domínio e imagem, a raiz da função e o
seu crescimento ou decrescimento.
A função quadrática é introduzida a partir de uma situação-problema
sobre o cálculo de área de uma figura retangular, sendo a área final
dependente dos valores atribuídos ao seus respectivos lados. Em seguida é
iniciado o estudo detalhado desta função.
O presente Projeto de Estágio em Matemática, tem por objetivos a
observação dos procedimentos metodológicos em sala de aula no Colégio
Mafrense no ensino fundamental na cidade de Mafra, Santa Catarina,
ministrados pelo professor Orestes Hacke (Mestrado em Métodos Numéricos
em Engenharia – UFPR) e a apresentação do conteúdo sobre funções na
disciplina de Matemática na oitava série, pelo acadêmico Roberto Pettres, do
curso de Licenciatura Plena em Matemática da Universidade o Contestado,
Mafra – Santa Catarina.
O conteúdo apresentado sobre funções se pauta no que segue quanto à
orientação metodológica no Manual do Professor da Rede Pitágoras de
Ensino1, da oitava série do ensino fundamental de oito anos, utilizado no
Colégio Mafrense.
MANUAL DO PROFESSOR DA REDE PITÁGORAS DE ENSINO

Funções numéricas
Número de aulas: 20
Semestre: 2º

Competências e habilidades a serem desenvolvidas pelo aluno


(objetivos específicos deste conteúdo, capítulo 1, livro 2):

• Definir e reconhecer funções.


• Perceber a dependência entre grandezas.
• Reconhecer leis que definem funções.
• Indicar matematicamente uma função.
• Calcular valores e raízes de uma função.
• Construir, interpretar e analisar gráficos de funções.
• Reconhecer uma função de 1.o e de 2.o graus e seu gráficos.

Neste capítulo, o aluno terá seu primeiro contato com o estudo de


funções. É importante que esse contato se inicie pela compreensão da
interdependência entre grandezas e a variação de uma grandeza em relação à
outra. Partindo de situações próximas do aluno, procura-se levá-lo a perceber
que “y função de x” indica que “y varia de valor dependendo da variação de
valores de x” de acordo com uma determinada lei, que pode ser dada por meio
de equações matemáticas.
As idéias básicas do estudo de função são as de variável, dependência,
regularidade e generalização. Os instrumentos usados para desenvolver essas
idéias são: o plano cartesiano, as tabelas e o cálculo algébrico.
O nível de compreensão do conceito de função varia de aluno para
aluno, pois a construção desse conceito é um processo gradual. Apresenta-se

1
LIMA, Maria Cristina Ponciano de; TINANO, Marilene Turíbia de Rezende. Matemática oitava
série, livro 2. Belo Horizonte – MG: Editora Educacional, 2008.
o conceito de relação entre conjuntos como também os conceitos de domínio,
contradomínio e conjunto-imagem de uma função, a título de compreensão e
complementação do conceito de função.
Faz-se necessário trabalhar esses conceitos de modo formal,
possibilitando uma base sólida de conhecimento, pois, na primeira série do
Ensino Médio, eles deverão ser estudados com maior profundidade. Toda
oportunidade para mostrar o domínio da função e sua imagem, é bastante
explorada como a representação geométrica da função.
No gráfico, podem ser obtidas informações sobre a função. Destacando
para o aluno que o gráfico de uma função só poderá ser uma curva contínua se
o domínio da função for um conjunto formado por números reais.
Nas funções de 1.o grau, como nas quadráticas, é fundamental destacar
o significado de raízes ou zeros da função. Graficamente são as abscissas dos
pontos onde a curva que a representa corta o eixo x.
É de suma importância também que o aluno faça distinção entre função
e equação e que ele perceba que a equação associada à função determina as
raízes da função. Essas raízes são os valores da variável independente
quando a função (variável dependente) tem o valor zero.
Nas construções dos gráficos das funções, discussões para que os
alunos percebam que a função de 1.o grau é representada por pontos que
pertencem a uma mesma reta é de grande valia. Assim, o gráfico poderá ser
representado por pontos isolados e alinhados, uma semi-reta, um segmento de
reta ou uma reta.
Quando o domínio da função for o conjunto IR dos números reais, basta
que se determinem dois pares ordenados dessa função para obter sua
representação geométrica, pois “dois pontos distintos determinam uma reta”.
No caso da função de 2.o grau, na impossibilidade de o gráfico ser
construído com exatidão, basta se fazer um esboço dele. Para isso, devem-se
considerar seus pontos relevantes.
• A concavidade da parábola, relacionada ao sinal do coeficiente a da
função.
• As raízes ou zeros da função, ou seja, as raízes da equação de 2.o
grau (se existirem) associadas à função. Elas determinam o ponto de
interseção da parábola com o eixo x.
• O vértice da parábola que determina o ponto de máximo ou de mínimo
da função.
• A ordenada do ponto de interseção da parábola com o eixo y (x = 0)
que é determinada pelo coeficiente c da função.
Como recurso tecnológico, utiliza-se o programa Winplot para a análise
gráfica. O Winplot é um programa simples, que utiliza pouca memória e dispõe
de vários recursos que o tornam atraente para diversos níveis de ensino-
aprendizagem. É um programa para plotar gráficos de funções em Matemática,
de uma ou duas variáveis, utilizando o Windows.
É possível fazer o download do Winplot em
http://math.exeter.edu/rparris. As instruções de como trabalhar nesse
programa, são encontradas no endereço eletrônico
http://www.mat.ufpb.br/~sergio/winplot/winplot.html.
O estudo de sinais das funções de 1.o grau e de 2.o grau prepara para a
resolução de inequações. O estudo de inequações inicia-se após o estudo de
sinais de cada uma dessas funções.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A evolução das inovações tecnológicas está provocando alterações nas


relações sociais indicando mudanças no paradigma social. Este fato relaciona-
se diretamente com ensino escolar que hoje é oferecido, provocando
incertezas no aluno porque exige transformações das relações sociais, que
apontam para o conhecimento como o impulsionador do novo.
A educação como ferramenta de socialização e de progresso humano,
sempre em constante processo de atualização devido as grandes exigências
do mundo globalizado, é objeto de estudo para a psicologia comportamental e
análise dos mecanismos de aprendizagem, direcionando instituições de ensino
e encaminhando professores e profissionais em educação dando rumo para as
ações pedagógicas.
Atualmente, cada vez mais as competências e habilidades são
requeridas pelo mercado de trabalho, onde a criatividade, a autonomia e a
capacidade de solucionar problemas têm destaque muito importantes. Em
função disso, o ensino escolar é voltado para o desenvolvimento das
capacidades de pesquisar, buscar, analisar, selecionar e apreender
informações, de criar e formular estratégias de resolução para problemas, em
vez de utilizar técnicas de memorização.
Assim, de acordo com as propostas dos Parâmetros Curriculares
Nacionais, conceitos, habilidades e valores são elementos que fazem parte do
conteúdo escolar, devendo ser considerados em conjunto na elaboração de
projetos pedagógicos e planos de trabalho em sala de aula. Dessa forma, o
processo de ensino-aprendizagem deve incluir no planejamento um trabalho
consolidado, voltado ao desenvolvimento de atitudes, com atividades práticas
dando significado ao conhecimento escolar, permitindo uma relação biunívoca
entre as idéias científicas e as idéias do aluno.
O desenvolvimento humano passa pela necessidade da análise geral do
contexto social, econômico e cultural no qual está inserido, sendo que a ação
humana estando na direção do saber construído pela aplicação concreta e pela
própria essência da vida, leva o aluno ao estágio da evolução de suas aptidões
cognitivas.
Neste contexto, a educação tem um papel fundamental e seus atores
(professores e educadores) podem contribuir de forma significativa, pois têm a
competência de organizarem novas metodologias que priorizem a criação de
estratégias, a argumentação e favoreçam a criatividade, a iniciativa pessoal, o
trabalho coletivo e o estímulo à apropriação do conhecimento, através do
desenvolvimento da segurança na própria capacidade.
O movimento reflexão iniciado nos EUA por John Dewey e trazido ao
Brasil por Anísio Teixeira, influenciou vários professores e autores, como
exemplo o autor Luiz Carlos Pais, autor do livro Didática da Matemática 2, no
qual vê no aluno um potencial a ser desenvolvido e centraliza nele todo o
processo educativo em prol da aprendizagem, valorizando as experiências
realizadas por ele.

A aprendizagem do ser humano está ligada à compreensão, isto é, à


atribuição e apreensão de significado; aprender o significado de um objeto ou
acontecimento pressupõe identificar suas relações com outros objetos e
acontecimentos. Assim, o tratamento dos conteúdos em compartimentos
estanques e numa rígida sucessão linear, da lugar a uma abordagem em que
as conexões sejam favorecidas e destacadas, favorecendo ao aluno o
reconhecimento no conteúdo científico e matemático, das questões de
relevância social.
Durante a aprendizagem, ao iniciar o contato com um conceito inovador,
pode ocorrer no educando uma revolução interna entre o equilíbrio aparente do
velho conhecimento e o saber que se encontra em fase de elaboração. Essa
observação é de grande interesse para a didática e a formulação de novas
estratégias de ensino para a aprendizagem escolar, que acaba contando com
fortes rupturas com o saber cotidiano, caracterizando a ocorrência de uma
revolução interna, o que leva o aluno vivenciar a passagem do seu mundo
particular a sabedoria de um quadro mais vasto de idéias.
O conhecimento matemático é historicamente construído e, portanto,
está em permanente evolução. Assim o ensino da Matemática incorpora esta
perspectiva, possibilitando ao aluno reconhecer as contribuições que ela

2
PAIS, Luiz Carlos. Didática da Matemática – 2.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
oferece para compreender as informações, analisá-las e posicionar-se
criticamente diante delas.
O ensino de Matemática deve garantir o desenvolvimento de
capacidades como: observação, estabelecimento de relações, comunicação,
argumentação e validação de processos e o estímulo às formas de raciocínio
como intuição, indução, dedução, analogia, estimativa.

A escola como instituição educadora e formadora de cidadãos instruídos


e conscientes, deve priorizar a construção do conhecimento pelo fazer e
pensar do aluno, o papel do professor é mais o de facilitador, orientador,
estimulador e incentivador da aprendizagem. Cabe ao professor desenvolver a
autonomia do aluno, instigando-o a refletir, investigar e descobrir, criando na
sala de aula uma atmosfera de busca e camaradagem, sendo o diálogo e a
troca de idéias, uma constante, quer entre o professor e aluno, quer entre os
alunos.

Em lugar de ensinar, no sentido tradicionalmente entendido, o professor


passa a estar do lado de um aluno, de uma dupla ou de uma equipe, ajudando-
os a pensar a descobrir e a resolver problemas, usando caminhos e estratégias
diversificados. Com isso, o professor transforma-se também em um
investigador, buscando e criando novas atividades, novos desafios e novas
situações-problema, registrando tudo para posterior reflexão, transformação e
aprimoramento.
Uma aula expositiva partilhada, dialogada com os alunos, pode ser
apropriada para sintetizar e organizar as descobertas, as idéias e os
resultados, e, também, para sistematizar os assuntos tratados em determinado
período.
É essencial que o professor proponha a lição de casa frequentemente e
as corrija. Isso auxilia o aluno no desenvolvimento do hábito de estudar e
praticar o que já se estudou. É importante mesclar situações-problema com
exercícios de aplicação e repetição, como um treinamento.
A fluência no manuseio de equações, fórmulas e operações com
símbolos e números, o desenvolvimento de atitudes mentais diante de cálculos
algébricos ou construções geométricas, a criação de uma série de reflexos
condicionados sadios em Matemática, os quais são adquiridos através da
prática continuada de exercícios significativos, permitem que o aluno concentre
sua atenção nos pontos realmente essências, salvando seu tempo, traçando o
caminho para solução do problema.
A resolução de problemas tem por meta fazer o aluno pensar,
desenvolver o raciocínio lógico levá-lo a enfrentar situações novas e tornar-se
confiante quanto aos procedimentos aplicados na busca de soluções.
Tratar os conteúdos de ensino de forma contextualizada significa
aproveitar ao máximo as relações existentes entre esses conteúdos e o
contexto pessoal ou social do aluno, de modo a dar significado ao que está
sendo aprendido, levando-se em conta que todo o conhecimento envolve uma
relação ativa entre o sujeito e o objetivo do conhecimento.
Assim a contextualização ajuda a desenvolver no aluno a capacidade de
relacionar o apreendido com o observado e a teoria com suas conseqüências e
a aplicação prática.
Os temas atuais do mundo globalizado, da ciência e da tecnologia,
também auxiliam na construção do aprendizado fazendo conexões da
Etnomatemática3 e da Modelagem Matemática às aplicações cotidianas. Os
métodos usados pelos egípcios para construção das pirâmides, a Geometria
Euclidiana, a Mecânica Newtoniana e a Óptica Geométrica, são exemplos
históricos de Etnomatemática e Modelagem Matemática.

3
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação Matemática e Etnomatemática, da Teoria à Prática.
Campinas, Papirus, 1996, p 12.
3 METODOLOGIA

A concepção de Matemática em qualquer nível de ensino remonta ao


fato de que a Matemática é uma ciência que surgiu da própria necessidade do
homem de contar, representar, medir e expor dados de formas organizadas e
com precisão.
Diversas outras ciências se aprimoraram graças aos conhecimentos
lógicos matemáticos realizados pela humanidade.
A partir das produções artísticas, filosóficas estruturais realizadas pelos
povos primitivos, estabeleceu-se ao longo dos anos, uma matemática formal,
dotada de vários pré-requisitos e de estabelecimento de relações abstratas e
lógicas.
A Matemática tem um papel social fundamental e busca respostas para
problemas decorrentes de ordem social.
Com esse intuito a metodologia usada está direcionada para
investigação e produção de conhecimentos que possibilitem aos alunos,
analisar, discutir e apropriar-se de conceitos e formular suas próprias idéias.
Neste contexto, a Matemática aplicada em sala de aula é tratada de
maneira lógica, adaptada à realidade dos alunos, retomando sempre que
necessário a conteúdos que são pré-requisito, possibilitando uma continuidade
no processo de aprendizagem.
A retomada de conteúdos é de grande importância, pois todos não
aprendem ao mesmo tempo, sendo necessário respeitar essas diferenças e
ofertar subsídios para que todos tenham um aprendizado significativo, pois
aprender Matemática significa antes de tudo resolver situações do meio onde
se está inserido.
Resolução de situações-problemas, englobando o conteúdo funções,
próprio de Ensino Fundamental no oitavo ano, incorporam o aprendizado de tal
conteúdo.
O uso de calculadora corresponde à compreensão de elementos
matemáticos tais como são calculados com ou sem a máquina, e não somente
a manipulação da tabuada, ou simples cálculos de porcentagem.
O conteúdo matemático “funções” possibilita diferentes tipos de aula,
desde as expositivas, as de vídeo, as de pesquisa e práticas.
As aulas de pesquisas e de laboratório permitirão conexões com outras
disciplinas, principalmente quando tratarem de história da Matemática e de
suas aplicações, e a partir disto, propiciar a elaboração de problemas.
No ensino de Matemática, destacam-se dois aspectos básicos: um
consiste em relacionar observações do mundo real com representações
(esquemas, tabelas, figuras, escritas numéricas); a outra consiste em
relacionar essas representações com princípios e conceitos matemáticos.
Nesse processo, a comunicação tem grande importância e é estimulada,
levando o aluno a falar e escrever sobre Matemática, a trabalhar com
representações gráficas, construções e aprender como organizar e tratar
dados.
Recursos didáticos como livros, jogos com material concreto feito pelos
próprios alunos, dicionário de matemática, vídeos, televisão, calculadoras,
informática, etnomatemática, têm integrado a situações que levem ao exercício
da análise e da reflexão.
Parafraseando a autora Maria de Fátima Ausaloni Fortz4:
‘ Trabalhar o abstrato e o concreto juntos’.
Trabalhar em equipe e individual, com apoio do livro didático ou material
de editora utilizado pela instituição.
Resolução de exercícios em sala com o apoio do professor.
O ensino de Matemática deve garantir o desenvolvimento de
capacidades como: observação, estabelecimento de relações, comunicação,
argumentação e validação de processos e o estímulo às formas de raciocínio
como intuição, indução, dedução, analogia e estimativa.

4
FORTZ, Maria de Fátima Ausaloni. Uma nova Concepção do processo de ensino e aprendizagem.
Belo Horizonte: Revista Presença Pedagógica número 13/ UFMG/ 1997, p 137.
4 CRONOGRAMA

A tabela a seguir apresenta o cronograma do projeto com referência nos


dados do item 3: Metodologia.

Tabela de cronograma:

Atividades Desenvolvidas JUL AGO SET OUT


Observação em sala de aula (8ª Série) x
Desenvolvimento do projeto de estágio x
Aplicação do projeto x x x
Elaboração do relatório x
REFERÊNCIAS

D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação Matemática e Etnomatemática, da


Teoria à Prática. Campinas, Papirus, 1996.
FORTZ, Maria de Fátima Ausaloni. Uma nova Concepção do processo de
ensino e aprendizagem. Belo Horizonte: Revista Presença Pedagógica
número 13/ UFMG/ 1997.
LIMA, Maria Cristina Ponciano de; TINANO, Marilene Turíbia de Rezende.
Matemática oitava série, livro 2. Belo Horizonte – MG: Editora Educacional,
2008.
PAIS, Luiz Carlos. Didática da Matemática – 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica,
2002.
ROBERTO PETTRES

ELABORAÇÃO DO MATERIAL

MAFRA
2008
1 CONTEÚDO

O conteúdo Funções Numéricas foi escolhido para ser o tema do


presente projeto de estágio. Esse é um conteúdo de grande relevância na
matemática, pois possibilita ao aluno reconhecer e compreender a
interdependência entre grandezas e a variação de uma grandeza em relação à
outra, a partir de situações próximas de seu cotidiano.
As idéias básicas do estudo de função são as de variável, dependência,
regularidade e generalização. Os instrumentos usados para desenvolver essas
idéias são: o plano cartesiano, as tabelas e o cálculo algébrico.
No plano cartesiano, podem ser obtidas informações sobre a função.
Destacando para o aluno que o gráfico de uma função só poderá ser uma
curva contínua se o domínio da função for um conjunto formado por números
reais.
Nas funções de 1.o grau, como nas quadráticas, é fundamental destacar
o significado de raízes ou zeros da função. Graficamente são as abscissas dos
pontos onde a curva que a representa corta o eixo x.
Nas construções dos gráficos das funções, discussões para que os
alunos percebam que a função de 1.o grau é representada por pontos que
pertencem a uma mesma reta, são de grande valia. Assim, o gráfico poderá ser
representado por pontos isolados e alinhados, uma semi-reta, um segmento de
reta ou uma reta.
Quando o domínio da função for o conjunto IR dos números reais, basta
determinar dois pares ordenados dessa função para obter sua representação
geométrica, pois “dois pontos distintos determinam uma reta”.
No caso da função de 2.o grau, na impossibilidade de o gráfico ser
construído com exatidão, basta se fazer um esboço dele. Para isso, considera -
se seus pontos relevantes, raízes ou zeros da função, vértice da parábola que
determina o ponto de máximo ou de mínimo da função, a ordenada do ponto de
interseção da parábola com o eixo y (x = 0) que é determinada pelo coeficiente
c da função e a relação do sinal do coeficiente a da função, com a posição da
concavidade da parábola.
2 METODOLOGIA

A Matemática tem um papel social fundamental e busca respostas para


problemas decorrentes de ordem social.
Com esse intuito, a metodologia usada no presente projeto de estágio,
está direcionada para investigação e produção de conhecimentos que
possibilitem aos alunos, analisar, discutir e apropriar-se de conceitos e formular
suas próprias idéias.
Neste contexto, a Matemática aplicada em sala de aula é tratada de
maneira lógica, adaptada à realidade dos alunos, retomando sempre que
necessário a conteúdos que são pré-requisito, possibilitando uma continuidade
no processo de aprendizagem.
A retomada de conteúdos é de grande importância, pois todos não
aprendem ao mesmo tempo, sendo necessário respeitar essas diferenças e
ofertar subsídios para que todos tenham um aprendizado significativo, pois
aprender Matemática significa antes de tudo resolver situações do meio onde
se está inserido.
O conteúdo matemático “funções” possibilita diferentes tipos de aula,
desde as expositivas, as de vídeo, as de pesquisa e práticas.
As aulas de pesquisas e de laboratório são realizadas com o intuito de
permitir conexões com outras disciplinas, principalmente quando tratarem de
história da Matemática e de suas aplicações. Nessas aulas são usados
softwares como o Winplot para análise gráfica, simuladores de funções do
segundo grau e a planilha de cálculos excel.
As aulas expositivas são realizadas com o intuito de apresentar o
conteúdo trabalhado de maneira teórica e voltada para interpretação e solução
de problemas contidos no material didático da Rede Pitágoras de ensino.
Nesse processo, a comunicação tem grande importância e é estimulada,
levando o aluno a falar e escrever sobre Matemática, a trabalhar com
representações gráficas, construções e aprender como organizar e tratar
dados.
Durante as expositivas, são propostos trabalhos em equipe e individual,
com apoio do livro didático e/ou material de editora utilizado pela instituição,
sendo parte das resoluções de exercícios em sala de aula com o apoio do
professor e parte como atividade para o aluno realizar em casa.
3 RECURSOS

Este projeto apresenta um plano de docência em Matemática, pautado


no assunto funções, da oitava sério do ensino fundamental e tem por finalidade
o desenvolvimento e a prática docente, visando estratégias que auxiliem no
processo de ensino–aprendizagem da disciplina de Matemática, realizável com
os seguintes recursos:

Recursos Humanos

Colaboração de professores, orientadores, alunos e membros da


comunidade acadêmica da Universidade o Contestado e do Colégio Mafrense
de Mafra, para elaboração e posterior aplicação do presente projeto.

Recursos Didáticos

Aulas expositivas sobre o tema central “funções” da disciplina de


Matemática.
Aulas no laboratório de informática para pesquisa na internet e uso da
planilha de cálculos Excel e do programa Winplot para a análise gráfica.

Recursos Financeiros

Os recursos financeiros são em parte do autor do projeto, (listas de


exercícios e materiais didáticos complementares5) e em parte da instituição de
ensino (livros didáticos usados pelo colégio, fotocópias, ambientes, salas de
aula e laboratório de informática).

5
Vide Referências
4 DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES

Quanto às atividades desenvolvidas no presente projeto de estágio, está


à observação e análise em sala de aula dos procedimentos metodológicos
utilizados bem como do material didático adotado pela instituição de ensino,
elaboração do plano de docência abordando o assunto funções da oitava série
do ensino fundamental e a aplicação em sala de aula do mesmo.
As atividades desenvolvidas em sala de aula têm como procedimentos
metodológicos a seqüência abaixo relacionada:
• Apresentação de uma situação problema envolvendo o assunto
funções.
• Analogia a outras situações vivenciadas pelos alunos.
• Formalização e apresentação do assunto funções.
• Modelagem e notação Matemática para funções, técnicas de
resolução de problemas e análise dos dados obtidos.
• Interpretação gráfica de funções (raízes, pontos máximo e mínimo,
crescimento, decrescimento ou constância).
• Implementação computacional sobre funções na planilha de cálculos.
• Resolução de exercícios do livro didático da Rede Pitágoras de
Ensino.
• Acompanhamento nas atividades e exercícios realizados pelos
alunos.
• Discussão sobre os resultados obtidos e dúvidas encontradas
quantos às técnicas de resolução de problemas.
• Avaliação sobre o tema apresentado de acordo com o item 6: Formas
de Avaliação.
• Análise dos resultados obtidos.

CONTEÚDOS MINISTRADOS
Funções numéricas

• Interdependência entre grandezas


• Pares ordenados e produto cartesiano
• Representação de pontos num plano cartesiano
• Relação entre conjuntos
• Função
• Domínio, contradomínio e imagem de uma função
• Funções reais
• Função de 1.o grau
• Gráfico de uma função de 1.o grau
• Função crescente e função decrescente
• Raiz ou zero de uma função de 1.o grau
• Estudo dos sinais de uma função de 1.o grau
• Função de 2.o grau ou função quadrática
• Raízes ou zeros da função de 2.o grau
• Gráfico de uma função de 2.o grau
• Vértice de uma parábola
• Construção do gráfico de uma função de 2.o grau
• Gráfico de uma função de 2.o grau
• Estudo dos sinais de uma função de 2.o grau
• Função de 2.o grau

PLANOS DE AULA

A seqüência das aulas a seguir é ministrada em concordância com os


itens MANUAL DO PROFESSOR e METODOLOGIA, os quais apresentam
subsídios e estratégias para cada tópico do conteúdo apresentado em sala de
aula e seus respectivos objetivos.

Aula por aula


Aula 01
Na aula de número 01 é feita a apresentação do acadêmico juntamente
com a direção do colégio, bem como do projeto de estágio e a iniciação da
aplicação do mesmo. Nesta aula é apresentada a seguinte situação problema:
“Um funcionário tem seu salário relacionado com o número de horas
trabalhadas. Sabendo que ele recebe R$ 20,00 por cada hora trabalhada, qual
será o seu salário mensal, quando este trabalha 8 horas por dias de segunda a
sexta-feira em um mês de 31 dias?”.
Esse problema envolve o assunto funções, sendo resolvido juntamente
com os alunos, fazendo – os chegar às conclusões necessárias para o sucesso
da resolução do problema.
Com a obtenção do resultado, os alunos são instigados a relacionar o
assunto funções, com situações vivenciadas por eles mesmos.
Nesta mesma aula ocorrem à formalização e apresentação do assunto
funções de forma expositiva.

Aula 02, 03, 04 e 05

Na aula de número 02, são apresentados os diagramas de Venn,


frisando sempre a relação existente entre um elemento de um dado conjunto
com um outro elemento de outro conjunto. Essa representação é feita com o
auxílio do programa Flash6, que permite a construção de animações em duas e
três dimensões.

6
Flash. Programa de editoração gráfica.
7
Figura 01 Figura 02

A figura 1 representa os conjuntos A e B (domínio e contradomínio), e a


figura 2 a aplicação da função “f”, que relaciona cada elemento do conjunto A a
um único elemento do conjunto B, sendo ambas as imagens, parte da
animação desenvolvida em Flash pelo autor do projeto.
Na aula de número 03, são apresentadas as definições que diferenciam
os conjuntos domínio, imagem e contradomínio e nas aulas de número 04 e 05,
ocorrem a Modelagem e notação Matemática para funções do 1º grau,
juntamente com as técnicas de resolução de problemas e análise dos dados
obtidos.
Problemas propostos:

1. Seja f: N R definida por f(n) =n. Represente a função pode a partir do


diagrama de Venn-Euler e escreva os conjutos domínio e imagem:

Neste caso, Dom(f) =N e Im(f) = {1, 2, 3,...} ·.

7
Figura1 e 2. Imagens da animação para “Os Diagramas de Venn”, desenvolvida usando o programa
Flash, vide Lista de Imagens.
2. Seja f: N R definida por f(n) =2n. Represente a função a partir do diagrama de
Venn-Euler:

3. A função f: N R definida por f(n) = an + b, está representada abaixo. Encontre


a função f para cada caso:
a)

Neste caso f(n) = 2n -1.


b)

Neste caso f(n) = 1/n.


c)
Neste caso f(n) = 3.
d)

Neste caso f(n) = 0.


Aulas 06, 07 e 08

Na aula de número 06, são analisados os resultados obtidos a partir da


construção dos gráficos de funções e alguns de seus pontos e características
principais (raízes, crescimento, decrescimento ou constância), utilizando o
programa Flash para animações, utilizando – se de recursos tecnológicos
visuais para um melhor aprendizado e compreensão.

Figura 03 Figura 04
Figura 05

O caderno para anotações e resoluções de exercícios, também aparece


como recurso para os alunos, sendo que várias observações feitas quanto aos
mecanismos de resolução de problemas envolvendo funções, são
apresentadas pelo acadêmico e registradas pelos alunos, sendo utilizadas no
decorrer das resoluções de exercícios propostos que exigem respostas
numéricas, bem como os que exigem construções gráficas.
As técnicas para resolução de problemas que envolvem funções do
segundo grau são apresentadas nas aulas de números 07 e 08, fazendo uso
de animações e recursos visuais e a partir da construção dos gráficos, verifica -
se seus pontos e características principais (raízes, pontos máximo e mínimo,
crescimento ou decrescimento).
Figura 06 Figura 07

Os problemas propostos a seguir foram elaborados com o programa


Super – Pro8 , sendo resolvidos em sala de aula, proporcionando discussões
com os alunos, com o intuito de fixar os mecanismos de resolução de
problemas e desenvolver nos alunos a praticidade e desenvoltura na tomada
de decisões em busca da solução.

Lista de exercícios sobre o assunto funções:

8
Super – Pro. Super Professor, Software educativo para elaboração de exercícios e avaliações.
Aulas 09, 10, 11 e 12

As aulas de números 09 e10 ocorrem no laboratório de informática, com


o uso da planilha de cálculos Excel e do programa Winplot para a construção
dos gráficos das funções do 1º e 2º graus bem como da posterior análise de
tais representações.
Os cálculos feitos com a planilha Excel e os gráficos construídos com o
Winplot são parte da solução dos problemas propostos a seguir:
Problemas propostos:

1. Construa o gráfico das funções com o Winplot e classifique – as quanto


a crescente, decrescente ou constante:

a) 3x + y = 1

b) f(x) = 2x – 1

c) y + (-2x) = 3

d) –[y + (-3x – 2)] = 0

e) y = -2

f) f(x) = x -1

Solução encontrada pelos alunos:


Figura 08

2. A empresa de móveis X apresenta o seu lucro dado pela equação y = 3x


– 9, onde y representa o lucro em centenas de reais e x a quantidade de
móveis produzidos. Determine:

a) O gráfico da função lucro


b) O lucro da empresa quando são produzidos 10 móveis
c) O lucro da empresa quando são produzidos 200 móveis
d) A quantidade de móveis a partir da qual a empresa começa a ter lucro
e) A quantidade de móveis necessários para se obter um lucro de R$
87.000,00
f) Quando a empresa produz 2 móveis o lucro é –R$ 300, 00, qual é o
significa desse resultado?
Solução apresentada pelos alunos:
Figura 09

Figura 10
3. Uma empresa de transportes cobra a taxa mínima de 30 reais para a
prestação de qualquer serviço e 2 reais por quilômetro rodado até o destino da
carga. A igualdade que expressa o valor V(d) do serviço em função da
distância d a ser percorrida é:

a) V(d) = 30d + 2
b) V(d) = 60d
c) V(d) = 2d + 30
d) V(d) = 32d

Solução apresentada pelos alunos: alternativa d.

4. Verifique graficamente se existem pontos em comum entre a função da


parábola f(x) = x2 + 4x – 3 e a reta f(x) = x +2. Em caso afirmativo, indique as
coordenadas dos pontos.
y = x^2-1*x-6 6 y
y = x+2
(x,y) = (-2,0)
(x,y) = (4,6) 5

−5 −4 −3 −2 −1 1 2 3 4 5

−1

−2

−3

−4

−5

−6

−7 Pontos (-2 , 0) e (4 , 6).


Figura 11

Os simuladores de funções do segundo grau são utilizados nas aulas de


número 11 e 12. Esses simuladores estão disponível no endereço eletrônico da
Editora Positivo9 e Editora Saraiva10, respectivamente, sendo utilizados para
representar a trajetória que um projétil descreve ao ser lançado, podendo o
aluno alterar os coeficientes das funções, de maneira a atingir o objetivo.

9
Editora Positivo, www.portalpositivo.com.br.
10
Editora Saraiva, www.editorasaraiva.com.br.
No primeiro simulador os alunos alteram os coeficientes da função,
procurando atingir o canhão à direita.

Figura 12
Após várias tentativas, o objetivo é alcançado.

Figura 13
No segundo simulador, os alunos observam as trajetórias descritas pela
bola, sendo que eles mesmos, já haviam observado a curva (parábola) em
jogos realizados no colégio. Nesse simulador, os alunos podem alterar os
lances do jogador, de maneira a se atingir o objetivo, fazer o gol com apenas
um chute.

Figura 14

Figura 15
Aulas 13, 14, 15 e 16

Estas aulas são utilizadas para a resolução de exercícios do livro


didático da Rede Pitágoras de Ensino, do livro 8ª Série Matemática Fazendo a
Diferença, da editora FTD do autor José Roberto Bonjorno e do livro
Matemática oitava série da Editora Educacional dos autores Maria Cristina
Ponciano de Lima e Marilene Turíbia de Rezende TINANO, citados nas
referências deste relatório, sobre o assunto funções, sob o acompanhamento
do acadêmico autor do presente projeto.
Para mais detalhes, consulte o Livro didático da Rede Pitágoras de
Ensino, 8ª Série – 2008, páginas 2, 3, 7, 8, 9, 12, 13, 14, 15, 20, 21, 22 e 28,
das autoras Maria Cristina Ponciano de Lima e Marilene Turíbia de Rezende
TINANO, da Editora Educacional e o Livro 8ª Série Matemática Fazendo a
Diferença, páginas 94, 95, 101, 106, 107, 112, 113 e 120, do autor José
Roberto Bonjorno da editora FTD

Aulas 17 e 18

Nestas aulas ocorre a discussão sobre os resultados obtidos nos


exercícios proposto nas aulas de número 13 a 16. Alguns exercícios propostos
anteriormente, são refeito no quadro negro, pois em alguns casos a resposta
encontrada não condizia com o valor da solução real do problema. Neste
mesmo momento, o acadêmico esclarece as dúvidas encontradas pelos alunos
nos exercícios e também quantos às técnicas de resolução de problemas.
Figura 16 Figura 17

Aula 19

Nesta aula é feita uma revisão geral sobre os conteúdos ministrados nas
aulas anteriores.

Aula 20

Esta aula é reservada para a avaliação, de acordo com o item 5


FORMAS DE AVALIAÇÃO.

Avaliação elaborada com o uso do programa Super – Pro.


5 FORMAS DE AVALIAÇÃO

Quanto à avaliação, ela é um instrumento fundamental para fornecer


informações sobre como se está realizando o processo de ensino-
aprendizagem como um todo, tanto para o professor e a equipe escolar
conhecerem e analisarem os resultados de seu trabalho como para o aluno
verificar seu desempenho. A avaliação vista como um diagnóstico contínuo e
dinâmico torna-se instrumento para repensar e reformular os métodos ou
procedimentos de ensino.

O que avaliar e como avaliar?

A avaliação se utiliza de um aspecto global de aprendizagem, do


conhecimento absorvido e demonstrado, das habilidades desenvolvidas, da
comunicação na linguagem Matemática e da tomada de decisões em busca da
solução de um problema por meio de atividades práticas, provas, e desafios
matemáticos.
REFERÊNCIAS

BONJORNO, José Roberto. Matemática Fazendo a Diferença 8ª Série. São


Paulo: FTD, 2006.
CARVALHO, Dione Lucchesi. Metodologias do Ensino de Matemática. São
Paulo: Cortez, 1990.
COSTA, M. A. As idéias fundamentais da matemática e outros ensaios.
São Paulo: Editorial Grijaldo e USP. 1971.
LIMA, Maria Cristina Ponciano de; TINANO, Marilene Turíbia de Rezende.
Matemática oitava série, livro 2. Belo Horizonte – MG: Editora Educacional,
2008.
ROBERTO PETTRES

RELATÓRIO DE ESTÁGIO

MAFRA
2008
RESULTADOS

O término da elaboração e aplicação do presente projeto de estágio,


culminou com o levantamento de dados referentes à prática docente no ensino
fundamental. Esses dados são apresentados abaixo:

• Aprendizado, formalização e analogia a situações problema


vivenciadas pelos alunos envolvendo o assunto funções:

Os alunos da oitava série de oito anos do Colégio onde foi aplicado o


presente projeto de estágio, tiveram um bom desempenho em relação ao
conteúdo ministrado, compreendendo as técnicas de resolução de problemas e
posterior análise dos dados, possibilitando a discussão sobre os resultados
obtidos.
Vinte por cento das aulas ocorreram no laboratório de informática, com o
intuito de interpretar graficamente as funções descritas bem como seus pontos
e características principais (raízes, pontos máximo e mínimo, crescimento,
decrescimento ou constância).
Algumas dúvidas surgiram quanto à representação gráficas das funções
do segundo grau, sendo assim, o recurso computacional uma ferramenta que
possibilitou aos alunos uma melhor compreensão do significado dos pontos
máximos e mínimos das funções, bem como da existência ou não de suas
raízes.
A formalização e a adaptação à linguagem matemática ocorreram de
maneira espontânea, como parte das técnicas para resolução de problemas,
assim como, a analogia a outras situações vivenciadas ou observadas pelos
alunos.

• Metodologia em sala de aula:


A metodologia usada em sala de aula atingiu os objetivos específicos,
competências e habilidades a serem desenvolvidas pelo aluno, em relação ao
assunto funções numéricas, do Manual do Professor11, citados a baixo:
• Definir e reconhecer funções.
• Perceber a dependência entre grandezas.
• Reconhecer leis que definem funções.
• Indicar matematicamente uma função.
• Calcular valores e raízes de uma função.
• Construir, interpretar e analisar gráficos de funções.
• Reconhecer uma função de 1.o e de 2.o graus e seu gráficos.

• Avaliação sobre o conteúdo funções:

A avaliação sobre o tema apresentado de acordo com o item


Elaboração do Projeto / 5: Formas de Avaliação e ocorreu em todo o processo
de aprendizado, sendo verificado o conhecimento obtido pelos alunos em
relação ao conteúdo tratado na oitava série sobre funções. Conhecimento este,
absorvido e demonstrado, a partir da desenvoltura e habilidade observada
durante todo o processo de ensino aprendizagem, da comunicação na
linguagem matemática e da tomada de decisões em busca da solução para
problemas.

• Avaliação do estágio:

Todas as atividades propostas para o presente projeto de estágio foram


concluídas. Tendo contado e muito com o apoio e participação da Direção, da
Coordenação, do corpo docente e discente do Colégio Mafrense, bem como da
orientação do professor Orestes Hacke (Mestrado em Métodos Numéricos em
Engenharia – UFPR), que auxiliou na elaboração dos planos de aulas e no
esclarecimento das dúvidas em relação à elaboração do relatório de estágio.
O estágio supervisionado em relação à prática docente é de suma
importância para o acadêmico em formação, pois possibilita ao mesmo, o

11
Manual do Professor, citado anteriormente na página 02.
aperfeiçoamento profissional e o aprendizado prático indispensável para
lecionar, desenvolvendo mecanismos que tornem mais eficazes a metodologia
adotada em sala de aula e a maneira de se apresentar um conteúdo novo para
os alunos em formação.
ANEXOS
UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

FICHA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA PRÁTICA DOCENTE


Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 31 / 07 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

NOME E ASSINATURA DO PROFESSOR REGENTE


UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

FICHA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA PRÁTICA DOCENTE


Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 01 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

NOME E ASSINATURA DO PROFESSOR REGENTE


UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 06 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 07 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 12 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 13 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 14 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 19 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

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CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 26 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 27 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 28 / 08 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 03 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 04 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 09 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

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DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 10 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

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DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 16 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

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CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

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ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 17 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

NOME E ASSINATURA DO PROFESSOR REGENTE


UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

FICHA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA PRÁTICA DOCENTE


Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 18 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

NOME E ASSINATURA DO PROFESSOR REGENTE


UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

FICHA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA PRÁTICA DOCENTE


Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 23 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

NOME E ASSINATURA DO PROFESSOR REGENTE


UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA

FICHA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA PRÁTICA DOCENTE


Curso de Licenciatura em Matemática

ALUNO(A): ROBERTO PETTRES 7ª FASE _____


DISCIPLINA: Estágio Supervisionado/Prática de Ensino I I DATA 24 / 09 /2008
ESCOLA: COLÉGIO MAFRENSE
Ensino Fundamental
( ) 5ª série ( ) 6ª. série ( ) 7ª. série ( X )8ª. série
Legenda/avaliação: E - Excelente O – Ótimo B – Bom R – Regular I - Insuficiente
NA – Não Avaliado
ASPECTOS A CONSIDERAR
OBSERVAÇÕES AVALIAÇÃO
INTRODUÇÃO DA AULA

APLICAÇÃO DO CONTEÚDO

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS

SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO

COMUNICAÇÃO

MANEJO DE CLASSE

FECHAMENTO

NOME E ASSINATURA DO PROFESSOR REGENTE