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Neptuno (ou Netuno)

Neptuno
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Nota: Se procura pelo deus da mitologia
romana, consulte Neptuno; para demais
casos, consulte Neptuno (desambiguação). Clique na imagem para descrição
Descoberta
NeptunoPE ou NetunoPB é o oitavo e, desde o
rebaixamento de Plutão para a categorias de Urbain Le Verrier
planeta-anão, o último planeta do sistema solar em Descoberto por John Couch Adams
ordem de afastamento a partir do Sol. Neptuno Johann Galle
recebeu o nome do deus romano dos mares. Descoberto em 1846
Características orbitais
Raio médio 4.498.252.900 km
Excentricidade 0,00858587
Período de revolução 164a 288d 13h
Período sinódico 367,5 dias
Velocidade orbital média 5,4778 km/s
Inclinação 1,76917°
Número de satélites 13
Características físicas
Diâmetro equatorial 49572 km
Área superficial 7,65×109 km2
Massa 1,024×1026 kg
Densidade média 1,64 g/cm3
Gravidade na superfície 11,0 m/s2
Período de rotação 16h 6,5min
Inclinação axial 29,58°
Albedo 0,41
Velocidade de escape 23,71 km/s
Temperatura superficial
min média máx.
50K 53K N/A K

Características atmosféricas
Pressão atmosférica 100-300 kPa
Hidrogênio >84%
Hélio >12%
Metano 2%
Amônia 0,01%
Etano 0,00025%
Acetileno 0,00001%
Índice
[esconder]
• 1
Car
acte
rísti
cas
físi
cas
• 2
Exp
lora
ção
de
Nep
tun
o
• 3
Estr
utur
a de
Nep
tun
o
• 4
Ané
is
• 5
Lua
s
• 6
Ver
tam

m

[editar] Características físicas


Orbitando tão longe do Sol, Neptuno recebe muito pouco calor. A sua temperatura superficial média
é de -218 °C. No entanto, o planeta parece ter uma fonte interna de calor. Pensa-se que isto se deve
ao calor restante, gerado pela matéria em queda durante o nascimento do planeta, que agora erradia
pelo espaço fora. A atmosfera de Neptuno tem as mais altas velocidades de ventos no sistema solar,
que são acima de 2000 km/h; acredita-se que os ventos são amplificados por este fluxo interno de
calor. A estrutura interna lembra a de Urano -- um núcleo rochoso coberto por uma crosta de gelo,
escondida no profundo de sua grossa atmosfera. Os dois terços internos de Neptuno são compostos
de uma mistura de rocha fundida, água, amônia líquida e metano. A terça parte exterior é uma
mistura de gases aquecidos composta por hidrogênio, hélio, água e metano. Como Urano e
diferentemente da composição uniforme de Júpiter e Saturno, acredita-se que a estrutura interna de
Neptuno consiste de três camadas. Como Urano, o campo magnético de Neptuno é muito inclinado
em relação ao seu eixo rotacional, a 47°, e desviado em no mínimo 0,55 radianos (cerca de 13500
quilômetros) do centro físico do planeta. Comparando o campo magnético dos dois planetas, os
cientistas acham que esta orientação extrema se deve aos característicos fluxos no interior do
planeta, e não do resultado da orientação lateral de Urano. Em Neptuno ocorrem os ventos mais
fortes do sistema solar, em tempestades relampejantes com rajadas de 2400km/h.

[editar] Exploração de Neptuno


Os desenhos astronómicos de Galileu mostram que ele observou Neptuno em Janeiro de 1613,
quando o planeta estava perto de Júpiter. Mas, como pensou que se tratasse de uma estrela, não lhe
pode ser creditada a descoberta.
Em 1821, Alexis Bouvard publicou tabelas astronómicas da órbita de Urano. Observações
subsequentes revelaram desvios substanciais das tabelas, levando Bouvard a pôr a hipótese da
existência de um corpo que perturbasse a órbita. Em 1843, John Couch Adams calculou a órbita de
um oitavo planeta que pudesse explicar o movimento de Urano. Enviou os seus cálculos a Sir
George Airy, que os rejeitou com alguma frieza, levando Adams a abandonar o assunto.
Em 1846, Urbain Le Verrier, independentemente de Adams, reproduziu os seus cálculos mas
também deparou com dificuldades em encorajar algum entusiasmo nos seus compatriotas. No
entanto, no mesmo ano, John Herschel começou a promover a abordagem matemática e convenceu
James Challis a procurar o planeta.
A planeta também foi explorado pelo Programa Voyager e futuramente pela Neptune/Triton Orbiter.

[editar] Estrutura de Neptuno

Estrutura interna de Neptuno

[editar] Anéis
Embora não sejam visíveis nas fotografias do telescópio espacial Hubble, Neptuno faz parte dos
planetas gigantes que possuem um complexo sistema de anéis. Possui cinco anéis principais e sua
descoberta se deve a uma observação efetuada ainda em 1984 a bordo de um avião U2 que
acompanhou o deslocamento do planeta por algumas horas durante a ocultação de uma estrela.

[editar] Luas
Neptuno tem 13 luas conhecidas. A maior delas é Tritão, descoberta por William Lassell apenas 17
dias depois da descoberta de Neptuno.
Satélites Naturais de Neptuno
Distância média
Nome Diâmetro (km) Massa (kg) Período orbital
de Neptuno (km)
Náiade 58 Desconhecida 48.200 0,294396 dias
Talassa 80 Desconhecida 50.000 0,311485 dias
Despina 148 Desconhecida 52.600 0,334655 dias
Galateia 158 Desconhecida 62.000 0,428745 dias
Larissa 193 (208 × 178) Desconhecida 73.600 0,554654 dias
Proteu 418 (436 × 416 × 402) Desconhecida 117.600 1,122315 dias
Tritão 2.700 2.14×1022 354.760 -5,87685 dias **
Nereida 340 Desconhecida 5,513,400 360,1362 dias
S/2002 N1* 60 Desconhecida 15.686.000 -1874,8 dias **
S/2002 N2* 38 Desconhecida 22.337.190 2925,6 dias
S/2002 N3* 38 Desconhecida 22.613.200 2980,4 dias
Psámata 28 Desconhecida 46.695.000 -9136,1 dias **
S/2002 N4* 60 Desconhecida 47.279.670 -9007,1 dias **
* Esperando confirmação e nomeação.
** Períodos orbitais negativos indicam uma órbita retrógrada ao redor de Neptuno (oposta à rotação do planeta)
Alguns asteróides dividem os mesmos nomes que as luas de Neptuno: 74 Galateia, 1162 Larissa.
Em algumas partes dos anéis, ocorrem regiões de concentração. Isso provavelmente tem origem em
satélites pastores, muito próximos aos anéis, e alterando suas formas atraindo gravitacionalmente e
aglomerando as partículas e fragmentos gelo-rochosos componentes dos anéis.

[editar] Ver também


Neptuno é o planeta mais externo dos gigantes de gás. Tem um
Introdução a Neptuno diâmetro equatorial de 49,500 quilómetros (30,760 milhas). Se
Estatísticas de Neptuno Neptuno fosse oco, poderia conter cerca de 60 Terras. Neptuno
Animações de Neptuno orbita o Sol a cada 165 anos. Tem oito luas, seis das quais foram
Vistas de Neptuno descobertas pela Voyager. Um dia em Neptuno dura 16 horas e 6.7
Anéis de Neptuno minutos. Neptuno foi descoberto em 23 de Setembro de 1846 por
Resumo das Luas de Neptuno Johann Gottfried Galle, do Observatório de Berlim, e Louis
d'Arrest, um estudante de astronomia, através de predições
Satélites de Neptuno matemáticas feitas por Urbain Jean Joseph Le Verrier.

Despina, Galateia, Larissa, Os primeiros dois terços de Neptuno são compostos por uma
Náiade, Nereida, Proteu, mistura de rocha fundida, água, amónia líquida e metano. O terço
Talassa, Tritão. externo é uma mistura de gases aquecidos compostos por
hidrogénio, hélio, água e metano. O metano dá a Neptuno a sua cor
de nuvem azul.
Informações de Neptune
Neptuno é um planeta dinâmico com diversas manchas grandes e
Resumo Científico de Neptuno escuras, lembrando as tempestades, tipo furacões, de Jupiter. A
Cronologia da Exploração de maior mancha, conhecida por Grande Mancha Escura, tem
Neptuno aproximadamente o tamanho da Terra e é semelhante à Grande
Galeria de Imagens e Animações
Mancha Vermelha de Júpiter. A Voyager mostrou uma nuvem
de Neptuno
pequena, de forma irregular, movendo-se para leste correndo à
volta de Neptuno a cada 16 horas ou quase. Esta scooter tal como
Outros Recursos foi denominada pode ser uma bruma que se eleva acima de um
Sistema de Anéis de Neptuno
conjunto de nuvens mais escuras.
Foram vistas na atmosfera de Neptuno nuvens grandes e brilhantes, semelhantes às nuvens cirros
terrestres. A latitudes norte mais baixas, a Voyager capturou imagens de raios de nuvens projectando
as suas sombras nas formações de nuvens mais baixas.
Os ventos mais fortes de qualquer planeta foram medidos em Neptuno. Muitos dos ventos sopram
na direcção oeste, oposta à rotação do planeta. Perto da Grande Mancha Escura, os ventos sopram
próximo dos 2,000 quilómetros (1,200 milhas) por hora.
Neptuno tem um conjunto de quatro anéis que são estreitos e muito fracos. Os anéis são
constituídos por partículas de pó, que se pensava terem surgido de pequenos meteoritos que se
esmagaram nas luas de Neptuno. Vistos de telescópios terrestres, os anéis parecem ser arcos, mas
vistos da Voyager 2 os arcos surgem como manchas brilhantes ou aglomerações no sistema de anéis.
A causa exacta das aglomerações brilhantes é desconhecida.
O campo magnético de Neptuno, tal como o de Úrano, tem uma inclinação muito acentuada de 47
graus em relação ao eixo de rotação e está deslocado de pelo menos 0.55 raios (cerca de 13,500
quilómetros ou 8,500 milhas) do centro físico. Comparando o campo magnético dos dois planetas,
os cientistas pensam que a orientação extrema pode ser característica de correntes no interior e não
o resultado da orientação lateral ou de qualquer reversão do campo de ambos os planetas.

Estatísticas de Neptuno
Descoberto por Johann Gotfried Galle
Data da descoberta 23 de Setembro de 1846

Massa (kg) 1.024e+26


Massa (Terra = 1) 1.7135e+01
Raio equatorial (km) 24,746
Raio equatorial (Terra = 1) 3.8799e+00
Densidade média (gm/cm^3) 1.64

Distância média do Sol (km) 4,504,300,000


Distância média do Sol (Terra = 1) 30.0611
Período rotacional (horas) 16.11
Período orbital (anos) 164.79
Velocidade média orbital (km/seg) 5.45

Excentricidade orbital 0.0097


Inclinação do eixo (graus) 28.31
Inclinação orbital (graus) 1.774

Gravidade equatorial à superfície (m/seg^2) 11.0


Velocidade de escape no equador (km/seg) 23.50

Albedo visual geométrico 0.41


Magnitude (Vo) 7.84
Temperatura média das nuvens -193 a -153°C
Pressão atmosférica (bars) 1-3
Composição atmosférica
Hidrogénio 85%
Hélio 13%
Metano 2%

Animações de Neptuno
• Rotação de Neptuno.
• A Mancha Escura de Neptuno.
• Filme do Hubble da Rotação de Neptuno.

Vistas de Neptuno
Neptuno
Esta foto de Neptuno foi obtida pela Voyager 2 em 20 de Agosto de 1989.
Uma das grande formações de nuvens, denominada Grande Mancha
Escura pelos cientistas da Voyager, pode ser vista próximo do centro da
imagem. Está a uma latitude de 22 graus sul e circunda Neptuno a cada
18.3 horas. As nuvens brilhantes a sul e leste da Grande Mancha Escura
mudam constantemente de aparência em períodos curtos de quatro horas.
(Crédito: Calvin J. Hamilton)

Observações do TEH de Neptuno


Estas fotos de cor quase real foram criadas a partir de imagens do
TEH/WFPC2 em filtros de espectro azul (467-nm), verde (588-nm) e
vermelho (673-nm). Está uma formação de nuvem brilhante no polo sul,
perto da zona inferior direita da imagem. Podem ser vistas faixas de nuvens
brilhantes a 30S e 60S de latitude. O hemisfério norte inclui também uma nuvem brilhante centrada
perto de 30° de latitude N. A segunda foto foi compilada a partir de imagens obtidas depois do
planeta ter rodado cerca de 180 graus em longitude (cerca de 9 horas depois) para mostrar o
hemisfério oposto.
Uma formação que se distingue pela sua ausência é o sistema de tempestades conhecido por Grande
Mancha Escura. A segunda mancha escura menor, DS2, que foi vista durante o encontro da
Voyager-2, também está ausente. A ausência destas manchas escuras foi uma das maiores surpresas
deste programa. Estas mudanças dramáticas nos grandes sistemas de tempestades e de faixas de
nuvens que cercam Neptuno não estão ainda completamente esclarecidas, mas salientam a natureza
dinâmica da atmosfera deste planeta, e a necessidade de maior monitorização.

O TEH Observa as Nuvens a Alta Altitude


Estas três imagens foram obtidas em 10 de Outubro, 18 de Outubro e 2 de
Novembro de 1994, quando Neptuno estava a 4.5 biliões de quilómetros da
Terra. Baseado nas descobertas iniciais da Voyager, o Hubble revelou que
Neptuno tem uma atmosfera marcadamente dinâmica que muda em poucos
dias. A diferença de temperaturas entre a fonte de calor intensa de Neptuno e os topos de nuvens
frígidas (-162° Celcius ou -260° Fahrenheit) pode desencadear instabilidades na atmosfera que
originam estas alterações do tempo em larga escala. As formações rosa são nuvens de cristais de
gelo de metano de alta altitude.
O TEH Descobre Outra Mancha Escura
Em Junho de 1994, o telescópio Hubble revelou que a Grande Mancha
Escura descoberta pela Voyager 2 estava ausente. Esta nova imagem obtida
em 2 de Novembro, mostra que foi formada uma nova mancha perto do
limite do planeta. Tal como o seu predecessor, a nova mancha tem nuvens
em alta altitude ao longo do seu extremo, causadas por gases que foram levados para maiores
altitudes onde arrefeceram e formaram nuvens de cristais de metano gelado. A mancha escura pode
ser uma zona de gás claro que é uma janela para uma coberta de nuvens mais abaixo na atmosfera.

Nuvens Tipo Cirros


Esta imagem mostra faixas de nuvens tipo cirros iluminadas pelo Sol no
hemisfério norte de Neptuno. Estas nuvens projectam sombras na coberta
de nuvens azul 35 milhas mais abaixo. As nuvens listadas brancas têm de
48 a 160 quilómetros (30 a 100 milhas) de largura e estendem-se por
milhares de milhas. (Crédito: Calvin J. Hamilton)

Imagem em Cor Verdadeira


Esta imagem da Voyager 2 foi processada por computadores de forma que
tanto a estrutura de nuvens nas regiões escuras perto do polo e as nuvens
brilhantes a leste da Grande Mancha Escura são visíveis. Pequenos rastos
de nuvens de leste para oeste e estruturas em grande escala a leste da
Grande Mancha Escura, ambos sugerem que existem ondas na atmosfera e
têm um papel importante no tipo de nuvens que são visíveis. (Cortesia
NASA/JPL)

A Grande Mancha Escura


Nuvens brancas em pluma preenchem o limite entre as regiões azuis
escuras e claras na Grande Mancha Escura. A forma dos limites escuros e
dos cirros brancos sugerem que o sistema de tempestades roda no sentido
anti-horário. Padrões periódicos de pequena escala na nuvem branca,
possivelmente ondas, têm uma duração curta e não duram desde uma
rotação de Neptuno até à seguinte. (Cortesia NASA/JPL)

Alteração Na Grande Mancha Escura


As nuvens brilhantes tipo cirros de Neptuno mudam rapidamente, muitas
vezes formando-se e dissipando-se em períodos de algumas a dezenas de
horas. Nesta sequência que durou duas rotações de Neptuno (cerca de 36
horas) a Voyager 2 observou a evolução das nuvens na região à volta da
Grande Mancha Escura numa resolução efectiva de cerca de 100
quilómetros (62 milhas) por pixel. As mudanças surpreendentemente
rápidas que ocorrem durante as 18 horas que separam cada painel mostram
que nesta região o tempo em Neptuno é talvez tão dinâmico e variável
como na Terra. Contudo, a escala é imensa segundo os nossos padrões. A Terra e a Grande Mancha
Escura são de dimensão semelhante e na atmosfera frígida de Neptuno, onde as temperaturas vão
até aos 55 graus Kelvin (-360 F), as nuvens cirros são compostas por metano congelado e não por
cristais de água gelada como na Terra. (Cortesia NASA/JPL)
Olhar de Despedida
Esta imagem da Voyager 2 mostra uma vista em crescente dual de Neptuno
e de Tritão. A imagem, obtida em 31 de Agosto de 1989, é o tributo de
partida da missão Voyager. (Crédito: Calvin J. Hamilton)

A Pequena Mancha Escura


Esta imagem mostra a Pequena Mancha Escura, que está a sul da Grande
Mancha Escura. Pensa-se que a mancha pequena é uma tempestade na
atmosfera de Neptuno, talvez semelhante à Grande Mancha Vermelha de
Júpiter. (Crédito: Calvin J. Hamilton)

Os Anéis de Neptuno
Estas duas exposições de 591 segundos dos anéis de Neptuno foram
obtidas em 26 de Agosto de 1989 a uma distância de 280,000 quilómetros
(174,000 milhas). Os dois anéis principais são claramente visíveis e
aparecem completos na região fotografada. Também está visível nesta
imagem o anel interior mais fraco a cerca de 42,000 quilómetros (25,000 milhas) do centro de
Neptuno, e a banda fraca que se estende suavemente do anel a 53,000 quilómetros (33,000 milhas)
até cerca de meio caminho entre os dois anéis brilhantes. O clarão luminoso ao centro é devido à
sobre-exposição do crescente de Neptuno. Numerosas estrelas brilhantes são evidentes no fundo.
Ambos os anéis são contínuos. (Cortesia NASA/JPL)

Anéis Torcidos
Esta porção de um dos anéis de Neptuno parece estar torcida. Os cientistas
acreditam que parece deste modo porque o material original destes anéis
estava em aglomerados que formaram raios quando o material orbitava
Neptuno. O movimento da sonda espacial acrescentou o aspecto torcido
causando um leve borrão na imagem. (Cortesia NASA/JPL)

al como Úrano, Neptuno é ainda hoje mal conhecido, tendo sido visitado somente uma vez, de passagem,
em 25 de Agosto de 1989, pela nave Voyager 2.
Neptuno
Este planeta é uma enorme bola de líquido e gás, com um núcleo rochoso.
Tem tempestades muito violentas, com ventos que podem chegar aos 2 000 km/h.
Uma das suas luas, Tritão, é o local mais frio do Sistema Solar: -235 ºC.
Raio equatorial: 24 300 km
Massa: 103 x 1024 kg
Densidade relativa: 1,64
Temperatura média: -200 ºC
Aceleração da gravidade: 1,19 g
Distância média ao Sol: 4 496 600 000 km (30,0 U.A.)
Período de translação: 164,79 ano
Período de rotação: 15,8 h
Número de luas: 8 (Tritão, Nereide,...)
Velocidade orbital média: 5,44 km/s
Atmosfera: 79% de hidrogénio, 19% de hélio e 2% de metano.

Neptuno
Neptuno anda em órbita a uma distância de 4497 milhões de quilometros, e para completar uma
revolução necessita de 165 anos. Desde o momento da sua descoberta, em Setembro de 1846, ainda
não descreveu uma volta completa em redor do Sol. O planeta possui uma massa 17 vezes superior
à da Terra, e uma densidade média igual a 1.64 vezes a da água. Como todos os gigantes gasosos,
não apresenta uma separação nítida entre uma atmosfera gasosa e uma superfície sólida, pelo que se
define convencionalmente como nível zero, o correspondente a uma pressão de 1 bar.
A atmosfera é constítuida basicamente por hidrogénio e hélio, com uma pequena percentagem de
metano. Este último composto, que absorve a luz vermelha procedente do Sol, confere ao planeta a
sua coloração característica e influi sobre a sua metereologia e a sua química.
elevadas e forma uma camada de nuvens.

Imagem com cores falsas obtida com um filtro azul, um verde e outro centrado numa das bandas do
metano gasoso. Uma neblina translúcida envolve o planeta a grande altitude (camada avermelhada),
enquanto as nuvens de metano aparecem brancas.

Panorama geral do planeta. Podem ver-se claramente a Grande Mancha Escura, a estrutura em
franjas da atmosfera e as nuvens brancas de cristais de metano.As cores foram ligeiramente
falseadas para permitir um aumento de constraste.