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‘’Os ataques à Escola Pública e ao SNS e os despedimentos livres estão escondidos na
‘’Os ataques à Escola Pública e ao SNS e os despedimentos livres estão escondidos na agenda da
oposição, mas nos já conhecemos a história do lobo mau, que se pode disfarçar de avozinha, mas
não deixa de ser o lobo mau’’. ANTÓNIO COSTA
PrÓxImA EDIÇãO
eNtreViStA A
Director Carlos Zorrinho | defenderportugal@ps.pt | SeMANAL - N. o 3
ANTÓNIO
COSTA
eNtreViStA Francisco Assis “Os portugueses devem ter confiança e esperança no futuro” Partilhando o optimismo
eNtreViStA
Francisco Assis
“Os portugueses
devem ter confiança e
esperança no futuro”
Partilhando o optimismo que une o PS nesta
crise, o cabeça de lista pelo círculo eleitoral do
Porto, Francisco Assis, incita os portugueses a ter
confiança no futuro. Seguro de que os socialistas
saberão defender a Escola Pública, o SNS e da
Segurança Social, o ex-líder parlamentar apela à
esperança colectiva: “Nós vamos conseguir. É esse
o nosso propósito e o nosso desígnio”. P4
DIGA Lá
reportAGeM

Em defesa do SNS público e da Educação para todos

Milhares de pessoas participaram activamente, de forma directa e indirec- ta, em duas iniciativas que constituem já momentos altos da pré-campanha eleitoral do PS: os fóruns sobre Saúde e Educação, reunidos em Coimbra e no Porto. A defesa do Serviço Nacional de Saúde, tendencialmente gratuito, e da Escola Pública, ameaçadas pela estratégia economicista da direita, que se propõe privatizar hospitais e criar escolas para ricos e escolas para pobres, para poupar dinheiro ao Estado, uniram vontades e propósitos. P4

dinheiro ao Estado, uniram vontades e propósitos. P4 “VOu VOTAr PS PELA DEfESA DO SErVIÇO NACIONAL
dinheiro ao Estado, uniram vontades e propósitos. P4 “VOu VOTAr PS PELA DEfESA DO SErVIÇO NACIONAL
“VOu VOTAr PS PELA DEfESA DO SErVIÇO NACIONAL DE SAÚDE” TErESA SOuSA fErNANDES oBStetrA DA
“VOu VOTAr PS PELA
DEfESA DO SErVIÇO
NACIONAL DE SAÚDE”
TErESA SOuSA fErNANDES
oBStetrA DA MAterNiDADe
DANieL De MAtoS (coiMBrA)
Testemunho do presidente da
Câmara Municipal de Sines.
P6

2

ENTrEVISTA

FrANciSco ASSiS

“PSD abandonou completamente a sua matriz social-democrata”

Alertando para o facto de o PSD ter guinado à direita, Francisco Assis, cabeça de lista do Partido Socialista pelo círculo eleitoral do Porto, pede aos eleitores que não se deixem enganar. “Este não é o mesmo PSD que consolidou, juntamente com o PS, o nosso modelo económico e social”, observa Assis. Para ele, é claro que “o PSD abandonou completamente a matriz social- democrata e é hoje um partido ultraliberal”.

social- democrata e é hoje um partido ultraliberal”. Como avalia o acordo conseguido pelo Governo com

Como avalia o acordo conseguido pelo Governo com a “troika”?

O Partido Socialista considera que o acordo negociado

pelo Governo é um bom acordo para o País. É um bom

acordo porque apesar de ser um programa duro e exigente,

é um programa que preserva o nosso modelo de organiza-

ção económico e social. O Governo nunca quis recorrer

a ajuda externa porque sempre acreditou que Portugal

poderia resolver os seus problemas sozinho. A oposição assim não o entendeu. Uma vez aberta uma irresponsável crise política, o Governo esteve à altura dos tempos e con- duziu uma intensa negociação tendo em vista alcançar um patamar de entendimento que permitisse ao País aceder a um empréstimo do FEEF. Esse entendimento foi alcança-

do em torno do PEC, documento rejeitado na Assembleia da República.

Como se propõe o PS levar por diante, com tantos cons- trangimentos orçamentais, o crescimento sustentado da economia?

O País está confrontado com um problema ao nível do

financiamento da economia. Hoje, este problema afigura- -se o maior risco ao nosso desenvolvimento económico, porquanto a eventual falta de liquidez do nosso tecido empresarial resultará na diminuição do investimento pri- vado, na diminuição da actividade económica e em muitos

DEfENDErPOrTuGAL.NET LeGiSLAtiVAS 2011

casos na insolvência. Este é o problema mais premente a ser resolvido de modo a garantir condições às nossas empresas para o desenvolvimento da sua actividade eco- nómica. O Governo tem vindo a enfrentá-lo e os números da execução orçamental do primeiro trimestre do ano de 2011 revelam que o tem feito de forma meritória. Importa igualmente apostar na qualificação dos recursos humanos, na melhoria das infra-estruturas, na diminuição dos custos de contexto, nas energias renováveis e na reabilitação ur- bana. Estas são algumas das áreas abordadas no programa eleitoral do PS e para as quais pensamos ter apresentado as medidas que urge aplicar.

As exportações continuam a ser o sector-chave? Sem dúvida. A restrição do consumo interno que decorrerá da aplicação das medidas de austeridade, impõe-nos que continuemos a apostar no nosso sector exportador como factor impulsionador do crescimento económico. E este é um sector que nos tem dado bastantes garantias de futuro. Pudemos verificar que no ano de 2010 as nossas exporta- ções cresceram 15,7%. Esse valor permitiu-nos alcançar um crescimento económico na ordem dos 1,4%, duas vezes mais do que o previsto no Orçamento de Estado para 2010. Já neste ano as exportações aumentaram 17% no primeiro trimestre. Principalmente porque as exporta- ções têm cada vez mais valor acrescentado, inflacionado

pela crescente componente tecnológica dos produtos. O sector exportador é um sector que tem respondido com grande força aos desafios que lhe têm sido colocados e o PS procurará contribuir para que continue a responder.

Vamos conseguir, apesar da crise, assegurar a igualdade de oportunidades e defender a coesão social? O programa eleitoral com o qual o PS se apresenta a estas eleições, defende a manutenção da escola pública, da saúde pública e da segurança social pública. Estes três pilares fundamentais do Estado Social são os garantes da igualdade de oportunidades e da coesão social. Neste momento, da nossa vida colectiva deparamo-nos com dificuldades, mas os portugueses saberão enfrentar estas dificuldades, vencê-las e cuidar de manter os princípios do modelo social europeu, que se encontra completamente consolidado na sociedade portuguesa. Apesar da crise, nós vamos conseguir. É esse o nosso propósito e será esse o nosso desígnio quando vencermos as eleições no próximo dia 5 de Junho.

Há razões para os portugueses continuarem a ter con- fiança e esperança num futuro melhor? Sim. Portugal é hoje um País mais qualificado e portanto mais preparado para enfrentar o futuro. Hoje Portugal aposta como nunca na Educação. Hoje apresentamos valo-

EDITOrIAL res no domínio da Investigação Científica dos quais deve - abandonou completamente a sua

EDITOrIAL

res no domínio da Investigação Científica dos quais deve-

abandonou completamente a sua matriz social-democrata

e é hoje um partido ultraliberal. E isso reflecte-se num ju-

é

que o PSD, nos tempos idos em que era um partido

Que desafios o levaram a aceitar liderar a candidatura

mos orgulhar-nos. Ao passo que em 2005 o total investido no País em Investigação e Desenvolvimento representava apenas 0,81% do PIB, hoje mais que duplicamos esse

ízo pré-concebido de que tudo quanto é público é natural- mente mau. O PS nunca partilhou dessa visão e a verdade

valor e investimos 1,71% do PIB. Entre 2005 e 2010 o número de diplomados cresceu 20%. Em 2010 realizaram-

social-democrata, também não.

-se mais de 1600 novos doutoramentos, o que representa um crescimento de 50% face a 2003. Mais de metade

do PS pelo Círculo do Porto?

desses doutoramentos são realizados por mulheres. Os

É

uma grande honra para mim encabeçar a lista de candi-

portugueses podem e devem ter confiança e esperança no futuro, porque o nosso potencial humano é hoje um factor de orgulho para o País.

datos do PS pelo círculo eleitoral do Porto. É um distrito dinâmico, lutador e empreendedor. Somos uma lista de

O

que diferencia o PS do PSD?

candidatos de créditos firmados, quer a nível profissional, quer a nível político. O propósito dos candidatos do PS

O

PS e o PSD têm hoje uma visão diferente, desde logo

pelo Porto é contribuir para a afirmação de um distrito que

ao nível económico. O PSD apresentou como grande solução para a elevação da competitividade da econo- mia portuguesa uma polí- tica de restrição salarial.

O PS sempre optou pela

qualificação das pessoas

e das organizações como

factores impulsionadores da capacidade competitiva do nosso tecido empresa-

rial no exterior. Enquanto

o PSD preconiza uma

economia competitiva assente em baixos salários, nós defendemos uma so- ciedade mais competitiva porque mais qualificada. As diferenças entre o PS

e o PSD estendem-se aos

mais variados domínios e essa diferença é notória nas

propostas de revisão Cons- titucional que os dois partidos apresentaram na Assem- bleia da República. Ao nível da Saúde, da Educação, da Segurança Social, da Organização Político-Administrativa do País. São conhecidos os nossos diferentes diagnósticos

e decorrentes soluções para a sociedade portuguesa.

cultiva o conhecimento, que não tem medo de arriscar e que se afirma na promo- ção do desenvolvimento científico e tecnológico, como base do modelo de desenvolvimento económi-

co que preconizamos para

Portugal. Em suma, o nos-

so propósito é contribuir

para um Porto forte, plena- mente convictos que nunca teremos um País forte com um Porto enfraquecido.

O PSD apresentou como grande solução

para a elevação da competitividade da economia portuguesa uma política de restrição salarial. O PS sempre optou pela qualificação das pessoas e das organizações como factores impulsionadores da capacidade competitiva do nosso tecido empresarial no exterior

Que motivos têm os elei- tores ainda indecisos para votar PS?

O PS apresenta-se a este

acto eleitoral consciente do trabalho realizado nos seis anos de Governo. Melho- rámos a Escola Pública, racionalizámos e moder- nizámos o Serviço Nacional de Saúde, fizemos a reforma do Código do Trabalho, reformámos a Administração Pública, reestruturando as carreiras profissionais, reorga- nizando os serviços e eliminando estruturas administrati- vas desnecessárias. Promovemos a reforma da Segurança Social, garantindo a sua sustentabilidade, apostámos nas energias renováveis, substituindo a importação de petróleo por produção energética própria e amiga do ambien-

te, promovemos a igualdade de género entre homens e mulheres, nos mais diversos domínios, desenvolvemos o programa Simplex e promovemos a Simplificação Admi- nistrativa da Administração Pública (do qual é exemplo o Cartão de Cidadão). Temos hoje uma política de Investi- gação Científica com enormes resultados, disseminámos as tecnologias de informação por todo o País, aprovámos

a Interrupção Voluntária da Gravidez e o casamento entre

pessoas do mesmo sexo. Potenciámos as nossas relações Internacionais, apoiámos as nossas empresas exportado- ras, atingindo taxas de crescimento das exportações tão elevadas quanto necessárias e até ao momento da crise soubemos diminuir o défice público para um valor abaixo dos 3%. Fizemos tudo isto e fizemos muito mais. Teremos certamente cometido erros, mas só quem governa, quem

faz, quem age, está em condições de poder errar. Os por- tugueses conhecem o PS e conhecem o ímpeto reformador do PS. Por isso, no próximo dia 5 de Junho, se procuram um partido capaz, experiente e determinado em enfrentar

e ultrapassar os problemas com que o País se confronta,

estou certo que encontrarão no PS a serenidade de quem tem um rumo e a determinação incansável de que quer

prossegui-lo.

O programa apresentado pelo PSD torna claros os

seus propósitos ou continua a existir uma “agenda

escondida”?

Num primeiro momento o PSD pensou que o problema eleitoral de apresentar as suas propostas para Portugal seria resolvido com a criação da crise política e com o recurso a ajuda externa. O PSD pensou que as instituições internacionais que vieram a Portugal contratualizar um

empréstimo, traziam consigo a cartilha ultraliberal que ele hoje utiliza. A realidade defraudou-lhes as expectativas e não lhes foi possível, pelo acordo com a “troika”, alcançar

a liberalização dos sectores que o PS considera essencial

manter na esfera pública. O PSD teve que assumir os seus

propósitos e nem a leveza que caracterizou a forma como apresentou o seu programa conseguiu esconder a sua agenda.

O que leva a direita a fazer um ataque sistemático a

tudo o que é público, do Ensino, à Saúde ou à Seguran-

ça Social?

Não podemos partir do pressuposto errado de que este é

o mesmo PSD que consolidou, juntamente com o PS, o

nosso modelo económico e social, nos termos em que o mesmo se encontra consagrado na nossa Constituição. Este não é o PSD que o País conheceu porque o PSD

Credibilidade Carlos Zorrinho As Relações Internacionais, e os acordos for- mulados no seu âmbito entre
Credibilidade
Carlos Zorrinho
As Relações Internacionais, e os acordos for-
mulados no seu âmbito entre países e insti-
tuições, exigem garantias de credibilidade na
execução. Portugal assinou um acordo de largo
espectro, para financiamento e reforma da sua
economia. É um acordo focado na competitivi-
dade, no aumento do potencial de crescimento
e na criação de emprego. E é um compromisso,
que salvaguarda a dimensão social e a ma-
nutenção de sistemas robustos de protecção
social e serviços públicos determinantes, como
a Escola Pública e o Serviço Nacional de Saúde.
A forma como o Governo se
relacionou com as instituições
internacionais – discreta, rigorosa
e
eficaz – contrasta fortemente com
o
ziguezague atabalhoado do maior
partido da oposição e o alheamento
total da esquerda de protesto
O resultado deste acordo evidencia a credibili-
dade do Governo de Portugal e do seu primei-
ro-ministro, que balizou e definiu, de forma
clara, o perímetro do plano, as zonas a modifi-
car e as zonas a salvaguardar.
A forma como os diferentes partidos souberam
(e não souberam) gerir e defender o interesse
nacional, no processo negocial, é o melhor
teste à sua capacidade para governar o país
nos próximos anos. O PS mostrou estar pre-
parado. O PSD expôs a sua ausência de rumo
e de estratégia. E os partidos da esquerda de
protesto reforçaram o seu posicionamento fora
do arco da governabilidade. No momento do
voto, isso assumirá, certamente, uma impor-
tância decisiva. O voto no PS é o voto útil num
futuro melhor.

fICHA TÉCNICA DIrECTOr carlos Zorrinho | EDITOr orlando raimundo rEDACTOrES castelo Branco, catarina castanheira, Glória rebelo, João Mata, Filipa Jesus, Nelson Lage, rui ribeiro, Sónia Fertuzinhos, tiago Gonçalves e Vanda Nunes | fOTOGrAfIA Jorge Ferreira (editor), pedro da Silva e ricardo oliveira | GrAfISmO E PAGINAÇãO Miguel Andrade (coordenação) e Francisco Sandoval | ADmINISTrADOr André Figueiredo PrOPrIEDADE partido Socialista, Largo do rato 2, 1269-143 Lisboa

CONSTruIr O fuTurO

rEPOrTAGEm

4 4
4
4

A Escola Pública como garante da igualdade de oportunidades

Mestres e alunos rejeitam no porto escolas para ricos e escola para pobres

A ideia de que só a Escola Pública garante o acesso a um

ensino de qualidade a todos os jovens, ao mesmo tem-

po que assegura a igualdade de oportunidades, reuniu

no Porto, professores e cidadãos interessados no debate deste tema crucial. Foi o Fórum de Educação, organizado pelo Partido Socialista, a que se associaram destacadas personali- dades da área, muitas das quais subscritoras do manifesto em defesa da Escola Pública. Presidido por José António Barros, presidente da Associação Empresarial de Portugal, o encon- tro contou com a participação dos professores Nuno Portas e Carlos Prata, e dos especialistas Lucília Salgado, da Escola Superior de Educação de Coimbra, e Luís Capucha, do ISC- TE e Presidente da Agência Nacional para a Qualificação. Ao participar na sessão, Sócrates, criticou a direita, em par- ticular o PSD, por aproveitar a crise económica e financeira para insistir na ideia do financiamento de escolas privadas com dinheiros públicos, em nome de uma pretensa liberdade de escolha. E insurgiu-se contra quem propõe uma divisão entre boas escolas privadas para ricos e uma escola pública “degradada e decadente” para os outros cidadãos. E lamen- tou que a “esquerda radical, passadista e imobilista”, se

tenham limitado, nos anos de governação do PS, a defender que “tudo devia ficar na mesma”, o que teria como resultado

“tudo devia ficar na mesma”, o que teria como resultado “uma escola parada no tempo”. Evocando

“uma escola parada no tempo”. Evocando o sucesso das políticas seguidas, Sócrates citou al- guns números de que disse estar orgulhoso: 81% dos jovens dos 15 aos 19 anos a frequentar a escola, fazendo com que Portugal tenha atingido pela primeira vez a média dos países desenvolvidos; redução da taxa de insucesso escolar em 11 pontos percentuais; e, ainda, os 35% dos jovens com 20 anos estudam no Ensino Superior. Os testemunhos de Sandra Martins, Eduarda Vieira e José António Campos, funcionários administrativos formados nas Novas Oportunidades, foram momentos altos do encontro, em que também intervieram directores de escolas, encarrega- dos de educação e autarcas.

Defender e modernizar o Serviço Nacional de Saúde

coimbra aplaudiu e validou a ideia de um SNS eficiente e de qualidade

A ideia de um Serviço Nacional de Saúde cada vez

melhor, sustentável, eficiente e à altura dos tempos,

juntou em Coimbra, no Pavilhão de Portugal do par-

que da cidade, médicos, economistas e utentes, apostados em

não deixar destruir aquele que já é, indiscutivelmente, uma das grandes imagens de marca da democracia portuguesa. Foi o Fórum Saúde, organizado pelo PS, que contou com, a presença do secretário-geral e (re)candidato a primeiro- -ministro, José Sócrates.

O líder socialista explicitou a forma como o PSD se propõe

enfraquecer o SNS, através das suas propostas de privati- zação, advertindo que se trata de “uma aventura perigosís- sima”, reveladora da “completa impreparação política” do líder laranja. Sócrates centrou a intervenção nas virtualidades

de um serviço público de saúde eficiente e de qualidade, que garante equidade a todos os cidadãos no acesso à saúde, e demarcou-se das propostas radicais do PSD, que têm como

objectivo central acabar com a “tendência gratuita” no Servi-

ço Nacional de Saúde.

“O que eles querem é financiar o privado”, disse o primeiro- -ministro, reafirmado não poder estar de acordo “em drenar

recursos dos cidadãos” para o sector privado da saúde, em nome de uma pretensa “liberdade de escolha”. “OS EUA, que não têm Serviço Nacional de Saúde, são o

“OS EUA, que não têm Serviço Nacional de Saúde, são o país que mais gasta por

país que mais gasta por pessoa e por ano e os seus indicado- res deixam muito a desejar”, lembrou Sócrates. E acrescen- tou dois dados reveladores: a esperança de vida é menor nos EUA que em Portugal e a mortalidade infantil é maior nos EUA que no nosso país. A certeza de que nas eleições de 6 de Junho a Saúde vai estar no centro das escolhas, animou os debates, que convergiram num sentimento comum: a defesa da igualdade de acesso aos cuidados de saúde, através do SNS, numa altura em que “os tempos não estão para aventuras”. Neste Fórum, em que participaram personalidades das mais qualificadas na área da Saúde, Sócrates realçou ainda as refor- mas levadas a cabo nos últimos ano, da criação das Unidades de Saúde Familiar às Unidades de Cuidados Continuados, que permitiram e asseguraram melhor prestação de serviços, mais consultas, mais cirurgias e menos tempo de espera.

JOSÉANTÓNIOfuNDO SubDIrECTOr DA ESCOLA ArTíSTICA SOArES DOS rEIS rEQuALIfICADA PELA PArQuE ESCOLAr A escola Soares
JOSÉANTÓNIOfuNDO
SubDIrECTOr DA ESCOLA
ArTíSTICA SOArES DOS rEIS
rEQuALIfICADA PELA PArQuE
ESCOLAr
A escola Soares dos Reis tem 125 anos, sendo
que 122 destes foram à espera do edifício que
a Parque Escolar finalmente construiu. E isto
representa um investimento crucial nos alunos,
na sua criatividade, e uma forte aposta no que
representa a arte e a criação artística. Este foi um
processo totalmente feito em parceria com as es-
colas A Soares dos Reis cresceu 50% em número
de alunos nos cursos artísticos, mas também
profissionais. O PS tem desempenhado um papel
absolutamente fundamental no desenvolvimento
dos edifícios escolares.
VíTOr mANuEL fErrEIrA ALuNO DO 11. O ANO DE CIêNCIAS E TECNOLOGIAS DA ESCOLA SECuNDárIA
VíTOr mANuEL fErrEIrA
ALuNO DO 11. O ANO DE CIêNCIAS
E TECNOLOGIAS DA ESCOLA
SECuNDárIA DAS CALDAS
DAS TAIPAS. COm 16 ANOS,
CONVENCEu fAmILIArES
ADuLTOS A ESTuDArEm NAS
NOVAS OPOrTuNIDADES.
Há três anos convenci a minha mãe, duas tias, um
tio e uma prima adultos, que enquanto jovens não ti-
nham meios financeiros para poder estudar, o que foi
um sonho roubado, a ingressar nas Novas Oportuni-
dades. O regresso aos estudos destes meus familia-
res teve consequências bem visíveis na dinâmica da
família, uma vez que passámos a falar, para além das
notícias, dos livros que tinham lido e outras matérias.
O bichinho do estudo afectou os membros da minha
família. Eles perceberam, por exemplo, que um livro
é mais que um conjunto de palavras, pode ser um
modo de sonhar, de viajar.
JOrGE TAVArES DIrECTOr DO AGruPAmENTO mArCELINO mESQuITA (CArTAxO) Nos últimos seis anos, o nosso país
JOrGE TAVArES
DIrECTOr DO AGruPAmENTO
mArCELINO mESQuITA (CArTAxO)
Nos últimos seis anos, o nosso país assistiu a um
crescimento sustentado dos grandes desafios edu-
cativos. Só o pensamento estratégico do eng. José
Sócrates e do Partido Socialista permitiram dar
uma oportunidade ao progresso e preparar a esco-
la pública para o séc. XXI. Foi conseguido: Escola a
Tempo Inteiro; Aulas de Substituição; Plano Nacio-
nal de Leitura; Plano de Ação para a Matemática;
Plano Tecnológico Educativo; Colocação de Profes-
sores Plurianuais; Manuais Escolares plurianuais;
Reforço das Ofertas Educativas; Requalificação das
Escolas; Escolaridade Obrigatória para 12 anos.
Sendo independente e livre nas minhas convicções,
o meu imperativo ético leva-me a apelar ao voto
no Partido Socialista, como o garante da escola
pública, moderna e promotora das igualdades e
das oportunidades.

DEfENDErPOrTuGAL.NET LeGiSLAtiVAS 2011

NÓS E ELES NÓS candidatamo-nos para aplicar o nosso programa eleitoral tendo sempre presente o

NÓS E ELES

NÓS candidatamo-nos para aplicar o nosso programa eleitoral tendo sempre presente o interesse nacional. Se
NÓS candidatamo-nos para aplicar o
nosso programa eleitoral tendo sempre
presente o interesse nacional.
Se essa for a vontade expressa dos eleitores portugueses, go-
vernaremos com outros partidos respeitando as suas lideran-
ças e as regras próprias do jogo democrático.
ELES pretendem apenas o exercício do poder, recusando-se a governar com outros partidos, ainda que
ELES pretendem apenas o exercício do
poder, recusando-se a governar com
outros partidos, ainda que isso seja
necessário para o País.
Querem interferir nas escolhas de outros partidos, nomeada-
mente no pS, que elegeu democraticamente e de forma ine-
quívoca como líder José Sócrates. Desrespeitando com a sua
atitude as mais elementares regras da democracia.
com a sua atitude as mais elementares regras da democracia. NÓS defendemos um sistema financeiro sólido

NÓS defendemos um sistema financeiro sólido e equilibrado, em que o Estado tem um papel a desempenhar.

opomo-nos por isso à privatização, ainda que parcial da caixa Geral de Depósitos, conscientes do seu papel como banco pú- blico determinante de fomento e regulação do mercado.

ELES defendem a privatização da Caixa Geral de Depósitos, num quadro em que é elevada a probabilidade da sua compra por capitais estrangeiros.

Aceitam enfraquecer e expor o sistema financeiro nacional num momento de elevado risco, abdicando de um banco pú- blico a preço de saldo.

CONfrONTO DE IDEIAS

como uma mesma questão é vista por nós e por eles.

São muitas as diferenças entre PS e PSD. Votar é escolher entre dois modelos de sociedade e desenvolvimento.

NÓS defendemos uma sociedade justa e equitativa onde haja igualdade de oportunidades para todos. Somos
NÓS defendemos uma sociedade justa
e equitativa onde haja igualdade de
oportunidades para todos.
Somos pela modernização administrativa, apostando na ino-
vação e nas novas tecnologias, por forma a garantir a todos os
cidadãos o acesso a serviços públicos de qualidade.
ELES querem privatizar a saúde, a escola pública e os sistemas de protecção social que
ELES querem privatizar a saúde, a escola
pública e os sistemas de protecção social
que apoiam os mais vulneráveis.
Provocaram e querem aproveitar a vinda da “troika” para des-
montar peça por peça o Estado Social, concretizando à boleia
de um acordo internacional o que propuseram sem êxito para a
revisão constitucional.
NÓS prosseguiremos o apoio aos mais idosos através de uma Segurança Social de base pública.
NÓS prosseguiremos o apoio aos mais
idosos através de uma Segurança Social
de base pública.
Propomo-nos, por isso, concretizar novas e mais ambiciosas
reformas, que assegurem aos nossos idosos uma vida mais
digna e o acesso de qualidade aos serviços de que necessitam.
ELES têm uma agenda ultraliberal baseada no salve-se quem puder. Apostam num mercado que tudo
ELES têm uma agenda ultraliberal
baseada no salve-se quem puder.
Apostam num mercado que tudo regula, isto é, na regra perver-
sa de quem puder pagar safa-se e quem não puder fica exposto
à caridade como antes do desenvolvimento do Estado Social.

CONSTruIr O fuTurO

DIGA Lá

6

DIGA Lá 6 SNS foi a maior conquista de Abril Teresa Sousa fernandes S endo eu

SNS foi a maior conquista de Abril

Teresa Sousa fernandes

S endo eu sexagenária no activo, democrata

por genes familiares, progressista por-

que a vida me foi assim fazendo, lutadora

através dos tempos por causas femininas sem ser feminista, obstetra de formação, apartidária mas com os pés assentes no mundo, no Portugal actual, fiquei perplexa quando o maior partido da

oposição, decidiu desafiar a sorte e obrigou a cair

o Governo do PS, quando era de todo inoportuno,

percebia-se. Mais perplexa fiquei, quando o Presidente da República, Cavaco Silva, aparou a queda. Ouvi então a Europa, nunca perdi ou ganhei tanto tempo agarrada aos debates televisivos, porque precisava orientar-me, orientar outros, conseguir respostas aos meus porquês. Mas a tentativa de destruição do Serviço Nacional de Saúde, a maior conquista de Abril, foi a gota de água no meu oceano. Licenciei-me em Medicina pela Universidade de Coimbra em 1968.

Tomei uma atitude, vou votar PS, quanto mais não seja pela defesa do que de melhor temos no País, o Serviço Nacional de Saúde

Fiz todo o percurso das Carreiras Médicas nos Hospitais da Universidade de Coimbra, tendo completado a especialidade de Ginecologia - Obs- tetrícia em 1974. Desde esta data trabalho na Maternidade Daniel de Matos (Hospitais da Universidade de Coimbra) tendo acumulado o cargo de Assistente Eventual de Clínica Obstétrica da Universidade de Coimbra durante algum tempo. Assisti a grandes reformas no Serviço Nacional de Saúde com a assinatura do governo PS… a con- solidação de consultas de Planeamento Familiar em todos os Centros de Saúde e Educação Sexual nas escolas, implementação de apoio médico, psicológico e social para grávidas adolescen- tes, a despenalização do aborto com consultas auditadas, que parecendo de fácil execução são de extrema dificuldade pela complexidade do ser humano… e assisti a muitas outras causas igualmente relevantes para a saúde das jovens e dos seus pares. Tomei uma atitude, vou votar PS, quanto mais não seja pela defesa do que de melhor temos no País,

o Serviço Nacional de Saúde.

Vou passar a palavra. Vou tentar que a juventude com quem e para

quem sempre trabalhei e me reconhece, não se amedronte, não fique em casa, assente os pés em Portugal, lute e vote Partido Socialista.

O futuro é deles.

DEfENDErPOrTuGAL.NET LeGiSLAtiVAS 2011

o QUe eLeS peNSAM SoBre

SErVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

A importância do Serviço Nacional de Saúde, que se afirmou como uma das mais importantes imagens de marca da democracia Portuguesa, é o tema das reflexões que se seguem. Mais do que assegurar a tendência gratuita no acesso aos serviços, que a direita quer eliminar, está em causa a defesa de conquistas tão importantes, quanto a Rede Nacional de Cuidados Continuados, criada pelo Governo socialista, que pela primeira vez responde à necessidade de cuidados de convalescença.

vez responde à necessidade de cuidados de convalescença. EDuArDO bArrOSO MÉDICO CIRURGIÃO 62 ANOS lhido, não
EDuArDO bArrOSO MÉDICO CIRURGIÃO 62 ANOS
EDuArDO bArrOSO
MÉDICO CIRURGIÃO
62 ANOS

lhido, não porque é gratuito ou tendencialmente gra- tuito, mas porque é um local onde qualquer cidadão, independentemente da sua condição, pode procurar o melhor tratamento. É preciso racionalizar os meios, informar as pessoas e criar mais ilhas de qualidade e de referência no Serviço Nacional de Saúde.

O Serviço Nacional de Saúde tem de ser competitivo

em relação às alternativas privadas. E tem de ser esco-

em relação às alternativas privadas. E tem de ser esco- mANuEL COELHO CArVALHO AUTARCA 70 ANOS
mANuEL COELHO CArVALHO AUTARCA 70 ANOS
mANuEL COELHO CArVALHO
AUTARCA
70 ANOS

actual primeiro-ministro, que desenvolveu um trabalho notável na governação do país. Fê-lo na reforma da Segurança Social, na defesa da Escola Pública, nos in- vestimentos no Pólo Portuário e Industrial de Sines e, sobretudo, no Serviço Nacional de Saúde, com novos centros de atendimento e hospitais e requalificação da rede de cuidados continuados. Só uma vitória expres-

siva do PS derrotará os projectos neoliberais e impedi-

rá a destruição do Estado Social e o agravamento das

desigualdades. Por isso apelo ao voto útil no PS.

Participo nesta campanha eleitoral ao lado de José Sócrates por considerar a sua vitória de extrema importância para o nosso país. Sou independente de partidos, mas sinto o dever de dar o meu contributo. Nas funções de presidente da Câmara de Sines, teste- munhei a determinação, o talento e a capacidade do

teste- munhei a determinação, o talento e a capacidade do ANTÓNIO fErrEIrA PRESIDENTE DO HOSPITAL DE
ANTÓNIO fErrEIrA PRESIDENTE DO HOSPITAL DE SÃO JOÃO
ANTÓNIO fErrEIrA
PRESIDENTE DO
HOSPITAL DE SÃO JOÃO

51 ANOS

termos sociais que nos legou a Revolução de Abril. É nossa obrigação pugnar pela defesa do SNS e assegu- rar as reformas que ele necessita para garantir a sua sustentabilidade. Este é o desafio que temos pela frente, porque surge outra alternativa que pretende extinguir ou minguar o SNS e apostar na medicina privada, o que privará milhões de portugueses de terem acesso à saúde.

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) configura o maior avanço civilizacional do século XX, o bem maior em

maior avanço civilizacional do século XX, o bem maior em márIO JOrGE NEVES MÉDICO E DIRIGENTE
márIO JOrGE NEVES MÉDICO E DIRIGENTE SINDICAL dos grandes negócios. Para ele, os Direitos Sociais,
márIO JOrGE NEVES
MÉDICO E DIRIGENTE
SINDICAL
dos grandes negócios.
Para ele, os Direitos Sociais, o SNS, a Segurança Social,
a

56 ANOS

Escola Pública devem ser transformados em meros bens de consumo.

Nas próximas eleições vai estar em confronto directo

a defesa do Estado Social e do SNS, por um lado, e as

propostas privatizadoras do PSD, por outro. As eleições irão decidir também se o SNS acaba e os por- tugueses passarão, desse modo, a ter acesso aos cuidados de saúde em função da sua capacidade económica, ou se,

pelo contrário, poderão continuar a usufruir de um direito constitucional e civilizacional.

O PS, responsável pela criação do SNS há mais de 30

anos, é o garante de que o SNS continuará a ser um patri-

mónio social e humano do nosso país.

Ao longo da segunda metade do século passado, o Estado Social foi o instrumento que, em quase toda a Europa, pos-

sibilitou assegurar o desenvolvimento, o progresso social e a grande melhoria das condições de vida dos cidadãos.

A manutenção e a dinamização das políticas sociais é um

factor decisivo para a concretização de um processo que assegure acrescidas condições de êxito na superação da actual crise.

O PSD exige no seu programa eleitoral que toda a com-

ponente social seja privatizada e colocada à disposição

oS JoVeNS e o MercADo De trABALho JuVENTuDE Precariedade? Não, obrigado! Com o PS no

oS JoVeNS e o MercADo De trABALho

JuVENTuDE

Precariedade? Não, obrigado!

MercADo De trABALho JuVENTuDE Precariedade? Não, obrigado! Com o PS no Governo foram criados diversos programas

Com o PS no Governo foram criados diversos programas de estágios profissionais para jovens com remuneração.

Q uanto mais se aproxima a data das próximas eleições legislativas mais o discurso político dos adversários políticos do PS se tornará de ataque, recorrendo para isso aos vários efeitos

da crise que se abateu sobre todos os países desenvolvidos.

Um dos temas que será puxado à colação nesta campanha é aquele que tem merecido uma particular atenção do Gover- no do Partido Socialista, o emprego jovem e o combate à precariedade laboral dos mais jovens activos da população portuguesa. Mas em tempo de eleições, onde se soma o populismo às ideias penalizadoras disfarçadas de fáceis, importa descor- tinar aquele que é o caminho e quem o defende com actos concretos. Para chegar às conclusões que são devidas, a

análise a dados é extremamente importante. Comecemos

DEPOImENTOS

então pelos estágios profissionais. Com o PS no Governo foram criados diversos programas de estágios profissionais para jovens, com remuneração e uma significativa abrangên- cia territorial, a fim de serem criadas novas oportunidades de emprego independentemente da proveniência geográfica, sendo exemplos disso, os programas de estágio na adminis- tração pública do Estado, na administração autárquica, nas empresas, no mundo das artes, nas instituições sociais, com local de trabalho em Portugal ou até mesmo no estrangeiro, como são os casos dos programas InovArt, InovMundus, Inov Contacto, InovJovem e InovSocial. Estes programas tiveram como resultado um aumento do número de estágios profissionais para os 50 mil estágios, obrigatoriamente remu- nerados e agora integrados no sistema de segurança social para que não falte protecção social e na doença.

Ao invés desta política que não encontra paralelo antes de 2005, alguns partidos da oposição que recorrem a este assun- to para com isso capitalizar o descontentamento, apresentam aos portugueses uma solução que não é solução. Sejamos claros, não é solução para o combate ao desemprego jovem e

à precariedade laboral, a consagração de renovações de con-

trato sem limite nem a possibilidade de contratação a termo sem que esta cláusula esteja reduzida a escrito. A solução não passa por desvalorizar ou desclassificar a importância dos

estágios profissionais, bem pelo contrário, a solução passa pelo reforço dos mesmos, dado que as taxas de manutenção

e de empregabilidade definitiva de jovens no mercado após

a conclusão do estágio rondam os 80%. O estágio profissio-

nal permitiu a muitos jovens portugueses uma inserção no mercado de trabalho ultrapassando a barreira da ausência de experiência prévia. A solução do combate à precariedade não passa pela flexibi- lização dos regimes de contratação, a solução encontra-se no combate aos falsos recibos verdes e ao desencorajamento na utilização desse expediente, tornando-o apenas num recurso para os serviços que não são verdadeiras relações laborais.

A solução passa aqui, além da fiscalização, pelo incentivo às empresas e pelo fomento de boas práticas neste âmbito. Mas a emancipação dos jovens deve passar também por po- líticas de apoio ao empreendedorismo, centrando-se a acção no desenvolvimento dos programas de apoio actualmente existentes, potenciando o crescimento económico, a criação de emprego e a dinamização da actividade de vários sectores. Torna-se absolutamente necessário constituir um regime jurídico adequado às necessidades com que o jovem empre- endedor se depara nos anos iniciais da sua actividade e que são os mais determinantes para o sucesso ou insucesso do seu projecto. Mas não basta potenciar os programas de apoio

e de incentivos, é necessário promover a formação para o

empreendedorismo e assegurar uma formação contínua para quem já se dedica a essas actividades, acompanhada da con- tinuidade do rumo desburocratizador e de simplificação que tem sido impulsionado por acção do Governo do PS. Mesmo que outros optem pelo populismo e pelas ideias pe-

nalizadoras disfarçadas de fáceis, está aqui demonstrado qual

é o rumo concreto que nos propomos continuar após o dia

5 de Junho, pelo futuro dos jovens portugueses e de Portugal.

PEDrO SOuSA JOãO SILVA PEDrO ruAS AuTArCA CONSuLTOr Em TurISmO AuTArCA Votar PS nestas eleições
PEDrO SOuSA
JOãO SILVA
PEDrO ruAS
AuTArCA
CONSuLTOr Em TurISmO
AuTArCA
Votar PS nestas eleições é acre-
Acredito que a Juventude tem
Eu voto PS porque nenhum par-
ditar na ciência, na tecnologia e na inova-
ção. Votar PS nestas eleições é acreditar num país
onde a aposta na Educação foi feita como nunca
antes. Votar PS nestas eleições é votar no Futuro!
um papel fundamental no desenvolvimen-
to do país. A defesa da saúde e da escola pública
são algumas das preocupações que me afligem
sabendo que com uma vitória da direita no próximo
dia 5 de Junho, estes três pilares do Estado Social
ficarão em causa e que poderemos ter um retro-
cesso de décadas. Por isso voto PS.
tido está tão bem preparado para encon-
trar respostas para as dificuldades que o país hoje
vive. Voto PS porque sei que os jovens da minha
geração terão garantias de futuro se José Sócra-
tes vencer a 5 de Junho, e porque sabemos que a
convicção das suas ideias são determinantes para o
sucesso de Portugal como país.

CONSTruIr O fuTurO

8

SAbIA QuE

8 SAbIA QuE … em 2005 esperava mais de 8 meses por uma cirurgia que agora
… em 2005 esperava mais de 8 meses por uma cirurgia que agora é realizada
… em 2005 esperava mais de
8 meses por uma cirurgia
que agora é realizada em
90 dias?
meses por uma cirurgia que agora é realizada em 90 dias? … o Programa Nacional de
… o Programa Nacional de Saúde Oral, iniciado em 2008, já beneficiou cerca de um
… o Programa Nacional de
Saúde Oral, iniciado em
2008, já beneficiou cerca de
um milhão de pessoas?
… Portugal é desde 2006 um
dos líderes mundiais em
colheita e transplante de
órgãos?
líderes mundiais em colheita e transplante de órgãos? … é hoje possível marcar uma consulta médica
líderes mundiais em colheita e transplante de órgãos? … é hoje possível marcar uma consulta médica
líderes mundiais em colheita e transplante de órgãos? … é hoje possível marcar uma consulta médica
líderes mundiais em colheita e transplante de órgãos? … é hoje possível marcar uma consulta médica
… é hoje possível marcar uma consulta médica para o seu centro de saúde através
… é hoje possível marcar uma
consulta médica para o seu
centro de saúde através da
Internet?

CONSTruIr O fuTurO

LeGiSLAtiVAS 2011