Vous êtes sur la page 1sur 35
01
01

Direção:

Profª Renata Teixeira Junqueira Freire

Vice Direção Administrativa:

Márcio Lóes Alcalá

Coordenação Pedagógica Educação Infantil e 1º Ano Ensino Fundamental I Profª. Hevelyn Tatiane Silva Barcelos Campelo

Coordenação Pedagógica Ensino Fundamental I:

Profª. Marta Candido Moreira

Coordenação Pedagógica Ensino Fundamental II:

Profª. Adriene Cristina Pontes Alves Silva

Coordenação Pedagógica Ensino Médio:

Profª. Neusi Rosa Gonzaga Oliveira

02
02

NOSSA MISSÃO

A Missão da UBEE-UNBEC é educar e evangelizar crianças e jovens,

fundamentada em São Marcelino Champagnat, para formar cristãos

e cidadãos comprometidos na construção de uma sociedade susten- tável, justa e igualitária.

VISÃO DE FUTURO

Ser referência nacional em educação, pastoral e ação social, reconhe- cida por:

• Excelência acadêmica e formação em valores

• Empreendedorismo educacional, social e cultural

• Desenvolvimento do protagonismo infanto-juvenil

• Gestão profissional e estratégica

• Forte identidade e imagem institucional

• Efetiva articulação com a comunidade eclesial e a sociedade.

PROPOSTA CURRICULAR

Senhores pais,

Ao apresentarmos a proposta curricular 2010 queremos ressal- tar a importância da parceria entre a família e a escola. Somos parcei- ros na tarefa educativa. Que sejamos aliados. Que possamos compre- ender a escola, como uma instituição de precioso valor na formação de nossas crianças e jovens. Nosso projeto educativo integra o desenvolvimento dos nossos

de precioso valor na formação de nossas crianças e jovens. Nosso projeto educativo integra o desenvolvimento
de precioso valor na formação de nossas crianças e jovens. Nosso projeto educativo integra o desenvolvimento
03
03

alunos na dimensão formativa e informativa. Ou seja, queremos ga- rantir uma excelente formação acadêmica, que permita o desenvolvi- mento das diferentes capacidades de nossos alunos; intelectuais, só- cio-afetivas e psicomotoras. Uma escola, que realmente, possa solidi- ficar bases necessárias para o sucesso futuro de nossos alunos na car- reira profissional, que escolherem. Ao mesmo tempo, consideramos de extrema importância, a formação de valores, como a defesa da justiça social, da solidariedade, do amor ao próximo. Consideramos a fé, como alicerce para a força interior e estruturação humana. Assim, ser, conviver, refletir, sentir, construir , expressar, são ações que se tornam princípios e perspectivas de nosso trabalho. Precisamos formar profissionais, mas profissionais que sejam pessoas humanas, equilibradas e felizes. Contamos com a confiança e a parceria efetiva durante o ano, para que os conteúdos trabalhados, sejam realmente instrumentos para o desenvolvimento intelectual e humano de nossos alunos. Recebam o nosso abraço fraterno.

Márcio Alcalá Vice-diretor Administrativo

Renata Teixeira Junqueira Freire Diretora

Recebam o nosso abraço fraterno. Márcio Alcalá Vice-diretor Administrativo Renata Teixeira Junqueira Freire Diretora
Recebam o nosso abraço fraterno. Márcio Alcalá Vice-diretor Administrativo Renata Teixeira Junqueira Freire Diretora
04
04

Querido(a) aluno(a)

Ao entregarmos a proposta curricular 2010 destacamos a importân- cia da sua participação e compromisso para o sucesso do nosso projeto educativo. Assim se constitui de fundamental importância a sua responsabilida- de em aspectos como:

Pontualidade e assiduidade Participação efetiva nas aulas Estudo e cumprimento das tarefas de casa Empenho nas avaliações e atividades pedagógicas Postura de aprendiz, ou seja, a demonstração do desejo de apren- der, de buscar, de querer aprender. Neste caderno estão importantes informações sobre a programação curricular que será desenvolvida em 2010. Conheça o que será estudado, acompanhe nosso trabalho e traga suas perguntas, ideias e sugestões. Lembre-se que na sua caminhada como estudante, você contará com as nossas orientações, apoio e confiança. Conte conosco! O seu sucesso é o nosso sucesso!

Renata Teixeira Junqueira Freire

AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

“Queremos cabeças bem cheias ou bem feitas? Alunos alegres ou instruídos? Um desenvolvimen- to global ou aquisição de noções? Queremos interiorizar normas ou desenvolver a criatividade e a autonomia?

PERRENOUD, Phillipe

Nas disposiçõe gerais do Capítulo II do artigo 21, Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), constam, entre os critérios, para

II do artigo 21, Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educaç ão Nacional), c
II do artigo 21, Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educaç ão Nacional), c
05
05

a verificação do rendimento escolar na Educação Básica:

— A avaliação contínua e cumulativa do desempenho do educando,

destacando-se os aspectos, qualitativos e os resultados no processo sobre os quantitativos e os das provas finais;

— Os estudos de recuperação obrigatórios e preferencialmente pa-

ralelos ao período letivo. Assim, em consonância com o que determina a lei e, de acordo com a concepção de ensino-aprendizagem adotada no Colégio Marista Diocesano,

organizamos o processo de avaliação da seguinte forma:

a) Os períodos de avaliação A avaliação é durante todo o processo de ensino aprendizagem, por meio de instrumentos formais e estratégias informais de observação e in- terpretação qualitativa das habilidades, competências e conhecimentos construidos pelo educando. Os alunos realizam semanalmente provas escrita, individuais, confor- me cronograma apresentado no início de cada etapa letiva. Além das pro- vas individuais semanais, desenvolvem-se atividades e projetos interdisciplinares, trabalhos individuais, estudos dirigidos, debates, semi- nários, pesquisas, entre outros. Às três etapas letivas, determinadas no calendário escolar anual, correspondem os períodos de avaliação da aprendizagem e a distribuição de pontos, a saber:

1ª etapa: 30 pontos

2ª etapa: 30 pontos

3ª etapa: 40 pontos

No final do ano letivo, será considerado aprovado o aluno que:

tiver frequência igual ou superior a 75% do cômputo geral da car- ga horário oferecida na série; obtiver, em cada disciplina, total igual ou superior a 60% da soma dos pontos distribuídos ao longo do ano letivo. Quanto à avaliação do aluno no aspecto processual e qualitativo con

dos pon tos distribuídos ao longo do ano letivo. Quanto à av aliaç ão do aluno
dos pon tos distribuídos ao longo do ano letivo. Quanto à av aliaç ão do aluno
06
06

sidera-se o Conselho de Classe o órgão legalmente instituído (conforme Regimento do Colégio Marista) para a sua realização.

b) Os estudos de recuperação Com o objetivo de oferecer ao aluno outras possibilidades de cons-

trução da aprendizagem de conteúdos e competências, realizam-se os es- tudos de recuperação paralela e recuperação final.

O processo de recuperação se desenvolve em sistema de monitoria,

por disciplina, durante a etapa letiva, e realização de provas, após o encer- ramento da etapa. Os estudos de recuperação poderão ser realizados em todas as disci- plinas em que o estudante não atingiu a média mínima necessária. Com o objetivo de buscar a recuperação de conteúdos e notas assim se distribuem os pontos dos estudos de recuperação que anulam os pon- tos obtidos em cada etapa.

1ª etapa: 30 pontos 2ª etapa: 30 pontos Recuperação Final: 100 pontos

Entre a nota da etapa e a da recuperação, prevalece a maior nota, observando-se o limite da média (60%).

O aluno pode obter, como resultado máximo da recuperação final e

do respectivo ano letivo, o correspondente à média: 60% do total distribu- ído durante o ano.

SÃO FUNÇÕES DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO COLÉGIO MARISTA DIOCESANO DE UBERABA.

Diagnosticar: caracterizar o aluno quanto aos seus interesses, neces- sidades, conhecimentos e habilidades; identificar dificuldades e possíveis causas; Retroinformar: oferecer subsídios para replanejamento do trabalho docente; Estimular o desenvolvimento individual do aluno, a partir do seu

subsídios para replanejamento do trabalho docente; Estimular o desenvolvimento individual do aluno, a partir do seu
subsídios para replanejamento do trabalho docente; Estimular o desenvolvimento individual do aluno, a partir do seu
07
07

autoconhecimento; Verificar o rendimento escolar com vistas à certificação da aprovação para a série seguinte.

No contexto do programa de Educação Integral, desenvolvido no

CMDS, consideramos a importância de diferentes tipos de aprendizagem, além dos aspectos conceituais inerentes à cada disciplina escolar. Aborda- mos e avaliamos, portanto, o conhecimento do aluno nas seguintes cate- gorias:

a) A avaliação dos conteúdos atitudinais, feita pela observação siste-

mática dos alunos através de opiniões emitidas e de suas atuações nas

atividades grupais, nos debates, nas assembléias, nas manifestações den- tro e fora de sala de aula, nas atividades de campo, excursões, nas distribui- ções das tarefas e responsabilidades, durante o recreio, nas atividades es- portivas, etc.

b) A avaliação dos conteúdos procedimentais, que implicam no saber

fazer, isto é, se dá quando verificamos o desempenho do aluno na aquisi- ção do saber dialogar, debater, fazer pesquisa, trabalhar em equipe, utilizar

instrumentos.

c) A avaliação dos conteúdos conceituais, que se situam, especial-

mente, dentro das capacidades cognitivas. A metodologia que adotamos para avaliação da aprendizagem dos conceitos é o domínio deles expresso por meio de representações por escrito, utilizando de habilidades cognitivas de progressiva complexidade, tais como: transferência, dedução, classifica- ção, inferência, análise, síntese, julgamento, etc.

complexidade, tais como: transferência, dedução, classifica- ção, inferência, análise, síntese, julgamento, etc.
complexidade, tais como: transferência, dedução, classifica- ção, inferência, análise, síntese, julgamento, etc.
08
08

1º ANO DO ENSINO MÉDIO

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Envolve as disciplinas de Ciências do Ensino Fundamental I e II (Ciências Naturais, de acordo com os PCN’s), Biologia, Física e Química do Ensino Médio. Temos substituído a visão puramente lógica por uma participação efetiva do aluno no processo de aprendizagem. São criadas condições para que o aluno identifique problemas, a partir de observações sobre um fato, proponha e teste hipóteses, podendo ou não refutá-las. Trata-se de permitir que o aluno possa “redescobrir” o que a ciência já conhece. Adequado a cada nível, os temas: meio ambiente, saúde e tecnologia são sempre abordados e, quando possível, de forma inter e transdisciplinar. Entendemos que valorizar o conhecimento da natureza é permitir ao aluno posicionar-se melhor frente aos desafios crescentes, em especial, o de um modelo para o desenvolvimento sustentável e os avanços da biotecnologia. Outra ação que é desenvolvida pela área é o incentivo a leitura e interpretação de textos de cunho científico e a aplicação dos conhecimentos de Biologia, Física e Química na compreensão dos fenômenos naturais. Atividade relevante desenvolvida pela área são as aulas práticas – laboratórios de Ciências, Biologia, Física e Química. As aulas práticas permitem reforço e auxílio ao desenvolvimento dos conteúdos aplicados em sala de aula, inclusive com o desenvolvimento de projetos científicos que, em geral, são expostos durante a Mostra de Ciências e Tecnologia.

com o desenvolvimento de projetos científicos que, em geral, são expostos durante a Mostra de Ciências
com o desenvolvimento de projetos científicos que, em geral, são expostos durante a Mostra de Ciências
09
09

FÍSICA

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Física

Introdução

Sistemas de Unidades

Potências de 10

Algarismos Significativos

Ordem de Grandeza

Cinemática

Conceitos Básicos

Velocidade e Aceleração Média

Classificação dos Movimentos

Movimento Uniforme

Movimento Uniformemente Variado

Queda Livre

Cinemática Vetorial

Dinâmica

Leis de Newton

Trabalho, Potência e Energia

Impulso e quantidade de Movimento

Colisões

Estática

Equilíbrio do Ponto Material

Equilíbrio do Corpo Extenso

Impulso e quantidade de Movimento Colisões Estática Equilíbrio do Ponto Material Equilíbrio do Corpo Extenso
Impulso e quantidade de Movimento Colisões Estática Equilíbrio do Ponto Material Equilíbrio do Corpo Extenso
10
10

HISTÓRIA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Formar cidadãos críticos, conscientes e solidários. Estabelecer paralelos entre permanências e mudanças ocorridas no tempo e no espaço geográfico. Conhecer e valorizar a diversidade cultural, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, sociais, crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

A origem do homem e a pré-história

A pré-história na América

Egito Antigo

Mesopotâmia

Hebreus

Fenícios

Persas

As origens da civilização grega

O período clássico

A decadência grega

Roma: da comunidade à República

Ascensão e queda do Império Romano

A formação do feudalismo

A consolidação do feudalismo

As transformações do feudalismo

Crise e decadência do feudalismo

Império Bizantino

do feudalismo As transformações do feudalismo Crise e decadência do feudalismo Império Bizantino
do feudalismo As transformações do feudalismo Crise e decadência do feudalismo Império Bizantino
11
11

Império Muçulmano

As monarquias Nacionais

O absolutismo

Renascimento

A Reforma religiosa.

FILOSOFIA

INTENÇAO EDUCATIVA DA ÁREA:

Formar bons cristãos e virtuosos cidadãos. Possibilitar ao aluno construir o conhecimento de si mesmo como pessoa, como ser no mundo, em comunhão com os outros; conferir sentido à sua vida nas dimensões da dignidade humana e do compromisso com o próximo.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

A relação do homem com a natureza

Cultura

Trabalho

Despertar da consciência

Senso Comum: o saber das opiniões

Do senso comum ao senso crítico.

Introdução à filosofia

O que é a Filosofia?

Por que o estudo da Filosofia?

Senso Comum: o saber das opiniões

Introdução à filosofia O que é a Filosofia? Por que o estudo da Filosofia? Senso Comum:
Introdução à filosofia O que é a Filosofia? Por que o estudo da Filosofia? Senso Comum:
12
12

Do senso comum ao senso crítico

Os pré-socráticos

Mitologia grega

Os primeiros filósofos gregos

Tales de Mileto, Anaximandro, Anaxímenes,Pitágoras,Heráclito,

A

Parmênides, Zenão, Empédocles e Demócrito.

Filosofia da Grécia clássica ao helenismo. Sofistas

pensamento cristão: patrística e escolástica.

Sócrates

Platão

Aristóteles

Período greco-romano: a Filosofia pagã e a penetração do

O

cristianismo.

Santo Agostinho

Santo Tomás de Aquino

MATEMÁTICA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

As reflexões sobre o conhecimento matemático, sua natureza, seu papel na sociedade hoje, sua construção individual e coletiva trazem para a educação o desafio de refletir a respeito da colaboração que a Matemática tem a oferecer com vistas à formação da cidadania. Ou seja, sua contribuição para a constituição de condições humanas de sobrevivência, inserção das pessoas no mundo do trabalho, das relações

a constituição de condições humanas de sobrevivência, inserção das pessoas no mundo do trabalho, das relações
a constituição de condições humanas de sobrevivência, inserção das pessoas no mundo do trabalho, das relações
13
13

sociais e da cultura, com o desenvolvimento de posicionamento crítico e propositivo diante das questões sociais.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Geometria Métrica Plana

Segmentos proporcionais Segmentos correspondente

Teorema de Tales

Aplicação do teorema de Tales em triângulos

Teorema da bissetriz interna de um triângulo

Semelhanças

Triângulos semelhantes

Triângulo retângulo

Teorema de Pitágoras

Outras relações no triângulo retângulo

Circunferência

Algumas propriedades da circunferência

Trigonometria nos triângulos

Relações trigonométricas no triângulo retângulo

Relações trigonométricas em um triângulo qualquer

Lei dos cossenos

Lei dos senos

Área de um triângulo qualquer

trigonométricas em um triângulo qualquer Lei dos cossenos Lei dos senos Área de um triângulo qualquer
trigonométricas em um triângulo qualquer Lei dos cossenos Lei dos senos Área de um triângulo qualquer
14
14

Conjuntos

Noções básicas

Conjunto universo

Conjunto vazio

Subconjuntos

Operações com conjuntos

Conjunto união

Conjunto intersecção

Conjunto diferença

Conjuntos numéricos

Conjuntos numéricos naturais

Conjuntos numéricos inteiros

Conjuntos numéricos racionais

Conjuntos dos números reais

Intervalos

Operações com intervalos

Funções

Gráficos

Par ordenado

Produto cartesiano

Sistema cartesiano ortogonal

Gráfico de um produto cartesiano

Relações

Par ordenado Produto cartesiano Sistema cartesiano ortogonal Gráfico de um produto cartesiano Relações
Par ordenado Produto cartesiano Sistema cartesiano ortogonal Gráfico de um produto cartesiano Relações
15
15

Funções

Conceito

Notação

Função real

Gráfico de uma função

Variação de uma função

Função Composta

Função inversa

Funções sobrejetoras, injetoras e bijetoras

Função inversa

Função Polinomial do 1º Grau Função polinomial Função constante

Função polinomial do 1º grau

Zeros de uma função

Função linear

Gráfico da função polinomial do 1º grau

Inequação do 1º grau

Desigualdades

Sistemas

Sinais de uma função polinomial do 1º grau

do 1º grau Inequação do 1º grau Desigualdades Sistemas Sinais de uma função polinomial do 1º
do 1º grau Inequação do 1º grau Desigualdades Sistemas Sinais de uma função polinomial do 1º
16
16

Inequações produto quociente

Inequação-produto

Inequação-quociente

Função quadrática

Função quadrática

Zeros de uma função quadrática

Gráfico da função quadrática

Variação e imagem de uma função quadrática

Função do 2º grau

Sinais de uma função quadrática

Inequações do 2º grau

Função modular

Módulo de número real

Função modular

Gráfico de uma função dada por f(x) = g(x)

Equações

Função exponencial

Potências com expoente inteiro

Potências com expoente racional

Potências com expoente irracional

Potências de base 10

Função exponencial

Zeros de f

com expoente racional Potências com expoente irracional Potências de base 10 Função exponencial Zeros de f
com expoente racional Potências com expoente irracional Potências de base 10 Função exponencial Zeros de f
17
17

Equações exponenciais Inequações exponenciais

Gráfico de f

Função Logarítmica

Logarítmos

Consequências da definição

Propriedades dos logaritmos

Logarítmos decimal

Mudança de base

Logarítmo decimal

Mudança de base

Função logarítmica

Equações logarítmicas

Uma função particular

Tipos básicos de equações logarítmicas

Inequações logarítmicas

Noções de Matemática Financeira Porcentagem

Juro simples Juro composto

Cálculo do montante

Lucro e prejuízo

Cálculo com logaritmos

Valor atual e valor futuro

Progressões Aritméticas

Cálculo do montante Lucro e prejuízo Cálculo com logaritmos Valor atual e valor futuro Progressões Aritméticas
Cálculo do montante Lucro e prejuízo Cálculo com logaritmos Valor atual e valor futuro Progressões Aritméticas
18
18

Sequências numéricas

Progressão aritmética

Termo geral

Soma dos n primeiros termos de uma PA

Termos eqüidistantes dos extremos

Soma dos n primeiros termos de uma PG

Limite de soma de uma PG infinita

LÍNGUA PORTUGUESA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

A área tem como objetivo principal que o educando perceba o texto em sua função sociocomunicativa, por isso privilegia o estudo da estrutura das características e da finalidade de diversos gêneros textuais. Espera-se que ele interaja com o texto como seu interlocutor e, portanto, escolha entre as possibilidades da língua materna, as formas apropriadas às diversas situações de comunicação. Como leitor, deseja-se que o aluno ouça, analise, interprete, avalie e critique as produções de fala e de escrita do outro; como produtor de texto, que expresse seu ponto de vista, com clareza e objetividade, considerando a situação comunicativa e o ponto de vista do interlocutor. Em relação à Literatura, objetivam-se o desenvolvimento pelo gosto da leitura e a apreciação, da dimensão estética dos textos literários. É importante também que o aluno reconheça a literatura como forma de expressão estética de sentimentos humanos e valores sociais, produto de um trabalho do homem historicamente situado.

de expressão estética de sentimentos humanos e valores sociais, produto de um trabalho do homem historicamente
de expressão estética de sentimentos humanos e valores sociais, produto de um trabalho do homem historicamente
19
19

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Interpretação de textos de diferentes gêneros Funções da linguagem Fato / Opinião Estrutura das palavras Formação de palavras Divisão silábica Acentuação das palavras (de acordo com as mudanças ocorridas no Novo Acordo Ortográfico) Ortografia Emprego do hífen ( de acordo com as mudanças ocorridas no Novo Acordo) Morfologia (apresentação das classes morfológicas) Morfologia: artigo, pronome, numeral, adjetivo, advérbio Plural dos substantivos compostos Substantivos que mudam de significado ao mudarem de gênero; Concordância Nominal.

REDAÇÃO

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

A área tem como objetivo principal que o educando perceba o texto em sua função sociocomunicativa, por isso privilegia o estudo da estrutura das características e da finalidade de diversos gêneros textuais. Espera-se que ele interaja com o texto como seu interlocutor e, portanto, escolha entre as possibilidades da língua materna, as formas apropriadas às diversas situações de comunicação. Como leitor, deseja-se que o aluno ouça, analise, interprete, avalie e critique as produções de fala e de escrita do outro; como produtor de texto, que

ouça, analise, interprete, avalie e critique as produções de fala e de escrita do outro; como
ouça, analise, interprete, avalie e critique as produções de fala e de escrita do outro; como
20
20

expresse seu ponto de vista, com clareza e objetividade, considerando a situação comunicativa e o ponto de vista do interlocutor.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Narração, descrição e dissertação.

Elementos constitutivos do texto narrativo:

objetivo e ponto de vista; personagens; ações; narrador; enredo;

tempo e espaço.

Características da notícia e da narrativa ficcional.

Elementos constitutivos do texto descritivo:

objetivo; ponto de vista; linguagem descritiva; impressões sensoriais; enumeração.

Descrição objetiva.

Descrição subjetiva.

Descrição estática.

impressões sensoriais; enumeração. Descrição objetiva. Descrição subjetiva. Descrição estática.
impressões sensoriais; enumeração. Descrição objetiva. Descrição subjetiva. Descrição estática.
21
21

Descrição dinâmica.

Introdução ao estudo do texto dissertativo e suas principais características:

Expositivo Argumentativo A argumentação Tipos de argumentação: por comparação, por ressalva, etc

Informatividade e senso comum

Intertextualidade na arte, na música e na literatura

Temas de vestibulares (textos argumentativos-dissertativos)

QUÍMICA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Envolve as disciplinas de Ciências do Ensino Fundamental I e II (Ciências Naturais, de acordo com os PCN’s), Biologia, Física e Química do Ensino Médio. Temos substituído a visão puramente lógica por uma participação efetiva do aluno no processo de aprendizagem. São criadas condições para que o aluno identifique problemas, a partir de observações sobre um fato, proponha e teste hipóteses, podendo ou não refutá-las. Trata-se de permitir que o aluno possa “redescobrir” o que a ciência já conhece.

Adequado a cada nível, os temas: meio ambiente, saúde e tecnologia são sempre abordados e, quando possível, de forma inter e transdisciplinar.

os temas: meio ambiente, saúde e tecnologia são sempre abordados e, quando possível, de forma inter
os temas: meio ambiente, saúde e tecnologia são sempre abordados e, quando possível, de forma inter
22
22

Entendemos que valorizar o conhecimento da natureza é permitir ao aluno posicionar-se melhor frente aos desafios crescentes, em especial, o de um modelo para o desenvolvimento sustentável e os avanços da biotecnologia. Outra ação que é desenvolvida pela área é o incentivo a leitura e interpretação de textos de cunho científico e a aplicação dos conhecimentos de Biologia, Física e Química na compreensão dos fenômenos naturais. Atividade relevante desenvolvida pela área são as aulas práticas – laboratórios de Ciências, Biologia, Física e Química. As aulas práticas permitem reforço e auxílio ao desenvolvimento dos conteúdos aplicados em sala de aula, inclusive com o desenvolvimento de projetos científicos que, em geral, são expostos durante a Mostra de Ciências e Tecnologia.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Química geral Introdução ao estudo da química Propriedades da matéria Substância pura , misturas e separação de misturas Fenômenos físicos e químicos Leis ponderais Estrutura atômica Tabela periódica e propriedades Ligações químicas, geometria molecular, polaridade e forças intermoleculares Funções inorgânicas: ácidos, bases, sais e óxidos Reações químicas Quantidades e medidas Cálculos químicos

inorgânicas: ácidos, bases, sais e óxidos Reações químicas Quantidades e medidas Cálculos químicos
inorgânicas: ácidos, bases, sais e óxidos Reações químicas Quantidades e medidas Cálculos químicos
23
23

ARTE

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

O ensino de arte visa uma proposta educativa integrada, onde as diferentes linguagens e formas de expressão artística possibilitem a formação de crianças e jovens mais críticos esteticamente e culturalmente, além de oportunizar experiências que desenvolvam a criatividade e a sensibilidade através do olhar artístico.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Eixos do Conteúdo

Arte e Vida

Arte e Linguagem

Arte na Construção da Identidade do Homem

Objetivos Globais Contextualizar e conceituar arte através de produções coletivas e individuais Analisar expressões artísticas em diferentes situações Refletir sobre a história da humanidade a partir da sua arte e cultura Refletir sobre as funções sociais, religiosas e naturalistas da arte Organizar material de estudo individual através de artigos e textos para leitura e complementação dos assuntos discutidos em sala de aula Produzir painéis e composições, objetos e instalações individuais e/ou em grupos utilizando os elementos visuais estudados. Organizar apresentações e palestras com profissionais do desenho e da mídia.

os elementos visuais estudados. Organizar apresentações e palestras com profissionais do desenho e da mídia.
os elementos visuais estudados. Organizar apresentações e palestras com profissionais do desenho e da mídia.
24
24

Leitura e observação de imagens de artistas diversos. Relacionar arte e religiosidade no Barroco, arte e ciência no Renascimento, arte e expressão de sentimentos na Arte Moderna, arte e manifestação de protesto e crítica na Arte Contemporânea. Confecção de painéis, pinturas,desenhos, objetos e instalações como releitura dos períodos estudados:

Antiguidade

Idade Média

Arte Moderna

Arte Contemporânea

Interpretações sobre o conteúdo do livro Arte Brasileira – arte moderna e contemporânea – Percival Tirapeli – Cia Editora Nacional.

BIOLOGIA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Envolve as disciplinas de Ciências do Ensino Fundamental I e II (Ciências Naturais, de acordo com os PCN’s), Biologia, Física e Química do Ensino Médio. Temos substituído a visão puramente lógica por uma participação efetiva do aluno no processo de aprendizagem. São criadas condições para que o aluno identifique problemas, a partir de observações sobre um fato, proponha e teste hipóteses, podendo ou não refutá-las. Trata-se de permitir que o aluno possa “redescobrir” o que a ciência já conhece. Adequado a cada nível, os temas: meio ambiente, saúde e tecnologia são sempre abordados e, quando possível, de forma inter e transdisciplinar.

os temas: meio ambiente, saúde e tecnologia são sempre abordados e, quando possível, de forma inter
os temas: meio ambiente, saúde e tecnologia são sempre abordados e, quando possível, de forma inter
25
25

Entendemos que valorizar o conhecimento da natureza é permitir ao aluno posicionar-se melhor frente aos desafios crescentes, em especial, o de um modelo para o desenvolvimento sustentável e os avanços da biotecnologia. Outra ação que é desenvolvida pela área é o incentivo a leitura e interpretação de textos de cunho científico e a aplicação dos conhecimentos de Biologia, Física e Química na compreensão dos fenômenos naturais. Atividade relevante desenvolvida pela área são as aulas práticas – laboratórios de Ciências, Biologia, Física e Química. As aulas práticas permitem reforço e auxílio ao desenvolvimento dos conteúdos aplicados em sala de aula, inclusive com o desenvolvimento de projetos científicos que, em geral, são expostos durante a Mostra de Ciências e Tecnologia.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Introdução à Biologia

Origem e estrutura do universo

A Biologia

Atributos dos seres vivos e níveis de organização.

O método científico

Aulas práticas no laboratório

Bioquímica Celular

Componentes inorgânicos e orgânicos da célula

Compostos inorgânicos: água e sais minerais

Bioquímica Celular Componentes inorgânicos e orgânicos da célula Compostos inorgânicos: água e sais minerais
Bioquímica Celular Componentes inorgânicos e orgânicos da célula Compostos inorgânicos: água e sais minerais
26
26

Compostos orgânicos: carboidratos, lipídios, proteínas, ácidos

nucléicos e vitaminas Aulas práticas no laboratório

Citologia

Histórico.

Medidas aplicadas em citologia e microscopia

Teoria celular

Células procariotas e eucariotas

Célula animal e vegetal

Célula na classificação dos seres vivos

Teoria endossimbiótica

Envoltórios celulares e trocas com o meio

Organelas celulares: estrutura e função

Fotossíntese

Respiração celular

Aulas de laboratório

Medidas aplicadas em citologia e microscopia são trabalhadas nas aulas de laboratório

Reprodução e embriologia Gametogênese Desenvolvimento embrionário Anexos embrionários Classificação embriológica

Histologia Animal

Tecido epitelial

Desenvolvimento embrionário Anexos embrionários Classificação embriológica Histologia Animal Tecido epitelial
Desenvolvimento embrionário Anexos embrionários Classificação embriológica Histologia Animal Tecido epitelial
27
27

Tecido conjuntivo

Tecido muscular

Tecido nervoso

ENSINO RELIGIOSO

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Promover a interpretação e a (re)significação da religiosidade e do fenômeno religioso em suas diferentes manifestações, linguagens e paisagens religiosas presentes nas culturas e nas sociedades.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Transcendência e Imanência

Respostas do ser frente ao não ser: a busca pelo sentido de sua

existência O sagrado, o divino e o profano

Manifestações e culturas religiosas

O ser humano e a transcendência A experiência humana, experiência religiosa e experiência de fé. Atitudes e costumes religiosos

Religiosidade e questões existênciais Crenças Sistemas simbólicos

Celebrações e lideranças religiosas

Religiosidade e questões existênciais Crenças Sistemas simbólicos Celebrações e lideranças religiosas
Religiosidade e questões existênciais Crenças Sistemas simbólicos Celebrações e lideranças religiosas
28
28

A defesa da vida

GEOGRAFIA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Levar o aluno a compreender e explicar as relações da sociedade com o meio em que vive, a partir de conceitos, imagens, dados estatísticos, categorias e procedimentos básicos que fundamentam a ciência geográfica. Além disso, permitir a capacidade de instrumentalizar o espaço geográfico no qual as relações se harmonizem em busca de uma sociedade justa, cidadã e ciente da importância da preservação do espaço geográfico.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Geografia do Brasil – Análise dos aspectos físicos, políticos e econômicos.

Estrutura geológica e relevo

Clima e Vegetação

Hidrografia

Recursos Naturais

Energia

Transportes

Indústria

Agropecuária

Demografia

Urbanização

Problemas Ambientais

Energia Transportes Indústria Agropecuária Demografia Urbanização Problemas Ambientais
Energia Transportes Indústria Agropecuária Demografia Urbanização Problemas Ambientais
29
29

LITERATURA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Em relação à Literatura, objetivam-se o desenvolvimento pelo gosto da leitura e a apreciação, da dimensão estética dos textos literários. É importante também que o aluno reconheça a literatura como forma de expressão estética de sentimentos humanos e valores sociais, produto de um trabalho do homem historicamente situado.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

Teoria literária

Figuras de Linguagem

O texto literário

Gêneros literários

Lírico

3.2. Narrativo

3.3. Dramático

Historiografia literária

Trovadorismo

Humanismo

Classicismo

Quinhentismo

Barroco português

Barroco brasileiro

Neoclassicismo português

Neoclassicismo brasileiro

Leitura dirigida e análise de obras literárias

brasileiro Neoclassicismo português Neoclassicismo brasileiro Leitura dirigida e análise de obras literárias
brasileiro Neoclassicismo português Neoclassicismo brasileiro Leitura dirigida e análise de obras literárias
30
30

CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS SOCIOLOGIA

INTENÇÃO EDUCATIVA DA ÁREA:

Promover a compreensão e o domínio de competências que permitirá ao educando investigar, identificar, descrever, classificar e interpretar/explicar os fatos relacionados à vida social, e assim, instrumentalizá-lo para que possa decodificar a complexidade da realidade social.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

A

sociologia como autoconsciência da sociedade

Breve histórico do surgimento da Sociologia

A concepção da sociedade segundo os clássicos da Sociologia

sociologia pré-científica I – O renascimento Origens Características Obras e pensadores

A

A

sociologia pré-científica II – O iluminismo e a sociedade contratual

Uma nova etapa do pensamento burguês

A

sociologia pré-científica III – O descrétido das explicações religiosas

e

o fortalecimento da ciência

A Laicização da sociedade

A racionalidade

“Discurso sobre o Método” – René Descartes

A sacralização da ciência

da sociedade A racionalidade “Discurso sobre o Método” – René Descartes A sacralização da ciência
da sociedade A racionalidade “Discurso sobre o Método” – René Descartes A sacralização da ciência
31
31

A

sociologia clássica I – Auguste Comte

O Positivismo

Darwinismo Social

Organicismo

sociologia clássica II – Émile Durkheim A Sociologia Positivista de Émile Durkheim Os fatos sociais Os tipos de solidariedade A tipologia para o suicídio

A

sociologia clássica III: Max Weber Os tipos ideais Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo Ação Social Relação Social

A

A sociologia clássica IV: Karl Marx

O Método de Análise – A Dialética O Materialismo Histórico Forças Produtivas e Relações Sociais de Produção Mais-valia A Força de Trabalho como Mercadoria A Alienação e as Relações Sociais de Produção na Sociedade Capitalista

contribuição da antropologia à sociologia I: Antropolocia social Malinowski e Radcliffe-Brown

A

Sociedade Capitalista contribuição da antropologia à sociologia I: Antropolocia social Malinowski e Radcliffe-Brown A
Sociedade Capitalista contribuição da antropologia à sociologia I: Antropolocia social Malinowski e Radcliffe-Brown A
32
32

Relativismo Cultural

Etnocentrismo

A contribuição da antropologia à sociologia II: Estruturalismo – Lévi-

Srauss

Antropologia Estrutural

A inutilidade do Pensamento Científico

A contribuição da antropologia à sociologia III: A antropologia

contemporânea

Globalização e políticas neoliberais

Multiculturalismo

Cidadania Cultural

Perspectiva Intercultural

sociologia do desenvolvimento I A Expansão Capitalista Guerra do Vietnã

A

sociologia do desenvolvimento Globalização: pobreza e exclusão social Desigualdade Social Mendicância

A

sociologia do desenvolvimento III: Teorias da comunicação Indústria Cultural Traços Específicos da Indústria Cultural no Brasil

A

desenvolvimento III: Teorias da comunicação Indústria Cultural Traços Específicos da Indústria Cultural no Brasil A
desenvolvimento III: Teorias da comunicação Indústria Cultural Traços Específicos da Indústria Cultural no Brasil A
33
33

A sociologia no Brasil

Institucionalização (1891 – 1941)

Alijamento (1942-1981)

Retorno (1982-2001)