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Oficina 1 ­ Produ ção radiof ô nica (Parte 1)

Nesta oficina vamos trabalhar o detalhamento da estrutura de uma r ádio, será discutido sobre a produ ção radiof ônica. Em seguida partiremos para a t écnica de produ ção com o foco na elaboração de roteiro, culminando com o exerc í cio de desconstruir um produto. Em seguida ser á trabalhado a questão do software livre na edi ção multim ídia, com o foco

para o software audacity, finalizando com a explicação do uso deste software.

1 ­ Estrutura da r á dio

1.1 Fun çõ es

Rep ó rteres

Cuidam dos assuntos fazendo pesquisas e entrevistas sobre a mat é ria a ser desenvolvida.

Redatores

Recebem todas as not ícias dos rep ó rteres escrevendo o programa e a forma como será apresentado ao p ú blico.

Programadores

S ão os respons á veis pela escolha das m ú sicas do programa a ser apresentado. É aconselh ável que todas as m ú sicas devam ter uma rela çã o com o tema do programa para melhor comp ô ­lo.

Locutores

Apresenta o programa, assim como as m ú sicas, é a parte final da constru çã o do programa.

Produtores

Auxiliam e pontuam todas as á reas trabalhadas. É do produtor que se organiza um programa de r á dio.

1 ­ Estrutura da r á dio (Continua çã o)

1.2 ­ A Pauta

É a ordem do dia, é a jun çã o de todas as informa ções e como elas ser ã o repassadas aos ouvintes.

É o momento de escolher os temas que ser ã o abordados e tamb é m o destaque que ter ão e a forma como ser ã o veiculados na programa çã o.

As r ádios com perfil educativo escolhem os temas, na pauta, que possam contribuir com o crescimento dos seus ouvintes, com a reflex ã o crítica que forme para a cidadania.

Dedicar tempo para pensar na pauta é garantir qualidade ao seu programa.

Quando definir a pauta, fa ç a um levantamento das informa çõ es necess á rias para que os ouvintes a compreendam bem.

Em pautas de entrevistas, o ideal é fazer um roteiro de perguntas que podem auxiliar a condu çã o da conversa.

Para execu çã o de uma pauta perfeita é necess ário fazer e responder as seguintes perguntas: O qu ê ?, Quem?, Quando?, Onde?, Como?, e Por qu ê ?

1 ­ Estrutura da r á dio (continua ção)

1.3 ­ Programas

Entrevistas

Programa que têm como finalidade, esclarecer algum ponto, colhendo informações de uma pessoa ou pessoas especializadas em um determinado assunto ou assuntos.

Simples: Formaçã o de conhecimento, Opinião, Acesso às pessoas.

Debates: Forma ção de opini ões para os ouvintes, Movimento saudável para a democracia, Participaçã o de lí deres comunit ários, Lí deres estudantis, L íderes de movimentos sociais, L íderes de movimentos rurais.

Participa ção do ouvinte: Aceita çã o da pluralidade, Espa ç o para expressão popular, Compromisso cidadão com a comunidade, Representação da comunidade, Convite a opiniões.

1 ­ Estrutura da r á dio (continua ção)

1.3 ­ Programas (continu çã o)

Jornalí stico

Programa que noticia e relata fatos, informativo de car áter pedag ógico e social da R ádio, estruturado num esquema que intercala boletins noticiosos e m úsica, destaca os principais fatos que acontecem na comunidade, cidades e estado, bem como prestação de serviç o à comunidade.

Fatos: Assuntos do momento, Discuss ões sobre acontecimentos, Notí cias com ritmo, Opiniões.

Históricos: Fatos do passado, Acontecimentos marcantes, Mudan ç as de comportamentos.

1 ­ Estrutura da r á dio (continua ção)

1.3 ­ Programas (continu çã o)

Atualidades

Com um tema de atualidade em cidadania, este programa investiga e discute os problemas sociais, sugest ões de melhorias. Dicas para a comunidade sobre meio ambiente, comportamentos sociais e, pontua suas d ú vidas.

Tend ências: Acontecimentos, Estilos, Sugest ões, Movimentos culturais.

Pol íticas: Movimentos pol íticos, Organiza çõ es pol íticas e sociais, Leis, Direitos, Deveres.

Musicais

Programa que mostra m ú sicas de todos os tempos, com enfoque ao seu conte ú do. A hist ória do pa ís e da R á dio contada e cantada atrav é s de poemas e cr íticas. O artista é um historiador de seu tempo.

Hist ó ricos: Hist ória do r á dio, Histó ria da m ú sica, Movimentos musicais, Movimentos musicais e comportamentos, Movimentos musicais e sociais, Movimento musicais e pol ítica, Artistas.

Letras com conte ú dos: An á lise de letras, Letras e hist ória, Letras e Pol ítica, Letras e movimentos sociais, Letras e poemas.

2 ­ R á dio e produ çã o radiof ônica

O R á dio é um meio de comunica çã o que vem, cada vez mais, mostrando sua import â ncia e sua for ç a. H á mais de 80 anos, sobrevive e comp õ e com as inova çõ es tecnol ó gicas sem perder seu espa ç o.

O R á dio que queremos é aquele que contribui com a cidadania, que aproveita, da melhor maneira, a possibilidade de educar de forma atrativa e, ao mesmo tempo l ú dica. Acreditamos que este seja o objetivo do comunicador preocupado com seu papel social, aliado pelo crit é rio de conte ú do e qualidade do programa.

O r á dio é um ve í culo que trabalha a oralidade, permite criar coletivamente formando agentes capacitores e, al é m disso, é um instrumento acess í vel à nossa realidade, desenvolvendo mecanismos para o uso de tecnologias contempor â neas na forma çã o cidad ã e s ó cio educacional.

3 ­ T écnicas de produção radiof ônica

3.1 ­ O que é para que serve o roteiro

3.2 ­ Modelo de roteiro

3.3 ­ Autoriza çã o

3 ­ Técnicas de produção radiof ônica

(continua çã o)

3.4 ­ Dicas

Pense sempre na relevância do assunto para seus ouvintes. Se eles s ão ou n ão de interesse da comunidade.

Um condutor de debates sempre deve estar bem informado sobre o tema a ser debatido.

Exercite sua leitura e interpretação. Leia tudo o que lhe cair nas m ãos, Jornais,

revistas, livros, textos, an úncios e comerciais

em armadilhas de palavras ou termos usados com pouca frequ ência.

O leitor habitual, n ão costuma cair

Respeite as opini ões diversas, inclusive as que voc ê não concorda. Ser democr ático nem sempre é f ácil, mas é indispensável.

Mais do que abrir espaç o para que os ouvintes opinem sobre temas, podemos lev á­ los a ajudar a construir a programa ção da emissora, sugerindo pautas e dando sugest ões de quadros.

3 ­ Técnicas de produção radiof ônica

(continua çã o)

3.4 ­ Dicas (continua çã o)

Sempre identifique a pessoa que entra no ar, sendo ela ouvinte ou entrevistado. Garanta aos ouvintes seu espaç o e assim diferentes perfis.

Se

não

houver

"script"

(roteiro

do

programa),

fa ç a

um

esquema

pr évio,

principalmente se o assunto envolver nomes, datas, locais, números e relações em

geral.

No comando do microfone, n ão se esque ç a do seu papel como agente social a servi ç o da cidadania e dos direitos humanos.

Garanta a participações de todos igualmente, seja em uma entrevista, um debate ou perguntas aos ouvintes.

N ão tenha vergonha de perguntar no ar sobre um tema que voc ê n ão entende, s ó assim poderá esclarecer o assunto aos seus ouvintes.

3 ­ Técnicas de produção radiof ônica

(continua çã o)

3.4 ­ Dicas (continua çã o)

Escolha o detalhe mais interessante da not í cia para iniciar um texto. Desapertar a atenção do ouvinte é o seu desafio.

N ão sobrecarregue seu texto com números e dados que não acrescentar ão muito à informação. No r ádio, ao contr ário do jornal, o ouvinte não tem a oportunidade de voltar e conferir a informação.

O entusiasmo em demasia pode ridicularizar a locu ção.

N ão perca a oportunidade de prestar um serviç o. Se puder indicar ao ouvinte um meio de ele aprofundar a informa ção ou buscar aux ílio, não tenha dúvidas em faz ê­ lo.

Educar para o mundo é sempre fazer a liga ção entre local e global, j á que os homens não s ão ilhas. Sempre que tiver oportunidade mostre que as experi ências e

a a ção na sua comunidade est ão relacionadas com o mundo: agir localmente,

pensar globalmente.

3 ­ Técnicas de produção radiof ônica

(continua çã o)

3.4 ­ Dicas (continua çã o)

A locução deve ter ritmo. Ela precisa sinalizar para o ouvinte que aquele é um momento que requer aten ção.

Para alertar o ouvinte que este é um momento especial, use vinhetas de abertura e de fechamento do bloco.

Lembre sempre do aspecto educativo de seu programa e procure abordar os temas sob este ponto de vista.

É sempre necess ário manter­se bem informado sobre os acontecimentos importantes que ocorrem no mundo. Ter conhecimento pr évio das not ícias permite que se fa ç a coment ários pertinentes com lógica e conteúdo.

Fique atento à clareza das respostas de uma entrevista ou participação de ouvinte. Muitas siglas ou n úmeros podem deixar os ouvintes confusos. Tente traduzir o que diz o entrevistado ou peç a para ele explicar melhor.

3 ­ Técnicas de produção radiof ônica

(continua çã o)

3.4 ­ Dicas (continua çã o)

Muitas vezes temos conceitos formados antes da entrevista e nos damos conta, no seu decorrer, de que partimos de uma premissa errada. Neste caso, n ão tente manipular a condução da conversa. Esteja aberto para mudan ç as de rumo. No r ádio, ao vivo, elas acontecem frequentemente.

O comunicador tem compromisso com o ouvinte e para cumpri­lo é preciso buscar a informação mesmo quando ela vai desagradar algumas pessoas. Se o tema for importante, não deixe de enfrent á­lo.

3 ­ Técnicas de produção radiof ônica

(continua çã o)

3.5 ­ Exerc ício: desconstruindo um produto

4 ­ Por que Software Livre?

Liberdade

Colabora çã o

Produçã o de Conhecimento

Autonomia

5 ­ Introdu ção a edi ção

5.1 ­ O software

Principais fun çõ es

A minha primeira grava çã o

Copiar, colar e emendar

Efeitos

Importando áudio

Finalizando e exportando