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CURSO DE TECLADO PARTE 2

Título: Os Tetracordes da Escala Maior


Os Tetracordes da Escala Maior Tetracorde é uma escala de quatro notas contidas no limite do quarto grau.
Os tetracordes eram usados para construir melodias na música grega antiga. Existiam três tipos de tetracordes
gregos:

Diatônico, com intervalos de:


Semitom - Tom - Tom
Cromático, com intervalos de:
Semitom - Semitom - Tom e meio
Enarmônico, com intervalos de:
Quarto de tom - Quarto de Tom - 2 tons

O tetracorde da escala maior é diferente daqueles usados na Grécia antiga e consiste nos seguintes intervalos:

TOM - TOM - SEMITOM

Exemplos:

Tetracorde de Fá:
Fá - Sol - Lá - Sib
Tetracorde de Dó:
Do - Ré - Mi - Fá
Tetracorde de Sol:
Sol - Lá - Si - Dó
Tetracorde de Ré:
Ré - Mi - Fá# - Sol
Tetracorde de Lá:
Lá - Si - Dó# - Ré

Para a construção do tetracorde seguimos as mesmas regras para a construção das escalas diatônicas, não
havendo repetição do nome da nota e nem saltos para outra nota que seja a próxima da ordem gradual
(exemplo: dó ré mi fá sol lá si dó ...)

Veja abaixo o quadro com os tetracordes:

Tetracorde de Dó- Do Ré Mi Fá
Tetracorde de Sol- Sol Lá Si Dó
Tetracorde de Ré- Ré Mi Fá# Sol
Tetracorde de Lá -Lá Si Dó# Ré
Tetracorde de Mi- Mi Fá# Sol# Lá
Tetracorde de Si- Si Dó# Ré# Mi
Tetracorde de Fá #-Fá# Sol# Lá# Si
Tetracorde de Dó # -Dó# Ré# Mi# Fá#
Tetracorde de Sol #- Sol# Lá# Si# Dó#
Tetracorde de Ré #- Ré# Mi# Fá x Sol#
Tetracorde de Fá- Fá Sol Lá Sib
Tetracorde de Si b -Sib Dó Ré Mib
Tetracorde de Mi b- Mib Fá Sol Láb
Tetracorde de Lá b- Láb Sib Dó Réb
Tetracorde de Ré b- Réb Mib Fá Solb
Tetracorde de Sol b- Solb Láb Sib Dób
Tetracorde de Dó b- Dób Réb Mib Fáb
Tetracorde de Fá b- Fáb Solb Láb Sibb
Tetracorde de Si bb- Sibb Dób Réb Mibb

É importante a compreensão dos tetracordes, que consistem em um fragmento da escala maior, para podermos
entender as relação entre as tonalidades e as progressões interválicas entre elas que veremos a seguir.

Título: Preparações – Parte I

1.Introdução
2. Função dominante
2.1. Dominante primário
2.2. Dominantes secundários
2.3. O acorde V7 4
3.Tensões
4. Exemplos
5. Na prática
1.Introdução

As preparações são uma parte que considero importante na harmonia de uma música. Por isso nessa série de
textos procurarei demonstrar de forma prática o uso das preparações.

2. Função dominante

É uma função de sentido suspensivo e pede resolução na tônica. O acorde principal da função dominante é o
V grau. Isso acontece porque os acordes com sétima possuem duas notas, que entre elas existe um intervalo
de três tons, conhecido como trítono, que fica entre a terça maior e a sétima menor.

Ex:

C7 – dó – mi – sol – sib

Onde mi (terça maior) e sib (sétima menor) formam o trítono.

Uma curiosidade sobre o trítono é que ele já foi chamado de “diabolus in musica”, devido a sua sonoridade
dissonante e instável. Vejamos a utilização de dois tipos de acordes com função dominante: dominante
primário e dominante secundário.

2.1 Dominante primário

É o acorde mais usado para preparar-se a tônica, tanto no acorde maior como no menor.

Ex:

V7____I____V7_____Im
G7___C____G7_____Cm

2.2 Dominantes secundários

São os dominantes dos demais graus diatônicos.

Ex.

V7/III IIIm__________V7/IV_____IV
B7____Em___________C7________F
2.3 O acorde V7 4

Geralmente é muito comum o uso do acorde sétima com quarta suspensa, principalmente com o acréscimo da
nona. Talvez você mesmo já tenha o utilizado, só que geralmente ele é escrito de uma forma simplificada.

Ex.

G7 4 (9) --à F/G

3. Tensões

As tensões (9), (13) e (9 13) são usadas quando se prepara um acorde maior e (b9) e (b9 b13) quando se
prepara uma tônica menor, mas como efeito surpresa qualquer tensão é válida, desde que não haja conflito
com a melodia harmonizada. Conheço um amigo que gosta muito de usar a quinta aumentada (#5), por
exemplo. Eu gosto de usar a nona menor (b9) e também a nona menor e a décima terceira (b9 13).

4. Exemplos

a) | C7M | Am7 | Dm7 | G7 | C7M |

b) | C7M | Am7 | Dm7 | F/G | C7M | * F/G = G7 4 (9)

c) | C7M | A7 (b9 b13) | Dm7 | F/G G7 (b9) | C7M |

d) | C7M | E7 | Am7 | D7 | G7 (13) | C7M |

e) | C7M | Am7 | Dm7 | G7 | F/A G/B | C7M |

f) | C7M | B7 | Em7 | A7 | Dm7 | D7 | G7 | C7M |

5. Na prática

“Atirei o pau no gato”

| F7M | Am7 (11) D7 (b9) | Gm7 C7 (13) | F7M F7 | Bb7M |

| Am7 (11) D7 (b9) | Gm7 C7 (b9 13) | F7M |

Caso ao ler este texto você tiver alguma dúvida, basta deixar uma mensagem em nosso fórum. Qualquer
crítica ou sugestão também poderá ser postado em nosso fórum.

Preparações – Parte II
1.Introdução
2.O Sub V7
3.II Cadencial
4. Exemplos
5. Na prática

1.Introdução

No primeiro texto falamos sobre a função dominante. Neste texto veremos um outro tipo de acorde que
também possui função dominante, o Sub V7, e veremos um acorde com outra função, o II cadencial, que
apresenta função subdominante.
2. O Sub V7

Sub V7 quer dizer substituto da sétima dominante e é encontrado sobre o II grau abaixado, isto é, um semitom
acima do acorde de resolução. O Sub V7 resolve tanto no acorde maior quanto no menor.

Ex:

Sub V7______I___________Sub V7______Im


Db7________C___________Db7________Cm

O Sub V7 dos demais acordes diatônicos são denominados de Sub V7 secundários.

Ex:

__I____Sub V7/IV IV VIm7 Sub V7/V V7 I7M


|| C | Gb7 (#11) | F | Am7 | Ab7 | G7 | C7M ||

3. II Cadencial

A cadência harmônica autêntica é caracterizada pelas funções subdominante, dominante e tônica. A função
subdominante se apresenta de forma intermediária entre as funções tônica e dominante. Um exemplo de
cadência autêntica: IIm V7 I. Como o IIm é parte da cadência, daí o nome II Cadencial.

Ex:

IIm7 V7 I V7/III IIIm V7/II IIm7 V7 I

|| Dm7 G7 | C | F#m7 B7 | Em A7 | Dm7 G7 | C ||

4. Exemplos

a) | C7M | Em7 A7 | Dm7 | G7 | C7M |

b) | C7M | F#m7 B7 | Em7 | Dm7 G7 | C7M |

c) | C7M | Eb7 (9) | Dm7 | G7 | C7M |

d) | C7M | Bm7(11) Bb7(#11) | Am7 | Dm7 G7 | C7M |

5. Na prática

“Atirei o pau no gato”

| F7M | Am7 (11) Ab7 (#11) | Gm7 C7 (b9 13) | F7M Cm7 F7 (13) |

| Bb7M Bm7 E7 (b9) | Am7 (11) D7 (b9 b13) | Gm7 C7 (b9 13) | F7M |

Caso ao ler este texto você tiver alguma dúvida, crítica ou sugestão, basta deixar uma mensagem em nosso
fórum.

Título: Teoria das escalas


Como descrito na introdução, harmonia é um conjunto de sons...
Começaremos estudando as escalas musicais:

O que é uma escala?

Escala é uma seqüência de notas que seguem uma orientação, baseada em uma nota principal, a TÔNICA.

Bom, mas antes de entrarmos a fundo nesse assunto, é necessário vermos tom e semi-tom:

Tom é o espaço que existe entre uma nota e outra. É formado de dois semi-tons.

Semi-tom é o espaço mínimo que existe entre uma nota e outra em uma escala. Na verdade isso não é
inteiramente verdade. Um semi-tom pode ser dividido em nove unidades denominada "COMA". O coma é a
medida mínima do som. E daí se explica a desafinação de um instrumento ou voz. Se em um intervalo de um
tom (2semi-tons) não se elevar ou diminuir som em EXATAMENTE 2 semi-tons ( ou seja, 18 comas) ocorre
a desafinação.

Exemplo:

De DÓ para RÉ são dois semi-tons. Mas e a nota que está entre elas?

Sustenido (#): é a alteração, ou elevação ascendente de um semi-tom a uma nota. EX.: DÓ-DÓ#. Elevou-se a
nota DÓ i um semi-tom.

Bemol (b): é a alteração, ou diminuição descendente de um semi-tom a uma nota. EX.: RÉ-RÉb. Diminui-se a
nota RÉ i um semi-tom.

OBS.: MI# e SI# "teoricamente" não existem. Isso não é verdade e será explicado mais a frente.

Para se formar uma escala, usa-se a seguinte fórmula:

T- t - t - st -t - t - t -st

T=> tônica t=> tom st=> semi-tom

Explicando:

Tomando a nota básica ( T ), anda-se um tom, depois outro tom, depois um semi-tom,..., e por último outro
semi-tom, retornando à tônica.

Exemplo:

Tomando como tônica a nota DÓ, deve substituir na letra T. Substituindo:

DÓ-RÉ-MI-FÁ-SOL-LÁ-SI-DÓ.

Entendendo:

De DÓ para RÉ existe um tom( DÓ-DÓ#-RÉ).

De RÉ para MI existe um tom( RÉ-RÉ#-MI).

De MI para FÁ existe um semitom( MI-FÁ), já que teoricamente MI# não existe.

E assim por diante.


Daí para frente é só usar a formulazinha e substituir a tônica pela nota da escala desejada.

Exemplo:

Escala de FÁ. Substituindo:

FÁ- SOL- LÁ- SIb- DÓ-RÉ-MI-FÁ

De FÁ para SOL existe um tom (FÁ-FÁ#-SOL)

De SOL para LÁ existe um tom (SOL-SOL#-LÁ)

Agora vem a pergunta: porque é SIb e não LÁ#? Não é a mesma coisa?

R.: Ao ouvido é a mesma coisa sim. Mas na hora de se ler uma partitura de uma música em FÁ jamais você
vai encontrar um LÁ#.

Treine isso e faça com as outras escalas.

Explicação

Geralmente o pessoal acha que escalas é muito fácil e aprende de qualquer jeito, isto é, aprende errado. Agora
vou mostrar o porquê do MI# e SI#.

O "x"da questão é o seguinte: as pessoas não sabem que é OBRIGATÓRIO as escalas terem todas as 7 notas
musicais(C,D,E,F,G,A,B). Mas como assim? Veja o exemplo (agora na nomenclatura de CIFRA)

ESCALA DE DÓ:

C, D,E,F,G,A,B,C

Simples certo. Tem todas as notas musicais de C a C. Agora a escala de D:

D,E,F#,G,A,B,C#.D.

Bom ainda está fácil, certo? Tem todas as 7 notas musicais de novo.Agora mais uma, a de E:

E,F#,G#,A,B,C#,D#,E

Sem mistério. Agora já muda uma pouco com a de F. Responda: qual está certa?

Essa: F,G,A,A#,C,D,E,F;

ou essa: F,G,A,Bb,C,D,E,F;

Ou as duas estão certas?

Se você acha que é a primeira, você pensou como muitos por aí, A certa é a 2ª e só a 2ª. Por que?

R.: é como eu já havia dito: TODAS AS ESCALAS DEVEM TER TODAS AS NOTAS MUSICAIS.

Explicação:

Na escala de F, seguindo a nossa fórmula, vemos que da terceira para a quarta nota deve haver um intervalo
de apenas meio tom. No caso A(3º) para supostamente A#(st). Por que não pode ser A#? Simples: porque já
tem uma nota A na escala, não pode haver outra, porque senão iria faltar uma das notas musicais, no caso a
nota B. Então ao invés de usarmos A# devemos usar Bb, que é sonoricamente a mesma coisa.

Uma coisa deve ser muito bem entendida: INDEPENDENTE DE SER SUSTENIDO OU BEMOL, A NOTA
LÁ SEMPRE VAI SER LÁ (A, Ab, A#). O MESMO VALE PARA QUALQUER OUTRA NOTA
MUSICAL. Por exemplo (pra não restar mais dúvida):

C, Cb e C# TODAS são Dós. Então se uma escala se estiver faltando a nota DÓ vai ser dessas três. Mas a
verdade é que existem ainda mais outros dois símbolos que alteram a elevação do som de uma nota.

x (na verdade é um "x" um pouco diferente, mas este serve): este é o DOBRADO SUSTENIDO. Altera i dois
st ascendentes a nota.

bb: DOBRADO BEMOL. Altera i dois st descendentes a nota.

Agora o E# e o B#:

Agora que você já entendeu a colocação acima( se não entendeu volte e entenda) tente fazer a escala de C#.
TENTE!

Bom, pra começar use a nossa fórmula. Você, logicamente, deve ter percebido que se na escala de C nenhuma
nota era sustenida agora todas vão ser.

Antes era: C,D,E,F,G,A,B,C.

Agora sustenizando todas as notas teremos:

C#,D# e...... não tem jeito; tem que ser E#! Depois F#, G#, A#, e.......B#.

Pronto!

Agora outro exemplo simples:

ESCALA DE D#:

D#, E#......, e agora? Antes o F já era sustenido. Só resta usar o DOBRADO SUSTENIDO! Então fica:

D#,E#,Fx,G# A#, B# e por fim Cx

O mesmo se aplica à escala de Fb:

FB, Gb, Ab, e......Bbb, Cb,Db,Eb,Fb.

Este assunto é muito importante, se você o entender bem não terá dificuldade nas próximas lições, pois elas
estão todas baseadas neste teoria.

Título: Tonalidade e Escalas - Definições


Nesta aula iremos apenas abordar definições básicas sobre escalas e tonalidades que mais adiante estudaremos
cada assunto mais detalhadamente.

Tonalidade

Tonalidade é o fenômeno harmônco e melódico que rejem a formação das escalas, é o conjunto de sons que
relacionam com uma nota tônica.
A Tônica é a nota de resolução principal na escala, sendo o centro tonal e melódico da tonalidade. A Tônica é
a primeira nota da escala (Primeiro grau), a qual dá o nome à escala.

Escala, como já vimos anteriormente, é o conjunto de notas organizadas em ordem gradual de altura
ascendente ou descendeste.

Existem muitos tipos de escalas usadas na nossa música tais como: Exóticas, Bebop, Símétricas, Pentatônicas,
Hexatônias, Blues, etc. Entre muitas outras existentes em outras culturas musicas.

As principais escalas e bases para o nosso estudo de tonalidade são as Diatônicas e Cromáticas.

Escala Cromática

A escala cromática é composta por intervalos de semitons, ou seja de meio em meio tom (como vimos na aula
anterior), podendo ser temperada (em instrumentos de afinação no sistema temperado) ou harmônica ( em
instrumentos de som não fixos).

Escala Diatônica

A Escala Diatônica é composta por intervalos de tons e semitons diatônicos. É a escala da tonalidade, por
exemplo a escala diatônica de Dó maior é a escala no tom de Dó maior. É mais comum ser chamada apenas
de escala maior (Tonalidade Maior) ou escala menor (Tonalidade Menor).

As Escalas Diatônicas podem ser: Maior, Menor (primitiva), Menor Harmônica e Menor Melódica.

Escalas Relativas

As Escalas Relativas são aquelas que possuem o mesmo conjunto de notas. Sempre uma maior será relativa
de uma menor e vice-versa. Por exemplo: Dó maior é relativo de Lá menor e Lá menor é relativo de Dó
Maior, porque estas duas escalas possuem as mesmas notas.

Exemplo:
Notas da escala de Dó Maior: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si
Notas da escala de Lá Menor: Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol

Veja abaixo as escalas relativas: Dó Maior <===> Lá Menor

Ré b Maior <===> Si b Menor


Ré Maior <===> Si Menor
Mi b Maior <===> Dó Menor
Mi Maior <===> Do # Menor
Fá Maior <===> Ré Menor
Sol b Maior <===> Mi b Menor
Sol Maior <===> Mi Menor
Lá b Maior <===> Fá Menor
Lá Maior <===> Fá # Menor
Si b Maior <===> Sol Menor
Si Maior <===> Sol # Menor

Escalas Homônimas

Escalas Homônimas são aquelas que possuem o mesmo nome, ou seja, possuem a mesma tônica.
Exemplo: Dó Maior é homônima de Dó Menor

Escalas Enarmônicas
Escalas Enarmônicas são aquelas que possuem o mesmo som, mas com notação diferente. Exemplo:
Escala de Fá # Maior - Fá # - Sol # - Lá # - Si - Dó # - Ré # - Mi #
Escala de Sol b Maior - Sol b - Lá b - Si b - Dó b - Ré b - Mi b - Fá

Título: Leitura de Partitura

Para que o leitor tenha um bom desenvolvimento apresentarei três fatores fundamentais na formação do
músico amador ou profissional:

A musicalidade;
O conhecimento formal;
A habilidade motora.

A teoria e a grafia musical formam parte do conhecimento formal, o desenvolvimento auditivo e rítmico
melhora a musicalidade e a prática instrumental cuida da parte motora. O ideal é que estes três fatores se
desenvolvam equilibradamente, sem prevalecer um sobre o outro.

No final de cada matéria terá um questionário com perguntas relacionadas ao texto estudado. Sugiro que todos
(os que levam a música a sério) respondam sem olhar no gabarito, pois afinal de contas, não terá um gabarito
para se olhar.

Vamos aos estudos!

Notação musical

1- Notas /Escala/Pauta.

Os sons musicais são representados graficamente por sinais chamados notas; e a escrita da música da -se o
nome de Notação musical.

As notas são 7: Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si.

Essas 7 notas ouvidas sucessivamente forma uma série de sons a qual se dá o nome de Escala.

Quando esta série de sons segue sua ordem natural, (do, re, mi, fá, sol, lá, si), temos uma escala ascendente;
seguindo em ordem inversa (si, lá, sol, fá, mi, re, do), temos uma escala descendente. A escala esta terminada
se for terminada, as séries ascendentes ou iniciada a descendente com a nota Dó.

Escala Ascendente:

(Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si – Dó)


Contando: 1,2,3,4,5,6,7,8.

Escala Descendente

(Dó – Si – Lá – Sol – Fá – Mi – Ré – Dó)


Contando:8,7,6,5,4,3,2,1.

Pauta é a reunião de 5 linhas horizontais, paralelas e eqüidistantes, formando entre si 4 espaços. É nas linhas e
nos espaços da pauta que se escrevem as notas.
A pauta também pode ser chamada de pentagrama.

As linhas, bem como os espaços da pauta, são contados de baixo para cima:

Espaços:
______________________5
Espaço: 4
______________________4
Espaço: 3
______________________3
Espaço: 2
______________________2
Espaço: 1
______________________1 Linha

Linhas:

5__________________________
4__________________________
3__________________________
2__________________________
1__________________________

A pauta entretanto não é suficiente para conter todos os sons musicais que o ouvido pode apreciar.

Por esse motivo, usa-se linhas e espaços chamados suplementares superiores ou inferiores, quando são
colocados, respectivamente, acima ou abaixo da pauta. Usam-se também escrever notas nos espaços formados
por estas linhas (espaços suplementares superiores ou inferiores).

As linhas e os espaços suplementares contam-se de baixo para cima quando suplementares superiores e de
cima para baixo quando inferiores.

O numero de linhas e de espaços suplementares não é limitado, contudo não é comum empregar-se mais que 5
linhas.

Questionário

01) O que é notação musical?

02) Como se chamam as notas?

03) O que é pauta?

04) O que é pentagrama?

05) Como devem ser contados os espaços e as linhas da pauta?

06) Para que servem as linhas suplementares superiores e inferiores?

07) Como são contados as linhas e os espaços suplementares superiores?

08) E as suplementares inferiores?

09) Quantas linhas e espaços suplementares podemos empregar?

10) O que é escala?


Vamos entrar em um assunto primordial quando se fala em partitura, o sinal gráfico chamado de clave.

Para determinar o nome da nota e a sua altura na sua escala coloca-se no principio da pauta uma clave.

Há três sinais de claves;


(1) clave de Sol que é escrita na segunda linha da pauta.
(2) claves de Fá, e são escritas na 3º e 4º linhas da pauta.
(4) claves de Dó, que são escritas na 1º, 2, 3º e 4º linhas da pauta.

Também foi usada, antigamente, uma clave de Sol na 1º linha, mas deixou de ser usada porque suas notas
ficavam exatamente iguais as notas da clave de Fá na 4º linha (embora, nesta ultima clave as notas fossem
entoadas duas oitavas abaixo).

Em algumas claves é necessário o uso de dois pontinhos ao lado direito da clave, e serve para indicar em que
linha está escrita a clave. É o caso das claves de Fá e Dó.

Na clave de Sol deixaram de ser usados estes dois pontinhos, uma vez que, desaparecendo o seu emprego na
1º linha da pauta, usa-se apenas uma clave de sol, assinada exclusivamente na 2º linha da pauta.

Cada clave dá seu nome a nota escrita em sua linha. Nos espaços e nas linhas subseqüentes, ascendentes ou
descendentes, as notas vão sendo nomeadas sucessivamente, de acordo com a ordem já referida.

As duas claves mais usadas são a de Sol e a de Fá na 4º linha. São essas claves empregadas para todas as
vozes, bem como para a maior parte dos instrumentos, inclusive o mais comum dentre todos, o piano.

Questionário

1. Que é clave?

2. Quantas formas têm as claves?

3. Em que linha da pauta se escreve a clave se sol?

4. E a de Fá?

5. E a de Dó?

6. Quantas são as claves?

7. Porque deixou de ser usada a clave de sol na 1º linha?

8. Para que serve os dois pontinhos colocados ao lado da clave?

9. Qual a clave que dispensa os pontinhos? E porque?

10. Quais são as claves mais usadas?

Valores de som.
Trata-se de um conjunto de figuras que representam os sons musicais.

Vejamos:

Nem todas notas tem a mesma duração. Para representar as várias durações dos sons musicais das notas, são
escritas sob formas diferentes.

Essas diversas formas das notas são chamadas de figuras ou valores.

São esses os nomes das figuras mais usadas:


Semibreve, mínima, semínima, colcheia, semicolcheia, fusa e semifusa. (Não vou aqui representa-las
graficamente, porém seria interessante se você tivesse um livro alternativo que demonstrasse o formato das
figuras para facilitar a compreensão).

Essas figuras representam os sons.


Bom, assim como temos figuras que representam a duração de som, logo teremos as figuras que representam
a duração de silêncio.

Vejamos:

As pausas são figuras que indicam duração de silêncio entre os sons. Alguns tratadistas dão as pausas a
denominação de figuras negativas ou valores negativos. Não concordamos.

As pausas tem função rítmica e função de estética definidas no sentido musical. Logo, não podem ser
consideradas como figuras negativas, o que vem dar um sentido de ausência de valor a figura da pausa, e é na
construção musical tão importante e significativa quanto a figura de som.

Cada figura de som tem sua respectiva pausa, que lhe corresponde ao mesmo tem de duração.

Há ainda uma figura empregada com menos freqüência que as demais, é a quartifusa (também chamada de
tremifusa).

Havia antigamente 3 figuras que pouco a pouco foram deixando de ser usadas, até desaparecerem totalmente
da grafia musical: a Máxima, a Longa e a Breve.
Estas figuras só aparecem em trechos de autores antigos, pois os modernos não usam mais.

Ligadura – ponto de Aumento.


1 – Ligadura,

A ligadura é uma linha curva, que se estiver colocada sobre ou sob dois ou mais sons da mesma entoação,
indica que os sons ligados não devem ser repetidos; isto é, somente o primeiro som é omitido, os demais serão
apenas uma prolongação do primeiro.

Esta prolongação terá a duração das figuras ligadas.

Quando a ligadura vem colocada por cima ou por baixo de sons de entoação diferente, seu efeito é meramente
de execução instrumental ou vocal, determinando que entre o primeiro e o ultimo som compreendidos dentro
da ligadura, não deve haver interrupção e sim, que tais sons se executam ligadamente.

2 – Ponto de Aumento,

U ponto colocado à direita de uma figura serve para aumentar a metade do valor de duração dessa figura.

É por isso que chamamos de Ponto de Aumento.

Por exemplo:

Se pontuarmos uma mínima ela valerá uma mínima e mais uma semínima (metade da mínima), uma vez que o
ponto serve para aumentar a metade do valor da figura.

Assim como as figuras, as pausas também podem ser pontuadas.

Dois ou mais pontos podem ser colocados à direita da nota ou da pausa, tendo neste caso, o primeiro, o valor
já conhecido, e os seguintes, cada qual a metade do valor do antecedente.
Os valores positivos pontuados podem ser substituídos por valores ligados.

Questionário

1. Que é ligadura?

2. Qual a função da ligadura se estiver colocada sobre sons de mesma entoação?

3. Qual a função da ligadura se estiver colocada sobre sons de entoação diferente?

4. Para que serve o ponto de aumento?

5. Onde se coloca o ponto de aumento?

6. As pausas também podem ser pontuadas?

7. É possível colocar na mesma nota mais de um ponto de aumento?

8. Qual o valor do segundo ponto?

9. Qual o valor do terceiro ponto?

10. Há diferença de duração entre a mínima pontuada e a mínima ligada a uma semínima?

Título: Noções de partitura

PAUTA OU PENTAGRAMA

É o local onde são escritas as notas. São 5 linhas horizontais, paralelas, que formam 4 espaços. As linhas e
espaços são contados de baixo para cima. Pode-se acrescentar linhas acima e abaixo da pauta, formando
linhas e espaços suplementares superiores (acima da pauta) e inferiores (abaixo).

CLAVE

É um sinal colocado no início da pauta e serve para determinar o nome da nota e sua altura na escala. Por
exemplo, a clave de sol é escrita na segunda linha. Então, sempre que no início da pauta estiver a clave de sol,
a nota que vier escrita na segunda linha se chamará sol. Para conhecer as outras notas, basta seguir a escala
ascendente (sol, lá, si, dó etc.) ou descendente (sol, fá, mi, ré etc.). As outras claves são as de fá (escrita na
terceira e quarta linhas) e a de dó (na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas).

NOTAS

É a representação gráfica dos sons. As notas são dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Quando executamos tais notas
sucessivamente, formamos uma escala, que pode ser ascendente (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) ou descendente (dó,
si, lá, sol, fá, mi, ré, dó).

VALORES

Já viram que as notas representam graficamente o som; que tais notas são escritas na pauta; e que o nome
dessa nota depende da clave colocada no início da pauta. Agora: quanto tempo vai durar essa nota?

Para que pudéssemos saber as durações de tempo de cada nota foram criados vários desenhos (figuras).
Assim, se a nota dó vem representada por uma figura, deverá durar certo tempo.

Existem figuras de som (dizem quanto tempo dura a nota) e figuras de pausa (mostram quanto tempo dura o
silêncio). Para cada figura de som existe uma figura de pausa (silêncio) correspondente. Mas afinal, quanto
tempo valem a mínima, semínima, a colcheia etc. e suas respectivas pausas? A resposta é: depende. As figuras
de som e silêncio não têm tempo fixo. Existe uma relação. Ou seja, uma semibreve vale duas mínimas; uma
mínima vale duas semínimas. E assim por diante.

A semibreve é a figura que compreende todas as outras. Ela é tomada como unidade na divisão proporcional
dos valores.

LIGADURA

A teoria musical geralmente só se refere à ligação de sons da mesma entonação. Quando ligamos sons iguais,
estamos apenas somando seus tempos, ou seja, só o primeiro som é emitido, os demais são apenas um
prolongamento do primeiro. A duração será a das respectivas figuras ligadas.
Especificamente em relação á guitarra, além de representar a soma dos tempos de notas da mesma entonação,
a ligadura pode indicar uma forma de execução das notas, quando ligamos notas de entonação diferente, mas
todos os casos têm uma semelhança: apenas a primeira nota é atacada diretamente. Com os estudos práticos
certamente entenderá melhor. Por enquanto saiba que existem duas coisas distintas: 1 - ligação de notas da
mesma entonação (somam-se os tempos); 2 - ligação de notas de entonação diferente, indicando a forma de
execução das notas.

PONTO DE AUMENTO

É um ponto colocado à direita da figura, aumentando-a pela metade. Por exemplo, digamos que a semínima
valha 1 tempo, se colocarmos um ponto de aumento à sua direita ela passará a valer 1 + 1/2 tempo. E mais, se
colocarmos um segundo ponto de aumento ao lado do primeiro, ele valerá a metade do primeiro. Ou seja,
aquela semínima que valia 1 tempo passará a valer 1 +1/2 + 1/4.
O mesmo ocorre com as pausas. Por exemplo, digamos que a pausa da mínima valha 2 tempos, se colocarmos
um ponto de aumento à sua direita ela passará a valer 3 tempos (2 + 1).

Daí podemos tirar que ou ligamos notas da mesma entonação para aumentar sua duração, ou colocamos
pontos de aumento à direita da nota.

COMPASSOS

São os grupos de tempo nos quais são colocadas as notas. Esses grupos podem ter 2 (binário), 3 (ternário) ou
4 (quaternário) tempos. Os grupos, ou seja, os compassos são divididos por uma linha vertical chamada
travessão.
Muito bem, mas para formar um compasso de dois tempos, por exemplo, precisamos saber quanto tempo dura
cada nota. Como saber isso, se as notas não têm tempo fixo, e sim relações? É simples, observem que no
início do pentagrama (pauta) há uma fração (2/4, 3/4, 4/4 etc.). Vejam como é mole, o número de cima da
fração indica quantos tempos deve ter em cada compasso (2, 3 ou 4). Já o número de baixo da fração
estabelece qual a figura que valerá 1 tempo no compasso, ou seja, a figura que representa a unidade de tempo.

Amigos, abreviando nosso estudo teórico, não vou mostrar passo a passo as deduções. Saibam o seguinte:

Quando o 4 for o número de baixo da fração, a semínima valerá um tempo.


Se o 2 for o número lá de baixo, a mínima valerá um tempo.
Já se o 8 for o denominador (o número de baixo da fração), a colcheia valerá um tempo.

A teoria musical apresenta muitas outras possibilidades, com outros números no denominador, mas esses são
os mais usados. E é o suficiente para estudar aqui na Sol Maior. Se quiserem aprofundar, comprem um bom
livro de teoria musical e vão em frente.
Vejam os compassos mais comuns, os que veremos em nossos estudos práticos aqui no Sol Maior: 4/4, 2/4,
3/4. Observem que em todos aparece o número 4 no denominador da fração, ou seja, a semínima vale 1 tempo
no compasso. Aí fica fácil, é só fazer a relação: 1semibreve = 4 semínimas; 1mínima = 2semínimas; 1colcheia
= 1/2semínima etc. Ou seja, 1semibreve = 4 tempos; 1mínima = 2tempos; 1colcheia = 1/2tempo etc.

MARCAÇÃO DE COMPASSOS
É preciso muita atenção agora, pois na minha opinião este assunto representa o principal link entre a teoria e a
prática. Marcar um compasso é mostrar, através de movimentos com as mãos, como os tempos são divididos.

Conforme já vimos, esta é a pauta ou pentagrama. 5 linhas e 4 espaços, ambos contados de baixo para cima.

A clave de Sol indica que a nota da 2ª linha é Sol.


O número 2 da fração mostra que cada grupo de notas (compasso) terá 2 tempos. Já o número 4 nos revela
que a semínima é a unidade de tempo (vale 1 tempo no compasso). O travessão divide os compassos.

Marcação

Conte 1, 2 1, 2 1, 2 1, 2 1, 2 (...)
Procure pronunciar 1 (um) número por segundo. Não é preciso correria...
Agora, abaixe e levante a mão. Embaixo, conte 1 (um); em cima, conte 2 (dois):

Exemplos:

Compasso 2/4 formado por semínimas. Basta executar 1 nota embaixo e 1 em cima:

Compasso 2/4 formado por colcheias. Prestem atenção, como a colcheia, nesse caso, vale a metade da
semínima, precisamos de 2 colcheias para completar 1 tempo. Ou seja, façam 2 notas com a mão lá embaixo
(tempo 1) e 2 lá em cima (tempo 2):

Compasso 3/4 formado por 1 semínima (tempo 1), 2 colcheias (tempo 2), e 4 semicolcheias (tempo 3). Como
vocês vêem, o primeiro tempo é formado por 1 nota; o segundo, por 2 (1/2 + 1/2); e o terceiro por 4 (1/4 +1/4
+ 1/4 + 1/4).

Compasso 4/4. Este compasso é também representado por um C, colocado no início do pentagrama. Atenção
ao exemplo: 2 colcheias, 1 pausa da semínima, 4 semicolcheias, 2 colcheias.

ACENTO MÉTRICO

O acento métrico nos permite saber, através da audição, se o compasso é binário, ternário ou quaternário. E
mais, sou da opinião de que a importância da acentuação vai além... Na execução de um trecho musical, a
acentuação, entre outros fatores, é quem dá estilo à interpretação, e depende do momento, da receptividade do
público, da nossa história de vida, da nossa sensibilidade, do nosso conhecimento da música executada etc. É
lógico que a partitura e a teoria musical indicam caminhos a serem seguidos, mas o bom músico não é uma
máquina de tocar. Observe como deve ser o acento métrico:

Compasso binário: 1º tempo Forte; 2º tempo fraco


Compasso ternário: 1º tempo forte; 2º tempo fraco; 3º tempo fraco
Compasso quaternário: 1º tempo forte; 2º tempo fraco; 3º tempo fraco; 4º tempo fraco;

Note-se que os tempos também são subdivididos em partes fortes e fracas. Nesse caso, a primeira nota do
compasso recebe acentuação ligeiramente mais forte que as outras notas também fortes.
Não se esqueça: a acentuação é de extrema utilidade na execução das músicas, pois dá estilo e sentimento à
interpretação.

SÍNCOPE
Nos exemplos que demos de marcação de compasso, todos os tempos fortes estavam sendo iniciados por uma
nota. Entretanto, pode ocorrer de a nota executada no tempo ou parte fraca anterior ser prolongada até o
tempo forte seguinte. Assim, o tempo forte estará preenchido com os "restos" de som da nota anterior.
Quando isso ocorre, temos a SÍNCOPE.

CONTRATEMPO

Se no tempo ou parte forte não tiver nota nenhuma, e sim uma pausa (silêncio), teremos um contratempo.

ALTERAÇÕES

Para que vocês entendam rapidamente: saibam que entre algumas notas da escala há outro som. Por exemplo,
entre a nota sol e a lá, existe outra nota, que pode receber dois nomes diferentes. Se você parte da nota sol, um
pouquinho acima existe o sol sustenido; já um pouquinho abaixo da nota lá existe o lá bemol, que tem o
mesmo som do sol sustenido. Daí concluímos que o sustenido é uma alteração ascendente; e o bemol,
descendente. Quando se quer desfazer uma alteração, seja ela ascendente ou descendente, usa-se a alteração
chamada bequadro.

Então, se entre sol e lá, por exemplo, há um intervalo de tom, entre sol e sol sustenido haverá um intervalo de
apenas meio tom, ou seja, um semitom. Outras alterações existentes são o dobrado sustenido, que eleva a nota
em dois semitons, e o dobrado bemol, abaixa a nota em dois semitons.

Deve-se ter atenção quando um sustenido for usado após um dobrado sustenido, nesse caso terá efeito
descendente. Já se um bemol modificar uma nota anteriormente alterada por dobrado bemol, terá efeito
ascendente, é lógico.

Obs.: Não se considera, neste estudo básico, a diferença entre os instrumentos temperados e os não-
temperados.

ARMADURA DE CLAVE

É um meio para se conhecer o tom de um trecho musical. Não vou mostrar aqui como se chega a cada
armadura. Um bom livro de teoria musical poderá auxiliá-los

Assim, fique atento, pois a armadura faz com que a nota seja alterada sempre que esta aparecer dentro da
música. Se quisermos evitar que a armadura altere a nota precisamos colocar uma alteração (um bequadro,
por exemplo) no lado da nota alterada pela armadura.

As alterações que aparecem no decorrer do trecho musical, sem constar da armadura, são consideradas
alterações acidentais, e só atuam sobre notas de mesmo nome (qualquer lugar da pauta) localizadas dentro de
um compasso, e depois do seu aparecimento.

Lembre-se: não havendo armadura alguma no início do pentagrama, a música estará ou em dó maior, ou em lá
menor. Estes são os chamados tons naturais.

OUTROS SINAIS

QUIÁLTERAS

Mudança na quantidade de nota que deveria ter no compasso. A mais usada é a de 3 colcheias valendo apenas
1 tempo.

FERMATA

Sinal colocado sobre ou sob uma nota, fazendo com que se prolongue o som mais do que o tempo
estabelecido. Como a fermata não indica o tempo do prolongamento do som, a execução fica por conta do
intérprete. Entretanto, palavras como "longa" ou "curta" podem ser colocadas sobre a fermata, sinalizando
maior ou menor sustentação do som.

Título: Pauta ou Pentagrama


É o local onde são escritas as notas. São 5 linhas horizontais, paralelas, que formam 4 espaços. As linhas e
espaços são contados de baixo para cima. Pode-se acrescentar linhas acima e abaixo da pauta, formando
linhas e espaços suplementares superiores (acima da pauta) e inferiores (abaixo).

CLAVE

É um sinal colocado no início da pauta e serve para determinar o nome da nota e sua altura na escala. Por
exemplo, a clave de sol é escrita na segunda linha. Então, sempre que no início da pauta estiver a clave de sol,
a nota que vier escrita na segunda linha se chamará sol. Para conhecer as outras notas, basta seguir a escala
ascendente (sol, lá, si, dó etc.) ou descendente (sol, fá, mi, ré etc.). As outras claves são as de fá (escrita na
terceira e quarta linhas) e a de dó (na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas).

NOTAS

É a representação gráfica dos sons. As notas são dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Quando executamos tais notas
sucessivamente, formamos uma escala, que pode ser ascendente (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) ou descendente (dó,
si, lá, sol, fá, mi, ré, dó).

Título: Pauta, Clave, Notas


É o local onde são escritas as notas. São 5 linhas horizontais, paralelas, que formam 4 espaços. As linhas e
espaços são contados de baixo para cima. Pode-se acrescentar linhas acima e abaixo da pauta, formando
linhas e espaços suplementares superiores (acima da pauta) e inferiores (abaixo).

CLAVE

É um sinal colocado no início da pauta e serve para determinar o nome da nota e sua altura na escala. Por
exemplo, a clave de sol é escrita na segunda linha. Então, sempre que no início da pauta estiver a clave de sol,
a nota que vier escrita na segunda linha se chamará sol. Para conhecer as outras notas, basta seguir a escala
ascendente (sol, lá, si, dó etc.) ou descendente (sol, fá, mi, ré etc.). As outras claves são as de fá (escrita na
terceira e quarta linhas) e a de dó (na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas).

NOTAS

É a representação gráfica dos sons. As notas são dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Quando executamos tais notas
sucessivamente, formamos uma escala, que pode ser ascendente (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) ou descendente (dó,
si, lá, sol, fá, mi, ré, dó).

Yanni540