Vous êtes sur la page 1sur 12

ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ

Milene Medeiros
Anabela Moniz
Natália Tavares
Cristina Vicente

ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ


Rua dos Mercadores nº 76, 9500-092 Ponta Delgada
Telefone 296 285 461  Fax 296 285 463
E-mail: geral@aprodaz.com
Conjuntos de processos utilizados pelo ser humano para,
armazenar e recuperar a informação.

Relaciona se com:

A aprendizagem: é uma transformação de base do processo de


modificação e combinação de estruturas cognitivas. A informação
é a matéria prima.

A informação: é dividida na comunicação assim, comunicar é


enviar informações.

Como podemos constatar


no seguinte esquema:
A comunicação: é a norma de compartilhar pensamentos,
conhecimentos, desejos, intenções, sentimentos e estados de
ânimo.

 O conhecimento: é a informação que permanece dentro do indivíduo.


A informação prejudica todas as actividades humanas , se devidamente
guardadas, não se destrói.

O comportamento: é estabelecida pela corrente interna de informações,


no sistema nervoso.

Uma informação nova é decifrada na com base em experiencias passadas, se


há tradução falsa da informação, isso pode determinar muitos insucessos na
vida de uma pessoa.
A Fonética trata dos constituintes do discurso segmentados no nível mais
profundo, quando ainda estão desprovidos de significação, ou seja, a Fonética
trata dos sons da fala.

Embora muitos autores tratem Fonética e Fonologia como áreas de estudos


distintas, não é fácil traçar a linha divisória que separa essas duas áreas do
conhecimento.

Em virtude disso, vamos considerar Fonética e Fonologia como uma área única,
preservando o nome Fonética por ser mais disseminado entre os gramáticos.
A fonética estuda os aspectos físicos e fisiológicos da fala.

Nenhuma língua natural explora afundo e na totalidade das distinções fonéticas


possíveis.

No interior de uma língua dão origem a categoria de sons aos quais damos o
nome de fonemas.
As distinções fonéticas que não tem função linguística em determinada língua
limitam se a gerar variantes de um mesmo fonema.

O ser humano pode produzir um infinito de sons articulados.


Uma palavra dita por varias vezes nunca será dita exactamente da
mesma forma, mesmo que seja emitida pela mesma pessoa.
Apesar desta variação inseparável as diferentes ocorrências da
palavra não pedem a sua identidade.
Este fenómeno e parecido ao que encontramos na linguagem escrita
Os símbolos seguintes tem todos uma forma diferente mas não
temos nenhuma dificuldade em reconhecer
Que e a primeira letra do alfabeto. Ex… a, A, a, A, a, A…

A Fonética pode ser subdividida em três áreas distintas:

 articulatória  a ênfase é dada na forma como os sons da fala são emitidos


pelo aparelho fonador.

 acústica  estuda-se os sons da fala sob o prisma da Acústica, que é a parte


da Física que estuda os sons em geral.

Auditiva  estuda-se como os sons da fala são tratados pelo aparelho


auditivo e como são descodificados e compreendidos pelo cérebro humano.
Durante a leitura, se o leitor percebe que uma palavra traz um significado gramatical
e lexical terá as bases para a compreensão literal do texto e partir dessa competência
poderá inferir, ou seja, atribuir sentido ao texto lido, portanto, interpretá-lo.
Encontrar sentido, antes, durante e depois da leitura, é na verdade, desenvolver a
faculdade de sentir, ou perceber, de compreender e de julgar o texto.
À luz da filosofia, diríamos que é o sentido que nos permite captar uma determinada
classe ou grupo de sensações, estabelecendo um contacto intuitivo e imediato
com a realidade, e assentando desta maneira os fundamentos empíricos do
processo cognitivo.
A leitura é um acto cognitivo, mais do que um ato de produção de linguagem, sua
complexidade a torna uma habilidade plenamente cognitiva.
Pensando no compreensão literal, durante o processo de leitura, o sentido atribuído
a um texto, no primeiro momento, expressa-se como aquilo que uma palavra ou
frase podem significar num contexto determinado”.
Em se tratando de procedimentos de leitura, poderemos falarem compreensão literal
e compreensão inferencial.
A compreensão inferencial vai além do literal. Enquanto a compreensão literal
possibilita a localização de informações explícitas no sentido, graças ao sentido que
poderemos fazer inferência, de modo a permitir, por exemplo, a identificação de
informação implícita, uma vez que identifica o tema e distingue fato de opinião
relacionada a esse fato.
A identificação da palavra escrita é o processo de determinar a pronúncia e algum
grau de significado de uma palavra desconhecida.
As habilidades de identificação da palavra geralmente ensinadas
são as seguintes:
análise fónica
 análise estrutural
 habilidades no uso de dicionários
 indícios de configuração
 indícios de ilustração
Resultados de vários estudos sugerem que essa concepção não é adequada,
pois não há evidência satisfatória de processamento literal anterior ao metafórico,
principalmente em expressões idiomáticas, ironias convencionais, provérbios .
A ausência de tal evidência conduz à perspectiva do acesso directo.
Conforme a teoria do acesso directo, existe interacção entre a informação
contextual e os processos lexicais, nos estágios iniciais de compreensão. Dessa
forma, somente sentidos contextualmente compatíveis seriam a cessados desde o
início do processo, não havendo diferença entre o processamento de enunciados
literais e figurados, de maneira que a compreensão da metáfora não requereria
maior empenho cognitivo que a compreensão de recursos linguísticos literais.
Isso não quer dizer que os pesquisadores que defendem a teoria do acesso
directo, excluam a possibilidade de o processamento da linguagem figurada tomar
mais tempo que o da linguagem literal, como é o caso de metáforas não
familiares.
Sob esta perspectiva, o que poderia provocar um tempo maior de processamento
das metáforas não familiares seria a dificuldade de integração do sentido figurado
com o contexto, e não o fato de que antes se analisa e rejeita o sentido literal
da expressão para então proceder à análise metafórica em si.
Dentre várias outras abordagens que se situam entre os extremos da teoria
pragmática e da teoria do acesso directo.
Fundamenta-se numa etapa reflexiva, como fonte, e desagua numa etapa
operativa (volitiva). Esclarece a sequência de operações das faculdades ,onde se
estrutura os vários momentos da construção das decisões.

Na realidade, estes momentos podem dar-se de forma concomitante.


Para proceder com prudência, três condições são particularmente
necessárias: deliberar bem, decidir bem e executar com firmeza.

 Deliberar bem: a deliberação é a discussão interna que se estabelece sobre


possíveis objectivos e possíveis meios a serem empregados na execução. Deve
nortear essa discussão o princípio ético: buscar fins bons através de meios
igualmente bons, portanto evitar o emprego de 5
meios maus para atingir fins bons. Esta etapa deve estimular a reflexão sobre o
passado, o presente e o futuro.
 Reflectir sobre o passado é aproveitar os dados da própria experiência que
interessam ter em conta para fundamentar o juízo no caso concreto actual. Há
experiências que se deve buscar de outras pessoas ou de casos similares. Esta
reflexão deve ser positiva pois se trata de buscar na memória só os assuntos
pertinentes e de forma ordenada. Aqui faz-se necessário ter o hábito de optimizar
a memória, que não pode ser simples junção de dados mas deve reter conclusões
e informações claras.
O grande perigo é se o que se busca na memória representa apenas impressões
superficiais. Optimizar o passado significa estudar os precedentes, aquilatar a
experiência.
Esses precedentes podem estar na própria experiência ou na alheia.

 Reflectir sobre o presente é captar os dados que actualmente tem especial


relevo. Distinguir o essencial do acidental. Esta fase exige agudeza da mente e forte
objectividade ( ater-se a realidade dos fatos ). Para adquirir penetração em
determinado assunto, dirigir a atenção ao essencial e saber encontrar os fatos,
definir o que corresponde a um problema, perguntar sobre as suas causas, e buscar
as possíveis soluções. A reflexão sobre o presente engloba a capacidade de adequar
as experiências do passado a situação concreta actual. Como não se repetem as
situações e os problemas é necessário captar o que há de comum entre eles e que
subsídios podem ser aplicados.

 Reflectir sobre o futuro consiste em prever as consequências éticas e técnicas das


acções que se pretende realizar. Exige estimular a capacidade criadora. O projecto
das acções no futuro exige a antecipação da sua consistência, da avaliação de
esforços e meios a serem empregados.
Decidir bem :Para decidir bem é preciso melhoria na capacidade de julgar o que é
bom ou o que é mau, conveniente ou não, no caso concreto. O juízo relativo aos
objectivos e aos meios a serem empregados depende de saber estabelecer critérios
adequados, técnicos e éticos, para nortear a escolha da melhor solução.
Aperfeiçoar a capacidade de julgar bem exige a aquisição de critérios. Os critérios
dirigidos ao “fazer” pertencem aos conhecimentos técnicos específicos da actividade
profissional. Os dirigidos ao “agir” emanam dos princípios éticos. Ao juízo de qualidade
segue-se a escolha ou a decisão pelo que se julga mais de acordo com os critérios
adoptados. Nesta etapa não se pode esperar certeza absoluta para agir, isto levaria à
indecisão.
Basta que a certeza seja moral: a que exclui a dúvida prudente e fundamentada.
As decisões a tomar em que apareçam dúvidas, é necessário saber distinguir as negativas
das positivas.
São negativas as que se apoiam em motivos insignificantes e pouco sérios. As positivas são
as que se apoiam em razões sérias para duvidar, mas mesmo assim são insuficientes para
afastar o temor do equívoco.
Ajudam a administrar as dúvidas os seguintes critérios: as negativas devem ser
desprezadas, por outro lado não é lícito agir com dúvida positiva. É solução legítima
escolher a solução mais segura; a que favoreça os princípios éticos, ou de acordo com o
caso, os critérios específicos da área de trabalho. As dúvidas positivas
podem ser dissipadas chegando a uma certeza prática mediante o estudo e o
acessoriamente prudente.
É diferente estar convencido de algo e estar certo. Para eliminar esta possibilidade de
erro involuntário, deve-se crescer em abertura de inteligência e, abertura aos outros, que
é humildade.
Executar com firmeza: mas enquanto ordenador, quando soluciona,
quando se decide, o homem prudente dirige-se para o que 'ainda não' se
encontra realizado, precisamente para o que há de se realizar.
A primeira condição da 'prudência ordenadora' é por isso mesmo a
providência, a previsão. Designa-se com isto a capacidade de determinar
com alguma antecedência se um determinado ato será ou não o verdadeiro
caminho para a realização do fim. Ainda que se tenham previsto as
dificuldades e obstáculos é preciso considerar as
circunstâncias que podem interferir na execução do decidido. Cercar-se de
cautelas pois nem tudo é possível de se prever.
É preciso definir o nível de esforço a ser empregado e providenciar as
garantias da sua continuidade para chegar aos resultados da acção. Muitas
vezes desiste-se no meio do caminho, de decisões já tomadas, pelo custo que
supõem, e esforço de constância que exige a aplicação dos meios.
Há quatro espécies de defeitos contrários a prudência: a precipitação, a
inconsideração, a inconstância e a negligência. Age precipitadamente o que
se deixa levar pelo ímpeto emocional. A inconsideração afecta a capacidade
de julgar, pois despreza ou descuida às coisas necessárias para um juízo
adequado. A negligência implica em não ordenar o que foi decidido, não
ordena a execução. A inconstância não cumpre o imperado. A preguiça não
começa a tempo, e a indolência o realiza frouxamente, sem cuidado e sem
esmero.
Concluímos que no processo interno da informação, são conjuntos
de processos utilizados pelo ser humano para, armazenar e recuperar a
informação. Que tem em conta a aprendizagem informação, a
comunicação, o comportamento e o conhecimento.
Dentro de processo existem 3 áreas de processamento, fonética, reflexivo
e literal.
Na fonética temos em conta as distinções fonéticas, as suas funções
linguísticas os sons articulados do ser humano etc.
Já por sua vez o reflexivo corresponde a inteligência e a vontade e é
subdividido em três partes deliberar bem, decidir bem e executar com
firmeza. Dentro do deliberar bem temos três faces de reflectir, o passado
o presente e o futuro. E por fim temos o literal que é o reconhecimento da
linguagem escrita, ou seja durante o processo de leitura, o sentido
atribuído a um texto, no primeiro momento expressa se como uma palavra
ou frase pode significar num contexto determinado. À luz da filosofia,
diríamos que é o sentido que nos permite captar uma determinada classe
ou grupo de sensações, estabelecendo um contacto intuitivo e imediato
com a realidade, e assentando desta maneira os fundamentos empíricos
do processo cognitivo. A leitura é um ato cognitivo.