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Escola Secundária Francisco de Holanda

Relatório da Experiência: “Identificação de Plásticos”

Grupo 2:
Beatriz Abreu nº 1
Ângela Oliveira nº 9
Cátia Pereira nº 13
Nuno Moreira nº 22

Disciplina de Química
12º CT1

Guimarães, 31 de Maio de 2011


Escola Secundaria Francisco de Holanda 2010/2011

Relatório da Experiência: “Identificação de Plásticos”

Grupo 2:

Beatriz Abreu nº2 Professor: Rui Vítor Costa

Ângela Oliveira nº 9 Disciplina: Química

Cátia Pereira nº 13 Turma: 12º CT1

Nuno Moreira nº 22

Guimarães, 31 de Maio de 2011 2


Escola Secundaria Francisco de Holanda 2010/2011

Índice Geral
Introdução……………………………………………………………………………………………………………………1

Material ………………………………………………………………………………………………………………………2

Procedimento………………………………………………………………………………………………………………4

Registo de Dados e Observações……………………………………………………………………………6

Análise de Resultados e Conclusões ……………………………………………………………………10

Anexo …………………………………………………………………………………………………………………………13

Aplicações dos plásticos ……………………………………………………………………………14

Bibliografia ………………………………………………………………………………………………………………16

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Índice de Imagens
Figura 1: Amostras de diferentes tipos de plásticos……………………………………………………3

Figura 2: Esquema do procedimento …………………………………………………………………………………4

Figura 3: Resultados do teste da densidade da água ……………………………………………………6

Figura 4: Resultados do teste da chama …………………………………………………………………………6

Figura 5: Amostra 6 antes do teste da acetona ……………………………………………………………7

Figura 6: Amostra 6 depois do teste da acetona …………………………………………………………7

Figura 7: Resultados do teste do aquecimento………………………………………………………………7

Figura 8: Resultados do teste da densidade do álcool isopropílico……………………………8

Figura 9: Resultado do teste da densidade do óleo de milho………………………………………8

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Índice de Tabelas
Tabela dos reagentes e suas propriedades………………………………………………………………………2

Tabela dos resultados do teste da densidade da água …………………………………………………6

Tabela dos resultados do teste da acetona ……………………………………………………………………7

Tabela dos resultados do teste da densidade do álcool isopropílico…………………………8

Tabela dos resultados do teste da densidade do óleo de milho…………………………………8

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Introdução
Desde há muitos anos que os plásticos fazem parte da nossa vida. Basta
olharmos a nossa volta para constatarmos que a maior parte dos objectos que
utilizamos no nosso dia-a-dia são feitos deste tipo de material.
Os plásticos são materiais orgânicos poliméricos sintéticos de constituição
macrocelular, possuindo uma grande maleabilidade. Ou seja, são uma mistura de
polímeros com certos aditivos, onde a matéria-prima destes, é geralmente o
petróleo.
Estes podem-se encontrar na indústria aeronáutica e aeroespacial, nos
automóveis, na indústria têxtil e de calçado, na construção civil, nos
electrodomésticos, etc.
Como já foi referido nas aulas de Química, um polímero é uma
macromolécula constituída por unidades estruturais menores – monómeros. Mas,
existem vários tipos de polímeros: os naturais, sintéticos e artificiais, onde os
plásticos estão incluídos na categoria de polímeros sintéticos, bem como as fibras
e os elastómeros. Então, podemos dizer que os plásticos são polímeros, mas os
polímeros não são plásticos.
Os polímeros são designados consoante a constituição molecular que
possuem. Os mais utilizados e conhecidos são: o Poli(tereftalato de etileno), o
Polietileno (de baixa e alta densidade), o Polipropileno, o Poli(cloreto de vinilo) e o
Poliestireno.
Também os plásticos possuem categorias, podem ser termoplásticos ou
termofixos. Os primeiros, quando são submetidos ao calor, amolecem, podendo ser
de novo moldados, ou seja, são recicláveis, dado possuírem ligações
intermoleculares de Van der Waals. Por outro lado, os termofixos quando
aquecidos não se deformam como os anteriores, decompõem-se ou carbonizam, uma
vez que as suas moléculas possuem ligações covalentes. Sendo assim, não são
recicláveis.

Esta actividade laboratorial tem como principal objectivo identificar os


diversos tipos de plásticos utilizados no nosso dia-a-dia, que irão ser submetidos a
testes físico-químicos.

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Material
Reagentes:

Plástico Amostra Nº da Densidade


Nome Sigla Símbolo Polímero amostra (g/dm3)

Poli(tereftalato de Garrafa de
etileno) PET água 1 1,29-1,40

Polietileno de alta Saco


densidade PE-AD transparente 2 0,94-0,96

Poli(cloreto de Tubo de
vinilo) PVA encanação 3 1,38-1,45

Polietileno de baixa Saco


densidade PE-BD transparente 4 0,92-0,94

Caixa de
Polipropileno PP cotonetes 5 0,90

Tampa de
Poliestireno PS bebibas do 6 1,05
Mc’ donalds

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Legenda das amostras:

1. PET
2. PE-AD
3. PVC
4. PE-BD
1 2 3 4 5 6 5. PP
6. PS

Fig.1: Amostras de diferentes tipos de plásticos

Material laboratorial:

 Tesoura  Funil de vidro


 Pinça de metal  Proveta de 25ml
 Pinça de madeira  Proveta de 10ml
 Lamparina de álcool  Ansa de cromoníquel
 Gobelé  Fósforos
 Vareta de vidro  Papel absorvente

Soluções:

 Água ionizada
 Água desionizada
 Água ionizada a ferver
 Acetona
 Álcool isopropílico
 Óleo de milho

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Procedimento

Teste da densidade da água:

- Encher um gobelé de 1000ml com água;

- Colocar as amostras dos plásticos no gobelé;

- Verificar quais das seis amostras afundam.

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Teste da chama:

- Colocar uma ansa de cromoníquel sobre a chama de uma lamparina de álcool até
entrar em rubro;

- De seguida, colocar a ansa nas amostras de plástico que não flutuaram na


experiência anterior;

- Verificar qual a cor da chama de que resulta a combustão dos plásticos;

Teste da acetona:

- Encher um gobelé com acetona;

- Mergulhar as amostras 1 e 6, ou seja, as amostras que não apresentaram chama


verde na experiência anterior;

- Observar se ocorre alguma alteração nos plásticos.

Teste do aquecimento:

- Colocar num gobelé água a ferver;

- Mergulhar a amostra 1 na acetona, a fim de observar alguma deformação.

Teste da densidade do álcool isopropílico:

- Diluir 17,5ml de álcool isopropílico em 7,5ml de água destilada;

- Após esta diluição, mergulhar as amostras que flutuaram na experiência 1, e


verificar qual destas amostras não flutua.

Teste da densidade do óleo de milho:

- Encher um gobelé com óleo de milho;

- Mergulhar as amostras que flutuaram na experiencia anterior;

- Verificar o que ocorre.

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Registo de Dados e
Observações

Teste da densidade da água:

Amostras Teste da
densidade da água
1 Mergulhou
2 Flutuou
3 Mergulhou
4 Flutuou
5 Flutuou
6 Mergulhou

Fig.3: Resultados do teste da


densidade da água

Teste da chama:

Nesta experiência, apenas testamos a amostra 3, e esta deveria apresentar chama


verde o que na realidade não aconteceu.

Fig.4: Resultados do teste da chama

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Teste da acetona:

Amostras Teste da acetona


1 Alterou a forma
6 Não alterou a forma

Fig.5: Amostra 6 antes do teste Fig.6: Amostra 6 depois do teste


da acetona da acetona

Teste do aquecimento:

Neste teste, a amostra 1 deforma, embora esta alteração não seja muito
significativa.

Fig.7: Resultados do teste do aquecimento

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Teste da densidade do álcool isopropílico:

Amostras Teste da densidade


do álcool isopropílico
2 Mergulhou
4 Flutuou
5 Flutuou

Fig.8: Resultados do teste da densidade


do álcool isopropílico

Teste da densidade do óleo de milho:

Amostras Teste da densidade


do álcool isopropílico
4 Mergulhou
5 Flutuou
Fig.9: Resultado do teste da densidade
do óleo de milho.

Nesta actividade laboratorial nem tudo correu como o esperado, pois em


alguns casos não foi possível comprovar o tipo de polímero utilizado na fabricação
das amostras de plásticos.
Um dos principais factores que influenciaram os resultados, era a tensão
superficial que os líquidos exerciam sobre as amostras, uma vez que não as deixava
mergulhar, mesmo sendo estas mais densas que o próprio líquido.
Outro dos factores influenciadores ocorreu na experiência 2, pois a
amostra de PVC ao ser submetida à combustão não apresentou chama verde, o que
levantou duvidas sobre a sua possível constituição
Por outro lado, na experiência 4, a deformação da amostra não foi muito
significativa, o que nos levou a pensar que a causa deste “erro” experimental, fosse
causado pela temperatura da água, pois esta não tinha chegado aos 100ºC.

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Por fim, a solução de álcool isopropílico com a água destilada causou algumas
incertezas, dado que no inicio da experiência todas as amostras afundavam, o que
apenas deveria acontecer com a amostra 2.

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Análise de Resultados
e Conclusões
Para a realização desta actividade laboratorial, realizada nos dias 4 e 11 de

Maio de 2011, foi-nos proposto a elaboração de diferentes experiências para que

fosse possível descobrir qual a constituição das diferentes amostras de plástico

recolhidas.

Antes da realização da actividade, foi-nos fornecido a densidade dos

plásticos em estudo, para nos ajudar a compreender os resultados que iríamos

obter após a realização dos diferentes testes da densidade, e as possíveis causas

da adulteração dos resultados.

Durante a realização das experiências, houve uma dificuldade em todas

aquelas em que os plásticos foram submetidos a meios líquidos, pois estes meios

exerciam uma tensão superficial para com as amostras, não as deixando mergulhar.

Sendo assim, para ultrapassar esta dificuldade, foi necessário as “empurrar”, para

que estas se movimentassem.

Na experiência 1, os plásticos foram separados por densidades, ou seja, os

de densidade superior a 1g/dm3 afundaram (1,3,6), enquanto que os restantes (com

densidade inferior) flutuaram (2,4,5). Isto sucedeu-se porque a densidade da água

é igual a 1g/dm3.

Sendo assim, este meio é propício a uma divisão inicial, em que originou 2

grupos diferentes (o grupo das amostras com densidade superior a 1g/dm3, e o

grupo com amostras com densidade inferior a 1g/dm3), que foram analisamos em

separado.

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Grupo dos plásticos com densidade superior a 1g/dm3 (1,3,6):

 A realização do teste 2 permite identificar o PVC (Poli(cloreto de vinilo)),

pois este, devido à presença do ião cloreto, quando exposto a uma chama,

faz com que esta apresente uma coloração verde característica. Contudo,

este teste não foi 100% conclusivo, pois a chama não apresentou coloração

verde, o que nos fez pensar que a amostra 3 (amostra do PVC) poderia

possuir outros constituintes, além do polímero, que lhe conferissem mais

resistência.

 O teste 3 foi o que obteve os melhores resultados, pois após as amostras 1

e 6 serem submetidas à acetona, apenas o plástico 6 sofreu alteração, tal

como era esperado. Esta alteração ocorreu porque a acetona possui a

capacidade de quebrar as ligações das moléculas do poliestireno, dando a

sensação de que a amostra se encontra derretida, como pode ser

comprovado no registo de resultados. Sendo assim, como apenas se alterou

a amostra 6, podemos afirmar que esta amostra corresponde ao Poliestireno

(PS).

 A experiência 4, tal como a experiência 2, não foi 100% conclusiva, pois a

deformação da amostra foi praticamente inexistente. Para comprovarmos

que ocorreu deformação, foi necessário dobrar a amostra antes e depois de

ser submetida à água quente. Através deste método, podemos ver, mas não

claramente, que a amostra após ter sido submetida a aquecimento, fazia

menos barulho ao ser dobrada do que quando se encontrava à temperatura

ambiente. Esta situação de dúvida quanto à ocorrência de deformação,

deveu-se ao facto de a água não estar a ferver no momento em que lá

colocamos o plástico 1, apenas estava quente, uma vez ter sido retirada da

torneira. Apesar destas incertezas, podemos confirmar que a amostra 1

correspondia ao Poli(tereftalato de etileno) (PET).

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Grupo dos plásticos com densidade inferior a 1g/dm3 (2,4,5):

 Na experiência 5, testamos 3 plásticos com densidades muito próximas, daí

a dificuldade da separação destes no álcool isopropílico. Sendo assim, foi

necessária a diluição deste álcool com água destilada, para aumentar a

densidade de solução. Contudo, esta diluição não foi suficiente para que

ocorresse a separação dos plásticos, sendo necessária a adição de mais 10ml

de água destilada. Após esta adição de água, foi possível separar a amostra

2 das restantes (a amostra 2 afundou por ser mais densa, enquanto que as

outras permaneceram à superfície). Então, podemos afirmar que a amostra

2 corresponde ao Polietileno de alta densidade (PE-AD).

 No último teste, foram testados os plásticos que flutuaram no teste 5, ou

seja, o plástico 4 e 5. Este teste tinha como finalidade separar estas duas

amostras pelas suas densidades, quando mergulhadas no óleo de milho.

Aquando esta separação, a amostra mais densa, neste caso a 4, ficou

submersa no fundo do gobelé, enquanto a amostra 5, que é menos densa,

encontrou-se à superfície do líquido. Estes resultados permitiram-nos

confirmar que a amostra 4 correspondia ao Polietileno de baixa densidade

(PE-BD) e que a amostra 5 correspondia ao Polipropileno (PP).

Com a realização desta experiência, podemos concluir que os plásticos


possuem certos aditivos além de polímeros, uma vez que, em alguns testes físico-
químicos, tornou-se difícil a identificação dos plásticos em causa.
Também podemos afirmar que alguns destes polímeros, apesar de possuírem
uma constituição diferente, ainda possuem características muito semelhantes,
nomeadamente a densidade, pois só era possível efectuar a separação destes
através de meios líquidos com densidade adequada a cada situação.

Em suma, podemos afirmar que apesar de se tornar difícil a identificação


dos polímeros que constituem os plásticos do nosso dia-a-dia, esta pode ser feita
por qualquer indivíduo através de testes físico-químicos muito simples.

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Anexo

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Aplicações dos plásticos


PET:
Vantagens: É um material transparente, inquebrável, impermeável e leve.

Aplicações: Este tipo de plástico é utilizado geralmente em frascos de


refrigerantes, produtos farmacêuticos, produtos de limpeza, mantas de
impermeabilização e fibras têxteis, etc.

PE-AD:
Vantagens: É inquebrável, resistente a baixas temperaturas, leve, impermeável,
rígido e com resistência química.

Aplicações: É utilizado em embalagens para cosméticos, frascos de produtos


químicos e de limpeza, tubos para líquidos e gás, tanques de combustível para
determinados veículos, etc.

PVC:
Vantagens: É rígido, transparente, impermeável, resistente à temperatura e
inquebrável.

Aplicações: Encontra-se em tubos e conexões de tubagens, calçados, revestimento


de cabos eléctricos, equipamentos médico-cirúrgicos, esquadrias e revestimentos,
etc.

PE-BD:
Vantagens: É flexível, leve, transparente e impermeável.

Aplicações: Embalagens de alimentos, sacos industriais, sacos para lixo, lonas


agrícolas, filmes flexíveis para embalagens e rótulos de brinquedos, etc.

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PP:
Vantagens: Conserva o aroma, é inquebrável, transparente, brilhante, rígido e
resistente a mudanças de temperatura.

Aplicações: É utilizado em embalagens de massas e biscoitos, potes de margarina,


seringas descartáveis, equipamentos médico-cirúrgicos, fibras e fios têxteis,
utilidades domésticas, autopeças (pára-choques de carro).

PS:
Vantagens: É impermeável, inquebrável, rígido, transparente, leve e brilhante.

Aplicações: Encontra-se em copos descartáveis, placas isolantes, aparelhos de som


e televisão, embalagens de alimentos, revestimento de geladeiras, material escolar,
etc.

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Bibliografia
(s.d.). Obtido em 13 de Maio de 2011, de
http://educa.fc.up.pt/ficheiros/noticias/69/documentos/111/Manual%20Identificacao%20de
%20plasticos%20.pdf

(s.d.). Obtido em 13 de Maio de 2011, de Identificação dos Plásticos:


http://pt.scribd.com/doc/31501383/IDENTIFICACAO-DOS-PLASTICOS

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