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Modulo I – Introdução à Microinformática

Profa. Andrea Cristina Oliveira Alves

Conhecendo o Computador

As partes de um computador.
A maioria dos microcomputadores são mais ou menos parecidos. O computador
que você está usando agora tem um gabinete, um monitor, um teclado e um
mouse, como o que mostramos na figura abaixo. Poderão existir algumas
diferenças, como o tipo e tamanho do gabinete, e o tipo e tamanho do monitor. O
gabinete do computador da figura abaixo é chamado de vertical ou torre.

Gabinetes horizontais

Muitos computadores possuem um gabinete horizontal ou desktop. Alguns


gabinetes horizontais são relativamente grandes, outros são bastante compactos.
O mostrado na figura ao lado pode ser considerado bem compacto, e é também
chamado de slim. Muitos gabinetes slim podem ser usados tanto na posição
horizontal como na posição vertical. Uma desvantagem dos gabinetes compactos é
que normalmente não oferecem espaço para expansões internas.
Dica:

Prepare-se para expansões

Se você pretende fazer


expansões em um computador,
instalando novas placas e novas
unidades de disco, então não
compre computadores com
gabinetes muito compactos.
Gabinetes maiores têm mais
espaço para essas expansões.

Gabinetes compactos e o problema do aquecimento

Computadores muito compactos são bonitos e ocupam pouco espaço, mas têm uma
desvantagem. Apenas modelos mais simples podem se dar ao luxo de serem tão
compactos. Isso porque computadores mais velozes, mais equipados e mais
sofisticados, acabam gerando muito calor interno, e um gabinete muito compacto
dificultaria o resfriamento interno. O computador poderia ficar super-aquecido. Por
isso os computadores mais sofisticados utilizam gabinetes de maior tamanho. Já os
computadores para aplicações mais simples podem usar gabinetes slim.

Uma outra desvantagem dos gabientes slim é que normalmente não têm espaço
para expansões. Normalmente não há lugar para instalar novas placas e novas
unidades de disco.

Gabinete slim na vertical

Como disse, muitos gabinetes slim


podem ser instalados também na
posição vertical. A figura abaixo mostra,
apenas para efeito de comparação, os
tamanhos de um gabinete torre típico e
de um gabinete slim montado na posição
vertical. Aproveito para mostrar também
um tipo de monitor que está se tornando
cada vez mais comum: o monitor LCD
(Liquid Crystal Display), ou monitor de
cristal líquido.

Vários tamanhos
Gabientes horizontais também
são chamados de desktop.
Modelos ultra compactos são
chamados de slim. Os gabinetes
verticais podem ser classificados,
de acordo com o tamanho, em:

Mini torre (mini tower)


Midi torre (midi tower)
Torre grande (full tower)

Gabinetes grandes são indicados


para computadores com um
número muito grande de
acessórios internos.

Trocar o gabinete não é uma tarefa simples

Isso mesmo. Não se troca de gabinete como quem "troca de camisa". Esta troca
envolve a desmontagem completa do computador e a sua montagem usando o
novo gabinete. Você poderá ter dores de cabeça se o técnico (ou muitas vezes o
vendedor) que fizer a troca não estiver capacidade para a tarefa. Se você já tem
um computador, nossa recomendação é que não o desmonte para trocar o
gabinete. Deixe para escolher o gabinete que achar mais bonito quando você for
comprar um novo computador.

PC - Personal Computer

O termo PC vem de "Personal computer"


(computador pessoal). Tornou-se popular
quando a IBM lançou seus primeiros
micros:

IBM PC (1981)
IBM PC XT (1983)
IBM PC AT (1984)

Praticamente todos os
microcomputadores atuais são
descendentes desses antigos modelos da
IBM.

PCs antigos e modernos

Os PCs atuais são muito mais avançados que os usados naquela época. O IBM PC
XT, lançado em 1983, tinha um processador de 8 bits e 4,77 MHz, 256 kB de
memória e um disco rígido de 10 MB. Já um típico computador simples do início de
2003 usa um processador 32 bits, 1500 MHz, 128 MB (cerca de 128000 kB) de
memória e um disco rígido de no mínimo 20.000 MB. Nesses 20 anos a velocidade
e a capacidade dos microcomputadores ficaram mais de 1000 vezes maiores.
Computador x gabinete

A rigor o computador é formado pelo


gabinete e os circuitos e dispositivos
existentes no seu interior. Outras
partes como monitor, teclado, mouse,
impressora e caixas de som são
chamados periféricos do computador.
Muitos chamam esta parte de CPU,
mas esta é uma imprecisão técnica. A
CPU é na verdade um circuito
existente no interior do gabinete, e
não o gabinete inteiro. Muitos
chamam de computador o conjunto
formado pelo gabinete, monitor,
teclado e mouse.

Exemplos de periféricos

Monitor
Teclado
Mouse
Joystick e controles de jogos
Caixas de som
Microfone
Impressora
Scanner
Modem externo
Câmera digital
Drives de CD-ROM externos
Gravadores de CDs externos
Drives de DVD externos
Gravadores de DVD externos
Tablet
ZIP Drive
Digitalizadores de vídeo
etc...

Neste Módulo você conhecerá os periféricos mais comuns, e ao longo do curso


conhecerá outros menos comuns.

Teclado
Observe o teclado do seu computador e
compare-o com o da figura ao lado. A
disposição de teclas é bem parecida, apesar
de existirem diferenças. Teclados servem
principalmente para a digitação de textos,
mas existem modelos que possuem funções
adicionais, como por exemplo, controle de
som e comandos para acesso à Internet. São
chamados de teclados multimídia.

Mouse

Suas funções básicas são "apontar" e


"clicar". Movendo o mouse sobre a mesa, a
"setinha" percorre a tela. Usamos os botões
do mouse para ativar comandos através da
tela.

Impressoras

A impressora é um periférico que


permite obter resultados listados em
papel. Podem ser fotos, desenhos,
textos, tabelas, etc. Praticamente
tudo o que aparece na tela do
computador pode ser listado na
impressora. A maioria das
impressoras atuais são "a cores", ou
seja, produzem listagens coloridas,
como as que vemos na figura ao lado.

Observe que apesar de muitos computadores serem vendidos juntamente com a


impressora, a impressora é independente do computador, ou seja, podemos ligar
praticamente qualquer impressora em qualquer computador, desde que ambos
utilizem o mesmo tipo de interface. As interfaces mais usadas atualmente para
impressoras são a paralela e a USB.

Dica
Não exagere no uso das cores. Se você imprimir várias fotos coloridas, logo a tinta
da sua impressora irá acabar, e será preciso comprar novos cartuchos de tinta. Os
cartuchos originais são mais caros e oferecem melhor qualidade de impressão. Os
cartuchos genéricos são mais baratos, mas muitas vezes a qualidade da impressão
deixa a desejar.

Scanner

O scanner é um aparelho que faz a


digitalização de imagens. Explicando
melhor, a imagem de uma fotografia,
um desenho, uma página de revista ou
livro ou qualquer outro tipo de imagem
existente em papel pode ser lida pelo
computador. A imagem captada pode
ser apresentada na tela do monitor.
Pode ser usada para ilustrar trabalhos,
ou pode ser melhorada para ser
novamente impressa.

Dica

Se você vai comprar um scanner, escolha um modelo USB, que é a interface mais
avançada, disponível em todos os PCs modernos. Os scanners com interfaces
paralelas tendem a desaparecer, e muitos ainda oferecidos no mercado estão
obsoletos, e não funcionam com os sistemas operacionais modernos.

Caixas de som

Todos os PCs modernos possuem


recursos sonoros. São capazes de
captar e de gerar sons. Na captação,
podemos fazer gravações a partir de
um microfone, aparelho de
videocassete ou aparelho de som.
Podemos ainda reproduzir sons de CDs
musicais e de diversos programas. Os
sistemas de som mais simples utilizam
dois alto-falantes. Dependendo dos
circuitos sonoros existentes no
computador, podem ser usados
sistemas de alto-falantes mais
complexos, como os da figura ao lado.

Câmeras digitais
Essas novas câmeras ainda são caras em
comparação com as câmeras
convencionais. Sua grande vantagem é
que não usam filmes. As fotos são
armazenadas em uma memória dentro
da câmera, e podem ser posteriormente
transferidas para o computador. Uma
vez no computador podem ser vistas na
tela e impressas em papel. Existem lojas
que fazem "revelação" de fotos de
câmeras digitais, ou seja, entregam as
fotografias diretamente em papel.

Interface USB

Assim como ocorre com scannres,


impressoras e outros periféricos, as
câmeras digitais modernas usam as
interfaces USB.

Drive de disquetes

Todos os computadores atuais possuem


uma unidade de leitura e gravação,
chamada drive de disquetes. A figura ao
lado mostra a localização desta unidade
em um gabinete torre. Vemos também
um disquete sendo introduzido no drive.
A figura mostra ainda um drive fora do
computador. Os drives de disquetes são
vendidos em muitas lojas. São muito
baratos e não vale a pena consertá-los
em caso de defeito. É melhor comprar
um novo. Entretanto este tipo de defeito
é bastante raro.

Cuide bem dos seus disquetes. Proteja-os


da poeira e da umidade. Mantenha-o
afastado de campos magnéticos. Nunca
os coloque por exemplo, próximos a um
estabilizador de voltagem, pois seu
campo magnético apaga as informações
do disquete.

CD-ROM CD de áudio e DVD

Muito mais modernos e eficientes para


armazenar dados são os CDs (compact
disks). Quando um CD é usado para
armazenar programas, é chamado de
CD-ROM. Existem ainda os CDs que são
usados para armazenar músicas, que
são chamados simplesmente de CDs,
CDs de áudio ou Audio-CDs. Os CD-
ROMs e os CDs de áudio são bastante
parecidos, como vemos na figura ao
lado. São normalmente guardados em
caixas plásticas para protegê-los da
poeira e arranhões.

Um CD-ROM armazena cerca de 650 MB de informação. Atualmente é possível


operar com até 700 MB, o que equivale a cerca de 500 disquetes. Ao ser usado
para armazenar músicas (Audio CD), armazenam cerca de 74 minutos de áudio.

Um DVD pode armazenar aproximadamente, 4,5 GB, ou 8 GB, ou cerca de 18 GB.


Tudo depende da densidade do DVD (camada simples ou camada dupla) e do
número de faces (face simples ou face dupla). Um DVD de face simples e camada
simples armazena um filme com cerca de duas horas.

Drive de CD-ROM

Os PCs atuais podem ler informações,


programas e músicas de CD-ROMs e CDs de
áudio, graças a uma unidade de leitura
chamada drive de CD-ROM. Note que
apesar do nome, o CD-ROM não é o único
tipo de disco que pode ser lido. Podem ser
lidos ainda CDs de áudio e outros tipos
compatíveis. A figura mostra a localização
do drive de CD-ROM em um PC com
gabinete horizontal, a colocação de um CD
no drive (possui uma bandeja que abre
para a colocação do disco) e ainda um drive
de CD-ROM fora do computador.

Gravadores de CDs
Os gravadores de CDs permitem gravar
discos CD-R e CD-RW. Podem ainda
executar todas as funções de leitura típicas
dos drives de CD-ROM. Portanto quem
possui um gravador pode não apenas
gravar, mas ler todos os tipos de CDs.
Ainda assim, alguns computadores
possuem duas unidades, como os
mostrados ao lado. Uma delas é o gravador
de CDs, a outra é um drive de CD-ROM ou
drive de DVD (que mostraramos adiante).
Podemos assim poupar o gravador quando
nosso objetivo for apenas ler discos.

Drive de DVD

Os drives de DVD são fisicamente bastante


parecidos com os drives de CD-ROM. Apenas
olhando atentamente notamos que possuem
um logotipo "DVD ROM", como vemos na
figura ao lado. Um drive de DVD pode ler
qualquer tipo de CD (CD-ROM e CD-Audio,
por exemplo), e ainda ler DVD-ROM e DVDs
com filmes. Muitos computadores modernos
já possuem um drive de DVD, ao invés do
drive de CD-ROM.

Conectores traseiros

É bom conhecer os
conectores da parte
traseira do computador.
Existem conectores para:

Mouse
Teclado
Paralela (para
impressora)
Vídeo (para o monitor)
Som (caixas de som, etc)
Joystick (para jogos)
USB (scanners, câmeras,
etc)
Seriais (periféricos
antigos)

Nos PCs atuais esses


conectores são coloridos,
facilitando a sua
identificação.

Tomadas de energia

O computador precisa de
energia elétrica para
funcionar. Na figura ao lado
vemos a parte traseira de
dois computadores. As
tomadas indicadas com (1)
são usadas para a sua ligação
na rede elétrica.
Normalmente encontramos
também uma segunda
tomada, indicada na figura
com (2). Esta tomada pode
ser usada para a ligação da
alimentação elétrica do
monitor. Note que existe
ainda uma fenda circular. Por
ela, o sistema de ventilação
interna do computador
expulsa o ar quente do seu
interior.

Encontramos também na parte traseira da fonte de alimentação, uma chave


seletora de voltagem (110/220 volts). As fontes normalmente saem da fábrica
configuradas para 220 volts, pois se for ligada em uma rede elétrica de 110 volts,
não queimará. Se fossem configuradas na fábrica com 110 volts, e um usuário
distraído a ligasse em 220 volts, a fonte queimaria. Quando um computador é
montado, uma das primeiras coisas que o técnico deve fazer é configurar a
voltagem da fonte de acordo com a rede elétrica onde o computador será usado. O
próprio usuário, quando compra um computador pronto, também deve verificar se
esta voltagem está de acordo com a da sua rede elétrica.

As fontes AT, usadas nos PCs antigos, ficavam totalmente desligadas quando
atuávamos no botão Power (liga-desliga) na parte frontal do gabinete. Inclusive a
energia da tomada para ligação do monitor também era cortada. Já nas fontes
novas (ATX), o botão liga-desliga existente na parte frontal do gabinete não desliga
a fonte totalmente. Existe uma voltagem de standby que mantém algumas partes
do computador operando. E a tomada para ligação do monitor, existente na parte
traseira da fonte, continua ativa, mesmo com o PC desligado. No caso de fontes
ATX, se quisermos desligar totalmente o computador, devemos atuar sobre o botão
liga-desliga do estabilizador de voltagem ou filtro de linha.
Você sabia que quando um computador está com o seu interior muito quente,
poderá não funcionar corretamente? A temperatura máxima permitida no interior
de um PC é de 42oC. Se estiver acima deste valor, poderá apresentar problemas,
principalmente quando são executados programas que exigem muito do
processador (jogos, programas 3D, programas "pesados" em geral). Existem várias
formas de checar se a temperatura do PC está segura. Uma delas é colocando
durante alguns instantes, um termômetro na parte traseira da fonte de
alimentação, captando assim o ar quente que sai pela fenda circular de ventilação.
Segure o termômetro durante alguns instantes e verifique a temperatura. Quanto
mais alta estiver, acima de 42oC, maior será a chance de apresentar problemas. Se
o seu PC está com problemas como travamentos, operações ilegais e a famigerada
"tela azul da morte", é provável que a causa seja a temperatura elevada.

Conexões traseiras

Computadores um pouco mais


antigos (padrão AT) podem ter as
conexões traseiras um pouco
diferentes. É o caso do computador
da figura ao lado, onde encontramos
conexões de vários tipos:

Teclado
Mouse

Seriais
Paralela
Vídeo
Som
Joystick

O interior de um PC
Conhecer o que existe
no interior de um
computador, ajudará
você a perder o medo
desta máquina. Na
figura ao lado vemos
algumas peças internas
que serão mostradas a
seguir:

1 - Placa mãe
2 - Placa de vídeo
3 - Processador
4 - Disco rígido
5 - Drive de disquetes
6 - Drive de CD-ROM

O interior do gabinete

Vemos ao lado um
gabinete de computador
totalmente vazio, ou
seja, sem placas de
circuitos e sem
unidades de disco. Os
produtores de
computadores compram
o gabinete vazio e nele
instalam todas as peças
que formam o
computador. É
relativamente fácil
produzir o computador,
comprando as peças
corretas e aprendendo a
técnica necessária.

Dica

Não esqueça que um gabinete para ser usado em um PC moderno, com


processador veloz e placa 3D, deve ter no mínimo 50 cm de altura. Esses são
normalmente chamados de "gabinetes de 4 baias", pois possuem 4 baias de 5 1/4".
Também são conhecidos como "midi torre".

Olhando atentamente o gabinete da figura acima, podemos constatar que trata-se


de um super-gabinete. Além do ventilador existente na fonte de alimentação,
existem dois ventiladores traseiros para expulsar o calor do interior do PC. Existe
ainda um ventilador na parte frontal que puxa ar frio para o seu interior. Ainda na
parte frontal, existe um local para a instalação de mais um ventilador para resfriar
os discos rígidos. Normalmente não é necessário instalar tantos ventiladores. Basta
o que existe na fonte de alimentação e um segundo, que pode ser traseiro
(expulsando o ar quente) ou frontal (puxando ar frio para o interior).

Este gabinete possui ainda vários locais para instalação de drives. Esses locais são
chamados de baias. Neste exemplo temos 4 baias de 5 1/4", que servem para
instalar drives de CD-ROM, drives de DVD, gravadores de CDs, gravadores de DVDs
e qualquer dispositivo que tenha esta medida. Existem ainda 6 baias de 3 1/2", que
servem para instalar drives de disquetes, discos rígidos, etc. Dificilmente
instalamos tantos dispositivos, mas se isto for feito neste gabiente, ele poderá
facilmente dissipar o calor gerado por todos eles.

Fonte de alimentação

Localizada dentro do gabinete do


computador, a fonte de
alimentação recebe energia da
rede elétrica (110 ou 220 volts)
e gera as voltagens necessárias
ao funcionamento dos chips,
placas e dos diversas peças que
formam o computador. Todo
aparelho eletrônico possui uma
fonte de alimentação, e o
mesmo se aplica a
computadores. A fonte de
alimentação possui conectores
que enviam energia para a placa
de CPU e para todos os drives de
CDs, drives de disquetes e
discos rígidos.

Placa mãe

A placa mãe, também chamada de


"placa de CPU", é a placa mais
importante do computador. Nela ficam
localizados o processador e a
memória, além de vários outros
circuitos importantes. É preciso saber
que existem placas de boa e de má
qualidade, placas de alto e baixo
desempenho. Normalmente os
computadores muito baratos usam
placas de CPU de baixa qualidade.

Conhecer a placa mãe (ou placa de CPU) requer muito tempo e atenção. É preciso
conhecer detalhes técnicos como:
Soquete para instalação do processador
Soquetes para instalação de memórias
Conectores para drive de disquetes, discos rígido e unidades de CD/DVD
Bateria
Conexões com a fonte de alimentação
Conectores para instalação de outras placas
Fixação no gabinete
Conexões para o painel frontal do gabinete
etc...

O usuário que compra um computador pensando somente no processador e na


memória pode acabar recebendo uma placa de CPU qualquer. Já os que querem um
computador sob medida, ajustado e avançado o suficiente para aplicações
específicas deve se preocupar com as especificações da placa de CPU.

Processador

Podemos dizer de forma


simplificada que o processador é
o "cérebro" do computador. Ele
executa os programas que estão
na memória. Um processador
moderno pode executar bilhões
de operações por segundo. Os
dois principais fabricanetes de
processadores são Intel e AMD. A
Intel fabrica os processadores
Pentium 4, Pentium III, Celeron,
Pentium II, etc. A AMD fabrica os
processadores Athlon XP, Duron,
K6-2, etc. O processador é o chip
mais importante, e normalmente
mais caro do computador.

Normalmente um processador pode ser substituído por outro de maior velocidade,


desde que seja da mesma família. Por exemplo, podemos trocar um processador
Pentium 4 de 1,6 GHz por um Pentium 4 de 2,2 GHz. Quando o novo processador
for de família diferente, ou mesmo quando for de mesma família mas com
características incompatíveis com a placa de CPU, a troca do processador não pode
ser feita. Seria preciso instalar uma nova placa de CPU para permitir a instalação
do novo processador.

Mesmo sendo preciso trocar a placa de CPU em alguns casos, a instalação de um


novo processador é uma operação economicamente vantajosa. Não é necessário
comprar um novo computador para ter mais velocidade. É possível adicionar
memória, adicionar um novo disco rígido, instalar um processador mais veloz e
instalar novas placas e periféricos, mantendo o computador mais atualizado, mais
versátil e mais veloz. Esta informação não é muito divulgada porque os fabricantes
de PCs e as lojas preferem vender computadores novos, ao invés de vender apenas
peças para melhorar computadores antigos.

Todo processador tem uma velocidade, chamada de clock interno. Ele indica a
velocidade de execução de programas. Por exemplo, quando estamos falando de
Pentium 4 de 2 GHz, estamos indicando a velocidade deste processador. Observe
ainda que 1 GHz é o mesmo que 1000 MHz. Portanto 1,6 GHz é igual a 1600 MHz,
2,2 GHz é igual a 2200 GHz, e assim por diante.

Note que os processadores Athlon XP não têm indicação de velocidade em MHz, e


sim através de um número genérico. Um Athlon XP 2000, por exemplo, não opera
com 2000 MHz, e sim com 1666 MHz. Nos anúncios muitas vezes existem
indicações erradas, como "Athlon XP de 2 GHz". O correto seria "Athlon XP 2000".
Se o anunciante quiser indicar o valor real do clock, terá que colocar 1666 MHz
para este processador, e não 2 GHz.

Além do clock interno, os processadores também têm um clock externo. Ele


representa a velocidade na qual o processador tenta ler e escrever informações na
memória. Fazendo uma analogia com o ser humano, podemos comparar o clock
interno com a velocidade do nosso pensamento e raciocínio, enquanto o clock
externo corresponderia à velocidade com a qual falamos e escutamos.

É importante saber o clock externo do processador, pois a placa de CPU deve


operar com clock externo igual. Por exemplo, se tivermos um Pentium 4 com clock
externo de 800 MHz, temos que usar uma placa de CPU também com clock externo
de 800 MHz. Se usarmos uma placa de CPU com clock externo inferior, o
processador reduzirá automaticamente a sua velocidade, prejudicando o
desempenho.

É fácil saber o clock externo do processador, existem várias formas. Por exemplo,
está indicado na caixa do produto. O clock externo é também chamado de System
Bus ou FSB (Front Side Bus).

Memória

A figura ao lado mostra um módulo


de memória. O módulo é uma
pequena placa de circuito, na qual
existem vários chips de memória.
Cada um desses chips pode
armazenar milhões de
informações. Na memória ficam os
programas que o processador vai
executar. Quando ligamos o
computador, a memória está vazia.
A seguir vem o processo de boot,
que é o carregamento do sistema
operacional (ex: Windows) na
memória. Depois disso outros
programas podem ser copiados do
disco rígido para a memória, e
então executados pelo
processador.

Placa de vídeo
Esta é uma placa de circuito muito
importante. Seu objetivo é
apresentar as imagens que são
enviadas ao monitor. Existem placas
de vídeo com diferentes graus de
sofisticação. As placas de vídeo
modernas são inclusive capazes de
gerar imagens tridimensionais.
Muitos computadores simples não
possuem placa de vídeo, e sim, o
chamado "vídeo onbaord". São
circuitos localizados na própria placa
mãe que substituem a placa de
vídeo. Normalmente o vídeo onboard
é menos sofisticado que as placas de
vídeo verdadeiras.

Placa de som

É uma placa de circuito capaz de


gerar e captar diversos tipos de
sons. Graças a ela podemos ouvir
música pelo computador, ter jogos
sonorizados, gravar nossa voz para
reproduzir posteriormente, comandar
um computador através de voz,
ouvir e transmitir sons através da
Internet. São inúmeras as
aplicações. Muitos computadores
atuais possuem som onboard, ou
seja, circuitos de som embutidos na
própria placa mãe. Nesse caso não
precisam ter uma placa de som
avulsa.

Placa de modem
O modem é um aparelho que permite
ao computador transmitir e receber
informações para outros
computadores, através de uma linha
telefônica. Os primeiros modems eram
aparelhos externos, hoje é mais
comum encontrar os modems internos,
que são na verdade placas de modem
como a da figura ao lado. São muito
usados para permitir o acesso à
Internet através de linhas telefônicas.
Também servem para transmitir e
receber fax através do computador.

Placa de rede

É muito útil interligar vários


computadores, formando uma rede.
Desta forma os computadores podem
trocar dados entre si e compartilhar
recursos. Por exemplo, uma
impressora cara pode ser
compartilhada entre vários
computadores, o que a torna
economicamente viável. Para permitir
a formação de redes, os PCs precisam
ter uma placa de rede, como a
mostrada ao lado.

Atualmente são raríssimos os computadores que não estão ligados em rede. Nas
empresas de pequeno, médio e grande porte, praticamente não existem PCs
isolados. Uma vez ligados, os PCs podem trocar dados entre si, compartilhar
impressoras, arquivos e a conexão com a Internet. A figura abaixo mostra uma
pequena rede com 8 PCs. Um deles é chamado de servidor. Ele oferece recursos
para serem usados pelos demais PCs. Esses recursos normalmente são suas
impressoras, conexão com a Internet e espaço em disco. Os demais PCs são
chamados de clientes ou estações de trabalho. Os clientes podem operar de forma
autônoma. Cada um deles tem seu próprio disco rígido e pode ter a sua própria
impressora. Até mesmo uma conexão direta com a Internet pode existir em um ou
mais clientes. Entretanto o acesso compartilhado através do servidor traz inúmeras
vantagens, entre elas a economia.

Os computadores da rede são ligados através de um dispositivo concentrador. Os


principais concentradores são chamados de hubs e switches.

Disco rígido
Um disco rígido moderno pode armazenar
bilhões de informações. Sendo assim
consegue armazenar inúmeros programas
e uma grande quantidade de dados. O
sistema operacional, os programas e
diversos arquivos como textos, imagens,
sons, mensagens de correio eletrônico e
outros tipos de dados ficam armazenados
no disco rígido. Normalmente o disco rígido
é "visto" pelo sistema operacional (Ex:
Windows) como sendo um "Drive C".

Faça sempre backup (cópia de segurança) do seu disco rígido. Um dia seu disco
poderá apresentar defeito e deixar de funcionar. Assim você perderá todos os
dados. Isso também pode ocorrer se o seu PC for atacado por um vírus. Existem
hoje inúmeras pessoas más que propagam virus através da Internet. Um usuário
desavisado e que não tome os devidos cuidados pode ter todos os seus dados
perdidos.

Cabos

Cabos são usados para interligar várias


partes do computador. Podemos citar os
cabos externos (para conectar periféricos),
como os do teclado, mouse, impressora,
monitor. Existem também os cabos
internos, ou seja, que ficam dentro do
computador. Entre eles citamos os cabos
usados para ligar o disco rígido, o drive de
disquetes, drives de CD-ROM, drives de
DVD e gravadores de CDs.

Os principais cabos internos do computador são:

Cabo flat IDE de 80 vias: Para conectar o disco rígido. Suporta velocidades até
133 MB/s. Este cabo acompanha a placa de CPU.
Cabo flat IDE de 40 vias: Não indicado para discos rígidos, pois só suporta 33
MB/s. Pode ser usado para drives de CD-ROM, gravadores de CDs e drives de DVD,
pois esses dispositivos trabalham bem com 33 MB/s. Este cabo acompanha a placa
de CPU. Também é fornecido quando compramos um drive de CD-ROM, gravador
de CDs, drive de DVD, etc.
Cabo flat para drives de disquetes. Fornecido junto com a placa de CPU.
Cabo de áudio para o drive de CD-ROM: Usado quando o drive de CD-ROM (ou
similar) está reproduzindo um CD musical.

Notebook
O Notebook é um computador portátil.
Fazem praticamente tudo o que faz
um computador comum, entretanto
são menores e mais leves, podendo
ser usados em qualquer lugar.
Entretanto esta mobilidade tem um
preço: os notebooks são normalmente
duas ou três vezes mais caros que os
PCs comuns.

Um notebook normalmente tem as mesmas conexões encontradas na parte traseira


de um computador comum. As principais são:

Monitor
Teclado PS/2
Mouse PS/2
USB
Rede (RJ-45)
Modem (RJ-11)
Seriais e paralelas
Áudio
Configuração do CMOS Setup

Bios

Bios significa "Basic Input Output system". O Bios é a primeira camada de software
do sistema, um pequeno programa encarregado de reconhecer o hardware, realizar
o boot, e prover informações básicas para o funcionamento do sistema. O Bios é
personalizado para cada modelo de placa mãe, não funcionando em nenhum outro.

Setup

O Setup é um programa que nos permite configurar várias opções acerca do


Hardware instalado, opções relacionadas desempenho do sistema, senhas etc. As
configurações do Setup são cruciais para o funcionamento e bom desempenho do
sistema, uma configuração errada do Setup pode tornar o sistema até 70% mais
lento, ou seja, o seu computador pode virar uma carroça sem cavalos
simplesmente devido à uma configuração errada do Setup do micro. O objetivo
deste tutorial é justamente ensinar como configurar o Setup para um melhor
desempenho.

CMOS

CMOS significa _Complementary Metal Oxide Semicondutor".


Nos primeiros PC ‘s, tais como os antigos XT ‘s e alguns 286 ‘s, todos os dados
referentes à configuração dos endereços de IRQ e DMA, quantidade e velocidade
das memórias, HD ‘s instalados etc., eram configurados através de jumpers na
placa mãe. Não é preciso dizer que a configuração de tais jumpers era um trabalho
extremamente complicado. Para facilitar isso, foi criado o Setup, que permite
configurar facilmente o sistema.
A função do CMOS é armazenar os dados do Setup pra que não se estes não sejam
perdidos. O CMOS é uma pequena quantidade de memória Ram cerca de 128
bytes, geralmente embutida no cartucho da Bios. Como a memória Ram é volátil, o
CMOS é alimentado por uma bateria, o que evita a perda dos dados. Porém, esta
bateria não dura pra sempre, de modo que de tempos em tempos ela fica fraca e é
preciso troca-la.

Upgrade de BIOS

O Bios é um programa que fica armazenado em chips de memória Flash Ram. O


uso deste tipo de memória visa permitir que o Bios seja modificado. A esta
modificação damos o nome de upgrade de Bios.
De tempos em tempos, surgirem novas tecnologias, como o portas USB,
barramento AGP, SCSI, etc. A função do upgrade de Bios é tornar o micro
compatível com estes novos recursos. Muitas vezes são lançados upgrades também
para corrigir Bus no Bios ou melhorar o suporte a dispositivos. Os fabricantes
deixam tais upgrades disponíveis nas suas páginas para download gratuito, vindo
os upgrades na forma de uma arquivo binário e um programa para gravação dos
dados.
Durante o upgrade, os dados do Bios são completamente rescritos. Este é um
processo que costuma durar poucos minutos, o problema é que se a atualização for
interrompida de alguma forma, seja por falta de energia, um esbarrão no botão de
reset, ou qualquer outro imprevisto. A Bios não irá funcionar mais, e sem ele a
placa mãe se torna inútil.
Por isso, quando for fazer o upgrade do seu Bios, cerque-se de cuidados.
Certifique-se que o arquivo que pegou é o correspondente ao modelo da sua placa
mãe e se possível ligue o micro em um no-break.

Atualmente os grandes fabricante de BIOS são a AWARD, com um Setup baseado


em texto, e a AMI, com sua interface gráfica para o Setup. Apesar das diferenças
na Interface, as opções disponíveis nos Bios destes dois fabricantes são parecidas,
geralmente aparecendo apenas com nome diferentes. Em caso de opções que
apareçam com nomes diferentes dependendo do modelo do Bios, citarei em
primeiro lugar o nome mais comum, colocando outros nomes entre parênteses.

Para entrar no Setup, basta apertar a tecla Del durante a contagem de memória.
Dentro do Setup use as setas do teclado para se locomover entre as opções. As
opções do Setup estão divididas em vários grupos, tais como Bios Features Setup,
Chipset Features Setup, etc.
Em Bios da Award, para acessar as opções de algum grupo use o Enter para voltar
use o Esc. As teclas Page Up e Page Down servem para alterar os valores das
opções. No setup de Bios da AMI você poderá utilizar o mouse para selecionar e
mudar as opções, e o Esc para sair do Setup.

Vou explicar brevemente agora algumas das opções mais comuns. É possível que o
seu BIOS tenha alguma opção não documentada aqui, ou não tenha todas, mas de
qualquer maneira, este tutorial vai lhe dar uma boa base para configurar
corretamente qualquer tipo de BIOS.

Standard CMOS Setup

Esta parte do Setup abriga informações básicas sobre o sistema, como data, hora e
discos instalados, é praticamente igual em todos os modelos de BIOS

Date / Time : Permite alterar a data e hora do relógio do CMOS, estes dados são
usados por vários programas como bancos de dados e pelo relógio do Windows

Hard Disks : Mostra os discos rígidos que estão instalados no computador. Através
dessa opção é possível inserir manualmente o número de trilhas, setores, cabeças,
etc. dos discos, mas é preferível usar a opção de IDE HDD Auto-Detection (está na
tela principal do Setup) para detectar automaticamente os discos instalados. Aqui
está também a opção de ativar ou não o modo de disco LBA, caso o seu disco seja
maior do que 528 megas, esta opção deverá ficar ativada.

Drive A : Tipo de drive de disco flexível instalado como Drive A, o mais comum é
possuirmos drives de 1,44 Mb e 3,5 polegadas, caso possua um drive mais antigo
ou um de 2,8 Mb, basta selecionar a opção correspondente

Drive B : Tipo de drive de disco flexível instalado como drive B, caso não exista
nenhum a opção correta é "none"

Vídeo : Caso você possua uma placa SVGA a opção correta é "EGA/VGA"
Halt On : Procedimento que o Bios deverá tomar caso sejam detectados erros de
hardware durante o teste do sistema (POST)

All Errors : A inicialização será interrompida caso exista qualquer erro grave na
máquina, como erro de teclado, nos drives de disquete, ou conflitos entre
dispositivos

No Errors : O micro tentará inicializará apesar de qualquer erro que possa existir

All, But Keyboard : A inicialização será interrompida por qualquer erro, com
exceção de erros de teclado

All, But Diskette : Qualquer erro com exceção de erros nos drives de disquete

All, but disk/Key : Exceção para erros no teclado e nas unidades de disquete

Bios Features Setup

Configurações sobre o desempenho do sistema e opções do Post: (Enabled =


ativado , Disabled = desativado)

Vírus Warning : Oferece uma proteção rudimentar contra vírus, monitorando as


gravações no setor de boot e na tabela de alocação de arquivos. O problema é que
alguns programas de diagnóstico e particionamento/formatação de disco também
escrevem nestas áreas, o que pode acionar o alarme. Porém é melhor manter esta
opção ativada, pois os vírus que se alojam no setor de boot do HD são difíceis de
eliminar.

CPU Internal Cache : Permite habilitar ou desabilitar o cache interno do


processador ou cache L1, esta opção deve ficar ativada, caso contrário o
desempenho do computador irá cair cerca de 30%.

CPU External Cache : Habilita ou desabilita o cache da placa mãe, ou cache L2.
Como a opção acima, esta também deve ficar ativada. Pode-se desativa-la caso
haja alguma suspeita de defeito no cache L-2

Quick Power On Self Test (Quick Boot) : Caso ativada esta opção, durante o
Post alguns componentes não serão checados, resultando em um Boot um pouco
mais rápido.

Boot Sequence : Define a seqüência na qual os drives serão checados durante o


boot:

A, C : Opção mais comum. O sistema irá checar primeiro o drive de disquete à


procura de algum sistema operacional, caso não encontre nada, procurará no disco
rígido

C,A : O disco rígido será checado primeiro, e em seguida o disquete

C only : Será checado somente o disco rígido


Dependendo do modelo do BIOS, haverá também a opção de dar o boot através do
CD Rom.

1 st Boot Device, 2 nd Boot Device, 3 rd Boot Device, 4 th Boot Device :


Estas opções, encontradas em Bios AMI, equivale à opção Boot Sequence e define a
seqüência na qual os drives serão checados durante o boot, aqui poderá se definir
se o bios tentará dar o boot primeiro através do drive de disquetes ou através do
HD ou mesmo através de drive de CD Rom

Try Other Boot Device : Caso não encontre nenhum sistema operacional nos
drives selecionados, o Bios irá procura-lo em outros meios de armazenamento,
como Zip Drives e cartões de memória Flash, dependendo do nível de atualização
do Bios. Recomendável a opção "yes"

S.M.A.R.T for Hard Disks : O Smart uma nova tecnologia na qual um HD pode
emitir sinais informando que está com problemas e está prestes a "pifar". Caso o
HD seja compatível, e em conjunto com um programa específico, o HD poderá lhe
avisar quando o pior estiver prestes a acontecer, dando tempo de vc salvar os
dados contidos nele. Esta opção não prejudica em nada o desempenho do HD e é
recomendável mante-la ativada

PS/2 Mouse Function Control : Habilita ou não a porta PS/2. Caso o seu
computador não possua mouse ou teclado PS/2 (aqueles com encaixe redondo de
cerca de 0,7 cm de largura) esta opção deverá ficar desabilitada para desocupar
um IRQ.

Swap Floppy Drive : Caso você tenha dois drives de disquetes, esta opção
permite que sem a necessidade de mudar os cabos, inverta-se a posição dos
drives, assim o Drive A passará a ser o drive B e vice-versa.

Boot UP Floppy Seek : Habilita ou não a verificação do Bios para determinar se o


drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. Como somente os drives antigos de 180 e
360 kb possuíam 40 trilhas, é recomendável desabilitar esta opção para um boot
um pouco mais rápido.

Boot UP Numlock Status : Define se a tecla Numlock será acionada ou não


durante o boot.

Boot UP System Speed : Define em qual velocidade a CPU irá trabalhar durante o
boot:

High : Boot na velocidade máxima do processador

Low : O Boot é executado na velocidade do barramento AT, alguns periféricos mais


antigos (muito antigos :-) requerem que o boot seja dado nesta velocidade.
À não ser que enfrente algum problema devido a algum periférico mais antigo, é
recomendável a opção High para um boot mais rápido.

IDE HDD Block Mode : Esta opção é muito importante. O Block Mode permite que
os dados sejam acessados em blocos, ao invés de ser acessado um setor por vez.
Isto melhora muito o desempenho do HD. Somente HD _s muito antigos não
aceitam este recurso. É altamente recomendável manter esta opção ativada, caso
contrário, o desempenho do HD poderá cair em mais de 20%. Em alguns BIOS esta
opção está na sessão "Integrated Peripherals"

Gate 20 option : O Gate 20 é um dispositivo encarregado de endereçar a memória


acima de 1 Mb (memória extendida) esta opção permite definir em qual velocidade
será feito o acesso à memória. É recomendável a opção _fast"

Typematic Rate Setting : Habilita ou não o recurso de repetição de teclas

Typematic Rate (chars/sec) : Define o número de repetições por segundo de


uma tecla pressionada

Typematic Rate Delay (msec) : Define quantos milessegundos o sistema deverá


esperar antes de habilitar a repetição de teclas caso uma tecla fique pressionada.

Security Option : opção relacionado à senha do Setup:

Setup : A senha do micro será solicitada toda vez que se tentar entrar no Setup

System: A senha será solicitada toda vez que se iniciar o micro

USB Function : Habilita ou não o uso de um controlador USB (Universal Serial


Bus) deixe esta opção ativada caso esteja fazendo uso de algum dispositivo USB

USB Kb/Mouse Legacy Support : Ativa o suporte por parte do Bios a mouses e
teclados padrão USB

PCI/VGA Palette Snoop : Opção de se instalar mais de uma placa de vídeo, este
recurso é suportado por muitos sistemas operacionais, como o win98 e o OS/2

Assign IRQ for VGA : Reserva uma IRQ do sistema para o uso da placa de vídeo.
Geralmente as placas mais antigas não precisam desse recurso, neste caso ao o
desativarmos ganharemos uma IRQ para ser usa por um outro dispositivo. Porém,
A maioria das placas 3D modernas, Algumas placas porém, como a Viper V330 só
funcionam corretamente se esta opção estiver ativada.

Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) : Esta opção visa manter
compatibilidade com o OS/2 quando são instalados mais de 64 MB de memória
Ram no sistema. Deve ficar ativada apenas caso você use o OS/2 e possua mais de
64 MB de Ram.

System Bios Shadow : Permite que os dados do Bios sejam copiados para a
memória Ram. O Bios contém informações sobre o hardware do micro que são
acessadas a todo o momento pelo sistema operacional. Como a memória Ram é
muito mais rápida do que a memória Rom onde estes dados estão inicialmente
instalados. A ativação do Shadow irá melhorar o desempenho geral do sistema em
aplicativos MS-Dos.

Vídeo Bios Shadow : Os dados do Bios da placa de vídeo serão copiados para a
memória Ram. Recomenda-se a ativação dessa opção para melhorar o desempenho
da placa de vídeo em aplicativos MS-Dos
C8000-CBFFF Shadow, CC000-CFFFF Shadow, D0000-D3FFF Shadow, etc.
Através destas opções, Bios de outros dispositivos também serão copiados para a
memória Ram, melhorando a velocidade de acesso a estes dispositivos.

Chipset Features Setup

Esta parte do Setup é a que possui maiores variações de opções dependendo da


data e modelo da BIOS, colocarei todas as opções de que tenho conhecimento
existirem, muitas não estarão disponíveis no Setup do seu micro.
Aqui estão localizadas as opções referentes ao desempenho da memória Ram.
Temos a opção de configurar os valores para o maior desempenho possível,
sacrificando um pouco da confiabilidade do equipamento, ou optar por
configurações menos agressivas a fim de aumentar a confiabilidade do
equipamento. A escolha deve depender da qualidade do Hardware do seu
equipamento e de quanto você pretende exigir da máquina. Em caso de problemas,
bastará voltar aos valores antigos.

Auto Configuration : Através desta opção pode-se habilitar o recurso das


configurações do Chipset Features Setup serem feitas pelo próprio Bios, utilizando-
se valores defalt .Isto garante uma maior confiabilidade do micro, porém se perde
em desempenho. O ideal é configurar manualmente as opções. Em alguns modelos
de BIOS existe além das opções Enabled/Disabled a opção de auto-configuração
para memórias de 70 nanos e de 60 nanos, podendo configurar a opção de acordo
com o tipo de memória usado (ver o tutorial sobre memórias)

Dram Timing Control : Opção para configurar a velocidade em que a memória


Ram do sistema irá trabalhar, geralmente estão disponíveis as opções: normal,
medium, fast e turbo, sendo a turbo a mais rápida. Quanto mais alta a velocidade,
mais rápido ficará o micro como um todo, porém dependendo da qualidade das
suas memórias, um valor muito alto poderá causar travamentos, experimente o
valor Turbo primeiro, caso tenha problemas tente baixar um pouco a velocidade.
Em alguns Bios os valores para esta opção aparecem na forma de seqüências de 4
números, que correspondem aos tempos de aceso. Neste caso, quanto mais baixos
os números, maior a velocidade.

Dram Read Burst (EDO/FPM) : Define o tempo de espera entre cada ciclo de
leitura da memória Ram. Quanto menor o tempo, mais rápida será a velocidade de
operação das memórias. Geralmente estão disponíveis as opções: x222 , x333 e
x444, sendo x222 o mais rápido.
Caso esteja usando memórias EDO, provavelmente não terá problemas usando a
opção x222. usando memórias FPM o valor correto será x333 ou x444.

Dram Write Burst Timing : Tempo de espera entre cada ciclo de escrita da
memória Ram. Opções idênticas ao Dram Read Burst

Reduce Dram Leadoff Cycle : Opção de diminuir o tempo destinado ao primeiro


ciclo das memórias, melhorando o desempenho do micro. Dependendo da
qualidade das memórias o acionamento dessa opção pode causar travamentos, mas
o ideal é mante-la ativada.

Cache Timing : Velocidade na qual o cache L-2 da placa mãe irá funcionar.
Geralmente estão disponíveis as opções fast e fastest . A menos que vc esteja
desconfiado da qualidade da sua memória cache, ou o micro esteja trabalhando em
overclock, use opção fastest para um melhor desempenho.
Dram RAS# Precarge Time : Número de ciclos de CPU reservados para o sinal
RAS# (Row Adress Strobe) conservar sua carga antes da restauração dos dados da
Ram (refresh), geralmente estão disponíveis as opções 3 e 4 , significando 3 ou 4
ciclos de CPU, é recomendável manter o valor mais baixo para um melhor
desempenho.

Dram R/W Leadoff Timing : Número de ciclos de CPU dados à memória Ram
antes de cada ciclo de leitura ou escrita. O valor mais baixo resulta em um melhor
desempenho.

Speculative Leadoff : Alguns chipsets oferecem esse recurso, que pode ser
ativado ou desativado no Setup. Quando ativado, ele aumenta a velocidade do
primeiro acesso à memória de cada ciclo, conseguindo-se um pequeno aumento de
performance

Interleaving : É uma técnica usada em alguns chipsets mais recentes para


melhorar a performance das memórias, esta função pode ser ativa no Setup das
pacas compatíveis. Com esse recurso o processador pode transferir mais dados
para a Ram no mesmo espaço de tempo, aumentando a performance.

ISA Bus Clock : Velocidade de operação do barramento ISA em relação à


velocidade do barramento PCI, nesta opção pode-se escolher entre 1/3 ou 1/ 4 da
velocidade do barramento PCI. Usando Bus de 66 ou 100 mhz, a opção correta é 1/
4. Caso o seu processador utilize bus de 50 mhz (Pentium 75) a opção correta é
1/3

System BIOS Cacheable : Habilita ou não o cacheamento da memória Ram


ocupada pelo BIOS da placa mãe. Esta opção pode ficar ativada para um melhor
desempenho do sistema em aplicativos MS-Dos

Vídeo BIOS Cacheable : Habilita ou não o cacheamento da memória Ram


ocupada pelo BIOS da placa de vídeo, aumentando o desempenho dap laca em
aplicativos MS-Dos

8 Bit I/O Recovery Time e 16 Bit I/O Recovery Time : Tempo de espera em
ciclos de CPU em operações de transferência de dados do barramento PCI para o
barramento ISA.

Peer Concurrency : Opção para dois ou mais dispositivos PCI funcionarem ao


mesmo tempo, deve ficar ativada.

Power Management Setup

Aqui estão as configurações relacionadas ao modo de economia de energia, uma


boa configuração pode economizar vários reais na conta do final do mês :- )

Power Management : Define o tempo antes da ativação dos modos doze, standby
e suspend para economia de energia:

Disabled : todos os recursos de economia de energia ficarão desativados

Min Saving : Economia mínima de energia, os recursos entram em apenas depois


de uma hora de inatividade do micro.
Max Savig : Economia máxima de energia todos os recursos de economia estarão
ativados.

User Defined : Permite definir manualmente cada opção

PM Control by APM : Define se o padrão APM (Advanced Power Management)


existe no seu sistema, este permite uma maior economia de energia. Deve ficar
ativada.

Doze Mode: Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1 hora)
de inatividade do computador, a CPU entrará em modo de economia, voltando ao
modo normal assim que houver qualquer atividade.

Standby Mode : Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1
hora) de inatividade do computador, o monitor e o HD serão desligados, voltando
ao modo normal assim que houver qualquer atividade.

Suspend Mode : Após o período determinado, todos os dispositivos do micro,


exceto a CPU serão desligados

HDD Power Down : Tempo definido antes do HD ser desligado em caso de


inatividade do micro. Este modo não funciona em HD _s SCSI

Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events : Serve
para monitorar a atividade de algumas interrupções (IRQ _s) permitindo ou não
que estas acordem o sistema:
On: A interrupção selecionada pode acordar o sistema
Off: A interrupção selecionada não irá acordar o sistema

PNP/PCI Configuration Setup

Permite configurar opções relacionadas com o suporte a dispositivos por parte do


Bios:

Plug and Play Aware OS : Nesta opção você deverá informar se o sistema
operacional instalado na máquina é compatível com o padrão plug and play. Caso
você esteja usando o Windows 95 ou 98, escolha _Yes caso esteja utilizando outro
sistema operacional, como o Linux, OS/2, Dos, etc. escolha _No , pois estes
sistemas não são compatíveis com o padrão plug and paly.

Resources Controlled by :

Auto : O sistema atribuirá automaticamente as definições de IRQ e DMA para todos


os dispositivos (opção altamente recomendada)

Manual : Permite atribuir as definições manualmente, neste caso, aparecerá uma


lista de interrupções disponíveis e você deverá configura-las manualmente, este
processo é difícil e qualquer erro pode impedir o boot do micro, selecione esta
opção apenas se tiver problemas com a configuração automática ou gostar de
desafios.

Reset Configuration Data : Reinicializa ou não o ESCD ao sair do COMS Setup


Enabled : O ESCD será reiniciado automaticamente quando for instalado um novo
periférico, atribuindo endereços para ele automaticamente (opção recomendada)

Disabled : Não reinicializa o ESCD

PCI IDE IRQ Map To : Configura o tipo de controladora IDE em uso:

PCI-Auto : O sistema determina automaticamente qual o tipo de controladora de


disco IDE está instalada no sistema (opção recomendada)

ISA: A controladora IDE é padrão ISA (use esta opção caso a sua controladora IDE
seja daquelas antigas que são espetadas em um slot ISA)

Primary IDE INT# e Secondary IDE INT# : Define qual a interrupção PCI que
está associada às interfaces IDE. Não é recomendável alterar os valores defalt

Integrated Peripherals

IDE Primary Master PIO , IDE Secundary Master PIO, IDE Primary Slave
PIO e IDE Secundary Slave PIO : Determina o PIO Mode (velocidade máxima de
transferencia de dados, ver tutorial sobre HD _s) correspondente a cada disco ou
CD-Rom Ide instalado:

Auto : O sistema irá determinar o PIO automaticamente (opção recomendada)

Mode 0 , Mode 1, Mode 2 e Mode 3 : modos usados em discos mais antigos.

Mode 4 :Usado na maioria dos HD _s de até 1 ano atrás

UDMA : Utilizado pelos HD _s mais novos

Prefira usar a opção Auto, para que o próprio Bios detecte o Modo usado por cda
dispositivo

PCI IDE 2 nd Channel : Habilita ou não o uso de uma placa controladora IDE
externa, conectada a um Slot PCI funcionando como IDE secundária

On-Chip Primary PCI IDE e On-Chip Secundary PCI IDE : Permite desabilitar
as interfaces PCI embutidas na placa mãe:

Enabled : Habilita a interface IDE embutida na placa mãe)

Disabled : Desabilita a interface IDE da placa mãe para o uso de uma placa externa
conectada a um Slot PCI.

USB Controller : Habilita ou não o uso de um controlador USB (Universal Serial


Bus) deixe esta opção ativada caso esteja fazendo uso de algum dispositivo USB

Onboard FDD Controller : Habilita ou não a controladora de drivers de disquete


embutida na placa mãe. Esta opção deverá ficar ativada à menos que vc vá
conectar uma controladora externa.
Onboard Serial Port 1 e Onboard Serial Port 2 : Permite habilitar/desabilitar e
especificar os endereços para a porta para as postas seriais do micro. A porta serial
primária geralmente é utilizada pelo Mouse e a segunda quase sempre está vaga
(aquela saída de 25 pinos do lado da saída do mouse). Por defalt a porta serial
primária (Onboard Serial Port 1) utilizada pelo mouse, usa a Com 1 e o endereço
3f8, caso vc instale algum periférico que vá utilizar esta porta (um modem
configurado para utilizar a Com 1 por exemplo) poderá mudar a porta utilizada pelo
mouse para evitar conflitos.
As opções são:

Disabled : Desabilita a porta serial

3F8h, 2F8h, 3E8h, 2E8h : Especifica o endereço da porta

Onboard Parallel Port : Esta é a porta da impressora, aqui você poderá


desabilita-la ou mudar o endereço atribuído para ela

Onboard Parallel Port Mode : Determina o modo de operação da porta paralela


do micro. Geralmente estão disponíveis as opções Normal, Bidirecional, ECP e EPP.
Os modos Normal e Bidirecional são mais bem mais lentos. A diferença entre eles é
que o modo Bidirecional permite comunicação bidirecional. O modo ECP é mais
rápido, sendo usado por impressoras um pouco mais modernas, além de ser
compatível com a maioria dos Scanners, Zip Drives e outros dispositivos que
utilizam a porta paralela. Temos também o EPP com velocidade semelhante ao ECP
porém com menos recursos.

ECP Mode Use DMA : Especifica o canal DMA a ser usado pela porta paralela caso
seja escolhido o modo ECP

Mais Opções

Load Setup Defalts


Carrega os valores defalt do Bios para todas as opções do CMOS Setup.

Password Setting :
No Setup também existe a opção de se estabelecer um senha para o uso do micro,
esta senha poderá ser solicitada toda vez que se inicializar o micro, ou somente
para se alterar os dados do Setup, isto pode ser definido na opção "Security
Option" do Bios Features Setup.

IDE HDD Auto Detection :


Esta é a opção de permitir ao Setup configurar automaticamente todos os discos
IDE que você tem no micro

Save & Exit Setup


Salvar todas as auterações e sair

Exit Without Saving


Sair sem salvar qualquer alteração.