Vous êtes sur la page 1sur 61

5. PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Elementos de Cálculo Estrutural

Profa. Ana Amélia Mazon Prof. Ricardo A. M. Silveira Deciv/EM/UFOP

SUMÁRIO

5. Pórticos (Quadros) Isostáticos

5.1. Introdução

5.2. Pórticos Biapoiados

5.3. Pórticos Engastados-Livres

5.4. Pórticos Triarticulados

5.5. Pórticos Biapoiados com Articulação e Tirante (ou Escora)

5.6. Pórticos Compostos

5.7. Estabilidade

5.8. Grau de Indeterminação

5.9. Barras Inclinadas

5.10. Pórticos com Barras Curvas (Arcos)

5.11. Arcos Triarticulados

5. PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.1. INTRODUÇÃO

a) Definição

São estruturas reticuladas formadas por várias barras situadas num único plano, com carregamento atuante no mesmo plano do sistema estrutural.

b) Observações

• Os nós entre as barras são LIGAÇÕES RÍGIDAS ou ROTULADAS.

• Esforços solicitantes numa dada seção: MOMENTO FLETOR (M), ESFORÇO CORTANTE (V) e ESFORÇO NORMAL (N).

• Pórticos simples ou compostos.

• Barras retilíneas ou curvas (arcos).

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

c) Exemplos

Pórticos com barras retilíneas

P

ISOSTÁTICOS c) Exemplos Pórticos com barras retilíneas P (a) Biapoiado P p (d) Em balanço P

(a) Biapoiado

P p
P
p

(d) Em balanço

P

barras retilíneas P (a) Biapoiado P p (d) Em balanço P (b) Triarticulado p P (e)

(b) Triarticulado

p

P
P

(e) De múltiplos vãos

p

P
P

(c) Atirantado, biapoiado e articulação interna

P P P P
P
P
P
P

(f) De múltiplis andares

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Pórticos com barras curvas

p

(QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos com barras curvas p (a) Biapoiado p (c) Triarticulado p (b) Biengastado com

(a) Biapoiado

p

ISOSTÁTICOS Pórticos com barras curvas p (a) Biapoiado p (c) Triarticulado p (b) Biengastado com articulação

(c) Triarticulado

p

com barras curvas p (a) Biapoiado p (c) Triarticulado p (b) Biengastado com articulação p (d)

(b) Biengastado com articulação

p
p

(d) Atirantado

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Pórticos compostos

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos compostos Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos compostos Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos compostos Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos compostos Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Pórticos espaciais

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos espaciais Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos espaciais Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos espaciais Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Pórticos espaciais Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

c) Diagramas de esforços solicitantes

1. Momento Fletor (DMF)

Obter os momentos fletores atuantes nos nós das barras e, em seguida, ligá- los por uma linha reta tracejada. A partir dessa linha reta, penduram-se os diagramas de vigas biapoiadas referentes aos carregamentos que atuam sobre cada uma das barras que constituem o quadro.

2. Esforços Cortantes (DEC) e Esforços Normais (DEN)

Obtenção imediata dos diagramas a partir do conhecimento das reações de apoio.

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.2. PÓRTICOS BIAPOIADOS

Exemplo: Pede-se as reações e os diagramas (DMF, DEC e DEN).

F C D E H G B A
F
C
D
E
H
G
B
A

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.3. PÓRTICOS ENGASTADOS-LIVRES

Exemplo : Pede-se as reações e os diagramas (DMF, DEC e DEN).

D F B C A
D
F
B
C
A

E

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.4. PÓRTICOS TRIARTICULADOS

Exemplo: Pede-se as reações e os diagramas (DMF, DEC e DEN).

PÓRTICOS TRIARTICULADOS Exemplo : Pede-se as reações e os diagramas (DMF, DEC e DEN). Elementos de

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.5. PÓRTICOS BIAPOIADOS COM ARTICULAÇÃO E TIRANTE (OU ESCORA)

a) Escoras e tirantes

Definição: Uma barra biapoiada sem carregamento aplicado diretamente sobre ela que funciona como uma ligação do primeiro gênero, na qual surgem apenas forças na direção do seu eixo (esforço normal). Quando a barra está COMPRIMIDA, diz-se que é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE.

é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE. N N Escora N Tirante
é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE. N N Escora N Tirante
é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE. N N Escora N Tirante
é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE. N N Escora N Tirante

N

N

é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE. N N Escora N Tirante

Escora

N
N
é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE. N N Escora N Tirante

Tirante

é uma ESCORA. Quando está TRACIONADA, diz-se que é um TIRANTE. N N Escora N Tirante

N

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

b) Exemplo: Pede-se as reações e os diagramas (DMF, DEC e DEN).

E F D C A B
E
F
D
C
A
B

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.6. PÓRTICOS COMPOSTOS

a) Definição: são estruturas formadas através de associações de quadros simples.

Quadro Composto

Quadros Simples

formadas através de associações de quadros simples. Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural
formadas através de associações de quadros simples. Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

b) Solução

1. Decompor o quadro composto original em quadros simples.

2. Verificar quais os quadros com e sem estabilidade própria.

3. Resolver primeiro os quadros simples sem estabilidade própria para o carregamento atuante sobre eles.

4. Resolver em seguida os quadros simples com estabilidade própria para o carregamento atuante sobre eles, acrescidos das forças transmitidas pelas rótulas.

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Exemplos:

Quadro Composto

Quadros Simples

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Exemplos : Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Exemplos : Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Quadro Composto

Quadros Simples

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Quadro Composto

Quadros Simples

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Quadro Composto

Quadros Simples

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Quadro Composto

Quadros Simples

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Quadro Composto

Quadros Simples

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Quadro Composto Quadros Simples Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

c) Exemplo: Pede-se as reações de apoio e os diagramas (DMF e DEN).

Quadro Composto

c) Exemplo : Pede-se as reações de apoio e os diagramas (DMF e DEN). Quadro Composto

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.7. ESTABILIDADE

Restrição Parcial

(QUADROS) ISOSTÁTICOS 5.7. ESTABILIDADE Restrição Parcial Restrição Inadequada Restrição Inadequada Elementos de

Restrição Inadequada

5.7. ESTABILIDADE Restrição Parcial Restrição Inadequada Restrição Inadequada Elementos de Cálculo Estrutural

Restrição Inadequada

5.7. ESTABILIDADE Restrição Parcial Restrição Inadequada Restrição Inadequada Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

a) Conceito Básico

Está relacionado com as restrições impostas à estrutura (vigas, quadros,

pórticos, etc); ou se a estrutura é geometricamente instável ou estável.

Restrições Parciais

r

<

3n

Restrições Inadequadas

r

3n

r = número de incógnitas (reações e forças)

n = número de partes do sistema estrutural

Situações As reações são concorrentes (as linhas de ação das reações se

interceptam um ponto em comum) ou são paralelas.

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

1. Restrições Parciais:

r

<

3n

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS 1. Restrições Parciais: r < 3 n Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

2. Restrições Inadequadas: r 3n

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS 2. Restrições Inadequadas: r ≥ 3 n Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS 2. Restrições Inadequadas: r ≥ 3 n Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

b) Aplicação

Classifique cada uma das estruturas a seguir como estável ou instável. As estruturas são submetidas a carregamentos externos conhecidos e que podem atuar em qualquer lugar.

(d) (a)
(d)
(a)
externos conhecidos e que podem atuar em qualquer lugar. (d) (a) (b) (c) (e) Elementos de

(b)

(c)

externos conhecidos e que podem atuar em qualquer lugar. (d) (a) (b) (c) (e) Elementos de

(e)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.8. GRAU DE INDETERMINAÇÃO

a) Conceito Básico

1. Estrutura Estaticamente Determinada

r

= 3n

Todas as forças (reações e esforços internos) podem ser avaliadas através das equações de equilíbrio da mecânica clássica.

2. Estrutura Estaticamente Indeterminada

r

>

3n

As estruturas (vigas, quadros, pórticos, etc) têm mais forças incógnitas do que equações de equilíbrio da mecânica clássica.

r = número de incógnitas (reações e forças) n = número de partes do sistema estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

b) Aplicação

Classifique cada uma das vigas a seguir como estaticamente determinada ou estaticamente indeterminada. Se estaticamente indeterminada avalie o grau de indeterminação. As vigas são submetidas à carregamentos externos conhecidos e que podem atuar em qualquer lugar.

externos conhecidos e que podem atuar em qualquer lugar. (a) (c) (e) (b) (d) Elementos de
(a) (c) (e)
(a)
(c)
(e)

(b)

(d)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

(f)
(f)
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS (f) (h) (g) ( i ) Elementos de Cálculo Estrutural

(h)

(g)
(g)
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS (f) (h) (g) ( i ) Elementos de Cálculo Estrutural

(i)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS ( j ) (k) (l) Elementos de Cálculo Estrutural

(j)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS ( j ) (k) (l) Elementos de Cálculo Estrutural

(k)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS ( j ) (k) (l) Elementos de Cálculo Estrutural

(l)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.9. BARRAS INCLINADAS

a) CASO A: Força distribuída em uma barra inclinada

a) CASO A : Força distribuída em uma barra inclinada cos α = sen α =

cos α =

senα =

l x

l

l y

l

Definição de p 1 e p 2 :

Definição de p 3 e p 4 :

p

1

p

p

= p l

x

y

1

l

e

p

2

=

p l

y

x

1

l

3

4

= p senα + p

1

2

cos α

= −p cos α + p senα

1

2

p

p

3

4

=

p

= −

x

l

2

y

l

2

+

p

y

l

2

x

l

2

p

x

l l

x

y

l

2

+

p

y

l l

x

y

l

2

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

b) CASO B: Força distribuída transversal em uma barra inclinada

B : Força distribuída transversal em uma barra inclinada Definição de p 1 e p 2

Definição de p 1 e p 2 :

Definição de p 3 e p 4 :

p 1

p

p

= p

3

x

y

= p

= p

senα = p l 1 l y l 2 l x
senα = p
l
1
l
y
l
2
l
x

3

l y

l

p

p

x

y

e p

= p

= p

1

2

l

l y

l

l

x

2

= p

3

cos α = p

3

= p

l

y l

3 l l

y

= p

3

= p

l

x l

3 l l

x

= p

3

l x

l

cos α =

senα =

l x

l

l y

l

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

c) Exemplo 1: Pórtico plano biapoiado com uma barra inclinada.

1 : Pórtico plano biapoiado com uma barra inclinada. (i) Reações ∑ M B = 0

(i) Reações

M

B

= 0R

A

8 30(1,5 + 5) 20 5 2,5 = 0

R

A = 55,625 kN

F

Y

= 0R

A

+ R

B

30

20 5 = 0

R

B = 74,375 kN

cosα = 3/ 5 = 0,6 senα = 4 / 5 = 0,8
cosα = 3/ 5 = 0,6
senα = 4 / 5 = 0,8

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

(ii) Esforços solicitantes

Momento Fletor

DMF (kNm)

(ii) Esforços solicitantes • Momento Fletor DMF (kNm) DMF Viga auxiliar DMF Elementos de Cálculo Estrutural
DMF Viga auxiliar DMF
DMF
Viga auxiliar
DMF

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Esforço Cortantes e Normais

Seção A:

V

A

N

A

= R

A

cos α = 55,625 0,6 = 33,375 kN

= −R senα = −55,625 0,8 = −44,5 kN

A

Seção C d :

V

N

C'

C'

= V

A

= N

A

30cos α = 33,375 30 0,6 = 15,375 kN

+ 30senα = −44,5 30 0,8 = −20,5 kN

Seção D d :

V

D

N

D

= R

= 0

A

30 = 55,625 30 = 25,625 kN

Seção B:

V

B

N

B

= V 20 5 = 25,625 100 = −74,375 kN = −R

D

= 0

B

cos α = 3 /5 = 0,6 senα = 4 / 5 = 0,8
cos α = 3 /5 = 0,6
senα = 4 / 5 = 0,8
DEC (kN) DEN (kN)
DEC (kN)
DEN (kN)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

d) Exemplo 2: Barra biapoiada inclinada sob força vertical uniformemente distribuída na horizontal.

força vertical uniformemente distribuída na horizontal. Viga auxiliar DMF DEC D E N Elementos de Cálculo
força vertical uniformemente distribuída na horizontal. Viga auxiliar DMF DEC D E N Elementos de Cálculo
força vertical uniformemente distribuída na horizontal. Viga auxiliar DMF DEC D E N Elementos de Cálculo

Viga auxiliar

DMF

DEC

DEN

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

e) Exemplo 3: Barra biapoiada inclinada sob força horizontal uniformemente distribuída na vertical.

inclinada sob força horizontal uniformemente distribuída na vertical. DMF DEC DEN Elementos de Cálculo Estrutural
inclinada sob força horizontal uniformemente distribuída na vertical. DMF DEC DEN Elementos de Cálculo Estrutural
DMF DEC DEN
DMF
DEC
DEN

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

f) Exemplo 4: Barra biapoiada inclinada sob força horizontal uniformemente distribuída ao longo do comprimento da barra.

horizontal uniformemente distribuída ao longo do comprimento da barra. DMF DEC DEN Elementos de Cálculo Estrutural
DMF DEC DEN
DMF
DEC
DEN

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

g) Exemplo 5: Barra biapoiada inclinada sob força vertical uniformemente distribuída ao longo do comprimento da barra

DMF DEC
DMF
DEC
vertical uniformemente distribuída ao longo do comprimento da barra DMF DEC D E N Elementos de
vertical uniformemente distribuída ao longo do comprimento da barra DMF DEC D E N Elementos de
vertical uniformemente distribuída ao longo do comprimento da barra DMF DEC D E N Elementos de

DEN

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.10. PÓRTICOS COM BARRAS CURVAS (ARCOS)

Exemplo: Pede-se as reações e os diagramas de esforços (DMF, DEC e DEN).

P s R θ A B
P
s
R
θ
A
B

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.11. ARCOS TRIARTICULADOS

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS 5.11. ARCOS TRIARTICULADOS Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS 5.11. ARCOS TRIARTICULADOS Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS 5.11. ARCOS TRIARTICULADOS Elementos de Cálculo Estrutural
PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS 5.11. ARCOS TRIARTICULADOS Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

a) Estudo

1. Arcos triarticulados com carregamentos atuantes em todas as direções: princípios gerais da Estática já utilizados.

direções : princípios gerais da Estática já utilizados. 2. Arcos triarticulados com carregamentos verticais : Viga
direções : princípios gerais da Estática já utilizados. 2. Arcos triarticulados com carregamentos verticais : Viga

2. Arcos triarticulados com carregamentos verticais: Viga biapoiada de substituição.

2. Arcos triarticulados com carregamentos verticais : Viga biapoiada de substituição. Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

b) Viga biapoiada de substituição

Notação

Arco: X,Y, A, B, V A , V B , M S , N S , V S Viga: x, y, a, b, V a , V b , M s , N s , V s

S , N S , V S Viga : x, y, a, b, V a ,

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

c) Equações de equilíbrio

Arco

F

X

F

Y

M

B

=

=

=

0

0

0

H

'

A

V

A

cos

α −

+

V

B

H

'

B

i

cos

α =

=

0

P

i

0

V

A

V

A

(

l

1

=

+

l

2

i

)

  P

i

+

(

l

i

1

P

i

l

2

(

l

1

+

x

i

l

)

2

 

(

l

1

+

l

2

)

Substituindo (3) em (1):

H

x

'

A

i

)

=

H

'

B

  =

0

=

V

B

i

e

=

M

G

P

i

=

0

V

A

V

B

V

A

l

1

=

i

P

i

'

H cos

i

 

P

i

(

l

1

+

l

2

x

i

)

α

f

(

l

1

i

+

l

P

i

2

(

)

l

1

x

i

)

  =

0

H

'

H

'

(1)

(2)

(3)

) l 1 − x i )   = 0 H ' ∴ H '

=

V l

A 1

i

P

i

(

l

1

x

i

)

f

cos α

(4)

(5)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Viga de substituição

V

+

a

(

V

a

  − ∑ P = 0 (6)   b i  i 
P
=
0
(6)
b
i
i
+
l
)
P
(
l
+
l
x
)
0
2
i
1
2
i
  =
i
(
l
+
l
x
)
  P
i
1
2
i
i
(7)
(
l
+
l
)
1
2
(
l
+
l
x
)
  P
i
1
2
i
i
=
P
(8)
i
(
l
+
l
)
i
1
2
M
= V
l
P  l − x  
(
)
(9)
g
a
1
i
1
i

V

l

1

=

F

y

M

b

=

0

=

0

a

V

Substituindo (7) em (6):

V

b

=

i

P

i

V

a

V

b

Momento fletor no ponto g:

i

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Comparações: Arco x Viga de Substituição

Equações (3) e (7):

V A = V a

Equações (4) e (8):

V B = V b

Equações (5) e (9):

Conclusão

H

'

M = f cosαααα

g

(10)

(11)

(12)

As reações do arco triarticulado podem ser obtidas analisando-se apenas a viga de substituição.

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

d) Esforços solicitantes numa seção genérica S

Arco

M

S

V S

N

S

= V

x

i

P

(

 
 

A

i

= V

A

cos ϕ −

 

i

 

i

= − V

A

senϕ +

 

i

x

i

)

'

H cos α y

'

x

P cos ϕ − H cos α senϕ + Hsenα cos ϕ

'

'

'

P sen ϕ − H cos α cos ϕ − Hsenα senϕ

i

(13)

(14)

(15)

Simplificando as expressões (14) e (15), tem-se:

M

S

V

S

N

S

= V

A

x

=

V

A

= −

V

A

i

i

P

i

i

P

i

(

P

i

x x

i

)

'

H cos α y

cos

ϕ −

'

H sen

(

sen

ϕ −

'

H cos

ϕ − α

)

(

ϕ − α

 

(16)

(17)

)

(18)

  sen ϕ − ' H cos ϕ − α ) ( ϕ − α

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Análise dos esforços V A e H’:

V A

ISOSTÁTICOS Análise dos esforços V A e H’: V A Seção S ϕ N ϕ ϕ
Seção S ϕ N ϕ ϕ V A V
Seção S
ϕ
N
ϕ
ϕ
V A
V

N = - V

V =

A

V

A

sen ϕ

cos ϕ

H’

H’ cos αααα: H’ sen αααα:
H’ cos αααα:
H’ sen αααα:
Seção S ϕ NN V ϕ
Seção S
ϕ
NN
V
ϕ

H' cos α

N = - H' cos α cos ϕ V = - H' cos α sen ϕ

Seção S

cos α cos ϕ V = - H' cos α sen ϕ Seção S ϕ N
ϕ N ϕ ϕ H' sen α V
ϕ
N
ϕ
ϕ
H' sen α
V

N = - H' sen α sen ϕ

V =

H' sen α cos ϕ

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Viga

M

s

V

s

N

s

= V

a

= V

a

= 0

x

i

i

P

i

P

i

(

x x

i

)

(19)

(20)

(21)

Comparações: Arco x Viga de Substituição

M

S

V

S

N

S

=

=

=

M

s

'

H cosαααα y

V cosϕϕϕϕ

s

'

H sen

(

ϕϕϕϕ

V

s

senϕϕϕϕ

'

H cos

(

αααα

)

ϕϕϕϕ

αααα

(22)

(23)

) (24)

cos − ( αααα ) ϕϕϕϕ − αααα (22) (23) ) (24) Observação: essas expressões permanecem

Observação: essas expressões permanecem válidas se ocorrerem também cargas verticais distribuídas.

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

e) Linha de Pressões: determinação e definição

Problema: Qual a forma de um triarticulado AGB tal que, para um dado carregamento, todas as seções tenham MF nulo (M S = 0). Isto é, adotando-se a notação empregada, obter a ordenada y para cada seção S tal que M S = 0. São dados l 1 , l 2 , f e α.

Solução: Na expressão (22), fazendo-se M S = 0, chega-se a:

M

y

y

y

y

S

= M

s

'

H cos α y = 0

=

MMMM

s

s

s

s

HHHH

'

'

'

'

c c c c

o o o o

s s s s

αααα

(25)

y = 0 = MMMM s s s s HHHH ' ' ' ' c c

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Demonstração que V S = 0

Derivando-se (25):

dy

dx

=

 

dM

s

dx

 

'

H cos

α

=

V

s

'

H cos

α

E levando-se em conta que

y

=

Y

y

*

dy

dx

=

tg

ϕ −

dy

dx

=

dY

dx

dy

*

dx

tg

α =

V

s

H

'

cos α

dy

dx

V

s

=

=

tg

ϕ −

tg

α∴

(

tg

ϕ −

tg

α

)

'

H cos

Chega-se, após a substiuição de (27) em (23), a:

V

S

V

S

=

(

tgϕ − tgα H cos α cos ϕ − H sen ϕ − α

)

'

'

(

'

= H sen

(

ϕ − α

)

'

H sen

(

ϕ − α

)

= 0

)

 

(26)

α

(27)

(28)

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Avaliação de N S 2 2 ( ' ) ( ' N = V +
Avaliação de N S
2
2
(
'
)
(
'
N
=
V
+
H senαααα
+
Hcosαααα
)
S
s

(29)

Inclinação da tangente ao eixo do arco triarticulado na seção S (ver figura ou Eq. 27):

tg ϕϕϕϕ =

V

s

+

'

H sen αααα

'

Hcos αααα

(30)

= V s + ' H sen αααα ' Hcos αααα (30) Conclusão: quando um arco

Conclusão: quando um arco triarticulado AGB, para um dado carregamento, está submetido apenas a esforços normais, dizemos que sua forma é a da linha de pressões desse carregamento.

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Observações Finais:

1. No caso da reta AB ser horizontal:

H '

=

M

g

f

y =

M s

H '

tg ϕ =

V

s

H

'

N

S

=

V

s

2

+ H

'2

(31)

(32)

(33)

(34)

2. Arcos triarticulados com concavidade voltada para baixo e carregamento de cima para baixo: ESFORÇOS NORMAIS sempre de COMPRESSÃO.

3. Arcos triarticulados com concavidade voltada para cima e carregamento de cima para baixo: ESFORÇOS NORMAIS sempre de TRAÇÃO (Caso dos CABOS).

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

4. Linha de pressões: forma ideal para um arco triarticulado (forma mais econômica de trabalho estrutural).

5. Linha de pressões para carregamento uniforme: PARÁBOLA do 2º GRAU.

6. Construtores da antiguidade: notável intuição estática (venceram grandes vãos com arcos e abóbadas de alvenaria de pedra).

7. Arcos triarticulados: encontrados em várias construções. Arcos biengastados (hiperestáticos): mais utilizados na prática.

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

e) Aplicação

Deseja-se construir uma estrutura cujo eixo coincida com a linha de pressões do carregamento indicado na figura a seguir. Pede-se:

a. A linha de pressões.

b. Os esforços normais máximo e mínimo atuantes.

c. A inclinação da tangente ao eixo da estrutura na seção de abscissa x = 2,5 m.

c. A inclinação da tangente ao eixo da estrutura na seção de abscissa x = 2,5

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Solução

Viga de substituição…??

(QUADROS) ISOSTÁTICOS Solução Viga de substituição…?? Arco triarticulado Viga de substituição Elementos de

Arco triarticulado

Solução Viga de substituição…?? Arco triarticulado Viga de substituição Elementos de Cálculo Estrutural

Viga de substituição

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

5.12. PÓRTICOS ESPACIAIS

a) Aplicação

Calcule as reações e os esforços internos do pórtico espacial mostrado abaixo:

Calcule as reações e os esforços internos do pórtico espacial mostrado abaixo: Elementos de Cálculo Estrutural

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Solução 1: Reações

Forças

(QUADROS) ISOSTÁTICOS Solução 1 : Reações Forças ∑ F ∑ F x y ∑ F z

F

F

x

y

F

z

Momentos

1 : Reações Forças ∑ F ∑ F x y ∑ F z Momentos ∑ ∑

=

=

=

M

M

M

0

0

0

x

y

z

0

= 0

=

= 0

∑ F ∑ F x y ∑ F z Momentos ∑ ∑ ∑ = = =

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Solução 2: Esforços Internos

Elemento 3, Nó 3 ao Nó 4

Elemento 2, Nó 2 ao Nó 3

Solução 2 : Esforços Internos Elemento 3, Nó 3 ao Nó 4 Elemento 2, Nó 2

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS

Elemento 1, Nó 1 ao Nó 2

PÓRTICOS (QUADROS) ISOSTÁTICOS Elemento 1, Nó 1 ao Nó 2 Elementos de Cálculo Estrutural