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Teoria dos Grafos - Definições

Estela Maris Rodrigues

9 de setembro de 2010

Um grafo é um objeto matemático capaz de modelar problemas em que se tem um conjunto finito de elementos
que se relacionam entre si aos pares.
Grafos são representados matematicamente por um par ordenado, da seguinte forma:

Se G é um grafo, então G é representado pelo par ordenado (V (G), A(G)), sendo V (G) um conjunto
finito e A(G) um conjunto de pares não ordenados de elementos de V (G). Os elementos de V (G) são os
vértices ou nós e os elementos de A(G) são as arestas ou arcos do grafo G.

Note que as arestas de um grafo, sendo pares não ordenados, não possuem sentido. Por este motivo, dizemos
que G é um grafo não orientado.
Um grafo G é orientado se suas arestas possuem sentido. Matematicamente, as arestas de um grafo orientado
são pares ordenados de elementos de V (G). Grafos orientados são também chamados digrafos.
Nas definições a seguir, considere que u e v são dois vértices em um grafo não orientado G, e e é a aresta uv.

• A aresta e incide em u e em v.

• Os vértices u e v são ligados pela aresta e.


• Dois vértices são adjacentes se existe uma aresta que liga esses vértices.
• Se u = v, então a aresta e é um loop.

• Os vértices u e v são as pontas, extremos ou extremidades da aresta e.


• Duas arestas com os mesmos extremos são paralelas.
• Um grafo contendo 0 ou 1 vértice, e sem arestas, é trivial.
• Um grafo sem loops ou arestas paralelas é um grafo simples.

• A ordem de um grafo é seu número de vértices.


• O grau de um vértice é o número de arestas que incidem naquele vértice.

Se G é um grafo orientado, u e v são nós de G, e e é o arco uv, então temos as seguintes definições:

• Dois arcos com os mesmos extremos e mesmo sentido são paralelos.


• Dois arcos com os mesmos extremos e sentidos contrários são antiparalelos.
• O arco e sai de u e entra em v.

• O grau de entrada de v é o número de arcos que entram em v.


• O grau de saı́da de v é o número de arcos que saem de v.
• O grau de v é a soma dos graus de entrada e saı́da de v.

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Dois grafos são isomorfos se seus respectivos diagramas conservam as ligações entre os vértices. Mais especifica-
mente, dois grafos G e H são isomorfos se existe um mapeamento entre os vértices de G e H que conserve as ligações
entre os vértices.
Se dois grafos G e H são tais que V (G) ⊆ V (H) e A(G) ⊆ A(H), então H é um subgrafo de G. Se V (G) = V (H),
então H é um subgrafo gerador de G. Se A(H) contém todas as arestas de G que incidem em vértices de V (H),
então H é um subgrafo induzido de G.
Um grafo é completo se todos os seus vértices são adjacentes. Observe que todos os grafos completos com n
vértices, para n ≥ 1, são isomorfos. Por esse motivo, o grafo completo com n vértices é indicado como Kn .
Um grafo G é bipartido se os seus vértices podem ser particionados em dois conjuntos de vértices, X e Y , de
tal forma que toda aresta tem uma ponta em X e a outra ponta em Y . Ou seja, nenhuma aresta pode ter ambas as
pontas em X ou em Y .
Se quaisquer vértices x e y com x ∈ X e y ∈ Y são adjacentes, então G é um grafo bipartido completo. Todos
os grafos bipartidos completos com bipartições de cardinalidades m e n, com 1 ≤ m ≤ n, são isomorfos. Por esse
motivo, denotamos o grafo bipartido completo com bipartições de cardinalidades m e n como Km,n .