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EPIDEMIOLOGIA

2011

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Cândido Sueli Pereira
Idelfonso Marly
Paz Maria da
Pereira Leila
Santos Miralda Alves
Sebastião

Hipertensão Arterial

Fapal - Faculdade de Palmas

Palmas - To

2011

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Cândido Sueli Pereira
Idelfonso Marly
Paz Maria da
Pereira Leila
Santos Miralda Alves
Sebastião

Hipertensão Arterial

Trabalho apresentado na Disciplina de Epidemiologia do curso de Enfermagem.

Professor: Jefferson
Turma: Q7

Fapal - Faculdade de Palmas

Palmas - To

2011

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Sumário

Conteúdo

1. INTRODUÇÃO...............................................................................5
2. OBJETIVOS...................................................................................7
3. METODOLOGIA.............................................................................8
4. RESUMO.......................................................................................9
5. RESULTADOS E CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................10
6. REFERENCIAS.............................................................................12

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1. Introdução

A pressão arterial é á força do sangue nas paredes internas das artérias, em razão do
trabalho que o coração exerce ao bombear o sangue.

A hipertensão arterial ocorre quando essa força está aumentada nos vasos
sanguíneos, danificando-os e tornando, no entanto, um fator de risco. É uma doença
predominante tanto a nível nacional quanto mundial.

Os valores considerados normais para adultos (acima de 18 anos) hipertensos são


definidos pela Pressão Arterial Sistólica (PAS) entre 130 e 139 mmhg e Pressão Arterial
Diastólica (PAD) entre 85 e 89 mmhg. Pressões muito reduzidas provocam perfusão
inadequada dos orgãos, resultando em disfunsão e por fim em morte dos tecidos
subperfundidos. Por outro lado, pressões elevadas impulsionando o fluxo sanguíneo em
demanda metabólica excessiva não trazem nenhum benefício, e ainda podem provocar
disfunsão e danos aos vasos sanguíneos e aos orgãos.

A HAS ataca os vasos sanguíneos; os orgãos mais atingidos são coração, rins,
cérebro e olhos. As complicações decorrentes são principalmente de alteração cerebral,
cardíaca e renal. Nesses casos, há necessidade de reduzir os níveis de tensão, administrando
de imediato o tratamento adequado para cada caso ou mudando o esquema terapêutico, se
este já havia sido feito.

A Hipertensão é uma doença quase sempre detectável por meio da medida da


pressão arterial. Apesar de ser um problema de saúde comum, pode ter conseqüências
irreversíveis, permanece freqüentemente assintomática até certa fase da doença. Mesmo
com inúmeras descobertas da indústria farmacêutica na produção de medicamentos cada
vez mais eficazes para o tratamento da hipertensão, continua havendo um número muito
grande de pessoas hipertensas não tratadas ou tratadas erroneamente. É interessante lembrar
que, de acordo com o exposto no "workshop" promovido pela Liga Mundial de
Hipertensão, ocorrido em Genebra em 1994, quando se trata a hipertensão, realiza-se
também prevenção em nível secundário (STRASSER; GRUENINGER, 1994).

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Desde há muito, já se sabe de várias evidências clínicas da importância da
hipertensão arterial sistêmica, como sendo um dos fatores de risco da morbimortalidade na
doença isquêmica cardiovascular.

O Brasil está passando por uma transição epidemiológica, que significa a mudança
dos casos de mortalidade, passando de causas infecto-contagiosas e maternas, as mais
freqüentes, para casos de doenças crônicas degenerativas, como a HAS.

No Tocantins, segundo dados da SABE- Sociedade Brasileira de hipertensão, essa


doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos AVCS e 25% dos casos de
insuficiência renal terminal. Sendo assim, torna-se indispensável uma avaliação correta da
prevalência da HAS na população geral do nosso estado, pois terá implicações não somente
epidemiológicas mais também sociais e políticas, acreditando que, estes dados serão úteis
para a planificação das ações de saúde na prevenção dessa e de outras doenças, dando
assistência que a população necessita.

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2. Objetivos

Este trabalho tem como objetivo descobrir qual a incidência de pessoas acometidas
pela hipertensão arterial no Estado do Tocantins.
Após analisar os dados quantitativos e refletir criticamente sobre eles, determinou-
se a prevalência da HAS na população da região urbana do Estado do Tocantins- To,
caracterizando as publicações divulgadas em periódicos estaduais, relacionadas á
hipertensão arterial e identificando nas publicações, em quais os anos obteve-se um número
maior da doença, proporcionando uma visão de como o assunto tem sido abordado na saúde
Tocantinense.

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3. Metodologia

Este trabalho constituiu-se numa pesquisa bibliográfica, descritiva de base


populacional. Onde foram analisados dados coletados da Secretaria da Saúde do estado do
To período de 2000 a 2010.
Foram analisados também artigos científicos, livros, teses, sites do Data SUS e
outros, que abordavam material coexistente do agravo de Hipertensão Arterial.

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4. Resumo

A Hipertensão Arterial pode estar classificada em: Hipertensão Primária, que


acomete um número maior de pessoas, geralmente sem causa conhecida, mas pode estar
relacionada à presença de fatores de risco. E Hipertensão Secundária, que Atinge um menor
número de pessoas, pode estar relacionada a problemas renais, glandulares, hepáticos,
circulatórios ou se manifestar durante gravidez.
• Os fatores de risco que facilitam o aparecimento da Hipertensão Arterial são;
Idade - entre 40 a 60 anos
Sexo – que ocorre com maior freqüência entre os homens
Hereditariedade
Obesidade, diabetes, colesterol alto
Vida sedentária
Abuso de café, álcool e fumo
Efeito colateral pelo uso de anticoncepcionais e antiinflamatórios
Situações de "estresse"
Os sintomas e os sinais da Hipertensão Arterial são;
Cefaléia
Inchaço nas pernas
Tontura
Fadiga
Irritabilidade
Impotência sexual
Taquicardia
Sangramento nasal
Falta de ar
Dor no peito
Trombose.

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5. Resultados e considerações finais

Foram analisados dados do ano de 2000 a 2010, onde se verificou maior incidência
no sexo feminino em todo o período analisado e um número alarmante no ano de 2002.

Nº de hipertensos por sexo no estado


do Tocantins
Ano Masculino Feminino Total
2000 20 28 48
2001 23 45 68
2002 4.836 9.559 14.395
2003 2.338 4.184 6.522
2004 1.520 2.168 3.688
2005 3.408 5.382 8.790
2006 4.061 6.026 10.087
2007 3.201 4.310 7.511
2008 2.872 3.914 6.786
2009 3.688 5.186 8.874
2010 2.210 3.056 5.266

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Como demonstra a elevada freqüência encontrada nesse estudo, é possível que nos
anos onde a incidência de hipertensos é menor, o acompanhamento pode ter sido ineficaz.
Estudos também demonstram que homens e pessoas mais jovens são menos aderentes ao
tratamento, justificando assim a menor incidência nos registros para o sexo masculino,
mesmo sabendo-se que este grupo normalmente apresenta hábitos irregulares que
propiciam a doença.

Diante disso podemos concluir que para evitar e controlar a hipertensão arterial é
necessário um acompanhamento periódico e a adoção de hábitos tais como:

• Manter o peso ideal


• Ter bons hábitos alimentares
• Ser uma pessoa ativa
• Evitar o estresse
• Evitar o consumo excessivo de bebida alcoólica
• Evitar o Tabagismo

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6. Referenciais

Rev. Esc. de enferm. A adesão ao tratamento na hipertensão arterial. USP, São


Paulo, vol.32, Dec.1998

PERES RODOLFO, Hipertensão arterial em fisicultiristas. 2006

CAETANO BATISTA NETO, Pressão arterial. 2006

KUMMAR, ABBAS FAUSTO (et al). Patologia - Bases patológicas das doenças. 7ed.
Elsevier, 2005. 1592p.

CARVALHO FILHO (et al). Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. 2ed. São
Paulo: atleneu, 2006.788p.

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