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Sobre a Virtude

1. Etimologias

a) Termos gregos

Arete: capacidade, aptidão, qualidade, valor; probidade, virtude.

“Kalocagathia”: probidade perfeita, honestidade perfeita. (Origina-se da


expressão platônica “Kalos kai Agathos”, “belo e bom”, para designar a
perfeição moral)

Ágape: generosidade, amor fraternal, altruísmo; a refeição coletiva dos


primeiros cristãos. A palavra foi traduzida para o latim como charitas. A
versão grega do novo testamento refere-se a Deus como ágape: theon ágape
estin. Conforme a primeira carta de João, 4, 7-8: “Amados, amemo-nos uns
aos outros, pois o amor vem de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não
conhece a Deus, porque Deus é amor.”

Philantropia: amor aos homens, ação humanitária, caridade.

Kakia: imperfeição, mau hábito, vício.

b) Termos latinos

Virtus: força (própria do vir); no sentido moral: virtude, amor e prática do


bem.

Vir/Viri: homem, em oposição à femina, as qualidades másculas do homem


(daí se dizer virilidade).

Charitas: ternura, afeição, amor.

Vitium: no sentido próprio, defeito físico, imperfeição, falha, má qualidade;


no sentido figurado, imperfeição moral, defeito, vício.

Peccare: no sentido próprio, tropeçar, dar um passo em falso; no sentido


moral, cometer uma falta, cometer um erro.

Peccatum: falta, erro, ação má, crime.

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c) Definição de virtude:

1. Sentido próprio: propriedade, eficácia, valor (excelência).

2. Sentido moral: disposição firme e habitual para fazer o bem. (Santo


Agostinho)

2. Classificação das Virtudes

Há muitas virtudes segundo a religião cristã: virtudes sobrenaturais, infusas ou


teologais (fé, esperança e caridade) e as virtudes morais. Estas são muitas, mas na idade
média foi muito popular “fixar” as sete virtudes, para batalhar contra os sete pecados.
As virtudes morais polarizam-se em torno das quatro virtudes cardeais, assim
denominadas por serem as virtudes centrais, fundamentais, orientadoras. São quatro
como quatro são os pontos cardeais, as estações do ano, os lados da cruz, os alicerces da
casa, os pés da mesa e da cama. Aristóteles considerava o quadrado a figura perfeita. A
quaternidade para Jung é símbolo da perfeição. A palavra cardeal vem de cardo,
cardinis, que, em latim, significa gonzo, em torno do qual gira a porta. As virtudes
cardeais são, portanto, as virtudes fundamentais em torno das quais gira o ser humano.
Toda virtude é uma capacidade ou aptidão para levar avante ações adequadas ao
homem. Entre as virtudes adquiridas pelo homem, estabelecem-se as que são
fundamentais e as que são acessórias ou subordinadas. As quatro virtudes têm base em
Platão:

- o discernimento da prudência

- a retidão da justiça

- a firmeza da fortaleza

- a moderação da temperança.

A prudência é aquela virtude que permite ao entendimento refletir sobre os meios


conducentes a um fim racional. A prudência manifesta-se, assim, de vários modos. É
uma virtude intelectual. Por si só ela não é realizadora de atos morais, mas, por facilitar
a escolha, ela pode guiar a vontade, a fim de que esta se dirija, após a seleção feita pelo
entendimento, para aqueles fins mais benéficos ao homem. Torna-se necessária a

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sapiência da prudência para bem conduzir a si mesmo e conduzir os outros. A prudência
exige: reflexão, capacidade de atenção para examinar os juízos e as idéias, e acuidade,
para descobrir os meios mais hábeis. Exige, ademais, inteligência, capacidade de
resolver com clareza e segurança, de modo a alcançar as melhores soluções.

A segunda virtude é a fortaleza ou valentia. Consiste esta na capacidade de enfrentar


os perigos que se oferecem à obtenção dos bens mais elevados, e entre estes perigos, os
males e a morte. Chama-se heroísmo a fortaleza quando enfrenta até a morte. Medo é o
estado emocional que detém o ser humano ante o perigo. A fortaleza é uma vitória sobre
o medo. A audácia é um desafio ao risco e à morte, indo-lhes ao encontro. É ela uma
virtude, quando refreada. Os meios de fortalecimento da fortaleza são o exercício, que
consiste em enfrentar os riscos e a perseverança na obtenção dos fins. Como as virtudes
cardeais conjugam-se, a fortaleza recebe apoio e equilíbrio da prudência, pois, pelo
saber, pode o homem empregar esta virtude em termos que lhe sejam mais benéficos
possíveis.

A paciência é uma virtude subordinada à fortaleza, e consiste na capacidade constante


de suportar as adversidades. São ainda virtudes afins à fortaleza, a munificência (ou
generosidade), que constitui a pronta decisão de sacrificar seus próprios bens para
atingir fins elevados, a tenacidade, que é a disposição firme de enfrentar os obstáculos
exteriores, e a constância, que é saber manter-se firme ante os obstáculos interiores.

A terceira virtude cardeal é a temperança. Esta consiste em aperfeiçoar,


constantemente, a potência apetitiva, sensitiva, de modo a conter o prazer sensitivo
dentro dos limites estabelecidos pela sã razão. Assim, a moderação é a temperança no
comer, a sobriedade, no beber, a castidade, no prazer sexual.

Há virtudes outras auxiliares da temperança, como seja o decoro no modo de vestir e


proceder, a humildade, que é a moderação na tendência a salientar-se, a mansidão, que
é a temperança em refrear a ira, a clemência, que se manifesta na indulgência ao
castigar, e a modéstia, que é a temperança nas manifestações exteriores.

A quarta é a justiça. Consiste ela na atribuição, na equidade, no considerar e respeitar o


direito e o valor que são devidos a alguém ou a alguma coisa. O domínio da justiça
permite o equilíbrio da moderação, da temperança, da fortaleza e da própria prudência.
Essas quatro virtudes, que lhes são acessórias, nos limites marcados pela interação de
umas sobre as outras, permitem formar o homem dentro dos mais altos valores. São
assim as virtudes fundamentais, não só para a ordem social, como para a ordem pessoal,
pois não pode haver homens sãos nem sociedades sãs, onde a prudência, a justiça, a
fortaleza e a temperança não estejam presentes.

Assim como há virtudes cardeais, adquiridas pelo hábito constante, há virtudes que nos
parecem espontâneas, mas que não são produtos de um hábito humano: a fé, a esperança
e a caridade.

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Na Ética religiosa, essas três virtudes são chamadas de teologais, porque não são elas
produtos de um hábito, pois o homem não as adquire através do seu próprio esforço. A
fé é o assentimento do intelecto que crê, com constância e certeza, em alguma coisa. A
prudência, podemos adquiri-la, a pouco a pouco, como podemos adquirir a fortaleza e
alcançar, pelo nosso esforço, a justiça e a moderação, mas, para crer com constância e
certeza em alguma coisa, não basta o nosso querer, é preciso que esse assentimento do
nosso intelecto se dê espontaneamente. Ninguém gesta dentro de si a fé; ou a tem, ou
não. Ou com ela nascemos, ou sùbitamente ela aflora em nós, sem necessidade de
termos dirigido a ela, conscientemente, qualquer de nossos esforços.

A esperança é a expectação de algo superior e perfeito. Tem esperança aquele que


aguarda algo de maior, de melhor, de mais perfeito, que venha a suceder.

A esperança não é o produto de nossa vontade, mas de uma espontaneidade, cujas raízes
nos escapam, porque não é ela genuinamente uma manifestação do homem, mas algo
que se manifesta pelo homem, porque não encontramos na estrutura da nossa vida
biológica, nem da nossa vida intelectual, uma razão que a explique.

A caridade é a mãe de todas as virtudes; é a raiz de todas as virtudes, porque ela é a


bondade suprema para consigo mesmo, para com os outros, para com o Ser Infinito. A
caridade, assim, supera a nossa natureza, porque, graças a ela, o homem avança além de
si mesmo, além das suas exigências biológicas.

A fé, a esperança e a caridade são aquelas virtudes pelas quais o homem supera a si
mesmo, pelas quais o homem tange a suprema perfeição. Todas as tentativas de explicar
essas virtudes, com origem nos fatores emergentes e predisponentes, malograram até
aqui. Elas não são o produto de uma prática, porque pode o homem praticar a caridade,
sem a tê-la no coração; pode o homem exibir uma crença firme, sem alimentá-la no seu
âmago; pode o homem tentar revelar aos outros que é animado pela esperança, sem
ressoar ela em sua consciência. Assim, podem praticar-se atos de fé, atos de esperança e
atos de caridade, e estar-se ainda muito distante dessas três virtudes. Não basta desejar
adquiri-las; é preciso tê-las. A ciência é um hábito, como um hábito são também as
outras virtudes, mas, sem a presença dessas três, aquelas esmaecem e se apagam. “O
verdadeiro homem religioso e virtuoso afana-se em adquirir as virtudes cardeais, mas
humildemente espera que nele se fortaleçam as três virtudes teologais. E nesta humilde
espera está em grande parte a sua grandeza.” (São Tomás de Aquino)

3. As Virtudes são históricas?

(Chauí, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2001, p. 347/348.)


“Os valores morais modificam-se na História porque seu conteúdo é
determinado por condições históricas. Podemos comprovar a determinação
histórica do conteúdo dos valores, examinando as virtudes definidas em
diferentes épocas.

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Se tomarmos a Ética a Nicômaco, de Aristóteles, nela encontraremos a síntese
das virtudes que constituíam a Arete (a virtude ou excelência ética) e a
moralidade grega durante o tempo em que a polis autônoma foi a referência
social da Grécia.
Aristóteles distingue vícios e virtudes pelo critério do excesso, da falta e da
moderação: um vício é um sentimento ou uma conduta excessivos, ou, ao
contrário, deficientes; uma virtude, um sentimento ou uma conduta moderados.

Resumidamente, eis o quadro aristotélico:

Virtude Vício por excesso Vício por deficiência


Coragem Temeridade Covardia
Temperança Libertinagem Insensibilidade
Prodigalidade Esbanjamento Avareza
Magnificência Vulgaridade Vileza
Respeito próprio Vaidade Modéstia
Prudência Ambição Moleza
Gentileza Irascibilidade Indiferença
Veracidade Orgulho Descrédito
Agudeza de espírito Zombaria Rusticidade
Amizade Condescendência Enfado
Justa indignação Inveja Malevolência

Quando examinamos as virtudes definidas pelo cristianismo, descobrimos que,


embora as aristotélicas não sejam afastadas, deixam de ser as mais relevantes. O
quadro cristão pode ser assim resumido:
● Virtudes teologais: fé, esperança, caridade;
● Virtudes cardeais: coragem, justiça, temperança, prudência;
● Pecados capitais: luxúria, gula, avareza, preguiça, ira, inveja, vaidade.
● Virtudes morais: castidade, temperança, generosidade, diligência, paciência,
caridade, humildade.
Observamos o aparecimento de virtudes novas, concernentes à relação do crente
com Deus (virtudes teologais), e da justiça como virtude particular (para
Aristóteles, a justiça é o resultado da virtude e não uma das virtudes); a amizade
é substituída pela caridade (responsabilidade pela salvação do outro); os vícios
são transformados em pecados (portanto, voltados para a relação do crente com
a lei divina); e, nas virtudes morais, encontramos um vício aristotélico – a

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modéstia -, além do aparecimento de virtudes ignoradas ou desconhecidas por
Aristóteles – humildade, castidade, mansidão.
Surge também como virtude algo que, para um grego ou um romano, jamais
poderia fazer parte dos valores do homem livre: o trabalho. O ócio, considerado
pela sociedade escravista greco-romana como condição para o exercício da
política, torna-se, agora, vício da preguiça. Lutero dirá: “Mente desocupada,
oficina do diabo”.
Se, agora, tomarmos como referência um filósofo do século XVII, Espinosa,
veremos o quadro alterar-se profundamente.
Para Espinosa, somos seres naturalmente passionais, porque sofremos a ação de
causas exteriores a nós. Em outras palavras, ser passional é ser passivo,
deixando-se dominar e conduzir por forças exteriores ao nosso corpo e à nossa
alma. Ora, por natureza, vivemos rodeados por outros seres, mais fortes do que
nós, que agem sobre nós. Por isso, as paixões não são boas nem más: são
naturais. Três são as paixões originais: alegria, tristeza e desejo. As demais
derivam-se destas. Assim, da alegria nascem o amor, a devoção, a esperança, a
segurança, o contentamento, a misericórdia, a glória; da tristeza surgem o ódio, a
inveja, o orgulho, o arrependimento, a modéstia, o medo, o desespero, o pudor;
do desejo provém a gratidão, a cólera, a crueldade, a ambição, o temor, a
ousadia, a luxúria, a avareza.
Uma paixão triste é aquela que diminui a capacidade de ser e agir de nosso
corpo e de nossa alma; ao contrário, uma paixão alegre aumenta a capacidade de
existir e agir de nosso corpo e de nossa alma. No caso do desejo, podemos ter
paixões tristes (como a crueldade, a ambição, a avareza) ou alegres (como a
gratidão e a ousadia).
Que é o vício? Submeter-se às paixões, deixando-se governar pelas causas
externas.
Que é a virtude? Ser causa interna de nossos sentimentos, atos e pensamentos.
Ou seja, passar da passividade (submissão a causas externas) à atividade (ser
causa interna). A virtude é, pois, passar da paixão à ação, tornar-se causa ativa
interna de nossa existência, atos e pensamentos. As paixões e os desejos tristes
nos enfraquecem e nos tornam cada vez mais passivos. As paixões e os desejos
alegres nos fortalecem e nos preparam para passar da passividade à atividade.
Como sucumbimos ao vício? Deixando-nos dominar pelas paixões tristes e pelas
desejantes nascidas da tristeza. O vício não é um mal: é fraqueza para existir,
agir e pensar.
Como passamos da paixão à ação ou à virtude? Transformando as paixões
alegres e as desejantes nascidas da alegria em atividades de que somos a causa.
A virtude não é um bem: é a força para ser e agir autonomamente.
Observamos, assim, que a ética espinosista evita oferecer um quadro de valores
ou de vícios e virtudes, distanciando-se de Aristóteles e da moral cristã, para
buscar na idéia moderna de indivíduo livre o núcleo da ação moral. Em sua obra,
Ética, Espinosa jamais fala em pecado e em dever; fala em fraqueza e em força
para ser, pensar e agir.
As virtudes aristotélicas inserem-se numa sociedade que valorizava as relações
sociopolíticas entre os seres humanos, donde a proeminência da amizade e da

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justiça. As virtudes cristãs inserem-se numa sociedade voltada para a relação dos
humanos com Deus e com a lei divina. A virtude espinosista toma a relação do
indivíduo com a Natureza e a sociedade, centrando-se nas idéias de integridade
individual e de força interna para relacionar-se livremente com ambas. Como,
porém, vivemos numa cultura cristã, a perspectiva do cristianismo, embora
historicamente datada, tende a ser dominante, ainda que se altere periodicamente
para adaptar-se a novas exigências históricas.”

4. Curiosidades
Os sete pecados capitais são uma classificação de vícios usada nos primeiros
ensinamentos do catolicismo para educar e proteger os seguidores crentes, de
forma a compreender e controlar os instintos básicos. Não há qualquer registro
dos sete pecados capitais na Bíblia.
Assim, a Igreja Católica classificou e selecionou os pecados em dois tipos: os
pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os
pecados capitais, merecedores de condenação.

O teólogo e monge grego Evágrio do Ponto (345 – 399) escreveu uma lista de
oito crimes e "paixões" humanas, em ordem crescente de importância (ou
gravidade): Gula, Avareza, Luxúria, Ira, Melancolia, Acedia (acídia, frouxidão
do corpo e do espírito), Vaidade e Orgulho.
Para Evágrio, os pecados tornavam-se piores à medida em que tornassem a
pessoa mais egocêntrica, com o orgulho ou soberba sendo o ápice dessa fixação
do ser humano em relação a si mesmo. No final do século VI, o Papa Gregório
reduziu a lista a sete itens, juntando "vaidade" e "soberba" ao "orgulho" e
trocando "acedia" por "melancolia" e adicionando "inveja". Para fazer sua
própria hierarquia, o pontífice colocou em ordem decrescente os pecados que
mais ofendiam ao amor:
Orgulho;
Inveja;
Ira;
Melancolia;
Avareza;
Gula;
Luxúria;

Mais tarde, outros teólogos, entre eles, Tomás de Aquino analisaram novamente
a gravidade dos pecados e fizeram mais uma lista. No século XVII, a igreja
substituiu "melancolia" – considerada um pecado demasiado vago – por
"preguiça".
Assim, atualmente se aceita a seguinte lista dos sete pecados capitais:
Vaidade;

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Inveja;
Ira;
Preguiça;
Avareza;
Gula;
Luxúria;

Os pecados são diretamente opostos às Sete Virtudes, que pregam o exato


oposto dos Sete Pecados capitais inclusive servindo como salvação aos
pecadores:

Vícios (ou pecados) em ordem Virtudes em ordem crescente de


crescente de gravidade santidade

luxúria castidade

gula temperança

avareza generosidade

preguiça diligência

ira paciência

inveja caridade

vaidade humildade

Em 1589, o teólogo alemão Peter Binsfeld (1545 - 1598) comparou cada um dos
pecados capitais com seus respectivos demônios, seguindo os significados mais
usados. De acordo com Binsfeld, esta comparação segue o esquema:

Asmodeus: Luxúria
Belzebu: Gula
Mammon: Avareza
Belphegor: Preguiça
Satã: Ira
Leviatã: Inveja
Lucifer: Vaidade (orgulho)

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Pensamentos sobre vício e virtude

Se o mal-estar precedesse a embriaguez, nós nos guardaríamos de beber em excesso.


Mas o prazer, para enganar-nos, vai à frente e nos oculta seu séquito.

Michel de Montaigne

Um homem inteligente transforma os vícios em virtudes, mas o tolo transforma as


virtudes em vícios.
Provérbio judaico

A virtude é comunicável, mas o vício contagioso.


Marquês de Maricá

O vício e a virtude são parentes como o carvão e o diamante.


Karl Kraus

Os vícios entram tanto na composição das virtudes como os venenos na dos remédios.

As virtudes perdem-se no desinteresse, como as águas do rio se perdem no mar.

La Rochefoucauld

O homem sem ética pensa apenas nos seus direitos e benefícios; o homem ético pensa
apenas nos deveres e sanções; o homem não comprometido com os valores morais, pensa
apenas na sua acomodação na terra; o homem que aspira à perfeição moral ocupa-se da
virtude.

Confúcio

O trabalho espanta três males: o vício, a pobreza e o tédio.

Voltaire

Até a virtude precisa de limites.

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Montesquieu

Censuram-se severamente defeitos à virtude, ao passo que se não poupa indulgência para
as qualidades do vício.

Balzac

A felicidade consiste em ações perfeitamente conformes à virtude, e entendemos por


virtude não a virtude relativa, mas a virtude absoluta. Entendemos por virtude relativa a
que diz respeito às coisas secundárias e por virtude absoluta a que tem por finalidade a
beleza e a honestidade.

Aristóteles

A única recompensa da virtude é a própria virtude. O único modo de ter um amigo é ser
um.

Ralph Emerson

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Prof. Reinério Simões

UERJ/FGV

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