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Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Curso: Tecnologia de Desenvolvimento de Software Disciplina: Redes

Centro Universitário do Leste de Minas Gerais

Curso: Tecnologia de Desenvolvimento de Software Disciplina: Redes Industriais Professor: Max Mauro

Trabalho Ethernet Industrial

Industriais Professor: Max Mauro Trabalho Ethernet Industrial Alunos: Hadailton de Sousa Carvalho Soraia Teixeira Kemil

Alunos:

Hadailton de Sousa Carvalho Soraia Teixeira Kemil

Ethernet Industrial

Conteúdo

Introdução

3

O

que é Ethernet?

4

As redes atuais

4

O início da EtherNet

6

A velocidade da Ethernet

8

Por que Ethernet Industrial?

8

As vantagens da Ethernet Industrial

9

Os requerimentos de um equipamento industrial

11

 

Conclusão

16

Referência

17

Ethernet Industrial

Introdução

Muitas empresas, procurando melhorar seus processos, reduzir custos e melhorar a produtividade, estão adotando a tecnologia Ethernet em seu chão de fábrica. Esta migração está crescendo rapidamente. De acordo com um estudo recente da ARC Advisory Group, o mercado mundial para a Ethernet Industrial deverá crescer a taxas maiores que 84% nos próximos 5 anos. Considerada anteriormente como uma solução para ambientes corporativos de redes, a tecnologia Ethernet tem demonstrado ser uma alternativa robusta capaz de atender às necessidades específicas da área de produção.

Redes Ethernet Industrial que utilizam tecnologia de “swtiching” inteligente, podem oferecer uma variedade de vantagens comparada às instalações industriais tradicionais. Ethernet Industrial aplica os padrões Ethernet desenvolvidos para comunicação de dados às redes de controle das fábricas. A tecnologia pode ser empregada utilizando uma arquitetura “Ethernet switched” que tem sido bem sucedida em múltiplas aplicações críticas em mercados diferentes. Como a tecnologia é baseada em padrões de indústria, Ethernet Industrial permite às organizações economizar dinheiro através do abandono de sistemas proprietários e caros. Ao mesmo tempo, ela fornece disponibilidade, performance e segurança de rede, itens requeridos para suportar aplicações de missão crítica nas indústrias.

Ethernet Industrial

O que é Ethernet?

Ethernet é a maior tecnologia de redes locais em uso na atualidade e é utilizada por aproximadamente 85% dos PCs e estações de trabalho conectados à rede do mundo. Ethernet refere-se à família da produtos de rede cobertos pelo padrão IEEE 802.3, que podem ser utilizados tanto em cabeamento de fibra ótica como em par trançado. Com o passar dos anos, a Ethernet tem evoluído para dar mais performance e inteligência de rede. Esta evolução contínua fez da Ethernet uma excelente solução para aplicações industriais. Atualmente, a tecnologia pode dar quatro velocidades.

Ethernet 10Base-T permite performance de até 10 Mbps sobre um cabeamento em par trançado de cobre.

Fast Ethernet permite um aumento de velocidade em 10 vezes a especificação 10Base-T (100 Mbps) enquanto mantêm-se muitas das especificações técnicas da Ethernet. Estas similaridades permitem organizações a utilizar aplicações e ferramentas de gerenciamento do tipo 10Base-T em redes Fast Ethernet.

“Gigabit Ethernet” estende o protocolo Ethernet ainda mais, aumentando

a velocidade para 1000 Mbps (1 Gbps). Como ela é baseada no padrão

Ethernet atual e compatível com a base instalada de equipamentos Ethernet e Fast Ethernet, os gerentes de rede podem suportar Gigabit Ethernet sem precisar aprender uma nova tecnologia nem mesmo re- treinamento.

“10 Gigabit Ethernet”, confirmado como um padrão em junho de 2002, é

a versão ainda mais rápida da Ethernet. Como a “10 Gigabit Ethernet” é

um tipo de Ethernet, ela pode suportar serviços inteligentes de rede baseados em Ethernet, interoperar com arquiteturas existentes e minimizar as curvas de aprendizado dos usuários. Sua altíssima taxa de transmissão de dados a torna uma boa solução para dar grandes larguras de banda nas redes geograficamente dispersas.

mais de 300 milhões de portas Ethernet foram instalados no mundo. A tecnologia Ethernet goza de ampla aceitação visto que é fácil de entender, montar, gerenciar e manter. Ethernet é barata e flexível e suporta uma variedade de topologias de rede. Embora tradicionais, as soluções industriais não baseadas em Ethernet têm uma taxa de transferência de dados entre 500 Kbps e 12 Mbps. A tecnologia Ethernet pode dar alta performance. E, como ela é baseada em padrões da indústria, ela pode utilizar e ser conectada a muitos dispositivos compatíveis com o padrão Ethernet, de qualquer fabricante.

As redes atuais

Atualmente, muitas empresas de manufatura mantêm redes separadas. No passar dos anos, estas redes se ajustaram para atender a diversos fluxos de informação e requerimentos de controle.

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As redes corporativas de tecnologia de informação suportam as funções administrativas tradicionais, como recursos humanos, contabilidade e suprimentos. Esta rede é baseada no onipresente padrão Ethernet.

As redes de controle conectam dispositivos de monitorização e controle, incluindo PLCs, controladores baseados em PCs, racks e interfaces homem-máquina. Estas redes, as quais não foram Ethernet no passado, requerem um roteador ou, em muitos casos, um gateway para traduzir os protocolos específicos de aplicação para os

protocolos baseados em Ethernet. Esta tradução permite que informação seja compartilhada entre as redes corporativas e as de controles do chão de fábrica, que não são conectadas.

controles do chão de fábrica, que não são conectadas. As redes de baixo nível conectam os

As redes de baixo nível conectam os dispositivos de chão de fábrica, dentre os quais sensores, câmeras, medidores de nível e outros equipamentos de automação, como robôs e atuadores. A conectividade entre estes equipamentos tem sido tradicionalmente realizada através de protocolos de alta confiabilidade mas limitados em termos de performance e ligação com redes de alto nível. Estas redes foram projetadas para suporte diferentes tipos e formatos de informação bem como condições adversas do ambiente (ruído, etc.).

Existem, contudo, várias desvantagens de se manter múltiplas redes baseadas em vários protocolos tradicionais.

Menor eficiência e produtividade: devido à natureza das tradicionais redes de controle não-Ethernet, é difícil compartilhar dados entre o chão de fábrica e as entidades de software de alto nível (como os ERPs), necessitando da figura de um gateway que age como elo de ligação entre as redes de fábrica e corporativa. Este gateway limita a implementação de programação em tempo real, monitorização e sistemas de manutenção.

Altos custos: os sistemas tradicionais usualmente utilizam sua própria arquitetura de transmissão na camada 1 (cabeamento e sinalização). Estas interfaces tendem a ter altos custos e poucos fornecedores.

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Alta complexidade e treinamento redundante: a maioria das organizações já possuem profissionais treinados para suportar suas redes corporativas

baseadas em Ethernet. Redes de controle baseadas em Ethernet podem utilizar esta experiência, concentrando esforços em uma rede única, reduzindo

o nível de complexidade criado por plataformas múltiplas.

Limitações de endereçamento e largura da banda: a largura de banda compartilhada disponível hoje para uma boa parte das redes tradicionais de controle é normalmente medida em Kbps, tendo as implementações mais rápidas compartilhando 12 Mbps entre múltiplos nodos. Esta largura de banda limita o potencial de transmitir dados em tempo real e torna virtualmente impossível incorporar dispositivos (como câmeras digitais) que demandam mais performance. Mesmo se maior largura de banda estiver disponível, não existe ligação ou estrutura que possa associar um dado dispositivo a um esquema de endereçamento IP, o que limita o tráfego de monitorização dentro da própria rede.

o tráfego de monitorização dentro da própria rede. O início da EtherNet Figura: Exemplo de rede

O início da EtherNet

Figura: Exemplo de rede EtherNet

A Ethernet, foi inicialmente concebida por Bob Metcalf do Centro de Pesquisas Xerox (Palo Alto Research Centre – PARC) quase 30 anos atrás. Entretanto ela tem sua raiz vinculada a um pioneiro – Norman Abramson da Universidade do Havaí – em 1967.

Abramson teve a tarefa de fazer com que o mainframe da universidade falasse

com alguns terminais externos que estavam localizados em algumas outras ilhas do Havaí. Passar um cabo físico para os terminais estava fora de questão

e então Abramson pensou em usar rádio. Entretanto, devido as freqüências

que ele estava forçado a usar, ele não tinha freqüências diferentes suficientes para todos os terminais que ele precisava atingir – então alguns terminais precisariam compartilhar. Entretanto, o problema com um rádio de freqüências normal compartilhado é que interferências ocorrem e então Abramson percebeu que precisaria achar uma forma de regular a transmissão dos dados.

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Abramson então teve a idéia de usar apenas duas freqüências para toda a comunicação, e estabelecer regras que ditariam quando e qual terminal ou o mainframe enviaria dados. Para transmissões de saída do mainframe uma freqüência seria usada e para transmissões de entrada dos terminais uma outra freqüência seria usada. Então Abramson desenvolveu um sistema de endereços e re-envio (reply) para a comunicação.

O mainframe enviaria uma mensagem com seu endereço configurado para um

terminal. Embora todos os terminais pudessem receber a mensagem, somente

o que estava endereçado poderia na verdade usar a informação para

processamento futuro. Os outros iriam apenas descartá-la. Depois do recebimento da mensagem, o terminal checaria então se nenhum outro terminal estaria usando a freqüência. Então ele transmitiria um “recibo”para a mensagem que normalmente só seria recebido pelo mainframe e pelos terminais mais próximos. Isso funcionava em ambas as direções, por exemplo, para mensagens enviadas pelo mainframe e para mensagens enviadas pelos terminais.

Mas o que aconteceria se dois ou mais terminais transmitissem mensagens ao mesmo tempo? Bem, alguma interferência, ou uma colisão, poderia ocorrer e o mainframe poderia não receber a mensagem e poderia não enviar a confirmação para os terminais. Os terminais tinham um período de timeout construído dentro deles, tipicamente de 200 a 1500 nanosegundos, que se eles não recebessem um re- envio (reply) dentro desse período, então eles enviariam a mensagem novamente. Havia também um limite máximo baseado no número de tentativas que o terminal poderia fazer antes de relatar um erro para o operador ou usuário. Esse processo ou método é conhecido como modelo CSMA/CD (ou Carrier Sense, Multiple Access, Collision Detect).

Alguns anos depois, quando Bob Metcalf estava ocupado conectando a última invenção da Xerox (uma impressora a laser) a uma de suas outras invenções (um PC) ele se decidiu contrariamente a passar um cabo de cada PC para a impressora a laser. Em vez disso, olhando para alguns novos desenvolvimentos em comunicação ele se voltou para o trabalho de Abramson

e,

um pouco de re-engenharia, foi capaz de transferir os dados mas por meio

de

um cabo coaxial e um pouco mais rápido. (A rede Aloha da universidade do

Havaí tinha uma banda de 4800 bps – Metcalf conseguiu a rede Ethernet no PARC com até 2,94 Mbps). Para aumentar a eficiência, embora seguisse o modelo CSMA/CD, ele fez pequenas alterações, de forma que não mais re- envios (replies) fossem enviados como uma forma de detecção de colisão. No lugar disso, como o sistema estava funcionando num cabo de cobre, Metcalf verificou a tensão corrente no cabo e quando essa tensão pulava para um offset pré-determinado, uma colisão havia ocorrido. Esse salto na tensão era facilmente detectado por todas as interfaces no cabo e o terminal que estava enviando a mensagem poderia então tentar novamente após um certo atraso, conhecido como tempo de backoff. A Ethernet havia nascido!

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A velocidade da Ethernet

Uma das principais vantagens da Ethernet sobre quase todos os outros tipos de rede é sua velocidade. Uma frase comum na indústria de comunicação e redes no momento é “fat pipes”. Isso se refere à banda de conexão entre dois dispositivos. Como mencionado acima, Ethernet no PARC rodava a 2,94Mbps. Quando a Microsoft introduziu o Windows Workgroups 3.11 em 1993, o cabo coaxial e os NICs (Network Interface Card) fornecidos no pacote rodavam a 10 Mbps. Atualmente, a maioria das redes de escritório roda a 100Mbps (Fast Ethernet). Entretanto, a velocidade real (ou “fat pipes”, verdadeiramente) é entre switches. Eles rodam a 1Gpbs. A IEEE, o órgão governamental para Ethernet, já anuncia os padrões para Ethernet 10 Gbps. Entretanto, o ponto principal é que a Ethernet é muito mais rápida que qualquer outra rede, seja essa baseada em escritório ou em fábrica.

Existe um corrente de defensores do determinismo, que alegam que as redes EtherNet não satisfazem este requerimento. Porém, considerando a alta velocidade demonstrada acima, os dados trafegam tão rapidamente, que qualquer atraso de tempo causado pela espera de um outro dispositivo finalizar sua transmissão é quase desprezível.

finalizar sua transmissão é quase desprezível. Por que Ethernet Industrial? Figura: a evolução da

Por que Ethernet Industrial?

Figura: a evolução da velocidade da Ethernet

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Ethernet Industrial oferece uma solução robusta que diminui custos, aumenta a produtividade e simplifica o sistema. Ela é baseada em um padrão de comunicação de dados barato e utilizado universalmente.

Ethernet tem sido ultimamente considerada como uma alternativa para a transmissão de dados nas plantas fabris. Sua aceitação, contudo, cresceu dramaticamente nos últimos anos graças à necessidade de alta confiabilidade. Por exemplo, consórcios como o “Open DeviceNet Vendor Association” estão incluindo detalhes dos sistemas de cabeamento baseados em Ethernet em sua especificação.

Enquanto aquelas redes orientadas a dados, utilizadas nos escritórios, foram projetadas para maximizar a largura de banda, as redes de controle de dispositivos foram otimizadas para obter uma grande performance determinística com baixa latência. No início da vida da Ethernet, as implementações orientadas a colisão fizeram os níveis de determinismo inaceitáveis para as plantas fabris.

Atualmente, as instalações Ethernet (100 Mbps, “full duplex” em uma rede “chaveada”) demonstram baixa latência medida em microsegundos, o que significa uma ordem de magnitude muitas vezes melhor que a maioria dos

requerimentos de confiabilidade das plantas fabris. Portanto, é difícil justificar uma estrutura múltipla de rede, já que as implementações Ethernet satisfazem

e excedem a performance, a confiabilidade, a recuperação e o determinismo exigidos pelo chão de fábrica.

As vantagens da Ethernet Industrial

A tecnologia Ethernet é perfeitamente aplicável aos desafios que os fabricantes

enfrentam hoje e aos que virão no futuro. Ethernet industrial é capaz de unir as várias redes existentes na empresa (administrativa, controle e automação) em um único sistema.

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Ethernet Industrial Figura: a Ethernet se move para o chão de fábrica Com uma rede mais

Figura: a Ethernet se move para o chão de fábrica

Com uma rede mais integrada, as informações críticas para o negócio podem fluir livremente e em tempo real através da empresa. Como conseqüência, empresas experimentam grandes ganhos na colaboração, eficiência e qualidade de trabalho, tendo ainda a possibilidade de compartilhar informação entre os processos de chão de fábrica com outros parceiros de negócio, tornando o negócio em “e-business”.

Com uma rede Ethernet suportando o esquema de endereçamento IP, uma empresa passa a ter a habilidade de colaborar eletronicamente com fornecedores, clientes e contratados. Os parceiros podem se beneficiar de um melhor acesso a informações como posição de pedidos e datas de entrega, os quais eles podem acessar em tempo real a partir das próprias estações de trabalho.

Custos reduzidos

Uma interface padrão Ethernet traz para o chão de fábrica a economia em escala desfrutada por centenas de milhões de usuários Ethernet, diminuindo custos e incrementando o número de potenciais fabricantes e vendedores de equipamentos para uma aplicação da indústria.

Em alguns cenários, a redução de custos pode alcançar uma magnitude tremenda.

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Maior banda e funcionalidade geral

Ethernet disponibiliza uma banda compartilhada que atende com folga as necessidades das redes atualmente. Tipicamente, alcança-se de 10 a 1000 Mbps utilizando tecnologias de chaveamento (“switch”) que podem garantir uma performance adequada para todos os equipamentos conectados à rede. Esta capacidade permite as redes a suportar quantidades substanciais de informação. Uma rede Ethernet, por exemplo, permite transmitir informações de controle detalhadas, em tempo real, do chão de fábrica para o sistema ERP. Com largura de banda suficiente, aplicações adicionais podem ser adicionadas à rede, incluindo a transmissão simultânea de dados, voz e imagem.

Estrutura de rede simplificada

Uma rede única elimina a necessidade de implementar, suportar e manter três ou mais sistemas separados, reduzindo os custos gerais de rede e melhorando o acesso à informação.

Fabricantes não precisam mais enfrentam altos custos e funcionalidades limitadas para manter várias redes. Ethernet industrial tem o potencial de oferecer uma única rede, de alta qualidade e performance para toda a empresa, reduzindo dramaticamente custos e elevando as funcionalidades dentro da empresa.

Os requerimentos de um equipamento industrial

Em um ambiente industrial automatizado, os equipamentos estão conectados em rede e executam um papel importante dentro do contexto de toda a planta. Isto é bem diferente da grande maioria das aplicações de escritório, onde falhas no equipamento Ethernet apenas significaria que poucos PCs não poderiam enviar e-mails durante alguns minutos. Na aplicação industrial, quando um equipamento perde sua conexão com a rede, os resultados poderiam ser uma grande perda financeira.

Ao escolher equipamentos Ethernet para satisfazer os requerimentos das aplicações industriais e para garantir que toda a planta continuará operando sem percalços, alguns pontos devem estar em mente:

alta confiabilidade é essencial para aplicações industriais;

capacidade de rápida recuperação e segurança ajuda a garantir a operação contínua;

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relatórios dinâmicos de “status”, que dão o “status” dos equipamentos podem prevenir danos e perdas ao sistema;

funções-chave de gerenciamento na implementação das redes industriais Ethernet.

Alta confiabilidade é essencial para aplicações industriais

Uma nova indústria tem surgido para fornecer produtos Ethernet que satisfaçam os requerimentos das aplicações industriais. Para garantir a confiabilidade essencial que este tipo de aplicação demanda, os usuários destas soluções deveriam demandar produtos da linha “Ethernet Industrial” com as seguintes características:

fontes de energia redundantes para evitar único ponto de falha;

topologia de rede em anel para proporcionar caminhos alternativos;

produtos construídos com componentes de melhor qualidade e maior confiabilidade, garantindo um maior “MTBF” (tempo médio entre falhas);

habilidade de suportar condições extremas de temperatura, como de - 40ºC até +75ºC;

produtos projetados com gabinetes resistentes à ação de substâncias do ambiente;

produtos em conformidade com padrões estabelecidos (CE, FCC, UL, etc.) e projetados para suportar condições de choque, queda e vibração.

Capacidade de rápida recuperação e segurança ajuda a garantir a operação contínua

A lista acima somente dá os requerimentos básicos das aplicações industriais. Ao considerar comunicação industrial, confiabilidade significa mais que gabinetes resistentes ou boa tolerância a temperaturas extremas, mas também envolve mais funcionalidades de recuperação de falhas. No escritório, uma falha na rede de 3 minutos pode facilmente ser tratada como uma pequena inconveniência, mas em um ambiente industrial, a mesma falha poderia causar grande perda em dinheiro. Considerando isto, as funções de auto-recuperação listadas abaixo podem ser significativas na operação contínua da rede.

monitorização de auto-recuperação para evitar interrupções aleatórias dos serviços;

rápida recuperação em caso de mudança do ponto de conexão dos dispositivos, de forma que a comunicação seja mantida evitando-se intervalos de inatividade.

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Ethernet Industrial Figura: Exemplo de Auto-recuperação Outra importante consideração é que, quando equipamentos de

Figura: Exemplo de Auto-recuperação

Outra importante consideração é que, quando equipamentos de “Ethernet Industrial” são utilizados como parte de um sistema de automação, em muitas situações eles são utilizados para conectar dispositivos. E considerando que os sistemas de automação incorporam dispositivos sensíveis, que precisam estar protegidos contra acesso não autorizado, é muito importante ter algum tipo de sistema de autenticação para restringir o acesso apenas aos usuários autorizados.

para restri ngir o acesso apenas aos usuários autorizados. Figura: Emprego de Sistemas de Au tenticação

Figura: Emprego de Sistemas de Autenticação para controlar acesso

Relatórios dinâmicos de “status”, que dão o “status” dos equipamentos podem prevenir danos e perdas ao sistema

Equipamentos “Ethernet Industrial” adequados precisam se responsabilizar em viabilizar mecanismos de mensagens de alerta de tempo real. Mesmo fora das cabines de comando, os engenheiros de processo precisam ser informados sobre a condição (“status”) dos dispositivos de automação, principalmente nas condições de falha, onde a comunicação deve ser imediata. As mensagens de alerta precisam ser disparadas por eventos. As seguintes características são requeridas para um equipamento “Ethernet Industrial” adequado:

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Ser capaz de enviar mensagens de alerta (por exemplo, por e-mail) quando uma exceção (falha) é detectada

por e-mail) quando uma exceção (falha) é detectada • Possuir sinalizadores (exemplo, sa ídas digitais) para

Possuir sinalizadores (exemplo, saídas digitais) para alertar os engenheiros que estão trabalhando no equipamento

os engenheiros que estão tr abalhando no equipamento Funções-chave de gerenciamento na implementação das

Funções-chave de gerenciamento na implementação das redes industriais Ethernet

Identificação da integridade dos segmentos de rede através da utilização do comando “ping”;

Análises do comportamento da rede a partir de localizações remotas;

Atribuição de endereços IP aos equipamentos conectados;

Atribuição de espelhamento de portas para a melhor monitorização online;

Suporte ao protocolo SNMP para facilitar as análises de rede;

Suporte ao “OPC Server” para facilitar a integração com o sistema de automação.

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Ethernet Industrial Hadailton de Sousa Carvalho Soraia Teixeira Kemil Página 15/17

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Conclusão

A migração dos ambientes industriais para a tecnologia Ethernet tem crescido rapidamente à medida que as empresas reconhecem os muitos benefícios que a Ethernet Industrial pode dar. De acordo com um estudo da ARC Advisory Group, o mercado para os dispositivos Ethernet Industrial cresceram a taxas anuais maiores que 50%, de 2001 a 2003.

As razões do sucesso da Ethernet Industrial são claras. A tecnologia permite aos fabricantes padronizar e consolidar suas diferentes arquiteturas de redes industriais, utilizando produtos oferecidos por uma variedade de fabricantes. Como a Ethernet Industrial é uma tecnologia baseada em padrões, ela permite as empresas a tirar vantagem da economia de escala, enquanto sustenta a flexibilidade necessária para suportar seus específicos requerimentos de chão de fábrica.

Como a Ethernet Industrial utiliza facilidades inteligentes de rede, encontradas nos ambientes corporativos, as organizações podem gozar de um controle muito maior sobre seu equipamento conectado à rede.

Uma rede Ethernet Industrial bem implementada pode fazer muito mais que simplesmente emular as funções de uma rede industrial tradicional. Através dela, as empresas podem conectar suas redes corporativas de dados ao chão de fábrica para fazer a operação geral mais eficiente. E, permitindo aos fabricantes inovar e manter a compatibilidade com as redes Ethernet existentes, torna-se possível criar uma grande variedade de aplicações para suportar as necessidades de negócio hoje e no futuro.

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Referência

BRENES, Manrique. Industrial Ethernet gaining factory floor strength. Disponível em:

<http://www.isa.org/Content/ContentGroups/World_Bus_Journal/September_20

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SITE CISCO. White Paper “Industrial Ethernet: A Control Engineer’s Guide”. Disponível em: <

http://www.cisco.com/application/pdf/en/us/guest/products/ps628/c1244/cdccont

_0900aecd8013313e.pdf>. Acessado em: jul. 2005.