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An·lise das DemonstraÁıes Financeiras

Um mÈtodo revolucion·rio para as empresas saÌrem do marasmo em que se encontram.

A metodologia e o material contido nesta apostila foram desenvolvidos e criados pela £gil Consultoria. Todos os direitos autorais s„o de propriedade da empresa.

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Prof. Adriano Gomes

An·lise das DemonstraÁıes Financeiras

ÕNDICE GERAL

 

INTRODU« O

2

1

DEMONSTRA«’ES FINANCEIRAS

3

1.1

O Que Mostram as DemonstraÁıes Financeiras

3

1.2

BalanÁo Patrimonial

3

1.3

DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio

7

1.4

DemonstraÁ„o das MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido

9

1.5

DemonstraÁ„o das Origens e AplicaÁıes de Recursos ñ DOAR

11

2

AN£LISE ATRAV…S DE ÕNDICES

13

2.1

O Papel dos Õndices de BalanÁo

13

2.1.1

Quantos Õndices s„o Necess·rios Para uma Boa An·lise?

13

2.1.2

Aspactos da Empresa Revelados Pelos Õndices

13

2.1.3

Principais Õndices

14

2.2

DescriÁ„o Detalhada dos Õndices

15

2.2.1

Estrutura de Capitais

15

2.2.1.1

ParticipaÁ„o de Capitais de Terceiros

15

2.2.1.2

ComposiÁ„o do Endividamento

15

2.2.1.3

ImobilizaÁ„o do PatrimÙnio LÌquido

16

2.2.1.4

ImobilizaÁ„o dos Recursos n„o Correntes

16

2.2.2

Liquidez

17

2.2.2.1

Liquidez Geral

17

2.2.2.2

Liquidez Corrente

17

2.2.2.3

Liquidez Seca

18

2.2.3

Rentabilidadde

19

2.2.3.1

Giro do Ativo

19

2.2.3.2

Margem LÌquida

19

2.2.3.3

Rentabilidade do Ativo

20

2.2.3.4

Rentabilidade do PatrimÙnio LÌquido

20

3

PREVIS O DE FAL NCIA

28

3.1

An·lise Discriminante

28

CONCLUS O

38

BIBLIOGRAFIA

39

An·lise das DemonstraÁıes Financeiras

INTRODU« O

O objetivo deste trabalho acadÍmico È mostrar que a An·lise das DemonstraÁıes È um importante instrumento que os administradores devem utilizar, visando otimizar os resultados e criar novas situaÁıes para a empresa.

No

capÌtulo

1

s„o

apresentados

DemonstraÁıes Cont·beis.

os

conceitos

b·sicos

e

os

tipos

de

No capitulo 2 s„o apresentados os Ìndices de Estrutura de Capitais, de Liquidez e Rentabilidade, de maneira detalhada.

No capitulo 3 s„o abordados os Õndices de Previs„o de FalÍncia, pelo mÈtodo de An·lise Discriminante, onde foram detalhados seis mÈtodos.

Finalizando, destacamos que nos capÌtulos 2 e 3, os Ìndices tambÈm foram abordados com um caso pr·tico, para melhor compreens„o dos Ìndices aqui analisados.

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1 DEMONSTRA«’ES FINANCEIRAS

1.1 O QUE MOSTRAM AS DEMONSTRA«’ES FINANCEIRAS

A Lei das Sociedades por AÁıes (Lei n 6.404) determina a estrutura b·sica das

quatro demonstraÁıes financeiras.

A legislaÁ„o fiscal tornou essas determinaÁıes obrigatÛrias tambÈm para os demais

tipos de sociedades. Por essa raz„o, todas as empresas, no Brasil, divulgam suas

demonstraÁıes financeiras sob a forma prevista na Lei das S.A.

Essa lei trouxe consider·veis aperfeiÁoamentos cont·beis em relaÁ„o ‡s pr·ticas anteriormente vigentes e tornou-se um marco na histÛria da Contabilidade no Brasil, apesar de ainda n„o incorporar todos os aperfeiÁoamentos que seriam possÌveis.

Para efeito de An·lise de BalanÁos, a Lei das S.A. representou not·vel avanÁo. O conte˙do e a forma de apresentaÁ„o das demonstraÁıes financeiras atendem perfeitamente ‡s necessidades da An·lise de BalanÁos.

1.2 BALAN«O PATRIMONIAL

… a demonstraÁ„o que apresenta todos os bens e direitos da empresa ñ Ativo -, assim como as obrigaÁıes ñ Passivo ExigÌvel ñ em determinada data. A diferenÁa È chamada PatrimÙnio LÌquido e representa o capital investido pelos propriet·rios da empresa, quer atravÈs de recursos trazidos de for a da empresa, quer gerados por esta em suas operaÁıes e retidos internamente.

Robert N. Anthony * conceituado autor americano, afirma que o balanÁo mostra :

1.

As fontes de onde provieram os recursos utilizados para a empresa operar ñ Passivo e PatrimÙnio LÌquido ñ e;

* ANTHONY, Rober Newton. Contabilidade gerencial; introduÁ„o ‡ Contabilidade. S„o Paulo, Atlas, 1981

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2. Os bens e direitos em que esses recursos se acham investidos.

Essa definiÁ„o pıe em evidÍncia os termos fontes e investimentos de recursos, o que È altamente desej·vel do ‚ngulo da An·lise de BalanÁos, visto que analisar balanÁos È, em grande parte, avaliar a adequaÁ„o entre as diversas fontes e os investimentos efetuados.

… interessante notar que o Ativo mostra o que existe concretamente na empresa. Todos os bens e direitos podem ser comprovados por documentos, tocados ou vistos. As ˙nicas exceÁıes s„o as despesas antecipadas e as diferidas, as quais representam investimentos que beneficiar„o exercÌcios seguintes e, por isso, se acham no balanÁo (È algo que aumenta o valor da empresa sem ter um valor objetivo ou de mercado). O Passivo ExigÌvel e o PatrimÙnio LÌquido mostram a origem dos recursos que se acham investidos no Ativo. Especificamente, o PatrimÙnio LÌquido n„o representa nada de concreto. Quando a empresa È constituÌda, os sÛcios entregam-lhe determinado Capital representado por dinheiro ou bens. Nesse momento, a empresa possui apenas esses bens e o numer·rio que recebeu dos sÛcios. O Capital mostra apenas a origem desses bens e dinheiro. … apenas um elemento informativo e n„o algo de concreto.

Em conformidade com a Lei n 6.404/76, o BalanÁo Patrimonial deve conter os seguintes grupos de contas :

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ATIVO

ATIVO CIRCULANTE

Disponibilidades

Direitos realiz·veis no curso do exercÌcio social seguinte

AplicaÁıes de recursos em despesas do exercÌcio seguinte

ATIVO REALIZ£VEL A LONGO PRAZO

Direitos realiz·veis apÛs o tÈrmino do exercÌcio seguinte

Direitos derivados de adiantamentos ou emprÈstimos a sociedades coligadas ou controladas, diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que n„o constituÌrem negÛcios usuais na exploraÁ„o do objeto da companhia

ATIVO PERMANENTE

Investimentos

ParticipaÁıes permanentes em outras sociedades e direitos de qualquer natureza, n„o classific·veis no Ativo Circulante, ou Realiz·vel a Longo Prazo que n„o se destinem ‡ manutenÁ„o da atividade da companhia ou empresa

Imobilizado

Direitos que tenham por objeto bens destinados ‡ manutenÁ„o das atividades da companhia ou empresa, ou exercidos com esta finalidade, inclusive os de propriedade comercial ou industrial

Diferido

AplicaÁıes de recursos em despesas que contribuir„o para a formaÁ„o do resultado de mais um exercÌcio social, inclusive juros pagos ou creditados aos acionistas durante o perÌodo que anteceder o inÌcio das operaÁıes sociais

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PASSIVO

PASSIVO CIRCULANTE

ObrigaÁıes da companhia, inclusive financiamentos para a aquisiÁ„o de direitos do Ativo Permanente quando vencerem no exercÌcio seguinte

PASSIVO EXIGÕVEL A LONGO PRAZO

ObrigaÁıes vencÌveis em prazo maior do que o exercÌcio seguinte

RESULTADO DE EXERCÕCIOS FUTUROS

Receitas de exercÌcios futuros diminuÌdas dos custos e despesas correspondentes

PATRIM‘NIO LÕQUIDO

Capital Social

Montante do capital subscrito e, por deduÁ„o, parcela n„o realizada

Reservas de Capital

£gio na emiss„o de aÁıes ou convers„o de debÍntures e partes benefici·rias

Produto da alienaÁ„o de partes benefici·rias e bÙnus de subscriÁ„o

PrÍmios

recebidos

na

emiss„o

de

debÍntures,

doaÁıes

e

subvenÁıes

investimentos

para

CorreÁ„o monet·ria do capital realizado, enquanto n„o capitalizada

Reservas de ReavaliaÁıes

Contrapartida do aumento de elementos do Ativo em virtude de novas avaliaÁıes, documentadas por laudo tÈcnico.

Reservas de Lucros

Contas constituÌdas a partir de lucros gerados pela companhia

Lucros ou PrejuÌzos Acumulados

Lucros gerados pela companhia, que ainda n„o receberam destinaÁ„o especÌfica

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1.3 DEMONSTRA« O DO RESULTADO DO EXERCÕCIO

Trata-se de uma demonstraÁ„o dos aumentos e reduÁıes causados no PatrimÙnio LÌquido pelas operaÁıes da empresa. As receitas representam normalmente aumento do Ativo, atravÈs do ingresso de novos elementos, como duplicatas a receber ou dinheiro proveniente das transaÁıes. Aumentando o Ativo, aumenta o PatrimÙnio LÌquido. As despesas representam reduÁ„o do PatrimÙnio LÌquido, atravÈs da reduÁ„o do Ativo ou aumento do Passivo ExigÌvel.

Enfim, todas as receitas e despesas se acham compreendidas na DemonstraÁ„o do Resultado, segundo uma forma de apresentaÁ„o que as ordena de acordo com a sua natureza; fornecendo informaÁıes significativas sobre a empresa.

A DemonstraÁ„o do Resultado È, pois, o resumo do movimento de certas entradas e

saÌdas no balanÁo, entre duas datas.

A DemonstraÁ„o do Resultado retrata apenas o fluxo econÙmico e n„o o fluxo de

dinheiro. Para a DemonstraÁ„o do Resultado n„o importa se uma receita ou despesa tem

reflexos em dinheiro, basta apenas que afete o PatrimÙnio LÌquido.

Segundo a Lei n. 6.404/76, a DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio discriminar· os seguintes elementos :

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DEMONSTRA« O DO RESULTADO DO EXERCÕCIO

Receita Bruta de Vendas e ServiÁos (-) DevoluÁıes (-) Abatimentos (-) Impostos

(=) Receita LÌquida das Vendas e ServiÁos

(-) Custo das Mercadorias e ServiÁos Vendidos

(=) Lucro Bruto (-) Despesas com Vendas (-) Despesas Financeiras (deduzidas das Receitas Financeiras) (-) Despesas Gerais e Administrativas (-) Outras Despesas Operacionais (+) Outras Receitas Operacionais

(=) Lucro ou PrejuÌzo Operacional (+) Receitas n„o Operacionais (-) Despesas n„o Operacionais (+) Saldo da CorreÁ„o Monet·ria

(=) Resultado do ExercÌcio antes do Imposto de Renda (-) Provis„o para o Imposto de Renda (-) ParticipaÁıes de DebÍntures (-) ParticipaÁ„o dos Empregados (-) ParticipaÁ„o dos Administradores e Partes Benefici·rias (-) ContribuiÁıes p/ InstituiÁıes, Fundo de Assist. ou PrevidÍncia de Empregados

(=) Lucro ou PrejuÌzo LÌquido do ExercÌcio (=) Lucro ou PrejuÌzo por AÁ„o

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1.4 DEMONSTRA« O DAS MUTA«’ES DO PATRIM‘NIO LÕQUIDO

A DemonstraÁ„o das MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido apresenta as variaÁıes de todas

as contas do PatrimÙnio LÌquido ocorridas entre dois balanÁos, independentemente da origem da variaÁ„o, seja ela proveniente da correÁ„o monet·ria, de aumento de capital, de reavaliaÁ„o de elementos do ativo, de lucro ou de simples transferÍncia entre contas, dentro do prÛprio PatrimÙnio LÌquido.

Enquanto a DemonstraÁ„o do Resultado evidencia como se chegou ao total do aumento ou diminuiÁ„o do PatrimÙnio LÌquido em decorrÍncia de transaÁıes efetuadas pela empresa, expurgando o inchaÁo causado pela inflaÁ„o, a DemonstraÁ„o das MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido mostra toda e qualquer variaÁ„o em qualquer conta.

A DemonstraÁ„o das MutaÁıes do PatrimÙnio LÌquido n„o costuma ser analisada no

sentido tradicional em que o s„o o BalanÁo e a DemonstraÁ„o do Resultado do ExercÌcio.

da

representado na p·gina seguinte.

O

conte˙do

b·sico

DemonstraÁ„o

das

MutaÁıes

do

PatrimÙnio

LÌquido

È

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1.5 DEMONSTRA« O DAS ORIGENS E APLICA«’ES DE RECURSOS - DOAR

A DemonstraÁ„o das Origens e AplicaÁıes de Recursos mostra as novas origens e aplicaÁıes verificadas durante o exercÌcio, ocorridas nos itens n„o Circulantes do BalanÁo, ou seja, no ExigÌvel a Longo Prazo, PatrimÙnio LÌquido, Ativo Permanente e Realiz·vel a Longo Prazo.

A diferenÁa entre as novas origens n„o circulantes e as novas aplicaÁıes n„o circulantes ser· igual ao Capital Circulante LÌquido. Dessa maneira, a DOAR È uma demonstraÁ„o que evidencia a variaÁ„o do Capital Circulante LÌquido.

AtravÈs da DOAR È possÌvel conhecer como fluÌram os recursos ao longo de um exercÌcio: quais foram os recursos obtidos, qual a participaÁ„o das transaÁıes comerciais no total de recursos gerados, como foram aplicados os novos recursos etc. Enfim, a DOAR visa permitir a an·lise do aspecto financeiro da empresa, tanto no que diz respeito ao movimento de investimentos e financiamentos quanto relativamente ‡ administraÁ„o da empresa sob ‚ngulo de obter e aplicar compativelmente os recursos.

Apresenta-se a seguir o modelo b·sico da DOAR.

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2. AN£LISE ATRAV…S DE ÕNDICES

2.1 O PAPEL DOS ÕNDICES DE BALAN«O

Os

Ìndices

constituem

a

tÈcnica

de

an·lise

mais

empregada,

sua caracterÌstica

fundamental È fornecer uma vis„o ampla da situaÁ„o econÙmica ou financeira da empresa.

ì Um Ìndice È como uma vela acesa num quadro escuroî 1

2.1.1 QUANTOS ÕNDICES S O NECESS£RIOS PARA UMA BOA AN£LISE?

O importante n„o È o c·lculo de grande n˙mero de Ìndices, mas de um conjunto de

Ìndices que permita conhecer a situaÁ„o da empresa, segundo o grau de profundidade desejada

da an·lise.

ì

profundidade que se deseja da an·lise.î 2

, a quantidade de Ìndices que deve ser utilizada na an·lise depende exclusivamente da

2.1.2 ASPECTOS DA EMPRESA REVELADOS PELO ÕNDICE

PRINCIPAIS ASPECTOS REVELADOS PELOS ÕNDICES FINANCEIROS

ESTRUTURA

SituaÁ„o Financeira

LIQUIDEZ

RENTABILIDADE

SituaÁ„o EconÙmica

1 Dante C. Matarazzo ñ An·lise Financeira de BalanÁos Vol. 1, Pg. 96 2 Dante C. Matarazzo ñ An·lise Financeira de BalanÁos Vol. 1, Pg. 97

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2.2 DESCRI« O DETALHADA DOS ÕNDICES

2.2.1 ESTRUTURA DE CAPITAIS

Os Ìndices desse grupo mostram as grandes linhas de decisıes financeiras, em termos de obtenÁ„o e aplicaÁ„o de recursos.

2.2.1.1 ParticipaÁ„o de Capitais de Terceiros: CT PL Capitais de Terceiros FÛrmula: X 100 PatrimÙnio
2.2.1.1
ParticipaÁ„o de Capitais de Terceiros:
CT
PL
Capitais de Terceiros
FÛrmula:
X 100
PatrimÙnio LÌquido
• Indica: quanto a empresa tomou de capitais de terceiros para cada R$ 100 de capital
prÛprio investido.
• InterpretaÁ„o: quanto menor, melhor.
• Obs.: o Ìndice de ParticipaÁ„o de Capitais de Terceiros relaciona, portanto, as duas
grandes fontes de recursos da empresa, ou seja, Capitais PrÛprios e Capitais de Terceiros.
TambÈm pode ser chamado de Ìndice de Grau de Endividamento.
2.2.1.2
ComposiÁ„o do Endividamento:
PC
CT
Passivo Circulante
FÛrmula:
X 100
Capitais de Terceiros

Indica: qual o percentual de obrigaÁıes de curto prazo em relaÁ„o ‡s obrigaÁıes totais.

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InterpretaÁ„o: quanto menor, melhor.

Obs.: este Ìndice indica qual e a composiÁ„o da dÌvida, j· que, uma coisa È ter dÌvidas de curto prazo que precisam ser pagas com recursos gerados a curto prazo, e outra, È ter dÌvidas de longo prazo, onde se dispıe de tempo para se gerar recursos.

2.2.1.3

ImobilizaÁ„o do PatrimÙnio LÌquido:

AP

 

PL

FÛrmula:

Ativo Permanente

X 100

PatrimÙnio Liquido

Indica: quantos reais a empresa aplicou no Ativo Permanente para cada R$ 100 de PatrimÙnio Liquido.

InterpretaÁ„o: quanto menor, melhor.

Obs.: as aplicaÁıes dos recursos do PatrimÙnio Liquido s„o mutuamente exclusivas do Ativo Permanente e do Ativo Circulante. Quanto mais a empresa investir no Ativo Permanente, menos recursos prÛprios sobrar„o para o Ativo Circulante e, em conseq¸Íncia , maior ser· a dependÍncia a capitais de terceiros para o financiamento do Ativo Circulante.

2.2.1.4 ImobilizaÁ„o dos Recursos n„o Correntes:

AP

PL + ELP

FÛrmula:

Ativo Permanente

X

100

PatrimÙnio Liquido + ExigÌvel a Longo Prazo

Indica: que percentual de recursos n„o correntes a empresa aplicou no Ativo Permanente.

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InterpretaÁ„o: quanto menor, melhor.

Obs.: este Ìndice n„o deve em regra ser superior a 100%.

2.2.2

LIQUIDEZ

Os Ìndices desse grupo mostram a base da situaÁ„o financeira da empresa. S„o Ìndices que, a partir do confronto dos Ativos Circulantes com as DÌvidas, procuram medir qu„o sÛlida È a base financeira da empresa.

2.2.2.1 Liquidez Geral:

AC + RLP

PC

+ ELP

FÛrmula:

Ativo Circulante + Realiz·vel a Longo Prazo

Passivo Circulante + ExigÌvel a Longo Prazo

Indica: quanto a empresa possui no Ativo Circulante e Realiz·vel a Longo Prazo para cada R$ 1,00 de dÌvida total.

InterpretaÁ„o: quanto maior, melhor.

Obs.: o Ìndice de Liquidez Geral indica se a empresa tem condiÁıes de pagar suas dÌvidas totais, mesmo aquelas de longo prazo, com os recursos que possui no seu Ativo Circulante.

2.2.2.2

Liquidez Corrente:

AC

 

PC

FÛrmula:

Ativo Circulante

Passivo Circulante

An·lise das DemonstraÁıes Financeiras

Indica: quanto a empresa possui no Ativo Circulante para cada R$ 1,00 de Passivo Circulante.

InterpretaÁ„o: quanto maio, melhor.

Obs.: o Ìndice de Liquidez Corrente indica se o Ativo Circulante È suficiente para cobrir as dÌvidas de curto prazo.

2.2.2.3 Liquidez Seca:

D + DR + ODRCD

PC

FÛrmula:

DisponÌvel + Duplicatas a Receber + Outros Direitos de R·pida Conversibilidade em Dinheiro

Passivo Circulante

Indica: quanto a empresa possui de Ativo LÌquido para cada R$ 1,00 de passivo Circulante (dÌvidas a curto prazo).

InterpretaÁ„o: quanto maior, melhor.

Obs.: este Ìndice È um teste de forÁa aplicado ‡ empresa; visa medir o grau de excelÍncia da sua situaÁ„o financeira.

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2.2.3 RENTABILIDADE

Os Ìndices deste grupo mostram qual a rentabilidade dos capitais investidos, isto È, quanto rendem os investimentos e, portanto, qual o grau de Íxito econÙmico da empresa.

2.2.3.1 Giro do Ativo:

V

AT LL
AT
LL

Lucro LÌquido

Ativo MÈdio

X 100

FÛrmula: 1

Indica: quanto a empresa vendeu para cada R$ 1,00 de investimento total.

InterpretaÁ„o: quanto maior, melhor.

Obs.: esse Ìndice mede o volume de vendas da empresa em relaÁ„o ao capital total investido. N„o se pode dizer que uma empresa est· vendendo pouco ou muito olhando apenas para o valor absoluto de suas vendas.

2.2.3.2 Margem LÌquida:

V

FÛrmula:

Lucro LÌquido

X 100

Vendas LÌquidas

1 Ativo MÈdio = Ativo Inicial + Ativo Final

----------------------------------

2

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Indica: quanto a empresa obtÈm de lucro para cada R$ 100 vendidos.

InterpretaÁ„o: quanto maior, melhor.

Obs.: esse Ìndice mostra qual a margem de lucro que a empresa alcanÁa em relaÁ„o ao valor de suas vendas lÌquidas.

2.2.3.3 Rentabilidade do Ativo:

LL

AT Lucro LÌquido X 100 Ativo MÈdio LL
AT
Lucro LÌquido
X 100
Ativo MÈdio
LL

FÛrmula: 1

Indica: quanto a empresa obtÈm de lucro para cada R$ 100 de investimento total mÈdio. InterpretaÁ„o: quanto maior, melhor. Obs.: esse Ìndice mostra quanto a empresa obteve de lucro lÌquido em relaÁ„o ao Ativo, È a medida da capacidade de gerar lucro lÌquido e pode ser usado como medida de desempenho comparativo ano a ano.

2.2.3.4

Rentabilidade do PatrimÙnio LÌquido:

PL

FÛrmula: 2

Lucro LÌquido

X 100

PatrimÙnio LÌquido MÈdio

1 Ìdem ao da p·gina anterior.

2 PatrimÙnio LÌquido MÈdio = PatrimÙnio LÌquido Inicial Corrigido + PatrimÙnio LÌquido Final

-------------------------------------------------------------------------------

2

onde: PatrimÙnio LÌquido Inicial Corrigido = PatrimÙnio LÌquido Inicial x (1 + £ ) , sendo £ a taxa de inflaÁ„o

do perÌodo.

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Indica: quanto a empresa obteve de lucro para cada R$ 100 de Capital PrÛprio investido.

InterpretaÁ„o: quanto maior, melhor.

Obs.: o papel do Ìndice de rentabilidade do PatrimÙnio LÌquido È mostrar qual a taxa de rendimento do Capital PrÛprio. Essa taxa pode ser comparada com outros rendimentos alternativos do mercado, como: CDB, aÁıes, letras de cambio e com outras empresas; com isso se pode avaliar se a empresa oferece uma boa rentabilidade.

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CASO

PR£TICO

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3

PREVIS O DE FAL

NCIA

3.1

AN£LISE DISCRIMINANTE

A an·lise discriminante constituÌ-se numa poderosa tÈcnica estatÌstica capaz de dizer

se determinado elemento pertence a uma populaÁ„o X ou a uma populaÁ„o Y. Aplicado ‡ An·lise de BalanÁos, isto significa indicar se uma empresa pertence ‡ populaÁ„o de solventes ou ‡ populaÁ„o de insolventes.

O

mecanismo de an·lise discriminante pode ser assim resumido:

a) Escolhem-se dois grupos (populaÁ„o), como, por exemplo, empresas insol- ventes e empresas solventes

b) Coletam-se os dados (Ìndices) das empresas de cada grupo. A an·lise discri- minante busca encontrar uma funÁ„o matem·tica, baseada em v·rios Ìndices, que melhor discrime (separe) os dois grupos. Isto È, uma funÁ„o capaz de informar se uma empresa se enquadra no grupo das solventes ou das insolventes. Nessa funÁ„o, a vari·vel dependente È comparada a um n˙mero fixo ñ chamado ponto crÌtico ñ predeterminado pelo modelo. Se o valor da vari·vel dependente ficar acima do ponto crÌtico, a empresa estar· entre as solventes; se ficar abaixo, estar· entre as insolventes.

onde:

Y

= a1x1

+ a2x2

+

a3x3 +

a4x4

Y

= vari·vel dependente; reflete o total de pontos alcanÁado pela empresa.

a1 a2 a3 a4

x4

x1

x2

x3

.

.

.

= pesos: indicam a import‚ncia relativa de cada Ìndice.

= vari·veis independentes: s„o os Ìndices de balanÁo.

Essa funÁ„o pode ser testada quanto ‡ sua capacidade de discriminar (separar) eficazmente as empresas em insolventes e solventes. O prÛprio modelo matem·tico indica qual a margem de acertos e de erros da fÛrmula. AtravÈs dela tambÈm se pode testar se a

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31

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An·lise das DemonstraÁıes Financeiras

inclus„o de mais vari·veis independentes (mais Ìndices) melhora subtancialmente ou n„o o

seu poder de discriminar; assim , decide-se quantas vari·veis independentes devem ser

compreendidas na fÛrmula.

Em resumo, a an·lise discriminante aplicada ‡ An·lise de BalanÁos, atravÈs de Ìndices

financeiros, indica simultaneamente:

quais Ìndices utilizar;

que peso devem ter esses Ìndices;

qual o poder de discriminaÁ„o da funÁ„o, ou seja, qual a probabilidade de acertos

nas previsıes de insolvÍncia do modelo.

Diversos estudiosos efetuaram, no Brasil, testes estatÌsticos sobre a previs„o de

insolvÍncia com base na an·lise discriminante. Os diversos trabalhos e respectivas fÛrmulas

s„o:

KANITZ:

onde:

FI

= 0,05x1 +

1,65x2 + 3,55x3 - 1,06x4 - 0,33x6

FI =

Fator de InsolvÍncia = total de pontos obtidos

x1

=

Lucro LÌquido/PatrimÙnio LÌquido

x2

=

Ativo Circulante + Realiz·vel a Longo Prazo/ExigÌvel Total

x3

=

Ativo Circulante - Estoques/Passivos Circulante

x4

=

Ativo Circulante/Passivo Circulante

x5

=

ExigÌvel Total/PatrimÙnio LÌquido

Segundo esse modelo, a empresa estar· insolvente se FI for inferior a ñ3; a sua

classificaÁ„o estar· indefinida entre ñ3 e 0 e acima de 0 estar· na faixa de solvÍncia. (Nesse

modelo h· uma regi„o crÌtica, em vez de um ponto crÌtico).

ALTMAN (dois modelos):

Z1

=

- 1,44

+

4,03x2

+ 2,25x3 + 0,14x4 + 0,42x5

Z2

=

- 1,84 - 0,51x1

+ 6,32x3 + 0,71x4 + 0,52x5

onde:

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Z1 ou Z2 = Total de pontos obtidos

x1

=

Ativo Circulante - Passivo Circulante/Ativo Total

x2

=

Reservas e Lucros Suspensos/Ativo Total Lucro LÌquido + Despesas Financeiras + Imposto de Renda

x3

=

Ativo Total

x4

=

PatrimÙnio LÌquido/ExigÌvel Total

x5

=

Vendas/Ativo Total

Nesses modelos, o ponto crÌtico È o 0 (zero).

ELIZABETSKY:

onde:

Z

=

1,93x32 - 0.20x33 + 1,02x35 + 1,33x36 - 1,12x37

Z

=

Total dos pontos obtidos

x32

= Lucro LÌquido/Vendas

x33

= DisponÌvel/Ativo Permanente

x35

= Contas a Receber/Ativo Total

x36

= Estoques/Ativo Total

x37

= Passivo Circulante/Ativo Total

Segundo esse modelo, o ponto crÌtico È 0,5. Acima desse valor a

solvente; abaixo, insolvente.

MATIAS:

empresa estar·

 

Z

=

23,792x1 - 8,26x2 - 8,868x3 - 0,764x4 - 0,535x5 + 9,912x6

onde:

 

Z

=

Total dos pontos obtidos

x1

=

PatrimÙnio LÌquido/Ativo Total

x2

=

Financiamento e EmprÈstimos Banc·rios/Ativo Circulante

x3

=

Fornecedores/Ativo Total

x4

=

Ativo Circulante/Passivo Circulante

x5

=

Lucro Operacional/Lucro Bruto

x6

=

DisponÌvel/Ativo Total

O ponto crÌtico nesse modelo È zero.

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PEREIRA:

 

Z

=

0,722 - 5,124E23 + 11,016L19 - 0,34L21 - 0,48L26 + 8,605R13 - 0,004R29

onde:

 

Z

=

Total de pontos obtidos

E23

=

Duplicatas Descontadas/Duplicatas a Receber

L19

=

Estoques (Final)/Custo das Mercadorias Vendidas

L21

=

Fornecedores/vendas

L26

=

Estoque MÈdio/Custo das Mercadorias Vendidas

R13

=

(Lucro Operacional + Despesas Financeiras) / (Ativo Total - Investimento

MÈdio) R29 = ExigÌvel Total/(Lucro LÌquido + 0,1 Imobilizado MÈdio + Saldo Devedor da CorreÁ„o Monet·ria).

Nesse modelo o ponto de separaÁ„o È zero. Abaixo de zero a empresa estar·

insolvente; acima de zero, solvente.

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CASO

PR£TICO

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CONCLUS O

As DemonstraÁıes Financeiras s„o os instrumentos mais importantes para an·lise de balanÁo, ent„o estas demonstraÁıes devem ser consistentes e seguirem uma uniformidade, para quando de sua an·lise os Ìndices espelhem uma situaÁ„o prÛxima da realidade.

Duas demosntraÁıes financeiras s„o mais utilizadas para an·lise, s„o elas (BalanÁo Patrimonial e DRE), onde podemos analisar a situaÁ„o da estrutura de capitais, da liquidez, da rentabilidade e previs„o de falÍncia.

Em nosso caso pr·tico analisando, a estrutura de capitais, podemos perceber que as empresas tem um alto grau de endividamento, trabalhando bastante com capital de terceiros.

Na liquidez, verificamos que a situaÁ„o È suficiente para honrar suas obrigaÁıes, mas requer atenÁ„o para aumentar esta folga.

Com relaÁ„o a rentabilidade, podemos verificar que as empresas possuem rentabilidades diferentes, umas maiores e outras menores, sabemos que quanto maior melhor, mas n„o podemos afirmar se È uma boa rentabilidade ou n„o. SÛ podemos fazer isso, se possuÌr-mos uma mÈdia do setor.

Os indicadores de previs„o de falÍncia utilizados em nosso caso pr·tico, n„o conseguiram satisfatoriamente prever a insonvÍncia de uma das empresas analizadas, pois em alguns desses Ìndices, n„o apresentou o menor sinal de insolvÍncia.

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BIBLIOGRAFIA

GOMES, Adriano. A Empresa £gil, Ed. Nobel, 1999.

MATARAZZO, Dante C 2™ ediÁ„o. Ed. Atlas.

An·lise Financeira de BalanÁos: abordagem b·sica. Volume 1,

FRANCO, Hil·rio. Estrutura, An·lise e InterpretaÁ„o de BalanÁos. 15™ ediÁ„o. Ed. Atlas.

IUDÕCIBUS, SÈrgio de. An·lise de BalanÁos. 5™ ediÁ„o. Ed. Atlas.

NETO, Alexandre Assaf. Estrutura de An·lise de BalanÁo: um enfoque econÙmico financeiro. 3™ ediÁ„o. Ed. Atlas.

GAZETA MERCANTIL. BalanÁo Anual 1999. 30/06/99, n 23.

DI¿RIO OFICIAL DO ESTADO DE S O PAULO, de 11/03/98 pag. 9, 26/03/99 pag. 13.

28/03/98 pag. 32,

BOLSA DE VALORES DO ESTADO DE S O PAULO ñ BOVESPA. ITR 3 trim/98.

INTERNET

http://www//perdig„o.com.br

http://www//sadia.com.br

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