Novembro de 2010 .INSTITUTO MÉDIO POLITECNICO DA LUNDA SUL SAURIMO CURSO: OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Iº ANO MANHÃ ARQUITECTURA E O MEIO AMBIENTE TRABALHO DE PESQUISA EM GRUPO APRESENTADO POR: Maingui Barros nº25 Nichelson Calistro nº26 Josemar Baza nº22 Emiliano Tchitchi nº13 Honorino Sassapalo nº18 Dumiltro Songó nº11 ORIENTADO PELO: Eng.º Alfredo Saurimo.
Apresentação Este trabalho resulta inicialmente da investigação realizado pelos estudantes do Instituto Médio Politécnico de Saurimo do curso obras construção civil turma: A sala: 14. . sendo baseado do esforço destes estudantes que frequenta a disciplina de tecnologia de construção civil.
4 Confortos Ambientais ……………………………………………………………….Conforto Ambiental 3 . 1 Introdução …………………………………………………………………………… 2 Desenvolvimento …………………………………………………………………….Conforto Ambiental 5 – Acústica Desempenho dos Componentes Construtivo ……………………………………….Ergonomia Aplicada ao Projecto e Dimensionamento dos Espaços da Habitação .Índice Objectivo …………………………………………………………………………….Arquitectura Ambiente e Desenvolvimento sustentável Sistemas Estruturais ………………………………………………………………. 7 .Sistemas Estruturais 1 .Conforto Ambiental 1 .Fundamentos .Ergonomia Aplicada ao Panejamento e Projectos do Mobiliário Urbano . 8 Gerenciamento de Projectos e Obras …………………………………………….Sistemas Estruturais 2 .Iluminação .Conforto Ambiental 2 – Ergonomia .Estruturas de Concreto Armado .Topografia Economia e o Meio Ambiente ……………………………………………………. 3 . 9 .Projecto da Iluminação no Exercício da Arquitectura .Ergonomia Aplicada ao Projecto e Dimensionamento dos Espaços para comércio de varejo .Infra-estrutura Urbana e o Meio Ambiente Conceitos em Educação Ambiental …………………………………………………. 5 . 6 .Instalações e Equipamentos Hidráulico .Conforto Ambiental 4 – Térmica .
Desenho de Observação Conclusão ……………………………………………………………………… 10 Agradecimento ……………………………………………………………………..Normalização e Controle de Qualidade das Edificações .Elementos de Tecnologia e Gerenciamento dos Sistemas de Infra-Estrutura . 11 Bibliografia …. ……………………………………………………………………. 12 .
Objectivo Este trabalho tem como objectivo de mostra a ligação que existe entre a arquitectura e o meio ambiente e de mostra também os confortos ambientais. os sistemas construtivos e nos mostra como a arquitectura ajuda no conforto do meio ambiente. -1- .
Introdução Do estudo ou da nova tecnologia básica dos sistemas arquitectónico e o meio ambiente. -2- . enfatiza as interacções que se estabelecem entre este e o meio ambiente. desempenhado tecnologicamente e funcionalmente entre a arquitectura e o meio ambiente. No entanto o desenvolvimento da ciência e a engenharia da arquitectura e o meio ambiente devem ser suficientes para fundamentar uma atitude pró-activa da arquitectura e o meio ambiente na proposição de interactivas integradas e não mirante como receptor de normas e procedimentos.
E hoje em dia uma das preocupações a nível do mundo é a organização construtiva. enfatizando as interacções que se estabelecem entre estes e o ambiente construído urbano.Desenvolvimento Arquitectura e o meio ambiente. a base de discussão e a evolução histórica das construções feita pelo homem e o impacto dos novos matérias e das novas técnicas construtivas das edificações. Especial atenção é dada ao emprego de medidas não estruturais de controlo sobre uso e ocupação do solo e normas para projecto de edificação voltadas ao uso racional dos recursos hídricos e controle de inundações. Infra-Estrutura Urbana e Meio Ambiente Estudo de tecnologia básica dos principais sistemas de Infra-estrutura urbana. Analisa-se o desempenho tecnológico e funcional dos sistemas de infraestrutura de saneamento. -3- . começando por aqueles mais próximos ao estado natural. por meio das observações da natureza. de maneira a permitir a melhor escolha entre alternativas de conexão a redes existentes ou desenvolvimento de sistemas locais autónomos. porque por meio deste os métodos e as técnicas construtiva não tem sido muito boa para o meio ambiente ou para a urbanização. se destaca a discussão da evolução da tecnologia e a postura do arquitecto frente as suas possibilidades. A apresentação de alguns matérias. Os elementos tecnológicos estudados devem ser suficientes para fundamentar uma atitude pró-activa do arquitecto / urbanista na proposição de alternativas integradas e não meramente reactiva. chegando aqueles que requerem elevado grau de processamento. a reflexão sobre as questões estruturais e construtivas formulando um suporte para discutir a transformação do espaço através da arquitectura e da urbanização. drenagem e sistema viário em diferentes situações de inserção urbana. como receptor de normas e procedimentos sectoriais.
justamente. o que há é uma variedade de maneiras de compreender e investigar determinada questão. A Educação Ambiental. sendo uma importante ferramenta a ser utilizada no intuito de alcançá-la. Para se atingir o que a Educação Ambiental realmente almeja é absolutamente necessário interligar esses dois aspectos citados.Conceitos em Educação Ambiental Todos nós. equilibrado. é uma mudança geral de comportamento e estilos de vida. (BRUSEKE. caminha para a Sustentabilidade. físicos. Porém. um desenvolvimento sustentável. a compreender a complexidade do ambiente resultante das interacções nos seus aspectos biológicos. e as pessoas em geral. social e cultural. hoje em dia. a que combina eficiência económica. Actualmente a Educação Ambiental é subdividida em formal e informal. Trata-se de um relevante instrumento para o processo de construção de novas alternativas para o desenvolvimento (Barbosa. buscamos um meio ambiente sustentável. hoje. principalmente em padrões de consumo e produção. que percebam a relação e a importância do meio ambiente nas actividades de desenvolvimento económico. também. contribuindo para que os conhecimentos aprendidos dentro de um "ensino formal" possam ser aplicados pelas acções extra classe. quando falamos sobre esses assuntos. 1998). Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades. criando um modo de interpretarem isoladamente esses diferentes elementos no espaço e no tempo. seja ela em qualquer sector. inexiste tampouco uma teoria única de desenvolvimento ecologicamente sustentável. envolvendo flexibilidade de métodos e de conteúdos e um público-alvo muito variável em suas características (faixa etária. favorecendo a participação de todos no momento de conceber e aplicar decisões. Pretende-se levar os alunos. uma sociedade sustentável. a fim de que futuramente realizem uma utilização mais criteriosa e prudente dos recursos naturais. para essa "Sustentabilidade" realmente ocorrer. -4- . sociais e culturais. justiça social e prudência ecológica. não existe uma economia de sustentabilidade nem uma única forma de se chegar ao que seria realmente uma vida sustentável. preservação do ambiente e melhoria de vida. enfim. contribuindo simultaneamente com o desenvolvimento dos conhecimentos já adquiridos e para a tomada de consciência nas atitudes e competências necessárias à conservação. Com algumas variações de linhas de pesquisa. O que precisa acontecer. Uma das novas teorias de desenvolvimento seria. nos deparamos com uma enorme confusão em seus conceitos. ou diferentes autores. nível de escolaridade.). Para Cavalcanti 1998. uma economia sustentável. E. etc. nível de conhecimento da problemática ambiental. Segundo o relatório de Brundtland. 2002). Informal caracteriza-se por sua realização fora da escola.
Confortos ambientais .Conforto Ambiental 1 – Fundamentos Introdução aos conceitos de conforto ambiental. os alunos. ruídos. eficiência energética. desempenho térmico e eficiência energética das edificações. . iluminação natural sistemas. integração dos sistemas de iluminação natural e artificial.Conforto Ambiental 3 – Iluminação Luz e arquitectura. sensibilização por meio de Medidas de campo. bem como. aplicação e dimensionamento. aplicação e dimensionamento.Conforto Ambiental 5 – Acústica Sons. vibrações nos edifícios e os princípios básicos de projecto e aplicação de materiais isolantes e absorventes acústicos -5- . geometria da insolação.Conforto Ambiental 2 – Ergonomia Estabelece. a satisfação e a segurança do usuário. . . iluminação artificial. .Conforto Ambiental 4 – Térmica Arquitectura e clima. a importância da ergonomia e dos factores humanos no dimensionamento e no arranjo do ambiente construído. estimular a percepção do impacto das características físicas e psicológicas do ambiente sobre o desempenho.
Aborda os factores ergonómicos que influenciam no processo de panejamento e projectos dos equipamentos e mobiliário da cidade. conforto ambiental urbano e incorporação ao projecto. tendo como variável básica os factores ergonómicos e todo o seu arcabouço teórico. para maximizar a sua satisfação. questões relacionadas ao meio ambiente urbano. recursos e resíduos urbanos. como também. visando estabelecer uma relação mais efectiva entre os critérios analíticos e experimentais. sociais e geométricos dos ambientes da habitação. Desenvolve e aplica modelos e técnicas de dimensionamento e avaliação funcional dos espaços comerciais de lojas e super mercados. conceitos de antropometria e factores culturais e sociais que influenciam no uso do mobiliário urbano. Ergonomia Aplicada ao Projecto e Dimensionamento dos Espaços para Comércio de Varejo. térmica e iluminação natural. Arquitectura. aplica os procedimentos da análise das tarefas. Ergonomia Aplicada ao Projecto e Dimensionamento dos Espaços da Habitação.Desempenho dos componentes construtivos Detalhes construtivos para resolução de problemas de conforto ambiental – desempenho de componentes construtivos tendo em vista os problemas de acústica. Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Aborda os conceitos de sustentabilidade ambiental urbana. culturais. apresenta também uma nova abordagem às questões pertinentes à acessibilidade e ao dimensionamento dos equipamentos e mobiliário da cidade. segurança e eficácia quando do uso da cidade. -6- . ergonómicos. Ergonomia Aplicada ao Panejamento e Projecto do Mobiliário Urbano. como também desenvolve técnicas e procedimentos de avaliação do dimensionamento e funcional da habitação. Aplica técnicas e modelos usuais do dimensionamento dos espaços da habitação. tendo como variáveis os factores antropométricos. objectivando a conscientização da importância da iluminação como parâmetro do espaço arquitectónico. e visa optimizar a capacidade do usuário. Projecto da Iluminação no Exercício da Arquitectura Aborda aspectos quantitativos e qualitativos.
Medições de ângulos e distâncias. às quais as estruturas ficam submetidas. viga. que permitem a execução do pré-dimensionamento dos elementos estruturais. Paralelamente. Locação de projectos. Taqueometria. arco e pórtico. água quente. e os procedimentos de verificação de segurança e de dimensionamento utilizados para alguns estados de solicitação mais comuns. Topografia Focaliza os conceitos fundamentais de topografia (medições. Nivelamento. águas pluviais. Estruturas de Concreto Armado Explica os modelos de funcionamento das peças de concreto armado e de concreto pretendido. Desenvolve mais intensamente a percepção intuitiva e qualitativa do comportamento estrutural. Instalações e Equipamentos Hidráulicos Oferece uma visão crítica do funcionamento dos sistemas de saneamento público (colecta. -7- . construção dos gráficos de insolação e suas aplicações. Desenho topográfico e representação do relevo. Noções de aerofotogrametria e sensoriamento remoto. colecta. Estudos sobre a planta do sol. Instrumentos topográficos. A visão intuitiva que oferece de cada um deles é reforçada pela sua análise. Conceitos fundamentais. Escalas. tratamento e distribuição de água fria. Sistemas Estruturais II Fornece um conhecimento básico a respeito do funcionamento estrutural das construções. enfatizando os aspectos relacionados com a sua execução e durabilidade.Sistemas estruturais Sistemas Estruturais I Aborda os principais sistemas estruturais planos: treliça. esgotos sanitários. bem como dois sistemas espaciais: domos geodésicos e coberturas pênseis. Planimetria: poligonais e detalhes. cabo. exercícios numéricos relativamente simples permitem alcançar uma compreensão profunda do funcionamento de cada sistema. cálculos e representações). Cálculo de áreas e volumes. tratamento e disposição de esgotos sanitários e águas pluviais) e das instalações prediais de água fria. Noções de história das estruturas complementam as explanações teóricas. Visa também apresentar as diversas acções externas. incêndio e gás. Abrange os principais tipos de estruturas com o uso de materiais diversos. fornece procedimentos simplificados e expeditos.
decoração e paisagismo têm sido espaços significativos para esse tipo de sensibilização. A Conferência das Nações Unidas sobre o Homem e o Meio Ambiente. e em Joanesburgo. reforça. as arquitectas Renata Marangoni e Eloisa Kempter apresentaram o projecto de uma casa infantil sustentável. que confundem propositadamente o consumidor. a “Casa Sapo”. avalia. Tinha uma questão económica muito presente no consumo de energia. um dos ramos de maior potencial na redução do impacto ambiental. no Rio de Janeiro. actualmente. da UFRJ. a adesão é menor de pessoas que vão optar pelas tecnologias sustentáveis”. explica. acredita que o marketing verde pode contribuir para reduzir os impactos que causamos ao meio ambiente. elas usaram madeira reciclada no piso. na Casa Cor Campinas. além do desenvolvimento económico. Mas. quando se fala que vai custar mais caro. era preciso pensar na questão ambiental”. a pesquisadora diz que é preciso ficar atento. ele aceitará bem”. da Unicamp. em 1992. alerta. De acordo com a pesquisadora da Unicamp. Em 2009. mas pondera: “Ele não é as soluções que necessitamos para obter resultados concretos”. aponta. Kós. afirma Gomes. que aconteceu em Estocolmo. complementa. -8- . deixou claro que. em 1972. “As primeiras conversas sobre o assunto meio ambiente foram claramente relacionadas à energia. da UFRJ. “Às vezes o pessoal do marketing utiliza informações equivocadas. Se ele estiver esclarecido e sensibilizado. e especialmente em países como o Brasil. como essas ideias sustentáveis têm penetrado no mercado? De acordo com Gomes. para uma relação melhor com o meio ambiente e que também geram economia nas contas no final do mês”. Contudo. concorda que o meio ambiente e os aspectos económicos devem sempre caminhar juntos. o principal papel do marketing verde na construção civil está na conscientização. “Tudo depende do nível de sensibilização do consumidor. pois a questão da sustentabilidade está sendo banalizada. em 2002. Ela lembra que a temática “construção civil” esteve presente em outras duas conferências das Nações Unidas. criando a chamada „maquiagem verde‟”. afinal. médio e longo prazos. as pessoas costumam aderir a essas tecnologias. José Kós. “É muito mais caro limpar do que não sujar. telhas de fibra vegetal na cobertura da casa e caixas Tetrapack no revestimento. em curto. impulsionadas pela falta do petróleo. utilizando apenas materiais reciclados ou recicláveis. “Ele pode ter um papel educativo capaz de esclarecer ao consumidor leigo que existem mecanismos que podem ser aplicados para aumentar a sustentabilidade de um determinado empreendimento sem adicionar custos”. Mais importante do que implementar soluções tecnológicas ditas mais sustentáveis é alterar nossos hábitos e nossa visão do que é sustentável”. ela comenta que. “No Brasil. Grandes eventos dedicados a arquitectura. “A construção civil é. quando se explica os benefícios ambientais e nos casos em que o valor é o mesmo das construções convencionais. Para realizar o projecto. uma pesquisa envolvendo vários países concluiu que 18% dos consumidores aceitariam pagar a mais por produtos sustentáveis.Economia e meio ambiente Vanessa Gomes relembra os primórdios das discussões sobre questões ambientais para explicar que a economia e o meio ambiente devem andar juntos quando o assunto é a utilização de tecnologias que minimizem os impactos ao meio ambiente. Isso porque existem muitas possibilidades de evolução tecnológica e de comportamento. Porém.
Estabelece as relações fundamentais entre tecnologia de produto e tecnologia de processo na aplicação de sistemas de gestão da qualidade.Gerenciamento de Projectos e Obras Trata dos elementos básicos de gerenciamento de projectos e obras de edificação e urbanização. Aborda diferentes condições de localização e de inserção com respeito aos sistemas públicos. Aplicam-se técnicas de gerenciamento por análise de caminho crítico e balanceamento de recursos. especificamente para o caso da construção civil. Normalizações e Controle de Qualidade das Edificações Aborda elementos de engenharia do produto em relação ao desenvolvimento de elementos e componentes das edificações. Estuda a interacção entre decisões tomadas na concepção física do edifício ou sistema urbano e os processos de construção no canteiro. com vistas a identificar instrumentos de controlo e melhoria da qualidade desde a etapa de projecto. Faz uma revisão das aplicações de princípios de engenharia do produto em edificações. assim como possíveis alternativas tecnológicas e gerências que venham a complementar ou substituir as redes públicas quando necessário. com destaque para a coordenação dimensional e modular. Ao final do curso serão abordadas potencialidades de técnicas avançadas de gerenciamento de redes. Elementos de Tecnologia e Gerenciamento dos Sistemas de Infra-Estrutura Urbana Tem como escopo o estudo sistemático da infra-estrutura urbana e de suas relações com o espaço construído. O desenho como modo de “pensar” o espaço e a matéria. -9- . com indicação de bibliografia específica para futuro aprofundamento. tendo em vista compatibilizar os usos das capacidades ofertadas para diferentes finalidades urbanas. Será dada ênfase à tecnologia e a gestão da infra-estrutura em áreas ambientalmente vulneráveis. Desenho de observação Propõe o desenvolvimento da representação e da capacidade de apreensão do universo visual através do registo gráfico manual. Aprofunda os conhecimentos de acordo com a postura da série 9000 da ISO. a partir do conceito de qualidade global. Dedica particular atenção aos instrumentos integrados de desenvolvimento de processo e produto.
Conclusão Depois de muitas investigações feitas chegamos a conclusão que a arquitectura e o meio ambiente têm uma ligação e muita boa e que estas ligações dependem dos confortos ambientais. dos sistemas estruturais. -10- . dos gereciamento de projectos e obras e das técnicas construtivas.
Obrigado -11- .Agradecimento Primeiramente agradecemos a deus por ter nos protegido durante o ano lectivo e por nos dar a honra de ter um professor muito bom. agradecemos também as nossas famílias pelo apoio que nos tem dado e agradecemos também aos nossos colegas por terem sido boa companhia durante o ano lectivo. agradecemos também ao professor por ser um bom educador durante o ano lectivo.
Bibliografia Pesquisa feita na internet pelo site: www.arquitecturaeaurbanização.infraestruturaeoambiente. livros e fascículos.com. -12- .com. www.
:48 .42 317.9:7.3. 3. 0897:9:7.74801.2-0390.1.4.:7-.42 . 3907309 504 890 . !086:8.0.76:90. 109.8.J.-47.04.
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