DIAGNÓSTICO SÓCIO-ECONÔMICODIAGNÓSTICOSÓCIO-ECONÔMICO DADA |
|||
PRODUÇÃOPRODUÇÃO FAMILIARFAMILIAR RURALRURAL NONO PÓLOPÓLO |
|||
CUSTÓDIOCUSTÓDIO FREIREFREIRE |
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Equipe do ZEAS - Sócioeconomia
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NOME |
FORMAÇÃO |
FUNÇÃO |
ÓRGÃO |
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|
Raimundo Cláudio |
G. |
Economista/Dr. |
Coordenador |
UFAC |
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|
Maciel |
||||||
|
José F. do Rêgo |
Economista/Ms |
Consultor |
PMRB |
|||
|
c |
||||||
|
Amanda Leão |
Economista |
Entrevistadora |
UFAC/Economia |
|||
|
Ana Claudia Felix Rossetto |
Graduanda |
Bolsista/Entrevistador |
UFAC/Economia |
|||
|
a |
||||||
|
Francisco de |
Assis |
Graduando |
Bolsista/Entrevistador |
UFAC/Economia |
||
|
Medeiros Junior |
||||||
|
Keyze |
Pritih |
da Costa |
Graduanda |
Bolsista/Entrevistador |
UFAC/Economia |
|
|
a |
||||||
|
Campos Machael Bezerra de Lima |
Graduando |
Bolsista/Entrevistador |
UFAC/Economia |
|||
|
Plínio |
Mendonça |
Graduando |
Bolsista/Entrevistador |
UFAC/Economia |
||
|
Alexandrino |
||||||
|
Rosimeire Pacheco |
Cientista Social |
Entrevistadora |
UNINORTE/Ciências |
|||
|
Sociais |
||||||
|
Saulo Alberto Santos |
de |
Graduando |
Bolsista/Entrevistador |
UFAC/Economia |
||
|
Araújo Sidney M. de Azevedo |
Graduando |
Entrevistador |
UFAC/Economia |
|||
|
Valcimar Meireles da Costa |
Economista |
Entrevistador |
UFAC/Economia |
|||
|
Valdeci A. Gusmão Junior |
Graduando |
Bolsista |
UFAC/ Sist. de Inf. |
|||
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
LISTA DEDE GRÁFICOSLISTAGRÁFICOS |
||
Gráfico 1 – Composição das famílias por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,
Acre-Brasil......................................................................................................................26
Gráfico 2 - Situação das Vulnerabilidades das famílias, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................27 Gráfico 3 - Educação Formal por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-
Brasil................................................................................................................................28
Gráfico 4 – Percentual de Famílias que tem algum membro que recebeu treinamentos e capacitações, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil..........................................29 Gráfico 5 – Principais tipos de Treinamentos ou Capacitações recebidos por atividade, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil................................................................29 Gráfico 6 – Principais profissões relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................30 Gráfico 7 – Ocorrência de doenças por UPFs (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006,
Acre-Brasil......................................................................................................................31
Gráfico 8 - Principais doenças relatadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
31
Gráfico 9 – Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................32 Gráfico 10 – Principais doenças crônicas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
32
Gráfico 11 - Local de tratamento de doenças, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-
Brasil................................................................................................................................33
Gráfico 12 – Situação do Desenvolvimento Infantil por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................34 Gráfico 13 – Principais destinos do esgoto, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006, Acre-Brasil.........................................................................................35 Gráfico 14 – Principais origens da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil 2005/2006, Acre-Brasil................................................................................35 Gráfico 15 – Principais tratamentos da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil 2005/2006, Acre-Brasil.............................................................36 Gráfico 16 – Acesso a energia elétrica por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil .....................................................................................................................37 Gráfico 17 – Ocorrência dos principais itens de bens duráveis por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................37 Gráfico 18 – Principais formas de acesso à terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,
Acre-Brasil......................................................................................................................38
Gráfico 19 – Percentual dos principais tipos de uso da terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................38 Gráfico 20 – Índice mediano de Capitalização (IK) das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil...................................................................................................39 Gráfico 21 – Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – máquinas, equipamentos e ferramentas em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil ...................................................................................................39 Gráfico 22 - Percentual de ocorrência dos tipos de capitais circulantes – insumos, em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil.....................40
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 23- Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – benfeitorias, em mais da metade das UPFs, Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil......................................40 Gráfico 24– Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................41 Gráfico 25– Percentual de ocorrência das principais linhas de créditos identificadas entre as UPFs financiadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil ....................41 Gráfico 26– Principais linhas de Exploração beneficiadas pelos financiamentos obtidos pelas UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil............................................42 Gráfico 27- Relação entre Renda Bruta Total, Custo Total, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil..................................................................................................43 Gráfico 28 - Ocorrência dos tipos de renda por UPFs (%) , Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................43 Gráfico 29 – Principais componentes do Custo Total (CT) mediano, por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................44 Gráfico 30 - Percentual de ocupação da força de trabalho familiar, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................45 Gráfico 31 – Percentual de famílias que tiveram algum membro se assalariando fora da UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil......................................................45 Gráfico 32 - Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,
Acre-Brasil......................................................................................................................46
Gráfico 3334 – Composição da Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................46 Gráfico 3334 – Composição da Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................46 Gráfico 35 - Relação entre Renda Bruta Total (RB+RA+RT), Custo Total (CT) e Linha de Dependência do Mercado (LDM), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...47 Gráfico 36 - Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) e seus componentes, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil................................................................51 Gráfico 37 – Percentual de UPFs que têm o dobro de vantagens em relação às desvantagens de ativos e capacitações competitivas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,
Acre-Brasil......................................................................................................................51
Gráfico 38 – Principais desvantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................52 Gráfico 39– Principais Vantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................52
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
LISTA DEDE FIGURASLISTAFIGURAS |
||
Figura 1 – Mapa de Rio Branco......................................................................................19
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
LISTA DEDE TABELASLISTATABELAS |
||
Tabela 1 - Indicadores Demográficos, 2000 - 2004, Acre-Brasil....................................19 Tabela 2 – Área, População residente, sexo e situação do domicílio, Acre e Mesorregiões, 2000.........................................................................................................20 Tabela 3 - Produto Interno Bruto, Vale do Acre, 2005, Acre-Brasil, Valores em R$ 1.000,00, exclusive PIB_Per Capita................................................................................22 Tabela 4 – Principais produtos por valor da produção, Rio Branco, 1996-2006, Ac- Brasil, Valores em R$1.000,00 .......................................................................................23 Tabela 5 - Número de estabelecimentos e área dos estabelecimentos agropecuários por utilização das terras, Acre, 1996 e 2006..........................................................................24 Tabela 6 - Número de estabelecimentos agropecuários e efetivo de animais por espécie de efetivo, 1996 e 2006...................................................................................................24 Tabela 7 – Caracterização da População e Amostra pesquisada nos Pólos Agroflorestais de Rio Branco, 2005/2006, Acre-Brasil..........................................................................25 Tabela 8 – Evolução da Geração de Renda Bruta por linha de exploração, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil.......................................................................................48 Tabela 9 – Evolução do desempenho econômico dos principais produtos, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................49 Tabela 10 – Desempenho Econômico mediano por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil ..................................................................................................50
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Indicador
Analfabetismo
Dados
6,49%
Percentual de Analfabetos
Dificuldades de Acesso a Escola
0,00%
Percentual de crianças fora da escola
Conhecimento Profissional e Tradicional
35%
Percentual da população total
Doenças Crônicas
65%
Percentual da população total
Assalariamento fora da Unidade Produtiva
35,29%
Percentual de famílias que
tiveram algum membro se assalariando fora da UPF
Transferência de Renda
58,82%
Percentual de famílias que recebem algum benefício governamental
Margem Bruta Familiar Mensal
Valor Mediano
Gastos com Consumo no Mercado
R$ 820,91
47,06%
Percentual de Famílias Satisfeitas em suas necessidades
Vantagens Competitivas
25%
Percentual de Famílias com o dobro de vantagens em relação às desvantagens em ativos e capacitações
Período
2006/2007
Tendência
–
Situação
–
Página
26
2006/2007
–
–
32
2006/2007
2006/2007
–
–
2006/2007
–
–
–
28
31
–
44
2006/2007
–
–
42
2006/2007
2006/2007
2006/2007
–
–
–
–
45 e 49
–
–
45
50
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
33. BIBLIOGRAFIA BÁSICA
.....................................................................................
53
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
1. |
1. INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO |
Devido à falência do sistema extrativista e, conseqüentemente, dos seringais acreanos, uma nova política de desenvolvimento econômico foi implantada na região acreana no inicio da década de 70. Com a implantação desta política muitas famílias foram pressionadas pelos grandes fazendeiros que aqui se instalaram a saírem de suas terras. O resultado desta migração campo-cidade foi o inchaço populacional ocorrido em Rio Branco em que o número de habitantes salta de menos de 50.000 na década de 70 para cerca de 200.000 na década de 90. Outro grande problema que ocorreu em virtude desse processo de migração campo-cidade é que Rio Branco não tinha as devidas estruturas para receber tamanho contingente populacional. Assim sendo, esse crescimento irracional e desordenado ocasionou a formação de muitos bairros carentes de serviços essenciais e com problemas comuns à maioria das cidades brasileira. Diante desta situação fez-se necessária a criação de uma política pública que atendesse as necessidades destas famílias de ex-seringueiros e agricultores. Foi então que, no ano de 1993, o prefeito Jorge Viana lançou a proposta de criação dos Pólos Agroflorestais. Esta proposta visava assentar as famílias de ex-seringueiros e agricultores, que estivessem dispostas a voltar a produzir no meio rural, em áreas desapropriadas nas proximidades das vias de circulação com fácil trafegabilidade (rodovias federais e estaduais). A seleção das famílias foi feita de acordo com alguns critérios como: ter aptidão para o trabalho com a terra; morar em áreas de ocupação irregular ou com risco de alagamento, desbarrancamento e deslizamento e que estejam dispostas a voltar a viver no meio rural; não ter emprego no setor público ou privado; ter disponibilidade de mão- de-obra familiar. Este novo modo de reforma agrária implantado em Rio Branco apresenta-se numa forma viável de sustentabilidade uma vez que tanto o aspecto sócio-econômico quanto o ambiental foram beneficiados com a introdução desta política de assentamento. No tocante ao aspecto sócio-econômico há uma visível melhoria na qualidade de vida das famílias assentadas. Estas famílias, que antes residiam na área periférica da cidade, passaram a habitar o meio rural e puderam voltar às atividades produtivas a que estavam acostumadas. Com relação ao aspecto ambiental, pode-se dizer que este também foi beneficiado, pois as áreas em que foram implantados os Pólos Agroflorestais eram áreas em estado de degradação e, com a inserção dos sistemas agroflorestais, puderam ser novamente cultivadas e recuperadas.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
2.2. |
CARACTERIZAÇÕESCARACTERIZAÇÕES DODO ESTUDOESTUDO |
||
Objeto do Estudo - O objeto da presente pesquisa é a produção familiar Rural em áreas representativas da realidade sócio- econômica de Rio Branco Acre. .
Objetivos:
Realizar
o
diagnóstico
sócio-
econômico da produção rural de Rio
Branco, em particular nas áreas prioritárias da produção familiar, notadamente, nos pólos agroflorestais e na região do seringal São Francisco do
Espalha, nas Bacias do Riozinho do Rola e Igarapé São Francisco;
Planejar
o
desenvolvimento
sócio-
econômico das diversas áreas rurais,
obviamente incluídas a população rural
que nelas se encontram;
Elaborar Mapa de Gestão das áreas rurais
de Rio Branco.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
CARACTERIZAÇÕESCARACTERIZAÇÕES DODO ESTUDOESTUDO -- |
|
CONTINUAÇÃOCONTINUAÇÃO |
|
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
METODOLOGIA –– PRINCIPAISPRINCIPAIS MEDIDASMEDIDAS DEDE |
|
DESEMPENHO ECONÔMICODESEMPENHOECONÔMICO |
|
Renda Bruta (RB): valor da produção destinada ao mercado.
Renda Bruta Total (RBT): somatório da renda Bruta (RB) da produção com a renda oriunda das transferências de renda (bolsa escola, família etc.) e do assalariamento fora da UPF. A RBT é calculada para o conjunto da UPF e dos membros da família.
Renda Líquida (RL): é o valor excedente apropriado pela unidade de produção familiar, ou seja, a parte do valor do produto que fica com a unidade de produção familiar depois de serem repostos os valores dos meios de produção, dos meios de consumo e dos serviços (inclusive salários) prestados à produção. A renda líquida é o primeiro indicador de eficiência econômica e das possibilidades de reprodução da unidade
|
de produção familiar. Se RL ≥ |
0 |
a |
|||
|
unidade |
de |
produção |
familiar |
se |
|
METODOLOGIA
Para fazer a avaliação socioeconômica da produção familiar rural da região de estudo, trabalha-se com uma metodologia adequada e específica a este tipo de produção, que está sendo consolidada nos últimos 11 anos pelo projeto de pesquisa denominado “Análise Econômica de Sistemas de Produção Familiar Rural no Estado do Acre” - ASPF. Assim, para a consecução dos objetivos da pesquisa, buscou-se trabalhar a metodologia a partir de indicadores e índices socioeconômicos que, por um lado, levem em consideração as peculiaridades da região de estudo e, por outro, sirvam como parâmetros para relacionar as diversas regiões e determinadas formas de organização produtiva dos produtos comercializados, comparando-as entre si e indicando as prioridades de atuação para um efetivo desenvolvimento socioeconômico sustentável.
A metodologia completa está disponível no site:
reproduz sem afetar o seu patrimônio. Se RL < 0 a unidade de produção familiar só se reproduz com perda de patrimônio.
Lucro da Exploração (LE): é o chamado lucro puro. É a fração da renda bruta que fica
disponível depois de o produtor pagou todos
reais,
de
ter
atribuído
as
julgadas normais (custos de
|
os |
custos |
|
remunerações |
|
|
pagos: |
|
oportunidade) aos fatores utilizados, mas não
o seu próprio trabalho (executivo e
gerencial), o trabalho familiar, os seus próprios
capitais; e de ter reservado determinada quantia
para fazer frente a prováveis riscos. Indica as
possibilidades de acumulação da unidade de
produção familiar.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
6. |
6. METODOLOGIAMETODOLOGIA –– PRINCIPAISPRINCIPAIS MEDIDASMEDIDAS DEDE |
|||
DESEMPENHO ECONÔMICODESEMPENHOECONÔMICO |
||||
(CONTINUAÇÃO)(CONTINUAÇÃO) |
||||
Margem Bruta Familiar (MBF): é o resultado líquido específico e próprio para indicar o valor monetário disponível para a subsistência da família, inclusive uma eventual elevação do nível de vida, se o montante for suficiente. Em situações favoráveis, poderá ser suficiente para ressarcir custos fixos, especialmente a exigência mínima de reposição do patrimônio. Cumpridas estas funções, a disponibilidade restante pode ser usada como capital de giro.
Nível de Vida (NV):
é
a totalidade
do
valor apropriado pelo produtor familiar, inclusive valores imputados, deduzidas as obrigações financeiras com empréstimos. É, portanto, o valor que determina o padrão de vida da família.
|
Índice |
de |
|
|
(IEE): |
é |
a |
|
familiar |
gerar |
|
|
custo. |
É |
|
|
de produção. |
||
Eficiência
relação
Econômica
indica
a
que
capacidade de a unidade de produção
valor
um
por
unidade
indicador
de
de
benefício/custo do conjunto da unidade
>
1,
a situação
é
de
IEE
lucro; IEE < 1, a situação é de prejuízo;
IEE = 1, a situação é de equilíbrio.
Relação MBF/RB: é a relação mais apropriada para medir a eficiência econômica da produção familiar, pois mostra que proporção de valor a unidade de produção tornará disponível para a família por cada unidade de valor produzido. Uma relação superior a 50% é considerada favorável.
Relação MBF/Q h/d : é o índice de remuneração da força de trabalho familiar. Mostra a quantia de margem bruta gerada por unidade de trabalho familiar (1 h/d = 1 jornada de trabalho). O valor deve ser comparado com o preço de mercado da força de trabalho. Q h/d = quantidade de força de trabalho utilizada no ciclo produtivo da linha de exploração ou a quantidade total anual de força de trabalho familiar utilizada pela unidade de produção.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
7. |
7. METODOLOGIAMETODOLOGIA –– PRINCIPAISPRINCIPAIS MEDIDASMEDIDAS DEDE |
|||
DESEMPENHO ECONÔMICODESEMPENHOECONÔMICO |
||||
(CONTINUAÇÃO)(CONTINUAÇÃO) |
||||
Termos de Intercâmbio (TI): é a relação entre o valor dos bens de consumo comprados e o valor total da produção. Indica qual a proporção da renda bruta, em bens de consumo, precisa ser gasta para gerar o valor total da produção. Essa relação revela, aproximadamente, em que medida o excedente produzido pelo pequeno produtor está sendo apropriado na circulação, isto é, a montante e a jusante do processo de produção.
Índice de Trabalho Familiar (ITF): é a participação da força de trabalho familiar no trabalho total. É considerada unidade de produção familiar aquela que apresenta ITF >
50%.
Índice de Capitalização (IK): é a relação que indica a intensidade de capital. Assim, um IK > 1 significa que gasta-se no processo produtivo mais com capital fixo e circulante do que com força de trabalho, familiar ou contratada.
Índice de Assalariamento (IA): é a proporção da força de trabalho familiar que se assalaria fora da unidade de produção.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
condições de vida, compreendendo um total de 48 indicadores, sendo adotado um
sistema de pesos neutros na composição dos indicadores. Na construção do IDF-R, uma
das dimensões originais (acesso ao conhecimento) foi transformada em duas (acesso ao
ensino escolar e acesso ao conhecimento profissional e tradicional). Ademais, foi
acrescentada uma nova dimensão relacionadas às condições ambientais, perfazendo um
total de sete dimensões consideradas. Além disso, alguns indicadores foram ajustados
ao contexto rural. A neutralidade dos pesos é mantida, ou seja, a síntese dos indicadores
de cada dimensão, bem como o IDF-R – resultado da síntese das dimensões –, será
constituída pela média aritmética simples dos referidos indicadores.
METODOLOGIA –– AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO ESTRATÉGICAESTRATÉGICA |
||
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
A sustentabilidade dos
resultados econômicos da
produção familiar rural, além
das alternativas produtivas a
serem introduzidas nesse
ambiente, depende de uma
correta avaliação das estratégias
competitivas utilizadas pelos
produtores, pois a manutenção
e/ou implementação das
alternativas produtivas
dependem do fortalecimento
dos recursos humanos, físicos,
financeiros, além dos ativos
intangíveis como, por exemplo,
a reputação, e das capacitações
ou habilidades/serviços
oriundos da combinação de tais
ativos.
A
presente
pesquisa
busca realizar uma avaliação
estratégica dos ativos e
capacitações disponíveis aos
produtores rurais familiares
estudados, como forma de
identificar os possíveis gargalos
que possam impactar na
sustentabilidade das estratégias
competitivas promovidas nesse
ambiente de estudo, no sentido de orientar os gestores dos empreendimentos acerca dos
itens que precisam de uma maior atenção.
Assim, conforme literatura pertinente, utiliza-se indicadores que categorizam os
ativos e habilidades das famílias, que possam ser identificados como fonte de vantagens
competitivas sustentáveis, além de avaliar o desempenho de tais ativos e habilidades,
bem como das estratégias competitivas, agrupando-os em três grupos estratégicos:
inovação, qualidade e liderança de custos.
No primeiro grupo se encontram itens, tais como, habilidade em marketing,
desenvolvimento de novos produtos/processos, novas formas de comercialização etc. Os
itens classificados em relação à qualidade são: habilidade gerencial, pessoas treinadas
para o processo produtivo e em oferecer serviços de alta qualidade aos consumidores
etc. Com relação à liderança de custos, os itens constantes são: disponibilidade de
capital, liderança em plantas e equipamentos, acesso a matéria-prima de baixo custo,
acesso a trabalho de baixo custo etc.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
10.10. |
ESTADO DODO ACREESTADOACRE –– SOBRESOBRE AA REGIÃOREGIÃO |
||
Figura 1 – Mapa de Rio Branco
Tabela 1 - Indicadores Demográficos, 2000 - 2004, Acre-Brasil
|
Indicadores Demográficos |
2000 |
2001 |
2002 |
2003 |
2004 |
|
Masculino |
66,8 |
67,2 |
67,4 |
67,7 |
68 |
|
Feminino |
71,8 |
72,2 |
72,5 |
72,8 |
73,2 |
|
Total |
69,3 |
69,6 |
69,9 |
70,2 |
70,5 |
|
Esperança de vida aos 60 anos |
|||||
|
Masculino |
20,2 |
20,3 |
20,4 |
20,4 |
20,4 |
|
Feminino |
20,9 |
21 |
21,1 |
21,2 |
21,3 |
|
Total |
20,5 |
20,6 |
20,7 |
20,8 |
20,9 |
|
Razão da Dependência |
|||||
|
Jovens |
69,7 |
62 |
67,1 |
66 |
63,6 |
|
Idosos |
9,8 |
9,7 |
9,8 |
9,8 |
9,8 |
|
Total |
79,5 |
71,8 |
76,8 |
75,8 |
73,5 |
Fonte: SEPLANDS (2006)
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
11.11. |
VALE DODO ACREVALEACRE -- PRODUTOPRODUTO INTERNOINTERNO |
|||
BRUTOBRUTO |
||||
Tabela 2 – Área, População residente, sexo e situação do domicílio, Acre e Mesorregiões, 2000
|
Área (Km 2 )* |
População residente, sexo e situação do domicílio |
População de 10 anos ou mais de idade |
||||||||||
|
Municípios |
(%) |
|||||||||||
|
Total |
% do Estado |
Total |
Homens |
Mulheres |
Urbana |
Rural |
Total |
alfabe tização |
||||
|
Acre |
152.58 |
100 |
557.526 |
280.983 |
276.543 |
370.26 |
187.25 |
409.15 |
76,9 |
|||
|
1 |
7 |
9 |
2 |
|||||||||
|
Mesorregião |
do |
Vale |
do |
77.6 |
50, |
399.9 |
200.30 |
199.598 |
294.39 |
105.50 |
299.07 |
71 |
|
Acre |
16 |
7 |
04 |
6 |
5 |
9 |
2 |
,85 |
||||
|
Manoel Urbano |
9.38 |
6,20 |
6.374 |
3.375 |
2.999 |
3.281 |
3.093 |
4.304 |
54,6 |
|||
|
7 |
||||||||||||
|
Santa Rosa do Purus |
5.981 |
3,90 |
2.246 |
1.163 |
1.083 |
518 |
1.728 |
1.368 |
42,5 |
|||
|
Sena Madureira |
25.27 |
16,50 |
29.420 |
15.283 |
14.137 |
16.155 |
13.265 |
20.802 |
67,3 |
|||
|
8 |
||||||||||||
|
Acrelândia |
1.57 |
1,00 |
7.935 |
4.256 |
3.679 |
3.506 |
4.429 |
5.645 |
75,7 |
|||
|
5 |
||||||||||||
|
Bujari |
3.46 |
2,30 |
5.826 |
3.171 |
2.655 |
1.628 |
4.198 |
4.204 |
63,7 |
|||
|
8 |
||||||||||||
|
Capixaba |
1.71 |
1,10 |
5.206 |
2.841 |
2.365 |
1.521 |
3.685 |
3.643 |
64,3 |
|||
|
3 |
||||||||||||
|
Plácido de Castro |
2.04 |
1,30 |
15.172 |
7.984 |
7.188 |
6.979 |
8.193 |
11.122 |
77,3 |
|||
|
7 |
||||||||||||
|
Porto Acre |
2.98 |
2,00 |
11.418 |
6.191 |
5.227 |
1.293 |
10.125 |
8.257 |
70,9 |
|||
|
5 |
||||||||||||
|
Senador Guiomard |
1.83 |
1,20 |
19.761 |
10.267 |
9.494 |
8.640 |
11.121 |
14.643 |
76,4 |
|||
|
7 |
||||||||||||
|
Rio Branco |
2.87 |
1,90 |
3.490 |
1.820 |
1.670 |
2.151 |
1.339 |
2.519 |
71,8 |
|||
|
6 |
||||||||||||
|
Assis Brasil |
9.22 |
6,00 |
253.059 |
123.248 |
129.811 |
226.29 |
26.761 |
193.08 |
87,1 |
|||
|
3 |
8 |
8 |
||||||||||
|
Brasiléia |
4.33 |
2,80 |
17.013 |
8.882 |
8.131 |
9.026 |
7.987 |
12.630 |
77,9 |
|||
|
6 |
||||||||||||
|
Epitaciolândia |
1.65 |
1,10 |
11.028 |
5.617 |
5.411 |
7.404 |
3.624 |
8.141 |
77,6 |
|||
|
9 |
||||||||||||
|
Xapuri |
5.25 |
3,40 |
11.956 |
6.208 |
5.748 |
5.995 |
5.961 |
8.706 |
71,9 |
|||
|
1 |
||||||||||||
|
Mesorregião |
do |
Vale |
do |
74.9 |
49, |
157.6 |
80.67 |
76.945 |
75.8 |
81.7 |
110.08 |
52 |
|
Juruá |
65 |
3 |
22 |
7 |
72 |
50 |
0 |
,50 |
||||
|
Cruzeiro do Sul |
7.92 |
5,2 |
67.441 |
33.919 |
33.522 |
38.971 |
28.470 |
48.675 |
73,7 |
|||
|
5 |
||||||||||||
|
Mâncio Lima |
4.67 |
3,1 |
11.095 |
5.753 |
5.342 |
5.794 |
5.301 |
7.863 |
70,2 |
|||
|
2 |
||||||||||||
|
Mal. Thaumaturgo |
7.74 |
5,1 |
8.295 |
4.376 |
3.919 |
985 |
7.310 |
5.245 |
52,9 |
|||
|
4 |
||||||||||||
|
Porto Walter |
6.13 |
4 |
5.485 |
2.891 |
2.594 |
1.441 |
4.044 |
3.552 |
51,9 |
|||
|
6 |
||||||||||||
|
Rodrigues Alves |
3.30 |
2,2 |
8.093 |
4.255 |
3.838 |
2.632 |
5.461 |
5.413 |
52,1 |
|||
|
5 |
||||||||||||
|
Feijó |
24.20 |
15,9 |
26.722 |
13.703 |
13.019 |
11.240 |
15.482 |
18.748 |
49,8 |
|||
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
|
2 |
|||||||||
|
Jordão |
5.42 |
3,6 |
4.454 |
2.348 |
2.106 |
863 |
3.591 |
2.727 |
42,2 |
|
9 |
|||||||||
|
Tarauacá |
15.55 |
10,2 |
26.037 |
13.432 |
12.605 |
13.946 |
12.091 |
17.857 |
61,6 |
|
3 |
|||||||||
Fonte: Censo Demográfico de 2000 (IBGE, 2007) * IBGE, Resolução nº 05 , de 10 de out. de 2002.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Tabela 3 - Produto Interno Bruto, Vale do Acre, 2005, Acre-Brasil, Valores em R$ 1.000,00, exclusive PIB_Per Capita
Unidade
Agropecuária
Indústria
Serviços
Impostos
PIB Total
População
PIB _ Per Capita
Acre Vale do Acre
Manoel Urbano Santa Rosa do Purus
Sena Madureira Acrelândia Bujari Capixaba Plácido de Castro Porto Acre Senador Guiomard Rio Branco Assis Brasil Brasiléia Epitaciolândia Xapuri
Vale do Juruá
Cruzeiro do Sul Mâncio Lima Mal. Thaumaturgo Porto Walter Rodrigues Alves Feijó Jordão Tarauacá
822.201,72
610.405,79
7.451,63
473.244,72
414.742,52
1.607,58
2.811.121,88
2.230.273,70
21.387,89
3.667,57
103.831,44
56.291,90
49.723,95
42.649,10
70.520,13
39.644,57
40.092,73
90.284,32
9.203,98
40.714,37
26.463,66
29.866,45
211.795,93
56.499,45
11.724,60
11.461,48
9.474,38
21.946,10
35.154,40
8.209,18
57.326,33
732,75
11.494,00
11.083,95
1.761,23
6.667,78
5.811,16
1.888,04
20.304,22
336.239,95
1.853,27
6.665,42
4.732,36
3.900,81
58.502,21
32.784,39
2.563,77
1.359,00
965,11
1.913,11
9.185,77
858,99
8.872,08
10.588,39
109.795,71
39.296,49
25.699,01
24.546,38
58.688,29
30.032,27
67.003,57
1.664.739,06
17.666,82
63.997,67
51.460,04
45.372,12
580.848,18
277.804,59
34.219,68
24.277,10
15.079,22
26.706,55
96.379,84
14.328,87
92.052,33
375.179,18
336.751,79
820,67
332,36
9.260,20
7.677,20
1.466,95
4.525,88
4.794,70
1.146,48
10.217,17
280.043,41
1.573,54
6.147,82
5.507,56
3.237,86
38.427,38
24.854,16
1.196,68
547,24
406,49
901,86
4.256,57
408,23
5.856,16
4.481.747,50
3.592.173,80
31.267,78
15.321,07
234.381,35
114.349,53
78.651,14
78.389,15
139.814,28
72.711,36
137.617,69
2.371.306,74
30.297,60
117.525,28
88.163,62
82.377,23
889.573,70
391.942,59
49.704,73
37.644,82
25.925,20
51.467,62
144.976,57
23.805,28
164.106,90
669.736,00
476.232,00
7.636,00
3.395,00
32.989,00
11.451,00
8.423,00
7.067,00
16.691,00
12.085,00
20.505,00
305.731,00
5.063,00
17.721,00
13.782,00
13.693,00
193.504,00
84.335,00
12.747,00
8.455,00
4.962,00
9.796,00
38.241,00
4.633,00
30.335,00
6.691,81
7.542,91
4.094,78
4.512,83
7.104,83
9.985,99
9.337,66
11.092,28
8.376,63
6.016,66
6.711,42
7.756,19
5.984,12
6.631,98
6.397,01
6.016,01
4.597,19
4.647,45
3.899,33
4.452,37
5.224,75
5.253,94
3.791,13
5.138,20
5.409,82
Fonte: IBGE, 2007
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
12.12. |
RIO BRANCORIOBRANCO –AC–AC VALORVALOR DADA PRODUÇÃOPRODUÇÃO |
|
Tabela 4 – Principais produtos por valor da produção, Rio Branco, 1996-2006, Ac-Brasil, Valores em R$1.000,00
|
Tipo de Produto |
1996 |
1997 |
1998 |
1999 |
2000 |
2001 |
2002 |
2003 |
2004 |
2005 |
2006 |
|
|
Extrativismo Vegetal |
||||||||||||
|
Madeira em tora Castanha-do-Pará |
1.200 |
1.084 |
1.103 |
1.155 |
1.253 |
1.352 |
2.102 |
1.323 |
2.276 |
2.280 |
1.853 |
|
|
145 |
131 |
110 |
127 |
152 |
159 |
284 |
277 |
499 |
3.896 |
3.438 |
||
|
Borrachas |
111 |
107 |
84 |
95 |
165 |
290 |
356 |
449 |
761 |
484 |
510 |
|
|
Pecuária |
||||||||||||
|
Leite |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
3.171 |
4.173 |
6.018 |
6.418 |
5.590 |
|
|
Rio Branco - AC |
Ovos de galinha |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
1.136 |
1.351 |
785 |
775 |
568 |
|
Agricultura (Lavoura Permanente) |
||||||||||||
|
Banana |
1.506 |
1.192 |
1.192 |
662 |
1.390 |
432 |
2.715 |
2.570 |
1.124 |
844 |
1.196 |
|
|
Café |
||||||||||||
|
(beneficiado) |
29 |
29 |
26 |
34 |
36 |
101 |
20 |
10 |
107 |
98 |
86 |
|
|
Laranja |
118 |
124 |
147 |
150 |
165 |
170 |
255 |
252 |
336 |
174 |
120 |
|
|
Mamão |
46 |
28 |
90 |
108 |
130 |
108 |
65 |
75 |
106 |
83 |
77 |
|
|
Borracha (látex |
||||||||||||
|
coagulado) |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
52 |
62 |
116 |
68 |
84 |
|
|
Tangerina |
100 |
131 |
117 |
122 |
113 |
118 |
125 |
120 |
142 |
79 |
60 |
|
|
Agricultura (Lavoura Temporária) |
||||||||||||
|
Mandioca |
1.868 |
928 |
2.295 |
4.793 |
3.595 |
3.420 |
8.151 |
4.396 |
2.764 |
3.931 |
3.948 |
|
|
Milho (em grão) |
617 |
586 |
770 |
801 |
822 |
400 |
844 |
491 |
405 |
378 |
525 |
|
|
Arroz (em casca) |
346 |
363 |
308 |
861 |
854 |
206 |
660 |
928 |
856 |
485 |
655 |
|
Fonte: SIDRA/IBGE (2007)
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
13.13. |
ESTADO DODO ACREESTADOACRE –– CENSOCENSO |
|||
AGROPECUÁRIOAGROPECUÁRIO |
||||
Tabela 5 - Número de estabelecimentos e área dos estabelecimentos agropecuários por utilização das terras, Acre, 1996 e 2006
|
Mesorregião |
Utilização das |
Ano |
Var (%) |
|
|
Geográfica |
terras |
1996 |
2006 |
|
|
Total |
13.495 |
17.361 |
29% |
|
|
Vale do Acre - AC |
Lavouras |
11.881 |
17.568 |
48% |
|
Pastagens |
11.583 |
14.535 |
25% |
|
|
Matas e florestas |
12.442 |
14.325 |
15% |
|
|
Total |
8.439 |
7.335 |
-13% |
|
|
Rio Branco - AC |
Lavouras |
4.098 |
2.972 |
-27% |
|
Pastagens |
2.062 |
2.315 |
12% |
|
|
Matas e florestas |
2.279 |
2.048 |
-10% |
|
|
Fonte: SIDRA/IBGE (2007) |
||||
|
Mesorregião |
Espécie de |
Ano |
Var (%) |
|
|
Geográfica |
efetivo |
1996 |
2006 |
|
|
Total |
1.676.94 |
2.652.03 |
||
|
6 |
1 |
58% |
||
|
Bovinos |
1.559.53 |
|||
|
736.496 |
9 |
112% |
||
|
Bubalinos |
140 |
467 |
234% |
|
|
Vale do Acre - AC |
Caprinos |
3.804 |
5.836 |
53% |
|
Ovinos |
30.409 |
34.293 |
13% |
|
|
Suínos |
78.711 |
69.530 |
-12% |
|
|
Aves (galinhas, galos, frangas e frangos) |
827.386 |
982.366 |
19% |
|
|
Total |
381.862 |
526.181 |
38% |
|
|
Bovinos |
158.398 |
454.728 |
187% |
|
|
Bubalinos |
22 |
408 |
1755% |
|
|
Caprinos |
476 |
1.729 |
263% |
|
|
Rio Branco - AC |
Ovinos |
5.212 |
9.539 |
83% |
|
Suínos |
12.642 |
13.534 |
7% |
|
|
Aves (galinhas, galos, frangas e |
205 |
46. |
||
|
frangos) |
.112 |
243 |
-77% |
|
Tabela 6 - Número de estabelecimentos agropecuários e efetivo de animais por espécie de efetivo, 1996 e 2006
Fonte: SIDRA/IBGE (2007)
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
14.14. |
AMOSTRAAMOSTRA DADA PESQUISAPESQUISA |
||
Tabela 7 – Caracterização da População e Amostra pesquisada nos Pólos Agroflorestais de Rio Branco, 2005/2006, Acre-Brasil
|
Sistema de |
Famílias |
Data da |
||||
|
Produção |
Local |
Município |
Amostra |
Assentadas |
Área (ha) |
Criação |
|
Pólo Agroflorestal Geraldo |
||||||
|
Mesquita |
Rio Branco |
60 |
2.162,576
|
|||
|
Rio Branco |
17 |
40, 2068
|
||||
|
Pólo Agroflorestal Custódio Freire Pólo Agroflorestal Hélio Pimenta |
Rio Branco |
37 |
1.384,742
|
|||
|
Agrofloresta l |
Pólo Agroflorestal Benfica |
Rio Branco |
40 |
1.540,425
|
||
|
Pólo Agroflorestal Wilson Pinheiro |
Rio Branco |
46 |
||||
|
Rio Branco |
11 |
|||||
|
Pólo Agroflorestal Dom Joaquim Pólo Agroflorestal Geraldo Fleming |
Rio Branco |
57 |
300
|
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
15.15. |
DADOSDADOS GERAISGERAIS DASDAS FAMÍLIASFAMÍLIAS |
|||
PESQUISADASPESQUISADAS |
||||
Gráfico 1 – Composição das famílias por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DADA VULNERABILIDADEVULNERABILIDADE DASDAS |
||
FAMÍLIASFAMÍLIAS |
||
Gráfico 2 - Situação das Vulnerabilidades das famílias, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
17.17. |
SITUAÇÃO DADA EDUCAÇÃOSITUAÇÃOEDUCAÇÃO FORMALFORMAL |
||
Gráfico 3 - Educação Formal por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO CONHECIMENTOCONHECIMENTO |
||
PROFISSIONAL EE TRADICIONALPROFISSIONALTRADICIONAL |
||
Gráfico 4 – Percentual de Famílias que tem algum membro que recebeu treinamentos e capacitações, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 5 – Principais tipos de Treinamentos ou Capacitações recebidos por atividade, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 6 – Principais profissões relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
19.19. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO SETORSETOR DEDE SAÚDESAÚDE |
||
Gráfico 7 – Ocorrência de doenças por UPFs (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 8 - Principais doenças relatadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 9 – Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 10 – Principais doenças crônicas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 11 - Local de tratamento de doenças, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
20.20. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DESENVOLVIMENTODESENVOLVIMENTO |
|||
INFANTILINFANTIL |
||||
Gráfico 12 – Situação do Desenvolvimento Infantil por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
21.21. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DASDAS CONDIÇÕESCONDIÇÕES |
|||
AMBIENTAISAMBIENTAIS |
||||
Gráfico 13 – Principais destinos do esgoto, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 14 – Principais origens da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 15 – Principais tratamentos da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
22.22. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DAS |
DAS CONDIÇÕESCONDIÇÕES |
||
HABITACIONAISHABITACIONAIS |
||||
Gráfico 16 – Acesso a energia elétrica por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil
Gráfico 17 – Ocorrência dos principais itens de bens duráveis por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO ACESSOACESSO AOSAOS RECURSOSRECURSOS |
||
NATURAISNATURAIS |
||
Gráfico 18 – Principais formas de acesso à terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 19 – Percentual dos principais tipos de uso da terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO CAPITALCAPITAL DASDAS UNIDADESUNIDADES |
||
PRODUTIVASPRODUTIVAS FAMILIARESFAMILIARES |
||
Gráfico 20 – Índice mediano de Capitalização (IK) das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil
Gráfico 21 – Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – máquinas, equipamentos e ferramentas em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 22 - Percentual de ocorrência dos tipos de capitais circulantes – insumos, em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 23- Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – benfeitorias, em mais da metade das UPFs, Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 24– Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 25– Percentual de ocorrência das principais linhas de créditos identificadas entre as UPFs financiadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 26– Principais linhas de Exploração beneficiadas pelos financiamentos obtidos pelas UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
25.25. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO DESEMPENHODESEMPENHO |
||||
ECONÔMICOECONÔMICO –– RENDARENDA BRUTABRUTA TOTALTOTAL vs.vs. |
|||||
CUSTO TOTALCUSTOTOTAL |
|||||
Gráfico 27- Relação entre Renda Bruta Total, Custo Total, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Obs.: LDM – Linha de Dependência do Mercado; CT – Custo Total; RT – Renda de Transferências Governamentais; RA – Renda de Assalariamento; RB – Renda Bruta
Gráfico 28 - Ocorrência dos tipos de renda por UPFs (%) , Pólo Custódio Freire, Acre-Brasil
2005/2006,
Obs.: RB – Renda Bruta; RA – Renda de Assalariamento; RT – Renda de Transferências Governamentais
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 29 – Principais componentes do Custo Total (CT) mediano, por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Obs.: CF – Custo Fixo; CV – Custo Variável
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO DESEMPENHODESEMPENHO ECONÔMICOECONÔMICO –– |
|
OCUPAÇÃOOCUPAÇÃO DADA FORÇAFORÇA DEDE TRABALHOTRABALHO |
|
Gráfico 30 - Percentual de ocupação da força de trabalho familiar, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Obs.: FTFO – Força de Trabalho Familiar Ocupada; FTFO+ - Utilização da Força de Trabalho Familiar Além da Disponibilidade
Gráfico 31 – Percentual de famílias que tiveram algum membro se assalariando fora da UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 32 - Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-
Brasil
Gráfico 3334 – Composição da Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire,
2005/2006, Acre-Brasil
Obs.: BCC-M – Bens Comprados no Mercado; BCC-S – Serviços Comprados no Mercado; CF – Custo Fixo
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
27.27. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO DESEMPENHODESEMPENHO |
|||
ECONÔMICOECONÔMICO –– RENDARENDA BRUTABRUTA TOTALTOTAL vs.vs. |
||||
LINHA DEDE DEPENDÊNCIALINHADEPENDÊNCIA DODO MERCADOMERCADO |
||||
Gráfico 35 - Relação entre Renda Bruta Total (RB+RA+RT), Custo Total (CT) e Linha de Dependência do Mercado (LDM), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Obs.: LDM – Linha de Dependência do Mercado; CT – Custo Total; RT – Renda de Transferências Governamentais; RA – Renda de Assalariamento
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
28.28. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO DESEMPENHODESEMPENHO |
|||
ECONÔMICOECONÔMICO –– GERAÇÃOGERAÇÃO DEDE RENDARENDA BRUTABRUTA |
||||
Tabela 8 – Evolução da Geração de Renda Bruta por linha de exploração, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Linha de Exploração
Geração de Renda Bruta (%) Pólo Custódio Freire
|
Agricultura |
20.266,20 |
9,70% |
|
|
JERIMUM |
11.154,40 |
5,34% |
|
|
MAMÃO |
2.207,40 |
1,06% |
|
|
BANANA |
2.072,00 |
0,99% |
|
|
OUTROS |
4.832,40 |
2,31% |
|
|
2.800,0 |
|||
|
Criações |
0 |
1,34% |
|
|
CRIAÇÃO DE AVES/Ovos |
2.800,00 |
1,34% |
|
|
88,96 |
|||
|
Hortaliças |
185.853,50 |
% |
|
|
MAXIXE |
38.485,00 |
18,42% |
|
|
COENTRO |
24.624,00 |
11,79% |
|
|
PIMENTA DE CHEIRO |
21.296,00 |
10,19% |
|
|
COUVE |
19.500,00 |
9,33% |
|
|
CEBOLINHA |
17.710,00 |
8,48% |
|
|
CHICÓRIA |
15.820,00 |
7,57% |
|
|
RÚCULA |
14.940,00 |
7,15% |
|
|
OUTROS |
33.478,50 |
16,02% |
|
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
29.29. |
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO DESEMPENHODESEMPENHO |
|||
ECONÔMICOECONÔMICO –– PRINCIPAISPRINCIPAIS PRODUTOSPRODUTOS |
||||
Tabela 9 – Evolução do desempenho econômico dos principais produtos, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
|
Custo |
||||||||
|
Linha de Exploração |
MBF/Qh/d (R$) |
MBF/RB |
IEE |
Unitário (R$) |
Preço (R$) |
Qtde |
PICT |
Produtividade |
|
Jerimum |
77,96 |
0,98 |
1,39 |
0,20 |
0,68 610,00 176,99 929,41 |
|||
|
4.800, |
3.516, |
21.7 |
||||||
|
Maxixe |
31,37 |
0,95 |
1,23 |
0,24 |
0,50 |
00 |
94 |
23,08 |
|
1.440, |
11.4 |
|||||||
|
Coentro |
32,07 |
0,97 |
0,72 |
0,20 |
0,50 |
00 |
453,25 |
79,72 |
|
Pimenta de |
4.8 |
|||||||
|
cheiro |
39,15 |
0,98 |
1,41 |
2,22 |
4,00 336,00 186,87 |
00,00 |
||
|
4.800, |
2.654, |
16.2 |
||||||
|
Couve |
40,01 |
0,90 |
1,33 |
0,19 |
0,25 |
00 |
84 |
83,92 |
|
3.600, |
2.115, |
14.7 |
||||||
|
Cebolinha |
40,01 |
0,88 |
1,33 |
0,19 |
0,25 |
00 |
80 |
89,14 |
|
4.800, |
2.271, |
17.8 |
||||||
|
Chicória |
74,91 |
0,95 |
2,06 |
0,13 |
0,25 |
00 |
66 |
75,71 |
|
1.680, |
1.013, |
7.2 |
||||||
|
Rúcula |
75,56 |
0,91 |
2,17 |
0,36 |
0,75 |
00 |
84 |
43,64 |
Obs.:* Relativo ao período 1996/1997; MBF/Qh/d - Remuneração diária da força de trabalho familiar; MBF - Margem Bruta Familiar; RB - Renda Bruta; IEE - Índice de Eficiência Econômica; C - Consorciada; S - Solteira
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
SITUAÇÃOSITUAÇÃO DODO DESEMPENHODESEMPENHO |
||
ECONÔMICOECONÔMICO DASDAS UNIDADESUNIDADES DEDE PRODUÇÃOPRODUÇÃO |
||
Tabela 10 – Desempenho Econômico mediano por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
|
Indicadores Econômicos |
Unidade |
Valor |
|
RB |
R$/mês |
915,17 |
|
RL |
R$/mês |
619,06 |
|
MBF |
R$/mês |
820,91 |
|
AC |
R$/mês |
49,93 |
|
NV |
R$/mês |
781,84 |
|
IEE |
und. |
1,66 |
|
MBF/RB |
und. |
0,94 |
|
MBF/Qh/d |
R$/dia |
46,06 |
Obs.: Resultados medianos por UPF.
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
31.31. |
ÍNDICEÍNDICE DEDE DESENVOLVIMENTODESENVOLVIMENTO |
|||
FAMILIAR RURALFAMILIARRURAL (IDF-R)(IDF-R) -- RESULTADOSRESULTADOS |
||||
Gráfico 36 - Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) e seus componentes, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Obs.: ID – Índice de Desenvolvimento Infantil; IT – Índice de Acesso ao Trabalho; IA – Índice de
Condições Ambientais; IV – Índice de Ausência de Vulnerabilidade; IH – Índice de Condições
Habitacionais; IE – Índice de Acesso ao Ensino; IC - Índice de Acesso ao Conhecimento
Profissional e Tradicional; IR - Índice de Disponibilidade de Recurso; IDF-R – Índice de
Desenvolvimento Familiar Rural
Gráfico 37 – Percentual de UPFs que têm o dobro de vantagens em relação às desvantagens de ativos e capacitações competitivas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
Gráfico 38 – Principais desvantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Gráfico 39– Principais Vantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
33.33. |
BIBLIOGRAFIAA BÁSICABIBLIOGRAFIBÁSICA |
||
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and |
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v. |
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Instituto
Brasileiro
de Geografia e Estatística. 2008. Disponível em:
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___.
(coord.)
Agricultura familiar: comparação internacional. Do mito a realidade. Campinas, SP:
UNICAMP, 1998b. v. 2 p. 61-88.
MACIEL, Raimundo C. G. Certificação Ambiental: uma estratégia para a conservação
da floresta amazônica. Campinas: [s.n.], 2007. 175 p. (Tese de Doutorado – Economia
Aplicada, IE/UNICAMP). Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?
RÊGO, J. F.; COSTA FILHO, O. S.; BRAGA, R. A. da R. (Editores). Análise
econômica dos sistemas de produção familiar rural da região do Vale do Acre –
1996/1997. Rio Branco: UFAC/SEBRAE/The Ford Foundation, 2003. 80p.
SEPLANDS – Secretaria de Planejamento de Desenvolvimento Sustentável do Acre. O
Acre em Números. 2006. Disponível em:
ZEE – Zoneamento Ecológico Econômico do Acre – Segunda Fase. 2006. Disponível
Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008
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