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ZONEAMENTO ECONÔMICO AMBIENTAL SOCIAL E CULTURAL (ZEAS) – DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO DO PÓLO CUSTÓDIO FREIRE

ZONEAMENTO ECONÔMICO AMBIENTAL SOCIAL E CULTURAL (ZEAS) – DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO DO PÓLO CUSTÓDIO FREIRE Maio de
ZONEAMENTO ECONÔMICO AMBIENTAL SOCIAL E CULTURAL (ZEAS) – DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO DO PÓLO CUSTÓDIO FREIRE Maio de

Maio de 2008

Coordenação: Doutor Raimundo Cláudio Gomes Maciel

2 SÓCIO-ECONÔMICO DIAGNÓSTICO DA DA PRODUÇÃO FAMILIAR RURAL NO NO PÓLO CUSTÓDIO CUSTÓDIO FREIRE FREIRE Realização

2

DIAGNÓSTICO SÓCIO-ECONÔMICO

DIAGNÓSTICO

SÓCIO-ECONÔMICO DADA

 

PRODUÇÃO

PRODUÇÃO FAMILIAR

FAMILIAR RURAL

RURAL NONO PÓLO

PÓLO

 

CUSTÓDIO

CUSTÓDIO FREIRE

FREIRE

 

Realização e Execução:

Zoneamento Econômico, Ambiental, Social e Cultural de Rio Branco Eixo Sócioeconômico

Equipe do ZEAS - Sócioeconomia

 

NOME

FORMAÇÃO

FUNÇÃO

ÓRGÃO

Raimundo

Cláudio

G.

Economista/Dr.

Coordenador

UFAC

Maciel

José F. do Rêgo

 

Economista/Ms

Consultor

PMRB

c

Amanda Leão

 

Economista

Entrevistadora

UFAC/Economia

Ana Claudia Felix Rossetto

Graduanda

Bolsista/Entrevistador

UFAC/Economia

a

Francisco

de

Assis

Graduando

Bolsista/Entrevistador

UFAC/Economia

Medeiros Junior

Keyze

Pritih

da

Costa

Graduanda

Bolsista/Entrevistador

UFAC/Economia

   

a

Campos Machael Bezerra de Lima

 

Graduando

Bolsista/Entrevistador

UFAC/Economia

Plínio

Mendonça

Graduando

Bolsista/Entrevistador

UFAC/Economia

Alexandrino

Rosimeire Pacheco

 

Cientista Social

Entrevistadora

UNINORTE/Ciências

 

Sociais

Saulo

Alberto

Santos

de

Graduando

Bolsista/Entrevistador

UFAC/Economia

Araújo Sidney M. de Azevedo

 

Graduando

Entrevistador

UFAC/Economia

Valcimar Meireles da Costa

Economista

Entrevistador

UFAC/Economia

Valdeci A. Gusmão Junior

 

Graduando

Bolsista

UFAC/ Sist. de Inf.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

3 DE DE GRÁFICOS LISTA Gráfico 1 – Composição das famílias por faixa etária, Pólo Custódio

3

LISTA DEDE GRÁFICOS

LISTA

GRÁFICOS

 

Gráfico 1 – Composição das famílias por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,

Acre-Brasil......................................................................................................................26

Gráfico 2 - Situação das Vulnerabilidades das famílias, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................27 Gráfico 3 - Educação Formal por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-

Brasil................................................................................................................................28

Gráfico 4 – Percentual de Famílias que tem algum membro que recebeu treinamentos e capacitações, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil..........................................29 Gráfico 5 – Principais tipos de Treinamentos ou Capacitações recebidos por atividade, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil................................................................29 Gráfico 6 – Principais profissões relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................30 Gráfico 7 – Ocorrência de doenças por UPFs (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006,

Acre-Brasil......................................................................................................................31

Gráfico 8 - Principais doenças relatadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

31

Gráfico 9 – Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................32 Gráfico 10 – Principais doenças crônicas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

32

Gráfico 11 - Local de tratamento de doenças, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-

Brasil................................................................................................................................33

Gráfico 12 – Situação do Desenvolvimento Infantil por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................34 Gráfico 13 – Principais destinos do esgoto, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006, Acre-Brasil.........................................................................................35 Gráfico 14 – Principais origens da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil 2005/2006, Acre-Brasil................................................................................35 Gráfico 15 – Principais tratamentos da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil 2005/2006, Acre-Brasil.............................................................36 Gráfico 16 – Acesso a energia elétrica por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil .....................................................................................................................37 Gráfico 17 – Ocorrência dos principais itens de bens duráveis por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................37 Gráfico 18 – Principais formas de acesso à terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,

Acre-Brasil......................................................................................................................38

Gráfico 19 – Percentual dos principais tipos de uso da terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................38 Gráfico 20 – Índice mediano de Capitalização (IK) das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil...................................................................................................39 Gráfico 21 – Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – máquinas, equipamentos e ferramentas em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil ...................................................................................................39 Gráfico 22 - Percentual de ocorrência dos tipos de capitais circulantes – insumos, em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil.....................40

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

4 Gráfico 23- Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – benfeitorias, em mais da

4

Gráfico 23- Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – benfeitorias, em mais da metade das UPFs, Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil......................................40 Gráfico 24– Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................41 Gráfico 25– Percentual de ocorrência das principais linhas de créditos identificadas entre as UPFs financiadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil ....................41 Gráfico 26– Principais linhas de Exploração beneficiadas pelos financiamentos obtidos pelas UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil............................................42 Gráfico 27- Relação entre Renda Bruta Total, Custo Total, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil..................................................................................................43 Gráfico 28 - Ocorrência dos tipos de renda por UPFs (%) , Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................43 Gráfico 29 – Principais componentes do Custo Total (CT) mediano, por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................44 Gráfico 30 - Percentual de ocupação da força de trabalho familiar, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...................................................................................................45 Gráfico 31 – Percentual de famílias que tiveram algum membro se assalariando fora da UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil......................................................45 Gráfico 32 - Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,

Acre-Brasil......................................................................................................................46

Gráfico 3334 – Composição da Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................46 Gráfico 3334 – Composição da Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................46 Gráfico 35 - Relação entre Renda Bruta Total (RB+RA+RT), Custo Total (CT) e Linha de Dependência do Mercado (LDM), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil...47 Gráfico 36 - Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) e seus componentes, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil................................................................51 Gráfico 37 – Percentual de UPFs que têm o dobro de vantagens em relação às desvantagens de ativos e capacitações competitivas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006,

Acre-Brasil......................................................................................................................51

Gráfico 38 – Principais desvantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................52 Gráfico 39– Principais Vantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................52

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

5 DE DE FIGURAS LISTA Figura 1 – Mapa de Rio Branco......................................................................................19 Zoneamento Econômico Ambiental Social

5

LISTA DEDE FIGURAS

LISTA

FIGURAS

 

Figura 1 – Mapa de Rio Branco......................................................................................19

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

6 DE DE TABELAS LISTA Tabela 1 - Indicadores Demográficos, 2000 - 2004, Acre-Brasil....................................19 Tabela 2

6

LISTA DEDE TABELAS

LISTA

TABELAS

 

Tabela 1 - Indicadores Demográficos, 2000 - 2004, Acre-Brasil....................................19 Tabela 2 – Área, População residente, sexo e situação do domicílio, Acre e Mesorregiões, 2000.........................................................................................................20 Tabela 3 - Produto Interno Bruto, Vale do Acre, 2005, Acre-Brasil, Valores em R$ 1.000,00, exclusive PIB_Per Capita................................................................................22 Tabela 4 – Principais produtos por valor da produção, Rio Branco, 1996-2006, Ac- Brasil, Valores em R$1.000,00 .......................................................................................23 Tabela 5 - Número de estabelecimentos e área dos estabelecimentos agropecuários por utilização das terras, Acre, 1996 e 2006..........................................................................24 Tabela 6 - Número de estabelecimentos agropecuários e efetivo de animais por espécie de efetivo, 1996 e 2006...................................................................................................24 Tabela 7 – Caracterização da População e Amostra pesquisada nos Pólos Agroflorestais de Rio Branco, 2005/2006, Acre-Brasil..........................................................................25 Tabela 8 – Evolução da Geração de Renda Bruta por linha de exploração, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil.......................................................................................48 Tabela 9 – Evolução do desempenho econômico dos principais produtos, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil........................................................................................49 Tabela 10 – Desempenho Econômico mediano por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil ..................................................................................................50

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

7 RESUMO DAS CONDIÇÕES DEDE VIDA EE PRODUÇÃO NONO PÓLO CUSTÓDIO FREIRE Indicador Analfabetismo Dados 6,49%

7

7 RESUMO DAS CONDIÇÕES DEDE VIDA EE PRODUÇÃO NONO PÓLO CUSTÓDIO FREIRE Indicador Analfabetismo Dados 6,49%

RESUMO

RESUMO DAS

DAS CONDIÇÕES

CONDIÇÕES DEDE VIDA

VIDA EE PRODUÇÃO

PRODUÇÃO

7 RESUMO DAS CONDIÇÕES DEDE VIDA EE PRODUÇÃO NONO PÓLO CUSTÓDIO FREIRE Indicador Analfabetismo Dados 6,49%

NONO PÓLO

PÓLO CUSTÓDIO

CUSTÓDIO FREIRE

FREIRE

Indicador

Analfabetismo

Dados

6,49%

Percentual de Analfabetos

Dificuldades de Acesso a Escola

0,00%

Percentual de crianças fora da escola

Conhecimento Profissional e Tradicional

35%

Percentual da população total

Doenças Crônicas

65%

Percentual da população total

Assalariamento fora da Unidade Produtiva

35,29%

Percentual de famílias que

tiveram algum membro se assalariando fora da UPF

Transferência de Renda

58,82%

Percentual de famílias que recebem algum benefício governamental

Margem Bruta Familiar Mensal

Valor Mediano

Gastos com Consumo no Mercado

R$ 820,91

47,06%

Percentual de Famílias Satisfeitas em suas necessidades

Vantagens Competitivas

25%

Percentual de Famílias com o dobro de vantagens em relação às desvantagens em ativos e capacitações

Período

2006/2007

Tendência

Situação

Página

26

2006/2007

32

2006/2007

2006/2007

2006/2007

28

31

44

2006/2007

42

2006/2007

2006/2007

2006/2007

45 e 49

45

50

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

8 SUMÁRIO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 10 2. CARACTERIZAÇÕES DO ESTUDO 11 3. CARACTERIZAÇÕES DO ESTUDO -

8

SUMÁRIO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 10 2. CARACTERIZAÇÕES DO ESTUDO 11 3. CARACTERIZAÇÕES DO ESTUDO - CONTINUAÇÃO
SUMÁRIO
SUMÁRIO
1.
INTRODUÇÃO
10
2.
CARACTERIZAÇÕES DO ESTUDO
11
3.
CARACTERIZAÇÕES DO ESTUDO - CONTINUAÇÃO
12
4.
CARACTERIZAÇÕES DO ESTUDO – CONTINUAÇÃO
13
5.
METODOLOGIA – PRINCIPAIS MEDIDAS DE DESEMPENHO ECONÔMICO
14
6.
METODOLOGIA – PRINCIPAIS MEDIDAS DE DESEMPENHO ECONÔMICO
(CONTINUAÇÃO)
15
7.
METODOLOGIA – PRINCIPAIS MEDIDAS DE DESEMPENHO ECONÔMICO
(CONTINUAÇÃO)
16
8.
METODOLOGIA - ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO FAMILIAR RURAL –
IDF-R
17
9.
METODOLOGIA – AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA
17
10.
ESTADO DO ACRE – SOBRE A REGIÃO
19
11.
VALE DO ACRE - PRODUTO INTERNO BRUTO
20
12.
RIO BRANCO –AC VALOR DA PRODUÇÃO
23
13.
ESTADO DO ACRE – CENSO AGROPECUÁRIO
24
14.
AMOSTRA DA PESQUISA
25
15.
DADOS GERAIS DAS FAMÍLIAS PESQUISADAS
26
16.
SITUAÇÃO DA VULNERABILIDADE DAS FAMÍLIAS
27
17.
SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO FORMAL
...............................................................
28
18.
SITUAÇÃO DO CONHECIMENTO PROFISSIONAL E TRADICIONAL
29
19.
SITUAÇÃO DO SETOR DE SAÚDE
31
20.
SITUAÇÃO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
34
21.
SITUAÇÃO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS
35
22.
SITUAÇÃO DAS CONDIÇÕES HABITACIONAIS
37
23.
SITUAÇÃO DO ACESSO AOS RECURSOS NATURAIS
38
24.
SITUAÇÃO DO CAPITAL DAS UNIDADES PRODUTIVAS FAMILIARES
39
25.
SITUAÇÃO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – RENDA BRUTA TOTAL vs.
CUSTO TOTAL
SITUAÇÃO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – OCUPAÇÃO DA FORÇA DE
TRABALHO
43
45
26.
SITUAÇÃO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – LINHA DE DEPENDÊNCIA
DO MERCADO
45
27.
SITUAÇÃO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – RENDA BRUTA TOTAL vs.
LINHA DE DEPENDÊNCIA DO MERCADO
47
28.
SITUAÇÃO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – GERAÇÃO DE RENDA
BRUTA
48
29.
SITUAÇÃO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – PRINCIPAIS PRODUTOS . 49
30.
SITUAÇÃO DO DESEMPENHO ECONÔMICO DAS UNIDADES DE
PRODUÇÃO
50
31.
ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO FAMILIAR RURAL (IDF-R) -
RESULTADOS
51
32.
AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA - RESULTADOS
51

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

9 33. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ..................................................................................... 53 Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco –

9

33. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

.....................................................................................

53

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

10 1. 1. INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Devido à falência do sistema extrativista e, conseqüentemente, dos seringais acreanos,

10

1.

1. INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

 

Devido à falência do sistema extrativista e, conseqüentemente, dos seringais acreanos, uma nova política de desenvolvimento econômico foi implantada na região acreana no inicio da década de 70. Com a implantação desta política muitas famílias foram pressionadas pelos grandes fazendeiros que aqui se instalaram a saírem de suas terras. O resultado desta migração campo-cidade foi o inchaço populacional ocorrido em Rio Branco em que o número de habitantes salta de menos de 50.000 na década de 70 para cerca de 200.000 na década de 90. Outro grande problema que ocorreu em virtude desse processo de migração campo-cidade é que Rio Branco não tinha as devidas estruturas para receber tamanho contingente populacional. Assim sendo, esse crescimento irracional e desordenado ocasionou a formação de muitos bairros carentes de serviços essenciais e com problemas comuns à maioria das cidades brasileira. Diante desta situação fez-se necessária a criação de uma política pública que atendesse as necessidades destas famílias de ex-seringueiros e agricultores. Foi então que, no ano de 1993, o prefeito Jorge Viana lançou a proposta de criação dos Pólos Agroflorestais. Esta proposta visava assentar as famílias de ex-seringueiros e agricultores, que estivessem dispostas a voltar a produzir no meio rural, em áreas desapropriadas nas proximidades das vias de circulação com fácil trafegabilidade (rodovias federais e estaduais). A seleção das famílias foi feita de acordo com alguns critérios como: ter aptidão para o trabalho com a terra; morar em áreas de ocupação irregular ou com risco de alagamento, desbarrancamento e deslizamento e que estejam dispostas a voltar a viver no meio rural; não ter emprego no setor público ou privado; ter disponibilidade de mão- de-obra familiar. Este novo modo de reforma agrária implantado em Rio Branco apresenta-se numa forma viável de sustentabilidade uma vez que tanto o aspecto sócio-econômico quanto o ambiental foram beneficiados com a introdução desta política de assentamento. No tocante ao aspecto sócio-econômico há uma visível melhoria na qualidade de vida das famílias assentadas. Estas famílias, que antes residiam na área periférica da cidade, passaram a habitar o meio rural e puderam voltar às atividades produtivas a que estavam acostumadas. Com relação ao aspecto ambiental, pode-se dizer que este também foi beneficiado, pois as áreas em que foram implantados os Pólos Agroflorestais eram áreas em estado de degradação e, com a inserção dos sistemas agroflorestais, puderam ser novamente cultivadas e recuperadas.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

11 2. 2. CARACTERIZAÇÕES DO DO ESTUDO Objeto do Estudo - O objeto da presente pesquisa

11

2.

2.

CARACTERIZAÇÕES

CARACTERIZAÇÕES DODO ESTUDO

ESTUDO

 

Objeto do Estudo - O objeto da presente pesquisa é a produção familiar Rural em áreas representativas da realidade sócio- econômica de Rio Branco Acre. .

11 2. 2. CARACTERIZAÇÕES DO DO ESTUDO Objeto do Estudo - O objeto da presente pesquisa
11 2. 2. CARACTERIZAÇÕES DO DO ESTUDO Objeto do Estudo - O objeto da presente pesquisa
Produção Familiar É uma forma de organização social da produção na qual a própria família tem
Produção
Familiar
É uma forma de
organização
social da
produção na qual
a própria família
tem a posse dos
meios de
produção, além
de engendrar o
processo
produtivo.

Objetivos:

Realizar

o

diagnóstico

sócio-

econômico da produção rural de Rio

Branco, em particular nas áreas prioritárias da produção familiar, notadamente, nos pólos agroflorestais e na região do seringal São Francisco do

Espalha, nas Bacias do Riozinho do Rola e Igarapé São Francisco;

Planejar

o

desenvolvimento

sócio-

econômico das diversas áreas rurais,

obviamente incluídas a população rural

que nelas se encontram;

Elaborar Mapa de Gestão das áreas rurais

de Rio Branco.

Participação Comunitária Todo o processo de pesquisa empreendido pelo Zoneamento tem como caráter dominante a combinação
Participação Comunitária
Todo o processo de pesquisa empreendido pelo
Zoneamento tem como caráter dominante a combinação do
conhecimento científico com o conhecimento tradicional
dos produtores rurais, tendo como principal exemplo a
elaboração do questionário, que expressa a metodologia
acadêmica desenvolvida, bem como as discussões feitas
com o próprio público-alvo das pesquisas.
Utiliza-se
como
referência
para
o
levantamento
das
informações,
o
calendário
agrícola
da
região,
definido
conjuntamente
com as
próprias
comunidades
estudadas,
que refere-se ao período de maio de
um
ano
a
abril
do
ano
seguinte,
que
engloba
o
conjunto
de
atividades
econômicas
produtivas
das famílias.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

3. 3. CARACTERIZAÇÕES DO DO ESTUDO - - CONTINUAÇÃO CONTINUAÇÃO 12 SISTEMA DE PRODUÇÃO SISTEMA AGROFLORESTAL

3.

3.

CARACTERIZAÇÕES

CARACTERIZAÇÕES DODO ESTUDO

ESTUDO --

CONTINUAÇÃO

CONTINUAÇÃO

 

12

SISTEMA DE PRODUÇÃO SISTEMA AGROFLORESTAL Compreende a associação de culturas perenes (espécies frutíferas nativas) e espécies
SISTEMA DE PRODUÇÃO SISTEMA
AGROFLORESTAL Compreende a associação de
culturas perenes (espécies frutíferas nativas) e espécies
florestais, constituindo um sistema do tipo silvoagrícola
consorciado, com a intercalação eventual de culturas
anuais alimentares e complementado ocasionalmente
pela criação de animais.
Neste sistema observa-se uma riqueza e diversidade
maior da comunidade de espécies do que nos sistemas
de produção agrícola, porém menor que nos sistemas
extrativistas. Supõe, portanto, alteração menos profunda
na estrutura do sistema ecológico original do que nos
sistemas agrícolas.
O plano de manejo é muito simples e o processo
técnico-material de produção compreende a
transformação principalmente de entradas naturais
(energia solar, água da chuva e nutrientes resultantes da
decomposição de restos vegetais depositados na
superfície do solo) e da energia humana em frutas
regionais destinadas ao mercado.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

13 4. 4. CARACTERIZAÇÕES CARACTERIZAÇÕES DODO ESTUDO ESTUDO –– CONTINUAÇÃO CONTINUAÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA –

13

4. 4. CARACTERIZAÇÕES CARACTERIZAÇÕES DODO ESTUDO ESTUDO –– CONTINUAÇÃO CONTINUAÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA – Consiste
4.
4. CARACTERIZAÇÕES
CARACTERIZAÇÕES DODO ESTUDO
ESTUDO ––
CONTINUAÇÃO CONTINUAÇÃO
SISTEMA DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA – Consiste numa combinação
de culturas anuais alimentares (arroz, feijão, milho e mandioca) com a
criação de animais, principalmente bovinos, podendo ser caracterizado como
um sistema de cultivo múltiplo.
Nesse sistema de produção a funcionalidade é especificada por uma
pequena entrada de insumos modernos, expressa no uso de defensivos e
fertilizantes inorgânicos e pela contribuição dominante da energia humana.
Estes inputs associados às entradas naturais de energia solar, água das chuvas
e nutrientes das cinzas, resultantes das queimadas, propicia a produção de
grãos, raízes, leite e carne. Aqui a riqueza e diversidade da comunidade de
espécies são inferiores em relação aos outros sistemas (extrativista e Sistema
Agroflorestall).
Organizado na forma de produção familiar, o sistema de produção agrícola
caracteriza-se por um grande dispêndio de força de trabalho humana, pelo
uso ainda limitado de insumos modernos e baixa eficiência econômica. O
plano de manejo é, por conseqüência, bastante simplificado. Além disso, este
é o sistema que mais altera a estrutura do sistema ecológico.
Linha Mínima de Dependência do Mercado A produção familiar rural depende parcialmente do mercado para a
Linha Mínima de Dependência do Mercado
A
produção
familiar
rural depende
parcialmente do mercado para a aquisição de
produtos ou bens e serviços necessários à sua
manutenção, especialmente biológica, pois
parte de suas necessidades de consumo são
satisfeitas com o Autoconsumo e o restante é
comprado no mercado.
Assim, define-se como linha mínima de
dependência do mercado os valores medianos
gastos com o consumo no mercado,
adicionados das compras relacionadas à
reposição do capital fixo (máquinas,
equipamentos, ferramentas, benfeitorias
etc.)
disponível para a manutenção dos meios de
produção existentes.

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14 5. METODOLOGIA – – PRINCIPAIS MEDIDAS DE DE DESEMPENHO ECONÔMICO DESEMPENHO ECONÔMICO R enda B< http://www.ufac.br/projetos/aspf/index.htm > . reproduz sem afetar o seu patrimônio. Se RL < 0 a unidade de produção familiar só se reproduz com perda de patrimônio. A AN 핶 ISE ECON�ICA compreende a determina 豫 o de custos e de resultados econ�icos (medidas de resultado econ�ico: resultados brutos, resultados l�uidos e medidas de efici�cia ou de rela 豫 o) de cada sistema de produ 豫 o no ciclo da produ 豫 o (o chamado "ano agr�ola"), a interpreta 豫 o dos resultados, a identifica 豫 o das causas de insufici�cias de desempenho e a proposta de corre 寤 es. Lucro da Exploração (LE) : é o chamado lucro puro. É a fração da renda bruta que fica disponível depois de o produtor pagou todos reais, de ter atribuído as julgadas normais (custos de os custos remunerações pagos: oportunidade) aos fatores utilizados, mas não o seu próprio trabalho (executivo e gerencial), o trabalho familiar, os seus próprios capitais; e de ter reservado determinada quantia para fazer frente a prováveis riscos. Indica as possibilidades de acumulação da unidade de produção familiar. Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008 " id="pdf-obj-13-2" src="pdf-obj-13-2.jpg">

14

  • 5. 5. METODOLOGIA

METODOLOGIA PRINCIPAIS

PRINCIPAIS MEDIDAS

MEDIDAS DEDE

DESEMPENHO ECONÔMICO

DESEMPENHO

ECONÔMICO

 

Renda Bruta (RB): valor da produção destinada ao mercado.

Renda Bruta Total (RBT): somatório da renda Bruta (RB) da produção com a renda oriunda das transferências de renda (bolsa escola, família etc.) e do assalariamento fora da UPF. A RBT é calculada para o conjunto da UPF e dos membros da família.

Renda Líquida (RL): é o valor excedente apropriado pela unidade de produção familiar, ou seja, a parte do valor do produto que fica com a unidade de produção familiar depois de serem repostos os valores dos meios de produção, dos meios de consumo e dos serviços (inclusive salários) prestados à produção. A renda líquida é o primeiro indicador de eficiência econômica e das possibilidades de reprodução da unidade

de produção familiar. Se RL

0

a

unidade

de

produção

familiar

se

METODOLOGIA

Para fazer a avaliação socioeconômica da produção familiar rural da região de estudo, trabalha-se com uma metodologia adequada e específica a este tipo de produção, que está sendo consolidada nos últimos 11 anos pelo projeto de pesquisa denominado “Análise Econômica de Sistemas de Produção Familiar Rural no Estado do Acre” - ASPF. Assim, para a consecução dos objetivos da pesquisa, buscou-se trabalhar a metodologia a partir de indicadores e índices socioeconômicos que, por um lado, levem em consideração as peculiaridades da região de estudo e, por outro, sirvam como parâmetros para relacionar as diversas regiões e determinadas formas de organização produtiva dos produtos comercializados, comparando-as entre si e indicando as prioridades de atuação para um efetivo desenvolvimento socioeconômico sustentável.

METODOLOGIA Para fazer a avaliação socioeconômica da produção familiar rural da região de estudo, trabalha-se com< http://www.ufac.br/projetos/aspf/index.htm > . " id="pdf-obj-13-74" src="pdf-obj-13-74.jpg">

A metodologia completa está disponível no site:

reproduz sem afetar o seu patrimônio. Se RL < 0 a unidade de produção familiar só se reproduz com perda de patrimônio.

A AN 핶 ISE ECON�ICA compreende a determina 豫 o de custos e de resultados econ�icos
A AN 핶 ISE ECON�ICA
compreende a determina 豫 o
de custos e de resultados
econ�icos (medidas de
resultado econ�ico:
resultados brutos, resultados
l�uidos e medidas de
efici�cia ou de rela 豫 o) de
cada sistema de produ 豫 o no
ciclo da produ 豫 o (o
chamado "ano agr�ola"), a
interpreta 豫 o dos resultados,
a identifica 豫 o das causas de
insufici�cias de desempenho
e a proposta de corre 寤 es.

Lucro da Exploração (LE): é o chamado lucro puro. É a fração da renda bruta que fica

disponível depois de o produtor pagou todos

reais,

de

ter

atribuído

as

julgadas normais (custos de

os

custos

remunerações

pagos:

oportunidade) aos fatores utilizados, mas não

o seu próprio trabalho (executivo e

gerencial), o trabalho familiar, os seus próprios

capitais; e de ter reservado determinada quantia

para fazer frente a prováveis riscos. Indica as

possibilidades de acumulação da unidade de

produção familiar.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

15 6. METODOLOGIA – – PRINCIPAIS MEDIDAS DE DE DESEMPENHO ECONÔMICO DESEMPENHO ECONÔMICO (CONTINUAÇÃO) (CONTINUAÇÃO) Margem

15

6.

6. METODOLOGIA

METODOLOGIA PRINCIPAIS

PRINCIPAIS MEDIDAS

MEDIDAS DEDE

 

DESEMPENHO ECONÔMICO

DESEMPENHO

ECONÔMICO

 

(CONTINUAÇÃO)

(CONTINUAÇÃO)

 

Margem Bruta Familiar (MBF): é o resultado líquido específico e próprio para indicar o valor monetário disponível para a subsistência da família, inclusive uma eventual elevação do nível de vida, se o montante for suficiente. Em situações favoráveis, poderá ser suficiente para ressarcir custos fixos, especialmente a exigência mínima de reposição do patrimônio. Cumpridas estas funções, a disponibilidade restante pode ser usada como capital de giro.

CUSTOS TOTAIS DE PRODU 플 O (CT), s� todos os encargos ou sacrif�ios econ�icos suportados pelo
CUSTOS TOTAIS DE
PRODU 플 O (CT), s�
todos
os
encargos
ou
sacrif�ios
econ�icos
suportados pelo produtor para
criar o valor total do produto.
Referidos
produ 豫 o,
eq�valem
monet�io
econ�icas
a
um sistema
de
os
custos
ao
valor
das
entradas
do
sistema.
Os
custos totais compreendem a
soma dos custos fixos (CF) e
dos custos vari�eis (CV). Os
primeiros t� a sua
magnitude
independente
do
volume da
produ 豫 o,
variam
os
segundos
com
o
volume da produ 豫 o.
15 6. METODOLOGIA – – PRINCIPAIS MEDIDAS DE DE DESEMPENHO ECONÔMICO DESEMPENHO ECONÔMICO (CONTINUAÇÃO) (CONTINUAÇÃO) Margem

Nível de Vida (NV):

é

a totalidade

do

valor apropriado pelo produtor familiar, inclusive valores imputados, deduzidas as obrigações financeiras com empréstimos. É, portanto, o valor que determina o padrão de vida da família.

Índice

de

(IEE):

é

a

familiar

gerar

custo.

É

de produção.

 

Eficiência

relação

Econômica

indica

a

que

capacidade de a unidade de produção

valor

um

por

unidade

indicador

de

de

benefício/custo do conjunto da unidade

>

1,

a situação

é

de

IEE

lucro; IEE < 1, a situação é de prejuízo;

IEE = 1, a situação é de equilíbrio.

Relação MBF/RB: é a relação mais apropriada para medir a eficiência econômica da produção familiar, pois mostra que proporção de valor a unidade de produção tornará disponível para a família por cada unidade de valor produzido. Uma relação superior a 50% é considerada favorável.

Relação MBF/Q h/d : é o índice de remuneração da força de trabalho familiar. Mostra a quantia de margem bruta gerada por unidade de trabalho familiar (1 h/d = 1 jornada de trabalho). O valor deve ser comparado com o preço de mercado da força de trabalho. Q h/d = quantidade de força de trabalho utilizada no ciclo produtivo da linha de exploração ou a quantidade total anual de força de trabalho familiar utilizada pela unidade de produção.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

16 7. METODOLOGIA – – PRINCIPAIS MEDIDAS DE DE DESEMPENHO ECONÔMICO DESEMPENHO ECONÔMICO (CONTINUAÇÃO) (CONTINUAÇÃO) Termos

16

7.

7. METODOLOGIA

METODOLOGIA PRINCIPAIS

PRINCIPAIS MEDIDAS

MEDIDAS DEDE

 

DESEMPENHO ECONÔMICO

DESEMPENHO

ECONÔMICO

 

(CONTINUAÇÃO)

(CONTINUAÇÃO)

 

Termos de Intercâmbio (TI): é a relação entre o valor dos bens de consumo comprados e o valor total da produção. Indica qual a proporção da renda bruta, em bens de consumo, precisa ser gasta para gerar o valor total da produção. Essa relação revela, aproximadamente, em que medida o excedente produzido pelo pequeno produtor está sendo apropriado na circulação, isto é, a montante e a jusante do processo de produção.

Índice de Trabalho Familiar (ITF): é a participação da força de trabalho familiar no trabalho total. É considerada unidade de produção familiar aquela que apresenta ITF >

50%.

Índice de Capitalização (IK): é a relação que indica a intensidade de capital. Assim, um IK > 1 significa que gasta-se no processo produtivo mais com capital fixo e circulante do que com força de trabalho, familiar ou contratada.

Índice de Assalariamento (IA): é a proporção da força de trabalho familiar que se assalaria fora da unidade de produção.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

17 8. 8. METODOLOGIA METODOLOGIA -- ÍNDICE ÍNDICE DEDE DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO FAMILIAR FAMILIAR RURAL RURAL ––

17

8. 8. METODOLOGIA METODOLOGIA -- ÍNDICE ÍNDICE DEDE DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO FAMILIAR FAMILIAR RURAL RURAL –– IDF-R
8.
8. METODOLOGIA
METODOLOGIA -- ÍNDICE
ÍNDICE DEDE
DESENVOLVIMENTO
DESENVOLVIMENTO FAMILIAR
FAMILIAR RURAL
RURAL ––
IDF-R IDF-R
No
tocante
ao
IDF-R = (IV+IE+IC+IT+IR+ID+IH+IA)/8
desenvolvimento
humano,
Sendo,
trabalha-se com um indicador
IV – Índice de ausência de vulnerabilidade:
sintético,
denominado Índice
de
fecundidade, idosos, dependência econômica,
Desenvolvimento da Família
presença dos pais;
(IDF), originalmente desenvolvido
IE – Índice de acesso ao ensino: analfabetismo e
pelo IPEA (Instituto de Pesquisas
escolaridade;
Econômicas Aplicada), mais
IC – Índice de acesso ao conhecimento profissional e
adequado às diversas
situações
tradicional: qualificação profissional e habilidade
sociais, buscando superar algumas
especial;
das principais limitações do IDH,
IT – Índice de acesso ao trabalho: disponibilidade de
especialmente, no tocante à
trabalho;
quantidade de indicadores
IR – Índice de disponibilidade de recursos: pobreza e
considerados na construção
do
capacidade de geração de renda;
índice, além do levantamento de
ID – Índice de desenvolvimento infantil: trabalho
informações em nível familiar.
precoce, acesso e progresso escolar, mortalidade
Como o próprio título do
infantil;
índice propõe, a unidade de
IH – Índice de condições habitacionais: domicílio,
análise é a Unidade de Produção
acesso a água, esgoto, energia e bens duráveis;
Familiar Rural (UPF), cuja
IA – Índice de Condições Ambientais: recursos
composição é realizada pela
hídricos, qualidade da
água e destino
de lixo
e
agregação das informações
dos
Classificação utilizada para
esgoto;
integrantes da família que moram
avaliação do IDF-R
na UPF.
O IDF-R varia entre 0 e 1,
Ruim – 0 < IDF-R ≤ 0,25
o que significa que quanto
mais
Regular – 0,25 < IDF-R ≤
próximo de 1, melhores serão as
0,50
condições de vida de família.
Bom – 0,50 < IDF-R ≤ 0,75
O IDF original considera
Ótimo – 0,75 < IDF-R ≤ 1
seis dimensões básicas das

condições de vida, compreendendo um total de 48 indicadores, sendo adotado um

sistema de pesos neutros na composição dos indicadores. Na construção do IDF-R, uma

das dimensões originais (acesso ao conhecimento) foi transformada em duas (acesso ao

ensino escolar e acesso ao conhecimento profissional e tradicional). Ademais, foi

acrescentada uma nova dimensão relacionadas às condições ambientais, perfazendo um

total de sete dimensões consideradas. Além disso, alguns indicadores foram ajustados

ao contexto rural. A neutralidade dos pesos é mantida, ou seja, a síntese dos indicadores

de cada dimensão, bem como o IDF-R – resultado da síntese das dimensões –, será

constituída pela média aritmética simples dos referidos indicadores.

 
  • 9. 9. METODOLOGIA

METODOLOGIA AVALIAÇÃO

AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA

ESTRATÉGICA

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

18 ATIVOS E CAPACITAÇÕES PESQUISADOS 1. Disponibilidade de capital (Próprio) 2. Disponibilidade de capital (Crédito) 3.

18

ATIVOS E CAPACITAÇÕES PESQUISADOS 1. Disponibilidade de capital (Próprio) 2. Disponibilidade de capital (Crédito) 3. Liderança
ATIVOS E CAPACITAÇÕES PESQUISADOS
1.
Disponibilidade de capital (Próprio)
2.
Disponibilidade de capital (Crédito)
3.
Liderança em Espaço
físico/equipamentos/facilidade de produção
4.
Assistência técnica
5.
Infra-estrutura (ramais, rio etc.)
6.
Acesso a canais de distribuição de baixo
custo
7.
Acesso a trabalho de baixo custo
8.
Flexibilidade para adaptar a novas
tendências do mercado e da indústria
9.
Pessoas treinadas/capacitadas para a
produção dos produtos
10.
Pessoas treinadas/capacitadas para a
comercialização dos produtos
11.
Reputação pela qualidade
12.
Diversificação de produtos
13.
Característica do produto/diferenciação
14.
Conhecimento do negócio
15.
Pioneirismo
16.
Localização
17.
Acesso aos insumos
18.
Participação em associações ou
cooperativas

A sustentabilidade dos

resultados econômicos da

produção familiar rural, além

das alternativas produtivas a

serem introduzidas nesse

ambiente, depende de uma

correta avaliação das estratégias

competitivas utilizadas pelos

produtores, pois a manutenção

e/ou implementação das

alternativas produtivas

dependem do fortalecimento

dos recursos humanos, físicos,

financeiros, além dos ativos

intangíveis como, por exemplo,

a reputação, e das capacitações

ou habilidades/serviços

oriundos da combinação de tais

ativos.

A

presente

pesquisa

busca realizar uma avaliação

estratégica dos ativos e

capacitações disponíveis aos

produtores rurais familiares

estudados, como forma de

identificar os possíveis gargalos

que possam impactar na

sustentabilidade das estratégias

competitivas promovidas nesse

ambiente de estudo, no sentido de orientar os gestores dos empreendimentos acerca dos

itens que precisam de uma maior atenção.

Assim, conforme literatura pertinente, utiliza-se indicadores que categorizam os

ativos e habilidades das famílias, que possam ser identificados como fonte de vantagens

competitivas sustentáveis, além de avaliar o desempenho de tais ativos e habilidades,

bem como das estratégias competitivas, agrupando-os em três grupos estratégicos:

inovação, qualidade e liderança de custos.

No primeiro grupo se encontram itens, tais como, habilidade em marketing,

desenvolvimento de novos produtos/processos, novas formas de comercialização etc. Os

itens classificados em relação à qualidade são: habilidade gerencial, pessoas treinadas

para o processo produtivo e em oferecer serviços de alta qualidade aos consumidores

etc. Com relação à liderança de custos, os itens constantes são: disponibilidade de

capital, liderança em plantas e equipamentos, acesso a matéria-prima de baixo custo,

acesso a trabalho de baixo custo etc.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

19 10. DO DO ACRE ESTADO – – SOBRE A A REGIÃO Figura 1 – Mapa

19

10.

10.

ESTADO DODO ACRE

ESTADO

ACRE SOBRE

SOBRE AA REGIÃO

REGIÃO

 

Figura 1 – Mapa de Rio Branco

19 10. DO DO ACRE ESTADO – – SOBRE A A REGIÃO Figura 1 – Mapa

Tabela 1 - Indicadores Demográficos, 2000 - 2004, Acre-Brasil

Indicadores Demográficos

2000

2001

2002

2003

2004

Masculino

66,8

67,2

67,4

67,7

68

Feminino

71,8

72,2

72,5

72,8

73,2

Total

69,3

69,6

69,9

70,2

70,5

Esperança de vida aos 60 anos

Masculino

20,2

20,3

20,4

20,4

20,4

Feminino

20,9

21

21,1

21,2

21,3

Total

20,5

20,6

20,7

20,8

20,9

Razão da Dependência

Jovens

69,7

62

67,1

66

63,6

Idosos

9,8

9,7

9,8

9,8

9,8

Total

79,5

71,8

76,8

75,8

73,5

Fonte: SEPLANDS (2006)

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

20 11. 11. DO DO ACRE VALE - - PRODUTO INTERNO BRUTO BRUTO Tabela 2 –

20

11.

11.

VALE DODO ACRE

VALE

ACRE -- PRODUTO

PRODUTO INTERNO

INTERNO

 
 

BRUTO

BRUTO

 

Tabela 2 – Área, População residente, sexo e situação do domicílio, Acre e Mesorregiões, 2000

   

Área (Km 2 )*

População residente, sexo e situação do domicílio

População de 10 anos ou mais de idade

Municípios

 

(%)

 

Total

% do

Estado

Total

Homens

Mulheres

Urbana

Rural

Total

alfabe

tização

Acre

152.58

100

557.526

280.983

276.543

370.26

187.25

409.15

76,9

1

7

9

2

Mesorregião

do

Vale

do

77.6

50,

399.9

200.30

199.598

294.39

105.50

299.07

71

Acre

16

7

04

6

5

9

2

,85

Manoel Urbano

9.38

6,20

6.374

3.375

2.999

3.281

3.093

4.304

54,6

7

Santa Rosa do Purus

 

5.981

3,90

2.246

1.163

1.083

518

1.728

1.368

42,5

Sena Madureira

25.27

16,50

29.420

15.283

14.137

16.155

13.265

20.802

67,3

8

Acrelândia

1.57

1,00

7.935

4.256

3.679

3.506

4.429

5.645

75,7

5

Bujari

3.46

2,30

5.826

3.171

2.655

1.628

4.198

4.204

63,7

8

Capixaba

1.71

1,10

5.206

2.841

2.365

1.521

3.685

3.643

64,3

3

Plácido de Castro

 

2.04

1,30

15.172

7.984

7.188

6.979

8.193

11.122

77,3

 

7

Porto Acre

2.98

2,00

11.418

6.191

5.227

1.293

10.125

8.257

70,9

5

Senador Guiomard

 

1.83

1,20

19.761

10.267

9.494

8.640

11.121

14.643

76,4

 

7

Rio Branco

2.87

1,90

3.490

1.820

1.670

2.151

1.339

2.519

71,8

6

Assis Brasil

9.22

6,00

253.059

123.248

129.811

226.29

26.761

193.08

87,1

3

8

8

Brasiléia

4.33

2,80

17.013

8.882

8.131

9.026

7.987

12.630

77,9

6

Epitaciolândia

1.65

1,10

11.028

5.617

5.411

7.404

3.624

8.141

77,6

9

Xapuri

5.25

3,40

11.956

6.208

5.748

5.995

5.961

8.706

71,9

1

Mesorregião

do

Vale

do

74.9

49,

157.6

80.67

76.945

75.8

81.7

110.08

52

Juruá

65

3

22

7

72

50

0

,50

Cruzeiro do Sul

7.92

5,2

67.441

33.919

33.522

38.971

28.470

48.675

73,7

5

Mâncio Lima

4.67

3,1

11.095

5.753

5.342

5.794

5.301

7.863

70,2

2

Mal. Thaumaturgo

 

7.74

5,1

8.295

4.376

3.919

985

7.310

5.245

52,9

 

4

Porto Walter

6.13

4

5.485

2.891

2.594

1.441

4.044

3.552

51,9

6

Rodrigues Alves

3.30

2,2

8.093

4.255

3.838

2.632

5.461

5.413

52,1

5

Feijó

24.20

15,9

26.722

13.703

13.019

11.240

15.482

18.748

49,8

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

21 2 Jordão 5.42 3,6 4.454 2.348 2.106 863 3.591 2.727 42,2 9 Tarauacá 15.55 10,2

21

 

2

Jordão

5.42

3,6

4.454

2.348

2.106

863

3.591

2.727

42,2

9

Tarauacá

15.55

10,2

26.037

13.432

12.605

13.946

12.091

17.857

61,6

3

Fonte: Censo Demográfico de 2000 (IBGE, 2007) * IBGE, Resolução nº 05 , de 10 de out. de 2002.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

22 Tabela 3 - Produto Interno Bruto, Vale do Acre, 2005, Acre-Brasil, Valores em R$ 1.000,00,

22

Tabela 3 - Produto Interno Bruto, Vale do Acre, 2005, Acre-Brasil, Valores em R$ 1.000,00, exclusive PIB_Per Capita

Unidade

Agropecuária

Indústria

Serviços

Impostos

PIB Total

População

PIB _ Per Capita

Acre Vale do Acre

Manoel Urbano Santa Rosa do Purus

Sena Madureira Acrelândia Bujari Capixaba Plácido de Castro Porto Acre Senador Guiomard Rio Branco Assis Brasil Brasiléia Epitaciolândia Xapuri

Vale do Juruá

Cruzeiro do Sul Mâncio Lima Mal. Thaumaturgo Porto Walter Rodrigues Alves Feijó Jordão Tarauacá

822.201,72

610.405,79

7.451,63

473.244,72

414.742,52

1.607,58

2.811.121,88

2.230.273,70

21.387,89

3.667,57

103.831,44

56.291,90

49.723,95

42.649,10

70.520,13

39.644,57

40.092,73

90.284,32

9.203,98

40.714,37

26.463,66

29.866,45

211.795,93

56.499,45

11.724,60

11.461,48

9.474,38

21.946,10

35.154,40

8.209,18

57.326,33

732,75

11.494,00

11.083,95

1.761,23

6.667,78

5.811,16

1.888,04

20.304,22

336.239,95

1.853,27

6.665,42

4.732,36

3.900,81

58.502,21

32.784,39

2.563,77

1.359,00

965,11

1.913,11

9.185,77

858,99

8.872,08

10.588,39

109.795,71

39.296,49

25.699,01

24.546,38

58.688,29

30.032,27

67.003,57

1.664.739,06

17.666,82

63.997,67

51.460,04

45.372,12

580.848,18

277.804,59

34.219,68

24.277,10

15.079,22

26.706,55

96.379,84

14.328,87

92.052,33

375.179,18

336.751,79

820,67

332,36

9.260,20

7.677,20

1.466,95

4.525,88

4.794,70

1.146,48

10.217,17

280.043,41

1.573,54

6.147,82

5.507,56

3.237,86

38.427,38

24.854,16

1.196,68

547,24

406,49

901,86

4.256,57

408,23

5.856,16

4.481.747,50

3.592.173,80

31.267,78

15.321,07

234.381,35

114.349,53

78.651,14

78.389,15

139.814,28

72.711,36

137.617,69

2.371.306,74

30.297,60

117.525,28

88.163,62

82.377,23

889.573,70

391.942,59

49.704,73

37.644,82

25.925,20

51.467,62

144.976,57

23.805,28

164.106,90

669.736,00

476.232,00

7.636,00

3.395,00

32.989,00

11.451,00

8.423,00

7.067,00

16.691,00

12.085,00

20.505,00

305.731,00

5.063,00

17.721,00

13.782,00

13.693,00

193.504,00

84.335,00

12.747,00

8.455,00

4.962,00

9.796,00

38.241,00

4.633,00

30.335,00

6.691,81

7.542,91

4.094,78

4.512,83

7.104,83

9.985,99

9.337,66

11.092,28

8.376,63

6.016,66

6.711,42

7.756,19

5.984,12

6.631,98

6.397,01

6.016,01

4.597,19

4.647,45

3.899,33

4.452,37

5.224,75

5.253,94

3.791,13

5.138,20

5.409,82

Fonte: IBGE, 2007

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

23 12. BRANCO RIO –AC VALOR DA DA PRODUÇÃO Tabela 4 – Principais produtos por valor

23

12.

12.

RIO BRANCO

RIO

BRANCO –AC

AC VALOR

VALOR DADA PRODUÇÃO

PRODUÇÃO

Tabela 4 – Principais produtos por valor da produção, Rio Branco, 1996-2006, Ac-Brasil, Valores em R$1.000,00

 

Tipo de Produto

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

 

Extrativismo Vegetal

 

Madeira em tora Castanha-do-Pará

1.200

1.084

1.103

1.155

1.253

1.352

2.102

1.323

2.276

2.280

1.853

145

131

110

127

152

159

284

277

499

3.896

3.438

Borrachas

111

107

84

95

165

290

356

449

761

484

510

 

Pecuária

Leite

-

-

-

-

-

-

3.171

4.173

6.018

6.418

5.590

Rio Branco - AC

Ovos de galinha

-

-

-

-

-

-

1.136

1.351

785

775

568

 

Agricultura (Lavoura Permanente)

 

Banana

1.506

1.192

1.192

662

1.390

432

2.715

2.570

1.124

844

1.196

Café

(beneficiado)

29

29

26

34

36

101

20

10

107

98

86

Laranja

118

124

147

150

165

170

255

252

336

174

120

 

Mamão

46

28

90

108

130

108

65

75

106

83

77

Borracha (látex

coagulado)

-

-

-

-

-

-

52

62

116

68

84

Tangerina

100

131

117

122

113

118

125

120

142

79

60

 

Agricultura (Lavoura Temporária)

 

Mandioca

1.868

928

2.295

4.793

3.595

3.420

8.151

4.396

2.764

3.931

3.948

Milho (em grão)

617

586

770

801

822

400

844

491

405

378

525

Arroz (em casca)

346

363

308

861

854

206

660

928

856

485

655

Fonte: SIDRA/IBGE (2007)

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

24 13. DO DO ACRE ESTADO – – CENSO AGROPECUÁRIO AGROPECUÁRIO Tabela 5 - Número de

24

13.

13.

ESTADO DODO ACRE

ESTADO

ACRE CENSO

CENSO

 
 

AGROPECUÁRIO

AGROPECUÁRIO

 

Tabela 5 - Número de estabelecimentos e área dos estabelecimentos agropecuários por utilização das terras, Acre, 1996 e 2006

Mesorregião

Utilização das

Ano

Var (%)

Geográfica

terras

1996

2006

 

Total

13.495

17.361

29%

Vale do Acre - AC

Lavouras

11.881

17.568

48%

Pastagens

11.583

14.535

25%

Matas e florestas

12.442

14.325

15%

 

Total

8.439

7.335

-13%

Rio Branco - AC

Lavouras

4.098

2.972

-27%

Pastagens

2.062

2.315

12%

Matas e florestas

2.279

2.048

-10%

Fonte: SIDRA/IBGE (2007)

Mesorregião

Espécie de

Ano

Var (%)

Geográfica

efetivo

1996

2006

 

Total

1.676.94

2.652.03

 

6

1

58%

 

Bovinos

1.559.53

 

736.496

9

112%

 

Bubalinos

140

467

234%

Vale do Acre - AC

Caprinos

3.804

5.836

53%

Ovinos

30.409

34.293

13%

Suínos

78.711

69.530

-12%

Aves (galinhas, galos, frangas e frangos)

827.386

982.366

19%

 

Total

381.862

526.181

38%

Bovinos

158.398

454.728

187%

Bubalinos

22

408

1755%

Caprinos

476

1.729

263%

Rio Branco - AC

Ovinos

5.212

9.539

83%

Suínos

12.642

13.534

7%

Aves (galinhas, galos, frangas e

205

46.

frangos)

.112

243

-77%

Tabela 6 - Número de estabelecimentos agropecuários e efetivo de animais por espécie de efetivo, 1996 e 2006

Fonte: SIDRA/IBGE (2007)

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

25 14. AMOSTRA DA DA PESQUISA Tabela 7 – Caracterização da População e Amostra pesquisada nos

25

14.

14.

AMOSTRA

AMOSTRA DADA PESQUISA

PESQUISA

 

Tabela 7 – Caracterização da População e Amostra pesquisada nos Pólos Agroflorestais de Rio Branco, 2005/2006, Acre-Brasil

Sistema de

     

Famílias

 

Data da

Produção

Local

Município

Amostra

Assentadas

Área (ha)

Criação

 

Pólo Agroflorestal Geraldo

         

Mesquita

Rio Branco

60

2.162,576

  • 54 2/12/2002

 

Rio Branco

17

 

40, 2068

  • 20 2/12/2002

 

Pólo Agroflorestal Custódio Freire Pólo Agroflorestal Hélio Pimenta

Rio Branco

37

 

1.384,742

  • 34 2/12/2002

 

Agrofloresta

l

Pólo Agroflorestal Benfica

Rio Branco

40

 

1.540,425

  • 43 2/12/2002

 

Pólo Agroflorestal Wilson Pinheiro

Rio Branco

46

     
 

Rio Branco

11

     

Pólo Agroflorestal Dom Joaquim Pólo Agroflorestal Geraldo Fleming

Rio Branco

57

 

300

  • 60 2/12/2002

 

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

26 15. 15. DADOS DADOS GERAIS GERAIS DAS DAS FAMÍLIAS FAMÍLIAS PESQUISADAS PESQUISADAS Gráfico 1 –

26

15.

15.

DADOS

DADOS GERAIS

GERAIS DAS

DAS FAMÍLIAS

FAMÍLIAS

 
 

PESQUISADAS

PESQUISADAS

 

Gráfico 1 – Composição das famílias por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil

26 15. 15. DADOS DADOS GERAIS GERAIS DAS DAS FAMÍLIAS FAMÍLIAS PESQUISADAS PESQUISADAS Gráfico 1 –

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

27 16. SITUAÇÃO DA DA VULNERABILIDADE DAS FAMÍLIAS FAMÍLIAS Gráfico 2 - Situação das Vulnerabilidades das

27

  • 16. 16.

 

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DADA VULNERABILIDADE

VULNERABILIDADE DAS

DAS

FAMÍLIAS

FAMÍLIAS

 

Gráfico 2 - Situação das Vulnerabilidades das famílias, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil

27 16. SITUAÇÃO DA DA VULNERABILIDADE DAS FAMÍLIAS FAMÍLIAS Gráfico 2 - Situação das Vulnerabilidades das

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

28 17. DA DA EDUCAÇÃO SITUAÇÃO FORMAL Gráfico 3 - Educação Formal por faixa etária, Pólo

28

17.

17.

SITUAÇÃO DADA EDUCAÇÃO

SITUAÇÃO

EDUCAÇÃO FORMAL

FORMAL

 

Gráfico 3 - Educação Formal por faixa etária, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

28 17. DA DA EDUCAÇÃO SITUAÇÃO FORMAL Gráfico 3 - Educação Formal por faixa etária, Pólo

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

18. SITUAÇÃO DO DO CONHECIMENTO E E TRADICIONAL PROFISSIONAL 29 Gráfico 4 – Percentual de Famílias
  • 18. 18.

 

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO CONHECIMENTO

CONHECIMENTO

PROFISSIONAL EE TRADICIONAL

PROFISSIONAL

TRADICIONAL

 

29

Gráfico 4 – Percentual de Famílias que tem algum membro que recebeu treinamentos e capacitações, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

18. SITUAÇÃO DO DO CONHECIMENTO E E TRADICIONAL PROFISSIONAL 29 Gráfico 4 – Percentual de Famílias

Gráfico 5 – Principais tipos de Treinamentos ou Capacitações recebidos por atividade, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

18. SITUAÇÃO DO DO CONHECIMENTO E E TRADICIONAL PROFISSIONAL 29 Gráfico 4 – Percentual de Famílias

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

30 Gráfico 6 – Principais profissões relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil Zoneamento

30

Gráfico 6 – Principais profissões relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

30 Gráfico 6 – Principais profissões relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil Zoneamento

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

31 19. SITUAÇÃO DO DO SETOR DE DE SAÚDE Gráfico 7 – Ocorrência de doenças por

31

19.

19.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO SETOR

SETOR DEDE SAÚDE

SAÚDE

 

Gráfico 7 – Ocorrência de doenças por UPFs (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

31 19. SITUAÇÃO DO DO SETOR DE DE SAÚDE Gráfico 7 – Ocorrência de doenças por

Gráfico 8 - Principais doenças relatadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

31 19. SITUAÇÃO DO DO SETOR DE DE SAÚDE Gráfico 7 – Ocorrência de doenças por

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

32 Gráfico 9 – Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

32

Gráfico 9 – Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

32 Gráfico 9 – Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

Gráfico 10 – Principais doenças crônicas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

32 Gráfico 9 – Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

33 Gráfico 11 - Local de tratamento de doenças, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil Zoneamento Econômico

33

Gráfico 11 - Local de tratamento de doenças, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

33 Gráfico 11 - Local de tratamento de doenças, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil Zoneamento Econômico

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

34 20. 20. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO INFANTIL INFANTIL Gráfico 12 – Situação do Desenvolvimento Infantil

34

20.

20.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DESENVOLVIMENTO

DESENVOLVIMENTO

 
 

INFANTIL

INFANTIL

 

Gráfico 12 – Situação do Desenvolvimento Infantil por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

34 20. 20. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO INFANTIL INFANTIL Gráfico 12 – Situação do Desenvolvimento Infantil

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

35 21. 21. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DAS DAS CONDIÇÕES CONDIÇÕES AMBIENTAIS AMBIENTAIS Gráfico 13 – Principais destinos

35

21.

21.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DAS

DAS CONDIÇÕES

CONDIÇÕES

 
 

AMBIENTAIS

AMBIENTAIS

 

Gráfico 13 – Principais destinos do esgoto, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil 2005/2006, Acre-Brasil

35 21. 21. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DAS DAS CONDIÇÕES CONDIÇÕES AMBIENTAIS AMBIENTAIS Gráfico 13 – Principais destinos

Gráfico 14 – Principais origens da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006, Acre-Brasil

35 21. 21. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DAS DAS CONDIÇÕES CONDIÇÕES AMBIENTAIS AMBIENTAIS Gráfico 13 – Principais destinos

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

36 Gráfico 15 – Principais tratamentos da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006,

36

Gráfico 15 – Principais tratamentos da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006, Acre-Brasil

36 Gráfico 15 – Principais tratamentos da água consumida, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil 2005/2006,

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

37 22. 22. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DAS DAS CONDIÇÕES CONDIÇÕES HABITACIONAIS HABITACIONAIS Gráfico 16 – Acesso a

37

22.

22.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DAS

DAS CONDIÇÕES

CONDIÇÕES

 
 

HABITACIONAIS

HABITACIONAIS

 

Gráfico 16 – Acesso a energia elétrica por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil

37 22. 22. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DAS DAS CONDIÇÕES CONDIÇÕES HABITACIONAIS HABITACIONAIS Gráfico 16 – Acesso a

Gráfico 17 – Ocorrência dos principais itens de bens duráveis por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

37 22. 22. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DAS DAS CONDIÇÕES CONDIÇÕES HABITACIONAIS HABITACIONAIS Gráfico 16 – Acesso a

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

38 23. SITUAÇÃO DO DO ACESSO AOS RECURSOS NATURAIS NATURAIS Gráfico 18 – Principais formas de

38

  • 23. 23.

 

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO ACESSO

ACESSO AOS

AOS RECURSOS

RECURSOS

NATURAIS

NATURAIS

 

Gráfico 18 – Principais formas de acesso à terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

38 23. SITUAÇÃO DO DO ACESSO AOS RECURSOS NATURAIS NATURAIS Gráfico 18 – Principais formas de

Gráfico 19 – Percentual dos principais tipos de uso da terra, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

38 23. SITUAÇÃO DO DO ACESSO AOS RECURSOS NATURAIS NATURAIS Gráfico 18 – Principais formas de

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

39 24. SITUAÇÃO DO DO CAPITAL DAS UNIDADES PRODUTIVAS PRODUTIVAS FAMILIARES FAMILIARES Gráfico 20 – Índice

39

  • 24. 24.

 

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO CAPITAL

CAPITAL DAS

DAS UNIDADES

UNIDADES

PRODUTIVAS

PRODUTIVAS FAMILIARES

FAMILIARES

 

Gráfico 20 – Índice mediano de Capitalização (IK) das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil

39 24. SITUAÇÃO DO DO CAPITAL DAS UNIDADES PRODUTIVAS PRODUTIVAS FAMILIARES FAMILIARES Gráfico 20 – Índice

Gráfico 21 – Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – máquinas, equipamentos e ferramentas em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil.

39 24. SITUAÇÃO DO DO CAPITAL DAS UNIDADES PRODUTIVAS PRODUTIVAS FAMILIARES FAMILIARES Gráfico 20 – Índice

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

40 Gráfico 22 - Percentual de ocorrência dos tipos de capitais circulantes – insumos, em mais

40

Gráfico 22 - Percentual de ocorrência dos tipos de capitais circulantes – insumos, em mais da metade das UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

40 Gráfico 22 - Percentual de ocorrência dos tipos de capitais circulantes – insumos, em mais

Gráfico 23- Percentual de ocorrência dos tipos de capitais fixos – benfeitorias, em mais da metade das UPFs, Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

40 Gráfico 22 - Percentual de ocorrência dos tipos de capitais circulantes – insumos, em mais

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

41 Gráfico 24– Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Pólo Custódio Freire,

41

Gráfico 24– Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

41 Gráfico 24– Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Pólo Custódio Freire,

Gráfico 25– Percentual de ocorrência das principais linhas de créditos identificadas entre as UPFs financiadas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

41 Gráfico 24– Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Pólo Custódio Freire,

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

42 Gráfico 26– Principais linhas de Exploração beneficiadas pelos financiamentos obtidos pelas UPFs, Pólo Custódio Freire,

42

Gráfico 26– Principais linhas de Exploração beneficiadas pelos financiamentos obtidos pelas UPFs, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

42 Gráfico 26– Principais linhas de Exploração beneficiadas pelos financiamentos obtidos pelas UPFs, Pólo Custódio Freire,

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

43 25. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – RENDA BRUTA TOTAL vs. CUSTO TOTAL CUSTO

43

25.

25.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO

DESEMPENHO

 
 

ECONÔMICO

ECONÔMICO RENDA

RENDA BRUTA

BRUTA TOTAL

TOTAL vs.

vs.

 

CUSTO TOTAL

CUSTO

TOTAL

 

Gráfico 27- Relação entre Renda Bruta Total, Custo Total, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

43 25. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – RENDA BRUTA TOTAL vs. CUSTO TOTAL CUSTO

Obs.: LDM – Linha de Dependência do Mercado; CT – Custo Total; RT – Renda de Transferências Governamentais; RA – Renda de Assalariamento; RB – Renda Bruta

Gráfico 28 - Ocorrência dos tipos de renda por UPFs (%) , Pólo Custódio Freire, Acre-Brasil

2005/2006,

43 25. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – RENDA BRUTA TOTAL vs. CUSTO TOTAL CUSTO

Obs.: RB – Renda Bruta; RA – Renda de Assalariamento; RT – Renda de Transferências Governamentais

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

44 Gráfico 29 – Principais componentes do Custo Total (CT) mediano, por UPF, Pólo Custódio Freire,

44

Gráfico 29 – Principais componentes do Custo Total (CT) mediano, por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

44 Gráfico 29 – Principais componentes do Custo Total (CT) mediano, por UPF, Pólo Custódio Freire,

Obs.: CF – Custo Fixo; CV – Custo Variável

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

45 SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – OCUPAÇÃO DA DA FORÇA DE DE TRABALHO Gráfico

45

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO

DESEMPENHO ECONÔMICO

ECONÔMICO

OCUPAÇÃO

OCUPAÇÃO DADA FORÇA

FORÇA DEDE TRABALHO

TRABALHO

 

Gráfico 30 - Percentual de ocupação da força de trabalho familiar, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

45 SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – OCUPAÇÃO DA DA FORÇA DE DE TRABALHO Gráfico

Obs.: FTFO – Força de Trabalho Familiar Ocupada; FTFO+ - Utilização da Força de Trabalho Familiar Além da Disponibilidade

Gráfico 31 – Percentual de famílias que tiveram algum membro se assalariando fora da UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre, Brasil

26. 26. SITUAÇÃO SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO DESEMPENHO ECONÔMICO ECONÔMICO –– LINHA LINHA DEDE DEPENDÊNCIA DEPENDÊNCIA DODO
26.
26.
SITUAÇÃO
SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO
DESEMPENHO
ECONÔMICO
ECONÔMICO –– LINHA
LINHA DEDE DEPENDÊNCIA
DEPENDÊNCIA DODO
MERCADO MERCADO

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

46 Gráfico 32 - Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil Gráfico

46

Gráfico 32 - Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-

Brasil

46 Gráfico 32 - Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil Gráfico

Gráfico 3334 – Composição da Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire,

2005/2006, Acre-Brasil

46 Gráfico 32 - Linha de Dependência do Mercado, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre- Brasil Gráfico

Obs.: BCC-M – Bens Comprados no Mercado; BCC-S – Serviços Comprados no Mercado; CF – Custo Fixo

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

47 27. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – RENDA BRUTA TOTAL vs. DE DE DEPENDÊNCIA

47

27.

27.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO

DESEMPENHO

 
 

ECONÔMICO

ECONÔMICO RENDA

RENDA BRUTA

BRUTA TOTAL

TOTAL vs.

vs.

 

LINHA DEDE DEPENDÊNCIA

LINHA

DEPENDÊNCIA DODO MERCADO

MERCADO

Gráfico 35 - Relação entre Renda Bruta Total (RB+RA+RT), Custo Total (CT) e Linha de Dependência do Mercado (LDM), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

47 27. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – RENDA BRUTA TOTAL vs. DE DE DEPENDÊNCIA

Obs.: LDM – Linha de Dependência do Mercado; CT – Custo Total; RT – Renda de Transferências Governamentais; RA – Renda de Assalariamento

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

48 28. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – GERAÇÃO DE DE RENDA BRUTA Tabela 8

48

28.

28.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO

DESEMPENHO

 
 

ECONÔMICO

ECONÔMICO GERAÇÃO

GERAÇÃO DEDE RENDA

RENDA BRUTA

BRUTA

 

Tabela 8 – Evolução da Geração de Renda Bruta por linha de exploração, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

Linha de Exploração

Geração de Renda Bruta (%) Pólo Custódio Freire

Agricultura

20.266,20

9,70%

JERIMUM

11.154,40

5,34%

MAMÃO

2.207,40

1,06%

BANANA

2.072,00

0,99%

OUTROS

4.832,40

2,31%

2.800,0

Criações

0

1,34%

CRIAÇÃO DE AVES/Ovos

2.800,00

1,34%

 

88,96

Hortaliças

185.853,50

%

MAXIXE

38.485,00

18,42%

COENTRO

24.624,00

11,79%

PIMENTA DE CHEIRO

21.296,00

10,19%

COUVE

19.500,00

9,33%

CEBOLINHA

17.710,00

8,48%

CHICÓRIA

15.820,00

7,57%

RÚCULA

14.940,00

7,15%

OUTROS

33.478,50

16,02%

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

49 29. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO – – PRINCIPAIS PRODUTOS Tabela 9 – Evolução do

49

29.

29.

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO

DESEMPENHO

 
 

ECONÔMICO

ECONÔMICO PRINCIPAIS

PRINCIPAIS PRODUTOS

PRODUTOS

 

Tabela 9 – Evolução do desempenho econômico dos principais produtos, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

 

Custo

Linha de

Exploração

MBF/Qh/d

(R$)

MBF/RB

IEE

Unitário

(R$)

Preço

(R$)

Qtde

PICT

Produtividade

Jerimum

77,96

0,98

1,39

0,20

0,68 610,00 176,99 929,41

 

4.800,

3.516,

21.7

Maxixe

31,37

0,95

1,23

0,24

0,50

00

94

23,08

 

1.440,

11.4

Coentro

32,07

0,97

0,72

0,20

0,50

00

453,25

79,72

Pimenta de

4.8

cheiro

39,15

0,98

1,41

2,22

4,00 336,00 186,87

00,00

 

4.800,

2.654,

16.2

Couve

40,01

0,90

1,33

0,19

0,25

00

84

83,92

 

3.600,

2.115,

14.7

Cebolinha

40,01

0,88

1,33

0,19

0,25

00

80

89,14

 

4.800,

2.271,

17.8

Chicória

74,91

0,95

2,06

0,13

0,25

00

66

75,71

 

1.680,

1.013,

7.2

Rúcula

75,56

0,91

2,17

0,36

0,75

00

84

43,64

Obs.:* Relativo ao período 1996/1997; MBF/Qh/d - Remuneração diária da força de trabalho familiar; MBF - Margem Bruta Familiar; RB - Renda Bruta; IEE - Índice de Eficiência Econômica; C - Consorciada; S - Solteira

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

50 30. SITUAÇÃO DO DO DESEMPENHO ECONÔMICO DAS UNIDADES DE DE PRODUÇÃO Tabela 10 – Desempenho

50

  • 30. 30.

 

SITUAÇÃO

SITUAÇÃO DODO DESEMPENHO

DESEMPENHO

 

ECONÔMICO

ECONÔMICO DAS

DAS UNIDADES

UNIDADES DEDE PRODUÇÃO

PRODUÇÃO

Tabela 10 – Desempenho Econômico mediano por UPF, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

Indicadores Econômicos

Unidade

Valor

RB

R$/mês

915,17

RL

R$/mês

619,06

MBF

R$/mês

820,91

AC

R$/mês

49,93

NV

R$/mês

781,84

IEE

und.

1,66

MBF/RB

und.

0,94

MBF/Qh/d

R$/dia

46,06

Obs.: Resultados medianos por UPF.

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

51 31. ÍNDICE DE DE DESENVOLVIMENTO RURAL FAMILIAR (IDF-R) - - RESULTADOS Gráfico 36 - Índice

51

31.

31.

ÍNDICE

ÍNDICE DEDE DESENVOLVIMENTO

DESENVOLVIMENTO

 
 

FAMILIAR RURAL

FAMILIAR

RURAL (IDF-R)

(IDF-R) -- RESULTADOS

RESULTADOS

 

Gráfico 36 - Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) e seus componentes, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

51 31. ÍNDICE DE DE DESENVOLVIMENTO RURAL FAMILIAR (IDF-R) - - RESULTADOS Gráfico 36 - Índice

Obs.: ID – Índice de Desenvolvimento Infantil; IT – Índice de Acesso ao Trabalho; IA – Índice de

Condições Ambientais; IV – Índice de Ausência de Vulnerabilidade; IH – Índice de Condições

32.

32.

AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA

AVALIAÇÃO

ESTRATÉGICA --

Habitacionais; IE – Índice de Acesso ao Ensino; IC - Índice de Acesso ao Conhecimento

Profissional e Tradicional; IR - Índice de Disponibilidade de Recurso; IDF-R – Índice de

RESULTADOS

RESULTADOS

Desenvolvimento Familiar Rural

Gráfico 37 – Percentual de UPFs que têm o dobro de vantagens em relação às desvantagens de ativos e capacitações competitivas, Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

51 31. ÍNDICE DE DE DESENVOLVIMENTO RURAL FAMILIAR (IDF-R) - - RESULTADOS Gráfico 36 - Índice

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

52 Gráfico 38 – Principais desvantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

52

Gráfico 38 – Principais desvantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

52 Gráfico 38 – Principais desvantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

Gráfico 39– Principais Vantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

52 Gráfico 38 – Principais desvantagens competitivas relatadas por UPF (%), Pólo Custódio Freire, 2005/2006, Acre-Brasil

Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008

53 33. 33. BIBLIOGRAFI A A BÁSICA BIBLIOGRAFI BÁSICA AAKER, David A. Managing Assets And Skills:< http://www.periodicos.capes.gov.br > . ASPF - Análise econômica dos sistemas de produção familiar rural da região do Vale do Acre. Rio Branco: Departamento de Economia/UFAC, 2008. Disponível em: < http://www.ufac.br/projetos/aspf/index.htm > . BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Causas e dinâmica do desmatamento na Amazônia . Brasília: MMA, 2001. p. 5-28. CONSELHO NACIONAL DOS SERINGUEIROS. Diretrizes para um programa de reservas extrativistas na Amazônia . Rio Branco, AC: Poronga, 1993. ALLEGRETTI, Mary Helena. Reservas extrativistas: uma proposta de desenvolvimento da floresta Amazônica. Revista Pará Desenvolvimento , Belém, n. 25, p. 3-29, jan./dez. 1989. CAVALCANTI, Francisco Carlos da Silveira. A Política ambiental na amazônia: um estudo sobre as reservas extrativistas. Campinas, SP: Unicamp, 2002. Tese de Doutorado em Economia . CHANDLER, Gaylen N.; HANKS, Steven H. Market Attractiveness, Resource-Based Capabilities, Venture Strategies, and Venture Performance. Journal of Business Venturing , v. 9, p. 331-349, 1994. Disponível em: < http://www.periodicos.capes.gov.br > . COSTA FILHO, Orlando Sabino da. Reserva extrativista - desenvolvimento sustentável e qualidade de vida. Belo Horizonte, MG: Universidade Federal de Minas Gerais, 1995.Disertação de Mestrado em Economia. EREL, David. Determinação dos tipos de exploração e unidade agrícola familiar. Fortaleza: UFC, 1972. 45 p. GUANZIROLI, Carlos E. et al. Agricultura familiar e reforma agrária no século XXI . Rio de janeiro: Garamond, 2002. 288 p., p. 53-77. HOMMA, Alfredo Kingo Oyama. Extrativismo vegetal na Amazônia : Limites e oportunidades. Brasília: EMBRAPA-SPI, 1993. 202 p. IBGE – Instituto Brasileiro < http://www.ibge.gov.br > de Geografia e Estatística. 2008. Disponível em: Zoneamento Econômico Ambiental Social e Cultural de Rio Branco – Maio de 2008 " id="pdf-obj-52-2" src="pdf-obj-52-2.jpg">

53

33.

33.

BIBLIOGRAFIAA BÁSICA

BIBLIOGRAFI

BÁSICA

 

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54

LAMARCHE, Hugues. Por uma teoria da agricultura familiar. In.:

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