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Por isso faço um Convite há mudança.

Amigo, também, está na hora de mudar, passar há acção, não uma revolução da dualidade, não uma facção revolucionária, mas sim uma consciência de ser, uma interna ajuda um despertar, olhar o homem como homem que é, também como divino criador.

É critico se observarmos, o caminho que o homem fez, até aqui, é fácil justificar sua ignorância, seu comportamento, também é fácil continuar ignorar, ou ser ignorante ao que passa em nossa volta, ignorância é desconhecimento ou o que homem faz sem consciência, em todas a áreas da vida, homem de hoje, somos nós, cabe a cada um de nós fazer diferente, olhar há nossa volta, no local de trabalho, na vossas casas, no vosso universo, mundo interior, no dia a dia, é observar, analisem tudo o que vocês fazem do vosso caminho e de que forma podem contribui para essa consciencialização, não podemos pensar que o problema, são dos outros, dos políticos, das regiões, de dogmas entre outros, temos de pensar, sim, que é no agora que tudo acontece, é no agora que podemos fazer diferente, e não vos deixem levar pela inércia da ignorância, essa que nos acompanha ao longo de muito milhares de anos, não nos conformemos com os problemas, se esse também é nosso, tem de haver mudança consciente, essa mudança tem de nascer neste agora, neste instante, assim podemos interagir no nosso meio, na nossa sociedade, nossa terra , essa mudança, será simples, terá grandes efeitos no nosso imediato.

Quando os humanos se julgam entendedores é conscientes desta mensagem, tem de passar a palavra, tem de acordar os outros humanos, para ser acordado também, é fácil, muito fácil adormecer nesta inércia da dualidade, todos os sistemas vivem nessa dualidade, e assim a vida corre, e construímos um tempo sem fim, da mesma forma que construímos, uma historia sem fim.

Todos que tem entendimento, tem um papel muito importante para a consciência de ser no futuro, esses humanos tem de passar há acção, tem de ir para a rua, criar palestras, dispor do entendimento, criar formas de divulgação do entendimento, não como sábios ou autoridade que tem uma verdade, mas sim com humanos e convidar a uma forma de pensar diferente, nova com amor .

A manipulação é a grande questão da nossa sociedade actual, devido a construção da mente, e à dualidade da terra que é o dia noite num movimento continuo, permite que as mentes mais brilhantes usam-se para manipulação, para semear a confusão e o medo, no nosso planeta a mente é a chave é uma caixa de ferramentas, que é utilizada por quase a totalidade neste processo de dualidade, todos os lobby são grande entendedores da manipulação, nos usamos nos processos mais simples a toda hora, ela é um reflexo do medo, construído pela própria mente, nós usamos essa ferramenta, mesmo para nosso auto controle.

Se olhares bem para nosso interior, observamos, como não temos espaço na mente, como temos a mente ocupada o tempo todo, com ideias preconcebidas, julgado o que recebemos pelos sentidos e manipulando essa informação ao nosso belo prazer, parece que temos medo de esquecer alguma coisa, temos necessidade de fazer valer as nossas ideias, guardamos o passado como algo sagrado, temos medo de nos esquecermos tudo que já adquirimos, e onde viemos, queremos ter certeza para onde ir, ma não fazemos nada para isso, só reagimos, as circunstâncias de uma forma reactiva, muitas vezes animal.

Assim Convido a todos que lêem estas palavras, a uma reflexão, não a ideia que nela esta inscrita, não a este ponto de vista de que me expresso como verdade relativa, mas sim, que todos se observem, sem julgar nada, pois o principio do pensamento está o acto de condenar, ou

comparar “eu penso que” observem o vosso interior, e vejam de facto o que lá existe.

Tudo isto é para ajudar-vos a compreender a vossa natureza, e perceber como estamos condicionados sem liberdade de escolha, como pode haver liberdade de escolha se nos condicionamos a tudo que criamos?

Sim, o temores, as guerras, a fome o mal do mundo não está fora dessa criação, esses medos que nos afugentam, não estão fora, são internos, estão intrínseca à criação da mente, o convite a não mente, permite libertaremos de tudo que criamos e permite uma nova consciência da mente, permite criar de uma forma nova com sentimento, de uma forma consciente tudo a partir do agora.

É necessário analisar como o esforço é anti natura.

O caminho com esforço, me cansa existe sempre a possibilidade de cair em tentação de desistir de ter que ser com esforço como uma obrigação social, de voltarmos a repetir aquilo que calcificamos como errado, que temos com verdade, as regras da sociedade, o jogo jogado, criando um caminho de obrigação de controle, e domínio, tudo num sentido de esforço de melhorar e renegar, o que as sociedades e o meio o definiram como certo, provocando no nosso ser um esforço constante para corresponder ao ideal de outros e muitas vezes a nós mesmos por exigência de pensamento.

Esse esforço pregado por muitas religiões, no sentido do pecado , da culpa, do dever não comprido, apelando ao sonho a uma libertação criando sempre muita expectativa e sofrimento no ser, o mesmo nas sociedades, dogmas e politicas, não são saudáveis, é contra natura, faz como que nós vivamos prisioneiros em preconceitos de um mesquinhes de sempre, se não compreendemos esse esforço em nós, se não

aceitamos como somos de facto, ama-te tem todo teu comvimento, e aceitate dentro de ti a totalidade do que é, como queremos dividir o nosso ser em algo que não somos, se reprimimos a nossa natureza a nossa essência num reflexo da sociedade se todo esse julgamento é individual é um reflexo do nosso universo, a nossa mente, nela que tudo reina á tua volta, o facto de pensares leva-te a crença.

Está sempre presente esse facto em nós, esse peso do esforço, esforçamos para ser bom fomentando o mal e olhamos para o que está mal, o que está errado ao nosso esforço de sermos bom, esse esforço nos divide faz criar dualidade faz com que haja um caminho certo e outro errado, faz com que haja os bom e os maus essa divisão é interna, como podemos ser justos se não somos justo dentro nosso intimo Se o que é mais sagrado nos dividimos, libertar do esforço é aceitar a nossa natureza, e um regresso as origens, é importante pensar, onde aplicamos esforço no nosso dia dia, convido a uma observação, olharmos, e questionarmos esse esforço, para que possamos libertar da mediocridade, da pequenez, de tudo o que homem fez há sua imagem, nada é diferente fora, que não possas encontrar dentro de ti, se deixares de ver dentro de ti deixas de ver fora.

O homem tem feito muito esforço ao longo de toda sua existência, um esforço para se condicionar e afastar da sua natureza, é importante reflectir observar o nosso universo e ver onde aplicamos esforço dentro de nós.

A natureza não faz esforço algum, a não ser os humanos a impor esse esforço, numa ideia de sobrevivência, essa não mais do que ser

ignorante.

Viver sem esforço é viver uno como tudo dentro do todo que somos.

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