Vous êtes sur la page 1sur 15

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

QUALIDADE – AMBIENTE - SEGURANÇA

Sistema de Gestão Integrado


NP EN ISO 9001
NP EN ISO 14001
NP 4397/OHSAS 18001
ÍNDICE

1. POLÍTICA DA QUALIDADE, AMBIENTE E SEGURANÇA ...................................... 3


2. INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 4
2.1 PROMULGAÇÃO ................................................................................................................................. 4
2.2. OBJECTIVO ...................................................................................................................................... 5
3. APRESENTAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MORA ............................................................ 6
3.1. CONTACTOS DA CMM ...................................................................................................................... 7
4. DESCRIÇÃO DO SGI ......................................................................................................... 8
4.1. ÂMBITO DO SISTEMA ........................................................................................................................ 8
4.2. EXCLUSÕES DO SISTEMA .................................................................................................................. 8
4.3. DOCUMENTAÇÃO DO SISTEMA ........................................................................................................... 8
4.4. AS COMPONENTES DA GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE E DA SEGURANÇA E SAÚDE DO
TRABALHO (SST).................................................................................................................................... 9
4.5. A GESTÃO DA QUALIDADE E A ABORDAGEM POR PROCESSOS ............................................................ 11
5. COLABORAÇÃO COM OUTRAS ENTIDADES ........................................................ 13

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 2/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
1. POLÍTICA DA QUALIDADE, AMBIENTE E SEGURANÇA

A Câmara Municipal de Mora (CMM) assume um conjunto de princípios, no âmbito da Qualidade, Ambiente e
Segurança, que sustentam a definição de diversos processos operacionais, objectivos e metas focados no
Munícipe, nos trabalhadores e no meio ambiente, procurando, desta forma, uma melhoria contínua do seu
desempenho.
Aproximação aos Munícipes — Dotar a CMM de recursos eficazes e modernos de modo a assegurar
permanentemente uma elevada qualidade do serviço prestado aos munícipes.
Progresso e Desenvolvimento — Promover a atracção ao Concelho de novos investimentos geradores de postos
de trabalho.
Urbanismo — Prosseguir a requalificação da imagem urbana e a preservação do património arquitectónico do
Concelho.
Educação, Cultura, Desporto e Tempos Livres — Apoiar o acesso à educação, à cultura, ao desporto e às
actividades de tempos livres compatíveis com as expectativas dos munícipes, os recursos disponíveis e as
características do Concelho.
Solidariedade — Desenvolver e apoiar iniciativas e acções que contribuam para melhorar a qualidade de vida das
crianças, jovens e 3ª Idade.
Legislação — Orientar a intervenção autárquica no respeito pelos compromissos voluntariamente assumidos e no
estreito cumprimento do normativo legal existente.
Saúde — Apoiar o acesso da população à saúde.
Ambiente — Defender, preservar e valorizar o património natural e ambiental.
Resíduos — Prosseguir o desenvolvimento de formas de gestão eficiente dos resíduos, da sua produção à
eliminação ou valorização.
Água e Saneamento — Assegurar a qualidade do serviço de distribuição de água à população e o tratamento de
águas residuais.
Planeamento e Gestão Territorial — Garantir uma cuidadosa gestão do território apoiada nos instrumentos legais
e adequados de planeamento e ordenamento.
Trabalhadores — Promover a participação dos trabalhadores da autarquia na discussão dos objectivos e a
qualificação contínua das suas condições de trabalho.
Higiene, Segurança e Saúde — Disponibilizar os meios necessários e sensibilizar os trabalhadores para a
importância do trabalho em condições normais de higiene, segurança e saúde.
Protecção — Colaborar activamente com as diversas entidades em acções de prevenção e intervenção em casos
de emergência.
A CMM mantém um Sistema de Gestão, em conformidade com os requisitos da NP EN ISO 9001, NP EN ISO
14001 e NP 4397, que, em complemento com o cumprimento da legislação aplicável às autarquias locais, permite
dar garantias aos Munícipes de que foram estabelecidos e são mantidos procedimentos adequados às suas
necessidades e expectativas, melhorando a organização da CMM, defendendo os interesses ambientais e
salvaguardando a segurança e saúde de todos os trabalhadores.

Câmara Municipal de Mora, 27 de Outubro de 2004

O Presidente da Câmara Municipal de Mora

José Manuel Manaia Sinogas

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 3/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
2. INTRODUÇÃO

2.1 Promulgação
A CMM assume a Qualidade, o Ambiente e a Segurança como elementos chave da gestão da
organização.
Para interiorizar a gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança enquanto mais um conjunto de
elementos indissociáveis da satisfação dos munícipes e do desenvolvimento sustentável da
organização, a CMM decidiu implementar e manter um Sistema de Gestão Integrado (SGI) –
Qualidade, Ambiente e Segurança de acordo com as normas NP EN ISO 9001, NP EN ISO
14001 e NP 4397/OHSAS.
Estes referenciais normativos para a gestão assumem particular relevância num contexto de
desenvolvimento sistemático de práticas e procedimentos relacionados com a Qualidade,
Ambiente e Segurança e permite por outro lado o reconhecimento nacional e internacional de um
trabalho de gestão feito de forma idêntica por um número crescente de organizações em
Portugal e no mundo.
Este Manual reflecte a Política da Qualidade, Ambiente e Segurança da CMM e estabelece as
bases do SGI. O seu conteúdo deve ser permanentemente respeitado e cumprido por todos os
trabalhadores, no âmbito do seu campo de aplicação.
Compete ao Responsável pelo SGI observar que todos os requisitos deste Manual são
permanentemente cumpridos.
A CMM manifesta o seu compromisso para com a Qualidade, o Ambiente e a Segurança e, em
conformidade, promulga a presente versão do Manual do Sistema de Gestão Integrado (MSGI).

Mora, 27 de Outubro de 2004

José Manuel Manaia Sinogas


Presidente da Câmara Municipal de Mora

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 4/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
2.2. Objectivo
O MSGI é o principal documento operacional do SGI da CMM. Por outro lado, assume-se como
um elemento documentado que procura dar a conhecer o SGI a qualquer pessoa ou organização
interessada ou afectada pelo desempenho da CMM.
Contém a Política da Qualidade, Ambiente e Segurança e descreve o SGI estabelecido, tendo
como principal objectivo funcional constituir um permanente referencial para a aplicação e
manutenção deste sistema.
O MSGI da CMM reflecte os requisitos das Normas:
• NP EN ISO 9001 – “Sistema de Gestão da Qualidade - Requisitos”
• NP EN ISO 14001 – “Sistemas de Gestão Ambiental – Especificações e linhas de
orientação para a sua utilização”
• NP 4397/OHSAS 18001 – “Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho –
Especificações”
e tem como objectivos:
• Dar a conhecer a Política da Qualidade, Ambiente e Segurança da CMM a todos os
trabalhadores, munícipes e outras partes interessadas;
• Descrever os elementos essenciais do SGI da CMM e suas interacções;
• Fornecer orientações sobre documentação relacionada;
• Proporcionar a base documental para a realização de auditorias ao SGI;
• Apresentar o Município de Mora a todos os interessados para efeitos de demonstração
da conformidade do SGI com os requisitos das normas de referência.

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 5/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
3. APRESENTAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MORA

A cerca de uma hora do bulício da capital e a meia hora da cidade Património da Humanidade
fica o Concelho de Mora, acenando fraternalmente ao Ribatejo vizinho.

Porta Aberta do Alentejo, estende uma área de 445 km2 pelas suas quatro freguesias — Brotas,
Cabeção, Mora e Pavia, que integra a pequena localidade da Malarranha — todas elas
orgulhosas de ilustres pergaminhos, confirmados
por forais régios.

Aqui vivem e trabalham quase 6.000 pessoas,


cuja hospitalidade tem atraído novos moradores
em busca da regeneradora calma alentejana,
seduzidos também pela incomparável beleza
preservada do Património Natural, por um
importante conjunto de monumentos, alguns classificados, e por uma cozinha tradicional
sabiamente preparada e feita de mil aromas.

Apresentando a maior densidade florestal a Sul do Tejo, o Concelho de Mora tem na Ribeira da
Raia uma inegável fonte de vida e de Lazer. A sua Pista de Pesca, considerada uma das
melhores da Europa, tem acolhido, com reconhecido êxito, provas internacionais ao mais alto
nível.

Pela sua monumentalidade, impõe-se uma visita à Anta-Capela de S. Dinis na vila branca de
Pavia — aqui nasceu Manuel Ribeiro de Pavia e viveu Fernando Namora. —, passar pelo
alinhamento de Menires de Tera — único na Península Ibérica —, rumar à Torre das Águias, na
extinta vila das Águias, e recolher-se na intimidade da Igreja de Nossa Senhora das Brotas.

Mas o melhor mesmo, é naturalmente uma visita mais aturada a Brotas, Cabeção, Mora, Pavia e
Malarranha, não hesitando em partir em busca de uma anta por descobrir e dos sobreiros
classificados.

Uma vez o espírito saciado, convém finalmente reconfortar o corpo num dos bons restaurantes
do Concelho, que a oferta é variada e de qualidade reconhecida por ilustres gastrónomos.

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 6/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
3.1. Contactos da CMM

Geral (Paços do Concelho)


Morada: Rua do Município
7490-243 MORA
Telefone: 266439070
Fax: 266403260
E.mail: cmmora@mail.telepac.pt
URL: www.cm-mora.pt

Casa da Cultura
Telefone: 266439079

Piscinas
Telefone: 266439129

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 7/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
4. DESCRIÇÃO DO SGI

4.1. Âmbito do Sistema


O âmbito do SGI, uma vez que envolve todas as
actividades da CMM, consiste em:
Gestão Autárquica

4.2. Exclusões do Sistema

Não são excluídos quaisquer requisitos da NP EN ISO 9001.

4.3. Documentação do Sistema

O Sistema de Gestão está documentado hierarquicamente, tal como indicado na figura. Cada
nível integra os documentos que se indicam na tabela abaixo.

Política da Qualidade, Ambiente e Segurança; Manual do


SGI; Programa de Gestão
Nível 1
Fichas dos Processos; Regulamentos; Planos de
Actividades; Procedimentos de Execução Permanente
Nível 2 (PEP); Documentação Externa; Instruções de Trabalho (IT);
outros Planos e Programas (ex. Auditorias, Monitorização e
Medição)
Nível 3
Impressos e Registos

O SGI assenta na existência e execução de vários procedimentos. Alguns destes


procedimentos estão, por exigências normativas ou interesse próprio, devidamente
documentados. Outros estão apenas definidos e implementados, mas não estão escritos.

Os procedimentos documentados do SGI são:

PEP 1 - Avaliação da satisfação dos munícipes PEP 9 – Novos projectos


PEP 2 - Avaliação interna e das empresas PEP 10 – Controlo ambiental
PEP 3 - Identificação, análise e aplicação de requisitos legais e outros PEP 11 – Organização da Segurança e
PEP 4 - Classificação de perigos e riscos para a segurança e saúde no trabalho Saúde do Trabalho
PEP 5 - Classificação de aspectos ambientais PEP 12 – Monitorização e Medição
PEP 6 – Tratamento das Não Conformidades e Observações PEP 13 – Revisão do SGI
PEP 7 - Formação PEP 14 – Controlo dos documentos
PEP 8 - Auditorias internas PEP 15 - Controlo dos registos

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 8/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
4.4. As Componentes da Gestão da Qualidade, Ambiente e da Segurança e
Saúde do Trabalho (SST)

As orientações normativas para a gestão da Qualidade, Ambiente e da SST são perfeitamente


paralelas em termos de requisitos e muitas das vezes perfeitamente integráveis, pelo que se
opta aqui por fazer a sua apresentação conjunta.

As componentes da Qualidade, Ambiente e SST foram implementadas de acordo com os


requisitos das normas de referência utilizadas e que se baseiam num modelo traduzido de
acordo com o seguinte esquema:

Melhoria

Política
Revisão pela
Direcção
Planeamento

Verificação e Implementação
Acção Correctiva e funcionamento

Este modelo de gestão assenta no ciclo: Planear, Executar,


Verificar e Actuar (também conhecido por ciclo “PDCA”) e é,
indutor da melhoria contínua.

No que diz respeito à abordagem dos processos e à Gestão da


Qualidade (NP EN ISO 9001) pela CMM, esta é caracterizada
no ponto seguinte deste Manual.

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 9/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
A identificação e avaliação dos Aspectos e Impactes
Ambientais da CMM, constitui o primeiro passo na fase de
planeamento do Sistema de Gestão Ambiental. Este processo
resulta no conhecimento permanente e actualizado dos
Aspectos Ambientais Significativos das actividades, produtos e
serviços que a CMM pode controlar e influenciar. Os aspectos
ambientais, positivos ou negativos, são classificados de acordo
com as suas características e a sua significância é definida em
função de uma metodologia rigorosa, baseada em critérios
objectivos como legislação, forma de controlo e impacte ou
efeito no meio ambiente.

A identificação de perigos e avaliação dos riscos, é, a nível da SST, o primeiro passo na fase de
planeamento do Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho. Os perigos, ou seja
todas as situações com potencial de dano para pessoas ou bens, são sistemática e
continuamente identificados. É então feita uma avaliação do seu risco inerente, que pode ser
baixo, médio ou elevado, de forma a permitir estabelecer, com prioridades, as acções
necessárias à sua eliminação ou controlo.

É de particular relevância o facto de qualquer colaborador da CMM, ou outra parte interessada,


poder contribuir para a identificação de novos aspectos ambientais ou perigos.

Por último, importa referir que é sobre os Aspectos


Ambientais Significativos e sobre os Perigos avaliados
com maior risco, que todas as componentes de
Ambiente e SST do SGI vão incidir preferencialmente.

Esta maior focagem do SGI nos Aspectos Ambientais


Significativos e Perigos com maior risco revela-se ao
nível:
— do planeamento: na definição de objectivos e metas
de melhoria bem como na implementação de um
Programa de Gestão para os atingir;
— da execução: na definição de uma estrutura funcional e organicamente preparada e
sensibilizada para a realização das tarefas de acordo com critérios ambientais e de SST bem
como na definição de regras de comunicação interna e externa e ainda ao nível do controlo
operacional e da prevenção e capacidade de resposta a situações de emergência;
— da verificação: na definição de metodologias de monitorização e medição rigorosas, na
realização de auditorias internas e na resposta e tratamento de não conformidades através de
correcções, acções correctivas e preventivas adequadas;
— da actuação: na ponderação crítica, em processo de revisão do SGI, da adequabilidade,
suficiência e eficácia do SGI e da prossecução da melhoria do desempenho ambiental e em
termos de SST da CMM.

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 10/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
4.5. A Gestão da Qualidade e a abordagem por processos
Inseridos no SGI, a CMM identificou um conjunto de processos que estão relacionados com a
prestação de serviços aos Munícipes. Os processos são discriminados abaixo assim como uma
simples interacção entre eles.

M u n íc i p e s M
Muunníícciippeess
ACTIVIDADES SOCIOCULTURAIS
Entradas
ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO S a íd a

SERVIÇOS URBANOS E AMBIENTE Serviços


GESTÃO DE OBRAS E URBANISMO

Satisfação
Necessidades

Segurança
Ambiente

Processo

P05 - Animação Desportiva


P06 - Animação Cultural e
Eventos Regulares
ACTIVIDADES SÓCIO P07 - Biblioteca
CULTURAIS
P08 – Espaço Internet
P09 – Piscinas Municipais
P10 – Oficina da Criança

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 11/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
Processo

P02 – Gestão das Compras


ADMINISTRATIVO E P03 – Águas e Esgotos
FINANCEIRO
P04 – Gestão dos Recursos
Humanos

SERVIÇOS URBANOS E P01 – Gestão das Águas


AMBIENTE

P11 – Gestão os
Transportes Internos e
Parque de Máquinas
GESTÃO DE OBRAS E P12 – Gestão do Armazém
URBANISMO
P13 – Gestão das Obras
Municipais (por Administra-
ção Directa)
P14 – Gestão das Obras
Particulares
P15 – Gestão das Obras
Municipais (por Empreitada)

Cada Processo encontra-se detalhado em Ficha de Processo (FP), a qual discrimina:

- Designação;
- Objectivo;
- Entradas;
- Saídas;
- Actividades;
- Responsabilidades;
- Monitorização.

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 12/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
5. COLABORAÇÃO COM OUTRAS ENTIDADES

O desenvolvimento e manutenção de um SGI – Qualidade, Ambiente e Segurança de acordo


com as normas portuguesas NP EN ISO 9001, NP EN ISO 14001 e NP 4397/OHSAS 18001, é
um esforço desenvolvido em primeiro lugar pela CMM mas que não é possível sem a
colaboração com outras entidades.
Sendo um sistema de gestão desenvolvido e mantido de
forma permanentemente orientada para valores tão
abrangentes como a Qualidade, o Ambiente e a
Segurança, que extravasa inclusive o limite físico da área
do Concelho de Mora, são várias as situações de
colaboração com outras entidades que importa destacar:

Munícipes: São a verdadeira razão da existência da


administração pública e da administração local em
particular dada a proximidade entre a população e os
decisores. É para eles que trabalhamos e é com eles que
queremos trabalhar, na perspectiva da melhoria contínua
do serviço público prestado.

Juntas de Freguesia do Concelho: Ainda antes da Lei


nº 159/99, de 14 de Setembro, ter expressamente consagrado o princípio da subsidariedade (“A
descentralização administrativa assegura a concretização do princípio da subsidariedade,
devendo as atribuições e competências ser exercidas pelo nível de administração melhor
colocado para as prosseguir com racionalidade, eficácia e proximidade dos cidadãos.”, nº 2, artº.
2), já a Câmara Municipal de Mora o concretizava, através da transferência de meios humanos,
materiais e financeiros. No início deste mandato, foi sistematizada a celebração de protocolos,
que, articulando competências e atribuições, permitiram agilizar e tornar mais célere a
intervenção autárquica.

Instituições do Concelho: Importantes actores do desenvolvimento económico, social,


desportivo e cultural do Concelho de Mora. Com todos eles a Câmara Municipal mantém uma
verdadeira relação de parceria, privilegiando o princípio de “fazer com” em detrimento do “fazer
para”.

AMDE: Ciente da importância do associativismo autárquico, a Câmara Municipal de Mora é um


dos 13 (dos 14 municípios do Distrito de Évora) associados da AMDE (Associação de Municípios
do Distrito de Évora) constituída em Setembro de 1985.
Neste âmbito, a Câmara Municipal tem beneficiado de uma gestão comum de meios e recursos
e de uma economia de escala nos diferentes projectos coordenados pela AMDE, sempre na
perspectiva do desenvolvimento económico, social e cultural da população do Concelho de
Mora.

AMAMB: A Câmara Municipal de Mora é membro fundador da Associação de Municípios do Alto


Alentejo para o Ambiente (AMAMB), formalmente constituída em Outubro de 2003.
Da criação da AMAMB resultou uma empresa intermunicipal, cujo capital social é detido
maioritariamente (51%) pelos municípios associados (ao contrário das empresas multinacionais

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 13/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
em que mais de 50% do capital social é privado), que visa genericamente: promover estudos e
acções, elaborar e gerir projectos e planos comuns nos domínios do abastecimento público de
água, do tratamento de águas residuais e da defesa do ambiente.
A opção pelo sistema intermunicipal prende-se essencialmente com a preocupação de manter o
controlo da gestão do abastecimento de água às populações nas mãos das Câmaras Municipais,
cuja experiência neste domínio não tem paralelo em Portugal.

GESAMB: A Câmara Municipal elegeu, desde há muito, o desenvolvimento sustentável como


uma das suas prioridades. Assim se justifica a sua participação activa no processo de criação,
no âmbito da AMDE, da GESAMB (Gestão Ambiental e de Resíduos EIM), empresa
intermunicipal de capitais maioritariamente públicos.
A GESAMB é a empresa responsável pela gestão e exploração do sistema intermunicipal de
resíduos sólidos do distrito de Évora e procede à recolha selectiva tratamento e valorização dos
resíduos sólidos do município de Mora.

ANMP: Plenamente identificada com os objectivos da ANMP (Associação Nacional de


Municípios Portugueses), que tem como fim geral a promoção, defesa, dignificação e
representação do Poder Local, a Câmara Municipal tornou-se membro desde a primeira hora.
Nessa qualidade, temos participado em diversas iniciativas e eventos promovidos pela ANMP,
nomeadamente em congressos, seminários e encontros, cabendo aqui uma referência particular
ao encontro sobre “Simplificação de Circuitos e Qualidade nos Serviços Municipais”.

RTE: A Região de Turismo de Évora (RTE) foi criada em Março de 1990 com a participação,
nomeadamente, da Câmara Municipal de Mora, que integra, por força dos estatutos, a Comissão
Regional de Turismo. A sua base intermunicipal permite uma sinergia de pessoas e recursos de
que tem beneficiado a Câmara Municipal. Pela sua importância, destacamos as iniciativas que
visam a promoção turística do Concelho (folhetos promocionais, campanhas publicitárias a nível
nacional e internacional...), designadamente a realização, em Mora, da Mostra Gastronómica da
Caça, integrada no Festival Gastronómico da Caça (de âmbito distrital).

CCDR Alentejo: O aproveitamento e a utilização racional e ponderada dos apoios comunitários


têm sido absolutamente fundamentais para o desenvolvimento do Concelho de Mora e,
consequentemente, para a melhoria da qualidade de vida da população. Tal só foi possível
graças ao bom relacionamento institucional com a CCCR Alentejo (Comissão de Coordenação e
Desenvolvimento Regional do Alentejo), que certamente confia na gestão transparente, cuidada
e rigorosa dos dinheiros públicos por parte da Câmara Municipal de Mora.

Bombeiros V. de Mora e Protecção Civil: A segurança lato sensu das populações passa
prioritariamente pela prevenção. Daí que a Câmara Municipal, no âmbito genérico da protecção
civil, procure reforçar permanentemente a parceria com os Bombeiros V. de Mora, que, na
prática, se traduz numa colaboração recíproca com benefícios evidentes para a população.

Municípios vizinhos: A ligação e o relacionamento com quase todos os municípios vizinhos


assentam fundamentalmente nos princípios da solidariedade e do intermunicipalismo. É
frequente a cedência e permuta de equipamento (máquinas, viaturas...) e de pessoal sempre
que os meios disponíveis não permitem fazer face a necessidades pontuais e prementes.

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 14/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006
Fornecedores: Certos de que a qualidade daquilo que fazemos também depende da qualidade
dos serviços e produtos que compramos, aqui fica uma nota de agradecimento aos nossos
fornecedores e ao seu esforço, tantas vezes por nós exigido, para que a CMM seja, por sua vez,
um “fornecedor” de confiança.

EnviEstudos, Lda.: Empresa especializada na prestação de serviços de consultoria. Foi


responsável pelo apoio dado à CMM na fase de implementação e consolidação do SGI,
nomeadamente nas componentes de consultoria, formação, auditoria...

MSGI - Manual do Sistema de Gestão Integrado – Versão 2 Página 15/


Câmara Municipal de Mora Março de 2006