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Sinergia é um conceito antigo

Sinergia ...no sentido de cooperação, já era abordado há


muito tempo em contos, lendas e parábolas.

Parte I
Conceituação
Sérgio Lins Desesperados,
Junho 2006 todos tentavam
comer

VSLins Consultoria Comeram e apreenderam algumas lições...

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Consciência sinergística Magia e encantamento
Desenvolver atividades de integração, disseminando conhecimento
e habilidades em prol de maior eficiência e eficácia do trabalho. Vivência da Sinergia

1. Envolva-se intensamente com a definição do objetivo;

2. Reconheça que certas tarefas só se realizam em equipe;


Amplificação do
3. Mantenha-se atento em busca de quem precisa de apoio; valor do que é
4. Tenha humildade para reconhecer quando precisa de ajuda; feito dentro do
5. Classifique o grau de dificuldade com que você realiza as coisas; ciclo sinergístico
6. Aproveite seus pontos fortes e compense suas fraquezas;

7. Agregue o seu potencial às diferenças admiráveis de outros;


Troca mútua de
8. Procure vivenciar a magia e o encantamento da sinergia.
experiências

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Ciclo Sinergístico Impacto sobre a sinergia
Clima
Organizacional Marque um X nos três itens que mais afetam a sinergia
Sinergia 1 Disposição para realizar futuro inspirador;
Interdependência Amplificação do 2 Busca de apoio para enfrentar desafios;
nos resultados valor de tudo Equilíbrio 3 Valorização do trabalho em conjunto;
conseguidos que é feito intrapessoal
4 Mútuo respeito, confiança e colaboração;
5 Envolvimento, comprometimento e realização;
Lições 6 Interdependência nos resultados conseguidos;
7 Amplificação do valor de tudo que é feito;
Envolvimento, Disposição para Disposição 8 Clima Organizacional;
comprometimento realizar futuro para trabalho
e realização inspirador em equipe 9 Equilíbrio intrapessoal;
10 Disposição para trabalho em equipe;
11 Gosto pelo trabalho isolado;
Gosto pelo 12 Harmonia interpessoal;
trabalho
Mútuo respeito, Busca de apoio isolado Harmonia 13 Instabililidade do ambiente sócio-político;
confiança e para enfrentar interpessoal 14 Equilíbrio intra inter e extra-departamental;
colaboração desafios 15 Disposição para formar equipe inter-organizacional;
Valorização 16 Equilíbrio inter-organizacional;
do trabalho Incentivo a soluções isoladas;
em conjunto 17

7 8
Lições Constatações sobre o ambiente

• Possibilidade de fingir trabalho em conjunto,


• A sinergia não é espontânea; – mantendo o prazer do trabalho isolado;
• O efeito pode ser negativo; • Existem motivos para a fraca interdependência:
• O equilíbrio intrapessoal afeta a disposição; – Falta de competência para trabalho em conjunto;

• A harmonia interpessoal influencia o apoio; – Falta de confiança na capacidade alheia;

– Pouca afinidade entre membros do grupo;


• O ambiente externo impacta a sinergia;
– Elevada heterogeneidade do grupo;
• Sinergia exige esforço, dedicação e ambiente.
• Podem surgir bloqueios à colaboração.

Recíprocas também são verdadeiras

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Bloqueios à colaboração A sinergia beneficia: *

• Crença na espontaneidade do processo • O clima organizacional interno;


sinergístico;
• A Atitude frente a novas estratégias;

• Esperança que a sinergia aconteça • O desempenho das equipes de projeto;


naturalmente; • O aproveitamento do capital intelectual;
• O relacionamento entre parceiros de negócios;
• Sensação de obviedade do conceito;
• A socialização dos conhecimentos individuais;

• Falta de disposição para caracterizar o • A confiança generalizada em prol de resultados;


processo; • A harmonia entre as microculturas da organização;
• A disposição para disseminar e estimular resultados.
• Negação dos diversos benefícios da Sinergia.

* Com retorno

11 12
Disseminação e estímulo Metáforas para a Sinergia
• Os efeitos da sinergia devem ser avaliados e disseminados;
– estímulo, desenvolvimento e manutenção da sinergia em todos os setores;

• O sucesso do processo sinergístico depende de:


– criação de uma consciência sinérgica;

– justificativa dos cuidados especiais com a sinergia;

– verificação do nível de sinergia de um ambiente;

– continuidade do sinergismo.

• Deve-se criar uma fórmula para desenvolver e manter a sinergia.

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Características da Sinergia Reflexões na liderança do nosso mundo real

1. Título Vassoura Bando de Gansos • Quem faz o papel do artesão da vassoura, ou da esteira?
2. Objetivo geral Varrer Migrar para o sul – O que fazer para que indivíduos agrupados não se sintam presos,
3. Itens reunidos Fibras longas Gansos selvagens amarrados e loucos para se desprender?
4. Resultado isolado - Velocidade 25% maior
5. Ajuntamento Amarração Arrumação em V • Que características de liderança deve ter este “artesão”
6. Equilíbrio Estático Dinâmico
7. Restrição Mínimo 20 fibras Obrigatoriedade de formação para manter o grupo coeso?
8. Semelhança Mesmo material Mesmos interesses
– Que “faixa” deve se manter apertada para evitar a dispersão da
9. Aprimoramento Mais fibras maior eficiência Eficiência máxima com 6
10. Autonomia Nenhuma Completa equipe?
11. Colaboração - Quando um adoece
12. Motivo - Procurar região mais quente • Que cuidados este líder “artesão” deve ter para que
13. Liderança Usuário opera Rodízio indivíduos não se sintam “esteiras de palha”?
14. Coordenação Paralelismo das fibras Colocação lateral
15. Ganho - Aproximadamente 70% – Como aumentar a percepção do propósito entrelaçador e da
16. Risco Romper o laço Ataque de predador ou caçador
– Necessidade de uma massa crítica de habilidades comuns?
17. Efeito Sinérgico Fibras amarradas fazem o que não Em bando deslocam-se com uma
se consegue separadamente economia de 70% da energia que
seria consumida no vôo em
separado

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Reflexões na liderança do nosso mundo real Líder deve imitar a natureza
• Como devemos liderar nossos “cardumes e bandos”? • Assim como a natureza cria o “SAL”,
– Gansos compartilham liderança por rodízio; – reunindo um gás tóxico com um metal explosivo;
– Peixes não tem liderança definida;
• O líder poderá formar grupos
• Como se traduziriam certos conceitos da natureza altamente profícuos,
para a realidade das organizações?
– apresentando desafios que envolvam e
– “migrar”, “regiões mais quentes” e “predadores” comprometam seus membros naquilo que eles
• Que sinais poderiam ir sendo deixados para facilitar a são mais capazes;
continuidade dos trabalhos de uma equipe? – a ponto de eles se sentirem obrigados a usar
– Algo com a eficácia do feromônio excretado pelas abelhas. irreverência e rebeldia como fatores positivos;
• Que informações poderiam ser registradas, • O líder enfrentará o desafio da sinergia
documentadas, ou transferidas? no mundo de negócios.
– para aumentar a chance da continuidade do sucesso no
atendimento aos clientes e que
– fossem tão sucintas quanto a dança de coleios das abelhas.

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Desafio da sinergia nas organizações Existe sinergia em tudo
• Fazer com que o trabalho conjunto crie mais valor,
– usando apenas os recursos já disponíveis,
– procurando manter a qualidade e excelência dos produtos e
serviços
– mesmo quando os recursos se tornam mais escassos.
• Evitar distorções e tendências:
– Forçar cooperação sem clareza dos benefícios;
– Supervalorizar benefícios e subestimar custos da sinergia;
– Acreditar que sinergia pode ser obtida sob pressão para
colaborar;
– Achar que o conhecimento para a sinergia já existe na
organização;
• Estar atento às possibilidades de Sinergia entre
organizações.

19 20
Cortes e dobras

Sinergia
Parte II
Cultura
Sérgio Lins
Junho 2006

VSLins Consultoria

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21 22
A escola dos bichos - 1

Precisamos de modelos de gestão Um grupo de animais decidiu fundar


uma Escola, adotando um currículo
que promovam a cultura da eficácia
de atividades que incluía corrida,
pessoal na interação entre o nosso alpinismo, natação e vôo.
pessoal e os nossos parceiros de
negócios

Cultura: "...a relação que os


humanos, socialmente organizados,
estabelecem com o tempo e com o Para tornar mais fácil a administração, todos
espaço, com os outros humanos e os animais participaram de todos os cursos.
com a Natureza..."

23 24
A escola dos bichos - 2 A escola dos bichos - 3
O esquilo mostrou-se excelente em alpinismo, mas
O pato era excelente em natação, na verdade ficou frustrado com a aula de vôo, porque seu
melhor do que o professor, e conseguiu boas professor o obrigava a começar do chão, sem permitir
notas em vôo, mas não se deu bem em a decolagem do alto das árvores. Também passou a
corrida. Como ele era muito lento na corrida, sofrer de câimbras por excesso de esforço físico, e
precisou ficar após as aulas para praticar acabou tirando “C” em alpinismo e “D” em corrida.
mais, inclusive abandonando a natação.
O coelho começou em primeiro lugar na aula
de corrida, mas sofreu um colapso nervoso
O esquema foi mantido pelo pato até que seu pé de por causa das dificuldades com a natação.
pato ficou muito machucado, e ele no máximo
conseguia nadar um pouco, dentro da média. Como
ele estava dentro da média, de acordo com o A águia era um aluno problema, e teve de ser
objetivo da *Escola, ninguém se importou com o castigada severamente. Na aula de alpinismo ela
problema, fora o próprio pato. ganhou de todos, mas insistia em atingir o alto
com suas próprias técnicas.

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25 26
A escola dos bichos - 4 Trabalho de Grupo IV
Avaliar a importância dos Objetivos e Desvios sinergísticos abaixo.
1-baixa, 2=média, 3=alta
No final do ano, uma cobra que conseguia
O1 Conseguir desempenho superior e vantagem competitiva;
nadar muito bem, e também sabia correr,
O2 Criar um força de trabalho comprometida;
praticar alpinismo e até voar um O3 Proporcionar oportunidades para novas idéias;
pouquinho tirou a média mais alta e foi O4 Acomodar comportamentos diversificados;
considerada a melhor aluna. O5 Promover o bem-estar individual e espiritual de todos;
O6 Energizar os colaboradores;
O7 Desenvolver um elevado grau de satisfação pessoal;
O8 Semear um clima de sinergia.
D1 mesmo currículo para vocações diferentes;
Os cachorros-do-mato fugiram da Escola e não D2 avaliação pela média e premiação do medíocre;
pagaram as mensalidades, porque a direção se D3 falta reconhecimento pelos valores individuais;
recusava a incluir cavar e farejar no currículo. Eles D4 não aproveitamento das potencialidades e experiências;
D5 desmotivação levando à debandada geral;
mesmos ensinaram seus filhos a latir, e mais tarde
D6 nenhuma preocupação com valores e vocação;
uniram-se aos porcos e tatus para fundar uma
D7 nenhuma orientação para times e parcerias;
Escola particular. D8 despreocupação total com satisfação pessoal

27 28
Fórmula para semear sinergia Bases para a formulação
• O que pode ser feito para, estimular e desenvolver o • Perfil curricular não é suficiente para sinergizar;
trabalho em conjunto? – Experiência, competência, conhecimento não bastam para conquistar
• Como garantir que o resultado deste trabalho seja e manter a sinergia;
sempre superior à soma dos esforços em separado? • O sucesso depende de atitudes e comportamentos
• Como capitalizar o conhecimento que vai sendo – a força da sinergia será tão maior quanto mais existirem confiança
adquirido em processos sinergísticos: mútua e espírito de colaboração;
– num escopo interpessoal,
• Confiança e colaboração dependem de
– interdepartamental e
– Valores e princípios,
– Interorganizacional
– Observância e exercício de virtudes
• Quais as bases para a formulação?

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29 30
Confiança e colaboração Confiança e colaboração na realização de projetos

• Confiança • A confiança é motivada pela


– ativa talentos e – mútua iniciativa e a
– possibilita que pessoas alcancem elevados
– comprovação de competências
níveis de performance,
– explicando o sucesso de algumas equipes – para realização de atividades de interesse
em projetos onde predecessores comum.
fracassaram.
• A colaboração acontece com
• Colaboração
– a ética no exercício destas competências
– depende da confiança despertada e da
– para a obtenção de resultados mutuamente
– disposição de cada um em dar apoio ao
vantajosos.
outro na realização de projetos.
• Metáforas ajudam a refletir sobre
confiança e colaboração

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Trabalho de Grupo Trajetória para a sinergia
Avaliar os itens abaixo nas diversas unidades. 1-baixo,... 5-alto
1 Existe experiência, competência, conhecimento; Facilidade
2 Existe confiança mútua e espírito de colaboração; para se Habilidade
comunicar para Sinergia
3 A confiança é motivada pela mútua iniciativa; negociar
4 A confiança é motivada pela comprovação de competências; Senso de
Prioridade
5 Percebe-se a existência de valores e princípios,

6 Percebe-se a observância e exercício de virtudes

7 A confiança mútua tem ativado talentos; Flexibilidade


8 A confiança mútua tem possibilitado elevados níveis de performance; Objetividade
9 A confiança mútua tem explicado o sucesso de algumas equipes; Proatividade
Resiliência
10 A colaboração acontece com a ética no exercício de competências;

11 A colaboração acontece para a obtenção de resultados mutuamente vantajosos;


Virtudes
12 Consegue-se colaboração devido ao espírito de confiança mútua generalizado;

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33 34
Virtudes, atitudes e comportamentos Eficácia Pessoal no Processo Sinergístico
Fazer falta Contribuir
Virtudes ç ão
gi za ic aç ãoo
ne r
Si un ç ã
C ome goci a dade de
Po N o ri i da
Família der P ri b je ti v n ci a de
Seg iê

Comunidade
O a
u R esi l ati vi d
Atitudes Trabalho
Realizações O r ra n Pr o
ud
es
ie n ça Vi rt
Sa aç ãt

Família
Decisões

Trabalho
Comunidade be o
do
Comportamentos ria

Atividades Comportamentos

Realizações Fazer diferença

35 36
Virtude Virtudes cardeais

Prudência Justiça
Qualidade de ser moralmente qualidade de quem escolhe reconhecimento do direito
alternativas com sensatez e dever de cada um com
excelente e com uma imparcialidade
disposição para pensar,
decidir e agir visando Disciplina Coragem
compartilhar uma vida poder sobre o disposição para enfrentar
comportamento, as ações, os medo, oposição, opressão,
prazerosa impulsos e as emoções. privação, ou perigo.

BENNETT, William J. (1993) – O Livro das Virtudes – Uma COMTE-SPONVILLE, André (1995) – Pequeno Tratado das
Antologia. Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro. Grandes Virtudes. Editora Martins Fontes. São Paulo.

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37 38
Virtudes sociais Virtudes operacionais

Gentileza Lealdade Simplicidade Prestatividade


atitude marcada por conduta constância a algo que se disposição para servir a
qualidade de quem
social polida, cortez, amável está ligado por promessa qualquer um, em qualquer
pensa, se expressa e age
e delicada. ou dever. de forma descomplicada lugar, a qualquer momento.
FORMA
Integridade Humildade Persistência Tolerância
dignidade relativa às ações, ponderação entre nossas insistência na busca por capacidade para admitir
promessas e afirmações. próprias forças e fraquezas. soluções e o juízo para modos de agir ou pensar que
aguardar a melhor ocasião interferem na vida de quem
para aplicá-las você preza.
BENNETT, William J. (1993) – O Livro das Virtudes – Uma COMTE-SPONVILLE, André (1995) – Pequeno Tratado das
BENNETT, William J. (1993) – O Livro das Virtudes – Uma COMTE-SPONVILLE, André (1995) – Pequeno Tratado das
Antologia. Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro. Grandes Virtudes. Editora Martins Fontes. São Paulo.
Antologia. Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro. Grandes Virtudes. Editora Martins Fontes. São Paulo.

39 40
Mapa das virtudes Virtudes nos negócios
Orientação para o sucesso dos clientes
Antes e durante
Busca por soluções inovadoras
Prudência
Prestatividade Persistência Sustentação de parcerias duradouras

Gentileza Integridade Respeito ao ambiente


Aplicação da força tecnológica
Justiça Disciplina Estímulo à iniciativa própria
Diálogo aberto

Humildade Lealdade

Simplicidade Tolerância
Coragem
Durante e depois

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41 42
Virtudes em nosso ambiente O comum visto de forma incomum
Orientação
Inovação
Parcerias
Ecologia
Tecnologia
Iniciativa
Diálogo

43 44
Melhor ar para se respirar

Sinergia • Respirem! Respirem! Respirem!

• Ar! Ar! Ar! Respirável e de boa qualidade;

• Nitrogênio e oxigênio;
Parte III • Agora imaginem juntar:
Prática
• O seu oxigênio com o nitrogênio de um parceiro:
Sérgio Lins
Junho 2006
Oxigênio = capacidade
qualidade dopara
seudefinir
produtoprojetos;
Nitrogênio = habilidade
capacidadepara
de distribuição
negociar recursos
do parceiro

Sinergia para melhor prestação


atendimento
de ao
serviço
cliente
VSLins Consultoria

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45 46
Competências e Habilidades Resiliência
Avaliar as competências e habilidades abaixo. 1-baixo, 2=médio, 3=alto Capacidade de absorver o impacto das mudanças com um
1 Planejar uma seqüência de atividades; mínimo de comportamento disfuncional
2 Descrever situações e relatar ocorrências;

3 Negociar recursos; Só grandes


4 Conversar com a imprensa; mudanças 1Concreto 2 Aço (PC)
chegam a
5 Influenciar fazedores de opinião; 44 18
provocar (RD)
6 Conversar com as famílias dos apenados;
disfunção
7 (LB) (PG)
8
Pequenas
mudanças já
3 (VR) 4
9 provocam
Chumbo Bambu
10 disfunções 12 26
Volta LENTA ao Volta muito RÁPIDA ao
11 estado de equilíbrio estado de equilíbrio
CONNER, Daryl R. (1993) – Managing at the Speed of
12
Change: How Resilient Managers Succeed and Prosper
Where Others Fail. New York: Villard Books.

47 48
Proatividade Objetividade
Responsabilidade de decidir e agir de forma consciente e independente das
Uso da imaginação e da consciência para decidir o que fazer com o tempo,
circunstâncias inibidoras
talento e instrumentos que possuímos para trabalhar

Procura (PG)
1 (PC) 2 Orienta-se pela (PC)
obter relevância política (RD)
recursos de Preparado Empolgado e estratégica
Tergiversador Realizador
qualquer
forma. 33 19 15 18
(LB)
Espera que os 3 4 (LB)(RD) Segue impulsos e (PG)
interesses imediatos
recursos Alienado Imediatista
estejam Estagnado Adiantado (VR) 42 25
disponíveis. (VR) 11 37
Envolve-se com o que Envolve-se com o que é
ainda ninguém sabe viável e alguém já
COVEY, Stephen R. (1989) – Os 7
Espera que os desafios Antecipa-se na busca COVEY, Stephen R. (1989) – Os 7 sequer começar domina
hábitos das pessoas muito eficazes.
Editora Best Seller. Sao Paulo.
sejam apresentados pelos desafios hábitos das pessoas muito eficazes.
Editora Best Seller. Sao Paulo.

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49 50
Flexibilidade Prioridade
Disposição para resolver, modificar, adaptar ou evoluir tendo em mente um Iniciativa e força de vontade para colocar o mais importante em primeiro lugar visando
objetivo a realizar a eficácia através da redução do trabalho flutuante

Adapta quando Realiza


(RD) (PC)
necessário a (PC) (RD) primeiro o
forma de Adaptador Evolucionista mais Navegador Planejador
resolver 15 8 importante 15 15
(PG) (LB) (VR) (LB) (PG)
Mantem Realiza o mais
constante a Teimoso Solucionador fácil em Dispersivo Protelador
forma de (VR) 52 25 primeiro lugar 45 25
resolver
Testa apenas uma Explora muitas Influenciado pela Não influenciado pela
SPRAGUE, Ralph Jr. & CARLSON, Eric D. COVEY, Stephen R. (1989) – Os 7
(1982) – Building Effective Decision Support
Systems. Prentice-Hall, Inc. New Jersey.
alternativa alternativas hábitos das pessoas muito eficazes.
Editora Best Seller. Sao Paulo.
urgência de terceiros urgência de terceiros

51 52
Matriz de Urgência Planos de Ação
Virtude - Disposição para fazer o Proatividade - Responsabilidade
Urgente Não Urgente bem que é compartilhada por todos de decidir e agir de forma
UI em busca do respeito e consciente e independente das
Importante

Q1 Q2 circunstâncias inibidoras
T4 T11 consideração
Identificar onde existe mais carência Ressaltar as duas vertentes da Proatividade
T3 T10 Criar esquema de premiação: desafio +
T1 Divulgar cuidadosamente o conceito
reecurso
Promover debates sobre artigos, livros,
filmes Objetividade - Uso da imaginação e
T5 Criar esquema de premiação: serviço, da consciência para decidir o que
Não Importante

paciência, persistência, coragem, fazer com o tempo, talento e


Q3 Q4
Resiliência - Capacidade de instrumentos que possuimos para
T9 T12 absorver altos níveis de impacto trabalhar
T15 das mudanças com um mínimo de Criar uma medida para objetividade
comportamento disfuncional Criar esquema de premiação: imaginação +
T8 consciência
NN Criar uma medida para resiliência
Criar esquema de premiação: "agüenta
tranco", e "emerge rápido"
COVEY, Stephen R. (1989) – Os 7
hábitos das pessoas muito eficazes.
Editora Best Seller. Sao Paulo.

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53 54
Eficiência Pessoal Negociação
Coragem para explicitação de pontos de vista com transparência e consideração na busca
Cultivar virtudes Desenvolver objetividade por solução que atenda a todas as expectativas
Melhorar resiliência Trabalhar flexibilidade
Muita
Aumentar proatividade Estruturar prioridades consideração
(RD) (PC)
P/G G/G

DH
Diplomata Negociador
12 16
(VR) (LB) (PG)
Pouca P/P G/P

DE DR
consideração Barganhador Atropelador
44 18
COVEY, Stephen R. (1989) – Os 7
Pouca transparência Muita transparência
hábitos das pessoas muito eficazes.
Editora Best Seller. Sao Paulo.

55 56
Comunicação Diversidade e complementaridade
Coragem temperada pela consideração para primeiro procurar compreender, Dependendo da "cola" da semelhança explícita e do "catalisador" da diversidade
para depois ser compreendido complementar, a sinergia formada terá uma eficácia maior ou menor.

Muita
(RD) (PC)
consideração Q1
Complementar
Q2
Estrutural
Muita
Escutador Comunicador diversidade Peças de puzzle
Cloreto de sódio
Liga metálica
Limalha de ferro
complementar
Cliente Fornecedor Equipe de projeto
34 23 explícita
Concorrentes em parceria Brigada de Incêndio

(PG) (LB) Q3 Desafiante Q4 Agregadora


Pouca
Mar e terra Fibras de esteira
Pouca diversidade
Água e fogo Gansos em bando
consideração Prolixo Explicador complementar
explícita
Judeu e Árabe Peixes em cardume
Verdade e Mentira Fibras de vassoura
(VR) 17 26
Pouca afinidade, Muita afinidade,
interesses ou interesses ou
COVEY, Stephen R. (1989) – Os 7
hábitos das pessoas muito eficazes.
Ansiedade Serenidade semelhança explícita semelhança explícita
Editora Best Seller. Sao Paulo.

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57 58
Sinergização Sementes da Sinergia
Confiança e colaboração no trabalho conjunto para produzir algo muito
melhor do que se conseguiria com o somatório dos resultados em separado
Oportunidades
Muita (PC) (RD)
diversidade
complementar G/P G/G Ameaças
Desafios
Catálise (VR) Sinergia
32 12 Objetivo Comum Empowerment
(LB) Gerência
Pouca
(PG)
P/P P/G Interdependência Participativa
diversidade
complementar Indiferença Cooperação
18 38 Mentalidade de
Trincheira
Pouca explicitação de Muita explicitação de
COVEY, Stephen R. (1989) – Os 7 interesses ou interesses ou
hábitos das pessoas muito eficazes.
Editora Best Seller. Sao Paulo. semelhança semelhança

59 60
Propulsores da Sinergia Bloqueadores da Sinergia

Espírito de
EQUIPE Esforços
Identificação de independentes
Oportunidade
Pensamento Falta de desafio
Criativo comum
Pontos de vista Partilha de idéias Prazer no trabalho Não entrincheiramento
conflitantes e insights isolado
Diversidade de Respeito por
Pensamentos valores e idéias Medo de não sair nada Sensação de ameaça
Tendência ao em conjunto interna
Discussão aberta
desacordo
Mentalidade de Mitos
Trincheira Equalização de pontos de vista
Concordância de pensamentos

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61
Escalada sinergística

Criação de estratégia
Monitoramento e reforço Empowerment
Manutenção da EQUIPE ção
e n ta
Tolerância 4 Im p
lem
Gerência
Flexibilidade Participativa
Seletividade
3 ç ão
Criatividade g ra
In t e
Interdependência Clima de abertura
e nto Julgamento postergado
2 n di m o
En ter e cia tiv Criação de empatia
ap Valorização da diversidade
Objetivo Comum
Comunicação eficaz
1 aç ão
I n te r Redução de desentendimentos
Geração de credibilidade

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