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CURSOS ON-LINE – ESPANHOL

PROFESSOR GERARDO SANMARCO

APRESENTAÇÃO
Hola, amigo ! Meu nome é GERARDO SAMMARCO, sou professor
de Língua Espanhola desde 1990. Há mais de 50 anos comecei a
ouvir o Espanhol na barriga de minha mãe: nasci e estudei em
Uruguai onde aprendi a gostar do espanhol a ponto de fazer dele
um trabalho prazeroso. Vim ao Brasil em 1981 onde também
aprendi a gostar de sua gente e sua língua (o idioma “brasileiro” me
parece um cavalo xucro: belo e indomável) que domino de forma
apenas razoável.

A docência é minha dedicação e vocação exclusiva: ministro aulas


em Institutos Privados de Ensino Médio regular em Rio Grande do
Sul desde 1994. Paralelamente, me especializei em Concursos da
ESAF. Desde então ministro Cursos Preparatórios presenciais em
Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, oriento também Oficinas
Permanentes que funcionam de Março a Dezembro.

Ao longo destes anos, estudei o “coração” das provas da ESAF,


isto é, quais são as habilidades e conhecimentos que testa no
concursando. Fui desenvolvendo um Sistema de Treinamento
específico visando não apenas acertar as questões mínimas
necessárias, mas, também permitir ao concursando usar o
espanhol como arma na classificação geral. O ótimo desempenho
dos que foram aprovados e hoje já são funcionários da Receita nos
estimulam a continuar no caminho empreendido.

Agora, a convite de nossos prezados amigos Vicente Paulo e


Marcelo Alexandrino, venho a partilhar com vocês esse prestigioso
Site e convida-los a participar de nosso CURSO a DISTANCIA.

Para entender como funciona nosso Sistema de Treinamento


temos que considerar alguns assuntos preliminares e derrubar
alguns preconceitos que só prejudicam o estudo do concursando.
Afinal todos querem apreender, mas nem todos sabem como.

Vejamos algumas idéias e preconceitos que andam circulando por


aí.

- PRECONCEITO 1: Estudar uma língua estrangeira é igual que


as outras disciplinas em língua materna do concurso.
Errado: a fixação de conhecimentos específicos é realizada em
uma zona do cérebro diferente da língua materna. Portanto, os
procedimentos pedagógicos e tempos de memorização são
claramente diferentes. A fixação de um idioma estrangeiro como
segunda língua não pode ser realizada em “cursos rápidos”
mesmo que intensivos. O fundamental é o estudo seqüencial,
gradativo, ininterrupto, “em pílulas certas”, até a véspera do
concurso. A memorização das línguas estrangeiras é muito

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provisória. Quando o cérebro sente que os conhecimentos não


serão usados em seguida os deleta.

- PRECONCEITO 2: A proximidade do Espanhol com o Português


permite a um bom “interpretador’ atingir a quantidade mínima
de acertos sem maiores estudos, utilizando apenas os bons
conhecimentos de Português.
Errado: na verdade as provas da ESAF não permitem acertos
significativos se não há domínio de vocabulário específico (do
economês ou tributarês) em língua espanhola. Até nas questões
interpretativas, a alternativa certa tem vocábulos que não
aparecem no texto, e sem cuja tradução não é possível definir a
alternativa como verdadeira.

- PRECONCEITO 3: A leitura intensiva de textos em espanhol


com ajuda do dicionário deixa o concursando preparado.
Errado: leitura é fundamental, mas ela não basta. As provas da
ESAF são um labirinto em cujo caminho são espalhadas muitas
armadilhas. Tais armadilhas buscam eliminar o candidato que
não treinou raciocínio lógico-lingüístico, isto é, diversas
habilidades interpretativas que permitem ao concursando
estabelecer sobre um texto uma leitura limpa, com relações
certas, precisas, completas, e rápidas. Para isso é necessário não
apenas estudar as provas anteriores (elas não se repetirão), mas
também treinar sobre simulados originais que desenvolvem
essas habilidades.

- PRECONCEITO 4: A memorização das provas anteriores


garante acertar o mínimo de questões necessárias.
Errado: estudar as provas anteriores é muito importante para
familiarizar-se com as abordagens. Porém, é necessário ampliar
o ponto de vista em duas direções: os textos das provas são da
mídia eletrônica de três meses antes do edital. Os assuntos de
relevância mudam. Em segundo lugar, as questões semânticas e
gramaticais não se repetem, portanto é necessário estudar
também aquelas que ainda não apareceram, mas são
tradicionais em outro tipo de concursos.

A PROPOSTA

Nenhum concursando pode se dar o luxo de jogar tempo fora


fazendo experiência empírica ou seguindo “palpites” de quem não
é especialista. Por isso, o CURSO a DISTANCIA que colocamos a
tua disposição é fruto de uma trajetória provada.

As aulas contêm cinco blocos de abordagem::

• Simulados inéditos, especificamente elaborados para o


próximo concurso, com temas atuais da mesma mídia
eletrônica usada em provas da ESAF. Os simulados vêm com

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gabaritos comentados que explicam as técnicas de


interpretação de texto, e vêm com vocabulário traduzido,
específico da área econômica, tributária e previdenciária.

• Um Fórum aberto, onde cada participante poderá colocar


suas dúvidas e ter uma resposta explicativa.

• Contêm conhecimentos gramaticais específicos, explicados


em detalhe, e com exercícios de fixação.

• Contêm referências comentadas das provas anteriores da


ESAF, especialmente a partir de 2000.

• Contém leituras selecionadas (sem questões) para domínio


dos assuntos internacionais de atualidade.

Queres ver como isso funciona? Da uma olhada na aula


demonstrativa. Hasta pronto, amigo!

AULA ZERO
O texto a seguir foi extraído do jornal El Mercurio de Chile,
uma das fontes usadas pela Esaf na construção das provas
oficiais. Após o texto, aparecem questões de múltipla
escolha, que você deverá resolver relendo o texto anterior,
excluindo as questões erradas e marcando apenas uma
alternativa verdadeira.
Primeiro tente fazer sozinho, sem ajuda do dicionário,
controlando e anotando o tempo total de leitura e
resolução. Ao final do curso de treinamento você deverá
estar em condições de resolver 10 questões (sobre três
textos curtos) em 45 minutos.
Em um segundo momento, consulte a folha comentada
onde aparece o vocabulário específico e o gabarito
comentado. Caso você tenha dúvida em relação a outras
alternativas que você considera plausíveis coloque-a no
fórum e receberá comentários mais exaustivos.

Simulado 1

01 Acceder libre de aranceles (1) a dos de las economías con más


02 vertiginoso crecimiento en la última década, y a un mercado
03 potencial conjunto de más de 2.000 millones de consumidores,
04 parece tentador. China e India, las grandes potencias del
05 mundo emergente, están en la mira de los exportadores
06 nacionales, quienes ven con ambición la opción de lograr (2)

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07 posiciones ventajosas en las negociaciones que Chile mantiene


08 con ambos países para conseguir acuerdos comerciales. Pero
09 (3) no todos quedarán (4) contentos una vez sellados. Si bien en
10 este tipo de negociaciones los cambios(5) en las listas y los
11 plazos para las desgravaciones arancelarias pueden suceder
12 hasta(6) último momento, ya se perfilan los posibles ganadores
13 y perdedores de estos acuerdos.
14 En el caso del Tratado de Libre Comercio (TLC) con China, el
15 enfrentamiento entre el sector agrícola y el industrial ha sido(7)
16 con "armamento pesado".
17 Los agrícolas, encabezados por la Sociedad Nacional de
18 Agricultura (SNA), reclaman que se les está perjudicando
19 debido a los beneficios de defensa comercial que estarían
20 recibiendo productos industriales como los textiles y
21 metalmecánicos.
22 En efecto (8), estos últimos productos son considerados
23 "sensibles" en la negociación nacional,
24 Mientras,(9) los chinos pidieron exceptuar de la desgravación
25 arancelaria los televisores, el arroz y algunos productos de la
26 madera.
27 En tanto, en el caso de India, como se trata sólo de un Acuerdo
28 de Alcance Parcial (AAP), está limitado a una cantidad pequeña
29 de productos (cerca de 400), pero, y a pesar de que reconocen
30 la "modestia" de lo negociado, en el Gobierno apuestan a que
31 ésta es sólo la puerta de entrada para mejorar el acceso de los
32 productos a ese mercado. (emol.com octubre2005)

1.- En el texto se dice que


a) los exportadores chinos son ambiciosos en las negociaciones
del TLC con Chile
b) exportadores chilenos se tientan con la exención arancelaria de
un mercado gigante
c) la economía chilena depende de los mercados chino e indio
d) a los exportadores chilenos les interesa China e India más
allá(10) de su fiscalidad(11)
e) China ,India y Chile son grandes potencias del mundo en
desarrollo(12)

2.- En el textos se dice que


a) es imprevisible saber quien gana o pierde en un TLC
b) nadie (13) quedará satisfecho con el TLC Chile-China
c) los exportadores chilenos son el blanco (14) del comercio
exterior chino
d) dentro de un TLC , los productos y plazos mudan a cualquier
momento
e) habrá perjuicio para alguien si el TLC Chile-China se firma

3.- Según el texto, el enfrentamiento entre la industria y el agro fue


a) a hurtadillas(15)
b) en balde (16)

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c) a rajatabla(17)
d) a menudo(18)
e) al tun tun (19)

4.- En el texto se dice que, en la negociación del TLC Chile / China


a) el agro chileno se queja de la protección china a los textiles
b) los productos agrícolas chilenos exigen mayor protección
arancelaria
c) los chinos quieren que permanezca la tributación de
televisores, arroz y derivados de madera
d) sólo algunas centenas de productos serán incluidos.
e) los agricultores chinos reclaman de los beneficios concedidos a
sus pares industriales

5.- En el texto se dice que el TLC y el AAP engloba


a) 2 billones de consumidores
b) 2 mil millones de ciudadanos
c) 2 millardos de empresarios
d) 2 millones de habitantes
e) 2 mil millones de personas

6.- La expresión “debido a “(li.13) podría ser sustituída sin


alteración de sentido por
a) ya de
b) dado con
c) por deuda con
d) a raíz de
e) con arreglo a

7.- Determina si Verdadero o Falso


I.- Es posible cambiar “apuestan”(li.20) por “se juegan”
II.- La expresión “en tanto” (li.18) es un nexo condicional
III.- La expresión “ese mercado” (li.21) se refiere a Chile
IV.- Le expresión “desgravación” (li.16) equivale a “exacción”
a) VFVF
b) VFFF
c) FVFV
d) FFVV
e) VVFV

Parte 2

VOCABULARIO
Obs.: os vocábulos aqui traduzidos aparecem com seu significado
correspondente à contextualização. As mesmas palavras podem
em outras contextualizações ter significados diferentes.

(1) Arancel = imposto de importação

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(2) lograr = conseguir, obter licitamente


(3) pero = porém
(4) quedarán = ficarão
(5) cambios = mudanças
(6) hasta = até
(7) ha sido = foi
(8) em efecto – de fato
(9) mientras =enquanto
(10) más allá = além, independentemente
(11) fiscalidad= tributação
(12) desarrollo =desenvolvimento
(13) nadie = ninguém
(14) blanco = alvo
(15) a hurtadillas = furtivamente
(16) en balde = em vão
(17) a rajatablas = furiosamente
(18) a menudo = freqüentemente
(19) al tun tun = sem cuidado

GABARITO COMENTADO:
Questão 1.-
Letra B : a expressão “exención arancelaria” significa livre de
impostos de importação (li. 1, 2 e 3)

Questão 2.-
Letra E: em um TLC existem “perdedores”, no caso concreto os
agricultores chilenos que perdem a oportunidade de entrar em
China sem impostos por causa da retaliação ao protecionismo
às industrias chilenas. (li. 12 e 13)

Questão 3.-
Letra C : a locução de modo “a rajatabla” significa alta
intensidade de um conflito.

Questão 4.-
Letra C: os chineses colocaram esses produtos como lista a
excetuar do TLC (li.16 e 17)

Questão 5.-
Letra E: a representação em letras de “2.000 millones” é “dos
mil millones”; o conjunto “consumidores” pode ser associado a
“““pessoas””, mas não a “cidadãos” ou “empresários” porque
são conjuntos mais restritos.

Questão 6.-
Letra D ; “debido a” (li.13) expressa uma conexão CAUSAL ,
como o é também “a raíz de”

Questão 7.-
Letra B :

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I.-(V) Em “se juegan” (verbo “jugarse”) está uma expressão


figurativa (jogo de azar) que indica uma opção assumida
sabendo os riscos.
II.- (F) “en tanto” é um nexo temporal e não condicional. Indica
simultaneidade.
III.- (F) “ese mercado”(li 21) refere-se à Índia e não ao Chile.
IV.- (F) “desgravación” e a diminuição ou isenção de tributos;
enquanto que “exacción” é a inclusão de tributos.

CONHECIMENTOS ESPECIFICOS.

Questão 6 do simulado.-
Como as provas envolvem questões de interpretação, uma das
habilidades mais importantes é conseguir manter organizadas
as relações de causa/conseqüência que aparecem no texto. As
relações de causa são visíveis pelo uso de “nexos” (palavras ou
locuções) conjuncionais. Os principais nexos causais do
espanhol são:
- porque
- pues
- puesto que
- ya que
- debido a
- dado que
- a raíz de

Questão 5 do simulado.-
O assunto sobre a escrita de números grandes esteve muito
presente nas provas de Auditor e Técnico de RF 2003.
Portanto, muito CUIDADO: em espanhol o número
1.000.000.000 tem duas possíveis grafias: “mil millones” ou
“un millardo”.

A palavra ”billón” existe mas serve para representar o que em


português é trilhão, isto é, 12 zeros : 1.000.000.000.000.-

LEMBRETE SIMPLIFICADO:

Espanhol Português
1 millón 1.000.000 Um milhão
1 millardo = mil millones 1.000.000.000 Um bilhão
1 billón 1.000.000.000.000 Um trilhão

Como se trata de um conhecimento que o cérebro já fixou em


português, há dificuldade em aceitar outra denominação.
Portanto, é necessário fazer vários simulados até conseguir
memorizar a fórmula em todas suas possíveis variantes.

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Presença desse assunto na PROVA ESAF 2003


Texto 2 Presupuesto argentino
El gobierno argentino presentó el miércoles (1) al congreso el
proyecto de presupuesto(2) para el 2004, que prevé un
crecimiento económico del 4% y un aumento de la inversión
superior al 10%, del consumo en el 4,5% y de los recursos
Destinados a planes sociales y obras públicas. También prevé
un superávit fiscal primario – renglón (3) que excluye pagos de
deuda – de 3% del Producto Interno Bruto (PIB).

El ministro de Economía, Roberto Lavagna anunció que se


cancelarán (4) intereses (5) de deuda (6) en 2004 por 6.660
millones de pesos ( US$ 2.200 millones) una caída (7)de 750
millones respecto de los pagos previstos en 2003. Sostuvo
(8) que la deuda que tienen es monumental y agregó que más
de la mitad de las obligaciones que están pendientes, de unos
US$ 160 000 millones, fueron generadas durante la década del
90.
Argentina está en cesación (9) de pagos con sus acreedores
privados, la mayoría de los cuales son argentinos seguidos por
norteamericanos e italianos y firmó un acuerdo con el FMI que
posterga pagos de capital de deuda a organismos multilaterales
de crédito por valor de US$ 21.600 millones que vencían en los
próximos tres años. La propuesta para reestructurar la deuda
pública en manos de tenedores privados y que a finales de
año ascenderá a US$ 102.000 millones, tendrá lugar en el
marco de la Asamblea Anual del Fondo Monetario Internacional
y el Banco Mundial.
(El Mercurio 17.09.2003)

Vocabulário do texto e questões


(1) miércoles = 4a.feira
(2) presupuesto = orçamento
(3) renglón = ítem,linha
(4) cancelarán = pagarão, quitarão
(5) intereses = juros
(6) deuda = dívida
(7) caída = queda, redução
(8) sostuvo = sustentou, argumentou
(9) cesación = moratória
(10) foráneo = estrangeiro
(11) condonada =perdoada

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24.- En el texto se dice que el proyecto de presupuesto


argentino:
a) favorece una mayor afluencia de capital foráneo (10)
b) excluye el pago de 3% de la deuda
c) prevé menores desembolsos por interese de la deuda
pública.
d) supone un crecimiento del 3% del PBI
e) proyecta una reactivación económica del 4,5%

25.- De acuerdo con el texto, la deuda pública argentina:


b) puede comprometer la reactivación económica
c) llegará a más de cien mil millones al terminar 2003
d) tiene obligaciones pendientes al orden de 160 mil millones
e) tiene sus pagos en día
f) disminuyó en 750 millones este año

26.- En el texto la expresión “se cancelarán” significa


a) anularán
b) recindirán
c) aplazarán
d) saldarán
e) remitirán

27.- Según el texto, la deuda total argentina


a) asciende a ciento dos mil millones de dólares
b) tiene proporciones gigantescas
c) elevará los precios al consumidor
d) será condonada (11) parcialmente
e) está en manos de argentinos, norteamericanos e italianos

DICAS DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL


Como exemplo de armadilha observa que o enunciado da questão
27 se refere a DÍVIDA TOTAL argentina.

- O valor da alternativa “a” (US$102 bi.) é apenas a dívida que está


em mãos de credores particulares.

- O que se menciona na alternativa “e” também não é a dívida total


e sim a que está em mãos particulares.

- As alternativa “c” e “d” apresentam informações alheias ao texto


citado.

DICA DE ESTÚDIO
Os assuntos abordados pela ESAF em 2003 mudaram muito.
Atualiza informações sobre eles lendo os textos complementares
que aparecem no final de cada aula. Lembra que os textos
escolhido coincidem quase sempre com o que foi destaque 90 días
antes da prova.

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Nas provas anteriores da ESAF não apareceram questões sobre


assuntos previdenciários. Com as mudanças do edital confirmadas
em 24/10/05 fica previsível a inclusão de algum texto sobre esse
tema. Portanto, vamos treinar com um simulado específico.

Simulado 2

01 Aunque (1) beneficia sólo a una docente jubilada (2) , el fallo (3)
02 de la Corte Suprema sienta un precedente para todos los que
03 hicieron (4) juicio por el 82% móvil (5). Y también para todos los
04 docentes que ahora decidan reclamar lo mismo.
05 Las claves (6)son:
06 1. ¿Qué dice el fallo? Que el régimen previsional docente
07 sigue vigente y no está afectado por las leyes aprobadas en
08 1994 y 1995. Y ratifica que la jubilación es equivalente al 82%
09 móvil del sueldo mensual del cargo que tuvo al momento del
10 cese laboral(7).
11 2. ¿Cómo se aplica? A la docente que ganó el juicio, la
12 ANSeS deberá recalcular su jubilación con la variación que tuvo
13 el sueldo del cargo por el que se jubiló. Y pagarle la
14 retroactividad, desde dos años anteriores al inicio del reclamo,
15 por la diferencia con lo que cobró. Y en adelante pagarle la
16 jubilación con la movilidad acumulada que deberá ser ajustada
17 cada vez que aumente el sueldo docente.
18 3. ¿A quienes podría extenderse? El régimen jubilatorio
19 comprende los niveles inicial, primario, medio, técnico y
20 superior de establecimientos públicos y privados. Y abarca los
21 servicios prestados en el ámbito provincial o municipal de la
22 Ciudad de Buenos Aires y de 10 provincias que transfirieron
23 sus cajas (8)al orden nacional (Catamarca, Jujuy, La Rioja,
24 Mendoza, Río Negro, Salta, San Juan, San Luis, Santiago del
25 Estero y Tucumán).
26 4. ¿Cómo se jubilan hoy esos docentes? A los 57 años las
27 mujeres y 60 años los hombres, si reúnen ciertos requisitos, se
28 jubilan con el 82%, pero sin la movilidad. En tanto, los docentes
29 ya jubilados, si lo piden, la ANSeS le pagará a partir de la fecha
30 del pedido el 82% del sueldo al momento del cese, si es
31 posterior a marzo de 1995 o el sueldo de marzo de 1995 si el
32 cese es anterior, también sin movilidad.
33 5. ¿Cuánto aportan(9)? Por estar en un régimen especial,
34 estos docentes aportan al sistema jubilatorio 2 puntos más. Así
35 los que están afiliados al Estado aportan el 13% del sueldo
36 (11% general más 2%) y los que están en un Fondo Jubilatorio
37 Privado el 11 % ( 9% más 2%) y a partir de diciembre pasan al
38 13 %.
(elclarin.ar 11/ 10/ 05)

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1.- El texto dice que


a) esta sentencia completa la ley jubilatoria de los docentes
b) este fallo rectifica las disposicones legales del régimen
previsional docente
c) la sentencia confirma el entendimiento del ejecutivo en relación
en su pleito con la requerente
d) el fallo deja sin efecto las leyes de 1994 y 1995 por su carácter
inconstitucional
e) el fallo exenta ese régimen previsional docente de la aplicación
de las leyes de 1994 y 1995

2.- Según el texto, la sentencia emitida determina que


a) la jubilada recibirá hasta 82% de su salario mensual
b) una docente jubilada quedará con 82% de su último sueldo
reajustado en paridad con los activos
c) los docentes tendrán su jubilación reajustada quedando con
100% del cargo en activa.
d) los docentes no pasivos reajustarán hasta 82% de su sueldo
e) la docente tendrá reajuste igual a su categoría hasta el
momento de cese laboral

3.- Según el texto,


a) la sentencia dicta retroactividad a dos años del fallo judicial
b) el fallo se aplica desde 2 años posteriores al pedido de
jubilación
c) la retroactividad acumulada será parcelada
d) la jubilación será reajustada con el mismo índice del sistema
previsional nacional
e) la sentencia vale sólo para una jubilada de la enseñanza

4.- En relación a la aplicación actual del régimen previsional


docente, el texto dice que
a) todos los docentes tienen los mismos derechos
b) los docentes pasivos mantienen 82% de su poder adquisitivo
c) nunca reciben menos de 82% del cargo similar en activa
d) no están recibiendo reajuste equivalente a los del cargo en
activa
e) reciben 100% del salario de activa si se jubilaron antes de
marzo de 95

5.- Según el texto,


a) los jubilados docentes aportan al sistema previsional 2% más
que el resto de los jubilados
b) los docentes públicos vienen aportando igual que los privados
c) los docentes públicos y privados que aportan al estado lo hacen
por igual porcentual
d) apenas los docentes particulares aportan más que las otras
categorías

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e) futuramente, todos los jubilados aportarán 13 % de sus


pasividades
6.- Determina si Verdadero o Falso
I.- es posible cambiar “transfirieron” (li.15) por “desplazaron”
II.- es posible cambiar “hicieron juicio” (li.2) por “efectuaron fallos”
III.- es posible cambiar “y en adelante” (li.09 ) por “y desde
entonces”
IV.- es posible cambiar “deberá” (li.7) por “habrá que”
a) VFVF
b) FFVV
c) FVFV
d) VFFV
e) VFFF

Vocabulário do Simulado 2
(1) aunque = embora
(2) jubilado = aposentado
(3) fallo = sentença
(4) hicieron = fizeram
(5) móvil = reajustável
(6) claves =chaves
(7) cese laboral = retiro
(8) cajas = fundos de pensão
(9) aportan = contribuem

Gabarito comentado do Simulado 2

Questão 1.-
Letra E : a sentença da Suprema Corte não completa a lei de
95 nem a anula. Apenas exclui seus efeitos legais (“exenta” =
isenta) sobre o caso concreto em análise.

Questão 2.-
Letra B : a docente se aposenta com 82% do salário de retiro
e tem direito aos mesmos reajustes de seus colegas da ativa.

Questão 3.-
Letra E : a sentença não se aplica a todos os docentes
aposentados, mas somente a quem fez a reclamação
judicial. A retroatividade é de dois anos a partir da
reclamatória judicial e o texto não menciona se ela será paga
em parcelas..

Questão 4.-
Letra D: observa que o enunciado da questão quatro não se
refere à sentença nem a lei original, mas o modo que o
governo a vem aplicando até agora, ou seja, sem ser

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reajustada em paridade com os ativos da mesma categoria


(“moeu”).
Questão cinco.-
Letra C : na questão previsional o que interessa não é tanto
onde a pessoa trabalha, mas a qual sistema contribui
(afiliado). No caso, os filiados à previdência pública
contribuem com 13% sejam trabalhadores públicos ou
privados. Cuidado com os termos: os que estão na ativa
“aportan” descontam do salário; já os aposentados recebem
benefícios “jubilaciones”. No texto não há nenhuma menção a
descontos nas passividades ou benefícios.

Questão 6.-
Letra A:
I.-Verdadeiro: “transfirieron”e “desplazaron” são sinônimos, se
traduzem como deslocaram, transferiram.
II.-Falso: “hicieron” es sinónimo de “efectuaron” mas “juicio”
não é sinónimo de “fallo”(sentença)
III.- Verdadeiro: as duas expressões são sinônimas. Marcam
o início da obrigação de pagar aposentadoria em paridade
com os ativos.
IV.Falso: a expressão “deberá” indica uma obrigação de 3a.
pessoa do singular (no caso o INSS argentino). Já a
expressão “habrá” indica uma obrigação impessoal, isto é,
que não especifica de quem é a obrigação em questão. (ver
explicação detalhada no segmento “conhecimento
específico”)

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

* Para expressar obrigação ou necessidade primeiro tem que


definir se ela é pessoal ou impessoal.
* Para expressar obrigação pessoal (referente a uma pessoa
gramatical) existem três estruturas básicas (as mais usadas):

Tener + que Haber + de Deber


Yo tengo que Yo he de Yo debo
Tú tienes que Tú has de Tú debes
Él tiene que Él ha de Él debe
Nosotros tenemos que Nosotros hemos de Nosotros debemos
Vosotros tenéis que Vosotros habéis de Vosotros debéis
Ellos tienen que Ellos han de Ellos deben

Cuidado!. Não existe “tener de”como em português existe “ter de”.


* Para expressar obrigação impessoal existem duas estruturas
muito utilizadas:
Hay que Se debe

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Cuidado! Não existe “hay de”


Leituras Complementares

Dica: quando se tem pouco tempo para estudar muitas matérias é


fundamental o uso racional do tempo. Existe um portal de onde a
ESAF retira a maioria dos textos usados em provas de espanhol.
O nome do portal é prensaescrita.com e ai poderás encontrar
abundante material de leitura nos principais jornais de mundo
hispânico. Neste setor encontrarás uma seleção criteriosa,
selecionada por assuntos. Ela pode te ajudar a ampliar vocabulário
e conhecer temas e conceitos de forma a que seu aparecimento
nas futuras provas não complique ainda mais a tua leitura
interpretativa. Se tiveres tempo para ampliar leituras, nossa dica é
para concentrar-te nos temas seguintes:
- brigas de paises no Comércio Exterior (China)
- Déficit fiscal de Estados Unidos
- política de juros do dólar e do Euro
- evolução do Cambio (yuan versus dólar e euro)
- atuação da OMC (reunião de Honk Kong)
- Evolução de Argentina
- TLC de paises de América
- Regimes de zona franca
- Crise do preço do petróleo
- Evolução dos blocos regionais (UE, Nafta, Cafta, Can,
Mercosul)
- Protecionismo agrícola dos países ricos
- Alteração tributaria em paises americanos
- Casos de corrupção julgados
- Crise do sistema previdenciário
- Situação de mercado de trabalho na União Européia.

Seleção de Leituras sobre COMERCIO EXTERIOR

Texto 1.-
Pese a que el Banco Mundial comentaba a mediados de agosto
que la demanda doméstica de China comenzaba a enfriarse, el
gigante asiático nuevamente sorprende. El Banco de Desarrollo
Asiático (BAD) corrigió ayer la cifra de crecimiento para este año,
pasando de 8,5% a 9,2%.
El organismo destacó como signos positivos en la economía de ese
país el descenso de la inflación de los últimos meses, que tras
alcanzar sus niveles máximos en julio y agosto de 2004 (5,3%) bajó
hasta el 2,3% en la primera mitad de este año.
En la otra cara de la moneda, el BAD sostuvo que los problemas
energéticos de China, la debilidad de su sistema bancario, el
excesivo crecimiento de algunos sectores-como el inmobiliario y el
siderúrgico- y la pobreza en el mundo rural son los elementos
negativos que pueden afectar su crecimiento.
Respecto de su moneda, el yuan -que fue revaluado el pasado 21
de julio, luego de más de una década de paridad con el dólar-, el

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subsecretario del Tesoro de Estados Unidos, Robert Kimmitt, pidió


al gobierno chino que permita una mayor flexibilidad en la
cotización de la divisa, para que responda mejor a las fuerzas del
mercado.
Hasta ahora, el Banco Central chino ha controlado fuertemente la
cotización del yuan por medio de intervenciones en el mercado
cambiario, permitiendo una subida de la moneda de 0,2% después
de la revaluación (setiembre 2005)

Texto 2
Las maquilas de Centroamérica y la República Dominicana
acordaron ayer en Honduras formar un bloque para enfrentar la
fuerte competencia de Asia, considerada el proveedor más grande
de Estados Unidos en prendas de vestir.
“Estamos en desventaja con Asia, específicamente con China, que
podría desplazarnos del mercado por su enorme producción y
mano de obra, pero no nos dejaremos vencer”, dijo el presidente de
la Asociación de Maquiladores de Honduras, Jesús Canahuati.
Indicó que “a partir de ahora, las maquilas de Centroamérica y el
Caribe no competiremos entre nosotros, sino que nos ayudaremos
a salir adelante para enfrentar a Asia”, añadió.
“Los maquiladores de la región vamos a trabajar unidos para
mejorar nuestra producción y abaratar los costos”, aseguró.
El empresario señaló que compraran en forma conjunta la materia
prima en el mercado internacional. “Los esfuerzos los haremos
juntos porque individualmente moriremos, pero unidos somos una
gran fuerza”, subrayó.-AP.

Texto 3
A sólo dos días de culminar la que se prevé sea la penúltima ronda
de negociaciones para el tratado de libre comercio con Estados
Unidos, los negociadores del Perú y Colombia se mostraron
optimistas en culminar su trabajo en octubre, mientras que Ecuador
renunció definitivamente a esa posibilidad.
El peruano Pablo de la Flor y el colombiano Hernando José Gómez
coincidieron en señalar que se ha avanzado hasta hoy en un 85%
de los temas.
Sin embargo, el negociador colombian matizó este optimismo y
advirtió que lo que falta es la fase más dura. Haciendo un símil de
la competencia de ciclismo dijo: "Ya corrimos el 85% en plano, el
25% siguiente será camino de montaña".
La confirmación del alejamiento de Ecuador de sus socios andinos
en las negociaciones marcó el tercer día de la duodécima ronda
que se desarrolla en la ciudad colombiana de Cartagena.
El ministro de Comercio de ese país, Jorge Illingworth, suavizó la
controversia, pero se mantuvo firme en la intención de Ecuador de
requerir más tiempo para culminar las negociaciones. Reveló que
lo ideal sería firmar el tratado entre noviembre próximo y mediados
de diciembre.

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"Terminaremos esta negociación en los tiempos que más nos


convenga", aseguró el ministro ecuatoriano, al tiempo que resaltó
que su país "no sacrificará los temas sensibles de la negociación"
por cumplir con la meta de firmar el TLC en octubre próximo.
Dijo estar seguro de que esta decisión no restaría fuerza a la
negociación de sus socios Perú y Colombia con EE.UU. Illingworth
se reunió con la negociadora de EE.UU., Regina Vargo, y al salir
de la cita comentó que tampoco es que haya mucho tiempo para
llegar al acuerdo.
"Las dos delegaciones coinciden en que de no aprobarse el TLC
hasta el primer semestre del 2006, este proceso se retrasaría por lo
menos un año más, debido a las negociaciones de Doha de la
OMC... Esta coyuntura se agrava debido a que no habrá una
extensión de las preferencias arancelarias andinas -ATPDEA-
posterior al 31 de diciembre del 2006".
Uno de los puntos que provocó la decisión de Ecuador de
desligarse de la postura de Colombia y el Perú fue la negociación
de los temas de propiedad intelectual, en particular de los
medicamentos.
En este tema, el negociador peruano De la Flor señaló que tras el
rechazo de Estados Unidos de la posición andina respecto a
otorgar una protección limitada de los datos de prueba que se
utilizan para verificar la idoneidad de los nuevos medicamentos, el
Perú tendrá que modificar su postura y ser más flexible. En esta
flexibilidad lo acompañará Colombia, pero Ecuador no.
Dijo que se tomará esa decisión para tratar de conseguir que
EE.UU. renuncie a solicitar temas como las patentes de segundo
uso, las patentes de plantas y animales, las patentes a los
procedimientos quirúrgicos, entre otros temas. Pero, además, de
que EE.UU. acepte los términos planteados en aspectos de
protección de la biodiversidad.
Por su parte, el ministro de la Producción, David Lemor, indicó que
en el ofrecimiento del Perú de liberalizar de aranceles al 76% del
mercado peruano, no se ha incluido ningún producto sensible.
EE.UU. sigue pidiendo una liberalización del 80%, así que esta
mesa no se cerrará en Cartagena. Agregó que se está afinando
algunos términos en los productos remanufacturados

Texto 4
El histórico déficit comercial que Chile mantiene con el Mercosur -
bloque que integran en plenitud Argentina, Brasil, Paraguay y
Uruguay- va camino a alcanzar un nuevo récord este año, e incluso
ya se proyecta que éste podría superar la barrera de los US$ 6 mil
millones.
En efecto, desde 1995 a 2004, el déficit en la balanza comercial de
Chile con los miembros del bloque ha crecido en 469%, pasando
desde los US$ 902,3 millones a los US$ 5.133,5 millones,
convirtiendo a esta relación comercial en, por lejos, la más
deficitaria que tiene Chile con un bloque económico.
Y ya durante el primer semestre de este año se observa que la

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situación no cambia.
En los primeros seis meses del año, el déficit llegó a los US$ 2.839
millones, un 19% más que en igual período del año pasado, por lo
que cruzar la barrera de los US$ 6 mil millones parece estar a la
vuelta de la esquina.
Pero, ¿qué explica este fenómeno que se observa desde fines de
los '90? Razones hay, y variadas, pero las principales apuntan al
"factor Argentina", el que combina una fuerte caída en los envíos a
ese país durante el período de crisis económica y un importante
aumento en las importaciones de gas natural por parte de Chile, a
partir de la década pasada, la cual se ha visto estancada desde
2004.
En 2006, se cumplirán 10 años desde que Chile firmara un Acuerdo
de Complementación Económica (ACE) con el Mercado Común del
Sur, y de las optimistas previsiones que existían en el gobierno y
los privados con su firma, hoy poco quedan.
Y no hay dos voces a la hora de rechazar la opción de que Chile se
incorpore como miembro pleno del bloque, alternativa que fue
barajada hace algún tiempo.
Es que hasta el mismo Banco Mundial saluda el hecho de que el
país no se haya sumado completamente al bloque comercial.
"Hay que ser pragmático. Es incuestionable que Chile se ha
beneficiado con su estrategia comercial. Si el Mercosur fuera lo que
idealmente uno quiere que sea, ese mismo camino se puede hacer
en paralelo a la integración más fuerte con el bloque.
Chile no se ha equivocado. Habría sido difícil para Chile cambiar el
curso del Mercosur", dijo en una entrevista reciente con "El
Mercurio" Daniel Oks, economista del Banco Mundial para Chile y
Uruguay.
Sin embargo, en el gobierno defienden el comercio con el bloque, y
explican que hay dos fenómenos que permiten compensar de
alguna manera el problema del déficit comercial.
El Mercosur es el mercado más receptivo que tienen los productos
manufacturados chilenos y, además, concentra una alta inversión
nacional.

Texto 5
Las diferencias en la oferta arancelaria de China para el TLC con
Chile y los cuestionamientos desde el sector privado no cayeron
bien en el Gobierno.
"No estamos ni con una oferta pobre, ni en un proceso de
retroceso, porque esto es parte de una negociación formal, en que
se van aproximando posiciones", dijo el director de la Direcon,
Carlos Furche, quien defendió la lista de productos presentada por
Chile, apuntando a que el país "no tiene sólo intereses ofensivos,
sino también defensivos y nuestra misión es equilibrarlos, por lo
tanto las ofertas se van ajustando en el tiempo".
En efecto, según Furche, Chile, a diferencia de anteriores
negociaciones, tiene un conjunto de sectores sensibles -como los
textiles, los productos metalmecánicos y la línea blanca-, por lo que

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"darle tiempos de adaptación a nuestros sectores sensibles, era un


punto central de la negociación, y lo sigue siendo".
En efecto, Chile esta ofreciendo la desgravación inmediata del 50%
del comercio de China, mientras que el país asiático está
ofreciendo un 90%, aunque buena parte de ese comercio es cobre
y minerales.
En todo caso, la autoridad no prevé que se realice un cuarto
intercambio global de listas entre los dos países por lo que,
probablemente, no haya cambios en los productos.
Además, el presidente de la SNA, Luis Schmidt, viajará hoy a
China en donde se reunirá con autoridades del ministerio de
Agricultura y de Relaciones Exteriores del país asiático.

Texto 6
Paraguay no firmará un Tratado de Libre Comercio (TLC) con
Taiwán como se había anunciado meses atrás, aseguró ayer la
ministra de Relaciones Exteriores, Leila Rachid de Cowles.
Recordó que la decisión Nº 30/2000 del Mercosur impide la
adopción de acuerdos comerciales bilaterales entre los socios del
grupo con otros estados.
Explicó que se firmará con el Gobierno de Taiwán un acuerdo de
promoción de las inversiones y protección que abre importantes
ventajas para los capitalistas externos, tal como en su momento lo
hicieron Argentina y Brasil con China continental.
"Es un beneficioso (el acuerdo a firmarse) para cualquier
empresario internacional venir a invertir a Paraguay en la medida
que otorga a ese inversionista un 60% de preferencias arancelarias
para cualquier exportación que quiera, o sea exportación de
productos que tengan que ser ensamblados o agregados aquí y un
40% que sería de producción nacional o del Mercosur", señaló la
canciller en Palacio de López, luego de la presentación de cartas
credenciales del nuevo embajador de Taiwán.
El nuevo embajador de Taiwán, David C. Y. Hu, presentó su cartas
credenciales al presidente de la República Nicanor Duarte Frutos.
El diplomático en nombre de su pueblo emitió un mensaje de
prosperidad y desarrollo, y anunció la continuidad de la amistad y el
fortalecimiento de las relaciones bilaterales con Paraguay.
Respecto a los intentos de acercamientos hacia China continental,
el embajador se mostró esquivo, pero dejó sentada la idea de que
Paraguay tiene soberanía para tomar sus decisiones. En torno a
los diálogos que la presidencia pro tempore de Mercosur (en
manos de Paraguay) debe establecer con China continental, la
ministra, Leila Rachid explicó que ese mandato del grupo
económico no es una prioridad. Carl

Texto 7
Las complicaciones políticas del Gobierno del Primer Ministro
japonés, Junichiro Koizumi, y el llamado anticipado a elecciones
para el próximo 11 de septiembre, podrían tener impacto sobre las
tratativas para conseguir un TLC con Chile.

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Si bien el embajador nipón en nuestro país, Hajime Ogawa, precisa


que "la negociación de un TLC con Chile es una política decidida
por el gobierno japonés", reconoce que "con un nuevo gobierno
existe la posibilidad de que eso demore un poco, por el cambio de
personas y los cambios en la Cancillería".
Hoy el Grupo de Estudio Conjunto entre ambos países trabaja en la
elaboración de un estudio de factibilidad para negociar un TLC, el
que debería estar listo a fines de octubre, por lo que la última
reunión se realizará Justo cuando en los mercados se especulaba
que China revaluaría nuevamente su moneda, el yuan, éste
alcanzó su segundo nivel más alto desde que el pasado 21 de julio
el Banco Central de ese país decidiera dejar, luego de 11 años, el
sistema de paridad fija de US$ 1 por 8,28 yuanes.
La moneda alcanzó un valor sobre las 8,0960 unidades por dólar
minutos antes del cierre, superando un máximo anterior de 8,0971
unidades registrado el 15 de agosto. La sesión de ayer estuvo
marcada por la no intervención del Banco Central, ya que ha
imperado la política de que "el valor de la moneda será decidido
por el mercado", como dijo un funcionario de la entidad días atrás.
Pero los analistas seguían incrédulos y los rumores de una
intervención y posible revaluación no cesaban. Por esta razón, el
vicegobernador de esta entidad, Wu Xiaoling, salió a aclarar que
Pekín no intervendrá para fortalecer la moneda, e insistió en que
será el mercado el que regulará su precio.
"No existe la posibilidad de una nueva revaluación", enfatizó de
forma clara.
Sin embargo, las declaraciones del vicepresidente del Banco
Central se contrapusieron con las de Yu Yongding, presidente del
Instituto de Economía y Política Mundial de la Academia China.
Este último, quien además es miembro del comité de política
monetaria de la entidad bancaria, comentó que "en el futuro,
permitiremos que las fuerzas del mercado jueguen un rol mayor
para fijar el tipo de cambio, pero nunca podemos descartar
intervenir en el mercado".
Pese a que las contradictorias versiones prosperan, los
inversionistas mundiales apuestan a que China volvería a revaluar
su moneda.
Esta tendencia cobra más vida, ya que el próximo 7 de septiembre
se reunirán en Washington DC, el Presidente norteamericano
George W. Bush y su homólogo chino, Hu Jintao.
"Uno tendría que sostener que hay una posibilidad de que en algún
momento China haga otro movimiento", dijo Derek Halpenny,
economista de Bank of Tokyo Mitsubishi.
"Pero todo es muy incierto, ya que no hay nada que los detenga de
manejar un nivel más alto dentro de los límites anunciados el 21 de
julio", agregó.

Texto 8
La reunión de las gremiales exportadoras del Mercosur del
miércoles en Buenos Aires sirvió de marco para que nuevamente

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los empresarios de la región hicieran catarsis sobre los defectos de


funcionamiento del bloque. La queja de la Unión de Exportadores
con respecto a las medidas de Argentina que limitan el
financiamiento a los importadores de ese país fue acompañada por
las empresas brasileñas presentes en la reunión, pero la crítica se
extendió al funcionamiento general del bloque.
Daniel Soloducho, presidente de la Unión de Exportadores, dijo a
El País que "cada uno habló de sus problemas y el denominador
común fue que el Mercosur no funciona".
"Tenemos la misma sensación de que no es un mercado común
sino una zona de libre comercio con problemas. Al menos
teóricamente estamos todos de acuerdo", comentó. Los planteos
críticos se plasmarán en papel tras la reunión de Mercoex a
realizarse en octubre en Uruguay con motivo del Día de la
Exportación. "Estamos peor. Ahora las críticas se las lleva
Argentina pero antes se las llevó Brasil por sus trabas al arroz",
agregó Soloducho.
Argentina primero dispuso el pago al contado de las importaciones
pero luego flexibilizó la medida admitiendo la financiación a 30 días
pero eso es considerado insuficiente por los exportadores locales
que han pedido la adopción de medidas paliativas, sin éxito hasta
el momento. Ni la adopción de represalias ni el financiamiento por
el Banco República a los importadores argentinos, que podían
mitigar las trabas se han concretado hasta ahora.
El banco estatal todavía no cuenta ni siquiera con un informe sobre
la viabilidad de ayudar de alguna forma a los exportadores
uruguayos. La Unión de Exportadores cree que hay afectados
embarques por al menos U$S 20 millones por las disposiciones
argentinas.
El gobierno de Néstor Kirchner no pierde oportundidad de ratificar
su política de mantener el dólar alto y la restricción de la
financiación se inscribe precisamente en el marco de esa politica
cambiaria.
La idea del gobierno argentino es que los importadores concentren
sus compras de dólares para pagar las mercaderías como forma de
darle previsibilidad al mercado y que no las espacien en el tiempo.

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AULA 1: EXERCÍCIOS
Hola amigo! As cartas estão lançadas. Já estamos com calendário
definido para as provas de auditor da Receita Federal do Brasil e
todo mundo com adrenalina a mil. É o momento de mostrar
“nervos de aço”. Não podemos esquecer que o que define um
resultado competitivo é a inteligência emocional, isto é, aquela que
nos permite manter o controle da situação diante de uma
adversidade o de um inimigo tido como gigantesco. Em termos
mais concretos, se trata de concentrar a energia, manter a
disciplina de estudos e a racionalidade no uso do tempo, sem
permitir que a ansiedade consuma energias valiosas ou disperse
nossa atenção. Nesse momento também é conveniente evitar as
conversas com pessoas pessimistas e algumas que na verdade se
fazem de pessimistas para tentar baixar o moral de quem eles
consideram concorrentes a mesma vaga.

Hoje vamos dar uma olhada a um simulado inédito que fiz para
retomar de forma atualizada o tema de abertura da prova de 2003:
a política de juros de um pais. Por tratar-se de um assunto
relacionado a uma das funções principais do Ministério da
Fazenda (monitorar a tasa de juros) é tema cativo nas provas da
ESAF. Para completar informações sobre os diferentes conceitos
que rondam este tema, aproveita a leitura complementar que
aparece ao final desta aula.

Simulado 3

01 Tres expertos(1) del Grupo de Política Monetaria (GPM)


02 recomendaron que el Banco Central continúe con el ajuste
03 gradual de la tasa de interés(2), subiéndola mañana(3) en 25
04 puntos base para alcanzar un 4% anual y continuar
05 mensualmente a ese ritmo hasta(4) llegar a 4,75% a fines de
06 año. En opinión de Luis Felipe Lagos, Felipe Morandé y
07 Patricio Rojas, es muy posible que una fracción importante de
08 las actuales presiones inflacionarias de costos sea transitoria,
09 en tanto las presiones de demanda pueden ser controladas por
10 medio de una política de alzas graduales pero sostenidas(5) de
11 la tasa de interés.

12 En cambio,(6) el economista Rolf Lüders se mostró partidario de


13 que el Central eleve mañana en 50 puntos base la tasa de
14 interés, llevándola a fines de año a un nivel de 5%. Para
15 Lüders, el crecimiento del gasto y de la emisión monetaria
16 hace rato (7) que exceden en mucho la suma del potencial de
17 crecimiento de la economía y la meta inflacionaria. Su
18 impresión es que la tasa de inflación en 2006 puede llegar a
19 exceder la tasa máxima del rango (8) meta (3%), salvo (9) que
20 el Banco Central acelere ahora y decididamente el ritmo de

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21 reducción de expansión de su actual política monetaria.

22 Con todo, el mercado parece haber asumido alzas graduales

23 en la tasa de interés, pero lo que no está claro es cuál es la


24 tasa de interés neutral a la que se puede llegar.
25 Recientemente, el vice del Banco Central, José de Gregorio
26 habló de una cifra de entre 6 y 7%.

27 A Felipe Morandé le parece un nivel razonable considerando


28 que ello(10), menos un 3% de inflación, arroja(11) una tasa de
29 interés real de entre 3 y 4%, un poco menos de lo que es el
30 crecimiento potencial de la economía y alineado a lo que es la
31 situación internacional de tasa de interés, que es otro factor a
32 considerar.

33 Pero Patricio Rojas hace ver que existe gran incertidumbre (12)al
34 calcular esa tasa neutral porque se usa mucha historia y en
35 ella no está presente la sanidad(13) que hoy tienen las cuentas
36 fiscales. El nivel donde debería parar el alza de tasa, a su
37 juicio, está por debajo del 6%, aunque(14) es un tema que va a
38 depender de las condiciones internacionales, del precio del
39 cobre y del petróleo.
(El mercurio10/9/2005)

1.- El texto discurre preferencialmente sobre


a) el porcentual conveniente del crecimiento global de la
economía
b) el histórico de las tasas de interés
c) medidas inmediatas sobre el costo del dinero
d) las causas de la inflación sazonal
e) las influencias externas de la política monetaria

2.- En el texto se dice que


a) los tres expertos no coinciden en los argumentos ni sobre a
medida monetaria a tomar
b) de los tres expertos, Luders es el más conservador en
materia monetaria
c) los tres expertos quieren una medida de relajamiento
monetario
d) todos los economistas mencionados son reacios a
aumentar la tasa de interés
e) los tres expertos avalan la política monetaria del Banco
Central

3.- En el texto se dice que


a) la inflación y la tasa de interés coincidirán al final de este
año
b) se prevee una tasa de interés de 4% al final de 2005
c) la meta del BC de la inflación para este año es 3% al año

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d) en el GPM se vaticina para 2006 una tasa de interés
nominal casi el doble de la inflación
e) es prevista una tasa de inflación de 5% este año

4.- El texto dice que para Luders,


a) una parte de la presión inflacionaria es transitoria
b) la expansión monetaria debe aumentar 50 puntos
enseguida
c) el actual rango de desarrollo no precisa tanta expansión de
moneda
d) el BC tiene que acelerar su política de expansión monetaria
e) la tasa de inflación de 2006 será mayor que la meta del
Banco Central

5.- En el texto se dice que un miembro del GPM considera que


a) los factores externos son importantes para fijar la tasa de
interés
b) el alza de los intereses no tendrá limite
c) las cuentas fiscales están en rojo
d) el alza del interés interno deberá ser siempre el doble del
internacional
e) hay mucha incertidumbre en relación a la inflación interna

6.- La palabra “ello” de la línea 19 se refiere a


a) Felipe Morandé
b) El porcentual que dijo Gregorio
c) La inflación
d) El Banco Central
e) Jose Gregorio

7.- Determina si verdadero o falso


I.- ( ) Es posible cambiar “graduales (li.10) por “paliativas
II.- ( ) Es posible cambiar “transitoria”(li 9) por “sazonal”
III.- ( ) Es posible cambiar “arroja” (li.20) por “resulta en”
IV.- ( ) Es posible cambiar “factor”(li.22) por “rubro”
V.- ( ) Es posible cambiar “expertos” (li.1) por “astutos”

La secuencia correcta es
a) FVFVF
b) VFVFF
c) FVVVF
d) VVFVF
e) FVFFV

VOCABULÁRIO DO SIMULADO
(1) Expertos = especialistas
(2 ) Interés = juros
(3) Mañana = amanhã
(4) Hasta =até
(5) Sostenidas = sustentadas

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(6) En cambio = ao contrario
(7) Rato = tempo
(8) Rango = nível
( 9) Salvo = exeto
(10) Ello = isso
(11) Arroja = resulta
(12) Incertidumbre = incerteza
(13) Sanidad = boa saúde
(14) Aunque = embora

GABARITO COMENTADO DO SIMULADO 3

Questão 1.-
Letra C : é bom lembrar que assunto principal, tema principal , etc. , é
aquele sobre o qual o autor desenvolve o maior número de líneas, e aquele
que funciona como eixo sobre o qual se articulam as informações
complementares( alternativas A e E).As alternativas B e D não são
mencionadas dentro do texto. Lembra que na verdade, a taxa de juros, e o
percentual estabelecido pelo Banco Central para balizar o custo do
dinheiro que ele empresta aos grandes Bancos que lideram o Mercado de
moeda nacional (taxa Selic). Não confundir com a Taxa que os Bancos
repassam os empréstimos a seus clientes.

Questão 2. -
Letra E: no texto são mencionados 3 especialistas que recomendam que
o Banco Central continue com a sua política de aumento de juros nesse
ritmo. Portanto “avalan” dão aval, respaldo, apoio. Luders, não forma
parte de esse grupo e tem opinião discordante (quer juros mais altos).

Questão 3.-
Letra D: observa que na metade do texto (li. 29) se introduze o conceito
de taxa de juro real para diferenciar da taxa de juro nominal. Na taxa de
juro nominal está embutida a correção monetária (desvalorização da
moeda) que não pode ser confundida com o custo real do dinheiro
emprestado. Por isso, a taxa de juros (se não há referencia específica é a
nominal) é resultado da Taxa de juros real + correção monetária. A
previsão para 2006 é Taxa real 3% + Inflação 3% = taxa nominal 6%.

Questão 4.-
Letra C: observa que no enunciado pede a citação de Luders, as dos
outros (alternativa A) não valem. Nas alternativas B y D há uma falsa
relação de conceitos: taxa de juros (custo do dinheiro) não é a mesma
coisa que expansão monetária (emissão e circulação de moeda). Na
alternativa E o verbo “será” (futuro del indicativo) não pode ser utilizado
para aquilo que não há certeza.

Questão 5.-
Letra A: isso é comentado por Patricio Rojas na línha 38. As outras
alternativas estão “contaminadas”por informações que são divergentes ( C
e E) ou não estão mencionadas no texto (B e D).

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Questão 6.-
Letra B : observa a referencia CONHECIMENTO ESPECÏFICO 2 da
página seguinte

Questão 7.-
Letra C :
I.-(F) “paliativa” significa amenizadoras e não é noção de tempo como
“graduales”
II.- (V) “sazonal” significa que pertence a um ciclo provisório
III.-(V) “arroja” significa lança, dá como resultado de uma operação
matemática.
IV.- (V) “factor” significa ítem, rubrica.
V.- (F) falso cognato: “experto” não significa astuto e sim especializado
(perito). Ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 3

CONHECIMENTO ESPECÏFICO 2:
SUBSTITUIÇÃO PRONOMINAL -
O CASO DOS PRONOMES DO CASO RETO.
Igual que na língua portuguesa, em ESPANHOL existem
pronomes que servem para substituir o NOME verdadeiro que
exerce a função de sujeito da oração. Vejamos como se subdivide
de acordo a pessoa gramatical:

Primeira pessoa Yo (eu)


singular
Segunda pessoa Tú (tu)
singular
Terceira pessoa Él (ele) Ella (ela) Ello ()
singular
Primeira pessoa plural Nosotros Nosotras (nós)
(nós)
Segunda pessoa plural Vosotros Vosotras (vos)
(vos)
Terceira pessoa plural Ellos (eles) Ellas (elas)

A figura do pronome pessoal reto NEUTRO não existe na língua


portuguesa. Isso causa uma confusão na leitura de textos porque
quando aparece a palavra “ello” o leitor pensa que se trata do
pronome “ele” ou seja um substantivo masculino singular definido
no trecho anterior. Na verdade essa função é feita pelo pronome
“él”. O pronome “ello” é definido como NEUTRO porque sua
função é substituir uma SITUAÇÃO ou IDEIA anteriormente
mencionada, que inclui um o mais substantivos, verbos, adjetivos,

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advérbios e preposições. Observa como aparece no Simulado
anterior:

“Recientemente, el vice del Banco Central, José de Gregorio


habló de una cifra de entre 6 y 7%. A Felipe Morandé le parece un nivel
razonable considerando que ello, menos un 3% de inflación, arroja una
tasa de interés real de entre 3 y 4%”

Em este caso, o pronome “ello” retoma toda a informação dita por


Gregorio para estabelecer uma dedução posterior. Para fazer uma
associação coma língua portuguesa podemos traduzir por “isso” ou
“isto” pronomes demonstrativos neutros.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 3: OS FALSOS COGNATOS

Para o brasileiro, são uma verdadeira praga. Considerando que


mais de 60 % dos vocábulos do Espanhol se escreve quase igual
e significam o mesmo que em português, a tendência é a pensar
que tudo o que tenha um aspecto gráfico similar significará o
mesmo. Por isso muitos concursando caem nas armadilhas das
provas sem sequer suspeitar o porquê do erro. Colocaremos a
continuação apenas uma seleção dos mais relevantes. Existe um
livro de uma professora da USP que fez um levantamento
completo com 1.200 casos, mas não é realista nem prioritário
decorar todos. Lembramos que por causa da precariedade da
memória em língua estrangeira, é necessário reler a lista muitas
vezes, inclusive nos dias que antecedem às provas.

Los ministros ACORDARON (fizeram acordo) apoyar al presidente.

La experiencia amarga no se BORRA (apaga) fácilmente.

La inflación dio um BRINCO (pulo) significativo.

El presidente no quiso CONTESTAR (responder) las preguntas de


los periodistas.

Los exportadores están con el agua al CUELLO (no pescoço).

El ministro tuvo un desempeño EXQUISITO (primoroso).

Los JUBILADOS (aposentados) vienen siendo castigados.

Las soluciones aún demorarán un RATO (tiempo).

Realizó un discurso LARGO (comprido) y ABURRIDO (entediante).

Era un OFICINISTA (auxiliar de escritório) aplicado.

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La madre le PEGÓ (bateu) a su hijo sin motivo.

Convirtieron las conquistas en POLVO (pó).

López es el PRESUNTO (suposto) autor del soborno.

No se puede hacer un PRESUPUESTO (orçamento) de esa


manera.

El SUCESO (fato) no tuvo ninguna importancia ni fue divulgado.

Ese ministro no está SACANDO (tirando) buenas notas.

Es mejor TIRAR (jogar) ese proyecto a la BASURA(no lixo).

Esa idea no es MALA (má).

Dejó su discurso en la CARPETA (pasta).

Consiguió una BECA (bolsa de estudos) y se fue al exterior.

El PIB pasó de un BILLÓN (trilhão) de dólares.

Resolvieron recuperar las CALZADAS (leito de rua).

Muchos economistas tienen CELOS (ciúmes) del ministro.

Los subsidios europeos afectan la CRIANZA (criação) de vacas.

El presidente está ENOJADO (zangado) con su secretario.

No permite que nadie se acerque a su ESCRITORIO


(escrivaninha).

Para ese evento no está prevista ninguna FECHA (data).

Los INTERESES (juros) son insuficientes para atraer capital.

Es un JORNALERA (diarista) mal remunerada.

No se admiten PREJUICIOS (preconceitos) de ningún tipo.

No nos dejaremos QUITAR (tirar) nuestras conquistas.

TODAVÍA (ainda) no llegaron los resultados.

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF DE 2003

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O assunto das taxas de juros abriu a prova de 2003 e com uma


abordagem bastante original:

“ EEUU y la Unión Europea

El secretario del tesoro norteamericano, John Snow, dijo ayer(1) en


Dubai que los países europeos deben dirigir sus políticas
presupuestarias y monetarias con más flexibilidad. Sus palabras
fueron interpretadas como una insinuación de que el Banco
Central Europeo (BCE) debería bajar los tipos(2) – Europa mantiene
desde mayo pasado su tasa en el 2% frente al 1% de EEUU- y de
que la Unión Europea no debería obsesionarse con los déficits
públicos.
La débil(3) actividad económica de Alemania y Francia provoca que
ambos países no hayan podido cumplir los objetivos de control de
su gasto presupuestario.
El ministro canadiense de Finanzas, John Manley, señaló que
cualquier medida monetaria debe ser tenida en cuenta en aras del
crecimiento económico. El director del FMI, Horst Köler, también
defendió la semana pasada la conveniencia de que Bruselas sea
más flexible ante los problemas de Alemania y Francia para
contener sus déficits, aun(4) reconociendo que ambos países no
hicieron los deberes(5) en su momento.
(el periódico –Barcelona- 22-09-2003)

21.- Según el texto, las declaraciones del secretario del Tesoro


norteamericano:
a) halagan(6) a la autoridad monetaria europea
b) fueron rechazadas(7) por Alemania y Francia
c) pretenden influir en la tasa de cambio europea
d) representan una crítica al desempeño económico francés y
alemán
f) sugieren mayor ductilidad(8) en las políticas presupuestaria y
monetarias europeas.

22.- En el texto la palabra “tipo” se refiere a:


a) intereses bancarios
b) cargas tributarias
c) tasas de cambio
d) clases de aplicaciones
e) multas por mora

23.- De acuerdo con el texto,Jonh Manley y Horst Köler


a) apoyan las políticas monetarias y presupuestarias
europeas

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b) alabaron(9) la postura de Bruselas.
c) consideran que las medidas monetarias afectan el
crecimiento.
d) tienen posiciones análogas a las de Jonh Snow
e) señalaron el descontrol presupuestario francés y alemán

VOCABULARIO DA PROVA:
(1) Ayer = ontem
(2) Tipos = taxas
(3) Débil = fraca
(4) Aun = inclusive, até
(5) Deberes = tarefas de casa
(6) Halagan = elogiam
(7) Rechazadas = recusadas
(8) Ductilidad = flexibilidad
(9) Alabaron = louvaram

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA:

Questão 21:
LETRA E: a palavra “dúctil” vem do latim e que dizer “o que se
deixa conduzir”. No decorrer do tempo o uso da palavra foi
ampliando e hoje é sinônimo de ”flexibilidade” que é a
recomendação de Snow na introdução do texto.

Questão 22:
LETRA A: questão ardilosa porque a palavra “tipo” em espanhol é
utilizada como medida para diferentes conceitos:

TIPO de interés = (taxa de juros)

TIPO impositivo = (alíquota do imposto)

TIPO de cambio = ( valor de cambio entre duas moedas)

TIPO de gente = (classe de gente)

No texto em questão só apareciam valores em percentuais,


portanto só uma leitura contextualizada é um conhecimento
anterior do assunto permitiria deduzir que os valores de 1% e 2%
só podiam referir-se ao caso dos juros. Essa polemica sobre a
diferença de taxas de juros concentrou a atenção econômica
mundial daquela época e muitos apostavam na vitória teórica da
doutrina americana. Passados dois anos, podemos constatar que
ao contrário dessas previsões, os juros americanos subiram de 1%
para 3,75% e os europeus se mantêm em 2%. Os déficits e a
inflação europeia estão sob controle, mas os índices de EU são
todos ruins.

Questão 23:

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LETRA D: o texto mostra as coincidências dos três economistas
em criticar Bruxelas (sede administrativa da União Europeia e do
BCE). As outras alternativas (A,B, e E) são contrárias às
informações do texto. A alternativa C foi mencionada por apenas
um dos economistas (Manley) e não os dois como diz o enunciado
da questão.

SIMULADO 4: A prova de Auditor da RFB de 2005 deve incorporar


um elemento novo decorrente da medida provisória que criou a
nova Receita Federal do Brasil. A inclusão da questão
previdenciária no elenco de disciplinas a testar, faz supor com
razoável força que dos três ou quatro textos de Espanhol, um pelo
menos, venha abordando o tema previdenciário. Portanto, é bom
para o concursando ir treinando interpretação textual e
informações atualizadas sobre isso. O simulado a seguir se refere
a situação atual de Argentina onde a situação dos ativos com
pouco tempo para aposentar-se ficou crítica, por causa do abrupto
desemprego da última década.

01 En Argentina, la prestación(1) anticipada por desempleo es


02 un beneficio para las mujeres con más de 55 años y los
03 hombres mayores de 60 años, que cuentan con 30 años de
04 aportes(2), pero que estaban desocupados al 30 de
05 noviembre de 2004 y que siguen sin empleo.
06 Por la ley previsional esas personas no pueden jubilarse (3)
07 porque no tienen la edad mínima requerida de 60 años las
08 mujeres y 65 años los hombres. Por eso, y por el término
09 de dos años (hasta enero de 2007), se votó una ley que
10 determina que esas personas, si reúnen los 30 años de
11 aportes, aunque(4) no tengan la edad de jubilarse, pueden
12 acceder(5) a la jubilación anticipada. En ese caso cobran la
13 mitad del haber(6) que les corresponderá cuando alcancen
14 la edad jubilatoria, no menor a una jubilación mínima.
15 Según el nuevo sistema, las personas que tienen la edad
16 jubilatoria, pero les faltan años de aportes, pueden
17 completarlos adhiriendo a la moratoria en un plan de hasta
18 60 cuotas mensuales. En ese caso, pueden jubilarse
19 mientras(7)van pagando las cuotas de la moratoria. El haber
20 previsional dependerá del sueldo promedio de los últimos
21 120 meses y años de aportes. Y, en el caso de los afiliados
22 a las A .Fondos Jubilatorios Particulares, del saldo
23 acumulado en la cuenta individual. La jubilación es de por
24 vida y sólo se interrumpirá si el beneficiario deja de pagar la
25 cuota. En la entidad estatal dijeron que a pesar de que
26 cobran la mitad, el haber promedio(8) es más elevado
27 porque en general se trata de gente que tuvo durante toda

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28 su vida activa un empleo regular, con buenos sueldos, y
29 que se quedó (9)sin trabajo en los 90 por las privatizaciones
30 o la flexibilidad laboral (10) y luego por la crisis de 2001 /
31 2002.
32 Ya(11) son 26.144 las personas que están cobrando la
33 jubilación anticipada por desempleo, que se puso en
34 práctica en febrero pasado, con un haber promedio de 477
35 pesos mensuales, según los datos oficiales. Y además se
36 concedieron 15.067 jubilaciones a personas que tienen la
37 edad jubilatoria y completaron los años de aportes faltantes
38 adhiriendo a la moratoria previsional.
39 Este es el caso de Mercedes González. Aunque cumple los
40 60 años recién en febrero, la mujer percibe -desde hace un
41 mes- una jubilación anticipada algo superior a 400 pesos.
42 "Yo tenía 32 años de aportes que acumulé como
43 dependiente(12) en una importante tienda(13)", cuenta
44 mientras aclara (14) que el monto que hoy percibe dista (15)
45 bastante del haber que debería cobrar según el sueldo que
tenía. (elclarin.com 10/2005)

1.- En el texto se dice que


a) existe un proyecto de ley previsional para favorecer quien
quiera anticipar su jubilación
b) existe una ley mermando la edad mínima para las jubilaciones
de hombres y mujeres
c) Argentina hizo una ley previsional que anticipa los beneficios
bajo ciertas condiciones a quien está en el paro.
d) fue aprobada una ley que favorece a personas con más de 30
años de trabajo
e) comenzará a vigorar una ley previsional que mitiga(16) los
efectos del desempleo

2.- En el texto se dice que no pueden acogerse a la nueva ley


a) ningún hombre menor de 65 años
b) los hombres que tengan 60 años y menos de 30 de aportes
c) las mujeres que tengan al menos(17) 56 años de edad y 30 de
aportes
d) los que paguen puntualmente la moratoria previsional
e) los que tengan más de 65 años y a lo sumo (18) 29 años de
aportes

3.- En relación a la jubilación anticipada por edad, el texto afirma


que
a) las jubilaciones anticipadas pagan beneficios de 477 pesos a
cada requerente
b) es ajena(19) al hecho de la persona estar en el paro o no
c) tiene un pequeño descuento en relación a lo que será la
jubilación futura
d) es de caráter provisorio hasta llegar al coto(20) etario y mínimo
de aportes

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e) el jubilado no precisa pagar la cuota moratoria si entra en
desempleo

4.- El caso específico relatado en el texto se refiere a una


a) vendedora
b) azafata
c) conserje
d) oficinista
e) jornalera

5.- La expresión “aunque no tengan” (li.11) equivale a


a) desde que carecen
b) conque no posean
c) pese a carecer de
d) a pesar de que demuestren
e) si bien comprueban

VOCABULÁRIO DO SIMULADO 4

(1) prestación =beneficio,pensão


(2) aportes = contribuição ao sistema previdenciário
(3) jubilarse= aposentar-se
(4) aunque = embora
(5) acceder = conseguir
(6) haber = o que se tem direito a receber
(7) mientras = enquanto
(8) promedio = valor em média
(9) se quedó = ficou
(10) laboral =trabalhista
(11) ya = já
(12) dependiente = vendedora de loja
(13) tienda = loja
(14) aclara = esclarece
(15) dista = está distante
(16) mitiga = alivia
(17) al menos = como mínimo
(18) a lo sumo = como máximo
(19) ajena =alhéia
(20) coto = limite

GABARITO COMENTADO DO SIMULADO 4


Questão 1.-
LETRA C : Argentina já tem uma lei aprovada, em funcionamento
que sob certas condições (introdução do texto) permite a
antecipação de certos benefícios. Ficam prejudicadas as
alternativas que apresentam a lei como algo futuro ou como algo
genérico, sem condições restritivas específicas (idade e
contribuição).

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Questão dois.-
LETRA B: como o texto pede assinalar a situação que NÃO tem
amparo na lei, as alternativas A,C,D e E seja por idade ou por
contribuições são amparadas na nova lei.

Questão 3.-
LETRA D : o texto esclarece que essa aposentadoria antecipada
será remunerada pela metade, até o momento em que o
requerente chega a idade mínima legal, momento no qual passará
a recebe seu benefício integralmente.
Questão 4.-
LETRA A : é o que menciona o texto no parágrafo final. No
segmento de CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 4 há uma lista
de ofícios e profissões com grafia diferente do português.

Questão 5:
LETRA C: a expressão do enunciado estabelece uma restrição
concessiva (aunque) seguida de uma situação negada (no tener),
sinônima de “pese a” e “carecer”. As locuções “si bien” e “a pesar
de que” são sinônimas, mas o resto não. “Conque” significa
portanto e “desde que” tem valor condicional como “se” do
português.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 4
Tanto no assunto previdenciário como no tributário há contato com
profissões. Vejamos os casos mais complicados:

Periodista = jornalista
Azafata = aeromoça
Conserje = zelador
Botones = oficce-boy
Inspector de réditos = fiscal de tributos
Tallerista = oficinista
Oficinista = auxiliar de escritório
Hacendado = fazendeiro
Sastre = alfaiate
Motorista = motoqueiro
Niñera = babâ
Notario = Tabelião
Peluquero = cabeleireiro
Barrendero = gari
Albañil = pedreiro
Plomero = encanador
Gomero = borracheiro
Conductor = motorista
Mozo = garçon
Dependiente = vendedora
Jornalero = diarista

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Dibujante = desenhista

LEITURAS COMPLEMENTARES:
SOBRE A TAXA DE JUROS:
Texto 1.-
Viernes 29 de julio de 2005
Los públicos cuestionamientos a los altos intereses que se les está
aplicando a las multas de los ex ejecutivos de Enersis están
generando una fuerte polémica.
El ministro de Hacienda, Nicolás Eyzaguirre, defendió la tasa de
interés de 1,5% mensual que consigna la ley para esta multa, y
que los afectados consideran "expropiatoria".
Y además dijo que le extrañaba las comparaciones con la tasa
máxima convencional que opera en el mercado financiero, y
aseguró que ésta era más alta que el 1,5% mensual.
Sin embargo, para el director del programa legislativo del Instituto
Libertad y Desarrollo, Axel Buchheister, la norma que fija este
interés "es absolutamente inconstitucional porque afecta el
derecho a la defensa de las personas", ya que sería una norma
legal que les dice a las personas que si se defienden tendrán que
pagar más después del juicio.
"El tiempo que se demora el juicio no es por decisión de ellas, sino
que es responsabilidad del sistema. Se cobran 12 puntos de
interés durante los 8 meses que estuvo el caso en la Corte de
Apelaciones, cuando se reconoce que hubo copia de un fallo", dice
el especialista. Y agrega que "los montos son inaceptables y están
fuera de mercado, pero como es el Estado el que dicta las leyes,
no hay usura, ya que lo recibido va en beneficio fiscal".
Mientras que otro especialista en el tema apunta a que si bien la
tasa de 1,5% mensual "es una tasa demasiado alta", al tratarse de
una multa no es comparable con la tasa máxima convencional,
porque está construida para otros fines, como los créditos de
instituciones financieras y casas comerciales. Sábado 30 de julio
de 2005

Texto 2
FRANCFORT.- La política del Banco Central Europeo (BCE) es
firmemente neutral a pesar de que últimamente hay un cierto tono
agresivo, y salvo alguna sorpresa, las tasas de interés
permanecerían sin cambios este año, dijeron altos funcionarios del
organismo a Reuters.
El esfuerzo de comunicación realizado por los responsables de
política monetaria del BCE este mes ha echado por tierra las
especulaciones de un recorte de tasas. Sin embargo, los
funcionarios dijeron que nadie debería pensar todavía que el
banco está pensando un movimiento en la dirección opuesta.
"Estamos en un modo neutral, sin dirección hacia un lado o hacia
el otro", dijo un funcionario familiarizado con las deliberaciones del

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Consejo de Gobierno, añadiendo que hay "una unanimidad
bastante amplia en el análisis" entre los 18 miembros.
Al ser consultado por las perspectivas de una subida de tasas este
año, el funcionario respondió: "Las posibilidades son relativamente
pequeñas".
Las tasas del BCE han estado en un mínimo récord de 2,0%
durante más de dos años y la persistencia de un débil crecimiento
económico en la zona euro ha evitado cualquier incremento del
costo del crédito.
El panorama al que se enfrenta el BCE ha cambiado desde junio:
la depreciación del euro ha aliviado las presiones de los
exportadores y ha empeorado las perspectivas de inflación,
mientras el precio del crudo ha subido y la confianza empresarial
ha mejorado.
El economista jefe del BCE, Otmar Issing, ya advirtió el 14 de julio
que las perspectivas de inflación se han mostrado "decididamente
más oscuras".
Ello indica que la actualización de las previsiones del banco en
septiembre mostrará un incremento de las proyecciones de
inflación para 2006 desde el actual 1,5% hasta el límite impuesto
por el organismo de 2%.
En estas circunstancias, el BCE no ve necesario una relajación
monetaria, pero tampoco considera necesario un endurecimiento
de la política monetaria hasta que la demanda doméstica en las 12
naciones de la zona euro muestre un ritmo más firme, indicaron los
funcionarios

Texto 3
La alusión del Presidente Lagos a la política monetaria del Banco
Central -en una coyuntura de caída del precio del dólar- fue
calificada por analistas como "innecesaria", "inapropiada" y una
"interferencia" a su autonomía.
Lagos planteó que hay que tener una política monetaria
"cuidadosa" porque si sigue subiendo la tasa de interés llegarán
más dólares para ganar más intereses en Chile y eso ayuda a
bajar el dólar. "La intención del Presidente es buena, pero la
recomendación es mala", dice el economista Juan Andrés
Fontaine.
El mercado cambiario ha reaccionado al temor de un alza de tasa
de interés producto del rebrote inflacionario, pero nada sería peor -
dice el analista- que una actitud complaciente del Banco Central
frente a la inflación, porque eso a la larga exigiría alzas bruscas de
tasa y el mercado lo anticiparía botando el dólar.
Erik Haindl, académico de la Universidad Gabriela Mistral, dice que
técnicamente el análisis del Mandatario es efectivo, aunque es una
"interferencia" y demuestra una preocupación por el tema.
El economista de Econsult, Hernán Cheyre considera que hay
espacio para que la tasa de interés de política monetaria suba a
4,5% este año y a 6% en 2006. Para evitar que el dólar siga
cayendo, dice que hay que eliminar restricciones para permitir una

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mayor demanda por divisas, como subir el límite de inversión de
las AFP en el exterior. Pese a que el ministro de Hacienda dijo que
eso no tendría efecto en el tipo de cambio, Cheyre cree lo
contrario, pues parte importante de estas operaciones no van a
cobertura.
Fontaine plantea que si el mercado cambiario ve que el Central
mantiene a raya la inflación será capaz de anticipar la mantención
de tasas moderadas y no reaccionará empujando al dólar

Texto 4
La Asociación de Bancos proyecta para el año una inflación de
3,7%, en contraste con el 3,3% que arrojó la última encuesta del
Banco Central. "La tasa de interés en UF tiende a bajar cuando
sube la inflación, porque se les exige un premio mayor", asegura
Alejandro Alarcón, gerente general de la asociación.
Para Agustín Lara, subgerente de inversiones de la corredora de
bolsa de Security, la colocación de bonos en UF en plazos largos
favorece al mercado, especialmente por la escasez de papeles a
20 años, que está repercutiendo en una caída de las tasas largas,
debido a la alta demanda de las compañías de seguros de vida y
de las AFP.
La escasez ha sido tal que letras hipotecarias para créditos
habitacionales a 24 y 29 años han llegado a transarse sobre su
valor par. La tasa de emisión ha sido menor a la de colocación y
eso favorece a los usuarios de créditos para la vivienda, pero para
operaciones de 18 años o más, sostiene Lara.
Efecto neutro
Los montos de las emisiones de bonos de Tesorería serán de 11
millones de UF en BTU-20 y de 11 millones de UF en BTU-10.
El Banco Central, por su parte, anunció que ajustará su política de
emisión y de colocaciones a partir de septiembre, a objeto de
compensar el efecto monetario de los prepagos. De esta forma,
dejará de emitir y colocar bonos en pesos a dos años plazo (BCP-
2) entre septiembre 2005 y marzo 2006, y también dejará de emitir
y colocar bonos en UF a diez años (BCU-10) entre septiembre y
diciembre de 2005.
También reducirá su colocación mensual de bonos en pesos a diez
años (BCP-10), desde $17.500 millones a $8.000 millones,
alargando el período de colocación de la serie vigente hasta mayo
de 2007.
En términos netos, el efecto monetario de la nueva emisión del
fisco es nulo, dice Leonardo Suárez, analista de LarrainVial. En su
opinión, las autoridades están tratando de mantener la demanda
por papeles en UF lo cual es bueno, porque si bien el Banco
Central quiere fomentar la nominalización, el mercado exige
papeles en UF, ya que los inversionistas institucionales están
obligados a hacer sus calces con reajustabilidad en UF.
Con esta emisión, a septiembre el fisco habrá prepagado este año
US$ 2.200 millones al Banco Central. La deuda pendiente
quedaría en US$ 3.200 millones.

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Texto 5
El Consejo del Banco Central subió ayer por séptima vez en el año
la tasa de interés nominal anual, dejándola en 4%. No obstante,
este avance de 1,75 puntos base no ha tenido un impacto en las
tasas de los créditos hipotecarios ofrecidos por los bancos,
afectando únicamente -aunque de forma marginal- a los créditos
de consumo y de largo plazo en pesos.
El gerente deL BCI, Alberto Potin, explicó que las tasas de los
créditos de vivienda no han tenido variaciones e incluso han
bajado levemente, debido a que se rigen por expectativas de
mercado.
"Las tasas de los créditos para vivienda han caído levemente
producto de una expectativa mayor del IPC, así como también por
una mayor demanda de instrumentos de largo plazo por parte de
los inversionistas institucionales", comentó, agregando un factor
relevante como son las ofertas que ha generado la competencia en
el sistema.
El ejecutivo explicó que en este caso las tasas de interés son
fijadas diariamente -desde un día hasta 30 años-, y corresponden
a las tasas de mercado, las que a su vez obedecen a las
expectativas futuras de los diferentes agentes que funcionan en la
industria.
En el caso de los créditos de consumo, Potin aclaró que por ser
relativamente de corto plazo, se enmarcan en el período que
administra el BC con su política monetaria.
En los créditos de largo plazo en pesos -cuyas tasas también se
ven en cierto modo afectadas-, el alza se explica por las mayores
expectativas inflacionarias a futuro y las sucesivas alzas de tasas
de interés por parte del instituto emisor.
El gerente general de finanzas de BancoEstado, Carlos Martabit,
agregó que en el caso de las tasas largas -que influyen
directamente en el costo de los créditos de vivienda-, los factores
que las rigen son los flujos de capital, las tasas de largo plazo
externas y el manejo macroeconómico. Y todas ellas son estables.
A esto se suma la demanda de papeles en UF por parte de los
inversionistas institucionales, que va acompañada por la escasez
de estos instrumentos.
En el caso de los créditos de consumo dijo que el cambio será
marginal, principalmente por la altísima competencia que hay en el
sector financiero.
"En este segmento no habrá grandes cambios porque el alza es
moderada", comentó.

Texto 6
El Banco Central revisó al alza las estimaciones anuales que tenía
en mayo pasado para una serie de indicadores clave en la
economía chilena, como el crecimiento del Producto Interno Bruto,
la inflación, el precio del cobre y el del petróleo, reafirmando
también su decisión de continuar con una política gradual de

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aumento en la tasa de interés de política monetaria.
En su último reporte, el instituto emisor pronosticaba para este año
una inflación de 2,8%, cálculo que subió a 3,8%. Y en crecimiento
económico, su apuesta era de una expansión entre 5,25 y 6,25%,
la que ahora se corrigió entre 6 y 6,5%.
En los recursos naturales, subió el pronóstico del precio del
petróleo a US$ 57 el barril y para el cobre lo hizo hasta US$ 1,57
la libra.
Al presentar ante el Senado su Informe de Política Monetaria
(IPoM), el presidente del Banco Central, Vittorio Corbo, aseguró
que la inflación anualizada a niveles en torno al 4% hacia
comienzos del próximo año será un fenómeno transitorio.
Dijo que la sorpresa en el caso de la inflación ha estado
básicamente en el alza del precio del petróleo, variable que no
controla el Banco Central. En todo caso, enfatizó que el
compromiso del Central es converger hacia el centro del rango
meta de inflación (3%), en un horizonte de 12 a 24 meses.
A pesar del mayor precio del petróleo, el escenario externo sigue
siendo favorable para la economía chilena. Los términos de
intercambio presentarán un incremento, pues el alza del precio del
cobre supera los efectos del alza del crudo, explicó Corbo.
La actividad económica y la demanda interna han continuado con
una fortaleza mayor a la prevista y en ello influyen las favorables
condiciones externas, así como una política monetaria que
continúa siendo expansiva.
La tasa de política está aún por debajo de las distintas medidas de
neutralidad y las tasas de interés de los bonos de largo plazo
siguen bajas, señala el informe.
El mercado espera que la tasa de interés de política monetaria
continúe normalizándose hasta llegar a 6% a mediados de 2007,
pero Corbo indicó que el ritmo efectivo de ajustes en la tasa
dependerá de la acumulación de antecedentes en el tiempo, como
ha sido siempre.
En cuanto a la actividad y la demanda, el informe del Banco
Central dio cuenta de que el consumo sigue creciendo más que el
producto, tal como se había previsto. El informe destaca el
sorprendente dinamismo que sigue mostrando la inversión en
formación bruta de capital fijo -maquinaria y equipos-, apoyado por
los buenos resultados y expectativas de las empresas, el entorno
financiero favorable al financiamiento de proyectos y el
agotamiento de las holguras de capacidad.
También continuó en el primer semestre el aumento de las
exportaciones reales de bienes y servicios, un punto porcentual
por arriba de la expansión de la economía.
Corbo manifestó que el mercado laboral ha evolucionado en forma
favorable, con una baja en el desempleo y mayor participación de
hombres y mujeres.
La reacción de los salarios nominales y reales al repunte cíclico de
la economía ha sido particularmente tenue, permitiendo una
trayectoria de costos laborales unitarios acotada, agregó.
El precio del petróleo y sus efectos en la economía mundial es uno

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de los principales riesgos contemplados por el Banco Central. El
alza del crudo puede tener un impacto en el crecimiento mundial y
en la inflación mayor a la prevista, y es posible que el precio sea
superior al considerado en las proyecciones.
Si la inflación se mantiene acotada, un precio del petróleo US$ 10
más alto que el proyectado reduce el crecimiento mundial en 0,2
punto porcentual, señala el informe.
Otro de los riesgos es un deterioro mayor en las condiciones
financieras externas, por eventuales correcciones al alza en las
tasas de interés de largo plazo de los países industriales; mayores
presiones inflacionarias en economías desarrolladas y ajuste más
rápido en el déficit de cuenta corriente de Estados Unidos.
Con todo, Corbo no descarta que las tasas de interés de largo
plazo continúen por un tiempo prolongado en niveles inusualmente
reducidos. Por otro lado, si bien la reducción de la jornada laboral
no ha tenido efecto perceptible en la inflación, tampoco descarta
que a futuro eso cambie y es otro de los riesgos.
"SE PROYECTA un aumento de la inflación anual hasta cifras en
torno a 4% a principios del próximo año y será transitorio", dijo
Corbo.

BUEN ESTUDIO Y HASTA LA PRÓXIMA AULA!

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AULA 2
Hola amigo! Retomamos hoje nossas atividades com dois assuntos
de primeríssima importancia: a eficiência na tarefa de arrecadação
de impostos e o manejo de um tributo : o IVA . Boas leis são
indispensáveis para a proteção da máquina arrecadadora, mas o
que decide mesmo é a ação enérgica, a iniciativa, a atividade de
inteligência para contrabalançar as técnicas elissórias e de
sonegação. As provas da ESAF vêm incluindo textos sobre a
modernização da fazenda pública em vários paises. Se a língua
estrangeira é colocada no concurso como elemento de seleção é
porque o funcionário público ideal é aquele que consegue através de
leitura direta de informes, relatórios painéis ou imprensa, se
apropriar de conhecimentos sobre outras experiências que vão
sendo testadas e que podem ser trazidas para o nosso sistema no
sentido de melhora-lo ou de evitar as tentativas que já deram errado.

SIMULADO 5

01 El titular de Hacienda, Alberto Abad, destacó como “positivos”


02 los resultados de las pruebas piloto realizadas con inspectores
03 encubiertos(1) para combatir la evasión impositiva, y señaló que
04 las mismas detectaron irregularidades en la mitad de los casos y
05 se llevaron a cabo “sin problemas”. Abad destacó que los
06 inspectores(2) no van a los comercios que ellos(3) deciden sino(4)
07 que reciben un listado confeccionado previamente en base a las
08 denuncias de los ciudadanos. “Tenemos 13.000 denuncias
09 anuales” de negocios que no entregan facturas, “y estamos
10 yendo(5) a esos lugares, que son los que llamo evasores
11 seriales”, explicó. “Es sólo un mecanismo para que haya un poco
12 más de percepción de riesgo”, añadió(6) Abad, al tiempo que
13 insistió, contra las discrepancias de algunas cámaras
14 empresarias y comerciantes, que quienes cumplen con sus
15 obligaciones no tienen nada por que temer.
16 Si bien reconoció que “el gobierno ha tomado una decisión” por
17 la que el presupuesto 2006 mantiene “una actual estructura
18 impositiva similar a la vigente”, el funcionario opinó que eso
19 “se va a empezar(7) a evaluar(8) en 2007”, aunque agregó que las
20 modificaciones son resorte(9) del Congreso.
21 Al mismo tiempo, mencionó que ya “hay un principio del camino
22 de la devolución de IVA” en la restitución de cinco puntos del
23 impuesto para quienes pagan con tarjetas(10). “Para nosotros es el
24 camino más eficiente: el que compra recibe en su resumen (la
25 información de) cuánto se le devolvió y blanquea(11) la economía
26 porque obliga a que quede registrada la operación”, agregó.
27 También afirmó que la disminución de la evasión y el incremento
28 de la recaudación sirvieron para aumentar las jubilaciones, poner
29 de nuevo el objetivo de que la educación tenga un porcentaje
30 específico del producto interno bruto y aumentar el empleo
31 formal, y a pesar de que reconoció que “todavía tenemos
32 agujeros negros”(12), sostuvo(13) que “si uno(14) lo ve como una

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33 tendencia se puede ver que estamos empezando a ‘ponernos
34 las pilas”.
1.- En el texto se dice que Hacienda
a) realiza inspecciones sorpresivas para detectar errores de
contabilidad
b) usa un modo ingenioso(15) para reprimir los que venden sin
documento fiscal
c) hace pruebas piloto para detectar las empresas sin registro fiscal
d) subcontrata inspectores para combatir las empresas que no
registran lucros
e) visita sorpresivamente a quienes están en mora con Hacienda

2.- En el texto se afirma que Hacienda tiene su blanco(167) principal en


a) los inspectores que alertan a las empresas fiscalizadas
b) las empresas organizadas en patronales de comercio
c) los inspectores que no van a donde Hacienda decide que vayan
d) los evasores contumaces denunciados por la población
e) la lista de comercios denunciados por los gremios patronales

3.- En el texto se dice que Hacienda


a) declina competencia para modificar el presupuesto
b) quiere modificaciónes en 2006 que el Congreso rechaza
c) rechazará cualquier modificación que el Congreso haga para
2006
d) promoverá modificaciones para el presupuesto de 2007
e) vaticina que el Congreso avalará(17) las modificaciones al
presupuesto

4.- En relación al IVA, el texto dice que


a) habrá una devolución lineal a todos los que exijan factura
b) los comerciantes tendrán que devolver una parte de la factura si
la compra es al contado(18)
c) los consumidores pagarán menos impuesto si lo hacen con
dinero de “plástico”
d) los comerciantes no lograrán vender sin registrar la operación
e) las ventas al por mayor tendrán devolución integral de impuesto

5.- Entre los objetivos para la modificación del IVA el texto destaca
a) facilitar la comprensión de la correspondencia de las empresas
financieras
b) lidiar(19) con el comercio informal que evade gravámenes
c) perfeccionar la eficiencia de las operaciones comerciales
d) organizar la contabilidad de los comercios y empresas que
trabajan con tarjetas
e) mermar(20) la recaudación de las empresas evasoras que no
entregan notas

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6.- La expresión “todavía tenemos agujeros negros” (li.32) tiene el
mismo sentido que
a) aún tenemos desafíos
b) sin embargo tenemos funcionarios corruptos
c) no obstante poseemos inspecciones secretas
d) aun poseemos comercios sin registros
e) aún hay pérdida de ingresos impositivos
7.- La expresión “empezamos a ponernos las pilas” (li.34)” tiene el
mismo sentido que
a) vamos a evaluar planteamientos
b) iniciamos una revisión de lo hecho(21)
c) comenzamos a obrar con firmeza
d) estamos venciendo los retos(22)
e) echamos el guante(23) a los fraudadores

8.- Determina si Verdadero o Falso


I. ( ) Es posible cambiar “sostuvo” (li.33) por “esgrimió”
II. ( ) Es posible cambiar “uno lo ve”(li.33) por “nosotros lo vemos”
III. ( ) Es posible cambiar “resumen”(li.25) por ‘borrador”

la secuencia correcta es
a) FVF
b) VVF
c) FFF
d) VFF
e) VFV

VOCABULARIO DO SIMULADO 5
1) encubiertos = disfarçados
2) inspectores = agentes fiscais
3) ellos = eles
4) sino = e sim
5) yendo = indo
6) añadió = acrescentou
7) empezar = começar
8) evaluar = analisar
9) resorte = prerrogativa
10) tarjetas = cartões
11) blanquear = legalizar
12) agujeros negros = buracos negros
13) sostuvo = defendeu
14) uno = a gente
15) ingenioso = inteligente,astuto
16) blanco = alvo
17) avalar = dar aval, respaldar
18) al contado = a vista
19) lidia = batalha,combate
20) mermar = diminuir
21) lo hecho = o feito

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22) retos = desafios
23) echar el guante = pender, capturar

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO 5


Questão 1:
LETRA B: o uso de agentes “encubiertos”(disfarçados) para flagrar
sonegadores de nota fiscal é uma táctica de “inteligência”. As outras
alternativas se referem a outros focos da ação fiscalizadora.

Questão 2:
LETRA D: o alvo principal de esse operativo são os empresários
sonegadores que possuem várias denuncias da população (são
contumazes, reincidentes).

Questão 3:
LETRA A: ao afirmar que as modificações ao orçamento são
prerrogativa (resorte) do Congreso, a Fazenda se declara sem
competência para determinar alterações. As outras alternativas
apresentam afirmações contraditórias ou alhéias ao texto.

Questão 4:
LETRA C: a devolução parcial do IVA (Impuesto al Valor Añadido o
Agregado) al consumidor somente se dará se a operaçãocomercial é
feita com cartão de crédito. O objetivo é dificultar a realização de
vendas sem nota fiscal. Esse tipo de sonegação fica facilitado se a
operação for em papel moeda ou cheque (que pode ser endosado).
Já as operações comcartãodecrédito são máis fáceisde centralizar e
rastrear.

Questão 5:
LETRA B: pela leitura do texto fica claro que o objetivo principal de
esa redução tributária é retirar de circulação o sistema de vendas
informal, ou seja sem registro nem nota fiscal.

Questão 6:
LETRA E: a expressão “buracos negros” , originária da física
moderna ( explica como desaparece massa estelar ), vem sendo
absorvida pela linguagem popular no sentido de “algo que
desaparece”. Na oração em questão o Ministro de fazenda destaca
os avanços, mas reconhece que ainda existem “perdas de
arrecadação” por efeito da sonegação não detectada.

Questão 7:
LETRA C: la expresión “ponernos las pilas” se traduz literalmente
como “pôr al pilhas” é uma expressão figurativa que significa “passar
a ação, ser enérgico, ativo. Pertence a um grupo de expressões
populares (locuções de modo) de grande uso na linguagem coloquial
e jornalística. A ESAF vem incluindo esse tipo de expressões em
todas as provas para valorizar o chamado “conhecimento específico”

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que só pode ser compreendido por alguém que já viveu em um pais
hispânico ou é leitor assiduo de seus livros e jornais.
(ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 4)

Questão 8:
LETRA B:
III.- Nào são sinônimos. A palavra “resumen” equivale a resumo,
síntese de algo mais extenso. A palavra “borrador” significa
rascunho, versão preliminar completa sujeita a alterações.
II.- São sinônimos. A palavra “uno” nesta oração no significa
numeral. É um pronome indefinido coletivo, equivale a “a gente” e
pode ser substituido pela primeira pessoa do plural (nós todos)
I.- São sinônimos. A palavra “sostuvo” significa sustentou,
argumentou, defendeu, explicou. É utilizada para referirse a
argumentações defendidas. Está em”Pretérito Indefinido”e é verbo
irregular. (Ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 5)

CONHECIMENTO ESPECIFICO 4:
A língua espanhola é especialmente profiqua no uso da linguagem
figurativa e especialmente das locuções modais criadas e
transmitidas de geração em geração pela fala. Na origem desse
costume está a base rural da Espanha medieval. Posteriormente é
absorvido pela linguagem urbana, que o enriquece, incorporando
expressões populares, algumas das quais são logo abandonadas, e
outras revigoradas seguindo os gostos de cada geração. Nos
últimos anos, este conhecimento vem representando 10% da prova
(no mínimo uma questão). Por isso selecionamos as mais
representativas (as que aparecem com asterisco já foram questão
de prova):
Espanhol portugués
A sabiendas Com conhecimento de causa
A hurtadillas Às escondidas
A menudo Freqüentemente
A humo de pajas De forma rápida
A la bartola Sem muito cuidado
Al tun tun Sem muito cuidado
*A diestra y siniestra Em todas as direções
A rajatablas Até as últimas conseqüências
*Estar em el alero Na iminência de acontecer
*Dar al traste Estragar, fracassar
*Cargar la mano Castigar, perseguir
*cargarse Destruir, aniquilar
En un santiamén Em instantes
A cántaros Em grande quantidade
A chorros Em grande quantidade
Sin más ni más Sem delongas
De buenas a primeras De repente
Como anillo al dedo Como uma luva
A regañadientes A contragosto

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En balde Em vão, inutilmente
Andar con pie de plomo ir com muito cuidado
* estar a la cola Estar en último lugar da fila
Creer a pie juntillas piamente
Ir al grano ir direto ao assunto
* Echar una mano ayudar
Estar hasta la coronilla Estar saturado
Ir a la chita callando Ir de mansinho, sem avisar

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 5
A palavra “sostuvo” é o passado do verbo “sostener”(sustentar). O
verbo “sostener”é um dos derivados de “tener” (ter, possuir) como
mantener, retener, detener, contener, atener, entretener. É um
verbo irregular:
Presente Passado Futuro
Yo tengo Yo tuve Yo tendré
Tú tienes Tú tuviste Tú tendrás
Él tiene Él tuvo Él tendrá
Nosotros tenemos Nosotros tuvimos Nosotros tendremos
Vosotros tenéis Vosotros tuvísteis Vosotros tendréis
Ellos tienen Ellos tuvieron Ellos tendrán

O aparecimento de questões explorando os verbos irregulares do


Espanhol é um complicador para o concursando. Destacamos os
casos más relevantes na terceira pessoa gramatical, colocando ao
lado um sinônimo no mesmo tempo verbal mas sendo verbo regular.
Observa que em este último caso a palavra é oxítona, enquanto que
nos verbos irregulares é paroxítona:

Presente Passado Futuro


Decir (dizer) Él dice Él dijo = habló Él dirá
Ellos dicen Ellos dijeron = hablaron Ellos dirán

Presente Passado Futuro


Hacer(fazer) Él hace Él hizo = realizó Él hará
Ellos hacen Ellos hicieron =realizaron Ellos harán

Presente Passado Futuro


Poner (pôr) Él pone Él puso = colocó Él pondrá
Ellos ponen Ellos pusieron = colocaron Ellos pondrán

Presente Passado Futuro


Poder (poder) Él puede Él pudo =consiguió Él podrá
Ellos pueden Ellos pudieron = consiguieron Ellos podrán

Presente Passado Futuro

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Saber (saber) Él sabe Él supo = conoció Él sabrá
Ellos saben Ellos supieron =conocieron Ellos sabrán

Presente Passado Futuro


Venir (vir) Él viene Él vino = llegó Él vendrá
Ellos vienen Ellos vinieron=llegaron Ellos vendrán

Presente Passado Futuro


Traer (trazer) Él trae Él trajo =aportó Él traerá
Ellos traen Ellos= trajeron Ellos traerán

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF DE 2002 / 2

Reforma del IVA


La comisión de Finanzas de la Asamblea Nacional espera que el
parlamento apruebe la reforma del impuesto al débito bancario para
subir la alícuota de o,75 a 1% y se reciban las observaciones que se
tienen sobre la modificación a la ley del impuesto al valor agregado
que contempla el aumento de 14,5% a 16% y la eliminación de
bienes y servicios que actualmente están exentos de pagar este
tributo.
Uno de los puntos que contempla la modificación de la ley del IVA es
el cobro de este impuesto, con una tasa de 8%, a partir de 2003, a
los servicios odontológicos, la atención médica prestada por
hospitales o clínicas privadas y las empresas de espectáculos
artísticos.
El ministro de finanzas Tobías Nóbrega, recientemente, recurrió a
los servicios odontológicos para mostrar unejemplo de las
distorsiones que ocasionan en el IVA la existencia de bienes y
servicios exentos de este tributo. Mencionó que “el odontólogo,
cuando cobra la factura de sus servicios, está cargando en el costo
el IVA que paga por los insumos importados, los aparatos, los
equipos y al final, él no tiene forma de compensar el IVA”. El
proyecto de modificación del IVA violaría la ley de Ejercicio de la
Odontología que en su artículo 3 contempla que esta carrera “no
podrá considerarse como comerciooindustria, ni será gravado con
impuestos de esa naturaleza”, aspecto legal que ayer era
revisadopor diputados de la oposición.
El Nacional (Caracas) 07/08/02

29.- Según el texto las reformas fiscales que estudia el parlamento


venezolano:
a) se limitan al impuesto al valor agregado
b) excluyen al sistema bancario nacional
c) tendrá reflejos en el mercado bursátil
d) suponen nuevas exenciones para bienes y servicios
e) eleva tasas e incluye nuevos sectores contribuyentes

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30.- En el texto se dice que los cambios a la ley del IVA:
a) a lo mejor enfrentan embarazos legales
b) eliminan distorsiones en la formación de precios de aparatos
y equipos
c) buscan uniformar la aplicación de este tributo
d) aumentan la alícuota sobre insumos importados
e) introducen el cobro de ese gravamen sobre servicios
médicos públicos

VOCABULARIO DA PROVA DA ESAF 2002


1.- tasa = taxa, alíquota
2.- exentos = isentos
3.- cargando = incluindo
4.- bursátil = da bolsa de valores
5.- a lo mejor = talvez
6.- embarazos = complicaciones

COMENTARIO DA PROVA DA ESAF 2002


Questão 29:
LETRA E: o texto menciona dois aumentos de taxas tributárias:
uma referida ao sistema bancário , a outra ao comércio de produtos;
e a incorporação de um setor que antes não era tributado: prestação
de serviços médicos e odontológicos privados

Questão 30:
LETRA A: em relação a este último imposto a parte final do texto
assinala a possível contradição com outro dispositivo legal que
regulamenta a profissão de dentista (embarazos legales) As outras
alternativas são contraditórias ou alhéias ao texto. A maior
dificuldade para marcar a alternativa certa estava na expressão
“a lo mejor”, que contrariamente ao que possa sugerir a palavra
principal, ela não descreve qualidades reais, e sim prováveis. (ver
CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6)

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6
Existe um grupo ou família de advérbios que servem para
expressar dúvida ou provabilidade. São 4 e são equivalentes em
significado:
Tal vez = quizás = acaso = a lo mejor (talvez)
Por não expressarem certeza e sim possibilidade, não é bom usa-los
combinando com verbo em Presente do Indicativo (embora não seja
incorreto, e as vezes convenha) e sim com verbo em Presente do
Subjuntivo,
No caso da alternativa “a” o ideal seria que estivesse escrita assim:
“a lo mejor enfrenten embarazos legales” (eles ainda não
aconteceram, são apenas uma possibilidade)

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Falando em advérbios e locuções adverbiais outro caso importante a
considerar é o caso dos advérbios de Afirmação:
“sí”com acento equivale a “sim” do portugués, e mais
problemáticos são os chamados afirmativos enfáticos, que podem
ser utilizados como interjeição ou em frases explicativas normais:
“Por supuesto” = “desde luego” = “por cierto” = “claro”

SIMULADO 6
01 La tasa de personas jubiladas por cada empleada en los países
02 de la Organización de Cooperación y de Desarrollo Económico
03 podría pasar de 35 por ciento en el año 2000 a 70 por ciento en
04 2050 si no se modifican las políticas de empleo, denuncia la
05 OCDE en un informe presentado hoy a la prensa(1).
06 En la presentación del informe, la directora de Empleo, Trabajo y
07 Asuntos Sociales de la OCDE, Martine Durand, alertó de la
08 "tremenda presión" que supone(2) para los sistemas de Seguridad
09 Social y para el mantenimiento de las pensiones de jubilación el
10 aumento de la esperanza de vida y la caída(3) de la mano de obra
11 en sus países miembros.
12 De no aumentar(4) la mano de obra, tanto en edad como en
13 género, favoreciendo hasta políticas de inmigración, el número
14 de jubilados por trabajador se duplicará en la mayor parte de los
15 países integrantes de la organización, entre ellos España, que
16 pasaría de tener algo menos de 50 en el año 2000 a más de 100
17 en 2050, según señala en el informe.
18 En la década de los 70 en España la esperanza de vida de las
19 personas una vez se jubilaban era de 10.7 años para los
20 hombres y de 11.1 en las mujeres, mientras que en 2004 se ha
21 incrementado a 19.6 y a 22.6 respectivamente, lo que supone un
22 notable aumento del tiempo de cobro(5) de pensiones.
23 Al problema de la esperanza de vida se une el de las
24 prejubilaciones, cuestión en la que España es, además, uno de
25 los países de la OCDE donde menos personas siguen
26 trabajando superados los 50 años de edad (algo más de 50 por
27 ciento ), por debajo de la media de la OCDE (60 por ciento ).
28 La situación "planteará(6) serios problemas en las próximas
29 décadas" de no poner en marcha políticas que acaben con la
30 amenaza que pesa sobre las economías y los sistemas de
31 protección social, explicó Durand.
32 Otro de los responsables de la OCDE, Mark Keese, subrayó que
33 "no se trata de penalizar a quien se retire pronto(7), sino de
34 favorecer a quien lo haga más tarde", y para ello existen tres
35 grandes escollos(8): la falta de incentivos para trabajar más años,
36 la escasa disponibilidad de las personas mayores(9) para trabajar
37 y el poco interés de las empresas por mantenerlas en plantilla(10).
(abc.com 20/10/05)
1.- Según el texto, la OCDE denuncia que en sus paises miembros
a) la cantidad de personas jubiladas casi duplicará en 50 años
b) la cantidad de personas jubiladas aumentará en un 70%

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c) más de la mitad de la población estará jubilada en 2050
d) la población activa será 70% de la total en 2050
e) quizás doble el porcentual de pasivos sobre activos en 45
años
2.- La expresión “de no poner en marcha políticas” (li.29) equivale a
a) al no empezar programas
b) desde que se coloquen medidas
c) siempre y cuando no se echen a andar directivas
d) si no se pongan en ejecución planteos
e) poniéndose a andar decisiones
3.- Según Martine Durand
a) el Sistema de seguridad está presionando el alza de
esperanza de vida
b) el trabajo femenino puede ayudar a resolver la crisis del
mercado laboral
c) hay una rebaja(11) del valor de la mano de obra
d) en 2004 en España la esperanza de vida femenina aumentó
22,6%
e) en España viene aumentando peligrosamente el tiempo de
contribución de los trabajadores
4.- Las personas mayores se apuran para jubilarse porque:
a) tienen beneficios bien alentadores
b) no logran(12) acompañar las nuevas tecnologías
c) las empresas no anhelan(13) verlas en sus registros
d) tienen muchas ocupaciones simultáneas
e) se sienten perseguidas por los empresarios
5.- La expresión “sino de favorecer a quien lo haga(14) más tarde”
(li.33,34) es lo mismo que
a) y sí de alentar(15) a quien lo aplace(16)
b) mas de ayudar a quien se jubile pronto
c) si no de allanar(17) a quien lo efectue mientras(18)
d) mas de estimular a quien paga después
e) y sí de desestimular a quien se retira ulteriormente
6.- La palabra “hasta”(19)(li 13) expresa una noción de
a) causa
b) consecuencia
c) concesión
d) límite
e) condición
7.- Es posible cambiar (V o F)
I.- ( )“escollos”(li 35) por “prohibiciones”
II.- ( ) “una vez se jubilaban“ (19) por “tras jubilarse”
III.- ( ) “ello”(li.34) por “el jubilado”
IV.- ( ) “las personas mayores” (li.36) por “los viejos”
La secuencia correcta es
a) V V F F
b) F F V V
c) V F V F

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d) F V F V
e) F F F V

VOCABULARIO DO SIMULADO 6
(1) prensa= imprensa
(2) supone =implica
(3) caida = redução
(4) de no aumentar = se não aumenta
(5) cobro = recebimento
(6) planteará = colocará, provocará
(7) pronto = enseguida
(8) escollos = barreiras, dificuldades
(9) personas mayores = idosos
(10) plantilla = plantel registrado legalmente
(11) rebaja = redução
(12) logran = conseguem
(13) anhelan = desejam
(14) haga = faça
(15) alentar = dar alento, estimular
(16) aplace = adie, postergue
(17) allanar = facilitar
(18) mientras = enquanto
(19) hasta = até, inclusive

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO 6

Questão 1:
LETRA E: as alternativas A, B, C e D consideram a quantidade de
aposentados em relação a população geral. No texto em questão, e
para qualquer texto previdenciário, o que interessa é a relação
proporcional entre inativos e ativos, ou seja quantos aposentados
por contribuintes têm o sistema.

Questão 2:
LETRA C: a oração do enunciado é uma oração condicional
negativa, que permite as seguintes trocas semánticas:
De + verbo en infinitivo = siempre y cuando + verbo em subjuntivo
poner en marcha = echar a andar
políticas = directivas
Em relação aos outras alternativas consulta CONHECIMENTOS
ESPECÍFICOS 7

Questão 3:
LETRA B : a especialista afirma que as soluções para
contrabalançar a queda bruta de mão de obra disponível são
“aumento da edade dos trabalhadores, do género (incorporação
feminina) e inmigração. Na alternativa A há inversão de causa. Na C
a queda não e de “valor e sim de quantidade. Na E não é de tempo

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de contribuição e sim de tempo de benefício. Na D o valor não é um
percentual e sim a expectativa de vida após a aposentadoria.

Questão 4
LETRA C: as empresas não querem que os idosos permaneçam
em seus planteis de trabalho. As outras alternativas são alhéias ou
são distorsões do texto.

Questão 5
LETRA A: a tradução do enunciado da questão 5 equivale a “e sim
estimular a quem se aposente mais tarde”. As outras alternativas
são contraditórias ou alhéias ao texto.

Questão 6
LETRA D: a preposição “hasta”(até) expressa inclussão dentro de
um LIMITE. No texto que dizer que até legalizar imigrantes (antes
era sacrilégio) está dentro do limite do aceitável para resolver o
problema da pirâmide etária.

Questão 7
LETRA D
I.- F “escollos” (dificuldades naturais) não é sinônimo de proibições
(dificuldades legais)
II.- V: são sinônimos. Os dois se referem ao período pos-
aposentadoria.
III.- F : “ello” não pode substituir substantivos concretos e sim idéias
anteriores, no caso , favorecer a quem se aposente mais tarde.
IV.- V : são sinônimos, considerando a contextualização.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 7
As orações condicionais apresentam uma diversidad de
estruturas equivalentes. Vejamos os 5 casos mais populares com
o mesmo exemplo:

1.- SI PONEN en marcha (conjunção “si” + verbo em Presente do


Indicativo)

2.- DE PONER en marcha ( preposição “de” + verbo em Infinitivo)

3.- DESDE QUE PONGAN en marcha (locução “desde que” + verbo


em Presente do Subjuntivo)

4.- SIEMPRE Y CUANDO PONGAN en marcha (locução “siempre y


cuando”+ verbo em Presente do Subjuntivo)

5.- PONIENDO en marcha (verbo em Gerundio, sem verbo auxiliar)

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LEITURAS COMPLEMENTARES SOBRE IVA
SANTIAGO.- El Gobierno anunció hoy que decidió congelar el
proyecto de ley que deroga la exención tributaria de las
constructoras, que establece la devolución del 65% del IVA que
pagan por todos los proyectos habitacionales.
Esto, agregó, siempre y cuando exista un consenso en el
parlamento al respecto, y de no ser así, no se restaría a apoyar la
iniciativa.
Así lo anunció el ministro del Interior, Francisco Vidal, al término de
una conferencia con empresarios donde señaló que "la decisión del
Presidente en esa materia en particular es no innovar hasta el 11 de
marzo de 2006 que es nuestra responsabilidad".
Este proyecto fue impulsado por el diputado PS, Carlos Montes y
espera su votación en la Sala de la Cámara baja para pasar al
Senado.
"El proyecto no solamente está avanzado si no que tiene un amplio
respaldo parlamentario), pero habrá un espacio legislativo en que se
va declarar inadmisible porque obviamente tiene un efecto de restar
recursos al fisco", dijo el secretario de Estado.
La razón que argumentó es que "en el punto que estamos,
requerimos consolidar el crecimiento. La construcción da bastante
empleo y nos interesa bajar el desempleo

TEXTO 2
El "factor cobre" no es lo único que explica el superávit que logró el
fisco en el primer semestre del año, llegando al 2,9% del Producto
Interno Bruto (PIB).
De hecho, tres de cada cuatro pesos que recibió el Estado se
originaron por una mayor recaudación tributaria, que repuntó 20%
respecto de igual período de 2004.
¿La razón? Los chilenos están gastando más en bienes y servicios y
las empresas mejoraron sus utilidades durante la primera mitad de
este año.
Gracias al fuerte dinamismo de la demanda interna en el primer
semestre, aumentó considerablemente la recaudación de los dos
componentes más importantes de la torta de ingresos fiscales aparte
del cobre: el IVA y el impuesto a la renta.
Esto se traduce en que casi uno de cada tres pesos que entraron
netos al fisco en los primeros seis meses de este año los aportó el
IVA; esto es, casi 15% más que en igual período del año pasado. En
tanto, el impuesto a la renta -que representa el 23% de los ingresos
públicos- avanzó 37% este período.
Pero este acelerado ritmo de crecimiento en los ingresos tributarios
totales del Estado no se replicaría durante la segunda mitad de
2005.
Mayor moderación
Según el informe de la Dirección de Presupuesto, pese a los
significativos repuntes en la recaudación del pago provisional
mensual que hacen las empresas, al IVA, a los tributos a actos

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jurídicos -como timbres y estampillas- y al comercio exterior, se está
manifestando "una gradual desaceleración" en el segundo trimestre
del ejercicio.
El Gobierno estima que el ritmo más lento de repunte de la demanda
interna y las importaciones, sumado a una base comparativa más
alta, van a hacer que se haga más nítida una moderación en el
crecimiento de los ingresos tributarios durante los segundos seis
meses de este año.

TEXTO 3

La comparecencia había terminado. Francisco Gil Díaz, el invariable,


el inconmovible secretario de hacienda mexicano, caminaba por el
pasillo del Salón de Sesiones. Los diputados opositores lo habían
dejado solo, le acompañaban los gobernistas. Y con ellos, el
secretario de Hacienda platicaba, bromeaba, se daba el lujo de
sonreír. Una comparecencia más de Francisco Gil Díaz ante
Diputados. Temprano, antes de la sesión, en el Salón Verde, los
integrantes de la fracción gobernista tuvieron su reunión previa. En
ella se habló de las posibles trampas del gobierno con el proyecto de
presupuesto y de ingresos. Se habló de la posibilidad de que al
oponerse al IVA en alimentos y medicinas, pudieran ellos
enfrentarse a una ofensiva mediática y al riesgo de tener que
aprobar incrementos al precio de las gasolinas para poder dar más
recursos necesarios para los programas sociales. Hubo además una
afirmación: la iniciativa que propone la reelección de los alcaldes
llegó al Parlamento sin haber pasado por Gobernación .Francisco Gil
Díaz, el invariable. No se alteró ni ante la acusación de que en torno
al gobierno hay 40 ladrones y la pregunta: "¿Quién es Alí Babá?".
Nada le alteraron los cuestionamientos de las legisladoras
opositores. Poco parecieron afectarle las sentencias de petistas,
verdes y convergentes. Ni se enteró de que un pequeño grupo, siete
personas, intentaron entrar al salón para darle una torta de huevo
con maíz y decirle que esa es toda la comida para millones de
mexicanos. De reojo observó a algunos diputados que salían para
tener una plática a solas.

La miscelánea fiscal entregada ayer por el gobierno federal a la


Cámara de Diputados considera la creación de un nuevo impuesto
de carácter federal a las ventas finales, de 3 por ciento . Además, de
acuerdo con la iniciativa, el presidente mexicano Vicente Fox hace
suyas las conclusiones de la Convención Nacional Hacendaria y
plantea revisar las tasas actuales del IVA, así como la lista de
productos exentos, estableciendo mecanismos para compensar a
los hogares de menores ingresos. En la reforma a la Ley del IVA se
plantea disminuir la tasa de 15 por ciento a 12 por ciento , así como
la tasa aplicable a la región fronteriza de 10 por ciento a 7 por ciento
. Esta medida, en caso de ser aprobada, entraría en vigor el 1 de
enero de 2005. En contraparte, plantea establecer el Impuesto a las
Ventas y Servicios al Público que grave con una tasa de 3 por ciento
el consumo final de bienes y servicios. En un principio, este

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impuesto será federal, pero administrado por los estados hasta en
tanto se sustituya por impuestos locales. En esta etapa, los estados
recibirían una participación del 95 por ciento para motivarlos a
aplicar su impuesto local. Este impuesto federal, de acuerdo con la
iniciativa, "grava sólo una de las etapas de la circulación de los
bienes. El gravamen propuesto grava la etapa en el consumo final
de la comercialización de los bienes y servicios, buscando así que la
carga impositiva no incida ni en las etapas de producción de bienes,
ni en las etapas de comercialización intermedias, recayendo sobre el
consumidor final". Este tipo de impuesto, agrega, "resulta deseable,
ya que no implica acreditamiento alguno de impuestos que se hayan
trasladado a los contribuyentes en etapas previas, situación de
particular importancia en el impuesto que se propone, ya que se
pretende que sea administrado por las entidades federativas y
posteriormente sustituido por impuestos locales". El impuesto local
previsto en la iniciativa puede tener una tasa mínima de 2.2 por
ciento al consumo final de bienes muebles y servicios. El impuesto
estatal se complementa con el establecimiento simultáneo de un
impuesto municipal con una tasa mínima de 0.8 por ciento . En el
documento se refiere que de la participación que de los impuestos
federales corresponda a los estados, sus municipios recibirán 33 por
ciento .

Texto 4

Bogotá.- El Superintendente del Servicio Nacional Integrado de


Administración Aduanera y Tributaria (Seniat), José Gregorio Vielma
Mora, anunció que para el mes de agosto será reducida en un punto
porcentual la alícuota del Impuesto al Valor Agregado (IVA). El
máximo representante del Seniat, quien asiste a la II Macro Rueda
de Negocios Colombia-Venezuela en la ciudad de Bogotá, explicó
que el gabinete económico, integrado por el ministro de
Planificación, Jorge Giordani, y el ministro de Finanzas, Nelson
Merentes, ha evaluado bajar el IVA de 15 a 14% basándose en el
crecimiento del pago del impuesto que, según acotó, "ha sido muy
bueno este año", indicó ABN. Recordó que para el primer semestre
del año la recaudación alcanzó el 147,3% de lo planificado. En tal
sentido, esta decisión se ha tomado a fin de armonizar la economía
y para hacer de Venezuela un mercado más competitivo, "para
reducir la inflación y para generar más empleo", aseguró Vielma
Mora. Destacó que el paso siguiente para que este anuncio se haga
realidad es su aprobación por parte de la Asamblea Nacional en las
diferentes instancias de discusión, "ya ha sido aprobado por los
ministerios de Finanzas y Planificación y le corresponderá a la
Asamblea Nacional evaluarlo en pro de la economía nacional",
acotó.(vem.22/6/05)

Texto 5
El Gobierno argentino decidió ampliar los beneficios impositivos para
las empresas que están amparadas en los regímenes de promoción

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regional. Esta medida se suma a las ventajas tributarias que reciben
los proyectos de inversión y que fueron anunciaron en los últimos
días. Anoche, el presidente Néstor Kirchner firmó un decreto que
extiende hasta diciembre de este año un beneficio creado con el
decreto 918/03. Esa norma establece que hasta el último día del año
los empresarios que integren alguno de los regímenes de promoción
podrán anotarse en un programa de cancelación anticipada y pagar
sus impuestos con un descuento.
Estos regímenes de promoción fueron creados para favorecer la
inversión. Con este concepto se permite a las compañías que se
radiquen en zonas menos favorecidas diferir por varios años el pago
de los impuestos. El decreto 918 establece que quienes adhieran a
un régimen de cancelación anticipada de estos impuestos,
correspondientes a años anteriores, tendrán un descuento. Para que
puedan obtener este beneficio, las empresas debían anotarse en un
registro antes de diciembre del 2004. Ahora, ese plazo se extiende
hasta diciembre del 2005. Pero además, las empresas tendrán
ahora otra ventaja, ya que podrán pagar esos impuestos en cuotas.
Hasta ahora, debían cancelar sus obligaciones en un solo pago. Con
el nuevo decreto, habrá 12 cuotas con un interés del uno por ciento
mensual sobre saldos. Pero tendrán que realizar un pago a cuenta
equivalente al 30 por ciento de las obligaciones fiscales diferidas.
El martes pasado, el ministro de Economía Lavagna anunció que se
presentaron 44 proyectos de inversión por 6.000 millones de pesos
para beneficiarse de otro régimen de promoción de inversiones que
permite la exención del IVA para la compra de bienes de capital y la
amortización acelerada de estos bienes en el pago del impuesto a
las Ganancias. (clarin

Texto 6
Los cónyuges descontentos con reparticiones de bienes en los
divorcios y los empleados mal liquidados, también denuncian por
'despecho'. Por estos canales, además de las llamadas telefónicas,
la Direción Impositiva (Dian) recibe, en promedio, cada veinte
minutos una denuncia sobre las maromas que realizan algunas
personas para esquivar el pago de cualquier tributo. Las delaciones
y las pesquisas de los funcionarios de la Dian le permitieron a esa
entidad descubrir el año pasado a más de 190 mil personas y
empresas que evadían el pago de impuestos.
Una mujer elegante, de unos 40 años, se presentó a mediados del
año pasado en la oficina del fiscal Orlando Velandia. Cuando estuvo
frente al funcionario, la recién llegada le soltó sin tapujos el motivo
de su visita: "Conozco a un tipo que fabrica facturas falsas y se las
vende a empresas para hacer fraudes".
La denunciante quería que castigaran ejemplarmente al hombre y
ella misma se ofreció como señuelo Además, dio algunos detalles
íntimos del 'tipo', como su mal carácter ante ciertas situaciones.
Velandia, un curtido auditor de impuestos y dueño de una probada
carga de malicia indígena, sospechó que algo extraño se escondía
tras la denuncia. "¿Y usted por qué está denunciando esto?", le

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preguntó de golpe. La mujer estalló "Es que ese hp. le va a comprar
un coche a esa hp. que se consiguió" Y explicó que sus hijos
andaban en una situación lamentable desde que su marido inició las
andanzas. El hombre cayó pocos días después con un maletín lleno
de facturas falsificadas y pasó a órdenes de la Fiscalía.
En otros casos, los denunciantes son empleados .Dos hombres
entregaron una lista de las personas de confianza que conocían de
la doble contabilidad, claves de los ordenadores donde se ocultaba
información y el mapa de un vericueto de cocinas viejas, donde
escondían los libros contables originales. Una operación de
inteligencia les permitió establecer la hora y sitios para el
allanamiento. Al revisar los libros, programas de ordenador y otras
evidencias descubrieron que en el último año y medio
la empresa había omitido activos por más de 500 mil millones de
pesos. La Dian descubrió 5 bandas en los dos últimos años. Estas
organizaciones disponían de talleres litográficos donde falsificaban,
con logotipos, número de identificación tributaria y demás detalles,
toda la papelería de firmas proveedoras.
Con artimañas como éstas y otras, la Dian calcula que los
colombianos evaden el 30 por ciento de los impuestos. Se calcula
que, en el 2004, ese porcentaje fue equivalente a unos 16 billones
de pesos. (Eltiempo.co –29/4/2005).

Texto 7
Polémica ha causado la implementación por parte del Servicio de
Impuestos Internos (SII) de un sistema de incentivos por
cumplimiento de metas a funcionarios de esa entidad para disminuir
la evasión tributaria.
Abogados y expertos tributarios miran preocupados la aplicación
práctica que ha tenido la Ley 19.646 -aprobada en 1999-, que
contempla una asignación especial de estímulos para el personal de
planta y a contrata del SII, posibilidad que, según ellos, genera un
incentivo inconveniente para que los funcionarios apliquen multas.
La citada ley establece que el monto total del incentivo será variable,
de acuerdo al grado y escalafón al que pertenezca el funcionario, y
se calculará sobre la cantidad que resulte de la suma del sueldo
base asignado, más la asignación de fiscalización establecida. Este
estímulo contempla una parte fija y otra variable por cumplimiento de
la meta institucional de bajar la evasión.
Para el experto tributario Cristián Aste, el método de cálculo no es el
adecuado, ya que para que los funcionarios del SII logren esta
asignación deben girar impuestos cada vez en mayor número y
monto. "Lo que logra esta ley es que, en ejercicio de la función
fiscalizadora, los funcionarios siempre prefieran encontrar errores en
las declaraciones de los contribuyentes y sancionarlos, aunque no
tenga incidencia en la práctica, para poder así dar comienzo a una
revisión y terminar girando impuestos", asegura.
Similar es la visión del presidente del Colegio de Contadores de
Chile, Luis Werner-Wilder, a quien le preocupa el aumento en el
ejercicio de la función fiscalizadora del SII. "La preocupación tiene
su razón en el abuso en que algunos funcionarios pueden incurrir,

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pasando a llevar algunas disposiciones o buscando transacciones
mediante las cuales los afectados acepten liquidaciones de
impuestos sin mayor reclamación (...) No estamos ni en contra del
SII ni de los fiscalizadores, nuestro interés es que se paguen los
impuestos. Pero ni más ni menos que lo que corresponde", dice.
En el SII rechazan de plano que el sistema de incentivos sea
inconveniente. Explican que ningún componente de las
remuneraciones de sus funcionarios está vinculado a las multas,
sino que al cumplimiento de metas globales. Advierten que la ley fue
aprobada por el Parlamento y va en línea con la aplicación de
estímulos al desempeño que se da tanto en las firmas públicas como
en las privadas. Asimismo, en el servicio reconocen que existe un
incentivo institucional por metas de reducción de la evasión, pero
aclaran que se estima a partir de la recaudación total anual de
impuestos, donde las multas llegan al 0,6% del total.
A juicio del director del programa legislativo de LyD, Axel
Buchheister, el modelo de incentivo al rendimiento es positivo en
general. Sin embargo, en este caso ve inconveniente el esquema del
SII, dado que no existen tribunales independientes, y muchos
contribuyentes optan por pagar las multas antes de llevar costosos
juicios con el SII.
Estímulo a la reclamación: Otro de los "peros" para Aste es que aun
cuando se giren impuestos y se logren las asignaciones, esto no
quiere decir que los montos liquidados entren al erario público, ya
que el contribuyente puede reclamar su procedencia judicialmente.

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AULA 3

Hola amigo!

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF DE 2002-1


(AUDITOR)

Costa Rica reforma su Régimen de Zonas Francas


Tras(1) meses de espera, finalmente el gobierno costaricense dio a
conocer la propuesta de reforma al Régimen de Zonas Francas, a fin
de ponerlo a derecho(2) con las disposiciones de la OMC, que obligan
a los países en desarrollo(3) a eliminar antes de enero de 2003 todo
subsidio y subvención a las exportaciones.
El eje(4) central de la misma es la fijación de un impuesto sobre la
renta uniforme del 15% para las empresas dentro y fuera del
régimen y un impuesto en la escala del 10% para las pequeñas.
Anteriormente, las compañías en Zona Franca estaban exoneradas
del pago de dicho gravamen.
La propuesta sugiere también eliminar la doble imposición(5) sobre
los dividendos para no afectar las empresas de capital foráneo(6), y
establecer la corrección monetaria en el cálculo de este impuesto,de
forma que las empresas incluyan sólo la parte real de los intereses y
puedan deducir el costo real de su patrimonio.
Respecto al pago del gravamen de ventas y del arancel de
importación sobre los bienes intermedios y materias primas, este
tratamiento se mantiene para los bienes y materias primas
incorporados en el producto final o empleados durante su proceso
de producción.
El planteamiento(7) propone, además, mejorar la eficiencia en la
administración de los regímenes de exportación; esto incluye
revisión de normas y procedimiento de administración y control de
los regímenes, y especialmente una revisión de la participación de
los diferentes entes públicos en estas funciones. Estos cambios no
alcanzan(8) a las empresas de servicios; estas conservarán el actual
tratamiento fiscal, pues el Acuerdo sobre Subvenciones y Medidas
Compensatorias de la OMC no se aplica a ese sector productivo.

20.- En el texto se dice que la reforma al Regimen de Zonas Francas


(RZF) propuesta por el gobierno de Costa Rica tiene el objetivo de:

a) proteger al sector exportador nacional


b) reducir elimpacto de los tipos de cambio en las cuentas de
las empresas locales
c) estar a tono con los preceptos de laOMC
d) garantizar el necesario apoyo económico y administrativo
estatal a las exportaciones
e) uniformar el sistema tributario nacional

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21.- Según el texto, la reforma al RPZ

a) se limita a las empresas en Zona Franca


b) alcanza a las empresas de importación y servicios
c) establece un impuesto único para todas las empresas
d) se centra en la mejora de la administración tributaria
e) elimina la doble tributación sobre la parte de la ganancia
repartible

22.- De acuerdo con el texto,

a) la reforma al RPZ incentiva a las empresas nacionales y


extranjeras
b) el gravamen sobre activo y pasivo se uniformó
c) la fijación del impuesto sobre la renta de las empresas es
una novedad
d) la doble imposición sobre dividendos reduce el costo real del
patrimonio
e) las pequeñas empresas conservan el actual tratamiento fiscal

23.- En el texto se dice que los impuestos de ventas y aduaneros se


mantienen para

a) productos suntuarios(9)
b) algunos bienes de producción
c) determinados bienes inmuebles(10)
d) los insumos
e) todo género de importados

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) Tras = após, depois de
(2) Al derecho = de acordo
(3) Em desarrollo = em desenvolvimento
(4) Eje = eixo, coluna vertebral
(5) Doble imposición = dupla tributação
(6) Foráneo = estrangeiro
(7) Planteamiento = proposta
(8) Alcanzan = afetam
(9) Suntuarios = de luxo
(10) Inmuebles = imóveis

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 20
LETRA C: No primeiro parágrafo do texto, quando se apresenta
a proposta de reforma tributária, já fica definidada a finalidade:
sintonizar a legislação interna com os acordos da OMC.
Como existiam isenções às empresas exportadoras das Zonas
Francas, o governo se viu obligado a colocar um tributo igualitario,

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sem favorecer específicamente às exportadoras. As alternativas A, B
e D podem ser consideradas circunstâncias complementárias, mas
não são a finalidade da reforma. A letra E é contraditória com a
informação de que haverá diferença de tributação entre grandes e
pequenas empresas.

Questão 21
LETRA E: entre as medidas secundárias da reforma propuesta
se inclui eliminar “la doble imposición (tributación) sobre los
dividendos (parte del lucro o ganancia repartible)” para compensar
às empresas estrangeiras que poderiam se sentir traídas. A reforma
ao RPZ, afeta a todas as industrias dentro e fora das Zonas Francas
(letra A), mas no afeta os Serviços (letra B), estabelece um imposto
diferenciado (letraC) e não tem como eixo a melhora da
administração (letra D)

Questão 22
LETRA A: a prova colocou esta alternativa como verdadeira,
mas a sua escolha só poderia se justificar pela eliminação mais
nítida das outras. Na verdade, os estímulos às empresas aparecem
indiretamente nas medidas secundárias (eliminação da dupla
tributação de dividendos e racionalidade administrativa); a medida
principal da Reforma é tributar em 15% a quem antes não estava
(Zona Franca) e não há informação sobre a situação anterior das
outras empresas. O que sim está claro é que não há uniformização
do tributo (letra B) , que o IR não é novidade fora das Zonas Francas
(letra C), que a dupla tributação aumenta e não diminui o custo real,
e que as empresas pequenas da Zona Franca passam de 0 a 10%
de imposto de Renda.

Questão 23
LETRA E: o Gabarito da ESAF marca a alternativa menos ruim
de todas. O texto no seu 4o. parágrafo só menciona a manutenção
da tributação para os bens e insumos incorporados ao produto final
ou empregados no processo de produção, mas não há referência
aos produtos industrias terminados ou alimentos diretos para
consumo. Portanto não haveria informação para confirmar que a
tributação se mantém para TODO gênero de importados. As
alternativas A e C são absurdas pelo significado. As alternativas B e
D são parciais, e como estão incluídas na manutenção de impostos,
não são completamente erradas. O autor quis colocar a letra E como
mais completa que as outras, mas abussou com a palavra “todo”
sem perceber que existem outros importados não mencionados no
texto.

SIMULADO 7
O fenómeno das Zonas Francas, que esteve tão de moda nos anos
80 e 90, não alcanzou os resultados esperados na maioria dos
paises. Trouxe muitas distorsões, contrabando e crimes fiscais.

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Também ganhou a oposição da OMC e orgãos multilaterais.
Algumas Zonas Francas perderam empresas e ficaram ameaçadas
de fechar. Atualmente, em muitos paises, há uma revisão do
assunto com tendencia a ajustes regulatórios e tributários. O
simulado a seguir é um caso (Colômbia) bem representativo.

01 Un solo impuesto de 25 por ciento para las empresas que


02 operan en las Zonas Francas propondrá el Ministro de Hacienda
03 Alberto Carrasquilla. El gravamen, dijo el funcionario, se
04 cobraría a todas las empresas radicadas en estos sitios, sean
05 exportadoras o no y empezaría a regir en 2006, teniendo en
06 cuenta que este año vencen las normas que regulan las zonas
07 francas. En la actualidad, ese impuesto es muy variable pues
08 depende mucho del tipo de empresas y de si la producción se
09 enfoca al mercado nacional o al internacional. En algunos casos
10 ese tributo puede llegar al 38,5% y unificarlo en 25% haría más
11 competitivas a las empresas y estimularía la inversión.
12 El planteamiento lo hizo el ministro Carrasquilla al intervenir en
13 la reunión mensual de Amigos 80. El funcionario se refirió al
14 proyecto de reforma tributaria que será presentado al Congreso
15 y señaló que el objetivo será estimular la inversión en Colombia,
16 la cual impulsaría el crecimiento de la economía, teniendo en
17 cuenta que el 4 por ciento de alza del Producto Interno Bruto que
18 se registra actualmente es todavía parco. En ese sentido,
19 destacó que las actuales tarifas marginales de renta(1) son muy
20 altas y nos están sacando del mapa inversor latinoamericano.
21 No se pueden volver a introducir impuestos altamente
22 distorsionadores y en detrimento de la capacidad de
23 competencia” enfatizó Carrasquilla.
24 Además, añadió que hay que reformar con urgencia ya que el 1º.
25 De enero de 2007 empieza a desaparecer buena parte del
26 estatuto tributario de las zonas francas. (eltiempo.com. 2 /09 /2005)

1.- En el texto se dice que Carrasquilla


a)planteará unificar el sistema impositivo de las empresas
colombianas
b)ha planteado la estandarización impositiva de las zonas francas
colombianas
c)hará una propuesta de reducir 25% la presión tributaria de las
zonas francas
d)ha propuesto una alícuota unificada a las personas jurídicas de
Colombia
e)propuso un gravamen ecuánime para las zonas francas de la Can

2.- En el texto Carrasquilla afirma que el nuevo tipo


a) se aplicaría a todas las empresas que trabajan con comercio
externo
b) será el promedio de lo que hoy se viene cobrando
c) alentaría las inversiones en Colombia

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d) no prejudicaría al sector exportador
e) no mermará el volumen recaudatorio

3.- En el texto, Carrasquilla afirma que su propuesta


a) aumentaría a 4% el crecimiento de la economía colombiana
b) permitiría a Colombia empezar a crecer su economía
c) equilibraría la competencia desleal de las zonas francas
d) lograría un rango de desarrollo más plausible
e) precisa ser aprobada al menos en 2007

4.- Según Carrasquilla,


a) el empresario debería poder optar en cual país paga su
impuesto
b) los márgenes comerciales brutos son demasiados altos
c) el año que viene desaparecerá la malla impositiva colombiana
d) los impuestos a las utilidades quitan competitividad
e) sería bueno aumentar la competencia a través de la exoneración
tributaria

5.- La expresión “hay que” (li.17) equivale a


a) he de
b) se debe
c) ha que
d) tiene de
e) tienen que

6.-La expresión “sacando del mapa” (li.14) equivale a


a) incluyendo en la ruta
b) haciendo conocer
c) convirtiendo en atracción
d) borrando del circuito
e) copando el espacio

7.-La expresión “todavía parco” (li.13) equivale a


a) aún ancho
b) aun sencillo
c) pero parcial
d) mas hondo
e) aún modesto

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO 7

Questão 1
LETRA B: a proposta do goberno abrange somente as Zonas
Francas e consiste em estandarizar (uniformizar) as aliquotas em
uma só : 25%. Esa reforma não é parte da CAN
(Comunidade Andina) acordo comercial que Colômbia tem com
Venezuela, Peru e Equador

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Questão 2
LETRA C : a proposta do governo mencionada tem como
finalidade estimular (alentar) os investimentos (inversiones).

Questão 3
LETRA D: o estímulo aos investimentos tem como finalidade
melhorar o nível (rango) de desenvolvimento (desarrollo) porque o
ministro considera que o atual crescimento do PIB não é suficiente.

Questão 4
LETRA B: o ministro considera que em Colombia os impostos
(tarifas) sobre a renda (margen de renta, utilidades, ganancias,
lucros) estão muito altos em relação ao que se practica em outros
paises que também querem atrair investimentos estrangeiros.

Questão 5
LETRA B : A locução “hay que” expressa necessidade ou
obrigação em forma impessoal. Sua única expressão sinônima é “se
debe”. A alternativa A e E existem mas expressam necessidade de
forma personalizada (Yo he de, Ellos tienen que). As alternativas C e
D não existem. Os vocábulos “de”e “que” não têm regência com
esses verbos.

Questão 6
LETRA D : a palavra “sacando” (retirando) tem o mesmo
significado que “borrando” (apagando) quando se referem à
expressão mapa. As duas palavras pertencem ao grupo de falsos
cognatos que relacionamos na aula 1.

Questão 7
LETRA E: a palavra “todavía”é um falso cognato. Ele deixou de
ser utilizado como conjunção adversativa há máis de 300 anos. Na
língua moderna ele só se usa como advérbio de tempo (sinônimo de
“aún”), traduzindo ao português como“ainda”. (Ver referência à
Prova de ESAF que segue e CONHECIMENTO ESPECIFICO 8). A
qualidade “parco” equivale a pequeno, modesto, poco. (ver
CONHECIMENTO ESPECIFICO 9)

REFERÊNCIA À PROVA DE TCU


...La amenaza principal para lacompetitividad radica hoy en el
comportamiento de la inflación. Todavía es pronto para explicar que
una parte del deterioro exterior puede atribuirse a nuestro ritmo de
crecimiento de los precios...

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18.- En el texto la expresión “todavía es pronto”significa

a) hay suficientes elementos


b) ya es propicio
c) aún es temprano
d) no obstante está listo
e) sin embargo hay tiempo

Questão 18
LETRA C : a troca dos dois advérbios de tempo é correta.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 8
Os advérbios de tempo são campo fértil para construção de
questões semânticas. Vejamos os mais importantes:

Advérbio Sinônimo Português Noção


mientras A la vez enquanto simultaneidade
todavía aún ainda anterioridade
temprano pronto cedo
después a la postre depois Posterioridade
indeterminada
luego Logo Posterioridade
enseguida imediata
ya ahora já atualidade
pronto enseguida enseguida Imediatez
de pronto De repente De repente
A menudo frecuentemente freqüentemente freqüência
hoy Hoje localização
ayer Ontem localização
anoche Ontem a noite localização
anteayer Anteontem localização
mañana Amanhã localização
Pasado Depois de localização
mañana amanhã
entonces En aquel tiempo então contemporaneidade

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 9
Nas línguas românicas é comum acompanhar os substantivos por
qualificadores (adjetivos) para enriquecer a descrição. Se é verdade
que a linguagem técnica não gosta muito desses adjetivos, a ESAF
vem selecionado textos jornalísticos, e esse sim é uma linguagem
rica em qualificações. Alguns adjetivos apresentam dificuldades de
compreensão e por isso são incluídos nas alternativas de
interpretação ou nas questões de vocabulário.

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Adjetivo Sinônimo Português
largo extenso Comprido
ancho holgado Largo
llano Sin profundidad Raso
angosto estrecho Estreito
hondo profundo Profundo
flaco magro Magro
débil Sin fuerza Fraco
dúctil flexible Flexível
lejano distante Distante
cercano próximo Prôximo
engorroso complicado Complicado
sencillo simple simples
exquisito primoroso promoroso
mayor Más grande maior
mayor Anciano, viejo Ancião, idoso
perezoso haragán preguiçoso
presunto supuesto presumível

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF DE 2000


A situação tributária das empresas que funcionam como montadoras
para outros mercados já tinha sido abordada na prova de 2000. A
ESAF vem acompanhando com particular interesse a situação dos
blocos comerciais, uniões aduaneiras e TLCs para extrair lições que
possam evitar erros graves na política comercial externa brasileira.
Vejamos o texto referido a situação do México no NAFTA:

PROVA:

Maquila Mexicana

Está em juego una estipulación del Tratado de Libre Comercio de


América del Norte (TLC) que obliga a México a imponer gravámenes
a partir del 1º. De enero sobre partes importadas fuera de Estados
Unidos o Canadá, si los productos terminados se venden en el
territorio que abarca el tratado.

Las maquiladoras mexicanas, que ensamblan productos importados


para su exportación, no han pagado aranceles desde que fueron
creadas en 1965 y a sólo dos meses de que el TLC elimine su
estatus especial, las 3.600 plantas se quejan de no tener tiempo
suficiente para analizar las nuevas normas y sugerir cambios.

La Secretaría de Comercio publicó nuevos programas de aranceles


para autopartes, ropa y otras ocho industrias que cubren más de
5000 productos después de un decreto de noviembre de 1998 para

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la eliminación de aranceles sobre partes eléctricas y otro de mayo
que redujo los aranceles sobre materias primas para calzado,
juguetes, muebles y otras industrias.

La estipulación del TLC, que busca aumentar las compras


mexicanas de partes en el territorio del tratado, ha preocupado en
especial a las compañías que importan partes asiáticas para
exportar hacia Estados Unidos. Las que importan partes de Europa
no se ven afectadas, ya que el acuerdo mexicano con la Unión
Europea eliminará gradualmente los aranceles sobre productos
industriales para el 2007. (Exelsior 31/10/00)

49.- En el texto se dice que el TLC

a) impone gravámenes a México sobre piezas de repuesto


importadas fuera de su territorio para productos que se
vendan dentro del mismo
b) obliga a los tres países miembros a elevar los aranceles
sobre piezas
c) compromete a México a gravar laimportación de piezas fuera
del territorio del tratado para productosvendidos dentro
delmismo
d) estimula laimportación de partes por lasmaquiladores
condestino a las exportaciones
e) favorece a las maquiladoras mexicanas en materia
arancelaria

50.- Según el texto,las maquiladoras mexicanas

a) son firmas comerciales de importación/exportación


b) perderán sus licencias de importación en dos meses
c) gozan de un estatus especial dentro del TLC
d) tienen una deuda fiscal que data de 1965
e) no han pagado derechos de aduana desde su fundación

51.- En el texto se dice quela Secretaría de Comércio

a) está cuestionando la estipulación arancelaria del TLC


b) eliminó los aranceles sobre componentes eléctricos y ropa
c) acaba de tomar las primeras medidas arancelarias sobre
materias primas
d) viene reduciendo los aranceles sobre diferentes piezas y
materias primas
e) propugna una nivelación de los aranceles

52.- Según el texto, la estipulación del TLC

a) perjudica a todas las empresas mexicanas que importan


piezas y materias primas
b) eliminará la importación de piezas asiáticas

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c) afecta a las empresas mexicanas que importan de la Unión
Europea
d) incidirá en la eliminación gradual de los aranceles sobre
importaciones europeas
e) persigue el incremento de las importaciones mexicanas de
piezas canadienses y estadounidenses.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 49.-
LETRA C: O primeiro parágrafo define exactamente oalcance da
nova disposição do TLC (NAFTA) : tributação no México da
importação de componentes originários do exterior doNAFTA e
destinados à fabricação de produtos a serem vendidos no NAFTA.
A alternativa A só menciona como território de destino o México. A
alternativa B inclui outros paises na determinação do TLC. Ela não
estimula(alt. D), mas penaliza as importações se elas se originan na
Asia. A alternativa E sugere o absurdo que receber nova tributação
possa favorecer às maquiladoras.

Questão 50.-
LETRA E: o início do 2o. parágrafo define claramente oque é
“maquiladora”: industria de montagem. Portanto não e comércio (alt.
A). Elas não perderão suas licenças deimportaçãoe sim oestatus
especial de importar sem impostos componentes de Asia (alt.B). O
estatus especial das maquiladoras é no México e não no TLC(alt.c).
As maquiladoras não tem dividas fiscais porque elas eran
autorizadas a não pagar impostos de aduana (alt.D). A expressão
NO HAN PAGADO (ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 9)
derechos de aduana = aranceles de importação se refere a
umestatus que ganharam desde sua fundação.

Questão 51.-
LETRA D: o determinado pela Secretaria de comércio está bem
explícito no parágrafo 3o. Ela não está colocando perguntas
(“cuestionando”) sobre o a determinaçãodoTLC (alt.A) Ela eliminó os
impostos aduaneiros sobre elétricos mas nãosobre ropa (alt.B). Ya
había começado as alterações em1998 (alt.C). E não quer nivelação
de impostos: para alguns é zero, para outros só redução(alt.E).

Questão 52.-
LETRA E: a resolução do TLC não afeta todas as empresas
mexicanas, só as montadoras(alt.A). Não elimina o proíbe as
importações asiáticas e simas pune comtributação (alt.B). Não afeta
às montadoras que importam de U.Europeia porque tem um acordo
similar(alt.C). Não há relação de causa/conseqüência com as
importações europeias em geral. Fica claro que a determinação do
TLC busca que os países membros se abasteçam de componentes

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de seu próprio território para estimular a industria interna em
detrimento de seus rivais asiáticos.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 10
Uma das dificuldades para a leitura e compreensão dos textos em
espanhol e o rconhecimento dosignificado dos verbos que aparecem
em Pretérito Perfecto Compuesto del Indicativo, porque este
tempo verbal não existe na língua portuguesa.
O Pretérito Perfecto Compuesto del Indicativo é utilizado para
expressar ações iniciadas no passado e projetadas para aquilo que
o comunicador considera seu presente (este dia, esta semana,este
mês, este século). Exemplo : “Este año se han denunciado
muchos casos de corrupción”.
O Pretérito Perfecto Compuesto del Indicativo se forma com dois
verbos: um auxiliar “haber” (em presente) que indica quem realiza a
ação, e um verbo principal em participio.

yo he trabajado bastante
Tú has decidido caminar
Él, ella ha vendido su casa
nosotros hemos leído Todo
vosotros habéis construido Una casa
Ellos,ellas han visitado parientes

CUIDADO : como em português, também em Espanhol existem alguns


verbos que têm seu participio irregular, isto é, não o formam pelo sufixo
gramatical( ado, ido), prevalescendo a forma preferida da língua falada.

PARTICIPIOS IRREGULARES

Infinitivo Participio Infinitivo Participio


Hacer (fazer) hecho deshacer deshecho
Decir (dizer) dicho desdecir desdicho
ver visto rever revisto
romper roto
cubrir cubierto encubrir encubierto
Volver (voltar) vuelto devolver devuelto
Poner (pôr) puesto reponer repuesto
escribir escrito suscribir suscripto
morir muerto imponer impuesto
resolver resuelto disolver disuelto
abrir abierto reabrir reabierto
satisfacer satisfecho insatisfacer insatisfecho

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Esta questão verbal acaba de ser utilizada na prova da ESAF de
2003:

REFERÊNCIA À PROVA DE 2003

...Los ministros de Transporte y de Producción se han mostrado


reacios...

27.- En el texto, la expresión “se han mostrado reacios” significa que han

a) hecho patente su renuencia (feito evidente sua oposição)


b) dado muestras de comprensión
c) reaccionado con lenidad (reagido com suavidade)
d) criticado convehemencia
e) manifestado recelos (manifesto receios)

COMENTÁRIO DA QUESTÃO:
Observa que as quatro alternativas finais tem o participio regular ADO,
igual que o enunciado. Mas a alternativa verdadeira é a letra A, onde o autor
colocou como dificuldade um participio irregular, acompanhado de um
conceito pouco conhecido (“renuente” = reacio =opuesto).

Simulado 8
Em momentos em que a diplomacia continental se reúne em Mar del Plata
para debater o futuro dos acordos comerciais, em que aguns paisesresistem
a facilitar aformação do ALCA, é bom lembrar que Estados Unidos
continúa com sua diplomacia de comer o mingau pelas bordas, buscando o
isolamento de seus opositores no continente (Venezuela e Mercosur). Entre
os acordos parciais costurados nos últimos meses encontra destaque o que
se relata em este artigo.

01 La aprobación por parte del Congreso de Estados Unidos de un


02 acuerdo de comercio con seis pequeños países
03 centroamericanos dio un paso en la agenda de libre comercio
04 del gobierno de Bush. Sin embargo(1), la angosta(2) victoria y la
05 amargura de la batalla destacan la ansiedad pública y política
06 sobre el ritmo de la globalización y opacan la aprobación de
07 futuros acuerdos.
08 La aprobación por 217 votos contra 215 del Acuerdo de Libre
09 Comercio con América Central en la madrugada del jueves(3) fue
10 un leve respiro para los que proponen continuar la tendencia de
11 la posguerra de menores barreras comerciales. "Si no
12 lográbamos el Cafta, se hubiera socavado(4) la posición
13 estadounidense, que ha liderado la globalización", dijo Cohen,
14 presidente del Comité para el Comercio de Estados Unidos.
15 Pero esta semana en Ginebra, la ronda(5) de Doha sobre el
16 comercio mundial ha estado manchada por la poca

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17 disposición de Estados Unidos, Europa y otros a hacer
18 concesiones.. En ese contexto, la angosta aprobación del Cafta
19 levantó incertidumbre en el mundo sobre la disponibilidad del
20 congreso estadounidense para reducir subsidios agrícolas y
21 tomar otros pasos políticamente dolorosos que de seguro (6)
22 formarán parte de acuerdos comerciales futuros. "Estamos en
23 problemas, obviamente, debido al agudo partidismo y la forma
24 en que asunto del Cafta se convirtió en un asunto simbólico",
25 dijo I.M. Destler, un profesor de Maryland. Después de todo, las
26 exportaciones de los seis países del Cafta (Costa Rica, El
27 Salvador, Guatemala, Honduras, Nicaragua y la República
28 Dominicana) son económicamente insignificantes en un sentido
29 global, exportando a los Estados Unidos en un año lo que China
30 exporta a este país en un mes.
31 En la Organización Mundial de Comercio, en Ginebra, donde
32 negociadores de todo el mundo están reunidos para otra ronda
33 de conversaciones frustrantes, la aprobación del Cafta significó
34 una pequeña luz de esperanza y ayudó a mitigar(7) el miedo de
35 que las fuerzas políticas proteccionistas en Estados Unidos
36 están dominando el congreso.
37 Para los gobiernos latinoamericanos, que están trabajando en
38 sus propios tratados de libre comercio con Estados Unidos, la
39 cerrada(8) aprobación del Cafta generó una pregunta inquietante:
40 ¿Si las pequeñas y fervientemente pro-estadounidenses
41 economías centroamericanas a duras penas alcanzaron un
42 acuerdo, qué pueden esperar los otros? Mientras(9) países
43 individuales como Panamá continuarán buscando pactos
44 bilaterales con EE.UU., el problemático plan del gobierno de
45 Bush para un ALCA se enfrenta a un futuro cada vez más
46 incierto. (Wallstreetenespanol-28/7/2005)
1.- En el texto se dice que
a) la victoria de los partidarios del CAFTA en EEUU no tiene
significado para la opinión pública
b) el acuerdo aprobado en el Congreso de EEUU deja dudas(10)
sobre la aplicabilidad del mismo
c) los contrarios del CAFTA se dieron un respiro para
reagruparse en la tendencia proteccionista
d) la votación señala el conservadorismo norteamericano en
relación al libre comercio
e) la actual victoria de los liberales hace indefectibles(11) otras
victorias en acuerdos mayores
2.- En el texto se dice que
a) EEUU no está dispuesto a pasos dolorosos dentro del
acuerdo CAFTA
b) La votación sobre CAFTA sería un paradigma(12) en relación a
futuros acuerdos sobre libre comercio
c) El gobierno norteamericano está comprometido en no reducir
subsidios agrícolas
d) El comercio exterior norteamericano con el CAFTA es un
décimo de lo que es con China

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e) El acuerdo del CAFTA es una de las fases necesarias de la
ronda de Doha
3.- En el texto Cohen afirma que
a) las negociaciones de Doha en Ginebra están pautadas por la
mala voluntad de EEUU
b) el acuerdo de CAFTA se convirtió en simbólico por el rígido
régimen partidario de EEUU
c) un fracaso en la votación hubiese mermado(13) la lideranza
norteamericana
d) La votación dio un respiro a los proteccionistas para
contratacar en Doha
e) El acuerdo no posee mucha relevancia económica
4.- En el texto se dice que en Ginebra
a) las negociaciones son a menudo frustrantes
b) creció el miedo en relación a las posturas proteccionistas de
EEUU
c) los representantes de EEUU son de las fuerzas que
rechazaron(14) el CAFTA en el Congreso
d) los dirigentes latinoamericanos están desistiendo en relación
a posibles TLC
e) en la OMC leyeron este CAFTA como un aliento a la lidia(15)
contra aranceles y subsidios
5.- La expresión “cerrada”(li.39) tiene sentido de
a) bloqueada
b) apretada
c) secreta
d) firme
e) provisoria

6.- La expresión “de seguro” (li. 21) equivale a


a) por supuesto
b) con aval
c) a hurtadillas
d) con incertidumbre
e) a menudo

VOCABULÁRIO DO SIMULADO 8
(1) sin embargo = no entanto
(2) angosta = estreita
(3) jueves =quinta feira
(4) socavado = minado
(5) ronda = rodada de negociação
(6) de seguro = certamente
(7) mitigar =aliviar
(8) cerrada = estreita
(9) mientras = enquanto
(10)dudas = dúvidas
(11)indefectibles = inevitáveis
(12)paradigmas = modelos
(13)mermado = diminuido

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(14)rechazaron = recusaram
(15)lidia = combate

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO 8


Questão 1
LETRA D : o texto deixa claro que a pequena diferença na
votação, considerando o pouco impacto econômico do acordo,
mostra a força dossetores conservadores norteamericanos que não
queremfazer concessões. As outras alternativas incluem
informações que não estão no texto ou são parcialmente
contraditórias com ele.

Questão 2
LETRA B: a dificuldade para fazer aprobar um acordo de tão
pouco impacto, e com seus vizinhos continentais, é um modelo,uma
amostra do que acontecerá na hora de fazer concessões com
parceiros maiores e/ou mais distantes. As outras alternativas
incluem informações que não estão no texto ou são parcialmente
contraditórias com ele.

Questão 3
LETRA C: no texto, Cohen se refere explicitamente a importância
que teve esse acordo para não diminuir a liderança de estados
Unidos no processo de integração. As outras alternativas sereferem
a informações que não foram ditas por Cohen,

Questão 4
LETRA E: o texto menciona que entre os reunidos em Genebra,
a interpretação da pequena vitória foi vista com otimismo, como um
pequeno paso adiante na luta pelos acordos de liberalização
maiores que estarão em disputa na rodada mundial da OMC em
Honk Kong em dezembro de 2005.

Questão 5
LETRA B: em esta contextualização, “cerrada” se refere a pouca
diferença entre a favor e contra.

Questão 6
LETRA A: a expressão adverbial “de seguro” é afirmativa e pode
ser substituida por as outras da mesma família como:
“por supuesto”, “desde luego”

Leituras Complementares
Texto 1(sobre tributação)
Polémica ha causado la implementación por parte del Servicio de
Impuestos Internos (SII) de un sistema de incentivos por

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cumplimiento de metas a funcionarios de esa entidad para disminuir
la evasión tributaria.
Abogados y expertos tributarios miran preocupados la aplicación
práctica que ha tenido la Ley 19.646 -aprobada en 1999-, que
contempla una asignación especial de estímulos para el personal de
planta y a contrata del SII, posibilidad que, según ellos, genera un
incentivo inconveniente para que los funcionarios apliquen multas.
La citada ley establece que el monto total del incentivo será variable,
de acuerdo al grado y escalafón al que pertenezca el funcionario, y
se calculará sobre la cantidad que resulte de la suma del sueldo
base asignado, más la asignación de fiscalización establecida. Este
estímulo contempla una parte fija y otra variable por cumplimiento de
la meta institucional de bajar la evasión.
Para el experto tributario Cristián Aste, el método de cálculo no es el
adecuado, ya que para que los funcionarios del SII logren esta
asignación deben girar impuestos cada vez en mayor número y
monto. "Lo que logra esta ley es que, en ejercicio de la función
fiscalizadora, los funcionarios siempre prefieran encontrar errores en
las declaraciones de los contribuyentes y sancionarlos, aunque no
tenga incidencia en la práctica, para poder así dar comienzo a una
revisión y terminar girando impuestos", asegura.
Similar es la visión del presidente del Colegio de Contadores de
Chile, Luis Werner-Wilder, a quien le preocupa el aumento en el
ejercicio de la función fiscalizadora del SII. "La preocupación tiene
su razón en el abuso en que algunos funcionarios pueden incurrir,
pasando a llevar algunas disposiciones o buscando transacciones
mediante las cuales los afectados acepten liquidaciones de
impuestos sin mayor reclamación (...) No estamos ni en contra del
SII ni de los fiscalizadores, nuestro interés es que se paguen los
impuestos. Pero ni más ni menos que lo que corresponde", dice.
En el SII rechazan de plano que el sistema de incentivos sea
inconveniente. Explican que ningún componente de las
remuneraciones de sus funcionarios está vinculado a las multas,
sino que al cumplimiento de metas globales. Advierten que la ley fue
aprobada por el Parlamento y va en línea con la aplicación de
estímulos al desempeño que se da tanto en las firmas públicas como
en las privadas. Asimismo, en el servicio reconocen que existe un
incentivo institucional por metas de reducción de la evasión, pero
aclaran que se estima a partir de la recaudación total anual de
impuestos, donde las multas llegan al 0,6% del total.
A juicio del director del programa legislativo de LyD, Axel
Buchheister, el modelo de incentivo al rendimiento es positivo en
general. Sin embargo, en este caso ve inconveniente el esquema del
SII, dado que no existen tribunales independientes, y muchos
contribuyentes optan por pagar las multas antes de llevar costosos
juicios con el SII.
Estímulo reclamación: Otro de los "peros" para Aste es que aun
cuando se giren impuestos y se logren las asignaciones, esto no
quiere decir que los montos liquidados entren al erario público, ya
que el contribuyente puede reclamar su procedencia judicialmente.

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La Dirección Nacional de Aduanas (DNA) negocia en estos días con
el Ministerio de Economía retener un mayor porcentaje de su
recaudación y así financiar la mejora en tecnología y el ingreso de
personal previstos en la profunda reestructura que prepara la
institución. El director de Aduanas, Luis Salvo, dijo a El País que con
"una inyección" de recursos que podría extraerse de la propia
recaudación la DNA llegaría a "autofinanciarse". En el Presupuesto
2004, de U$S 18 millones, el 80% de los gastos se financió con
recursos extraídos de la propia recaudación del organismo y el resto
con aportes realizados por Rentas Generales. Salvo dijo que se
"pretende recuperar" recursos "asignados" a la Aduana que desde
hace tiempo no percibe.
Entre enero y julio de 2005 la DNA recaudó U$S 409 millones y
espera cerrar el año con un total de ingresos cercano a los U$S
1.000 millones, anunció Salvo a El País. Para la Aduana la mejora
en la eficiencia es vital para anticipar la baja gradual de aranceles
prevista dentro de los acuerdos del Mercosur, que afectará las
variables de la recaudación.
Según Salvo la administración necesita el ingreso de personal joven
y avanzar en el uso de herramientas informáticas en todos los
procesos. "Queremos que las operaciones tengan el mínimo control
humano", dijo el director de Aduanas. Dentro del plan de reforma se
pretenden dar más incentivos al personal encargado de la
fiscalización incrementando el porcentaje de lo que se obtiene por
multas e incautaciones. Estas primas sufrieron un proceso gradual
de reducción en el último quinquenio. "Además ese incentivo tiene
que llegar a los administrativos que no participan de las
operaciones", sostuvo el jerarca. Salvo dijo que la mejora en la
disponibilidad de recursos tendrá un impacto efectivo e inmediato
sobre la fiscalización y, por ende, en la recaudación de la Aduana.
"El otro día sacando cinco o seis móviles de la Aduana se dejaron
las carreteras limpias de contrabando", relató el titular del
organismo. Aseguró que los técnicos del Fondo Monetario
Internacional (FMI) que integraron una misión de cooperación
técnica con las oficinas recaudadores "coincidieron" con el
diagnóstico hecho por las jerarquías de la DNA y con las medidas
que se deben tomar para mejorar su eficiencia. Se prevé que el FMI
"siga trabajando" en la mejora de la Aduana y que se puedan sumar
los otros organismos multilaterales.
La meta "es equiparar" las remuneraciones de los funcionarios de
Aduana con los de la Dirección General Impositiva y el Banco de
Previsión Social. La Aduana inició un fuerte proceso de coordinación
con las otras oficinas recaudadoras del Estado aunque las
retribuciones de sus empleados son inferiores a las de sus colegas.
Dentro de las prioridades está incrementar el personal en el área de
Inspección General y la Auditoría Interna, reveló Salvo.

Texto 2 (Sobre tributação)

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El proyecto de reforma tributaria que el gobierno presentará al
Parlamento en los primeros meses de 2006 incluirá una gran dosis
de cautela fiscal, por lo que el gobierno se podría tomar su tiempo
para efectivizar la rebaja de impuestos anunciada de forma de no
perder recaudación. En este momento varios de los técnicos
convocados por Economía para proponer una nueva estructura
impositiva, cuyo eje central sería la imposición de la renta, analizan
el costo de las modificaciones y, dadas las restricciones fiscales que
enfrentará el gobierno al menos hasta 2007, estaría en duda el
alcance de las bajas originalmente previstas para impuestos como el
que grava la Renta de Industria y Comercio (IRIC), que hoy está en
30% luego de ser subida hasta 35% durante la crisis financiera de
2002.
Es casi un hecho que en el proyecto de ley que enviará al
Parlamento en los primeros meses del año que viene el gobierno
disponga de un mecanismo que le dé margen para introducir
ajustes, para arriba o para abajo, en los cambios impositivos en
función de la marcha de la recaudación.
RENTA. Los integrantes de la comisión y consultores del Banco
Interamericano de Desarrollo (BID), Alberto Barreix y Jerónimo Roca
propusieron un sistema de franjas para la aplicación del Impuesto a
la Renta de las Personas Físicas (IRPF) con una tasa máxima de
20%, aunque todavía no existe una definición política ni técnica
sobre si ese será el techo del impuesto. En Estados unidos este
gravamen paga una alícuota de 40% y en algunos países europeos
llega hasta el 70% de los ingresos de los contribuyentes.
A pesar de que existen posiciones favorables a una tasa única, la
mayoría de los expertos defiende la aplicación de tasas progresivas.
También se mostraron contrarios a que se puedan realizar
deducciones del pago del IRPF, aunque existen otros especialistas
que consideran que eso ayudaría a formalizar la economía.

Texto 3 (Sobre tributação)

SANTIAGO.- El Gobierno anunció hoy que decidió congelar el


proyecto de ley que deroga la exención tributaria de las
constructoras, que establece la devolución del 65% del IVA que
pagan por todos los proyectos habitacionales.
Esto, agregó, siempre y cuando exista un consenso en el
parlamento al respecto, y de no ser así, no se restaría a apoyar la
iniciativa.
Así lo anunció el ministro del Interior, Francisco Vidal, al término de
una conferencia con empresarios donde señaló que "la decisión del
Presidente en esa materia en particular es no innovar hasta el 11 de
marzo de 2006 que es nuestra responsabilidad".
Este proyecto fue impulsado por el diputado PS, Carlos Montes y
espera su votación en la Sala de la Cámara baja para pasar al
Senado.
"El proyecto no solamente está avanzado si no que tiene un amplio
respaldo parlamentario), pero habrá un espacio legislativo en que se

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va declarar inadmisible porque obviamente tiene un efecto de restar
recursos al fisco", dijo el secretario de Estado.
La razón que argumentó es que "en el punto que estamos,
requerimos consolidar el crecimiento. La construcción da bastante
empleo y nos interesa bajar el desempleo".

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AULA 4
Hola Amigos!

O assunto de Hoje e Câmbio e Moeda. Na última prova de 2003 a


ESAF selecionou uma noticia que definia o começo de uma nova era
na ordem monetária mundial. Depois de varias décadas de domínio
mundial do dólar, este começa a ceder terreno para o euro (moeda
de zona euro, 12 paises da União Européia que assinaram o acordo
monetário). Essa queda de braço das divisas mundiais tem suas
causas e suas conseqüências. Sobre isso é que trata o texto da
prova. Após examinar e comentar a prova tentaremos atualizar essa
mesma temática no ano 2005. Vamos poder observar que, na sua
evolução, ela determinou duas realidades com implicâncias
econômicas e políticas em diversos planos. Com a lenta
recuperação das economias dos paises emergentes, suas moedas
empuxaram o dólar a uma depreciação nunca antes vista, com
sérias conseqüências para os países exportadores (entre eles,
Brasil). A outra realidade que multiplicou em importância foi o
crescimento da República Popular China e sua invasão de
exportações competitivas. Como contrapartida, o G 8 pressionou
muito para que a China valorizasse sua moeda (o Yuan) em relação
às divisas mundiais, o que acabou acontecendo em julho e agosto
de 2005. (ver simulado e leituras complementares)

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF DE 2003

El dólar tiene um nuevo escenario

El reciente comunicado del grupo de los siete países más


industrializados (G 7), señala(1) el inicio de un nuevo escenario para
el dólar y las principales divisas mundiales. El G7 aboga(2) por una
mayor flexibilidad en los mercados cambiarios para lograr un ajuste
suave y generalizado de los desajustes estadounidenses. De ahí,
que el mercado haya interpretado el fin oficial de la política del dólar
fuerte, lo que conlleva(3) riesgos y oportunidades en similar
proporción y augura(4) una nueva fase de volatilidad(5)cambiaria que
se trasladará(6) al resto de los mercados financieros.
Las monedas asiáticas registraron ayer una fuerte apreciación(7)
frente a la divisa estadounidense, toda vez que las autoridades
monetarias permitieron la libre cotización de sus monedas, o al
menos redujeron(8) el nivel de sus intervenciones. Lo anterior puede
tener consecuencias para el mercado de deuda estadounidense, así
como amenazar(9) la propia recuperación de estos países.

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En Europa, una renovada fortaleza del euro puede dar al traste con
las débiles(10) señales de recuperación, lo que obliga a las
autoridades a actuar y a tomar medidas fiscales y monetarias.
(cinco dias 23.09.03)

21.- De acuerdo con el texto, el mercado ha dado por terminada


oficialmente la política del dólar fuerte porque:

a) se ha entrado en una fase de poca solidez cambiaria


b) la apreciación de las monedas asiáticas y del euro corre
peligro
c) los desequilibrios estadounidenses perjudican a los otros
mercados
d) hay depreciación de las monedas fuertes frente al dólar
e) el G 7 defiende mercados cambiarios más elásticos

22.- En el texto,la expresión “dar al traste”, significa

a) destruir
b) fortalecer
c) debilitar
d) apuntalar
e) consolidar

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) señala = assinala
(2) aboga = defende
(3) conlleva = produz
(4) augura = prognostica
(5) volatilidad = instabilidade
(6) trasladará = deslocará
(7) apreciación = valorização
(8) redujeron = reduciram
(9) amenazar = ameaçar
(10) débiles = fracas

COMENTÁRIO DA PROVA
Questão 21.
LETRA E: o enunciado da questão termina com a palavra “porque”
assinalando que a resposta correta deve mostrar uma causa do
acontecimento relatado no enunciado.. A alternativa A é uma
conseqüência. A alternativa B também, e mesmo assim, distorcida.
A D é oposta às informações do texto. A alternativa C pertence às
circunstâncias causais, mas não pode competir com a E porque
sendo uma “circunstância” causadora (desequilíbrio norte-
americano), não é um evento motor (decisão do G7)
Ver CONHECIMENTO ESPECIFICO 11

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Questão 22.
LETRA A: o parágrafo onde se insere a expressão do enunciado,
indica que ela é um elemento negativo que precisa reação. Portanto,
as alternativas B, D e E devem ser imediatamente eliminadas por
serem positivas (apuntalar = apoiar). Entre as duas que sobram, que
são de caráter negativo, a que corresponde com a locução modal
“dar al traste” é “ir pro brejo”, “fracassar”, “liquidar”

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 11
Esta questão é perfeita para expor uma das habilidades de
interpretação mais solicitadas pela ESAF: saber reconhecer EM
QUALQUER ORDEM as relações de causa e conseqüência. Si bem
é verdade que tal habilidade não corresponde a um conhecimento
específico do Espanhol, o incluímos nesta secção por causa dos
NEXOS conjuncionais que articulam as orações causais e
consecutivas.
Vejamos uma oração de exemplo e suas possíveis variações:

1) El G 7 defiende mayor flexibilidad cambial de ahí que


CAUSA NEXO CONSECUTIVO
el mercado haya interpretado como el fin del dólar fuerte.
CONSEQÜÊNCIA

2) el mercado interpretó el fin del dólar fuerte porque


causa nexo causal
el G 7 defiende mayor flexibilidad cambial.
Conseqüência

Na prova de 2003 a ESAF inverteu a ordem dos termos dessa


mesma oração, de 1(texto) para 2 (alternativa E) e inverteu o
significado do nexo, 1 (texto) para 2 (enunciado) produzindo a
igualdade semântica de orações aparentemente diferentes.
Por isso, além de ser importante a leitura analítica (interpretativa)
para determinar as relações de causa/conseqüência, e necessário
reconhecer em espanhol os NEXOS (conjunções e nexos
conjuncionais) que indicam causa ou conseqüência.

Nexos causáis:
El mercado interpretó eso porque el G 7 anunció flexibilidad
dado que
ya que
puesto que
pues
A raíz de que
debido a que

Nexos consecutivos:
El G 7 anunció flexibilidad de ahí que El mercado interpretó el fin del dólar fuerte

por eso
por ello

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conque
por ende
por consiguiente
entonces

SIMULADO
(ASSUNTO CÂMBIO VERSÃO 2005)

01 El presidente de la Reserva Federal de Estados Unidos, Alan


02 Greenspan, considera que China tiene algún tipo de interés
03 en flexibilizar su tipo de cambio. Pero, contrariamente a las
04 afirmaciones de políticos y empresarios estadounidenses,
05 asegura que esta medida tendría parco(1)impacto en la
06 economía de Estados Unidos.
07 ''En caso de que sea el yuan revaluado(2) con respecto al
08 dólar, Estados Unidos importaría menos productos chinos,
09 pero eso no significa que el déficit norteamericano se
10 reduciría mucho'', dijo el presidente de la Fed, en una
11 intervención vía satélite durante una conferencia en Pekín
12 sobre el sistema bancario y financiero.
13 Desde la crisis financiera asiática de 1997, el yuan está
14 vinculado al dólar por un tipo(3) de cambio casi fijo, que
15 algunos países occidentales --en particular EEUU—
16 consideran otorga beneficios indebidos a los exportadores
17 chinos.
18 El déficit comercial de EEUU batió en el 2004 un nuevo
19 récord, en $617,000 millones. China aporta(4) más de una
20 cuarta parte a ese déficit, con $162,000 millones.
21 El presidente del Banco Central Europeo (BCE), Jean-Claude
22 Trichet, que también participó ayer en esta conferencia,
23 coincidió en que China tiene interés en revaluar el yuan.
24 ''China tiene interés en aumentar el valor de su moneda
25 respecto a otras divisas mundiales'', declaró Trichet en
26 Pekín.
27 ''Es el reto(5) de China. Y sólo China ha de decidir lo que más
28 le conviene'', añadió(5) sin embargo (6)el presidente del BCE.
29 Las autoridades chinas rechazan(7), de hecho(8), cualquier
30 presión sobre este asunto y avanzan de forma paulatina(9) en
31 una reforma de su tipo de cambio

1.-En el texto, Greenspan considera que


a) la tasa de cambio china no interesa a EEUU
b) China quiere aflojar(10) sus tipos de interés y cambio
c) hay motivos para que China cambie el valor internacional de
su moneda
d) China pretende flexibilizar a menudo(11) su tipo de interés
e) China sólo aflojaría algunas tasas que balizan el costo del
dinero

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2.- Según Greenspan,
a) una alteración cambial en China afectaría mucho la
economía de EEUU
b) la merma(12) del agujero(13) comercial sería pequeña si el yuan
revaluara
c) un aumento del dólar en relación al yuan no afectaría mucho
el déficit de EEUU
d) la economía norteamericana es autónoma de la economía
china
e) la devaluación del yuan tendría menudo(14) efecto sobre la
economía de EEUU
3.- En el texto se dice que
a) China tiene un déficit comercial de más de 160 millardos de
dólares
b) China tiene un déficit comercial casi ¼ del que tiene EEUU
c) EEUU tiene un déficit comercial de más de ½ billón de
dólares con China
d) EEUU y China tienen importaciones superiores a sus
exportaciones
e) EEUU tiene un déficit comercial con China de 160 mil
millones de dólares
4.- Según el texto
a) las autoridades chinas comienzan a ceder a las presiones
para evaluar el yuan
b) Trichet y Greenspan están mancomunados para presionar
China
c) Trichet y Greenspan tienen un entredicho(15) sobre la
revaluación del yuan
d) empieza a vislumbrarse en China una alteración gradual del
cambio
e) Trichet y Greenspan no se importan con la política cambial
china
5.- La expresión “ha de decidir”(li.27) equivale a
a) debe que decidir
b) decidirá
c) tiene de decidir
d) tuvo que decidir
e) debe
6.- La expresión “de hecho”(li. 29) equivale a equivale a
a) en efecto
b) por principio
c) a regañadientes
d) menudo
e) a hurtadillas
7.- Es posible cambiar sin alterar el sentido del texto
a) parco (li.5) x desvastador
b) aporta (li.13) x imita
c) el reto (li.18) x la duda
d) añadió (li.18) x reclamó

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e) rechazan (li.19) x rehusan

VOCABULÁRIO DO SIMULADO
(1) parco = modesto, pequeno
(2) revaluado = valorizado
(3) tipo = taxa, alícuota
(4) aporta = contribui
(5) reto = desafio
(6) añadió = acrescentou
(7) sin embargo = no entanto
(8) rechazar = recusar
(9) de hecho = de fato
(10) paulatina = gradual
(11) aflojar = flexibilizar
(12) a menudo = freqüentemente
(13) merma = diminuição
(14) agujero = buraco, déficit
(15) menudo = pequeno
(16) entredicho = ploêmica, discução

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO


Questão 1
LETRA C: O enunciado só pede o que Greenspan declarou. As
outras alternativas ou não são ditas por Greenspan ou são
informações discordantes ou não mencionadas no texto.

Questão 2
LETRA B: Greenspan avisa que a mudança cambial na China não
dará alteração importante no déficit fiscal norte-americano. As
alternativas mencionam o Yuan em evolução (devaluación) contrária
a do texto (revaluación)

Questão 3
LETRA E: a relação comercial mencionada descreve um superávit
comercial de China de US$160 bilhões, o que equivale a um déficit
comercial de E.Unidos do mesmo número. Esse déficit comercial
com China representa ¼ do déficit comercial total de E.Unidos.

Questão 4
LETRA D : as posições de Greenspan e Trichet são coincidentes,
não opostas. As autoridades chinesas recusam que vão mudar o
câmbio por pressão dos paises ocidentais, mas reconhecem que ele
vá ser alterado.

Questão 5

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LETRA E: as alternativas A e C são estruturas inexistentes em
espanhol. As alternativas B e D estão em tempo verbal diferente do
que aparece no texto ( Presente del Indicativo)

Questão 6
LETRA A: as expressões “de hecho”e “em efecto” são nexos que
permitem explicar um conceito mencionado, através de fatos,
informações concretas, explicitamente.

Questão 7
LETRA E : rechaza = rehusa = expresa renuencia = es reacio

SIMULADO
(ASSUNTO CÂMBIO VERSÃO 2005)

01 CHINA.- Una nueva señal de apertura económica dio ayer el


02 Banco Popular de China (BPOC), al anunciar que permitirá que
03 la banda de oscilación diaria en el cambio entre su moneda
04 local, el yuan, y el resto de las divisas que no sean(1) el dólar
05 suba de 1,5 a 3%.
06 La medida, según los analistas internacionales, supone un paso
07 adicional en la liberalización del sistema cambiario de divisas
08 chino, aunque se mantendrá sin modificaciones la angosta(2)
09 banda de oscilación diaria permitida entre el dólar y el yuan, de
10 0,3%.
11 El BPOC hizo este anuncio poco antes de la reunión de
12 ministros de Finanzas del G-7 en Washington, en la que los
13 principales responsables macroeconómicos de China participan
14 como invitados, y donde se espera que los siete países más
15 desarrollados del mundo sigan presionando a Pekín para que
16 liberalice aún más el yuan.
17 En julio, el PBOC cedió a las presiones de gobiernos como el de
18 EE.UU., que se quejan de un yuan "artificialmente barato", y
19 accedió a una parcial liberalización de su moneda, que durante
20 años se mantuvo en torno a los 8,27 yuanes por dólar, pero
21 actualmente se sitúa en los 8,08 yuanes por dólar.
22 La máxima responsable de la Administración Estatal de Cambio
23 de Divisas china, Hu Xiaolian, destacó en declaraciones citadas
24 ayer por el diario "China Daily" que el Gobierno sólo
25 disminuirá "paulatinamente" su intervención en el mercado de
26 monedas extranjeras. Hu aseguró además que "todavía no se
27 sabe si la moneda china está realmente infravalorada", como
28 afirma EE.UU.
29 El banco emisor del país asiático afirmó que el objetivo de la
30 medida es "mantener el yuan básicamente estable, a un nivel
31 racional y equilibrado, haciendo que la moneda esté más
32 orientada al mercado".

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1.- En el texto se dice que China
a) está duplicando la relación cambial entre el yuan y el euro
b) está realizando una revaluación monetaria
c) estableció un coto mas dúctil entre su moneda y otras divisas
d) está dejando una oscilacion mayor del yuan en relación al
dólar
e) está promoviendo un ajuste entre el dólar y las otras divisas
2.- Según el texto , la banda de flotación entre yuan y dólar es
a) estrecha
b) riesgosa
c) peligrosa
d) larga
e) llana
3.- Según el texto, el G7 espera
a) que prevalezca el interés de los países en desarrollo en
materia cambial
b) que China sea más cautelosa en su política monetaria
c) que China continue siendo invitada a sus reuniones
d) que China continue presionando para obtener más libertad
monetaria
e) que cada miembro reitere presiones para lograr más
flexibilidad del yuan
4.- En el texto se dice
a) que hace poco, el dólar se devaluó ante el yuan
b) China no cede a presiones del G7
c) EEUU promueve una cotización artificial con el Yuan
d) China vive hace años oscilaciones cambiales por presiones
externas
e) EEUU cedió a las presiones internacionales para mover la
cotación del yuan
5.- Según el texto
a) no hay dos voces sobre la infravaloración del yuan
b) China cambiará con parsimonia la intervención sobre el yuan
c) China halaga las opiniones de EEUU sobre su moneda
d) China no tiene opinión sobre el precio de su moneda
e) las opiniones de EEUU y China son opuestas en relación a
política monetaria

6.- La expresión “todavía no se sabe” (li 26/27) equivale a


a) sin embargo no se conoce
b) no obstante se ignora
c) aún desconoce
d) aun no es informado
e) aún se ignora

7.- Es posible cambiar


I.- “Infravalorada” (li.27) x evaluada
II.- “accedió a”(li.19) x hizo acuerdo con

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III.- “mantuvo” (li.20) x confirmó
Son verdaderas
a) sólo I y II
b) sólo II y III
c) sólo I y III
d) sólo II
e) sólo III

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULAD0


Questão 1
LETRA C: o texto informa que China acaba de flexibilizar a
relação de sua moeda “yuan” com as outras divisas internacionais,
exceto com o dólar. Aumentar a banda de flutuação não significa
obrigatoriamente uma valorização formal da moeda.

Questão 2
LETRA A: o texto informa que a diferença da banda do yuan com o
euro é de 3% ,e a banda com o dólar é de 0.3%; portanto, mais
estreita.

Questão 3
LETRA E: o texto menciona um comunicado do G 7 no sentido
que espera que seus membros continuem pressionando China para
que ela continue liberando seu câmbio.

Questão 4
LETRA A : o texto menciona que em Julho de 2005, China cedeu
às pressões do G7 e valorizou seu Yuan em relação ao dólar.
Portanto, o dólar se desvalorizou frente ao Yuan em igual medida.

Questão 5
LETRA B: a responsável do B. Central chinês reconhece que a
evolução de suas intervenções sobre o yuan serão graduais, lentas,
com parcimônias. Cuidado, em outras alternativas (C, D. E) se usa a
expressão genérica de “política monetária” ou preço da moeda “que
são conceitos mais genéricos (inclui juros e emissão) do que política
cambial.

Questão 6
LETRA E: ela é a única correta. A alternativa B, que é muito
parecida, não tem a partícula “se”(pronome impessoal), que no caso
é importante. A chefa chinesa quis dizer que ninguém (expressão
impessoal)está em condições de saber se o yuan está realmente
sobrevalorizado.

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Questão 7
LETRA B: em espanhol, “acceder a” pode significar tanto “ter
acesso a” como “fazer acordo com” que é o caso neste texto. E o
Verbo “mantener” (manter) significa confirmar ditos anteriormente
manifestados. (ver referência à prova da ESAF e CONHECIMENTO
ESPECÍFICO 12)

REFERÊNCIA ÀS PROVAS DA ESAF


(técnico 2002/2)
...La Sra. Noboa cree que el país deberá optar con negociar con
nuevos mercados para contrarrestar las pérdidas que le genera su
presencia en el grupo andino. Añadió, sin embargo que salir en
estos momentos...

22.- La palabra “añadió” en el texto, significa:

a) agregó
b) enfatizó
c) exhorto
d) sostuvo
e) marró

Gabarito letra A: as duas significam “acrescentou”.

(Auditor 2003)
....Lo más novedoso es, sin embargo, que la razón que se esgrimió
para este relajamiento adicional de la política monetaria......

30.- En el texto, la palabra “esgrimió” tiene el sentido de


a) constató
b) sostuvo
c) determinó
d) infirió
e) obtuvo

Gabarito letra B: as duas significam “argumentou”. “Esgrimir” é


verbo regular, por isso quando flexionado em Pretérito Indefinido, vá
acentuado no final (oxítona). Já o verbo “sostener” (sustentar) que é
derivado de “tener” em Pretérito Indefinido, é verbo irregular, sendo
sua prosódia, paroxítona.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 12
A partir de 2000, as provas de Espanhol passaram a ser todas elas
montadas sobre notícias de jornais escritos ou eletrônicos. Tais
notícias trazem com grande freqüência citações de autoridades
econômicas e políticas, públicas ou particulares. As citações, tanto
em estilo direto ou indireto são relatadas dentro de um texto redigido

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por jornalista, portanto se faz necessário o uso de verbos de
CITAÇÃO.
Os verbos para citações apresentam diferenças em relação a
- conteúdo informativo ou argumentativo
- ênfase
- reiteração
Vejamos uma tabela ilustrativa, com os verbos já em 3a. pessoa do
Pretérito Indefinido do Indicativo

Conteúdo informativo Conteúdo argumentativo Expressão enfática Adição o repetição


informó sostuvo enfatizó agregó
notició esgrimió subrayó añadió
señaló abogó hizo hincapié acotó
aseveró defendió instó reiteró
expresó argumentó conclamó mantuvo
dijo explicó exhortó confirmó
manifestó analizó
declaró evaluó
advirtió planteó

SIMULADO
(ASSUNTO VERSÃO 2005, VISÃO DOS EMERGENTES)

01 El presidente chileno Lagos aseguró ayer que el Banco Central


02 debe aplicar una política monetaria "cuidadosa", para evitar la
03 entrada masiva de dólares al país. Lagos sostuvo que si el
04 instituto emisor sube mucho la tasa de interés, podrían entrar
05 divisas "como si estuviéramos en Pascua"(1).
06 Lo que está detrás de las palabras del Primer Mandatario, si bien
07 no es un llamado a la intervención directa del Central, es
08 establecer su preocupación por el bajo precio que está teniendo
09 el dólar. Y a pesar de que precisó que el actual escenario ha
10 beneficiado a los consumidores -especialmente porque ha
11 amortiguado(2) el alto precio de los carburantes(3)-, lo que se
12 desprende de las palabras del Presidente es un claro "llamado"
13 al Banco Central para que no suba las tasas en demasía.
14 Lo probable es que este "llamado" sea seguido de otros
15 "llamados", especialmente de los sectores exportadores, para
16 que el instituto emisor no siga subiendo las tasas de interés al
17 ritmo que lo ha hecho.
18 Y la actuación del Banco Central no es otra cosa que ir en
19 resguardo de que se cumpla el rango(4) meta de inflación
20 establecido ante las incipientes presiones inflacionarias.
21 por lo tanto, cada vez parece más probable que, de mantenerse
22 las actuales condiciones, en los próximos meses el Banco
23 Central se deberá mover entre dos aguas: la inflación que lo
24 presionará para subir las tasas y las presiones de exportadores

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25 para que no las suba.
26 A lo largo de la historia de Chile se sacrificó siempre la inflación
27 en pos(5) de alguna buena causa. Los resultados terminaron
28 siendo nefastos. Sin embargo, la decisión que se tome
29 en los próximos meses, gracias a la autonomía del Banco
30 Central, no será por presiones políticas sino(6) por criterios
31 técnicos . Por lo que hoy, tras 15 años de existencia, parece
32 ser un buen momento para detenerse a pensar en todas las
33 ventajas que ha acarreado(7) tener un Banco Central autónomo.

1.- En el texto se dice que Lagos


a) está determinando la política de intereses en Chile
b) insta al instituto emisor a ralentir el incremento de los
intereses
c) determinó medidas para regular la entrada de dólares al país
d) presiona al Banco Central para influenciar en la tasa cambial
del país
e) no permitirá que el Banco Central promueva una entrada
libre de divisas.

2.- El texto afirma que la situación del dólar


a) dio aliento a la suba de los combustibles
b) viene dando aliento al desarrollo del sector exportador
c) viene siendo regulado a la baja por el Banco Central
d) motivó una intervención fuerte de Lagos en el Banco Central
e) viene contrarrestando el aumento mundial del crudo

3.- En el texto se dice que la actual política del Banco Central tiene
como meta
a) sintonizar con las necesidades del crecimiento de las
exportaciones
b) obedecer las determinaciones del presidente de la república
c) contener un repique(7) del costo de vida
d) proteger la relación de cambio de la moneda nacional
e) lograr defender su propia autonomía

4.- En relación al Banco Central el texto afirma que


a) su política reciente fue un desastre para el país
b) a lo largo de sus 15 años de existencia trajo ventajas al país
c) tendrá independencia para imponer sus criterios técnicos
d) no tendrá como dejar de atender a las presiones de las
máximas autoridades del país
e) es hora de desmantelar su excesiva autonomía

5.- La expresión “rango meta” (li.19) se refiere a


a) un porcentual a lograr
b) un dibujo a conseguir
c) un estilo a imponer
d) un comportamiento ciudadano
e) un desplome sectorial

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6.- La expresión “de mantenerse “ (li.21) equivale a
a) pese a que se mantuviesen
b) siempre y cuando se mantengan
c) sin embargo se mantienen
d) aunque se mantengan
e) dado que se mantienen

7.- La expresión “por lo tanto” (li 21) podría ser sustituída sin
alteración de sentido por
a) sin embargo
b) por mucho que
c) mientras
d) de ahí que
e) todavía

8.- Determina si Verdadero o Falso


I.- Es posible cambiar sin alterar el sentido “sostuvo” por “añadió”
II.- Es posible cambiar “en demasía” por “a hurtadillas”
III.- Es posible cambiar “banda de oscilación” x “faja de flotación”
IV.- Es posible cambiar “ha acarreado” x “produjo”

a) FFVV
b) FVFV
c) VFVF
d) FVFF
e) FFVF

VOCABULÁRIO DO SIMULADO
(1) como em Páscua = em grande quantidade
(2) amortiguado = amortecido, suavizado
(3) carburantes = combustíveis
(4) rango = categoria,nivel, hierarquia
(5) sino = e sim
(6) acarreado = acarretado, produzido
(7) repique = rebrote
(8) ralentir = desacelerar

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO


Questão 1
LETRA B: como o presidente chileno não tem ingerência direta
sobre o Banco Central, ele se limita a pedir que ele diminua a
velocidade (ralentir) com que está subindo os juros. As outras
alternativas contêm expressões distorcidas, genéricas ou alheias ao
texto.

Questão 2
LETRA E: o texto explica que para os consumidores, a queda do
dólar favoreceu (contrabalançou) o aumento externo do preço do
petróleo.

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Questão 3
LETRA C: o texto esclarece que o objetivo do Banco Central do
Chile não é favorecer um setor específico ou obedecer ao presidente
da república e sim agir de forma a neutralizar um rebrote
inflacionário(repique del costo de vida), que ameaçaria o valor da
moeda chilena.

Questão 4
LETRA C: o texto esclarece que o Banco Central preserva sua
independência técnica na hora de tomar as decisões de política monetária
(juros e cambio). A alternativa B confunde a existência total do BC com a
existência como autônomo.

Questão 5
LETRA A: “rango” é um percentual de inflação anual a conseguir.
“Dibujo”é desenho e ‘desplome” é despenque.

Questão 6
LETRA B: a expressão ‘de mantenerse” tem caráter condicional.
As outras expressões “aunque”e “pese a” são concessivas; “dado
que” é causal e “sin embargo”é adversativa.

Questão 7
LETRA D: “por lo tanto” é nexo consecutivo como “de ahí que”. Os
outros são advérbios ou locuções adversativas

Questão 8
LETRA A: “sostuvo” indica argumentación y “añadió”, adición. A
expressão “a hurtadillas” significa furtivamente.

LECTURAS COMPLEMENTARES

Texto 1 : CAMBIO (7/9/05)

Cada cierto tiempo, un exportador le hacía a un analista bancario la


misma pregunta: "¿Cómo está el dólar?" Venía sufriendo la baja del
tipo de cambio desde que estaba en $700. "Ahora sí que no puede
bajar más", le dijo cuando llegó a $650. Una frase que también
repitió varias veces, con un tono cada vez más angustiado, a medida
que la divisa seguía cayendo. "¿Cómo está el dolor?", le preguntó la
última vez. ¿Qué?... Efectivamente, para él ya no era el dólar, era 'el
dolor'. Era un verdadero karma que no lo dejaba en paz.
Pero pese a que el tipo de cambio se ha vuelto una pesadilla para
algunos exportadores, la mayoría de los actores coinciden en que

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este sector ha reclamado menos que antes. Es cierto que les han
pedido a las autoridades de gobierno que hagan algo al respecto, e
incluso algunos le han pegado "palos" al Banco Central para que
intervenga en algún momento, pero en general de manera menos
confrontacional que antes.
Las interpretaciones son diferentes. Unos dicen que los
exportadores no han alegado mucho, porque saben que el Gobierno
no ha dado ni va a dar pie para una discusión como ésta, al menos
en términos de intervenir el mercado cambiario. El ministro Nicolás
Eyzaguirre ha cerrado la puerta ante esta posibilidad.
Otros explican que a muchos exportadores la baja del dólar no los
pilló tan desprevenidos. Esto se debe a que actualmente existe cada
vez más conciencia de que hay mecanismos de cobertura cambiaria
y más actores los utilizan. Pero principalmente las empresas más
grandes, porque el resto está bastante indefensa.
Aunque no existen cifras oficiales respecto del uso de cobertura
cambiaria, según estimaciones de la industria exportadora, sólo el
12% de los exportadores cuenta con ellas.
¿Por qué muchas empresas no están optando por seguros de
cambio, pese a las insistencias del Gobierno que ha advertido que
los tomen y no le vengan a pedir medidas después?
Pero para los exportadores no se trata de llorar o no llorar.
La cosa no es tan fácil. Porque, si bien puede ser una buena
solución para las grandes empresas, a quienes exportan bajo los
US$ 50.000 no les resulta muy conveniente, considerando el costo
en relación con el riesgo, comenta un alto ejecutivo de una
asociación exportadora.
José Ramón Valente, socio de Econsult, explica que en los últimos 5
años ha habido un incremento significativo en el uso de cobertura
cambiaria.
Desde que se permitió que el tipo de cambio flotara libremente,
estos seguros de cambio han ido agarrando vuelo. Valente explica
que además influye el hecho de que los ciclos de dirección de tipo
de cambio son más cortos que antes.
"Las autoridades han sido bastante explícitas con el tema,
especialmente con los exportadores, han puesto el tema en la mesa,
por lo que nadie puede decir que la baja del dólar lo pilló
desprevenido", afirma Juan Pablo Echeverría, de Citigroup.
Él percibe que, aunque existe mayor conciencia de la necesidad de
cubrir riesgos cambiarios, es necesario que estos instrumentos se
sigan masificando. La integración de los mercados financieros hace
indispensable manejar estos riesgos, y el mercado financiero local
ofrece distintas alternativas de cobertura para hacerlo.

Texto 2
CÂMBIO
El 10 de agosto último, tres semanas después de que China
abandonó su apego de una década al dólar y se movió hacia una
flotación manejada del yuan en contra de una canasta de monedas,
Zhou Xiaochuan, el gobernador del Banco de las Personas de
China, reveló cuáles eran las monedas que contenía la canasta.

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Esto fue una sorpresa. Singapur, que ha operado con un sistema
similar desde los 80, nunca ha dado ese paso. De todas formas, la
apertura de China tiene límites: mantener en secreto el peso que
tiene cada una de esas monedas.
Zhou señaló que el dólar, el yen, el euro y el won de Corea del Sur
tenían el mayor peso, pero que la canasta también incluía las
monedas de Singapur, Inglaterra, Malasia, Rusia, Australia,
Tailandia y Canadá.
Los dólares de Hong Kong y Taiwán están conspicuamente
ausentes. Incluso así, la canasta es más amplia de lo esperado.
La mayoría de los analistas había apostado que sólo serían el dólar,
el yen y el euro.
La elección de las monedas (y presumiblemente también sus
pesos), dijo Zhou, dependían no sólo de los patrones comerciales de
China, sino también de las fuentes de su inversión extranjera directa
y la composición de monedas de su deuda.
Stephen Jen, un economista de Morgan Stanley, ha tratado de
estimar los pesos.
Usando una valoración promedio del comercio de China y su
inversión extranjera directa, él adivina que el dólar tiene un peso de
43%, el yen 18% y el euro 14%.
Esto incorpora un mayor peso del dólar como forma de reflejar la
importancia de Hong Kong y Taiwán.
El dólar de Hong Kong está fijo al billete verde y todas las
transacciones entre China y Taiwán son en dólares.
Aún no está claro cómo operará realmente el sistema. En teoría, si
el dólar cae en relación a otras monedas, el Banco de las Personas
de China podría dejar que el yuan se elevara en contra del dólar
para poder sostener el valor total de la canasta estable. Pero eso
está a discreción del banco central.
De todas formas, si el régimen se hubiera introducido en enero,
cuando el dólar se elevó en contra de las otras monedas, el yuan
habría caído en relación al dólar, lo que difícilmente habría
complacido al Congreso de Estados Unidos.
China también anunció esta semana una futura liberalización del
comercio de cambio extranjero, permitiendo que entidades no
bancarias comercien en el mercado spot y que más bancos
conduzcan el comercio de futuros.
Los swaps de monedas también serán introducidos en el mercado
interno.
as reformas están diseñadas para hacer más líquido el mercado
doméstico de cambio extranjero.
Eso va a permitir que los bancos y las empresas sean cautelosos de
los riesgos y también les ayudará a manejar las incertezas que
siguieron al fin del yuan fijo al dólar.

Texto 3
CÂMBIO
El 10 de agosto último, tres semanas después de que China
abandonó su apego de una década al dólar y se movió hacia una
flotación manejada del yuan en contra de una canasta de monedas,

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Zhou Xiaochuan, el gobernador del Banco de las Personas de
China, reveló cuáles eran las monedas que contenía la canasta.
Esto fue una sorpresa. Singapur, que ha operado con un sistema
similar desde los 80, nunca ha dado ese paso. De todas formas, la
apertura de China tiene límites: mantener en secreto el peso que
tiene cada una de esas monedas.
Zhou señaló que el dólar, el yen, el euro y el won de Corea del Sur
tenían el mayor peso, pero que la canasta también incluía las
monedas de Singapur, Inglaterra, Malasia, Rusia, Australia,
Tailandia y Canadá.
Los dólares de Hong Kong y Taiwán están conspicuamente
ausentes. Incluso así, la canasta es más amplia de lo esperado.
La mayoría de los analistas había apostado que sólo serían el dólar,
el yen y el euro.
La elección de las monedas (y presumiblemente también sus
pesos), dijo Zhou, dependían no sólo de los patrones comerciales de
China, sino también de las fuentes de su inversión extranjera directa
y la composición de monedas de su deuda.
Stephen Jen, un economista de Morgan Stanley, ha tratado de
estimar los pesos.
Usando una valoración promedio del comercio de China y su
inversión extranjera directa, él adivina que el dólar tiene un peso de
43%, el yen 18% y el euro 14%.
Esto incorpora un mayor peso del dólar como forma de reflejar la
importancia de Hong Kong y Taiwán.
El dólar de Hong Kong está fijo al billete verde y todas las
transacciones entre China y Taiwán son en dólares.
Aún no está claro cómo operará realmente el sistema. En teoría, si
el dólar cae en relación a otras monedas, el Banco de las Personas
de China podría dejar que el yuan se elevara en contra del dólar
para poder sostener el valor total de la canasta estable. Pero eso
está a discreción del banco central.
De todas formas, si el régimen se hubiera introducido en enero,
cuando el dólar se elevó en contra de las otras monedas, el yuan
habría caído en relación al dólar, lo que difícilmente habría
complacido al Congreso de Estados Unidos.
China también anunció esta semana una futura liberalización del
comercio de cambio extranjero, permitiendo que entidades no
bancarias comercien en el mercado spot y que más bancos
conduzcan el comercio de futuros.
Los swaps de monedas también serán introducidos en el mercado
interno.
as reformas están diseñadas para hacer más líquido el mercado
doméstico de cambio extranjero.
Eso va a permitir que los bancos y las empresas sean cautelosos de
los riesgos y también les ayudará a manejar las incertezas que
siguieron al fin del yuan fijo al dólar.

Texto 4
CÂMBIO

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Si está sintiendo lo que sintió en 1996, la víspera de la crisis
financiera de Asia, no es el único. Es una cuestión importante que
no está recibiendo la suficiente consideración estos días. Puede que
resulte ser la mayor prueba de hasta qué punto Asia ha mejorado
desde la crisis financiera de 1997-1998, o de cuánto le falta
arreglar. Los pertinaces rumores de que China revaluará su
moneda están atrayendo capital al Asia. China y Hong Kong
soportan el grueso de la tendencia, aunque mercados como
Malasia, Singapur, Corea del Sur y Taiwán también han recibido
el inesperado flujo de capital especulativo.
La semana pasada, Hong Kong incluso dio el paso inusitado de
poner un límite al tipo de cambio de su moneda. Su objetivo era
disuadir a los especuladores de utilizar a Hong Kong como caballo
de Troya en algún tipo de apuesta sobre la revaluación china. El
problema es el siguiente: un cambio brusco en el flujo de fondos
podría ser un golpe importante para los mercados asiáticos. Esto
será especialmente así si los inversores piensan que los sistemas
financieros de la región aún presentan algunas de las debilidades de
mediados de los 90.
En todos los casos es posible que los inversores huyan de los
activos asiáticos a favor de economías más desarrolladas. Después
de todo, los mercados se están inflando artificialmente por
entradas de capital especulativo. Aunque Asia está creciendo y el
auge de China es muy positivo, los fondos de corto plazo podrían
huir a la menor decepción, lo cual torna vulnerable a la zona.
Una crisis como la de 1997 es altamente improbable. Desde
entonces, Asia ha reforzado sus sistemas financieros, reducido la
deuda en divisa, mejorado la transparencia y dado más
independencia a los bancos centrales. Las economías han
acumulado reservas de divisas récord para defenderse de la ira de
los mercados mundiales. Pero el esfuerzo de Asia para dejar de
depender de las exportaciones ha sido menos imponente. Las tasas
de crecimiento de la región aún dependen de las tendencias de
EE.UU. y, cada vez más, de China. Aunque todo va bien por ahora,
cualquier sorpresa de China podría provocar una estampida de
capital de Asia.

Texto 5
CÂMBIO

El Banco Central, por instrucción del ministro Lavagna, dispuso la


extensión a 12 meses del plazo mínimo de permanencia para las
divisas ingresadas a Argentina, que hasta ahora era de 6 meses.
Los economistas que más apoyan la medida enfatizan que ayudará
al Banco Central a sostener el tipo de cambio con un menor
esfuerzo del Banco Central. Es que si ingresaran capitales a mayor
ritmo que el actual, la autoridad monetaria se vería en una
encrucijada: o deja caer el tipo de cambio por la mayor oferta de
divisas, o deberá seguir emitiendo pesos a raudales para comprar
dólares.

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Tal emisión de pesos trae aparejado un riesgo inflacionario que es
importante, ya que se quiere evitar una ralentización de la actividad
económica mucho mayor que la que podría tolerarse. Los críticos,
sin embargo, aducen que el Gobierno exagera con el ingreso de
capitales que —en teoría— inundaría el país una vez que los nuevos
bonos sean acreditados a los acreedores que aceptaron el canje y
se haya dejado atrás el default. Los temores son un tanto infundados
ya que formalmente el default puede haber sido superado, pero en
los hechos la Argentina seguirá siendo considerada un país en
cesación de pagos, toda vez que quedan unos US$ 22.000 millones
de la deuda vieja cuyos tenedores decidieron no acceder al canje y
por lo tanto seguirán figurando como impagos.
Sin embargo, lo que tanto el ministro Lavagna como el titular del
Banco Central saben, es que los bancos de inversión extranjeros
son capaces de generar burbujas financieras de la nada, ya que su
negocio pasa, en épocas de vacas flacas, por vender lo invendible.
Más aún al considerar que la mayor tentación que tienen los
extranjeros es aprovechar una segura caída en el tipo de cambio
real. Es decir, que quien ingrese capitales podrá hacerlo para sacar
rédito a la inflación argentina, que será mayor que la devaluación del
peso. En una suerte de juego perverso, los capitales que ingresan
obligan al Central a emitir pesos, incrementando a su vez las
chances de una mayor inflación y volviendo a incentivar nuevos
ingresos de fondos. Un círculo perverso que puede generarse de
buenas a primera aun en un país que despierta poca confianza al
inversor moderado.

Buen estudio y hasta la próxima!

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AULA 5
Hola amigos!
Selecionamos para nossa aula de hoje comentários de provas e simulados
que se relacionam com um assunto muito caro à banca da ESAF: as
reformas tributárias. É um tema bastante polêmico. Por um lado, as
empresas e os cidadãos se queixam amargamente das repetidas alterações e
complexidades da política tributária. Por outro lado, a máquina arrecadadora
faz uma corrida contra o tempo, buscando se adaptar às mudanças
vertiginosas do mundo moderno para enfrentar fraudes e evasão, e também
buscando racionalizar e enxugar custos para diminuir o peso da burocracia
nas contas públicas.
É paradoxal que, tendo como se têm abundante informação sobre iniciativas
tributárias em conflito com a lei maior (ver texto de prova a seguir) o
executivo brasileiro continue a receber “zurras” como a que recebeu do
Supremo Tribunal Federal em relação à cobrança indevida ou malfeita do
PIS –Cofins. (ou será que foi bom negócio para o caixa desta
administração?)

Referência à prova de 2003

Impuesto legal?

La Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) declaró


insconstitucional el Impuesto Sustitutivo del Crédito al Salario
(ISCS) por violar el precepto(1) de equidad(2) tributaria; de ahí que se
concedieran(3)los amparos(4) a las empresas que se habían
inconformado contra la Secretaría de Hacienda por la aplicación de
ese tributo. Sin embargo, solamente las empresas que tramiten
dicho juicio de garantías serán beneficiadas con la exención(5)del
pago y la devolución de los impuestos pagados.

Pese a(6) lo anterior, a solicitud de la Secretaría de Hacienda, El


Congreso de la Unión no sólo mantuvo vigente el impuesto para este
año, sino(7) que además lo incrementó del 3 al 4 por ciento, por lo
que fueron promovidos nuevos amparos contra el gravamen, que ya
había sido impugnado en varios estados del país

El ICSC lo pagan los patronos que realizan erogaciones(8) por


concepto de salarios, con excepción de aquellos empleadores que
opten por asumir el costo del crédito al salario, un estímulo otorgado
a los trabajadores a los que se le retiene el Impuesto sobre la Renta.
Si elige pagar el ISCS. La empresa tiene que sumar todas las
erogaciones que haya realizado durante un año por salarios, sin(9)
contar cuotas de seguridad social y sobre esa cifra, aplicar la tasa
del 4 por ciento para calcularlo.

28.- En el texto, la expresión “de ahí que” significa

a) a lo mejor (10)

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b) por eso
c) sin embargo
d) de otro modo
e) en cambio(11)

29.- Según el texto, la decisión de la SCJN:

a) obedece a presiones de la Secretaria de Hacienda


b) coincide con la acción del legislativo
c) garantiza la devolución inmediata de los impuestos pagos
d) pone coto(12) a la infracción de una disposición
e) beneficia a los jubilados(13)

30.- De acuerdo con el texto, el ISCS:

a) es un estímulo a la creación de empleos


b) lo pagan todos los empleadores
c) fue incrementado en 3 ó(14) 4 por ciento
d) incluye las tasas de seguridad social
e) refleja discrepancias entre los poderes de la Nación

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) precepto = princípio, mandamento
(2) equidad = igualdade , isonomia
(3) concedieran = concedessem
(4) amparo = liminar, proteção legal
(5) exención= isenção
(6) Pese a = a pesar de
(7) sino = mas
(8) erogaciones = gastos, despesas
(9) sin = sem
(10) a lo mejor = talvez
(11) em cambio = ao contrário
(12) pone coto = põe limite, fim
(13) jubilados = aposentados
(14) ó = ou

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA

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Questão 28
LETRA B: a locução “”de ahí que” tem função de conjunção (nexo)
de caráter consecutivo. Esta locução somente poderia ser
substituída por outra com igual significado:
“por eso”, “por ello”, “por lo tanto”, “conque”. Observa que a
construção da questão 28 não se enquadra no que o edital chama
simplesmente de “interpretação de texto”. Ë apenas uma questão de
vocabulário gramatical, cada vez mais presente nas provas da
ESAF. Isto sugere como dica ampliar o estudo para as outras
famílias de conjunções (Ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 13)
que o autor tem usado menos nas alternativas verdadeiras nos
últimos anos.

Questão 29
LETRA E: o autor aplicou aqui um dos princípios que ele mais
utiliza para interpretação de texto: um enunciado de Igualdade
Semântica, trocando três segmentos do parágrafo inicial por
sinônimos:
Declara inconstitucional (pone límite a) un impuesto que viola (una
infracción) un precepto (una disposición).
As alternativas A,B, e D apresentam informações contraditórias com
o texto. A alternativa C apresenta informações mais próximas do
texto, porém a igualdade semântica ficou quebrada pela expressão
“inmediata” que não tem no texto, e porque as garantias serão
reconhecidas somente a quem entra em juízo.

Questão 30
LETRA E: o autor montou aqui uma alternativa verdadeira tomando
como base o procedimento interpretativo da inferência (dedução
lógica). Da leitura do 2o. parágrafo é possível deduzir que se as
posições dos Poderes estão em confronto, elas revelam
discordâncias de interesses. No caso, Suprema Corte (P.Judicial)
vs. Fazenda(Poder Executivo) e Congresso.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 13
As conjunções adversativas são de caráter coordenativo, ou
seja, ligam orações de igual valor ou importância semântica.
Observa 5 conjunções ou locuções que se usam de forma
análoga:

Las empresas off-shore fueron prohibidas pero las británicas no.

Las empresas off-shore fueron prohibidas mas las británicas no.

Las empresas off-shore fueron prohibidas sin embargo las


británicas no.

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Las empresas off-shore fueron prohibidas no obstante las británicas
no.

Las empresas off-shore fueron prohibidas en cambio las británicas


no.

Existe outra conjunção adversativa que não pode ser


confundida com as anteriores porque tem função “corretiva” ou
“inclusiva”: sino

La EU no tolerará paraísos fiscales sino que los combatirá


(correctiva)

La UE no sólo criticó al Reino Unido sino que lo obligó a dar fin al


paraíso fiscal. (inclusiva)

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 14
As conjunções concessivas têm bastante chance de reaparecer
na próxima prova da ESAF. Se elas não forem destacadas como
“questões”, de qualquer maneira têm um efeito muito
importante na compreensão de orações complexas ou conexão
entre parágrafos.

As Conjunções Concessivas estabelecem uma Conexão


Subordinativa: uma Oração Subordinada funciona como restrição
que não impede (concede) a Principalidade da outra oração.

R.Unido mantuvo el paraíso fiscal aunque había ley prohibiéndolo.


Oração principal oração subordinada

As conjunções concessivas permitem o deslocamento para início da oração,


colocando uma vírgula no final da oração subordinada:

aunque había ley prohibiéndolo, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

A conjunção “aunque” (embora, ainda que) tem várias alternativas


de troca, algumas das quais, as vezes, exigem ajustes na oração:

Pese a que había ley prohibiéndolo, el R.Unido mantuvo el paraíso


fiscal

Pese a haber ley prohibiéndolo, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

Si bien había ley prohibiéndolo, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

A pesar de que había ley prohibiéndolo, el R.Unido mantuvo el


paraíso fiscal

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Aún cuando había ley prohibiéndolo, el R.Unido mantuvo el paraíso


fiscal

Mismo que había ley prohibiéndolo, el R.Unido mantuvo el


paraíso fiscal

SIMULADO 12
01 El proyecto de reforma tributaria que el gobierno presentará al
02 Parlamento en los primeros meses de 2006 incluirá una gran
03 dosis de cautela(1) fiscal, por lo tanto el gobierno se podría
04 (2)tomar su tiempo para efectivizar la (3)rebaja de impuestos

05 anunciada de forma de no perder recaudación. En este


06 momento, varios de los técnicos convocados por Economía para
07 proponer una nueva estructura impositiva, cuyo eje(4) sería la
08 imposición (5)de la renta del ciudadano, analizan el costo de las
09 modificaciones y, dadas las restricciones fiscales que enfrentará
10 el gobierno (6)al menos hasta 2007, estaría en (7)duda el alcance
11 de las bajas originalmente previstas para impuestos como el que
12 grava la Renta de Industria y Comercio que hoy está en 30%
13 luego de subir hasta 35% durante la crisis financiera de 2002.
14 Es casi un hecho(8) que en el proyecto de ley que enviará al
15 Parlamento en los primeros meses del año que viene, el
16 gobierno disponga de un mecanismo que le dé margen para
17 introducir ajustes, para arriba o para abajo, en los cambios
18 impositivos en función de la marcha de la recaudación.
19 RENTA. Los integrantes de la comisión y consultores del Banco
20 Interamericano de Desarrollo (BID), Alberto Barreix y Jerónimo
21 Roca propusieron un sistema de franjas(9) para la aplicación del
22 Impuesto a la Renta de las Personas Físicas (IRPF) con una
23 tasa máxima de 20%, aunque todavía no existe una definición
24 política ni técnica sobre si ese será el techo(10) del impuesto. En
25 Estados unidos este gravamen paga una alícuota de 40% y en
26 algunos países europeos llega hasta el 70% de los ingresos de
27 los contribuyentes.
28 A pesar de que existen posiciones favorables a una tasa única,
29 la mayoría de los expertos(11) defiende la aplicación de tasas
30 progresivas. También se mostraron contrarios a que se puedan
31 realizar deducciones del pago del IRPF, aunque existen otros
32 especialistas que consideran que eso ayudaría a formalizar la
33 economía.
1.- En el texto se dice que
a) el gobierno ha decidido cancelar la reforma tributaria para no
perder recaudación
b) el gobierno aplazaría(12) el ya anunciado recorte de
gravámenes
c) tal vez el gobierno presente una reforma tributaria al
parlamento

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d) el gobierno colige(13) anunciar un recorte de los impuestos
e) el gobierno será muy conservador en el actual ejercicio fiscal
2.-En relación a la reforma que el gobierno se plantea, el texto dice
que
a) los técnicos no están convencidos sobre la tributación de la
persona física
b) se plantea(14) volver a un 30% del IR sobre comercio e
industria
c) hay dudas sobre si habrá restricciones tributarias en los
próximos años
d) la reforma estaría centralizada en la tributación de los
ingresos individuales
e) los técnicos rechazan cualquier cambio de costos en la
estructura impositiva
3.- En relación a la reforma es indudable que
a) el gobierno quiere ductilidad(15) en los mecanismos
impositivos
b) el gobierno quiere mover para arriba o para abajo la
recaudación
c) quizás el gobierno envíe una reforma al inicio de 2006
d) si el gobierno enviara una reforma, lo haría en 2006
e) el Parlamento quiere disponer de un mecanismo para ajustar
la reforma tributaria
4.- En relación al futuro IRPF el texto dice que
a) los jerarcas del gobierno piensan en un techo de 20%
b) la posición de rechazar deducciones es minoritaria
c) la mayoría de los técnicos propone progresión a partir de
20%
d) la mayoría de los técnicos quiere que se incluyan deduciones
e) la posición de tasa única es minoritaria

5.-Determina si verdadero o falso


I.- es posible cambiar “cautela” (li.3) por “registro”
II.- es posible cambiar “restricciones” (li.9) por “exoneraciones”
III.- es posible cambiar “hoy” (li 12) por “a la fecha”
IV – es posible cambiar “por lo tanto”(li.3) por “de ahí que”
a) F V F V
b) F F V V
c) V F V F
d) V F V V
e) F V V V

6.-La expresión “al menos hasta 2007”(li 09) podría ser sustituida por
a) excepto en 2007
b) salvo en 2007
c) de 2007 en delante
d) aún menos en 2007
e) en 2006 e aun 2007

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7.- La expresión “es casi un hecho “ (li.14) equivale a
a) es casi intangible (16)
b) es casi insondable (17)
c) es casi indefectible (18)
d) es casi ininteligible (19)
e) es casi desechable (20)

VOCABULÁRIO DO SIMULADO
(1) cautela = cuidado
(2) tomar su tiempo = demorar
(3) rebaja = reducir
(4) eje =eixo
(5) imposición = tributação
(6) al menos = no mínimo
(7) duda = dúvida
(8) hecho = fato
(9) franjas = faixas
(10) techo = teto
(11) expertos = especialistas
(12) aplazaría = adiaria
(13) colige = pensa
(14) plantea = propõe
(15) ductilidad = flexibilidade
(16) intangible = intocável
(17) insondable =
(18) indefectible = indefectível = que não pode falhar
(19) ininteligible = incomprensível
(20) desechable = descartável

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO

Questão 1
LETRA B: a expressão “tomar su tiempo”indica demorar-se,
portanto, equivale a “aplazar”, adiar, postergar para examinar a
prometida redução de impostos para o exercício fiscal seguinte, não
o atual.

Questão 2
LETRA D: o texto informa que o “eixo” da reforma será a tributação
sobre a renda individual

Questão 3
LETRA A: o texto afirma que o governo quer um mecanismo
(flexibilidade = ductilidade) que lhe permita fazer ajustes conforme o
andamento da arrecadação.

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Questão 4
LETRA B: dentro do governo, a mesma maioria que defende a
aplicação de taxas progressivas está contra a aplicação de
deduções.

Questão 5:
LETRA B: só as alternativas III e IV são sinônimas: “a la fecha”é
contração de “na data de hoje”; as duas locuções da VI são
consecutivas e sinônimas.

Questão 6:
LETRA E: a expressão do enunciado equivale a “pelo menos até
2007”, portanto inclui 2006 e “aun” (até) 2007

Questão 7:
LETRA C : a expressão “es casi um hecho” equivale a que “no
debe fallar”, ou em outras palavras: é indefectível. É uma expressão
que indica certeza quase absoluta do que está por acontecer, no
caso, o envio da reforma tributária ao Congresso.

REFERÊNCIA À PROVA DE 2003


Tributo Peruano

El punto más controvertido de la reforma tributaria peruana es el


relacionado al impuesto a las Transacciones Bancarias (ITB), no
sólo por la férrea(1) oposición de los gremios empresariales, sino(2) y
sobre todo por la resistencia de un sector ministerial.

Aunque(3) el Ministerio de Economía y Finanzas (MEF) aceptaría que


el nivel del gravamen a las transacciones empezara(4) con una tasa
de 1,5 soles por cada 1000, para ir cayendo progresivamente hasta(5)
quedar en 0,5, los ministros de Transporte y de Producción se han
mostrados reacios(6). Sin embargo, esta posición cambiaría(7) si
dentro de las excepciones que se darán con este tributo, se incluye
el pago de algunos servicios públicos como el telefónico y el
pesquero, un pedido que aún(8) no ha sido(9) aceptado.

La premier(10) peruana es conciente de la repercusión del ITB y está


secundada por los titulares de Economía y Finanzas y de Energía y
Minas, para quienes, el impuesto es la piedra angular de la reforma
tributaria. No obstante, tienen temores – y también de la Banca (que
ya estudia presentar una acción de inconstitucionalidad contra el
ITB) - de que el tributo sea bloqueado o, en el peor de los casos,
disminuído, y no tenga el impacto esperado en la recaudación. Ya se
han aprobado doce excepciones para intentar satisfacer algunos
sectores.

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La Cámara de Comercio de Lima anunció que si el gobierno insiste


en el citado impuesto, estudiará la posibilidad de interponer acción
de inconstitucionalidad, por atentar contra la libre elección de los
usuarios y clientes.
(el expreso 26/11/03)

24.- En el texto se dice que el ITB

a) tiene el respaldo del gobierno local


b) ha dividido al sector bancario
c) lo rechazan(12) sectores dentro y fuera del gobierno
d) cuenta con la anuencia(11) del empresariado
e) compromete al comercio exterior peruano

25.- De acuerdo con el texto, los ministros de Economía y Finanzas


y de Energía y Minas:

a) se oponen al ITB
b) aceptarían una implantación gradual del ITB
c) suceden a la premier peruana en la jerarquía de poder
d) temen la reacción de los Bancos
e) apoyarían el ITB con algunas condiciones

26.- Según el texto, la manera en que se ha negociado el ITB

a) ha sido intransigente
b) satisface los intereses de todos los sectores
c) coloca en entredicho el propio motivo de su creación
d) favorece a los servicios públicos
e) se ha declarado inconstitucional

27.- En el texto la expresión “se han mostrado reacios” significa que


han

a) hecho patente(12) su renuencia


b) dado muestras de comprensión
c) reaccionado con lenidad(13)
d) criticado con vehemencia
e) manifestado recelos(14)

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) férrea = ferrenha
(2) sino = mas
(3) aunque = embora
(4) empezara =começasse
(5) hasta = até
(6) reacios = contrarios
(7) cambiaría = mudaria
(8) aún = ainda
(9) ha sido = foi

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(10) premier = primeira ministra
(11) anuencia = concordância
(12) patente = evidente
(13) lenidad = compreensão
(14) recelos = receios

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 24
LETRA C: temos novamente aqui uma questão de inferência,
relacionamento lógico entre informações diversas: o texto descreve
primeiro que há um setor ministerial contra o ITB; em outra parte
descreve posições contrárias também em meios empresariais.
Portanto é correta a definição de que há oposição dentro e fora do
governo. As alternativas A,B e D são explicitamente contraditórias
com informações do texto. O assunto da alternativa E sequer é
mencionado no texto.

Questão 25
LETRA D: a alternativa é quase textual, mas aparece desfigurada
por causa dos travessões e parênteses. A montagem é muito
ardilosa a partir do próprio enunciado que, cita restritivamente dois
ministros que, dentro do texto, uma vez aparecem juntos e em outra
separados. A alternativa B, vale só para o ministro de Economia. A
alternativa E, vale para outros ministros diferentes daqueles do
enunciado. A alternativa A nenhum dos dois ministros afirma isso. A
alternativa C é um trocadilho com a palavra “secundada” que em
esse contexto quer dizer acompanhada.

Questão 26
LETRA C : questão confirmada através de uma inferência muito
indireta. É possível afirmar que só da para marcar esta alternativa
por causa de erros grandes nas outras. Letra A : não foi
intransigente porque fez 12 concessões. Letra B: há muitos setores
insatisfeitos. Letra D: há dois setores públicos que pedem isenção e
não foram atendidos. Letra E há uma ameaça de pedir
inconstitucionalidade, ainda não concretizada.

Questão 27
LETRA A : questão bastante gramaticalizada. O particípio
“hecho”(feito) é o único irregular das 5 alternativas, mas é o único
que forma com o resto “patente” =a muestra + “renuencia” (reacio =
reacción contraria). As outras alternativas, se bem eram atrativas
(todas terminavam em “ado” como o particípio do enunciado) têm
complementos que não são sinônimos de “reacios”. A alternativa D
extrapola no sentido da oposição verbal veemente, atributo que não
consta no texto.

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SIMULADO 13
01 El Tribunal de Justicia de la Unión Europea dictaminó ayer un
02 fallo (1)que condena al Reino Unido por contravenir en su
03 colonia Gibraltar la obligación de facilitar los datos fiscales que
04 las autoridades de un país le pidan sobre inversiones hechas(2)
05 en su territorio y también la obligación de informar las
06 operaciones intracomunitarias. Ésta es una directiva que el
07 Reino Unido ha vulnerado(3) desde 1977. Según esa directiva,
08 cuya finalidad es atajar(4) la evasión y la estafa(5) fiscal, cualquier
09 estado de la UE puede pedir a otro datos que permitan la
10 liquidación correcta de impuestos de sus ciudadanos. También
11 establece que no se requiere un mandato judicial para que se
12 aporte la información y aun se incluye la obligación de
13 intercambiar trimestralmente, de forma automática los datos
14 sobre operaciones intracomunitarias.
15 El Reino Unido había logrado(6) en 1973, cuando hizo su
16 adhesión al tratado comunitario,que Gibraltar quedase(7) fuera de
17 la armonización fiscal, así como del espacio aduanero
18 comunitario.
19 De ahí que Londres considerara que la directiva de 1977 no era
20 aplicable al Peñon. La Comisión Europea denunció el caso ante
21 el Tribunal de Justicia de la UE y los jueces dan ahora la razón a
22 Bruselas dictaminando que Gibraltar debe cumplir las mismas
23 normas que el resto.
24 Gibraltar ha sorteado(8) sistemáticamente la normativa impositiva
25 de la UE transformándose en un paraíso fiscal. Ahora, tras años
26 de batalla, Londres ha aceptado abolir las ventajas fiscales que
27 disfrutan las casi 9.000 empresas extranjeras radicadas en el
28 Peñon que funcionan en régimen off-shore(9). De acuerdo al fallo,
29 este régimen terminará de forma progresiva en cinco años. Los
30 jueces precisan dirimir(10) todavía sobre las ventajas fiscales de
31 que disfrutan el resto de empresas de Gibraltar,(unas 20.000), y
32 que distorsionan la competencia(11) en el mercado único europeo.

1.- En el texto se dice que


a) El tribunal de Justicia evalua eventuales sanciones al Reino
Unido por cuestiones fiscales
b) Un Tribunal Europeo aplicará sanciones a Gibraltar por sus
fallas fiscales con Reino Unido
c) La Justicia de la UE sugiere al Reino Unido que asuma la
responsabilidad de sus colonias
d) El Tribunal Judicial de la UE encuadra a Gibraltar en la
normativa de sus países miembros
e) El Reino Unido es llamado a normalizar su información
tributaria con Gibraltar

2.- En el texto se dice que


a) desde hace casi 30 años Londres viene intentado impedir la
evasión fiscal en Gibraltar

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b) la normativa fiscal de la UE permitía que Gibraltar fuera un
paraíso fiscal
c) Londres quiso extender la ventaja fiscal de Gibraltar que
recibió al entrar en la UE
d) Reino Unido desobedece la normativa comunitaria sobre
Gibraltar desde 1973
e) Gibraltar ha venido operando con arreglo a las reglas
impositivas de la UE

3.- En el texto se dice que una normativa impositiva de la Unión


Europea
a) ha sido rechazada por el Reino Unido desde 1977
b) no fue completamente aplicada a su territorio por Reino
Unido
c) fue desconocida por Gibraltar desde 1973
d) nunca fue aplicada por Londres desde 1977
e) no precisaba aplicarse a las colonias de sus países
miembros

4.- Según el texto, la directiva comunitaria sobre información fiscal


a) determina el tiempo en que la información de operaciones
intracomunitarias debe ser hecha
b) dictamina la información fiscal y las operaciones financieras
entre los países europeos
c) regimenta la comunicación intracomunitaria de la zona euro
d) determina la comunicación de operación comunitaria cuando
solicitada oficialmente
e) define para sí la prerrogativa de analizar la liquidación de
impuestos

5.- Según el fallo del Tribunal de Justicia


a) Londres abolirá todas las ventajas fiscales con que se
aprovechan sus empresas
b) las 9.000 empresas inglesas de Gibraltar tienen 5 años para
pagar los tributos debidos
c) aún no hay decisión sobre las ventajas impositivas de las
empresas británicas de Gibraltar
d) Londres aceptó abolir las ventajas de 29.000 empresa de
Gibraltar
e) las empresas británicas de Gibraltar sólo tendrán más 5 años
de exoneración fiscal

6.- La expresión “ha sorteado” de la línea 17 equivale a


a) había ocultado
b) ha reprobado
c) solía negar
d) evitara
e) eludió

7.- Determina si es verdadero o falso

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I .- la palabra “atajar”(li 8)equivale a encortar
II.- la palabra “aun” (li.12) equivale a “incluso”
III.- la palabra “tras”(li. 25) equivale a “hacia”
IV.- la expresión “de ahí”(li.19) equivale a “por ello”

La secuencia verdadera es
a) FFVV
b) FVFV
c) VVFF
d) VFVF
e) FVVF

8.- La expresión “debe cumplir” (li.22) equivale a


a) ha de cumplir
b) ha que cumplir
c) tendrá de cumplir
d) han de cumplir
e) hay que cumplir

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO

Questão 1
LETRA D: o texto informa uma determinação do Poder Judiciário
da União Européia obrigando a que Gibraltar, território colonial do
Reino Unido, se enquadre integralmente na legislação da União,
independente de outras regalias anteriores.

Questão 2
LETRA C: o Reino Unido havia recebido algumas vantagens em
relação a Gibraltar e tentou durante muito tempo manter esse
território fora do alcance da legislação que ele mesmo assinava
como membro da União Européia.

Questão 3
LETRA B: O Reino Unido sempre pretendeu deixar uma parte de
seu território (Gibraltar) fora do alcance da legislação comunitária,
para que ele funcionasse como paraíso fiscal de suas empresas e
as empresas de outros paises (of shore).

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Questão 4
LETRA A: a normativa referida no texto define que para operações
entre membros da União Européia (intracomunitaria) há uma
obrigação automática, com tempo determinado. A alternativa C e E
fazem menção “paises europeus”, e “zona euro”, dois espaços
geográficos diferentes de “União Européia”. Lembra que:

- União Européia é composta, atualmente, por 25 paises.


- Zona euro é composta por 12 países (os que assinaram o
tratado da União Monetária que instituiu o euro como
moeda).
- Europa são todos os paises do continente.

Questão 5
LETRA C: o Tribunal de Justiça determinou o fim progressivo das
empresas estrangeiras (9.000) que aproveitavam o território de
Gibraltar como off shore, isto é, território externo à União Européia.
Faltou decidir (dirimir) sobre as vantagens que ainda possuem as
empresas britânicas (20.000) que funcionam em Gibraltar.

Questão 6
LETRA E : sortear, além do uso para sorteio ou premiação, em
espanhol se usa também no sentido de driblar (eludir) , evitar por
diversos métodos.

Questão 7
LETRA B : só os enunciados II e IV são verdadeiros. A preposição
“aun” significa até, inclusive. As duas locuções da VI são
consecutivas e sinônimas.

Questão 8
LETRA A : a expressão do enunciado é de obrigação
personalizada na terceira pessoa do singular (Reino Unido) que só
pode ser substituída pela alternativa A . As alternativas B e C não
existem como estrutura. A alternativa B está em pessoa gramatical
errada (eles). A alternativa E expressa uma obrigação impessoal.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Texto1

BRUSELAS.- La Unión Europea presentó hoy una serie de nuevas


medidas tendientes a reforzar los controles de las transferencias
bancarias, con el objetivo de evitar el financiamiento de actos
terroristas.

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Entre las medidas propuestas, se plantea que todos los giros de
dinero estén acompañados en forma obligatoria de informaciones
como la identidad de quién realiza la transferencia, en particular su
nombre, dirección y número de cuenta, señaló la Comisión Europea.
"La lucha contra el terrorismo exige desplegar esfuerzos sostenidos
en varios frentes, en particular para cortar a los terroristas sus
fuentes de financiamiento", declaró el comisario europeo de
Mercado Interior, Charlie McCreevy.
La propuesta concierne los giros de fondos en cualquier divisa que
son enviados o recibidos por un prestatario de servicios de pago en
la UE. Una versión simplificada de este régimen se propone para los
giros dentro de la Unión Europea.
Gracias a la medidas propuestas, las autoridades tendrán acceso
inmediato a informaciones que contribuirán a facilitar su trabajo de
detección, investigación y persecución de las actividades de
terroristas y otros criminales, según la Comisión.
Los atentados del pasado 7 de julio en Londres intensificaron la
presión para que la UE acelere su trabajo en la lucha contra el
terrorismo.
Tras los ataques en la capital británica, los ministros del Interior
europeos se habían reunido de urgencia en Bruselas para resaltar la
unidad de la UE frente al terrorismo y pedir la adopción, lo antes
posible, de las medidas enunciadas luego de los ataques de marzo
de 2004 en Madrid.

TEXTO 2

Una absoluta falta de reciprocidad es la interpretación que dan los


expertos a las diferencias existentes entre lo que exige el fisco
cuando hay retrasos en las declaraciones de impuestos y la forma
en que éste responde cuando a él le toca pagar.
A modo de ejemplo, una empresa debe pagar el monto adeudado
reajustado, más 1,5% en UF de interés mensual, más multas. Toda
una fortuna.
Mientras que el fisco, la mayoría de las veces, sólo cancela la cifra
retenida reajustada vía IPC. Ni un peso de más.
Y sólo cuando el contribuyente es lo suficientemente arriesgado para
recurrir a tribunales y tiene la fortuna -que no es muy recurrente- de
ganar el juicio -argumentando que salió perjudicado por errores del
organismo-, puede recibir el monto original, más reajustes, más un
interés de 0,5% en UF mensual.
Claramente, la ley no es pareja en estos casos, por lo que los
expertos llaman a hacerle cambios al sistema.

Texto 3
Por más que su abogado le pidió paciencia, el ejecutivo de una
empresa no puede creer que el Servicio de Impuestos Internos de
Chile (SII) tenga retenido hace cuatro años US$ 3 millones de su

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compañía. No entiende la demora, ni menos que en la práctica no
haya cómo forzar a la entidad para dar una pronta respuesta.
La misma situación viven miles de contribuyentes particulares a los
que se le retiene año a año la devolución de impuestos por entre
tres y seis meses, como promedio. De hecho, en mayo el organismo
dejó a más de 171 mil (algo más del 10% de los que pidieron
devolución) con caras largas al objetar sus peticiones, las que
sumaron $382 mil millones.
Aunque este problema no es generalizado, existen ocasiones en que
la retención sólo se debe a errores de forma o bien "al exceso de
celo" del funcionario del Servicio
"El Servicio no tiene un accionar eficaz, ya que dilata la atención de
estos contribuyentes, que ven cómo pasan los meses y en algunos
casos la carta de invitación a conversar puede tardar más de cuatro
meses", precisa el profesor de la Usach y magíster en derecho
tributario, Norberto Rivas. "¿Por qué el Estado les cobra a los
deudores morosos un interés mensual de 1,5% en UF, y sin
embargo a los contribuyentes, que les son retenidos fondos
indebidamente, les devuelven lo que les corresponde después de
mucho tiempo sin pago de intereses?", cuestiona un afectado.
Y, en el mejor de los casos, si la compañía decide recurrir a la
justicia, argumentando que salió perjudicada por errores del
organismo fiscalizador y ésta le da la razón -lo que no es muy
común- el Estado deberá cancelar $1.000.000 reajustado, más un
interés de 0,5% mensual.
"El tema termina siendo un tremendo negocio para el fisco, porque
cuando demora las devoluciones, lo que en el fondo está haciendo
es pedir préstamos sin intereses. Claro que este negocio es
absolutamente impropio", explica un abogado.
La ganancia es casi segura, porque son muy pocos los
contribuyentes que deciden recurrir a tribunales cuando se sienten
perjudicados. Por un lado, le temen a las represalias del Servicio y,
por el otro, la mayoría de las veces los jueces le dan la razón al
organismo. Y mientras el proceso sigue su curso los intereses de
1,5% en UF mensual siguen corriendo. Todos los expertos
consultados coinciden en este último punto. "Así, si te quieren
retener el dinero por mucho tiempo sería un excelente negocio para
uno, porque recibiríamos el monto original con 1,5% de interés.
Bastante más de lo que te ofrecen los bancos", comenta un
abogado.

Texto 4

La Dirección Nacional de Aduanas (DNA) negocia en estos días con


el Ministerio de Economía retener un mayor porcentaje de su
recaudación y así financiar la mejora en tecnología y el ingreso de
personal previstos en la profunda reestructura que prepara la
institución. El director de Aduanas, Luis Salvo, dijo a El País que con
"una inyección" de recursos que podría extraerse de la propia
recaudación la DNA llegaría a "autofinanciarse". En el Presupuesto

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2004, de U$S 18 millones, el 80% de los gastos se financió con
recursos extraídos de la propia recaudación del organismo y el resto
con aportes realizados por Rentas Generales. Salvo dijo que se
"pretende recuperar" recursos "asignados" a la Aduana que desde
hace tiempo no percibe.
Entre enero y julio de 2005 la DNA recaudó U$S 409 millones y
espera cerrar el año con un total de ingresos cercano a los U$S
1.000 millones, anunció Salvo a El País. Para la Aduana la mejora
en la eficiencia es vital para anticipar la baja gradual de aranceles
prevista dentro de los acuerdos del Mercosur, que afectará las
variables de la recaudación.
Según Salvo la administración necesita el ingreso de personal joven
y avanzar en el uso de herramientas informáticas en todos los
procesos. "Queremos que las operaciones tengan el mínimo control
humano", dijo el director de Aduanas. Dentro del plan de reforma se
pretenden dar más incentivos al personal encargado de la
fiscalización incrementando el porcentaje de lo que se obtiene por
multas e incautaciones. Estas primas sufrieron un proceso gradual
de reducción en el último quinquenio. "Además ese incentivo tiene
que llegar a los administrativos que no participan de las
operaciones", sostuvo el jerarca. Salvo dijo que la mejora en la
disponibilidad de recursos tendrá un impacto efectivo e inmediato
sobre la fiscalización y, por ende, en la recaudación de la Aduana.
"El otro día sacando cinco o seis móviles de la Aduana se dejaron
las carreteras limpias de contrabando", relató el titular del
organismo. Aseguró que los técnicos del Fondo Monetario
Internacional (FMI) que integraron una misión de cooperación
técnica con las oficinas recaudadores "coincidieron" con el
diagnóstico hecho por las jerarquías de la DNA y con las medidas
que se deben tomar para mejorar su eficiencia. Se prevé que el FMI
"siga trabajando" en la mejora de la Aduana y que se puedan sumar
los otros organismos multilaterales.
La meta "es equiparar" las remuneraciones de los funcionarios de
Aduana con los de la Dirección General Impositiva y el Banco de
Previsión Social. La Aduana inició un fuerte proceso de coordinación
con las otras oficinas recaudadoras del Estado aunque las
retribuciones de sus empleados son inferiores a las de sus colegas.
Dentro de las prioridades está incrementar el personal en el área de
Inspección General y la Auditoría Interna, reveló Salvo.

TEXTO 5
Las grandes empresas y las pymes tienen tiempo hasta el próximo
31 de octubre para pagar impuestos con educación. Lo pueden
hacer de dos maneras: financiando proyectos de capacitación en
recursos humanos y/o comprando equipamiento para
establecimientos educativos. Por esa inversión, obtienen del Estado
un certificado de crédito fiscal que podrán utilizar para cancelar
diversos impuestos.
Estos programas de crédito fiscal son planes que financia el Estado
para favorecer a la educación técnica, de nivel medio y superior no

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universitario; y además, para facilitar la inserción laboral de los
desocupados.
El programa para este año, fue aprobado en julio por el Instituto
Nacional de Educación Tecnológica (INET). Las instituciones
educativas, tenían hasta el 23 de agosto para presentar un proyecto
de educación patrocinado por una o más empresas capacitadoras.
Luego, hay tiempo de formalizar la presentación hasta el 31 de
octubre próximo; también hasta esa fecha, las instituciones
educativas que no cuenten con empresas patrocinantes podrán
incorporarlas.
Por el régimen, se financian las acciones de capacitación y
adquisición de equipamiento, realizadas por entidades del sistema
educativo, de gestión pública o privada, que estén reconocidas por
el Ministerio de Educación, y por los establecimientos que dictan
tecnicaturas de la educación superior. De esta manera, las
empresas podrán contribuir como "patrocinantes" al sostenimiento
de escuelas o cursos de educación técnica; también, como
"capacitadoras" para organizar cursos de capacitación.
Como requisito, las empresas que patrocinen, no tienen que
registrar deudas ante la AFIP. El beneficio para las firmas consiste
en la posibilidad de computar el certificado de crédito fiscal, que
emite el Estado, para cancelar sus obligaciones impositivas;
también, podrán transferir el bono por endoso para ser utilizado por
los que reciben el certificado para el mismo fin.
Las Pymes podrán financiar proyectos por un importe equivalente al
8% del total de sueldos que estime abonar durante el año; mientras,
que las grandes empresas por un importe equivalente al 8 por mil
del total de los sueldos que liquiden.
Los otros actores del régimen son: los beneficiarios o personas que
participan de actividades educativas como ser: alumnos, docentes,
trabajadores y desocupados. También, están las entidades del
sistema educativo que utilizan para capacitar el equipamiento de las
empresas que adhieren al régimen.
Los proyectos tienen como tope de financiamiento para las
actividades formativas 20.000 pesos, y para las inversiones en
equipamiento: 100.000 pesos. El monto total fijado por el
presupuesto de este año para el financiamiento de los proyectos de
Educación—Trabajo asciende a un total de 9 millones de pesos.

Texto 6
Polémica ha causado la implementación por parte del Servicio de
Impuestos Internos (SII) de un sistema de incentivos por
cumplimiento de metas a funcionarios de esa entidad para disminuir
la evasión tributaria.
Abogados y expertos tributarios miran preocupados la aplicación
práctica que ha tenido la Ley 19.646 -aprobada en 1999-, que
contempla una asignación especial de estímulos para el personal de
planta y a contrata del SII, posibilidad que, según ellos, genera un
incentivo inconveniente para que los funcionarios apliquen multas.
La citada ley establece que el monto total del incentivo será variable,

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de acuerdo al grado y escalafón al que pertenezca el funcionario, y
se calculará sobre la cantidad que resulte de la suma del sueldo
base asignado, más la asignación de fiscalización establecida. Este
estímulo contempla una parte fija y otra variable por cumplimiento de
la meta institucional de bajar la evasión.
Para el experto tributario Cristián Aste, el método de cálculo no es el
adecuado, ya que para que los funcionarios del SII logren esta
asignación deben girar impuestos cada vez en mayor número y
monto. "Lo que logra esta ley es que, en ejercicio de la función
fiscalizadora, los funcionarios siempre prefieran encontrar errores en
las declaraciones de los contribuyentes y sancionarlos, aunque no
tenga incidencia en la práctica, para poder así dar comienzo a una
revisión y terminar girando impuestos", asegura.
Similar es la visión del presidente del Colegio de Contadores de
Chile, Luis Werner-Wilder, a quien le preocupa el aumento en el
ejercicio de la función fiscalizadora del SII. "La preocupación tiene
su razón en el abuso en que algunos funcionarios pueden incurrir,
pasando a llevar algunas disposiciones o buscando transacciones
mediante las cuales los afectados acepten liquidaciones de
impuestos sin mayor reclamación (...) No estamos ni en contra del
SII ni de los fiscalizadores, nuestro interés es que se paguen los
impuestos. Pero ni más ni menos que lo que corresponde", dice.
En el SII rechazan de plano que el sistema de incentivos sea
inconveniente. Explican que ningún componente de las
remuneraciones de sus funcionarios está vinculado a las multas,
sino que al cumplimiento de metas globales. Advierten que la ley fue
aprobada por el Parlamento y va en línea con la aplicación de
estímulos al desempeño que se da tanto en las firmas públicas como
en las privadas. Asimismo, en el servicio reconocen que existe un
incentivo institucional por metas de reducción de la evasión, pero
aclaran que se estima a partir de la recaudación total anual de
impuestos, donde las multas llegan al 0,6% del total.
A juicio del director del programa legislativo de LyD, Axel
Buchheister, el modelo de incentivo al rendimiento es positivo en
general. Sin embargo, en este caso ve inconveniente el esquema del
SII, dado que no existen tribunales independientes, y muchos
contribuyentes optan por pagar las multas antes de llevar costosos
juicios con el SII.
Estímulo reclamación: Otro de los "peros" para Aste es que aun
cuando se giren impuestos y se logren las asignaciones, esto no
quiere decir que los montos liquidados entren al erario público, ya
que el contribuyente puede reclamar su procedencia judicialmente.

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AULA 6
HOLA AMIGOS !
Veremos hoje um assunto muito caro à banca da ESAF: as
experiências de outros paises no que se refere à modernização,
aparelhamento e aperfeiçoamento operacional da Agência
arrecadadora. Veremos às provas recente (2003) e alguns
simulados de atualidade em relação ao tema.
Desta vez, a pedido de muitos concursandos que se manifestaram
a través do fórum, estamos incluindo uma tradução integral de
alguns textos. No entanto gostaria de repetir e insistir que, desde o
ponto de vista de treinamento para a prova, esse não é o caminho
principal. Mesmo que pareça árduo, e por momentos desanimador,
o caminho certo é o trabalho com textos em espanhol. Isso traz as
seguintes vantagens insubstituíveis:
- quando a pessoa tropeça numa palavra cujo significado
desconhece, o cérebro faz um esforço de compreensão via
contextualização e isso melhora muito a interpretação de texto.
- Quando a pessoa tropeça em uma palavra desconhecida e ela
mesma descobre o significado, aquilo fica impregnado na sua
memória de forma mais nítida e duradoura.
- Quando a pessoa trabalha com texto original desconhecido, se
aproxima e se prepara para as condições reais que terá na prova.
Aquele momento da prova não e momento para sentir uma
situação totalmente diferente e nova, em relação a como se
preparou.

Entendo o desconforto de quem está recém começando e gostaria


de entender tudo de imediato. Calma, amigos. O controle
emocional é fundamental para que consigamos transitar o caminho
de aprendizado mais eficiente, no menor tempo possível. Para
aqueles que estão começando agora, é bom saber que esta
sensação de desconforto é intensa nas primeiras 20 ou 30 horas de
estudo, mas ela diminui progressivamente até desaparecer, ou
ainda melhor ela se transforma em confiança quando a gente que
as peças vão se juntando, e o conhecimento decola.

Como tinha prometido no fórum, em esta aula se inclui ao final, um


mini-dicionário de termos afins aos nossos assuntos das provas.
Bom uso e até breve.

REFERÊNCIA À PROVA DE ESAF DE 2003


Convenio Chile y Nueva Zelanda

Los Ministerios de Hacienda de Chile y Nueva Zelanda concluyeron


existosamente la negociación del convenio para evitar ladoble
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imposición y prevenir la evasión fiscal con relación al impuesto
sobre la renta. El documento será suscrito proximamente por los
respectivos titulares y entrará en vigencia una vez que ambos
países se hayan notificado del cumplimiento de los procedimientos
internos exigidos.
Con la entrada en vigor del convenio igual bajan las barreras
tributarias para promover las inversiones entre ambospaíses y,
consecuentemente, se favorecen los proyectos internacionales y
los contribuyentes; al menos es lo que esperan ambos países, cuyo
intercambio comercial alcanzó US$27,1 millones en 2002 frente a
inversiones zelandesas de US$159 millones desde 1974.
(El Mercurio 15/09/03)

Tradução ao português:

Os Ministérios de Fazenda do Chile e Nova Zelândia, concluíram com


sucesso a negociação do acordo para evitar a dupla tributação e prevenir
a sonegação fiscal com relação ao Imposto de Renda. O documento será
assinado proximamente pelos respectivos titulares e entrará em vigor
quando ambos paises se tenham notificado mutuamente do cumprimento
dos procedimentos exigidos.
Com a entrada em vigor do acordo, igual caem as barreiras tributárias
para promover os investimentos entre ambos paises e. portanto se
favorecem os projetos internacionais e os contribuintes; pelo menos é o
que esperam ambos paises, cuja relação comercial chegou a US$27,1
milhões em 2002 diante de investimentos zelandeses de US$ 159 milhões
desde 1974.

26.- Em el texto se dice que el convenio chileno-zelandés busca:


a) arrostrar la evasión fiscal y el doble pago de impuestos
b) impedir el impago de tributos y el doble pago de impuestos
c) evitar que los impuestos migren de un país a otro
d) elevar el impuesto sobre la renta em ambos países
e) mejorar el comercio bilateral

27..Según el texto, la entrada envigor del convenio chileno-


zelandés:
a) equivale a una reducción de las barreras tributarias
b) representará un impulso al ingreso de capitales zelandeses
c) es positivo para los proyectos internacionales y los
contribuyentes
d) aumentará el intercambio comercial entre ambos países
e) puede que reduzca las barreras tributarias

28.- De acuerdo con el texto, la palabra “suscrito” equivale a


a) finiquitado
b) rechazado
c) rehusado
d) firmado
e) subvenido

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COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA DE
2003

Questão 26
LETRA A : a expressão “arrostrar” significa fazer frente,
enfrentar, e o complemento da alternativa está praticamente igual
que no texto. A alternativa B que na sua parte final está igual que a
A, no começo usa os termos “impedir el impago de tributos”o que é
uma expressão mais genérica porque pode incluir a mora; o que
não acontece como termo “evasión”. As letra D e C não estão no
texto. A letra E é só uma possível conseqüência do acordo

Questão 27
LETRA E: é uma das questões mais elaboradas e dissimuladas
dos últimos anos, portanto, pode voltar com outro rosto.
Recapitulemos: como o acordo só foi negociado, não foi assinado
nem está em vigor. Portanto, o uso do presente do indicativo para
indicar suas previsíveis conseqüências (bajan las barreras,se
favorecen los proyectos, etc) não pode ser entendido como
informação objetiva. Como adverte –se na segunda parte do
parágrafo, isso é apenas algo que “se espera”.
Finalmente, tudo aquilo que se espera, se duvida, se deseja, ou se
considera possível deve vir em Presente do Subjuntivo. Como os
verbos do texto estavam escritos em Modo Indicativo, muitos
marcaram como verdadeiras as alternativas A, B, C ou D, sem
perceber que al desaparecer o modo subjuntivo no enunciado da
questão, tinha que reaparecer na alternativa verdadeira, para ficar
mais fiel ao espírito do texto.
A expressão “puede que reduzca” está em Presente do Subjuntivo,
e representa melhor o trecho final do texto onde se expressa a
restrição da informação : “al menos es lo que esperan ambos
países”.(VER CONHECIMENTO OBJETIVO 16)

Questão 28
LETRA D: suscrito = firmado. As outras alternativas existem mas
não são sinônimos: finiquitado (concluido), rechazado (recusado),
rehusado (recusado), subvenido (subsidiado).

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 15
(o uso dos modos verbais)
Muitas vezes, a solução de uma questão interpretativa não passa
pelo raciocínio lógico matemático ou indutivo, e sim por questões
estruturais de linguagem, que se referem a sua organização interna
(gramatical) ou a seu uso real (língua falada e escrita). Tal é o caso
do uso dos Modos (muita gente confunde com os Tempos) Verbais.
Desde sua origem, eles foram desenhados para cobrir diferentes
comunicações, e por isso é importante que ambas partes (emissor
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e receptor) conheçam a combinação prévia que pressupõe a
diferenciação de modos verbais. Relembremos o uso específico de
cada um:

Modo Indicativo: serve para expressar aquilo que o Emissor


considera que aconteceu, acontece ou acontecerá com certeza.
(podemos simplificar dizendo que se trata de nosso mundo real,
aquele que nós e os outros comprovam pelos sentidos). Pertence
ao território do real.
Paradigma: ‘el ministro renunció ayer”

Modo Subjuntivo: serve para expressar nossos desejos,


esperanças, expectativas, dúvidas, hipóteses, o que consideramos
provável ou possível. E sempre como uma atividade psíquica /
interna do emissor, de certa forma pertence ao território do fictício.
Paradigma: ‘el ministro tal vez renuncie”

Modo Condicional (Potencial) : espaço intermediário


entre o real e o fictício. Sería uma realidade condicionada a que se
cumpra uma realidade prévia.
Paradigma: ‘el ministro renunciaría si le retirasen el apoyo”

Modo Imperativo: Muito parecido ao subjuntivo, é um modo


“funcional comunicativo”, serve para expressar nossos desejos em
forma de ORDEM, MANDATO ou INSTRUÇÃO.
Paradigma: ‘ Sr. Ministro: renuncie ya ! “

Em relação às provas da ESAF e seus ardilosos enunciados,


precisamos ficar sempre muito alertas para não aceitar sinonímia
só pelo conteúdo semântico (significado). É necessário que o
contexto do enunciado e sua expressão verbal permaneça
coerente, e se houver trocas de verbos por outros sinônimos, eles
devem manter o Modo e Tempo original (do texto). Há três casos
preocupantes:

1.- A confusão entre Modo Indicativo / Modo Subjuntivo porque não


podemos confundir informação PROVÁVEL ou desejável com
informação CERTA.

2.- A confusão entre Modo Indicativo / Modo Condicional porque


também supõe alterar o nível de veracidade ou certeza de uma
informação (compara os paradigmas). Esta confusão às vezes es
apenas distração porque a diferença é de apenas uma letra com o
Futuro do Indicativo:
Ejemplo: él renunciará / él renunciaría

3.- A confusão entre os diferentes Tempos do Indicativo, porque


não é a mesma coisa se o ministro “renunció”, “renuncia” ou
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“renunciará”. Isto se aplica a todos os eventos tributários e
econômicos (reformas, leis, sanções, discussões etc.)

Outra dificuldade para quem ainda não tem domínio da grafia dos
verbos é conseguir “enxergar” que ele realmente está em modo
Subjuntivo. Por isso vamos lembrar algumas regrinhas práticas:

a) O Modo Subjuntivo forma seu radical a partir do radical da


primeira pessoa do presente do Indicativo e só troca a primeira
vogal da terminação:

Indicativo Subjuntivo
Ejemplo: Yo renuncio Tal vez yo renuncie
Tú renuncias Tal vez tu renuncies

Mas precisamos ter cuidado com os verbos que são irregulares em


primeira pessoa do presente do indicativo porque arrastam essa
irregularidade para o subjuntivo:

Indicativo Subjuntivo
Ejemplo: Yo digo Tal vez yo diga
Yo mantengo Tal vez yo mantenga
Yo pongo Tal vez yo ponga

E como no caso da alternativa E da questão 27, dos verbos


terminados em CER, CIR:

Ejemplo: Indicativo Subjuntivo


Yo reduzco Tal vez yo reduzca
Yo establezco Tal vez yo establezca
Yo produzco Tal vez yo produzca

REFERÊNCIA À PROVA DE ESAF DE 2003

Hacienda se moderniza

Hacienda ha modernizado el sistema para embargar bienes em el


extranjero com el fin de cobrar deudas contraídas em España y
atender las peticiones de asistencia recaudatoria de otros estados
miembros de la Unión Europea en cumplimiento de una directiva de
esa organización sobre el particular, según ha anunciado Salvador
Ruiz, director de la Agencia Tributaria (AT).
Para el director general de la AT se trata de un paso muy
importante para evitar fugas de naturaleza patrimonial que impidan
el cobro de deudas tributarias españolas” y puntualizó que se
podría solicitar a otros estados que notificaran y cobraran deudas o
adoptaran medida cautelares. Salvador Ruiz señaló asimismo que

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esta medida es un “ejemplo de colaboración entre diferentes
administraciones de la UE” y recordó que “a raíz de la libertad de
movimiento de personas y de capitales que implica la
Existencia de la UE hay muchos ciudadanos que mantienen activos
en el exterior, sobre todo en los más próximos territorialmente a
España,
(ElMundo 15/09/05)

Tradução ao português:

A Fazenda modernizou o sistema para seqüestrar bens no exterior com a


finalidade de cobrar dívidas contraídas na Espanha y atender os pedidos
da assistência arrecadatória de outros estados membros da EU em
cumprimento de uma determinação de essa organização sobre o
particular, conforme anunciou Salvador Ruiz,diretor Geral da agência
tributária.
Para o diretor geral da AT se trata de um passo muito importante para
evitar fugas de natureza patrimonial que possam impedir a cobrança de
dívidas tributárias espanholas” e precisou que se poderia solicitar a outros
estados que notificassem e cobrassem dívidas o adotassem medidas
cautelares. Salvador Ruiz, assinalou também que esta medida é um
exemplo de colaboração entre diversas administrações da EU e lembrou
que por causa da liberdade de movimento de pessoas e de capitais que
implica a existência da EU, há muitos cidadãos que mantêm ativos no
exterior, sobre tudo nos paises mais próximos a Espanha.
(ElMundo, 15/09/2005)

28. Según el texto, la modernización del sistema en Hacienda


responde:

a) a una instrucción de la UE
b) al interés de mejorar la balanza de pagos nacional
c) a la necesidad de aumentar la recaudación de tributos
d) a presiones de acreedores oriundos de Estados
comunitarios
e) al alto número de fraudes detectados

29.- En el texto la palabra “embargar” tiene elsentido de


a) empeñar
b) escriturar
c) enajenar
d) endosar
e) secuestrar

30.- Según el director de la AT, la modernización del sistema en


Hacienda se justifica por
a) la existencia de un alto nivel de evasión de bienes
patrimoniales
b) la libre circulación de capitales dentro de la UE
c) la imposibilidad actual de cobrar deudas españolas
d) las solicitudes europeas de cobros de deudas en territorio
español

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e) el alto número de trabajadores comunitarios en activo en el
exterior.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA DE


2003
Questão 28
LETRA A: a estrutura do enunciado aponta ao princípio da
causalidade, no sentido mais direto do termo. Por isso é importante
localizar no texto original e verificar qual é a circunstancia imediata
que desencadeia o evento. No texto da prova o evento
MODERNIZAÇÃO DEL SISTEMA DE EMBARGOS aponta
explicitamente a duas causas convergentes:
- cobrar dívidas contraídas em Espanha
- obedecer a uma normativa (instrução) da UE.
As outras alternativas são relacionadas ao assunto mas não são
mencionadas como causalidade imediata.

Questão 29
LETRA E : “embargar” é um termo jurídico similar a “secuestrar”,
ou seja indisponibilizar a posse de um bem para garantir a
cobrança de uma dívida. As palavras das outras alternativas
existem (empeñar=garantizar, enajenar=alienar, endosar =
repassar), estão relacionadas à posse de bens, mas não tem esse
motivo e força jurídica, são apenas registros ou transferências entre
partes interessadas.

Questão 30
LETRA B: a estrutura do enunciado aponta ao princípio da
causalidade, no sentido de justificativa circunstancial (se justifica
por). Por isso é importante localizar no texto original e verificar qual
é a circunstancia justificatória que desencadeia o evento. No texto
da prova se diz que “a raíz (por causa de) la libertad de
movimiento de personas y capitales” há facilidade para
manter bens em países próximos. As outras alternativas incluem
informações intrusas ou deformadas em relação ao texto. Observa
que na alternativa D se menciona autoridades “europeias” quando
na verdade se trata da UE (ou seja 15 paises europeus na época
da prova).

SIMULADO 14
Considerando a preocupação da ESAF por estas questões de
modernização das operações tributarias montamos sobre este texto
de junho de 2005 um simulado que retoma alguns daqueles
assuntos.

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Crece el número de Borradores confirmados.

01 Para quienes temen la llegada del plazo del Impuesto a la


02 Renta como un periodo de angustia en el que zambullirse(1)
03 entre decenas de papeles, que la Agencia Tributaria les envíe
04 el borrador (2)de la declaración puede parecer un salvavidas. Sin
05 embargo, nada evita la necesidad de revisar los formularios:
06 16.297, el 18,5% de los borradores hechos(3) por Hacienda en el
07 primer mes de campaña fueron modificados. Desde la Agencia
08 Tributaria (Aeat) insisten en que el borrador no es más que una
09 propuesta y que se debe revisar. "Entendemos que es un
10 servicio que facilita la tarea de elaborar la declaración, y si hay
11 cosas con las que el contribuyente no está de acuerdo, tiene
12 muchas vías para modificarlas".
13 El problema es que una vez que se da el visto bueno(4), la
14 declaración se da por presentada y la única manera de
15 rectificarla para no tener que pagar más es haciendo una
16 complementaria. El contribuyente poco observador puede
17 incluso(5) incurrir sin advertirlo en un delito de infracción
18 tributaria.
19 Por su parte, la Agencia se guarda las espaldas(6) ya que el
20 borrador tiene sólo efectos informativos. Las fallas más
21 comunes se deben a la falta de comunicación entre las
22 entidades financieras y Hacienda..El caso de no contabilizar las
23 deducciones posibles por las cuentas de ahorro vivienda (7)es
24 habitual. Desde la Aeat decían que los bancos no tienen
25 obligación ni de saber ni de informar sobre la determinada
26 cuenta que el cliente use para desgravarse, de modo que la
27 falla puede ser inevitable.
28 El éxito de esta fórmula en su segundo año de funcionamiento
29 es indudable(8) pese a las fallas o a la necesidad de completar
30 muchos de ellos. El número de borradores confirmados fueron
31 1.707.661, con lo que ha crecido un 97% hasta mayo, primer
32 mes de la campaña que se extiende hasta el 30 de junio,
33 superando la cifra total que se registro en la campaña anterior
34 (1.536.801). Mientras, al cierre del año anterior fueron
35 modificados el 9,5% del total (de los enviados se completaron
36 147.000)

1.- En el texto se dice que


a) el envío de los borradores del I.R. produce temor entre los
declarantes
b) el envío de los formularios evita la consulta a los papeles
c) los contribuyentes reciben con beneplácito un boceto de
declaración enviada por Hacienda
d) un formulario en blanco mitiga la angustia de los declarantes de
I.R.
e) los formularios de I.R enviados por Hacienda producen pánico
en los contribuyentes

2.- En el texto se dice que

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a) casi el 20% de las declaraciones de I.R. entregadas por
contribuyentes tenían fallas
b) Hacienda sólo consiguió mandar 18,5% de los formularios de
contribución del IR
c) 18,5% de las declaraciones de I.R fueron devueltas,
modificadas por Hacienda
d) si el contribuyente discrepa con el borrador, lo cambia
e) Hacienda consideró que 18,5% de las declaracionesde I.R.
eran borradores y los devolvió

3.- En el texto se dice que


a) el borrador castiga a los contribuyentes poco atentos
b) si el contribuyente hizo anuencia con el borrador, éste se
considera como oficial.
c) cuando Hacienda da el visto bueno al borrador, el contribuyente
no ha de hacer declaración
d) el contribuyente que no confirme el borrador infringirá la ley
tributaria
e) la declaración de IR del contribuyente sólo tiene efecto
informativo

4.- En el texto se dice que las fallas más comunes de la declaración


se refiere a deducciones
a) por hijos en la misma vivienda
b) por vivencia en el paro
c) por depósitos bancarios
d) para la caja de ahorros de la casa propia
e) para jubilación anticipada

5.- La expresión “guarda las espaldas”(li 12) equivale a


a) autoprotege
b) informa
c) agiliza
d) perfecciona
e) allana

6.- La expresión “zambullirse” (li.2) equivale a


a) elegir
b) revaluar
c) submergirse
d) marearse
e) agobiarse

7.- La expresión “es indudable pese a las fallas”(li.18) equivale a


a) crea duda por el peso de las fallas
b) da incertidumbre a raíz de las fallas
c) da certibumbre aunque haya fallas
d) es insoslayable por las fallas
e) pesan las dudas por las fallas

8.- Es posible cambiar sin alterar significado del trecho:

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a) visto bueno li.13 = mirada adecuada
b) incluso li.7 = ser incluído
c) quienes li.1 = contribuyentes que
d) hechos li.6 = recibidos
e) habitual li. 24= permitido

VOCABULARIO DO SIMULADO
(1) zambullirse = submergirse (mergulhar)
(2) borrador = minuta (rascunho)
(3) hechos = realizados (feitos
(4) visto bueno = aprobación, confirmación
(5) incluso = hasta (inclusive, até)
(6) se guarda las espaldas = se protege, se previene
(7) ahorro vivienda = (poupança para moradia)
(8) indudable = (certo)

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Questão 1
LETRA C : o rascunho da declaração de imposto de renda que os
contribuintes recebem da Receita, é recebido com agrado porque
lhes salva de fazer cálculos.

Questão 2
LETRA D: se o contribuinte discorda da proposta de declaração
que a Receita lhe manda, pode fazer mudanças. As outras
alternativas têm erro na relação do número e a informação.

Questão 3
LETRA B: se o contribuinte confirma a proposta da Fazenda, não
precisa fazer declaração por separado. Em relação às outras
alternativas, é falso afirmar que o rascunho é obrigatório; o que tem
valor informal é o rascunho, e não a confirmação do contribuinte.

Questão 4
LETRA D: o texto informa que os bancos cometem erros nas
informações sobre as contas de poupança destinadas à casa
própria

Questão 5
LETRA A : o texto se refere a que o aviso da Receita se destina a
esclarecer que toda a responsabilidade é do contribuinte. Guardar
as costas em sentido figurativo é proteger-se de eventuais
reclamações posteriores.

Questão 6
LETRA C: zambullirse =sumergirse. Aqui é usada como figura de
linguagem para explicar o sufoco de papéis e contas que o
contribuinte precisa revisar.

Questão 7
LETRA C : da certeza = es indudable, a pesar de eventuais falhas.
Aqui se refere à confiabilidade do sistema conduzido pela receita.

Questão 8
LETRA C: o pronome relativo “quienes” se refere aos contribuintes
que vivem o sufoco da declaração.

SIMULADO
01 La Dirección Nacional de Aduanas (DNA) uruguaya negocia
02 en estos días con Economía retener un mayor porcentaje de su
03 recaudación y así financiar en el aumento de tecnología y
04 plantilla, previstos en la reestructura que prepara la institución.
05 En el Presupuesto 2004, de U$S 18 millones, el 80% de los
06 gastos se financió con recursos extraídos de la propia
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07 recaudación del organismo y el resto con aportes realizados por
08 Rentas Generales.
09 Entre enero y julio de 2005 la DNA recaudó U$S 409 millones y
10 espera cerrar el año con un total de ingresos cercano a los U$S
11 1.000 millones, anunció Salvo. Para la Aduana la mejora en la
12 eficiencia es vital para anticipar la baja gradual de aranceles
13 prevista dentro de los acuerdos del Mercosur, que afectará las
14 variables de la recaudación.
15 Según Salvo la administración necesita el ingreso de personal
16 joven y avanzar en el uso de ordenadores en todos los
17 procesos. Dentro del plan de reforma se pretenden dar más
18 incentivos al personal encargado de la fiscalización
19 incrementando el porcentaje de lo que se obtiene por multas e
20 incautaciones. Estas primas sufrieron un proceso gradual de
21 reducción en el último quinquenio. Salvo dijo que la mejora en
22 la disponibilidad de recursos tendrá un impacto efectivo e
23 inmediato sobre la fiscalización y, por ende, en la recaudación
24 de la Aduana. "El otro día sacando a la calle 5 equipos móviles
25 de la Aduana se dejaron las carreteras limpias de contrabando",
26 relató. La meta "es equiparar" las remuneraciones de los
27 funcionarios de Aduana con los de la Dirección General
28 Impositiva y el Banco de Previsión Social. La Aduana inició un
29 fuerte proceso de coordinación con las otras oficinas
30 recaudadoras del Estado aunque las retribuciones de sus
31 empleados son inferiores a las de sus colegas.

1.- En el texto se dice que en Uruguay


a) la DNA resolvió aumentar el porcentual retenido para
autofinanciamiento
b) desde 2004 la DNA no precisa de aportes de Rentas generales
para su Presupuesto
c) la DNA consiguió financiar en 2004 el 80% del presupuesto de
Rentas Generales
d) la DNA y Economía preparan una reestructura de los tipos de
recaudación
e) la DNA está abogando por un aumento en el número de sus
funcionarios

2.- En el texto se dice que la DNA uruguaya


a) tuvo su recaudación perjudicada por los acuerdos del Mercosur
b) vaticina una recaudación próxima a un billón de dólares
c) anhela contrarrestar la desgravación causada por el devenir de
acuerdos regionales
d) pronostica en 2005 una recaudación de un millardo de pesos
e) determinó una modificación de los impuestos sobre
importaciónes de países vecinos

3.- Entre los elementos que la DNA cuenta para mejora su


recaudación el texto menciona
a) los acuerdos regionales del Mercosur
b) mayores premios a los decomisadores
c) un aumento de los aranceles dirigidos a su autofinanciación
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d) la contratación de especialistas en organización de procesos
e) aumentar el porcentaje de multas e incautaciones

4.- En el texto se dice que la DNA


a) busca la reducción de los gastos con primas por incautaciones
b) realizó una gran inversión en herramientas informáticas
c) dejó al país libre de contrabandistas
d) quiere una isonomía en los sueldos de las plantillas de oficinas
recaudadoras
e) recaudó menos de lo que podría porque sus salarios son los
menores

5.- Determina si Verdadero o Falso


I.- es posible cambiar sin alterar el sentido, ““ende” (li.16) x ello
II.- es posible cambiar sin alterar el sentido, “cercano”(li.8) x ancho
III.- es posible cambiar sin alterar el sentido, “ingreso”(li11) x
recaudación
IV.- es posible cambiar sin alterar el sentido, “incentivo” (li.13) x
alientos
a) V F F V
b) F V F V
c) F F V V
d) F V F F
e) F F V F

6.- Determina si es Verdadero o Falso


I.- es posible cambiar sin alterar el sentido, “carreteras”(li18) x
ciudades
II.- es posible cambiar sin alterar el sentido, “sacando a la calle”
(li.17) x echando
III.- es posible cambiar sin alterar el sentido, “la meta”(li.18) x el reto
IV.- es posible cambiar sin alterar el sentido, “recursos”(li.4) x
erogaciones
a) F F V V
b) F F V F
c) V F V F
d) F V V F
e) F V F V

Questão 1
LETRA E: a Direção de Aduanas quer um aumento de “plantilla” ou
seja, de funcionários no setor de fiscalização.

Questão 2
LETRA C: a Direção de Aduanas sabe que com os acordos
regionais do Mercosul a tendência é a diminuir a arrecadação
aduaneira; portanto procura compensações.

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Questão 3
LETRA B: a Direção de Aduanas defende um retorno a maiores
prêmios aos fiscais que fazem as autuações e apreensões.

Questão 4
LETRA D: a Direção de Aduanas que equilibrar as remunerações
com os outros setores da fiscalização.

Questão 5
LETRA C: só os enunciado II e IV são sinônimos.

Questão 6
LETRA B: só o enunciado III é sinônimo.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Texto 1

(A pedido de alunos que no fórum solicitaram algum artigo sobre a


fracasada “cumbre de las Américas”y do futuro da ALCA)

En medio de las batallas abiertas aquí entre la Cumbre de las


Américas y la de los Pueblos (Contracumbre), el Alca o el Alba
(Alca en versión venezolana) y George Bush vs. Hugo Chávez, o la
protagonizada en la calle por grupos de izquierda y la Policía, algo
no estaba en los planes de uno u otro bando.
Fue la fuerte arremetida (embestida) a favor del Acuerdo de Libre
Comercio (ALCA) que protagonizó el presidente mexicano Vicente
Fox, quien defendió la iniciativa impulsada por Washington, aunque
sea “un Alca para 29 países” (de 33 que integran la cumbre).
Fue una jornada por demás caliente(quente) la primera de la
Cumbre que concluirá hoy. Fox no sólo(só) manifestó su
desacuerdo con el texto de la declaración final, sino (mas também)
que criticó a Diego Maradona “por meterse en política”. Fue
apoyado luego por el mandatario nicaraguense Tony Saca, que
como una clara respuesta a Hugo Chávez, figura central del cierre
de la Contracumbre, dijo: “No vinimos a enterrar al ALCA sino(e
sim) a impulsarlo”.
Fue Chávez el encargado de sentenciar, ante más de 30 mil
personas que repudiaron la presencia de George Bush: “Venimos a
Mar del Plata con una pala(pá) cada uno, porque aquí vamos a
enterrar el Alca”.
Incluso(até), Kirchner no logró(consiguiu) hacer equilibrio en la
difícil coyuntura en la que se movía: entre Chávez y Bush.
En su reunión con Bush, que según ambos fue “abierta, franca,
sincera y hasta cruda”, Kirchner, según sus allegados, obtuvo el
apoyo de su par estadounidense para la negociación con el FMI,
pero eso no se desprende de las palabras de Bush: “Ahora
usted(você) se puede defender con una mano más firme”.
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Y mucho menos el vocero (portavoz) de la Casa Blanca, Tom
Shannon, que lo subrayó(sublinhou) sin reticencias: “Argentina no
necesita ahora de nosotros”.
Mientras el tema del Alca complicaba el clima y abría la posibilidad
de que hoy no haya acuerdo entre los presidentes, e incluso que
Brasil pueda desistir de firmar, Chávez hacía de las suyas
(aprontava) en la Contracumbre. Repudió a Bush como pocas
veces en la región, y acuñó una divisa que arrancó una ovación:
“Alca, Alca, Al carajo…”
“Hoy se hacen más necesarias aquellas palabras de Rosa
Luxemburgo: ‘Socialismo o barbarie’, dijo Chávez, para quien
está”naciendo una nueva América Latina”.
Todo transcurría con normalidad hasta la tarde, cuando sectores
piqueteros(manifestantes) no oficialistas marcharon (caminharam)
hacia el Hotel Provincial, donde los 33 presidentes inauguraban la
Cumbre. Unas 900 personas fueron reprimidas con gases
lacrimógenos.
Una sucursal del Banco Galicia fue destruida por el fuego y un
comercio de alfajores terminó con sus vidrieras (vitrines)
destruidas. Al menos (no mínimo)27 personas fueron detenidas.
Luego del presidente del BID Luis Alberto Moreno y el secretario
General de la OEA, José Miguel Insulza, vino (veio)el discurso
inagural de Kirchner.
En cuanto al (em relação à)Alca, dijo, “no nos servirá cualquier
integración sino la que respete las diversidades”. Fustigó al FMI y
acusó a Estados Unidos de “permitir políticas que han provocado
tragedias sociales y han hecho caer gobiernos democráticos…”

Texto 2
Los cónyuges descontentos con reparticiones de bienes en los
divorcios y los empleados mal liquidados(mal demitidos ou pagos),
también denuncian por 'despecho'(vingança). Por estos canales,
además de las llamadas telefónicas, la Direción Impositiva (Dian)
recibe, en promedio, cada veinte minutos una denuncia sobre las
maromas (manobras) que realizan algunas personas para esquivar
el pago de cualquier tributo. Las delaciones y las pesquisas de los
funcionarios de la Dian le permitieron a esa entidad descubrir el
año pasado a más de 190 mil personas y empresas que evadían el
pago de impuestos.
Una mujer elegante, de unos 40 años, se presentó a mediados del
año pasado en la oficina (escritório) del fiscal Orlando Velandia.
Cuando estuvo frente al funcionario, la recién llegada le soltó sin
tapujos (diretamente) el motivo de su visita: "Conozco a un tipo que
fabrica facturas (notas fiscais) falsas y se las vende a empresas
para hacer fraudes".
La denunciante quería que castigaran ejemplarmente al hombre y
ella misma se ofreció como señuelo (isca) Además, dio algunos
detalles íntimos del 'tipo', como su mal carácter ante ciertas
situaciones.

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Velandia, un curtido (experiente) auditor de impuestos y dueño de
una probada carga de malicia indígena, sospechó (suspeitou) que
algo extraño se escondía tras la denuncia. "¿Y usted por qué está
denunciando esto?", le preguntó de golpe. La mujer estalló
(explodiu)"Es que ese tipo le va a comprar un coche (carro) a esa
tipa. que se consiguió" Y explicó que sus hijos andaban en una
situación lamentable desde que su marido inició las andanzas. El
hombre cayó pocos días después con un maletín lleno de facturas
falsificadas y pasó a órdenes de la Fiscalía.
En otros casos, los denunciantes son empleados .Dos hombres
entregaron una lista de las personas de confianza que conocían de
la doble (dupla) contabilidad, claves(segredos) de los ordenadores
(computadores)donde se ocultaba información y el mapa de un
vericueto (laberinto) de cocinas viejas, donde escondían los libros
contables originales. Una operación de inteligencia les permitió
establecer la hora y sitios para el allanamiento(invasão de
domicilio). Al revisar los libros, programas de ordenador y otras
evidencias descubrieron que en el último año y medio la empresa
había omitido activos por más de 500 mil millones (bilhões) de
pesos. La Dian descubrió 5 bandas en los dos últimos años. Estas
organizaciones disponían de talleres litográficos donde falsificaban,
con logotipos, número de identificación tributaria y demás detalles,
toda la papelería de firmas proveedoras.
Con artimañas como éstas y otras, la Dian calcula que los
colombianos evaden el 30 por ciento de los impuestos. Se calcula
que, en el 2004, ese porcentaje fue equivalente a unos 16 billones
de pesos. (Eltiempo.co –29/4/2005).

Glosario de vocabulario seleccionado para


pruebas de ESAF
(Los significados relacionados no son los únicos que posee cada vocablo,
mas son los más usados en la contextualización de asuntos económicos,
financieros, tributarios y de derecho)
abarcar = integrar en algo
abonar = pagar, contribuir
abocarse = dedicarse
abogó = defendió
abultado = con mucho volumen
acaparar = guardar en gran cantidad
acero = (aço)
aclarar = esclarecer, colocar en claro
achicarse = disminuir
aducir = dar como explicación

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ahondar = profundizar
agobiado = preocupado
asignar = atribuir
afán= esfuerzo
afrontar = hacer frente
ahorro = economía
a humo de pajas = velozmente
a hurtadillas = a las escondidas
a grandes rasgos = sintéticamente
aguinaldo = bonificación de fin de año
agujero = déficit presupuestario o fiscal
alabar = elogiar
alquiler = arrendamiento
allanar = facilitar, permitir a la fuerza pública para entrar en
recintos
aledaños = cercanías, proximidades
a menudo = frecuentemente
ancho = (largo)
anuente = de acuerdo con
alza=aumento
amortiguador = paliativo, suavizador
añadió = agregó
anhelar = desear, ansiar
apareamiento = compensación de impuestos ya recogidos
aplazamiento = acción de diferir una deuda
aporte = pago, contribuición
apurar = acelerar
a rajatablas = radicalmente
a regañadientes = a contragusto
arancel = impuesto a las importaciones
arreciar= aumentar
aunar = reunir
aunque = si bien, a pesar de que, pese a
azaroso = imprevisible

banca = conjunto del sistema financiero


barajar = estudiar alternativas
base imponible = base tributable
borrador = minuta, documento no definitivo.
buceo = acción de explorar, investigar

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burbuja = expansión artificial

cajón= (gaveta)
caldear = calentar, aumentar la temperatura
cancelamiento = acción de pagar, saldar o eliminar una deuda
canje = sustitución de bonos o deudas impagas por nuevos
documentos renegociados
capital golondrina (andorinha)= volátil, que migra
carburante = combustible
carpeta = sobre para guardar documentos
cerdo = (porco)
charla = conversación, negociación, palestra
chatarra (bonos) = bonos de segunda calidad
clave = secreto, código
coartada = explicación dada para negar autoría de crimen
alegando estar en otro lugar
coche turismo = automóvil de
coima = acción de sobornar
cohecho = coautoria en el acto de cometer un delito
colmado = repleto, abarrotado, lleno
competencia = competición
concurrente = simultáneo
cosechar = retirar el resultado de actividad agrícola(direct.) o
inversión (figurat.)
copar = dominar totalmente
coto=límite
crudo = petróleo sin refinar

dar al traste = perder todo


default = estado de mora prolongado o cesación simultánea de
muchos pagos
de buenas a primeras = de repente
de hecho = efectivamente, en efecto
derecho aduanero = impuestos al comercio exterior
derroche = gasto excesivo y sin justificativa
desarrollo = desenvolvimiento, crecimiento
desglose = separación de un documento en partes
despegue = crecimiento autosostenible
despido = desligamento del empleo por orden patronal
despilfarro = gasto excesivo y sin justificativa
desechar = descartar,
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desplegar = desarrollar, movilizar fuerzas propias
desplome = reducción brusca
deuda = valor que se debe
detracción = antecipación de impuestos
devaluación= desvalorización
devengar = producir derechos por el decurso de tiempo de un
contrato o compromiso
dibujar = trazar figuras
dirimir = resolver
d iscrepancia = desacuerdo
disquisición = conversación paseo
draconiano = rígido, severo
dúctil = flexible

en estricto= exclusivamente
echar mano = usar
echar una mano = ayudar
echar de menos = sentir falta
echar a perder = estropear
echar a la cancha = publicar
embaucar = engañar, mentir
empezar = iniciar
emplazamiento = colocar un plazo para realizar algo
enajenar = perder la pose o propiedad de algo
encaje = depósito compulsorio junto al Banco Central
enchufe = conexión
engorroso = complicado, enredado
entredicho = polémica
envidiar = desear lo que el otro tiene
escollo= barrera, dificultad, traba
esgrimir= argumentar
espejismo = ilusión óptica
estado de cuentas = balance contable de empresa pública o
privada
estafa = acción de fraudar
estandar = modelo, patrón
estar en el tapete = estar en evidencia
estar en pañales = (em fraldas, direct.) , en sus comienzos
estallar = causar explosión
evaluación = análisis
exoneración=retirada de impuestos, desgravación
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exploración = estudio de viabilidad
explotación= extracción mineral o agropecuaria

fecha = indicación exacta del día, mes y año


fallo = sentencia de juiz o tribunal arbitral
fiscalidad = tributación
fiscalización = control de la recaudación de la fiscalidad
fustigar = acusar con vehemencia

gasóleo = diesel
grifo = bomba de distribución a consumidor final

hablar = comunicar verbalmente


halagar = elogiar con segundas intenciones
hincapié = insistencia
hogar = domicilio particular
huraño = bruto, antisocial
hito = marco
huelga = paralización por tiempo indeterminado
huir= escapar

increpar = acusar
instar = conclamar, pedir con vehemencia
involucrar = relacionar, envolver
inversión = aplicación financiera

jubilado = pensionado por tiempo de servicio opor edad

largo = extenso
laxa = floja
lejos = distante, apartado
lejanía = localización distante
lío = confusión, pelea, desorden
lograr = conseguir, obtener
lustro = 5 años

maíz = (milho)
matizar = relativizar, suavizar
matrícula = emplacamiento de vehículo
mayorista = comercio en gran escala

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mermar = disminuir
menguar = disminuir
mientras = al mismo tiempo
minorista = comercio en cantidad pequeña
minusválido = persona con deficiencia física
mora = atraso en pagar deuda

ordenador = computadora

pantalla = tela donde se proyectan imágenes o luz


paro = situación de desempleo
parco= limitado, corto, de pocas palabras
partidas = partes de un presupuesto
plantear
plantilla = registrooficial de empleados de una empresa
planear = planificar
plática = conversación, negociación
percepción = sustitución del recibimiento de impuesto,
realizada por fabricante o mayorista
pollo = (frango)
pomposo = llamativo, exuberante
prejuicio = preconcepto
presunto = supuesto
presupuesto = previsión de ingresos y egresos del periodo
siguiente
pugna = lucha
pulular = existir en abundancia

quitar = retirar, restar, disminuir

radicar = tener como causa


ralentización= desaceleración
rango = clase, categoría
rasgo = característica
rato = momento
ratón = mouse
reacio = opositor a, contrario a, resistente)
reanudar = reiniciar
recaudación = recogimiento de impuestos
recaudo= cuidado, atención
rédito = renta, lucro, utilidad
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recortar= rebajar, disminuir
remolacha =(beterrava)
rémora = lastre, peso muerto que dificulta avanzar
renglón = item de un balance o presupuesto
renuente = en desacuerdo con
revaluación = valorización, aumento
reto= desafío
revolcón = derrota, fracaso momentáneo
rubro =item de un balance o presupuesto

sembrar = colocar semillas (sementes


sencillo = simple, sin dificultad ni adorno
senda = camino, vía
señaló = mostró
sesgo = tendencia, vies
sitio = lugar
soler = acostumbrar
sondeo = encuesta, pesquisa, negociación informal
sopesar = evaluar, analizar
soslayar = evitar, esquivar, encarar de forma indirecta
sostuvo = defendió
subasta = licitación
subrayó = destacó o venda por lance de productos o servicios
suceso= evento, caso, hecho, cualquier acontecimiento
suscribir = firmar, comprometerse

tacaño = resistente a gastar


talante =carácter
temprano = antes de la hora
tenedor= que tiene bonos en su poder
tibio= moderado, suave
timo = engaño a personas mal informadas y gananciosas
tipo de interés = alicuota que renumera el uso del dinero
tipo de cambio = relación de cambio entre dos monedas
tipo impositivo = alícuota de impuesto o tributo
todavía = aún (ainda)
ubicar = localizar
vaticinar = prever, prognosticar, augurar
vilipendiar = desmoralizar
voltear a = dirigirse a
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zambullirse = sumergirse(mergulhar)

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AULA 7

Hola Amigos!
Comentaremos hoje várias provas da ESAF relacionadas ao tema que
relaciona PETRÓLEO, tributos e conjuntura econômica. Considerando
que o suporte energético do sistema capitalista moderno está
concentrado no petróleo, e este vem sofrendo fortes alterações de
preços decorrentes de crises geopolíticas, as pressões sobre a
estrutura tributária vinculada a ele também recebe muitas atenções.
Devemos acrescentar a isso, que 2006 foi o ano da grande crise, os
preços do petróleo chegaram e se estabilizaram em um patamar nunca
antes imaginado, e fizeram soar o alarme de todos os dirigentes
mundiais.
No plano regional, a conjuntura do petróleo deu estímulo à posição
contestatória do presidente da Venezuela, e indiretamente, afetou todo
o calendário do integracionismo regional (ALCA).

Aproveitaremos estas revisões das provas e simulados para aprofundar


algumas técnicas e procedimentos interpretativos construídos nas
provas e seus possíveis antídotos para uma melhor performance.
Assim, no comentário dos gabaritos das provas da ESAF, incluiremos o
motivo de exclusão das principais alternativas erradas. Boa aula.

REFERÊNCIA À PROVA DE TÉCNICO DE 2002/2

Impuestos de carburantes en la Unión


La Comisión Europea propuso ayer armonizar en toda la UE los
impuestos sobre los carburantes de automoción haciendo una clara
distinción entre el gasóleo de uso profesional y privado. Se trata de
establecer un impuesto unificado al gasóleo profesional de 350 euros
por cada 1000 litros, lo que a España sólo le supone pequeños
retoques. En cambio, la propuesta de equiparar el impuesto de la
gasolina sin plomo al del gasóleo de uso privado a partir de 2006 la
obligaría a aumentar el precio del gasóleo en un mínimo de un 34,7%.
Bruselas considera que ya no hay justificación, desde el punto de vista
de la protección medioambiental, para aplicar un impuesto menor al
gasóleo, un carburante considerado más ecológico que la gasolina
verde o sin plomo. De ahí que , en su propuesta, incluya “la incitación a
los países miembros de la UE a hacer converger a partir de 2006 la
fiscalidad del gasóleo no profesional hacia la del carburante utilizado
por los vehículos particulares”.
La propuesta de la Comisión Europea incluye actualizar a partir del 1
de enero de 2003 el impuesto mínimo aplicable a la gasolina sin
plomo,que ahora está en 287 euros/mil litros. Pasaría a situarse el año
próximo, al aplicarle la inflación acumulada desde 1992, a 360 euros.
Esta actualización no afectaría a los precios españoles, pues en la
actualidad se aplica un impuesto más elevado, de 396 euros. El
problema es que esa invitación a hacer converger fiscalidades obligaría

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a elevar el gasóleo de uso privado en nada menos que 34,7 %, salvo
que se redujera el precio de la gasolina, lo que no es esperable.
(El Pais 25/7/02)

(Tradução ao português)
A Comissão (Poder Executivo) da União Européia propôs ontem harmonizar
em toda a UE os impostos sobre os combustíveis automotivos fazendo uma
nítida diferença entre o diesel de uso profissional e o de uso particular. Trata-
se de estabelecer um imposto unificado ao diesel profissional de 350 euros por
cada 1000 litros. O que a Espanha somente lhe obriga a pequenos ajustes. Ao
contrário, a proposta de igualar o imposto da gasolina sem chumbo ao do
diesel de uso particular a partir de 2006 a obrigaria a aumentar o preço do
diesel num mínimo de 34,7%.
Bruxelas considera que já não há justificativa,desde o ponto de vista da
proteção do meio ambiente para aplicar um imposto menor ao diesel., um
combustível considerado mais ecológico que a gasolina verde ou sem
chumbo. Daí que, na sua proposta, inclua a indicação aos países membros da
U E a fazer convergir a partir de 2006, a tributação do diesel não profissional
em direção ao do combustível utilizado nos veículos particulares.
A proposta da Comissão Européia inclui atualizar a partir de 1 de janeiro de
2003 o imposto mínimo aplicável à gasolina sem chumbo, que atualmente está
em 287 euros/mil litros. Passaria a situar-se no ano próximo, ao aplicar a
inflação acumulada desde 1992, a 360 euros. Esta atualização no afetaria os
preços espanhóis porque atualmente se aplica um imposto mais alto, de 396
euros. O problema é que este convite a fazer convergir as tributações obrigaria
a aumentar o preço de diesel de uso particular em nada menos que 34,7%,
exceto que se baixasse o preço da gasolina, o que no é provável.

29.- Según el texto, las propuestas de la Comisión Europea sobre


impuestos a los carburantes

a) consisten en estabilizar los tributos sobre esos productos.


b) les acomodan a España por no implicarle grandes
modificaciones.
c) han provocado el rechazo de miembros de la UE.
d) elevarán los precios al consumidor.
e) estimularán el consumo de gasóleo en los países de la
Comunidad.

30.- En el texto se dice que la invitación a los miembros de la UE a


hacer converger la fiscalidad del gasóleo profesional hacia la del
carburante de uso privado:

a) se debe a la falta de excusas para la aplicación de gravámenes


diferenciados.
b) elevará el precio del gasóleo si se reduce el de la gasolina.
c) pretende disminuir la incidencia de esos tributos en la inflación.
d) llevará a España a retocar su política monetaria.
e) supone una reducción del precio de la gasolina.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 29

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Alternativa D: o texto noticia que por causa da unificação dos impostos
para combustíveis de uso particular (diesel ou gasolina) o preço do
diesel aumentará em 34,7 %. O gabarito marcado pela ESAF tem um
pequeno defeito : ao falara que “elevarán” da a entender que
aumentaria o preço dos dois combustíveis (gasolina e diesel) quando
na verdade só aumentará um diesel (o diesel de uso privado) .
Portanto, o verbo deveria ser “elevará” (em singular) e limitado ao
produto “gasóleo”.
As outras alternativas apresentavam desvios na igualdade semântica
(de significado):
a) não estabiliza , modifica os tributos.
b) para Espanha não modifica a gasolina mas sim o diesel.
c) não consta a oposição de nenhum pais .
e) não há estímulo ao consumo de diesel porque seus preços
subiriam.

Questão 30:
Alternativa A: Observe-se de novo aquele padrão de questões sobre
causalidade. No meio do texto aparece um nexo consecutivo “De ahí
que”. Depois dele aparece a conseqüência citada no enunciado da
questão 30. Antes dele só pode estar a causa: “...ya no hay justificación
(ecologica) para aplicar um impuesto menor al gasóleo...”
As outras alternativas apresentavam desvios na igualdade semântica
(de significado):
b) é o contrário: não haverá aumento do diesel se cai o da gasolina.
c) não consta no texto esta informação .
d) não há menção a política monetária.
e) a opção de reduzir o preço da gasolina é só da Espanha, não da
UE.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 16
Observa que tanto no texto quanto no enunciado da questão 30 de
Técnico da prova de 2002/2 há uma palavra que tem papel chave:
“hacia”. Esta palavra é uma preposição que não tem na língua
portuguesa e que significa “em direção a”. Na mesma prova, na
questão 24 volta o assunto gramatical das preposições quando coloca
como alternativa verdadeira a B , trocando “...está a punto de
aceptarlo...”por “...está para aceptarlo...”
Vamos então ver todas as possibilidades em que este segmento
gramatical (as PREPOSIÇÕES) pode complicar a vida do
concursando:

a a El impuesto subió de 5 Indica limite do


a 7% movimento. Cuidado:
El impuesto subió del 5 as vezes aparece em
al 7% contração junto ao
artigo masculino “el”
formando a palavra “al”
(ao)
a a Chávez miró a Bush. Cuidado: em espanhol,

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(Chávez olhou Bush) quando o complemento
direto é um ser
humano, o verbo tem
regência preposicional
com “a”.
ante (perante) El reo confesó ante las
evidencias acumuladas
bajo (sob) El reo salió bajo fianza
desde (desde) El impuesto aumento “desde” serve para
desde el 5 hasta el 7% indicar o ponto de
partida de qualquer
movimento
excepto (exceto) Todos pagan excepto Indica exclusão,
los agricultores exceção. Pode ser
substituído por “salvo”
o “fuera”.
hacia (em Ir hacia un impuesto
direção a) único
hasta (até) Subirá hasta 30%. Indica limite de um
movimento ou
condição. Também
indica inclusão dentro
de um limite. Por isso
tem como sinônimos
“incluso”e “aun”.
para (para) Exportan para ganar Indica finalidade. Pode
dinero acompanhar verbo em
infinitivo para indicar
iminência de uma
ação:
“Está para llover”=
“está a punto de
llover”= está próximo a
llover”.
por (por) Discuten por plazer Indica causalidad.
Também pode ser
utilizada no sentido de
“meio”. Ex.: “camina
por la vereda”
según (conforme) Según el texto, Indica conformidade
com uma fonte
informadora.
sin (sem) Ley sin excepciones Indica ausência,
carência.
sobre (sobre) Ley sobre bioseguridad Indica relação. Como é
muito utilizada, tem
várias alternativas em
forma de locução:
“respecto a”
“en cuanto a”
“con relación a”

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“en referencia a”
Tras (Após, Nada fue resuelto tras el Indica sucessão de
depois de) debate uma ação à outra
anterior.

REFERÊNCIA À PROVA DE ESAF DE 2000


Medidas fiscales

La Comisión delegada del Gobierno analizó diversas medidas fiscales


para compensar las pérdidas en el sector agrario ocasionadas por la
fuerte subida de los carburantes. Entre otras medidas se incluye la
reducción de módulos del Impuesto sobre la Renta de las Personas
Físicas (IRPF) a los agricultores, así como elevar el Impuesto sobre el
Valor Añadido (IVA) de los precios de los productos agrícolas desde el
5% actual al 7%.
Estas posibles mejoras ya fueron calificadas de insuficientes por las
organizaciones agrarias que reclamaron con más insistencia,si cabe,
bajadas del impuesto especial de hidrocarburos. Pero el Gobierno ha
dicho que descarta tal posibilidad. En esta línea, el secretario de
Política Económica y de Defensa dela Competencia, Luis de Guindos,
aseguró que el impacto de la escalada del crudo está siendo menor en
España que en el resto de la Unión Europea.
Sin embargo, el Grupo Socialista en el Congreso ha presentado una
proposición de ley que defenderá la semana próxima y en la que se
recoge uma bateria de medidas para frenar la espiral alcista y paliar
sus efectos en los sectores agrícola, pesquero y de transportes.
El País 8/09/2000

(Tradução ao português)

Medidas Fiscais
A Comissão delegada do Governo analisou diversas medidas fiscais para
compensar as perdas no setor agrário ocasionadas pelo forte aumento dos
combustíveis. Entre estas medidas se inclui a redução de módulos do Imposto
à Renda das pessoas Físicas (IRPF) aos agricultores, assim como aumentar o
imposto ao valor agregado (IVA) dos preços dos produtos agrícolas do 5%
atual ao 7%.
Estas possíveis melhoras já foram qualificadas como insuficientes pelas
organizações agrárias que reclamaram com mais insistência , se isso ainda
fosse possível, reduções do imposto especial de hidrocarburos. Porém, o
Governo disse que descarta tal possibilidade. Nesta linha, o secretario de
Política Econômica e de Defesa da Concorrência, Luis de Guindos,afirmou
que o impacto da escalada do petróleo está sendo menor em Espanha que no
resto da União Européia.
No entanto, o Grupo Socialista no Congresso apresentou uma proposta de lei
que defenderá a semana próxima e na que se recolhe uma bateria de medidas
para frear a espiral de aumentos e aliviar suas conseqüências nos setores
agrícola, pesqueiro e de transportes.

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27.- Em el texto, la palabra “paliar”significa:


a) escocer
b) denunciar
c) golpear
d) deshacer
e) mitigar

28.- Em el texto se dice que las organizaciones agrarias:

a) se quejaron del aumento del impuesto especial de


hidrocarburos.
b) calificaron de insuficientes las mejoras adotadas.
c) negociaron con el gobierno sobre el impuesto especial de
hidrocarburos.
d) exigieron que se reduzca el impuesto especial de hidrocarburos.
e) abordan el asunto del impuesto especial por primera vez.

29.- En el texto se dice que la Comisión Delegada del Gobierno:

a) aprobó medidas de compensación en el sector agrícola.


b) analizó las causas de las pérdidas en el sector agrícola.
c) colocó el alza del IVA entre las medidas analizadas.
d) tomó decisiones para mejorar la situación del sector agrícola.
e) propuso la reducción del impuesto de sociedades como salida
alternativa.

30.- Según el texto, en el sector agrario, la fuerte subida de los


carburantes ocasionó

a) prejuicios
b) poquedad
c) perentoriedad
d) perjuicios
e) ploración

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 27
Alternativa E: paliar = mitigar = disminuir =suavizar. As outras
alternativas :
a) escocer= irritar-se , incomodar-se
d) deshacer = desfazer

Questão 28
Alternativa D: o texto noticia que os agricultores consideraram
insuficientes às medidas do governo e “reclamaron bajadas del
impuesto de hidrocarburos”.As outras alternativas:
a) não houve aumento do imposto e sim do preço final dos
combustíveis.
b) as melhoras só foram analisadas, ainda não foram adotadas.

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c) Esta informação não está no texto. Os agricultores
“reclamaram”não há negociação.
d) Verdadeira.
e) A expressão “com más insistência, si cabe” indica que não é a
primeira vez que reclamam.

Questão 29
Alternativa C:no início do texto se informa que o governo estuda
aumentar o IVA dos produtos agrícolas de 5 para 7%. As outras
alternativas
a) ainda não aprovou nada, só analisou.
b) a Comissão não analisou as causas e sim as medidas fiscais a
tomar .
c) ainda não aprovou nada, só analisou.
e) a redução analisada é no imposto de pessoas físicas e não
jurídicas (sociedades).

Questão 30
Alternativa E: perdidas (perdas) equivale a perjuicio, daño. O autor
aplicou aqui um falso cognato para induzir o concursando a marcar a
alternativa A. Vejamos:
a) prejuicio = preconceito
b) poquedad = pequena quantidade
c) perentoriedad = necessidade urgente
d) ploración = nada consta em dicionários grandes e pequenos
e) perjuicio = prejuízo

REFERÊNCIA À PROVA DE ESAF DE 2002/1

Baja Petrolera
El secretario general de la Organización de países exportadores de
Petróleo (OPEP) el venezolano Ali Rodríguez, ha advertido que se
producirá una bajada en la demanda de crudo para el segundo
semestre del año e indicó que el declive puede evitarse si los
productores de crudo acuerdan un recorte en la producción.
El dirigente venezolano confirmó que negocia con Rusia Y Noruega ,
los dos mayores exportadores de petróleo fuera de la OPEP, para que
mantengan los recortes, que han posibilitado un incremento del 6% en
el precio del petróleo este año. Rodriguez señaló que el precio medio
del punto de referencia (al contado y sin plazos) de la OPEP ha sido
superior a los 19 dólares por barril, cifra que se sitúa muy por encima
de los precios medios para noviembre y diciembre que cayeron hasta
los 15,85 dólares después de los ataques terroristas , el pasado 11 de
septiembre en Estados Unidos.
Las aciones de la OPEP, apoyadas por otros productores, han sido
útiles para poner freno a la caída del precio del crudo y para estabilizar
el mercado, subrayó el venezolano.

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Según Rodríguez, la OPEP vaticina que la demanda mundial de
petróleo, que se sitúa en unos 76 millones de barriles diarios, se
incrementará hasta 91 millones en el 2010 y hasta 106 en el 2020. De
ese total,la OPEP producirá 39 millones de barriles diarios en el 2010 y
unos 53 en el 2020. A finales del año pasado, la OPEP acordó reducir
sus cuotas de producción en 1,5 millones de barriles diarios, mientras
que otros productores independientes se comprometieron a rebajar otro
medio millón.

(Tradução ao português)

Baixa do Petróleo
O secretario geral da OPEP, o venezuelano Ali Rodriguez avisou que se
produzirá uma queda na demanda do petróleo para o segundo semestre o ano
e indicou que a queda pode ser evitada se os produtores de petróleo fazem
um acordo para diminuir a produção.
O dirigente venezuelano confirmou que negocia com Rússia e Noruega, os
dois maiores exportadores de petróleo fora da OPEP, para que mantenham
os cortes que possibilitaram um aumento de 6% no preço do petróleo este
ano. Rodriguez assinalou que o preço médio do ponto de referência (a vista,
sem prazo) da OPEP foi superior aos 10 dólares por barril, número que está
muito acima dos preços para novembro e dezembro, que caíram até 15,85
dólares depois dos ataques terroristas o passado 11 de setembro nos Estados
Unidos.
As ações da OPEP, apoiadas por outros produtores, foram úteis para pôr freio
à queda de preço do petróleo e para estabilizar o mercado, sublinhou o
venezuelano.
Conforme Rodríguez, a OPEP prognostica que a demanda mundial de
petróleo,que está em 76 milhões de barris diários, aumentará até 91 milhões
em 2010, e até 106 em 2020. Deste total,a OPEP produzirá 39 milhões de
barris em 2010 e 53 em 2020. A final do ano passado, a OPEP fez acordo
para reduzir suas cotas de produção em 1,5 milhão de barris diários, enquanto
que outros produtores independentes se comprometeram a cortar outro
meio milhão.

24.- Según el texto, el secretario general de la OPEP

a) criticó a los países petroleros por la bajada en la demanda del


crudo.
b) presiona a Rusia y a Noruega para que mantengan recortes del
6%.
c) sugirió que la OPEP redujera sus cuotas de producción en 1,5
millones de barriles diarios.
d) ha buscado apoyo dentro y fuera de la OPEP para enfrentar el
descenso de la demanda de petróleo.
e) dice que el precio del barril ha estado alrededor de los 19
dólares este año.

25.- En el texto se dice que Rusia y Noruega

a) son los mayores productores de petróleo fuera de la OPEP.


b) exportan el mayor volumen de petróleo a nivel mundial.
c) reducirán su producción en medio millón de barriles diarios.

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d) auguran una demanda mundial de 76 millones de barriles
diarios.
e) han coadyuvado al aumento del precio del crudo.

26.- En el texto se dice que para frenar la caída del precio del petróleo
y estabilizar el mercado ha sido útil

a) la buena situación de las acciones de la OPEP en las bolsas de


valores.
b) el establecimiento de un menor precio para las compras al
contado.
c) el aumento de la demanda del crudo después del 11 de
septiembre.
d) el conjunto de medidas adoptadas por la OPEP con el respaldo
de otros productores.
e) el augurio de incremento de la demanda este año.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA

Questão 24
Alternativa D: o texto diz que o venezuelano procurou apoio dentro e
fora da OPEP (Rússia e Noruega) para fazer cortes na produção de
petróleo. As outras alternativas:
a) não criticou.
b) o texto diz “negocia” não pressiona a Rússia e Noruega.
c) a OPEP já fez acordo para reduzir isso no final do ano anterior .
e) não informa a média do ano, só oscilações entre 15 e 19
dólares.

Questão 25
Alternativa E: o texto informa que Rússia e Noruega colaboraram
coma OPEP para cortar a produção e sustentar o preço do petróleo. As
outras alternativas:
a) são os maiores “exportadores” mas não necessariamente os
maiores “produtores”.
b) essa informação é intrusa, nada consta no texto.
c) quem se comprometeu a reduzir ½ millhão de barris são “otros
productores”que o texto não identifica.
d) quem faz esse prognóstico é a OPEP. O enunciado mencionava
Rússia e Noruega.

Questão 26
Alternativa D: é praticamente textual do 3o. parágrafo do texto. As
outras alternativas:
a) a palavra “acciones” é usada no sentido de atividades e não de
títulos da Bolsa de Valores.
b) não há relação com o enunciado. O preço “al contado” (a vista)
é colocado apenas como ponto de referência.
c) É o contrário. Depois dos ataques os preços caíram.

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e) esse “augurio” (prognóstico) não tem relação de causalidad com
o evento assinalado no enunciado da questão.

SIMULADO 16

01 El presidente boliviano, C. Mesa, demora la promulgación de la


02 controversial Ley de Hidrocarburos que fue aprobada el jueves
03 pasado por el Congreso. Esa situación, así como las herméticas(1)
04 reuniones que mantiene con sus colaboradores, han puesto(2) en
05 duda el viaje del mandatario a la cumbre Arabe-Sudamericana, que
06 comenzó hoy en Brasilia.
07 Tras un año de debates el parlamento de la nación altiplánica
08 despachó la norma que incrementa de 10% a 32% los impuestos al
09 lucro de las petroleras, añadido(3) al 18% de regalías(4) que
10 cancelan(5) sobre factura. A ello se suma la obligación de estas
11 empresas de modificar sus contratos. Cuando la iniciativa
12 permanecía en el legislativo, el Gobierno, y Mesa la calificaron
13 como "confiscatoria" y "suicida" por temor a que ahuyente (6) las
14 inversiones. Sin embargo, desde la aprobación de la norma
15 ninguna autoridad del Ejecutivo ha declarado. De acuerdo a la
16 Constitución, el presidente tiene diez días para promulgar una ley o
17 vetarla. Si no la promulga el presidente del Congreso está
18 habilitado para hacerlo. Un acuerdo, firmado en marzo, con el
19 Fondo Monetario Internacional (FMI) sería el principal motivo para
20 que Mesa no se haya decidido por la promulgación. En ese
21 documento el Gobierno se comprometió a respetar las inversiones
22 extranjeras incluyendo los contratos con las petroleras, a cambio el
23 FMI acordó un nuevo apoyo financiero al programa económico de
24 Mesa.
25 Las petroleras que operan en ese país anunciaron que apelarán
26 ante los tribunales locales. "La nueva Ley es confiscatoria y
27 haremos una representación legal ante el Tribunal Constitucional,
28 una vez que sea promulgada", anunció el viernes el presidente de
29 la Cámara de Hidrocarburos, Raúl Kieffer. Por su parte, los
30 sindicatos amenazan con protestas para presionar al Gobierno para
31 que promulgue la Ley.
32 Otros sectores no están de acuerdo con la norma y exigen que el
33 Congreso apruebe la nacionalización de los hidrocarburos.
34 Según la estimación de algunos legisladores con la nueva Ley el
35 Estado empezará(7) a percibir al menos US$ 540 millones de los
36 US$ 1.500 millones que gana el sector, en vez de los cerca de
37 US$ 150 millones actuales. Las principales empresas que operan
38 en Bolivia son la brasileña Petrobras, la española Repsol YPF, las
39 británicas British Gas y British Petroleum, y la francesa Total .
40 elmercurio 10/5/05
1.- El texto trata sobre
a) un proyecto de ley que cambia los tributos de hidrocarburos.
b) una ley que alteraría gravámenes y regimen del sector petrolero .
c) una ley que sólo cambia la carga impositiva de hidrocarburos.

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d) una ley promulgada que altera la política petrolera de Bolivia.
e) una proyecto de ley tributaria bajo consideración judicial.

2.- En el texto se dice que


a) Mesa no irá a la cumbre en Brasilia hasta resolver sobre la ley.
b) Petroleras y sindicatos condenaron el carácter confiscatorio de la
ley.
c) El Gobierno detuvo sus críticas a la ley tras la aprobación
parlamentar.
d) Los sindicatos quieren que el gobierno estatice los hidrocarburos.
e) El FMI expresó su condena al cambio de legislación de las
petroleras.

3.- En el texto se dice que la nueva norma de hidrocarburos


a) permite deducir las regalías de los impuestos ordinarios.
b) sólo pagará regalías si no tiene utilidades.
c) tributará 50% sobre las petroleras.
d) casi triplicó el tipo sobre las utilidades de las petroleras.
e) comprometería el arreglo de Mesa con el FMI.

4.- En el texto se dice que de existir la promulgación de la ley de


hidrocarburos
a) las petroleras interpusieron un embargo en la Corte Constitucional.
b) el Estado recibiría un poco más de ½ millardo de dólares .
c) el FMI denunciará un pacto financiero con Mesa.
d) los sindicatos aumentarán sus protestas.
e) ella acontecerá automáticamente en diez días.

5.- La expresión “han puesto en duda” (li.4 ) equivale a


a) colocarían en duda
b) ponen certidumbres
c) pusieron incertidumbre
d) tienen colocado paradojas
e) dejan suspicacias

6.- La expresión “ello” de la línea 10 se refiere a


a) lucro de las petroleras.
b) las petroleras.
c) el 18 % de regalías.
d) año de debates.
e) el alza del tipo.

7.- La expresión “si no la promulga” (li.17) equivale a


a) cuando no la promulgue.
b) pero no la promulga.
c) de promulgarse.
d) de no promulgarla.
e) aunque no la promulgue.

8.- Es posible cambiar sin alterar el sentido


a) ahuyente x aleje
b) cancelan x eliminan

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c) herméticas X renuentes
d) confiscatoria x estatizante
e) empezará x demorará

VOCABULÁRIO
(1) herméticas = fechadas, secretas
(2) han puesto = colocaram
(3) añadido = acrescentado
(4) regalias = royaltys
(5) cancelan = pagam
(6) ahuyenten = afugentem
(7) empezará = começará

Questão 1
Alternativa B : trata-se de uma lei que alteraria os impostos e os
contratos petroleiros.

Questão 2
Alternativa C após a aprovação parlamentar, o governo “no declaró
más”.

Questão 3
Alternativa D: o tributo sobre o lucro (utilidades, ganancias, réditos)
das petroleiras passou de 10 a 32%. A alternativa C é falsa porque os
impostos não se somam: um é sobre o faturamento (regalia= royalty) e
o outro é sobre o lucro.

Questão 4
Alternativa B: é o que receberia o Estado com o novo nível tributário.
As outras alternativas:
a) ainda não o fizeram
c) nada consta no texto
d) os sindicatos querem a promulgação da lei
e) não é automática: o presidente do Congresso precisa promulga-
la

Questão 5
Alternativa C: são sinônimos. As outras alternativas: paradojas
(contradições), suspicacias (suspeitas) certidumbre (certeza) não são
sinônimos.

Questão 6
Alternativa E: refere-se ao aumento do nível tributário sobre os lucros.

Questão 7:
Alternativa D: a estrutura condicional pode ser feita partindo da
conjunção “si”seguido do verbo em presente do Indicativo ou da
preposição “de” seguida do verbo em infinitivo. Na alternativa C falta a
partícula “no”.

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Questão 8
Alternativa: A: a expressão “aleje” é um falso cognato; na verdade ele
significa afaste, distancie.

SIMULADO 17
(prezado amigo, este simulado tem um número de questões similar ao da
prova. Portanto, é um bom instrumento para treinar o uso do tempo.
Cronometra o início da leitura e tenta resolver tudo em 45 minutos, sem
consultar o vocabulário e o gabarito)

01 El Gobierno tiene su botija llena, y aunque el presidente Hugo


02 Chávez este domingo aseguró que "los recursos no alcanzan",
03 los ingresos ordinarios y extraordinarios superan el gasto
04 previsto para 2005. El Ejecutivo Nacional contempló un
05 presupuesto de 30% del Producto Interno Bruto (PIB) y para
06 cubrirlo se establecieron recursos ordinarios (petroleros y
07 tributarios) por el orden de 29% del PIB y una Ley de
08 Endeudamiento en 7% del PIB. Esos datos, según el
09 economista Orlando Ochoa indican que el Gobierno tiene
10 recursos por demás. A su juicio "no existen argumentos para
11 decir que no hay fondos a menos que exista un plan de gastos
12 que no está revelado y que efectivamente podría afectar el
13 ingreso fiscal. De existir ese gasto extrapresupuestario habría
14 un impacto, pero tal como se encuentra estructurado el
15 presupuesto habría hasta excedentes".
16 Según Ochoa, la evolución de los ingresos en el primer
17 trimestre del año muestra que el fisco cuenta y seguirá
18 contando con fondos para mantener la política expansiva de
19 gasto. Los recursos petroleros, según el ministro de Energía y
20 Petróleo, Rafael Ramírez se ubicaron(1) en 10 millardos(2) de
21 dólares, mientras que la recaudación tributaria fue 3,7 millardos
22 de dólares.
23 A ello se suman las utilidades cambiarias por 1,6 millardos de
24 dólares y los recursos generados por el endeudamiento. En
25 menos de cuatro meses se han hecho 2 colocaciones de bonos
26 por 2 millardos de dólares. La alcancía(3) del Gobierno puede
27 llenarse(4) más cuando se tiene que el precio del crudo está 17
28 dólares por encima de lo previsto en el presupuesto, y que el
29 ente recaudatorio promete 18,6 millardos de dólares este año.
30 Esa evolución de los ingresos es lo que permitió una
31 aceleración en las erogaciones(4) del Gobierno Central. Según
32 cifras del despacho(5) del ente recaudador, las partidas con
33 más alza fueron la de gastos de personal y la del Programa
34 Social Especial. La ejecución en ambos casos estuvo en 50 y
35 40%, respectivamente. Fuentes oficiales apuntan que también
36 hubo erogaciones para inversión. Un reporte del Banco
37 Mercantil destaca que ante las diversas fuentes de recursos

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38 habrá una expansión del gasto sin precedentes. En ese
39 sentido, la institución estima que el gasto de Petróleos de
40 Venezuela podría alcanzar un 35% del PIB para fines de año,
41 es decir más de 45 millardos de dólares.
42 No obstante, ese andar de los egresos genera dudas sobre su
43 sostenibilidad(6) . Eluniversal.ve 10/05/2005

1.- Sobre el presupuesto venezuelano de 2005, en el texto se dice que


a) se confirmó la existencia de un déficit fiscal para 2005
b) los recursos petroleros y tributarios superan los gastos en 2005
c) los ingresos ordinarios y por préstamos superan los gastos en 2005
d) existe un rubro de egresos que no fue revelado
e) se prevee una deuda en la orden del 7% de los gastos fiscales
2.- Según Orlando Ochoa
a) los recursos tal vez no sean suficientes para cubrir el presupuesto
b) quizá haya un plano de egresos soslayado por Chaves
c) es inminente un impacto sobre el presupuesto
d) existe una merma de los gastos públicos en 2005
e) existe un excedente de gastos sin cobertura presupuestaria

3.- En el texto se dice que


a) el precio del crudo está en 17 dólares, bien arriba de lo
presupuestado
b) el ente tributario prevé una recaudación de casi 20 mil millones de
dólares
c) el Ejecutivo invirtió 2 millardos de dólares en bonos en el primer
trimestre
d) hay un desplome en los gastos del Gobierno central
e) en 2005, habrá 10 mil millones de dólares por recursos del crudo

4.- Según el ente tributario en este trimestre


a) hay incertidumbre sobre el futuro del gasto público
b) el ente petrolero responderá por más de un tercio del PIB
c) el fisco cuenta con recursos suficientes para el presupuesto
d) habrá un gasto público nunca visto
e) aumentaron las erogaciones por plantilla y gasto social

5.-La expresión “de existir” (li.13)equivale a


a) cuando existe
b) por haber
c) si existió
d) si existe
e) aunque exista

6.- La expresión “se ubicaron en”(li 20) equivale a


a) se acercaron a
b) se alejaron de
c) mermaron a
d) ralentizaron en
e) acotaron en

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7.- La expresión “se han hecho”(li. 25) equivale a
a) se efectuaron
b) se habían realizado
c) se concretarían
d) se harían
e) habrá

8.- La expresión “hubo erogaciones”(li.36) equivale a


a) habrá gastos
b) había aplazamientos
c) se gastó
d) plantean egresos
e) existieron cotos

9.- Es posible cambiar sin alterar el sentido del texto


a) sin precedentes x sin tapujos
b) crudo X dólar
c) mientras que” x mismo que
d) alcancía x paciencia
e) hasta x incluso

10.- La expresión “botija” (li 1) tiene el sentido de


a) agenda
b) paciencia
c) arcas
d) deuda
e) acción

VOCABULÁRIO DO SIMULADO 17
(1) ubicaron = localizaram
(2) millardos = bilhões
(3) alcancía = cofres
(4) erogaciones = gastos
(5) despacho = escritório
(6) sostenibilidad = sustentabilidade

Questão 1
Alternativa C: essa é a soma das duas vertentes (tributos +petróleo
+endividamento) com que é financiado o orçamento. As outras
alternativas:
a) não consta déficit já consolidado
b) os recursos ordinários não cobrem 100% do orçamento
c) não está confirmado que exista, só foi lançada a suspeita
e) é 7% do PIB, não dos gastos fiscais

Questão 2
Alternativa B: Ochoa lança suspeita de que Chávez tem uma rubrica
de gastos que ainda não revelou. As outras alternativas
a) Ochoa diz que serão suficientes.

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c)iminente não, é só uma hipótese levantada por um economista.
d)merma = diminuição. É o contrário.
e)não existe essa informação no texto.

Questão 3
Alternativa B: o texto informa que esse é o número previsto para 2005.
As outras alternativas:
a) 17 dólares não é o preço atual, é o que figura no orçamento.
b) não investiu,se endividou.
c) desplome = queda. É o contrário,há aumento dos gastos.
d) esse número corresponde ao primeiro trimestre, não ao ano
todo.

Questão 4
Alternativa E: a única informação procedente da Receita se refere a
que houve aumento das contratações (plantilla) e gasto social. As
outras alternativas:
a)não há duvidas sobre o gasto público.
b) o número se refere não a produção (PIB) e sim a gastos em
comparação ao PIB.
c) essa informação não pertence à Receita.
d) essa informação não pertence à Receita.

Questão 5
Alternativa D :”de existir”é estrutura condicional em presente, como “si
existe”.

Questão 6
Alternativa E: se limitaran a = se acotaron en.

Questão 7
Alternativa A : se han hecho (pretérito perfecto compuesto del
indicativo) pode ser substituido por “se efectuaron”(pretérito indefinido
del indicativo . O núcleo semântico dos dois (fazer = efetuar) é
equivalente.

Questão 8
Alternativa C: a expressão “hubo erogaciones”(houve despesas) é
impessoal como “se gastó”. Está no mesmo tempo verbal, pessoa
gramatical e são equivalentes em seu núcleo semântico.

Questão 9
Alternativa E: são sinônimos.

Questão 10
Alternativa C: arcas= cofres = alcancía (e em sentido figurativo
=botija)se refere às reservas que mantêm a autoridade monetária.

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LEITURAS COMPLEMENTARES
TEXTO 1 Domingo 4 de septiembre de 2005

Aguinaldo (decimoterceiro gasolineiro) bencinero

A todas luces (evidentemente) resultaba un despropósito político subir


en $150 las bencinas (gasolina) -con tamaño reajuste superarían los
$700 por litro-, cuando se empieza a entonar el ambiente de Fiestas
Patrias. Más aún considerando que las típicas ceremonias de este mes
tendrán el componente de despedida de la administración de Ricardo
Lagos, que los ánimos eleccionarios ya están más que prendidos y que
la escalada del cobre sigue incrementando la recaudación fiscal, por lo
que no es posible argumentar que no hay plata (dinheiro) para abrir la
mano (gastar) .
Todo eso explica el cambio de giro en el discurso del Gobierno, que vio
pasar el precio de los combustibles de $500 a $600 sin conmoverse
ante los discursos de sus partidarios y opositores respecto del impacto
en el bolsillo (no bolso) de la empeñosa (trabalhadora) clase media, e
incluso abjurando (renegando) de cualquier medida que implicara
salirse de los bonos y subsidios focalizados.
Porque si bien el panorama ya se venía complicado con el petróleo
rondando los US$70, el huracán Katrina vino (veio) a pulverizar las
esperanzas de que la escalada de precios de los combustibles diera un
respiro durante las festividades.
Así las cosas, el jueves el Presidente y el ministro de Hacienda
anunciaron que venían medidas por el lado de combustíveis . Y es que
dado que en este escenario era inevitable "ponerse" (atuar) con alguna
medida más amplia,el ministro de Hacienda y su equipo se abocaron
(dedicaram) a diseñar una fórmula para amortiguar (amortecer) el
fuerte, pero supuestamente transitorio impacto de la tempestad en el
mercado de las gasolinas (dejó fuera de operación las refinerías de la
costa del Golfo de México), que no signifique por ahora una sangría
para las arcas fiscales. Porque abierta esa llave, es difícil de cerrar.
De estas insinuaciones los analistas rápidamente dedujeron
(deduziram) que la empresa asumirá el mayor precio como
consecuencia de la catástrofe en New Orleans y sus alrededores, sólo
reduciendo su margen de refinación. Ya no es momento de que la
compañía tome seguros para replicar (repetir) lo que se hizo (fez)
haceunos meses con el diésel, dado el encarecimiento del crudo.
Como el reajuste de $150 que se pretende paliar no obedece a un alza
del crudo, sino de las bencinas, la empresa verá afectados sus
ingresos, que en el primer semestre llegaron a US$ 3.040 millones, casi
US$ 1.200 millones más que en igual lapso de 2005, pero no debiera
perder plata.
Ello porque como fija sus precios en línea con la cotización en el
mercado internacional y sus costos no han variado, esta coyuntura que
debiera durar una semana o un poco más le habría significado una
suculenta ganancia adicional sólo por factores de mercado. Lo que no
se le reprocharía a ninguna empresa privada, que para ser eficiente

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tiene que vender sus productos al mayor precio posible.
Pero por tratarse de una firma estatal, ya le estaban echando en cara
(acusando) que abultara su balance a costa de sus dueños, todos los
chilenos.
Era la opción más fácil de implementar (no requiere ley) y "limpia" en
términos fiscales: tampoco implica redireccionar recursos.
Aunque el ministro del Interior, Francisco Vidal, informó el viernes que
el anuncio se oficializaría lunes, martes o miércoles, al cierre de esta
edición se especulaba que podían hacerlo ayer u hoy en la noche,
cuando el Presidente vuelve de Colombia.
De limitarse la medida a lo que se especula, el ministro Eyzaguirre
nuevamente salvaría la situación con una fórmula distinta a las que
hace rato (faz tempo) le sugieren de todos lados.
Entre las más mencionadas está la rebaja del impuesto específico, que
esgrimen con fuerza quienes alegan que no le están pidiendo subsidios
al Gobierno, sino que deje de castigar el uso del automóvil con el
gravamen específico (actualmente equivale a unos $181 del precio final
de las gasolinas), que ha ido subiendo para financiar iniciativas varias,
como gasto social y rebaja de aranceles(impostos aduaneiros) , sobre
todo ahora que los peajes suman y siguen.
Pero esa opción implicaba enviar una ley al Congreso. Además, el
ministro no está "disponible" para este tipo de medidas, porque sería
bastante difícil de revertir e implicaría una merma (queda) permanente
en la recaudación del fisco. En su lógica, no hay que confundir las
medidas para estabilizar esta variable, con subsidiar.

Otro camino era suplementar el fondo de estabilización del petróleo, lo


que también requeriría pasar por el Congreso. Los defensores de esta
opción insisten en que no significa ningún riesgo para las finanzas
fiscales, porque se trata de definir un monto por una vez, y no de volver
al sistema antiguo en que había un subsidio permanente cuando el
precio de paridad superaba un nivel determinado.
Quienes lo impulsaban afirman que si el precio del petróleo no cede,
igual tendrá que recurrir a otra herramienta, porque tampoco es
aceptable quitarle a Enap (petrobras chilena) los incentivos para ser
eficiente. Advierten que el efecto Katrina en las gasolinas puede
prolongarse y que independientemente de ello, EE.UU.hace rato
presenta problemas en su capacidad de refinación, por lo que
difícilmente los valores de los derivados del crudo bajarán luego
(enseguida) existen 149 plantas que se han hecho insuficientes para el
crecimiento de la demanda y está importando 10% de su consumo.
Esta estrechez tiene al menos dos explicaciones.
A nivel político la atribuyen a que las grandes compañías no tienen
intenciones de ampliar capacidad porque se están beneficiando de los
mayores márgenes, mientras que en la misma industria aseguran que
la culpa está en las restricciones para instalar refinerías, a las que por
ser contaminantes les han restringido los permisos y las líneas de
crédito: conseguir un certificado ambiental toma al menos 5 años y
desde que se aprueba la inversión hasta que empieza a producir pasan
al menos 15.
Cuando a mediados de los '80 la cotización internacional se desplomó

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(despencou) de US$ 10 el barril, el régimen militar enfrentó fuertes
presiones para que el mercado interno reflejara íntegramente el
descenso. El valor interno con impuesto quedó en US$ 26 y arreciaron
las críticas tanto de la oposición como de los economistas liberales,
que llamaban a dejar que los precios los regulara el mercado. Ningún
extremo es bueno.

Texto 2
Aunque en el mundo privado y político se vio con buenos ojos la
decisión del Gobierno de estabilizar los precios de la bencina, parafina
y diésel en el país, las medidas puntuales que se tomaron generaron
algunas dudas.
Particularmente, extrañó que la autoridad no aprovechara esta ocasión
para disminuir los impuestos específicos que afectan a las bencinas y
mejorar la estructura tributaria en este mercado. Esto, en circunstancias
que el diésel, pese a que es un combustible más contaminante, paga
menos impuestos.
Juan Andrés Fontaine, economista y consultor, comparte la
preocupación por encontrar fórmulas que estabilicen el precio de los
combustibles ante altibajos ocasionados por desastres como huracanes
y otros eventos similares. Si bien le parece adecuado que se suspenda
por cuatro semanas el precio de paridad del Golfo de México, cuestionó
que la propuesta del Gobierno introduzca más discrecionalidad al fondo
del petróleo.
En eso ve el claro propósito de que el precio del combustible no fluctúe
de acuerdo al mercado internacional, de aquí a las elecciones de
diciembre próximo.
Le habría parecido más razonable estabilizar en torno a una tendencia
de precio de mediano plazo. Además, estudiar a largo plazo una rebaja
paulatina de los impuestos específicos a los combustibles,
concretamente a las gasolinas, por cuanto, con el cobro de los peajes
ha perdido justificación como financiamiento para infraestructura.
Franco Parisi, docente de la Universidad de Chile, calificó la fórmula del
Gobierno como "una medida parche(remendo) y populista". Su
posición es que teniendo Enap el monopolio de la refinación, debiera
estar sujeta a tarifas reguladas como otras empresas.
Según Tomás Flores, la fórmula propuesta da más espacio para
arbitrariamente fijar subsidios ya que cada mes el Gobierno podrá
modificar el número de meses de precio del petróleo que utilizará como
referencia y, esto, por un período de dos años.
En cambio, la ley vigente del Fondo de Estabilización del Petróleo que
se busca suspender toma como precio de paridad el promedio de los
últimos dos años y es una banda con un margen de 12,5% de
fluctuación en lugar del 5% que se propone, con lo cual se podrá
acomodar los precios al gusto del consumidor.
El ministro de Hacienda, Nicolás Eyzaguire, indicó que la propuesta no
contempla fijación de precios de ninguna naturaleza, toda vez que la
banda tendrá una fluctuación de 5%.
Además, desestimó que el uso de Fondo del Cobre para crear un
nuevo fondo de estabilización del Precio del Petróleo reste credibilidad
a la política fiscal estructural, ya que el nuevo fondo se constituirá con

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los excedentes de superávit y sólo se usarán los intereses que estos
excedentes generen.
En tanto, desde Talca el Presidente Lagos destacó que las medidas
adoptadas fueran gracias a que Enap sigue siendo una empresa estatal
estratégica y que no ha sido privatizada.
De esta manera, el Mandatario encontró un argumento para rebatir a
quienes en reiteradas oportunidades han pedido privatizar esta
empresa. "Esto lo hacemos gracias a que Enap es una empresa
pública".
En un contexto de elevados términos de intercambio y fuerte
crecimiento de la demanda interna era razonable proyectar que el tipo
de cambio real debía experimentar una reducción de cierta importancia,
lo que ha ocurrido en las últimas semanas.
Cabe recordar al respecto que, a diferencia de lo que acontece bajo un
esquema de tipo de cambio fijo, en un contexto de flotación los ajustes
en el tipo de cambio real son rápidos y habitualmente exagerados, con
respecto a lo que podría calificarse como su trayectoria de "equilibrio".
La contraparte de este problema es que se evitan los ajustes graduales
del tipo de cambio real propios de un esquema de fijación, los que
ocasionan fuertes movimientos de capitales, amplificando las
fluctuaciones en las condiciones de crédito y deuda de la economía.
Sin desconocer los costos que genera una alta variabilidad en un precio
relativo tan importante dentro del proceso de asignación de recursos,
como es el tipo de cambio real, me parece que la coyuntura plantea la
oportunidad para recordar que la competitividad de la producción
nacional depende en último término de variables distintas al tipo de
cambio, como son las regulaciones existentes sobre el mercado laboral
y el mercado del crédito, junto con las características del sistema
tributario, en términos de sus efectos sobre las decisiones de ahorro de
las personas y empresas.

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AULA 8

Hola amigos:
A organização do orçamento (Presupuesto) nacional é de uma
tarefas mais importantes da Fazenda Pública. Por isso, esse
assunto vem sendo recolhido com grande destaque nas provas da
ESAF. Além da presença na prova de 2003 com o texto
“Presupuesto Argentino” que já comentamos na Aula Zero, veremos
outros dois textos de provas anteriores, que permitem melhorar
nosso conhecimento dos conceitos e do vocabulário específico. A
seguir aparecem dois simulados que trazem atualizações de casos
de orçamentos. Finalmente, por se tratar de uno dos temas mais
prováveis, colocamos 7 textos de diversos países. Lembremos que
como as peças orçamentárias são produzidas e enviadas ao
Congresso no semestre final, eles têm uma presença maior nos
jornais onde o autor retira seus textos para provas..

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2000

Presupuestos Italianos
El ministro italiano del Tesoro, Vincenzo Visco, confirmó ayer que los
presupuestos de 2001, que aprobará el ejecutivo el próximo viernes,
incluyen desgravaciones fiscales por valor de 20 billones de liras. El
aumento, muy por encima de las previsiones, del llamado “bonus
fiscal” se interpreta como un claro guiño electoralista del gobierno,
claramente por detrás de la oposición en los sondeos, en vísperas
de los comicios de la próxima primavera. No en vano, dos tercios de
las desgravaciones afectarán a las familias y sólo un tercio a las
empresas.

Las líneas maestras de la Ley de Presupuestos de 2001 han sido


dadas a conocer a la patronal y los sindicatos y, por primera vez,a
un Foro de representantes de las familias italianas,que ayer fue
recibido en la sede del gobierno. El primer ministro, Giuliano Amato,
justificó la línea social adoptada en estos presupuestos, baseándose
en la mejoría que se ha operado en la economía italiana.
El Pais 17.09.2000

17.- En el texto se dice que:


a) las desgravaciones afectarán a sólo un tercio de las
empresas.
b) el aumento de los impuestos sobrepasa las previsiones
c) el mayor peso del aumento fiscal recaerá sobre las familias
d) los presupuestos incluyen rebajas de impuestos

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e) el ministro italiano del tesoro anunció un aumento de las
cargas fiscales.

18.- Em el texto, la palabra “presupuesto”significa:

a) pretexto para realizar gastos e inversiones


b) pretensión de inversiones e ingresos
c) supuesto em el que se basa una previsión
d) presunción de gasto e inversiones del Estado
e) cómputo anticipado de costes, gastos y rentas

(Tradução ao portugûes)
O ministro italiano do tesouro, Vincenzo Visco, confirmou ontem que os
Orçamentos de 2001, que o Executivo aprovará a próxima sexta feira,
incluem reduções tributárias por valor de 20 trilhões de liras. O aumento,
muito por cima das previsões, do chamado bônus fiscal se interpreta como
uma nítida virada eleitoralista do governo, claramente por detrás da
oposição nas pesquisas, às vésperas dos comícios da próxima primavera.
Não em vão, dois terços das reduções se relacionam às famílias (pessoas
físicas) e só a um terço às empresas.

As linhas mestras da Lei de Orçamentos de 2001 foram informadas às


Câmaras empresariais, y por primeira vez, a um Foro dos representantes
das famílias italianas, que ontem foi recebido na sede do governo. O
primeiro ministro, Giuliano Amato, justificou a linha social adotada em estes
orçamentos, com base na melhoria que se operou na economia italiana.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA

Questão 17
Alternativa D : a maioria das alternativas erradas ( E,C,B) estão
montadas sobre o conceito de que “desgravación “é aumento de
impostos e não redução, como realmente é (D). A alternativa A
distorce o conceito de “tercio” que na alternativa é associado ao
conceito empresas e no texto é associado ao conceito
“desgravaciones”(reduções de impostos).

Questão 18
Alternativa : a palavra “presupuesto” (orçamento) em termos
genéricos significa uma estimativa dos ingressos e egressos
de uma entidade ( pública ou privada, individual ou coletiva)
durante um determinado período. No caso do texto, se refere à
coisa pública, isto é, a estimativa que, com antecedência, se
presume serão as despesas e investimentos do Estado e sua
devida cobertura financeira. Considerando que essa é a
definição clássica, nenhuma das alternativas propostas tem a
definição completa. Na letra A palavra “pretexto” é indevida, e
falta a referência ao Estado. Na alternativa B faltam os gastos
e a referência ao Estado. A alternativa C é um jogo de palavras
com “suposição” de uma “suposição” sem fazer referência ao

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Estado. Na letra E, aparece a noção de computo antecipado de itens
bastante completo, mas sem fazer referência ao Estado. A
alternativa D tem a referencia ao Estado, porém falta a referência às
“rentas” ou ingressos , que na maioria dos paises é atrelado a cada
rubrica orçamentária e que o texto desenvolve no primeiro parágrafo
no assunto das “desgravaciones”.
Á bem da verdade, a questão não tinha nada de interpretativa,
porque no texto não havia definição alguma. Exigia do concursando
um conhecimento prévio da definição.

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF

Distribuición de recursos

De acá a cuatro años,el presupuesto descentralizado podrá


convertirse en una realidad de asumirse las recomendaciones del
Grupo de Trabajo de la Comisión de Presupuesto del Congreso
(GTCPC) que apunta a una asignación presupuestaria del 20% a los
gobiernos regionales y del 15% a los locales.
Este traslado de competencias y recursos hacia los gobiernos
regional y local deberá ser gradual considerando que en la
actualidad de los S/ 35. 772 millones del presupuesto de este año,el
75,4% se maneja desde la capital, mientras que el 24,6% restante
se asigna al resto del país. En estos momentos, el estado está
integrado por 145 pliegos, de los cuales el 83,5% están constituidos
por el gobierno central y los organismos descentralizados que
actuan desde Lima. En cuanto a niveles de gasto, las obligaciones
estructurales (gasto financiero, y gasto de previsión) representan
casi el 40% del presupuesto del sector público.
El informe del GTCPC recomienda que para la distribución en el
ámbito de gobiernos regionales se tomen en cuenta los ingresos de
los mismos, puesto que muchos obtendrán recursos tributarios
dentro del nuevo esquema centralizado. De esta forma, los que más
reciben por ingresos extras,obtendrán menos del presupuesto.
También sugiere que se cree un programa de consolidación de la
inversión pública, con el fin de establecer los resultados y avances
físicos de los proyectos; que se reestructure el actual sistema
tributario para incorporar a los gobiernos regionales en un esquema
en el que sólo se consideraba a los gobiernos central y local y,
finalmente que se incluya en el presupuesto un estimado de la
evasión y elusión fiscal y el costo de las exoneraciones fiscales y de
los contratos de estabilidad tributaria.

13.- En el texto se dice que dentro de cuatro años , el presupuesto

a) aumentará entre un 15 y 20%


b) incrementará las competencias del gobierno central
c) podrá descentralizarse si se toman las sugerencias legislativas
d) mejorará la base de recaudación tributaria

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e) garantizará beneficios para el área social

14.-Según el texto, para los gobiernos regionales y locales, la puesta


en práctica de las recomendaciones del GTCPC significarían

a) una reducción de sus facultades


b) más atribuciones y partidas presupuestarias
c) un aumento de asignaciones e impuestos
d) menores obligaciones estructurales
e) total responsabilidad sobre los problemas sociales

Questão 13
Alternativa C :a alternativa retoma o inicio do texto trocando
apenas uma estrutura condicional (de asumirse las
recomendaciones) por outra equivalente (si se toman las
sugerencias). As outras alternativas ou distorcem informações
(aumentar 15%, aumento do centralismo,) ou incluem informações
que o texto não menciona (eficiência de arrecadação, garantia
social)

Questão 14
Alternativa B : o texto se refere ao início do segundo
parágrafo, trocando termos por seus sinônimos : “traslado de
competencias y recursos a los gobiernos locales” por
“atribuciones y partidas presupuestarias”. As outras
alternativas:
a) é o contrário, aumentam as atribuições dos locales
c) aumentam as “asignaciones” (dotações) mas os
impostos não.
d) é o contrário, aumentam.
e) não é total, o divide com o governo central.

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2002/2


Políticas para la Industria

Las secretarías de Economía (SE) y de Hacienda (SH) acordaron


otorgar más beneficios arancelarios en la importación de insumos a
la industria maquiladora de exportación, principalmente al sector
eléctrico-electrónico, informó Rocío Chavez, subsecretaria de
ComercioInterior (CI) de la SE.
Dentro del programa de Competitividad para la Electrónica –que se
dará a conocer en los próximos días en Tijuana, baja California-
indicó, se prevé integrar a los Programas de Promoción Sectorial
(Prosec) 200 fracciones con arancel cero y disminuir la tarifa de 150
incorporadas al International Tecnology Agreement (ITA).

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Con esas acciones, destacó, las maquiladoras del ramo podrán
importar el mayor número de sus componentes con una tasa cero; y
adelantó que los otros programas sectoriales que presentará la
secretaria de Economía (SE) antes de que concluya este mes,serán
el de la industria del software, y el automotriz, y para lo que resta del
año “quisiéramos sacar el textil-confección”.

La funcionaria admitió que la SI le cargó la mano a las maquiladoras


en 2001,principalmente a las del ramo textil,pues se sospechaba
que por ahí estaban entrando los mayores volúmenes de
contrabando. Se eliminaron muchos de sus privilegios y se
establecieron trámites y requisitos,por lo que estuvieron a punto de
cargarse al sector. La recesión de la economía estadounidense,
nuestro principal mercado de exportación, y la fortaleza del peso
frente al dólar,hicieron que la industria del ensamble perdiera la
competitividad durante 2001 y registrara su peor año, señaló.
La subsecretaria afirmó que al gobierno le interesa retener la
maquila en el mercado doméstico. Acotó que le causó alarma el
inicio de la emigración de empresas de confección y todavía más las
del sector electrónico,que derraman tecnología. Consideró lógica la
salida de las firmas deconfección dadas la falta de competitividad en
mano de obra y la insuficiencia de los incentivos que se restringen a
la cuestión arancelaria.
El financiero (México)23/07/02

21. Según el texto,las secretarias de Economía y de Hacienda:

a) acordaron otorgar incentivos fiscales a la exportación


b) quedaron en disminuir derechos aduaneros sobre bienes
importados para la producción de bienes exportables
c) optaron por reducir gravámenes en el sector electro-
electrónico
d) convinieron conceder privilegios arancelarios a la importación
de productos electro- electrónicos
e) pactarom reducir la tarifa arancelaria de 150 para cero en la
industria maquiladora.

22.- En el texto, la expresión “cargarse al sector” equivale a


a) impulsar su potencial productivo
b) aumentarle las cargas tributarias
c) imponerle más gastos fijos y variables
d) llevarlo a la quiebra
e) llenarlo de trámites y requisitos

23.-De acuerdo con el texto, las acciones de las secretarias de


economía y Hacienda pretenden

a) estimular la inmigración de plantas de confección


b) garantizar tasa arancelaria cero para terminados electro-
electrónicos

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c) elevar la eficiencia de la mano de obra de sector electrónico
d) controlar el contrabando en el sector textil
e) rescatar la industria exportadora

24.- En el texto se dice que las políticas de la SE y la SH para la


industria maquiladora:
a) son prioritarias y restringidas al sector electro-electrónico
b) se limitan al ámbito arancelario y de regulación
c) favorecen a toda la industria local
d) incluyen medidas relativas a la moneda
e) reponden a factores únicamente nacionales.

25.- Según el texto la emigración de empresas de maquila

a) se debe a la falta de incentivos arancelarios


b) es fruto de la baja cualificación de la mano de obra local
c) podría llevar al gobierno a extender los incentivos al área
fiscal
d) es más preocupante en el sector textil
e) no tiene causa aparente en los demás sectores

(Tradução ao português)
As secretarias de Economia e de Fazenda fizeram acordo de dar mais
benefícios aduaneiros à importação de insumos para a industria montadora
de exportação, principalmente ao setor elétro eletrónico,informou Rocio
Chávez,subsecretária de Comércio Interior da SE. Dentro do programa de
Competitividade para a Eletrônica (que se conhecerá nos próximos dias em
Tijuana, baixa Califórnia) indicou, se prognostica integrar aos Programas de
Promoção setorial (prosec) 200 itens com imposto zero e diminuir a tarifa
de 150 incorporadas ao International Tecnology Agreement.
Com essas ações, destacou, as montadoras do ramo poderão importar o
maior número de seus componentes com taxa zero, e adiantou que os
outros programas setoriais que apresentará a Secretaria de Economia(SE)
antes que conclua este mês,serão o da industria do software e a
automotriz, y para o resto do ano,”gostariamos de aprovar o de textil-
confecção”.
A funcionária admitiu que a SI castigou às montadoras em 2001,
principalmente às têxteis, porque se suspeitava que por ai estavam
entrando os maiores volumes de contrabando. Eliminaram-se muitos dos
privilégios, se estabeleceram trámites e exigências, motivo pelo qual quase
aniquilaram o setor. A recessão da economia norte-americana, nosso
principal mercado de exportação,e a força do peso frente ao dólar, fizeram
com que a indústria de montagem perdesse competitividade durante 2001
e registrasse seu pior ano, assinalou.
A subsecretaria afirmou que ao governo lhe interessa reter as industrias de
montagem no mercado interno. Acrescentou que lhe causou alarme o início
da saída de empresas de confecção y ainda mais as do setor eletrônico,
que espalham tecnologia. Considerou lógica a saída das empresas de
confecção dadas a falta de competitividade em mão de obra e a
insuficiência dos incentivos, que se restringem à questão aduaneira.

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COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA
Questão 21
Alternativa B: fizeram acordo para diminuir os impostos aduaneiros
de componentes para bens destinados à exportação. Esta questão é
interessante para observar como o autor se desvia em dois sentidos
: o generaliza demais ou particulariza demais. Na alternativa A fala
genéricamente de benefícios à exportação (no texto diz
“importación” como se qualquer setor (agropecuario, por exemplo)
pudesse ser incluído. Na letra C fala de reduzir “gravámenes” como
se outros impostos que não aduaneiros fossem incluídos. Na letra D
restringe os benefícios a um só setor (eletrônico) e fala em produtos,
quando no texto se restringe a “insumos”. Na alternativa E o número
está fora de contexto.

Questão 22
Alternativa D: é uma expressão regionalista mexicana, quase
desconhecida no resto da comunidade hispânica, o que não é
apropriado para provas de Lingua Estrangeira Moderna. Significa
castigar, aniquilar, destruir. Exceto a letra E que é uma informação
verdadeira más é causa, e não conseqüência, as outras alternativas
contêm erros de informação ou são intrusas.

Questão 23
Alternativa: E trata-se de um enunciado de finalidade (o que se
pretende, o objetivo) que no caso da conjuntura é revitalizar um
setor industrial que havia sido sufocado no ano anterior e começava
a migrar. Este enunciado, dado como verdadeiro, peca por geral
demais: o texto só fala nas montadoras e não em toda a industria
exportadora. As outras alternativas contêm erros de informação.

Questão 24
Alternativa B na parte final do texto afirma que as medidas se
restringem a “arancelárias” , de trâmites e requisitos (regulação).
As outras:
a) não são restritas ao eletrônico
c) não são para toda a industria
d) nada consta em relação à moeda
e) dependem da conjuntura de seu principal mercado
exportador, o norte-americano

Questão 25
Alternativa: questão muito polêmica. O gabarito indicou a alternativa
E, sugerindo uma inferência (bastante forçada) da última oração do
texto. A alternativa A tem muito apoio na introdução do texto que
justifica as medidas adotadas (redução de impostos aduaneiros) e
seria uma inferência muito mais fundamentada no contexto de
informações oferecida.

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Este simulado tem uma quantidade de questões similar à
prova. Tenta faze-lo primeiro cronometrando 45 minutos,
sem consultar o gabarito.

SIMULADO 18
Ley sobre Responsabilidad Fiscal
01 Resulta justo destacar el reciente envío por el Ejecutivo chileno
02 al Congreso de un proyecto de ley sobre responsabilidad
03 fiscal, que otorga 90 días al nuevo gobierno que asuma para
04 que explicite la política fiscal que aplicará durante su período,
05 así como otras metas de carácter económico. Por cierto, si el
06 programa que esa eventual administración quiere aplicar no
07 fuera congruente(coerente) con los equilibrios macroeconómicos,
08 esta normativa lo obligaría, al menos, a sincerarlo desde el
09 inicio, y a incurrir con ello en los consiguientes costos en
10 confianza, imagen y crecimiento económico. Si, en cambio (ao
11 contrário), el programa fuera, en lo macroeconómico, prudente,
12 pero el nuevo gobierno no lo lleva a la práctica, ello podría
13 representársele públicamente, con los costos que para ese
14 gobierno ello implique. En otras palabras, establecer por ley el
15 que un gobierno debe comprometerse, en los primeros 90 días
16 de su asunción, con un programa y metas macroeconómicas,
17 es claramente un avance institucional y constituye una
18 saludable manera de ratificar (confirmar)la seriedad con que estas
19 materias deben seguir administrándose en el futuro.
20 Por otra parte, el citado proyecto de ley incluye la formación de
21 un fondo, cuyos aportes (contribuições)anuales de al menos (no
22 mínimo)unos 30 millones de dólares, serán destinados a cubrir
23 las futuras necesidades de pago de pensiones mínimas. El
24 monto anual del aporte, que saldrá (sairá) del superávit
25 presupuestario, continuará hasta que el fondo alcance más de
26 30 millardos (bilhões) de dólares. Esas importantes cifras
27 muestran que el Gobierno está planificando con seriedad los
28 pasivos (dívidas) que el Estado debe asumir en materia
29 previsional en el futuro, y es una muestra adicional de la
30 madurez que ha alcanzado el país por mantener la
31 responsabilidad fiscal.
32 En esa misma dirección, el proyecto también considera dar
33 carácter permanente a la glosa (rubrica) correspondiente al
34 "programa de contingencia contra el desempleo" establecido
35 en la Ley de Presupuestos, dotándola de un objeto, requisitos
36 y financiamiento de carácter igualmente permanente, con el fin
37 de enfrentar eventuales problemas de alto desempleo a nivel
38 nacional. Todo esto constituye un avance y es de halagar
(elogiar).

1.- El texto se refiere a


a) una ley que obligara al Ejecutivo a realizar una carta de
intenciones fiscal

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b) un proyecto que obliga los nuevos jerarcas del Ejecutivo y el
Congreso a ser responsables.
c) una resolución que garante la transparencia de objetivos fiscales
del gobierno
d) un proyecto legislativo que obliga al ejecutivo a aclarar sus
metas fiscales al empezar su ciclo
e) un proyecto de ley que permite al congreso influenciar en las
metas fiscales del nuevo gobierno

2.- La probable futura ley en cuestión tendría como objetivo:


a)que la opinión pública sepa los planes de gobierno y si por
acaso no es coherente
b)impedir que el ejecutivo cambie sus compromisos iniciales de
gobierno
c) evitar que asuma con un programa y después cumpla otro
d)que la población pueda participar en la elaboración de los
programas macroeconómicos
e)darle ductilidad al manejo coyuntural de los planes de gobierno

3.- La probable futura ley incluye un fondo previsional alimentado


diretamente por
a)las empresas
b)los trabajadores
c) el Estado
d)las empresas y el Estado
e)los trabajadores, las empresas y el Estado

4.- El proyecto de ley pretende también


a)establecer transitoriamente una garantía contra el desempleo
b)estabilizar en las cuentas del estado un fondo contra el paro
c) crear una nueva Ley de Presupuestos para el desempleo
d)crear el item desempleo en la Ley de Presupuesto
e)dar metas, exigencias y provisión financiera a la Ley de
presupuesto

5.- En el texto se dice que los aportes al fondo


a)serán, a menudo, menores que 30 millones
b)serán a lo sumo 30 millones
c) no podrán alejarse de 30 millones
d)nunca bajarán de 30 millones
e)oscilarán alrededor de 30 millones

6.- El fondo para pensiones seguirá aumentando hasta un límite


superior a
a)10 veces su coto anual
b)100 veces su coto anual
c) 1000 veces su coto anual
d)10 mil veces su coto mensual
e)100 mil veces su coto mensual

7.- La expresión “de halagar” (li.38) equivale a

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a)de olvidar
b)de alabar
c) de soslayar
d)de registrar
e)de aclarar

8.- La expresión “si , en cambio , el programa fuera, en lo


macroeconómico, prudente” (li.11) equivale a
a)si, por el contrario, el programa estuviese externo a lo
macroeconómico
b)sí, por otro lado, el programa no resultó
macroeconómicamente prudente
c) si, al cambiar, el programa fue equilibrado en lo
macroeconómico
d)sí, dentro del cambio el programa ha sido sensato en lo
macroeconómico
e)si, al contrario, el programa resultase comedido en lo
macroeconómico

9.- La expresión “por otra parte”(li.20) podría sustituirse por


a)Asimismo
b)Sin embargo
c) Acaso
d)Todavía
e)Temprano

10 .- Determina si Falso o Verdadero


I.- Es posible cambiar “glosa” (li.33) por “partida”
II.-“Ello”de la línea 12 es un referente de “Gobierno”
III.- “los pasivos” de la línea 28 equivale a “las deudas”
a) VFF
b) FFV
c) FVF
d)VVF
e)VFV

Questão 1
Alternativa D: ainda é um projeto de lei, para obrigar ao novo
governo a fazer público seu plano estratégico.

Questão 2
Alternativa A: observa que essa lei não impede ao governo trocar
posteriormente seus planos, mas permite a população comprovar
sua coerência com os planos iniciais. (sepa= saiba)

Questão 3
Alternativa C: observa que no trecho final se fala que o fundo
previsional será alimentado diretamente do superávit fiscal do
Estado (seu caixa).

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Questão 4
Alternativa B: observa que dentro do orçamento já existe uma
rubrica da luta contra o desemprego, mas é transitória. Esta lei
pretende estabiliza-la dando-lhe requisitos e dotação
orçamentária.

Questão 5
Alternativa D: a expressão ”al menos de” significa “como
mínimo” isto é, que nunca poderão baixar de esse número.

Questão 6
Alternativa C: a diferença entre 30 millones (milhões) e 30
millardos (bilhões) é de 1000vezes.

Questão 7
Alternativa B: halagar (elogiar)= alabar (louvar)

Questão 8
Alternativa E: a palavra “cambio” sozinha expressa mudança,
mas neste caso forma locução com a preposição “en” para
formar uma locução adversativa similar a “al contrario”

Questão 9
Alternativa A : essa expressão está em função de nexo
associativo, como também é “asimismo” y “también”

Questão 10
Alternativa E : “ello” (isso) não se refere ao governo e sim a o
fato de no cumprir o que prometeu.

SIMULADO 19
01 La recaudación de impuestos habría llegado en octubre a
02 10.000 millones de pesos, que representan un incremento
03 de casi 25% con relación a los 8.000 millones que
04 ingresaron al Fisco en octubre de 2004. De esta forma, los
05 ingresos tributarios acumularían en los primeros diez meses
06 del año casi el mismo monto que se recaudó durante todo
07 2004. El año pasado ascendieron 100.285,2 millones de
08 pesos. Y el acumulado a octubre redondearía 100.000
09 millones de pesos, según la estimación oficial.
10 Según revelaron a Clarín altas fuentes del Palacio de
11 Hacienda, el incremento de la recaudación de octubre
12 estuvo impulsado por un incremento de 17% en el cobro del
13 IVA .

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14 Esto implica que llegaría al menos a 3.000 millones de
15 pesos. En el comportamiento de este impuesto se hicieron
16 sentir un leve repunte del consumo, las mayores
17 importaciones y el efecto de la suba de los precios.
18 Por otro lado, el impuesto a las Ganancias habría recaudado
19 alrededor de 2.000 millones de pesos que representarían un
20 fuerte aumento del orden del 30% respecto de lo que se
21 registró en octubre del año pasado. Además, las retenciones
22 a las exportaciones se ubicarían en torno de los 1.000
23 millones de pesos. Dado que octubre y noviembre no suelen
24 presentar variaciones bruscas, en Economía estiman que
25 los ingresos de este mes le permitirán al Gobierno superar
26 en 11 meses la meta anual de 110.000 millones de pesos de
27 recaudación que se habían calculado en el Presupuesto
28 2005.
29 En ese marco, el secretario de Hacienda Abad pidió a los
30 legisladores que prorroguen la fiscalidad que vence a fin
31 de año, para poder cumplir con la meta fiscal del 2006.
32 "De mantenerse el crecimiento de las partidas contempladas
33 en el presupuesto y de votarse las prórrogas de los
34 gravámenes vamos a poder cumplir con el objetivo fiscal
35 para el próximo año", enfatizó Abad.
1.- En el texto se dice que en Argentina
a) la carga tributaria aumentó más de 20% este año
b) la recaudación acumuló hasta octubre de 2005, 10 millardos de
pesos
c) en 2004 los ingresos tributarios llegaron a 100 billones de pesos
d) la recaudación superaría en 2005 los ciento diez mil millones de
pesos
e) en 2005 se recaudará 25% más que en 2004

2.- Según el texto, en Argentina


a) el aumento de la recaudación anual es fruto del IVA
b) los ingresos mejoraron en 2005 a raíz de un alza del tipo del IVA
c) en octubre de 2005, el IVA se ubicaría en 3 millardos de pesos
d) la recaudación del IVA no superaría este año los 3 millardos de
pesos
e) 17% de los contribuyentes aumentaron su pago del IVA

3.- Según el texto, la recaudación que aumentó más en octubre,


comparado a octubre 2004, fue
a) el IVA
b) el consumo
c) los aranceles
d) el impuesto a las utilidades
e) el gravamen a las exportaciones

4.- Según el texto, Hacienda pretende repetir el actual desempeño


fiscal y por eso
a) precisa que todos paguen los impuestos que vencen a fin de año

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b) anhela que los congresistas alarguen el plazo del actual sistema
impositivo.
c) pide a los congresistas una moratoria de los vencimientos
fiscales
d) insta a que se aumenten las partidas presupuestarias
e) propugna que se haga un presupuesto sin agujeros en las
erogaciones

5.- La expresión “de mantenerse el crecimiento” (li.32) equivale a


a) el mantener el alza
b) manteniéndose el aumento
c) si se ralentiza el desarrollo
d) desde y cuando sigue creciendo
e) se debe quedar creciendo

6.- la expresión “no suelen” (li.23) equivale a


a) no salen a
b) no suben por
c) no permiten
d) no acostumbran
e) no anhelan

7.- la expresión “dado que”(li.23) podría ser substituida por toas las
alternativas excepto
a) puesto que
b) ya que
c) de ahí que
d) debido a que
e) a raíz de que

Questão 1
Alternativa D: é o número que o texto informa no final do texto.

Questão 2
Alternativa C: esse é o numero onde se localizaria (ubicaria) a
arrecadação do IVA desse mês.

Questão 3
Alternativa D : o enunciado pede o tributo que aumentou mais
em termos percentuais , não em arrecadação bruta. O imposto
à renda (utilidade=lucros=réditos= ganancias) aumentou 30%,
sendo então o de maior percentual.

Questão 4
Alternativa B: no final do texto se noticia que existem impostos
que estão perdendo vigência e que o futuro exercício precisa
que esses impostos sejam esticados (“alargados” = prazo mais
cumprido) durante 2006.

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Questão 5
Alternativa B: a estrutura condicional do enunciado só pode
ser trocada por outra similar: verbo principal em gerúndio, fora
de qualquer perífrase verbal.

Questão 6
Alternativa D : “soler”(soer) é um verbo irregular que equivale
a costumar.

Questão 7
Alternativa C: todas são causais exceto “de ahí que” que é
consecutiva.

LECTURAS COMPLEMENTARES

Texto 1
El presidente de la Reserva Federal (Fed) de Estados Unidos, Alan
Greenspan, declaró ayer ante el Comité de Presupuestos del
Congreso que cree poco probable que el déficit fiscal
estadounidense mejore en los próximos años, a menos que se
pongan en marcha "medidas importantes para reducirlo", Greenspan
afirmó que el Congreso debería intentar reducir el déficit federal sin
recurrir a subidas de impuestos, ya que esto supondría un "riesgo
significativo" para las previsiones económicas. En este sentido, el
responsable también emplazó al Congreso a revisar a fondo su
legislación presupuestaria,especialmente la normativa que permite
compensar cualquier gasto o recorte impositivo a través de la
reducción del gasto en otros apartados. Aunque subrayó que la
economía estadounidense está creciendo en la actualidad a un ritmo
razonablemente bueno, pidió al Congreso que resuelva rápidamente
los problemas financieros en la Seguridad Social y en Medicare,
afirmando que cualquier retraso sólo empeorará los problemas
presupuestarios del país. El responsable de la Fed volvió a respaldar
la iniciativa de Bush, de potenciar la Seguridad Social a través de
fondos de jubilación privados, pero resaltó que hay muchas más
cosas que hacer tanto en lo referente al programa de jubilaciones
como en Medicare, que se enfrentarán a escollos financieros aún
superiores en el futuro, Puesto que es imposible predecir con
exactitud el coste que supondrá la atención a los mayores en 2030,
teniendo en cuenta las rápidas mejoras en la tecnología médica. El
mes pasado, el presidente de la Fed pidió un acercamiento
cuidadoso a la espinosa propuesta de permitir a los jóvenes
desplazar hasta un 4% de sus impuestos hacia fondos privados de
pensiones. En su declaración, Greenspan insistió en que el

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Gobierno ha prometido más de lo que puede cumplir a los 78
millones de estadounidenses cuya jubilación se aproxima, y que si
es necesario "cambiar las promesas actuales, los cambios deben
hacerse lo más temprano posible". (17/ 3 / 2005)

Texto 2
La discusión sobre el presupuesto para el próximo año fiscal de la
Ciudad de Miami, refleja una antigua polémica que continúa viva: el
alto costo de las pensiones de los empleados.
El presupuesto de $491 millones --$31 millones más que el año
fiscal 2005-- incluye una contribución de $73 millones al plan de
pensiones de los empleados, comparado con $69 millones en el año
fiscal 2005.
Aun con las altas contribuciones, y en parte gracias a la saludable
base de impuestos que creció un 27 por ciento, la administración
logró reducir la tasa de amillaramiento a 8.4995, del 8.7625 actual.
Esto significa que la tasa de impuesto por cada $1,000 sería $9.26,
comparado con $9.66 en el 2005.
Esta disminución beneficiará principalmente a los que gozan de la
exención fiscal de viviendas primarias, o homestead exemption,
mientras que otras personas tendrán cuentas de impuestos más
altas. Sin embargo, la Ciudad deberá utilizar $25 millones de sus
reservas de $136 millones para cubrir sus gastos. El alcalde Manny
Díaz culpó públicamente del déficit a los gastos de personal, los
cuales representan casi el 70 por ciento del presupuesto.
''De no haber sido por estas pérdidas [la contribución al plan de
pensiones], podríamos haber reducido la tasa de amillaramiento de
dos a tres puntos'', aseveró Díaz. ``Podríamos haberles ahorrado
casi $100 millones a nuestros contribuyentes''.
''Nuestros analistas indican que el aumento continuará durante los
próximos años'', agregó el alcalde.
Edward Pidermann, el presidente de la Asociación de Bomberos de
Miami, admitió que el pago de las pensiones a los empleados es
alto, pero afirmó que los sindicatos no tienen la culpa.
''El tiene derecho a echarle la culpa a quien quiera, pero la razón del
aumento es la caída de la Bolsa [de Valores] en los últimos años, y
que la Ciudad no contribuyó casi nada durante años'', afirmó
Pidermann, quien explicó que, cuando el municipio se encontraba a
las puertas de la bancarrota, los sindicatos aceptaron menos pagos
de la administración.
''No se quejaron cuando, durante más de 10 años, sus empleados
pagaban más a las pensiones que la Ciudad'', aseveró Charlie Cox,
el presidente del sindicato de empleados municipales.
El comisionado Tomás Regalado aseguró que los retiros de los
empleados son sólo parte del problema. ''El resto del problema son
los gastos extraordinarios. El dinero que entra, se gasta'', afirmó
Regalado. El presupuesto también reduce el polémico impuesto de
los bomberos un 25 por ciento.
La propuesta inicial pedía una reducción de 10 por ciento, pero tras
quejas de los miembros de la Comisión, especialmente de
Regalado, la Ciudad se decidió por la nueva cifra.

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''Ese impuesto hay que eliminarlo completamente. Yo no voy a
aprobar el presupuesto hasta que no lo eliminen'', señaló Regalado.
Díaz comentó que éste es el primer paso para eliminar este
impuesto, pero que quitarlo de un golpe sería ``fiscalmente
irresponsable''.
Según el administrador de la Ciudad, Joe Arriola, ya se han hecho
cambios en la primera propuesta del presupuesto para anticipar la
falta de este dinero, unos $4 millones.
Arriola agregó que no le preocupaba que cuadrasen las números del
presupuesto. ''Nosotros siempre calculamos un déficit que termina
siendo menor'', acotó el administrador. ``Pasa todos los años''.
El déficit que se esperaba para el año fiscal que terminó el pasado
septiembre era de $33 millones, pero en realidad fue de $5 millones,
mientras que el déficit de este año se espera en $44 millones, y
posiblemente termine cerca de $25 millones o menos.
La propuesta también añade 20 nuevos policías y, a través de una
subvención federal, 27 nuevos bomberos. El impuesto debe recibir la
aprobación final el próximo martes.

TEXTO 3
Los Presupuestos del Estado para 2006, que el Consejo de
Ministros aprobará mañana, incluirá una deflactación de las tarifas
del Impuesto sobre la Renta (IRPF), aunque no se actualizarán las
deducciones. Con esta medida se trata de adecuar los tramos y los
tipos del impuesto a la inflación prevista, el 2%, de manera que
Hacienda no se quede con las subidas salariales iguales o inferiores
a esta cifra.
Se trata, sin embargo, de una medida parcial, ya que la escala del
impuesto no se adapta a la inflación real, que en estos momentos
está situada en el 3,3%, y además no se aumentan las reducciones
que incluye el tributo, tanto por circunstancias familiares, como por
rentas del trabajo, que llevan congeladas desde 2003.
Según los expertos, por tanto, aunque se trata de una medida
positiva, que ahorrará a los contribuyentes unos 200 millones de
euros, es insuficiente para evitar una subida encubierta del tributo. El
mayor ahorro para los contribuyentes, y lo que tendría un coste
significativo para Hacienda, sería adaptar los mínimos personales y
familiares y el resto de deducciones a la inflación, y no sólo a la
previsto, sino a la real.
Lo que nos ahorraremos los contribuyentes con la deflactación de
las tarifas no es ni la tercera parte de lo que pagaremos más por la
subida de los impuestos al alcohol y al tabaco, que el Gobierno ha
cifrado en cerca de 600 millones de euros, de los que más de 300 se
quedarán en las arcas del Estado.
Mientras, el vicepresidente económico, Pedro Solbes, y el secretario
de Estado de Hacienda, Miguel Ángel Fernández Ordóñez,
continuaron ayer los contactos con partidos políticos y agentes
sociales para explicar los Presupuestos y recabar apoyos a los
mismos. Ayer le tocó el turno a empresarios y sindicatos. Los líderes
de UGT y CC.OO. manifestaron opiniones discrepantes sobre las

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cuentas públicas que les presentó Solbes.
José María Fidalgo, secretario general de Comisiones, alertó de
riesgo de futuro y dudó de la capacidad del Gobierno para corregir el
rumbo. El máximo mandatario de UGT, Cándido Méndez, considera
que se orientan correctamente los objetivos a lograr.
Antes de reunirse con los sindicatos, la cúpula del Ministerio de
Economía mantuvo un encuentro con los responsables de las
patronales empresariales CEOE y Cepyme, José María Cuevas y
Jesús Bárcenas, si bien éstos declinaron hacer valoraciones sobre lo
tratado en la reunión. Los Presupuestos que aprueba mañana el
Gobierno, los segundos de esta legislatura socialista, prevén un
fuerte aumento del gasto, del 7,6%, y un crecimiento incluso mayor
de los ingresos, el 9%.

TEXTO 4
BRUSELAS. La Comisión Europea ha decidido abrir la primera fase
del procedimiento de déficit excesivo contra Reino Unido después de
que éste notificara que este año cerrará sus cuentas con un
desequilibrio de un 3,2%. Esta primera advertencia no se convertirá
casi seguro en sanción al igual que ya ocurriera el año pasado ya
que al final Londres siempre ha conseguido corregir esta pequeña
desviación.
El hecho de que Reino Unido no sea miembro de la zona euro, y que
por tanto no corra el riesgo de sanciones financieras, no le exime de
obligación de cumplir las normas del Pacto de Estabilidad y
Crecimiento, que debe ser tenido en cuenta por todos los países
miembros, tengan o no adoptado el euro como moneda.
El Gobierno de Tony Blair, por su parte, no tardó en declarar desde
Londres en que confiaba que una interpretación flexible del Pacto de
Estabilidad, en base a una debilidad del ciclo económico, le alejaría
de la amonestación.
El comisario europeo de Asuntos Económicos, Joaquín Almunia,
aseguró por su parte que las previsiones de Londres en materia de
déficit para 2006 serán las que determinarán para que el
procedimiento abierto siga adelante o no.
Por otra parte, la CE ha dado tres años más de plazo a Portugal
para que sitúe su déficit en el 3%, frente al 6,2% en que se
encuentra en la actualidad.

Texto 5
La Asamblea Nacional de Nicaragua está por concluir la aprobación
de la Ley de Administración Financiera y Régimen Presupuestario,
que regulará la forma en cómo se distribuye el Presupuesto General
de la República.
Según el diputado Wálmaro Gutiérrez, de la Comisión de Economía,
Finanzas y Presupuesto de la Asamblea Nacional, esta ley viene a
llenar los vacíos que existían en materia de régimen presupuestario,
el cual estaba regido por una ley de 1988 reformada en 1992 y que
con la reforma constitucional de 1995 fue declarada inconstitucional,
explicó el diputado Wálmaro Gutiérrez.

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Este jueves el plenario de la Asamblea Nacional tiene programado
aprobar los últimos veinte artículos de esta ley, que forma parte de
los acuerdos con el Fondo Monetario Internacional (FMI).
El proyecto de ley establece una gestión más transparente del
ejercicio presupuestario, asegura Wálmaro.
La ley exigirá que el ministro de Hacienda presente el informe de
liquidación a más tardar en marzo del siguiente año, ante el plenario
de la Asamblea Nacional, quien tendrá todas las facultades para
cuestionarlo, afirma el diputado Miguel López, de la bancada Azul y
Blanco, “una forma de garantizar la transparencia de los recursos
públicos”. Este mismo plenario decidirá si lo aprueba o lo rechaza en
una especie de “sanción política”, afirmó el diputado Gutiérrez.
Adicionalmente la Asamblea Nacional contará con un informe de la
Contraloría General de la República (CGR) para un mayor
seguimiento, agrega Gutiérrez.
Estimo que es un instrumento moderno encaminado a llevar un
control efectivo de la ejecución presupuestaria.
La discusión no ha contado con ningún voto en contra, ni siquiera
cuestionamientos de parte de los diputados de las diferentes
bancadas, “ha sido muy discutida y cuenta con mucho consenso”
reconoció el diputado Gutiérrez.
Según él, la aprobación de esta ley se está realizando en tiempo
récord, por lo que se tuvo que trabajar aceleradamente en las
consultas con los sectores que tienen que ver con el proyecto de ley.
El diputado sandinista Wálmaro Gutiérrez, de la Comisión
Económica del Legislativo, denunció que el Gobierno no ha enviado
la última reforma al Presupuesto del 2005, “que no nos venga a decir
después que somos nosotros los que ponemos en peligro el plan
con el FMI”.

TEXTO 6
El diputado NICARAGUENSE Wálmaro Gutiérrez, de la Comisión
Económica de la Asamblea Nacional, demandó ayer al Ejecutivo a
enviar cuanto antes la iniciativa de reforma a la Ley Anual del
Presupuesto 2005, para no poner en peligro el acuerdo con el Fondo
Monetario Internacional (FMI).
El parlamento terminó de aprobar la ley de reforma a la Ley 316, Ley
de la Superintenencia de Bancos y de Otras Instituciones
Financieras.
Antes había aprobado la nueva Ley del Fondo de Garantía de
Depósitos, la reforma a la Ley de Superintendencia de Bancos y una
nueva Ley de Administración Financiera y de Régimen
Presupuestario, sin embargo, a juicio de Gutiérrez, aún falta la
reforma presupuestaria.
“La quinta ley, que es la Ley de Reforma al Presupuesto General de
la República 2005, el Poder Ejecutivo seguramente de manera
dolosa y mal intencionada sencillamente no la manda a la Asamblea
y está poniendo en peligro un programa económico con los
organismos internacionales”, señaló.

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Advirtió que el parlamento no le dará trámite de urgencia a la
iniciativa de reforma presupuestaria, porque tienen que “tomarse su
tiempo” para dictaminar ese anteproyecto de ley.
“El Ejecutivo está pretendiendo evitar que la Asamblea Nacional
cumpla con su papel de fiscalización, mandando una iniciativa para
que sea aprobada de manera atropellada, sin tener análisis, y eso
no lo vamos a permitir”, sostuvo.
Gutiérrez dijo tener conocimiento de que existen captaciones
tributarias en exceso a lo presupuestado inicialmente y también una
serie de subejecuciones, “que quedarían claras al momento de una
revisión para la aprobación de una reforma presupuestaria”.
Agregó que la reforma al Presupuesto debe incluir el incremento
salarial al sector magisterial y al sector salud, así como una serie de
partidas adicionales asignadas a “instituciones benéficas y sociales”.
El legislador sandinista no descartó que se pueda reducir el receso
parlamentario de tres semanas, a menos, para poder discutir y
aprobar la reforma presupuestaria en caso que el Ejecutivo envíe la
iniciativa de ley “en estos días”.
Caso contrario, dijo Gutiérrez, “va a ser revisada hasta en
septiembre, entonces se pone en riesgo el programa de Nicaragua
con los organismos financieros y va a ser responsabilidad del Poder
Ejecutivo, no de la Asamblea Nacional”.
El ministro de Hacienda y Crédito Público, Mario Arana, respondió
que será hasta la próxima semana que enviarán el proyecto de ley
de reformas al Presupuesto del 2005, debido a que todavía hace
falta definir cómo va a quedar la situación del transporte y de
energía, que han demandado una respuesta ante el incremento de
los precios internacionales del petróleo, que este miércoles registró
otro incremento, cerrando en 61.38 dólares.
Según Arana, será hasta después de una ronda de conversaciones
con estos sectores en las que se definan “las necesidades reales”,
que se presente una propuesta de consenso de reforma
presupuestaria. En tal sentido aseguró que lo que se quiere es que
la reforma que se lleve a la Asamblea cuente con todo el consenso
para evitar que una vez que llegue al parlamento se apruebe sin
problemas y no pase nuevamente lo que en otras ocasiones cuando
los diputados cambian todo.

TEXTO 7
La mayor parte de los ingresos adicionales que ha recibido el fisco
chileno se han destinado a prepagar compromisos financieros,
reduciendo la deuda pública en 9% del PIB. De hecho, desde el
cuarto trimestre del año pasado al 30 de junio de este año, el Estado
canceló más US$ 1.709 millones al Banco Central, amortizando de
esta forma una obligación que actualmente supera los US$ 5.600
millones. Ésta tuvo su origen en el rescate del sistema financiero
que realizó el ente emisor a comienzos de los ochenta.
El director de Presupuesto, Mario Marcel, explicó que una de las
virtudes de este prepago es que los intereses que el fisco tiene que
pagar disminuirán en US$ 120 millones.
Marcel agregó incluso que si no se ahorrara, las presiones sobre el

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dólar serían considerablemente mayores, generando un tipo de
cambio aún más apreciado que el actual. "Al ahorrar se contribuye a
que las tasas de interés de largo plazo se mantengan bajas", dijo
Marcel, quien aclaró que esto beneficia a la clase media que accede
a créditos hipotecarios.

TEXTO 8
El actual Gobierno ha buscado -y logrado en general- que el saldo
presupuestal sea el 1% del PIB, por lo que la política en general se
ha llamado de "superávit estructural". La propuesta alternativa, en
cambio, buscaría que el saldo estructural sea cero, esto es, lo que
podríamos llamar una política de "balance estructural".
Por ejemplo, este año se estima que el superávit contable de las
cuentas fiscales será superior al 3% del PIB -cifra coherente con un
superávit estructural algo por sobre 1% del PIB. Con la propuesta
alternativa, tendríamos al menos un 2% del PIB como superávit
contable, por lo que de todos modos se estaría ahorrando en las
actuales circunstancias de vacas gordas (alimentadas a punta de
cobre, dicho sea de paso).
¿qué justifica mantener la meta en 1% del PIB de superávit? Los
déficit de las empresas públicas debieran desaparecer como un
principio de sana administración, el déficit del Banco Central ha
disminuido y el servicio probable de la deuda contingente vinculada
a las futuras pensiones mínimas y asistenciales no alteraría el actual
déficit previsional. Según los datos de la Dirección de Presupuesto,
la deuda del gobierno central es del orden de un 10% del PIB en la
actualidad, en tanto la deuda neta del sector público consolidado
(incluido el Banco Central) apenas supera el 5% del PIB, lo que
representa una situación extremadamente holgada en comparación
con cualquier país del mundo, desarrollado o emergente. Nótese
que la deuda de varias de las naciones europeas oscila entre un 60
y un 100% del PIB, en EE.UU. supera el 50% del PIB, en tanto en
Japón se encuentra por encima de 120% del PIB.
La reducción de la meta desde 1% a 0% del PIB se puede hacer en
forma gradual, por ejemplo, al 0,7% en 2006, al 0,3% en 2007 y a
0% en 2008, 2009 y eventualmente 2010 -dependiendo parcialmente
de los planteamientos de quien asuma el gobierno en esa
oportunidad-. El propósito de la gradualidad es que no se concentre
en un solo año -el próximo- el aumento potencial en el gasto público
que permitiría el cambio de meta, y de este modo minimizar los
efectos que ello pudiera tener sobre la inflación, las tasas de interés,
y el tipo de cambio.
Así, el aumento del gasto público máximo (que no necesariamente
es el que operaría) sería de 7,4% en 2006, 8,4% en 2007, 8,2% en
2008 y 6,7% en 2009, considerando un crecimiento del PIB potencial
de 5,5%, 6%, 6% y 6% respectivamente, más un precio del cobre de
largo plazo de US$ 1 por libra. Con ello, el fisco dispondría de US$
10.500 millones adicionales -medidos con estos parámetros
"estructurales"- para usar en el período, sea en programas sociales,
en planes para fomentar la innovación tecnológica, la ciencia y la
cultura, o para concretar reducciones de impuestos, como la rebaja

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del IVA prevista para 2007. Las cifras definitivas, sin embargo,
dependerán de cómo evolucione el ciclo económico en los próximos
años.

TEXTO 9
Chile26/8/05 En lo económico, las cosas pintan cada vez mejor.
Por eso, el Gobierno podrá flexibilizarse en materia de gasto fiscal el
próximo año gracias a los mayores ingresos que tendrán las arcas
estatales por el mayor precio del cobre y el crecimiento de la
economía.
El anuncio del Ejecutivo coincidió con la corrección al alza que
hicieron los 15 expertos convocados por el Ministerio de Hacienda
para estimar el Producto Interno Bruto de tendencia y el precio del
cobre de referencia, de 4,2 a 4,9% y de US$ 0,93 a US$ 0,99 la
libra, respectivamente. Ambos indicadores permitirán que el
presupuesto fiscal sea más expansivo el próximo año, aunque
siempre ajustado a la regla del superávit fiscal del 1% del PIB.
"Vamos a sentir un poquitito menos apretado el cinturón. Van a
haber buenas cifras de empleo y la salud y la educación van a recibir
más fondos", dijo el ministro de Hacienda, Nicolás Eyzaguirre. Los
recursos se usarán en ampliar el Plan AUGE y en otorgar más
préstamos estudiantiles y subvenciones escolares.

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AULA 09
HOLA AMIGOS!

Recebi muitos e-mails de concursandos angustiados por causa da


interpretação de texto nas provas da ESAF, pedindo que colocasse
algumas dicas que ajudassem a um melhor “condicionamento” para
o dia da prova. Tentando responder a essas inquietações, hoje
destacaremos alguns conceitos e procedimentos que alinhavamos
durante o percurso de estudos, aulas e obrigações profissionais.

O pano de fundo para essa sistematização de técnicas


interpretativas será um tema que considero “favorito” para
reaparecer nas próximas provas de auditor e técnico da RF: a
negociação mundial dos subsídios agrícolas. Esta consideração
de “favorito” não decorre apenas dos antecedentes das provas
anteriores que citaremos a continuação, nem da inclusão no edital
de disciplinas relevantes como Economia, Comercio Internacional e
Direito, mas da coincidência histórica de o concurso acontecer ao
mesmo tempo que uma reunião mundial da OMC (em Honk Kong)
que concentra as atenções do mundo todo sobre as relações
comerciais mundiais. E concentra também as atenções do governo
brasileiro, líder do G 20, grande protagonista causador do sucesso o
insucesso das negociações mundiais.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 18
A INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

A interpretação de texto é, para muitos concursandos, um


verdadeiro calvário. Muitas vezes, o objetivo de quem constrói a
prova não fica claro, parece um território sem regras, onde a ESAF
fica como terrorista, com o fator surpresa completamente a seu
favor.

A seguir, tentaremos dar alguns critérios que permitem diminuir essa


sensação de desorientação, de aparente ausência de critérios, e
sugerir alguns procedimentos “contra-terroristas”. Mas, é necessário
advertir que a construção de habilidades interpretativas não decorre
de conhecer uma “formula mágica” e sim de uma longa experiência
racionalizada. O fator “tempo investido” em leitura de “macro-textos”
será sempre a chave decisiva.

Em primeiro lugar, não há um conceito uniforme sobre os limites da


interpretação de texto. A pesar de que o edital só menciona como
conteúdo do programa “interpretação de texto” algumas questões
envolvem apenas operações gramaticais simples, troca de
sinônimos individuais. No entanto, é consenso que a interpretação
de texto deveria ser basicamente, um conjunto de operações
intelectuais que permitem verificar se a COMPREENSÂO do texto é

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integral. Por compreensão integral se entende a decodificação do
significado de todas as mensagens nele contidas: palavras, frases,
pontuação, espaços, seqüência, intencionalidade (excluídos os
conhecimentos anteriores que possam interferir em ele), e todo tipo
de relações visíveis ou inferíveis entre as informações que o autor
constrói nos enunciados numerados e as alternativas de múltipla
escolha a discernir.

Ao analisar as provas dos últimos anos, podemos extrair alguns dos


procedimentos ou habilidades interpretativas que o autor utiliza com
maior freqüência e os antídotos que sugerimos para detectar
armadilhas e chegar ao gabarito determinado pelo autor:

IDENTIDADE SEMÂNTICA: são as alternativas que aparecem em


maior número. Trata-se de enunciados onde consta “en el texto se
dice que”, e alternativas que retomam informações retiradas do texto
original. Todas as alternativas estão modificadas. As erradas, com
alterações que quebram a igualdade semântica (de significado). A
verdadeira, com uma troca de termos que, no seu conjunto, produz
uma oração com significado análogo ao do texto original.

Antídoto: é necessário retornar ao texto EM CADA alternativa e


quando se visualiza uma alternativa como certa, VOLTAR para
confirmar se TODAS as partes da oração (sujeito, verbo,
complementos circunstanciais) apresentam sinonímia. É necessário
muita concentração para evitar os dois desvios mais usados:
generalizar o que no texto é qualidade específica (generalização
indevida); ou restringir com qualidades que o texto não menciona
(restrição indevida).

RELAÇÃO DE CAUSALIDADE: é detectada quando no final do


enunciado aparece a palavra “porque” ou “devido a” ou “a raíz de”.
È necessário saber diferenciar as circunstâncias causadoras ou
justificadoras (são gerais, impessoais) dos chamados agentes
causadores diretos (são precisos e personificados). Esses
elementos de causalidade (circunstancia ou agente) aparecem antes
dos nexos consecutivos (“de ahí que”, “conque”, “por lo tanto”, “por
lo que”) e que abrem a oração onde se expõem as conseqüências
produzidas pelo “agente causador”.

Antídoto: voltar ao texto, localizar o parágrafo, localizar o conector


(conjunção ou locução conjuncional), sublinhar as informações
“causais”, separar as circunstâncias dos agentes modificadores
(pessoas, resoluções, leis, instituições), resolver.

RELAÇÃO DE FINALIDADE; é detectada quando dentro do


enunciado aparece a expressão “ con el objetivo de”, “con la
finalidad de”, “para”, “busca” ou “pretende”. Normalmente pertence
ao segmento do texto onde se expõe uma determinada resolução do
poder público.

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Antídoto: localizar no texto a resolução adotada ou em estudo,
localizar ao lado a sua finalidade específica, separando esta
finalidade de outros elementos informativos que costumam aparecer
junto (conseqüências automáticas, circunstâncias colaterais).

INFERÊNCIA: é detectada quando aparece no enunciado a


expressão “según el texto” ou “de acuerdo al texto”, mesmo que,
com esses enunciados também encontraremos alternativas de
“identidade semântica”. O procedimento de inferência ou dedução e
aquele que permite afirmar como verdadeira uma afirmação que
nasce como conclusão obrigatória do relacionamento entre outras
duas afirmações (duas do texto original ou uma do texto e outra do
enunciado). A característica marcante é que a alternativa de
inferência certa não aparece explicitamente no texto, ela é apenas
uma deduçào lógica de ouras afirmações presentes no texto e/ou
enunciado.

Antídoto : estas atividades de INFERÊNCIA são as que exigem


uma leitura “mais distanciada”, de foco amplo, porque precisaremos
fazer ou deduzir relações obrigatórias, mas não explícitas, entre os
diferentes parágrafos do texto. Neste caso precisamos nos
concentrar em informações que realmente constam no texto original,
y verificar a relação entre elas, não aceitando inferências com dados
ausentes ou incompletos ou que não se relacionam especificamente
com os do texto original. Em alguma provas já realizadas, as
inferências (corretas do gabarito) são tão pouco fundadas em dados
do texto que resulta mais acessível excluir todas as outras
alternativa falhas do que enxergar com clareza a verdadeira.

Como teoria nem sempre é suficiente para determinar o


conhecimento, utilizaremos a seguir algumas siglas para poder
visualizar o direcionamento dos enunciados e as alternativas em
relação aos conceitos anteriormente citados

ISP (igualdade semântica preservada)


ISQxGI (igualdade semântica quebrada por generalização indevida)
ISQxRI (igualdade semântica quebrada por restrição indevida)
ISQxII (igualdade semântica quebrada por informação intrusa)
ISQxDI (igualdade semântica quebrada por desvio de informação)

RC (relação de causalidade)
RCI (relação de causalidade invertida)
RCD (relação de causalidade desviada)

RF (relação de finalidade)
RFI (relação de finalidade desviada)

RI (relação de inferência)
RIQ (relação de inferência quebrada)

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Como treinamento pessoal, sugiro que retomes todas as provas da
ESAF das aulas anteriores e coloques ao lado dos enunciados e das
alternativas esta codificação interpretativa.

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2002/2


La UE y Japón ante el plan agrícola de EEUU

La UE y Japón dieron un portazo(1) a la propuesta estadounidense


para reducir del 62% al 25% de media los aranceles a los productos
agrícolas en un plazo de cinco años. El plan presentado por EEUU,
con el apoyo de Canadá y Australia, en la reunión de los ministros
de Agricultura de las cinco potencias, celebrada en la ciudad
japonesa de Nara, propone una profunda reforma del sector
agrícola, en un periodo de cinco años.

La propuesta estadounidense supone la utilización de una fórmula


de reducción de aranceles –conocida como fórmula Suiza-, que
recortará más los aranceles más elevados que los bajos y
garantizará que ningún arancel sea superior a un 25% al cabo de los
cinco años. Esas reducciones se efectuarían sobre los aranceles
que realmente se aplican y no sobre los máximos autorizados,
según Washington, que se queja de que, aunque los aranceles se
han reducido en todo el mundo en los últimos años, los niveles
máximos permitidos por la OMC siguen siendo muy altos (arancel
mundial medio de un 62% en agricultura) mientras(2) que en EEUU la
media es de 12%.

En cuanto al apoyo interno, EEUU propone simplificar el actual


sistema de cálculo, utilizando una fórmula que limite el uso de ese
tipo de apoyo siempre y cuando sea distorsionante del comercio a
un 5% del valor total de la producción agrícola. También aboga por
eliminar las empresas de comercio estatales porque abusan de su
condición de monopolio y quiere que se supriman los derechos y
privilegios especiales en sus ventas al extranjero y forzarlas a un
régimen de transparencia, así como prohibir los impuestos a la
exportación de productos agrícolas, aunque se exceptuaría de esa
prohibición a los países en desarrollo a no ser que esos gravámenes
no sirvieran para generar ingresos del fisco.

Representantes de Bruselas dejaron entrever que con su jugada,


Washington trata de distraer la atención sobre las multimillonarias
suvbenciones que EEUU ha estado dando a sus agricultores. El
comisario de Agricultura y Pesca extrañó que estas propuestas
“exijan mas esfuerzo al resto de los países que a EEUU” a la vez
que ese gobierno evita cualquier compromiso para reducir en su
país los apoyos a la exportación, que distorsionan el mercado o para
disminuir el abuso de ayudas internas practicado.
El Pais 27.07.02.

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26.- En el texto se dice que el plan norteamericano para la
agricultura:

a) elimina los subsidios a la exportación y reduce los aranceles y


medidas de apoyo interno.
b) reduce los aranceles en un 25%.
c) disminuye el apoyo interno a la exportación en un 5%.
d) garantiza el apoyo económico y administrativo estatal a las
exportaciones.
e) favorece el comercio agrícola de los países en desarrollo.

27 De acuerdo con el texto, la expresión “dieron un portazo” ,


significa:

a) dieron un espaldarazo
b) echaron una mano (ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 19)
c) rechazaron
d) recibieron con beneplácito
e) aceptaron a regañadientes

28.- Según el texto, la prohibición de impuestos a la exportación de


productos agrícolas

a) tiene la anuencia europea y japonesa.


b) es válida para todos los países miembros de la OMC
c) se orienta hacia las empresas de comercio estatales
d) no se aplica en países en desarrollo donde esos impuestos
sirvan para generar ingresos del erario
e) busca equilibrar el comercio agrícola internacional

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) dar um portazo = fechar a porta, recusar

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 26
Alternativa A (ISP): a troca de termos está correta em relação
ao que diz o terceiro parágrafo: eliminar as empresas estatais
monopólicas e seus privilégios à exportação; reduz os apoios
agrícolas a um máximo de 5% do valor da sua produção
agrícola; e, como diz no primeiro parágrafo, reduz os impostos
de importação de 62 a 25%.
As outras alternativas:
b) reduz imposto aduaneiro a 25% e não em 25% (ISQxDI)
c) reduz o apoio interno a 5% e não em 5% (ISQxDI)
d) propõe a eliminação das estatais e não sua garantia (ISQxDI)

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e) o texto não garante essa conseqüência da proposta; e a
permissão para que continuem os impostos à exportação não
favorece o comércio agrícola dos paises em desenvolvimento
(ISQxII).

Questão 27
Alternativa C: a expressão idiomática “dar um portazo” é
recusar. É importante saber que a EU vem brigando contra
Estados Unidos no tribunal de disputas da OMC por causa dos
subsídios disfarçados que este pratica através de estatais que
monopolizam as operações de exportação. E já teve ganho de
causa. Daí a “estranheza” de encontrar na proposta para o
mundo, de uma prática de dumping que E.Unidos vêm
praticando há muito tempo e que já poderia ter retirado sem
necessidade de negociações externas.
As outras alternativas todas têm um grau de aceitação que o
texto não diz:
espaldarazo = (grande apoio);
echar uma mano =(ajudar);
beneplácito (com prazer);
a regañadientes=(a contragosto.

Questão 28
Alternativa D: a proposta reconhece a existência de paises
pobres cuja arrecadação tributária tem como eixo o imposto às
exportações (“detracciones”)de matérias primas. Se esses
paises em desenvolvimento não fossem excetuados da
proibição de tributar as exportações ficariam sem recursos
para subsistir. Brasil não tem essa prática tributária porque
considera que é exportar impostos e perder competitividade
externa.
As outras alternativas:
a) tem a recusa e não ao apoio (anuencia)de Japón e UE
(ISQxDI)
b) não é válida para os paises excetuados (ISQxDI)
c) Não tem nada a ver com as estatais norte-americanas que
praticam subsídios à exportação, não impostos. (ISQxDI)
e) o texto não informa os objetivos explícitos da proposta
(ISQxII)

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 19
LOS DIVERSOS USOS DE “ECHAR”

O verbo “echar” é um verbo regular que tendo um sentido


original de “expulsar”, ao longo do tempo foi caindo no gosto

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popular para a formação de locuções , assumindo os mais
diversos significados. Vejamos os mais populares:

Echar a correr = começar a correr


Echar de menos = sentir saudade
Echar uma mano = ajudar
Echar mano = usar
Echar raíces = fixar-se
Echar a perder = estragar
Echar por tierra = aniquilar, destruir
Echar una siesta = dormir
Echarse al suelo = deitar-se no chão
Echar cálculos = fazer contas
Echar a a la cancha = publicar
Echar fuego = estar furioso
Echar un trago = beber alcool
Echar en cara = acusar publicamente

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2003


El fracaso de Cancún y el futuro del ALCA

El bloque opositor conformado por Brasil y el Grupo de los 20 que


provocó el colapso de las negociaciones de la OMC en la reunión de
Cancún, no es visto por Fernando Mateo, jefe de la Secretaría de
Economía de Mexico, como una amenaza para la integración
latinoamericana. Aunque Brasil ha mostrado su rechazo al Acuerdo
de libre Comercio de las Américas (ALCA) y se ha negado a
conformar un tratado de Libre Comercio (TLC) con México dentro del
mercosur, México y el ALCA están en las prioridades de Lula.

El equipo negociador mexicano se propone reactivar el interés


brasileño, primero para elevar de rango a TLC el Acuerdo de
Complementación que hoy se tiene con ese país sudamericano y
posteriormente, integrarlo en un mega tratado con el Mercosur, una
vez que se concluyan las pláticas con Argentina para un TLC, sumar
el tratado con Uruguay y el tratado que ya se tiene con Paraguay.

Mateo subrayó que el hecho de que México ya tenga tratados con la


mayoría de los países y de que representa la mitad de las
exportaciones totales de América latina, lo coloca en una situación
privilegiada con el ALCA. Dicha región tiene alrededor de 792
millones de personas, con un PIB de 11 billones de dólares, un
comercio total entre los 34 países del continente de 2,7 billones de
dólares, equivalente a 22% del comercio total mundial.

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Diario de Monterrey 22.09.03

23.- Según Mateo, el fracaso de la reunión de OMC no amenaza la


integración latinoamericana porque (RC)

a) el rechazo brasileño al ALCA es cuestión pasada


b) Brasil acepta la participación mexicana en el Mercosur
c) México y el ALCA están entre las prioridades del gobierno
brasileño
d) México ya tiene tratados con todos los países latinoamericanos
e) El PIB mexicano es el mayor de América Latina

24.- De acuerdo con el texto, la estrategia integracionista mexicana


se caracteriza por (IS)

a) incentivos a importaciones oriundas del Mercosur


b) el incremento de las exportaciones hacia América Latina
c) la remoción de barreras arancelarias
d) acuerdos individuales en la región y elevación del nivel de los
nexos económicos con Brasil
e) apoyo a las posiciones brasileñas en el seno de la OMC

25. Según el texto, uno de los aspectos que revelan el peso de la


región del ALCA es el hecho de que (IS):

a) alberga el segundo núcleo consumidor mundial


b) exporta la mitad de toda la producción latinoamericana
c) tiene un PIB de once millones de millones de dólares
d) representa un bloque negociador homogéneo dentro de la OMC
e) incluye a las mayores economías del mundo.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 23
Alternativa C ( RCP) a redação é praticamente idêntica a do
final do parágrafo 1, e por tratar-se da oração principal de uma
oração complexa, ela sobrevive como verdadeira
independentemente da oração subordinada que lhe antecede.
As outras alternativas:
a) ISQxGI
b) ISQx DI
d) ISQxDI
e) ISQxDI

Questão 24
Alternativa D (ISP) : a troca por sinônimos é correta: “acordos
individuales”= TLC; elevar el nivel = elevar de rango.
As outras alternativas:

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a) ISQxII
b) ISQxII
d) ISQxGI
e) ISQxII

Questão 25
Alternativa C (ISP) : a expressão “11 billones” realmente
corresponde a 11.000.000.000.000. Se considerarmos que a cada
seis zeros corresponde uma unidade de “millón”, a alternativa
parece correta. No entanto, a expressão da alternativa C não existe
como expressão de linguagem utilizada (conhecida por emissor e
receptor da comunicação), portanto ela é apenas uma construção
imaginária do emissor (o autor da prova) e não poderia ter sido
considerada como uma resposta destinada a medir o conhecimento
dos concursandos. Seria a mesma coisa que propor em português
que aquele número seria sinônimo de 11 bilhões de bilhões, quando
na verdade, só existe na linguagem real 11 trilhões.
(O homem “viajou”)
As outras alternativas eram relativamente fáceis de eliminar:
a) ISQxII
b) ISQ xDI
d) ISQxII
e) ISQxII

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2000

La OMC pide acabar con las ayudas agrícolas

Bruselas. Los primeros borradores de la declaración que debatirá la


Organización del Comercio (OMC) en Seatle (EEUU) propugnan la
supresión de las ayudas agrícolas a la exportación, dijeron fuentes
comunitarias. También prevén reducir “sustancialmente” los
subsidios internos que den lugar a distorsiones en el comercio.

El secrertario de la OMC es el encargado de elaborar el proyecto de


declaración, que será debatido por el consejo general los próximos 4
y 5 de noviembre, antes de ser presentado el 30 de noviembre en la
reunión ministerial en EEUU, con al que dará comienzo la llamada
Ronda del Milenio.

El borrador no recoge aspiraciones de la UE, como son que se tenga


en cuenta en la negociación el carácter “multifuncional” de la
agricultura comunitaria y los problemas derivados del desarrollo de
la biotecnología, que han dado lugar a la polémica sobre alimentos
transgénicos. La OMC quiere que la reducción de las ayudas a la
exportación se acompañe de un compromiso para su eliminación,
así como mayores rebajas en los derechos aduaneros de todos los
productos agrícolas.

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20.- En el texto, se dice que los primeros borradores de la


declaración (RF):

a) favorecen la inclusión de ayudas agrícolas a la exportación


b) abogan por la abolición de las ayudas agricolas a la exportación
c) propulsan la supresión de auxilios agrícolas a la exportación
d) propenden a la suspensión de las ayudas agrícolas a la
exportación
e) cuestionan la anulación de ayudas agrícolas a la exportación

21 En el texto, la palabra “borrador” significa (IS)

a) proyecto
b) estudio
c) encuesta
d) minuta
e) presupuesto

22.- En el texto se dice que (IS)

a) La UE pretende incluir en la negociación la polémica sobre


alimentos transgénicos
b) La OMC defiende el estímulo al desarrollo biotecnológico
c) La UE aspira a que se aumente la cantidad de productos
agrícolas que circulen en el mercado común comunitario
d) La OMC rechaza la restricción de subsidios que provoquen
distorsiones en el comercio
e) La OMC quiere que los productos entren en los países pagando
tasas menores.

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) borrador = rascunho, minuta, documento provisório
destinado a debate e/ou reescrita.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 20
Alternativa C : as alternativas B e C são praticamente idênticas.
Apequena diferença é que o verbo “propulsan” (de ação) é mais
pröximo de “propugnan”que “abogan”(de argumentação)o
“propenden” (de inclinação).

Questão 21
Alternativa D: as alternativas A e B eram perigosas porque
também supõem algo não definitivo, mas falta a indicação mais
específica de que se trata de um texto (minuta). “Encuesta”
(pesquisa) é apenas uma base de dados e “presupuesto”
(orçamento) é a presunção dos gastos e ingressos de uma entidade.

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Questão 22
Alternativa E: a posição clássica dos funcionários da OMC é a
busca da redução das barreiras aduaneiras ou qualquer outro
procedimento (subsídios) que possam travar o livre comércio.
As outras alternativas:
a) ISQxDI
b) ISQxII
c) ISQxII
d) ISQxDI

SIMULADO 20
Negociaciones sobre subsídios bloqueadas

GINEBRA.- El Grupo de los Veinte (G-20), que reúne a países en


desarrollo, anunció hoy que responderá a las iniciativas de la UE y
EEUU para desbloquear las negociaciones agrícolas de la
Organización Mundial de Comercio (OMC) con una "propuesta
propia y con números concretos" que se referirá de forma concreta
a los tres pilares de la negociación agrícola, como son los subsidios
a la exportación, el apoyo interno y el acceso a los mercados", dijo
el ministro brasileño Celso Amorim.
"En apoyo interno (a los agricultores) buscamos medidas que
supongan un auténtico recorte de esos niveles, y en acceso a
mercados, verdaderas oportunidades para acceder a ellos, con
recortes como los que hubo en la Ronda de Uruguay", precisó
Amorim.
Agregó que para el G-20 es esencial que "en 2010 se eliminen
todas las formas de apoyo a las exportaciones y las que se dan a
nivel nacional" en la agricultura.
Las diferencias en agricultura, uno de los capítulos claves de esta
negociación, bloquean el resto de los acuerdos sobre servicios,
acceso a mercados para productos industrializados o facilitación
comercial, entre otros.
El Representante Especial de Comercio de EEUU, Rob Portman,
presentó este lunes una iniciativa que afecta a los tres pilares
agrícolas y que se ejecutaría en dos etapas, una inicial en la que
aplicarían recortes significativos en los aranceles y en las ayudas
directas en un periodo de cinco años. Cinco años después se
pasaría a otra fase, en la que se procedería a la total eliminación
de las políticas que distorsionan el comercio agrícola.
La UE, por su parte, propuso reducir un 70% las ayudas agrícolas
internas que distorsionan el comercio, las que en el argot de la
OMC se consideran de la "caja azul" o de la "caja amarilla", es
decir que distorsionan el comercio y que están ligadas a la
producción o a los precios. Asimismo, está dispuesta a rebajar el
65% los llamados apoyos que dentro de la OMC están exentos de
rebajas siempre y cuando no superen el 5% del valor total de la

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producción agrícola.

1.- En el texto, el ministro Amorim (RF)

a) dará anuencia a las propuestas de EEUU y UE


b) aboga por un recorte a las ayudas internas y al acceso a los
mercados
c) propulsa la supresión inmediata de los subsidios a la exportación
y la producción
d) plantea desanudar las negociaciones sobre subvenciones
agrícolas para la cita de la OMC
e) propuso números concretos que desbloquearán las
negociaciones sobre subsidios a la importación.

2.- Según el texto, la posición de EEUU sostenida por Portman

a) define dos etapas hacia la eliminación de todas las barreras


arancelarias
b) coloca en primer plano las políticas que distorsionan la
producción agrícola
c) aboga por la merma importante de aranceles y subsidios
agrícolas en el primer lustro
d) aplaza para el segundo lustro el recorte de las ayudas y
subvenciones agrícolas
e) bloquea los acuerdos sobre servicios y productos
manufacturados.

3.- De acuerdo al texto, la propuesta de la UE

a) rebajará a 70% el apoyo agrícola


b) recortará 70% del comercio que distorsiona la relación entre los
países
c) reducirá el 65% en las subvenciones internas de la OMC
d) recortará sus ayudas internas manteniendo proteccionismo hasta
5% del valor de su producción agrícola
e) limita los cortes de subsidios a 5% del Producto Bruto Agrícola

4.- La expresión “en el argot de la OMC” equivale a


a) en la jerga de la OMC
b) en la cita de la OMC
c) en el entorno de la OMC
d) en el seno de la OMC
e) en el reglamento de la OMC

5.- De acuerdo al texto, las posiciones

a) de los tres bloques convergen hacia un acuerdo global


b) del G20 y los países desarrollados muestran un entredicho sobre
comercio agrícola
c) de UE y EEUU han mostrado anuencia con la desgravación total
d) auguran un acuerdo sobre la supresión de barreras agrícolas

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e) de UE y EEUU demuestran el abandono de posturas
proteccionistas

VOCABULÁRIO DO SIMULADO
(1) argot = jargão
(2) desanudar = desbloquear
(3) lustro = 5 anos

Questão 1
Alternativa D: ele fará uma proposta concreta como objetivo de
desbloquear a negociação

Questão 2
Alternativa C:a posição norte-americana privilegia no primeiro
lustro (5 anos) a redução de subsídios e impostos de
importação

Questão 3
Alternativa D: no texto, a proposta da UE defende uma área
de reserva protecionista de até 5% de sua produção agrícola
se não houver distorção do comércio.

Questão 4
Alternativa A: argot = jerga = dialecto = lengua restricta (gíria,
jargão)

Questão 5
Alternativa B; o início do texto revela que as negociações estão
bloqueadas porque não há acordo entre o G20 e os paises ricos,
sobre os subsídios agrícolas.

SIMULADO 21
01 GINEBRA.- Las potencias comerciales del mundo hicieron
02 avances menudos (pequenos)en las últimas décadas en las
03 iniciativas para reducir los subsidios agrícolas que distorsionan
04 el comercio, de acuerdo con un estudio publicado el martes por
05 la OCDE. El informe de la OCDE -que agrupa a las naciones
06 más desarrolladas y tiene su sede en París- mostró también que
07 Islandia, Suiza y Noruega mantenían los niveles más altos de
08 apoyo a los agricultores entre los 30 miembros de la OCDE.
09 Además, Estados Unidos incrementó sus niveles de protección
10 en el 2004.
11 "Las reformas de las políticas se han centrado en cambiar la
12 forma en la que se ofrece la ayuda a los productores, con un
13 alejamiento (afastamento)notable de las medidas relacionadas con

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14 el volumen de producción", dijo el reporte en referencia a los
15 pagos que reciben los granjeros y que están atados a su
16 producción.
17 Pero aunque estas reformas podrían continuar en los próximos
18 años, dijo la OCDE, la participación de esas formas de respaldo
19 que tanto distorsionan la producción y el comercio igualmente
20 representó el 74% de todos los subsidios en el período 2002-
21 2004. Esto reflejó una reducción desde el 91% del lapso 1986-
22 1988.
23 El apoyo agrícola de la UE surgió como un tema importante el
24 fin de semana pasado cuando fracasó un encuentro de los
25 líderes del bloque para ponerse de acuerdo sobre el
26 presupuesto de la Unión Europeia para el período 2007-2013.
27 La falta de entendimiento en gran medida se debió a que
28 Francia rechazó el pedido de Gran Bretaña para que se recorten
29 los subsidios al agro.Esta cuestión también es uno de los
30 ejes(eixos) de la Ronda de Doha de negociaciones para la
31 liberalización comercial, un proceso en el seno de la
32 Organización Mundial del Comercio (OMC) que
33 ha avanzado despacio(devagar). (emol-22/6/05)

1.- En el texto se dice que

a) los países en desarrollo tuvieron pocos avances para reducir sus


subsidios agrícolas
b) las potencias desarrolladas no hicieron mejoras significativas en
la merma de subsidios al agro
c) las potencias desarrolladas tuvieron un retroceso en relación a
los subsidios a la importación
d) los países más ricos efectuaron frecuentes reducciones de sus
importaciones agrícolas
e) los países más desarrollados realizaron frecuentes mejoras en la
reducción de subsidios agrícolas

2.- Según el informe de la OCDE

a) EEUU aumentó el ritmo de reducción de sus subsidios en 2004


b) aumentó el nivel de subsidios vinculados a la cantidad producida
c) hay políticas públicas para disminuir las ayudas atadas al
volumen producido
d) las nuevas formas de subsidios representan casi 2/3 del total
e) Los subsidios agrícolas se redujeron casi10% desde 1986

3.-En el texto se dice que

a) el tema de subsidios agrícolas hizo fracasar la reunión de la


OCDE
b) los dirigentes de la OCDE no se ponen de acuerdo sobre su
presupuesto
c) hay un entredicho entre los líderes de la UE sobre su prespuesto

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d) los líderes de la UE se pelean sobre la organización
administrativa de la Eurozona
e) Francia exige medidas más draconianas en la rebaja de subsidios
agrícolas

4.- Según el texto,

a) el presupuesto de la UE es asunto principal para la Ronda de


Doha
b) el presupuesto de la OCDE tendrá impacto significativo en las
negociaciones liberalizadoras
c) la cohesión de las potencias agrícolas europeas se refleja en
elseno de la OMC
d) los subsidios agrícolas es tema decisivo del proceso
antiproteccionismos en la OMC
e) la OMC es la principal responsable por lapermanencia de los
subsidios agrícolas

5.- En el texto , se dice que el proceso en la OMC avanza

a) en balde
b) deprisa
c) en zig zag
d) raudamente
e) lento

6.- La expresión “de acuerdo con” (li.4) equivale a

a) según
b) ante
c) tras
d) con arreglo de
e) hacia

7.- Considera las afirmaciones y determina si son falsas o


verdaderas. Es posible cambiar

I.- “además” (li.9) por “sin embargo” ( )


II- “se ofrece ayuda a los productores”(li.12) por “se les ofrece
ayuda”( )
III.- “alejamiento” (li.13) por “apartamiento” ( )
IV – “Pero aunque”(li.17) por “Sin embargo, mismo que” ( )
V- “se debió a que”(li. 27) por “se tuvo a que” ( )

La secuencia correcta es
a) F V V F V
b) F V V V F
c) F V V V V
d) F V F V F
e) V F V F V

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8.- La expresión “igualmente” de la línea 19 podría ser sustituído
con similar significado por

a) equitativamente
b) todavía
c) ductilmente
d) apenas
e) quizás

Questão 1
Alternativa B: o informe denuncia que os membros da OCDE não
estão reduzindo os subsídios a PRODUÇÃO agrícola.

Questão 2
Alternativa C : a OCDE informa que houve progressos de algumas
políticas para reduzir os subsídios amarrados ao volume produzido.

Questão 3
Alternativa C: há uma polêmica (entredicho) dentro da UE (França
contra Inglaterra) sobre seu orçamento porque ai é que se briga por
quanto e quem e como se pagam essas ajudas aos agricultores não-
competitivos.

Questão 4
Alternativa D: é a grande briga das relações comerciais pós-
guerra fria, o grande conflito norte/sul que pareceu encaminhar-se
positivamente na reunião de DOHA(2001), mas fracassou na
seqüência em Cancún (2003), e ameaça fracassar mais uma vez em
Honk Kong (dezembro 2005).

Questão 5
Alternativa E

Questão 6
Alternativa A ; “según” e uma preposição que expressa
conformidade com algo.

Questão 7
Alternativa B: são sinônimos.

Questão 8
Alternativa B: a informação do texto assinala que mesmo tendo
reduzido um pouco os subsídios atrelados ao volume produzido, ele
é “TODAVÍA” (ainda ) de 74 % (muito alto).

Lecturas complementares

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Texto 1

BRUSELAS.- El comisario europeo de Comercio, Peter Mandelson,


ha censurado el borrador de negociación para la cumbre de Hong
Kong presentado por el director general de la Organización Mundial
de Comercio (OMC), Pascal Lamy, al considerar que no plantea
avances suficientes en la apertura al comercio de bienes
industriales y servicios.
"Agradezco el trabajo que Pascal Lamy ha hecho en esta
declaración, pero temo que no hará avanzar las negociaciones
sobre la reforma comercial", advirtió Mandelson, en una
declaración escrita."Hay progresos en Agricultura. pero no están
correspondidos en los capítulos de bienes industriales y servicios.
Esta falta de equilibrio constituye un problema real que es
necesario resolver en Hong Kong", añadió el comisario, en
referencia a la conferencia ministerial de la OMC que se celebrará
a la ciudad asiática del 13 al 18 de diciembre.
Lamy presentó a los 148 países miembros de la OMC el borrador
del programa de trabajo para la cita de Hong Kong, clave para
determinar el futuro de la ronda de negociaciones multilaterales
iniciada en Doha (Qatar) en noviembre de 2001. Ante esta reunión,
los países emergentes y en vías de desarrollo reclaman a los
industrializados que mejoren sus ofertas en materia de reducción
de subsidios agrícolas y acceso al mercado de productos agrícolas,
posibilidad que la UE rechaza si no obtiene contrapartidas en las
áreas de bienes industriales y servicios.
Lamy señala en ese informe preliminar la resolución de todos los
países a completar la agenda de la Ronda del Desarrollo de Doha
"en su totalidad y a concluir con éxito en 2006" las negociaciones
iniciadas hace cuatro años en la capital qatarí.
Allí los países decidieron profundizar en la liberalización mundial
del comercio agrícola, de servicios, de productos industriales, así
como en el desarrollo y la eliminación o reducción de tarifas
arancelarias, entre otros, y que los beneficios de ello revirtieran
sobre las economías emergentes.
Sin embargo, las enormes diferencias surgidas en agricultura y
servicios, por ejemplo, entre los países en desarrollo y los
desarrollados, y entre éstos mismos, ha hecho que la negociación
tras los avances logrados hasta fines de julio de 2004 se haya
estancado y se encuentre en una calle sin salida.
Lamy señaló hoy a las delegaciones que el documento que les
presentaba "no pretende representar un acuerdo de conjunto" y
tampoco desestima las diferentes posiciones de las delegaciones.
(12.10.05)

Texto 2
Según un estudio de la OCDE, el valor total del apoyo a los
productores entre sus 30 miembros fue de US$ 280.000 millones
en el 2004, un aumento desde los US$ 256.000 millones del
2003, pero la ayuda quedó en el 30% de los ingresos brutos de
la agricultura.

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Estados Unidos, países de la Unión Europea y otras naciones
ricas aumentaron los subsidios a sus agricultores a $112,000
millones, el año pasado, porque los precios de los granos
cayeron . El subsidio agrícola en la Unión Europea que es por
lejos el mayor en valores absolutos, se redujo a una suma
equivalente al 33% de los ingresos brutos del sector agrícola
desde el 36%, dijo la OCDE. Los aranceles comerciales
proporcionaron asistencia agrícola adicional valuada en
$168.000 millones, dijo la OCDE en el informe que salió hoy. El
total combinado de $280.000 millones representó 30 por ciento
del ingreso de los agricultores en los 30 países de la OCDE.
Los programas de ayuda están ''fomentando la producción,
distorsionando el comercio y contribuyendo a desequilibrar los
precios de los productos agrícolas'', según el informe de
77 páginas. El maíz (milho)fue el producto más subsidiado,
seguido por el azúcar, la leche, el cerdo (porco)y la carne vacuna.
Los ministros de comercio de 148 países intentan diseñar un
marco para estandarizar(homogeneizar)y reducir la cantidad de
ayuda agrícola que los gobiernos proporcionan, a tiempo para
una cumbre de la OMC en Hong Kong en diciembre.
''Los subsidios agrícolas son un obstáculo para lograr un
acuerdo en la OMC'', dijo Daniel Griswold, economista de
Washington, que se opone a los pagos agrícolas y apoya una
disminución de las barreras comerciales. ``Como resultado,
están costándoles a las compañías estadounidenses
oportunidades perdidas''. Los países más pobres como Brasil y
Filipinas están pidiendo la eliminación de subsidios en un
momento en que los agricultores de los países ricos están
lidiando(batalhando)con una creciente competencia que, según ellos
aducen (argumentam), justifica la asistencia, dijo la OCDE en un
informe que estudia el panorama del comercio agrícola de aquí a
2 lustros.

Texto 3
Nicaragua, junto a otros ocho países de Latinoamérica, obtuvo un
fallo favorable por parte de la Organización Mundial del Comercio
(OMC) en su demanda contra la Unión Europea (UE), que pretendía
aumentar sus aranceles sobre las importaciones de banano a partir
del 2006.
La agencia noticiosa EFE reportó ayer que en su decisión los
árbitros de la OMC dijeron que el aumento arancelario previsto por la
UE “no llevaría al mantenimiento del acceso al mercado
(comunitario) de los actuales abastecedores de banana”.
La Comisión Europea había anunciado que a partir del primero de
enero del 2006 aumentaría a 230 euros (unos 278 dólares) por
tonelada el arancel que impone a los países latinoamericanos
productores de banano para entrar en el mercado europeo y que
actualmente es de 75 euros (unos 90 dólares).
Ecuador, Colombia, Costa Rica, Honduras, Guatemala, Panamá,
Brasil, Venezuela y Nicaragua son los países que reclamaron por la
medida.

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Los latinoamericanos consideraron, en su demanda, que el nuevo
arancel era excesivo y que disminuiría su participación en el
mercado europeo ante la competencia de los países ACP (África,
Caribe y Pacífico) que gozan de un acceso preferencial con arancel
cero para el banano.
La embajadora de Nicaragua ante la OMC, Alicia Martin, dijo que
hoy partía hacia la sede de esta organización, en Ginebra, Suiza,
para definir las acciones a continuar.
Informó que posteriormente se reunirán en Bruselas con la UE para
negociar, antes de decidir otro arbitraje al que tienen derecho.
Aunque Nicaragua no exporta banano a la Unión Europea, Alicia
Martin, embajadora ante la OMC, dijo que el país se ha involucrado
en esta querella por el potencial que tiene este rubro y por los 30 mil
nicas que trabajan en las bananeras de Costa Rica.

TEXTO 4

TOKIO.- Japón decidió el lunes imponer aranceles a 15 bienes de


Estados Unidos, entre ellos las importaciones de acero, en
represalia por una ley antimonopolio estadounidense, contra la cual
ya han adoptado medidas similares Canadá y la Unión Europea.
Esta es, sin embargo, la primera vez que Japón lleva a cabo tal
medida de represalia comercial —que se empezará a aplicar a partir
del próximo 1 de septiembre— contra uno de sus socios
comerciales.
Los aranceles, del 15 por ciento, afectarán, entre otros bienes, a las
importaciones de acero y estarán en vigor durante el tiempo en que
Estados Unidos mantenga esa ley, indicaron representantes del
Gobierno nipón.
La Unión Europea, México, Brasil, Chile, India y Canadá ya
denunciaron en enero del 2003 ante la Organización Mundial del
Comercio (OMC) la ilegalidad de la normativa estadounidense
“antidumping” (contra la competencia desleal) conocida como
“Enmienda Byrd”.
Esta ley —conocida por el apellido de su promotor, el senador
Robert Byrd— permite a EE.UU. multar a las firmas extranjeras que
venden productos por debajo de su costo (dumping), y distribuir el
dinero recaudado entre las firmas nacionales que denuncian esas
prácticas.
Los países afectados por esta práctica (entre ellos Japón y Corea
del Sur, además de los ya citados) han denunciado que se trata de
una subvención disfrazada, que anima a las empresas de EE.UU. a
seguir denunciando supuestos casos de “dumping”.
La OMC dio la razón a los países denunciantes de la “Enmienda
Byrd” y demandó a Washington que cambiara la normativa antes del
27 de diciembre del 2003.
Esa fue la primera vez que un número tan grande de países fue
autorizado a aplicar sanciones por una misma disputa.
Todos ellos representan, en conjunto, un 71 por ciento del total de
las exportaciones estadounidenses y un 64 por ciento de las
importaciones.

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EE.UU. se negó a dar marcha atrás, por lo que en enero del 2004
los denunciantes solicitaron a la OMC la autorización para imponer
sanciones comerciales a aquel país, lo que fue autorizado el 31 de
agosto pasado.
En noviembre del 2004 la OMC dio su visto bueno a una lista de
bienes contra los que tanto Japón como el resto de países críticos
con la “Enmienda Byrd” pueden imponer sanciones económicas por
medio del establecimiento de esos aranceles suplementarios.
El Ministro de Comercio japonés, Shichi Nakagawa, señaló que
Japón “ha apremiado a EE.UU. repetidas veces para que aboliera
esa enmienda con el fin de evitar la imposición de contramedidas”.
Sin embargo dijo el ministro, “hemos constatado que es muy poco
probable que (la ley) sea anulada en el actual año fiscal”, que
termina en septiembre del 2005 en EE.UU.
Pese a todo, Nakagawa expresó su confianza en que EE.UU.
recapacite presionada por las represalias comerciales anunciadas
este lunes.
“Esperamos que EE.UU. tome con seriedad la decisión adoptada por
Japón e inmediatamente retire la ‘Enmienda Byrd’”, dijo el titular de
Comercio nipón.
Aunque los economistas señalan que estas medidas de represalia
no afectarán en una medida significativa al boyante comercio entre
Japón y EE.UU., debido a la cuantía relativamente pequeña del
castigo arancelario, sin embargo sí ayudarán a aumentar la presión
internacional sobre Washington para que retire la ley.
La Unión Europea y Canadá ya introdujeron medidas comerciales de
represalia por la misma razón en mayo pasado.
El pasado 1 de abril México anunció que también establecerá una
“imposición de cuotas e impuestos adicionales” a los productos que
importe desde EE.UU., “hasta por 20 millones de dólares”, en el
próximo año.
La aplicación de las represalias arancelarias supondrá una caída de
las importaciones japonesas de EE.UU. en más de 52 millones de
dólares anuales sólo en productos de acero.

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AULA 10

Hola amigos:

Confirmadas todas as datas e disciplinas da prova considero


conveniente retomar alguns conceitos e vocabulário referente à
questão social e previdenciária. Se bem não existem muitos
precedentes em provas de Auditor ou Técnico sobre esse assunto,
é produtivo dar uma olhada às provas de Fiscal de Ministério de
Trabalho que também foram construídas pela ESAF e continham
Espanhol.
Além disso, retomaremos provas e simulados relacionados à
eficiência da máquina arrecadadora.
Buena Aula!

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF (M.Trabalho)


2003

La plantilla de Cadbury Schweepes

El fabricante de golosinas Cadbury Schweepes, que tiene su base


en la ciudad inglesa de Birmingam, recortará el 10% de su plantilla
mundial – integrada por 55 mil personas – y reducirá un 20% el
número de fábricas de todo el mundo,que son 133.
Las medidas forman parte de un plan para ahorrar unos 400
millones de liras (unos 600 millones de dólares) al año hasta 2007.
En un breve comunicado, el director ejecutivo de Cadbury,Todd
Stitzer, no quiso decir cuántos empleos serán suprimidos entre las
7000 personas que forman la plantilla británica. Stitzer ya había
advertido de que 2003 sería un año de transición para Cadbury tras
la adquisición en marzo del grupo de golosinas Adams por 2700
millones de libras (unos 4.000 millones de dólares).
La noticia se conoce después de que la compañía anunciara el mes
pasado que la actividad comercial de este semestre será similar a la
del primero, cuando los beneficios brutos del grupo bajaron un 5%
respecto al mismo período del año anterior debidoa la debilidad del
mercado, sobre todo en EEUU. (elmundo.27.10.03)

26.- Según el texto, la firma Cadbury Schweepes

a) produce cosméticos y misceláneas


b) aumentará la producción el segundo semestre del año
c) reducirá el número de sus empleados
d) recortará su personal en un 20%
e) disminuirá su plantilla a un 10%

27.- De acuerdo con el texto, las medidas anunciadas por el grupo


Cadbury:

a) sorprendieron al mercado

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b) buscan aumentar sus beneficios en un 5%
c) tratan de revertir la debilidad del mercado estadounidense
d) se deben a la fusión con el grupo Adams
e) son parte de un intento por economizar

(tradução ao português)

Os empregados de Cadbury

O fabricante de guloseimas Cadbury que tem sua base na cidade


inglesa de Birmingham, reduzirá 10% de seu pessoal mundial
integrado por 55 mil pessoas e reduzirá um 20% o número de
fábricas em todo o mundo, que são 133.
As medidas formam parte de um plano para poupar 400 milhões de
libras (600 milhões de dólares) ao ano até 2007. Em breve
comunicado, o diretor executivo de Cadbury, Todd Stitzer, não quis
dizer quantos empregos serão suprimidos entre as 7000 pessoas
que fazem parte do pessoal britânico. Stitzer, já havia avisado que
2003 seria um ano de transição para Cadbury, depois da compra
em março de grupo de guloseimas Adams por 2.700 milhões de
liras (4 bilhões de dólares).
A notícia se conhece depois que a companhia anunciasse o mês
passado que a atividade comercial de este semestre será similar a
do primeiro, quando os lucros brutos do grupo caíram um 5% em
relação ao mesmo período do ano anterior por causa do
enfraquecimento do mercado, especialmente em E.Unidos.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 26
Alternativa C (Igualdade Semântica Preservada): “recortar la
plantilla” significa reduzir o pessoal. Nas outras alternativas há
quebra de igualdade semântica:
a) produz guloseimas, não cosméticos
b) a previsão é de redução da produção
d) 20% é a redução de fábricas, não de pessoal
f) reduzir a um 10% seria reduzir 90%. Sobra a letra “a”

Questão 27
Alternativa E (Igualdade Semântica Preservada): “plan para
ahorrar” é a mesma coisa que “intento de economizar”. As outras
alternativas têm quebra de igualdade:
a) já haviam sido anunciadas
b) 5% é o número da redução de atividade
c) os ajustes são internos, não causam efeitos externos sobre
o mercado de E.Unidos
d) não houve fusão, e sim compra de Adams.

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SIMULADO 22

01 Si bien por falta de quórum no se pudo reunir ayer la


02 Comisión de Banca y Finanzas del Congreso (CBFC), para
03 el próximo martes tiene previsto sesionar de todas maneras.
04 ¿Por qué la prisa? Porque existen cuatro proyectos de
05 dictamen esperando aprobación (SOAT, aporte a la
06 Asociaciones de Fondos Previsionales Particulares –AFP-,
07 Ley de Banca y Ley Concursal).
08 Pero lo más llamativo de la agenda para la próxima semana
09 será la propuesta de modificación de los descuentos que por
10 concepto de AFP se realizan a los trabajadores. A diferencia
11 de lo que plantea la Comisión de Seguridad Social (CSS)
12 elevar de 8% a 10% la tasa de aporte al sistema, la de
13 Banca propone copiar el esquema de descuento que se
14 aplica en el sistema público de pensiones, para que a los
15 afiliados sean más comparables ambos sistemas.
16 Por ello, la comisión estaría analizando establecer un
17 descuento de 11% sobre el salario por todo concepto (que
18 es lo que cobra el sistema público, aunque se evalúa
19 también una tasa de 12%), previéndose descontar de ese
20 pago el costo del seguro por invalidez y sobrevivencia (entre
21 0,89% y 1,01%) y la comisión de administración de la AFP
22 (entre 1,40% y 1,85%), quedando la diferencia como aporte
23 efectivo al fondo del afiliado. Lo necesario sería llegar al
24 10% de aporte efectivo, pero con un mecanismo que le
25 parezca menos confuso al afiliado.
1.- En el texto se dice que
a) la víspera del lunes, la CBFC prevé apreciar 4 proyectos de
dictamen.
b) la CBFC aplazó la evaluación de un dictamen sobre sistema
previsional
c) no hubo mayoría en plenario para aprobar un dictamen sobre
ley previsional
d) la CBFC quiere andar muy despacio para aprobrar 4
dictámenes
e) faltó quorum para que el plenario del Congreso aprobase 4
leyes previsionales

2.- Según el texto, la CBFC


a) propone aumentar en dos puntos por ciento el aporte
previsional de los trabajadores
b) plantea aumentar once por ciento el descuento sobre el
salario para fin previsional

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c) evalúa aumentar 3 ó 4 puntos por ciento el aporte de los
trabajadores a las AFP
d) aumentar 3 por ciento las contribuciones al sistema
jubilatorio particular
e) igualar el beneficio bruto del sistema previsional particular
con el público

3.- Según el texto, la propuesta de la CBFC,


a) se deben cobrar por separado los costos del seguro y
administración
b) ve la administración privada de los Fondos previsionales
más onerosa que la pública
c) precisa al menos entre 11 y 12 por ciento de aporte neto al
sistema previsional privado
d) prevé que el aporte neto tendrá que ser mayor en Fondos
de previsión privada
e) para los trabajadores, ha de parecer clara.
4.- Según el texto, la CBFC quiere reformar el sistema de AFP
porque

a) la falta de quórum aplazó la aprobación


b) en su segmento público está muy confuso
c) le falta competitividad al sector público
d) la tasa actual está por debajo de lo necesario
e) mitigar el aporte de los trabajadores privados
5.- La expresión “aunque se evalúa” (li.12) equivale a

a) conque se analiza
b) de ahí que se avala
c) pese a analizarse
d) si bien estudia
e) sin embargo determina
6.- La expresión “por ello” (li 16) equivale a

a) de ahí que
b) por él
c) por ahora
d) asimismo
e) por añadidura
7.- La expresión “sean más comparables” (li.10) equivale a

a) son mejor comparados


b) serán más evaluables
c) tiene mejor comparación
d) resulten mejor evaluables
e) resultan más analizados

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO 22

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Questão 1
Alternativa B : é a alternativa que descreve corretamente quem
(uma comissão) e o que (uma lei sobre aposentadoria) se posterga
(aplaza). As outras alternativa distorcem o lugar, o tempo e/ou o
conteúdo do que se debate.

Questão 2
Alternativa C: a comissão propõe aumentar de 8% para 11 ou
12% as contribuições dos assalariados. Isto equivale a 3 ou 4
pontos percentuais de aumento. As outras alternativas apresentam
deformações do valor percentual ou do que ele significa (“beneficio”
não, “aporte” = “contribución”).

Questão 3
Alternativa E : o texto informa que a proposta precisa ter um
mecanismo que não seja confuso ao explicar as contribuições
brutas e líquidas (aporte efectivo).

Questão 4
Alternativa D : o texto informa da necessidade de aumentar a
contribuição bruta de 8% a 12% para que possa sobrar 10% líquido
para conta do aposentado. As outras alternativas apresentam
deformações do texto original.

Questão 5
Alternativa C : a igualdade está representada por “aunque” =
“pese a”; “analizar”= “evaluar”; e o principal era manter a partícula
“se” que dá o caráter impessoal à estrutura. Esse é o elemento que
falta na alternativa D. Nas outras alternativas, a primeira palavra
não é conjunção concessiva. A tradução ao português é : embora
se analisa.

Questão 6
Alternativa A: trata-se de nexo consecutivo equivalente. Outras
alternativas podem atuar como nexos, mas com outro significado
(“asimismo” e “por añadidura” são associativos)

Questão 7
Alternativa D: a expressão do enunciado “sean” está em Presente
do Subjuntivo, igual que “resulten”. Os outros verbos estão em
Modo Indicativo.

SIMULADO 23
Déficit del Seguro Social en EEUU
01 El caso del déficit forma parte de los debates legislativos sobre
02 el sistema público de jubilación, conocido como Seguro Social.
03 Los directivos de las tres mayores aerolíneas del país tenían

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04 programado comparecer el martes ante la Comisión de Finanzas
05 del Senado.
06 Más de la mitad de los 100 mayores planes privados de pensión
07 tienen depósitos por debajo de sus niveles prometidos de
08 beneficios. El presidente de la comisión ha culpado del problema
09 a las reglas laxas (froxas) sobre el sistema, que se supone
10 deberían garantizar que los depósitos estén asegurados por
11 completo.
12 Unos 34 millones de estadounidenses --aproximadamente el 20
13 por ciento de la mano de obra de la nación-- esperan recibir los
14 pagos de pensión de sus patrones a través de los planes de
15 beneficio.
16 El riesgo (risco) que enfrentan esos trabajadores fue evidenciado
17 el mes pasado, cuando un juez federal permitió que la
18 Aerolínea United se abstuviera de pagar US$9.000 millones en
19 obligaciones de sus planes jubilatorios, como parte de un plan
20 para salir de la bancarrota.
21 El fallo(sentença) trasladó al Estado las obligaciones financieras
22 de beneficios jubilatorios para 120.000 trabajadores en activo y
23 ex empleados, pero la oficina federal sólo pagará alrededor de
24 las dos terceras partes de los beneficios prometidos inicialmente
25 por la aerolínea.
26 El problema de falta de depósitos de garantía para los fondos
27 jubilatorios hace recordar la crisis de las cajas de ahorro
28 (poupança) de la década de 1980, cuando cientos de
29 administradoras cayeron en insolvencia y pasaron bajo control
30 del gobierno. Según un estudio del Congreso de 1996, el costo
31 del rescate de los fondos fue de 480.900 millones de dólares.
32 Duane Woerth, presidente de la Asociación de Pilotos de Líneas
33 Aéreas, dijo en comentarios preparados para la audiencia que
34 teme que otras aerolíneas sigan el ejemplo de United para tratar
35 de seguir siendo competitivas.
36 'Si cada vez más aerolíneas escogen deshacerse (se desfazer) de
37 sus obligaciones jubilatorias mediante procesos de quiebra,
38 existe el potencial de un 'efecto dominó', en donde todos los
39 demás operadores son alentados(estimulados), o incluso forzados,
40 a solicitar protección federal por bancarrota a fin de lograr los
41 mismos ahorros de costos y nivelar el campo de juego'', dijo
42 Woerth.

1.- En el texto se dice que, según el presidente de la Comisión de


finanzas del Senado, o Seguro de EEUU está en déficit porque
a) dirigentes de grandes empresas aéreas declararon ante una
comisión parlamentar
b) hay un canon muy flojo sobre el sistema administrador de
aportes jubilatorios
c) la culpa del déficit de jubilaciones es de las empresas
d) los grandes planos de pensión están pagando menos de lo
prometido
e) la Comisión de Finanzas del Congreso no quiere garantizar la
integridad de los aportes jubilatorios

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2.- En el texto se dice que en EEUU


a) 20% de la población está conectada a planos públicos de
pensión
b) 34 millones de estadounidenses reciben con atraso sus
pensiones
c) un error judicial permitió que una aerolínea no pagase 9
millardos de dólares
d) falta lastro de depósitos al sistema de jubilaciones para pagar
los beneficios prometidos
e) la United dejó de pagar 9 mil millones en sueldos con permiso
judicial

3.- En el texto se dice que en EEUU


a) el gobierno tuvo que asumir ren 1980 fondos jubilatorios en
bancarrota
b) el gobierno ya gastó casi ½ billón de dólares para absorver
casas de ahorro quebradas
c) varias empresas de aviación están pidiendo bancarrota para
evitar aportes jubilatorios
d) el poder ejecutivo está desequilibrando la competencia entre
empresas aéreas
e) el poder ejecutivo está creando una reacción en cadena de las
empresas aéreas

4.- La expresión “cayeron en insolvencia” (li. 29) equivale a


a) se contradijeran
b) allanaron la bancarrota
c) defaultearon
d) desviaron depósitos
e) mermaron los ahorros

5.- La expresión “laxas”(li.9) es el opuesto de


a) dudosas
b) flojas
c) ocultas
d) nuevas
e) draconianas

Questão 1
Alternativa B: no texto, está claro que o senador culpa as regras
frouxas do sistema que controla a administração do sistema
previsional. Nas outras alternativas não há relação de causalidade
direta com a crise que vive o sistema.

Questão 2
Alternativa D : o texto descreve que o nível de depósitos (lastro) nas
contas do sistema da previdência são incompatíveis com os
benefícios prometidos aos futuros aposentados. A expressão
“lastro” tem uma origem curiosa: ele é um termo de navegação para
designar um peso artificial, colocado nos navios para dar

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estabilidade à linha de flutuação. (nas caravelas de Colombo, eram
pedras enormes colocadas no chão do navio, nos petroleiros
modernos são compartimentos que se enchem de água). Na
linguagem moderna a palavra “lastro” pode ter duas possibilidades
de uso: a) no sentido negativo, significa que ele é um peso morto
que dificulta o andar para frente; b) no sentido positivo, em
linguagem técnico-bancário, serve para indicar se um sistema
financeiro tem reservas ou bens em garantia para responder ao
passivo contável. Este e o caso a que se refere o texto. Como o
sistema de previdência durante muitos anos acumula depósitos,
estes precisam estar muito bem investidos para que na hora de
inverter a tendência (pagar as aposentadorias) as reservas sejam
suficientes para honrar os compromissos.
Nas outras alternativas temos distorções de dados:
a) o 20% da população ativa não é o 20% da população total
b) as vítimas do sistema em desequilíbrio são “futuras” vitimas,
quando começarem a ter direito de receber a aposentadoria,
não agora.
c) A palavra “fallo” não significa falha , e sim sentença judicial.
e) o que a aerolínea deixou de pagar não eram “sueldos”
(salários), e sim recolhimentos de INSS.

Questão 3
Alternativa B: o texto compara a situação atual com outra crise
financeira anterior (à das caixas de poupança) quanto teve que
assumir o prejuízo (encampou) de muitas empresas no valor de
500.000.000.000 = quinientos millardos = quinientos mil millones =
½ billón de dólares.
Nas outras alternativas temos quebra de igualdade semântica:
a) não foram fundos de previdência, foram caixas de
poupança.
c) O texto fala que isso é um risco futuro, não uma realidade já
constatada.
d e e) As alternativas D e E têm o mesmo vício: o agente
causador não foi o governo, foi o Poder Judiciário.

Questão 4
Alternativa C: a palavra “default” vem do francês e quer dizer “em
falta”. Em linguagem técnico-financeira serve para expressar a
situação de um tomador de empréstimos que prolonga a situação
de mora por tempo indeterminado, com muitos de seus credores. O
termo foi intensamente utilizado durante a crise da Argentina em
2001/2002 oportunidade em que aplicou um calote generalizado a
seus credores internos e externos. Existe uma polêmica atualmente
sobre se Argentina saiu do “default”ou não. Para alguns, o fato de
ter renegociado 75 % de suas dívidas vencidas, significa a saída
desse conceito. Para outros, como ainda não renegociou o 25%
Restante, ainda está “em default” e não poderia receber novos
empréstimos. Esta opinião é compartilhada pelo FMI.

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O galicismo “default” já entrou na língua espanhola como verbo
regular (defaultear) e como adjetivo (defaulteada).

Questão 5
Alternativa E: o texto pede o contrário de frouxo, flexível. Seu
oposto, “draconiano” (severo, rígido) é um adjetivo muito popular
em linguagem político, jurídico e econômico. É uma referência a um
legislador de Atenas chamado Dracón (século VII antes de Cristo)
criador de leis extremamente duras contra os excessos que
cometiam os nobres atenienses.

SIMULADO 24
01 La AFIP presentó ayer un "plan" amplio con más de 21 planes
02 de facilidades de pago distintos para los morosos impositivos,
03 aduaneros y previsionales. El objetivo oficial es reemplazar
04 (substituir) al plan que venció en agosto pasado (llamado RAFA);

05 pero también pretende incorporar situaciones de deudas(dívidas)


06 nuevas que hubiera(tivesse) sufrido el contribuyente. Y aun más
07 allá (além) : procura añadir (acrescentar) contribuyentes al padrón(registro),
08 que no hubieran (tivessem) declarado propiedades, o si es
09 empleador, a su personal. Pero en ningún caso incluye quitas
10 (reduções, anistias)sobre lo adeudado, aclararon los funcionarios.

11 Al anuncio se le dio máxima trascendencia, al punto que el


12 titular del ente recaudador, Alberto Abad, debió trasladarse
13 (deslocar-se) 50 metros hasta el Palacio de Hacienda para efectuarlo

14 en una rueda de prensa(imprensa)conjunta con el ministro de


15 Economía, Roberto Lavagna.
16 El sistema se pone en marcha(em funcionamento) desde hoy. También
17 funcionará un simulador de deuda en la página web de la AFIP,
18 a través del cual el contribuyente podrá calcular plazos, tasas
19 de interés y demás condiciones de acuerdo a la deuda que
20 tenga.
21 Toda la operatoria se hará por Internet, a partir del 5 de
22 diciembre, y el 16 del mismo mes se podrá pagar la primera
23 cuota. La tramitación no requerirá presencia física del
24 contribuyente en agencias. Es más: si así lo prefiere, podrá
25 efectuar pagos o bien recibir las devoluciones si corresponden,
26 mediante una caja de ahorro (poupança) fiscal gratuita que le abrirá la
27 AFIP en el Banco del Estado.
28 Las tasas de interés bajan del 1,5% , que venía aplicándose
29 con el Rafa, al 1%. Pero a su vez esta tasa podrá ser
30 bonificada en determinadas situaciones hasta un 30%,
31 quedando en 0,7% mensual. "Teniendo en cuenta una inflación
32 anual superior a 10%, estas tasas son un regalo para el
33 contribuyente cumplidor", resaltó Abad.
34 El segundo tipo de planes es permanente para nuevas deudas

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35 que se vayan generando. No tienen vencimiento, y el deudor
36 podrá acogerse en cualquier momento. Además (além disso), si el
37 contribuyente acepta el ajuste que realice el Fisco antes de ir al
38 juicio o que el pleito vaya hacia estratos (foros) judiciales, los
39 plazos serán mayores y los intereses menores.

1.- Según el texto, el nuevo plan presentado por la AFIP pretende


como objetivo:
a) condonar ciertas deudas impositivas
b) readecuar el sistema de tratamiento a contribuyentes em mora
c) la incorporación de trabajadores al mercado laboral
d) regularizar el valor venal de las propiedades declaradas
e) conseguir la adhesión del ministro Lavagna

2.- La expresión “añadir contribuyentes” (li.7) significa en el texto


a) multar contribuyentes
b) intimar contribuyentes
c) exentar contribuyentes
d) hacer registro de más contribuyentes
e) borrar contribuyentes

3.- Según el texto, para operacionalizar el plan será imprescindible


usar
a) un contador debidamente registrado
b) máquina de calcular financiera
c) un ordenador enchufado a la Red
d) el número de registro de contribuyente
e) una caja de ahorro bancaria

4.- De acuerdo al texto,


a) hay una reducción de 1,5% o 1% en las tasas de interés
b) el buen pagadór poderá conseguir rebajas de hasta 0,7% sobre
los intereses debidos
c) el buen pagador podrá conseguir una reducción de hasta 30%
de su cuota mensual.
d) el buen pagador logrará dos rebajas de 30% o más, de su tasa
de interés, en relación al RAFA
e) La AFIP está regalando juros a los contribuyentes morosos

5.- En relación al segundo tipo de planes, el texto dice que


a) permite que las deudas nuevas y del RAFA se acojan a todo
momento
b) si hace acuerdo con la AFIP, los vencimientos y los intereses
serán menores
c) tendrá siempre plazos mayores e intereses menores
d) si hay arreglo con AFIP fuera de los tribunales las ventajas
aumentan
e) si hace anuencia con el ajuste de AFIP sin ir a foro judicial,
merman los intereses

6.- La expresión “debió trasladarse”(li.12) equivale a

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a) hubo que trasladarlo
b) precisaría ir
c) se tuvo que desplazar
d) necesita cambiarse
e) necesitó que lo emplazaran

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO


Questão 1
Alternativa B: o texto define no começo o que a Fazenda está
resolvendo e anunciando: substituir o sistema já vencido de
recálculo de dívidas tributarias e da previdencia, por um novo.
As outras alternativas têm desvios da igualdade semântica:
a) “condonar” seria anistiar, perdoar.
c) buscam integrar o trabalhador que está sem registro (en
negro) ao sistema legal (en plantilla)
d) não há nada relacionado ao valor das moradias e sim ao fato
de estarem “declaradas” diante do Fisco.
e) este elemento consta no texto, mas não é o objetivo do plano
e apenas uma circunstância colateral, de ajuda para divulgar o
novo plano.

Questão 2
Alternativa D: o texto menciona que entre os objetivos do novo
plano está aumentar a base de contribuintes cadastrados no
sistema. Añadir = sumar = acrecentar = agregar.
As outras alternativas quebram a igualdade semântica:
Exentar = isentar; borrar = apagar.

Questão 3
Alternativa C: esta é uma evidente questão de INFERÊNCIA. O
caráter de “imprescindível” só pode ser deduzido das condições
operacionais que o novo sistema de renegociação de dívidas tem.
Como ele será feito todo por Internet, na página Web da Fazenda,é
imprescindível faze-lo desde um computador (ordenador) conectado
(enchufado) a Internet (la Red). (Ver CONHECIMENTO
ESPECÍFICO 20).
As outras alternativas, mesmo que possíveis, não têm o caráter de
imprescindível da alternativa C.

Questão 4
Alternativa D: outra questão de INFÊRENCIA. O texto informa que
em relação ao sistema anterior, o bom pagador poderá ter duas
reduções da taxa de juros: uma que é comum para todos (a taxa de
juros cai de 1,5 para 1,0 % = 33%), outra que é só para os bons
pagadores (de 1% para 0,7% = 30%).
Nas outras alternativas temos desvios de informação:
a) a palavra “o” (ou) é uma conjunção alternativa. No texto está
“a” que define o limite da redução.

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b) “hasta 0,7%” significa que esse é a alíquota de juros e não
um percentual de redução como sugere a alternativa B
c) A redução não é sobre o principal, é sobre os juros.
e) A expressão “regalando” no texto está usada em sentido
figurativo, para exemplificar como sai barato para o
contribuinte o juro deste novo sistema. Na alternativa E
aparece como si houvesse um “presente” efetivo (linguagem
direta).

Questão 5
Alternativa E: questão que exige concentração nos dados. Para o
contribuinte ter redução de juros (merma) em este plano, é
necessário que ele aceite o cálculo da Fazenda e não leve a
disputa ao Judiciário. As outras alternativas apresentam desvios de
informação:
a) no segundo tipo de planos não entra a renegociação do
RAFA, só entram as novas dívidas
b) os juros (intereses) serão menores e os prazos serão
MAIORES
c) não é sempre. Precisa aceitar a conta da Fazenda e não
entrar em juízo.
d) A condição que permite a redução não é fazer acordo “fora”
dos tribunais, é sem ir a tribunais.

Questão 6
Alternativa C: A expressão “se” de “trasladarse” (deslocar-se) indica
ação reflexiva praticada pelo sujeito (Abad) por vontade própria. E o
verbo "debió" indica obrigação praticada no passado. (debió = tuvo
que = hubo de).
As outras alternativas têm o verbo em tempo diferente (precisaría,
necesita), ou não é reflexivo (trasladarlo, emplazarlo).

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 20
A invenção e popularização de novas tecnologias na vida do
cidadão produzem efeitos sobre a linguagem. O “inventor” cria junto
a seu invento um conjunto de palavras para indicar coisas, produtos
ou qualidades e o “exporta” a outras latitudes. No caso, a
informática, criada por anglo-saxones espalha de forma meteórica
as novidades que cria e vulgariza. Alguns paises incorporam
pacificamente esse vocabulário e outros resistem ao ingresso de
vocábulos estranhos a sua fonética e morfologia. A língua
espanhola e o francesa são casos de resistência idiomática a essas
invasões. A cada palavra em inglês, o espanhol contrapõe uma de
seu próprio acervo. Vejamos os casos mais importantes:
computador ordenador
tela / monitor pantalla
mouse ratón
password / senha clave
conexión enchufe

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internet la Red
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caixa de e-mail buzón electrónico
Link / janela ventana

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 21
Sobre interpretação de texto (parte 2)
É importante que o concursando consiga se orientar sobre o tipo de
texto que o autor insere na prova, e que tipo de questões é
previsível que construa, conforme o texto que seleciona.

Visualizamos duas grandes vertentes textuais que o autor costuma


escolher: textos fenomenológicos e textos opinativos.

Os textos fenomenológicos são textos construídos a partir de um


evento (por exemplo: resolução do poder público) que costuma ter
três blocos informativos: 1) características do evento; 2)
circunstâncias causais; 3) finalidades e conseqüências previstas.
Em estes textos o autor constrói enunciados de CAUSALIDADE ou
FINALIDADE. Também constrói enunciados de igualdade
semântica com base na alteração das informações/características
que envolvem o evento.

Os textos opinativos têm outro foco. Em lugar de focalizar os


detalhes do evento, focaliza as opiniões dos segmentos em disputa
(público ou particulares). São textos que giram em torno a alguma
resolução em estudo ou próxima a ser implantada. Nos textos
opinativos, o concursando precisa marcar os trechos do texto que
pertencem a cada “personagem” ou “interessado”. Em este tipo de
textos, o autor costuma montar questões de INFERÊNCIA,
relacionando as diferentes opiniões entre si, para estabelecer
acordos ou desacordos. Nos textos opinativos, o autor também
costuma citar no enunciado um personagem e coloca alternativas
com trechos do texto verdadeiros, mas que pertencem a outro
“personagem”. É muito importante sublinhar sempre as menções
das pessoas ou órgãos que aparecem nos enunciados das
questões para evitar as trocas.
Nos textos opinativos, o autor vem introduzindo nas alternativas
certas dificuldades de vocabulário. Vejamos as principais:

NEGATIVO POSITIVO
Fueron renuentes (opostos) Dieron anuencia (acordo)

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Fueron reacios (contrários) Accedieron (concordaram)
Estan recelosos (tinham receios) halagaron la decisión (elogiaram)
Rechazaron (recusaram) alabaron la decisión (louvaram)
Rehusaron (recusaram) tiene el beneplácito (aceita com
prazer)
Son discrepantes Asintieron (concordaram)
(discordantes)
Colocó en entredicho ( dieron enhorabuena
colocou em disputa) (parabenisaram)
Cuestionó (colocou em dúvida)
Increpó (acusou)
Vilipendió (insultou)
Recibieron de mala gana (com má
vontade)
Recibieron a regañadientes (a
contragosto)

Como um caso de texto fenomenológico selecionamos o


que segue. Observa que a maioria das questões é
construída sobre os dados que caracterizam o evento:
quem investiga, quem é o investigado, e o porquê. Repara
na troca de informações objetivas do texto em relação ao
enunciado.

REFERÊNCIA À PROVA DE ESAF 2004 (analista)


Conexión Mexicana

La procuradoria General de Nicaragua informó que investiga si la


empresa cementera mexicana (CEMEX) pagó sobornos al gobierno
del presidente Arnoldo Alemán para operar en Nicaragua.
El procurador Iván Lara dijo a la prensa que pediria auxilio judicial a
estados Unidos para averiguar quienes son los socios de la
empresa Jenna Day, de las Islas Vírgenes, que transfirió 2,9
millones de dólares a la Fundación Democrática Nicaragüense
(FDN) del ex presidente Alemán (1997-2001). Agregó que existen
sospechas de que ese dinero podría provenir de una coima
supuestamente recibida por Compañía Cementera de Nicaragua
(CCN) a cambio del arriendo de la empresa a CEMEX, cuando era
dirigida por Francisco Cifuentes, amigo del ex – mandatario.

En declaraciones a la Jueza Juana Méndez que procesa a


Alemán,por supuesto fraude al Estado y lavado de 100 millones de
dólares. Cifuentes reconoció el miércoles que representó Jenna Day
durante un año y ordenó la referida transferencia.Para Lara, “lo
extraño es que Cifuentes dijo desconocer quienes eran lossocios de
laempresa”. Añadió que el ex embajador de México en Nicaragua t

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ex asesor de Alemán, Ricardo Galán, supuestamente participó
como intermediario en el arrendamiento de la cementera nacional a
CEMEX.
(El economista 21.11.2003)

21.- En el texto se dice que la Procuradoría General de Nicaragua

a) está envuelta en un caso de soborno


b) exonera al ex presidente nicaragüense del delito de fraude
c) tiene pistas sobre los socios de jenna Day
d) procesa al dr. Cifuentes por lavado de dinero
e) investiga la posible comisión de cohecho por parte de
CEMEX

22.- De acuerdo con el texto, la empresa mexicana CEMEX

a) se dedica a la producción de semillas


b) igual pagó para operar en Nicaragua
c) participó en el lavado de 100 millones de dólares
d) era la filial de la CCN en México
e) fue dirigida por el sr. Galán entre 1997 y 2001

23.- En el texto, la “coima” equivale a

a) gratificación indevida
b) remesa externa
c) encomienda entre empresas
d) gran estafa
e) cobija gruesa

(TRADUÇÃO AO PORTUGUÊS)

A procuradoria Geral de Nicarágua informou que investiga se a


empresa de cimento mexicana (Cemex) pagou subornos ao
governo do presidente Arnoldo Alemán para operar em Nicarágua.
O procurador Iván Lara disse à imprensa que pediria auxílio judicial
a Estados Unidos para investigar quem são os sócios da empresa
Jenna Day das Ilhas Virgens, que transferiu 2,9 milhões de dólares
à Fundação Democrática Nicaragüense do ex presidente Alemán
(1997-2001). Acrescentou que existem suspeitas de que esse
dinheiro poderia vir de um suborno supostamente recebido pela
Companhia de Cimento de Nicarágua em troca do aluguel da
empresa à Cemex, quando era dirigida por Francisco Cifuentes,
amigo do ex-presidente.

Em declarações à Juíza Juana Mendez, que processa Alemán por


suposto fraude ao Estado e lavagem de 100 milhões de dólares,
Cifuentes reconheceu quarta feira que representou Jenna Day
durante um ano e determinou a referida transferência. Para Lara, é
estranho que Cifuentes”disse desconhecer quem eram os sócios

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da empresa”. Acrescentou que o ex embaixador de México em
Nicarágua y ex assesor de Alemán, Ricardo Galán, supostamente
participou como intermediário no aluguel da empresa de Cimento
nacional a Cemex.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA


Questão 21
Alternativa E: ( questão de inferência) a descrição dos fatos no
texto permite deduzir que a procuradoria investiga se a Cemex é co-
autora (cohecho) no delito de corrupção praticado pelo ex-
presidente Alemán em relação ao aluguel da empresa nacional
nicaragüense de cimento a Cemex.
As outras alternativas:
a) a procuradoria investiga, não é investigada (envuelta)
b) não exonera (isenta) ao ex-presidente, o processa.
c) Não tem pistas sobre os sócios de Jenna Day
d) O processo por lavagem de dinheiro não é a Cifuentes, é a
Alemán

Questão 22
Alternativa B: a Cemex “arrendou”, alugou a Cimenteira
nicaragüense, portanto teve que pagar o aluguel. Não se sabe se
pagou duas vezes (também o suborno), mas uma, o aluguel legal,
pagou.
As outras alternativas:
a) produz cimento, não semente (semillas)
c) ainda não está confirmado se participou (tudo é
“supostamente”)
d) não era filial, era matriz.
e) Ricardo Galán não aparece como diretor de nada, era
embaixador e intermediou um negocio. As datas que
aparecem correspondem com o período da presidência de
Alemán.

Questão 23
Alternativa A: (questão de identidade semántica) “coima”=
soborno = gratificación indebida = corrupción pasiva para quien la
recibe = corrupción activa para quien la da.
As outras alternativas:
Gran estafa = grande fraude
Cobija gruesa = cobertor grosso.

LEITURAS COMPLEMENTARES
SANTIAGO.- El Gobierno anunció hoy que decidió congelar
(suspender)el proyecto de ley que deroga la exención tributaria de las

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constructoras, que establece la devolución del 65% del IVA que
pagan por todos los proyectos habitacionales.
Esto, agregó, siempre y cuando exista un consenso en el
parlamento al respecto, y de no ser así, no se restaría a apoyar la
iniciativa.
Así lo anunció el ministro del Interior, Francisco Vidal, al término de
una conferencia con empresarios donde señaló que "la decisión del
Presidente en esa materia en particular es no innovar hasta el 11 de
marzo de 2006 que es nuestra responsabilidad".
Este proyecto fue impulsado por el diputado PS, Carlos Montes y
espera su votación en la Sala de la Cámara baja para pasar al
Senado.
"El proyecto no solamente está avanzado sino que tiene un amplio
respaldo parlamentario, pero habrá un espacio legislativo en que se
va declarar inadmisible porque obviamente tiene un efecto de restar
(tirar)recursos al fisco", dijo el secretario de Estado.
La razón que argumentó es que "en el punto que estamos,
requerimos (precisamos)consolidar el crecimiento. La construcción da
(dâ)bastante empleo y nos interesa bajar el desempleo".

Texto 2

DGI se moderniza
Dirección General Impositiva (DGI) realizó 2.442 inspecciones en el
interior durante la primera quincena de agosto detectando que 455
—18,6%— empresas no estaban pagando impuestos y que del
resto cerca de un 15% se estaba beneficiando del régimen especial
para pequeñas firmas cuando no lo son. De esta forma, casi el 34%
de las empresas relevadas en los 18 departamentos del interior
estaba en infracción. En el caso de aquellas que no estaban
pagando impuestos se detectó firmas que habían declarado que
clausuraban su actividad aunque seguían su negocio. Otras
directamente "nunca se habían inscrito", dijo a El País el director de
Rentas, Eduardo Zaidensztat. En estos casos se procedió a
registrarlas en tanto las empresas que estaban pagando por el
régimen de pequeñas empresas pasarán a hacerlo por el sistema
general.
Zaidensztat dijo que en las inspecciones de agosto se cambió la
estrategia y en lugar de desplegar(desenvolver) las fiscalizaciones en
los centros de las ciudades "los funcionarios se dirigieron a la
periferia". "Además se visitó localidades en las que casi no se
daban inspecciones y se encontró un alto nivel de informalismo",
dijo el director de la DGI. Dado que todavía siguen siendo altos los
porcentajes de ilegalidad, Zaidensztat dijo que la oficina (o escritório)
está dispuesta "a cambiar de táctica todo el tiempo".
Uno de los problemas que plantearon en otras oportunidades los
técnicos de la DGI en sus inspecciones, es que al reservar lugares
para hospedarse, la voz de que los funcionarios llegarían se corría
por toda la ciudad en la que se proponían trabajar, lo que frustraba

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algunos operativos. Por este motivo, se adoptó la medida de hacer
visitas "sorpresa".
El director de Rentas dijo que está avanzado el acuerdo para
implantar un compromiso de gestión que firmarán la DGI y el
Ministerio de Economía y supondrá un "sacrificio adicional" en la
recaudación para lo que resta de 2005 y 2006. Este incremento
obedece a la mejora en la inversión que deriva de la aplicación del
decreto de modernización de la DGI. A pesar de ello, Impositiva
aspira a ser contemplada en una suba de los "gastos de
funcionamiento", que permitan un mayor soporte para una mejor
fiscalización. La DGI debió presentar también ante el ministerio un
plan de estructura y funcionamiento de la División de Grandes
Contribuyentes, que fue creada a través de la reforma del
organismo de Rentas. Está previsto que la misma controle a unas
500 empresas que concentran la mayor parte de la recaudación. La
DGI publicó la semana pasada la lista de los funcionarios que
aceptaron quedarse en la institución dentro del sistema de
incompatibilidad y dedicación exclusiva. Finalmente fueron 120 los
que optaron por retirarse de la institución. Esta deberá resolver
ahora cómo llenará (completará)esas vacantes(vagas), que según el
sindicato de funcionarios de la DGI, se "sentirán" por la "experiencia
acumulada" que poseían los funcionarios que dejaron la oficina.

Texto 3
El Ministro de Hacienda español Pedro Solbes dijo que le parece
una buena idea el planteo de la Comisión Europea de armonizar en
el conjunto de la UE la base imponible(base de cálcula para tributação) del
Impuesto sobre Jurídicas, sin embargo, rechazó (recusou) la idea de
Francia y Alemania de acometer(organizar) una armonización total del
mismo, con tipos(aliquotas) similares en todas las naciones miembro.
En España, este gravamen tiene un tipo lineal del 35% , que rebaja
para 30% en el caso de las Pequeñas y Medias empresas, cuya
base imponible está constituida por el importe de la renta
empresarial en el periodo impositivo minorada ( reduzida) por el
apareamiento (comparação) de las bases imponibles negativas de años
anteriores.
Solbes añadió (acrescentou) que una armonización de los tipos del
Impuesto sobre jurídicas llevaría a España a un reajuste del
gravamen al alza, ya que se trata de uno de los países de la UE,
junto a Inglaterra e Irlanda, donde la fiscalidad (tributação)es más
reducida y por ello, rechazó la idea de homogeneizar los impuestos.
Sostuvo (argumentou) que tener impuestos más o menos bajos debe
ser un “opción política” de cada país en función de si está
dispuesto a prestar servicios de mayor o menor calidad.
El ministro se refirió también a la posibilidad de reducir el periodo
laboral(jornada de trabalho), pero apuntó (assinalou)que hay que ser
coherentes y estar dispuestos a a recibir un sueldo más bajo. “Lo
que no se puede es reducir la jornada y seguir teniendo los mismos
sueldos”. En este punto y preguntado por el acuerdo adoptado en
Alemania para aumentar las horas mientras (enquanto)mantenían los

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sueldos, Solbes afirmó que cada país de la UE es distinto y que
Alemania cuenta con importantes costes por la reunificación y
posee un estado de bienestar (leis sociais)enormemente costoso. Por
ello, esta idea le parece válida en el contexto alemán; sin embargo,
rechazó desplazarla (deslocar) a países como España porque
causaría bastante lío (conflitos).

No encerramento destas leituras achamos este texto sobre um


assunto que tem muitas chances de aparecer e achamos útil
para completar o domínio do tema SUBSIDIOS AGRICOLAS /
reunião da OMC em HonK Kong

BRUSELAS.- El comisario europeo de Comercio, Peter


Mandelson, ha censurado el borrador (rascunho) de negociación
para la cumbre (cúpula)de Hong Kong presentado por el director
general de la Organización Mundial de Comercio (OMC), Pascal
Lamy, al considerar que no plantea (propõe) avances suficientes en
la apertura al comercio de bienes industriales y servicios.
"Agradezco el trabajo que Pascal Lamy ha hecho (fez) en esta
declaración, pero temo que no hará avanzar las negociaciones
sobre la reforma comercial", advirtió Mandelson, en una
declaración escrita.
"Hay progresos en Agricultura. pero no están correspondidos en
los capítulos de bienes industriales y servicios. Esta falta de
equilibrio constituye un problema real que es necesario resolver en
Hong Kong", añadió el comisario, en referencia a la conferencia
ministerial de la OMC que se celebrará a la ciudad asiática del 13
al 18 de diciembre.
Lamy presentó a los 148 países miembros de la OMC el borrador
del programa de trabajo para la cita de Hong Kong, clave (chave)
para determinar el futuro de la ronda(rodada) de negociaciones
multilaterales iniciada en Doha (Qatar) en noviembre de 2001.
Ante esta reunión, los países emergentes y en vías de desarrollo
reclaman a los industrializados que mejoren sus ofertas en materia
de reducción de subsidios agrícolas y acceso al mercado de
productos agrícolas, posibilidad que la UE rechaza si no obtiene
contrapartidas en las áreas de bienes industriales y servicios.
Lamy señala en ese informe preliminar la resolución de todos los
países a completar la agenda de la Ronda del Desarrollo de Doha
"en su totalidad y a concluir con éxito en 2006" las negociaciones
iniciadas hace cuatro años en la capital qatarí.
Allí los países decidieron profundizar en la liberalización mundial
del comercio agrícola, de servicios, de productos industriales, así
como en el desarrollo y la eliminación o reducción de tarifas
arancelarias (aduaneiras) , entre otros, y que los beneficios de ello(isso)
revirtieran sobre las economías emergentes.
Sin embargo, las enormes diferencias surgidas en agricultura y
servicios, por ejemplo, entre los países en desarrollo y los
desarrollados, y entre éstos mismos, ha hecho que la negociación
tras los avances logrados hasta fines de julio de 2004 se haya
estancado y se encuentre en una calle (rua) sin salida.

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Lamy señaló hoy a las delegaciones que el documento que les
presentaba "no pretende representar un acuerdo de conjunto" y
tampoco desestima las diferentes posiciones de las
delegaciones.

Prezados amigos, espero que este conjunto de aulas tenha


estado à altura de vossas espectativas. Receberei com muito
carinho vossas criticas e comentários para poder ir
melhorando cada vez mais o material destinado à preparação
das futuras gerações de concursandos.
No dia da prova estarei fazendo uma corrente espiritual de
apoio a todos vocês, torcendo pelo merecido sucesso no
concurso. Nos dias posteriores estarei no site traduzindo e
comentando a prova e seu posterior gabarito.
Buena prueba, amigos!

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