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Pornografia torna o mundo mais

violento?
A violência sexual dos homens não é trabalho de
individualidades psicóticas mas produto da construção normal
da sexualidade maculina em sociedades como estados unidos
e australia hoje em dia - como uma prática que define seu
status superior e subordina mulheres. Se nós queremos
seriamente acabar com tal violência a gente não pode aceitar
essa construção como o modelo do que "sexo" realmente é. -
Sheila Jefreys

1º - Objetificação da mulher é Discriminação, porque promove uma noção da


pessoa mulher que a define mais como UMA COISA que como ALGUÉM, e
coisas são passiveis de tudo, discrimina as mulheres como seres diferentes e
que não estão dentro da comunidade humana ou se estão é pra servir
sexualmente ou até como uma idéia agradavel nas mentes masculinas, mas
não mais que isso, também sendo restringidas suas possibilidades e suas
referencias de ser mais que isso. Logo, valida o facismo sexual em que
vivemos;

2º - Porque legitima o prazer acima de qualquer meios e a despeito de suas


construções sociais e interesses envolvidos em tal construção social da
sexualidade;

3º - Sim, porque é meio fundamental de educação e formação de homens em


idade ainda jovem e suas concepções acerca de sua sexualidade como um
direito de prazer sobre alguém como legítimo e um dever a ser buscado pra
validação da sua masculinidade não importando os meios empregados;
Também passa uma idéia falaciosa de que isso é uma questão de desejo
sexual testoronal masculino e não uma questão de poder e dominação. Como
se estupros, abusos, assédios e toda essa conformação de machos como uma
manada de lobos famintos fosse uma questão filogenética e inevitável, porque
homens teriam mais desejo sexual e seriam bestas insaciáveis com os quais as
mulheres convivem em perigo diário, quando não é isso mas sim uma
construção social legitimada por mídias especializadas como essa;

4º - Promove erotização da violência, destruição, dor, dominação. Sexualiza


poder. Assim, valida tais manifestações como intrínsecas do sexo e imutáveis e
inerentes, de tal forma bombardeada em todas esquinas de ruas e mídias
publicitárias que importam o modelo da pornografia e tantos outros espaços
que fica praticamente impossível pensar sexo como algo desvinculado de
poder e violência e priorizar uma ressignificação do mesmo em termos de
igualdade, reciprocidade, dialogicidade, e realmente relacional.
4º - Pornô é violência simbólica contra mulher, é como a carne que vai parar na
sua mesa que em nada lembra o estado original de um ser vivo que foi abatido
e sequer se ouvem seus gemidos de dor (silencia). Torna a figura da mulher no
plano bidimensional tão distante da sua forma humana original, extrai-se de
forma tão cuidadosa a pessoa humana da figura da mulher ali representada
como um objeto, apresenta-se a mulher numa verdadeira assepsia visual onde
inclusive retoques computadorizados foram impingidos à imagem que de fato a
pessoa que utiliza o porno pra sua satisfação e vantagem pessoal não sente
culpa do que está fazendo, de fazer um ser humano se submeter a suas
vontades que ainda por cima são obscenas, egoístas, desumanas e cheias de
ódio.

5º - Se pornô é violência simbólica contra a mulher, seu conteúdo expressa


ódio. A mulher ali é definida nos termos de uma fantasia mesquinha e cruel,
onde ela será limitada e anulada sob a função de servidão sexual. Não é
necessário matar o outro que é odiado, pode-se fazê-lo virar sua ferramenta
pessoal e diminuí-lo a uma condição não só de território e população
conquistada e dominada, mas de colaborador e que ainda desfruta de prazer e
realização pessoal na servidão que lhe impelem.

6º - Pornografia se refere a um mundo que subentende que não existem


mulheres, um mundo de domínio dos homens, e quando uma mulher anda na
rua (que seria de todos a priori) e vê cartazes pornôs em bancas e outdoors, ou
mesmo propagandas que assimilam o estilo da pornografia (moda, cerveja...) é
como se recebesse a mensagem constante e sistemática, sempre a lhe
lembrar: o mundo pertence aos homens. Você está no território inimigo. Assim
sendo, a pornografia representa os privilégios dos homens;

7º - A construção da masculinidade da forma normatizada que é apresentada


coloca masculinidade como sinônimos de prepotência, violência, poder,
dominação, agressividade, competitividade, impositividade, soberba, frieza,
insensibilidade, crueldade, dubiedade, mal caratismo, desprezo pelas
diferenças e formas de vida. Masculinidade construída assim acarreta em
conseqüências esperadas como estupro, assassinato, espancamento. Se o
macho é tão mais macho quanto mais dominar uma mulher ou quanto maior
seu senso de propriedade sobre um outro, se frustrado em tal expectativa que
lhe recai, ele vai espancar pra se afirmar. Masculinidade é continuamente
definida como uma identidade que pra existir tem que se afirmar sobre um
outro. Logo, masculinidade é fundamento da violência;

8º - A pornografia é uma mídia essencial de educação pra masculinidade, ela é


formativa. E tem como público que objetiva (sem tornar público) o pré-
adolescente e juvenil masculino, como uma espécie de mídia de formação
sexual*. A pornografia dirige o desenvolvimento púbere pra uma conformação
de masculinidade que se presta a afirmar-se através da degradação de uma
mulher.

9º- Normalização de um modelo de sexualidade anti consensual, da coerção,


imposição pela força, e ´conquista´ ou compra de favores as quais a pessoa
que os presta não está de total acordo íntimo mas o faz pela ameaça de não
ganhar um cachê, não se manter na mídia, não ter reconhecimento, não fazer
marketing adequado de sua imagem, ou nas relações pessoais, pra agradar o
outro, por pressão, por ameaça, por achar que é um dever ou pra seguir a
cartilha do que é ser mulher e pra não ficar sozinha sem homem quando
estamos numa sociedade em que sem um homem a mulher não tem proteção
ou reconhecimento ou sequer é considerada mulher, pode sofrer builling,
chacota, se sentir desprezada, não aceita, feia, sozinha, e toda sorte de
angústias, estando numa sociedade heteronormativa em que indivíduos que
tem uma relação com sexo oposto são vistos como rentáveis economicamente
e moralmente.

10º - Comodificação de um grupo: mulheres são mercantilizadas como


produtos. Uma classe inteira é tratada como ALGUMA COISA ao invés de
ALGUÉM. Como coisas, não como pessoas. Objeto de troca, negociações,
recompensa, presente. Porno coloca q mulheres são coisas a disponibilidade
dos homens.

11º - E eles, minha querida, REALMENTE PASSAM A ACREDITAR NISSO. A


verdadeira mulher é a que se submete a isso. Eles cantam todas nas ruas, e
elas tem que agüentar. Eles TOMAM o que não é deles, eles INVADEM a
privacidade e a tranqulidade feminina, a integridade pessoal. Porque isso tudo
é dito pelo pornô que é GOSTOSO. Que é prazer, que é o que há, que é
divertido, que é vida, que é liberdade, que é espontaneidade, que é pouco, que
é brincadeira, que é coisa leve (pra eles né) e se beneficiam assim as custas
das mulheres, ofendendo de forma dissimulada a auto-estima feminina.

12º - Pornografia esvazia os relacionamentos humano. Quanto mais pornografia,


menos sexo. Quanto menos sexo, mais frustrações. Quanto mais frustrações, maior o
distanciamento nas relações humanas. Quanto maior o distanciamento nas relações,
maior a fuga da realidade. Quanto maior a fuga da realidade, mais pornografia.
Quanto mais pornografia...

Pornografia não é sinal de muito sexo, mas de pouco. Quanto mais pornografia,
menos sexo e mais pornografia. Pornografia é um grande mito homosocializador
heterocêntrico dos homens sob patriarcado cristiOnanista. Pornografia não
aproxima, afasta, não facilita, dificulta, para o homem então, hum, é um desastre.
Infecta a mente dele com imagens, imagens, imagens, padrões, ideias de desempenho,
tudo somando para o estreitamento de sua resposta sexual diante de mulheres e
situações reais de sexo.

A mulher de verdade vira pornografia com defeito e que é incapaz de realizar todas
fantasias muitas vezes de parâmetros irreais mostradas pelo pornô. Pornografia
virtualiza e distancia pessoas. Pornografia desvaloriza a mulher real.

"Data on how pornography affects women's relationships with men demonstrate that
women feel: emotionally distant, 15 percent; sexually distant, 14 percent; as if they are
being negatively compared to other women, 42 percent; bad about their bodies, 33
percent; sexually inadequate, 19 percent; pressured to perform, 22 percent; as if sex
were a performance, 24 percent; and pressured to try sex acts, 15 percent."
--Wendy Stock, "The Effects of Pornography on Women," in The Price We Pay, 87.
13º- Onanismo como treinamento de guerra. Intercurso como arma de
ocupação, invasão, coerção, conquista de terroritorios alheios. Onanismo
masculino como genitalização. Banalização da sexualidade, não como campo
de profunda dimensão existencial e vivencial humana, mas uma coisa utilitária,
tal como uma comida de fast food, um chiclete que se masca, e não aquele
contato mais íntimo que pode se ter com uma pessoa. Supervaloriza sexo
como algo compulsório compulsivo, intercurso como afirmação, homem
penetra a vagina e tem que fazer tal exercício com freqüência pra sentir que
domestica e adestra e não teme a vagina e o outro mulher. (estou usando o
termo deles, como eles se referem a intercurso como um blitzkrieg, guerra
relâmpago: rapidinha obrigatória semanal pra desestressar e descontar sobre a
mulher suas frustrações. Eu como, ela dá (colaboração), possuir, ter, etc...

14º - Pornografia determina o que o sexo vai ser e se torna realmente um


parâmetro do que sexo realmente é...

15º - Pornografia adestra meninas pra sexualidade e psiquismo masoquista,


que é uma espécie de síndrome de Estocolmo desenvolvida pra que a mulher
suporte uma ordem onde só há dor e ocupação. Ela desenvolve uma
resignação e prazer da dominação, mesmo porque na tenra infância ela é
efetuada pelas únicas pessoas que tem: os pais, o pai em especial, e o
orgasmo da dor vira um mecanismo psíquico de sobrevivência dentro da ordem
falocrática;

16º - A pornografia faz os homens ou os homens fazem a pornografia?


Diríamos que a segunda assertiva é a mais instaurada como prática, mas a
pornografia teve origens na predominância masculina na sociedade, é a
evolução de práticas que no passado foram o harém, o comcumbinato, o
casamento/estupro institucionalizado, sacrifício de virgens, esposa mirim por
estação do ano na índia...

DÚVIDAS MAIS CORRENTES:

→ Isso não é ser anti-sexo?

Não, é recuperar o sentido saudável de sexo. Se intercurso sexual foi definido


pelos homens como uma arma de guerra e ocupação, em termos bélicos
mesmo, o campo da guerra trazido pros corpos e pras relações, pros
micropoderes cotidianos. Homens usados pelo Patriarcado como colonizadores
nos corpos das mulheres, definindo seus desejos, seu comportamento, sua
aparência de forma a adestrá-las. Falar que ser contra pornografia é ser anti
sexo é 1º: achar que a pornografia diz de fato o que sexo é e aceitar essa
definição de sexo não igualitário, não consensual, não recíproco e não
relacional. 2º: denuncia um androcentrismo de pensamento, sendo que até as
mulheres pensam com os termos dos homens sobre questões relativas a sua
autonomia sobre seu corpo e as implicações que a forma ideológica com que é
difundida pode trazer. 3º: denuncia todo incomodo dos homens quando vêem
sendo tocados um dos seus mais fundamentais privilégios: aqueles que tem
sobre as mulheres.
→ Isso não é conservadorismo do feminismo? Posar nu é libertário?

O que é ser conservador? Conservador é aquilo que conserva, preserva, as


velhas estruturas. Feminismo propõe mudanças na estrutura social onde a
pornografia preserva a supremacia masculina e define as mulheres e seus
corpos em relação aos homens. Libertar o corpo da mulher é libertá-lo de
definições externas que acarretam em subordinação a interesses econômico-
políticos de vendê-los, negociá-los, invadi-los e impor-lhes uma conformação
de gênero específica que impede seu pleno desenvolvimento humano. O pornô
tem um discurso falacioso de liberdade de expressão, que apenas parece ser
válido aos homens. Quando recebe qualquer crítica, que é a manifestação de
expressão de indignação legítima das mulheres, é como se violássemos esse
direito, logo ele só vale pros homens.

→ Pornografia é só fetiche, fantasia , irreal?

Não. Mulheres reais são usadas na pornografia. Difundir tais usos da


sexualidade ligados a poder acarreta em conseqüências concretas na
sociedade. A mulher não pode ter sua integridade física garantida se vive numa
sociedade em que tais usos e olhares sobre seus corpos são assim
conformados.

→ Pornô pode ser visto como uma política de saúde pública? Se proibir pornô
evita a violência sexual?

Violência sexual, estupro, não é uma questão de prazer. É sobre poder, sobre
as construções normais acerca de sexo e masculinidade, cujo um dos
principais veículos de apologia e pregação ideológica é a pornografia. A
pornografia é um ramo muito estratégico e lucrativo pra ser um elemento
inocente na sociedade, ela é usada pra fins geopolíticos.

→ E o pornô não violento? Só com ensaios?

O opressor pode estar introjetado dentro de nós. Podemos fazer um pornô que
acabe sendo igual ao convencional, e ainda estar colaborando pra inocentar os
impérios pornográficos, protegê-los, confundir a ofensiva sobre eles, suavizar
as reações, sem contar que fazer uma pornografia alternativa não faz sequer
cócegas no patriarcado ou supremacia masculina.

Podemos objetificar de forma mais suave, podemos reforçar modelos de


gênero de forma a chamar menos atenção daqueles que se revoltam. Se esse
pornô é pago, ainda assim há mercantilização do corpo da mulher. Se tem
grande difusão, está sendo um importante veículo educador. A violência é
implícita ou subentendida, a mulher é apresentada em termos de conquista de
corpo, de consensualidade forçada pela compra, de servidão negociada, onde
essa negociação é injusta quando uma das partes detém mais poder. Esse
pornô mais suave diz que homens tem direito sobre corpo de mulheres ou
podem conseguir facilmente tal direito sobre os corpos delas. Ou algo que os
representa enquanto supremacia na sociedade, afirma seus poderes,
invisibiliza a existência das mulheres além disso. O corpo da mulher não é
apresentado de forma neutra, é sexualizado, e dependendo quem esteja atrás
da câmera ou quem seja o patrocinador ou mesmo o grau de colonização
mental de quem executa o ensaio, o resultado pode ser a imposição sobre o
corpo do outro e das demais mulheres aquilo que não vai empoderá-las.

→ Dependendo da pornografia não pode até valorizar a mulher?

Ao invés de só objetificar as mulheres com corpo em forma, vamos objetificar


todos os tipos. É essa a tal democratização da pornografia. Valorizar pra
quem? Praquele que vai vê-la se despir. Agora todas mulheres terão direito de
serem estupradas pelos homens. Valorizar a mulher é tarefa das mulheres.

→ Não depende da pornografia? E o pornô alternativo?

Podem existir tentativas, mas podem não passar de formas de melhorar a


imagem da pornografia e até atingir os nichos de mercado mais diferentes que
ainda não foram assimilados.

DADOS:

* • 100% of all high school age males surveyed reported having read or looked at
Playboy or similar "men's entertainment" magazines
• the average age when viewing first issue is 11 years old
• 16.1 issues is the average number seen by male high-schoolers
• 92% of males in junior high report exposure to Playboy or similar magazines
• 12.8 years is the average age of exposure to first R-rated film
• a larger portion of high school students had viewed X-rated films than any other age
group
--J. Bryant, testimony to the Attorney General's Commission on Pornography Hearings,
Houston, Tex; 1985, transcript. 128-57.

Abuso sexual na infância:

Quando ocorre dentro do seio familiar (o abusador é o pai ou padrasto, por exemplo), o
processo é bastante complicado. Normalmente interna-se a criança para sua proteção, e
toda uma equipe trabalha com o clareamento da situação. Por vezes, a criança é também
espancada e deve ser tratada fisicamente. A família se divide entre os que acusam o
abusador e os que acusam a vítima, culpando esta última pela participação e
provocação do abuso. O tratamento, então, é inicialmente direcionado para a
intervenção em crise.

Depois, tanto a criança, quanto o abusador e a família devem ser tratados a longo prazo.

Devido ao fato de abuso de menores ser um crime, o tratamento do abusador torna-se


mais difícil.

As conseqüências emocionais para a criança são bastante graves, tornando-as


inseguras, culpadas, deprimidas, com problemas sexuais e problemas nos
relacionamentos íntimos na vida adulta.

 leia-se problemas sexuais = frigidez, não-orgasmo, desgosto por sexo, vergonha


do corpo, dificuldade com a própria sexualidade, ausencia da vontade de
masturbação ou auto-erotismo, doenças ginecológicas por falta de atenção ao
próprio corpo e informação sobre sexualidade ou interesse nesse assunto, tão
ditos 'característicos' das mulheres...

para se ser mulher, 'deve-se' ter sido de alguma forma, estuprada. Só isso nos faz
mulheres.

Relatório da Anistia Internacional diz que 1 bilhão de mulheres já foram


espancadas ou estupradas. 20% das mulheres são alvo de estupro.

Você mora em São Paulo? Olhe o que está acontecendo agora do lado de fora da
sua casa neste momento:

Diariamente, de 10 a 12 mulheres - de todas as idades - dão entrada no Hospital


Pérola Byington, na região central, vítimas de violência sexual.

Estado registrou 2.560 casos em 2006, a maioria envolvendo jovens; conforme


especialistas, número pode ser até seis vezes maior.
Uma vítima de estupro a cada 4 horas

(fonte, Instituto Patricia Galvão)

Sob patriarcado, a pornografia, que serve de mídia homosocializadora,


heteronormatizadora e mobilizadora da Casa dos Homens, serve também de mídia
fundamental da guerra psicológica (PSYWAR) contra a mulher.

Fica fácil de perceber quão socializadora e mobilizadora para a Casa dos Homens é a
pornografia quando se considera que um dos maiores clientes, senão o maior comprador
institucional de pornografia do mundo, é o exército dos estados unidos. E não será
difícil a partir daí inferir a função hetero-estigma-normatizadora da pornografia, quando
se toma a condição da mulher em torno das bases militares como sintoma, vez que, para
efeito de mercado, uma base militar representa demanda de sexo por atacado, satisfeita
no varejo contra a oferta local, crescente-na medida-da-promoção, de carne viva para
phoda na forma de kits de peitos, coxas e bunda.

# Filipinas
portavam cartazes dizendo "Justiça para Nicole", "Prisão para os ianques", e
"Fúria contra o estupro"
www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/12/061204_estupro_marine_pu.shtml

# Japão
Estupro de menina por soldados levou a prostesto de moradores locais contra a
permanência da base americana
www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/10/051026_japanmilitary.shtml

# Iraque
Militar americano revela detalhes de estupro no Iraque
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u55760.

In http://hysterocracya.blogspot.com/2007_07_01_archive.html