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OAB 2011.1 - 2ª FASE PENAL Direito Penal Geovane Moraes Questões Dissertativas – OAB 2011.1

OAB 2011.1 - 2ª FASE PENAL

Direito Penal

Geovane Moraes

Questões Dissertativas OAB 2011.1 Ficha 2

1. André está sendo investigado pela autoridade policial competente pelo envolvimento no crime de

extorsão mediante sequestro, Art. 159 do Código Penal, praticado contra um empresário da cidade X, tendo o investigado constituído advogado para defender os seus interesses. No decorrer do inquérito já existiam diligências conclusas e outras ainda em andamento, tendo então o advogado do indiciado requerido ao delegado de polícia vista do inquérito policial para tomar ciência das diligências

conclusas. Todavia, a autoridade policial não permitiu que o advogado tivesse acesso aos autos do inquérito policial, sob a alegação de que somente poderia ter vista do referido após a conclusão de todas as diligências. Diante da situação acima apresentada pergunta-se:

Diante da situação acima apresentada pergunta-se: I.O delegado de polícia agiu corretamente ? II. Existe

I.O delegado de polícia agiu corretamente ?

II. Existe algum meio de impugnação contra a decisão da autoridade policial ? Fundamente sua resposta.

2.

pessoa idosa, a fim de obter informações sobre o endereço de uma casa lotérica ou agência da Caixa Econômica Federal para receber um prêmio, alegando ter ganhado na loteria. Gláuber, então, mostrou a Ofélia uma listagem falsa da Caixa Econômica Federal, onde constava o número do bilhete sorteado. Ofélia, envolvida na história narrada pelo suposto matuto, acompanhou-o até a casa lotérica para receber o prêmio, ocasião em que Gláuber lhe ofereceu o bilhete pelo preço de R$ 450,00. Ofélia, de pronto, aceitou e entregou-lhe a quantia acertada em troca do bilhete premiado. Em seguida, Gláuber, satisfeito, foi embora e Ofélia se dirigiu a uma agência da Caixa Econômica Federal para retirar o prêmio, onde constatou que o bilhete era falso e que havia sido enganada. Com base nessa situação hipotética, tipifique, justificadamente, a conduta de Gláuber.

Gláuber, passando-se por um matuto, dizendo-se do interior de Minas Gerais, abordou Ofélia,

3.

encaminhou ao Juizado Especial Criminal. Frustrada a conciliação, Messias apresentou representação criminal contra Carlos. O representante do Ministério Público fez a proposta de transação penal, que não foi aceita. A ação penal foi iniciada e, ao final, Carlos foi absolvido por ter agido em legítima defesa própria. A decisão transitou em julgado. Passados dois meses, Carlos recebeu um mandado de citação relativo a processo em curso junto ao tribunal do júri, no qual a denúncia narra o mesmo fato, Messias, figurando como vítima e a acusação de tentativa de homicídio.

Carlos lesionou Messias em uma briga. Os dois foram conduzidos à delegacia de polícia, que os

Com base na situação hipotética apresentada, pergunta-se:

a) Qual é a providência, privativa de advogado, que deve ser adotada nesse processo pelo advogado de Carlos

4. O detento Getúlio envolveu, com fio elétrico, o pescoço de Paulo Tirso, policial militar que trabalha

no complexo penitenciário, e o ameaçou com estilete, exigindo ser transferido do pavilhão A para o pavilhão B.

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OAB 2011.1 - 2ª FASE PENAL Direito Penal Geovane Moraes Em face da situação hipotética

OAB 2011.1 - 2ª FASE PENAL

Direito Penal

Geovane Moraes

Em face da situação hipotética apresentada, responda, fundamentadamente, às seguintes perguntas.

a)

Que crime foi praticado pelo detento Getúlio?

b)

Que procedimento/rito processual deve ser observado?

5.

Hugo, indiciado em inquérito policial, em seu interrogatório na esfera policial, foi constrangido

mediante grave ameaça a indicar uma testemunha presencial do crime de que era acusado. A testemunha foi regularmente ouvida e em seu depoimento apontou Hugo como autor do delito. Diante desta situação, o depoimento da testemunha, pode ser considerado válido ? Fundamente sua resposta.

pode ser considerado válido ? Fundamente sua resposta. 6. prerrogativa de função no Tribunal de Justiça

6.

prerrogativa de função no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, cuja previsão encontra-se apenas na respectiva constituição estadual, cometa crime doloso contra a vida, a competência para processá-la e julgá-la será de qual órgão ?

Caso determinada autoridade do estado do Rio Grande do Norte, detentora de foro especial por

7.

para classe imediatamente superior, antecipou a alguns candidatos as questões e as respostas do exame, o que acarretou graves conseqüências de ordem administrativa e patrimonial devido à anulação do certame. Nessa situação, além das sanções administrativas correspondentes, o agente poderá responder pela prática de algum crime ?

Um servidor público, nomeado para elaborar prova de concurso para a progressão de servidores

8.

mexendo com uma grande quantidade de dinheiro. Apesar de ser bastante responsável, em um certo dia, por mera distração, esqueceu de fechar a porta de sua sala, o que ocasionou a subtração do valor de R$ 1.000,00 (reais) em espécie, por uma pessoa não identificada. Em razão de sua ação, Alberto foi denunciado pelo crime de peculato previsto no Art. 312, § 1º, do Código Penal. Com peso na consciência, Alberto desembolsou de seu próprio bolso o referido valor e restituiu a quantia aos cofres da prefeitura após a sentença penal condenatória e antes do trânsito em julgado desta. Em face

Alberto é funcionário da prefeitura da Cidade Zeta e é responsável pelo setor financeiro, sempre

da situação hipotética acima pergunta-se:

a)

crime ele teria cometido ?

O promotor de justiça tipificou corretamente o crime cometido por Alberto? Em caso negativo qual

b)

Justifique se Alberto terá direito a algum benefício.

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