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PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM AMBIENTE PROTEGIDO Pedro Roberto Furlani CONPLANT pfurlani@conplant.com.br
PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM AMBIENTE PROTEGIDO Pedro Roberto Furlani CONPLANT pfurlani@conplant.com.br
PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM AMBIENTE PROTEGIDO Pedro Roberto Furlani CONPLANT pfurlani@conplant.com.br

PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM

AMBIENTE PROTEGIDO

Pedro Roberto Furlani

CONPLANT

pfurlani@conplant.com.br

QUAIS HORTALIÇAS ?

REFERÊNCIAS:

1. Filgueira, F.A.R. Novo Manual de

Olericultura. Viçosa, UFV, 2000. 402p.

2. Goto, R. & Tivelli, S.W. Produção de

Hortaliças em Ambiente Protegido. São Paulo,

Fundação Editora da UNESP, 1998. 319p.

O QUE É CULTIVO PROTEGIDO ?

BREVE HISTÓRICO…

HISTÓRICO DO CULTIVO PROTEGIDO

NO ESTADO DE SÃO PAULO

1959/60 USO DE TELA DE NYLON DE MALHA

FINA PARA PROTEGER MUDAS DE TOMATE FEITAS EM COPINHOS DE PAPEL MEADOS DOS ANOS 60 USO DE PLÁSTICO PARA COBERTURA DO SOLO – “MULCHING”

FINS DOS ANOS 60 PRIMEIRA ESTUFA COBERTA COM PLÁSTICO (ALGUNS PRODUTORES

USAVAM EMBALAGENS VAZIAS DE ADUBO

EMENDADAS UMAS ÀS OUTRAS) PARA O CULTIVO DE ROSAS NA REGIÃO DE MOGI DAS CRUZES

HISTÓRICO DO CULTIVO PROTEGIDO

NO ESTADO DE SÃO PAULO

1975 UMA DAS PRIMEIRAS ESTUFAS COBERTAS COM PLÁSTICO PARA O CULTIVO COMERCIAL DE PEPINO NA REGIÃO DE MOGI DAS CRUZES.

1982/83 INICIO DA PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS EM ESTUFAS.

1985/90 - INICIO DO CULTIVO HIDROPÔNICO DE HORTALIÇAS DE FOLHAS POR SHIGUERU UEDA

HISTÓRICO DO CULTIVO PROTEGIDO

NO ESTADO DE SÃO PAULO

1995

NO

ESTADO

DE

HECTARES

PROTEGIDO.

COM

ALGUM

SÃO

TIPO

PAULO

DE

900

CULTIVO

-

1997 - DADOS DO LUPA MOSTRAM A EXISTÊNCIA DE 4.621 UNIDADES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA

(UPAs) ENVOLVIDAS EM PLASTICULTURA E

CULTIVO PROTEGIDO NO ESTADO DE SÃO PAULO.

Área:

Della Vecchia e Koch (1999), em

1994 estimativa de 10 mil ha para

2000,

porém

1999

verificaram

em

1390 hectares !

Atualmente?? - COBAPLA (Comitê

Brasileiro de Desenvolvimento e

Aplicação de Plásticos na Agricultura)

(2005), 6600 ha no Brasil !

E, NO SUL DO BRASIL ?

OPERAÇÃO SÃO TOMÉ ?!

PLASTICULTURA GAÚCHA

EDÍLIO SGANZERLA

EDILIO SGANZERLA Nova Agricultura: a Fascinante Arte de Cu ltivar com os Plásticos é principais

EDILIO SGANZERLA

Nova

Agricultura:

a

Fascinante

Arte

de

Cultivar com os Plásticos

é

principais

na

agricultura, aplicações viáveis

as culturas, produção

planificação de cultivos em

em

ambiente

estufas, irrigação

aplicações

plasticultura,

O

livro aborda:

o

que

do

plástico

estufa,

mudas,

a

de

protegido,

construção de abrigos, etc.

E, NO NORTE/NORDESTE DO BRASIL ?

Produção de mudas diversas

Produção de ornamentais - Rosas

Hortaliças ?

Segundo dados do Instituto Agropólos, a área

total plantada na Serra da Ibiapaba chega a 500 hectares para o tomate e 400 hectares para o pimentão.

Atualmente, 37 produtores da região já utilizam a técnica de cultivo protegido para o

tomate e o pimentão, totalizando 38 hectares

de tomate e sete hectares de pimentão.

No tomate, a produção utilizando essa tecnologia é de 120 toneladas por hectare.

A descoberta da técnica pelo Estado não é de agora. No ano, de 2000 aconteceu o primeiro

seminário de cultivo protegido em Tianguá, na

Ibiapaba. A Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) e a Empresa de Assistência Técnica e de Extensão Rural (Ematerce) já investem no modelo em projetos de assentamento.

A comunidade do sírio São Lourenço, localizada no município de

Caririaçu, na Região do Cariri Central, reúne mais de 300 famílias de pequenos agricultores. Com tradição em agricultura de

sequeiro, os moradores se encontravam desestimulados com as

incertezas trazidas pelas variações climáticas do Ceará.

Conhecendo essa realidade, o Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Instituto

Agropolos do Ceará e Ematerce, apresentou aos moradores uma

alternativa de renda bastante promissora para a Região. Com um investimento total da ordem de R$ 42 mil, foi implantada a tecnologia do cultivo protegido de plantas e hortaliças na comunidade.

Fonte:

http://www.institutoagropolos.org.br/blog/editorias/categoria/n

oticias/cultivo-protegido-de-tomate-muda-a-vida-de-

agricultores-no-cariri

O sucesso foi tanto que os técnicos e os produtores que

participam desse projeto inovador realizaram um Dia de Campo, para mostrar aos agricultores interessados e aos representantes

dos órgãos públicos como funciona essa atividade.

Com um telado de 1.640 m² de áreas, as famílias que estão à frente do projeto estão cultivando tomates longa vida, que dispõem de crescimento indeterminado. De acordo com o técnico

do Instituto Agropolos, Eulálio Silva, o telado protege o cultivo

das variações climáticas e de pragas e doenças sem o uso de agrotóxicos.

“Utilizamos ainda um recurso chamado mulching, que é um plástico que serve para fazermos a cobertura do solo. Além de

evitar o nascimento de ervas daninhas, ele ainda mantem a umidade do solo” , explicou. O projeto também possui uma estação que fabrica biofertilizantes para adubação das plantas.

Segundo o agricultor José Gonçalo Aquino, foram os próprios moradores que confeccionaram

manualmente o telado, e o suporte foi feito com a

madeira da Região.

Ele revelou que o tomate foi plantado a 90 dias e

possui uma produtividade de 7 kg por planta, ao todo são 2.500 pés. Aquino afirma que eles irão vender toda essa produção na Feira de Produtos

Orgânicos de Juazeiro do Norte e por todo o

Cariri. “Estamos em estado de graça, daqui para frente só temos a crescer”, comemora.

Desde novembro de 2009 pequenos agricultores das comunidades de Lapara e Vaquejador, zona

rural do município de Granja, Ceará, estão sendo

beneficiados pelo Projeto Cultivo Protegido e Energia Solar.

Eles estão produzindo alimentos de qualidade

dentro dos procedimentos agroecológicos, utilizando energia renovável, garantindo

segurança alimentar e melhoria de renda para as

famílias.

O cultivo protegido propicia diversas vantagens em relação ao cultivo convencional a céu aberto.

É uma ferramenta importante que pode minimizar o uso de agroquímicos em função das alterações climáticas que propicia no ambiente de cultivo.

Para algumas regiões mais frias do Brasil, como a Serra Gaúcha, o ambiente protegido objetiva elevar a temperatura média nos meses mais frios, enquanto que nos meses mais quentes e chuvosos a exemplo de outras regiões produtoras, as funções do cultivo protegido estão mais relacionadas a proteção contra chuvas, granizos, ventos fortes e formação de orvalho nas folhas (Goto & Tivelli, 1998)

O cultivo protegido propicia diversas vantagens em relação ao cultivo convencional a céu aberto.

É uma ferramenta importante que

pode minimizar o uso de agroquímicos em função das alterações climáticas que propicia no ambiente de cultivo.

Para algumas regiões mais frias do Brasil, como a Serra Gaúcha, o ambiente protegido objetiva elevar a temperatura média nos meses mais frios, enquanto que nos meses mais quentes e chuvosos a exemplo de outras regiões produtoras, as funções do cultivo protegido estão mais relacionadas a proteção contra chuvas, granizos, ventos fortes e formação de orvalho nas folhas (Goto

& Tivelli, 1998)

O cultivo protegido propicia diversas vantagens em relação ao cultivo convencional a céu aberto.

É uma ferramenta importante que pode minimizar o uso de agroquímicos em função das alterações climáticas que propicia no ambiente de cultivo.

Para algumas regiões mais frias do Brasil,

como a Serra Gaúcha, o ambiente protegido objetiva elevar a temperatura

média nos meses mais frios, enquanto que

nos meses mais quentes e chuvosos a exemplo de outras regiões produtoras, as

funções do cultivo protegido estão mais

relacionadas a proteção contra chuvas, granizos, ventos fortes e formação de

orvalho nas folhas (Goto & Tivelli, 1998).

Uma estufa ou casa de vegetação pode oferecer diversos mecanismos

para melhorar a luminosidade,

aquecimento, escurecimento, resfriamento e os demais fatores

necessários para maximizar o

desenvolvimento das plantas em ambientes protegidos.

Além disso, possibilita o fornecimento racional de água e nutrientes através da fertirrigação, com benefícios econômicos e ambientais somados a melhor qualidade dos produtos colhidos.

Uma estufa ou casa de vegetação pode oferecer diversos mecanismos para melhorar a luminosidade, aquecimento, escurecimento, resfriamento e os demais fatores necessários para maximizar o desenvolvimento das plantas em ambientes protegidos.

Além

disso,

possibilita

o

fornecimento

racional

de

água

e

nutrientes através da fertirrigação,

com

ambientais somados

qualidade dos produtos colhidos.

benefícios

econômicos

a

e

melhor

A adoção de um sistema de cultivo em ambiente protegido também visa o deslocamento de safras, antecipando ou prolongando as

colheitas em função de um bom

estado fitossanitário das culturas, da redução dos riscos de perdas

com intempéries climáticas.

Disso resulta elevação da produtividade e qualidade dos produtos colhidos com redução dos custos.

A adoção de um sistema de cultivo em ambiente protegido também visa o deslocamento de safras, antecipando ou prolongando as colheitas em função de um bom estado fitossanitário das culturas, da redução dos riscos de perdas com intempéries climáticas.

Disso resulta elevação da produtividade e qualidade dos

produtos colhidos com redução

dos custos.

TECNOLOGIAS UTILIZADAS VISANDO AUMENTAR A PRODUTIVIDADE E A LUCRATIVIDADE DO MORANGUEIRO

O uso de filmes de cobertura do solo,

mulchings, de túneis de cultivo forçado, de

irrigação por gotejamento, com a evolução da aplicação de água e fertilizantes, fertirrigação, a troca dos túneis baixos

pelos túneis altos e estufas e cultivo

hidropônico em substratos verticais ou horizontais e em solução nutritiva (Reisser Jr. et al, 2004).

A produtividade das plantas

cultivadas depende de diversos

fatores, incluindo potencial genético,

fitossanidade, disponibilidade de água e de nutrientes.

Via de regra, a nutrição das plantas tem sido realizada em parte com a aplicação de corretivos e fertilizantes em pré-plantio e o restante em aplicações de

cobertura ao longo do ciclo da cultura desenvolvimento.

em suas diversas fases de

e,

A partir da disponibilidade de sistemas pressurizados permanentes no campo gotejamento e micro-aspersão - a fertirrigação, ou seja, aplicação de

fertilizantes via água de irrigação, passou a ser essencial para aumento da

produção quantitativa e qualitativa e também e redução de custos da produção e contaminação ambiental.

A produtividade das plantas cultivadas depende de diversos fatores, incluindo

potencial genético, fitossanidade, disponibilidade de água e de nutrientes.

Via de regra, a nutrição das plantas tem sido realizada em parte com a aplicação

de corretivos e fertilizantes em pré-

restante em aplicações de

cobertura ao longo do ciclo da cultura e,

em suas diversas fases de

desenvolvimento.

A partir da disponibilidade de sistemas pressurizados permanentes no campo

gotejamento e micro-aspersão - a fertirrigação, ou seja, aplicação de

fertilizantes via água de irrigação, passou a ser essencial para aumento da produção quantitativa e qualitativa e também e redução de custos da produção e contaminação ambiental.

plantio

e

o

A produtividade das plantas cultivadas depende de diversos fatores, incluindo potencial genético, fitossanidade, disponibilidade de água e de nutrientes.

Via de regra, a nutrição das plantas tem sido realizada em parte com a aplicação de corretivos e fertilizantes em pré-plantio e o restante em aplicações de

cobertura ao longo do ciclo da cultura

em suas diversas fases de

desenvolvimento.

A partir da disponibilidade de sistemas

e,

pressurizados permanentes

no

campo

gotejamento

e

micro-aspersão

-

a

fertirrigação,

ou

seja,

aplicação

de

fertilizantes via água de irrigação, passou a

ser essencial para aumento da produção

quantitativa

e

qualitativa

e

também

e

redução de

custos

da

produção

e

contaminação ambiental.

Com a fertirrigação visa-se fornecer as quantidades

de nutrientes requeridas pela cultura no momento adequado ao seu desenvolvimento atendendo de forma mais eficiente os diferentes estádios fenológicos das

culturas redundando em maior eficiência de uso da água e de fertilizantes.

A fertirrigação também possibilita alterar mais facilmente as relações entre os nutrientes e alterar a distribuição e localização dos fertilizantes em pontos de maior densidade de raízes; possibilitando

um melhor controle da profundidade de aplicação do

adubo, ocasionando menores perdas de nutrientes por lixiviação e por volatilização.

Em comparação com as técnicas convencionais de

aplicação de fertilizantes, a fertirrigação minimiza os riscos de compactação do solo devido ao menor trânsito de máquinas, economia de mão de obra e

comodidade de aplicação.

Nesta apresentação serão enfocados os sistemas mais viáveis de cultivo protegido, irrigação, adubação e fertirrigação para algumas hortaliças de folhas e de frutos.

De acordo com Fernandes Jr. (2009), em trabalho de revisão de literatura, o molhamento foliar é uma das principais causas da ocorrência de doenças no morangueiro como

Micosphaerella fragariae, Xanthomonas fragariae e Botrytis cinerea, e que o cultivo

protegido reduz a incidência de mancha de

micosferela (Miscosphaerella fragariae/Ramularia tulasnei).

TIPOS DE ESTRUTURAS

PARA CULTIVO PROTEGIDO

ESTUFA: é uma construção alta feita de madeira ou pré-fabricada em metal e revestida de plástico

aditivado.

Há construções simples, feitas pelos próprios agricultores, e outras sofisticadas com aparelhos que controlam o clima e a luz.

A altura do pé-direito varia de 2 a 5m.

Há vários modelos de acordo com a cultura, incidência de ventos e clima do lugar.

Na costa da Almeria, sul da Espanha, há em

torno de 50 mil hectares contínuos de estufas na produção de frutas e hortaliças.

TÚNEL BAIXO: tem a mesma finalidade da estufa. É

uma construção baixa, feita com arcos de ferro ou madeira de formato semi-circular onde se cultiva plantas de pequeno porte como alface e morango. Tem a altura entre 0,60 a 1,00m, por sobre a qual é

fixado o plástico.

TÚNEL ALTO: este tipo de estrutura, em forma de

túnel, tem a mesma finalidade da estufa e é usado

para cultivar hortaliças de porte alto como pimentão e tomate e também uvas e pequenas frutas. A altura fica entre 3 e 4m. São construções rústicas e

bastante econômicas. Os arcos podem ser feitos de

tubos de ferro galvanizado ou PVC especial.

MULCHING: é o revestimento do canteiro com filme

plástico para proteger o solo e o sistema radicular das plantas e assim desenvolver determinadas influências nos cultivos. Há em muitos tipos e cores, porém o mais usado é o

filme preto. Esta técnica é usada principalmente no

plantio de alface, morango, tomate e melão. A forração plástica evita a lixiviação do solo pelas chuvas, economiza nutrientes, segura a umidade,

melhora a amplitude térmica e mantém os frutos

limpos. A produção aumenta consideravelmente e há melhoramento da qualidade e precocidade de colheita.

Filmes plásticos para cobertura

de estufas

http://www.poliagro.com.br

Filme UV - Filme aditivado contra a radiação

ultravioleta. Com aditivação básica de estabilizantes à luz e anti-oxidantes é o filme que atende a maior parte das aplicações em

estufas e túneis.

Tem ótima resistência e as qualidades óticas

necessárias para o melhor desempenho dos

cultivos. Uma equilibrada aditivação permite longa durabilidade à ação da radiação solar.

Indicação: Túneis e estufas na produção de morango, tomate, pimentão, pepino plantas ornamentais e flores.

Filme UV

Filme UV

Filme UV-BR - Filme Anti-ultravioleta de

pigmentação branca. A pigmentação branca em várias concentrações permite a passagem de luz somente na quantidade necessária para cada situação.

Sendo parte da luz refletida o ambiente da

estufa fica com temperatura mais baixa em relação a outros filmes. Esta influência tem

muita importância nas regiões de calor.

Indicação: Em estufas e túneis de plantas sensíveis à luz ou calor como morango, alface, samambaias, orquídeas e algumas plantas ornamentais.

Filme UV-BR

Filme UV-BR
Filme UV-BR

Filme UV-DL - Filme Anti-ultravioleta Difusor

de Luz. Este filme recebe aditivos que permitem maior difusão de luz dentro das estufas.

A luz difusa é mais eficiente para as plantas

aumentando a produtividade e causando menos estresse nas altas temperaturas. A luz solar é mais bem aproveitada, melhora a fotossíntese, a radiação fica uniforme e se propaga em todos os sentidos.

Indicação: Flores e hortaliças que exigem maior

quantidade de luz e culturas sensíveis a radiação direta como rosas, pimentão, tomate e alface.

Também é muito usado na produção de mudas de hortaliças.

Filme UV-DL

Filme UV-DL

Filme UV-DL

Filme UV-AB - Filme Anti-ultravioleta Antibotrytis transparente com fraca pigmentação azul. O botrytis é um fungo ferrenho inimigo dos produtores de flores e hortaliças. Ele se desenvolve em determinadas

condições climáticas e na radiação entre 280 e 320

nanômetros. Na elaboração deste filme é usada uma combinação de aditivos absorvedores que evita a passagem deste comprimento de onda.

Indicação: A principal aplicação é em estufas climatizadas de rosas.

Filme UV-AB

Filme UV-AB

Filme UV-AB

Filme

UV-DL-AV

-

Filme

Anti-

ultravioleta Difusor de Luz Anti Vírus. Tem as mesmas propriedades do Difusor de Luz com o acréscimo de absorvedores que bloqueiam a passagem da faixa de luz necessária para visão dos insetos.

Sem a movimentação os insetos não

propagam os vírus.

Indicação: Em estufas climatizadas de

flores.

Filme UV-DL-AV

Filme UV-DL-AV

Filme UV-DL-AV

- Filme Anti-ultravioleta de alto

desempenho. Desenvolvido pela Poliagro com formulação equilibrada, combinando resinas com aditivos de última geração para atender novas exigências do mercado. Tem aspecto cristal com alta transparência e transmitância de luz. Este filme, pela combinação perfeita de absorvedores e estabilizadores, tem ótima resistência à degradação provocada por agro-químicos.

Polilux

PG

LV3

e

É disponibilizado em duas opções: O Polilux PG para multiaplicações e o Polilux LV3 com 3 anos de garantia.

Indicações: Polilux PG Túneis e estufas de hortaliças e

flores; Polilux LV3 Estufas de ambiente agressivo.

Polilux PG e LV3
Polilux PG e LV3

Polilux PG e LV3

Filme Alphalux - É uma cobertura de filme aditivado destinada a proteger parreiras e outras culturas. Possui as duas bordas

reforçadas e dotadas de ilhoses para uma segura fixação. No

centro deste plástico há um reforço longitudinal que corresponde a cumeeira da estufa. Este sistema permite uma grande economia na estrutura, pois pode ser feita somente com o uso de três cordoalhas suportadas

por tesouras de madeira em forma de capela. O Alphalux fica apoiado sobre a cordoalha central e fixo nas laterais através dos ilhoses. Também pode ser usada estrutura de arcos de ferro galvanizado.

Além da vantagem de uma aplicação de baixo custo o Alphalux

permite a passagem de até 89% da luz solar favorecendo decisivamente a obtenção de produtos de melhor qualidade.

Indicações: Coberturas de parreiras, Hidroponia, Estufas para

alface e morango, Proteção de hortaliças dos danos do clima.

Filme Alphalux
Filme Alphalux
Filme Alphalux

Filme Alphalux

Telas anti-granizo Também chamada de tela de sombreamento. Tem sido indicada para culturas e situações em que se deseja

somente um pouco de sombra. No mercado

há disponibilidade de telas com diferentes % de sombreamento.

Entretanto, sua principal aplicação tem sido como tela anti-granizo, nas culturas de uva, pêssego, caqui, ameixa, maçã, kiwi, flores, etc. Tem sido utilizada para culturas de rúcula, agrião e outras folhosas com bastante êxito.

TELAS ANTI-GRANIZO É a cobertura da cultura

visando proteção contra chuvas de granizo que podem prejudicar totalmente a produtividade de frutas.

Em macieira e outras frutíferas, a planta fica

coberta apenas durante o período que vai da floração até a colheita das frutas. O resto do tempo a tela é recolhida para que a planta tenha luminosidade plena,

já que a diminuição da luz durante longos períodos

pode ser prejudicial ao desenvolvimento do pomar.

Por exemplo, a Agrícola Fraiburgo (produtora de maçãs) continua investindo na cobertura anti-granizo de seus

pomares para a garantia de uma safra sem perdas e de uma

fruta de qualidade.

Estão sendo cobertos 40 hectares com três tipos de tela:

A tela branca reduz cerca de 8% da luminosidade natural; a

mista, por sua vez, proporciona 12% a menos de luminosidade - os fabricantes dão garantia de sete anos em ambas. Já a

tela preta diminui 18% da luminosidade, mas sua garantia é de dez anos.

A estimativa é que, em três anos, seja coberto com a tela anti-granizo todos os 120 hectares da unidade de Urupema - SC. A estrutura é feita com palanques de

eucalipto tratado e a condução da tela é feita com arame,

ficando a cinco metros do solo.

Telas anti-granizo

Telas anti-granizo http://www.solpack.com.br/hotsite2_/index.php?set=produtos&sub=telas_agricolas
Telas anti-granizo http://www.solpack.com.br/hotsite2_/index.php?set=produtos&sub=telas_agricolas
Telas anti-granizo http://www.solpack.com.br/hotsite2_/index.php?set=produtos&sub=telas_agricolas

http://www.solpack.com.br/hotsite2_/index.php?set=produtos&sub=telas_agricolas

ALUMITELA

Esta é uma tela diferenciada das outras por incluir um processo de metalização durante sua produção.

Com a alta capacidade de reflexão do alumínio, a luz e energia solar incidentes são repelidas, conferindo a tela a propriedade de termoreflexão (proporciona redução da temperatura durante o dia e retenção do calor durante a

noite - prevenção do efeito geada) e através da multidifusão

de luz , um melhor aproveitamento da luz pelas plantas (redução do efeito sombra).

Todas essas características auxiliam na prevenção do estresse térmico, lumínico e hídrico no interior do viveiro, auxiliando na boa formação da planta.

São confeccionadas para oferecer sombreamento nas porcentagens de 40%, 50%, 60% e 70%.

http://www.solpack.com.br/hotsite2_/index.php?set=produtos&sub=telas_agricolas

ALUMITELA
ALUMITELA

ALUMITELA

ALUMITELA
ALUMITELA

TIPOS DE CULTIVO PROTEGIDO

Em solo.

Em água: hidroponia

Fluxo laminar de nutrientes NFT

Aeroponia

Solução nutritiva aerada

Em substratos: orgânicos, inorgânicos

e mistos

Com ou Sem reaproveitamento da solução nutritiva

Cultivo de hortaliças Pimentão, tomate, pepino, vagem Flores de corte Frutas
Cultivo de hortaliças Pimentão, tomate, pepino, vagem Flores de corte Frutas
Cultivo de hortaliças Pimentão, tomate, pepino, vagem Flores de corte Frutas

Cultivo de hortaliças

Pimentão, tomate, pepino, vagem

Flores de corte Frutas

Cultivo Protegido em estufa -

pontos a considerar

Cultura - Tipo de estufa, orientação do plantio, cultivares, manejo da planta (poda, desbrota, condução, etc.).

Cultivo usado solo, hidroponia, substratos.

Conhecer o solo, água, substrato.

Conhecer necessidades nutricionais da

planta.

Manejo de todo o sistema, incluindo o fitossanitário.

MANUAIS SOBRE INTERPRETAÇÃO DE ANÁLISE DE SOLO

MANUAL DE ADUBAÇÃO E CALAGEM RS/SC. SBCS/NRS

2004

BOLETIM 100. IAC/SP 1997

RECOMENDAÇÕES CORRETIVOS E FERTILIZANTES. CFSEMG/MG 1999

COMISSÃO ESTADUAL DE FERTILIDADE DO SOLO CEFSBA. Manual de adubação e calagem para o estado da Bahia. Salvador, CEPLAC/EMATERBA/EMBRAPA/

EPABA/NITROFÉRTIL, 1989. 173p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC.Recomendações de adubação e calagem para o estado do Ceará. Fortaleza, 1993. p.138-139.

Caracteristicas de cultivo no solo

Sistemas relativamente simples e de custo baixo

Cultivo diretamente no solo

Necessidade de conhecer o solo

Adubação e fertirrigação

Problemas usuais

PRÁTICAS USUAIS DE ADUBAÇÃO

Correção do solo

Adubação orgânica

Adubação fosfatada

Fertirrigação (NK)

Micronutrientes

ANÁLISE DO SOLO Correção do pH Adubação Fosfatada Uso De Matéria Orgânica Monitoramento da Salinização Fertirrigação

ANÁLISE DO SOLO

Campo & Estufa

Semelhanças E Diferenças

Monitoramento

Solução De Problemas

ANÁLISE DE SOLO AMOSTRAGEM

Amostra representativa do solo da estufa

Amostra composta pelo menos 20 pontos

Profundidade de amostragem 0-20 cm

Freqüência: Anual para toda a estufa

Mais freqüente quando a rotação de

culturas é mais intensa

ANÁLISE DE SOLO

AMOSTRAGEM PARA MONITORAMENTO

Freqüência - Cada 4 semanas (Agricultura Intensiva)

Local de amostragem

Irrigação por aspersores Coletar as amostras na metade do raio, sempre na zona de raízes.

Irrigação por gotejo Na porção média entre o centro do

gotejo e a borda do bulbo úmido.

Época

Entre duas adubações. Ex. Fertirrigação 2ª e 6ª feira,

amostragem na 4ª.

No caso de fertirrigação ser mais freqüente, a amostragem

pode ser feita em qualquer dia.

ANÁLISE DE SOLO

AMOSTRAGEM PARA SOLUÇÃO DE

PROBLEMAS

A amostragem de solos deve ser feita em locais onde está ocorrendo o problema nas plantas.

Amostrar sempre na zona radicular.

Preparar sempre uma amostra composta de diversos pontos onde ocorre o problema e outra em

pontos onde as plantas estão normais.

O diagnóstico deve ser suplementado pela análise

de plantas dos mesmos locais.

ANÁLISE DE SOLO - Tradicional

Amostragem anual 0-20 cm de profundidade. Se houver suspeita de acidez em profundidade, proceder também uma amostragem a 20-40 cm.

Determinações:

pH, M.O.

P-resina ou P-Melich

K, Ca, Mg trocáveis

B Água quente

Micronutrientes DTPA ou outro extrator

CORREÇÃO DE pH

CORREÇÃO DA ACIDEZ

NC = CTC*(V 2 -V 1 )/(10*PRNT)

NC = NECESSIDADE DE CALCÁRIO (t/ha) CTC = CAP. TROCA DE CÁTIONS V 2 = SAT. DE BASES DESEJADA V 1 = SAT. DE BASES ATUAL

PRNT= PODER RELATIVO DE NEUTRALIZAÇÃO

TOTAL DO CALCÁRIO (%)

V 2 para plantas em estufa (Boletim 100)

PLANTA

V 2 %

ROSA

80

CRISÂNTEMO

80

GLADÍOLO

60

PIMENTÃO

80

TOMATE

80

MELÃO

70

PEPINO

75

HORTALIÇAS GERAL

80

ADUBAÇÃO FOSFATADA

Recomendação de P para adubação de base - Boletim 100 IAC

   

P-resina

 

0-25

26-60

>60

Pimentão

600

320

160

Melão

240

180

120

Tomate

800

500

500

Rosa

300

200

100

Pepino

400

300

200

USO DE MATÉRIA ORGANICA

Adubação orgânica

Muito usada no cultivo de hortaliças principalmente.

Tem por objetivo a melhoria de condições físicas do solo.

Boa fonte de nutrientes.

Aumenta a capacidade de troca de cátions do solo.

 

Bovinos

Aves

   

t/ha

Rosa

10

3

Pimentão

10-20

(15)

2,5-5

(4)

Melão

20-40

(30)

5-10

(7)

Tomate

20-30

(25)

5-8

(6)

Pepino

20-40

(30)

5-8

(6)

Bol. 100

Bol. 100

Disponibilidade de nutrientes em adubos

orgânicos Série de decaimento

N Aves 0,90; 0,10; 0,05

Bovinos 0,20; 0,10; 0,05

Lodo de esgoto 0,35; 0,10; 0,05

P 70% no primeiro ano

K 100% no primeiro ano

Ribeiro et al., 1999

Ribeiro et al., 1999

COMPOSIÇÃO PERCENTUAL EM ESTERCO FRESCO

(base em Ribeiro et al, 1999)

 

BOVINO

GALINHA

 

N

1,08

1,80

P

2 O 5

0,63

2,11

K

2 O

0,73

0,90

MEDIDA DE SALINIZAÇÃO

Efeito da salinidade em gerânio - murchamento

Efeito da salinidade em gerânio - murchamento

Extrato de saturação Laboratório

1) Colocar um pouco de água no recipiente plástico de 400 mL. 2) Adicionar 250 cm 3 de terra fina seca ao ar, medida com proveta. 3) Adicionar água aos poucos misturando com a terra, utilizando uma espátula, até que a pasta apresente aspecto brilhante e a massa do solo deslize suavemente na espátula.

4) Deixar em repouso por no mínimo 1 hora e repetir o teste com a espátula; se o solo apresentar excesso de água, adicionar mais solo e, se apresentar falta de água, adicionar mais água e repetir o teste.

5) Transferir a pasta do solo saturado para um funil buchner

com papel de filtro e filtrar a vácuo, recebendo o extrato em um tubo de ensaio colocado no interior do kitasato sob a haste do funil.

6) Acondicionar o extrato em frasco plástico com tampa.

Medidas de salinidade

CE

K, Ca, Mg, Na

RAS = Na + /[(Ca ++ + Mg ++ )/2] 1/2

Na + , Ca 2+ e Mg 2+ expressas em mmol c L -1 .

PST = Na+/CTC

porcentagem de sódio trocável

Respostas das plantas a salinidade (Bernstein, 1970) - Extrato de saturação

CE dS/m

Resposta das culturas

0-2

Sem efeitos na produção

2-4

Restrição na produção de plantas

muito sensíveis

4-8

Produção de muitas culturas restringida

8-16

Apenas plantas tolerantes

produzem satisfatoriamente

>16

Apenas plantas muito tolerantes

conseguem produzir

Tolerância de diversas culturas. CE que

promove uma redução de 25% na produção (Bernstein, 1970)

Planta

CE,dS/m

Cevada

15,8

Trigo

10,0

Soja

7,2

Milho

6,2

Feijão

2,5

PEPINO Necrose marginal devida ao acúmulo de sais no substrato

PEPINO

Necrose

marginal devida

ao acúmulo de sais no substrato

Medidas para controlar salinidade na estufa

1. Cultivo de planta tolerante e remoção do material

produzido. (Biorremediação). Esse procedimento é válido principalmente em caso de salinidade não

provocada por Na.

2. Lixiviação de sais para fora da zona radicular. Irrigação com água de boa qualidade para lixiviar os sais. Efeito ambiental???

Uso do gesso para reduzir excesso

de sódio

Na [Solo] Na + CaSO4 = [Solo]Ca + Na 2 SO 4

O Ca sendo mais retido pelo solo facilita a lixiviação de Na e outros cátions monovalentes

FERTIRRIGAÇÃO

Água de

irrigação

Água de irrigação Diagnóstico nutricional Análise Análise foliar de seiva Solução fertilizante Solo

Diagnóstico nutricional

Água de irrigação Diagnóstico nutricional Análise Análise foliar de seiva Solução fertilizante Solo

Análise

Análise

foliar

de seiva

Solução

fertilizante

Solo

Solução do Solo -

Planta

pH, CE,

elementos solúveis e de

reserva

Solução drenagem CE e

controle

salinidade

Níveis Máximos tolerados sem prejuízo para a produtividade.(CE extrato de saturação dS/m)

Cultivo

Vagem

Tomate

Pepino

Alface

Pimentão

Morango

Melão

CE, dS/m

1,0 2,7 1,5 1,3 1,5 1,0 2,0
1,0
2,7
1,5
1,3
1,5
1,0
2,0
Toxicidade de B em tomate. Semelhante a efeito salino

Toxicidade de B

em tomate. Semelhante a efeito salino

Extrato 1:2 Procedimento simplificado de monitoramento

(1) Transferir 100 mL de água destilada para

frasco de Erlenmeyer ou garrafa de vidro

apropriada, com aferição de volume a 150 mL. (2) Adicionar, aos poucos, a amostra de terra com a umidade de campo, até atingir a marca de

150 mL.

(3) Agitar a cada 5 minutos durante 20 minutos. (4) Filtrar através de papel de filtro de

textura médio-grosseira.

(5) Acondicionar o extrato em frasco plástico com tampa. (6) Proceder as medições de pH e CE.

Respostas das plantas a salinidade (Taveira,

2000) - Extrato 1:2 solo/água

CE dS/m

INTERPRETAÇÃO

<0,24

Baixa

0,25-0,75

Adequada para mudas pequenas e plantas

sensíveis a salinidade

0,76-1,75

Plantas estabelecidas ou adultas. Efeito sobre o crescimento de espécies sensíveis nos níveis mais altos

1,76-2,25

Elevada salinidade. Queima de bordos de folhas. Não descuidar da irrigação.

>2,25

Alto potencial de queima de folhas. Crescimento reduzido. Murchamento das plantas

MONITORAMENTO DE LIXIVIADOS EM SOLOS

USO DE AMOSTRATORES DE SOLUÇÃO

Tomate

15

cm

30

cm

45

cm

LIXIVIADOS EM SOLOS USO DE AMOSTRATORES DE SOLUÇÃO Tomate 15 cm 30 cm 45 cm Manga

Manga

30 cm

50 cm

100 cm

Bulbo Gotejador
Bulbo
Bulbo

Gotejador

PROCEDIMENTOS PARA AMOSTRAGEM

1.Instalar os tubos no ½

da faixa entre o

gotejador e a borda do bulbo úmido

2.Com uma seringa esvaziar o tubo fazendo um vácuo no tubo

3.Aguardar duas horas para equilíbrio

4.Extrair o liquido do tubo com uma seringa

5.Proceder medidas de CE e pH no extrato

DECISÃO PRÁTICA

CE lixiviado < CE solução fertilizante - Ok

CE lixiviado > CE solução fertilizante - Água

SOLUÇÃO TÉCNICA

MONITORAR

ANALISAR

DECIDIR

TIPOS DE CULTIVO PROTEGIDO

Em solo.

Em água: hidroponia

Fluxo laminar de nutrientes NFT

Aeroponia

Solução nutritiva aerada

Em substratos: orgânicos, inorgânicos

e mistos

Com ou Sem reaproveitamento da solução nutritiva

CULTIVO EM SOLO
CULTIVO EM SOLO

CULTIVO EM SOLO

CULTIVO EM SOLO

HIDROPONIA

SUBSTRATOS
SUBSTRATOS

SUBSTRATOS

PRODUÇÃO DE PLANTAS EM

SUBSTRATOS

SUBSTRATO: O que é isso?

É todo material sólido distinto do solo, natural ou sintético ou residual, mineral ou

orgânico, que colocado em um recipiente,

em forma pura ou em mistura, permite a ancoragem do sistema radicular de uma planta, desempenhando portanto, o papel

de suporte para a planta.

O substrato pode intervir (material

quimicamente ativo) ou não (material

inerte) no processo de nutrição mineral da planta.

Definição de SUBSTRATO → Meio para o crescimento de plantas

de SUBSTRATO → Meio para o crescimento de plantas Funções de um SUBSTRATO Proporcionar ancoragem Suprir

Funções de um SUBSTRATO

Proporcionar ancoragem

Suprir água

Suprir nutrientes

Trocas gasosas para raízes

TIPOS DE SUBSTRATOS

SUBSTRATOS MINERAIS OU INORGÂNICOS

NATURAIS AREIA, BRITA, SEIXOS, ROCHA VULCÂNICA

TRANSFORMADOS ARGILA EXPANDIDA, LÃ DE ROCHA, PERLITA, VERMICULITA

RESIDUAIS ESCÓRIAS DE ALTO FORNO, CERÂMICA MOÍDA

SUBSTRATOS ORGÂNICOS

NATURAIS TURFAS

SINTÉTICOS ESPUMAS DE POLIURETANO, DE

URÉIA-FORMALDEÍDO, POLIESTIRENO EXPANDIDO,

FENÓLICA

RESIDUAIS CASCA DE ARROZ CRUA OU

CARBONIZADA, ESTERCOS, CASCA DE ÁRVORES, SERRAGEM, FIBRAS DE MADEIRA, FIBRAS DE COCO, RESÍDUOS DE CORTIÇA, RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, LODOS DE DEPURAÇÃO DE ÁGUAS

RESIDUAIS, ETC.

MISTURAS DIVERSAS

ENVOLVENDO MATERIAIS ORGÂNICOS E MINERAIS.

DO QUE É COMPOSTO UM SUBSTRATO?

PARTE SÓLIDA

ORGÂNICA PARTE POROSA

AR / ÁGUA

{MINERAL /

Solidos x espa ç o poroso Solo mineral 1 solo: 1 turfa : 1 areia
Solidos x espa ç o poroso
Solo mineral
1 solo: 1 turfa : 1 areia
3 casca: 1 turfa : 1areia
Turfa: vermiculita
Turfa: Lã Rocha
Fibra de coco
96

Fonte: adaptado de W.C. Fonteno 1996

TIPOS DE RECIPIENTES PARA

ACOMODAÇÃO DO SUBSTRATO

Vasos

Sacolas

“Slabs”

Bandejas

Canaletas

Tubetes

Etc.

POR QUE FERTIRRIGAR ?

Quando são usados sistemas pressurizados de irrigação, a fertirrigação NÂO é opcional mas SIM absolutamente necessária!

O que acontece se os fertilizantes são aplicados separadamente da água?

Em irrigação por gotejo sómente 30% do solo é molhado pelos gotejadores

– sómente 30% do solo é molhado pelos gotejadores A eficiência da fertilização diminui porque os

A eficiência da fertilização diminui porque os nutrientes não se dissolvem nas zonas secas onde o solo não é irrigado

se dissolvem nas zonas secas onde o solo não é irrigado As vantagens da irrigação são

As vantagens da irrigação são significativas

Porisso, a fertirrigação é o único método para aplicar fertilizantes a cultivos irrigados.

Taxa de absorção de nutrientes (kg ha -1 día -1 )

FERTIRRIGAÇÃO vs. FERTILIZAÇÃO

APLICAÇÃO DE NUTRIENTES

FERTIRRIGAÇÃO vs. FERTILIZAÇÃO APLICAÇÃO DE NUTRIENTES fertirrigação 0 50 100 150 fertilização de base 160
FERTIRRIGAÇÃO vs. FERTILIZAÇÃO APLICAÇÃO DE NUTRIENTES fertirrigação 0 50 100 150 fertilização de base 160

fertirrigação

0 50 100 150
0
50
100
150
fertilização de base 160 kg ha -1
fertilização
de base
160 kg ha -1
PERDAS: Lixiviação Volatilização
PERDAS:
Lixiviação
Volatilização
DEFICIÊNCIAS?
DEFICIÊNCIAS?

5

4

3

2

1

0

Tempo (días)

FERTIRRIGAÇÃO vs. FERTILIZAÇÃO

APLICAÇÃO DE NUTRIENTES

FERTIRRIGAÇÃO vs. FERTILIZAÇÃO APLICAÇÃO DE NUTRIENTES Fertilização convencional : As plantas recebem uma dose

Fertilização convencional :

As plantas recebem uma dose do fertilizante mais alta que a necessária no momento e podem ocorrer perdas, menor eficiência, etc.

no momento e podem ocorrer perdas, menor eficiência, etc. Fertirrigação: Os fertilizantes são aplicados de acordo

Fertirrigação:

Os fertilizantes são aplicados de acordo com as necessidades nutricionais das plantas seguindo a curva de absorção do cultivo

Fertirrigação: fertilizar + irrigar

Algumas Vantagens:

Programação das aplicações de fertilizantes com

base nas necessidades nutricionais das culturas

reduzindo potencialmente as perdas de nutrientes/elementos associadas aos métodos de aplicação convencionais que dependem tanto do

solo quanto da reserva de nutrientes.

Redução das flutuações da salinidade da solução do solo causadas pelos fertilizantes, melhorando, assim, as condições da solução do solo,

especialmente para culturas sensíveis à salinidade.

Proteção do solo e da água dos fertilizantes, de forma sustentável.

Objetivos:

Alta produtividade;

Melhor qualidade do produto;

Melhor eficiência na recuperação do fertilizante;

Perdas mínimas de fertilizantes ocasionadas pela lixiviação;

Controle da concentração de nutrientes na solução do

solo;

Controle da forma e taxa de variação destas formas principalmente dos fertilizantes nitrogenados; e

Flexibilidade na escolha da época de distribuição do

fertilizante em relação à exigência da cultura, baseada

nos estádios de desenvolvimento e fisiológico das mesmas.

MANEJO DA IRRIGAÇÃO E NUTRIÇÃO

DE PLANTAS EM SUBSTRATOS

QUANDO ?

QUANTO ?

COMO ?

MANEJO DAS IRRIGAÇÕES

Quando? Quanto? Como aplicar?

Considerar: adubação (fertirrigação), controle fitossanitário, clima, aspectos econômicos e ambientais, estratégias de condução da cultura, operador.

OBJETIVOS:

Produção e qualidade: equilíbrio x sustentabilidade

Evitar:

ocorrência de problemas fitossanitários:

excessivas ou deficientes de água, desperdício de nutrientes, danos ao ambiente.

aplicações

Racionalizar o uso de mão-de-obra, energia e água.

PARÂMETROS BÁSICOS

Solo: Retenção de água solo/substrato: AD, AFD, lâmina de irrigação (L L ).

Planta: Sistema radicular, parâmetros

relacionados à sensibilidade ao estresse

hídrico, coeficiente de cultura (Kc).

Clima: Demanda climática (ETo).

DETERMINAÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA

PELAS CULTURAS (ETc)

ETc : quantidade de água que deve ser reposta para manter o crescimento em condições ideais.

IMPORTÂNCIA:

Elaboração de projetos, planejamento de uso da água

Manejo das irrigações

ETc:

- medida diretamente por lisímetros, BH, BE

- estimada pela evapotranspiração de referência (ETo) e coeficiente de cultura (kc)

LISÍMETROS: utilizados para fins de pesquisa e em

cultivo protegido em áreas de cultivo comercial

Determina ETc: o consumo de água das plantas

Estima o coeficiente de cultura (kc)

Fornece meios para estimativa da demanda de água:

ETc = ETo . kc

CONSUMO DE ÁGUA PELAS CULTURAS (ETc)

ETc: quantidade de água que deve ser reposta para manter o crescimento em condições ideais.

ETc = ETo . Kc

Evapotranspiração de referência (ETo): vários

métodos

escolha: clima, finalidade e dos dados existentes

Os métodos utilizam uma ou mais variáveis e as estimativas podem ser simples a complexas.

NECESSIDADE NUTRICIONAL DE

UM CULTIVO EM

SOLO/HIDROPONIA/SUBSTRATO

DIFERENÇA ENTRE A QUANTIDADE REQUERIDA

E

A FORNECIDA PELO

SOLO/HIDROPONIA/SUBSTRATO

Necessidade = Solução Nutritiva Solução Solo/Substrato

Solução Nutritiva Solução Substrato

Necessidade =

Eficiência de uso do nutriente

Quanto mais inerte o substrato maior será a eficiência do nutriente aplicado. As perdas por lixiviação e imobilização química no meio são muito importantes no aproveitamento dos nutrientes

aplicados.

Valores máximos na água para fertirrigação

Característica

Máximo

Característica Máximo

pH

CE, dS/m Bicarbonatos,mg/L Na

Ca Mg N total

NO

NH

NO

3

4

2

7 - 7,5

SO 4

0,5 - 1,2 60 -120 50 - 70

H 2 S K P

80 - 110 50 - 110 5 - 20

Cl Fe Mn

5 - 10

Cu

0,5 - 5

Zn

1,0

B

100 - 250

0,2 - 2 5 - 100

30

70 - 100 0,2 - 1,5 0,2 - 2

0,2 - 1

1 - 5 0,5 - 1

Características aceitáveis na água usada

em cultivo protegido

Problema

Limite superior aceitável

Salinidade, CE, mS/cm Para produção de mudas

0,75 (480 ppm)

Para produção em geral

2,0 (1.280 ppm)

Sódio (Na), mg.L -1

69

Expresso por SAR

4,0

Cloreto (Cl), mg.L -1

71

Microelementos Boro (B)

0,5

Cobre (Cu)

0,2

Fluoreto (F)

1,0

Ferro (Fe)

4,0

Manganês (Mn)

1,0

Características aceitáveis na água usada

em cultivo protegido

Problema

Limite superior aceitável

Alcalinidade, pH e Dureza

Alcalinidade (mmol(carga)/L)

pH ideal para a maioria dos cultivos Faixa aceitável Dureza (mmol(carga)/L)

pH – ideal para a maioria dos cultivos Faixa aceitável Dureza (mmol(carga)/L)

1,5

5,8

5,4 a 6,8 2 a 4

Microorganismos:

Bactérias fixadoras de ferro Patógenos de plantas

ausência

ausência

IMPORTÂNCIA DAS CURVAS DE ACÚMULO DE

MACRONUTRIENTES NAS RECOMENDAÇÕES DE FERTIRRIGAÇÃO

1. Aplicar a quantidade necessária para o

crescimento diário da planta;

2. Melhoria da eficiência dos nutrientes

aplicados;

3. Evitar sobra de sais no solo;

4. Aplicar as proporções entre nutrientes

mais adequadas.

PROGRAMAÇÃO DA FERTIRRIGAÇÃO: quais nutrientes aplicar?

Cultivos a campo aberto:

O solo tem sua reserva de nutrientes e CTC para abastecer

o cultivo. Neste caso:

P é aplicado convencionalmente como fertilização de base;

Parte do N e K podem ser aplicados como fertilizantes

de base. O restante através da fertirrigação durante o ciclo do cultivo, de acordo com a análise de solo.

Deficiências ocasionais de micronutrientes podem ser

corrigidas através de aplicações foliares ou préviamente corrigidas na adubação de base.

PROGRAMAÇÃO DA FERTIRRIGAÇÃO: quais nutrientes aplicar?

Cultivos intensivos, estufas e hidroponia:

O substrato é somente um suporte físico para as raízes das

plantas e não possuem reservas de nutrientes ou capacidade de fornecimento. Neste caso:

Aplicar uma solução completa de nutrientes (macros e

micronutrientes)

Cuidado especial com a forma do nutriente aplicado

(micronutrientes como quelatos; nitrogênio na relação

adequada - NO 3 :NH 4 ; pH da solução deve ser ligeiramente ácido para a máxima disponibilidade de nutrientes).

Monitoramento contínuo e ajustes constantes (pH, CE e relação entre as concentrações de nutrientes na solução nutritiva).

MANEJO DA NUTRIÇÃO DE PLANTAS

CULTIVADAS EM SOLOS/SUBSTRATOS

Conhecer as necessidades da

planta (marcha de absorção de nutrientes);

Análise da solução da zona

radicular (na prática usa-se a solução percolada ou lixiviada ou extraída);

Análise foliar (massa seca e seiva)

Análise do substrato e,ou solo.

REQUERIMENTOS DE UM FERTILIZANTE PARA SEU USO EM FERTIRRIGAÇÃO

Alto conteúdo de nutrientes em soluçãoDE UM FERTILIZANTE PARA SEU USO EM FERTIRRIGAÇÃO Solubilidade completa em condições de campo Rápida

Solubilidade completa em condições de campoEM FERTIRRIGAÇÃO Alto conteúdo de nutrientes em solução Rápida dissolução em água de irrigação Granulação

Rápida dissolução em água de irrigaçãoem solução Solubilidade completa em condições de campo Granulação fina e fluída Não obstruir gotejadores e,ou

Granulação fina e fluídade campo Rápida dissolução em água de irrigação Não obstruir gotejadores e,ou emissores Baixo conteúdo de

em água de irrigação Granulação fina e fluída Não obstruir gotejadores e,ou emissores Baixo conteúdo de

Não obstruir gotejadores e,ou emissoresem água de irrigação Granulação fina e fluída Baixo conteúdo de componentes insolúveis Conteúdo mínimo

Baixo conteúdo de componentes insolúveisfina e fluída Não obstruir gotejadores e,ou emissores Conteúdo mínimo de agentes condicionadores Compatível com

Conteúdo mínimo de agentes condicionadorese,ou emissores Baixo conteúdo de componentes insolúveis Compatível com outros fertilizantes Interação mínima com

Compatível com outros fertilizantesinsolúveis Conteúdo mínimo de agentes condicionadores Interação mínima com a água de irrigação Não causar

Interação mínima com a água de irrigaçãoagentes condicionadores Compatível com outros fertilizantes Não causar variações bruscas no pH da água de

Não causar variações bruscas no pH da água de irrigaçãofertilizantes Interação mínima com a água de irrigação Baixa corrosividade ao cabeçal e sistema de irrigação

Baixa corrosividade ao cabeçal e sistema de irrigaçãofertilizantes Interação mínima com a água de irrigação Não causar variações bruscas no pH da água

Fertirrigação: considerações

Prof. Roberto Lyra Villas Bôas, UNESP-Botucatú,SP

SISTEMA DE IRRIGAÇÃO FERTILIZANTES CULTURA Reação do solo RELAÇÃO ENTRE QUÍMICOS FÍSICOS NUTRIENTES
SISTEMA DE
IRRIGAÇÃO
FERTILIZANTES
CULTURA
Reação do
solo
RELAÇÃO
ENTRE
QUÍMICOS
FÍSICOS
NUTRIENTES
CARACT. DO
SISTEMA DE
Fontes
SOLUB.
INJEÇÃO
EXTRAÇÃO DE NUTRIENTES
(QUANTIDADE)
COMPATIBILIDADE
Água
COMO
FASES FENOLÓGICAS
FERTIRRIGAR?
SALINIDADE
DA CULTURA

COM QUE

FERTIRRIGAR?

QUANTO E QUANDO FERTIRRIGAR?

SUBSTRATO ÁGUA SOLO FRAÇOES ORGÂNICA E INORGÂNICAS LIBERAÇÃO DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO

SUBSTRATO

SUBSTRATO ÁGUA SOLO FRAÇOES ORGÂNICA E INORGÂNICAS LIBERAÇÃO DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO

ÁGUA

SOLO

SUBSTRATO ÁGUA SOLO FRAÇOES ORGÂNICA E INORGÂNICAS LIBERAÇÃO DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO
SUBSTRATO ÁGUA SOLO FRAÇOES ORGÂNICA E INORGÂNICAS LIBERAÇÃO DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO

FRAÇOES ORGÂNICA E INORGÂNICAS

SUBSTRATO ÁGUA SOLO FRAÇOES ORGÂNICA E INORGÂNICAS LIBERAÇÃO DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO

LIBERAÇÃO DE MINERAIS

FRAÇOES ORGÂNICA E INORGÂNICAS LIBERAÇÃO DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO SAIS INORGÂNICOS

DISSOLVIDOS EM ÁGUA

E INORGÂNICAS LIBERAÇÃO DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO SAIS INORGÂNICOS DISSOLVIDOS EM ÁGUA

SOLUÇÃO DO SOLO

DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO SAIS INORGÂNICOS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO NUTRITIVA
DE MINERAIS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO SAIS INORGÂNICOS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO NUTRITIVA

SAIS INORGÂNICOS

DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO SAIS INORGÂNICOS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO NUTRITIVA SOLUÇÃO DO

DISSOLVIDOS EM ÁGUA

DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO SAIS INORGÂNICOS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO NUTRITIVA SOLUÇÃO DO SUBSTRATO

SOLUÇÃO NUTRITIVA

DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO DO SOLO SAIS INORGÂNICOS DISSOLVIDOS EM ÁGUA SOLUÇÃO NUTRITIVA SOLUÇÃO DO SUBSTRATO

SOLUÇÃO DO SUBSTRATO

SOLUÇÃO NUTRITIVA, DO SOLO E DO SUBSTRATO

SOLUÇÃO NUTRITIVA, DO SOLO E DO SUBSTRATO N-NO 3 - , N-NH 4 + , Cl

N-NO 3 - , N-NH 4 + , Cl - , P-H 2 PO 4 - /P-HPO 4 2- , K + e Mg 2+ S-SO 4 2- , Mn 2+ , Fe 2+ , Zn 2+ , Cu 2+ , Ni 2+ e Mo-MoO 4 2- Ca 2+ e B-H 3 BO 3

+ ÁGUA

e Mo-MoO 4 2 - Ca 2 + e B-H 3 BO 3 + ÁGUA RAÍZES

RAÍZES

Mo-MoO 4 2 - Ca 2 + e B-H 3 BO 3 + ÁGUA RAÍZES PARTE

PARTE AÉREA DA PLANTA (FOLHAS, CAULES, FLORES, FRUTOS)

Produto

N-NH 4

N-NO 3

P

K

Ca

Mg

S

Uréia

46,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

Nitrato de Amônio

16,5

16,5

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

Nitrato de Cálcio

1,0

14,5

0,0

0,0

18,6

0,0

0,0

Nitrato de Potássio

0,0

13,5

0,0

38,2

0,0

0,0

0,0

Fosfato de Uréia

18,0

0,0

19,2

0,0

0,0

0,0

0,0

Nitrato de Magnésio

0,0

11,0

0,0

0,0

0,0

9,6

0,0

URAN 32

24,0

8,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

Sulfato de Amônio

21,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

22,0

Nitrato de Cálcio e Magnésio

0,0

13,2

0,0

0,0

12,4

3,9

0,0

Acido Nítrico

0,0

15,5

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

Tiossulfato de amônio

12,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

26,0

Fosfato Monoamonico

12,0

0,0

26,7

0,0

0,0

0,0

0,2

Fosfato Monopotassico

0,0

0,0

22,7

28,2

0,0

0,0

0,6

Fosfato de Uréia

18,0

0,0

19,2

0,0

0,0

0,0

0,0

Polifosfato de amônio

11,0

0,0

16,2

0,0

0,0

0,0

0,0

Acido Fosfórico

0,0

0,0

31,0

0,0

0,0

0,0

0,0

Cloreto de potássio

0,0

0,0

0,0

49,8

0,0

0,0

0,0

Nitrato de Potássio

0,0

13,5

0,0

38,2

0,0

0,0

0,0

Sulfato de potássio

0,0

0,0

0,0

41,5

0,0

0,0

18,0

Tiossulfato de Potássio

0,0

0,0

0,0

20,8

0,0

0,0

17,0

Sulfato de Magnésio

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

9,6

13,0

Nitrato de Magnésio

0,0

11,0

0,0

0,0

0,0

9,6

0,0

Sal/fertilizante

Nutriente

Teor

CE (sol.0,1%)

1 mg.L -1

%

mS.cm -1

g.1000L -1

Nitrato de potássio

1,3

 

K

36,5

2,7

N-NO

3

13

7,7

Nitrato de cálcio

1,2

 

Ca

19

5,3

N-NO

3

14,5

6,9

N-NH

4

1,0

100,0

Nitrato de magnésio

0,9

 

Mg

9

11,1

N-NO

3

11

9,1

Fosfato monoamônio purificado

 

1,0

(MAP)

N-NH 4

11

9,1

P

26

3,9

Nitrato de amônio

1,5

 

N-NH 4

16,5

6,1

N-NO 3

16,5

6,1

Sal/fertilizante

Nutriente

Teor

CE (sol.0,1%)

1 mg.L -1

 

%

mS.cm -1

g.1000L -1

Fosfato monopotássico (MKP)

K

29

0,7

3,5

P

23

4,4

Cloreto de potássio (branco)

1,7

K

52

1,9

Cl

47

2,1

Sulfato de potássio

1,2

K

41

2,4

S-SO

4

17

5,9

Sulfato de magnésio

0,9

Mg

10

10,0

S-SO

4

13

7,7

Ácido fosfórico 85%, D = 1,7

1,0

P

27(45,7)

3,7 (2,2 mL)

Ácido nítrico 53%, D = 1,325 N-NO

3

11,8(15,6)

1,0

8,5 (6,4 mL)

Movimento de água da solução do solo para as raízes

Pr = πs – πr

Pr = pressão máxima na raiz πs = potencial osmótico da solução no solo πr = potencial osmótico da solução na raiz

Potencial Osmótico ( - ψπ)

CE

 

massa

Sal Nitrato de

g/L

molar

C

R

T

atm

bar

kpascal

dS/m

cálcio.H 2 O

1

182

0,0055

0,082

298

- 0,134

- 0,136

- 13,604

1,00

Nitrato de potássio

1

101,1

0,0099

0,082

298

- 0,242

- 0,245

- 24,490

1,30

MAP

1

115

0,0087

0,082

298

- 0,212

- 0,215

- 21,530

1,00

MKP

1

136,1

0,0073

0,082

298

- 0,180

- 0,182

- 18,192

0,70

Sulfato de magnésio

1

246,3

0,0037

0,082

298

- 0,089

- 0,090

- 9,047

0,80

Cloreto de potássio

1

73,6

0,0136

0,082

298

- 0,332

- 0,336

- 33,641

1,70

Nitrato de amônio

1

80

0,0125

0,082