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CANTE PAUTAS MUSICAIS 07 MTP J R Nazaré

(283 a 307) 25 PAUTAS MUSICAIS in MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA

(Pode ver a OBRA in) Cantares do Baixo Alentejo por J. Ranita da Nazaré, Biblioteca Breve, Instituto de cultura Portuguesa, Venda Nova, Amadora, 1979.

Recolha, digitalização e organização de José Rabaça Gaspar Corroios 2010 – reorganização em 2011 12
Recolha, digitalização e organização de José Rabaça Gaspar
Corroios 2010 – reorganização em 2011 12

Totais

Nome

 

Refª

Nº na obra Pág Nº obra p - Nº

soma

 
 

283

 

Valha-me Deus, tanta calma Que anda por lá trabalhando Valha-me Deus, tanta calma

 

Fig 1

35

1

Fig 2

36

Fig 3

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284

     

Fig 4

38

2

285

 

Ó

   

Fig 5

40

3

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Fig 6

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4

287

     

Fig 7

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5

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Fig 8

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289

     

Fig 9

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7

290

     

Fig 10

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291

 

Ó

 

Fig 11

48

9

292

     

Fig 12

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10

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Fig 13

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294

 

À

   

Fig 14

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12

295

 

O

   

Fig 15

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13

296

 

Ó

   

Fig 16

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14

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Fig 17

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15

298

     

Fig 18

58

16

299

     

Fig 19

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17

300

   

Fig 20

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18

 

Fig 21

62

301

   

Fig 22

63

19

302

     

Fig 23

64

20

303

   

Fig 24

66

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Fig 25

67

22

305

     

Fig 26

68

23

306

 

O

Menino está na neve (ver tb 295)

 

Fig 27

69

24

307

 

Eu hei-de dar ao Menino - NATAL D'ELVAS

   

Fig 28

70

25

283 - 01 - Valha-me Deus tanta calma

283 - 01 - Valha-me Deus tanta calma
283 - 01 - Valha-me Deus tanta calma
Valha-me Deus tanta calma Mesmo à sombra 'stou suando Que fará o meu amor Que

Valha-me Deus tanta calma Mesmo à sombra 'stou suando Que fará o meu amor Que anda por lá trabalhando.

Que anda por lá trabalhando Valha-me Deus tanta calma Valha-me Deus tanta calma Mesmo à sombra 'stou suando.

284 - 02 - Algum dia eu cantando

284 - 02 - Algum dia eu cantando Algum dia eu cantando Riam-se o céu e

Algum dia eu cantando Riam-se o céu e a terra Agora ficam chorando Já eu não serei quem era.

Já eu não serei quem era Algum dia eu cantando Algum dia eu cantando Riam-se o céu e a terra.

285 - 03 - Ó minha mãe, minha mãe

285 - 03 - Ó minha mãe, minha mãe Ó minha mãe, minha mãe Ó minha

Ó minha mãe, minha mãe Ó minha mãe, minha amada Meu lírio roxo Ó minha mãe, minha ama(da).

286 - 04 - Na mesma campa nasceram

286 - 04 - Na mesma campa nasceram Na mesma campa nasceram Duas roseiras a par

Na mesma campa nasceram Duas roseiras a par Mal o vento as movia, meu amor Iam-se as rosas beijar.

Iam-se as rosas beijar Na mesma campa nasceram Na mesma campa nasceram Duas roseiras a par.

Pode ver em Décima e o autor da letra e música:

Lenda das Rosas Letra: João Linhares Barbosa - Música: D.R. (Fado da Horas

Pode ouvir a versão da fadista Teresa de Noronha:

287 - 05 - Oliveiras, oliveiras

287 - 05 - Oliveiras, oliveiras Oliveiras, oliveiras \ bis Ai ao longe parecem rendas.

Oliveiras, oliveiras \ bis

Ai ao longe parecem rendas.

288 - 06 - Uma mãe qu'um filho embala

288 - 06 - Uma mãe qu'um filho embala Uma mãe qu'um filho embala Oh meu

Uma mãe qu'um filho embala Oh meu lindo amor Às vezes põe-se a chorar Oh meu lindo amor Oh meu lindo bem

Só por não saber a sorte Oh meu lindo amor

Que Deus tem para lhe dar Oh meu lindo amor Oh meu lindo bem.

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Ver recolhida em CERVOS

289 - 07 - Se eu te quizesse dar pena

289 - 07 - Se eu te quizesse dar pena Se eu te quizesse dar pena

Se eu te quizesse dar pena Ao mundo dar que falar Ia-te ver à ribeira Quando 'stavas a lavar.

Quando 'stavas a lavar Se eu te quizesse dar pena Se eu te quizesse dar pena Ao mundo dar que falar.

290 - 08 - Muito bem parece

290 - 08 - Muito bem parece Muito bem parece Raminho de flor(es) Pregado no peito

Muito bem parece

Raminho de flor(es)

Pregado no peito / bis

De os trabalhador(es).

(Recolhida em Cuba, no mês de Setembro de 1967. «Foi executada por dois solistas, Manuel José Carriço e Francisco Cabaça Carvalho e um coro de doze vozes masculinas.»

291 - 09 - Ó rua alegre de Pias

291 - 09 - Ó rua alegre de Pias Ó rua alegre de Pias Ond'a palma

Ó rua alegre de Pias

Ond'a palma reverdece Quem nela não tem amores De certo não os mere(ce).

De certo não os merece

Ó rua alegre de Pias

Ó rua alegre de Pias

Ond'a palma reverde(ce).

292 - 10 - Deitei um limão correndo

292 - 10 - Deitei um limão correndo Deitei um limão correndo À tua porta parou

Deitei um limão correndo À tua porta parou Quando o limão te quer bem Que fará quem o deitou.

Que fará quem o deitou Deitei um limão correndo Deitei um limão correndo À tua porta parou.

Ver: Árvores no Cancioneiro Popular

293 - 11 - Qualquer filho d'homem pobre

293 - 11 - Qualquer filho d'homem pobre Qualquer filho d'homem pobre Nasce num - nasce

Qualquer filho d'homem pobre Nasce num - nasce numa boa cama.

Ver nas letras de 4 ao Sul, em Canções de Natal:

Letra da quadra de NATAL in

Qualquer filho de homem pobre Nasceu numa boa cama Só tu ó meu Deus Menino Nasceste numa cabana.

294 - 12 - À porta duma alma santa

294 - 12 - À porta duma alma santa À porta, à pota duma alma santa

À porta, à pota duma alma santa Bate Deus, bate Deus, de hora em hora. À porta, à pota duma alma santa Bate Deus, bate Deus, de hora em hora.

295 - 13 - O Menino está na neve

295 - 13 - O Menino está na neve O Menino está na neve E a

O Menino está na neve E a neve o faz tremer. \\ bis

Ver outros cantos de Natal:

Ver de Ficalho:

MODA AO DEUS MENINO I

O

Menino está na neve.

E

a neve o faz tremer.

Deus Menino da minha alma. Quem lhe pudesse valer.

Ver também de Vila (Aldeia) Nova de São Bento:

Ver ainda Grupo «À Capella»:

296 - 14 - Ó Serpa pois tu não ouves

296 - 14 - Ó Serpa pois tu não ouves Ó Serpa pois tu não ouves

Ó Serpa pois tu não ouves

os teus filhos a cantar? \\ bis Enquanto teus filhos cantam,

tu, Serpa deves chorar

\\ bis

Ver mais:

297 - 15 - Ó Virgem Senhora d'Aires

297 - 15 - Ó Virgem Senhora d'Aires Ó Virgem Senhora d'Aires 'stás metida no deserto

Ó Virgem Senhora d'Aires 'stás metida no deserto Em chegand'a mocidade Me parece um céu aberto.

Me parece um céu aberto Com toda a nossa gentinha Fui solteiro e (vim) casado Foi milagre da santi(nha).

Ver também:

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007 A NOSSA SENHORA D'AIRES

A Nossa Senhora de Aires

Está metida num deserto

Em chegando a mocidade Me parece o céu aberto

Me parece o céu aberto Com toda a sua gentinha Fui solteiro vim casado Foi milagre da Santinha

Foi milagre da Santinha Foi milagre que Ela fez Pró ano se Deus quiser Hei-de lá ir outra vez

A nossa Santinha de Aires

É a virgem bela e pura É a nossa padroeira Para as horas de amargura

A Nossa Senhora de Aires

Está metida num deserto Em chegando a mocidade Me parece o céu aberto

Editado por António Costa da Silva

298 - 16 - Das ruas que Serpa tem

298 - 16 - Das ruas que Serpa tem Das ruas que Serpa tem Para mim

Das ruas que Serpa tem Para mim (a) que tem mais graça Das ruas que Serpa tem Oh! meu lindo amor

Para mim (a) que tem mais gra(ça)

É a das portas de Beja

Desde o arco até à praça

É a das portas de Beja

Oh! meu lindo amor Desde o arco até à pra(ça).

299 - 17 - Amores daquela banda

299 - 17 - Amores daquela banda Amores daquela banda São caros, custam dinheiro E amores

Amores daquela banda São caros, custam dinheiro E amores daquela banda São caros, custam dinhei(ro).

Quando vão passar à barca Dão cinco réis ao barqueiro. Quando vão passar à barca Dão cinco réis ao barquei(ro).

300 - 18 - MODOS 1 e 2 MODO 1

VER in Música Tradicional Portuguesa - Cantares do Baixo Alentejo, por Ranita da Nazaré, Biblioteca Breve, Instituto de Cultura Portuguesa, 1979:

«Em todos os cantos do grupo «d)» a terceira superior à tónica é maior. Se nos quisermos referir a um tipo de estrutura modal nestas «modas», somos obrigados a limitar-nos aos modos de fá e de sol, os únicos em que a terceira superior à tónica é maior:

os únicos em que a terceira superior à tónica é maior: MODO 2 Relembremos, então, as

MODO 2

Relembremos, então, as características intervalares que distinguem estes dois modos do tradicional modo maior. Em relação a este, o modo de fá apresenta o quarto grau um meio tom mais alto, e o modo de sol o sétimo grau um meio tom mais baixo:

este, o modo de fá apresenta o quarto grau um meio tom mais alto, e o

301 - 19 - Mal não uses, mal não cuides

301 - 19 - Mal não uses, mal não cuides Mal não uses, mal não cuides

Mal não uses, mal não cuides Não te apresses na subida Nós somos os alcatruzes Da grande nora da vida.

Da grande nora da vida Mal não uses, mal não cuides Mal não uses, mal não cuides Não te apresses na subida.

http://vivoedesnudo.blogspot.com/2007_09_01_archive.html Neste poço há uma nora de alcatruzes de saudade, onde ainda o

Neste poço há uma nora de alcatruzes de saudade, onde ainda o tempo chora o candor de Xerazade

A princesa muçulmana

sobrevive enfeitiçada nestas terras de Viana, numa nora abandonada Numa nora abandonada, nestas terras de Viana, sobrevive enfeitiçada a princesa muçulmana

É quando o vento suão

até à sombra assa canas,

que dói mais a solidão nas terras alentejanas.

Versos José-Augusto de Carvalho

http://vivoedesnudo.blogspot.com/2007_09_01_archive.html

302 - 20 - Linda flor é a da murta

302 - 20 - Linda flor é a da murta Linda flor é a da murta

Linda flor é a da murta No campo tão mal 'stimada Ind'ela não colh'um ramo De amores, de amores não sabe nada

D'amores não sabe nada Linda flor é a da murta Linda flor é a da murta No campo, no campo tão mal 'stimada.

303 - 21 - P'ra lá de as ondas de o mar

303 - 21 - P'ra lá de as ondas de o mar P'ra lá de as

P'ra lá de as ondas de o mar Tenho quem me queira bem Não é na primeira onda É na segunda que vem.

É na segunda que vem P'ra lá de as ondas de o mar P'ra lá de as ondas de o mar Tenho quem me queira bem.

304 - 22 - Venho-lhe dar os bons anos

304 - 22 - Venho-lhe dar os bons anos Venho-lhe dar os bons anos Que as

Venho-lhe dar os bons anos Que as Boas Festas não pude. Venho-lhe dar os bons anos Que as Boas Festas não pude.

Ver também em JRanita da Nazaré, em:

também in Canto alentejano:

também in Alandroal canta os Reis:

305 - 23 - Vamos cantar os Reis

305 - 23 - Vamos cantar os Reis Vamos cantar os Reis À porta do lavrador

Vamos cantar os Reis À porta do lavrador Que tem a mulher bonita A filha como uma flor.

ver em:

I

Vimos a cantar aos Reis À porta do Lavrador Que tem a mulher bonita E a filha é uma flor.

II

Estas casas estão bem altas Forradas de papelão

Os senhores que moram nela Deus lhes dê a salvação.

III

Quem são os três cavalheiros

Que fazem sombra no mar

São os três do Oriente Que a Jesus vêm buscar. Recolhido em Ficalho

I

Vimos a cantar aos Reis À porta do Lavrador Que tem a mulher bonita E a filha é uma flor.

II

Vim daqui a sete léguas Encostado a um pauzinho Vim bater a esta porta(bis) P’ra me dar um chouricinho.

Recolhido em Moura pelos alunos (2009.01)

Ver outra na Amareleja 2010.01.04

http://amarelejando.blogs.sapo.pt/2010/01/

E assim se cantam em Amareleja as Janeiras e os Reis:

As janeiras

À porta d'uma Alma Santa Bate um deus a toda a hora Alma Santa respondeu Ó meu Deus que quereis agora Quero te a ti Alma Santa Lá para o reino da Glória Ó meu Deus

Os Reis

Vimos a cantar os reis

À porta de um lavrador

Que tem a mulher bonita

E a filha como uma flor

Estas casa estão caiadas Por dentro e por fora não Os senhores que lá estão dentro Estão ganhando a salvação

E daqui a tantas léguas

Arrimada a um pauzinho Vimos aqui a esta casa Que nos dê um chouricinho

E daqui a tantas léguas

Arrimada a um bordão Vimos aqui a esta casa Que nos dê um bom gimão (de jámon esp. presunto?)

Arregota, arregota não me dás esmola Cago-te à porta

306 - 24 - O Menino está na neve (Ver antes nº 295)

306 - 24 - O Menino está na neve (Ver antes nº 295) O Menino está

O

Menino está na neve

E

a neve o faz tremer

O

Menino está na neve

E

a neve o faz tremer

307 - 25 - Eu hei-de dar ao Menino

307 - 25 - Eu hei-de dar ao Menino Eu hei-de dar ao Menino Ai um

Eu hei-de dar ao Menino Ai um galão par'ó chapéu

Eu hei-de dar ao Menino Ai um galão par'ó chapéu.

Natal d'Elvas (Eu Hei-de Dar ao Menino)

Natal d'Elvas (Eu Hei-de Dar ao Menino) (Popular) Refrão: Sol Lá m Olhei para o céu,

(Popular)

Refrão:

Sol Lá m

Olhei para o céu, estava estrelado

Ré Sol

Vi o Deus Menino em palhas deitado,

Mi m7 Lá m7

Em palhas deitado, em palhas estendido

Ré 7 Sol

Filho de uma rosa, dum cravo nascido!

Arre, burriquito, vamos a Belém Ver o Deus menino que a senhora tem, Que a senhora tem, que a senhora adora. Arre, burriquito, vamos lá embora.

Sol

Estas palavras disse a Virgem

Si m Lá m

Ai quando nasceu o Menino;

Lá m7 Ré

Ai vinde cá meu anjo loiro

Ré 7 Sol

Meu sacramento divino.

(Refrão)

Eu hei-de dar ao Menino Uma fitinha p'ró chapéu; E ele também me há-de dar Um lugarzinho no céu.

(Refrão)

No seio da Virgem Maria Encarnou a divina graça; Entrou e saiu por ela Como o sol pela vidraça.

(Refrão)

LISTA 07 (283 a 307) 25 PAUTAS MUSICAIS in MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA (Pode ver a OBRA in) Cantares do Baixo Alentejo por J. Ranita da Nazaré, Biblioteca Breve, Instituto de cultura Portuguesa, Venda Nova, Amadora, 1979.

continuação de Lista 01 (ver antes) 63 PAUTAS MUSICAIS in TRADIÇÃO de SERPA, publicada entre Janeiro de 1899 e Junho de 1904

e LISTA 02 (ver antes) (64 a 152) 89 PAUTAS de MODAS E DANÇAS recolhidas no ALENTEJO CANCIONEIRO DE MUSICAS POPULARES Cancioneiro de musicas populares: collecção recolhida e escrupulosamente trasladada para canto e piano por Cesar A. das Neves / coord. a parte poetica por Gualdino de Campos; pref. pelo Exmo Sr. Dr. Teophilo Braga. - V. 1, fasc. 1 (1893)-V. 3, fasc. n. 75 (1899).

LISTA 03 (153 a 203) 51 (em 25) PAUTAS MUSICAIS in subsídio para o CANCIONEIRO POPULAR do BAIXO ALENTEJO Volume II, Comentário, recolha e notas de Manuel Joaquim Delgado, 2ª ed. INIC, Lisboa, 1980 (1ª 1955).

LISTA 04 (204 a213) 10 PAUTAS MUSICAIS in CANÇÃO POPULAR PORTUGUESA de Fernando Lopes Graça, 2ª ed. remodelada e ampliada, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1974 (1ª 1954).

in CANTARES DO POVO PORTUGUÊS Estudo crítico, recolha e comentário de RODNEY GALLOP, 2ª ed. Instituto de Alta Cultura, Lisboa, MCLX (1ª 1934? - trabalho de campo desde 1932

dois anos e meio

).

LISTA 06 (245 a 282) 38 PAUTAS MUSICAIS in CANCIONEIRO POPULAR PORTUGUÊS Michel Giacometti, com a colaboração de Fernando Lopes Graça, Círculo de Leitores, Lisboa, 1981.

CANTE PAUTAS MUSICAIS 07 MTP J R Nazaré

(283 a 307) 25 PAUTAS MUSICAIS in MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA

(Pode ver a OBRA in) Cantares do Baixo Alentejo por J. Ranita da Nazaré, Biblioteca Breve, Instituto de cultura Portuguesa, Venda Nova, Amadora, 1979.

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